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‘Big Time Adolescence’: Griffin Gluck aparece em nova imagem de bastidores; Veja!

Hulu divulgou uma nova imagem de bastidores da comédia Big Time Adolescence, que traz o astro Griffin Gluck ao lado do produtor Thomas Barbusca.

Confira:

O filme é dirigido é escrito por Jason Orley.

Um adolescente cresce em sua pacata cidade suburbana, seguindo a influência destrutiva de seu melhor amigo, um carismático jovem que abandonou a faculdade.

Pete DavidsonGriffin Gluck estrelam. Colson BakerJon CryerSydney SweeneyEmily Arlook completam o elenco.

Big Time Adolescence estreou no último dia 03 de março.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Boneca da Mulher-Leopardo viraliza por semelhança com Rita Cadillac

Nos últimos dias, a primeira leva de merchandising de Mulher-Maravilha 1984’ começou a ser lançada ao redor do mundo e parece que um dos produtos colecionáveis chamou a atenção dos internautas brasileiros.

O objeto em questão é uma boneca de Mulher-Leopardo, vilã que será introduzida na sequência e que é vivida por Kristen Wiig. O brinquedo possui semelhanças chocantes com Rita Cadillac, famosa dançarina e atriz conhecida por seu trabalho no programa do apresentador Chacrinha.

Veja:

Não demorou muito para que os fãs notassem a semelhança e levassem as comparações para o Twitter.

Confira as reações:

Durante uma entrevista para a SYFY Wire, a diretora Patty Jenkins deu alguns detalhes sobre a personagem, revelando suas motivações contra Diana Prince:

“A Dra. Minerva sofre uma mutação por causa de artefatos místicos, mas isso não faz dela uma vilã, apenas uma azarada. Ela se torna vilã por conta da inveja que tem da Mulher-Maravilha. O que faz ela se transformar em Mulher-Leopardo é sentir que nunca foi tão boa quanto alguém como Diana. Ela me lembra pessoas que têm baixa auto-estima, que estão sempre se colocando para baixo, sabe? Então, quando ela abraça a mudança, surge esse ressentimento acumulado ao longo de todos esses anos.” 

Veja fotos:

Lembrando que o filme chega no Brasil no dia 1º de Outubro, um dia antes da estreia norte-americana.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘A Festa de Formatura’: Jo Ellen Pellman e Ariana DeBose nas novas imagens de bastidores do musical

A Festa de Formatura, adaptação musical da clássica peça da Broadway e realizada por  Ryan Murphy, é a mais nova sensação da Netflix – e, agora, a plataforma de streaming divulgou novas imagens de bastidores trazendo as estrelas Jo Ellen PellmanAriana DeBose.

Confira:

A história gira em torno de quatro atores de teatro que viajam para Indiana, onde ajudam uma adolescente cujo baile de formatura foi cancelado após tentar levar sua namorada como acompanhante.

Meryl Streep dá vida a Dee Dee Allen, atriz vencedora de dois prêmios Tony que agora se vê no fundo do poço após receber críticas negativas por sua aparição no fracassado musical sobre Eleanor Roosevelt. Nicole Kidman, por sua vez, faz parte do quarteto protagonista como Angie Dickinson.

James CordenAndrew Rannels também fazem parte do grupo principal, dando vida a Barry Glickman e Trent Oliver, respectivamente. Keegan-Michael Key, Kerry Washington, Andrew Rannells, Ariana DeBose e outros completam o elenco.

Crítica | Aly & AJ fundem synth-rock e Hi-NRG no espetacular ‘A Touch of the Beat’

No ano passado, a dupla Aly & AJ, formada pelas irmãs Alyson e Amanda Michalka, foi uma das principais integrantes de um dos melhores momentos da indústria fonográfica – unindo-se a powerhouses como Lady Gaga, Taylor Swift e Ariana Grande para uma celebração da própria arte musical. Mencionadas na nossa lista de Melhores Canções de 2020, as cantoras e compositoras, que normalmente passam longe do radar mainstream, exaltaram os principais aspectos da década de 1990 com a incrível rendição de “Joan of Arc on the Dancefloor”, aludindo até mesmo às estéticas expressionistas do começo do século passado. Pouco depois de lançarem um ótimo e subestimado EP, as duas retornaram aos holofotes com a estreia do vindouro quarto álbum de estúdio.

Composto por doze faixas, o monstruoso e poético título, A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, representa uma forte mudança no estilo apresentado aos fãs desde sua estreia nos anos 2000. Carregando apreço pelo costumeiro e mercadológico pop-rock ou pelo classicismo do nu-house, Aly e AJ resolveram apostar fichas em um nicho que começou a ser explorado ainda nas protuberâncias sessentistas do cenário europeu – o rock eletrônico ou synth-rock. É a partir daí que insurge a arquitetura principal da produção, alastrando-se ao longo de quase cinquenta minutos de forma a não cair na repetição e apresentar uma nostálgica e, ao mesmo tempo, original identidade sonora.

O duo teve uma proeminência considerável com a aclamada “Potential Breakup Song” que, lançada originalmente em 2007, as centrou num caminho semelhantemente trilhado por Avril Lavigne e Selena Gomez, cujas incursões de estreia mergulharam nas infusões do punk e do soft-rock como forma de criar um som que não era muito visto no escopo do entretenimento. Mais tarde, Aly e AJ chegaram a um ponto de amadurecimento que não fazia tanta questão de remodelar imagéticas sóbrias e seguir o que estava “na moda”, mas sim encontrar um jeito de expressar o que se escondia no âmago de seus sentimentos – como é o caso de “Pretty Places”, que abre a mais nova narrativa com concisão e emoção invejáveis, trazendo referências que variam desde Bob Dylan até Shania Twain – seja pela melodia convidativa do violão, seja pelos ecos da guitarra em segundo plano.

Em diversas entrevistas para promover o álbum, as performers comentaram sobre qual linha desejavam seguir – algo um tanto quanto evasivo, considerando que trariam o cenário do rock experimental de volta à tona. Essencialmente, é notável que as escolhas para as faixas não foram aleatórias, e sim calcadas em uma minúcia detalhista e simples que transforma cada track em uma ode a um gênero cujas raízes datam de um tempo considerável: “Lucky to Get Him”, assim como outras iterações, resgatam de modo mimético a estética optada por Edgar Froese e sua banda, Tangerine Dream; “Symptom of Your Touch”, uma das melhores faixas de 2021, pode até ter um panorama mais comercial, é claro, reiterado pelo uso impactante dos sintetizadores – mas é tão bem produzida que nos faz encará-la como uma personificação jovial da explosão de “Dancing on My Own”, incluindo a trama sobre um relacionamento complicado.

Quando pensamos nos múltiplos gêneros que uma obra musical pode conter, normalmente ficamos com um pé atrás, aguardando por uma confusão circinal sem pé, nem cabeça. É claro que inúmeros artistas conseguem criar mágica através do caos, como foi o caso, por exemplo, de Fiona Apple com a majestosa irreverência de ‘Fetch the Bolt Cutters’, ou com o hyperpop premeditado por Charli XCX, Gaga e SOPHIE. Aly e AJ não ficam de fora dessa lista e, apesar de não tentarem desconstruir o engessamento da música em si, mostram que têm domínio sobre as mais diversas inflexões; nesse âmbito, o Hi-NRG setentista de Patrick Hernandez e, mais recentemente, de Jessie Ware, é a força-motriz da elétrica e robótica “Listen!!!” e da sensualidade elegante de “Lost Cause”.

A dupla não tem como objetivo revolucionar a música – muito pelo contrário: tem, isso sim, um desejo de mostrar que estão no auge de suas capacidades mentais para não se deixarem levar por comentários de terceiros e por trabalharem em uma carreira estonteante que merecia mais reconhecimento. Mais do que isso, deixam claro que compreendem que a sutileza é a chave para a grandiosidade, motivo pelo qual assinam todas as faixas e entregam-se em intimidade para as hábeis mãos do produtor Yves Rothman, que deixa a obscura atmosfera de ‘Os Outros’ para trás em prol da celebração da vida. Mesmo as certas repetições vistas em “Stomach” e “Don’t Need Nothing” não são o suficiente para apagar a beleza dos talentosos artistas que unem forças para uma envolvente joia instrumental.

Aly e AJ retornaram da forma mais triunfal e inesperada possível – com o primeiro álbum completo e quase uma década e meia, talvez tendo esperado o tempo certo para decidirem o que bem entendiam fazer. A Touch of the Beat é uma elegia, uma história de romance, um conto de fadas fabulesco em que os maniqueísmos do amor e da decepção se aglutinam em um só, em prol de transformar si mesmo em uma das produções mais sinceras do ano.

Nota por faixa:

1. Pretty Places – 5/5
2. Lost Cause – 5/5
3. Break Yourself – 4,5/5
4. Slow Dancing – 3,5/5
5. Paradise – 4,5/5
6. Sympton of the Touch – 5/5
7. Lucky to Get Him – 4/5
8. Listen!!! – 5/5
9. Don’t Need Nothing – 4/5
10. Stomach – 3,5/5
11. Personal Cathedrals – 5/5
12. Hold Out – 4/5

Fever – 20 anos | Ranqueamos todas as músicas do lendário álbum de Kylie Minogue

Kylie Minogue teve muito a celebrar nos últimos dias com o aniversário de Fever, seu oitavo álbum de estúdio.

Minogue nasceu na Austrália e, depois de ter feito sucesso como atriz, investiu esforços em sua carreira de cantora – motivo pelo qual não conseguiu conquistar o mercado estadunidense logo de cara. Apesar de dominar as paradas de sua terra natal e também calcar um nome no Reino Unido, não foi até o já mencionado disco que ela conquistou a América do Norte e demonstrou uma força incomparável.

Além dos hits “Can’t Get You Out of My Head”“Come Into My World”, a vibrante produção estende-se por doze faixas que homenageiam o melhor do disco e do dance-pop e, por sua envolvente sutileza, inspirou diversas artistas a seguirem os mesmos passos de Kylie.

Para comemorar seus recentes 20 anos de lançamento, preparamos uma lista ranqueando todas as canções presentes na versão padrão do álbum.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua track favorita:

12. FRAGILE

Antes de mais nada, é preciso dizer que Fever não tem músicas ruins, por assim dizer, e sim escolhas artísticas que ficam isoladas em segundo plano quando comparadas a canções mais envolventes, dançantes e infecciosas – como é o caso de “Fragile”. A fabulesca semi-balada traz alguns elementos do dream-pop acompanhada por uma cíclica batida que a apaga, talvez por sua presença no miolo do álbum, talvez por não ter a mesma paixão que as outras exibem com tanto fervor.

11. BURNING UP

Num espectro totalmente diferente de “Fragile”“Burning Up” atrai nossa atenção por seus propositais exagero e repetição. A incompreensível acústica do violão que abre a faixa é logo jogada fora e dá espaço a uma explosão de estilos que variam do electro-pop ao nu-disco e que não dão espaço para que Kylie entregue seus melhores vocais e nem mesmo uma letra que fuja da obviedade do título.

10. LOVE AFFAIR

“Love Affair”, também concentrado na metade final do álbum, permite que Kylie dê uma volta completa no estilo que vinha nos apresentando. A sensual e envolvente atmosfera é perfeitamente combinada com seus vocais únicos, ousando até mergulhar no pop-rock (mesmo que brevemente). Porém, não podemos deixar de notar que o brilho de originalidade da faixa é colocada em xeque por suceder as similares progressões de “Come Into My World” e “Can’t Get You Out of My Head”.

9. YOUR LOVE

Depois de sete álbuns que já vinham revelando pedaços de uma versatilidade invejável, Minogue resolveu assumir por completo seu espaço no mundo fonográfico com uma imagem confessional e bastante sedutora. “Your Love” é um dos melhores exemplos disso: sem perder a mão na temática romântica, a artista abre espaço para alguns elementos latinos que adornam o pano de fundo e que culminam para um memorável e delicioso refrão.

8. GIVE IT TO ME

A cantora e compositora foi caracterizada, de modo pejorativo, como “excessivamente camp” quando fez sua estreia no mundo da música – e “Give It to Me” parece uma resposta direta àqueles que nem ao mesmo tentaram compreender sua imagem. Desde a proposital bizarrice dos toques de telefone ao fundo até o despreocupado fraseamento dos pré-refrões, tudo na faixa funciona dentro da fórmula em se resvala (com exceção de uma frenética e desconjuntada conclusão).

7. MORE MORE MORE

“More More More” é um ótimo jeito de iniciar uma jornada tão incrível como Fever. Emulando lendas da música como Donna SummerGloria Gaynor (sem deixar, é claro, de colocar sua própria identidade nela), a canção é uma ode ao neo-disco e já prepara o terreno para o que encontraríamos nas próximas faixas. O único problema da faixa é o fato de ter sido subestimada e de não ter seu gritante apelo comercial explorado ad nauseam por Kylie e por seu incrível time de produtores.

6. FEVER

A espetacularidade da faixa-título de Fever está no minimalismo e na simplicidade de sua produção. O estilo contemporâneo que acompanha os sintetizadores e o teclado eletrônico é guiado por sagazes versos que comparam a ardente paixão aos sintomas febris de uma forte doença. Enquanto a verborragia lírica pode comprometer a aderência de determinada canção pelos ouvintes, aqui essa investida é feita com cautela extrema e carrega uma dinâmica praticidade que nos conduz  fluidamente do começo ao fim.

5. LOVE AT FIRST SIGHT

“Love at First Sight” é uma das músicas mais conhecidas de Kylie Minogue – e uma de suas clássicas assinaturas. Misturando dance-popnu-disco, a faixa se mostra menos experimental e mais simples que outras e, por esse motivo, alcança sucesso em não querer entregar mais do que consegue. Aliás, a artista fica responsável pela composição da faixa e começa a tomar controle da própria carreira e do próprio amadurecimento.

4. DANCEFLOOR

“Dancefloor” é uma das melhores músicas de Fever e não tem o reconhecimento que merece. Apesar das várias inflexões que nos remetem aos anos 1970 e 1980, nenhuma delas é tão impactante quanto a que ouvimos nessa orgásmica e narcótica atmosfera. A track utiliza uma produção à la Diana Ross, habilidosamente acolhida por Steve Anderson e apresentada com otimismo retumbante pela performer.

3. COME INTO MY WORLD

“Come Into My World” rendeu a Minogue seu primeiro e merecido Grammy por Melhor Gravação Dance – e não foi por qualquer motivo: aclamado pela crítica especializada e contando com o manejo aplaudível de Cathy DennisRob Davis, a track é considerada até hoje como uma das melhores músicas dos anos 2000 e uma das melhores da discografia da performer. A vibrante ambientação dance-pop é envolvente do começo ao fim e traz consigo uma potente carga nostálgica.

2. IN YOUR EYES

Sucesso na Austrália e no Reino Unido, “In Your Eyes” não pode ficar de fora das playlists festivas e, certamente, tem um espaço especial em nossos corações. A contagiante faixa tem referências que atravessam as múltiplas gerações da música, fundindo passado e presente no conflito impetuoso entre violinos e sintetizadores – que recheiam uma das rendições mais poderosas e fascinantes de Minogue.

1. CAN’T GET YOU OUT OF MY HEAD

O primeiro lugar de nosso ranking não poderia pertencer a nenhuma outra música além de “Can’t Get You Out of My Head”. Afinal, cada engrenagem dessa intrincada faixa é cuidadosamente arquitetada e incorpora elementos do techno, do pop, do disco e do dance como nenhuma outra.

Com um gancho célebre e extraordinário, Kylie cria mágica ao longo de breves três minutos e cinquenta segundos que poderiam se estender por muito mais tempo sem quaisquer prejuízos. Novamente, Dennis e Davis unem forças para dar vida a uma narrativa que fala sobre obsessão amorosa e que viria se tornar seu single de maior sucesso comercial, com mais de cinco milhões de cópias vendidas ao redor do mundo e ajudando a cimentar seu status como ícone global.

‘Maravilhosa Sra. Maisel’: 4ª temporada estreia no Prime Video!

A 4ª temporada da aclamada e adorada série ‘Maravilhosa Sra. Maisel‘ (The Marvelous Mrs. Maisel) finalmente estreou no Prime Video.

Os dois primeiros episódios foram disponibilizados no último dia 18 de fevereiro na plataforma de streaming.

O restante dos capítulos será lançado semanalmente.

Em declaração oficial, o produtor executivo Daniel Palladino explicou a decisão de não divulga o ciclo completo de uma vez: “Nós conversamos muito sobre isso. Há alguns anos, as pessoas acharam que o formato semanal estava ultrapassado porque os espectadores queriam assistir todos os episódios de uma só vez. Mas, então, séries como ‘Succession’ ganharam ainda mais popularidade, benificiando-se do formato semanal.”

Relembre o trailer:

A série foi criada por Amy Sherman-Palladino (‘Gilmore Girls‘).

Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.

O elenco conta com Rachel Brosnahan, Alex Borstein, Michael Zegen, Marin Hinkle e Tony Shalhoub.

Pesadelos ganham vida no trailer ARREPIANTE da 2ª temporada de ‘American Horror Stories’; Confira!

O canal FX divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 21 de julho.

Confira:

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

O elenco do próximo ciclo é formado por Cody FernMax GreenfieldNico GreethamDenis O’HareGabourey SidibeDominique JacksonJudith LightAlicia SilverstoneBella ThorneQuvenzhané Wallis e outros.

No Brasil, a primeira temporada já está disponível no Star+.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

Artigo | Se você gosta de dramas poderosos, ‘História de um Casamento’ é o filme que você estava prourando

Ao longo da extensa história da esfera cinematográfica, diversos filmes encontraram espaço de sobra para se voltarem às explorações dos dramas familiares – ou seja, de narrativas que se conectassem mais com o cotidiano do público do que fantasiosas investidas ou ações inexplicavelmente majestosas. A ideia de conexão entre obra audiovisual e audiência, entretanto, ganhou palanque extremo nas últimas décadas e, assim como tantos outros gêneros, caiu nas ruínas da saturação e deu ares de um infeliz cansaço artístico que, caso não lapidado, continuaria a nos entregar a mesma coisa.

De qualquer forma, é sempre interessante analisar de que modo os cineastas e suas extensas equipes pretendem nos engolfar em verdades que não aceitamos, mas que estão presentes constantemente nas nossas vidas – seja através de um cronológico e expansivo coming-of-age (Boyhood – Da Infância à Juventude’), ou então a partir de uma perspectiva pueril que se vê no centro de uma transformação traumática (Ponte para Terabítia’, Sete Minutos Depois da Meia-Noite’), ou até mesmo embebida pela gritante contradição entre duas viscerais famílias (Deus da Carnificina’). E foi de modo chocante e emocionante que o diretor Noah Baumbach se valeu de todos esses aspectos supracitados para dar vida à História de um Casamento’ – cujo título pode nos guiar em um caminho conhecido, mas perscrutado por reviravoltas que se nutrem do âmago da frustração humana.

A trama gira em torno de Nicole (Scarlett Johansson), uma ex-atriz de cinema que agora trabalha em teatros independentes, e Charlie (Adam Driver), seu marido e diretor dramatúrgico. O filme se inicia com dois breves solilóquios em que os dois protagonistas falam sobre o que mais gostam de seus parceiros, enaltecendo suas personalidades altivas e seu senso de imperfeição que muitas vezes é ofuscada pelas exaustivas tentativas de alcançar a divina construção. Na verdade, essa mescla de qualidades e defeitos que sempre retorna aos nossos pensamentos quando nos prestamos a analisar alguém muito próximo a nós, é a estrutura principal sobre a qual irá se trilhar o caminho para o catártico finale – em sua versão mais sutil possível.

Ainda que tudo esteja às mil maravilhas, tudo não passa de aparência: afinal, Nicole e Charlie estão à beira de um divórcio, arquitetado primeiramente pela desistência da personagem de Johansson em continuar em uma mentira belamente contada. Não demora muito, inclusive, para que ela caia em si e perceba que seu casamento já não existe há muito tempo, ainda mais pelo egocêntrico egoísmo de Charlie que o impede de ver que sempre dominou o relacionamento e nunca deu abertura para que outras pessoas expressassem o que desejavam – quanto mais discordar de algo que já está decidido.

Baumbach, que também fica a encargo do roteiro, não apenas bebe de outras icônicas produções pelas quais ficou responsável (como ‘A Lula e a Baleia’ e Frances Ha’), como imprime uma sólida perspectiva do que insurge em meio a um profundo estudo antropológico. Aqui, as barreiras etárias que normalmente separam a sabedoria inerente dos mais velhos e o purismo inocente dos mais jovens deixam de existir em prol de aglutinar em uma pungente fusão cada uma das personas trazidas às telonas. Nem mesmo Nicole e Charlie, que carregam um certo “quê” de solenidade, estão livres de se renderem a certos momentos do primitivismo comportamental mais propositalmente ridículo – a sequência em que tentam resolver as coisas entre si e então trocam ataques vergonhosos que, na verdade, não têm a menor coerência.

É essa vergonha não-premeditada que inclusive antecipa a calmaria: em poucos minutos em que o casal tentaria ter uma conversa civilizada, o pacífico diálogo dá lugar a uma guerra explosiva que traz o pior de cada um à tona; ambos colocam para fora todos os sapos que foram obrigados a engolir e, depois de tangenciarem um agonizante ilogismo, recobram a consciência e caminham para o que podemos encarar como um final feliz às avessas: eles permanecem separados, mas nunca deixaram de amar um ao outro; entretanto, funcionam melhor como pessoas independentes, cuja visão profissional e pessoal diverge ao ponto de criar atritos complexos.

O diretor também abre espaço para teorizar acerca de outros temas importantes para o enredo e que são traduzidas do cotidiano para o cinema com atenção máxima: depois que contratam seus respectivos advogados (interpretados com perfeição por Laura Dern e Ray Liotta), tudo não passa de formalidades e tentativas quase idióticas de racionalizar algo que vai muito além de segmentos congruentes e que deveria ser discutido apenas pelos participantes desse complicado (e caro) aspecto de suas vidas. E, como se não bastasse, essa preocupação narrativa se estende também para as realizações estéticas, pinceladas com uma crescente melancolia que eventualmente se volta para uma inebriante letargia e uma compreensão de que tudo aquilo é inevitável.

‘História de um Casamento’ é uma das grandes surpresas dos últimos anos. O grande ponto da produção é ir para além das costumeiras resoluções de melodramas familiares – ora, até mesmo as convecções cômicas são deturpadas com um fundo da mais ardente verdade. E essa preocupação em se afastar de tudo o que conhecemos sem cair em arquiteturas inverossímeis é analisada de tal forma que é impossível não derramar uma lágrima com a história.

‘Riverdale’: Veronica é sabotada na prévia oficial do episódio 07×09; Confira!

A CW divulgou a prévia oficial de “Betty & Veronica Double Digest”, nono episódio da 7ª (e última) temporada de ‘Riverdale‘.

Na trama, “depois de criarem um plano para arrecadar dinheiro para a Babylonium, Veronica fica surpresa ao descobrir que alguém a está sabotando. Enquanto isso, após começar as sessões com o Dr. Werthers, Betty começa a questionar seus motivos”.

O capítulo vai ao ar no dia 24 de maio.

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 29 de março.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.

O elenco conta com KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Casey Cott, Charles Melton, Vanessa Morgan, Drew Ray Tanner, Mädchen Amick e Erinn Westbrook.

Olivia Colman e Jessie Buckley unem forças no trailer HILÁRIO da comédia satírica ‘Wicked Little Letters’; Confira!

Studiocanal UK divulgou o trailer oficial de Wicked Little Letters, comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia ColmanJessie Buckley.

O longa chega aos cinemas britânicos em 23 de fevereiro de 2024, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Confira:

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Após o anúncio, o projeto se tornou um dos mais requisitados a integrar o mercado do Festival de Cannes e deve começar a ser rodado entre setembro e novembro deste ano, no Reino Unido.

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

‘Garotos Detetives Mortos’: Série derivada de ‘Sandman’ estreia ESTA SEMANA na Netflix!

Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman, estreia esta semana na Netflix.

A produção tem estreia marcada para o próximo dia 25 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

‘Kung Fu Panda 4’ chega ESTA SEMANA ao streaming; Saiba onde assistir!

A sequência ‘Kung Fu Panda 4‘  chega muito em breve ao catálogo do Prime Video Brasil.

O longa, que conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$548,9 milhões ao redor do mundo, será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 25 de setembro.

Relembre nossa crítica e siga o CinePOP no Youtube:

Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.

Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.

A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.

Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.

Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.

Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.

Meghan Markle retorna no teaser de ‘Com Amor, Meghan’, novo programa da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser oficial de ‘Com Amor, Meghan‘, série de lifesytle da Meghan Markle (‘Suits’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

 

A produção será lançada na plataforma no dia 04 de março.

Meghan, a Duquesa de Sussex, condia amigos e celebridades para uma bela propriedade na Califórnia, onde compartilha dicas de culinária, jardinagem e a arte de receber bem.

Dentre os convidados especiais, podemos esperar Mindy Kaling, Alice Walters, Roy Choi e o seu marido Príncipe Harry.

‘A Jogada da Vitória’: Novo K-drama da Netflix ganha clipe INÉDITO; Assista!

A Netflix divulgou um interessante clipe inédito de A Jogada da Vitória, novo k-drama de comédia focado em esportes.

A série chega ao catálogo da plataforma de streaming hoje, 25 de julho.

Confira, junto ao traler, e siga o CinePOP no Youtube:

Depois de ver a carreira ir por água abaixo, um astro do rúgbi desacreditado encontra seu propósito treinando o time de sua antiga escola. Como técnico, ele também iniciará uma jornada de superação e redenção”, diz a sinopse.

Criado por Chang Young-seok e Lim Gina, A Jogada da Vitória é estrelado por Yoon Kye-sang, Lee Ji-min, Kil Hae-yeon, Kim Yo-han, Park Jung-yeon, Lim Sa-mi, Bae Myeong-jin e Cho Han-gyeol.

Alexander Ludwig e AJ Michalka são escalados para a 4ª temporada de ‘The White Lotus’

Segundo o DeadlineAlexander Ludwig (‘Vikings’) e AJ Michalka (‘The Goldbergs’) foram escalados para o elenco da 4ª temporada da antologia The White Lotus.

A dupla foi oficialmente confirmada pouco depois de Helena Bonham Carter (‘The Crown’) estar em negociações para integrar o elenco da série de Mike White.

Detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Como já relatado, a produção do novo ciclo deve começar na primavera, embora o local exato no país europeu ainda seja um mistério. Os resorts da rede Four Seasons já foram usados ​​em temporadas anteriores como substitutos para o fictício resort White Lotus. Porém, a HBO não possui, atualmente, um acordo de marketing com a rede Four Seasons para a 4ª temporada.

Fique ligado para mais informações!

A temporada mais recente da atração foi ambientada na Tailândia e contou com Walton Goggins, Michelle Monaghan, Carrie Coon, Sam Rockwell, Natasha Rothwell, Jason Isaacs, Parker Posey, Aimee Lou Wood, Sam Nivola e Patrick Schwarzenegger no elenco.

A série recebeu 23 indicações ao Emmy por sua terceira iteração, incluindo oito indicações para atuação. Ao longo de sua trajetória, a série foi indicada a 66 prêmios Emmy, com 16 vitórias.

Ariana Grande lança versão a cappella de “hate that i made you love me”, lead single do álbum ‘Petal’; Ouça!

popstar vencedora do Grammy Ariana Grande já está abrindo o primeiro capítulo de sua nova era musical e lançou hoje (2) uma versão a cappella de “hate that i made you love me”.

A faixa funciona como lead single do álbum Petal, que marca a oitava entrada da discografia da artista e o primeiro desde eternal sunshine, lançado em 2024.

O lançamento do disco está marcado para 31 de julho.

Ouça:

Grande se tornou mundialmente famosa ao participar de diversas produções originais da Nickelodeon. Em 2013, fez sua estreia no mundo da música com Yours Truly, ascendendo a uma carreira de enorme sucesso desde então.

Em 2020, além de positions, colaborou com a lendária Lady Gaga no dueto “Rain On Me” para o álbum Chromatica, que se tornou a primeira parceria feminina a estrear em #1 na Hot 100. A canção foi aclamada pelos críticos e levou diversos prêmios para casa.

Em 2024, Grande encarnou Glinda na adaptação cinematográfica do musical ‘Wicked’. Dividindo os holofotes com Cynthia Erivo no papel de Elphaba, Grande conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em ambos os capítulos da duologia. No mesmo ano, lançou o aclamado álbum eternal sunshine, que lhe garantiu três indicações ao Grammy.

Criador de Deadpool quer Dwayne Johnson nos próximos filmes do Mercenário Tagarela

Em seu perfil no Twitter, o criador do Deadpool, Rob Liefeld, expressou seu desejo em ver Dwayne Johnson como Garrison Kane, aliado do Mercenário Tagarela e membro da ‘X-Force‘.

“Querido The Rock, baseado em relatos da excelente química entre você e um amigo em comum, acredito que o próximo passo lógico é você se juntar ao Universo Marvel como Garrison Kane, numa sequência de ‘Deadpool‘. Você é semelhante a Kane, e ele é amado por milhões de fãs de quadrinhos, que se emocionaram com suas aventuras desde que eu o apresentei pela primeira vez em ‘X-Force’ # 2! Seu amigo, Rob!”

Em resposta, Johnson disse que está totalmente a favor da ideia:

“Querido Rob, obrigado, amigo. É verdade, em ‘Hobbs & Shaw‘, tenho uma química excelente com nosso amigo em comum. Já que você criou os personagens, como Garrison Kane poderia se encontrar com Deadpool?”

O amigo em comum mencionado entre eles é Ryan Reynolds, agora resta saber se Liefeld poderia dar uma mãozinha para a introdução de Dwayne Johnson nos próximos filmes do ‘Deadpool’.

Para quem não conhece, Garrison Kane era um ex-membro da equipe de mercenários do Cable, que perdeu seus membros durante uma batalha e ganhou próteses biônicas através do programa Arma X. Logo em seguida, Kane se junta ao Deadpool na ‘X-Force‘.

Diretor de ‘Vingadores: Ultimato’ diz que reestreia pode ajudar os cinemas a atrair o público após a pandemia

Após o fim do isolamento social causado pela pandemia do Coronavírus, diversos estabelecimentos irão enfrentar dificuldades para voltar à normalidade, principalmente os cinemas.

Durante uma entrevista para o Cinema Blend, o diretor Joe Russo sugeriu que a reestreia de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato‘ pode ajudar as redes de cinema a atrair o público novamente.

Ao longo da conversa, o cineasta disse que o amor do público pelos filmes da Marvel pode ser um fator decisivo para isso.

“Acho que o momento mais emocionante da minha carreira aconteceu há algumas semanas quando eu vi dezenas de fãs compartilhando suas reações durante a estreia de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato‘. Desde o início da quarentena, esses filmes voltaram a bombar nas redes sociais, o que é incrível. Eu acho que a experiência de assistir um filme no cinema deixa as pessoas ainda mais emocionadas, então eu apoio o relançamento nas telonas.”

Apesar do entusiasmo, ainda é cedo para pensar na reabertura dos cinemas, já que o governo chinês tentou o mesmo no fim de março, mas voltou atrás depois que novos contágios da doença foram registrados.

A situação é semelhante nos EUA, que registra o maior número de infectados pelo mundo, com mais de 01 milhão de casos confirmados e pelo menos 61 mil mortes.

Ao redor do mundo, as salas de cinema continuam fechadas.

E aí, será que os filmes da Marvel terão o poder de atrair o público para o cinema após a crise?

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Animais Fantásticos 3’: Eddie Redmayne fala sobre as dificuldades em gravar a sequência

Animais Fantásticos 3‘ foi uma das dezenas de produções que sofreram com as consequências das restrições causadas pela pandemia do Coronavírus.

Antes disso, o longa deveria ser rodado em março do ano passado, mas acabou sendo empurrado para setembro.

Posteriormente, a estreia foi adiada de novembro de 2021 para 15 de julho de 2022.

Durante uma entrevista para a Variety, Eddie Redmayne, intérprete de Newt Scamander, disse que a culpa pelos atrasos nas filmagens é dos extensos lockdowns no Reino Unido.

Além disso, ele contou que foi muito difícil gravar algumas cenas por conta da troca de estações do ano.

“Não posso dizer muito sobre o filme, mas nós gravamos cenas aquáticas noturnas em Watford, nos estúdios de Leavesden, algo que, originalmente, deveria acontecer no verão. Os atrasos bagunçaram a coisa toda.”

Ele continuou:

“Por conta do lockdown, só conseguimos fazer as cenas em dezembro. Então, de repente, você se encontra tentando nadar ao ar livre, à noite, em pleno inverno britânico. Cara, já tentou nadar no inverno? Não recomendo.”

Lembrando que a pandemia não foi o único problema a afetar a produção…

Por conta da polêmica de abusos domésticos envolvendo Johnny Depp, a Warner Bros. resolveu substituí-lo por Mads Mikkelsen como o vilão Grindelwald, o que gerou mais atrasos e comentários mistos sobre a decisão.

Animais Fantásticos 3 já foi considerado por diversos veículos de imprensa internacionais, incluindo a Forbes, como uma das mais problemáticas produções de todos os tempos, à luz também dos comentários e das atitudes transfóbicas de J.K. Rowling, criadora do universo mágico, e das atitudes condenáveis de Ezra Miller.

O elenco também conta com Dan FoglerJude LawKatherine WaterstonAlison Sudol.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

‘Perdidos no Espaço’: Fãs estão ANSIOSOS pela estreia da 3ª e ÚLTIMA temporada; Confira as reações ao teaser!

Depois de longos meses sem atualizações sobre Perdidos no Espaço‘, a Netflix finalmente divulgou o primeiro teaser trailer da 3ª e última temporada da série, que estreia em 1º de dezembro.

Nas redes sociais, os fãs da atração sci-fi não conseguiram conter a expectativa e a ansiedade pela estreia dos novos episódios, ao mesmo tempo em que demonstraram tristeza por conta do iminente fim.

E até quem nunca acompanhou a série sentiu vontade de começar depois de assistir ao teaser.

Confira as reações:

Criada por Matt Sazama, Burk Sharpless e Irwin Allen, a série é um reboot da popular série homônima de ficção científica lançada nos anos 60.

No ano de 2046, a família Robinson e sua nave espacial Jupiter 2 caem em um planeta desconhecido. A anos luz do seu destino e rodeada por aliens, a família será forçada a se manter unida em um momento de crise enquanto lidam com seus próprios problemas internos.

O elenco inclui Molly Parker, Toby Stephens, Maxwell Jenkins, Taylor Russell, Mina Sundwall, Ignacio Serricchio e Parker Posey.

‘Star Wars’: Taika Waititi brinca ao dizer que seu filme vai explorar a história de Jar Jar Binks

Após ‘Thor: Amor e Trovão‘, o diretor Taika Waititi está se preparando para migrar da Marvel para a Lucasfilm, já que irá comandar um novo filme da saga ‘Star Wars‘.

Até o momento, ainda não há nenhum informação oficial sobre a trama do vindouro longa.

E, durante uma entrevista para o The Late Show com Stephen Colbert, Waititi foi questionado se tinha medo de arruinar a franquia.

Em resposta, ele brincou, dizendo:

“Como eu poderia? Imagine se eu dissesse: ‘Sim. Eu vou contar a história de Jar Jar Binks que todo mundo estava esperando.”

Confira a entrevista:

Anunciado em 2019, o longa já teve algumas gravações realizadas na Escócia em dezembro de 2020, segundo o The Daily Record.

No entanto, foram apenas três dias de filmagens de apoio nas Terras Altas com uma pequena equipe e um assistente de direção, sem a presença de Waititi.

Enquanto aguardamos novidades sobre a narrativa, elenco e previsão de estreia, vale lembrar que ‘Thor: Amor e Trovão‘ chega aos cinemas nacionais em 07 de julho.

E aí, você está curioso para ver o retorno da personagem?

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Meu Amigo Lutcha’: Criança faz amizade com Chupa-cabra no novo filme da Netflix; Assista ao trailer!

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Meu Amigo Lutcha‘, que aborda a lenda do Chupa-cabra de uma maneira divertida e sentimental através da amizade entre o ‘monstro’ e um garotinho chamado Alex (Evan Whitten).

Dirigido por Jonás Cuarón, o longa estreia na plataforma em 07 de abril.

Confira a prévia:

Durante uma visita à família no México, o adolescente Alex faz um amigo improvável: um Chupacabra que vive escondido no galpão de seu avô. Para salvar a criatura, Alex e seus primos embarcam em uma grande aventura.

O elenco também conta com Nickolas Verdugo e Ashley Ciarra, como os primos de Alex, Memo e Luna.

Demián Bichir interpreta Chava, enquanto Christian Slater interpreta Richard Quinn, o cientista que persegue o animal.

Gravações de ‘Vingadores 5’ não devem acontecer até 2025, diz fonte

Anteriormente intitulado ‘Vingadores: A Dinastia Kang’, ‘Vingadores 5′ permanece com um status indefinido em relação à trama, então não se sabe até que ponto o roteiro será alterado.

Como Jonathan Majors foi declarado culpado de agressão à sua ex-namorada, o intérprete de Kang, o Conquistador, acabou sendo demitido da Marvel Studios… O que acabou obrigando o estúdio a optar por um plano B.

De acordo com o insider Daniel Richtman (via CBM), a produção sofreu um atraso significativo e as gravações não devem acontecer até o final de 2024 ou início de 2025.

Originalmente, as câmeras deveriam rodar a partir de março de 2024.

Anteriormente, o Cosmic Circus divulgou que a saída de Majors levou os produtores do UCM a considerarem mudar o enfoque da saga para os mutantes, aumentando o destaque dessa equipe no universo e deixando o vilão Kang de lado nos próximos anos.

Uma ideia é a potencial produção de um filme dos ‘Vingadores versus X-Men, embora não esteja claro se a trama envolveria os Vingadores conhecidos enfrentando os mutantes do Foxverse ou se mostraria os mutantes contra os Vingadores da Terra-616.

Outro rumor aponta para a criação de uma série sobre Mutantes no Disney+, explorando a história individual de vários mutantes em episódios separados, e/ou um filme centrado nos X-Men sob a marca Marvel Studios no futuro, antes de ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Os rumores também sugerem que o Quarteto Fantástico terá um papel importante na saga, culminando em uma batalha final contra o Beyonder, uma Variante de Kang, o grande antagonista dessa saga. Apesar disso, especula-se sobre a possibilidade de substituí-lo por outro vilão, possivelmente o Dr. Destino.

Até o momento, surgiram várias especulações sobre a participação dos X-Men em Deadpool 3’, único filme na Marvel para 2024.

O novo filme do Deadpool continua com Ryan Reynolds no papel do herói, mas agora sob produção da Disney. Embora os detalhes da trama estejam guardados em segredo, rumores sugerem que o mutante causará transtornos nas linhas temporais, enfrentando a supervisão da Autoridade de Variação Temporal (AVT).

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

O filme será a única produção de super-heróis da Disney agendada para o próximo ano e está programado para estrear em 25 de julho de 2024.

As 5 Melhores Versões Remasterizadas de Queridos Games Atuais

Prática é bastante corriqueira na indústria

Uma notícia que certamente era há muito esperada pela comunidade gamer é a de que os três primeiros títulos da franquia GTA na era 3D (GTA III, Vice City e San Andreas) podem ganhar uma remasterização em 2022. A informação foi passada primeiramente pela Kotaku e confirmada pelo jornalista Tom Henderson, famoso por suas ligações com desenvolvedoras de jogos como Call of Duty e Battlefield.

Apesar dos nomes envolvidos (tanto do veículo quanto do jornalista) a informação ainda é tratada como rumor, uma vez que a desenvolvedora da franquia, Rockstar Games, não veio a público com uma data de lançamento, ou sequer de que a trilogia remasterizada exista, formalmente. Mesmo assim, esse não só é um sonho de longa data dos fãs da franquia como também reforça mais uma vez a tendência da indústria de jogos por franquias remasterizadas.

5) The Last of Us

Lançado em 2013, a obra do estúdio Naughty Dog é considerada por alguns como simplesmente o maior jogo da história. Clássico absoluto do Playstation 3 o título apresentou uma jornada emocionalmente poderosa do mercenário Joel e da jovem Ellie em um EUA devastado após uma infecção em larga escala; o protagonista inicialmente deve levar a menina para o outro lado do país, mas as coisas não saem conforme o planejado e não demora até que a natureza selvagem do homem se mostre para eles.

Uma jornada que conquistou todos os corações.

A versão remasterizada do clássico foi lançada em julho de 2014 para o Playstation 4 (até então a nova geração de consoles) com melhorias gráficas e no volume de áudio, alguns dos poucos pontos negativos da primeira versão, aprimorada consideravelmente. Uma nova versão para Playstation 5 é esperada também.

4) Arkham Asylum

Com a cada vez maior atenção das desenvolvedoras à produção de novos jogos baseados em quadrinhos, fica fácil esquecer como esse gênero ganhou tamanha importância. Foi em 2009 que a então desconhecida Rocksteady iniciou um projeto ousado: lançar a experiência definitiva de jogar com o Batman. O investimento também não foi tímido; foram chamados Kevin Conroy e Mark Hamill (Batman e Coringa respectivamente) para repetir seus icônicos trabalhos de dublagem imortalizados na série animada dos anos 90.

O Coringa lidera uma rebelião dos pacientes no Asilo Arkham.

O roteiro ficou a cargo do veterano Paul Dini que viu no cenário do Asilo Arkham de Gotham, local famoso nos quadrinhos do Homem-Morcego, uma oportunidade em que o herói estaria em desvantagem e em um local tomado por seus maiores inimigos. A remasterização veio em 2016 sob o nome de Return to Arkham no qual tanto o primeiro título como sua sequência, Arkham City, tiveram visíveis melhorias visuais.

3) Skyrim

The Elder Scrolls é uma das franquias mais importantes do gênero de RPG nos jogos, tendo ajudado a estabelecer o modelo ocidental como um concorrente direto ao estilo japonês. Desenvolvido desde sempre pela Bethesda, cada jogo da franquia se situou em uma localidade diferente do mundo fictício de Tamriel e tendo cada enredo contado independente do anterior.

As pretensões da escala em Skyrim mudaram tudo para o gênero de RPG ocidental.

Para muitos o quinto título da franquia, Skyrim, não só é o mais popular como também o melhor, tendo sido a porta de entrada para muitos. O sistema refinado de upgrades somado ao enorme mapa, sempre muito dinâmico em questão de quests inesperadas, tornou o jogo um item essencial para o Playstation 3. 

Em outubro de 2016 foi lançado o remaster para Playstation 4 e Xbox One, trazendo as melhorias técnicas esperadas, bem como mais recentemente foi anunciado o lançamento de uma nova edição especial em comemoração aos dez anos do jogo com lançamento previsto para novembro.

2) Resident Evil 4

Nascida na segunda metade da década de 90, a franquia Resident Evil marcou época e fincou bandeira no gênero survival horror. Suas mecânicas de puzzles e ação misturadas ao clima opressivo e intimidador de cenários como a mansão Spencer (no primeiro jogo) ou as ruas infestadas de zumbis de Raccoon City (no segundo jogo e em Resident Evil: Nemesis) garantiu um lugar cativo no coração de toda uma geração.

A missão era para salvar Ashley, porém haviam ocasiões que mudanças poderiam ocorrer….

Da mesma forma, seus personagens são parte importante desse sucesso; todos compartilhando de altas doses de carisma que os alçaram a postos de heróis clássicos dos jogos. Dentre eles, é Leon Scott Kennedy quem costumeiramente é citado como o favorito de alguns fãs, porém não por sua estreia no segundo título mas sim no quarto. Foi ali que ele surgiu como um agente secreto altamente capacitado, dotado de grande autoconfiança e praticamente agenda como um exército de um homem só para resgatar a filha do presidente.

Resident Evilteve múltiplas versões lançadas ao longo dos anos; do GameCube ao Playstation 2, passando pelo Windows e chegando até o sistema operacional Android. Não importa qual seu aparelho, provavelmente existe uma versão do clássico para ele também.

1) Mass Effect: Legendary Edition

Apesar do tema medieval ser quase predominante quando se fala de RPG em games, existe um espaço reservado para a ficção cientifica também; nesse campo ninguém é mais soberano que Mass Effect. Lançado inicialmente em novembro de 2007 a trilogia da Bioware conquistou um lugar no coração dos jogadores tanto pelo vasto universo construído quanto pelo elenco de personagens cativantes.

Entretanto, após o desastroso lançamento da mais recente edição, Mass Effect: Andromeda, a desenvolvedora precisou voltar seus olhos para o que deu certo no passado. Com isso foi lançada a trilogia remasterizada da franquia, sonho antigo dos fãs, incluído também todos os pacotes de expansão de cada jogo.

O que se nota é que o trabalho de remasterização mais profundo foi no primeiro título, já que envelheceu muito mal para os padrões atuais da indústria. Desde a iluminação até a dirigibilidade do Mako (veículo de quatro rodas utilizado para exploração de planetas) foi retrabalhado.

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’: Aranha-Punk quase ficou de FORA do filme, revelam produtores

O filme ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ encantou os fãs do Teioso em todo o mundo ao trazer uma nova aventura estrelada por Miles Morales e diversos outros heróis. No entanto, um dos personagens mais queridos da trama esteve à beira de ficar de fora. Trata-se de Hobie Brown, o icônico Aranha-Punk.

Phil Lord e Chris Miller, produtores da animação, revelaram que, embora o personagem trouxesse inovação à narrativa com seu estilo de animação singular, houve considerações para cortar o herói da história.

Lord compartilhou como o processo de decisão se desenrolou:

“Em alguns momentos, Hobie Brown estava presente e em outros, ele não estava. Estávamos em dúvida sobre quais elementos deveríamos incluir neste filme e quais deixaríamos para mais adiante. Quando conhecemos Daniel Kaluuya [o dublador por trás do personagem], ficou claro que ele deveria ser o Hobie Brown, independentemente de tudo. Era crucial que o Hobie fizesse parte da trama, uma vez que sua personalidade era fundamental para a história.”

Chris Miller acrescentou:

“Houve algumas ponderações: ‘Será que podemos simplificar isso de alguma forma? Será que há muitos personagens? Precisamos realmente de um Aranha-Punk?’ Quando tivemos a oportunidade de trabalhar com Daniel, reajustamos o papel para que ele se tornasse essencial.”

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Netflix anuncia novo filme religioso com Tyler Perry e DeVon Franklin

A Netflix está em desenvolvimento de seu novo filme religioso, dirigido por Tyler Perry (Diário de uma Louca) e DeVon Franklin (Milagres do Paraíso). O primeiro filme dessa nova parceria será R&B, escrito por Mike Elliott e Cory Tynan, e descrito como uma releitura moderna da história de Rute e Boaz, um conto de amor bíblico icônico.

Segundo o The Hollywood Reporter, ambientado no Tennessee, R&B acompanha uma jovem que foge da cena musical de Atlanta para cuidar de uma viúva idosa, apenas para encontrar o amor de sua vida e ganhar a mãe que nunca teve.

A parceria entre o Tyler Perry Studios e Franklin abrange um contrato de vários anos e várias produções originais. “Estou muito animado para trabalhar com o DeVon neste e em futuros projetos. Acho que neste mundo polarizado, e em um momento em que o mundo parece estar ficando mais frio a cada dia, ambos compartilhamos o objetivo comum de querer espalhar algo bom. E não há lugar melhor do que a Netflix, disse Perry em um comunicado.

‘A Casa do Lago’ | Keanu Reeves e Sandra Bullock em um GRANDE romance além do tempo

O inusitado relacionamento em pontos separados do tempo. Buscando um amplo olhar para as linhas conturbadas da solidão, mesmo em uma parábola absurda, um encontro improvável, de duas almas complementares dentro de uma confusa história, A Casa do Lago consegue levar os espectadores para um jogo pelas emoções e conflitos familiares. Remake do longa-metragem sul-coreano Siworae, escrito por Ji-na Yeo e Eun-Jeong Kim, essa fita norte-americana dirigida pelo cineasta argentino Alejandro Agresti flerta com a fantasia para mostrar a realidade de muitos corações a espera de um grande amor.

Na trama, conhecemos Alex (Keanu Reeves) um arquiteto solitário que tempos atrás teve problemas sérios com o pai, o famoso arquiteto Simon (Christopher Plummer), e acaba voltando para a cidade onde nasceu buscando uma reaproximação com a família. Paralelo a isso também conhecemos a médica Kate (Sandra Bullock), uma mulher também solitária que sofre com as perdas em seu intenso trabalho. Esses dois personagens, Alex e Kate viveram em tempo diferentes na mesma casa num lago e surpreendentemente começam a trocar cartas mesmo não estando no mesmo ano.

A confusão na linha temporal, e todos os absurdos que a compõe, não estraga uma experiência que aborda conflitos emocionais aos montes. O primeiro ponto é a solidão como um alicerce de personalidade importante, talvez o maior dos elos que envolve os protagonistas. Por esse olhar percebemos melhor os conflitos e algumas escolhas que se seguem ao longo do tempo. A melancolia é outro ponto notório, parece que o destino se torna algo sempre muito doloroso para as escolhas que fixam os protagonistas em suas vidas.  O despertar para mudanças acaba vindo do inusitado, do mágico e mesmo a forma confusa como isso é representado em forma de narrativa não atrapalhe a ponte para reflexões.

O roteiro muitas vezes nos faz pensar no que faríamos se fossemos os personagens. Quem nunca esperou um grande amor brotar bem na sua frente em algum momento da vida? Você embarcaria numa história de amor além do tempo? E se você pudesse mudar o destino? As perguntas são inúmeras e chegam como verdadeiras flechas que acoplam em nosso pensar. A sensibilidade para tratar o amor por aqui não deixa de se vincular das duras verdades que a vida pode colocar no nosso caminho.

E em falar em amor, esse sentimento contagiante, explosivo, que chega poucas vezes em nossas trajetórias é uma mola propulsora para o arriscar dos personagens envoltos também em crises familiares profundas ligadas as dores da perda. Os contornos e o desabrochar desse sentimento acaba sendo a fortaleza em meio a incongruências graves no seguimento dessa história que encontra sua lógica quando esquecemos da absurda linha temporal.

Com um orçamento na casa dos 40 milhões de dólares e com um faturamento ultrapassando os 100 milhões em bilheterias em todo o mundo, esse reencontro entre Keanu Reeves e Sandra Bullock nas telonas (após o clássico de ação Velocidade Máxima) não deixa de ser um caso de sucesso na concorrida indústria cinematográfica.

Para quem se interessar em assistir a esse filme, a produção está disponível no catálogo da HBO Max.

Crítica | Meu Malvado Favorito 3 – Diversão para os baixinhos, e referências para os grandinhos

Irmãos Gêmeos

Embora muita gente não saiba, fazer um filme de sucesso é quase um milagre. Ter centenas de milhões de dólares em mãos nada significa sem a empatia do público. E isso, obviamente, vale para as animações também. Ou você duvida que o sonho da maioria é se tornar uma franquia rentável. Nem todas conseguem, porque, caso você também não saiba, fazer um filme custa muito e o retorno precisa corresponder ao investimento. Então, da próxima vez que você se perguntar cadê a continuação daquele filme que você tanto gostou, saiba que se ela não saiu do papel, muito provavelmente a maioria do público não compartilhou de seu entusiasmo.

Esse não é o caso com Meu Malvado Favorito (2010), produção da Illumination Entertainment, braço de animação da Universal. O filme, além de marcar o debute do estúdio, caiu nas graças do público, gerando uma sequência em 2013 e um derivado, protagonizado pelas criaturinhas amarelas que roubaram o show nos dois primeiros filmes, Os Minions (2015). Existem estudos e palestras sobre a “fórmula do sucesso”, mas a verdade é que o público pode ser tão imprevisível quanto as marés e o fracasso de determinada obra será explicado exaustivamente, enumerando seus percalços.

A própria Illumination já viu uma de suas produções “flopar”, vide O Lorax (2012). A prata da casa, no entanto, segue sendo Gru, suas filhas e seus Minions. Para quem pegou o bonde andando, Gru (voz de Steve Carell no original) é um autointitulado mestre do crime, clamando o posto de maior vilão do mundo. Até que em sua porta, aparecem três pequenas meninas, dispostas a derreterem seu coração. Essa paternidade inesperada é o tema do primeiro filme. Na continuação, o gelo do músculo mais forte de Gru segue derretendo, e o sujeito se apaixona por Lucy (Kristen Wiig). Totalmente reabilitado, Gru abandona a vida de crime, e agora trabalha para os mocinhos. É onde o encontramos no início de Meu Malvado Favorito 3.

A trama aqui, escrita pelos mesmos Ken Daurio e Cinco Paul dos filmes anteriores, é bem simples e talvez seja a menos interessante da franquia. Se fosse uma série de TV, este seria o momento de usarmos o conhecido termo “jumping the Shark”, ou “forçar a barra” para os íntimos. Sendo uma animação mirada aos pequeninos, certamente relevamos. Aqui, Gru descobre um irmão gêmeo que nunca soube possuir – isso mesmo! O contraponto de personalidades entre os irmãos é ironicamente adereçado, através de suas aparências físicas e mais ainda pelos comportamentos. Enquanto Gru é o sósia do Tio Funério da Família Addams, Dru, com seus cabelos loiros esvoaçantes e visual clean, parece viver na terra do arco-íris.

Ao interagir com o irmão perdido, Gru deixa de exercer a dinâmica com as filhas e com os Minions, parte do charme do original. Porém, para não se tornarem totalmente obsoletos para o longa, a turminha ganha suas próprias subtramas. Assim, temos o trecho em que Lucy aprende a se tornar mãe (depois de Gru, agora é a sua vez) e outro no qual os Minions abandonam Gru e acabam presos (o momento de menos brilho aqui – acreditem, mesmo sendo os Minions). O charme cafona de Meu Malvado Favorito 3 é provido pelo chamado “vilão da semana” (termo usado em séries que mostravam o mocinho a cada episódio combatendo uma nova ameaça). O antagonista da vez é Balthazar ‘Evil’ Bratt, uma explosão alucinada e hilária, na forma de festa dos anos 1980. É ver para crer. Os baixinhos por outro lado, não pegarão as inúmeras referências direcionadas para os papais e os que já passaram dos trinta.

Na versão dublada, Leandro Hassum (Dru e Gru), Maria Clara Gueiros (Lucy) e Evandro Mesquita (Bratt) dão o recado, adaptando de forma mais que eficiente as gags para o nosso país, sem que nada se perca na tradução. Um momento específico, colocando especialmente para o cantor líder da Blitz trará sorriso para os nostálgicos. Isso sem perder o timing e a essência do personagem preso ao passado. Meu Malvado Favorito 3 é diversão leve e despretensiosa, que garante o entretenimento dos pequenos, sem ofender os grandinhos.

Os 10 Filmes Mais “Adultos” do Cinema

Para aquecer essas noites frias de inverno, nós do CinePOP decidimos formular uma nova lista para você, envolvendo um tema bem caliente.

Portanto, peguem o caderninho para anotar nossas dicas e prepare aquela noite especial com a pessoa desejada. Esses são os dez filmes mais eróticos de anos recentes.

PS. Para a lista deixamos de fora clássicos do cinema erótico, como Calígula (1979), para enfatizar novas produções, talvez pouco mencionadas pelos cinéfilos, e que você provavelmente não conheça.

10) Anticristo, 2009

O primeiro item da lista não é tão sensual quanto é desconfortável. Deixe para o polêmico dinamarquês Lars von Trier criar um filme de terror de arte, cuja mensagem certamente não será entendida por todos. Na época, o diretor havia saído de um hospital psiquiátrico para ajudar em sua depressão, sem completar o tratamento. O resultado é o que vemos na tela. A trama apresenta um casal sofrendo pela morte do filho pequeno, que como forma de terapia resolve viajar para uma cabana na floresta. No local, estranhos acontecimentos se desenrolam. Só a capa do filme já dá ideia do que nos aguarda, mostrando o casal fazendo sexo embaixo de uma árvore assombrada. No longa, von Trier foca nas genitálias do casal (vivido por Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg, musa do cineasta) e as castiga de forma torturante.

9) Brown Bunny, 2003

Todos conhecem a atriz Chloë Sevigny, indicada ao Oscar por Meninos Não Choram (1999) e protagonista de séries como Big Love (2006 – 2011) e American Horror Story (2012 – 2016). O que talvez nem todos saibam é que ela tem uma cena de sexo oral verdadeira em seu currículo, realizada neste filme escrito, dirigido e protagonizado por Vincent Gallo, cineasta e ator independente. A cena ocorre nos minutos finais do longa e foi realizada com apenas Gallo e Sevigny no recinto. A história fala sobre um piloto profissional de corridas de moto, numa viagem onde encontra diversas mulheres, mas apenas uma é capaz de curá-lo de sua solidão. Pelo filme, Gallo entrou em atrito com o celebrado crítico Roger Ebert, e os dois trocaram ofensas públicas, quando o jornalista acusou o filme de ser o pior já exibido no Festival de Cannes. Aparentemente, Winona Ryder (paixão do diretor) e Kirsten Dunst também faziam parte do elenco, mas foram demitidas por Gallo. Será que recusaram cenas explícitas como a de Sevigny?

8) Um Estranho no Lago, 2013

Suspense dramático francês, o longa do diretor Alain Guiraudie aborda relações homossexuais de forma explícita, contando a história de um lago onde homens gays vão para encontros de sexo casual. O cineasta francês usa muitas de suas experiências pessoais, utilizando inclusive como cenário um lago real que conhece. As cenas de sexo, no entanto, não foram protagonizadas pelos atores do longa, já que o diretor achou que seria pedir demais dos artistas, assim utilizando dublês para os momentos explícitos. Guiraudi disse ainda que tentou adaptar o roteiro modificando os personagens para heterossexuais, mas que não ficou bom, só funcionando desta forma. O filme ganhou o prêmio de direção no prestigiado festival de Cannes.

7) Zonas Úmidas, 2013

Produção alemã que deixou o público de diversos festivais por onde foi exibido, como Sundance, transtornado, em saber exatamente ao que haviam assistido. A trama focada numa protagonista excêntrica, papel de Carla Juri, que tenta reaproximar os pais divorciados, choca por fazer uso de cenas sexuais intensas, mas, principalmente, por polemizar com momentos repulsivos envolvendo a higiene pessoal de sua protagonista. O filme, também conhecido pelo título Wetlands, é dirigido por David Wnendt, da comédia sobre Hitler, Ele está de Volta (2015).

6) Deite Comigo, 2005

Baseado no livro de Tamara Berger, com roteiro assinado pela própria, a trama apresenta uma jovem mulher sexualmente agressiva, interpreta pela bela Lauren Lee Smith, que encontra seu páreo nas formas de um sujeito com as mesmas características, papel de Eric Balfour. O curioso é que ambos os atores tiveram carreiras, de certa forma, significativas após o longa, com participações em séries de TV e filmes. Segundo um dos produtores, o único motivo do filme ter sido produzido foi realmente para se beneficiar da polêmica, alavancando em festivais de cinema as carreiras dos envolvidos, e sendo a produção canadense que inspirou o controverso e cultuado Shortbus (2006), no ano seguinte, segundo os envolvidos. De acordo com o cineasta Clement Virgo, as cenas de sexo do longa não são simuladas, mas sim reais, envolvendo os próprios atores, que não foram pedidos para realizar os atos, apenas sugeridos. Marketing ou não, o fato é que as ditas cenas reais não são mostradas no filme, que não foca no sexo explícito, não fazendo uso de momentos de penetração ou sexo oral realmente consumado. O fato do casal protagonista não estar em uma relação durante as filmagens corrobora que tudo pode não ter passado de propaganda.

5) 9 Canções, 2004

Ao contrário do item acima na lista, 9 Canções, apesar de igualmente ter como protagonistas dois atores que não se conheciam antes das filmagens, exibe suas cenas explícitas, com foco em situações sexuais. Tanto que o filme foi a primeira obra cinematográfica contendo cenas de sexo explícitas a receber um certificado na República da Irlanda. Esta produção britânica, do cultuado cineasta Michael Winterbottom (Código 46), tem como proposta o relacionamento amoroso iniciado entre uma estudante americana e um jovem inglês, intercalando momentos sexuais entre os dois, com cenas de shows de rock em que compareceram. O título resume o número de ambos os itens citados presentes no longa. Kieran O´Brien e Margo Stilley são os protagonistas e únicos atores presentes no filme.

4) Ninfomaníaca (Parte 1 e 2), 2013

Novamente o polêmico Lars von Trier marca presença na lista, com um filme que vai ainda mais longe no quesito sexual que Anticristo. Nesta epopeia da luxúria, novamente saída por completo da mente do distorcido artista, conhecemos Joe, a ninfomaníaca do título e acompanhamos sua trágica história. Na primeira parte, a protagonista assume as formas da bela Stacy Martin, e na sequência, Joe é vivida pela musa do cineasta Charlotte Gainsbourg. Aqui, o diretor utiliza a mesma técnica que Alain Guiraudie em Um Estranho no Lago, e para as cenas de sexo explícito usa dublês de corpo substituindo seus atores, ou através de computação gráfica mesclando corpos com rostos dos famosos. O elenco é de nomes conhecidos, mas o interessante é notar que apesar do conteúdo, Ninfomaníaca não é uma obra sensual ou atraente, pelo contrário, causa repulsa ao tratar do lado negro, feio e sujo do sexo, apresentando-o como uma doença.

3) A Criada, 2016

O item mais recente desta lista é também uma das melhores produções cinematográficas a chegar ao Brasil neste ano. Baseado na obra literária da britânica Sarah Waters, intitulada Fingersmith, e dirigido pelo cultuado coreano Park Chan-wook (Oldboy) é um conto sobre vingança e traição, montado como uma peça de teatro, contando com três atos, cada qual devidamente recheado de reviravoltas em seu desfecho. Além disso, a belíssima produção traz momentos de sexo tórrido entre suas protagonistas, a herdeira rica Lady Hideko (Kim Min-hee) e sua dúbia criada (Kim Tae-ri). A intensidade das cenas é tamanha que aguça nossa curiosidade para saber como de fato tais trechos foram filmados, embora não tenha sido anunciado que se trata de cenas reais.

2 ) Love 3D, 2015

Outro item recente que chamou atenção por sua originalidade e inovação, ao menos no quesito técnico, já que se trata do primeiro filme contendo sexo explícito a utilizar também a técnica do cinema 3D. No Brasil, infelizmente, foram poucos os cinemas que exibiram o longa escrito e dirigido pelo argentino Gaspar Noé desta forma. Ao mesmo tempo, ao contrário de Ninfomaníaca, Love é o filme mais bonito, sofrido e nostálgico da lista, que fala do amor de uma forma pura e doce. A trama apresenta o casal Murphy (Karl Glusman) e Electra (Aomi Muyock), que decide incluir em suas aventuras sexuais uma nova vizinha, papel de Klara Kristin. Quando Electra viaja, Murphy cai em tentação novamente com a vizinha, somente para descobri-la grávida um tempo depois. Assim a vida do casal é arruinada e Electra some. Uma impactante história de amor trágico, que usa o sexo real como pano de fundo, somando para a trama e não sendo apenas o único artifício.

1) Azul é a Cor Mais Quente, 2013

O primeiro lugar da lista é outro filme que não utiliza de fato o sexo explícito. Bem, ao menos foi isso que os realizadores passaram para a gente, através de notas e entrevistas. De qualquer forma, as cenas de sexo contidas no longa, que narra o amor florescendo entre duas jovens francesas, são quentes o suficiente e foram comentadas à exaustão para garantir a polêmica. Acima disso, as atrizes Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos vieram a público reclamar das inúmeras tomadas que precisaram protagonizar e da forma com que foram tratadas pelo diretor Abdellatif Kechiche. Depois de vencerem a Palma de Ouro em Cannes a coisa mudou um pouco de figura. Apesar de tudo, o que foi reportado é que para as intensas cenas, as francesas usaram uma espécie de tapa sexo que reproduz a genitália feminina, como forma de segurança.

BÔNUS:

 Shame, 2011

O elogiado filme de Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), que chegou a gerar certo falatório de Oscar na época, serviu para impulsionar a carreira do astro Michael Fassbender. No longa, o ator interpreta Brandon, um jovem bem sucedido, atraente, que parece ter a vida perfeita, a não ser por um pequeno detalhe: é um viciado em sexo a um passo da disfunção. O polêmico longa deu o que falar no seu lançamento, abordando um tópico delicado e funcionando como obra quintessencial sobre o assunto. Apesar do tema, Shame não contém sexo explícito, apenas simulado, mesmo assim garantindo a nudez frontal de Fassbender, Carey Mulligan (que interpreta sua irmã) e da bela Nicole Beharie, entre outros.

Guerra dos Streamings! Amazon passa a Netflix como plataforma mais popular nos EUA – Confira a lista

É seguro dizer que os streamings substituíram a forma de transmissão de programas de TV. A maneira tradicional de se assistir televisão em casa, ou seja, com a transmissão de canais convencionais, está basicamente morta e enterrada.

Esse fenômeno moderno ocorreu em grande parte do mundo evoluído, deixando pouco espaço para a concorrência. Tanto que colossos como a rede Globo no Brasil, percebendo a mudança inevitável, resolveu investir em sua própria plataforma de streaming, a Globo Play, disponibilizando todo o seu acervo televisivo (ou grande parte dele), como programas jornalísticos, e até mesmo as famosas novelas, sejam antigas ou as novas. Além disso, investiu também em programação original para os assinantes da plataforma, como o recente sucesso de audiência ‘Os Outros’.

E se no Brasil está assim, no resto do mundo nem se fala. Nos EUA, com uma maior diversidade de opções de streamings, as grandes redes de TV se associaram aos maiores estúdios formando assim produtivas parcerias. Ou seja, cada vez mais estas plataformas agregam outros tipos de conteúdo, para além de filmes e séries (como também esportes, programas de auditório, documentários e jornalismo, por exemplo).

Esse é apenas o próximo passo do advento da internet, conteúdo para ser consumido no próprio tempo de cada espectador. E se os streamings já fazem frente ao cinema, o que dirá para a programação tradicional da TV.

O que presenciamos agora é uma guerra destas plataformas pelo número de assinantes, cada uma oferecendo mais vantagens do que a outra – medida principalmente por seu conteúdo exclusivo.

A Netflix foi a primeira e a que durante 10 anos dominou o mercado, mas agora estamos diante de uma grande mudança que simboliza uma troca de hierarquia. Isto é, ao menos nos EUA, onde a Amazon acaba de ultrapassar em popularidade a concorrente.

Através de uma matéria de pesquisa do veículo JustWatch, divulgada também pelo 9to5Mac, foi notada uma reviravolta nessa guerra. Confira abaixo os números das porcentagens das principais plataformas de streaming nesta segunda metade de 2023 nos EUA.

01) Amazon Prime Video – 21%

No início de 2023, uma pesquisa realizada pelo mesmo veículo (JustWatch) havia revelado que a Amazon Prime Video se tornou a plataforma de streaming favorita dos americanos. Agora, para essa segunda metade do ano, a plataforma mantém sua posição, com exato 1% acima da ex-campeã Netflix. A Amazon atualmente domina a preferência em seu país de origem, com 21% do mercado.

Isso se deve pelo fato da loja virtual da Amazon, uma verdadeira gigante do mercado de e-commerce, estar atrelada à sua plataforma de streaming. Ou seja, os membros deste serviço nos EUA automaticamente possuem a assinatura da Prime Video e podem fazer bom uso dela – dona de um dos custos mais baratos do mercado. No catálogo da plataforma, grandes sucessos como a série ‘The Boys’ e filmes elogiados, recém-saídos dos cinemas, como ‘Creed III’, ‘Air – A História por Trás do Logo’, ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ e ‘Triângulo da Tristeza’.

02) Netflix – 20%

A primeira plataforma de streaming a realmente dar certo e se tornar extremamente popular, a Netflix fez história. Do começo como serviço de entrega de filmes em mídia física (algo como uma locadora express), a Netflix se tornou um verdadeiro colosso do audiovisual, com a iniciativa também de produzir seu próprio conteúdo, primeiro com séries de TV e depois com filmes. A empresa fez o mundo do cinema se curvar perante ela.

A Netflix ainda domina o mercado pelo mundo, sendo o streaming mais popular – mesmo com decisões polêmicas, como o recente corte no compartilhamento de senhas para pessoas que não se encontram na mesma residência. Porém, em relação apenas aos EUA, o país de origem da companhia, a Netflix foi superada (em 1%) pela então vice-líder do mercado, a Amazon Prime Video. O que podemos dizer é que esta é uma disputa acirrada, cabeça a cabeça. Em seu acervo, o maior em programação original, o streaming disponibiliza sucessos como ‘Stranger Things’, ‘Black Mirror’, ‘Wandinha’, e no terreno dos filmes o recente e badalado ‘Resgate 2’.

03) HBO Max (ou Max) – 15%

Outra reviravolta ocorreu na hierarquia de poder das principais plataformas de streamings: a HBO Max, ou simplesmente Max (nos EUA, e em breve também no Brasil e no mundo) ultrapassou a Disney+ e se tornou a terceira em preferência para os americanos. Aqui, no entanto, presenciamos uma diferença de dois pontos percentuais, o que neste mercado competitivo se torna uma boa diferença.

A Max passa por um momento transitório, não apenas pela mudança de marca, mas também devido aos principais produtos cinematográficos da Warner Bros. (de onde sai sua maior receita). Falamos do universo DC, grande fonte de matéria para os maiores filmes da casa. Veremos um renascer a partir de 2025, o que deve trazer ainda mais popularidade para a plataforma. No entanto, os pontos adquiridos se devem pela parceria com a Sony e à qualidade de suas séries.

04) Disney+ – 13%

E se a Max se vê em um momento transitório, onde algumas de suas maiores produções se encontram em fase terminal, a Disney passa por crise similar, precisando reestruturar seus programas originais para o streaming. Ao que parece, a plataforma “despeja” os filmes que não são bons o suficiente para o cinema em seu acervo e igualmente vem recebendo duras críticas quanto a suas séries – em especial do universo Marvel – de onde ocorre o maior fluxo de audiência e monetário.

Esses fatores podem ter sido responsáveis por fazer a Disney+ cair para quarta posição na preferência do público norte-americano, um dos que mais consome o serviço. Os analistas se surpreenderam com essa segunda alteração no ranking, nessa que é a segunda maior rivalidade entre as plataformas de streaming (Amazon vs. Netflix e Max vs. Disney+). É claro que mesmo com a queda, a Disney+ ainda conta com algumas das maiores marcas da cultura pop mundial, como a Marvel, a LucasFilm (‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’), o acervo da extinta Fox (agora 20th Century Studios), a Pixar, além, é claro, do acervo do próprio estúdio Disney.

05) Hulu – 11%

Outro às na manga que a Disney possui é ser o único streaming que na verdade são dois. Ou seja, se formos contar os 13% da Disney+ somados aos 11% do Hulu, a Disney seria a líder de mercado com 24% do domínio. Tudo bem que precisamos levar em conta que são empresas diferentes, com outra administração e independentes, ou seja, você pode assinar uma e não a outra.

O Hulu é o streaming “adulto” da Disney, onde consta o acervo de produções de censura mais alta. No Brasil e algumas partes do mundo, a plataforma recebeu o nome de Star+. O streaming é focado também em esportes, e conta com grande parte do acervo da Fox, além de produções da Hollywood Pictures e da Touchstone Pictures, subsidiárias da Disney nos anos 80 e 90 justamente focadas em filmes de teor não recomendado para toda a família.

06) Paramount+ – 7%

Outra novidade no ranking foi o crescimento da Paramount+, o streaming do estúdio Paramount. Anteriormente havia sido reportado que a empresa estava encontrando dificuldade de penetração no mercado e que possivelmente iria começar a distribuir seu conteúdo para outras plataformas num esquema de “leilão” para quem oferecesse mais por suas produções. Porém, com essa mudança, mesmo que pequena (mas significativa), a Paramount+ aos poucos melhora seu status no ranking e agora se apresenta acima da Apple TV+, por exemplo.

Além das produções para o cinema do estúdio, como ‘Top Gun Maverick’ e as sagas ‘Missão Impossível’ e ‘Star Trek’, a Paramount+ tem como chamariz o universo em parceria com o roteirista Taylor Sheridan, onde se encaixam ‘Mayor of Kingstown’, ‘Tulsa King’ e a saga de ‘Yellowstone’ e seus derivados, vide ‘1883’, ‘1923’ e mais dois vindouros projetos. Fora isso, em breve irá estrear ‘Operação Lioness’, série de ação, suspense e espionagem protagonizada por Zoe Saldana, Nicole Kidman e Morgan Freeman.

07) Apple TV+ – 6%

Com a menor fatia do mercado dentre os principais streamings da atualidade, temos a Apple TV+. A plataforma foi ultrapassada recentemente pela Paramount+, mesmo com mais tempo de atividade. Segundo o porta-voz da empresa, a proposta é investir na qualidade das produções e não na quantidade, conquistando a fidelidade do público e crescendo a longo prazo. Tal prestígio vem sendo reconhecido já que o streaming conseguiu emplacar algumas produções no Oscar e possui em seu acervo algumas das séries mais queridas e elogiadas da atualidade, como ‘Ted Lasso’, ‘Ruptura’, ‘Falando a Real’, ‘Silo’ e ‘The Morning Show’. Fora isso, a Apple é uma das maiores empresas do mundo e possui todos os recursos para investir em um streaming de qualidade, estudando bastante o mercado, sem precisar apressar os resultados. O resto dos demais streamings somam 7% da preferência nos EUA.

‘PéPequeno’: Animação sobre Abominável Homem das Neves ganha trailer e cartazes

A animaçãoPéPequeno (Smallfoot), sobre a relação entre humanos e o Pé-Grande, ganhou um novo trailer e cartazes individuais.

Confira:

Uma aventura de animação para todas as idades, com música original e um elenco de estrelas, PéPequeno vira a lenda do Pé Grande de cabeça para baixo quando um jovem e genial Yeti encontra algo que ele achava que não existia – um humano.

A revelação deste “PéPequeno” traz preocupação à comunidade dos Yetis sobre o que pode existir além de seu pequeno vilarejo nas neves em uma nova e divertida história sobre amizade, coragem e a alegria da descoberta.

Em inglês, a animação é dublada por Channing Tatum, James Corden, Zendaya, Gina Rodriguez, LeBron James, Common, Danny DeVito, Yara Shahidi, Jimmy Tatro e Ely Henry.

A estreia acontece em 28 de setembro de 2018.

‘Quem Você Levaria para uma Ilha Deserta?’: Novo filme da Netflix ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer do filme ‘Quem Você Levaria para uma Ilha Deserta?‘.

Confira:

O longa é dirigido por Jota Linares, que coescreveu o roteiro ao lado de Paco Anaya.

Quatro amigos decidem comemorar sua última noite juntos no apartamento que compartilharam por anos, mas a festa toma um rumo inesperado que mudará a vida de todos para sempre.

O elenco inclui Pol Monen, Jaime Lorente, Andrea Ros e María Pedraza.

O longa será lançado na plataforma no dia 12 de abril.

‘Fuller House’: Família se reúne no trailer LEGENDADO da última temporada

A Netflix divulgou o trailer legendado da 5ª (e última) temporada de ‘Fuller House‘.

Confira:

O ciclo final da produção será lançado na plataforma no dia 6 de dezembro.

A temporada final terá 18 episódios ao total.

Criada por Jeff Franklin, a série é um revival da popular série de comédia ‘Três é Demais‘.

A nova trama conta a história da veterinária D.J. Tanner-Fuller, sua irmã mais nova e aspirante à musicista, Stephanie e Kimmy, sua melhor amiga e mãe solteira que vivem sob o mesmo teto para criar os três filhos de D.J após ter ficado viúva.

O elenco conta com Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Andrea Barber, Michael Campion, Elias Harger, Soni Bringas, Dashiell Messitt e Fox Messitt.