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‘Ozark’: Confira o primeiro clipe SANGRENTO da 4ª temporada!

A Netflix divulgou o primeiro clipe da 4ª temporada de ‘Ozark‘.

Confira:

Com lançamento previsto para 2022, o próximo ciclo terá 14 episódios que serão divididos em duas partes.

Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao Oscar Laura Linney como sua mulher, Wendy.

Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.

O elenco conta com Esai Morales, Julia Garner, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

Filmes sobre Suzane Von Richthofen estão dividindo a opinião do público; Saiba porque!

Desde que foram anunciados os filmes sobre o assassinatos dos pais de Suzane von Richthofen, o público aguardava com ansiedade para ver Carla Diaz atuando como a personagem principal.

Intitulados ‘A Menina Que Matou os Paise ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘, os filmes acompanham os pontos de vista de Suzane e seu ex-namorado, Daniel Cravinhos, sobre os crimes que chocou o país em 2002.

Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão rendendo elogios à atuação de Carla, que consegue se passar por uma jovem manipulada a uma fria assassina de acordo com as diferentes narrativas.

O trabalho da atriz é tão marcante que chega a despertar o ódio em quem a assiste se fazendo de vítima, mas também divide opiniões, por incrível que pareça.

Além disso, o público parece ter gostado bastante de como as versões de cada personagem ampliaram a noção sobre as motivações para o crime, algo que era sempre visto com uma visão única divulgada pela mídia.

Confira as reações:

Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha a dupla

Os roteiros têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação dos dois pela morte dos pais de Suzane.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

‘Desejo Sombrio’: 2ª temporada da série com Maite Perroni será a ÚLTIMA; Confira o teaser!

A Netflix confirmou que a 2ª temporada da série mexicana ‘Desejo Sombrio, estrelada por Maite Perroni (‘Rebelde‘), será a ÚLTIMA da produção.

Além disso, o serviço de streaming divulgou o primeiro teaser do ciclo final.

Confira:

A última temporada será lançada na plataforma apenas em 2022.

Crítica | Desejo Sombrio – Uma ‘Maria do Bairro’ Estilo Romance Hot de Banca de Jornal

A série foi criada por Leticia López Margalli.

Alma passa a noite com um homem que tem metade de sua idade achando que será apenas uma aventura extraconjugal, mas um acontecimento trágico faz com que ela comece a desconfiar de todos ao seu redor. Quem é inocente? Quem é culpado? Neste labirinto de espelhos, nada é o que parece.

Além de Perroni, o elenco conta com Jorge Poza, Regina Pavón e Erik Hayser.

‘Sex Education’ é RENOVADA para a 4ª temporada pela Netflix

Sex Education‘, aclamada dramédia adolescente, foi RENOVADA para a 4ª temporada pela Netflix.

A 3ª temporada foi um sucesso.

Através do Twitter, os internautas expressaram suas opiniões sobre o mais recente ciclo, caracterizando-o como tocante, hilário e chocante.

Confira as reações:

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.

Assista a uma cena da 2ª parte da 5ª e ÚLTIMA temporada de ‘La Casa de Papel’

A Netflix divulgou um clipe da 2ª parte da quinta temporada de ‘La Casa de Papel‘.

Os cinco episódios finais estreiam dia 3 de Dezembro.

Assista:

O criador da série Alex Pina confirmou que não há possibilidade de uma 7ª temporada, mas não descartou séries derivadas focadas em outros personagens.

“Foi uma gravação muito complicada, é um gênero de guerra extrema e estamos editando agora a temporada final. Depois que terminarmos assistir e descobrir se realmente existem portas abertas para um spin-off, ou se queremos contar algo mais sobre algum dos personagens. Por enquanto, não decidimos ainda”, afirmou. 

Crítica | La Casa de Papel – 5ª temporada tem muita AÇÃO, reviravolta e final agridoce

O que a morte de [SPOILER] indica para a última temporada de ‘La Casa de Papel’?

Se você clicou nesta matéria você provavelmente já assistiu até o final da primeira parte da quinta temporada de ‘La Casa de Papel’, ou pelo menos não se importa com spoilers, pois vamos falar aqui de muitos detalhes que aconteceram nesta primeira parte do fim. Recado dado, vamos às análises do que a morte de Tokio (Úrsula Corberó) indica para a próxima e última temporada da série do atraco mais famoso do mundo e o que ela significa para a série como um todo.

Narrativa

Desde literalmente o primeiro episódio de ‘La Casa de Papel’ o espectador acompanha a narrativa e o ponto de vista da Tokio sobre os eventos. Embora muitas vezes alguns acontecimentos ocorreram fora de seu alcance (como aqueles passados no QG do Professor), sempre que a trama voltava era através das reflexões da Tokio que seguíamos no enredo. Com sua morte, quem assumirá a narrativa da história? As chances são de que o bastão seja passado para Estocolmo (Esther Acebo) ou Manila (Belén Cuesta), pois ambas têm papel de observador dos acontecimentos e andam ganhando mais espaço nesta temporada, justamente para encerrar a história com uma visão menos passional dos eventos. A Tokio até andou se conectando mais com essas duas na ação desta temporada!

Não se apegue não…

Assim como George Martin, criador de ‘Game of Thrones’, Álex Pina pegou gosto por matar os personagens mais queridos do público (ainda que algumas vezes ele os tenha ressuscitado de alguma forma depois). Aconteceu com Berlim (Pedro Alonso), Nairóbi (Alba Flores), Oslo (Roberto Garcia), Moscou (Paco Tous) e agora a Tokio tem o mesmo destino. Sem contar que até mesmo o doido do Arturito (Enrique Arce) pode acabar tendo o mesmo desfecho, e Helsinki (Darko Peric) não estava muito bem…

E o elenco principal?

Como mencionamos acima, até este momento já nos despedimos de Berlim, Moscou, Oslo e Nairóbi, e Helsinki ficou em uma situação bem crítica. Com a morte de Tokio, basicamente só teríamos Rio (Miguel Herrán), Denver (Jaime Lorente) e o Professor (Álvaro Morte) do elenco original. Para quem bolou um plano perfeito por vinte anos que não oferecia grandes ameaças aos participantes, o resultado final da proposta do Professor acabou se tornando bastante letal, né? Se eles conseguirem tirar o ouro dali de dentro, ele acabará sendo dividido pelos novatos, não pela galera que estava ali desde o primeiro atraco.

Morte épica

Tirando talvez a morte de Moscou (que foi emocionante) e talvez a de Oslo (àquela época o achávamos fofo, mas não houve muito tempo para nos apegarmos ao personagem), as mortes de Berlim, Nairóbi e Tokio foram completamente épicas, bem estilo “o sacrifício do herói”. As tomadas da câmera pegaram os três de frente e de cima, mostrando-os em todo o seu esplendor nos momentos finais. Ambas as três foram sacrifícios para o bem da maioria e tiveram enorme impacto emocional no resto do grupo (e no espectador). Se tem uma coisa que Álex Pina sabe fazer bem é matar seus personagens principais de maneira extremamente dramática e emocionante.

Morte anunciada

Desde o início de ‘La Casa de Papel’ a Tokio já vinha anunciando que não tinha nada a perder, que seu grande amor havia morrido em um assalto, que ela não tinha família nem nada que a prendesse. Isso a tornava uma personagem quase suicida – razão pela qual ela sempre se prontificava a missões complexas que colocava sua vida em risco. Não é de se surpreender que no final das contas ela tenha se prontificado como voluntária numa missão com alto risco de não voltar viva.

Teoria dos fãs

Lá pela segunda temporada alguns fãs começaram a levantar uma teoria interessante, que apontava que o fato de Tokio ser a narradora da série significava que ela seria a única sobrevivente do atraco. Tudo bem que a lista original dos participantes foi bastante reduzida, mas, se a morte dela se confirmar na última parte, isso colocaria em terra esta forte teoria dos fãs – que até então fazia sentido.

Será que morreu mesmo?

Apesar de a gente ter visto a Tokio aparecer com um monte de granada em volta da cintura explodindo junto o Gandía (José Manuel Poga), existe uma chancezinha de ela não ter morrido. Primeiro, que a gente ainda não viu o corpo dela. Segundo, na hora da explosão o chão pode ter cedido e ela pode ter caído no andar debaixo, que o Rio estava furando para tentar salvá-la. Tudo bem que, se ela sobreviver, ficaria em estágio bem, bem crítico, mas existe uma esperançazinha né…

E você? O que acha?

‘Alerta Vermelho’: Clipe da AÇÃO da Netflix com Ryan Reynolds, Gal Gadot e Dwayne Johnson

O vindouro thriller de ação da Netflix, ‘Alerta Vermelho‘ (‘Red Notice‘), ganhou um clipe, que traz o trio de atores Ryan Reynolds, Gal Gadot e Dwayne Johnson protagonizando cenas de ação.

Assista:

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo.

Com estreia marcada para 12 de novembro na Netflix, o longa foi orçado em US$ 200 milhões, ultrapassando ‘O Irlandês’ (US$160 milhões), ‘Esquadrão 6’ (US$ 150 milhões) e ‘Bright’ (US$90 milhões).

A produção é dirigida e roteirizada por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Curiosidades | ‘A Rede Social’, aclamado filme de David Fincher, completa 11 anos!

Um dos filmes mais conhecidos da carreira de David Fincher é a aclamada biografia A Rede Social.

Lançado em 2010, a narrativa é baseada no livro ‘The Accidental Billionaires’ e conta a fundação da plataforma social Facebook e toda a controvérsia envolvendo o fundador Mark Zuckerberg. O longa trouxe no elenco nomes como Jesse EisenbergAndrew GarfieldJustin TimberlakeArmie HammerMax Minghella.

Com roteiro de Aaron Sorkin, que inclusive levou o Oscar para casa, o filme foi extremamente aclamada pelo público e pela crítica especializada, e conquistou inúmeros prêmios. Além de ter sido nomeado como uma das melhores produções do século, a obra fez um barulho considerável na bilheteria, arrecadando US$224,9 milhões a partir de um orçamento de US$40 milhões.

E, para celebrar seu 11º aniversário, o CinePOP separou uma lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Em uma das declaraçoes, é mencionado que a invenção do Facebook transformou Zuckerberg na “maior coisa no campus [de Harvard] que incluía 19 ganhadores do Nobel, 15 ganhadores do Pulitzer, dois atletas olímpicos e uma estrela de cinema”. Um dos advogados, então, pergunta quem é a estrela de cinema – e a resposta é: “isso importa?”. A estrela, na verdade, é Natalie Portman, que estudou na faculdade entre 1999 e 2003, além de ter ajudado Sorkin com detalhes sobre a instituição e sobre a época do surgimento da rede social.
  • Eisenberg, que foi diagnosticado com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), disse em uma entrevista que uma das coisas mais complicadas sobre o papel foi ter que deliberadamente agir e falar de uma maneira contra as quais lutou a vida inteira.
  • Fincher declarou em uma entrevista que sua fala favorita do filme é: “só estou checando suas contas aqui. Sim, eu tive o mesmo resultado”.

  • Eisenberg e Garfield se tornaram ótimos amigos durante as filmagens. Segundo Eisenberg, a dramática rivalidade entre os personagens foi algo difícil de levar à cena, pois afetava os dois emocionalmente.
  • A única cena com que Eisenberg tinha um problema era o momento em que Zuckerberg filmava seus amigos pulando em uma piscina do telhado de uma casa. Originalmente, Zuckerberg iria se juntar a eles, mas o ator não conseguia imaginá-lo se divertindo daquela maneira. Quando as filmagens começaram, Eisenberg ficou feliz que o roteiro havia sido mudado e que Zuckerberg iria apenas observá-los de longe.
  • Os gêmeros Winklevoss foram interpretados por Hammer. Entretanto, o modelo Josh Pence, conhecido por seus trabalhos para a marca Ralph Lauren, interpretou um deles apenas do pescoço para baixo. Seu rosto foi digitalmente substituído com o de Hammer para deixá-los idênticos, visto que os homens não se parecem nem um pouco. Os dois ficaram dez meses em treinamento para copiarem os movimentos um do outro.

  • Sorkin dirigiu a última cena da produção. Fincher anunciou que estava saindo e o roteirista acredtou ser uma piada até a equipe chegar para ele e perguntar como a sequência seria rodada. Apesar de serem poucos segundos, Sorkin foi responsável por anunciar o término das filmagens.
  • Hammer foi forçado a comer bastante comida processada e industrializada para ganhar peso. Afinal, todas as sequências de remo que fazia no filme o faziam perder massa muito rápido.

  • O verdadeiro economista Lawrence H. Summers disse que o retrato de sua reunião com os gêmeos Winklevoss foi “bastante precisa”. Ele também disse que “ouvi dizer que eu posso ser arrogante. Se isso é verdade, eu certamente fui naquela ocasião. Uma das coisas que você aprende como presidente da faculdade é que, se um aluno está usando gravata e jaqueta em uma quinta-feira à tarde, há duas possibilidades: uma é que eles estão procurando um trabalho e têm uma entrevista; a outra é que eles são babacas. Nesse caso, eles eram babacas”.
  • Como parte da pesquisa feita para viver o personagem principal, Eisenberg leu uma cópia da aplicação que Zuckerberg submeteu a Harvar. A redação de Zuckerberg focou em seu amor pelo esgrima; o ator, então, ingressou em aulas de esgrima e logo percebeu que isso afetava sua postura e o jeito como se movimentava. Eisenberg aplicou todo esse conhecimento para encarnar o personagem.

George Clooney e Brad Pitt vão estrelar suspense de ação do diretor de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’

De acordo com o The Hollywood Reporter, George Clooney (O Céu da Meia-Noite) e Brad Pitt (Era Uma Vez… em Hollywood) vão estrelar um suspense de ação dirigido por Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

Além de dirigir, Watts também vai escrever e produzir.

Clooney e Pitt também entram como produtores, representando a Smokehouse Pictures e a Plan B Entertainment respectivamente.

Esta será a terceira parceria entre os atores, que já contracenaram em ‘Onze Homens e Um Segredo‘ (2001) e ‘Queime Depois de Ler‘ (2008).

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a trama, exceto que os astros darão vida a solitários assassinos de aluguel contratados para o mesmo serviço.

Ainda sem previsão de estreia, a distribuição do longa está sendo disputada por grandes estúdios e plataformas de streaming.

Foi dito que Sony, Lionsgate, Apple TV+, Netflix, Amazon, Annapurna, Universal, MGM e Warner Bros demonstraram interesse pelo projeto.

Enquanto isso, vale lembrar que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Peacemaker’: John Cena é destaque em nova imagem oficial da série; Confira!

As filmagens da série ‘Peacemaker‘, derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘, já foram encerradas e uma nova imagem oficial da produção foi divulgada pela conta oficial da série no Instagram.

No registro em questão, John Cena aparece em meio a uma mata fechada, trajando o uniforme do herói.

Confira:

A série irá explorar as origens do personagem vivido por John Cena em ‘O Esquadrão Suicida‘, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

Gunn escreveu o roteiro da série e comandou diversos episódios.

Além de estrelar, John Cena também servirá como produtor executivo do projeto.

O elenco ainda contará com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘ já está em exibição nos cinemas.

‘Constantine’: Todos os episódios já estão disponíveis na HBO Max

Todos os episódios da série ‘Constantine‘ já estão disponíveis na HBO Max. A produção, que conta com apenas uma temporada, teve a sua estreia nesta semana na grade de programação do streaming.

Na trama, John Constantine é um detetive com habilidades sobrenaturais. Perseguido por mistérios e segredos de seu próprio passado, a vida de John é mudada quando suas habilidades são descobertas pelas forças do céu, ou seja, pelo autoritário anjo Manny. Ele irá ajudar o detetive a se tornar um grande e feroz defensor das forças do bem contra o mal.

Confira o trailer:

David S. Goyer e Daniel Cerone assinam a criação da série.

Matt Ryan, Angélica Celaya, Charles Halford, Harold Perrineau e Michael James Shaw estrelam a série, lançada em 2014.

Sobre o reboot

Vale lembrar que a adaptação dos quadrinhos de ‘Constantine‘ parece estar ganhando forma, mas não como uma sequência direta do longa estrelado por Keanu Reeves em 2005.

Segundo o portal The Illuminerdi, a plataforma de streaming HBO Max estaria investindo em uma série reboot sobre John Constantine, só que sem o popular astro de ação. A produção faria parte do escopo do universo da Liga da Justiça Sombria, que tem sido um dos grandes investimentos por parte do serviço.

Ainda de acordo com a publicação, o personagem homônimo seria completamente reescalado e também não traria de volta o ator Matt Ryan, que deu vida ao caçador de demônios em sua própria série, pela emissora The CW, além de ter aparecido em alguns episódios de ‘Legends of Tomorrow‘.

Conforme pontuado pelo portal, embora em 2020 rumores apontassem para uma sequência do filme estrelado por Reeves, os planos seriam outros. Os produtores estariam à procura de um ator de outra etnia – que não fosse caucasiana – e na faixa dos 20 anos de idade, para interpretar o herói.

JJ Abrams será o produtor.

Constantine‘ faturou US$ 230,9 milhões quando estreou após receber críticas negativas dos críticos.

Reeves protagonizou o drama sobrenatural ‘Constantine‘ em 2005, ao lado de Rachel Weisz e Tilda Swinton. O filme, comandado por Francis Lawrence, arrecadou mais de 230 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, mas teve recepção mista por parte da crítica especializada.

 

20 Comédias Clássicas que Marcaram nossa Sessão da Tarde

Recordar é viver. Embora alguns filmes dos anos 1980 tenham ficado imortalizados em nossos corações, frequentemente revisitados por cinéfilos de todas as gerações, outros tantos não são tão comentados atualmente quanto deveriam. Sendo assim, para cada Goonies (1985), De Volta para o Futuro (1985) e Curtindo a Vida Adoidado (1986), temos tantos outros exemplares que o tempo lentamente trata de apagar para os mais novos. Quem viveu o período muitas vezes também sente dificuldade de lembrar de certas produções queridas e que fizeram muito sucesso nas intermináveis reprises diurnas dos canais da TV aberta brasileira.

Pensando nisso, resolvemos criar uma matéria bem nostálgica, relembrando com você 20 Comédias Clássicas dos Anos 1980. Vem com a gente nesta onda pelo passado de mais de 30 anos.

Te Pego Lá Fora

Começamos com um clássico absoluto da Sessão da Tarde – e um que tem produção de ninguém menos que o Todo Poderoso Steven Spielberg, fato que muitos devem desconhecer. Além do famoso cineasta, quem também produz o longa é Aaron Spelling, famoso executivo por trás de programas como Barrados no Baile, por exemplo. E o pedigree não para por aí, assinando a cinematografia (ou fotografia) está Barry Sonnenfeld, diretor de Homens de Preto (1997).

Nesta época muitas comédias juvenis eram centradas no ambiente da escola, as famosas high school norte-americanas, mas este é um dos mais criativos. Considerado uma versão moderna e adolescente do icônico faroeste Matar ou Morrer (1952), a trama mostra um típico estudante colegial vivendo o pior dia de sua vida quando se torna alvo de um aluno psicótico recém chegado, dono a pior fama imaginável.

Namorada de Aluguel

Pode até ser considerado incorreto nos dias de hoje, e revendo talvez não desça tão redonda, mas nos anos 1980 a trama sobre um rapaz pagando para uma menina fingir ser sua namorada era o tema desta comédia romântica que se tornou cult. Considerado um perdedor e desejando mudar sua imagem, Ronald (papel de Patrick Dempsey) propõe um pacto a Cindy, a menina mais popular do colégio. Em troca do dinheiro que ela estava precisando, precisará fingir estar apaixonada pelo rapaz por tempo suficiente até que sua vida se transforme, nesta espécie de Cinderela às avessas. A triste notícia em relação ao filme para os fãs foi o falecimento precoce da protagonista Amanda Peterson, que vive Cindy, aos 43 anos. Namorada de Aluguel foi refilmado em 2003, com elenco de jovens atores negros e o título Amor de Aluguel.

Admiradora Secreta

Outro grande representante das comédias juvenis da época, o longa fazia uso de um artifício de roteiro muito comum em diversas produções do gênero: o triângulo amoroso. Variavelmente, tínhamos um rapaz ou uma menina tímida apaixonado(a) por um colega (quase sempre seu melhor amigo/a) sem que ele(a) soubesse, enquanto o mesmo só tinha olhos para o terceiro elemento, geralmente um estudante de muita popularidade ou beleza.

Esta é a fórmula de Admiradora Secreta, comédia adolescente de erros e desencontros. Aqui, uma carta anônima é o ponto de partida, indo parar nas mãos de diversos personagens, criando confusão quanto a seu autor e destinatário. Em resumo, temos um triângulo amoroso entre o protagonista C. Thomas Howell, a beldade popular loiríssima Kelly Preston, e a melhor amiga do sujeito Lori Loughlin.

O Rei da Paquera

Sim, o mega astro Robert Downey Jr. começou a carreira em comédias juvenis ainda na década de 1980. E aqui temos um dos exemplares mais sem-vergonha dos quais participou – mas que não deixa de ser um título muito reconhecível do período. Fora isso não falta pedigree, já que temos produção de ninguém menos que o astro Warren Beatty, e a participação de grandes atores como Dennis HopperDanny Aiello e Harvey Keitel no elenco.

Ah, e claro, fazendo par com Downey temos a musa teen da época, a ruivinha Molly Ringwald (cujo nome aqui tinha até mais peso que o do Homem de Ferro). Ringwald ficou conhecida pelos filmes de John Hughes, como Gatinhas e Gatões (1984) e Clube dos Cinco (1985). Na trama, Downey vive um conquistador “de quinta categoria”, aplicando seus golpes a esmo em mulheres incautas. Tudo muda quando ele encontra resistência, num desafio à altura nas formas de Ringwald – uma jovem com seus próprios problemas envolvendo as dívidas do pai com criminosos.

Três Solteirões e um Bebê

Muitos podem não saber ou lembrar, mas antes dos filmes da Marvel e das franquias multimilionárias do cinema, Três Solteirões e um Bebê foi o filme de maior bilheteria nos EUA em 1987. Refilmagem americana de uma produção francesa, a história mostra três homens, solteiros convictos e mulherengos (como dizia a cartilha dos anos 1980), dividindo um badalado apartamento em Nova York. O trio foi vivido por Tom Selleck (sucesso na série Magnum), Steve Guttenberg (sucesso nas franquias Loucademia de Polícia e Cocoon) e Ted Danson (sucesso na série Cheers).

Tudo muda na equação deles quando em sua porta aparece um bebê, deixado ao cuidado deles. A ideia era “homens machões precisam trocar fraldas e dar mamadeira a um recém-nascido”, coisa impensável na época. A direção é de Leonard Nimoy, o Spock da série clássica de Star Trek. Este longa de sucesso gerou a continuação Três Solteirões e uma Pequena Dama (1990). Ah sim, o tal fantasma muito comentado, que apareceu numa cena do filme, nada mais era que um display com a imagem de Danson – mas serviu para virar uma das lendas urbanas mais lembradas dos anos 80.

De Volta às Aulas

Por falar em comédias sucesso de bilheteria nos anos 1980, De Volta às Aulas foi o sexto maior filme de 1986 nos EUA. O lendário Rodney Dangerfield, falecido em 2004, foi um dos humoristas mais conhecidos do país, e protagonizou algumas produções cômicas famosas. Aqui, ele interpreta um sujeito simples que conquistou fortuna com seu próprio suor, criando uma bem sucedida loja para homens acima do peso. Para ajudar seu filho, ele decide ingressar na mesma universidade, e começa a mudar as coisas por lá com seu jeito irreverente.

A ideia para o roteiro foi do próprio Dangerfield, e o texto foi assinado por Harold Ramis (Os Caça-Fantasmas). Fora isso, a trilha sonora é de Danny Elfman (dos filmes de Tim Burton). No elenco, temos novamente Downey Jr., no papel de uma espécie de punk, que é o melhor amigo do filho do protagonista.

Quase Igual aos Outros

Por falar em tramas incorretas e surreais, que podem não descer bem atualmente, temos este longa cuja intenção de empoderamento feminino é boa. Para começar, temos a direção de uma mulher, coisa rara no gênero e na época – Lisa Gottlieb é quem comanda, estreando na função. A trama gira em torno de Terry, uma jovem que deseja se tornar uma jornalista respeitada, mas percebe que não terá chance acadêmica de mostrar seu valor sendo mulher – já tratando da disparidade de oportunidade de gênero.

Assim, ela decide se fingir de homem para a tarefa, e começa a estudar em outro colégio, matriculada na forma do sexo oposto – seu disfarce é quase tão fajuto quanto o de Clark Kent, e se resume a um corte de cabelo e uma mudança forçada de voz e roupas. No elenco, Joyce Hyser vive a protagonista e não ficou muito famosa. Mas temos também William Zabka, o Johnny da franquia Karatê Kid e Cobra KaiSherilyn Fenn (Twin Peaks) e a dupla Clayton Rohner e Deborah Goodrich – que fariam dobradinha no ano seguinte com o ótimo slasher A Noite das Brincadeiras Mortais (1986).

A Primeira Transa de Jonathan

Não se deixe enganar pelo título em português, este é na verdade um filme bem afetuoso, dono uma interessante carga dramática, e levado num tom que consegue destacá-lo dos demais do gênero. Tudo bem que o protagonista é um jovem virgem em busca de conquistar a garota de seus sonhos – papel de Kelly Preston, novamente figurando na  lista. Até aí podemos pensar que esta é a típica comédia de coito, nas quais jovens buscam apenas a primeira noite de sexo.

O primeiro diferencial aqui é a década escolhida como cenário: os anos 1950. O verdadeiro chamariz do filme, no entanto, é a história secundária de Gene (Chris Nash), um jovem rebelde e motoqueiro no melhor estilo James Dean. Ele se muda para a casa ao lado do protagonista e logo desperta atenção da pequena cidade. Ao mesmo tempo em que ensina Jonathan a ser mais descolado com as meninas, e trava batalhas diárias com o pai e os playboys locais, ele desenvolve uma relação com a comprometida Bunny (papel de Catherine Mary Stewart – um dos nomes quentes dos 80’s). A história deste casal e seu desfecho no filme fazem do longa um dos melhores exemplares do gênero.

Alguém Muito Especial

Aqui voltamos ao terreno dos triângulos amorosos adolescentes. De fato, este longa guarda certas semelhanças com Admiradora Secreta, lançado dois anos antes – tirando, é claro, o MacGuffin da carta em si. Esse, no entanto, é um filme do acervo de John Hughes, que só não é mais seu porque não teve o cineasta na direção. Porém, Hughes produziu e escreveu o roteiro. A trama é simples, e mostra as desventuras de um rapaz de origem humilde, apaixonado e correndo atrás do seu sonho de viver ao lado da princesinha do colégio. Isso tudo, é claro, sem saber que sua melhor amiga, a alternativa Watts, tem nele um grande crush.

Apesar da simplicidade, Alguém Muito Especial é um dos filmes mais citados e adorados pelos fãs da época, em partes devido ao seu tom mais puxado para o drama e o romance de um chamado “coming of age”. Aqui, por exemplo, como de costume nos filmes de Hughes, as mulheres ganham destaque e desenvolvimento, passando longe de acessórios sem vontades como era muito comum.

De fato, elas são personagens bem melhor explorados do que o protagonista de Eric Stoltz. A patricinha vivida por Lea Thompson (De Volta para o Futuro) possui mais profundidade, questões e é mais humana do que a maioria em filmes assim. Uma curiosidade é que Stoltz quase foi o protagonista do filme de viagem no tempo citado acima. E a Watts de Mary Stuart Masterson ainda é lembrada como um dos expoentes femininos do gênero por não se enquadrar em estereótipos.

Curso de Verão

Terminando a lista temos outro filme com trilha de Danny Elfman. Aqui, temos a mistura de três subgêneros muito emblemáticos para a década de 1980. Primeiro, os filmes colegiais. Segundo, os filmes de professores e suas turmas disfuncionais. E terceiro, filmes com uma gama de personagens amalucados, cada um com suas características únicas, nos quais todos ganham a devida importância. O melhor exemplo disso seria Loucademia de Polícia (1984) e suas continuações. Passe isso para o universo colegial e temos Curso de Verão.

Numa escola californiana de frente para a praia, o professor substituto Shoop (Mark Harmon) se vê incumbido da missão de dar aula nas férias para os rebeldes alunos que ficaram em recuperação e não querem saber dos estudos. Dentes eles: dois fanáticos por filmes de terror, uma jovem grávida, um nerd, um esportista, uma disléxica, uma italiana de intercâmbio, uma surfista com déficit de atenção e um gogo boy num clube noturno. No elenco, Kirstie Alley (que viria a fazer sucesso dois anos depois com Olha Quem Está Falando) vive uma professora.

Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu

Título longo e criativo no Brasil para o bem mais curto e direto Airplane!, esta comédia nonsense foi a grande responsável pela criação de todo um subgênero. E se hoje temos filmes adorados como a franquia Todo Mundo em Pânico, podemos agradecer a esta obra produzida pela Paramount. Poucos talvez saibam, mas Apertem os Cintos… foi um enorme sucesso, desbancando pesos pesados como Popeye, Flash Gordon e O Iluminado, lançados no mesmo ano, se tornando o quinto filme mais lucrativo nas bilheterias em 1980. O longa é pura tiração de sarro com o cinema catástrofe, muito em voga nos anos 1970, em especial a franquia Aeroporto (1970, 1974, 1977 e 1979). Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu está completando 40 anos em 2020, e é a oportunidade perfeita para rever esse clássico do humor.

A Dama de Vermelho

O saudoso Gene Wilder, o eterno Willy Wonka original, é quem comanda o show aqui, como roteirista, diretor e protagonista desta comédia que é refilmagem de uma obra francesa. Praticamente uma versão moderna do clássico O Pecado Mora ao Lado (1955), o filme traz Wilder na pele de um homem comum, pai de família, tentado ao adultério pela visão de uma beldade sedutora, papel da britânica Kelly LeBrock – a Mulher nota Mil em pessoa. Aqui, temos replicada inclusive a cena com Marilyn Monroe no duto de ventilação e seu vestido esvoaçante, trocando o icônico traje branco por um, é claro, vermelho de LeBrock. Além de todos os atrativos, A Dama de Vermelho ficou marcado pela inesquecível canção de Stevie Wonder, “I Just Called To Say I Love You”.

Trocando as Bolas

Hoje, talvez poucos dimensionem o que foi o fenômeno Eddie Murphy nos anos 1980. Uma explosão sem precedentes, o jovem humorista saía do programa Saturday Night Live para ganhar o mundo como um dos maiores astros de Hollywood. Trocando as Bolas, versão atualizada do clássico Pigmalião, trazia uma receita vencedora que se traduziu em muito sucesso para a Paramount. De um lado tínhamos o carisma de um então jovem Eddie Murphy em seu segundo trabalho no cinema – e a um ano do fenômeno Um Tira da Pesada. De outro, o novo projeto de Dan Aykroyd com o diretor John Landis, do sucesso Os Irmãos Cara de Pau (1980). Na trama, dois irmãos milionários brincam de Deus e fazem de joguete as vidas de um sem-teto (Murphy) e um riquinho (Aykroyd). De quebra ainda temos Jamie Lee Curtis em papel de destaque.

A Vingança dos Nerds

Há certo tempo um reboot desta franquia vem sendo prometido, e a última notícia a respeito da produção a colocava como uma pré-sequência do filme original. Grande sucesso da Sessão da Tarde, assim como sua continuação de 1987, A Vingança dos Nerds é a clássica história de superação e volta por cima dos chamados underdogs. O expectador adora uma trama onde os humilhados são exaltados, por ser uma ideia de fácil identificação. Assim, passado num ambiente de fraternidades universitárias norte-americanas, um grupo de estudantes rejeitados precisa criar seu próprio grêmio e superar as adversidades. A comédia trazia uma gama de personagens únicos e queridos para toda uma geração.

O Garoto do Futuro

Nem só de De Volta para o Futuro viveu o astro Michael J. Fox, o eterno Marty McFly. No mesmo ano do revolucionário blockbuster sobre viagem no tempo, era lançada esta comédia que talvez nem todos conheçam. De fato, Teen Wolf no original, só ganhou este título no Brasil por causa da superprodução de Steven Spielberg citada – os responsáveis por títulos nacionais sempre foram muito criativos, não é mesmo? Na trama J. Fox vive um estudante colegial tímido e perdedor. Porém, quando descobre uma “maldição” em sua família, se torna o rapaz mais popular da escola. Esta é uma divertida brincadeira com os filmes de lobisomem. E embora possa não parecer, fez sucesso como obra cult gerando um desenho animado (1986-1988), uma continuação (1987) e uma série recente (2011-2017), que tinha mais a ver com Crepúsculo do que com o filme original.

A Garota de Rosa-Schocking

O que seria de uma lista das comédias dos anos 1980, sem a presença de um filme com a icônica ruivinha Molly Ringwald? A carismática atriz pode ter sumido nas décadas seguintes, mas foi imortalizada em nossos corações pelas inúmeras reprises da época em filmes como Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco. Na primeira parte da lista comentamos sobre O Rei da Paquera – que a uniu a Robert Downey Jr. – e agora vamos de um dos títulos mais lembrados e associados a Ringwald no período. Ela é a dona da cor definitiva. Escrito por seu “padrinho” John Hughes, no filme a atriz vive uma jovem de classe humilde, precisando escolher entre o amor do melhor amigo ou de um riquinho de bom coração.

O Segredo do Meu Sucesso

Michael J. Fox pode ser baixinho na vida real, mas é um gigante de talento e um ser humano incrível que merece todas as homenagens que pudermos fazer a ele. Aqui o astro retorna à lista com mais uma comédia que marcou em exibições na TV aberta. Pegando carona na onda dos yupies norte-americanos da década – os chamados “Young urban Professional” eram jovens ambiciosos que começavam sua vida Professional muito cedo e tinha como mérito a realização de uma vida confortável e bem sucedida. Neste meio ambiente, J. Fox vive um rapaz do interior tentando a sorte na cidade grande, e usando de muita sagacidade (e certa artimanha) a fim de subir na empresa de seu tio, onde trabalha. O elenco conta ainda com a Supergirl do cinema em pessoa, a graciosa Helen Slater.

As Bruxas de Eastwick

Deixe para um cineasta do peso de George Miller (da quadrilogia Mad Max) criar uma comédia “infernal” de inúmeros significados, relevante até hoje, e que fala sobre preconceito, fanatismo religioso, liberdade sexual, libertinagem e empoderamento feminino. De quebra, taxando Jack Nicholson no papel mais deliciosamente diabólico de sua carreira, como o homem dos sonhos de um trio de beldades enfeitiçantes do nível de Cher, Michelle Pfeiffer e Susan Sarandon. Quem viu não esquece!

Ela Vai ter um Bebê

Por falar em John Hughes, o cineasta é outro tesouro mundial quando o assunto é cinema nos anos 1980. Se falarmos em filmes adolescentes e comédias, seu nome chega logo no topo. E aqui o saudoso diretor deixa o universo juvenil um pouco de lado para se aventurar numa história um pouco mais madura, sobre a entrada na vida adulta. O tema é o casal recém-casado, vivido por Kevin Bacon e Elizabeth McGovern, que passam por uma verdadeira provação ao terem que fazer malabarismo com sua vida juntos e a chegada inesperada do primeiro bebê. Este clássico da Sessão da Tarde foi escrito e dirigido por Hughes.

Sem Licença para Dirigir

Fechando a lista temos outra comédia muito lembrada por todos que passavam horas perante a TV se divertindo na infância e adolescência. O longa reúne os Coreys, Corey Haim e Corey Feldman, do sucesso oitentista Os Garotos Perdidos, um dos mais notórios filmes de vampiros da história do cinema. Aqui, a dupla reprisa a parceria logo no ano seguinte, numa produção que nada tem a ver com o filme citado, a não ser a plena diversão. Na trama, Haim está louco para tirar a carteira de motorista, mas o pior acontece quando ele é reprovado e precisa mentir para a família e amigos a fim de pegar o carro do pai e conquistar Mercedes (Heather Graham), a menina de seus sonhos.

Crítica em Vídeo | A Menina que Matou os Pais – Filmes sobre Suzane Von Richthofen valem pela atuação de Carla Diaz

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘A Menina Que Matou os Pais e ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘, já disponíveis no Amazon Prime Video.

Os filmes valem pelo elenco e pela atuação de Carla Diaz.

Assista a crítica:

Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da história do casal de namorados Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos.

‘A Menina que Matou os Pais’: Quanto Suzane Von Richthofen vai ganhar pelos filmes?

Assista ao trailer:

Os roteiros têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação dos dois pela morte dos pais de Suzane.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

‘The Batman’ será o filme mais “sombrio” e “espetacular” do herói, afirma Andy Serkis

Durante uma entrevista para o ScreenRant, Andy Serkis, que dará vida a Alfred Pennyworth, falou sobre o filme ‘The Batman‘.

Ele volta a trabalhar com o diretor Matt Reeves novamente após a trilogia ‘Planeta dos Macacos‘.

“Não posso dizer muito, mas eu sei que Matt Reeves é amigo meu muito querido, e ele está fazendo um filme bastante espetacular. Eu acho que será muito especial”, afirmou.

Ele adianta que o filme será bastante sombrio.

“Posso dizer que este será o filme mais sombrio do Batman. Há uma carga emocional muito intensa e a trama vai explorar a conexão entre Alfred e Bruce. Matt [Reeves] escreveu um roteiro muito detalhado, sensível e chocante.”

Infelizmente, Serkis não revelou detalhes sobre a relação entre Bruce e Alfred, o que deve aumentar a ansiedade do público.

Questionado se havia se inspirado em algum outro ator par interpretar o icônico mordomo, o astro disse:

“Eu acho que Michael [Caine] foi fantástico [na trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘]. O Alfred dele foi lendário e seria um grande exemplo, mas não gosto de comparar. Acho que você precisa encontrar a si mesmo para desempenhar um papel. É como os papéis icônicos criados por Shakespeare… Sempre haverá novas versões, então cada ator precisa entender o personagem do seu jeito para que ele se torne único.”

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 4 de Março de 2022.

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘My Little Pony’: Vanessa Hudgens e Sofia Carson revelam suas séries PREFERIDAS na Netflix [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, as atrizes Vanessa Hudgens e Sofia Carson revelaram suas séries preferidas na Netflix. Elas dublam o filme My Little Pony: Nova Geração‘, que já está disponível no catálogo.

Assista:

Durante uma entrevista ao editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon, as atrizes revelaram quais são as lições mais valiosas que a nova animação musical traz para os assinantes da Netflix.

A dupla de dubladoras e cantoras refletiu sobre como o longa animado ensina questões fundamentais como ética, moral, além da importância de viver em comunidade.

Para Carson, a identificação com a trama de ‘Nova Geração‘ não engloba apenas o público infantil. O alicerce da narrativa reforça a importância de enxergarmos o nosso valor, valorizando inclusive as nossas fraquezas.

“Algo que tem nesse filme que ambas nos identificamos muito foi o conceito de que você é uma chama brilhante e que você precisa encontrar o seu verdadeiro eu, seja suas inseguranças ou suas imperfeições…Pois essas são coisas que te tornam lindo, que te fazem brilhar tão lindamente. E quando brilhamos juntos, nosso brilho se torna muito mais forte”.

Hudgens completou o raciocínio da colega de elenco, ponderando sobre como a animação instrui crianças e adultos em relação ao sentimento de pertencimento, inclusão e vida em comunidade.

“Para mim, uma das grandes lições é a inclusão, de forma geral. Eu acho que o filme se destrincha de maneira muito identificável e de fácil entendimento. A animação nos mostra o quanto é importante haver diversidade e como é fundamental nós realmente fazermos parte de uma comunidade, porque isso é a nossa força, é assim que nos tornamos mais fortes. E não viver com medo de coisas que talvez sejam diferentes. Além disso, é sobre aprender a viver em amor e gentileza, deixando que esses atributos te guiem”.

Confira o trailer oficial de My Little Pony: Nova Geração’:

A animação, que tem estreia global dia 24 de setembro exclusivamente na Netflix, traz a aventura da Pônei Terrestre Sunny e seus novos amigos para restaurar a magia perdida de Equestria e provar que a força da amizade é capaz de romper qualquer diferença ou obstáculo.

James Marsden, Liza Koshy, Ken Jeong, Elizabeth Perkins, Jane Krakowski, Kimiko Glenn e Liza Koshy.

10 Filmes para você que gosta de Documentários

Iniciando nossa jornada em listar, dentro do universo dos documentários, várias ótimas produções que nos sensibilizam de alguma forma. Tem ex-chefão da União Soviética e seu papo curioso sobre o universo que criou (ou quase), enxadristas da Geórgia que viraram verdadeiras celebridades mostrando toda a força feminina, relatos de um amigo sobre sua comovente trajetória de vida passando pela inauguração de um Mc Donald’s na Rússia até os horrores de fugas atrás de fugas em busca de paz, tem um alpinista muito focado que não estava preparado para a variável amor o que coloca em dúvida seu próximo objetivo, os horrores de campos de concentração em Fortaleza (uma história que você poucas vezes viu em livros de história do Brasil) , um artista plástico genial e as ideias dentro dessa genialidade. E muito mais.

Abaixo textos sobre esses 10 filmes nessa primeira parte desse especial contínuo.

 

I Called Him Morgan (EUA, 2016)

Como contar a história de uma tragédia e fazer ser interessante os dois lados da moeda? Apresentando uma das histórias mais trágicas e banais da história do Jazz, o cineasta sueco Kasper Collin apresenta ao público argumentos e os porquês que encerraram no início da década de 70 a trajetória do genial trompetista Lee Morgan nesse mundo. Descobrindo uma inusitada entrevista da autora do crime em fita k7, a esposa na época de Lee, Helen Morgan, conseguimos descobrir os motivos da tragédia e um pouco mais da personalidade desses dois personagens, marido e mulher sua união e sua tragédia. Uma história impactante, do início ao fim.

Belas imagens de arquivos saltam com energia na tela transformando os sons de Morgan ao fundo em uma sinfonia belíssima. Impressionante o talento desse jazzista. No início, acompanhamos fases da vida de Lee Morgan, sua ascensão nas noites das mais badaladas casa de shows de jazz dos Estados Unidos, seu primeiro declínio para as drogas e seu renascimento através de Helen, que conhecera quando estava na pior mas que futuramente em um ato sem pensar acaba destruindo pra sempre essa história. Mesmo que sem depoimentos próximos, os detalhes fornecidos pelos entrevistados, amigos dos dois naquela época, principalmente a situação do clímax desse filme, parece que nos colocam dentro daquela Nova Iorque fria em dezembro.

O roteiro do documentário é primoroso. Instiga o espectador a cada instante, mostrando os dois lados da moeda, o assassinado e o assassino, os pontos de intercessão até seu final para lá de impactante. Um belo trabalho que merece ser conferido.

 

Ligue Djá: O Lendário Walter Mercado (EUA, 2019)

Do triunfo ao quase desastre, sempre na esperança de voltar a falar com seu público. Muitas gerações recentes aqui no Brasil talvez nem nunca tenham ouvido falar no porto riquenho Walter Mercado. Sem zap, internet, quem comandava a festa da informação/comunicação eram as televisões e suas enormes audiências. Assim, anos atrás, na década de 90, um chamativo homem sempre com roupas extravagantes, capas, falando sobre astrologia dominou o interesse popular no Brasil e em toda a América Latina durante anos mandando mensagens positivas para milhares de devotos. Mas como que no auge da carreira e exposição na mídia, essa figura pública amada sumiu e nunca mais voltou à tv? Ligue Djá: O Lendário Walter Mercado, produzido pela Netflix, dirigido pela dupla de cineastas Cristina Costantini e Kareem Tabsch, mostra as verdades sobre tudo que aconteceu na formação, no auge do sucesso e no pós sumiço televisivo desse personagem sempre intrigante da televisão. Dois pontos muito interessantes: o encontro do atual gênio da Broadway Lin-Manuel Miranda com seu ídolo de infância é algo que emociona. Segundo, o projeto nos faz uma pergunta indiretamente: será que Walter Mercado faria sucesso nos dias atuais? A resposta está no filme!

Dividido em arcos muito bem compostos, esse ótimo documentário navega em pontos importantes da trajetória do astrólogo mais famoso do mundo na década de 90. A questão sobre a sexualidade dele, assunto que Walter não gostava de falar muito sobre, contorna o documentário sob ponto de vista de um ativista lgbt de Porto Rico que teve nele como alguém de referência para ser quem ele queria ser. Outra questão é a briga na justiça que Mercado teve com seu ex-empresário. Como a maioria dos artistas que se dedicam fortemente à sua arte sem pensar na estrutura que precisa administrar para que tudo aconteça, Walter acaba caindo em armadilha contratuais que praticamente extinguiram sua marca, seu nome que sempre lutou para deixar intacto no auge. Há um belo destaque também para as lembranças da carreira de ator de Walter, uma passagem muito bonita em um lindo teatro em Porto Rico ganha destaque no documentário.

Ícone da moda? Figura pop? Rei dos memes foi por jovens que nunca o viram na tv? Cascateiro? Ingênuo? Walter Mercado pode ser definido por você leitor da forma como o enxergar mas uma coisa não tem como nenhum de nós negar: marcou a história da televisão mundial.

 

Free Solo (EUA, 2018)

Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida. Contando a impressionante saga, e o grande desafio, de um dos mais habilidosos escaladores solo do mundo, Free Solo, o documentário vencedor do Oscar é uma jornada eletrizante por dentro das emoções de um homem e seu desejo peculiar. Tudo é muito bem feito nesse filme, as imagens são de tirar o fôlego, você se emociona, se diverte e não consegue tirar os olhos para saber como termina essa impressionante aventura. Um dos melhores documentários dos últimos tempos, vencedor de 23 prêmios internacionais. Disponível na Disney Plus.

O enredo desse Doc. é simples, somos apresentados a Alex Honnold, um escalador norte americano que pratica a escalagem sem cordas por meio de diversas paisagens enormes do chão ao topo. O sonho desse corajoso jovem é escalar ‘solo’, sem qualquer outro equipamento de segurança, as falésias de granito do El Capitan, no Parque Nacional de Yosemite que fica nas montanhas da Serra Nevada, na Califórnia, EUA. Mas a missão não será nada fácil, acompanhando o preparo mental e físico de Alex ao longo de um grande período, além do seu recente relacionamento que modifica demais o pensar do protagonista, o filme vai nos guiando em uma aventura inesquecível.

Os componentes que envolvem essa saga são de, seus amigos, sua família e sua namorada vão preenchendo as lacunas que ficam soltas, já que Alex é uma pessoa muito tímida e que pouco se abre. A partir do novo relacionamento com sua namorada, parece que há uma mudança no modo de pensar, medos inexistentes começam a surgir bem claramente a sua frente e por um triz todo o projeto de realizar essa escalada não tem um desfecho mais triste.

Produzido pela National Geographic, Free Solo, é antes de mais nada uma grande experiência, não só marcante na vida de Alex mas também para aqueles que tiverem a oportunidade de assistir a essa história marcante.

 

Siron. Tempo sobre Tela (Brasil, 2020)

A honestidade na arte de criar. Escrito e dirigido pelos cineastas André Guerreiro Lopes Rodrigo CamposSiron. Tempo Sobre Tela nos apresenta um profundo e impressionante raio-x sobre a criatividade de um dos maiores artistas plásticos de nosso país, Siron Franco. Com muitos depoimentos do próprio artista em uma espécie de narrativa intimista, o processo criativo é mostrado por várias óticas. Fontes de inspiração, meda da tortura, o pensar como uma peça de teatro, o fascínio com outras artes como o cinema, os fundamentos do sonho sobre à arte. Ao longo de cerca de 90 minutos somos premiados com memórias de sua intensa e bem vivida trajetória, tanto no lado profissional como no lado pessoal, declamadas belo lado do saudosismo. Disponível a partir do dia 25 de março em muitos streamings.

Em Siron. Tempo Sobre Tela, somos imersos ao universo desse grande artista brasileiro, fiel ao seu Goiás. Ele passou por tantas transformações como seu próprio Estado. Buscando fazer o bem e dedicando sua vida à arte acessamos memórias do seu arquivo pessoal, inclusive com um depoimento especial, em uma passagem rápida, do grande Ferreira Gullar que foi crítico de arte durante um tempo. Em um momento tocante, conhecemos as origens, inclusive filmadas do início de uma de suas obras mais famosas, em homenagem à cultura indígena e o absurdo pós destruição de quase 500 colunas onde podemos definir um paradoxo inimaginável sobre a intolerância de terceiros que não entendem nem um pingo do que aquilo tudo representava.

Um fato chama a atenção na afirmação de que ele lembra mais das coisas que já pintou do que já viveu. Nos faz refletir. A ferramenta do inconsciente com a chegada do cansaço, um processo que pelo relato de Siron deve ser bem difícil explicar mas pelas imagens em fundo podemos começar a ter uma ideia. Os sentidos abertos do sonho, a importância desse momento reflexivo que reflete à arte, também de muitos cineastas como David Lynch.

A importância desse documentário é gigante para novas gerações conhecerem artistas emblemáticos de nossa trajetória cultural. A arte, seja ela qual for, é uma conexão entre passado e presente, um exercício de liberdade do seu pensar sem cadeados não criativos contra a novidade após o ontem.

 

Currais (Brasil, 2021)

O silêncio apaga tudo. Um homem, sua Kombi e suas buscas por respostas da história de seu avô, a reconstrução da memória de uma região, por quem ainda se lembra dessa época terrível, fatos que parte da elite se esforça em ocultar. As margens de uma estrada de ferro e no alto do sertão morriam centenas de pessoas nos chamados campos de concentração (os currais do governo), lugares criados no início da década de 30, sob conhecimento do governo federal, onde flagelados da seca eram tratados com indiferença e discriminação pela elite que já morava na cidade de Fortaleza. Escrito e dirigido pela dupla de cineastas David Aguiar e Sabina Colares, modelado em uma mistura entre documentário e ficção, Currais apresenta relatos impactantes, impressionantes, surpreendentes, além de fotos antigas mostrando o que as palavras dizem ao longo dos cerca de 90 minutos de projeção.

Uma história real, onde campos de concentração, chamados assim mesmo, lugares onde pessoas de baixa renda e sem praticamente nenhuma escolaridade, além de pessoas que fugiam da seca de outras regiões eram mantidos confinados, milhares de pessoas em raios pequenos. Um formigueiro humano. Eles eram mantidos nesses lugares, sem alimentação básica, pagamentos, para não conseguirem chegar as grandes cidades ao redor de fortaleza. A dor e o sofrimento são marcantes nos relatos de conhecidos de sobreviventes e alguns até testemunhas oculares dos horrores praticados nesses currais onde as pessoas tentavam sobreviver pessoas, trabalhadores brasileiros, desesperados que foram esquecidos pela história.

Depois que você assiste a esse documentário, é muito difícil de tirá-lo da memória. Pensar que uma cidade se ergueu sob suor e sangue é assustador. Nosso país é enorme. Tantas histórias…e muitas delas desoladoras, tristes. Como um ser humano pode fazer isso com outro ser humano? Um capitalismo desenfreado, um elitismo esnobe e arrogante, entendemos o reflexo dessas atitudes até os tempos atuais se formos comparar com a questão social das favelas, pessoas que vivem à margem de uma sociedade privilegiada. O filme abre espaço também para mostrar a religião ganhando contornos culturais através dos devotos das almas da barragem. Um documentário/ficção arrebatador que diz muito sobre a história de nosso país.

 

Glória à Rainha (Geórgia, 2021)

A imersão profunda onde o tempo desaparece. Selecionado para a Competição Internacional de Longas e Médias-Metragens do Festival É Tudo Verdade de 2021, Glória à Rainha, dirigido pelas cineastas Tatia Skhirtladze e Anna Khazaradze conta a história de quatro das maiores enxadristas da história desse esporte, todas elas Georgianas e contemporâneas. Concentração, silêncio, o click do relógio. As dificuldades de deixar suas famílias para viajarem pelo mundo, histórias do treinamento intenso (cada uma delas perdia cerca de meio quilo durante um único jogo de xadrez), somos ouvintes de relatos/lembranças dos tempos de seus respectivos momentos grandiosos como reconhecidas enxadristas profissionais, algumas delas até disputavam torneios masculinos contra grandes mestres da época. Uma interessante jornada com mais uma certeza sobre a força das mulheres pelo mundo.

Em Rhodes, Grécia em 2019, no campeonato europeu de xadrez sênior, que começa essa jornada sobre as memórias e realizações, além do impacto social e de nomes no país que nasceram (muitos bebês na época de suas conquistas foram batizados com seus nomes). Encontros em diversos torneios pelo mundo, no vai e vem de lembranças sobre as carreiras de sucesso, principalmente durante o período de Guerra Fria, e os impactos que possuíram sobre todo um país que durante muito tempo pertenceu a União Soviética. Na Geórgia é comum presentear com um jogo de xadrez à noiva como parte do dote, essa entre outras curiosidades vamos acompanhando ao longo dos quase 90 minutos de projeção, aprendemos muito sobre a cultura desse país considerado antigamente como a Califórnia soviética, destino de muitos nas férias dentro da Antiga União Soviética.

O filme explora muito bem a força feminina da história desse país muito desconhecido por aqui. Exemplos não faltam, como: Santa Nino, que trouce o cristianismo para esse pequeno país antes do século V, o ‘Rei’ Tamar que na verdade era uma Rainha mas chamada de rei na Idade Média, e, no século XX as brilhantes enxadristas aqui mencionadas, famosas em todo o mundo pelo Xadrez. Além desses fatos, vamos acompanhando as consequências positivas dos feitos das esportistas não só para seu país e região mas também para esse esporte muito machista durante bom tempo.

Há 18 trilhões de movimentos em um jogo de xadrez, já imaginaram buscar controlar sua mente e seu corpo contra qualquer uma dessas variáveis? E os movimentos externos, guerra fria, união soviética, pressão, marketing unilateral feito pelo governo…? Glória à Rainha é um documentário atemporal que mostra muito através do olhar de corajosas e inteligentes mulheres.

 

Professor Polvo (África do Sul, 2020)

Tudo na vida tem começo, meio e fim. Um homem e seus conflitos em certa etapa da vida, consumido pelo stress de um cotidiano caótico em não encontrar um oásis dentro das obrigações que se amontoam em sua vida. Durante mais de 200 dias na África do Sul, resolve interagir todo esse tempo com um polvo e assim acaba embarcando em uma série de descobertas sobre como vive esse molusco de oito tentáculos e que possui uma série de ventanas. Uma narrativa detalhista, emocionante, que mexe com nossos campos reflexivos nos paralelos que encontramos entre as leis da vida de um polvo e nós que estamos fora da água. Professor Polvo, produzido pela Netflix, está concorrendo ao Oscar de Melhor Documentário em 2021.

Hipnotizante, inspirador. Uma história que pode parecer quando a gente lê a sinopse meio sem sentido, começa a mostrar porque é tão profunda quando começamos a entender as mudanças na maneira de pensar do mergulhador que se sente outro planeta debaixo da água. Acaba criando uma inusitada amizade com o polvo, esse que possui uma capacidade surpreendente e criativa de enganar seus inúmeros predadores. Ricas imagens preenchem a tela a todo instante, é como se estivéssemos dentro daquele pedacinho do oceano acompanhando de perto toda essa saga sem objetivo específico mas sempre surpreendente.

A parte onde descobrimos a força de vontade de se reconstruir é um clássico exemplo da vida, onde milhões espalhados pelo mundo precisam diariamente buscar suas chances de uma confortável trajetória em uma concorrência muitas vezes desleal mas mesmo assim, a maioria de nós, consegue de alguma forma (ou faz de tudo) sobreviver. Há mais paralelos: o sacrifício, a felicidade, as dificuldades, os obstáculos, nada de novo mas sempre com o olhar do inacreditável pelas intensas imagens que conseguimos acompanhar.

História de amizade, leis da vida, paralelos com os cotidianos espalhados por aí. Um dos grandes documentários dos últimos anos, despretensioso mas que consegue emocionar até os corações mais distantes de emoções.

 

Collective (Romênia, 2020)

O bom jornalismo está em muitos lugares, a fonte desse é a verdade. Prêmio de Melhor Longa-Metragem Documentário da Competição Internacional na edição 2020 do Festival É Tudo Verdade, Collective, de Alexander Nanau é um filme forte e corajoso. Um documentário investigativo mostrando quase em tempo real as chocantes descobertas e os desdobramentos de um fato que desencadeou uma crise feroz no Ministério da Saúde da Romênia. Um grupo de jornalistas tenta apurar e noticiar todas as portas que se abrem conforme vão avançando no caso. Detalhado e argumentativo, somos testemunhas de um golpe completo de um estado disfuncional, sua corrupção e seu sistema de saúde repleto de esquemas gananciosos.

Indiferença mata! Dilua a corrupção! Uma tragédia com mais de duas dezenas de mortos em uma boate na Romênia. Outras dezenas são levadas a hospitais romenos para cuidarem na maioria dos casos das intensas queimaduras que sofreram. Com a morte de muitos desses que foram para os hospitais, a partir de uma denúncia, um absurdo esquema é descoberto. Diluição de desinfetantes que são comprados pelos hospitais, o que prejudica a conter avanço/ação de fortes bactérias. Uma investigação mais profunda sobre o caso é de uma editoria de esportes, o que coloca em xeque também parte da imprensa.

Chocante. A ganância, o poder. Há um clima tenso durante todo o filme, que abre em vertentes que mostra a investigação de incansáveis jornalistas, uma troca no comando do ministério da saúde, um pai em luto e uma sobrevivente tentando buscar levantar sua vida após o trauma que viveu. Fugindo um pouco do foco, ou por outro ponto de vista até mesmo indo bem além da superfície, ou em outro abrindo portas de mais sujeira no sistema de saúde romeno ou até mesmo nas entrelinhas destacando a força do papel da imprensa, Collective é um filme importante e merece ganhar debates pelo mundo.

 

Gorbachev.Céu (Letônia/República Tcheca, 2021)

Se não eu, e se não agora, quem? Herói russo? Reconhecido por seus feitos em boa parte da Europa mas na Rússia não? Um bolchevique teimoso? Selecionado para a Competição Internacional de Longas do Festival É Tudo Verdade 2021, Gorbachev.Céu mostra opiniões e lembranças do oitavo e último líder da União Soviética, Mikhail Gorbachev, gestor de uma grande reforma em sua parte comandada do mundo e que podemos dizer que deu um nó no planeta, responsável pela Perestroika e Glasnost em meados da década de 80. Vamos sendo testemunhas oculares de sua rotina, agora já mostrando diversas fragilidades que chegam com a idade avançada, além de termos uma grande aula sobre história mundial através desse hábil contador de histórias, uma figura histórica, mundialmente conhecida que ainda se vê como socialista tendo Lênin (Organizador do Partido Comunista Russo) como seu Deus. Dirigido pelo cineasta ucraniano Vitaly Mansky.

A modelagem do documentário é bastante ágil e dinâmica, uma entrevista cheia de caminhos e momentos de grande reflexão, praticamente a história da Rússia das últimas décadas passando na frente de nossos olhos através da opinião sempre firme desse ex-chefe de sua nação, filho de pai ucraniano e mãe russa. Mesmo demasiadamente curioso nos detalhes do apartamento do entrevistado, o documentário consegue preencher lacunas importantes sobre muitas das figuras políticas mencionadas por Gorbachev, o que acaba virando um ótimo complemento dos contextos detalhados de maneira bem simples e didática.

Alguns assuntos ficam com suas respostas jogadas pelas inúmeras entrelinhas, mesmo quando o entrevistador faz perguntas bem incisivas, como por exemplo a ampla questão sobre a democratização dos contornos após o fim da União Soviética e os detalhes de seu encontro com o ex-presidente norte-americano Ronald Reagan. Mesmo com a Rússia voltando a não-liberdade como sua forma natural de existência, vemos a todo instante seu brilho no olhar desse ex-advogado que governou a União Soviética de 1985 até 1991, deixando o poder depois de traições e manobras políticas de figuras conhecidas do enorme país que tem em Moscou como sua capital.

Esse projeto deveria ser complemento escolar para todas as gerações que estão estudando as décadas recém passadas e todos os rumos, seus porquês, que o mundo tomou. Tem fatos que o cinema ensina em um ritmo fluente de narrativa objetiva que muitas vezes gera a sensação de estarmos folheando livros e mais livros.

 

Fuga (Flee, Dinamarca, 2021)

A amizade como ajuda na cura de feridas do passado. Baseado em fatos reais, uma história muito próxima do diretor desse projeto, o cineasta dinamarquês Jonas Poher Rasmussen, consegue ser muito criativo usando a técnica de animação para criar um ambiente respeitoso e criativo para um homem pronto para contar sua história, esse que escrevia em um caderno velho suas verdades até aqui agora às vésperas de casar ele precisa enfrentar seu passado. Por meio de memórias e até algo parecido com um relaxamento, quase em ponto de hipnose, voltamos ao ano de 1984 em Cabul (Afeganistão), onde toda avalanche de situações dramáticas deram início na vida do protagonista. Descoberta de sua sexualidade, guerras civis, países saindo do comunismo, fugas e mais fugas. Somos testemunhas de uma incrível história que passa por muitas questões globais. Fuga, ou Flee no original, foi o filme de abertura do Festival É Tudo Verdade de 2021.

Não deixa de ser uma história contada por conta da amizade entre o diretor e seu protagonista, um velho amigo desde os tempos onde não muitos imigrantes chegavam na capital da Dinamarca, Copenhage. Amin, nosso protagonista, é um homem já pensando no pós-doutorado em Princeton (EUA) mas que ninguém perto dele sabe sobre seu passado, só que é afegão e chegou na Dinamarca e de lá nunca mais saiu. Decidido em enfrentar seu passado para poder oferecer seu amor em 100% ao seu namorado com quem pretende construir uma família e morar junto, ao amigo dos tempos de colégio resolve contar as suas verdades sobre como chegou até ali. Passamos a conhecer o Afeganistão e sua relação com a família, o misterioso sumiço do pai e uma fuga desesperada para fugir dos novos domínios da região onde vivia. Chega em Moscou, nessa fuga, enfrenta outro fato histórico mundial, na época que chega, um ano após o comunismo e testemunha de situações tristes: pessoas morrendo de fome, mercados sem nada, moeda desvalorizada, muitos crimes, polícia impiedosa. Nesse período até a chegada do Mc’Donalds à Rússia ele testemunha.

Paralelo as fugas que dominaram grande parte de sua vida, vamos conhecendo os pensamentos de Amin desde cedo. As histórias de aviação da irmã, mesmo que pudessem ser enormes invenções o deixava com as asas prontas para sonhar, sem nunca pensar que seus próximos dias, semanas, meses e anos seriam como se fossem um enredo de filme dramático, praticamente lutando para existir, fugindo de muitos males que encontra pelo caminho, buscando uma identidade mesmo que para isso a jornada tenha que ser feita sozinha, longe de todos que ama. Passa por dezenas de constrangimentos, se enche de vergonha sem saber ao certo como sobreviver em meio ao mundo que consegue enxergar até ali. Descobre sua sexualidade cedo, mesmo que até a adolescência ainda seja confuso para ele pois no Afeganistão os homossexuais ‘não existiam’, davam vergonha para a família, um lugar difícil de se aceitar ser gay.

 

Fuga (Flee) nos provoca reflexões que vão desde as políticas mundiais, os horrores de uma guerra civil descontrolada, sangrenta e impiedosa, o capitalismo, até os traumas que vivem dentro de nós e muitas vezes nos travam de seguir em frente. Contando suas verdades, Amin se liberta. É lindo ver isso diante de nossos olhos, como testemunhas de mais esse renascimento de um homem que merece demais que a paz e a felicidade nunca mais deixem de estar por perto.

Os Cavaleiros do Zodíaco vai virar filme? Relembre a época que eles pararam o Brasil

Pode parecer brincadeira, mas foi confirmado que Os Cavaleiros do Zodíaco vai mesmo ganhar um filme live action e com um elenco de peso. O longa vai ser dirigido por Tomasz Baginski, produtor-executivo de The Witcher, e se chamará Saint Seiya. J.J. Jr. Mackenyu, filho do saudoso Sonny Chiba, será o Seiya de Pégaso. Madison Iseman será a coprotagonista, interpretando a Athena. Mas o que chama a atenção são os nomes de Sean Bean, Famke Janssen, Nick Stahl, Diego Tinoco e Mark Dacascos no elenco. E pegando a onda de empolgação da galera, vamos relembrar aqui o clássico anime dos Cavaleiros que era exibido na Manchete e falar sobre como foi aquele fenômeno. Até porque, sempre exibiram animações japonesas no Brasil, desde a década de 60, Oitavo Homem já passava na extinta TV Tupi. Só que não havia e nem se sabia dessa distinção. Eram desenhos animados iguais a qualquer outro.

Tudo mudou a partir de setembro de 1994 com a chegada dos Cavaleiros do Zodíaco. Aliás, não foi só isso que mudou por aqui depois dos Defensores de Athena, grupos de fãs começaram a organizar encontros, um acontecimento único aconteceu e com o tempo as convenções de cultura japonesa foram criadas. Com isso uma nova e gigantesca perspectiva de mercado se abriu, e até hoje a fonte parece ser inesgotável, mesmo com a TV aberta não dando mais tanta bola para isso, os serviços de streaming supriram essa lacuna. Sem falar nos portais e blogs que disponibilizam diversos animes e mangás diariamente. Mas antes da gente chegar nesse ponto, muito aconteceu, principalmente no que envolve Os Cavaleiros do Zodíaco – até porque tudo meio que convergiu para que a coisa funcionasse.

A Santoy, que era a licenciadora do anime nas américas, já havia oferecido o material para canais como Globo, SBT e Band, que recusaram de imediato. E não porque o pacote era caro ou algo do tipo, muito pelo contrário, Os Cavaleiros do Zodíaco seria disponibilizado na verdade sem nenhum custo, o que a Santoy e a Bandai pediam era que apenas exibissem a propaganda dos seus produtos. Como os bonecos dos Cavaleiros, por exemplo.

Porém depois das principais emissoras recusarem, restou apenas a Rede Manchete, que incialmente não tinha interesse em exibir o material. Na época, o chefe do departamento de audiovisual do canal, Eduardo Miranda, que também era responsável por analisar a grade de programação desse tipo de, diz que foi chamado junto aos demais executivos da Manchete e o licenciador da Santoy para assistir algumas cenas desse tal anime. Só que todos ali ficaram chocados pelo alto nível de violência aparentemente gratuita. O estúdio reuniu algumas cenas de lutas, muitas delas cheias de sangue e com bastante impacto gráfico. Miranda fala que a gota d´água foi o momento em que Shiryu corta os pulsos e banha as armaduras com sangue. Ainda atordoados, ele e os demais representantes da Manchete falaram que não tinham interesse, pois estavam exibindo uma programação mais leve, com base nos desenhos da Hanna Barbera, além dos tokusatsus que era algo habitual desde a geração anterior.

O licenciador achou um absurdo, disse que o anime estava fazendo sucesso no mundo todo e que era loucura ele recusar a proposta. Eduardo então pediu para que eles disponibilizassem o desenho, pois assim podia avaliar melhor. E mesmo com muito má vontade, a Santoy mandou o vídeo e o próprio Eduardo Miranda, que hoje é conhecido como o pai dos animes no Brasil, fala que finalmente percebeu a tamanha qualidade e inovação que aquilo tinha na época. Pouco tempo depois de estrear, Os Cavaleiros do Zodíaco basicamente triplicou a audiência da Manchete. Em tempos áureos, conseguiam bater 16 pontos no IBOPE, ultrapassando o SBT e rivalizando com a Globo. A própria Globo não dava nenhuma bola para nada que não fosse da casa, mas a presença de Saint Seiya foi tão forte que conseguiu romper essa barreira e no programa da Xuxa a gente via a dupla Larissa e William, os garotos que cantavam a abertura do desenho, se apresentando acompanhados por uns sujeitos vestidos como os Cavaleiros.

Obviamente a ideia da Santoy de difundir seus produtos aqui também deu certo. Quer dizer, deu muito certo. O orçamento que eles planejavam inicialmente na verdade quadruplicou. Falam que no Natal de 1995, a Santoy fretou um avião Hercules para trazer mais mercadorias, já que as remeças que fizeram para o Brasil haviam acabado em uma semana e várias pessoas estavam encomendado outras centenas de bonecos. Sim, os bonecos eram o carro chefe, mas mochilas, lancheiras, revistas, álbuns de figurinhas, jogos e artigos musicais eram vendidos a rodo.

Os Cavaleiros do Zodíaco foi uma produção também preponderante para os animes adentrarem de vez no Brasil. Depois deles a Manchete investiu nos clássicos Yu Yu Hakusho, Sailor Moon, Shurato. O SBT passou a exibir Dragon Ball, Guerreias Mágicas e Street Fighter Victory. A Globo mais tarde pegou Sakura Card Captors, Dragon Ball Z e Digimon. A Record ficou com Pokémon. A Band também com Dragon Ball Z e Bucky. Aliás, a Band protagonizou mais tarde o segundo estouro dos Cavaleiros, quando, em 2004, redublaram o antigo desenho e pegaram os episódios remasterizados. Todo mundo voltou a falar do anime e novos produtos voltaram a circular nas lojas.

Falando nisso, Saint Seiya não trouxe consigo só mais materiais, os executivos da tv perceberam que era preciso respeitar aquele tipo de mídia e muitas vezes dedicavam horários especiais para eles. As revistas de cultura pop cresceram no Brasil como nunca havia acontecido antes. A extinta revista Herói, por exemplo, é um veículo que deve muito aos Seiya e seus amigos. Vários outros mangás também passaram a ser publicados por aqui. Os fãs cresciam cada vez mais e queriam conferir novas obras. Aliás, outra categoria que passou a ser reconhecida e ter mais relevância na mídia após esse fenômeno dos Cavaleiros foram os dubladores. Figuras geralmente relegadas ao anonimato, mas que a partir daí começaram a ter fãs e serem chamados aos eventos. E tanto a dublagem de São Paulo, que eram geralmente responsáveis por esse tipo de produto, quanto a do Rio de Janeiro, que recebia mais filmes, reverenciam até hoje a importância dos Cavaleiros.

Antigamente as crianças e adolescentes do Brasil só falavam e respiravam esse desenho. Há histórias inacreditáveis contadas por produtores e editores das mais variadas empresas que trabalhavam com a marca. Existe um caso bizarro que ocorreu na época, inclusive o próprio Eduardo Miranda já falou a respeito dessa história – e quem viveu isso sabe que era comum cada moleque se auto intitular tal personagem. Com a chega dos signos então dos Cavaleiros de Ouro é que viviam dizendo que eram da casa de Leão, de Câncer, de Aquarius, só que todos na verdade eram de Virgem, se é que vocês me entendem…. Voltando à história maluca, um grupo de cinco garotos fugiram de um bairro daqui dizendo que iam encontrar Athena e chegaram a para em outro estado. É, os anos 90 foram bem doidos.

Mas qual era então o segredo para esse sucesso, será que o anime era mesmo isso tudo a nível de qualidade? O que podemos dizer hoje é que sim e não. Pois é, já peço desculpas aos fãs, eu também sou, mas não há como negar que CDZ impressionou como uma produção da época e que hoje muita coisa parece brega e melodramática. As tramas são muito repetitivas e os diálogos de uma grandiloquência demasiada. Ainda que para muita gente, tudo isso seja um charme. Por outro lado, é claro que há diversas qualidades, e muitas delas já são suficientes para justificar tal impacto por aqui. Foi a primeira experiência que a gente teve em relação a continuidade narrativa em desenhos animados.

Assim como nossos pais acompanhavam as novelas, a gente aguardava ansiosamente o desfecho dos próximos capítulos. Foi ali também que vimos personagens humanos, com várias emoções, chorando, sorrindo e lutando por um ideal. Aliás, as lutas por si só já eram suficientes boas para manter qualquer moleque preso na frente da tv. Jamais tinha se visto tanto sangue numa animação para a tv aberta. Mas sem duvidas o grande segredo dos Cavaleiros conquistar a gurizada era a ideia de usar amizade para vencer qualquer obstáculo. Nesse sentido, não há como criticar Os Cavaleiros do Zodíaco. É de longe o aspecto mais bacana da série e que acabou sendo algo recorrente em diversas outras produções do estilo.

Felizmente, além das já conhecidas sagas clássicas tiradas do mangá de Masami Kurumada, existem coisas fantásticas e totalmente novas como The Lost Canvas. Da mesma maneira, é preciso destacar aqui o mérito do saudoso Shingo Araki, por dar outra vida a produção. O traço original de Kurumada nos mangás era muito inferior ao que as pessoas conheceram no anime, esse sim assinado por Araki. Ele não precisou mudar o conceito do original, como fizeram em Lost Canvas, só remodelou e deu um acabamento. É outro nível. A trama do anime, apesar de se delongar, é muito mais plausível que a ideia do mangá, que trazia Mitsu Masakido como pai de 100 crianças que iriam treinar em várias partes do mundo e só alguns sobreviveriam. A inserção da fase de Asgard, completamente inédita em relação ao material original, foi um acerto e tanto também. Outro ponto em que o anime leva vantagem sobre o mangá é no início da saga de Hades, especificamente nos 13 primeiros episódios. O ápice em qualidade de trama e estética que Os Cavaleiros do Zodíaco já chegaram. Infelizmente as partes do Inferno e principalmente dos Elísios foram sabotadas pelo próprio Kurumada. Mas isso é uma outra história.

Foram muitos os spin-offs criados ao longo do tempo. Tivemos também Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega, que trouxe de volta a Toei como o estúdio encarregado da série. Assim como os mangás da Saga G que trazia Aioria como personagem principal. A continuação oficial Saint Seiya: Next Dimension, escrita pelo próprio Kurumada, que mescla o futuro pós Hades com o que aconteceu nas Guerras Santas. Já Soul of Gold tem uma história totalmente focada nos Cavaleiros de Ouro e passada em Asgard. Não é lá grande coisa, mas vale conferir. O mesmo acontece com o anime de Saint Sho, que traz as aventuras de algumas guerreiras chamadas de Saintias, se passando também em paralelo a saga clássica. Uma adaptação livre focada em personagens femininas. O desenho em CG da Netflix foi rechaçado, mas apesar do visual risível, a história é legal. E o filme A Lenda do Santuário conseguiu levar uns marmanjos para o cinema. Muita gente ainda acompanha essas produções por aqui, não à toa teremos agora esse novo filme de maiores proporções. O bom é que se não der certo, daremos boas risadas.

Angelina Jolie tinha medo pela vida dos filhos quando morava com Brad Pitt; Entenda!

August 4th 2020 - Duchess Meghan of Sussex celebrates her 39th birthday. She was born Rachel Meghan Markle in Los Angeles, California on August 4th 1981. - File Photo by: zz/KGC-375/STAR MAX/IPx 2017 11/27/17 Prince Harry and Meghan Markle at the official photocall announcing their engagement on November 27, 2017 at Kensington Palace. The couple are due to marry in Spring 2018. (London, England, UK)

Durante uma entrevista para o The Guardian, a atriz Angelina Jolie (‘Eternos’) deu detalhes sobre seu casamento com Brad Pitt (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’) e descreveu a convivência com o também ator como ‘assustadora’.

A estrela se abriu enquanto promovia seu novo livro, intitulado ‘Know Your Rights and Claim Them: A Guide for Youth’ (Conheça Seus direitos e Reivindique-os: Um Guia para a Juventude).

O casal permaneceu juntos ao longo de 12 anos, sendo sete de namoro e cinco de casamento, e criaram seis filhos: três biológicos e três adotivos.

Apesar de serem considerados como o casal mais glamouroso de Hollywood, Jolie afirma que não era nada romântico dividir a vida com o ex-marido.

Por conta da batalha pela custódia dos filhos, ela não pode dizer muito sobre o trauma que alega ter sofrido junto com as crianças, mas argumentou que as experiências foram o bastante para que ela ficasse preocupada com a segurança de todos.

Foi daí que surgiu o interesse em escrever seu livro, que conta com a supervisão da advogada Geraldine Van Bueren, ativista dos direitos das crianças desde 1989.

Pitt, que se recusou a participar da entrevista, é alvo de polêmicos vazamentos que indicam que os principais motivos para o fim da relação foram seu abuso de álcool e acusações de violência doméstica cometida por ele.

Jolie pediu o divórcio de Pitt em setembro de 2016, mas o super casal de Hollywood continua preso na disputa judicial pela guarda dos filhos que vem se estendendo desde então.

Ao que parece, o juiz encarregado doe caso, John Ouderkirk, foi afastado por seus julgamentos tendenciosos a favor de Pitt, mesmo com Jolie apresentando provas dos casos de traumas físicos e psicológicos que ela e as crianças vinham sofrendo.

Apesar de Pitt ter admitido seu problema com álcool e controle da raiva, ele negou todas as acusações, o que levou o processo a um estágio de guarda compartilhada meio a meio entre o ex-casal.

Jolie continua tentando manter a custódia geral dos filhos e afirma que a decisão do Tribunal é um equívoco porque um dos filhos, Maddox, foi impedido de testemunhar sobre as agressões sofridas.

Uma delas durante um voo particular da França para Los Angeles, como Jolie já havia dito antes do processo.

No entanto, como Maddox já tem 19 anos, ele é considerado um adulto e não está sujeito à custódia. Os outros filhos de Pitt e Jolie são Pax (17), Zahara (16), Shiloh (14), e os gêmeos Knox e Vivienne (13).

Em seu livro, Jolie critica os Estados Unidos por ser o único país que não ratificou integralmente a convenção das Nações Unidas sobre os direitos da criança (UNCRC), e que sucessivos governantes não apoiaram o projeto perante o Senado.

Ela ainda sugeriu que seu caso de custódia teria sido tratado de forma diferente se os Estados Unidos tratassem os direitos das crianças com mais seriedade.

Sarah Jessica Parker faz emocionante homenagem a Willie Garson, astro de ‘Sex and The City’

Actor Willie Garson and actress Sarah Jessica Parker arrive to the 2008 MTV Movie Awards at the Gibson Amphitheatre on June 1, 2008 in Universal City, California. (Photo by Jeff Kravitz/FilmMagic)

A atriz Sarah Jessica Parker prestou uma emocionante homenagem ao falecido ator Willie Garson, amigo de longa data e colega de elenco na série ‘Sex and The City‘. O astro faleceu nesta semana, aos 57 anos.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, a intérprete de Carrie Bradshaw compartilhou sua dor sobre a inesperada e trágica perda do ator e refletiu a respeito de sua extensa amizade com ele.

Na ocasião, ela ainda compartilhou dezenas de fotos ao lado de Garson, com quem contracenou ao longo de 25 anos na série ‘Sex and The City‘, nas sequências suas duas cinematográficas e no vindouro revival ‘And Just Like That…‘ que estreia em breve na HBO Max.

Confira:

“Está insuportável. Às vezes, o silêncio é uma declaração. Da gravidade. Da angústia. Da magnitude da perda de uma amizade de mais de 30 anos. Uma verdadeira amizade que permitiu segredos, aventura, uma família profissional compartilhada, verdade, concertos, viagens de carro, refeições, telefonemas tarde da noite, uma devoção mútua à paternidade e todas as dores e alegrias que a acompanham, triunfos, decepções, medo, raiva e anos passados ​​nos sets (mais especialmente no apartamento de Carrie) e rindo até tarde da noite como Stanford e Carrie e Willie e SJ. Willie.

Vou sentir falta de tudo sobre você. E reprisarei nossos últimos momentos juntos. Vou reler todos os textos de seus últimos dias e colocar para escrever nossas últimas ligações. Sua ausência é uma cratera que encherei com a bênção dessas memórias e de todas aquelas que ainda estão em recesso e que ainda por vir à tona. Meu amor e minhas mais profundas condolências a você, querido Nathen. Você foi e é a luz da vida de Willie e sua maior conquista foi ser seu papai.

Estas foram suas últimas palavras para mim. ‘Muito amor por todos os lados”, sim.
Que Deus esteja contigo, Willie Garson.
RIP”.

A causa da morte ainda não fora revelada.

A informação do falecimento do ator foi compartilhada pelo filho do artista, Nathen Garson, que prestou uma bela homenagem ao pai por meio de sua conta oficial do Instagram.

Na ocasião, Nathen se despediu de Garson, agradecendo pelo tempo que teve ao lado do pai.

Confira a homenagem:

“Eu te amo muito, papai. Descanse em paz e estou tão feliz que você compartilhou todas as suas aventuras comigo e foi capaz de realizar tanto. Estou tão orgulhoso de você. Sempre vou te amar, mas acho que é hora de você partir em sua própria aventura. Você sempre estará comigo. Amo você mais do que você jamais saberá e eu fico feliz que você possa estar em paz agora. Você sempre foi a pessoa mais durona, engraçada e inteligente que conheci. Fico feliz que você compartilhou seu amor comigo. Nunca vou esquecê-lo ou perdê-lo”.


Garson nasceu em Highland Park, Nova Jersey, em 1964. Alguns de seus primeiros trabalhos foram nas séries ‘Family Ties‘, ‘Cheers‘ e ‘The New Gidget‘.

Seus grandes destaques foram em ‘White Collar‘ e ‘Sex and The City‘. Na primeira série, Garson deu vida ao personagem Mozzie. Já na amada produção da HBO, ele interpretou o melhor amigo gay de Carrie Bradshaw, Stanford Blatch.

Além de estrelar toda a série, o personagem fez o seu retorno nos dois filmes da franquia, assim como aparecerá na primeira temporada do revival, intitulado ‘And Just Like That…“, da HBO Max.

A HBO/HBO Max prestou uma homenagem ao falecido ator, por meio de um comunicado enviado à revista EW.

“Willie Garson era tanto na vida, como na tela, um amigo dedicado e uma luz brilhante para todos em seu universo. Ele criou um dos personagens mais queridos do panteão da HBO e foi membro de nossa família por quase 25 anos. Estamos profundamente tristes ao saber de sua morte e estendemos nossas sinceras condolências à sua família e entes queridos”. 

 

Criador de ‘Round 6’ comenta sobre a possibilidade de novas temporadas; Confira!

Na semana passada, chegou à Netflix a série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que rapidamente se tornou um fenômeno entre os assinantes.

Ocupando as primeiras posições no TOP 10 da plataforma, a série é uma espécie de ‘Jogos Vorazes‘, a produção escrita e dirigida por Hwang Dong-hyuk acompanha 456 pessoas que participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões de won.

Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as seis fases do jogo, mas a sentença para os perdedores é a morte.

A popularidade da série é tanta, que vários fãs já estão pedindo por mais temporadas.

Durante uma entrevista para a Variety, Dong-hyuk foi questionado sobre o assunto e disse que ainda não há planos para novos episódios.

“Eu não tenho planos bem desenvolvidos para novas temporadas. Sinceramente, é muito cansativo só de pensar nisso. Mas se eu fosse fazer, certamente não faria sozinho. Eu consideraria usar uma equipe de roteiristas e gostaria de trazer vários diretores experientes.”

Desde a estreia, a produção tem sido comparada a filmes como ‘Battle Royale’ eJogos Vorazes, mas o cineasta revelou quais foram suas verdadeiras inspirações para criar a atração.

“Na verdade, eu me inspirei muito nos quadrinhos e animações japonesas ao longo dos anos. Venho desenvolvendo este projeto há mais de 10 anos… Quando eu comecei, eu estava falido e passava muito tempo em cafeterias lendo quadrinhos, incluindo ‘Battle Royale’ e ‘Liar Game‘. Comecei a me perguntar como me sentiria se participasse desses jogos. Mas achei tudo muito complexo, então preferi usar jogos infantis em ‘Round 6‘.”

Nas redes sociais, os elogios vão desde o roteiro, à direção e às atuações do elenco, fazendo a atração se tornar uma das mais comentadas de 2021 em tão pouco tempo.

Os fãs já estão até compartilhando os melhores momentos da trama, que além dos momentos de tensão também consegue arrancar sorrisos e lágrimas.

Confira as publicações:

Mais uma atriz novata perfeita para gente guardar o nome para os próximos papéis #SquidGame #Round6 #JungHoYeon pic.twitter.com/NPtaHdFzLt

Confira o trailer:

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

‘House of the Dragon’: Ator de ‘O Hobbit’ e mais seis nomes são anunciados na derivada de ‘Game of Thrones’; Confira!

Através do Twitter, a página oficial de House of the Dragon‘, anunciou que mais set astros foram adicionados ao elenco da série derivada de ‘Game of Thrones‘.

Entre os escalados estão Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).

McTavish será Sor Harrold Westerling, antigo soldado da Guarda Real desde os dias do Rei Jaehaerys e considerado um exemplo de cavalheirismo e honra.

Spokes será Lord Lyonel Strong, o Mestre das Leis do Rei Viserys e Senhor de Harrenhal.

Needham será Larys Strong, o filho mais novo do Mestre em Leis Lyonel Strong, levado ao tribunal por seu pai.

Paterson será Lord Lyman Beesbury, o Senhor de Honeyholt e Mestre da Moeda no pequeno conselho do Rei Viserys.

Corr será Sor Harwin ‘Breakbones’ Strong, considerado o homem mais forte dos Sete Reinos. Sor Harwin é o filho mais velho do Mestre das Leis, Lyonel Strong, e herdeiro de Harrenhal.

Hall será Lord Jason Lannister, Senhor de Casterly Rock e gêmeo de Sor Tyland Lannister, também interpretado por ele e descrito como um político astuto e calculista.

Horovitch será o Grande Maester Mellos, uma voz da razão e conselheiro de confiança do Rei Viserys.

Confira o anúncio:

Lembrando que House of the Dragon‘ tem estreia prevista para o ano que vem na HBO.

A história é ambientada 300 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.