Terminei de ver #SexEducation e eu nem sei como estou me sentindo. Há tanto pra dizer aqui! Esta temporada foi TÃO engraçada e uma montanha-russa completa de emoções. Nem falo sobre o último episódio, literalmente a definição de tortura! Eu e minha casa serviremos a Adam Groff. pic.twitter.com/oVygim5rxG
Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.
Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.
A 6ª e última temporada da adorada série ‘Lucifer’ já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo compilando os melhores momentos de Chloe (Lauren German) na produção.
Confira:
Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (TomEllis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.
Para promover o lançamento da 4ª (e última) temporada de ‘Cara Gente Branca‘ (Dear White People), a Netflix divulgou um novo vídeo especial com o resumo das três primeiras temporadas.
Confira:
O ciclo final irá estrear na plataforma no dia 22 de setembro.
Criada por Justin Simien, série é baseada no filme homônimo lançado em 2014.
A trama segue um grupo diverso de estudantes negros que tem que enfrentar diversos tipos de preconceito, e mais explicitamente o racismo, em uma universidade estadunidense de elite que é majoritariamente dominada por pessoas brancas.
Na trama do novo ciclo: O último jogo das chaves causou um grande impacto na vida dos participantes, Adriana perdeu sua família, seu apartamento e sua melhor amiga. Agora, meses depois, todos eles ainda precisam lidar com essas consequências, seus desejos e os fantasmas do passado.
Confira o trailer:
A série foi criada por Marisa Quiroga, Verónica Bellver e Patrick McGinley.
Oito amigos, todos em um relacionamento estável, decidem se aventurar em um jogo de descoberta sexual, trocando parceiros enquanto tentam se libertar de sua rotina diária e apimentar sua vida amorosa.
A trama mostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os homens da Terra, exceto por um único humano. A tragédia abriu espaço para uma nova ordem mundial comandada pelas mulheres, explorando gênero, raça, classe e sobrevivência.
Abrindo com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, o drama com pitadas de humor foi fortemente elogiado por sua sensibilidade e pela excepcional performance de Cumberbatch, que segue em 2021 sendo considerado um dos grandes destaques das telonas.
Confira as principais avaliações:
“Um filme excepcionalmente sincero”. – Robert Daniels, RogerEbert.com
“Cumberbatch se destaca mais uma vez em dar vida a um gênio triste”. – Kate Taylor Globe and Mail
“A história centenária parece nova”. – Johnny Oleksinski, New York Post
“A visão de Sharpe da história de Wain é muito mais caprichosa por natureza do que o filme biográfico tradicional, incluindo cenas coloridas e artisticamente compostas filmadas pelo diretor de fotografia Erik Wilson (Paddington 2), que confundem a linha entre fantasia e realidade”. – Monica Castillo, TheWrap
“Aqui está um filme biográfico sentimental que enterra você em uma fuzilaria de peculiaridades e tiques e movimentos, um pudim de um filme com o astro e produtor Benedict Cumberbatch entrando novamente no modo Sherlock Turing”. – Peter Bradshaw, Guardian
“The Electrical Life pode nem sempre reluzir, mas brilha agradavelmente”. – Stephen Farber, Hollywood Reporter
A produção chega na Amazon Prime Video no dia 05 de novembro, após uma curta jornada nas telonas, que começa em 22 de outubro.
Confira o cartaz oficial:
A trama acompanha a extraordinária história real do excêntrico artista britânico Louis Wain (Cumberbatch), cujas imagens lúdicas, às vezes até psicodélicas, ajudaram a transformar para sempre a percepção do público sobre os gatos. Movendo-se do final de 1800 até a década de 1930, acompanhamos as incríveis aventuras deste herói inspirador e anônimo, enquanto ele busca desvendar os mistérios “elétricos” do mundo e, ao fazer isso, compreender melhor sua própria vida e as profundezas do amor que ele compartilhou com sua esposa Emily Richardson.
Em outubro do ano passado, Jeff Bridges (‘O Grande Lebowski’) revelou que foi diagnosticado com linfoma, câncer que afeta as células do sistema linfático, e vai iniciar os tratamentos para reverter o quadro.
Desde então, o astro vem mantendo seus fãs atualizados sobre e seu quadro em seu blog pessoale em seus perfis nas redes sociais.
Em sua mais recente publicação no blog, Bridges revelou que o câncer está em remissão, quando não apresenta mais estágios de evolução.
Em um trecho do texto, ele disse que:
“Muito aconteceu desde minha última atualização. Meu câncer está em remissão. A massa de 9 por 12 polegadas diminuiu e está do tamanho de uma bolinha de gude.”
Confira:
Atualmente com 71 anos, Bridges também foi infectado pelo Coronavírus enquanto estava fazendo quimioterapia, mas se recuperou bem, já que estava imunizado com duas doses a vacina.
“O Coronavírus me deixou muito mal, mas já tomei as duas doses da vacina e muito melhor agora. A vacina pode ajudar as pessoas de forma prolongada. Talvez essa seja a causa da minha melhora rápida”, escreveu.
Além disso, ele disse que está animado para voltar a trabalhar na série ‘The Old Man‘, drama policial que deve estrear em 2022 noFX Networks.
“Estou louco para voltar a trabalhar porque ‘The Old Man‘ é um dos projetos que mais me deixou animado ao longo da minha carreira.”
A previsão de estreia foi revelada por John Landgraf, presidente do grupo FX, durante uma conferência para a imprensa.
“Finalmente, a fantástica série dramática ‘The Old Man‘, estrelada por Jeff Bridges, John Lithgow, Amy Brenneman e Alia Shawkat chegará em 2022.”
Originalmente programada para estrear em 2021, a produção da série entrou em hiato depois que Bridges foi diagnosticado com o linfoma.
Pelo visto, a maior parte dos três primeiros episódios ainda precisam ser filmados, e a produção deve ser retomada no início de 2022.
Dessa forma, a série pode estrear somente no fim do ano que vem.
Baseada no romance homônimo, escrito por Thomas Perry, a série acompanha Dan Chase (Bridges), um agente da CIA aposentado que agora vive em reclusão, até que um assassino de aluguel o obriga a voltar aos tempos de guerra.
“Jeff Bridges é um ator icônico e extraordinário e tê-lo como a estrela desta série é um momento incrível para o FX“, disse NickGrad, presidente de programação da emissora. “Jon Steinberge Robert Levine entregaram um roteiro incrível para o piloto e Jeff é perfeito para o papel de Dan Chase. Também estamos felizes por trabalhar com Warren Littlefield, com quem tivemos uma excelente parceria em ‘Fargo‘, juntamente com nossos parceiros da Fox 21.”
A última vez em que Bridges atuou numa produção para a TV foi em ‘Aventura Submarina’ (Sea Hunt), ao lado de seu pai, Lloyd Bridges, em 1963.
Desde que foi confirmado que Ben Affleck voltaria a vestir o traje do Batman em ‘The Flash‘ (Andy Muschietti), os fãs do astro ficaram bastante animados com a ideia de vê-lo em ação caracterizado como o herói mais uma vez.
Aproveitando o Dia do Batman, os fãs decidiram começar uma nova campanha nas redes sociais. pedindo o filme solo do Batman de Ben Affleck.
A hashtag #MakeTheBatfleckMovie figurou nos trending topics.
— SnyderCut • BR | O corte de Zack Snyder (@SnyderCutBR) September 18, 2021
Sim, muitas pessoas aliás, começaram a gosta mais, não só do Batfleck, mas do BvS também por causa do Snyder Cut. Imagina se ele ganhasse um filme então!? #MakeTheBatfleckMovie
O projeto entrou em desenvolvimento em 2016, após ‘Batman vs Superman‘. Affleck seria o roteirista, diretor e protagonista.
Nas redes sociais, há diversas publicações elogiando a performance de Affleck como o Homem-Morcego e mensagens de esperança de que ele possa estrelar seu próprio filme.
Lembrando que Affleck deve gravar suas cenas em ‘The Flash’ a partir de setembro, como revelou Umberto Gonzalez, repórter do site The Wrap e editor chefe do portal Heroic Hollywood.
Vale lembrar que ambos os veículos são conhecidos por terem acesso à exclusivas e informações sigilosas do cenário hollywoodiano.
Confira:
“Uma pequena novidade pra todos vocês. Ben Affleck deve retornar para se vestir novamente como o Batman no filme The Flash, em setembro”.
Por enquanto, ainda não se sabe qual será a importância do Bruce Wayne de Affleck na trama, mas considerando sua proximidade com Barry Allen (Ezra Miller), pode ser que ele seja o mentor do herói velocista.
Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora está disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.
“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”
Na mesma entrevista, Andy explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.
“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”
Previsto para 03 de junho de 2022, ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.
Famigerado, tanto para o bem, como para o mal, Nicolas Cage se consagrou como um ator performático que divide opiniões. Seu talento (ou a falta dele) lhe rendeu um Oscar, uma coletânea de filmes de ação, um clássico romance (Cidade dos Anjos) e hoje, no auge dos seus 57 anos, ele mais do que nunca parece ter se encontrando em um novo nicho. Partindo para uma versão ainda mais caricata de si mesmo, Cage encontra no peculiar e bizarro Prisoners of The Ghostland um subgênero que honra suas atuações exageradas e conquista a audiência com um cinema tão pitoresco, que é difícil tirar os olhos dele.
Sion Sono é um cineasta e poeta de qualidade absolutamente autoral e faz de seus filmes seus pequenos grandiosos experimentos, onde ele testa os seus limites narrativos e cruza as fronteiras entre os mais diversos gêneros sem timidez e sem seguir padrões. E em Prisoners of The Ghostland, ele faz exatamente isso. Unindo mistério, thriller, ação e drama, em meio a uma estética repleta de samurais, o longa brinca com a nossa percepção de normalidade, nos faz questionar o comum e rapidamente nos leva a comprar a ideia de um Nicolas Cage mais heroico do que jamais vimos antes.
Dando vida a um homem com um passado sombrio e de semblante pesado e triste, Cage é um habilidoso criminoso em uma espécie de jornada de redenção. Responsável por quebrar uma maldição maligna, ele terá que resgatar uma jovem (Sofia Boutella) a tempo de poder também salvar a sua própria vida, que está em jogo. Sua missão se cruzará com a vida dos renegados de Ghostland, uma terra sem vida – à la Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão e Mad Max: Estrada da Fúria -, que espera pelo dia de sua completa libertação.
E Prisoners of The Ghostland é uma experiência cinematográfica profundamente inusitada. Sob um design de produção que mescla o Japão antigo, com aspectos exageradamente coloridos e extravagantes, que vagamente nos remetem ao Harajuku, a produção é única em toda a sua construção estética e conta com um roteiro que desafia a audiência a suspender a sua realidade padrão. Entregando um humor irreverente e irrevogável, em meio a uma seriedade exagerada entre os próprios personagens, Prisoners of The Ghostlandé caricato, nos leva ao riso frouxo, e mostra que, desde a estreia do aclamado Mandy, Nicolas Cage mais do que nunca parece consolidar o seu próprio subgênero de filmes cult.
Com Sofia Boutella no elenco, brilhando em uma estranha dinâmica relacional com Cage, o cômico thriller/mistério é cheio de referências ao cinema oriental e não se obriga a se levar tão a sério. Com Sono trazendo sua direção autoral, o longa é ousado em todos os sentidos e perfeito para o Festival de Sundance. Divertido e pitoresco, Prisoner of The Ghostland ainda consegue ser uma prazerosa descarga de adrenalina e faz dos seus clichês narrativos um elemento extra na sua estranheza, garantindo um humor ácido necessário, em meio a uma trama cheia de elementos que só fazem sentido mesmo nessa incrível e maravilhosa união entre Sion Sono e Nicolas Cage.
O astro Matthew Fox está de volta às telinhas com uma nova minissérie, intitulada ‘Last Light‘. Essa será sua primeira participação em uma produção seriedade desde o fim da amada ‘Lost‘.
A produção é baseada na homônima obra apocalíptica de Alex Scarrow e acompanha “uma família lutando para sobreviver em um mundo que foi repentinamente lançado no caos”, de acordo com um comunicado à imprensa.
Fox, que não aparece nas telas desde 2015, dará vida a Andy Neilsen, um petroquímico que descobre que o suprimento mundial de petróleo foi cortado, durante uma viagem de negócios ao Oriente Médio. Com sua esposa, filho e filha espalhados pela Europa, a família deve enfrentar a distância e os perigos que os separam para se encontrarem e se reunirem.
O ator também assume a função de produtor executivo da série. Joanne Froggatt (‘Downton Abbey‘) interpretará Elena, esposa de Andy.
Patrick Massett e John Zinman (‘Friday Night Lights‘) serão os showrunners, com a experiente veterana da TV, Dennie Gordon, assumindo o papel de diretora da série.
‘Last Light‘ será produzida pela NBCUniversal, para o streaming Peacock. As filmagens começam em breve na cidade de Praga.
O novo filme nacional da Netflix, intitulado 7 Prisioneiros, segue com sua jornada de sucesso em festivais de cinema e após passar por Veneza, a produção chegou ao Festival de Toronto 2021, fortalecendo sua popularidade.
Abrindo com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e apresentando apenas cinco avaliações por hora, o longa sobre escravidão recebeu vários elogios pela direção de Alexandre Moratto e pela profundidade de seu roteiro – que explora a escravidão moderna de forma educativa e brutal.
Confira:
“Poderia ser um thriller, mas meras sensações são baratas e Moratto almeja algo com um viés mais documental, sombrio e meditativo”. – Brad Wheeler, Globe and Mail
“[Uma] peça de gênero eficiente e bem pensada…” – Guy Lodge, Variety
“É tão envolvente quanto deprimente e brutalmente educativo”. – Anna Smith, Deadline Hollywood Daily
“Leva o tópico da escravidão moderna como um ponto de partida para um conto de moralidade que se torna cada vez mais complicado e satisfatório à medida que avança”. – Wendy Ide, Screen International
“7 Prisioneiros é um segundo longa-metragem tenso e bem arredondado do diretor Alexandre Moratto”. – Ben Rolph, AwardsWatch
Na trama, o jovem Mateus (Malheiros) sai do interior em busca de uma oportunidade de trabalho em um ferro velho de São Paulo comandado por Luca (Santoro). Chegando lá, acaba se tornando vítima de um sistema de trabalho análogo à escravidão.
A produção é de Ramin Bahrani (diretor indicado ao Oscar® com O Tigre Branco, também da Netflix) e Fernando Meirelles (indicado ao Oscar® com Cidade de Deus), com a O2 Filmes, e o roteiro é assinado por Thayná Mantesso e pelo diretor Alexandre Moratto. Conhecido por seu trabalho em Sócrates (2018, vencedor do Spirit Awards), este é o segundo longa metragem do cineasta brasilo-americano.
Jared Drake Bell
Credit: Cleveland Division of Police
O ator e cantor Drake Bell falou pela primeira vez desde sua condenação por crimes envolvendo menores de idade.
O artista, que fora sentenciado a dois anos de liberdade condicional, cumpre sua pena por tentar tentar colocar crianças em risco e uma contravenção por disseminar material prejudicial a menores.
Em um vídeo compartilhado por meio de sua conta oficial do Instagram, ele disse a seus seguidores que queria assumir a responsabilidade por suas “mensagens de texto imprudentes e irresponsáveis“. Bell também admitiu: “Não sou perfeito e cometo erros“.
Na publicação, Bell ainda salientou que muitas das matérias envolvendo o seu caso eram falsas: “A maioria das notícias que você viu recentemente é totalmente falsa e errada. Não fui preso, não fui para a cadeia“.
Ele continuou: “Houve uma investigação completa ao longo de três anos em todas as alegações falsas feitas. E não sou eu dizendo que as alegações são falsas, mas o estado de Ohio provou que elas são. Se essas alegações fossem remotamente verdadeiras, minha situação seria muito diferente. Eu não estaria aqui em casa com a minha esposa e meu filho”.
O artista foi ainda mais além e esclareceu a situação envolvendo uma jovem garota menor de idade, com quem ele teria trocado uma série de mensagens. Ele afirmou que mesmo após ter ciência da idade da menina, ela continuou lhe cercando.
“Este indivíduo continuou a vir aos shows, comprou meet-and-greets e durante todo o tempo eu não sabia que esta era a mesma pessoa com quem eu estava me comunicando online. E é disso que me declaro culpado. Quero deixar claro que não houve imagens sexuais, nada físico entre mim e este indivíduo, não fui acusado de nada físico, não fui acusado de divulgar fotos ou imagens ou qualquer coisa assim. Isso é estritamente por mensagens de texto. E quando fui apresentado a um acordo judicial, por causa das mensagens, achei que era a melhor maneira de resolver isso rapidamente e para que todos os envolvidos pudessem seguir em frente e eu pudesse voltar a fazer o que amo, que é cantar para vocês”.
Desde que ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ chegou aos cinemas, o diretorDestin Daniel Cretton acessou o Instagram para homenagear vários membros do elenco e da equipe.
Desta vez, o cineasta não poupou elogios a Tony Leung, intérprete de Wenwu, pai do protagonista vivido por Simu Liu e grade vilão da adaptação.
Na publicação, Cretton compartilhou imagens inéditas dos bastidores e descreveu como Leung o impressionou durante as gravações.
Confira:
“O grande Tony Leung me surpreendia todos os dias com sua dedicação, visão e humildade. Trabalhar com ele foi uma experiência indescritível que guardarei para sempre.”
Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.
Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.
Já faz um bom tempo desde que o diretor Martin Scorsese (‘O Irlandês’) criticou os filmes da Marvel, dizendo que o estúdio não faz filmes de verdade.
Depois dele, Alan Moore, criador de ‘Watchmen’ e ‘A Piada Mortal’, disse que os filmes baseados em quadrinhos estavam infantilizando os adultos em todo o mundo.
E agora chegou a vez de Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’, ‘Duna’) fazer suas reclamações contra o estúdio.
Em entrevista para o El Mundo, o cineasta disse que os filmes do MCU não passam de cópias uns dos outros, seguindo uma fórmula lucrativa, mas com falta de criatividade.
“A verdade é que já existem muitos filmes de heróis. E os filmes da Marvel nada mais são do que um recortar e colar de outros.”
Conhecido por trabalhar em filmes considerados únicos e visionários, Villeneuve preferiu não estender suas críticas para evitar um cenário ainda mais polêmico, como aconteceu com Scorsese e Moore.
Scott Derrickson, diretor do aclamado ‘Doutor Estranho‘ e produtor da sequência, contra-atacou.
“Como diretor, eu não falo mal do trabalho de outros diretores, mesmo se eu não gostar de algo que eles fizeram. O trabalho já é difícil para todos nós e ninguém está aqui tentando fazer um filme ruim.”
Em outra publicação, ele sugeriu que Villeneuve está mal informado ou é extremamente obcecado pelos filmes do MCU.
Confira:
“Qualquer um que sai por aí dizendo que os filmes da Marvel são todos iguais não viu todos os filmes, então não tem moral para dizer são todos iguais. Ou, sele diz isso é porque viu todos eles e meio que gosta de ver os filmes da Marvel.”
Anyone who lambastes Marvel movies as all being the same has either a) not seen them all and therefore shouldn’t assume they’re all the same, or b) seen them all because hey, they actually quite like watching Marvel movies.
Outro diretor que saiu em defesa da Marvel foi Neill Blomkamp, conhecido por filmes como ‘Distrito 9’ e ‘Chappie’.
Em seu Twitter, Blomkamp compartilhou a notícia em questão e não foi cordial como Derrickson, escrevendo: “que p*** babaca”, mostrando sua indignação com os comentários de Villeneuve.
Lembrando que o próximo projeto de Villeneuve, ‘Duna’, será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.
Exibido pela primeira vez no Festival de Veneza, o remake inspirado na obra de Frank Herbertfoi recebido com aplausos por nada menos que sete minutos.
No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 85% de aprovação, com elogios à excelente direção de Villeneuve e ao universo rico e grandioso apresentado.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Uma realização cinematográfica formidável, um filme grandioso que pode ser estimulante em sua beleza sombria.” (The Wrap)
“‘Duna’ nos lembra o que um blockbuster de Hollywood pode ser.” (Guardian)
“Denis Villeneuve atrai você para uma visão do futuro surpreendentemente vívida e, em alguns momentos, plausivelmente enervante.” (Los Angeles Times)
“Denis Villeneuve, trabalhando com uma equipe técnica incrível, incluindo o cinematógrafo Greig Fraser, o editor Joe Walker e o designer de produção Patrice Vermette, consegue andar na linha tênue entre a grandeza e a pompa.” (RogerEbert.com)
“‘Duna’ é incrível em todos os sentidos da palavra. Será um filme que os fãs irão amar por muitos anos.” (io9.com)
“Eventualmente, ‘Duna’ apenas parece um sonho, porque termina de forma tão abrupta e não resolvida que você não irá acreditar que alguém tenha feito isso de propósito.” (Indiewire)
A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason Momoa, Dave Bautista, Javier Bardem, Charlotte Rampling, Zendaya, Josh Brolin e David Dastmalchian.
“O que me atingiu mais ao falar [com a comunidade transexual] foi o quanto eles enfrentaram, quantos ataques eles recebem, quantos deles encontram dificuldade em conseguir saúde pública e trabalho. Então eu decidi fazer mais do que um show para [eles]. Eu quero estender a mão e ajudar a comunidade”.
Nessa entrevista à Variety, o prolífico realizador Ryan Murphy anunciava, antes mesmo da estreia da série ‘Pose’, que todos os lucros da produção seriam destinados ao Transgender Legal Defense & Education Fund, organização fundada para ajudar os jovens transexuais a terem maiores oportunidades em uma sociedade extremamente retrógrada e preconceituosa. A decisão de Murphy em fazer isso não veio após o lançamento do drama, e sim como uma forma de diminuir esses abismos e fomentar discussões sobre identidade de gênero que são deixadas de lado em prol de uma controversa defesa tradicionalista do que significa ser “homem” e “mulher”. Rechaçado pelos conservadores, ele se tornou responsável, ao lado de nomes como o do frequente colaborador Brad Falchuke de Steven Canals, Nina Jacobson e Janet Mock, por levar tais pautas ao cenário mainstream.
É claro que narrativas sobre pessoas transexuais já existiam antes no cinema, mas nunca de uma forma tão verdadeira ou revolucionária quanto com ‘Pose’. Nos últimos anos, o escopo cinematográfico e televisivo lidou com um aumento exponencial dessas narrativas, como o aclamado ‘Uma Mulher Fantástica’, que gira em torno de uma mulher trans que luta contra a família de seu amado após sua morte e que se tornou a primeira produção no Oscar a trazer uma personagem transexual e uma atriz transexual a ganhar uma estatueta; ou também o controverso ‘A Garota Dinamarquesa’, que reviveu a história de Lili Elbe, mas foi estrelado por um homem cis-hétero (Eddie Redmayne); ou os documentários ‘Paris Is Burning’ e ‘Revelação’, que permanecem como títulos obrigatórios para quem queira estudar a representatividade trans na mídia.
As obras mencionadas acimas são apenas algumas das que trouxeram tal temática aos holofotes – e representam uma porcentagem ínfima do número absurdo de filmes e séries que são lançados dia a dia. ‘Pose’, dessa maneira, veio para abalar as engessadas estruturas da criação artística e promoveu uma transgressão dos paradigmas: primeiro, Murphy contratou o maior elenco protagonista trans da história do entretenimento; segundo, aliou-se a nomes de peso da comunidade para permitir que estrelas como Dominique Jackson e Mj Rodriguez ascendessem a uma fama inenarrável – Rodriguez inclusive faturou uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz em Drama por seu papel como Blanca Rodriguez (e tem grandes chances de levar a estatueta para casa); e, terceiro, contribuiu para conversas de importância inenarrável para a contemporaneidade, inclusive a destruição de tabus e comentários LGBTQfóbicos movidos por um ódio infundado e generalizado.
Segundo estudos do Human Rights Campaign, o ano de 2021 registrou um recorde de assassinatos de pessoas trans e de gênero não-conformista nos Estados Unidos: 28 pessoas foram mortas, com a maioria das vítimas sendo negra ou latina – o maior número em seis anos. Já no Brasil, a situação é mais complicada: em janeiro de 2020, a ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) chamou atenção pelo fato do nosso país continuar como o que mais mata travestis e transexuais no mundo inteiro, apresentando um aumento de 90% de homicídios contra a comunidade em relação ao ano anterior e caindo para a 68ª posição no ranking de países seguros para a população LGBTQIA+. Esses aumentos injustificáveis refletem também a baixíssima expectativa de vida da comunidade trans – que gira em torno de 35 anos, metade da média nacional.
‘Pose’ pode até ser ambientado no efervescente cenário dos anos 1980 e 1990 dos EUA, mas, certamente, serve como uma aula de identidade de gênero e das preocupações que a população queer, especialmente as mulheres trans negras e latinas, enfrentam quando resolvem levantar a voz frente a injustiças sociais e à falta de oportunidades. As personagens principais foram desmoralizadas e diminuídas por serem quem são e por ousarem sair da conformidade de gênero e se expressarem de um modo mais verdadeiro. Grande parte das personagens, como Elektra (Jackson), Angel (Indya Moore) e Candy (Angelica Ross), se viram obrigadas a encontrar um modo de sobreviver como prostitutas e trabalhadoras do sexo – algo que parece duro, mas representa a altíssima porcentagem de mulher trans que recorrem a esses meios para ganhar dinheiro (representando quase 15% do total, segundo a National Transgender Discrimination Survey de 2015).
Como se não bastasse, elas, ao lado de Pray Tell (Billy Porter), Damon (Ryan Jamaal Swain), Ricky (Dyllón Burnside) e tantos outros, são vítimas do estigma segregativo do boom do HIV e da AIDS, infecção sexualmente transmissível que servia como aval para a marginalização dos LGBTQIAs e para que as pessoas aquiescessem a um estilo de vida heteronormativo e à risível defesa de um “núcleo familiar tradicional” que, na verdade, é fruto de um pensamento religioso e quase medievalista. Em meio a tantos obstáculos, cada protagonistas e coadjuvante reúne as forças necessárias para vencer os obstáculos e tentar, de alguma forma, alcançar um modo de vida digno.
A dramatização da época em questão é certeira em diversos aspectos realistas – principalmente quando a série nos transporta para o escondido microcosmos dos ballrooms. Os bailes em questão, parte da própria existência de Nova York e de tantas outras cidades ao redor do mundo (como São Paulo e Londres), surgiram como espaço de resistência e de promoção da diversidade, pavimentados como refúgios para jovens LGTBQIA+ expulsos de suas casas, por exemplo. Tal cenário ganhou expressividade nos anos 1960 e pelas mãos da comunidade negra latino-americana, mantendo-se vivo até os dias de hoje. É aqui, também, que as Casas ganham vidas (grupos que emulam as configurações familiares) e onde o voguing, dança inspirada pela revista Vogue, é apreciado por todos.
Cada elemento de ‘Pose’ deve ser apreciado em sua completude e compreendido como um breve retrato de uma história que auxilia na desconstrução de tabus e máculas que acompanham essa comunidade desde sempre. Por esse e por tantos outros motivos, a série, com apenas suas três temporadas, tornou-se uma das mais importantes e essenciais do escopo mainstream – e suscitou uma revolução queer que mudou para sempre a nossa maneira de enxergar o mundo.
A produção da aguardada sequência de ‘Abracadabra‘ continua em andamento, e um usuário do Twitter compartilhou algumas imagens de um dos cenários que está sendo construído para o filme.
Localizada em Lincoln, Rhode Island, a construção em madeira remete a casas rústicas e provavelmente pode ter relação com algumas cena de flashback sobre as bruxas Sanderson, vividas por Bette Midler, Sarah Jessica ParkereKathy Najimy.
Confira:
“Dei um passeio pelas Fazendas Chase, em Lincoln, onde eles estão no processo de construção do cenário para as filmagens de ‘Abracadabra 2!”
Took a stroll through Chase Farms in Lincoln, where they’re reportedly in the process of building the set for the filming of Hocus Pocus 2! pic.twitter.com/tQncZUTPFK
Lembrando que o início das gravações está programado para outubro, e o longa irá estrear na Disney+ no outono norte-americano de 2022, provavelmente durante o período de Halloween.
O Disney+ divulgou o logo e confirmou o retorno de Midler, Najimy e Parker.
“Irmãaaas! Já se passarem 300 anos… mas nós estamos de volta! ‘Abracadabra 2’ será lançado durante o outono em 2022 na Disney+,”confirmou a atriz Bette Midler, através do seu Twitter.
Anne Fletcher (‘Ela Dança, Eu Danço’) será responsável pela direção.
Em entrevista à SiriusXM, Najimy contou alguns detalhes sobre a produção:
“Sarah e Bette e eu tivemos algumas conversas pelo telefone para conversar sobre o roteiro e foi bem divertido, obviamente. Bette Midler, como Jess bem sabe, foi uma grande inspiração para minha vida inteira. Tipo, metade de mim é por causa de Bette Midler, a outra metade é por causa da minha mãe, Gloria Steinem. Então falamos bastante sobre notas e sobre se faríamos agora. Agora, precisamos ver locações, datas e quanto tempo vai durar. Então é isso, esssas coisas”.
A intenção é lançar a sequência no serviço de streaming Disney+. O projeto ainda está nos estágios iniciais de produção.
Confira o logo oficial:
Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.
O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia ‘High School Musical’), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.
‘The Book of Boba Fett‘ estreia em dezembro deste ano na Disney+ e promete grandes surpresas para os fãs de ‘Star Wars‘.
Inclusive, o diretor Robert Rodriguez garantiu que o que os fãs viram em ‘O Mandaloriano’ nem se compara ao que está por vir na derivada.
Em entrevista para o The Nerdy Basement, ele disse que:
“Não posso dizer nada sobre a série, jurei silêncio. O que posso revelar é que tenho certeza que vai explodir a mente dos fãs. Se você assistiu o episódio que dirigi em ‘O Mandaloriano‘ e gostou, posso garantir que nem chega perto do que fizemos em ‘The Book of Boba Fett’, nem se compara. Eu estou falando com razão porque a série vai entregar mais do que o público espera.”
Confira a entrevista:
Anteriormente, o Star Wars News Net divulgou que Fett (Temuera Morrison) deve receber mais uma atualização em sua armadura ao longo dos episódios da derivada.
Para quem não se lembra, o caçador de recompensas fez um upgrade no visual depois que recuperou seu traje na 2ª temporada do programa estrelado por Pedro Pascal.
Infelizmente, não foi dito como será essa nova atualização, mas é possível que sejam ligeiras mudanças na cor e novas armas em seu arsenal.
Além disso, o portal indica que a trama da série será focada na vingança de Fett contra aqueles que o injustiçaram ao longo de sua vida, então haverá diversas cenas de flashbacks.
Para isso, ele irá recrutar alguns dos mais perigosos caçadores de recompensa da galáxia enquanto põe um alvo nas costas de outros.
Lembrando que ‘The Book of Boba Fett‘ estreia em dezembro deste ano, na Disney+.
Durante uma entrevista para o Collider, o diretor e produtor executivo Robert Rodriguez garantiu que a derivada vai explodir a mente dos fãs devido à ação, às referências e também por preparar o terreno para o futuro da saga Star Wars.
“Eu não posso dizer nada sobre a trama, mas falta pouco par o lançamento, em dezembro… Espere para ver o que está por vir. Vai explodir a mente dos fãs. Essa série não tem apenas ação e uma tonelada de referências, mas também está preparando o terreno para o futuro da saga.”
Ele continuou:
“Isso é tudo o que posso dizer, e tudo o que eu disser vai parecer um exagero porque realmente fizemos disso um exagero. Poso garantir que as pessoas vão ficar muito animadas quando virem.”
Como as gravações da série derivada de ‘O Mandaloriano‘ já foram finalizadas, então a presença do trio era uma surpresa.
Lembrando que todos eles já estiveram envolvido com a direção de alguns episódios de ‘O Mandaloriano‘, que foi criada por Favreau.
Em sua declaração, Morrison elogiou o trabalho dos cineastas e explicou que sua presença na série mantém uma ótima conexão entre as produções da Lucasfilm.
“Jon [Favreau] criou algumas fórmulas mágicas. Temos ótimos diretores a bordo: Robert Rodriguez, Favreau, Bryce [Dallas Howard] e Dave Filoni. ‘The Book of Boba Fett‘ é apenas um novo mundo! Eles gostam de manter as produções de ‘Star Wars‘ conectadas.”
Há alguns meses, Morrison disse ao Rotten Tomatoes que a série vai revelar como o caçador de recompensas sobreviveu após os eventos de ‘Star Wars: O Retorno de Jedi’.
Para quem não se lembra, Fett caiu no Poço de Sarlacc depois que Han Solo (Harrison Ford) acidentalmente explodiu seu jetpack, fazendo-o perder o controle e cair direto no poço de Sarlacc.
Segundo a lenda, as vítimas do Sarlacc são digeridas num sofrimento de 1000 anos, mas como Fett conseguiu sobreviver?
“Não posso entregar muito sobre a trama, mas veremos um pouco do passado de Fett e por onde ele esteve desde que apareceu em ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca‘ até seu retorno em ‘O Mandaloriano‘. Os fãs insistem em dizer que ele ficou meio de lado [nos filmes originais], e agora é a hora de voltarmos no tempo, acompanharmos sua jornada e descobrirmos mais sobre o misterioso caçador de recompensas.”
E aí, você está curioso?
Para quem não sabe, a série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.
Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.
Há alguns meses, a página oficial de ‘O Mandaloriano‘ divulgou o logo e detalhes da produção.
Confira:
“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filonie Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.”
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
A sequência ‘Halloween Kills‘ ganhou um novo comercial de TV, destacando a rivalidade entre Laurie (Jamie Lee Curtis) e o assassino Michael Myers, que é aparentemente desmascarado nos segundos finais da prévia.
Confira:
O filme chega aos cinemas em 15 de outubro de 2021. O terceiro capítulo, por sua vez, será lançado em 14 outubro de 2022.
Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).
Recentemente, o aclamado diretor Denis Villeneuve deu uma entrevista ao jornal El Mundo e não poupou críticas negativas à Marvel Studios, dizendo que boa parte dos filmes é um “copia e cola de outros”.
É claro que seus comentários repercutiram nas redes sociais e atraíram respostas dos mais diversos cantos da internet, incluindo do diretor Neill Blomkamp, conhecido por filmes como ‘Distrito 9’ e ‘Chappie’.
Em seu Twitter, Blomkamp compartilhou a notícia em questão e escreveu: “que p*** babaca”, mostrando sua indignação com os comentários de Villeneuve.
Lembrando que o próximo projeto de Villeneuve, ‘Duna’, será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.
Exibido pela primeira vez no Festival de Veneza, o remake inspirado na obra de Frank Herbertfoi recebido com aplausos por nada menos que sete minutos.
No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 88% de aprovação, com elogios à excelente direção de Villeneuve e ao universo rico e grandioso apresentado.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Uma realização cinematográfica formidável, um filme grandioso que pode ser estimulante em sua beleza sombria.” (The Wrap)
“‘Duna’ nos lembra o que um blockbuster de Hollywood pode ser.” (Guardian)
“Denis Villeneuve atrai você para uma visão do futuro surpreendentemente vívida e, em alguns momentos, plausivelmente enervante.” (Los Angeles Times)
“Denis Villeneuve, trabalhando com uma equipe técnica incrível, incluindo o cinematógrafo Greig Fraser, o editor Joe Walker e o designer de produção Patrice Vermette, consegue andar na linha tênue entre a grandeza e a pompa.” (RogerEbert.com)
“‘Duna’ é incrível em todos os sentidos da palavra. Será um filme que os fãs irão amar por muitos anos.” (io9.com)
“Eventualmente, ‘Duna’ apenas parece um sonho, porque termina de forma tão abrupta e não resolvida que você não irá acreditar que alguém tenha feito isso de propósito.” (Indiewire)
A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason Momoa, Dave Bautista, Javier Bardem, Charlotte Rampling, Zendaya, Josh Brolin e David Dastmalchian.
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