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‘O Mandaloriano’ conquista três prêmios do Creative Arts Emmy Awards 2021

A 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ manteve o altíssimo nível da série – e seu sucesso foi reconhecido no anúncio dos indicados ao Emmy Awards 2021.

Durante a cerimônia de revelação dos ganhadores do Creative Arts Emmy Awards 2021, a produção já conquistou nada menos que três estatuetas: Melhor Maquiagem ProstéticaMelhor FotografiaMelhor Mixagem de Som.

‘O Mandaloriano’ também concorre em diversas outras categorias, incluindo Melhor DramaMelhor Ator Coadjuvante em Série de Drama para Giancarlo Esposito Melhor Ator Convidado em Série de Drama para Timothy OlyphantCarl Weathers.

Os vencedores serão revelados no dia 19 de setembro.

Lembrando que o próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘WandaVision’ já ganhou duas estatuetas do Emmy Awards!

‘WandaVision’ foi uma das produções de maior sucesso do cenário seriado de 2021 e, durante a revelação dos vencedores do Creative Arts Emmy Awards, que antecede a premiação dos Emmy Awards, a minissérie conquistou duas estatuetas: Melhor Figurino Fantaisa/Sci-fi Melhor Design de Produção para Programa de Meia Hora.

Lembrando que a série ainda compete em outras 14 categorias, incluindo Melhor Atriz em Série Limitada para Elizabeth OlsenMelhor Ator em Série Limitada para Paul BettanyMelhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada para Kathryn HahnMelhor Série Limitada.

Os vencedores serão anunciados no dia 19 de setembro.

Os fãs podem assistir a mais detalhes e segredos da obra no documentário Avante: Os Bastidores de WandaVision’, que já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Junte-se a Elizabeth OlsenPaul Bettany e o time criativo de ‘WandaVision’ conforme o episódio puxa as cortinas nessa série revolucionária. Descubra como os conceitos da produção tomaram forma e se inspiraram em clássicas sitcoms. Testemunhe como a equipe fez grandes esforços para emular inúmeros métodos fílmicos usados durante anos na televisão. Descubra os desafios únicos e as recompensas de construir um episódio inteiro em frente a uma audiência ao vivo. Passe algum tempo com os novatos do MCU, como Teyonah ParrisKathryn Hahn, além de reunir com favoritos como Kat DenningsRandall Park.

‘O Gambito da Rainha’: Aclamada minissérie da Netflix já levou 7 estatuetas do Emmy para casa

O Gambito da Rainha tornou-se uma das melhores produções originais da Netflix da última década e continua colhendo frutos.

Na cerimônia de premiação do Creative Arts Emmy Awards, evento que precede o Emmy Awards, a minissérie conquistou nada menos que sete estatuetasMelhor Fotografia para Série LimitadaMelhor Figurino de ÉpocaMelhor Maquiagem de Época Não-ProstéticaMelhor Montagem para Série LimitadaMelhor Design de Produção de ÉpocaMelhor Edição de Som para Série LimitadaMelhor Mixagem de Som para Série Limitada.

Lembrando que a série ainda concorre em mais 10 categoriasAnya Taylor-Joy é a favorita para levar o prêmio de Melhor Atriz em Série Limitada para casa por sua incrível performance como Beth Harmon; outras nomeações incluem Melhor Série LimitadaMelhor Ator Coadjuvante em Série Limitada para Thomas Brodie-SangsterMelhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada para Moses Ingram.

Os vencedores serão anunciados em 19 de setembro.

A série é baseada no romance homônimo de Walter Trevis, lançado em 1983.

O que fazer quando tudo o que resta é a vitória? ‘O Gambito da Rainha‘ retrata a ascensão de uma jovem prodígio do xadrez, do orfanato à fama. Mas a genialidade tem seu preço.

Anya Taylor-Joy (Os Novos MutantesFragmentado) estrela a produção. Bill CampMarielle HellerThomas Brodie-SangsterMoses IngramHarry Melling e outros completam o elenco.

Clint Eastwood descarta aposentadoria: “Eu amo filmes e gosto de fazê-los”

Clint Eastwood é um dos nomes mais conhecidos e importantes do cenário cinematográfico e, aos 91 anos, continua na ativa.

Diferente do que algumas pessoas poderiam pensar, o diretor, produtor, roteirista e ator não tem qualquer intenção de se aposentar. Em uma recente entrevista ao site Parade, Eastwood disse que sempre está pensando em projetos futuros e que é apaixonado por filmes – motivo pelo qual não quer abandoná-los.

“Acho que não”, ele disse, quando questionado sobre encerrar sua carreira. “Estou constantemente descobrindo o que vou fazer depois. Ainda amo pegar a ideia de alguém, seja um livro ou uma peça, e desenvolvê-la. Talvez outras pessoas querem fazer alguns filmes e desistir, e isso é ótimo. Talvez elas tenham outra coisa que as deixem ocupadas. Eu não. Eu amo filmes e gosto de fazê-los”.

Lembrando que Eastwood retorna em breve com o drama faroeste Cry Macho, que chega aos cinemas de todo o mundo em 22 de outubro de 2021.

Confira o trailer:

Baseado no romance homônimo escrito por N. Richard Nash em 1975, o roteiro foi lapidado por Nick Schenk (‘Gran Torino’) a partir dos rascunhos desenvolvidos pelo próprio Nash, falecido em 2000.

A trama acompanha um criador de cavalos de raça e ex-astro do rodeio aceita o trabalho de transportar um jovem do México para o Texas, para longe de sua mãe alcoólatra.

Durante a viagem, os dois desenvolvem laços inesperados e aprendem muito um com o outro, e o cavaleiro cansado do mundo pode encontrar seu próprio senso de redenção ensinando ao menino o que significa ser um bom homem.

Eduardo Minett e Dwight Yoakam completam o elenco.

Eastwood também entra como produtor ao lado de Al RuddyJessica MeierTim Moore.

Cry Macho será o retorno de Clint Eastwood como ator desde A Mula, drama lançado em 2018.

Sigourney Weaver revela qual é o seu filme favorito da franquia ‘ALIEN’

Em entrevista ao Collider, Sigourney Weaver, interprete da icônica Ellen Ripley, foi questionada qual seu filme favorito da franquia ‘Alien‘. Sem surpresas, a atriz escolheu o segundo filme, ‘Aliens: O Resgate‘, que é considerado pela maioria o melhor da saga.

“Nossa, isso é difícil. A história que foi melhor construída para a personagem foi em ‘Aliens – O Resgate’. Jim [Cameron] tem um senso incrível de construção de narrativa. Tirar essa personagem do hiper-sono, fazer com que ninguém acredite nela e deixá-la exilada nesse limbo sem credibilidade e descobrir que sua família está morta. Essa é a estrutura da trama da Ripley em ‘Aliens’, então ela acaba encontrando uma nova família no final.”

Ela completa, “Toda a estrutura daquela história foi ótima. Foi um arco incrível para a personagem. Nesse segundo, o segundo filme é o mais satisfatório para a Ripley.”

A franquia vai ganhar uma série em 2023 no canal FX, revelou o diretor Noah Hawley (‘Legion’). A Ripley não fará parte da produção.

“[A série] não será uma história sobre a Ripley. Ela é um dos maiores personagens de todos os tempos, e acredito que sua história já foi contada perfeitamente. Não quero mexer com isso. Além disso, a trama será ambientada no planeta Terra. Os aliens estão sempre presos; presos em uma prisão, presos em uma nave. Pensei que seria interessante explorar o contrário para que os riscos de ‘o que acontece se não os contermos?’ fossem mais imediatos.”

Ele completa, “Em algum nível, também é uma história sobre desigualdade. Na trama, vocês irão ver pessoas que enviam outras para fazerem o trabalho pesado. Então, vocês verão o que acontece quando a desigualdade contra a qual lutamos atualmente não for resolvida. Se nós, como sociedade, não conseguirmos descobrir como apoiar uns aos outros e distribuir a riqueza, então o que vai acontecer conosco? Você pode esperar por uma aventura assustadora e cheia de suspense, que se passará em um futuro não muito distante aqui na Terra.”

Ao contrário dos filmes, a trama se passará na Terra, em um futuro próximo.

Confira as primeiras imagens promocionais:

 

Netflix vai ganhar série de vampiros produzida por Emma Roberts; Confira a sinopse!

De acordo com a Variety, as atrizes Imani Lewis (‘The Get Down’) e Sarah Catherine Hook (‘Monsterland’) foram escolhidas como as protagonistas de First Kill’, vindoura série de vampiros da Netflix

Hook dará vida à vampira adolescente Juliette, que se prepara para fazer sua primeira vítima na tentativa de provar seu valor em um poderoso clã de vampiros.

Lewis será Calliope, uma menina recém-chegada à cidade e que se torna o principal alvo de Juliette. Mas, para a surpresa da vampira, Calliope é a mais nova aprendiz de uma famosa família de caçadores de vampiros.

Enquanto tentam lidar com a situação, ambas vão descobrir que matar uma a outra será mais difícil do que esconder os sentimentos que surgem entre elas.

Produzida por Emma Roberts (‘Scream Queens’), a série é baseada em um conto escrito por Victoria ‘V.E.’ Schwab, e terá oito episódios em sua 1ª temporada.

Felicia D. Henderson (‘The Quad‘) será a showrunner.

Por enquanto, maiores detalhes não foram divulgados, então não há informações sobre o restante do elenco e nem previsão de estreia.

10 Remakes de Ficções Científicas Clássicas

O amanhã contado hoje. Essa sempre foi a proposta da ficção científica, gênero iniciado em obras literárias que depois migrou para o cinema. Bem, se formos pensar que por um lado, um dos primeiros filmes produzidos na sétima arte se tratava justamente da ida do homem à lua, numa era antes de tal concretização, no lendário filme de Georges Méliès, Viagem à Lua (1902), podemos afirmar que as entranhas do cinema em seus primórdios está intimamente ligada à ficção científica.

Muitas histórias originais continuam a ser contadas centenas de anos depois, e a ficção segue presente, mais aceita em nossa rotina do que nunca – a tecnologia antes apenas imaginada é parte de nosso dia-a-dia. Mas outras tantas são reimaginadas para uma realidade mais atual. E se existe gênero do cinema que merece ser revisitado para uma melhor adequação e interpretação, este gênero é a ficção científica.

Resolvemos criar nossa nova lista, com as ficções clássicas que ganharam novas roupagens. Então, prepare-se para a viagem rumo a futuro.

Crítica HBO| Fahrenheit 451 – ficção científica prevê os rumos sombrios de nossa sociedade

01 | Fahrenheit 451

O futuro onde os bombeiros tem por profissão atear fogo e não apaga-lo, em especial em livros que retratam o livre pensamento da sociedade, numa completa analogia ao fascismo, é uma ideia saída da mente do romancista Ray Bradbury.

Em 1966, o conto do autor foi transformado em obra cinematográfica, comandada por ninguém menos do que o lendário diretor francês François Truffaut – um dos nomes responsáveis pela nova onda do cinema do país na década, a nouvelle vague. O longa de Truffaut foi inclusive indicado a alguns prêmios, como no Festival de Veneza e no BAFTA, o Oscar inglês.

Cinquenta e dois anos depois e ganhamos uma roupagem mais arrojada e moderna, com comentários sociais ainda mais relevantes dentro de nossa cultura. Michael B. Jordan, Michael Shannon e Sofia Boutella são o trio de protagonistas talentosos comandados pelo cineasta Ramin Bahrani nesta reimaginação.

02 | Rollerball

Futuros totalitários sempre renderam muito assunto dentro da ficção científica. A perda da liberdade é um dos maiores medos do ser humano e uma luta da civilização ainda nos dias de hoje. Governos ditatoriais tiram os direitos do cidadão e do trabalhador – parece apenas ficção, mas é a realidade em muitos cantos do planeta. No quesito, Rollerball possui muitas semelhanças com Fahrenheit 451, mas ao contrário de simplesmente retirar o direito ao pensamento do povo, aqui ele é anestesiado pelo esporte e falsos ídolos – tema similar levantado no conto de Stephen King que rendeu o filme O Sobrevivente (1987), com Arnold Schwarzenegger.

Em 1975, Rollerball, com roteiro original de William Harrison (baseado em seu conto “Roller Ball Murder”) e direção de Norman Jewison (No Calor da Noite, 1967), mostrava um esporte sangrento, que era o combustível movendo o futuro. Os jogadores, encabeçados por James Caan, eram ídolos criados e derrubados, sem muita vez para o comando de suas vidas e carreiras.

Vinte e sete anos depois, em 2002, numa época em que o público já abraçava filmes de super-heróis, como Homem-Aranha e X-Men, como as fontes de suas energias no cinema, uma nova versão de Rollerball dirigida por John McTiernan (O Predador e Duro de Matar) passava em branco. Tudo bem que o tema sem a mesma pegada de conteúdo no subtexto, tratado apenas como entretenimento, e atores oscilantes em qualidade performática, vide Chris Klein, Rebecca Romjin e LL Cool J, protagonizando, não ajudaram muito.

03 | Guerra dos Mundos

Outro tema muito utilizado em ficções científicas clássicas, em especial durante o medo da Guerra Fria nas décadas de 1950 e 1960, era o da invasão alienígena. Clara alegoria ao comunismo e o medo de que os Russos chegassem dominando em seu território, diversas obras norte-americanas frisavam o pavor desta “visita” intergaláctica.

Muitos anos antes do sucesso da década de 1990, Independence Day, o autor H.G. Wells imortalizava o conto da invasão de Marcianos à Terra em seu livro War of the Wolrds. Um fato curioso é que o icônico cineasta Orson Wells leu trechos do livro em um programa de rádio, antes da invenção da TV, e os ouvintes que pegaram o “bonde andando” acreditaram se tratar de uma invasão real. Era o poder da comunicação das “novas” tecnologias.

Em 1953 chegava a primeira grande adaptação do conto de Wells ao cinema, dirigido por Byron Haskin e intitulada no Brasil, A Guerra dos Mundos. Típico exemplar da época, apesar do sucesso, o filme ainda era tratado como produção B do cinema. 52 anos depois e a Paramount, retentora dos direitos da obra, trazia a coisa para o mainstream com dois verdadeiros pesos pesados envolvidos na produção: Steven Spielberg dirigindo e Tom Cruise estrelando.

Uma nova versão na forma de uma minissérie em 3 episódio está sendo produzida com lançamento próximo. Nesta nova roupagem, a trama se passa na época do filme original. Veja a imagem abaixo.

04 | O Dia em que a Terra Parou

Ainda no mote da invasão alienígena, mas com uma trama que subvertia o esperado de extraterrestres malignos e destrutivos, chegava alguns anos antes de A Guerra dos Mundos, O Dia em que a Terra Parou (1951).

Baseado no livro de Harry Bates, e dirigido por ninguém menos do que Robert Wise – de musicais clássicos como A Noviça Rebelde e Amor, Sublime Amor (West Side Story) – O Dia em que a Terra Parou narrava a história de um pacífico visitante de outro planeta, bem parecido com os humanos, tratado instantaneamente como ameaça inimiga. O recado da obra era o de aceitação, igualdade e pacifismo. A guerra era substituída pela bondade. E quem poderia esquecer o ameaçador robô Gort, protetor do alien Klaatu.

Cinquenta e sete anos depois, em 2008, e Keanu Reeves incorporava o visitante Klaatu na nova versão do clássico. Recheado de efeitos visuais, o filme perdia parte de sua essência e discurso, para se tornar um blockbuster pipoca. Mesmo assim, esta é uma obra subestimada, que merece novas chances. Dirigido por Scott Derrickson (Doutor Estranho), o filme conta ainda com Jennifer Connelly encabeçando um grande elenco.

05 | Os Invasores de Corpos

Várias ficções foram refilmadas e reimaginadas, mas nenhuma foi tantas vezes quanto Invasion of the Body Snatchers. Ainda no segmento alienígenas que querem nos dominar e substituir, a paranoia é a palavra chave desta obra baseada na série de revistas de Jack Finney. Na trama, o protagonista descobre estar no meio de uma conspiração intergaláctica, a qual o governo já está a par, aonde seres extraterrestres possuem nossos corpos, aprisionando-nos em casulos enquanto criam réplicas exatas de humanos.

Tudo começou em 1956, é claro, quando Don Siegel (Dirty Harry) lançou Vampiros de Almas. Depois, em 1978, foi a vez de Philip Kaufman (roteirista de Indiana Jones) lançar Os Invasores de Corpos, com Donald Sutherland à frente do elenco. Em 1993, Abel Ferrara (Vício Frenético) é quem estava por trás de Os Invasores de Corpos – A Invasão Continua. Todos apresentando o mesmo tema, readaptado às suas respectivas realidades no período. Por exemplo, a versão de 1993 é mais voltada ao militarismo, com ocorrências dentro do governo americano.

A última adaptação deste conto clássico ocorreu em 2007, com Invasores, thriller protagonizado por Nicole Kidman e Daniel Craig. A produção, no entanto, foi extremamente problemática para a Warner, estúdio dono dos direitos, com atrasos, acidentes no set envolvendo a estrela Kidman, e inclusive substituição do diretor alemão Oliver Hirschbiegel (A Queda! As Últimas Horas de Hitler) por James McTeigue (V de Vingança) para que o filme ficasse mais dinâmico, e com uma narrativa mais acelerada.

06 | Eu Sou a Lenda

Lembra que eu disse que nenhuma ficção havia sido tão readaptada ao cinema quanto o item acima? Bem, podemos afirmar que a que chegou mais perto foi esta aqui. Baseado no livro clássico de Richard Matheson, adentramos a uma nova vertente da ficção científica: a do fim do mundo e de realidades pós-apocalípticas.

É justamente o que temos como trama, onde num mundo devastado, um único homem surge como sobrevivente. O que você faria se não existisse mais ninguém no planeta? Como se já não fosse duro o bastante, uma nova raça canibal surge, de humanos modificados, para assombrar de vez o restante de existência do protagonista. A primeira versão a chegar aos cinemas foi lançada em 1964, na forma de uma produção de declaradamente de terror, protagonizada por Vincent Price. Mortos que Matam, como ficou conhecido por aqui “The last Man on Earth”, tratava o assunto por um ângulo mais genérico, abordando a ameaça como vampiros mortos-vivos.

Já na década de 1970, mais precisamente em 1971, estreava A Última Esperança da Terra (The Omega Man), protagonizado por Charlton Heston, grande expoente do gênero nas décadas de 60 e 70. Aqui, apesar das pitadas de horror, o longa era tratado mais como ficção, inclusive acrescentando elementos que permeavam a época, como conscientização social e representatividade – Rosalind Cash vivia a heroína afro Lisa, dando respaldo ao protagonista contra as criaturas albinas, conhecidas como “a família de Matthias” – o líder do bando.

Em 2007, a última versão do conto clássico (até o momento) debutava nos cinemas, na forma de… você acertou, um blockbuster. Novamente lançado pela Warner, Eu Sou a Lenda era capitaneado pela presença do astro Will Smith. Na pele do mesmo Robert Neville de Heston, Smith é o único sobrevivente do planeta, ao menos é o que ele pensa, e precisa repetir a mesma rotina diariamente para sobreviver. O escopo aqui é maior, mas a opção por criaturas digitais tiram um pouco a veracidade e clima de tensão planejados. Francis Lawrence (da franquia Jogos Vorazes) é o diretor e o elenco conta com nossa Alice Braga.

07 | A Máquina do Tempo

A Warner conta com algumas das mais clássicas ficções científicas em seu acervo, e já reimaginou a maioria. Esta é mais uma delas. Baseado em outro conto de H.G. Wells (sim, ele de novo, não é à toa que o autor é tido como um dos pais do gênero), o assunto aqui é novamente o futuro catastrófico da humanidade e o surgimento de novas raças humanoides. A alegoria aqui, no entanto, era a diferença de classes – os ricos vivendo na superfície, e os pobres tratados como monstros do subterrâneo – os Morlocks (sim, você que lê quadrinhos começa a perceber de onde são tiradas as ideias).

Rod Taylor (Os Pássaros) foi o protagonista da primeira adaptação cinematográfica, datando de 1960. Dirigido por George Pal (produtor de A Guerra dos Mundos), a trama mostra H. George Wells (Taylor), o protagonista, em clara homenagem ao autor, criando uma máquina do tempo para certificar-se de sua ideia para um futuro dono de uma sociedade utópica. Ao chegar no novo tempo, descobre uma perigosa distopia

Quarenta e dois anos depois, e o estúdio trazia uma remodelação para o conto. Bem, ou quase, já que se trata aqui de um remake bem próximo, passado no mesmo período e praticamente sem qualquer modernização ou releitura. Guy Pearce é quem assume as formas do protagonista Wells, e o elenco conta ainda com Jeremy Irons, Sienna Guillory e a cantora Samantha Mumba, que teria com o filme sua primeira grande chance no cinema. Não foi bem assim, e o filme passou em branco. A direção é de Simon Wells, sem ligação com o autor, especialista em animações, vide O Príncipe do Egito (1998).

08 | A Ilha do Dr. Moreau

Olha ele aqui outra vez. Novamente o autor H.G. Wells é quem oferece o material para adaptações cinematográficas. O assunto agora é a experimentação genética e a criação de mutantes. A analogia é com a superioridade de raças.

Numa ilha remota um geneticista brinca de Deus e experimenta com a criação de uma nova raça mutante, mistura de seres humanos com os mais variados animais. Em 1977, Don Taylor (Fuga do Planeta dos Macacos) dirigia a primeira adaptação do conto, protagonizado por Burt Lancaster, Michael York e Nigel Davenport.

Dezenove anos depois, era a vez do renomado John Frankenheimer (Sob o Domínio do Mal) assumir o comando do conto, em 1996. Esta, no entanto, é mais um daqueles filmes extremamente problemáticos. É reportado inclusive que Richard Stanley dirigiu de forma não creditada parte do projeto. Com certeza grande culpa disso foi resultado da presença de Marlon Brando, um dos astros mais difíceis da história nos bastidores, na pele do personagem título. Junte à mistura o ator Val Kilmer, que não fica atrás no quesito polêmica, e se tem uma fórmula mais explosiva do que o Dr. Moreau tinha em mãos na ficção.

09 | Solaris

Este é um item único na lista, pois se trata de uma produção original russa, baseado no conto do autor Stanislaw Lem. O filme de Andrei Tarkovsky, no entanto, ao contrário do que muitos possam pensar, não foi a primeira adaptação para o audiovisual deste verdadeiro clássico da literatura do gênero. Antes do cineasta, a história havia sido transposta na forma de um filme feito para a TV em 1968, dirigido por Lidiya Ishimbayeva e Boris Niremburg – em preto e branco, e com 2h22min de duração.

A obra do icônico Tarkovsky (Stalker, 1979), de 1972, não fica atrás no quesito tempo de projeção, com 2h47min, mas a história permanece a mesma. Um psicólogo é enviado para descobrir o motivo da equipe em uma estação especial ter ficado louca. Logo, ele percebe que o planeta Solaris, ao redor do qual a estação orbitava para estuda-lo, pode ser o responsável por alucinações mais do que reais, trazendo à tona fantasmas da vida de cada um deles. O próprio protagonista logo se vê precisando enfrentar a volta de sua falecida esposa. A obra fala sobre como enterrar traumas que desejamos desfazer.

Em 2002, passados exatos 30 anos, foi a vez de um cineasta norte-americano de prestígio dar sua impressão da obra. Steven Soderbergh se reunia a George Clooney para uma versão mais arrojada, dinâmica e sem a pretensão assumida do cinema de arte. Mesmo sem a mesma relevância, o mais recente Solaris se encaixa na categoria de filmes subestimados.

10 | Mulheres Perfeitas

Aqui temos mais um exemplar curioso. Baseado no livro de Ira Levin, o mesmo de O Bebê de Rosemary (1968), temos uma ferrenha critica a sociedade machista, e o empoderamento feminino. Levin era um autor que dava voz única e força para mulheres em seus relatos. Aqui, o assunto era a investigação em uma cidadezinha, na qual estranhos acontecimentos estão ligados a mulheres aparentemente saídas direto da década 1950 – as esposas subservientes aos maridos.

Com ares de produção B cult, As Esposas de Stepford estreava em 1975, apresentando Katharine Ross (Butch Cassidy) como Joanna Eberhart, jovem esposa e mãe que se muda ao lado da família para a tranquila Stepford, somente para descobrir que a cidadezinha esconde um terrível segredo – substitui as esposas por réplicas robóticas sem vontade. O teor de crítica social se transforma em filme de terror no longa comandado por Bryan Forbes.

Cinco anos depois, e em 1980 chegava a sequência produzida para a TV, intitulada Revenge of the Stepford Wives. Abraçando a forma trash seguiram The Stepford Children (1987) e Os Maridos de Stepford (1996). Mas em 2004, foi a vez do renomado Frank Oz esquecer tudo e dar sua opinião sobre o material original com Mulheres Perfeitas (2004), protagonizado por Nicole Kidman e grande elenco. Este longa, ao contrário dos outros, apostava muito mais no humor satírico da crítica do que nas tintas de terror. A protagonista Joanna, de Kidmna, no entanto, seguia como exemplo de força feminista, desafiando o sistema e o esperado dela em uma sociedade conservadora.

Bônus: Westworld

Não podíamos terminar este texto sem falar de Westworld. Antes de ser a série do momento na HBO, o programa televisivo de número 38 na lista dos mais bem avaliados de todos os tempos pelo grande público, e já ter sua terceira temporada confirmada pelo canal, o mundo artificial de Westoworld já existia. É o que muitos não sabem.

O ano era 1973, e o diretor e escritor Michael Crichton dava forma ao longa homônimo, intitulado no Brasil Westworld – Onde Ninguém Tem Alma. Crichton, como sabemos, foi o autor do livro que serviu como base para Jurassic Park (1993). Westworld, o filme, por outro lado, não é baseado num livro, mas sim num roteiro original assinado por ele, que também dirigiu o longa. A trama simples, apresenta um parque que simula o velho oeste. É quando os robôs, que por lá interagem, saem do controle, que a trama começa a girar.

A nova roupagem de Westworld, lançada na forma de uma série, é muito mais detalhada e complexa em suas aspirações, deixando o material original comendo poeira. Um detalhe que nem todos devem saber, é que o longa teve uma continuação em 1976, intitulada Mundo do Futuro: Ano 2003, Operação Terra (Futureworld), no qual a segunda temporada de Westworld pega algumas ideias emprestadas. Fora isso, uma série de TV, intitulada Beyond Westworld, teve 5 episódios produzidos em 1980. Se formos perceber a sinopse, notaremos outras similaridades emprestadas para a nova versão da HBO igualmente.

Filme baseado na série ‘Bob’s Burgers’ ganha data de estreia

O filme ‘Bob’s Burgers‘, baseado na famosa série da Fox, finalmente ganhou data de estreia: 27 de maio de 2022.

A Disney vai distribuir o filme musical por meio da 20th Century Studios, que também divulgou um teaser pôster:

 

O filme vai ser inspirado na série de comédia exibida desde 2011 pelo canal FOX nos Estados Unidos.

A série é sobre uma família que comanda um restaurante fast-food com muito humor e ironia.

Atualmente, a série é assistida nas noites de domingo nos Estados Unidos por uma audiência de 8 milhões no Ao Vivo.

 

‘What If…?’: Heróis zumbis ganham colecionáveis Funko POP; Confira!

Em seu site oficial, a Funko Pop divulgou sua nova linha inspirada nos personagens zumbis da Marvel, apresentados no 5º episódio da animação What If…?‘.

Na trama, o mundo inteiro é infectado por um vírus do Reino Quântico que transforma as pessoas em zumbis… E nem mesmo Os Vingadores foram capazes de resistir.

Além do Capitão América, Falcão, Doutor Estranho, Wanda Maximoff e Homem de Ferro, o Homem-Aranha com a capa mágica de Stephen Strange também foi incluído entre os colecionáveis.

Confira:

Lembrando que o episódio já está disponível na plataforma de streaming.

What If é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?

Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.

Filme de ação ESPETACULAR com Denzel Washington estreia na Netflix; Confira a crítica!

O filme de ação ‘O Protetor 2‘, estrelado por Denzel Washington, já está disponível na Netflix.

Assim como a franquia Missão: Impossível, O Protetor teve origem na forma de uma série de TV antiga – exibida por quatro temporadas, de 1985 a 1989. A trama do programa trazia o ex-agente do governo Robert McCall (Edward Woodward) trabalhando de forma particular e equilibrando as chances de seus contratantes, pessoas em desvantagem necessitando de ajuda. Daí seu título original Equalizer – ou “O Equalizador”.

‘Missão: Impossível’ e as Séries de Espiões que Viraram Filme

Surfando na onda de revitalizações, o talentoso cineasta Antoine Fuqua resolveu novamente se unir a seu astro fetiche Denzel Washington para levar às telonas as aventuras do personagem oitentista – conhecido apenas em pequenos círculos. O Protetor (2014) apresentou uma motivação diferente para o protagonista, que ao contrário do seriado pretende deixar seu passado para trás, tendo sido dado como morto. McCall é trazido de volta ao jogo quando uma jovem prostituta (papel de Chloe Grace Moretz) vira alvo de mafiosos russos.

Quatro anos depois e finalmente ganhamos a sequência (tardia) do longa, de novo dirigido por Fuqua e protagonizado por Washington. Agora, o veterano deixa o emprego no mercado e segue como motorista de Uber. Pegamos resquícios do primeiro filme, em especial na cena de abertura num trem, ou em arestas como o trecho presente no trailer, no qual o herói acerta contas com um grupo de playboys estupradores. Tais pitadas são parênteses de uma trama central que aposta bem mais em elementos pessoais para o protagonista – procurando assim causar mais identificação.

Novamente escrita por Richard Wenk – que além do filme original, também assinou o texto do remake Sete Homens e um Destino (2016) -, a continuação cria um elo forte entre McCall e a trama principal, diferindo do distanciamento proposital contido no filme anterior e na série. Sem entrar totalmente no território de spoilers, basta dizer que alguém muito próximo ao protagonista é assassinado, o que termina por fazer ressurgir velhos fantasmas do passado. Ou quem sabe o fantasma seja o próprio McCall.

Além disso, a história continua apostando na parte emotiva. Se no primeiro tínhamos a conexão do trágico e exímio matador com a perdida jovem, nesta sequência o roteiro trata de imprimir no sujeito a figura paterna. Em sua vizinhança, McCall apadrinha um rapaz (Ashton Sanders) que está a um passo de se tornar um criminoso, resgatando-o e lhe apresentando outro caminho. Fora isso, temos sua proximidade com um sobrevivente do holocausto (Orson Bean), um simpático idoso em busca de um quadro pintado de sua irmã – há muito sumido.

Confeccionado pela mesma equipe, não existe grande divergência entre os dois O Protetor – ambos conseguem manter o mesmo nível, sendo compatíveis. Na parte técnica, alguns citarão a fotografia do vencedor do Oscar Mauro Fiore (Avatar), presente no primeiro, porém, agora temos Oliver Wood (A Outra Face) e as lentes Hawk Anamorphic – as quais Fuqua não utilizava desde Dia de Treinamento (2001), sua primeira parceria com Washington. No elenco, sai Chloe Moretz, entra o carisma de Pedro Pascal.  No fundo é trocar seis por meia dúzia. Em cada novo elemento de um, o outro chega para equalizar. Isso que é metalinguagem.

O Protetor 2 marca a primeira continuação da carreira do astro Denzel Washington, em um currículo invejável de mais de 55 filmes e programas de TV. A presença de bons atores verdadeiramente eleva qualquer material. E o consagrado vencedor do Oscar faz valer sua intensidade tanto em momentos dramáticos, quanto em segmentos simples nos quais entendemos o que é domínio de cena.

Apesar de tudo isso, assim como seu predecessor, O Protetor 2 nunca consegue quebrar a barreira do esperado, se libertando de seu molde. Este é um filme de ação eficiente, mas que nunca se torna nada além disso. É bem escrito, dirigido e atuado. As partes técnicas estão todas no lugar. Mas ao mesmo tempo é tudo o que já vimos antes em diversas outras produções do tipo, sem acrescentar muito diferencial. Infelizmente, este não é um filme do qual iremos nos lembrar por muito tempo. Ou quem sabe nem mesmo no mês seguinte.

Terminam as filmagens de ‘Missão Impossível 7’ e diretor posta foto com Tom Cruise e bela mensagem

As filmagens de ‘Missão: Impossível 7‘ finalmente foram encerradas após diversas pausas por conta da pandemia de COVID-19.

O diretor Christopher McQuarrie publicou uma foto ao lado de Tom Cruise eagradeceu ao elenco e à equipe por todo o trabalho para o desenvolvimento da produção.

“Tudo o que você precisa é de boas pessoas. Para nosso elenco e equipe indomáveis e imparáveis: mesmo nas melhores circunstâncias, parecia ser impossível. Mesmo vendo tudo isso, não podemos acreditar no que vocês conquistaram. Não temos palavras adequadas para expressar a nossa gratidão e admiração. Vocês são os melhores do mundo”, publicou o diretor.

 
 
 
 
 
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Ontem, foi divulgado um novo vídeo do set de filmagens que mostra o astro Tom Cruise saltando de paraquedas:

 

Lembrando que o filme foi adiado mais uma vez. A estreia foi remarcada de 27 de maio de 2022 para 30 de Setembro de 2022.

O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom CruiseRebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.

Nenhum detalhe sobre a narrativa foi revelada.

‘Shang-Chi’ e ‘Eternos’ devem ser BANIDOS da China após polêmica; Entenda!

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ e ‘Eternos‘ não devem ser lançados nos cinemas chineses.

A situação da Marvel com a China foi agravada por comentários de anos atrás Simu Liu, que ressurgiram recentemente na mídia. Os comentários foram críticos à China, contando a história de seus pais – que imigraram do país para o Canadá.

Para piorar, a diretora Chloe Zhao (‘Eternos’) também fez comentários críticos à China em 2013 e, como resultado, teve seu filme ‘Nomadland‘ banido do país.

Os comentários de Liu foram feitos em 2017, quando disse que seus pais o haviam ensinado, enquanto crescia, que a China era um “país do terceiro mundo” onde as pessoas morriam de fome. Em 2013, Zhao disse que a China é “um lugar onde há mentiras por toda parte”.

A China é conhecida por sua alta censura com todo e qualquer conteúdo violento e político, e os filmes norte-americanos passam por uma alta avaliação para estrear por lá. Apenas 10% das produções norte-americanas são lançadas na China, após passar pelos censores extremamente rígidos. Apesar de ser o segundo maior mercado cinematográfico do mundo, atrás apenas dos EUA, o governo chinês mantém um bloqueio sobre o número de filmes estrangeiros que são exibidos por lá.

O mercado chinês é potencialmente lucrativo: ‘Free Guy‘ arrecadou quase US $ 70 milhões no país.

Aqui no Brasil, a Marvel Studios CONFIRMOU que ‘Eternos‘ será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas.

A janela de exibição exclusiva nos cinemas irá durar 45 dias, e só depois o filme será lançado no streaming.

Confira o trailer:

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Maligno’: Terror de James Wan agrada aos críticos, mas divide o público…

‘Maligno’, novo terror do aclamado diretor James Wan, chegou aos cinemas de todo o mundo e ganhou sólidos elogios por parte da crítica.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 75% de aprovação, com nota 6.20/10 baseada em 72 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “[o filme] não é particularmente assustador, [mas] o retorno de Wan ao terror contém vários elementos arrepiantes – e uma memorável e insana reviravolta”.

O filme teve menor aceitação do público no site, com apenas 52% de aprovação.

Confira os principais comentários abaixo:

“Nada é especialmente assustador, mas, se você for paciente, Wan entrega o tipo de hilário clímax que apenas um sádico iria revelar. Ou idealizar” – New York Times.

“Terror camp em seu melhor” – Strange Harbors.

‘Maligno’ é um incrível divertimento que mistura Giallo, horror corporal e mortes brutais” – JoBlo’s Movie Network.

“Um filme de terror que é tão longo quanto frustrante” – RogerEbert.com.

“[O filme] abraça sua premissa selvagem de uma forma autêntica, autoconsciente e, mais importante, aterrorizante” – Flick Fan Nation.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais amanhã, 9 de setembro.

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e suspense, aos moldes do subgênero Giallo Film, que surgiram na Itália e serviram de modelo para slashers como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

Bilheterias de 2021 aumentaram 900% em relação ao ano passado

2020 foi um ano extremamente difícil para a indústria cinematográfica, basta lembrar dos US$ 363,7 milhões arrecadados por ‘Tenet‘.

O longa dirigido por Christopher Nolan foi orçado em US$ 200 milhões e precisava faturar pelo menos US$ 400 milhões para cobrir seus gastos.

No entanto, o resultado final acabou se tornando um banho de água fria para a Warner Bros e para outros estúdios, que encaravam a estreia de ‘Tenet’ com esperança.

Mas, de acordo com o Deadline, o ano de 2021 foi 893% mais lucrativo que o ano passado, graças à abertura de grande parte das salas de cinema pelo mundo.
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Tudo começou com ‘Godzilla vs. Kong‘, que arrecadou US$ 467,8 milhões, depois ‘Um Lugar Silencioso 2’ fez US$ 297,3 milhões, já ‘Cruella’ conquistou US$ 223,6 milhões.

E apesar de não serem números exorbitantes, foram grandes vitórias, considerando o cenário da pandemia.

Viúva Negra‘ também acumulou US$ 372,4 milhões nos cinemas, mas o resultado poderia ser ainda maior se o filme não fosse lançado simultaneamente na Disney+.

‘Velozes e Furiosos’ alcançou incríveis US$ 710,8 milhões pelo mundo, e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ já registrou US$ 166 milhões em apenas uma semana em cartaz.

Lembrando que o percentual de 2021 deve aumentar ainda mais com as estreias de ‘Eternos’, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ e ‘Matrix Resurrections’.

Lembrando que ‘Eternos‘ chega aos cinemas em 05 de novembro.

Confira o trailer:

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Opinião | Por que ainda tratam os acertos da DC como surpresas?

Iniciado há mais de oito anos, o Universo DC nos cinemas passou por muitos altos e baixos até chegar aos resultados dos últimos tempos. Por mais que exista uma organização questionável por trás dos projetos e lançamentos da empresa, já faz uns quatro anos que ela mais acerta do que erra em suas produções. No entanto, mesmo assim, público e crítica parecem tratar a DC com uma certa descrença, como se estivesse sempre esperando o pior ainda por conta daquele início conturbado.

Em nível de comparação, basta tomar a Marvel como exemplo. Basta o estúdio lançar um novo filme para pipocarem na internet os mesmos comentários de sempre. “Mais um acerto da Marvel”, “O melhor filme da Marvel até agora” e por aí vai. E veja bem, não é uma crítica à empresa, até porque muitos desses elogios são justíssimos. Inclusive, se você tiver condições, assista Shang-Chi, que é mesmo o melhor filme de origem do estúdio em muitos anos. O ponto é que parece haver uma boa vontade, quase que uma pré-disposição, para gostar dos lançamentos da Marvel sem pesar tanto na crítica, o que beneficia que filmes medianos ou até mesmo não tão bons ganhem uma relevância desmedida.

Os filmes do Homem-Aranha do MCU são divertidos, mas será mesmo que “Longe de Casa” teria feito mais de US$ 1 bilhão se não fosse essa boa vontade com o estúdio?

Do outro lado, a DC tenta lançar pelo menos um filme por ano para seguir expandindo seu universo. E a cada novo lançamento, parte considerável dos comentários acerca deles é feito em tom de surpresa. “Nossa, não é que a DC conseguiu mesmo?”. Já faz uns quatro anos que esse tipo de comentário acompanha os filmes da empresa, mas quando eles emplacam pelo menos três filmes seguidos com esse tipo de avaliação positiva, a qualidade deixa de ser exceção e se vai se tornando padrão. Então, o que falta para que as críticas de “Mais um acerto da DC” tomem os portais e redes sociais?

Como dito antes, o início apressado desse universo parece impor muito peso ainda nas avaliações. No entanto, a DC já afastou grande parte dos envolvidos nas polêmicas e no que deu errado, deixando claro que não trabalha mais com aquelas visões para o futuro de seus filmes no cinema. E isso fica nítido pelas próprias produções que eles lançam anualmente. São poucos os filmes que tentam se enquadrar num padrão da casa. Cada personagem tem sua própria aventura com suas próprias características.

Não dá para dizer que o estúdio segue uma fórmula, uma receita do sucesso. Na verdade, já está nítido que eles estão focados em desenvolver seus novos personagens para eventualmente reuni-los mais pra frente em produções conjuntas. Não é porque eles estão trabalhando de forma diferente da concorrente que eles estão errados. E desde que começou essa nova fase, já tivemos filmes sombrios, coloridos, uns mais adultos, outros mais infantis, pés no chão, completamente surtados… Enfim, são longas de propostas e pegadas distintas que coexistem no mesmo universo e está tudo bem. Eles não precisam ser iguais ou dividir personalidades parecidas para viverem na mesma realidade.

Sem contar o pioneirismo. A DC foi a primeira desse nicho de heróis cinematográficos a colocar dois medalhões da Casa se enfrentando, também foi a primeira a ter um filme solo de uma super-heroína, foi a primeira a ter uma diretora à frente do projeto, foi a primeira a mudar a etnia de um dos seus personagens principais – o Aquaman -, foi a primeira a trazer um grupo feminino para protagonizar um longa e pode não ter sido a primeira a autorizar que metade do elenco do filme morresse, mas com certeza foi a primeira a não trazê-los de volta dos mortos ao final da história. Contou quantos “primeiras” eu usei nesse parágrafo? É um pioneirismo muito interessante que acaba sendo pouco comentado por conta de filmes que quase não influenciam mais nas histórias atuais. E ser pioneiro exige coragem porque toda nova empreitada está sujeita a fracassos. Curiosamente ou não, quando a DC ousou, o resultado foi muito positivo.

E tudo bem que é difícil falar em universo compartilhado sem citar as falhas do começo, mas já pensou se tentassem diminuir Vingadores: Guerra Infinita (2018) por conta das bombas que foram os filmes do Thor? Por conta do filme do Hulk? Não dá. São tropeços que fazem parte dos estúdios que estão tentando emplacar um projeto da magnitude de um Universo Cinematográfico. O importante é que eles aprendam com os erros e corrijam os rumos sem desistir da empreitada, senão quem sai perdendo são os fãs.

Talvez o que falte para a DC conseguir essa boa vontade seja divulgar um calendário de produções anunciando quando cada personagem vai cruzar o caminho de outro herói ou vilão, mas será que isso é realmente necessário? E a magia de ir assistir a um filme e ser surpreendido por um personagem que você não esperava onde fica? Por exemplo, isso aconteceu com muitos em O Esquadrão Suicida (2021) e a sensação de ver aquilo acontecendo sem um aviso prévio foi muito legal. E se o momento da DC nos cinemas não for de planejar grandes crossovers, mas sim de trabalhar melhor seus personagens, que conseguem sustentar filmes sozinhos, para conquistar os fãs? São muitas variáveis que precisam ser aplicadas para que algumas pessoas entendam que duas empresas concorrentes não precisam agir de forma igual para terem sucesso e competirem entre si.

Fato é que os filmes baseados em quadrinhos vêm dominando as bilheterias nos últimos anos, mas já começam a demonstrar sinais de desgaste. É uma época decisiva para os estúdios entenderem como trazer frescor para esse tipo de produção seguir com a mesma relevância pela próxima década. Nesse ponto, a DC vem ousando mais recentemente e parece estar mais aberta a aprender e entregar filmes que possam agradar aos fãs sem cair na mesmice. Tenha boa vontade ou não, o momento agora é de curtir os últimos longas e aguardar ansiosamente por “Mais um acerto da DC”, mesmo que alguns não reconheçam isso.

Os filmes da DC estão disponíveis no HBO Max.

Universo DC | Ranking do pior para o melhor filme do DCU incluindo ‘O Esquadrão Suicida’

O Esquadrão Suicida estreou nos cinemas em agosto, e agora, pouco mais de um mês depois, chega com exclusividade ao HBO Max, onde poderá ser visto por ainda mais gente, que provavelmente não foi aos cinemas por conta da variante Delta. Com muitas avaliações positivas, o longa foi considerado um dos melhores do Universo DC, que a gente ainda não sabe muito bem se vai continuar interligando seus filmes ou se vai investir em mais histórias isoladas, modelo que vem dando mais certo para a Warner recentemente. Pois bem, agora que o último filme desse universo já está disponível para grande parte do público, o CinePOP decidiu rankear os filmes do UDC do pior para o melhor, incluindo O Esquadrão Suicida e a Liga da Justiça de Zack Snyder, que foi vendida pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção. David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe. Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar. Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.


Mulher Maravilha 1984
(2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou. Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora. Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.


Batman Vs Superman: A Origem da Justiça
(2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.
Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas. Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman. Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

 

Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut. Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2. O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

 

O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

 

Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman
conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.
Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança. Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar. Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

 

O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo. Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa. Simplesmente uma das maiores surpresas de 2021.

Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar. É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

‘O Protetor 2’: Sequência de ação com Denzel Washington já está disponível na Netflix

O filme de ação ‘O Protetor 2‘, estrelado por Denzel Washington, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia neste domingo (12) na grade de programação.

Na trama, Robert McCall agora trabalha como motorista, ajudando pessoas que enfrentam dificuldades decorrentes de injustiças. Quando sua amiga Susan Plummer é morta durante a investigação de um assassinato na Bélgica, ele decide sair do anonimato e encontrar seu antigo parceiro, Dave, no intuito de encontrar pistas sobre o autor do crime.

Confira o trailer da sequência e do primeiro filme, respectivamente:

Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘) retorna na direção da sequência, a partir de um roteiro assinado por Michael Sloan, Richard Wenk e Richard Lindheim.

Pedro Pascal, Ashton Sanders, Bill Pullman e Melissa Leo completam o elenco.

Vale lembrar que a produção também ganhou uma série, intitulada ‘The Equalizer‘. A produção, estrelada por Queen Latifah foi renovada para a sua 2ª temporada.

Criada por Andrew W. MarloweTerri Edda Miller, a produção é baseada no seriado original ‘O Justiceiro‘, exibido entre 1985 e 1989. Posteriormente, Denzel Washington estrelou dois filmes baseados na série, que arrecadaram mais de US$ 400 milhões nas bilheterias.

A trama segue Robyn McCall, uma mulher enigmática e mãe solo de sua filha adolescente Delilah. Robyn é uma mulher com histórico misterioso que usa suas extensas habilidades para ajudar aqueles que não tem a quem recorrer, agindo como “anjo da guarda” e defensora daqueles que não podem defender-se. Além de ajudar muitas pessoas, Robyn atua como vigilante da justiça, mas sempre em busca de suas próprias vinganças.

Queen Latifah estrela a produção. O elenco ainda conta com Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira.

‘Legends of Tomorrow’: Matt Ryan retornará na 7ª temporada como um NOVO personagem

Muitos fãs ficaram tristes quando foi anunciado que o Matt Ryan não retornaria como o Constantine na 7ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘. No entanto, durante o painel na Comic-Con@Home, foi revelado que o ator continuará na série, mas em outro papel.

“Apesar do arco narrativo do John Constantine ter chegado ao fim na sexta temporada, a jornada de Matt Ryan na série ainda não terminou,” afirmou o produtor executivo Phil Klemmer.

O ator irá interpretar o Dr. Gwyn Davies, um cientista excêntrico do início do século 20 que pode ser a única esperança das lendas na próxima temporada.

Além disso, foi anunciado que Amy Louise Pemberton – que dá voz à inteligência artificial Gideon nas últimas seis temporadas – irá interpretar uma versão em carne e osso de Gideon no sétimo ciclo.

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Casamento às Cegas’: Versão brasileira do reality da Netflix ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer a versão brasileira do reality ‘Casamento às Cegas‘.

Confira:

A produção irá estrear na plataforma no dia 7 de outubro.

Em busca do amor verdadeiro, várias pessoas solteiras, charmosas e interessantes vão conhecer potenciais pretendentes, mas com um único porém: sem se ver! Será que a conexão às cegas dá casamento?

Camila Queiroz e Klebber Toledo serão os apresentadores da versão nacional.

‘The Boys’: Elenco comemora o término das filmagens da 3ª temporada

Através de suas redes sociais, os atores Karl Urban (Billy Bruto), Jack Quaid (Hughie) e Jessen Ackles (Soldier Boy) comemoraram o término das filmagens da 3ª temporada da aclamada série de ‘The Boys‘.

Confira:

“Terminamos as filmagens da 3ª temporada de ‘The Boys’. Agradeço ao nosso elenco e equipe incríveis e a todos os envolvidos na produção da série.”

“Nós conseguimos! Obrigado a todos que trabalharam na terceira temporada de ‘The Boys’. Vocês todos merecem um abraço e uma bebida… e muita terapia depois de tudo o que fizemos.”

Lembrando que ainda não há previsão de estreia para a 3ª temporada.

Anteriormente, Starr disse ao TVLine que a nova temporada será a melhor da série, além de afirmar que os espectadores irão “surtar” quando assistirem.

“A terceira temporada será uma das melhores temporadas que eu já tive a sorte de participar. Eu me diverti muito na segunda temporada, e achei muito legal eles terem elevado o nível em comparação ao primeiro. E a terceira temporada é uma extensão disso.”

Ele completa, “Essa é a minha temporada favorita por razões que não posso dizer. Estou sempre curioso para ver o que os roteiristas estão preparando para nós, então é uma ótima sensação ver que eu continuo sendo surpreendido pelo roteiro. Tudo o que eu posso dizer é que os fãs irão surtar com a terceira temporada.”

Vale lembrar que o novo ciclo irá introduzir Jensen Ackles (Soldier Boy), Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.