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Crítica | Frio nos Ossos – Suspense da HBO Max tem reviravoltas CHOCANTES e prende a atenção..

Uma casa isolada, quartos trancados, uma família que vive reclusa em uma enorme fazenda, uma visita inesperada em uma noite de forte tempestade. Esses são alguns dos elementos de uma surpreendente trama onde relações familiares conflitantes são a base para descobertas e segredos escondidos. Dirigido pelo cineasta alemão Matthias Hoene e escrito por Neil Linpow (que também interpreta um dos personagens do filme) Frio nos Ossos busca detalhar ao espectador passados de perdas, conflitos, vingança e loucura através de personagens esgotados emocionalmente que parecem estar prestes a serem confrontados dentro de suas bolhas criadas como proteção.

Na trama, conhecemos uma mãe super ativa (Joely Richardson), ex-anestesista, que vive com sua filha Maisy (Sadie Soverall) e o marido (Roger Ajogbe) em uma enorme fazenda numa área rural da Inglaterra, um lugar longe de tudo e todos onde o hospital mais próximo fica à 160 quilômetros de distância. Certo dia, em uma noite de tempo horroroso, dois irmãos bastante suspeitos batem na porta da família, que mesmo em dúvidas, resolvem ajudar. O que acontece dali pra frente é um jogo psicológico proposto através das ações e consequências, onde aos pouco vamos, através de atitudes drásticas, conhecendo as verdades de cada um daqueles personagens. Nos perguntamos até os minutos finais: O perigo vem de fora ou está dentro da casa?

O roteiro gira em torno da tensão, da composição de ações desesperadas onde laços maternais são elos, dentro de visões particulares conflitantes em relação ao passado dos personagens. Esse último ponto apresenta chocantes momentos de tensão ao longo dos 90 minutos de projeção. Aqui as reviravoltas são substituídas por surpresas, tudo é muito bem explicado, quando entendemos um fato, não há dúvidas sobre ele, isso tudo dentro de clima nada amistoso e constante no ar, com um ritmo intenso.

Quando as peças mostram suas verdadeiras faces ao público, dentro desse tabuleiro cheio de angústia, um jogo psicológico é proposto através das ações e consequências, assim conhecemos melhor todos as interpretações dos fatos que se seguem pelos personagens. Não importa o ponto de vista que refletimos, é possível sair daquela bolha que torna a tragédia algo constante e também iminente? Escolhas são portas que se abrem o tempo todo, para cada um dos personagens. Tem o aspecto psicológico pronto para análises e debates, principalmente na figura da mãe interpretada magistralmente por Joely Richardson. Sua personagem inclusive não tem nome revelado, apenas sendo chamada de mãe a todo instante. E esse ponto, dos laços maternais, é a interseção que navega as brilhantes linhas do surpreendente roteiro.

Disponível no catálogo da HBO Max, Frio nos Ossos prende a atenção do espectador do início ao fim. É um daqueles filmes onde tudo pode acontecer, onde desconfiamos de todos os personagens dentro de uma pulsante narrativa.

Crítica | Um Espião e Meio

Irmãos Gêmeos

Quando olhamos para a figura de Dwayne “The Rock” Johnson, o maior herói de ação do cinema atual, a última coisa que pensamos é em alguém que sofreu bullying durante a juventude. No entanto, é justamente essa subversão de tipo o mote para a nova comédia eletrizante da Universal. Escrito por David Stassen e o ator Ike Barinholtz (Vizinhos e Esquadrão Suicida), em parceria com o diretor Rawson Marshall Thurber (dos divertidos Com a Bola Toda e Família do Bagulho), o roteiro nos leva de volta ao passado vinte anos quando Robbie Wheirdicht (The Rock) – sentiram a analogia nada sutil do nome com a palavra weird (estranho) – então um rapaz bem rechonchudo, sofre um terrível ato de humilhação de seus colegas na escola.

A cena de abertura é também um dos momentos mais curiosos e bizarros do longa, já que para a transformação de Johnson em um jovem com muitos quilos a mais, seu rosto foi inserido no corpo de outro ator através de computação gráfica – efeito que pode ser conferido no trailer. Devastado pelo ato cruel, o rapaz some do colégio, sem que alguém soubesse novamente de seu paradeiro. Corta para os dias atuais, onde a vida de Calvin Joyner (Kevin Hart), o aluno mais popular do colégio e único que ajudou o sofredor Wheirdicht, não está exatamente estabelecida como ele queria. No colégio, ele era o aluno mais provável a ser bem sucedido, na vida real, Joyner se tornou um contador num trabalho chato, em uma empresa que não respeita.

Um Espião e Meio - CinePOP 2

A trama dará uma guinada com o ressurgimento da vítima de bullying, agora nas formas musculosas de Johnson, e usando a alcunha Bob Stone. O sujeito, no entanto, continua possuindo atitudes peculiares e outras tantas pra lá de esquisitas. Stone reencontra Joyner, a figura que tem como mártir por ter sido o único a se manifestar durante o cruel ato cometido contra ele. Mas o protagonista guarda alguns segredos de sua vida pessoal, logo arrastando o pacato contador para dentro de uma trama digna da mais elaborada Intriga Internacional.

Um Espião e Meio é um filme que transita em duas vertentes: por um lado funciona como um buddy movie – filme com duplas disfuncionais de amigos que precisam aprender a trabalhar junto; e por outro exibe uma trama de espionagem, na qual concentra-se grande parte da ação. Em casos assim, geralmente a “gordura” é retirada e desmerecida, já que o que importa mesmo é o núcleo da obra, sendo nesse caso o relacionamento entre os protagonistas. No entanto, a trama de mistério é equilibradamente significativa para Um Espião e Meio, pois traduz para o espectador os traços de personalidade (talvez abalada além da redenção) de um protagonista marcado com cicatrizes psicológicas e o que tal trauma pode ter acarretado em sua mente.

Um Espião e Meio - CinePOP 3

Um Espião e Meio nos deixa a cada cena perguntando sobre o verdadeiro caráter de Stone, um personagem dúbio e bem estruturado pelo roteiro e pela performance de Johnson. No outro segmento, o filme segue em perfeita sincronia igualmente, tendo em seu ponto alto a química perfeita entre Kevin Hart (o comediante número 1 dos EUA na atualidade) e Dwayne Johnson, que sabe como ninguém brincar com sua imagem de durão e tirar bastante sarro dela – este é provavelmente o filme que mais soube aproveitar o fato.

Um Espião e Meio pode não ser um filme que irá durar, mas é um ótimo entretenimento nos cinemas, funcionando como o Irmãos Gêmeos (1988) dessa geração – o contraponto da “torre” Johnson ao tampinha Hart funciona muito bem esteticamente. Além disso, numa comédia o que todos almejam é o humor e a graça, e isso o filme entrega em quantidade. Sobram piadas para a famosa pochete de Johnson (quem não viu aquela foto antiga vazada na internet na qual o ator exibia trejeitos de pagodeiro), que é incorporada na trama, participações especiais e atores reprisando seus bordões de programas famosos. E para terminar, as más línguas podem dizer que os poucos minutos da aparição de uma certa Caça-Fantasmas são mais satisfatórios do que sua participação inteira no filme citado. E não estariam completamente equivocadas.

Jennifer Lopez | Os Filmes (e Série) da musa latina RANKEADOS do PIOR ao MELHOR

Deus abençoe Jennifer Lopez! Poucos são os artistas que conseguem emplacar de forma tão bem-sucedida em duas áreas do entretenimento, como na atuação e na música. Jennifer Lopez conquistou isso. Impressiona ainda mais sabendo de suas origens latinas, num mercado não muito receptivo (ainda mais no passado) como nos EUA. J-Lo (apelido da estrela) é uma das cantoras mais badaladas do mundo com diversos hits, mas antes disso já impressionava nas telas de cinema.

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Este ano Jennifer Lopez marcou presença logo no final de janeiro, lançando seu mais recente trabalho como atriz: a comédia Casamento Armado – produção exclusiva da Amazon Prime Video. Pegando este gancho e como forma de homenagear essa atriz e cantora de 56 anos, resolvemos ranquear – do pior ao melhor – os principais trabalhos de Jennifer Lopez como atriz, incluído seu mais recente filme. Ah sim, como sempre por aqui, a escolha foi feita através da média das notas dos críticos e do grande público, ou seja, da maneira mais democrática possível. Confira abaixo.

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29 | Contato de Risco (2003)

Não tem jeito, o pior filme da carreira de Jennifer Lopez é mesmo este Gigli (no original) – considerado também um dos piores filmes de todos os tempos. O longa que fala sobre criminosos mequetrefes foi responsável pelo fim do relacionamento entre Lopez e Ben Affleck da primeira vez. Entre outras coisas mostra Lopez como uma lésbica sendo “curada” pelo amor do protagonista de Affleck.

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28 | O Garoto da Casa ao Lado (2015)

Suspense de quinta categoria, mostra a “mamãe” J-Lo tendo um caso com um rapaz da casa ao lado, muitos anos mais jovem, e depois virando alvo da psicopatia do sujeito. O filme parece ter sido feito apenas para mostrar que Lopez, então aos 45 anos, ainda era pura sensualidade.

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27 | Plano B (2010)

Antes deste filme, J-Lo ficou afastada das telonas por uns cinco anos, dedicando-se à carreira de cantora. Quando achou que era hora de voltar, apostou numa comédia romântica sobre uma mulher que decide ser mãe solo, mas no processo da inseminação conhece um pretendente.

26 | O Casamento dos Meus Sonhos (2001)

Nesta comédia romântica, Jennifer Lopez atua ao lado de Matthew McConaughey. Ela vive uma organizadora de casamentos que se apaixona e resolve roubar o noivo de seu mais recente trabalho. É mole?

25 | A Sogra (2005)

Esta comédia marcou a volta de Lopez ao sucesso de boas bilheterias. No filme, a estrela faz uma dupla de respeito com a veteraníssima Jane Fonda – a mãe “sufocadora” de seu novo namorado.

24 | Jack (1996)

Bem antes da fama e sucesso que possui hoje, Jennifer Lopez conseguiu vaga nesta produção dirigida por ninguém menos que o prestigiado Francis Ford Coppola, que escalou Robin Williams no papel de um menino com um raro distúrbio que o faz aparentar ser um homem de meia idade. Lopez interpreta a afetuosa professora primária do garoto.

23 | O Cantor (2006)

Jennifer Lopez tem mania de fazer filme com seus companheiros durante o relacionamento. Foi assim com Ben Affleck e foi assim com Marc Anthony, que estrela neste filme como Hector Lavoe, o cantor que criou o ritmo musical da salsa em 1975 e o levou para os EUA.

22 | Nunca Mais (2002)

Aqui, Jennifer Lopez quis fazer seu próprio “Dormindo com o Inimigo” (1991), mas resolveu criar uma personagem mais guerreira, que ao invés de simplesmente fugir do marido abusivo e se fingir de morta, resolve aprender a luta marcial Krav Maga e revidar as agressões do crápula.

21 | Assalto Sobre Trilhos (1995)

Podemos dizer que este foi o primeiro papel de destaque de Jennifer Lopez em uma grande produção. Neste thriller de ação da Columbia Pictures (Sony), Wesley Snipes e Woody Harrelson são irmãos adotivos trabalhando como seguranças do trem que leva o dinheiro das bilheterias do metrô de Nova York. Lopez vive a nova agente da equipe e se envolve com os dois.

20 | O Que Esperar Quando Você Está Esperando (2012)

Nesta época, Jennifer Lopez havia acabado de ser mãe na vida real, o que justifica suas escolhas de projetos envolvendo gravidez de mulheres ou adoção de crianças. Depois de Plano B (2010), Lopez viria a estrelar esta comédia baseada num livro famoso e com um grande elenco, que inclui Cameron Diaz e Rodrigo Santoro.

19 | Anaconda (1997)

O maior prazer culposo da filmografia de Jennifer Lopez, esta produção “trash” de US$45 milhões serviu como divisor de águas na carreira da atriz, a transformando pela primeira vez em protagonista de uma grande produção. Aqui, J-Lo “mata a cobra e mostra o pau” ao seguir rio abaixo na Amazônia e se deparar com uma gigantesca sucuri. Se não for levado a sério, este “terror” é diversão garantida.

18 | Olhar de Anjo (2001)

Drama romântico, este longa traz Lopez como a policial Sharon Pogue. Ela salva um sujeito, papel de Jim Caviezel, e termina se apaixonando por ele. No entanto, ele se mostrará uma figura misteriosa, o qual ela começa a investigar. Para os brasileiros um atrativo a mais, já que nossa veterana Sonia Braga vive a mãe de J-Lo no filme.

17 | Encontro de Amor (2002)

Jennifer Lopez estava mesmo disposta a se tornar a “nova Julia Roberts” no início dos anos 2000 – mas e quem pode culpa-la, já que Roberts é um dos expoentes do gênero comédia romântica, no qual Lopez trabalha na maioria de seus filmes. Depois de criar seu próprio “Dormindo com o Inimigo” com Nunca Mais, a estrela fez seu próprio “Uma Linda Mulher” com este item. Ela interpreta uma camareira de um hotel de luxo que se apaixona e começa um romance com um importante político (papel do sisudo Ralph Fiennes).

16 | Lila & Eve – Unidas Pela Vingança (2015)

Jennifer Lopez é especialista em comédias românticas açucaradas, mas já teve a chance de trabalhar com grandes atores, vide Ralph Fiennes, Morgan Freeman e Viola Davis. É esta última que chega agora na lista, num filme que não é uma “rom-com”, mas sim um thriller pesado. Nesta espécie de Desejo de Matar (1974), Lopez e Davis vivem mães sofrendo pela morte dos filhos, vítimas da violência urbana. Quando a polícia não pode fazer nada, as duas decidem fazer justiça com as próprias mãos.

15 | Casamento Armado (2023)

Chegamos ao filme mais recente lançado pela musa latina. O longa da Amazon Prime Video deveria ter Armie Hammer contracenando e fazendo par com Jennifer Lopez. Em janeiro de 2021, Hammer abandonou a produção depois do escândalo de seus casos extraconjugais envolvendo abusos e até canibalismo. Hammer foi substituído por Josh Duhamel.

14 | Uma Nova Chance (2018)

Vira e mexe Jennifer Lopez dá uma pausa em sua carreira e vai se concentrar em outros projetos, deixando as telonas brevemente. Aqui, fazia três anos que a estrela estava afastada dos cinemas. Ela retornou para esta comédia sobre empoderamento feminino que é quase uma nova versão de Uma Secretária de Futuro (1988) – e mostra Lopez mentindo no currículo para conseguir um emprego melhor.

13 | Parker (2013)

Numa das parcerias mais inusitadas da carreira de J-Lo, a atriz resolveu estrelar um thriller de ação ao lado do especialista no gênero Jason Statham. O longa que está completando 10 anos em 2023, traz Statham traído por sua própria gangue de ladrões, precisando da ajuda da personagem de Lopez para se vingar.

12 | Menina dos Olhos (2004)

Nesta época, a relação de Jennifer Lopez e Ben Affleck já havia caído por terra, mas esse filme sobrava como resquício de quando eles ainda estavam juntos. Justamente por isso, o diretor Kevin Smith resolveu cortar quase todas as cenas da atriz, que vive a mãe da filha de Affleck no longa, e sai de cena logo no início.

11 | Dança Comigo? (2004)

Quem estrela esse drama cômico com muito fervor musical são os veteranos Richard Gere e Susan Sarandon. A dupla vive um casal cujo matrimônio caiu na rotina, agora adentrando a terceira idade. Para apimentar as coisas, ele decide entrar numa escola de dança. No local, a professora é a “picante” Paulina (papel de J-Lo).

10 | A Cela (2000)

Adentramos o top 10 dos melhores filmes de Jennifer Lopez com um thriller arrepiante e alucinógeno. O suspense mistura O Silêncio dos Inocentes (1991) e Matrix (1999), numa trama na qual através de uma nova tecnologia revolucionária, é possível adentrar a mente das pessoas. Os especialistas a usam para invadir a mente de um psicopata em coma a fim de encontrar sua mais recente vítima. Para a missão, é escalada uma proeminente terapeuta (papel de Lopez).

09 | Sangue & Vinho (1996)

Em seu início de carreira no cinema, em um de seus primeiros filmes, Jennifer Lopez teve a chance de trabalhar lado a lado com um dos melhor atores de todos os tempos: o aposentado Jack Nicholson. Fora isso ainda temos outro veterano do primeiro time, o britânico Michael Caine. A dupla Nicholson e Caine são dois vigaristas e ladrões profissionais, e Lopez está no meio desta trama de gato e rato como o caso amoroso do primeiro e de seu filho.

08 | Um Lugar para Recomeçar (2005)

Aqui Lopez já era uma estrela de renome internacional, tanto no cinema quanto nos palcos. A atriz investia num trabalho mais sério e dramático, no papel de Jean, mãe viúva que resolve pedir abrigo na fazenda do ex-sogro, papel do veterano Robert Redford. Assim, o velho homem tem a chance de conhecer melhor sua neta e também a viúva de seu filho. Completando o elenco, Morgan Freeman faz o amigo de Redford vivendo no local.

07 | Case Comigo (2022)

Jennifer Lopez lançou Casamento Armado no início deste ano nas plataformas de streaming. No ano passado, a musa latina também lançava uma comédia romântica logo no início do ano, mas a estreia de Case Comigo foi nos cinemas. Na trama, ela vive uma estrela do porte de uma “Jennifer Lopez”. Ela é abandonada por seu noivo popstar pouco tempo antes do casamento, então decide seguir em frente com a cerimônia escolhendo um completo estranho da plateia para se casar. Sem noção é pouco.

06 | Reviravolta (1997)

No mesmo ano em que estreava o prazer culposo Anaconda, J-Lo investia numa produção um pouco mais prestigiada, com grandes nomes como Sean Penn e Nick Nolte no elenco, e Oliver Stone na direção. Penn vive um sujeito para lá de azarado, que está indo pagar uma dívida com criminosos em dinheiro vivo. Seu carro quebra e ele termina “atolado” numa cidadezinha no fim do mundo. No local, se engraça com a “caliente” Grace (Lopez), que logo o pede para despachar seu marido abusivo (Nolte).

05 | Shades of Blue: Segredos Policiais (2016-2018)

Hoje em dia, quando atores renomados não conseguem encontrar bons projetos nos cinemas, eles precisam recorrer à TV. Isso porque os seriados estão em outro nível atualmente, fazendo frente e conseguindo até mesmo desbancar grande parte dos filmes. Foi isso que Jennifer Lopez fez e obteve sucesso com a elogiada Shades of Blue, que mostra os bastidores da força policial de forma nua e crua. A atriz vive Harlee Santos. A série durou três temporadas.

04 | Selena (1997)

Mais um divisor de águas na carreira de Jennifer Lopez chega agora em quarta posição no topo de seus melhores filmes. No filme, a atriz vive Selena Quintanilla, a jovem cantora mexicana assassinada pelo presidente de seu fã clube aos 23 anos e no auge do sucesso. O filme despertou o desejo em Jennifer Lopez em se tornar cantora. Selena também ganhou uma série recente na qual foi interpretada por Christian Serratos.

03 | As Golpistas (2019)

Agora chegamos no top 3 dos melhores filmes da carreira da musa Jennifer Lopez. Subindo ao pódio com a medalha de bronze, As Golpistas traz a atriz como uma stripper que se torna a cabeça de um esquema de roubos e extorsão a clientes de uma casa noturna. Baseado numa história real. Pelo filme, muitos cinéfilos e críticos fizeram campanha para que Lopez fosse indicada pela primeira vez ao Oscar – mas em um dos casos mais claros de esnobadas da Academia, a nomeação não saiu.

02 | Minha Família (1995)

Agora voltamos lá para o passado, para o primeiro filme da carreira de Jennifer Lopez, quando a atriz era uma ilustre desconhecida, uma jovem de 26 aninhos. Épica jornada de uma família mexicana, esse filme elogiadíssimo mostra o patriarca dos Sanchez migrando do México para Los Angeles ainda na década de 1920. A trama acompanha três gerações da família vivendo nos EUA. Lopez vive a versão jovem de Maria, a matriarca da família e logo de cara recebeu elogios por sua performance.

01 | Irresistível Paixão (1998)

Em primeiríssimo lugar como o melhor filme da carreira de Jennifer Lopez – na opinião dos críticos e do grande público (ou seja, eleito da forma mais democrática) – está uma obra que mistura os gêneros do cinema policial, de suspense, drama e romance. Baseado no livro do famoso romancista criminal Elmore Leonard, Lopez vive Karen Sisco, uma policial durona que presencia a fuga de Jack Foley da prisão e é feita por ele de refém brevemente. Agora, ela fará de sua missão caçá-lo, mesmo que não consiga parar de pensar nele, da forma errada. O sujeito é vivido por George Clooney.

‘Game of Thrones’: Sophie Turner afirma que final da série será surpreendente

Em 2019, a saga épica de ‘Game of Thrones‘ finalmente chegará ao seu fim. Mas, apesar das inúmeras teorias rolando pela internet, em entrevista ao Digital Spy, a atriz Sophie Turner garante que o final será surpreendente.

“Para mim – sem entregar spoilers, acredito –, eu fiquei muito satisfeita com a imprevisibilidade do final da série. As pessoas criaram tantas teorias sobre como irá terminar, e quem irá terminar aonde ou com quem. Foi muito surpreendente a forma como realmente terminou. Estou muito satisfeita, e acredito que os fãs também ficarão.”

Recentemente, a atriz Maisie Williams confirmou que já finalizou sua participação nas filmagens da última temporada de ‘Game of Thrones‘, mas os fãs especulam que uma de suas hashtags, em sua postagem de despedida, revelem um spoiler da série.

“#lastwomanstanding” (#últimamulherempé, em tradução livre) pode indicar que a Arya seja a última mulher viva na série, ou apenas que seja a última a gravar suas cenas, que não necessariamente são filmadas na ordem cronológica.

“Adeus Arya, adeus Game of Thrones. Quantas alegrias eu tive e ainda estou aqui para acompanhar a aventura que está por vir”.

Em entrevista ao The Irish Times, a atriz Maisie Williams declarou que teme não conseguir mais trabalho ao fim da série por causa de sua “aparência”.

“Apenas agora eu estou começando a perceber que personagens estão ou não disponíveis para mim por causa da minha aparência. É uma indústria muito fútil. E eu não pareço com alguém que será escalada em papéis sexualizados. Não me entenda mal, eu estou completamente impressionada com as protagonistas de Hollywood. Eu amo olhar para aquelas mulher lindas, mas eu acho triste que você só vê esse tipo de beleza na tela.”

Além da série, Williams terá grande destaque no filme ‘X-Men: Os Novos Mutantes‘, que estreará no dia 2 de Agosto de 2019.

‘The OA’: 2ª temporada ganha trailer COMPLETO e data de estreia; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘The OA‘.

Confira:

A segunda temporada será lançada na plataforma no dia 22 de março.

A série começa quando uma garota cega, Prairie Johnson (Marling), desaparecida por sete anos, reaparece com a visão recuperada. Prairie não consegue falar sobre os anos que permaneceu desaparecida para seus pais e para o FBI. Mas ao longo da investigação segredos sobre seu desaparecimento e sua milagrosa recuperação virão à tona.

O elenco conta com Brit Marling, Patrick Gibson, Brendan Meyer, Emory Cohen, Scott Wilson, Phyllis Smith, Alice Krige, Brandon Perea, Ian Alexander e Jason Isaacs.

‘Pânico’: Courteney Cox celebra Halloween fazendo piada com sua franja do 3º filme

Através de seu Instagram, a atriz Courteney Cox celebrou o Haloween com um vídeo divertido fazendo homenagem à icônica franquia ‘Pânico‘ – e tirando sarro de sua peculiar franjinha em ‘Pânico 3‘.

Confira:

 

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Happy Halloween! 🎃👻🖤

Uma publicação compartilhada por Courteney Cox (@courteneycoxofficial) em

A franquia ‘Pânico‘ teve seu auge entre 1996 e 2000, gerando três filmes e uma bilheteria de US$ 500 milhões pelo mundo.

Em 2011, um 4º filme foi lançado, mas não conseguiu resgatar o sucesso dos originais, arrecadando menos de US$ 100 milhões em bilheteria.

Após a morte de Wes Craven (2015), criador da franquia, não houve contrato para novos filmes, até que rumores sobre um reboot começaram a circular em 2017, mas até agora nada foi confirmado.

 

‘Absentia’: 3ª temporada ganha novo trailer INTENSO; Assista!

A Amazon divulgou o novo trailer da 3ª temporada da série ‘Absentia‘.

Confira:

A nova temporada estreiou hoje, dia 17 de julho.

A série foi criada por Matthew Cirulnick e Gaia Violo.

Emily Byrne (Katic) é uma agente do FBI que assume a difícil missão de capturar um dos assassinos mais perigosos de Boston, mas, durante as investigações, ela acaba desaparecendo sem deixar pistas. Seis anos depois, ela é encontrada quase sem vida e sem memória dentro de uma cabana no meio da floresta. Ao voltar para a sua vida normal, no entanto, Emily descobre que além de seu marido ter se casado com outra mulher, levar uma vida longe de casos criminais será um sonho distante para ela.

Stana Katic (a Beckett de ‘Castle‘) estrela. O elenco ainda conta com Patrick Heusinger, Cara Theobold, Neil Jackson, Angel Bonanni, Bruno Bichir, Paul Freeman, Ralph Ineson, Christopher Colquhoun e Patrick McAuley.

No Brasil, a série é exibida pelo AXN.

‘Liga da Justiça’: Cena estendida traz fala clássica do Coringa: ‘Nós vivemos em uma sociedade…’

O Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ trouxe diversas cenas inéditas do longa, mas uma das que os fãs estavam mais esperando, envolvendo o Coringa (Jared Leto), ficou de fora da edição.

Porém, um clipe estendido da cena entre o Coringa e o Batman (Ben Affleck) foi divulgada, trazendo a icônica fala cortada do vilão: “Nós vivemos em uma sociedade…”

Confira:

É inegável que ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ agradou os fãs e reascendeu o desejo dos espectadores pela continuidade daquele universo.

É por isso que a nova campanha de mídia social com a hashtag #RestoreTheSnyderVerse acaba de ultrapassar a marca de 1,5 milhão de tweets em apenas 24 horas.

O recorde anterior era da hashtag #AvengersEndgame com 1,4 milhão de tweets em apenas 24 horas.

Confira:

Será que a Warner e a DC agora vão topar restaurar o Universo Cinematográfico criado por Snyder, que começou com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e terminou em ‘Liga da Justiça‘?

O estúdio agora precisa analisar se deve ouvir os fãs novamente ou seguir com os projetos criados sem a presença do Snyder.

Confira as reações dos fãs:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Jovem cega tenta sobreviver invasão domiciliar no trailer TENSO de ‘See for Me’; Assista!

O thriller ‘See for Me‘ ganhou o primeiro trailer tenso.

Confira:

Randall Okita é responsável pela direção.

“Sophie (Davenport), uma jovem cega cuidando de uma mansão isolada, se encontra diante de uma invasão doméstica por bandidos procurando um cofre secreto. Sua única forma de defesa é um aplicativo chamado Veja por Mim. O aplicativo a conecta com um voluntário do outro lado do país para ajudá-la a sobreviver. Sophie se conecta com a Kelly, uma veterana do exército que passa seus dias jogando jogos de tiro. Sophie é obrigada a aprender que, se ela quiser sobreviver à noite, ela precisará de toda ajuda que puder ter.

Skyler Davenport, que estrela a produção, é deficiência visual na vida real. O elenco ainda conta com Kim Coates, Jessica Parker Kennedy, Pascal Langdale, Joe Pingue, George Tchortov, Laura Vandervoort e Emily Piggford.

O thriller será lançado em VOD no dia 7 de janeiro.

‘Yellowjackets’: Atriz de ‘Servant’ interpretará versão adulta de [SPOILER] na 2ª temporada

De acordo com o Variety, Lauren Ambrose (“Servant”) entrou para o elenco da 2ª temporada da série ‘Yellowjackets‘.

A atriz interpretará a versão adulta de Van. A versão adolescente da personagem foi vivida pela Liv Hewson, que também retornará como parte do elenco regular no próximo ciclo.

Vanessa “Van” Palmer foi um membro das WHS Yellowjackets, uma das sobreviventes do acidente de avião. A personagem foi selvagemente mutilada por lobos na primeira temporada, mas conseguiu sobreviver. Durante a experiência, Van e Taissa se apaixonaram e seu destino permaneceu incerto ao final do primeiro ciclo.

A notícia revela que a personagem acabou sobrevivendo.

As filmagens da 2ª temporada irão começar este mês, em Vancouver.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco também conta com Christina Ricci, Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.

Amigas embarcam em viagem divertida no trailer DUBLADO de ‘Loucas em Apuros’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer dublado da comédia ‘Loucas em Apuros‘ (Joy Ride).

Confira:

A comédia será lançada nos cinemas nacionais no dia 6 de julho.

Dos produtores de ‘Vizinhos‘, a produção conta com a direção de Adele Lim, roteirista de ‘Podres de Ricos

A trama acompanha um grupo de quatro mulheres e seus processos de descoberta interior e da vida enquanto embarcam em uma aventura única. As amigas viajam para a China à procura da mãe biológica de uma delas, enfrentam situações inusitadas e fortalecem ainda mais o laço que já existia entre elas.

Ashley Park (‘Emily em Paris’), Sherry Cola (‘Good Trouble’), Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) e Sabrina Wu (‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce’) estrelam.

O elenco também conta com Ronny ChiengLori Tan ChinnDavid DenmanAnnie MumoloDesmond ChiamAlexander HodgeChris Pang.

‘Cuckoo’: Terror com Hunter Schafer conquista 76% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 21 críticas publicadas até o momento, o terror slasher ‘Cuckoo‘, estrelado pela Hunter Schafer (‘Euphoria’), conquistou com 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a sólida performance de Schafer, destacando que o tom insano da produção pode servir como uma faca de dois gumes: ame ou odeie.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ao ser assistido nas condições adequadas – tarde da noite, com uma boa mentalidade e cercado por amigos –, ‘Cuckoo’ irá proporcionar uma jornada muito divertida.” (The Wrap)

“Este filme está destinado a se tornar um clássico cult; é gloriosamente insano.” (Time Out)

“É um filme de terror sem sustos, que falha como uma produção do gênero, mas irá render uma discussão interessante após os créditos finais.” (Times UK)

“O conceito absurdo do filme poderia ter sido melhor recebido com um pouco mais de irreverência do parte do roteiro e audacidade em suas imagens.” (Slant Magazine)

“Apesar de alguns momentos bobos, o filme funciona como uma produção de terror – principalmente por causa das implicações doentias em torno de gênero e biologia. É um filme incrivelmente estranho e maliciosamente divertido.” (Mashable)

Hunter Schafer e Dan Stevens entregam performances 100% sólidas. Enquanto Schafer é responsável por injetar uma necessária noção de realidade à história, Stevens se destaca interpretando um vilão exagerado.” (Awards Daily)

“Como uma final girl, Hunter Schafer é sensacional. Ela dá vida a uma personagem com personalidade forte que nos faz torcer por ela em todos os momentos. Sua personagem pode ficar confusa ou assustada, mas ela nunca está indefesa.” (InSession Film)

O terror está programado para estrear no dia 3 de maio.

“Relutantemente, Gretchen, de 17 anos, deixa sua casa nos Estados Unidos para morar com o pai, que acaba de se mudar para um resort nos Alpes alemães com sua nova família. Chegando em sua futura residência, eles são recebidos pelo Sr. König, chefe de seu pai, que tem um interesse inexplicável pela muda meia-irmã de Gretchen, Alma.

Algo não parece certo neste tranquilo paraíso de férias. Gretchen é atormentada por ruídos estranhos e visões sangrentas até descobrir um segredo chocante que também diz respeito à sua própria família.”

O elenco ainda conta com Dan Stevens (‘O Hóspede’), Jessica Henwick (‘Ameaça Profunda’), Marton Csókás (‘Crimes Obscuros’), Greta Fernández (’30 Monedas’) e Jan Bluthardt (‘Luz’).

Além de escrever o roteiro, Tilman Singer (‘Luz’) também fica responsável pela direção.

O cineasta repete sua parceria com o cinematográfico Paul Faltz, o compositor Simon Waskow e o designer de produção Dario Mendez Acosta, com quem já havia trabalhado no aclamado ‘Luz‘.

‘O Continental’ ganhará 2ª temporada? Produtor responde!

Em entrevista ao The Direct, o produtor Basil Iwanyk comentou sobre a possibilidade da franquia ‘John Wick‘ ganhar continuidade nas telinhas após a série ‘O Continental‘.

Apesar de não parecer interessado em uma sequência direta do spin-off – que serve de pré-sequência à saga original –, o produtor indicou que um novo derivado pode explorar o futuro da franquia.

“Acho que estamos satisfeitos com a primeira temporada. Nós chegamos a conversar sobre um novo ciclo, mas se vamos desenvolver algo na televisão envolvendo o universo de ‘John Wick’, esta versão de Robert Levine provavelmente é a melhor opção.”

Ele completa, “Eu amei fazer [a série ‘The Continental’]. Amei a atmosfera dos anos 70. Eu amei Albert Hughes. Amei tudo sobre esse projeto. Acho que foi uma ideia muito boa e insana. Acredito que agora nós queremos desenvolver algo que nos informe mais sobre como será o futuro dessa franquia.”

Vale lembrar que a série foi lançada no Brasil pela Prime Video.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco é formado por Colin Woodell, Mishel PradaHubert Point Du-JourJessica AllainNhung KateBen Robson, Ayomide Adegun, Peter GreeneJeremy Bobb, Katie McGrath, Ray McKinnon, Adam Shapiro, Mark Musashi e Marina MazepaMel Gibson foi confirmado no spin-off como o misterioso personagem Cormac.

Com cerca de 90 minutos cada, o orçamento dos capítulos deve girar em torno de US$ 20 milhões.

Albert Hughes (‘O Livro de Eli’) dirige dois dos três episódios.

Chad Stahelski, co-criador da franquia, entra como produtor executivo ao lado de Derek Kolstad, roteirista dos filmes.

Ron Perlman se junta ao elenco da série baseada em ‘Cabo do Medo’

De acordo com o Deadline, Ron Perlman (‘Hellboy’) entrou para o elenco recorrente da série baseada no suspense clássico ‘Cabo do Medo‘ (Cape Fear), que está sendo desenvolvida pela Apple TV+.

Além dele, Ted Levine (‘O Silêncio dos Inocentes’) e Margarita Levieva (‘Demolidor: Renascido’) também foram confirmados na produção.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Têm Vez’), Amy Adams (‘A Chegada’) e Patrick Wilson (‘Invocação do Mal’) serão os protagonistas da nova versão.

O elenco ainda contará com CCH PounderMalia PylesAnna BaryshnikovJamie HectorLily Collias Joe Anders.

A série é descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Na trama, uma tempestade está chegando para um casal de advogados, quando um assassino infame de seu passado é libertado após anos na prisão.

Morten Tyldum (‘Silo’) comandará o episódio piloto, além de servir como produtor executivo.

Adams e Bardem também irão servir como produtores executivos ao lado dos vencedores do Oscar Martin Scorsese e Steven Spielberg.

Do criador Nick Antosca (‘O Ato‘, ‘Candy‘, ‘A Friend of the Family‘), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.

Dez episódios foram encomendados para o projeto.

Nicholas Hoult planeja roubo ÉPICO no trailer LEGENDADO de ‘Como Roubar um Banco’; Confira!

A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer de ‘Como Roubar um Banco‘ (How to Rob a Bank), novo filme estrelado pelo Nicholas Hoult (‘O Menu’).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

David Leitch, de ‘Trem-Bala‘ e ‘Deadpool 2‘, é responsável pela direção.

“Um grupo de assaltantes de banco habilidosos transmite seus ousados roubos ao vivo, sem perceber que sua crescente fama viral os colocou na mira de um veterano agente do FBI e de uma brilhante engenheira de software. Mesmo com a improvável dupla se aproximando cada vez mais, a quadrilha ultrapassa todos os limites, arriscando tudo por aquilo em que acredita — e por seu assalto mais ambicioso até então.”

O elenco ainda conta com Zoë Kravitz, John C. Reilly, Pete Davidson, Anna Sawai, Rhenzy Feliz e Christian Slater.

O roteiro foi assinado por Mark Bianculli.

Bumblebee deve aparecer em formato de fusca em seu filme-solo

O spin-off ‘Bumblebee’ vai levar a audiência de volta para os anos 80 e é bem provável que o público contemple o Transformer em sua versão original, um fusca amarelo.

Em uma entrevista ao site da Entertainment Weekly, o produtor de ‘Transformers’, Lorenzo di Bonaventura, pontuou:

“Então, nunca se sabe. Pode até ser que vocês vejam um fusquinha da Volkswagen”.

Pegando este gancho, di Bonaventura também comentou sobre a conexão que o spin-off precisa ter com os primeiros filmes já feitos:

“É necessário que a produção tenha uma familiaridade com a franquia, de forma que tenha suas próprias e distintas qualidades para se posicionar sozinho”.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de M.A.S.K para o universo expansivo de ‘Transformers’.

A talentosa jovem atriz Hailee Steinfeld (indicada ao Oscar por Bravura Indômita), de 20 anos, está em negociações para protagonizar.

Travis Knight, CEO dos estúdios Laika, especializado em animação de stop-motion, é quem irá dirigir o filme, marcando assim sua estreia em longas de live action.

Os produtores Michael Bay, Steven Spielberg, Brian Goldner e Lorenzo di Bonaventura planejam um universo cinematográfico compartilhado para os Transformers – esta é a evolução atual para as franquias. E é o que vem fazendo a Marvel, que acaba de ganhar as companhias da DC/ Warner e a Universal com seu Dark Universe (dos grandes monstros da casa).

A trama, assim como informações sobre a personagem de Steinfeld não foram divulgados. Mas seria legal ver novamente uma dinâmica entre o robô amarelo que não fala, e somente emite sons pelo rádio, com sua dona – algo que o primeiro longa desta franquia fez bem. Hailee Steinfeld protagonizou o ótimo e sumido (ao menos no Brasil) Quase 18, e poderá ser vista este ano em A Escolha Perfeita 3.

Aguarde novidades sobre o derivado Bumblebee aqui no CinePOP.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o segundo filme MAIS CARO DA HISTÓRIA

O orçamento de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ é realmente de encher os olhos e segundo um artigo publicado no jornal Wall Street Journal, a sequência é de fato o segundo filme mais caro da história, com um gasto de aproximadamente US$ 300 milhões.

A produção da Marvel fica apenas atrás de ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘, cujo orçamento alcançou a marca de US$ 378 milhões, conforme pontua a publicação.

Guerra Infinita‘ divide o posto com outras duas produções de grande porte. ‘Liga da Justiça‘ e ‘Piratas do Caribe: No Fim do Mundo‘ também contaram com um investimento de US$ 300 milhões.

Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um banner incrível, mostrando Thanos e os heróis juntos em uma enorme batalha. Confira:

Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

‘Vingadores: Guerra Infinita será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Nasce Uma Estrela’: “Shallow” ganha HILÁRIA paródia com ‘Star Wars’; Confira!

A música “Shallow” de ‘Nasce Uma Estrela‘ se tornou um hit estrondoso de sucesso, conquistando também uma indicação ao Oscar de Melhor Canção Original.

E o portal Nerdist decidiu brincar com o sucesso e fez uma hilária paródia, trazendo a franquia de ‘Star Wars‘ para o centro da brincadeira.

Em ‘A Star Wars is Born’, Kylo Ren canta para Rey e tenta atraí-la para o lado negro da Força.

Confira o divertido resultado:

Nasce Uma Estrelafaturou indicações importantes no Oscar 2019, incluindo a de Melhor Filme.

Porém, para o produtor Lynette Howell Taylor, isso não foi o suficiente. Em entrevista à EW, lamentou a esnobada da Academia com Bradley Cooper na categoria de Melhor Direção:

“Eu acho que a visão, paixão e o incansável trabalho de Bradley Cooper representam as oito indicações do filme. Ninguém teria sido indicado sem ele. É um ano maravilhoso para o cinema, mas por conta de tantos bons filmes. Claro, eu amaria ter ele sendo reconhecido na categoria, mas eu tenho certeza que ele foi reconhecido de outra maneira por causa da alma desse filme.”

No total, o filme recebeu 8 indicações. 

A 91ª edição do Oscar acontece no dia 24 de fevereiro.

Extensão do Chrome que permite a amigos assistirem à Netflix juntos faz sucesso entre os usuários

A nova ferramenta da Netflix aplicada ao Chrome, intitulada Netflix Party, está fazendo sucesso entre os usuários.

A extensão permite aos assinantes a chance de assistirem filmes e séries ao lado de seus amigos e entes queridos, mesmo à distância.

Após o anúncio da nova opção, nascida em meio à pandemia do Coronavírus, muitos começaram a testar a plataforma e compartilharam suas percepções nas redes sociais.

Por meio do Twitter, muitos usuários agradeceram pela oportunidade de se reconectarem aos seus amados, em meio à reclusão social.

Confira:

“Pessoal, adotem a extensão Netflix Party, do Chrome. É tão divertida e é uma ótima forma de passar um tempo com meus parceiros”.

“A quarentena me deixou tão entediada que eu estou prestes a mandar uma mensagem ‘Netflix party and chill’ para o meu ex”.

“Encontro Netflix Party com meu amor”.

Netflix party com as amigas”.

“Quem aqui quer fazer quarentena, ficar bêbado e assistir filmes de terror na Netflix Party?”

“Hey Netflix, vocês são incríveis por corresponder às demandas do povo. Se possível, posso fazer um pedido? Poderiam adicionar O Grande Gastby (2013) à biblioteca para que eu possa assistir com os meus alunos, usando a Netflix party? Isso ajudaria muito os professores de inglês. Valeu!”

“Eu realmente sinto falta da Neflix Party, quando será a próxima?”

A ferramenta Netflix Party sincroniza o playback do vídeo e ainda permite adicionar grupos de chats nos seus títulos favoritos disponíveis na plataforma.

Basicamente, é possível que as pessoas em quaisquer lugares do mundo se juntem para assistir a um mesmo título simultaneamente, basta apenas baixar a extensão no navegador em questão e, obviamente, ser um usuário da Netflix.

Confira o passo-a-passo:

  1. Acesse NetflixParty.com e clique em “Obter Netflix Party para o Chrome”.
  2. Isso levará você à Web Store do Chrome. Você clicará em “Adicionar ao Chrome”, que solicitará “Adicionar extensão”.
  3. Você verá o ícone “NP” no lado superior de gravação da tela.
  4. Escolha qualquer filme ou série que você deseja. Clique no ícone “NP” e copie e cole o URL da sua seleção.
  5. Clique em “Copiar URL” e envie o link para qualquer amigo que você gosta.
  6. Quando os seus amigos abrirem o link, eles assistirão exatamente o que você está assistindo.

 

 

‘Sobrenatural: A Última Chave’: Terror já está disponível na Netflix

O terror ‘Sobrenatural: A Última Chave‘ já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na última segunda-feira (01) na grade de programação.

Na trama, assombrada por memórias antigas, a médium Elise Rainier volta à casa onde cresceu para encarar velhos demônios — e abre a porta para segredos sombrios.

Em 2017, o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar a veterana Lin Shaye, de ‘Sobrenatural: A Última Chave, e ela nos falou sobre o retorno de Elise e ainda fez profundas reflexões, ao comentar sobre os polêmicos casos de assédio sexual em Hollywood.

Assista:

No filme, a médium Elise Rainier (Lin Shaye) é chamada para resolver o caso de uma assombração no Novo México, localizada justamente na casa em que ela passou a infância.

Adam Robitel (‘A Possessão de Deborah Logan’) dirige. Leigh Whannell, que roteirizou os dois primeiros filmes e dirigiu o terceiro, é o responsável pelo script.

Sobrenatural: A Origem‘, o terceiro filme da franquia, custou US$ 10 milhões e arrecadou US$ 112 milhões mundialmente.

ÚLTIMA CHANCE! Sete títulos IMPERDÍVEIS que serão removidos da Netflix EM JUNHO

A Netflix está renovando sua grade de programação no mês de junho e alguns títulos incríveis serão removidos em breve da plataforma de streaming.

E para você não perder essa última oportunidade, preparamos uma lista bem seleta com sete títulos imperdíveis que você precisa assistir, antes de todos eles darem o seu doloroso adeus.

Com opções para todos os gostos e perfis, essa curadoria traz diversas joias preciosas que todo bom cinéfilo precisa conferir pelo menos uma vez na vida. Vem ver!

Superbad – É Hoje 

Na trama, dois amigos estão tentando comprar bebida com uma identidade falsa, para finalmente se darem bem com as garotas em uma festa. Mas o que parecia ser algo tão simples se transformará em uma aventura maluca e chegar ao rolê será bem mais difícil do que eles imaginavam.

Porque assistir? – Um clássico teen contemporâneo, Superbad explora uma visão masculina dos desafios da fase de amadurecimento – algo que pouco existia nos cinemas nos idos dos anos 90 e 00. Escrito por Seth Rogen e Evan Goldberg entre os seus 13 e 15 anos de idade, a comédia é uma sátira realista da adolescência dos dois melhores amigos e ainda permanece atual, mesmo 15 anos depois.

Data de remoção: 01 de junho

Elvis Presley: The Searcher

Apaixonado por Elvis e por música? Então conheça a jornada criativa integral desde a infância até as últimas sessões de gravação deste grande artista do rock!

Porque assistir? – Elvis dispensa apresentações e esta minissérie tenta explorar a magnitude de seu impacto sociocultural não apenas em seu auge, mas também nas décadas seguintes. Com um acervo documental excelente, a produção entrega tudo que um bom fã de música precisa saber sobre uma das maiores lendas da indústria fonográfica e da cultura POP.

Data de remoção: 01 de junho

Mãe!

Na trama, uma mulher pensa que terá um final de semana tranquilo com o marido em casa. Porém, começam a chegar diversos convidados na residência dos dois. Isso faz com que o casamento deles seja testado das mais variadas maneiras.

Porque assistir? – Mãe! não é o que aparenta ser e exige de seu público um olhar bem mais apurado e astuto para encontrar a verdadeira história por trás do filme exibido. Muito do thriller dramático estrelado por Jen Law e Javier Bardem reside no subtexto e nas estrelinhas e aqui temos uma reflexão profunda e complexa do cineasta Darren Aronofsky sobre a Bíblia, o nascimento e o fim da humanidade.

Data de remoção: 01 de junho

O Favorito

A campanha presidencial do candidato Gary Hart em 1988 sofre um impacto sem precedentes, depois que rumores de traição vêm à tona.

Porque assistir? – Dividindo a opinião da crítica especializada internacional, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa é uma boa vitrine do talento multifacetado de Hugh Jackman, que protagoniza o drama biográfico ao lado de grandes nomes como J.K. Simmons e Vera Farmiga.

Data de remoção: 01 de junho

Elysium

No ano de 2154, os mais ricos vivem em uma estação espacial enquanto o resto da população mora em uma Terra arruinada. Um homem assume a missão de tentar trazer igualdade aos mundos polarizados.

Porque assistir? Neill Blomkamp é conhecido por sua apurada e intrigante abordagem distópica em seus filmes e nos presenteou com o amado indicado ao Oscar, Distrito 9 (também disponível na Netflix). Aqui, ele faz uma análise interessante do que o futuro nos reserva, à medida em que faz uma crítica importante sobre a desigualdade social ao redor do mundo. Além disso, o thriller sci-fi traz os brasileiros Wagner Moura e Alice Braga ao lado de Matt Damon, Diego Luna e Jodie Foster.

Data de remoção: 01 de junho

As Ondas

Uma família é profundamente abalada e impactada por uma morte trágica. Mas em meio à dor da perda, um processo de cura poderoso começa a se instalar, dando início a um novo tempo.

Porque assistir?Sterling K. Brown, premiado ator da série This is Us, estrela este drama que aborda questões delicadas e profundas como a masculinidade tóxica no seio familiar, bem como as suas consequências a longo do prazo. Tratando ainda sobre pressões juvenis e a descoberta do primeiro amor, o filme é uma experiência completa sobre os desafios da paternidade em meio à imperfeição humana, conforme ainda entrega uma fotografia e uma direção apaixonantes, nos levando às lágrimas.

Data de remoção: 12 de junho

Capitão Phillips

Em 2009, piratas somalis invadem o navio cargueiro MV Maersk Alabama, dos Estados Unidos, e mantêm o capitão Richard Phillips e sua tripulação como reféns.

Porque assistir? – A cinebiografia dirigida por Paul Greengrass (franquia Bourne), a partir de um roteiro assinado por Billy Ray, é espetacular em sua qualidade técnica e traz Tom Hanks mais uma vez dando um show de atuação – o que lhe rendeu uma nova indicação ao Oscar. Explorando o drama, a ação e o suspense com um equilíbrio singular, o filme é conceitual em sua construção, mas sem perder um ar de blockbuster que agrada o público geral.

Data de remoção: 15 de junho

Crítica | Chacrinha: Eu vim para Confundir… é um documentário à altura de um grande artista

Lenda da televisão brasileira, Abelardo Barbosa é revivido por meio de imagens de arquivos e depoimentos de familiares e amigos no documentário Chacrinha: Eu Vim Para Confundir e Não Para Explicar, lançado nos cinemas em 28 de janeiro. Em sua quarta imersão como documentarista, Claudio Manoel (comediante do Casseta & Planeta), ao lado de Micael Langer – com quem codirigiu Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei (2009) -, aposta na narrativa através de acervo documental para recontar o percurso de um dos ícones da cultura nacional, desde o seu nascimento em Surubim (PE) até a sua partida no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1988

Em narrativa linear, o documentário busca descortinar a vida do mito televisivo ao mesmo tempo que conta a história da TV brasileira. Com Pedro Bial como narrador quase dominante, ao lado dos herdeiros Leleco e Jorge Barbosa, além da viúva Dona Florinda – os dois últimos falecidos em 2020 -, o enredo busca compreender a genialidade ou a loucura de Abelardo Barbosa e o fascínio dos brasileiros pelos seus programas. Em tempo, é possível questionar também o limiar entre a esperteza e o oportunismo do rapaz recém-chegado ao Rio de Janeiro no final dos anos de 1940. 

Nas palavras de Pedro Bial, Chacrinha era um anti-locutor. Responsável por colocar ao ar uma produção de som digna de manter os ouvintes entretidos à sua parafernália sonora. Suas ideias eram irreverentes e contra indicativas, alguns exemplos são relatados por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, entre outros relatos sobre suas rixas e desavenças. A fim de ilustrar todas essas histórias, o trabalho de curadoria de arquivos é notável, o projeto contempla frases ilustres do Velho Guerreiro, como “Maluco fui, maluco sou, maluco vou morrer”, além de uma entrevista em que a repórter pergunta: “Freud te explica?”, o deboche do artista impede a jornalista de segurar o riso e o bordão do título é reiterado. 

Para engrossar o caldo do feijão, as ex-chacretes Rita Cadillac e Marlene Morbeck, a Loura Sinistra, lembram dos momentos de flerte com os artistas e o auge da fama como símbolos sexuais da nação. Por outro lado, os cantores Tony Bellotto, Sylvinho Blau Blau e Evandro Mesquita refletem sobre o grande holofote que o programa do Chacrinha trouxe para os produtores da música nacional, com direito ao lançamento do movimento Tropicália e o famoso Quadro dos Calouros, composto pela buzina e o abacaxi.

Para aqueles – como eu – que nasceram após a morte do Chacrinha, em 1988, o documentário é um reencontro com a juventude dos nossos pais, afinal o homem da cartola e roupas coloridas era um fenômeno de audiência. Se na década de 1990 até o início dos anos 2000, os finais de semana eram comandados entre a rivalidade de Faustão e Gugu Liberato (1959-2019), o mesmo ocorria nos anos de 1970, com Abelardo e Flávio Cavalcanti (1923-1986). O mérito da direção de Cláudio Manoel é conceber uma obra discursiva e questionadora, isto é, não é uma produção de láureas e flores a um homem, mas direciona também reflexões sobre o papel do Chacrinha na cultura brasileira. 

Gênio ou palhaço? O documentário levanta a bola da discussão entre “alta cultura” e “cultura popular”, e a mudança de perspectivas da elite brasileira a partir da declaração do sociólogo francês Edgar Morin sobre Chacrinha: “Um fenômeno de comunicação de massas só comparável a [John F.] Kennedy e [Charles] De Gaulle”. O que nos conduz igualmente ao questionamento do que é aceitável aos olhos do público. Chacrinha, por exemplo, jogava bacalhau para a plateia, entre outros alimentos. Hoje, o roteiro seria diferente. 

Vale ressaltar que essa discussão sobre o limite do humor e da brincadeira esteve presente nos dois documentários anteriores de Cláudio Manoel, Tá Rindo de Quê? (2018) e Rindo à Toa – Humor Sem Limites (2019). Por outro lado, já vimos com Bingo: O Rei das Manhãs (2017), e dezenas de outros programas, que a popularidade da TV brasileira manteve uma performance circense nos anos 1980. Nos depoimentos, João Kleber, Gugu Liberto e Luciano Huck tentam explicar a responsabilidade de comandar uma audiência. O último faz uma analogia de mercado: “A gente é CEO dos nossos horários. A gente chega no sábado à tarde sabendo o que vender”. A conversa joga luz ao fato de não existir comunicação sem patrocínio ou publicidade e como Chacrinha não era apenas líder de audiência, mas de vendas. 

Com depoimentos ainda de Stepan Nercessian, responsável pela performance do showman no longa Chacrinha, o Velho Guerreiro (2018), de Andrucha Waddington, Wanderléa, Angélica, Chico Anysio, Agnaldo Timóteo, o diretor televisivo Helmar Sérgio e o produtor musical Michael Sullivan, Chacrinha: Eu Vim Para Confundir e Não Para Explicar é uma aula sobre a construção da TV brasileira. Com informação objetiva e gracejos do artista, os diretores ainda conseguem emocionar. Os momentos mais difíceis da vida de Abelardo Barbosa e seus momentos de introspecção são expostos nas vozes dos seus filhos e amigos queridos de maneira íntima e tocante. 

Eterna jurada do programa, Elke Maravilha (1945-2016) é fascinante ao transpor em palavras a sua relação e a felicidade ao lado do amigo Velho Guerreiro. Os arquivos em vídeo das lágrimas de dor de Abelardo após a perda da sua mãe é um golpe no coração, assim como os relatos dos seus últimos momentos no palco. Um documentário é uma representação do real, mas também é cinema, e a edição consegue criar um cenário lapidado para o encerramento da trajetória do pernambucano arretado, cômico, mas acima de tudo, “louco” e cativante. 

‘Aniquilação’: Netflix divulga belíssimo cartaz do misterioso sci-fi

O novo sci-fi estrelado por Natalie Portman, intitulado ‘Aniquilação‘, teve seu trailer legendado divulgado pela Netflix e data de estreia, além de um novo cartaz belíssimo:

O elogiado blockbuster chega no catálogo dia 12 de março.

Confira o trailer e as primeiras reações da crítica, que o considerou hipnotizante e instigante, com uma trama bem construída e executada:


“Acabei de assistir Aniquilação e, cara, é maravilhoso. Lindamente feito, instigante e esperto. Precisarei processar isso por um tempo e tudo que quero é assisti-lo novamente!”

 


Aniquilação, de Alex Garland, é absolutamente fenomenal. É maravilhoso e hipnotizante, com atuações brilhantes de todo o elenco. É uma visão memorável e possui uma sequência tão empolgante que eu fiquei literalmente confusa. Ele estará no meu Top 10 de 2018, sem sombra de dúvidas”.

 

“Não se iluda, Aniquilação é um novo clássico do sci-fi. Brilhante, empolgante e provocativo, possui tanta profundidade metafórica bem como uma tensa narração. Eu estou no chão”.

 

Aniquilação: Este é o tipo de sci-fi que nós sempre dizemos que queremos ver. Ousado, desafiador, singular e visualmente hipnotizante. Não ficaria nem um pouco surpreso de vê-lo ser aclamado como uma obra-prima (e pode muito bem ser uma)”.

 

Aniquilação é um filme de Alex Garland com grande orçamento e com toda aquela inteligência de girar a cabeça de Ex Machina. É violento, paciente de derepente é tão perfurador que você é pregado no assento”.

A adaptação do primeiro livro da trilogia Comando Sul (The Southern Reach Trilogy), de Jeff Vandermeer, teve seus direitos de distribuição vendidos pela Paramount – quem cuidará do lançamento internacional é a Netflix, que lançará o filme direto em seu serviço de streaming.

O diretor Alex Garland, de ‘Ex-Machina‘, se revoltou com a decisão.

“Estou decepcionado. Fiz esse filme para ser exibido nos cinemas. Não tenho preconceito com a exibição na TV, mas ele não foi feito para ser visto nessa mídia. Pelo menos, ele ainda será exibido nos cinemas dos EUA, o que me agrada muito. O bom da Netflix, é que ele atingirá um público maior. Vejo os lados positivos e negativos, mas ele foi feito para ser visto nos cinemas”, afirmou em entrevista ao Collider.

Ao que parece, a decisão se deu após uma briga entre os produtores David Ellison e Scott Rudin após o filme não performar positivamente nas exibições-teste.

A misteriosa trama acompanha um biólogo que aceita ir a uma expedição secreta e perigosa, em que as leis da natureza não se aplicam. Isaac e Portman serão marido e mulher.

O roteiro e a direção fica por conta de Alex Garland (roteirista de ‘Extermínio’, ‘Sunshine – Alerta Solar’ e ‘Dredd’), que comandou o sucesso de ‘Ex-Machina‘ – ficção científica que ele roteirizou e dirigiu.

Hilary Swank lida com Alzheimer da mãe em emocionante trailer de ‘What They Had’

O drama ‘What They Had’ ganhou um novo trailer. O filme, ainda sem previsão de lançamento no Brasil, traz Hilary Swank tendo que lidar com o agravamento do Alzheimer de sua mãe, vivida pela Blythe Danner. Assista:

A trama de gira em torno da personagem de Swank, que retorna para casa atendendo ao pedido de seu irmão para lidar com o Alzheimer de sua mãe.

O elenco ainda conta com Michael Shannon, Robert Foester e Taissa Farmiga. A direção é de Elizabeth Chomko (‘A Minha Casa Caiu’).

‘What They Had’ chega em outubro nos EUA.

 

Crítica 2 | Pantera Negra: Wakanda Para Sempre abraça aventura política sem apelar para sentimentalismo

Em 2019, pouco tempo depois de Vingadores: Ultimato se tornar um fenômeno, começaram a surgir boatos de que o Pantera Negra de Chadwick Boseman ocuparia a posição de liderança sob o vácuo deixado pela morte ou aposentadoria de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Steve Rogers (Chris Evans), centrando as novas fases no Rei de Wakanda. No entanto, o ator faleceu tragicamente após esconder um tratamento de câncer por anos, o que pegou a todos de surpresa. Por algum tempo, houve um debate se a produção deveria reescalar um ator para assumir o papel de T’Challa ou se deveriam matar o personagem também nos cinemas. Para evitar maiores delongas, a produção logo anunciou que o legado de Chadwick seria respeitado, já que ele se tornou um ícone para a Cultura Pop e transformou o primeiro Pantera Negra (2018) em um marco cultural.

Agora, com a chegada do filme, deu para entender melhor quais eram os planos para o personagem. A trama de Wakanda Para Sempre é mais complexa que a do primeiro filme, porque abraça mais o lado político de ter uma nação africana com acesso exclusivo ao metal mais valioso e com potencial bélico do mundo. Ao mesmo tempo, as novas regentes de Wakanda precisam lidar com essas questões internacionais e com o luto pela perda de seu filho ou irmão. E como se não bastasse, uma nova ameaça, o povo de Talocan, surge em mais uma intriga internacional, mas dessa vez com uma nação secreta ligada ao país africano pelo surpreendente acesso a recursos únicos.

Desde o primeiro filme, a questão do Vibranium e seu papel na comunidade internacional permitiam uma abordagem geopolítica cinematográfica bem interessante, mesmo que tenha ficado em segundo plano em prol do espetáculo sociocultural no longa de 2018. Na sequência, o diretor e roteirista Ryan Coogler consegue equilibrar mais esse ponto, tendo a diplomacia e os aspectos culturais como os pilares da história, complementada pelo luto e pela fé. Mas é interessante ver os projetos internacionais de Wakanda funcionando e levando adiante o legado de T’Challa de compartilhar seus recursos com crianças e jovens negros sendo direcionados para uma educação de qualidade, mostrando que essa é a base de toda sociedade desenvolvida. E mesmo com todas as homenagens prestadas ao Chadwick, acredito que nenhuma tenha sido tão certeira e significativa quanto as cenas em que as “sedes globais de Wakanda” estão funcionando, com os pequeninos uniformizados, estudando e produzindo arte nos colégios, aspirando a um futuro melhor. O trabalho de Chadwick Boseman, que só se tornou ator por ter seus estudos pagos por um benfeitor (no caso, Denzel Washington), transcendeu as telas, transformando o ator em ícone. Ele foi inspiração para milhões de fãs ao redor do mundo, mostrando que, se houver incentivo, nada é impossível. E ver a materialização de seu legado por meio desses colégios foi um acerto colossal da produção.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E com essa pegada de conflito internacional, quem ganhou muito destaque na sequência foi a Rainha Ramonda (Angela Bassett). Poucas pessoas nesse núcleo sofreram tanto quanto ela, sempre aguentando essas perdas calada, como se fosse inerente à rainha aceitar e engolir a seco essas situações sem ter o mesmo destaque dos reis. Agora, como a autoridade máxima da nação mais poderosa do mundo, ela está mais forte e imponente do que nunca. Literalmente. E isso passa diretamente pela caracterização da personagem, que agora usa roupas que mostram mais seus braços e ombros fortes, bem diferente dos trajes mais conservadores e cobertos do primeiro longa. Essa semiótica, que também a faz revelar seus cabelos brancos bem mais do que na aventura original, faz parte da construção de uma líder forte, sábia e imponente. Para completar, suas ações como regente são bem mais incisivas do que as do Rei T’Chaka e do Rei T’Challa.

E como já comentado anteriormente, um dos grandes desafios para a realeza wakandana é lidar com os conflitos internacionais e com o luto. Ou seja, além de rainha, Ramonda segue com suas responsabilidades de mãe, que precisa cuidar e aconselhar sua filha, a princesa Shuri (Letitia Wright), que é uma cientista brilhante e se apoia na ciência para recusar a espiritualidade e as tradições de seu país. O problema é que essa abordagem mais racional, que ignora o contato com o Sagrado, a joga num estágio de culpa do luto que toma conta de sua existência. E como existir diariamente se os únicos sentimentos que te guiam são a tristeza, a culpa e a raiva?

Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Nesse ponto, Shuri assume um papel fundamental na trama e termina o filme como uma personagem muito superior àquela menina brincalhona e descompromissada do primeiro capítulo. Aqui, a direção vai atrás do motivo pelo qual ela sempre foi desligada das tradições e de sua cultura, contando até mesmo com uma ligação familiar muito surpreendente. É possível enxergar que algumas das situações pelas quais ela é submetida foram pensadas para serem vividas pelo T’Challa quando Chadwick ainda estava vivo, mas como eles são personagens completamente diferentes um do outro, a tratativa mais passional dela acaba dando um ar mais agressivo que é muito bem-vindo.

Enquanto T’Challa era mais diplomático, mais benevolente, Shuri passou anos em segundo plano, como a irmã tímida, então era de se esperar que ela reprimisse seus sentimentos. Então, por mais racional que ela se considere, há uma hora em que esse acúmulo sentimental forma uma bola de neve e explode. E quando ela explode… De qualquer forma, o roteiro trata isso de forma bem intensa, acompanhando a jovem em sua jornada de autodescobrimento, de superação do luto e de contato com sua própria fé, ou quase.

Tenoch Huerta Mejía como Namor. Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Em meio a essas questões pessoais de Wakanda, surge a ameaça de Talocan, um reino submarino localizado nas profundezas dos oceanos, cujo povo teve origem mesoamericana. Seu líder é o lendário Namor (Tenoch Huerta Mejía) – lê-se ‘Námôr’ e o filme dá uma excelente justificativa para isso -, um filho da terra e dos mares, cujos poderes estão intrinsecamente ligados ao embate das duas nações fictícias do longa.

Ele é o grande protetor de seu povo, já que tem poderes praticamente divinos. Não à toa, ele é chamado de Kukulkán por seus comandados, a versão maia da lendária serpente emplumada asteca, o Quetzalcóatl. E com esse status de ‘Deus entre Humanos’, Namor é imbatível em seu mundo submarino. Ele é mais do que um líder, então seus comandados o seguem para onde ele for, garantindo a ele um exército praticamente imbatível e disposto a morrer por suas ideias e pela segurança de sua nação. Vale lembrar também que essa origem proposta no filme é diferente da versão dos quadrinhos, mas é um trabalho tão bem-feito e que funciona tanto em tela, que acaba se tornando uma das coisas mais fantásticas do filme. Essa chegada do Namor aumenta a tensão política e faz com que o longa abrace de vez a proposta de aventura.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Obviamente, um dos motivos dessa mudança foi distanciar o personagem do rival da DC, o Aquaman (Jason Momoa). Apesar do Aquaman ter sido inspirado no Namor nas HQs, o personagem da DC estreou antes nas telonas. Então, para evitar críticas e acusações de quem não conhece as histórias, esse distanciamento um do outro é bem lógico. Além disso, apostar em Talocan em vez de Atlântida é uma questão até mesmo de coerência no MCU, já que os mitos e lendas gregos foram justificados pelos Eternos (2021). E como eles sequer citaram a existência do Namor, faz sentido que se afastem dessa mitologia e apostem num reino submerso inspirado pelas tradições maias.

Sem contar que isso dá ao filme um valor cultural maior, explorando artes e tradições da Mesoamérica. Porém, ao mesmo tempo que isso agrega valor, Talocan acaba sofrendo um pouco com esse distanciamento do que foi apresentado pela DC nas telonas. Enquanto a Atlântida de Aquaman era excessivamente luminosa e colorida, Talocan tem uma iluminação mais sóbria e escura, replicando a sensação de estar mergulhando em uma caverna submarina. Não que isso chegue a incomodar, mas depois de construir tantos mundos mágicos tão vibrantes e coloridos, fica uma breve decepção de não explorarem tanto as cores vibrantes da arte mesoamericana para compor a criação desse reino.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Por outro lado, a movimentação aquática do povo é mais interessante visualmente do que a proposta pelo rival da DC. Na verdade, a abordagem dessa sociedade é bem mais crível. Os costumes, as tradições, as atividades do povo no dia a dia. Todo o conceito de existência dessa população é muito bem construído e crível, explorando elementos e animais marinhos como parte funcional dessa civilização. E por ser apenas a introdução desse núcleo, fica aqui uma expectativa colossal para o que poderá ser mostrado no futuro.

Outro ponto interessante é justamente a construção imagética do exército de Namor. Por ser um híbrido do povo atual com a vida ancestral, o líder mantém sua aparência humana (com orelhas pontudas e asinhas nos pés, é claro) o tempo todo, o que o diferencia de seus liderados, que ficam com a pele azulada quando estão fora d’água, o que acaba dando a eles um visual místico muito interessante, que brinca diretamente com outros mitos e lendas do mar, como as sereias. E suas armas e aparatos, como os respiradores, remontam a armas e vestimentas indígenas, dando uma caracterização incrível para esse povo, mesmo que esteja ali efetivamente para ocupar um papel de “capangas”.

 

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O filme também introduz uma personagem com bastante potencial para o futuro do MCU e que já tem até série própria confirmada: Riri Williams, a Coração de Ferro (Dominique Thorne). Não vou entrar em detalhes, mas a menina está muito bem adaptada para esse universo e já chega na história como se fosse uma velha conhecida do público. Nessa proposta de Jovens Vingadores que a Marvel vem construindo nessa Fase Quatro, ela se encaixa perfeitamente.

Da mesma forma, o longa insere outros personagens que claramente estão ali para chamarem atenção para projetos futuros. Eles não incomodam e estão bem encaixados no roteiro, de modo que sua presença faça sentido.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E essas adições de última hora ajudam a compor o clima de aventura geopolítica que o filme propõe. A visão de Riri de Wakanda, por exemplo, traz um deslumbramento muito grande para o filme, que adota momentaneamente a visão de uma jovem “comum” àquele mundo quase mágico. Em comparação com o primeiro filme, as cenas de ação evoluíram bastante, fazendo melhor uso das habilidades especiais da Pantera Negra e das propriedades únicas que o vibranium e afins proporcionam a quem o estiver manipulando.

Porém, se há um ponto que não chega a ser incômodo, mas pode ser um problema para alguns é a longa duração do filme: cerca de 2h40. Só que, como Coogler tem tantas coisas para trabalhar, essas quase três horas acabam sendo bem preenchidas com conteúdo. Em momento algum fica aquela sensação de estarem enchendo linguiça. Mas, como estamos em uma fase na qual muitos desacostumaram a ver filmes nos cinemas, por conta do período de confinamento ocasionado pela pandemia, pode ser que isso pese para alguns.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Enfim, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre é um filme tributo que se recusa a ser resumido apenas a uma homenagem. Ele abraça a aventura e a trama política para romper com conceitos estabelecidos no original e questionar as crenças dos próprios personagens. É uma sequência ousada que não tem medo de trilhar seu próprio caminho, levando a Shuri a uma zona cinzenta interessantíssima e pouco explorada do MCU, enquanto introduz um personagem fantástico, que encerra sua participação deixando aquele “gostinho de quero mais”. E por ser uma trama política, é muito difícil definir quem é o vilão – ou se há mesmo um vilão -, sendo que algumas das principais atitudes tomadas podem ser vistas apenas como visões políticas diferentes ou proteção de soberanias. É um dos filmes mais instigantes dessa Fase Quatro da Marvel, que chega ao fim com essa aventura divertida e madura.

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), mas já há sessões de pré-estreia disponíveis a partir desta quarta (9).

Primeiras Impressões | Vale dos Esquecidos – HBO Max aposta em TERROR Folk em sua primeiras série brasileira

Desde que a HBO anunciou sua HBO Max e a consequente expansão pela América Latina, as produções brasileiras ficaram aguardando sua vez no serviço de streaming. Aos pouquinhos, vão estreando realities shows com celebridades daqui, séries de true crime, e, agora, a partir desse final de semana, a plataforma entregará aos assinantes sua primeira produção original nacional de suspense, a sérieVale dos Esquecidos.

Bento (Daniel Rocha) acaba de passar a noite com Ana (Caroline Abras), uma jovem envolvente que dá a impressão de não estar em busca de um relacionamento sério. Quando a manhã chega, a jovem dá um perdido no rapaz dizendo que a trilha que haviam combinado foi cancelada, e o deixa em casa. Insatisfeito com o não, Bento decide seguir a moça, e descobre que ela se encontra com um grupo para levá-los até a tal trilha, ao que Bento decide seguir de longe, escondido. Porém, algo dá errado no caminho deles, ao se depararem com um grupo misterioso de moradores na floresta. Desnorteados e sem a certeza de qual rumo tomar para voltar para casa, os jovens se hospedam numa pensão em um pequeno vilarejo ali perto. O que eles não sabem é que um chá muito suspeito está sendo servido a eles diariamente, e a volta para casa vai ficando cada vez mais nebulosa e distante.

Desenvolvida em dez episódios com cerca de uma hora cada, ‘Vale dos Esquecidos’ aposta numa pegada de terror folk estilo ‘Desalma’ (Globoplay) e ‘A Bruxa’ (Robert Eggers) como mote de sua história. Misturando suspense com folclore de origens europeias envoltos em uma neblina a la Stephen King, algumas influências do enredo podem ser facilmente percebidas pelo espectador, e vão desde os Meninos Perdidos de ‘Peter Pan’ ao recente chazinho suspeitoso de Jordan Peele em ‘Corra!’.

O conceito criado por Fábio Mendonça e Antônio Tibau é intrigante e fisga o espectador nos primeiros episódios, pois ficamos querendo saber como o grupo vai se livrar daquela teia. Então, o roteiro de Tibau, Rodrigo Lages, Clara Deák e Hudson Vianna costura a história em diversas direções, misturando o português, o inglês e o francês (línguas que aparecem de repente na trama), com uma gama de personagens misteriosos que falam como que ensaiados para o papel. Ainda que faça sentido para a história, por vezes esta técnica acaba se apresentando confusa ao espectador, que pode perceber certa dificuldade em acompanhar a motivação dos personagens e o vai e vem da trama.

Apesar disso, ‘Vale dos Esquecidos’ é uma bela produção, percebida na escolha das locações, na fotografia, na ambientação de cenário, no figurino e no protagonismo de Daniel Rocha, que demonstra confiança para o papel de um mocinho ingênuo. Os realizadores Fabinho Mendonça e Daniel Lieff atingem uma atmosfera mística e sombria na produção, mergulhada na fonte de Ari Aster.

Bem realizada e com bastante potencial, ‘Vale dos Esquecidos’ abre o flanco das produções de suspense e terror originais da HBO Max em grande estilo, acompanhando outras produções de sucesso nacionais da HBO. Cheia de informações e muito mistério, é uma história que tem tudo para trazer as referências contemporâneas da cultura pop desejadas pelo público, embaladas por uma história que desafia a nossa imaginação a partir do próximo dia 25 de setembro na plataforma.

Crítica | La Casa de Papel 4: Série retorna com boas cenas de ação e reviravoltas, mas sofre pela falta de conclusão

Série espanhola que virou fenômeno na Netflix, La Casa de Papel acaba de retornar para sua quarta temporada. Lançada em 2017, a série focou num mirabolante plano de assalto à Casa da Moeda da Espanha em suas duas primeiras temporadas (ou partes, como chama a gigante do streaming). O terceiro ano começa com a captura de um dos criminosos, e com o grupo se reunindo para um novo golpe, com a intenção de resgatar o companheiro. Eis então que a turma decide assaltar a Reserva Nacional do Banco da Espanha, com mais um plano do astuto Professor (Álvaro Morte).

A quarta temporada começa exatamente onde acabou a anterior. O Professor acredita que Lisboa (Itziar Ituño) havia sido assassinada pela polícia, enquanto que, dentro do Banco, o grupo se une para tentar salvar a vida de Nairobi (Alba Flores), atingida por um tiro. Fora do local, o líder da equipe conta com a ajuda de Marselha (Luka Peros) para tentar superar o luto e dar seguimento ao plano. 

A série mantém a dinâmica que deu muito certo nos anos interiores, fomentando um jogo de gato e rato, e insistindo em muitas reviravoltas. Reviravoltas, por sinal, que estão cada vez mais absurdas. O que não chega a ser um problema, uma vez que os fãs de LCDP acompanham a série justamente por causa disso. Assim sendo, há de se valorizar os vários momentos em que temos uma virada de jogo, tanto do lado de fora quando do de dentro. É interessante notar ainda a dinâmica da investigação policial, com os agentes da lei assumindo cada vez mais as funções de antagonistas, principalmente quando tratamos da inspetora Alicia (Najwa Nimri).

Desde a primeira temporada que a trama criada por Álex Pina nos faz torcer pelos criminosos, dando-lhes personalidades carismáticas, uniformes chamativos e alcunhas peculiares. Agora, a torcida está cada vez maior, uma vez que Alicia jamais demonstra uma honra profissional ou vontade de fazer justiça, como era com Raquel (antes de virar Lisboa). A inspetora parece motivada pela violência e pelo sadismo. Aqui, ela conta com a ajuda de Gandía (José Manuel Poga), chefe de segurança do governador do Banco da Espanha, que consegue se tornar uma espécie de John McClane (personagem de Bruce Willis em Duro de Matar) dentro do prédio.

Mas a série tem bem mais do que criminosos contra policiais. Os conflitos internos entre o grupo são fonte de importantes momentos ao longo da temporada. Neste sentido, é importante separar conflitos interessantes, como a rivalidade entre Tóquio (Úrsula Corberó) e Palermo (Rodrigo De la Serna), em que ambos buscam assumir um papel de liderança. Não é muito diferente da disputa entre Berlim (Pedro Alonso) e Nairobi na primeira temporada, mas cumpre sua função narrativa. 

Por outro lado, as discussões por causa de relacionamentos estão cada vez mais banais e ridículas. Os conflitos entre Denver (Jaime Lorente) e Estocolmo (Esther Acebo), e Tóquio e Rio (Miguel Herrán) são de deixar o espectador querendo pular as cenas. Temos crises de ciúmes, conversas aleatórias e casais realmente sem química. A dinâmica entre Denver e Estocolmo ainda traz uma complicação maior: Arturito (Enrique Arce). E, aqui, precisamos gastar algumas linhas falando de Arturito. Ele já era um personagem chato, feito para ser intolerável por parte do público. Mas isso fica ainda pior nesta nova temporada. Todas as cenas com Arturito são desnecessárias e absurdas – e temos até uma sugestão de crime sexual por parte do personagem -, algo que não faz muito sentido no caminhar da história. Fica parecendo que o único objetivo do personagem é irritar o público. Os roteiristas deveriam pensar em modos mais interessantes de criar conflito do que inserir um sujeito completamente intragável em cena.

La Casa de Papel 4 segue oferecendo aquilo que seu público gosta. Muitas idas e vindas, personagens femininas fortes e algumas frases de empoderamento. Há de se destacar ainda a introdução de uma personagem transsexual no núcleo principal, que acontece de forma natural e inteligente. 

Apesar das qualidades, a sensação é que a série está sendo vítima do próprio sucesso. Só o fato de Berlim ser querido pelo público justifica que o personagem siga aparecendo em flashbacks mesmo após sua morte. São cenas completamente desinteressantes e que pouco contribuem com a narrativa. Aqui, acompanhamos inclusive um casamento do personagem, que em nada faz a história avançar. Agora, diante da morte de outro importante personagem, é de se esperar que a série repita a fórmula na quinta parte. Afinal, é mais um produto de algoritmo da Netflix do que qualquer outra coisa.

Com um roteiro fraco e repleto de facilidades, principalmente no que diz respeito à rápida recuperação de feridas por parte de seus personagens, a série parece cada vez mais disposta a ficar enrolando seu público em busca de audiência. Ainda que ofereça bons momentos, a verdade é que a quarta temporada avança muito pouco na narrativa e falha ao não oferecer um final satisfatório. Pouco muda na situação dos personagens do início ao final da temporada. São oito episódios de idas e vindas, mas a sensação final é de que continuamos parados. O tradicional cliffhanger só colabora para mostrar que a série está mais preocupada em garantir as próximas temporadas (já está renovada até a sexta) do que garantir um entretenimento de qualidade a seus fãs. O que é uma pena.

LCDP segue uma experiência divertida. Mas até quando os fãs terão paciência diante de tantos truques narrativos baratos em busca de audiência e fidelidade do público?  

‘No Good Nick’: Série com Melissa Joan Hart e Sean Astin é cancelada após uma temporada

Netflix cancelou outra de suas séries originais: segundo a Variety, a plataforma resolveu encerrar a dramédia No Good Nick após uma temporada.

O primeiro e único ciclo havia sido dividido em duas partes e trouxe como protagonistas Melissa Joan Hart Sean Astin.

Assista ao trailer oficial:

A comédia dramática girou em torno de Nicole (Siena Agudong), uma garota de 13 anos que tenta se infiltrar em uma família que ela julga ter arruinado sua vida. No entanto, conforme ela começa a conhecê-los, sua percepção começa a mudar, levando-na a um grande conflito. Será que vale a pena continuar com o plano de vingança?

A série foi criada por David H. Steinberg e Keetgi Kogan e estreou no serviço no dia 15 de abril deste ano.

‘O Mandaloriano’: Terminam as filmagens da 2ª temporada; Confira a nova foto!

A série ‘O Mandaloriano’ tornou-se um dos maiores sucessos do ano passado, e não demorou muito para que a produção fosse renovada para mais um ciclo. Agora, as filmagens da próxima iteração finalmente chegaram ao fim!

Gina Carano, que interpreta Cara Dune no show, fez o anúncio oficial em seu Instagram com uma nova imagem de bastidores.

Confira:

 

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That’s a wrap on season 2.. I absolutely love this work and the people in it. 🤍 #storytelling ✨#themandalorian

Uma publicação compartilhada por G I N A J🌹Y C A R A N O (@ginajcarano) em

Lembrando que a estreia da 2ª temporada está prevista para o outono norte-americano, entre setembro e dezembro de 2020.

Lembrando que ‘O Mandaloriano’ já está em exibição na Disney+.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Homem-Aranha 3’: Tony Revolori retorna como Flash Thompson na sequência

Segundo o ComicBook.com, novas reportagens acerca do aguardado Homem-Aranha 3’ indicam que Tony Revolori reprisará seu papel como Flash Thompson na sequência.

O ator viveu o personagem nos dois primeiros filmes da nova franquia, Homem-Aranha: De Volta ao Lar’Homem-Aranha: Longe de Casa’. Revolori aparecerá no próximo longa-metragem após terminar as gravações da 2ª temporada de Servant.

Inicialmente agendado para 5 de novembro de 2021, a continuação agora será lançada em 17 de dezembro de 2021. Curiosamente, essa nova data é a que foi anteriormente ocupada por ‘Avatar 2‘, por sua vez adiado para dezembro de 2022.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘. De acordo com aqueles ligados ao projeto, essa reviravolta na história ajudará Peter a se tornar seu próprio herói, em vez de ser um mentoreado dos outros Vingadores.

“Vai ser divertido ver Spidey volta em seu elemento, fora da sombra de Tony, fora da sombra dos outros Vingadores, como o seu próprio homem agora, como seu próprio herói”, afirmou Kevin Feige

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

‘Riverdale’: Prepare-se para enlouquecer com o trailer da 5ª temporada; Confira!

A CW divulgou o trailer oficial da 5ª temporada de ‘Riverdale‘.

Os novos episódios estreiam no dia 20 de janeiro.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Ewan McGregor é ‘Halston’ nas novas imagens promocionais da minissérie da Netflix; Confira!

O The Hollywood Reporter divulgou com exclusividades novas imagens promocionais de Halston, nova minissérie original da Netflix. que tem estreia marcada para o dia 14 de maio de 2021.

Confira:

A série foi criada por Ryan Murphy (‘Pose’, ‘Ratched’).

A obra gira em torno do icônico designer de moda Roy Halston Frowick, que será vivido por Ewan McGregor.

O elenco também inclui Rebecca Davan como Elsa Peretti, Krysta Rodriguez como Liza Minelli, Rory Culkin como Joel Schumacher, David Pittu como Joe Eula, Sullivan Jones como Ed Austin e Gian Franco Rodriguez como Victor Hugo.

‘Arcane’: Série animada de ‘League of Legends’ ganha novos cartazes incríveis; Confira!

A Netflix divulgou os cartazes oficiais de Arcane, série animada baseada na icônica franquia de games League of Legends.

Confira:

Criada por Christian Linke e Alex Yee, ‘Arcane foi anunciada em 2019 em um evento de comemoração aos 10 anos de estreia do game.

Lembrando que a animação tem estreia marcada para o outono norte-americano (entre setembro e novembro).

Dos mesmos criadores de ‘League of Legends’, chega uma nova série de animação: Arcane. Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las.