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‘Pantera Negra 2’: Dubladora de Viúva Negra em ‘Marvel’s What If…?’ entra para a sequência [RUMOR]

O elenco da sequência ‘Pantera Negra 2 – Wakanda Forever‘ está crescendo e recentes imagens dos bastidores indicam a chegada de uma nova atriz ao time de protagonistas.

Lake Bell, conhecida por dublar a heroína Viúva Negra na série em animação ‘Marvel’s What If…?‘, foi vista no set de filmagens do vindouro filme, ao lado da equipe de produção.

O registro foi compartilhado pela conta do Instagram Atlanta_Filming, popularmente conhecida por flagrar os bastidores das principais produções de Hollywood.

Outras duas imagens indicam a contratação de mais dois novos membros do elenco. No entanto, a Marvel Studios ainda não confirmou nenhuma das três possíveis escalações.

Confira as imagens:

Vale lembrar que as filmagens de ‘Pantera Negra 2 – Wakanda Forever‘, foram temporariamente interrompidas nesta semana, após uma lesão sofrida pela estrela Letitia Wright durante as filmagens.

Os trabalhos serão retomados no início de 2022.

Wright sofreu uma lesão no set em Boston no início deste ano, durante uma cena envolvendo um equipamento. Coogler e sua equipe passaram os últimos dois meses filmando basicamente todas as cenas do filme que não exigem a presença dela. A morte repentina de Chadwick Boseman no ano passado elevou a posição de Wright na franquia, e ela será a protagonista.

O lançamento filme foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Confira a lista com as próximas estreias do estúdio:

  • Doutor Estranho no Multiverso da Loucura: de 25 de março de 2022 a 06 de maio de 2022.
  • Thor: Amor e Trovão: de 06 de maio de 2022 a 08 de julho de 2022.
  • Pantera Negra: Wakanda Forever: de 08 de julho de 2022 a 11 de novembro de 2022.
  • As Marvels: de 11 de novembro de 2022 a 17 de fevereiro de 2023.
  • Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania: de 17 de fevereiro de 2023 a 28 de julho de 2023.
  • FILME SEM TÍTULO: removido do cronograma
  • FILME SEM TÍTULO: removido do cronograma
  • FILME SEM TÍTULO: de 10 de novembro de 2023 a 03 de novembro de 2023.

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Lembremos que o ator mexicano Tenoch Huerta será o Namor.

O filme tem estreia marcada no Brasil para o dia 07 de julho de 2022.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘The Woman King’: Épico estrelado por Viola Davis ganha data de estreia!

Segundo o Deadline, a Sony Pictures anunciou a data de estreia oficial de The Woman King, épico histórico estrelado pelas vencedoras do Oscar Viola DavisLupita Nyong’o.

O filme será lançado nos cinemas em 16 de setembro de 2022, a tempo da temporada de premiações.

Dirigida por Gina Prince-Bythewood (‘The Old Guard’) e supervisionada pela TriStar Pictures, a história é inspirada em fatos reais que aconteceram no reino de Dahomey, um dos mais poderosos do continente africano, entre os séculos XVIII e XIX, e irá mostrar Nanisca (Davis), que é a general de um exército militar feminino, e sua filha, Nawi (Nyong’o), que lutam juntas contra os franceses que escravizaram e tentaram destruir seu povoado.

Davis, Cathy SchulmanJulius TennonMaria Bello entram como produtores.

Davis levou o Oscar para casa por sua incrível interpretação no drama ‘Um Limite Entre Nós, além de ter sido indicada outras duas vezes por DúvidaHistórias Cruzadas. Ela também foi a primeira mulher negra da história a ganhar o Emmy de Melhor Atriz, pela série How to Get Away with Murder.

Nyong’o, por sua vez, também foi condecorada com o Oscar por sua atuação em 12 Anos de Escravidão. Ela também participou do aclamado filme de super-heróis Pantera Negra, além de ter estrelado o terror Nós, de Jordan Peele. Seus outros créditos incluem a comédia Pequenos Monstros’ Star Wars.

‘Duna’: 2ª parte da adaptação começa a ser rodada em meados de 2022

Segundo o jornalista Josh Encinias em atendimento a uma das sessões de Duna, o aclamado diretor Denis Villeneuve já deu início à produção da 2ª parte da adaptação – e que as filmagens devem começar em meados de 2022 (mais precisamente no dia 18 de julho do ano que vem).

Villeneuve já deu início à escrita do roteiro e começou a trabalhar no projeto antes mesmo de ganhar sinal verde na Warner Bros.. Segundo ele:

“Estou escrevendo a parte dois, agora, e me sinto com oito anos de idade de novo. Isso é muito incomum para mim. É a primeira vez que experimento ver um dos meus filmes e tenho um momento de pura gratidão, alegria e eu digo: ‘obrigado, vida, por me dar a oportunidade de trazer isso para as telas'”.

O diretor pretende fazer uma trilogia.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Vale lembrar que ‘Duna‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.

‘Dexter: New Blood’: Final do revival vai EXPLODIR a internet, garante o criador da série

Após meses de expectativa, Dexter: New Blood‘ chegou hoje ao catálogo da Paramount+, e o criador da série, Clyde Phillips, prometeu um final tão impactante que vai ‘explodir’ a internet.

Durante uma entrevista para o TV Line (via Comic Book), Phillips disse que:

“O final vai ser surpreendente, inevitável e vai explodir a internet, sem dúvidas. Pessoalmente, eu acho que é a melhor coisa que escrevi.”

Ele acrescentou:

“Nosso diretor, Marcos Siega, um cara que não poderia ser mais experiente e íntimo da série, também acha que é a melhor coisa que ele já dirigiu. Ainda não vi tudo editado, aliás. Mas acompanhei as gravações. Estamos finalizando a edição dos episódios 7 e 8 agora, então não vi o 10 ainda. Mal posso esperar, para dizer a verdade.”

O final original de ‘Dexter’ foi extremamente polêmico e considerado um dos piores desfechos da TV norte-americana dos últimos 10 anos.

Para quem não se lembra, Dexter (Michael C. Hall) acabou sendo descoberto como serial killer e toda sua vida é desestruturada, então ele foge e passa a viver isolado.

Além disso, a morte de Debra Morgan (Jennifer Carpenter) foi um choque repentino, e alguns fãs acreditam que ela só morreu para que a série voltasse a ganhar fôlego em meio a tantas críticas.

Agpora só resta aguardar para saber se o revival será capaz de resgatar o amor dos fãs pela atração.

Anteriormente, a Paramount+ divulgou um novo comercial legendado do revivalDexter: New Blood‘.

Confira:

No Brasil, a produção será lançada no serviço de streaming no dia 8 de novembro, um dia depois da exibição original.

O elenco conta com Michael C. Hall (‘Safe’), Jamie Chung (‘Lovecraft Country’) Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), John Lithgow (‘The Crown’), Jennifer Carpenter (‘O Exorcismo de Emily Rose’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

A trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retorna para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia comandado nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, entra como showrunner do revival.

DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Michael C. Hall as Dexter and Jenifer Carpenter as Deb
DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Jack Alcott as Randell and Michael C. Hall as Dexter
DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Clancy Brown as Kurt
DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Julia Jones as Angela and Michael C. Hall as Dexter

Atração de Halloween mortal no trailer do terror ‘Hurt’; Assista!

O terror ‘Hurt‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Sonny Mallhi, produtor de ‘Os Estranhos‘ e ‘The Dark and the Wicked‘, assume a direção.

“Um soldado se reúne com sua esposa para se aventurar em sua atração favorita de Halloween: O Passeio Assombrado. Mas quando o terror os segue até em casa, eles devem lutar por suas vidas… ou irão acabar se tornando a próxima atração.”

Emily Van Raay e Andrew Creer estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD pela Gravitas Ventures no dia 10 de dezembro.

‘Chucky’: Jennifer Tilly revela que sua personagem terá grande importância na série

Em entrevista ao Showbiz Cheat Sheet, Jennifer Tilly revelou que sua personagem Tiffany terá grande importância na série ‘Chucky‘, que dá continuidade aos eventos da franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

“Quando o Don Mancini me contou que ele estava desenvolvendo uma série de televisão [baseada na franquia], eu pensei que faria apenas uma participação especial. Porém, quando recebi o roteiro, vi que eu tinha um arco narrativo incrível que ele escreveu para mim.”

Ela completa, Don Mancini é o meu melhor amigo no mundo inteiro. Acho que, depois de ‘O Filho de Chucky’, o estúdio disse para ele que eu estava aparecendo demais nos filmes da franquia, mas minha personagem está de volta e mais gloriosa do que nunca. Ela é divertida, estranha e está sedenta por sangue.”

Além disso, a atriz compartilhou uma imagem inédita de sua personagem na produção:

Intitulado Little Little Lies, o episódio irá ao ar no dia 9 de novembro.

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

Don Mancini, criador da franquia original, é responsável pela série.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

O elenco conta com Zackary Arthur, Teo Briones, Alyvia Alyn Lind, Bjorgvin Arnarson, Devon Sawa e Lexa Doig, além do retorno dos veteranos Jennifer Tilly, Fiona Dourif, Alex Vincent e Christine Elise.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

‘Legacies’: Claire Holt retorna como Rebekah Mikaelson em imagem oficial do próximo episódio; Confira!

O site TVLine divulgou a primeira imagem oficial do retorno de Claire Holt como Rebekah Mikaelson na 5ª temporada de ‘Legacies‘, que acontecerá no quinto episódio do ciclo atual.

Confira:

Intitulado I Thought You’d Be Happier To See Me, o episódio irá ao ar no dia 11 de novembro.

Na trama, “Hope é rastreada pela única pessoa que poderia ajudá-la – Rebekah Mikaelson. Rebekah teme pelo caminho que Hope escolheu, mas faz de tudo para alcançá-la. Josie e Lizzie se agarram à esperança em uma situação terrível, enquanto MG descobre o que pode fazer para ajudar. Enquanto isso, Kaleb quer fazer as coisas certas e pede ajuda a Cleo”.

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘.

A trama se passa na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

O elenco conta com Danielle Rose Russell, Aria Shahghasemi, Kaylee Bryant, Jenny Boyd, Quincy Fouse, Chris Lee, Ben Levin, Leo Howard, Omono Okojie e Matt Davis.

‘Grey’s Anatomy’: Ator de ‘Good Trouble’ interpretará novo residente na 18ª temporada

De acordo com o Deadline, Greg Tarzan Davis (‘Good Trouble’) entrou para o elenco da 18ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, em caráter recorrente.

O ator irá interpretar Jordan Wright, o residente favorito do Dr. Nick Marsh (Scott Speedman) em Minnesota. O personagem será introduzido no episódio que irá ao ar no dia 9 de dezembro, e cruzará o caminho da Meredith Grey quando ela for chamada para ajudar em um caso.

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens, Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood, Anthony Hill  e Scott Speedman.

‘Star Trek: Prodigy’ é renovada para a 2ª temporada

Com apenas três episódios exibidos, a Paramount+ já renovou oficialmente a série animada ‘Star Trek: Prodigy‘ para a 2ª temporada.

Sobre a renovação, os criadores KevinDan Hageman declararam: “Agradecemos muito a Paramount+ e a Nickelodeon por estender nossa jornada em mais alguns episódios. Também queremos agradecer aos fãs que rapidamente adotaram e se importaram com nossos personagens.”

Vale lembrar que o último episódio do ano irá ao ar no dia 18 de novembro. A produção retornará com episódios inéditos no dia 6 de janeiro de 2022.

A série foi criada por KevinDan Hageman.

A trama gira em torno de um grupo de adolescentes rebeldes que descobrem uma nave abandonada da Frota Estelar. Juntos, eles tomam controle do veículo e o usam para embarcar em aventuras incríveis, buscando o significado da vida e da salvação do universo.

A produção conta com as vozes de Kate Mulgrew, Brett Gray, Ella Purnell, Rylee Alazraqui, Angus Imrie, Jason Mantzoukas, Dee Bradley Baker, John Noble e Jimmi Simpson.

‘Halloween Ends’ terá um “tom muito diferente” dos filmes anteriores, afirma diretor

Michael Myers (aka The Shape, left) in Halloween Kills, directed by David Gordon green.

Em entrevista ao Indiewire, o diretor David Gordon Green revelou novos detalhes sobre a sequência ‘Halloween Ends‘, afirmando que o terceiro filme terá um tom muito diferente dos longas anteriores.

“[O terceiro filme] não será leve ou descontraído. Será um filme sobre amadurecimento e terá um tom muito diferente [dos longas anteriores]. Eu fico muito animado em ter construído três capítulos que são muito diferentes entre si. Todos eles foram criados para honrar John Carpenter, sem necessariamente copiá-lo.”

Ele completa, “Eu enviei ao John Carpenter o novo rascunho do roteiro de ‘Halloween Ends’ outra noite, e eu disse: ‘Se parecer muito com ‘Christine: O Carro Assassino’, me avise’. ‘Halloween Ends’ é como uma carta de amor para o Carpenter. É mais do que apresentar os personagens e a comunidade que ele criou, é uma apreciação do seu legado.”

Vale lembrar que ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘, sucesso nos cinemas, já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

A sequência segue em exibição nos cinemas brasileiros!

Halloween Kills‘ estreou nos EUA com impressionantes US$ 50.3 milhões – o que representa a MELHOR estreia para um filme para maiores desde o início da pandemia.

Além disso, o terror também se tornou a terceira maior estreia da história para um filme de terror lançado em outubro, atrás apenas do reboot ‘Halloween‘ ($76.2M) e ‘Atividade Paranormal 3‘ ($52.5M).

Oi? Padre mutante ataca fãs de rock no trailer do terror ‘Death to Metal’; Assista!

O terror ‘Death to Metal‘ ganhou o primeiro trailer violento.

Confira:

Tim Connery é responsável pela direção.

Após um acidente bizarro, um padre perturbado é transformado em uma máquina de matar mutante com a missão de massacrar todos os ateus fãs de rock.

Dan Flannery (‘Empire’) estrela a produção.

O terror será lançado em VOD pela Wild Eye Releasing em dezembro.

‘Próxima Parada: Lar Doce Lar’: Animação da Netflix estilo ‘Madagascar’ ganha trailer divertido; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo de ‘Próxima Parada: Lar Doce Lar‘ (Back to the Outback), nova animação ambientada no outback australiano.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 10 de dezembro.

Clare KnightHarry Cripps são responsáveis pela direção.

Cansados de ficarem presos em um aquário de répteis onde humanos olham pasmos a eles como se fossem monstros, um grupo das criaturas mais perigosas da Austrália arquitetam um plano de escaparem do zoológico e voltarem para o outback, um lugar onde não serão julgados por suas escamas e presas.

Liderando o grupo está Maddie (Fisher), uma serpente venenosa com coração de ouro, que se une a um lagarto-fêmea chamado Zoe (Tapsell), uma adorável aranha chamada Frank (Pearce) e um escorpião sensível (Imrie). Mas quando cruzam caminho com seu nêmesis, Pretty Boy (Minchin), um fofo e insuportável coala, eles não têm escolha a levá-lo junto.

A produção conta com as vozes de Isla Fisher, Tim Minchin, Eric Bana, Guy Pearce, Miranda Tapsell, Angus Imrie, Keith Urban, Aislinn Derbez e Jacki Weaver.

‘Eternos’ quebra recorde de ‘Venom 2’ e tem a maior estreia da era pandêmica nas bilheterias do Brasil

Eternos‘ surpreendeu nas bilheterias e teve o melhor resultado inicial de bilheteria desde o início da pandemia (março de 2020).

O filme arrecadou R$ 20,5 milhões entre quinta-feira (4) e domingo (7), desbancando o recorde anterior, que pertencia a ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ (que estreou com R$ 15 milhões). Os dados são do FilmeB.

No sábado, dia 6, além de ter um público 80% maior em relação à franquia da Sony, liderou a procura dos fãs na data que agora ficará marcada como a de maior ida às salas desde que foram reabertas, superando o feriado de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro.

Eternos‘ também tornou-se a segunda MAIOR estreia global do ano, com US$ 161.7 milhões arrecadados mundialmente durante seu primeiro final de semana.

O resultado ficou atrás apenas da estreia global de ‘Velozes e Furiosos 9‘ ($163M) – que foi fortemente impulsionada pela China, onde o longa do Vin Diesel estreou com sólidos US$ 136 milhões. Vale lembrar que ‘Eternos‘ não será lançado na China após comentários polêmicos da diretora Chloé Zhao sobre seu país de origem.

Nos EUA, o longa estreou abaixo das projeções, com US$ 71 milhões.

Assista nossa entrevista com a Angelina Jolie e confira a crítica do filme:

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Crítica 2 | Eternos – O filme “mais DC” da Marvel Studios

Chegou aos cinemas a mais nova aventura Marvel: Eternos. Baseado nos personagens do lendário e brilhante Jack Kirby, a equipe pode não ser das mais conhecidas pelo público não familiarizado com os quadrinhos, mas é uma das mais poderosas introduzidas no MCU até o momento. Abordando questões espaciais que serão importantes para esse núcleo cósmico da nova fase do estúdio, o filme é uma aventura quase contemplativa pela história do Universo Cinematográfico Marvel antes mesmo de heróis como o Thor e o Capitão América surgirem. Ou seja, é um longa que fecha seu arco narrativo sem influenciar ou ser tão influenciado por essa linha do tempo compartilhada que o espectador se acostumou a ver nos últimos 13 anos. Entretanto, se não é tão afetada assim pelo passado, pode apostar que influenciará bastante o futuro dos heróis mais poderosos da Terra.

Dirigido por Chloé Zhao, vencedora do último Oscar de melhor direção (Nomadland), Eternos é um filme que traz todas as características da diretora, que usa planos amplos e mistura formatos de tela para dizer muito sobre os personagens sem precisar efetivamente colocar personagens falando sobre eles, por isso é um longa que vale a pena ser conferido em IMAX. O melhor exemplo disso é justamente na cena em que os heróis chegam à Terra na aurora da humanidade. A visão humana acerca dos Eternos explora o formato IMAX, preenchendo toda a tela, passando uma sensação de grandiosidade aos personagens. Por outro lado, quando entra na perspectiva dos Eternos olhando para os humanos, a câmera muda para o formato padrão, passando a sensação de pequenez das pessoas diante dos deuses espaciais.

Essa grandiosidade combina com a descrição dos personagens nos quadrinhos, que são a criação “perfeita” dos Celestiais, contrapondo aos Deviantes, literalmente descritos como criaturas feias e monstruosas. Nesse ponto, a adaptação dos heróis ficou muito boa, incluindo os momentos em que eles contam histórias sobre terem inspirado alguns dos mitos mais famosos da história, como os deuses gregos, e terem conhecido e interagido com ícones da humanidade, como Charles Darwin. Falando em Darwin, acontece uma piadinha enquanto os personagens falam sobre evolução. E acaba que é justamente sobre isso que o filme é: evolução.

A trama do filme mostra os Eternos sendo criados pelos Celestiais e sendo enviados para a Terra nos primórdios da humanidade para aprenderem e acompanharem o desenvolvimento da sociedade, protegendo a população do planeta da ameaça Deviante. Sua missão é não interferir nos conflitos que impeçam a evolução humana e nem ajudarem a ponto de acelerar demais esse crescimento. Por isso, quando os inimigos intergalácticos são derrotados, os heróis ganham a permissão de viverem no planeta procurando um propósito, contanto que não violassem as regras de sua vinda. Porém, após milhares de anos, os Deviantes voltam a aparecer, fazendo com que os Eternos precisem se reunir novamente para evitar o cataclisma da semana. Assim, começa uma aventura que vai mostrar os caminhos que cada um seguiu, o que consegue ser dramático e extremamente divertido ao mesmo tempo.

E o problema aumenta porque eles descobrem que os Deviantes estão evoluindo, logo ficando resistentes aos poderes dos heróis sozinhos. No núcleo dos Eternos, conforme a trama avança, a questão da evolução, seja ela física ou mental, também vira um ponto importante, levando debates sobre questões da vida real.

E diferentemente de outras produções da Marvel, essa aqui se permite desenvolver em um ritmo não tão frenético, fazendo uso de momentos para trabalhar mais do pessoal de alguns dos personagens. Esse ritmo mais lento pode não agradar a alguns, principalmente por conta de algumas cenas um pouco longas demais, dando a sensação de que o filme poderia ter uns 20 minutinhos cortados que não faria tanta diferença, como as inúmeras cenas contemplativas do pôr do sol.

Por outro lado, alguns desses momentos acabam por humanizar bastante os alienígenas divinos. E a famosa “Fórmula Marvel” está presente na história, se fazendo presente principalmente no núcleo de Kingo (Kumail Nanjiani), um Eterno que criou sua vida na Terra como um astro de Bollywood. Ele viaja para todo lugar com seu mordomo, fazendo uma grande piada com o mercado cinematográfico e rendendo piadas divertidíssimas durante suas participações. Essa dupla é um alívio cômico maravilhoso que ajuda na condução da trama, trazendo uma visão humana em meio aos deuses.

Apesar desses destaques individuais muito baseados no carisma da dupla, o elenco cumpre seu papel sem ter um grande destaque, mas também sem comprometer. São atuações competentes para o que pedem os personagens, que lembram muito os heróis da Liga da Justiça. Talvez por isso existam algumas referências explícitas ao universo DC nesse filme, prestando uma homenagem à empresa rival e até mesmo brincando com eles.

E até mesmo a pegada mais sóbria, porém carismática, escolhida para retratar o grupo lembra bastante os heróis da concorrência. A cena final, em que é mostrado vários deles usando seus poderes especiais ao mesmo tempo, pode fazer os fãs do Superman, da Mulher Maravilha e do Flash suspirarem com uma coreografia tão legal envolvendo aquelas habilidades.

Infelizmente, essa escolha mais sóbria influencia diretamente na estética, que acaba não usando tanto as inúmeras cores que marcaram o trabalho quase psicodélico de Jack Kirby nos quadrinhos. Seria bem interessante se aquela estética colorida dominasse a história. Quem acaba sendo exceção na pegada sóbria são os Celestiais, as entidades gigantescas que criaram os Eternos. Eles são colossais e coloridos, permitindo que a Chloé Zhao brinque bastante com as escalas, em um trabalho interessantíssimo, que deixa a vontade do espectador de ver aquelas cores e iluminações sendo mais usadas no ambiente terrestre que domina a trama.

Ah, vale ressaltar umas brincadeiras de contexto histórico que acontecem com uma certa frequência, mas de forma muito sutil, como por exemplo a Thena (Angelina Jolie) reproduzindo a pose de uma estátua de Athenas, a deusa grega que, segundo a mitologia dos quadrinhos, teria sido inspirada nela.

Por fim, as duas cenas pós-créditos mexem diretamente com os dois núcleos do futuro do MCU: o espacial e o terrestre, então vale a pena esperar até as luzes se acenderem para deixar a sessão.

Com as marcas da diretora e uma gama de personagens superpoderosos, Eternos é um filme longo e divertido que se preocupa mais em desenvolver sua própria história do que trabalhar as teorias e “mirabolâncias” do MCU, apesar de trazer elementos que influenciarão no futuro. O ritmo mais lento pode não agradar a todos, mas ainda assim tem tudo que um bom filme da Marvel costuma ter.

‘Ghostbusters: Mais Além’ ganha EMOCIONANTE trailer final legendado

O aguardado ‘Ghostbusters: Mais Além‘ ganhou seu emocionante trailer final legendado.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

Assista:

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 77% de aprovação, com nota 7.20/10 baseada em 35 reviews até o momento. Apesar de apontarem a desnecessidade da produção, os especialistas comentaram que a obra é bem divertida e rasgaram elogios para o elenco.

Confira as principais reações abaixo:

“Um desnecessário, mas divertido filme” – Variety.

“[O filme] faz homenagem aos clássicos à medida que se constrói como único” – Nerd Reactor.

“Um tributo adorável para o primeiro filme que deve agradar os fãs da velha guarda e os mais novos” – JoBlo’s Movie Network.

“Os fãs finalmente ganharam uma sequência não vergonhosa para amar” – New York Post.

“Uma aventura divertida e adorável. […] McKenna Grace está espetacular” – The Movie Couple.

Além de dirigir, Jason Reitman também escreveu o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’), Carrie Coon (‘The Sinner’) e Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

Crítica | Marighella: Sem censura, Wagner Moura discute patriotismo com filme poderoso e necessário

Modernizar o passado é uma evolução musical. O medo dá origem ao mal. O homem coletivo sente a necessidade de lutar. São demônios, os que destroem o poder bravio da humanidade.

Obviamente, não é por acaso que ‘Monólogo ao Pé do Ouvido’, da banda pernambucana Nação Zumbi, faça parte da abertura de Marighella. O segmento aí citado reúne apenas alguns trechos do poderoso manifesto escrito pelo lendário músico Chico Science, que, na metade da década de 1990, tocou em muitas feridas abertas e discutiu, de forma clara e intensa, a situação sociopolítica da sua cidade, Recife (na época, a quarta pior do mundo), e, consequentemente, da nação brasileira como um todo. Sobretudo quando, brilhantemente, cravou que o banditismo iria além da maldade e se encaixava bem na luta das classes e por assim seus efeitos colaterais, sintetizando o extremo disso tudo na chocante declaração: “quem era inocente, hoje, virou bandido para comer um pedaço de pão”. Em suma, fica claro que a narrativa que veremos a seguir está inserida na velha máxima de que situações extremas exigem medidas extremas.

Assumidamente político e construído sob a perspectiva lúcida de quem viveu os momentos mais obscuros e cruéis da Ditadura Militar no Brasil, Marighella, dirigido e roteirizado por Wagner Moura (Tropa de Elite e Narcos), também faz questão de expor a personalidade sem filtro das principais figuras abordadas, que protagonizam essa história de luta e resistência. O filme, que adapta a biografia literária Marighella – O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo, de Mário Magalhães, finalmente chega aos cinemas após ter sua estreia adiada várias vezes. Com algumas destas situações sendo correlacionadas a quem está por trás do meio burocrático da nossa cultura, segundo o próprio Wagner Moura, que, sem nenhum receio, se diz orgulhoso em fazer parte de um enfrentamento natural que vem sendo travado pela classe artística, em sua maioria contra o atual governo.

À primeira vista, Marighella pode parecer um filme demasiadamente extenso pelas suas quase três horas de duração, mas, por tratar-se de uma história que precisa, necessariamente, ser mais detalhada, é compreensível que Moura tenha optado por explorar, de maneira odisseica, os principais eventos daquele recorte brutal. São lembranças tristes e igualmente heroicas, que precisam ser revisitadas, especialmente quando sabemos que, ainda hoje, existem alguns desavisados que lembram com saudades daquelas torturas e dos incontáveis sumiços de pessoas que apenas discordavam das ideias ditatoriais de quem comandava o país – torçamos pra que isso não seja uma previsão.

De modo que não é gratuita, muito menos histriônica, a performance de Bruno Gagliasso como o algoz Lúcio, que faz aqui às vezes de Sérgio Fleury, a figura mais sádica e terrível da Ditadura Militar. Fleury comandou horríveis sessões de torturas, comparadas aos experimentos nazistas da Segunda Guerra, já que, geralmente, os seus interrogados não suportavam tais práticas e iam a óbito – isso quando ele mesmo não dava cabo do prisioneiro e, gargalhando, logo após a execução, soltava barbaridades como: “lá se vai mais um patriota”. O que é cíclico e curioso, já que grande parte desses ditadores, que usam para si o patriotismo de maneira latente, não passam de lobos em pele de cordeiro. E o Lúcio de Gagliasso é basicamente assim, está sempre à procura da sua próxima presa, e, mesmo trabalhando para os americanos como um cão de guarda adestrado, acha que é lobo.

Ainda mais acertada é a linha de atuação adotada por Seu Jorge, que vai a emoções extremas no papel do próprio Marighella, conseguindo convencer e manter o personagem crível até nos andamentos que poderia se entregar ao overacting. Wagner Moura se arrisca, diversas vezes, ao quebrar a quarta parede, sobretudo numa cena em que Marighella olha para a câmera e dispara: “A gente não vai parar. É terror, sim. É terrorismo, mesmo”. O momento, que, provavelmente, será recortado e compartilhado nas redes, acontece na verdade após a cena em que vários dos seus companheiros são sumariamente executados dentro da própria sede, de maneira covarde, por um grupo miliciano que agia à margem da lei e a mando de Lúcio. Assim, com momentos que beiram a catarse, Seu Jorge constrói, primeiramente, uma postura equilibrada que, como qualquer outro, se transforma com o medo e assume a responsabilidade diante de uma situação extrema.

Mas o filme não se beneficia apenas da figura de seu personagem-título, já que, além dos principais antagonistas, a obra também explora diversas outras personalidades importantes, que participaram daquilo tão intensamente quanto o próprio Carlos Marighella. Pessoas que literalmente deram a sua vida pela causa. De maneira que o longa é confesso ao discutir, em várias ocasiões, os valores ideológicos em detrimento a família. Vemos ali muito mais sacrifícios feitos por companheiros do que, propriamente, suas ideias políticas. Afinal de contas, todos no grupo lutavam por um bem em comum: a real liberdade. Com destaque para Humberto Carrão, que vive o personagem Humberto, o exemplo perfeito de um ator que se doa por completo. Absolutamente despido de qualquer vaidade, Carrão apresenta um alguém que reúne sentimentos extremos. Do mesmo modo que é fiel e acolhedor para com os seus, é implacável e brutal diante do inimigo.

Tomando para si qualquer responsabilidade e compartilhando com os parceiros de equipe todos os louros, Wagner Moura, que debuta como cineasta, realiza o tipo de produção que é impossível ficar indiferente. Podendo transcender o cinema e alcançar o status de símbolo político para ambos os lados. Ao ponto que Marighella é capaz de trazer esperança em meio ao caos, provando que, no fim de tudo, a razão prevalece; contudo deve também provocar crises homéricas por parte daqueles que ainda acham válido o debate que a Ditadura Militar trouxe benefícios para a nação. Ou por simplesmente julgarem Carlos Marighella como um terrorista qualquer – ainda que intelectuais, de variadas nações, considerem o político e escritor uma espécie de alegoria da luta de um povo oprimido, do que simplesmente uma arma usada pelo comunismo.

James Gunn confirma início das filmagens de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’; Veja foto!

O diretor James Gunn confirmou em uma emocionante publicação nos Instagram que as filmagens de Guardiões da Galáxia – Vol. 3‘ finalmente começaram.

“Foi uma jornada estranha, comprida e às vezes desafiadora para chegar até aqui, mas os obstáculos ao longo do caminho só tornaram este momento mais feliz. De volta ao set com minha família de Guardiões para nosso primeiro dia de filmagens”, afirmou.

Confira:

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ chega aos cinemas em 5 de maio de 2023.

Por enquanto, ainda não se sabe nada oficial sobre a trama.

Mas, em uma recente entrevista ao portal Yahoo, a atriz Karen Gillan, que reprisa seu papel como Nebulosa, revelou o quão impactada ficou ao ler o roteiro da produção.

Gillan deu detalhes de como foi a sua experiência, compartilhando ainda que a atriz Pom Klementieff – que dá vida à Mantis -, se emocionou tanto quanto ela.

Nós lemos o roteiro juntas na mesma sala e então nos olhamos e caímos em lágrimas. Os fãs irão aprender muito mais sobre as personagens que já conhecemos, e em um nível mais profundo”. 

‘Jurassic World 3: Domínio’ finalmente está PRONTO, revela diretor

O diretor Colin Trevorrow confirmou em seu Instagram que Jurassic World: Domínio‘ finalmente está pronto para ser lançado nos cinemas, após um conturbado período de produção.

“Ontem à noite colocamos o último pedaço de reverberação no último rugido. Obrigado a Al Nelson, Gwen Whittle, Pete Horner, Chris Boyes e a todos da Skywalker Sound por colocarem tanto coração e alma em nosso mix de som. Jurassic World 3 está vivo”, afirmou.

Confira:

 

Jurassic World: Domínio‘ chegará aos cinemas em 10 de junho de 2022.

Assista a um teaser:

O filme vai trazer de volta os atores Laura Dern, Sam Neill e Jeff Goldblum, além de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

Colin Trevorrow dirige.

‘Eternos’: Saiba o que acontece nas duas cenas PÓS-CRÉDITOS do filme!

O texto abaixo contém SPOILERS!

Como já é tradição nos filmes da Marvel, ‘Eternos‘ traz duas cenas pós créditos…

Cena 1

Na primeira cena, vemos Thena (Angelina Jolie), Druig (Barry Keoghan) e Makkari (Lauren Ridloff) viajando pelo espaço a bordo da nave Domo, com a missão de encontrar companheiros Eternos de outros planetas e contar a verdade sobre sua criação e todo o plano de Arishem, o Celestial.

O trio discute sobre voltar à Terra para descobrir o que aconteceu a Sersi (Gemma Chan), Kingo (Kumail Nanjiani) e Phastos (Brian Tyree Henry) depois que Arishem os contatou ao fim da trama.

No entanto, a grande surpresa da cena é a chegada de dois visitantes inesperados. Um deles é Pip, um pequeno troll já conhecido dos quadrinhos da Marvel, que entra no Domo através de um portal e anunciando a chegada de Eros (Harry Styles), o irmão de Thanos.

Eros, que também é um Eterno, já viajou pelos confins do universo e oferece ajuda para encontrar os seus companheiros, afirmando saber onde eles estão.

Além disso, ele sugere que pode entrar em contato com os Celestiais ao mostrar uma esfera dourada parecida com a que Ajak (Salma Hayek) e Sersi usavam para se comunicar com Arishem.

Cena 2

A segunda cena pós-créditos mostra Dane Whitman (Kit Harington) em um escritório, de frente para um velho baú que leva o brasão de sua família.

Visivelmente ansioso, ele demonstra dúvidas se deve ou não abrir a caixa, mas segue em frente.

Ao abrir o baú, ele se depara com uma antiga espada com lâmina ébano e, quando está prestes a tocá-la, uma voz grave o surpreende, questionando se ele está pronto para o que está por vir.

Mas o que significam as cenas pós-créditos?

A primeira deixa claro que Eros deve ter um papel de destaque na sequência do longa ou até em outro filme que explore a temática cósmica do MCU.

Sem dúvidas, Eros é quem deve assumir o controle da missão de resgate, enquanto os outros Eternos tentam encontrar repostas sobre o que aconteceu com Sersi, desaparecida sem deixar vestígios ao fim da trama.

Sobre o destino de Whitman, o produtor Nate Moore já havia adiantado que novos filmes iriam a explorar a transformação do personagem como Cavaleiro Negro, arauto dos Eternos na Terra e defensor do plano material.

Agora resta saber de quem era a voz que se comunica com ele.

Apesar de uma sequência não ter sido confirmada, a Marvel Studios já tem planos de continuar a história, já que o letreiro final diz que:

“Os ‘Eternos‘ voltarão.”

E aí, quais são suas expectativas para a próxima aventura dos heróis?

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa-metragem já está em exibição nos cinemas nacionais

‘American Pie 2’, ‘Jurassic Park 3’ e outras ÓTIMAS sequências que completam 20 ANOS em 2021!

Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 21 anos de lançamento. O tempo realmente voa.

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 20 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

O Retorno da Múmia

Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.

Jurassic Park III

Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.

Hannibal

Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 30 anos em 2021. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.

American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor

Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Pie marcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.

A Hora do Rush 2

É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rush escancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.

Todo Mundo em Pânico 2

Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.

Na Teia da Aranha

Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).

Jason X

Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!

Dr. Dolittle 2

Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a O Professor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.

Crocodilo Dundee em Hollywood

Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…

Bônus: O Império do Besteirol Contra-Ataca

Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.