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Antes de ‘Shazam! 2’, Rachel Zegler foi recusada como Supergirl em ‘The Flash’

Rachel Zegler fará sua estreia no Universo DC em ‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses’, interpretando a deusa Anthea, o interesse romântico de Freddy Freeman (Jack Dylan Grazer).

Antes disso, Zegler já havia tentado ingressar no mundo dos super-heróis como a Supergirl, que será introduzida em The Flash‘, mas o papel acabou indo para Sasha Calle (‘The Young and the Restless’).

A informação foi revelada por Zegler durante uma entrevista para o Slash Film.

“Eu fiz o teste com Rich [Delia], que era nosso diretor de elenco, e ele originalmente veio até mim com a proposta da Supergirl para ‘The Flash‘, e eu não era a pessoa certa para isso. Mas ele chegou até mim e disse: Quer saber? Você pode participar de ‘Shazam 2′, tenho uma personagem em mente para você. Eles estão de olho em determinadas atrizes e adoraríamos se você viesse fazer o teste’.”

Ela continuou, dizendo que que Grazer foi fundamental para que ela conseguisse o papel.

“Fiz uma chamada de vídeo com David F. Sandberg e, pela última vez, li uma parte do roteiro com Jack Dylan Grazer. Pelo que eu sei, Jack me escolheu. Peter Safran, nosso produtor, virou-se para ele e perguntou: ‘Qual delas você gostou mais, Jack?’ e ele disse: ‘Bem, ela é a Maria em ‘Amor, Sublime Amor‘, então nós temos que ficar com ela’. Jack é um grande fã desse filme. Ele ama essa história. Então eu tenho que agradecer a ele, de verdade.”

Lembrando que ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘ chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

Relembre o trailer:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘What If…?’: 2ª temporada da ACLAMADA animação ganha novo trailer e cartaz; Confira!

Disney+ divulgou um novo trailer e um belíssimo cartaz para promover a 2ª temporada da aclamada animação What If…?’.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo estreia no dia 22 de dezembro na plataforma de streaming, com lançamento semanal dos episódios.

Confira a prévia e o cartaz:

Anteriormente, o CanWeGetSomeToast revelou que os títulos dos próximos nove episódios já foram divulgados e prometem aventuras que os fãs jamais imaginariam em torno das diferentes realidades alternativas do multiverso da Marvel.

Confira:

Episódio 2×01: ‘E se… ‘Nebulosa se juntasse à Tropa Nova?’
Episódio 2×02: E se… ‘Peter Quill atacasse os heróis mais poderosos da Terra?’
Episódio 2×03: E se… ‘Kahhori remodelasse o mundo?’
Episódio 2×04: E se… ‘Hela encontrasse os Dez Anéis?’
Episódio 2×05: E se… ‘O Homem de Ferro colidisse com o Grão-Mestre?’
Episódio 2×06: E se… ‘Happy Hogan salvasse o Natal?’
Episódio 2×08: E se… ‘Capitã Carter lutasse contra Hydra Stomper?’
Episódio 2×09: E se… ‘Os Vingadores se reunissem em 1602?’
Episódio 2×10: E se… ‘O Doutor Estranho Supremo tivesse intervindo?’

Considerando a narrativa criativa da animação, tudo pode acontecer, já que a 1ª temporada trouxe perspectivas completamente diferentes sobre os principais personagens do MCU através de suas versões alternativas do Multiverso…

Ao longo dos episódios, vimos Peggy Carter tomando o soro do Super-Soldado no lugar de Steve Rogers, Killmonger como um dos guarda-costas de Tony Stark, e Hank Pym como um perigoso assassino atrás dos membros dos Vingadores.

E parece que a 2ª temporada vai apresentar tramas ainda mais loucas.

Anteriormente, o produtor Bryan Andrews conversou com o Deadline sobre o que o público pode esperar dos próximos episódios, ao que ele respondeu:

“Obviamente, você pode esperar histórias mais originais e que lentamente se desenvolvem para um terreno mais selvagem. Na 1ª temporada, Kevin queria manter a história um pouco mais próxima do que foi estabelecido nos filmes, com uma coisa ou outra diferente, mas ainda ressoando a trama dos filmes. Isso não acontece com frequência na 2ª temporada.”

Como já foram lançados muitos filmes entre as fases 3 e 4 do MCU, Andrews disse ainda que as possibilidades para brincar com ideias alternativas são infinitas.

“Há muito mais filmes para explorar e coisas para pegar inspiração, então não precisamos ter apenas um pequeno momento. Podemos expandir e as coisas podem ficar um pouco mais malucas. Nós aumentamos o nível de loucura na 2ª temporada e a 3ª promete muito mais. Agora temos personagens com os quais não tivemos a chance de trabalhar antes, e será divertido ver como eles serão apresentados aos favoritos do público. Mal posso esperar para que os fãs assistam.”

Lembrando que ‘What If…?‘ já foi renovada para a 3ª temporada.

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O que esperar de Army of the Dead? | A Origem dos Mortos-Vivos e o Consumismo “zumbificado” por Romero

Novo filme de Zack Snyder promete tocar em tema popularizado pelo pai do gênero zumbi

Recentemente foi disponibilizado o novo trailer de Army of the Dead, próximo filme dirigido por Zack Snyder para a Netflix previsto para 2021. Segundo a premissa, um grupo de mercenários deve roubar um cassino em uma Las Vegas infestada de zumbis; dessa forma dando margem para discutir o significado do famoso lema “cidade do pecado” mediante uma possível crítica social.

Para o público atual, zumbis e comentários sócio-políticos podem não ser tão distintos um do outro (visto principalmente a popularidade obtida por The Walking Dead que constantemente se aventura em comentários sobre a selvageria humana gratuita ou como forma de defesa). Porém até 1968, quando foi lançada A Noite dos Mortos-Vivos, adaptar os icônicos canibais meio mortos significava realizar um filme de fantasia.

Isso porque o conceito inicial atrelado aos zumbis no cinema, mais especificamente, até meados dos anos 60 era muito mais diretamente ligado à concepção folclórica que muitos países da África, ou com grandes concentrações de escravos trazidos do continente, tinham dos ditos mortos que voltavam à vida. A fonte da lenda remete ao folclore haitiano que aborda sobre corpos que são reanimados por meio de métodos mágicos, geralmente praticados por um feiticeiro experiente chamado bakor, e cuja única vontade é de servir ao novo mestre.

“A Noite dos Mortos Vivos”; um clássico do cinema independente

Algumas obras no início do século XX já adaptaram essa origem haitiana do mito zumbi, sendo uma das mais conhecidas o filme White Zombie com Bela Lugosi de 1932, ainda que pecando por atribuir a magia maliciosa praticada pelos bakor à prática da religião vudu, como se uma fosse indissociável da outra. King of the Zombies, de 1941, também põe na mesa a questão do zumbi como uma vítima do controle de terceiros, ainda que relacionando isso à uma trama de espionagem política.

Dani Di Placido, na matéria The Evolution of the Zombie para a Forbes, aborda sobre como a lenda pode ter ligações profundas com dramas da realidade. “O zumbi haitiano reflete um medo óbvio; ser escravizado por uma figura poderosa, e forçado a fazer sua vontade. Dado que os haitianos são descendentes dos africanos escravizados, não é surpreendente que esse fosse o monstro que amedrontava seu subconsciente”.

Essa ligação com o misticismo, no entanto, não duraria para sempre. Quando o diretor George Romero iniciou seu projeto, o cinema de maneira geral passava por uma mudança; saia o modelo clássico de se produzir filmes e uma nova geração de cineastas inspirada pelos movimentos europeus (Nouvelle Vague e o Novo Cinema Alemão principalmente) rodava novos projetos dispostos a mais do que nunca a discutir tabus como sexo e violência, além de tecer críticas à acontecimentos como a Guerra do Vietnã e o consumo desenfreado.

O inesquecível Bela Lugosi em “White Zombie”

A estreia de A Noite dos Mortos-Vivos representou um primeiro passo para o cineasta pois reformulou a noção atrelada aos zumbis como sendo apenas servos sem livre arbítrio. Com Romero a desconstrução entregou para o público uma nova interpretação: aquela das criaturas que andam em hordas e tem uma fome canibal descontrolada. O filme também criou o cenário que seria mais comum para obras do gênero que é o de um grupo de pessoas acuado precisando achar um meio de impedir que os zumbis invadam o local.

Mesmo assim, essa ainda era uma produção independente e, portanto, com uma abordagem de enredo forçadamente limitada e com nenhum espaço para estudar mais profundamente as questões sociais que o diretor desejava trazer. Dito isso, em 1978 ele lançou a sequência Despertar dos Mortos contendo não só um orçamento maior do que o filme original como também tendo a ajuda do cineasta italiano Dario Argento na elaboração do enredo e distribuição.

Logo de cara é perceptível que o filme era mais expandido que seu predecessor; enquanto que a obra de 1968 se limitou a acompanhar um grupo de pessoas acuado em uma cabana, a sequência mostra logo de início a dissolução da sociedade devido aos ataques dos mortos vivos; com a mídia em total confusão mas decidida a continuar a transmissão de um debate sobre o caos; uma batida policial que termina em confronto e numa eventual execução de diversos moradores de origem porto-riquenha em um prédio.

“Despertar dos mortos” expandiu a mitologia dos zumbis de Romero

Romero consegue então finalmente aplicar sua crítica ferrenha aos principais problemas da sociedade do ponto de vista dele ao combiná-los com tais seres fantasiosos como os zumbis. Entre situações que envolvem violência e racismo, a obra abre margem para tecer um comentário sobre fé e a ligação dos vivos com seus mortos. 

É possível reconhecer em cada tiro dado “por diversão”  por personagens figurantes em zumbis como uma comparação a excessos de soldados no Vietnã; dessa forma o filme equilibra o medo do ser humano em receber alguma punição divina ao desrespeitar cadáveres (deixando-os intactos e assim propensos a se tornarem zumbis) com uma apatia com a morte nascida muito rápida desse apocalipse. O ato final, famoso por se passar em um shopping, não é gratuito pois mesmo mortos os humanos tendem, segundo Romero a se voltarem para os templos do consumismo a fim de sanar suas necessidades.

Army of the Dead tem em mãos a possibilidade de continuar o legado iniciado pela saga dos mortos de George Romero; mesmo que possa não entregar uma nova abordagem sobre essa forma do dissecar social, o vindouro filme de Snyder precisa mostrar que tem ciência de pertencer a um movimento muito maior, muito mais importante e socialmente consciente do que pode parecer a princípio.

Ué? Doutor Estranho IGNOROU pergunta de Scott Lang sobre os eventos de ‘Ultimato’

Um trecho liberado pela Marvel do livro “Look Out for the Little Guy”, autobiografia fictícia de Scott Lang (interpretado por Paul Rudd), oferece uma visão detalhada da relação entre Homem-Formiga e Doutor Estranho após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘.

O trecho revela um vislumbre da história contada no início dos eventos do terceiro filme da franquia, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘. A autobiografia abrange a jornada do carismático Vingador ao longo dos anos.

No trecho, Scott Lang reflete sobre os momentos difíceis de sua trajetória, incluindo sua prisão, e expressa sua curiosidade sobre se esses mesmos eventos ocorreriam em outras realidades paralelas.

No entanto, Scott conta que sua dúvida foi ignorada por ninguém menos que Stephen Strange, o Doutor Estranho (interpretado por Benedict Cumberbatch).

“Nem mesmo o Doutor Estranho pode me dizer, e acredite em mim, não é por falta de perguntar. Assim que a poeira roxa [referindo-se a Thanos] da batalha da Terra baixou, tentei me relacionar com o cara. Digamos apenas que ele não estava disposto, ou desinteressado em me contar sobre qualquer uma das 14.000.605 versões do meu passado.”

Confira nossas entrevistas:

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

#CinemaCon 2024: ‘Robô Selvagem’ nova animação da DreamWorks ganha novo teaser; confira a descrição!

O CinePop teve a oportunidade de assistir em primeira mão ao novo teaser de Robô Selvagem, a nova animação da DreamWorks que promete encantar o público de todas as idades.

Apresentado durante a CinemaCon 2024 em Los Angeles, o teaser revela uma história emocionante e visualmente deslumbrante, inspirada nos clássicos da Disney e no trabalho do mestre Hayao Miyazaki.

O diretor Chris Sanders, três vezes indicado ao Oscar, descreve o estilo do filme como “uma pintura de Monet em uma floresta de Miyazaki”, criando um universo único e cheio de magia.

O teaser acompanha a jornada dá robô Roz (Lupita Nyong’o) que é acidentalmente deixada em uma ilha desabitada. Lá, ela se depara com um novo mundo, cheio de desafios e aventuras.

Roz conhece e aprende com os animais da ilha, formando, laços de amizade e descobrindo o significado da verdadeira família.

Uma raposa sábia dá conselhos valiosos a Roz, ensinando-lhe que a bondade nem sempre é uma habilidade de sobrevivência. “Você precisa aprender como as coisas funcionam nesta ilha, e a bondade não é uma habilidade de sobrevivência“.

Roz também observa um gansinho recém-nascido que acredita ser sua mãe. Ao longo da convivência, eles desenvolvem um vínculo enquanto Roz tenta descobrir como o bebê pode aprender a nadar e voar.

O teaser termina com Roz declarando: “Este é meu lar e eu sou uma Robô Selvagem.

Robô Selvagem‘ estreia dia 19 de setembro os cinemas nacionais.

Confira, dublado e legendado:

Escrito e dirigido por Chris Sanders (‘Como Treinar o Seu Dragão’), o filme é baseado no best-seller homônimo escrito por Peter Brown.

A épica aventura acompanha a jornada de uma robô – a unidade ROZZUM 7134, “Roz” – que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a se adaptar ao ambiente hostil, construindo pouco a pouco relacionamentos com os animais nativos, e até adotando um filhotinho de ganso órfão.

A produção conta com as vozes de Lupita Nyong’o, Pedro Pascal, Catherine O’Hara, Bill Nighy, Kit Connor, Stephanie Hsu, Mark Hamill, Matt Berry e Ving Rhames.

‘Mufasa: O Rei Leão’: Prelúdio conquista 55% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Mufasa: O Rei Leão, a aguardada prequela do clássico da Disney, chega em breve aos cinemas de todo o mundo. No Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação inicial de 55% da crítica, com base em 47 análises.

Vale lembrar que O Rei Leão (2019) obteve uma aprovação de 51% da crítica, com base em 435 análises, e 88% de aprovação do público.

Os críticos, de forma geral, elogiaram o esforço de Barry Jenkins em criar um bom filme, mas destacaram que a produção está bem abaixo da animação original e dificilmente conseguirá cativar o público.

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“Embora James Earl Jones seja impossível de ser substituído, esses dubladores deram o melhor de si na tentativa”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Jenkins não se vendeu; na verdade, o estúdio comprou sua visão, que respeita o filme de 1994 e reconhece a importância que seus modelos de comportamento e lições de vida tiveram para o público jovem”, disse Peter Debruge da Variety.

“O principal a se tirar disso, no fim, tem menos a ver com os personagens ou a história em si, e mais com os recursos: Que enorme volume deles foi investido para fazer o pior filme de Barry Jenkins! E para evitar pensar ou pagar por um desenho animado completamente novo!”, disse Jesse Hassenger do Paste Magazine.

Barry Jenkins cria algumas imagens inspiradas ao tentar adaptar o fotorealismo, mas os animais ainda estão um pouco assustadores. Isso resulta em uma prequela que é apenas mediana e não conquistará novos fãs. Pelo menos algumas das novas músicas de Lin-Manuel são cativantes!”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Mufasa: O Rei Leão poderia ter sido um excelente e digno sucessor de “O Rei Leão”, mas, devido às exigências percebidas do que essa franquia exige, é apenas um bom filme, o que é uma pena, considerando seu potencial régio e majestoso”, disse Rodrigo Perez do The Playlist.

“Apesar do histórico de Jenkins e de seu claro toque artístico, a luz do semi-sucesso de Favreau mancha tudo o que toca aqui”, disse Alison Foreman do IndieWire.

“Está longe de se tornar um clássico, mas é gratificante saber que Barry Jenkins fez deste filme algo seu, contando uma boa história com genuína emoção e uma presença visual impressionante”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“Fãs da franquia e gerações mais jovens vão encontrar muitos aspectos agradáveis em Mufasa: O Rei Leão, mas é difícil imaginar que ele tenha um legado comparável ao clássico animado original que deu início a tudo”, disse Aidan Kelley do Collider.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.

“‘Mufasa: O Rei Leão convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

‘Superman’: David Corenswet detalha cena de abertura do longa; “A luta da sua vida”

David Corenswet, que interpreta Clark Kent em Superman, falou recentemente sobre a cena de abertura do longa, revelando que a batalha será empolgante e que o herói estará enfrentando “a luta da sua vida naquele momento”.

Durante uma entrevista ao ScreenRant, Corenswet afirmou: “Ao ler o roteiro, o começo era muito chamativo, e isso me empolgou imediatamente. Há muito pouca construção de mundo no início. Você começa do jeito que eu gosto de começar qualquer filme: com um personagem que você conhece em uma situação interessante, enfrentando um problema claro que precisa superar. Acho que a melhor forma de conhecer um personagem, ou, nesse caso, uma nova versão dele, é observando as estratégias que ele adota para superar esse grande desafio, e como ele reage. Como o espírito dele reage. Como ele reage quando falha, quando não dá conta. Quando uma estratégia não funciona”.

Ele continuou, aprofundando a descrição da intensidade inicial: “E essa é basicamente toda a sequência inicial do filme. Você vê o Superman bem no meio de uma grande luta, a luta da sua vida naquele momento, embora ele vá enfrentar outras maiores depois, claro. E realmente, ele está dando tudo de si nessa luta, e quase nada está funcionando. Algumas coisas funcionam por um breve momento. Mas é interessante ver um personagem que normalmente é considerado o Homem de Aço. Muita gente o vê como invencível, impenetrável, sempre otimista e cheio de esperança. E aqui, você o vê em um momento em que tudo isso está sendo profundamente testado”.

Corenswet concluiu destacando a importância dessa abertura: “Então, como ponto de partida para conhecer o personagem, especialmente porque ele não supera o desafio… ele não perde, mas também não vence, ter isso como impulso para o restante da história foi muito divertido, porque te dá muitas possibilidades para onde seguir. E isso é sempre ótimo com um personagem: começar forte, mas ainda ter muito caminho a percorrer”.

O filme tem estreia marcada para 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’: Cinemas avisam que filme não é indicado para pessoas com epilepsia fotossensível

Avatar: Fogo e Cinzas’, o mais novo capítulo da franquia bilionária de James Cameron, já está em cartaz nos cinemas. No entanto, antes de garantir o ingresso, vale prestar atenção a um comunicado importante emitido pelas redes de cinema.

O longa não é recomendado para pessoas que sofrem de epilepsia fotossensível. Isso ocorre porque os deslumbrantes efeitos visuais, marca registrada da saga, apresentam sequências com luzes intermitentes e brilhos intensos que podem desencadear crises em espectadores sensíveis.

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

William Smithers, ator de ‘Dallas’, falece aos 98 anos

O ator William Smithers, conhecido por seu papel marcante na famosa série dos anos 1980 Dallas, faleceu no dia 26 de maio em Santa Barbara, Califórnia, aos 98 anos. Conforme apurado pelo Deadline, a morte foi noticiada inicialmente pelo jornal local Santa Barbara Independent, mas a causa do falecimento não foi divulgada.

Ator prolífico na televisão norte-americana, com dezenas de trabalhos realizados entre as décadas de 1950 e 1990, Smithers é lembrado principalmente por interpretar o magnata do petróleo Jeremy Wendell emDallas’. O personagem, que esteve no ar em 1981 e depois retornou com destaque entre 1984 e 1989, consolidou-se como um dos grandes antagonistas da trama, sendo o responsável por criar inúmeros problemas para o icônico vilão J.R. Ewing, vivido por Larry Hagman.

Nascido em Richmond, Virgínia, em 10 de julho de 1927, Smithers serviu na Marinha dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial antes de iniciar sua carreira artística. Em 1951, estreou nos palcos da Broadway interpretando Teobaldo em uma célebre montagem de Romeu e Julieta, estrelada por Olivia de Havilland.

No ano seguinte, tornou-se membro vitalício do prestigiado The Actors Studio e, em 1957, recebeu o prêmio Obie Award por sua atuação no circuito teatral de Nova York. Seus créditos nos palcos incluem peças marcantes como “Legend of Lovers” (1951), “End as a Man” (1953), “The Square Root of Wonderful” (1957) e “Man and Boy” (1963).

Após participar de várias séries antológicas nos anos 1950, o ator passou a atuar regularmente na televisão a partir da década de 1960. Seu papel de maior destaque nesse período foi o de David Schuster na novela Peyton Place, personagem que defendeu ao longo de nove meses entre 1965 e 1966.

Além disso, Smithers acumulou participações especiais em produções clássicas da ficção científica e do drama policial, incluindo uma aparição marcante no episódio “Bread and Circuses”, da série original de Star Trek, em 1968.

O artista manteve-se ativo nas décadas de 1970 e 1980, integrando o elenco fixo da série dramática Executive Suite entre 1976 e 1977. No cinema, participou de grandes produções da época: interpretou o rígido carcereiro de uma prisão na Guiana Francesa no clássicoPapillon (1973) e atuou no thriller de ação Scorpio (1973), estrelado por Alain Delon e Burt Lancaster.

Barack Obama tem relacionamento sério com Jennifer Aniston, afirma rumor

Fontes indicam que a relação entre Barack e Michelle Obama atravessa um momento tenso, com o casal, que esteve junto por mais de três décadas, aparentemente vivendo uma dinâmica mais fria e distante.

Barack Obama supostamente tem um relacionamento firme com a atriz Jennifer Aniston, e seu divórcio com Michelle Obama deve ser anunciado em breve, de acordo com a jornalista Jessica Reed Kraus.

A ausência de Michelle no funeral do ex-presidente Jimmy Carter, onde Barack compareceu sozinho, alimentou as conversas sobre uma crise no relacionamento.

Michelle não teria participado devido a questões pessoais envolvendo Donald Trump. No entanto, o evento acabou atraindo mais rumores sobre o possível afastamento entre o casal.

Vale lembrar que Jennifer Aniston e Barack Obama já foram alvos de boatos de tabloides, inclusive com uma manchete sensacionalista que mencionava “a verdade sobre Jen e Barack”, que se tornou bastante popular nos Estados Unidos.

Em entrevista no programa de Jimmy Kimmel, Jennifer Aniston agiu de forma natural e com bom humor, afirmando que a notícia era “absolutamente falsa”.

Aniston chegou a afirmar que conhece mais Michelle do que Barack. No entanto, agora os rumores de um relacionamento entre a atriz e o ex-presidente ganharam força novamente.

De explodir a cabeça! Relembre os momentos e finais mais SURPREENDENTES dos games

O artifício de plot twist, quer dizer, o fato surpresa de uma história, sempre foi utilizado na literatura e principalmente no cinema. São vários os filmes que explodiram a cabeça de muita gente, ‘O Sexto Sentido‘, ‘Clube da Luta‘ e ‘Oldboy‘ são só alguns deles.

Assim como no cinema, os games também utilizam algumas dessas ferramentas narrativas para causar surpresas tão bombásticas quanto a dos filmes. Nos jogos isso pode ser ainda mais impactante, já que a interação é ainda maior, no sentido de controlar as ações dos personagens, ainda que o designer trace um caminho pré-definido.

Nos cinemas isso é utilizando bastante em filmes de suspense, já que o gênero em questão facilita e até necessita de algumas surpresas. Enquanto nos videogames temos exemplos nos mais variados estilos, justamente pelo fato da interação direta, onde nos sentimos envolvido com todo drama ou situação peculiar vivida pelas figuras abordadas.

Com o avanço das gerações e a evolução dos games, as narrativas foram ficando cada vez mais elaboradas e dessa maneira os designers e roteiristas passaram a utilizar mecânicas que serviram para potencializar ainda mais o impacto dessas, deixando o jogador pensando por dias e fazendo com que a cena fique marcada para sempre na memória.

Dessa vez separamos um espaço para relembrar alguns dos finais mais surpreendentes e bombásticos dos games. Momentos que deixaram algumas pessoas traumatizadas ou emocionalmente abaladas, rendendo lagrimas, surtadas ou simplesmente deixaram todo mundo embasbacado. Nem preciso avisar que teremos spoilers, né? Bora lá!

Shadow of the Colossus

Começando por um dos jogos mais incríveis já lançados, o exclusivo de Playstation 2, Shadow of the Colossus. O segundo jogo do genial Fumito Ueda trouxe uma experiência jamais vista antes, apostando pelo minimalismo de um mundo gigantesco e pela exploração de segredos espalhados por montanhas, cavernas e oásis no meio de lugares incríveis.

Sua missão é achar e derrotar 16 criaturas gigantescas, nas planícies mais variadas, desde lutas aquáticas e terrestres em ravinas até combates aéreos de tirar o folego. Junto a sua égua Agro, Wander precisa vencer as criaturas para trazer sua parceira Mono de volta a vida.

Algo que pode ser considerado um ato de valentia, porém, após vencer o último colosso, você descobre que sempre esteve do lado errado e que as criaturas eram guardiões que selevam uma força maléfica chamada Dormin. Fazendo o jogador lamentar as terríveis mortes sofridas pelos gigantes, algo que fez muita gente ficar traumatizada.

Red Dead Redemption

Outro jogo que pegou todo mundo de surpresa pelo seu final foi o primeiro Red Dead Redemption, que saiu para o Playstation 3 e Xbox 360 em 2010. O jogo que trouxe uma perspectiva completamente diferente de jogo sobre o velho oeste trazia o ex-mercenário John Marston, que fazia parte de uma gangue de assassinos.

Marston estava preso pelos seus crimes, mas é libertado com a condição de ter que ir atrás dos seus antigos parceiros do crime e prender ou matar cada um deles, ganhando assim a sua liberdade para poder viver com sua esposa e filho.

A história é realmente empolgante a caçada por cada membro do time é de tirar o folego, com o jogo fazendo diversas referências a clássicos do western. Porém o final é simplesmente inacreditável, já que John Marston é traído pelos próprios militares que o soltaram e sofre uma emboscada inescapável. Após ser encurralado em um celeiro, o homem é simplesmente metralhado por vários inimigos, com a história principal do jogo sendo encerrada com o sujeito parecendo uma peneira. De cortar o coração!

Ainda que após isso o seu filho vingue a morte do pai, matando o sujeito que traiu Marston.

Silent Hill 2

Um game que trouxe um dos momentos mais inesperados da história foi Silent Hill 2, este que é considerado o melhor jogo de toda franquia e de possui o vilão mais icônico da séri, o Pyramid head ou Cabeça de pirâmide.

Na história temos como protagonista James Sunderland, que recebe uma carta da sua esposa Mary pedindo que ele a encontre no lugar favorito dos dois, a cidade de Silent Hill. James está sem memória e não sabe o que aconteceu a sua esposa, por isso vai atrás dela, onde no lugar encontra uma mulher muito parecida chamada Maria.

A mulher é o oposto de Mary, bem mais atirada e sensual, além de colocar o sujeito em enrascadas pesadas – ainda que em determinado momento algo brutal acontece e Maria é morta pelo Cabeça de Pirâmide. James fica desesperado, mas logo depois surpreso, quando mais a frente encontra novamente Maria e percebe que tudo aquilo que está vivendo não passa de uma punição que está sofrendo.

Considerado um dos finais mais aterradores da história dos games, descobrimos que na verdade Mary já está morta há muito tempo e antes sofria de uma doença degenerativa, do qual passava por momentos terríveis. James para “resolver a situação”, mata Mary com suas próprias mãos e num surto esquece o aconteceu. Algo que fez os jogadores ficarem incrédulos, tanto que em um dos finais o personagem se suicida.

Spec Ops: The Line

Não é todo mundo que jogou Spec Ops: The Line, um game que por sua grandeza ainda é pouco falado pelo grande público, mas considerado uma obra-prima pela crítica.

Você está na pele de Walker, um soldado americano que lidera um grupo de operações em Dubai em busca de sobreviventes de um atentado. A princípio, o game parece um shooter em terceira pessoa comum, porém vai se desenvolvendo de maneira sombria e te obrigando a fazer escolhas difíceis que sempre levam para um efeito colateral perturbador, como morte de civis e até execução entre amigos.

Walker, que começa o jogo como um soldado clássico dos filmes de guerra americano, termina como um homem destruído e corrompido pela guerra. Cada final traz um desfecho triste e brutal, indo desde o suicídio do protagonista até ele atacar os seus companheiros de resgate em um surto de loucura.

Vale lembrar que os diálogos são repletos de frases marcantes e a cada minuto você sente que o game está testando a sua mente e questionando o que é certo e errado, medindo o limite entre patriotismo e tirania, amizade e egoísmo. Um jogo que marcou a vida de muitas pessoas.

Mass Efect 2

O ápice da série Mass Effect aconteceu na missão suicida em que Shepard e seu subordinados atuam naquele final surreal e eletrizante de Mass Effect 2. É claro que outras situações poderiam acontecer e várias decisões importantes durante o jogo ficaram somente em segundo plano no final.

Porém, outras questões foram levadas em consideração, até mesmo a quantidade de melhorias na sua nave, e as consequências foram tão impactantes, que não dá para reclamar. Isso porque dependendo da quantidade de ações “Paragon” ou “Renegade”, você poderia terminar o jogo de várias formas e com diferentes resultados práticos para a galáxia e seus habitantes.

A julgar pelo nível dos seus soldados e do equipamento portado por sua nave, seus companheiros terminavam o jogo vivos ou abatidos em combate. Durante toda a missão, diversas escolhas difíceis são feitas e ocorrem conflitos com o seu esquadrão, que tenta oferecer outras soluções para as adversidades enfrentadas na hora de invadir a base inimiga. Essas pontuações são apenas aluns aspectos para o final de um RPG genial que permite o jogador fazer escolhas e tomar decisões difíceis para qualquer um.

Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty

Metal Gear Solid 2 é o jogo que mais possui plot twists na série, onde você começa comandando Solid Snake, que deixou de trabalhar para o governo e agora faz serviços para uma ONG chamada Phylantrophy, destinada a caçar qualquer Metal Gear existente.

Na trama, Snake é enviado a um navio americano para encontrar o novo Metal Gear, fotografá-lo e mostrá-lo ao mundo. Durante a operação, forças terroristas soviéticas atacam o navio, afundando-o, e com isso Solid é dado como morto. Então, você passa a comandar Raiden com a ordem de resgatar o presidente americano – que já é algo inesperado por si só.

Kojima conseguiu criar diversas mudanças na história, deixando várias perguntas durante toda camapanha, mas sem dúvidas as loucuras que se passam na cabeça de Raiden e como ele perde a noção até o fim do jogo fez muita gente ficar até hoje sem entender o que o japonês realmente queria.

Braid

Braid se tornou rapidamente umas das experienciais mais marcante entre o mercado de jogos indie. No game, você controla Tim, que durante todo o tempo vai atrás de sua “princesa”, tal qual o Mario.

O personagem anda por várias casas e o grande diferencial é que você pode controlar e voltar no tempo. Sim, com apenas um botão, você pode voltar no tempo e corrigir suas ações e erros para finalmente conseguir resolver os enigmas e passar de fase.

No último estágio é que temos a grande surpresa, já que Tim, na verdade, não queria salvar a garota. O sujeito na verdade é um namorado extremamente possessivo que vai atrás dela, enquanto ela foge para os braços de outra pessoa. Você está pensando seguir os moldes clássicos de um jogo de plataforma, mas é surpreendido com um game inteligente e que possui um final deveras pesado e surpreendente.

Heavy Rain

Heavy Rain, o exclusivo do Playstation 3 que fez muita gente chamar esses jogos de filminhos, traz quatro personagens envolvidos na trama do assassino Origami. Todas as ações do jogador afetam a narrativa, e os principais personagens podem morrer, dependendo das escolhas tomadas – e acredite esse game de fato possui muitas variações.

Os personagens são jogáveis e, claro, você vai descobrir quem é o assassino entre eles, porém, durante toda campanha, nunca fica claro quem é ele realmente. E é aqui que entra a grande surpresa. Como explicamos, o jogo leva você a crer em uma coisa, mas, de repente, mostra uma verdade inusitada que faz sua cabeça explodir. Ficamos sabendo que o assassino na verdade é um policial que parecia ser bondoso e muito sério, fazendo muita gente pensar como aparências enganam.

The Walking Dead

The Walking Dead foi o primeiro grande jogo do extinto estúdio Telltale, que trazia games de narrativa onde tínhamos que fazer algumas escolhas e assim seguir a história, sejam elas boas ou ruins. Na época a série de TV da AMC estava bombando e todo mundo queria conferir mais material da franquia, com o game saindo em 2012 em formato episódico e deixando todo mundo curioso em saber o desfecho da dupla formada pelo professor universitário e criminoso condenado Lee Everett, que resgata e posteriormente cuida de uma jovem chamada Clementine.

Eles que passam por aventuras incríveis e momentos com muito conflito, porém o final é pra lá de trágico, pois, em uma situação extrema, Lee é infectado e tomamos o controle de Clementine com uma arma, do qual a garota terá que fazer aquilo que jamais pensou que iria fazer: matar o seu companheiro de viagem e por assim uma espécie de pai. Um final que fez muita gente chorar e que chocou a indústria, tanto que aquele ano The Walking Dead ganhou o prêmio de melhor jogo do ano. Realmente, inesquecível.

Laranja Mecânica

(A Clockwork Orange)

Elenco:
Malcolm McDowell, Michael Bates, Patrick Magee, Warren Clarke,
Clive Francis, Godfrey Quigley, Adrienne Corri, Aubrey Morris,
Carl Duering, James Marcus, John Clive.

Direção:
Stanley Kubrick

Gênero:
Ficção Científica

Duração:
83 min.

Distribuidora:
Warner Bros.

Orçamento:
US$ — milhões

Estreia:
1971. Relançamento: 26 de Abril de 2013

Sinopse:
A partir de um best-seller de Anthony Burgess, Stanley retrata
a violência sem objetivo dos jovens combatida pelo autoritarismo
sem freios do Estado e faz um painel assustador da sociedade
européia e do próprio mundo moderno. Alex (Malcolm
McDowell, de Se… e A Marca da Pantera) faz parte de um grupo
de adolescentes praticantes da ultraviolência. No início
do filme é mostrada toda sua bestialidade, ao invadirem
um lar e barbarizarem Frank Alexander (Patrick Magee, de Carruagens
de Fogo e O Telefone) e sua mulher (Adrienne Corri, de O Circo
dos Vampiros).

Quando Alex é preso, as autoridades lhe oferecem uma
opção para escapar de longa sentença:
submeter-se a um tratamento que lhe fará sentir insuportável
aversão diante de qualquer cena ou ato violento. Por
engano, a terapia acaba incutindo-lhe também repulsa
à música de Beethoven, que adorava. Alex é
libertado, mas se tornou incapaz de reagir à brutalidade
do seu ambiente. Isto faz dele uma vítima fácil
não apenas das gangs, mas também da vingança
de Frank Alexander, que jamais se conformou com os maus tratos
sofridos por ele e a esposa.

Curiosidades:

» —

 

Trailer:


Cartazes:

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Fotos:

Está no ar o novo CinePOP!

Há quinze anos, iniciamos uma jornada: levar ao cinéfilo brasileiro o que há de melhor em conteúdo sobre cinema. A cada passo dado, encontrávamos mais leitores e amantes da sétima arte, aumentando nosso público e melhorando nosso trabalho e potencial, para trazer a vocês com excelência toda e qualquer notícia sobre filmes e cinema.

Hoje, dia 8 de Junho, o CinePOP começa uma nova jornada. Tentando avançar na mesma medida que a internet (o que é muito difícil, já que a mesma caminha na velocidade da luz), decidimos repaginar o site e criar um layout responsivo.

A meta? Um site mais limpo e navegável, com o mesmo conteúdo de sempre. Continuaremos batalhando como sempre para trazer a vocês as notícias mais fresquinhas possíveis, divulgando novidades antes de outros sites de cinema e deixando nossos leitores muito mais antenados que os leitores da concorrência.

Este é um passo muito grande e audacioso para nós, e iniciamos uma nova etapa nessa jornada, sabendo que teremos você ao nosso lado nessa importante mudança.

Continuaremos buscando sempre maneiras de evoluirmos a medida que pede as suas necessidades, nosso querido leitor.

E é com muito prazer que anunciamos um novo CinePOP: Moderno, atualizado e visualmente mais atraente.

Esperamos que gostem! E que a força esteja com vocês…

 

Atenciosamente,

Renato Marafon e Equipe.

 

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Scott Eastwood se junta a Charlize Theron em ‘Velozes e Furiosos 8’

Scott Eastwood (‘Uma Longa Jornada’), filho de Clint Eastwood, acaba de ser confirmado no elenco de ‘Velozes e Furiosos 8‘.

Ele se junta à recém-contratada Charlize Theron (‘Mad Max: Fúria Road’, ‘Monster’), que viverá a vilã principal do filme.

Confira:

 

Kristofer Hivju, conhecido por interpretar Tormund Giantsbane na série ‘Game of Thrones‘, viverá um dos capangas da personagem de Theron.

Velozes e Furiosos 8‘ já tem data de estreia nos cinemas nacionais: 13 de abril de 2017, um dia antes da estreia norte-americana.

Eva Mendes pode ganhar filme solo da franquia ‘Velozes e Furiosos’ 

O diretor F. Gary Gray está entusiasmado com o próximo episódio da franquia:

Eu não tenho liberdade para ir longe demais em detalhes. Tudo é que eu tenho a dizer é que estou extremamente animado sobre a direção que estamos tendo, e nós estamos realmente levando a garantir que o público sinta como não é mais do mesmo. Eles sentirão que o longa será fresco, eles sentirão que os personagem que temos vindo a conhecer e amar estão lá, mas isso vai ser diferente, e isso é o máximo que eu posso te dar agora.

Gray comentou sobre o assunto em conversa com a imprensa americana na divulgação do DVD e Blu-Ray de ‘Straight Outta Compton’. 

‘Velozes e Furiosos 7’ é o longa com mais erros de continuidade em 2015

Helen Mirren quer estrelar ‘Velozes e Furiosos 8′

O oitavo filme da franquia, que começará uma nova trilogia, será comandado por F. Gary Gray, que neste ano dirigiu o fenômeno comercial ‘Straight Outta Compton – A História do N.W.A.‘.

Gray e Diesel já colaboraram juntos em ‘O Vingador‘ (A Man Apart), de 2003. O diretor ainda tem no currículo o filme de açãoUma Saída de Mestre‘. Ele concorria ao cargo com Louis Leterrier (‘Truque de Mestre’) e Adam Wingard (‘Você é o Próximo’).

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Próximo filme do ‘Porta dos Fundos’ pode ser um Drama ou um Terror

Porta dos Fundos – Contrato Vitalício‘ estreou nos cinemas nacionais fazendo barulho, e o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o ótimo Gregório Duvivier e o talentoso diretor Ian SBF.

Em um bate-papo descontraído, eles nos contaram que já existem planos para mais filmes.

Assista:

Crítica | Porta dos Fundos – Contrato Vitalício

Na história, o famoso ator Rodrigo (Fabio Porchat) põe sua carreira e vida em risco para atender às loucuras e excentricidades de seu amigo e diretor Miguel (Gregório Duvivier), em nome de uma promessa de participar de um filme dirigido por Miguel, feita 10 anos antes.

Com direção de Ian SBF e roteiro de Fabio Porchat e Gabriel Esteves, este é o primeiro longa-metragem do grupo que já tem mais de 12 milhões de inscritos no seu canal de humor do youtube e 2 bilhões de visualizações.

O elenco reúne todos os integrantes do grupo de humor: Fabio Porchat interpreta o ator Rodrigo; Gregório Duvivier vive o diretor de cinema Miguel; Luis Lobianco é o empresário de artistas Ulisses; Thati Lopes é a blogueira e musa fitness Fernanda; Rafael Portugal e Totoro são atores; Já Antonio Tabet é o detetive Otacílio, e João Vicente de Castro, o mendigo Luciano. Para completar, os atores convidados Julia Rabello e Marcos Veras interpretam a preparadora de elenco Denise e o repórter de revista de fofocas Lorenzo respectivamente.

O filme, que brinca com os bastidores do mundo do entretenimento e faz referência a celebridades nacionais e internacionais, terá várias participações especiais como Xuxa, o cantor Naldo, o humorista Sergio Malandro, entre outros.

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‘Velozes e Furiosos 8’: Atriz que vivia a esposa de Paul Walker não foi convidada

Após meses de especulações, a atriz Jordana Brewster confirmou que não irá retornar como Mia Toretto no oitavo filme da franquia ‘Velozes e Furiosos‘.

No último filme da franquia, ela aparecia casada com o personagem de Paul Walker.

“Eles já finalizaram. Eu não estou no filme, pois não me chamaram”, afirmou.

Como o arco de Brian O’Conner foi encerrado após a morte do ator, já era esperado que a atriz pudesse não aparecer.

Velozes e Furiosos 8‘ já tem data de estreia nos cinemas nacionais: 13 de abril de 2017, um dia antes da estreia norte-americana.

Vídeo mostra os carrões de ‘Velozes e Furiosos 8’, que somam US$ 17 milhões 

Vin Diesel, Dwayne Johnson, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Chris “Ludacris” Bridges, Elsa Pataky e Lucas Black retornam. Jason Statham e Kurt Russell são esperados para retornar também.

Charlize Theron (‘Mad Max: Fúria Road’, ‘Monster’) viverá a vilã, e terá como capanga o ator Kristofer Hivju, conhecido por interpretar Tormund Giantsbane na série ‘Game of Thrones‘.

Hellen Mirren completa o elenco.

“Tenho inveja por Paul Walker ter morrido primeiro”, diz Michelle Rodriguez 

Eva Mendes pode ganhar filme solo da franquia ‘Velozes e Furiosos’ 

‘Velozes e Furiosos 7’ é o longa com mais erros de continuidade em 2015

Helen Mirren quer estrelar ‘Velozes e Furiosos 8′

O oitavo filme da franquia, que começará uma nova trilogia, será comandado por F. Gary Gray, que neste ano dirigiu o fenômeno comercial ‘Straight Outta Compton – A História do N.W.A.‘.

Gray e Diesel já colaboraram juntos em ‘O Vingador‘ (A Man Apart), de 2003. O diretor ainda tem no currículo o filme de açãoUma Saída de Mestre‘. Ele concorria ao cargo com Louis Leterrier (‘Truque de Mestre’) e Adam Wingard (‘Você é o Próximo’).

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Vídeo sensacional explica a cronologia dos fatos em ‘Westworld’

Bem, se você também está viciado em ‘Westworld‘, bem-vindo ao clube.

Um fã da série publicou no YouTube um vídeo com nove minutos de duração que põe todos os fatos do TV Show em ordem cronológica, desde a criação do parte, passando pelo (espetacular) Homem de Preto e, claro, pelas duas linhas temporais que acompanham a série simultaneamente.

O vídeo está em inglês, mas as cenas são totalmente explicativas.

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“Ford (Anthony Hopkins) revela sua nova narrativa; Dolores (Evan Rachel Wood) abraça sua identidade; Maeve (Thandie Newton) define seu plano.”


A HBO ainda não definiu quando acontecerá o retorno da série, em outubro de 2017, ou somente em 2018.

Vale lembrar que os dez episódios da primeira temporada custaram altíssimos US$ 100 milhões, valor gasto por um blockbuster em Hollywood.

Somente no primeiro episódio, o canal gastou US$ 25 milhões com as refilmagens e efeitos especiais.

Entre os gastos estão os salários de Anthony Hopkins e Ed Harris, que ganharam em torno de US$175 mil por episódio.

O gasto gerou lucros, e o episódio de estreia de ‘Westworld‘ bateu um recorde no canal.

Cerca de 3,3 milhões de pessoas assistiram ao Season Premiere no domingo, que inclui o Ao Vivo e as plataformas HBO NOW e HBO GO.

A número comprova que o TV Show conseguiu o melhor desempenho de um primeiro episódio desde a primeira temporada de ‘True Detective‘, que em 2014 também atraiu 3,3 milhões de pessoas.

‘Simplesmente Amor’: Primeiro e divertido trailer da sequência feita para a TV

O canal NBC liberou o primeiro trailer do especial que funcionará como uma “sequência” da comédia romântica ‘Simplesmente Amor‘.

O especial de 10 minutos será feito em prol do Red Nose Day (movimento que arrecada dinheiro para crianças carentes), que em 2015 foi presenteado com o musical em parceria do elenco de ‘Game of Thrones‘ com a banda Coldplay.

Assista:

O projeto tem boa parte do elenco original do filme, trazendo de volta os atores: Hugh Grant, Martine McCutcheon, Keira Knightley, Andrew Lincoln, Colin Firth, Lucia Moniz, Liam Neeson, Thomas Brodie-Sangster, Olivia Olson, Bill Nighy, Rowan Atkinson e Marcus Brigstocke.

A ideia do especial é mostrar como está a vida dos personagens 14 anos depois do final do filme, lançado em 2003.

A exibição do Red Nose Day Actually será exibida no dia 24 de março pela BBC, e um dia depois (25) nos Estados Unidos.

‘Jogos Mortais 8: O Legado’ ganha data de estreia no Brasil!

Jogos Mortais 8: O Legado‘ (Saw Legacy) ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.

A Paris Filmes lançará o filme no Brasil dia 2 de Novembro de 2017, uma semana após a estreia norte-americana (27 de Outubro).

Recentemente, ‘Jogos Mortais 8: O Legado‘ ganhou sua sinopse, que confirma o retorno de um icônico personagem.

[SPOILERS]

Segundo o Bloody Disgusting, o filme começará com vários corpos surgindo, cada um tendo encontrado uma morte unicamente horrível. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?

Vale lembrar que Tobin Bell, o ator que interpretou o Jigsaw original, retorna para o filme.

O elenco conta com Laura Vandervoort (a Supergirl de ‘Smallville‘) e Hannah Anderson.

O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.

Josh Stolberg e Pete Goldfinger, de ‘Piranha 3D‘ e ‘Pacto Secreto‘, roteirizam.

Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.

A franquiaJogos Mortais‘ nos leva à mente psicótica de um gênio criminoso, que cria cenários diabólicos para levar as suas vítimas a compreender o valor da vida. O assassino Jigsaw (Enigma), é assim chamado por causa de uma cicatriz em forma de quebra-cabeças que ele deixa na pele de suas vítimas, obrigando suas presas a cometerem atos intoleráveis e agonizantes para se salvar.

Os sete filmes da franquia arrecadaram US$ 874 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.

Vamos jogar um jogo?

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5 Motivos para você assistir ‘Lucifer’ explicados na prévia da 3ª temporada

A Fox liberou um novo vídeo sobre alguns motivos pelos quais você precisa conferir a 3ª temporada de ‘Lucifer‘.

Confira, com outras prévias:



A história é centrada no anjo caído Lucifer Morningstar (Tom Ellis), que começa a gerenciar um badalado bar de Los Angeles depois de ter se entendiado e renunciado o inferno. Lauren German (‘Chicago Fire’) fará a protagonista feminina, Chloe Dancer, detetive da divisão de homicídios de Los Angeles que tem repulsa e ao mesmo tempo fascínio por Lucifer enquanto trabalham juntos resolvendo crimes.

O piloto da primeira temporada foi dirigido por Len Wiseman, que comandou os dois primeiros ‘Anjos da Noite‘ e o remake de ‘O Vingador do Futuro‘. Ele também serve como produtor executivo ao lado de Tom Kapinos, Jerry Bruckheimer e Jonathan Littman.

O personagem apareceu primeiro nos quadrinhos de ‘Sandman‘, de Neil Gaiman, em 1989 e só ganhou sua revista própria em 2000. A HQ da Vertigo, selo adulto da DC Comics, teve 75 edições publicadas até 2006.

 

‘Guardiões da Galáxia 3’ começa a ser filmado em 2019

Guardiões da Galáxia – Vol. 3‘ já está em desenvolvimento pelo diretor e roteirista James Gunn.

Segundo o That Hashtag Show, a Marvel planeja iniciar as filmagens no início de 2019, com locações em Atlanta mais uma vez.

A estreia acontece em 2020, especula-se que seja no dia 1o de Maio.

Gunn revelou que está trabalhando nos filmes derivados de ‘Guardiões da Galáxia‘ e está “semeando o futuro do universo cósmico Marvel”.

“Falamos sobre isso o tempo todo”, explicou Gunn. “Já faz parte do que estou fazendo com a Marvel e as conversas que Kevin e eu temos todos os dias. Quando falamos sobre Guardiões da Galáxia Vol. 3, e essa história, essa é uma história que levará a outras histórias. É inato para o DNA que esse seja o fim de uma trilogia, mas é o começo de todo um outro elemento do universo cósmico da Marvel. Isso é uma parte do que estou fazendo agora “.

Ou seja, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ vai encerrar a trilogia e abrir espaço para filmes focados em outros personagens.

Um dos derivados será focado nos personagens vividos por Sylverter Stallone e Michael Rosenbaum, respectivamente Stakar e Martinex.

A ideia é abordar a história dos saqueadores Ravagers, grupo que tinha Yondu (Michael Rooker) como um de seus integrantes – antes dele ser expulso por sequestrar o Senhor das Estrelas.

“Sempre teremos histórias para contar dos saqueadores. E não seria um filme chamado Guardiões da Galáxia 3000, mas sim Os Saqueadores.”, afirmou.

 

Recentemente, o diretor afirmou que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 4’ deve trazer um novo grupo de heróis – saiba mais!

O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de Guardiões da Galáxia Vol. 2, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

 

Crítica em Vídeo | Cadáver – Terror sobre exorcismo começa bem, mas perde o fôlego…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO do terror ‘Cadáver‘ (The Possession of Hannah Grace), que já está em exibição nos cinemas nacionais e traz uma cena de exorcismo memorável.

Assista a crítica:

Crítica | Cadáver – Terror dramático para quem gosta de jumpscares… 

Dirigido por Diederik Van Rooijen, o filme foi escrito por Brian Sieve (‘O Pesadelo 2‘).

“Um exorcismo chocante perde o controle, tirando a vida de uma jovem. Meses depois, Megan Reed (Shay Mitchell) está trabalhando de noite no necrotério quando ela recebe um cadáver desfigurado. Trancada sozinha dentro dos corredores do porão, Megan começa a ter visões horríveis e a suspeitar que o corpo pode ter sido possuído por uma força demoníaca.”

O elenco ainda inclui Stana Katic (‘Castle‘), Grey Damon e Kirby Johnson.

O terror já está em exibição nos cinemas.

‘Pets 2’: Dani Calabresa e Luís Miranda relembram as animações preferidas da infância

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os hilários Dani Calabresa e Luís Miranda durante a divulgação da sequência ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2‘, e eles relembraram as animações preferidas de suas infâncias.

Confira:

Dirigido por Chris Renaud (‘Meu Malvado Favorito‘), o filme tem roteiro de Brian Lynch (‘Minions‘).

Na sequência, Max (dublado por Danton Mello) está lidando não tão bem com algumas mudanças da vida. Agora com Liam na casa, ele passa boa parte do tempo preocupado e desenvolve um tique nervoso. Ao viajar para um fazenda, sua ansiedade fica ainda maior em contato com animais que ele não conhecia. Enquanto isso, Gigi assume papel de mãe e tenta resgatar o brinquedo favorito de Max em uma casa repleta de gatos pouco amistosos. E o fofo Bola de Neve lida com seus delírios de grandeza na pele de um super-herói. Será que Max, Bola de Neve, Gigi e o resto ta turma terão coragem suficiente para encarar seus maiores temores?

O longa já está em exibição nos cinemas.

‘Batman’: Christian Bale finalmente explica porque RECUSOU voltar no 4º filme

Christian Bale deu uma entrevista para o Toronto Sun e revelou que a Warner bros. estava interessada em dar continuidade à franquia ‘O Cavaleiro das Trevas‘, e chegou a fazer uma proposta milionária para o ator voltou, que se aproximou dos US$ 20 milhões.

Porém, o ator não topou voltar por causa de um acordo entre ele e o diretor Christopher Nolan.

“Quando os executivos vieram até nós e disseram que planejavam um 4º filme, eu disse: ‘Não. Temos que respeitar o sonho de Chris, que sempre foi fazer uma trilogia. Se fizermos mais um, estaremos sendo irresponsáveis’. Depois disso, fui informado que meus serviços não eram mais necessários”, brincou Bale.

O astro também revelou que a trilogia não estava nos planos desde o início, mas o estúdio resolveu apostar numa sequência mesmo com a baixa bilheteria de ‘Batman Begins’, que arrecadou apenas US$ 375,2 milhões com um orçamento de US$ 150 milhões.

“Quando me ligaram perguntando se eu toparia fazer o 2º… Foi fantástico! Pensamos que não teríamos outra oportunidade se não fizéssemos, e foi um sucesso, então decidimos investir na trilogia e parar por aí.”

Lembrando que, antes de ‘Aquaman’ faturar US$ 1,148 bilhão pelo mundo, ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘ era o filme de maior bilheteria da DC Comics, acumulando US$ 1,085 bilhão. 

X-Men | Os Melhores e Piores Filmes da Franquia – incluindo ‘Os Novos Mutantes’

Após três anos de adiamentos, ‘Os Novos Mutantes‘ finalmente chegou aos cinemas nacionais.

Com o lançamento, decidimos rankear todos os filmes da franquia ‘X-Men‘.

Como estamos falando do “universo X-Men”, é bom deixar claro que farão parte da lista todos os filmes que foram estrelados por mutantes e não só os do grupo principal, ou seja, foram incluídos os filmes solo do ‘Wolverine’ e ‘Deadpool’. Contando com o último filme, isto nos dá um total de 14 longas para serem ranqueados. Sem mais delongas, vamos à lista! Por favor compartilhe a sua opinião e o seu ranking pessoal na seção de comentários!

Os Melhores e Piores Filmes dos ‘X-Men’:

14. Os Novos Mutantes (2020)

Apesar de não fazer parte do cânone oficial, decidimos adicionar o filme na lista. Adiado diversas vezes, o longa já chega datado.

Dividido em basicamente três partes, “Novos Mutantes” tem seu pior momento nos 20 minutos iniciais. Atuações ruins e fora de tom, correria ao apresentar os personagens e um clima de mistério que não engana ninguém. O meio do filme é sua melhor parte. Com uma vibe Clube dos Cinco, é o momento que realmente passamos a nos importar com algumas das histórias, os relacionamentos entre os mutantes, sua visão do mundo e que entendemos as dores de cada um dos cinco jovens aos lidar com seus poderes. Já os 20 minutos finais trazem o esperado de qualquer filme de ação e que o último trailer, lançado na San Diego Comic-Con, revela quase por completo.

Aliás, “Novos Mutantes” está muito mais para uma “Malhação” com poderes especiais do que para a ideia de filme de terror, que o primeiro trailer e o diretor Josh Boone venderam. Não há nada de terror. Não há sustos e sempre que o filme ameaça mostrar algo mais pesado, rapidamente a cena acaba. A cena do Mancha Solar na piscina e da Lupina com uma ilusão no chuveiro são clichês, mas tinham muito potencial de realmente trazer algo mais forte e impactante. Tudo fica pelo caminho.

13. X-Men Origens: Wolverine (2009)

Não há dúvidas de que um dos maiores responsáveis pelo sucesso dos filmes dos X-Men foi o Wolverine interpretado por Hugh Jackman. Sendo assim, e considerando também todo o legado do personagem nos quadrinhos, nada mais natural do que ele ganhar seu filme solo. Após a primeira trilogia do grupo de mutantes, foi a vez de Wolverine brilhar em carreira solo. A expectativa era enorme, principalmente pela questão da história de origem que traria as “garras de osso” e pela oportunidade de vermos um “Dentes-de-Sabre”, um dos maiores vilões dele nos quadrinhos, feito da forma correta. No entanto, o resultado final foi muito decepcionante, principalmente no terceiro ato que ficou marcado pela transformação de Deadpool em um misto de “Baraka” e “Ciclope” com a boca costurada. Nem mesmo as aparições de Gambit e de um Ciclope adolescente ajudaram a diminuir o estrago. Para completar a bagunça, o filme vazou meses antes de ter seus efeitos finalizados e uma versão com efeitos toscos e fios aparecendo foi assistida por muitos, o que acabou piorando a recepção.

 

12. X-Men: Apocalipse (2016)

Já na cena pós-créditos do filme anterior ficou claro que o próximo filme dos X-Men iria explorar um dos vilões mais famosos dos quadrinhos: Apocalipse. A expectativa era enorme, mas logo depois dos primeiros trailers algumas pessoas já começaram a torcer o nariz para o que parecia ser uma tradução muito literal do gibi. Na minha opinião, o filme inseriu esse “mutante Deus” no universo dos X-Men da melhor forma possível, mas infelizmente isso não quer dizer que o filme seja perfeito. Muito pelo contrário. Um mutante que é praticamente um Deus, com poucas expressões humanas e poderes ilimitados, dificilmente causará uma empatia com o público. Considerando tudo isso, até que Bryan Singer conseguiu superar minhas expectativas e dar alguns traços humanos ao vilão, mas suas motivações e personalidade ainda continuaram esvaziadas e genéricas. Outro problema enfrentado pelo filme é ter que lidar com muitas novidades ao mesmo tempo. As “estreias” de mutantes nesta linha de tempo são numerosas e infelizmente não há tempo de desenvolver todos da forma necessária. Personagens interessantes como Tempestade, Psylocke e Anjo tem pouquíssimas falas e são relegados a capangas acéfalos. O excesso de conteúdo também retirou tempo para a evolução de relacionamentos pré-existentes como o de Xavier com Magneto e dos dois com a Mística. Problemas à parte, é inegável o fato deste filme ser o mais ambicioso da franquia em termos de escala e de cenas de ação. E, neste quesito, o filme não decepciona. Temos batalhas épicas individuais e grupais que elevam alguns desses mutantes ao status de deuses e um desfecho que irá arrancar gritos dos mais empolgados e deixar os fãs com água na boca. Tanto que, quando os créditos rolaram, eu pensei: “espere, eu quero ver esse filme aí!”. No final das contas, para mim ficou a lição de que nem tudo que dá certo nos quadrinhos necessariamente irá funcionar também no cinema. Eu só espero que o pessoal da Marvel também tenha visto isso e nos poupe de cometer os mesmos erros com a próxima saga da “Guerra Infinita” que está sendo preparada e que trará outro “supervilão” com Thanos.

 

11. X-Men: Fênix Negra (2019)

Fênix Negra‘ é um filme que adapta uma das maiores e mais importantes – senão A Mais Importante – saga dos X-Men nos quadrinhos. E como adaptação, não dá para cobrar algo que não seja minimante grandioso ou impactante. Apesar de Sophie Turner se esforçar para entregar uma boa Jean Grey, o arco dramático da personagem simplesmente não funciona e tudo parece superficial. A história é séria, mas por não ser mais aprofundada, acaba sendo direcionada para um segundo ato bastante arrastado. Sem contar que os vilões não ajudam a criar um contraponto interessante. Nem mesmo a presença da incrível Jessica Chastain é capaz de trazer algo de interessante. E desperdiçar uma atriz do seu calibre em um papel genérico desses é um pecado enorme.

X-MenFênix Negra‘ é um filme cansativo que tem a responsabilidade de encerrar uma franquia cheia de altos e baixos. Com jeitão de filme de domingo, o longa é bem intencionado, mas não passa disso. Uma produção de potencial desperdiçado, que não fossem os problemas de bastidores, talvez conseguisse um trabalho mais inovador ou marcante.

 

10. Wolverine: Imortal (2013)

O fato do segundo filme solo do Wolverine ter sido bem melhor do que o primeiro não diz muita coisa e a verdade é que a Fox ainda está nos devendo um filme digno do talento de Hugh Jackman e da importância do personagem. A ideia de usar a história de Logan no Japão foi bem interessante, mas a execução dela foi fraca. Mais uma vez se perdeu a oportunidade de explorar mais a fundo os conflitos psicológicos de Logan e o roteiro nos deu um vilão clichê, isso sem falar da atrocidade de transformar o “Samurai de Prata” em um robô. Hugh Jackman já disse que o próximo filme solo de Wolverine será seu último na pele do mutante canadense e estou torcendo para que ela possa se despedir de forma magistral.

 

9. Era uma Vez um Deadpool (2018)

Na era dos reboots e remakes –  a famosa reciclagem de histórias –  não é de se admirar que alguém poderia surgir com a ideia de reeditar o próprio filme para transforma-lo em algo apropriado, em tese, para os pais assistirem com seus filhos mais novos – estes os quais não possuem idade suficiente para o original. Era Uma Vez um Deadpool traz essa premissa em sua base e como diz a própria sinopse, “(…) volta aos cinemas em sua versão conto de fadas (…) o público de quase todas as idades poderá desfrutar o Mercenário Boca Suja repaginado através do prisma da inocência infantil.” Se você, caro telespectador, está esperando uma história com diferentes inserts, cenas novas e situações não vistas anteriormente, meu conselho é nem comparecer ao cinema. O longa-metragem em questão é exatamente o mesmo filme que teve estreia no mês de maio só que alguns cortes, uns dois momentos inseridos e é, claro, toda a narração de Wade Wilson (Ryan Reynolds) dos acontecimentos para Fred Savage (The Wonder Years). No geral, Era Uma Vez um Deadpool seria melhor se tivesse sido lançado em home vídeo invés de nos cinemas. É, de fato, uma reedição do longa-metragem original, com alguns poucos cortes aqui e ali, umas poucas cenas preguiçosamente colocadas que ganha seu público muito mais pelas cenas pós-créditos, em especial, a homenagem ao mestre Stan Lee. No final só fica a sensação de que a história de Wade Wilson não funciona quando censurada.

 

8. X-Men: O Confronto Final (2006)

Após ter alcançado enorme sucesso dirigindo os dois primeiros filmes dos X-Men e ter elevado seu nome ao status de um dos diretores mais promissores do cinema, Bryan Singer decidiu “mudar de lado” e foi comandar o novo filme do Superman. Desta forma, a Fox o substituiu por Brett Ratner e seguiu em frente com sua franquia de mutantes. O terceiro filme da série veio e, para a tristeza de muitos, foi muito inferior aos dois primeiros. Apesar de contar com os mesmos atores principais já apresentados antes e com algumas adições interessantes (como a Kitty Pride de Ellen Page), o filme padeceu de uma trama muita rasa e genérica e que significou um retrocesso para os filmes de super-heróis em geral com sua pegada excessivamente leve. A forma como foi tratada a “Saga da Fênix” também não agradou os fãs, tanto que o penúltimo filme dos X-Men aproveitou o conceito de viagem no tempo para apagar este terrível erro do passado da franquia.

 

7. X-Men: O Filme (2000)

Para entender a importância deste filme é preciso voltar a um tempo onde os filmes de super-heróis ainda eram tratados como entretenimento bobo e juvenil. Seguindo o embalo do excelente “Blade”, de 1998, que marcou o ressurgimento dos heróis da Marvel nos cinemas, o diretor Bryan Singer conseguiu superar a enorme desconfiança sobre o projeto e nos presentear com uma versão realista desse universo que revolucionou a forma de se fazer filmes do gênero e formou a base para esta franquia de sucesso. A própria escalação de Hugh Jackman para o papel de Wolverine foi algo polêmico devido à clara diferença de estatura entre ele e o personagem nos quadrinhos, mas nos primeiros segundos em cena o ator australiano conquistou os fãs e provou que Singer estava certo. Claro que existem defeitos no filme, como por exemplo a transformação de “Dentes-de-Sabre” em um monstro acéfalo e sem nenhuma relação com Wolverine, mas sem dúvidas os pontos positivos se sobressaem e o resultado é um filme que soube explorar bem o tema de discriminação e que se mantém atual até hoje.

 

6. Deadpool (2016)

Quem conhece o personagem Deadpool nos quadrinhos sabe que a sua versão que foi retratada no primeiro filme solo do Wolverine é totalmente absurda e ofensiva aos fãs. O único acerto foi escalar Ryan Reynolds para o papel, uma vez que ele sempre confessou ser fã do personagem. Porém, após aquele desastre, foram preciso anos de insistência e muito trabalho da parte dele e do diretor Tim Miller para convencer a Fox a fazer um filme solo do mercenário falastrão. Felizmente para nós, o filme foi feito com a devida censura de 18 anos e pudemos ver na telona o verdadeiro Deadpool que conversa com o espectador e o quão criminoso foi “costurar sua boca” no filme de 2009. O filme fez tanto sucesso que parece ter disparado uma onda de “filmes de super-heróis para adultos” com essa classificação prometida para o próximo filme do Wolverine e uma “versão adulta” do recente “Batman vs Superman”. A parte do humor e da ação são representados de forma perfeita e este filme só não está mais acima na lista devido à sua trama genérica que acabou cedendo a muitos clichês do gênero tão criticados em muitas falas do protagonista.

 

5. Deadpool 2 (2018)

Dois anos depois do lançamento de ‘Deadpool’, eis que a sequência chega aos cinemas com um orçamento muito mais robusto (especula-se que na casa dos US$ 120 milhões), e sem medo de arriscar. A brilhante dupla de roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick (‘Zumbilândia’) conseguiu pegar tudo que funcionou no primeiro filme e repetir em uma dose ainda maior: piadas de cunho sexual, metalinguagem abusiva, linguagem nerd e referências a milhares de outros produtos pop – passando pelo tenebroso ‘Lanterna Verde‘, os filmes da franquia ‘X-Men‘, as produções da Marvel Studios e até o obscuro Universo Cinematográfico da DC. Irreverência é a palavra da ordem aqui. Todos os possíveis rumos que você acredita que o roteiro possa tomar, ele vai totalmente ao contrário entregando um filme repleto de reviravoltas chocantes, e algumas até dramáticas e mortais. Se você nunca imaginou chorar em um filme do Deadpool, você definitivamente pode se surpreender. ‘Deadpool 2’ consegue a difícil proeza de ser ainda melhor que o filme original. Apesar de se levar um pouco mais a sério, o filme não perde seu característico humor irreverente e usa seu orçamento maior para adicionar mais ação, efeitos especiais, explosões e participações de outros X-Men – afinal, agora sobrou uma graninha para pagar o cachê do resto dos alunos do Professor X.

 

4. X-Men: Primeira Classe (2011)

Depois da fraca recepção de ‘X-Men: O Confronto Final‘, ficou claro que os X-Men precisavam se reinventar e foi exatamente isso que aconteceu com este filme de 2011. O roteiro é muito bem escrito e, além de desenvolver bem os personagens, ele insere de forma muito inteligente a temática mutante em um dos incidentes mais tensos da guerra fria: a crise dos mísseis em Cuba. Mesmo um excelente roteiro não poderia obter sucesso sem bons atores para trazê-lo à vida e podemos dizer que o filme é extremamente afortunado neste quesito. Se aproveitando bem da ousadia de atores promissores e em ascensão (algo que parece ser uma das marcas dos filmes da equipe mutante, como diziam Halle Berry e Hugh Jackman), os produtores e o diretor conseguiram montar um elenco de luxo. Quem não ficaria empolgado para assistir a um filme que reúne James McAvoy, Michael Fassbender e Jennifer Lawrence? Com este elenco estelar e uma direção excepcional de Matthew Vaughn, realmente eu colocaria esta película no hall dos filmes de super-heróis que transcendem este universo e conseguem agradar a um público mais tradicional, assim como a trilogia do Cavaleiro das Trevas de Nolan.

 

3. X-Men 2 (2003)

Depois do inesperado sucesso da estreia dos mutantes no cinema, era só uma questão de tempo até que tivéssemos uma continuação. A diferença é que a cobrança e a expectativa eram bem maiores, mas Bryan Singer não decepcionou e conseguiu entregar um filme bem superior e que desenvolveu de forma ainda melhor seus personagens. Ele fez isso se aprofundando na questão da intolerância ao “fenômeno mutante” e no impacto que isso teria no governo e na sociedade. Além disso, ele elevou o nível das cenas de ação e nos mostrou o quão intenso poderia ser um filme de super-heróis em uma época ainda anterior aos filmes de Nolan e do universo cinematográfico da Marvel. Para fechar o pacote, ainda tivemos um excelente gancho para a ‘Saga da Fênix Negra” que prometia muitas emoções. Infelizmente, “tiraram o doce da nossa boca” no filme seguinte, mas como esse erro já foi “apagado” ainda há esperança de vermos essa saga aparecer nas telonas da forma que merece.

 

2. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014)

Aproveitando uma saga famosa dos quadrinhos, “Dias de um Futuro Esquecido”, surgiu a ideia de juntar as “duas fases” dos X-Men nas telonas. Mesmo modificando a história original dos quadrinhos, isto é feito de forma inteligente para adequar ao que já havia sido feito no cinema nos filmes anteriores. Ainda assim, alguns acontecimentos são ignorados, principalmente do fiasco ‘X-Men: O Confronto Final’, mas isso não prejudicou em nada a experiência, muito pelo contrário, serviu para dar novo sopro de vida à franquia nos cinemas. Além da união de atores da primeira trilogia e de Primeira Classe para formar os protagonistas, temos participações especiais de praticamente todos os atores dos filmes da franquia. É preciso destacar a forma magistral como o diretor conseguiu homenagear o elenco antigo e criar uma consistência de todo o legado já estabelecido anteriormente. Mais uma vez, os atores de Primeira Classe roubam a cena e esbanjam talento, com destaque para James MacAvoy e Jennifer Lawrence. Isso sem falar da fantástica cena do Mercúrio que, por si só, já valeria o ingresso, ou da aguardada aparição das sentinelas. Em minha modesta opinião, não há dúvidas que este foi o ponto mais alto dos mutantes no cinema que aperfeiçoou a fórmula definida antes e nos deu um dos melhores filmes de super-heróis recentes.

 

1. Logan (2017)

Logan‘ é ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘ da franquia ‘X-Men‘, um filme sério, brutal e dramático – que deixa o “fator” super-herói de lado para mostrar o lado humano desses personagens… A alta classificação indicativa (17 anos) dá liberdade para que o diretor James Mangold adicione cenas de violência extremas das quais os fãs dos quadrinhos estavam ávidos para conferir nos cinemas desde que Hugh Jackman deu vida ao personagem pela primeira vez. As cenas de violência são gráficas e podemos ver Wolvie destruindo o crânio e a jugular de seus inimigos enquanto o sangue jorra para todos os lados – algo NUNCA visto antes nos filmes dos mutantes. É o fim de uma era, e isso fica bastante explícito no derradeiro capítulo final da trilogia Wolverine. Em sua despedida, Jackman nos brinda com o melhor filme do personagem e o melhor da franquia ‘X-Men.

 

‘Velozes e Furiosos 9’: Vídeo DUBLADO traz entrevistas com o elenco original em 2001

Velozes e Furiosos 9‘ teve um novo vídeo divulgado, que relembra as entrevistas com o elenco principal do filme de 2001 imaginando se poderia ser o começo de uma franquia.

Assista:

Desde o lançamento do último trailer, os fãs estão contando os dias para descobrir os segredos de Dominic Toretto (Vin Diesel) e seu irmão, vivido por John Cena.

Durante uma entrevista para a Total Film, Cena provocou os fãs ao comentar sobre sua expectativa pela estreia e garantiu que o filme é um ótimo motivo para os fãs voltarem ao cinema.

“Estou ansioso para saber a reação do público desde que pisei pela primeira vez nos bastidores. Eu posso garantir que ‘Velozes e Furiosos 9‘ é um ótimo motivo para voltarmos ao cinema.”

Apesar de não revelar nada, a declaração de Cena mostra que a equipe preparou grandes surpresas para o novo filme e o público deve se surpreender com os acontecimentos.
A Universal Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Velozes e Furiosos 9‘, trazendo muita explosão e cenas de ação.

Confira:

Lembrando que o filme tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 25 de junho.

Assista ao novo trailer:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Assista ao trailer LEGENDADO de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

A Marvel do Brasil acaba de divulgar o primeiro trailer LEGENDADO de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, que estreia nos cinemas nacionais dia 5 de maio de 2022.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

Sam Raimi dirige.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ ganha EMOCIONANTE trailer legendado

A Marvel Studios divulgou o primeiro trailer legendado de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘.

O novo filme dos mercenários espaciais no Universo Cinematográfico Marvel estreia nos cinemas no dia 5 de maio de 2023, e dará sequência a alguns arcos narrativos que já foram apresentados em ‘Guardiões da Galáxia: Especial de Festas‘.

Assista:

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está parecendo um pouco diferente nos dias de hoje. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe ao seu redor para defender o universo, juntamente com a proteção de um dos seus. Uma missão que, se não concluída com sucesso, poderia muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões como os conhecemos

Sequência de ‘Ghostbusters: Mais Além’ deve se chamar ‘Ghostbusters: Frozen Empire’

A sequência de ‘Ghostbusters: Mais Além‘ pode ter tido seu título revelado. De acordo com o insider My Time To Shine Hello, o filme se chamará ‘Ghostbusters: Frozen Empire‘.

Anteriormente previsto para ser lançada em 20 de dezembro deste ano, o longa teve sua data de estreia ADIADA para 29 de março de 2024.

Anteriormente, a Sony Pictures havia divulgado o primeiro teaser poster da sequência.

A arte traz o logo clássico da franquia coberto por gelo – o que pode indicar que a história será ambientada durante o inverno de Nova York.

Confira a arte:

O novo filme contará com o retorno de Ernie Hudson, Mckenna Grace, Paul Rudd e Carrie Coon, além de introduzir Patton Oswalt, Kumail NanjianiJames Acaster e Emily Alyn Lind.

Gil Kenan (‘A Casa Monstro’) assume a direção.

Jason Reitman, diretor do filme anterior, servirá como produtor ao lado de Kenan e Jason Blumenfeld.

Reitman havia expressado seu desejo em trazer novos talentos para a franquia:

“Nós queríamos fazer um filme que abrisse esse universo para todo o tipo de histórias. Eu quero ver filmes dos ‘Ghostbusters’ feitos por todos os meus diretores favoritos e espero que esse filme dê essa oportunidade a eles.”

Sucesso nos cinemas, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica:

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ in Concert vai acontecer no Brasil

Foi Anunciado hoje o Harry Potter e a Pedra Filosofal in Concert no Brasil. Em São Paulo, no dia 09 de Novembro na Vibra São Paulo. As pre-venda para Sócios Ouro Clube Shows (www.clubeshows.com.br) começa no dia 15 de Agosto às 12:00horas (meio dia) e a venda ao público no fia 16 de Agosto às 12:00horas (meio dia).

Neste espetáculo, a plateia e os fãs de Harry Potter poderão reviver a magia do filme em alta definição em uma tela gigante enquanto escutam a Orquestra Sinfônica Villa Lobos, com regência do Maestro Adriano Machado, tocar ao Vivo, a inesquecível trilha sonora de John Williams.

Em Harry Potter e a Pedra Filosofal, Harry Potter descobre em seu aniversário de 11 anos que é filho órfão de dois bruxos e possui seus próprios poderes mágicos. Na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, ele aprende o esporte de alto nível Quadribol e joga um emocionante jogo de xadrez “ao vivo” a caminhode enfrentar um Bruxo das Trevas determinado a destruí-lo.

A Warner Bros. Discovery Global Themed Entertainment e a CineConcerts criaram Harry Potter Film Concert Series, a única turnê mundial oficial, que celebra os filmes de Harry Potter. Desde a estreia mundial de Harry Potter e a Pedra Filosofal in concert em 2016, mais de 3 milhões de fãs desfrutaram desta experiência mágica do The Wizarding World, que até 2025, tem programada mais de 2.973 apresentações em mais de 48 países em todo o mundo.

Justin Freer, presidente da CineConcerts e produtor/maestro da série Harry Potter Film Concert Series, explica: “A série de filmes Harry Potter é um fenômeno cultural único que continua a encantar milhões de fãs em todo o mundo. É um grande prazer oferecer aos fãs, a oportunidade de experimentar as trilhas sonoras premiadas tocadas ao vivo por uma orquestra sinfônica, enquanto o amado filme é projetado simultaneamente em uma grande tela. Este é um evento verdadeiramente inesquecível.”

 

Fã-Trailer INCRÍVEL apresenta ‘Os Vingadores’ dos anos 90 com Johnny Depp, Brad Pitt, Tom Cruise e Charlize Theron

Os Vingadores, lançado em 2012, marcou história no cinema ao trazer a super equipe para as telonas, com astros como Robert Downey Jr., Chris Evans e Scarlett Johansson. Mas como seria o filme se tivesse sido lançado nos anos 90?

Pensando nisso, um fã criou um trailer utilizando inteligência artificial para imaginar essa versão alternativa da equipe. No vídeo, Morgan Freeman aparece como Nick Fury, Tom Cruise como Homem de Ferro, Brad Pitt como Capitão América, Dolph Lundgren como Thor, Leonardo DiCaprio como Homem-Aranha, Johnny Depp como Doutor Estranho e Denzel Washington como Pantera Negra.

Além disso, Ben Stiller interpreta Homem-Formiga, Angelina Jolie como Viúva Negra, Jim Carrey como Loki, David Duchovny como Hulk, Eddie Murphy como Falcão, Kevin Costner como Gavião Arqueiro, Keanu Reeves como Soldado Invernal e Michelle Pfeiffer como Vespa.

Para completar, Christian Bale como Mercúrio, Winona Ryder como Feiticeira Escarlate, Charlize Theron como Capitã Marvel, Cuba Gooding Jr. como Máquina de Combate, David Bowie como Visão e, finalmente, Ron Perlman como Thanos.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | ‘A Festa de Léo’ – Filme do Grupo Nós do Morro para os cinemas EMOCIONA [Festival do Rio 2023]

Conflitos que amadurecem. Exibido no Festival do Rio 2023, o longa-metragem carioca A Festa de Léo nos mostra um dia na vida de mãe e filho, moradores de uma famosa favela carioca, que precisam lidar com situações que fortalecerão o elo que possuem. Primeiro projeto longa-metragem do Grupo Nós do Morro para os cinemas, o filme transforma um lugar em personagem com uma série de reflexões sociais, onde as desilusões se convergem com os sonhos quando a realidade bate na porta mas sem se distanciar da esperança. O projeto é dirigido por Luciana Bezerra e Gustavo Melo.

Na trama, conhecemos Rita (Cintia Rosa), uma mulher batalhadora que luta diariamente para conseguir seguir em busca de dias melhores ao lado do filho Léo (Nego Ney), no Morro do Vidigal, Rio de Janeiro. No dia do aniversário de 12 anos do filho, Cintia passará por uma série de situações com enormes desgastes muitas dessas ligadas ao pai de Léo, Dudu (Jonathan Haagensen), um malandro com dívidas que rouba o dinheiro contado para a festa. Assim, ao longo de 24 horas, vamos conhecendo muitos conflitos e outros personagens que ajudam a contar essa história.

Como amadurecer em meio a conflitos que chegam em nosso destino? Algumas variáveis da vida não são possíveis serem controladas, sendo assim, como vencer em dias de fortes conflitos emocionais? A narrativa se coloca em duas estradas, a visão da mãe e a do filho. Na primeira, enxergamos uma visão geral da luta diária em manter o sustento do seu lar, as dificuldades financeiras, os fortes laços com os vizinhos, o cotidiano no Vidigal e situações que refletem à realidade. A visão de Léo sobre tudo que ocorre também é muito bem detalhada, percebemos os sonhos se chocando com a realidade quando a situação do pai é exposta aos seus olhos. Ambos embarcam em conflitos que geram dor mas que amadurecem. O roteiro é cirúrgico, a direção é certeira, conseguindo transmitir todas as emoções em uma narrativa que nos leva para o refletir constantemente.

Vale a pena falarmos do Nós do Morro, organização social que liga o jovem ao mundo das artes e ao longo de seus 37 anos de vida se tornou um grande formador de talentos em oficinas culturais. Um dos criadores da ONG foi o mato grossense Guti Fraga, diretor e preparador de elenco. A Festa de Léo tem em seu elenco uma maioria de artistas que tem sua formação ligada ao projeto. Ainda sem previsão de estreia nos cinemas, o filme é mais um ótimo achado na excelente seleção de uma das melhores edições do Festival do Rio.

Crítica | Gostosas, Lindas & Sexies – ‘Sex and the City’ tupiniquim e GG

Livres, “Pesadas” e Soltas

O mote por trás de Gostosas, Lindas & Sexies é muito claro: a inclusão de mulheres acima do peso, hoje tratadas como plus size. A intenção é sem dúvidas digna, assim como todo projeto cujo objetivo seja libertar uma sociedade de seus preconceitos, promovendo uma mentalidade de aceitação. O curioso é que para tal proposta politicamente correta, a opção seja por uma obra totalmente confeccionada no caminho inverso, deixando outras questões sobressaírem.

Escrito e dirigido pelos estreantes em longas Vinícius Marquez e Ernani Nunes, respectivamente, Gostosas, Lindas e Sexies acompanha as vidas e badalações de quatro amigas no melhor estilo Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda, o quarteto do sucesso Sex and the City, aqui em versão tupiniquim, pelas ruas de São Paulo. Em comum, além da amizade, a forma física exuberante dessas verdadeiras “gordelícias”.

Os realizadores, em especial o diretor Nunes, se mostram apaixonados pela forma do cinema, criando e brincando com o estilo. Nunes se declara fã de Woody Allen e demonstra domínio de técnica, preparando tomadas com planos-sequência (cenas longas sem cortes). O problema maior, como em grande parte dos filmes nacionais mirados ao grande público, é o roteiro, um tanto quanto esquizofrênico, que parece perder o foco inúmeras vezes do que deseja falar.

Alguns momentos são pra lá de óbvios e outros soam inacabados. Nessa, quem ganha são a belíssima Carolinie Figueiredo (Beatriz) e Lyv Ziese (Tânia), cujas personagens são donas das subtramas mais interessantes, reais, humanas e identificáveis. Tânia passa pelo trauma da traição do marido – mesmo que o tema renda um dos momentos mais non sense do filme, num restaurante – e Beatriz se vê no outro espectro da situação, sendo ela a vítima da tentação, cometendo o adultério. E o filme não as exime.

Com o “lado mais curto da corda” ficam Cacau Protásio (Ivone) e Mariana Xavier (Marilu). É louvável a tentativa de encaixar cada uma das mulheres em sua própria subtrama de tema fervoroso, o problema se encontra justamente na polêmica, em especial, destes dois atos citados. A complexidade das situações em que as duas se encontram exige mais tempo para o desenvolvimento, coisa que o filme não tem. Ivone, por exemplo, dona de um salão de beleza e bem sucedida, é sequestrada e cria com seu captor uma relação ‘síndrome de Estocolmo’. Uma vez revelado quem é o criminoso, percebemos que não faz sentido algum e uma explicação sequer é tentada.

Já Marilu, existe numa tênue linha ainda mais perigosa, prestes a arrebentar. Se a intenção era a de tolerância, mostrando mulheres plus size muito bem resolvidas com sua forma física, temos aqui uma subtrama que passa para o outro lado do aceitável, com a personagem de Xavier, uma professora colegial, mantendo uma relação sexual/relacionamento amoroso com um aluno menor de idade. Pois é, amiguinhos, isso é um assunto bem sério, que o filme trata de forma muito blasé e mirada ao humor, resultando em uma parte de tremendo mau gosto. Existem certos terrenos arenosos aonde não devemos adentrar.

Gostosas, Lindas e Sexies é o incorreto do politicamente correto. Para assumir o controle emocional de suas personagens, extramente conscientes de quem são, o longa extrapola na segurança, pisando fora da linha inúmeras vezes. E daí toma-lhe pegação, muita conversa e palavreado de boteco (delas) e inclusive certa violência – no tal trecho citado do restaurante, cabeças são arrebentadas e o sangue jorra. Nada de errado com isso, mais uma vez a intenção é boa. O que faltou mesmo foi o prato principal que acompanhasse a entrada e a sobremesa saborosas. Essas GLSs agradeceriam.