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‘Rick and Morty’: Rick recruta um time de mercenários em novo vídeo; Confira!

Adult Swim divulgou recentemente uma nova promo oficial da 4ª temporada de Rick and Morty.

Confira:

Assista ao trailer:

A série foi criada pela dupla Dan Harmon e Justin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outras temporadas, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

No Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

O próximo ciclo estreia no dia 10 de novembro.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Artes conceituais mostram versões alternativas da Dark Rey

Através do SlashFilm, o artista conceitual Phil Szostak divulgou novas imagens de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ que trazem versões alternativas da Dark Rey.

Confira:

Lançado em 2019, ‘A Ascensão Skywalker‘ teve o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatores. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

Mesmo assim, o desfecho da saga arrecadou US$ 1,058 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 275 milhões.

Confira nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparece como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘One Night in Miami’: Estreia diretorial de Regina King ganha novas imagens promocionais

One Night in Miami, estreia diretorial da sempre icônica Regina King, ganhou novas imagens promocionais incríveis (via Variety).

Confira:

O filme foi aclamando após sua estreia no Festival de Veneza, com as críticas elogiando a dramática atmosfera da obra, as atuações e a fluidez da direção de King.

Confira:

“A fluida direção de King sobre seus quatro atores significa que a atmosfera nunca se mostra dramaticamente constrita, enquanto abre espaço para performances incríveis’ – Daily Telegraph (UK).

“King prova ser uma diretora de atores talentosa, conforma traz à vida uma premissa que poderia se render ao melodramático” – Times (UK).

“Um drama completo que mostra um time de super-heróis negros reais” – The Playlist.

“Uma homenagem empoderadora de King para os movimentos negros do passado, do presente e do futuro” – Screen International.

One Night in Miami tem um impacto incrível, porque permanece altivo enquanto tem dolorosas raízes fincadas naquilo que tira o extraordinário de uma pessoa” – IndieWire.

O filme estreou no Festival de Veneza 2020 e transformou King na primeira diretoria afro-americana a ter realizado tal feito em 77 anos do evento.

Mas isso não é tudo: King também recebeu aclame por sua obra, imediatamente colocando-a como umas das fortes concorrentes à cerimônia do Oscar 2021. Após críticas extremamente positivas, o filme pode concorrer nas categorias de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Ator para Eli GoreeMelhor Ator Coadjuvante para Aldis HodgeLeslie Odom Jr.Ben Kingsley-Adir. King também tem grandes chances de ser indicada na categoria de Melhor Direção.

Lembrando que uma diretora negra nunca foi indicada ou venceu na categoria em questão – o que poderia garantir a ela um espaço de extrema representatividade na esfera do entretenimento.

Ainda não se sabe quando o longa será lançado.

O filme é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.

Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.

Eli GoreeKingsley Ben-AdirAldis HodgeLeslie Odom Jr. estrelam o longa-metragem.

Terence Blanchard (Destacamento Blood) compôs a trilha sonora da releitura. Jody KelinKeith CalderJess Wu Calder entram como produtores.

Apesar de não ter estreia confirmada, credita-se que o filme será lançado a tempo da comemoração do Mês da História Negra em fevereiro de 2021 (a tempo de competir para o Oscar).

‘Cidade Invisível’: Série brasileira que mistura folclore e suspense já está disponível na Netflix!

A ambiciosa e aguardada série brasileira ‘Cidade Invisível’, que mistura folclore nacional e suspense, já está disponível na Netflix.

Confira o trailer:

Os episódios foram dirigidos por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.
Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CóresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

‘Archenemy’: Sci-fi com Joe Manganiello ganha data de lançamento na AMC+

AMC+ adquiriu os direitos de exibição do filme de ficção cientícia Archenemy, estrelado por Joe Manganiello (‘True Blood’), e anunciou recentemente o lançamento do título em sua plataforma: 01 de julho.

Na trama, Max Fist é um herói de outra dimensão que é viaja pelo tempo e espaço e acaba caindo na Terra. Ninguém acredita em sua história, expecto por um jovem chamado Hamster. Juntos, eles enfrentam traficantes e o seu chefe para ajudar a recuperar a cidade dos bandidos.

Relembre o trailer:

O longa é dirigido por Adam Egypt Mortimer, do elogiado ‘Daniel Isn’t Real‘.

O elenco ainda conta com Glenn Howerton, Skylan Brooks, Amy Seimetz, Zolee Griggs e Joseph D. Reitman.

Wicked | Conheça o romance de Gregory Maguire que será adaptado para os cinemas

Nos últimos dias, a Universal Pictures finalmente revelou que a indicada ao Oscar Cynthia Erivo e a vencedora do Grammy Ariana Grande irão estrelar a vindoura (e já problemática) adaptação de Wicked, aclamado musical da Broadway que, por sua vez, foi baseado no ilustre romance assinado por Gregory Maguire.

Mas você conhece a história do livro?

Em 1995, Maguire decidiu resgatar o conto de O Mágico de Oz’, criado por L. Frank Baum em 1900 que contava a vida e as aventuras da jovem Dorothy Gale e sua jornada inesperada à longínqua e misteriosa terra de Oz, na qual encontra diversas criaturas sedentas por cumprirem seus desejos – e outras não tão amigáveis assim. De qualquer modo, fomos apresentados a um ponto de vista e não sabemos o que estava acontecendo neste território desconhecido antes da chegada da garota; é exatamente sobre isso que Maguire discorre em Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz’. E as coisas não poderiam ser mais chocantes: pelo que tudo indica, a Bruxa Má do Oeste é revelada como uma vítima cujas ambições são suprimidas por um regime totalitário comandado pelo Mágico; a Bruxa Boa do Norte é na verdade uma patricinha fútil que não se importa com ninguém além de si mesma. E a sociedade oziana (gentílico adotado pelos habitantes de Oz, obviamente) está prestes a ruir em disparidades sociais e pobreza.

Tudo parece uma grande brincadeira de mau gosto ou uma sátira novelesca. Três anos antes da publicação de Wicked, Geoff Ryman já havia lançado sua obra, Was’, mas como forma de manter o poder da fantasia e da arte, provocando em seus leitores meditações e divagações profundas sobre estas vertentes. Mas aqui as coisas são diferentes. A premissa principal resume-se mostrar os dois lados de uma mesma moeda e dizer que as pessoas que se portam como antagonistas na verdade não são piores que o restante de nós. Não digo que o autor trate a obra original com desrespeito, mas sim como um diamante a ser lapidado: os personagens aparecem, obviamente, mas em arcos diferenciados e, por vezes, assustadores, embebidos em pretextos que culminam em atos e escolhas quase inumanas. E apesar do tom dramático e provocativo, a narrativa de desenrola de forma tão fluida que nos faz mergulhar num universo novo em questão de segundos.

Em Wicked, como já citado, Elfaba (a futura Bruxa Má do Oeste) não é a antagonista, e sim uma criação mal compreendida que foi, de certo modo, abandonada pela família por ter nascido com a pele verde e por não poder entrar em contato com a água, além de ter dentes proeminentes que assustavam a qualquer um que ousasse chegar perto dela. Em contraposição, Glinda (a futura Bruxa Boa do Norte) emerge como uma socialite hipócrita obcecada pelo dinheiro e por status e cuja futilidade é exatamente o que Elfaba condenaa. O Mágico, por sua vez, é o grande vilão, pois, ainda que Glinda não seja flor que se cheire, suas intenções não são ruins. Mas o governante na verdade é um déspota tirano que destronou a Rainha Ozma para tomar a força o poder e ameaçar exterminar aqueles que ousassem lhe impedir ou lhe contrariar.

Elfaba é o que podemos chamar de arquétipo do idealismo anárquico e da coragem dos rebeldes que deseja estampar na cara da sociedade todas as mazelas sob as quais ela vive. Logo depois de entrar na Faculdade de Shiz, nome concedido em homenagem ao centro comercial de Oz e local onde todos os seus valores são colocados em cheque ao conviver com pessoas tão supérfluas e que a maltratam, ela se envolve na luta pelos direitos dos Animais (com A maiúsculo mesmo), uma classe que se diferencia do restante dos animais por ter a capacidade de falar. Para tanto, sua vida começa a ser permeada por outros personagens de cunho moralista, como o Doutor Dillamond, um Bode que realiza experiências antropológicas, Madame Morrorosa, que trabalha secretamente para o Mágico, e Nessa – sua irmã e futura Bruxa Má do Leste – que se encanta com uma vida que nunca pôde ter por conta de seu passado.

Após encontrar as vertentes extremistas da luta social, a protagonista abandona a escola, torna-se uma anarquista e se esconde. Depois que seu amante, Fiyero, é assassinado por soldados do Mágico, ela se une a um grupo de monjas, para cuidar dos fracos e doentes. Mas, durante uma longa jornada que eventualmente a leva de volta para sua própria casa, Elfaba se torna tão desiludida e paranoica que, mais breve que o esperado, abraça seu destino como Bruxa Má do Oeste.

Elfaba é uma personagem completa: complexa e problemática como todo ser humano e, por isso mesmo, torna-se emblemática. Apesar de todos os personagens também serem assim, com ela a visão multidimensional é muito mais clara. Ela é supostamente a heroína e aquela para a qual devemos sempre torcer. Mas por mais que saibamos que ela não passa de uma vítima de uma sociedade intolerante, corrupta e preconceituosa, suas próprias ações denunciam a quebra dos paradigmas heroicos que conhecemos. Sua mente está em constante mudança e é bombardeada por excentricidades que a levam em caminhos opostos ao que deveria. Entretanto, sabe muito bem diferenciar uma escolha individualista de outra social. E obviamente não podemos esquecer sua inteligência – algo notável não só no seu modo de agir, mas também em suas reflexões sobre a vida e o mundo (seja no campo espiritual, seja no terrestre).

“Eu nunca uso as palavras humanista ou humanitário, pois me parece que ser humano significa ser capaz dos crimes mais hediondos da natureza.”

A riqueza de detalhes de Maguire para descrever Oz também merece destaque. Não espere encontrar descrições precisas de lugares, lendas e criaturas como nos livros de J.R.R. Tolkien por exemplo, pois nem mesmo os próprios ozianos parecem conhecer Oz realmente – tanto que existem inúmeras teorias sobre como o mundo foi criado, sobre Deus, sobre o surgimento dos Animais, entre outras coisas. A riqueza de detalhes que me refiro encontra-se exatamente nos elementos que acabei de citar. Tudo é extremamente mundano e ordinário; seja nas discussões e questionamentos sobre a vida (tanto no aspecto natural/terreno quanto no sobrenatural/divino), seja nos problemas das pessoas e o modo como elas reagem a eles, seja na ignorância e na falta de compreensão dessas mesmas pessoas ao não conseguir conceber o diferente e tratá-lo com hostilidade e intolerância: tudo isso faz com que você esqueça na maior parte do tempo que está lendo um livro de fantasia. E apesar de causar estranheza no início, essa abordagem inusitada te faz ficar cada vez mais fascinado com esse universo complicado e por vezes espantoso.

O maior triunfo do livro sem dúvida está em suas reflexões. Não apenas sobre natureza do bem e do mal, mas sim na abrangência dos diversos níveis da psiquê humana. Nenhum personagem é unilateral ou linear quando falamos do caráter, e isso faz com que tanto eles quanto o leitor questionem e duvidem de seus pensamentos e ações o tempo inteiro. Assim como todos nós, perguntam-se qual a escolha mais sensata a se fazer, ainda que isso contrarie os seus princípios ou os da comunidade em que vivem. Maguire tenta mostrar através da história de Elfaba que conceitos de personalidade não são definitivos, e que o certo e o errado não se resumem ao que nos ensinaram. Nós mesmos somos colocados à prova em cada parágrafo minuciosamente escrito pelo autor; depende apenas de nós englobar a sabedoria necessária para discernir e compreender tudo isso (confesso que várias vezes durante a leitura, parei e pensei: “caramba, isso faz muito sentido.”)

“Glinda usava suas contas de purpurina, e você usava sua aparência exótica e sua história, mas vocês não estavam fazendo a mesma coisa, tentando maximizar o que tinham para conseguir o que queriam? As pessoas que se dizem más normalmente não são piores do que o resto de nós. – Ele suspirou. – É com as pessoas que se dizem boas ou melhores do que o resto de nós que devemos nos preocupar.”

Wickedé o tipo de livro que deixa os leitores intrigados, incomodados, desconfortáveis e, em alguns momentos, inconformados, como toda boa obra de arte, – e isso torna sua leitura obrigatória. As recomendações em sua contracapa são verdadeiras: reserve um espaço para a obra entre “Alice no País das Maravilhas” e “O Senhor dos Anéis”. Pois uma fusão entre fantasia e realidade que consiga fazer o que este livro fez, definitivamente merece um lugar especial.

Lembrando que o longa-metragem começa a ser rodado a partir de junho de 2022, no Reino Unido, com Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’, ‘Em um Bairro de Nova York’), atado à direção.

Michael Bay fala sobre a polêmica do tapa de Will Smith: “Não me importo”

Em uma recente entrevista ao Yahoo!, o diretor Michael Bay, que trabalhou com Will Smith no filme ‘Bad Boys’, foi questionado sobre a polêmica envolvendo o ator e Chris Rock na última cerimônia do Oscar – e fez questão de dizer com todas as palavras que não se importava.

“Em primeiro lugar, é errado desde o começo”, ele disse. “Mas isso é tudo sobre o que as pessoas estão falando. E eu realmente não me importo. Tem coisas muito mais importantes acontecendo. Hollywood é muito mesquinha. Há bebês explodindo na Ucrânia agora mesmo. Nós deveríamos estar falando sobre isso”.

Bay comentou que não assistiu à cerimônia do Oscar, mas recebeu diversas mensagens de texto falando sobre o incidente – e aproveitou para reafirmar que nunca viu Smith perder a paciência da maneira que fez com Rock.

“Eu trabalhei com ele, ele não é daquele jeito”, o realizador reiterou. “Eu nunca o vi perder o controle daquela maneira. Achei que era tudo combinado, porque eu vi o sorrisinho [dele] e já estive em set quando Will zoava as pessoas, quando brincava com as pessoas. Ouça, foi um tapa. Não foi um soco. Ele é muito bom na luta, ele é treinado… Mas está tudo errado”.

Lembrando que um 4º filme da franquia ‘Bad Boys’ seria lançado, trazendo o retorno dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, mas os planos podem ter sido atrapalhados após os acontecimentos supracitados.

As informações indicam que uma das consequências da agressão cometida por Smith foi a suspensão do próximo capítulo da saga.

Uma nota do portal The Hollywood Reporter, escrita pelos jornalistas Aaron Couch e Borys Kit, afirma que:

“Um boato que ouvimos esta semana é que ‘Bad Boys 4‘ já estava em desenvolvimento ativo, e Smith recebeu 40 páginas do roteiro antes do incidente do Oscar, segundo nossas fontes. Agora haverá uma… suspensão… no projeto enquanto os responsáveis decidem o que vai acontecer daqui para frente.”

Provavelmente, a sequência não será cancelada, mas deve permanecer suspensa até que a polêmica envolvendo Smith e Rock perca força.

Smith também optou por pedir para sair da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

O ator anunciou no último dia 01 de abril que decidiu deixar de ser um membro da Academia pois havia “traído” sua confiança com uma conduta “chocante, dolorosa, e imperdoável.”

O anúncio repentino veio dias depois da Academia condenar as ações de Smith e abrir um inquérito sobre o incidente.

“Respondi diretamente ao aviso de audiência disciplinar da Academia e aceitarei plenamente todas e quaisquer consequências por minha conduta. Eu privei outros indicados e vencedores de sua oportunidade de celebrar e ser celebrado por seu trabalho extraordinário. Estou de coração partido. Aceitaria quaisquer outras consequências que o conselho considerar apropriadas”, disse ele em comunicado.

A academia disse que aceitou sua demissão.

“Recebemos e aceitamos a renúncia imediata do Sr. Will Smith da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas”, disse David Rubin, seu presidente, em comunicado.

O ator ainda pode perder seu Oscar pelo ocorrido:

“Continuaremos a avançar com nossos processos disciplinares contra o Sr. Smith por violações dos Padrões de Conduta da Academia, antes de nossa próxima reunião do conselho agendada em 18 de abril.”, concluiu.

Tim Burton não consegue imaginar outra Wandinha Addams além de Jenna Ortega

‘Wandinha’, série inspirada na clássica franquia mulmidiática A Família Addams, é uma das produções mais aguardadas do ano – e trará ninguém menos que Jenna Ortega ao papel titular.

Agora, em um recente vídeo divulgado pela Netflix, o diretor e criador da produção, Tim Burton, rasgou elogios para a jovem atriz e disse que ela é perfeita para encarnar a personagem.

“Ela é uma atriz de filmes mudos, em relação ao fato de conseguir expressar as coisas sem palavras”, Burton explicou. “Ver a vida interna e as sutilezas foi muito animador. E por isso que temos sorte de ter Jenna, porque não consigo imaginar outra Wandinha”.

O elenco traz Jenna Ortega como Wandinha, Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez e Issac Ordonez como Pugsley.

Assista ao trailer:

Durante uma entrevista para o Comicbook.com, o lendário compositor Danny Elfman comentou sobre o que o público pode esperar da atração e aproveitou para elogiar o trabalho de Ortega.

”A série está muito, muito divertida. Atualmente, estou trabalhando no segundo episódio ao lado de Tim e a jovem atriz que está interpretando Wandinha. Ela é realmente perfeita, ela foi a escolha perfeita para o papel. Vocês realmente vão vê-la se transformar nessa querida personagem.‎”

Conhecida por seus trabalhos em ‘Você’, ‘Pânico’ e ‘X’, Ortega já havia comentado sobre os desafios de encarnar a filha de Gomez e Mortícia.

Para ela, uma das principais características de Wandinha é sua falta emoções, algo que é muito complicado para uma atriz expressiva como Ortega.

“O mais interessante sobre Wandinha é que nunca a vimos agir como uma adolescente comum”, disse à Entertainment Weekly. “Ela é uma menina de oito anos obcecada por assassinato, morte, luto e depressão. É tão bizarro que chega a ser engraçado e encantador ao mesmo tempo. Então, como eu posso reproduzir tudo isso e fazê-la interessante sem descaracterizá-la? É uma série de oito episódios… Então, meu maior desafio é fazer com que as pessoas se conectem com ela de uma forma emotiva, mesmo que ela esteja fechada às emoções.”

Ela acrescentou que:

“Ok, ela tem que ser capaz de conduzir a história adiante de alguma forma, mas como a mantemos fiel ao seu eu inexpressivo? Estou muito curiosa para saber como isso vai funcionar. Eu nunca tive a oportunidade de interpretar um personagem icônico antes e sei que ela é muito amada e respeitada, então não posso estragar tudo.”

Além de Ortega, Zeta-Jones e Guzman, Gwendoline Christie será Larissa Weems, diretora da Academia Nevermore, que tem uma rixa antiga com Mortícia.

Wandinha fará parte da Academia Nevermore, na cidade de Jericho, e estará acompanhada de diversos outros personagens, incluindo vários estudantes.

Confira a descrição de cada um abaixo:

  • Joy Sunday como Bianca Barclay: uma das estudantes mais populares da Academia, Bianca é descendente de uma longa linhagem de sereias com um poder encantador de persuasão.
  • Emma Myers como Enid Sinclair: Enid é a animada e vibrante colega de quarto de Wandinha. Vinda da Califórnia, ela faz parte de uma matilha de lobisomens.
  • Hunter Doohan como Tyler Galpin: um morador local que constrói uma amizade inesperada com Wandinha. Ele tem um relacionamento complicado com o pai, o xerife Donovan.
  • Moosa Mostafa como Eugene Otinger: um dos estudantes mais peculiares da Academia e presidente do clube de apicultura.
  • Georgie Farmer como Ajaz Petropolus: estudante da Academia que também é uma górgona. Estranho e tímido, Ajaz fica muito ansioso quando alguém olha em seus olhos.
  • Naomi J. Ogawa como Yoko Tanaka: uma vampira inspirada pela estética harajuku e uma das jovens mais legais da Academia.
  • Percy Hynes White como Xavier Thorpe: um estudante caristmático e sobrenaturalmente artístico que vem de uma família abastada, graças ao célebre pai.
  • Jamie McShane como o Xerife Donovan Galpin: Nascido e criado e Jericho, esse xerife sempre teve problemas com a Academia – e uma vingança pendente com um ex-aluno de lá, Gomez Addams.
  • Thora Birch como Tamara Novak: supervisora do dormitório de Wandinha e a única sem atributos sobrenaturais na Academia, com paixão por todas as coisas que se relacionam com botânica.
  • Riki Lindhome como a Dra. Valerine Kinbot: uma terpaista local que fica extremamente intrigada com sua nova paciente, Wandinha.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

Ladrões tentam recuperar obras de arte roubadas por nazistas no trailer de ‘Righteous Thieves’; Confira!

Lionsgate divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Righteous Thieves’, filme de roubo no estilo ‘Onze Homens e um Segredo’.

A produção estreia no dia 10 de março nos Estados Unidos, ainda sem confirmação de chegada ao Brasil.

Confira:

Anthony Nardolillo fica responsável pela direção, enquanto Michael Corcoran faz sua estreia como roteirista.

Nessa instigante aventura de roubo, Annabel (Lisa Vidal), líder de uma organização secreta que tem como objetivo recuperar obras de arte inestimáveis, une um time de ladrões de arte para recuperar um Monét, um Picasso, um Degas e um Van Gogh que foram roubados pelos nazistas durante a II Guerra Mundial e que, agora, estão em posse do oligarca bilionário Otto Huizen (Brian Cousins). Conforme o roubo se aproxima, lealdades são testadas quando o grupo descobre o verdadeiro motivo que leva Annabel a procurar pelas pinturas perdidas.

Jaine Lee OrtizCam GigandetCarlos MirandaSasha Merci completam o elenco.

Retro Dance #08 | ‘Songs in A Minor’ e a estreia GLORIOSA de Alicia Keys na música

Há pouco mais de vinte anos, uma das lendas da música começava uma carreira quase irretocável: Alicia Keys. Em sua estreia na indústria fonográfica, Songs in A Minor, Keys mostrava que não estava brincando quando se tratava de construir narrativas competentes e dominar o cenário mainstream, seguindo os passos de outras mulheres negras que vinham ganhando espaço nos anos anteriores – principalmente o grupo Destiny’s Child, que dominava o R&B. Em 2001, o début de uma das maiores cantoras e compositoras de todos os tempos recuperava o neo soul com força impactante e com dissonância apaixonante, demonstrando potentes vocais e um sucesso crítico e comercial que a colocou no topo dos charts do mundo inteiro – incluindo uma estreia em primeiro lugar na Billboard 200.

Mas o que transforma esse álbum em um clássico? Alicia vinha trabalhando no início de sua estética sonora desde 1995, quando tinha apenas catorze anos. Depois de ser rejeitada pela Columbia Records, ela assinou contrato com a J Records e pôde mostrar ao público seu poder. Misturando gêneros como gospel, jazz, blues e hip hop, o escopo narrativo se afastava das costumeiras incursões românticas para uma profunda análise das complexidades dos relacionamentos, normalmente colocando-a como centro de uma perspectiva marcada por traumas, abandonos e paixões enfurecidas. Mais do que isso, Keys demonstrou sua versatilidade instrumental ao comandar com solidez a produção de boa parte das faixas através de seu treinamento clássico do piano, além de assinar inúmeras iterações por conta própria.

Em seu primeiro álbum, a performer mostrou que não estava para brincadeira – e sua necessidade de se provar alcançou seu objetivo, seja por ter vendido nada menos que 12 milhões de cópias desde seu lançamento, seja por ter garantido cinco estatuetas do Grammy à lead singer. Logo de cara, com a breve e evocativa introdução “Piano & I”, a artista exibe aos ouvintes um domínio das “normas cultas” da música, por assim dizer, enquanto promove um sensual e envolvente anacronismo. As cartas estão dadas – e ela não perde a mão em nenhuma das tracks subsequentes. A upbeat e misteriosa atmosfera de “Girlfriend”, que foi lançado como single final da obra, merecia mais reconhecimento do que tem e definitivamente integra uma das quintessenciais construções de sua carreira; a epopeica “Rock wit U”, estendendo por mais de cinco minutos, é uma jornada em rapsódia digna de nota e de estudo – afinal, como não ficar intrigado com a mistura de violino, piano e bateria que ergue-se logo nos segundos iniciais?

Alicia Keys, mais do que uma das forças-motrizes que abriram espaço para os múltiplos atos femininos nos anos seguintes, é, da mesma forma que Beyoncé, um dos ícones da cultura afrodescendente nos Estados Unidos. Alastrando suas referências para a contracultura do hip hop de meados dos anos 1970, vê-se um movimento de convecção que reapropria o gênero e a traz, assim como os Black Spades pretendiam década atrás, hinos de empoderamento para o cenário em voga, dominado consistentemente pelos brancos. Keys, querendo ou não, contribuiu para a desconstrução segregacionista que se instalava em um contínuo crescendo, fosse com os solilóquios saudosistas de “Lovin U”, que nutre-se dos corais gospels e das aplaudíveis brincadeiras vocais que trata com naturalidade invejável.

A performer também não pensa duas vezes antes de homenagear seus grandes ídolos, seja com covers, seja com inspirações miméticas extremamente polidas e bem organizadas (aliás, o álbum inteiro é uma lição de como construir uma trama com começo, meio e fim, sem esbarras nos exageros floreados da virada do século). “How Come You Don’t Call Me” ganha uma versão interessante numa fusão entre passado e presente – e uma rendição memorável que foi elogiada inclusive pelo compositor e cantor original, Prince. “Ele me disse que ouviu a música e amou […] Foi realmente uma honra”, ela comentou em uma entrevista ao Toronto Sun ainda em 2002. “Jane Doe”, por sua vez, traz uma breve parceria com Kandu Burruss e consagra o movimento funk dos anos 1960, tudo revestido com uma contemporaneidade atemporal e que envelheceu muito bem nos dias de hoje (motivo pelo qual também representa um dos ápices da discografia da cantora).

“Fallin’”, sem sombra de dúvida, é a música pela qual vínhamos todos esperando. Condecorada com diversos prêmios, incluindo três prêmios do Grammy (Música do Ano, Melhor Música R&B e Melhor Música Feminina R&B), a faixa é o suprassumo do neo soul e uma das precursoras do futuro do gênero (cujo legado é visto sobretudo nos primeiros anos da década de 2010). O single de estreia de Keys teve uma recepção massiva e, até hoje, é considerada uma das músicas mais bem-sucedidas do início do século. As múltiplas camadas de voz que espalham-se pelos três minutos e meio são cautelosas e fogem da fugacidade, unindo-se em uma ambiência que nos relembra de Aretha Franklin e de James Brown ao mesmo tempo, em uma sutileza arrepiante e uma história sobre a espiralada jornada do amor.

Songs in A Minor é uma das melhores estreias do século XXI por uma série de motivos (que foram explicados ao longo desse texto). Vinte anos atrás, Alicia Keys começava sua jornada com o pé direito, munida das originalidades de uma persona faminta por deixar a sua marca e que reclamaria pelo que lhe pertencia por direito, não importa quanto tempo levasse.

‘A Vida Invisível’: Aclamado filme com Fernanda Montenegro estreia ESTA SEMANA na Paramount+!

A Vida Invisível‘, filme estrelado pela icônica Fernanda Montenegro e que foi o escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil no Oscar 2020, estreia esta semana no catálogo da Paramount+.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming em 21 de dezembro.

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

Relembre o trailer:

Crítica | A Vida Invisível – Tocante relato sobre a força da mulher e a luta contra o patriarcado

Dirigido por Karim Aïnouz, o longa é baseado no livro ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão‘, escrito por Martha Batalha.

O elenco também conta com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui Maria Manoella.

Sabrina Carpenter lança “Please Please Please”, segundo single do álbum ‘Short n’ Sweet’

Sabrina Carpenter, uma das maiores vozes da Geração Z na música, lançou a faixa “Please Please Please” como segundo single oficial de seu sexto álbum de estúdio, ‘Short n’ Sweet’.

Confira:

O compilado de originais será lançado no dia 23 de agosto e também conta o lead single “Espresso” (que se tornou a canção de maior sucesso de sua carreira ao atingir o 4º lugar da Hot 100 da Billboard).

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da The Eras Tour, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

‘Operação Vingança’: Confira a DESCRIÇÃO do trailer do novo thriller de espionagem com Rami Malek

Neste último dia 09 de novembro, o vencedor do Oscar Rami Malek subiu aos palcos da D23 para promover seu mais novo projeto – o thriller de espionagem Operação Vingança (‘The Amateur’).

Depois de ter revelado alguns detalhes de bastidores da produção, Malek introduziu o trailer oficial do longa-metragem.

Confira a descrição:

No material, acompanhamos Malek como Charles Heller, um gênio da tecnologia que trabalha para a CIA. Após sair para o trabalho, Charles é chamado por seu chefe e assiste à gravação de uma das câmeras de segurança que mostra sua esposa (Rachel Brosnahan) sendo alvo de um grupo de terroristas. O chefe de Charles, então, diz que ela foi assassinada.

Sem chão e entrando em um vórtice de negação, o protagonista pede para ser treinado como um espião e um assassino para vingar a morte da esposa. Seus chefes riem, dizendo que ele está melhor trabalhando com tecnologia. Porém, ele insiste em ser treinado por um veterano (interpretado por Laurence Fishburne). Pouco depois, vemos cenas em que Charles utiliza suas habilidades para encontrar os responsáveis pela morte da esposa, criando armadilhas bastante complexas. Uma das armadilhas comprimi o chão de vidro da piscina de um dos assassinos, fazendo com que ele caia de um prédio; outra delas aciona um explosivo. “Se você correr, você consegue escapar da explosão”, Malek diz, antes do dispositivo ser acionado.

Logo depois, várias sequências de ação mostram Charles treinando para se tornar um assassino, perseguindo seus alvos – com um breve relance de Caitriona Balfe como, provavelmente, uma das antagonistas.

O filme é dirigido por James Hawes. Ken NolanGary Spinelli assinam o roteiro, que é baseado no romance homônimo de Robert Littell.

Adrian MartinezHolt McCallanyJulianne Nicholson também fazem parte do elenco.

O longa-metragem será lançado no dia 11 de abril de 2025.

Romance japonês ‘Antes que o Café Esfrie’ ganhará adaptação SERIADA pela Fox

Segundo o Deadline, a Fox está desenvolvendo uma adaptação seriada de ‘Antes que o Café Esfrie’, elogiado romance best-seller japonês assinado por Toshikazu Kawaguchi.

O projeto foi criado por Gideon Raff (‘O Espião’), que também entra como roteirista e showrunner.

Gail Berman (‘Wandinha’) e a Sony Pictures Television ficam responsáveis por supervisionar a atração.

Confira a trama:

No coração de Japantown, São Francisco, uma cafeteria familiar oferece mais do que apenas café — serve como uma ponte entre o passado e o presente. Os visitantes fazem fila, atraídos pela oportunidade de reviver um momento que mudou suas vidas, sabendo que precisam voltar antes que o café esfrie. Embora o passado não possa ser reescrito, o ato de desapego no presente pode abrir a porta para um futuro cheio de esperança. Mas esta família de baristas, cuja dedicação altruísta trouxe consolo a tantos, agora precisa confrontar as sombras de seu próprio passado misterioso — um passado que pode custar-lhes tudo.

A ambientação foi propositalmente alterada para a série, visto que o romance é ambientado em um café em Tóquio, capitão do Japão.

Raff entra como produtor executivo ao lado de Berman, Hend BaghdadyMarcy RossChloe DanMatt Aragachi.

‘Leanne’: Comédia do criador de ‘The Big Bang Theory’ é RENOVADA para a 2ª temporada

Leanne, comédia co-criada por Chuck Lorre (‘The Big Bang Theory’) e Leanne Morgan, foi oficialmente renovada para a 2ª temporada pela Netflix.

O ciclo de estreia chegou em julho à plataforma de streaming e permaneceu duas semanas no Top 10 de produções mais assistidas, além de conquistar 71% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o anúncio:

A trama acompanha Leanne (Morgan), cuja vida vira de cabeça para baixo quando seu marido, com quem está casada há 33 anos, a deixa por outra mulher. Recomeçar sendo avó e estando na menopausa não é exatamente o que ela tinha em mente, mas com a ajuda da família, ela navegará por esse novo capítulo com graça, dignidade e muita gelatina.

A produção também traz MorganSusan McMartin como criadoras.

Kristen JohnstonCelia WestonBlake ClarkRyan StilesGraham RogersHannah Pilkes completam o elenco.

A primeira temporada conta com dezesseis episódios.

Crítica | Meghan Trainor recicla doo-wop e bubblegum pop com o apático single “Get In Girl”

Meghan Trainor ganhou proeminência mundial após estrear no cenário musical com o hit “All About That Bass”, uma divertida e nostálgica explosão de bubblegum pop e doo-wop que trouxe ares diferentes da inegável dominância do trap e gêneros variados da época. Através de uma envolvente lírica que celebrou o empoderamento corporal e a autoaceitação de maneira ácida e que, como era esperado, atraiu certos comentários que não entenderam a ideia da canção; de qualquer maneira, Trainor se tornou centro dos holofotes, dando origem a uma prolífica carreira que lhe rendeu uma estatueta do Grammy de Artista Revelação e que, como qualquer outra discografia, passou por altos e baixos.

Recentemente tendo se reencontrado com o sucesso comercial através de faixas como “Made You Look” e “Criminals”, Trainor está pronta para embarcar em sua nova era, mantendo-se fiel à estética pastel e retrô explorada em álbuns anteriores à medida que se reintroduz aos fãs. Recebendo considerável escrutínio após uma marcante mudança de imagem, ela anunciou o compilado de originais Toy with Me em 2025, com lançamento para o próximo dia 24 de abril – aproveitando o momento para divulgar o nostálgico lead single “Still Don’t Care”, construído sobre uma estrutura à la anos 1980 e que, de certa maneira, reiterou a predileção da cantora e compositora por um passado não muito distante.

Três meses depois, estamos de volta com mais uma canção promocional inédita: “Get In Girl” foi lançada nas plataformas hoje, 13 de fevereiro, e promoveu não apenas um retorno às raízes da artista, como voltou a delinear histórias de libertação e empoderamento que já vem nos contando há mais de uma década. Ao longo de quase três minutos e meio, é notável como Trainor diverte-se do começo ao fim em território familiar, mas não podemos deixar de perceber uma repetição cansativa de arranjos instrumentais e cadências vocais que, eventualmente, não trazem nada de novo.

Com produção de Mark Schick e Grant Boutin, ambos contribuindo também para a composição ao lado de Trainor, Delacey e Andrew Jackson, o single tem uma estrutura prática que conta com uma multiplicidade vibrante de trompetes, saxofones, bateria e piano, todos modelados para seguir fórmulas engessadas de qualquer musical de época da Broadway – com uma inclinação a títulos como ‘Hairspray’ e ‘Dreamgirls’. À medida que o escopo toma forma, a performer se lança a uma mistura incisiva de doo-wop e bubblegum-pop que recicla investidas conhecidas não só da própria carreira, mas de várias outras faixas (e, nesse quesito, as homenagens cedem a uma emulação sem muita vida e que parece indisposta a se arriscar além do óbvio).

À medida que reafirma o poder e a união femininos em uma narrativa sobre um relacionamento falido sobre um homem que não fez o mínimo para mostrar seu amor à companheira, negligenciando algo que, agora, perdeu para sempre, Trainor volta a usar a celebração do “eu” como força-motriz – o que, em tempos de crise, é algo sempre bem-vindo. Porém, com exceção da temática, é difícil encontrar algum ponto em comum entre esta música e o single anterior, um indicativo não muito interessante para a estrutura do álbum que será lançado em breve.

Lembrando que “Get In Girl” já está disponível nas plataformas digitais.

Festival Dança em Trânsito retorna ao Centro Cultural FIESP com nova programação gratuita e artistas de diferentes países

Depois de mais de duas décadas promovendo encontros entre artistas de diferentes culturas, a 24ª edição do Festival Dança em Trânsito volta a ocupar o Centro Cultural FIESP, em São Paulo, com uma nova programação gratuita dedicada à dança contemporânea. Nos dias 1º e 2 de agosto, o público poderá acompanhar apresentações de companhias e criadores brasileiros e internacionais que transformam a Avenida Paulista em um grande espaço de circulação artística, reforçando a proposta do festival de aproximar diferentes linguagens, territórios e formas de criação.

Criado em 2002 pelo Espaço Tápias, referência na formação, pesquisa e intercâmbio em dança, o festival consolidou-se como uma das principais plataformas de circulação da dança contemporânea no Brasil. Sob direção artística e curadoria de Giselle Tápias e Flávia Tápias, o projeto percorre dezenas de cidades brasileiras promovendo apresentações, residências artísticas e ações formativas que estimulam o diálogo entre artistas nacionais e internacionais.

Integrante da rede Ciudades Que Danzan, que conecta festivais e cidades ao redor do mundo dedicados à difusão da dança contemporânea, o Dança em Trânsito mantém como essência a ocupação de teatros, espaços públicos e centros culturais, ampliando o acesso do público à arte do movimento e incentivando a criação colaborativa.

Para Giselle Tápias, diretora artística e curadora do festival, a edição de 2026 amplia esse compromisso ao fortalecer o intercâmbio entre artistas brasileiros e profissionais de diferentes países.

“Em 2026, o Dança em Trânsito reforça um dos eixos centrais de sua atuação: a internacionalização da dança brasileira. Além da programação artística, convidamos curadores, programadores e diretores de importantes festivais internacionais para conhecerem de perto a produção contemporânea brasileira. Parte desses profissionais acompanhará a programação em São Paulo e, em seguida, seguirá para o Rio de Janeiro, onde a plataforma Cena Brasil reunirá um grupo ainda maior de convidados internacionais para encontros, debates e apresentações. Nosso objetivo é criar oportunidades concretas de intercâmbio, circulação e futuras colaborações para os artistas brasileiros. Também teremos a presença de Salia Sanou, que realizará uma residência artística e uma oficina voltada aos profissionais da dança, fortalecendo os processos de formação e criação. Mais do que apresentar espetáculos, queremos construir pontes entre a produção brasileira e o cenário internacional”.

Esse intercâmbio ganha forma na etapa paulista do festival, que reúne artistas do Brasil, Burkina Faso, Itália, Colômbia e Luxemburgo ocupando diferentes espaços do Centro Cultural FIESP. No sábado (1º), a Esplanada da FIESP recebe “Ekesa Sanko”, de Dilo Paulo, artista radicado em Brasília. Ao longo da tarde, o público acompanha ainda “Cinzas com Sol”, de Raquel Botafogo, a criação “3 Coreógrafos e 1 Corpo – Vinte Anos Depois”, “Good Vibes Only”, da italiana Francesca Santamaria, e “Trois Fois Seul”, do coreógrafo burquinense Salia Sanou.

No domingo (2), a programação reúne “Só”, de Frantielly Khadija, “Pedra Pulmão”, de Vitor Hamamoto, “Em Suas Marcas”, da Companhia Corpus Entre Mundos, “Antrópodes”, de Fabio Costa e Lu Lanza, além de “Mega Structure”, criada por Sarah Baltzinger e Isaiah Wilson, de Luxemburgo. Um dos momentos mais aguardados será a apresentação do resultado da residência artística conduzida por Salia Sanou, reunindo participantes brasileiros em uma criação desenvolvida ao longo da semana.

Outro destaque é a intervenção realizada em parceria com o Quinteto Bachiana, concebida por Flávia Tápias, Dilo Costa e Fabio Costa, aproximando música e dança em uma performance criada especialmente para o espaço aberto da Avenida Paulista.

Mais do que apresentar espetáculos, o Festival Dança em Trânsito reafirma sua vocação como plataforma de intercâmbio, formação e circulação artística. Ao conectar criadores de diferentes países e aproximar a dança contemporânea do cotidiano das cidades, o projeto amplia o diálogo entre culturas, estimula novas parcerias e fortalece a presença da produção brasileira no cenário internacional.

Filmagens de ‘Falcão e Soldado Invernal’ já começaram

Em seu perfil do Instagram, Malcolm Spellman, roteirista e produtor executivo de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, revelou que as filmagens da série já começaram oficialmente.

Na legenda, Spellman escreveu:

“Primeiro dia. Que loucura ver a série tomando forma. A Marvel não está permitindo fotos do set agora, mas esse é um dia cansativo para muita gente, inclusive para mim.”

Confira:

 

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Day 1 Craaazy to see it come to life. Marvel ain’t allowing photos from set right now but this a huge day for a lot of people including me

Uma publicação partilhada por Malcolm Spellman (@malcolm_spellman) a

Anteriormente, Anthony Mackie compartilhou uma foto ao lado de Sebastian Stan, Emily VanCamp e Wyatt Russell, enquanto se preparavam para o programa.

“Nos reunimos para dar as boas-vindas a Wyatt Russell, depois tudo ficou estranho… Por que não conseguimos ser tão bonitos quanto a Emily VanCamp?”, escreveu o astro.

A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘Batman: Morte em Família’: Animação interativa ganha seu primeiro trailer; Assista!

O IGN divulgou o trailer oficial de ‘Batman: Morte em Família’, a 1ª animação interativa da DC Comics.

A trama acompanha a trágica morte de Jason Todd, brutalmente assassinado pelo Coringa, e é é uma releitura de ‘Batman Contra o Capuz Vermelho‘, lançado em 2010.

O mais interessante é que a animação permite ao público escolher os rumos da trama enquanto decidem se o Robin vive ou morre, algo parecido coma dinâmica de ‘Black Mirror: Bandersnatch‘.

Assista ao trailer:

Escrito e dirigido por Brandon Vietti, ‘Batman: Morte em Família‘ oferece uma visão inventiva de como os destinos de Batman, Robin e Coringa serão explorados de maneira chocante, à medida que os espectadores controlam a história.

Enquanto ‘Batman Contra o Capuz Vermelho‘ fornece uma base para a trama, a nova animação se divide direções inéditas e apresenta vários personagens nunca antes vistos no filme original.

Por enquanto, ainda não há data definida para a estreia, que deve acontecer ainda em 2020.

Oscar 2021: Fãs ficam chateados por Chadwick Boseman não ser lembrado como Melhor Ator

Chadwick Boseman era um dos grandes favoritos ao prêmio de Melhor Ator no Oscar 2021 por conta de sua atuação em A Voz Suprema do Blues.

No entanto, o prêmio foi entregue a Anthony Hopkins, protagonista do elogiado drama ‘Meu Pai‘.

Por conta disso, diversos fãs foram às redes sociais para protestar contra a escolha, afirmando que Boseman deveria ser o legítimo vencedor da noite em homenagem a sua última e grandiosa performance.

Alguns ainda disseram que o prêmio da categoria foi deixado por último só para render audiência, pois os organizadores sabiam que o público esperava que Boseman fosse escolhido.

Confira as reações:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Antes disso, o longa já havia rendido a Boseman os prêmios de Melhor Ator no Globo de Ouro e no Australian Academy of Cinema and Television Arts Awards (AACTA).

Lembrando que ele também perdeu a disputa para Hopkins durante a cerimônia do BAFTA, considerado um dos termômetros para o Oscar.

Ainda assim, o longa foi lembrado na 93ª edição do Oscar com os prêmios de Melhor Figurino e Melhor Maquiagem e Penteados. 

Lembrando que o filme já está disponível na Netflix.

Dirigido por George C. Wolfe, ‘A Voz Suprema do Blues’ (Ma Rainey’s Black Bottom) é baseado na peça vencedora do Prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson em 1982.

Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.

Glynn Turman, Taylour Paige, Dusan Brown, Colman Domingo Michael Potts também estrelam.

Andrew Garfield comenta sobre a possibilidade de RETORNAR para ‘O Espetacular Homem-Aranha 3’

Após a aparição de Andrew Garfield em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, os fãs já iniciaram uma campanha pedindo o lançamento de ‘O Espetacular Homem-Aranha 3‘.

O amor de Garfield ao papel e sua entrega à história do personagem só prova que ele é digno de dar vida a Peter Parker em pelo menos mais um filme, encerrando assim sua trajetória na pele do herói.

Durante uma entrevista para o podcast Happy Sad Confused, o astro foi questionado se existe a possibilidade reprisar o papel mais uma vez.

Em resposta, ele disse apenas:

“Olha, cara, eu não recebi uma ligação. É só isso, não me ligaram.”

De qualquer forma, ele não negou a ideia, mas ainda é cedo para especular se a Sony Pictures estaria disposta a investir em um filme do Cabeça de Teia sem a presença de Tom Holland.

Confira a entrevista:

Andrew Garfield merece um Oscar por fingir sua ausência antes da estreia de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.”

Nas redes sociais, inúmeros fãs já estão fazendo campanha para que a Sony Pictures aposte na ideia e traga Garfield em mais uma aventura.

Por conta disso, a tag #MakeTASM3 está entre os assuntos mais comentados do Twitter e a internet espera chamar a atenção do estúdio, assim como os fãs de Zack Snyder apostaram no #ReleasetheSnyderCut.

Confira as publicações:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Tom Hardy viraliza após conquistar medalha de ouro em campeonato de Jiu-jítsu brasileiro

Tom Hardy é mais conhecido por seus diversos trabalhos marcantes, como ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’, ‘Venom’, ‘Peaky Blinders’ e ‘Mad Max – Estrada da Fúria‘.

Agora, o ator indicado ao Oscar se tornou um dos assuntos mais comentados da semana após ganhar a medalha de ouro em um campeonato de Jiu-jítu brasileiro realizado no sábado, na Inglaterra, seu país de origem.

Em entrevista para o The Guardian, um porta-voz do Ultimate Martial Arts Championships disse que:

“Todo mundo o reconheceu assim que ele chegou na arena. Ele é um cara muito humilde e ficou feliz em tirar fotos e cumprimentar todos que chegavam até ele. Foi uma verdadeira emoção tê-lo competindo em nosso evento e, ao mesmo tempo, surpreendente em saber que ele é tão técnico e compromissado com o esporte.”

Nas redes sociais, os fãs estão completamente surpresos ao saberem da vitória do astro.

Confira as reações:

Recentemente, Hardy indicou que o roteiro do terceiro filme do ‘Venom‘ já está pronto, tanto que ele já está decorando suas falas.

A notícia em questão foi revelada com uma publicação via Instagram, na qual o astro confirmou que o roteiro será mais uma vez assinado por Kelly Marcel, a partir de um argumento do próprio ator.

Confira:

Venom‘ ganhou filme solo em 2018, que acabou arrebentando na bilheteria mundial, com US$ 856 milhões arrecadados no mundo todo. A sequência, ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ (2021) trouxe Woody Harrelson com o psicopata Cletus Kasady.

Confira nossa crítica em vídeo:

‘Berlim’: Fãs estão ANSIOSOS pela estreia da série DERIVADA de ‘La Casa de Papel’

Há alguns dias, a Netflix divulgou o teaser oficial de Berlim, série derivada de La Casa de Papel focada no personagem titular vivido por Pedro Alonso.

Além disso, foi revelado que a produção chega em dezembro ao catálogo da plataforma de streaming, ainda sem dia confirmado.

Após o lançamento da prévia, os fãs do personagem já estão ansiosos pela estreia.

Nas redes sociais, os internautas estão contando os dias para matarem a saudade do amado e odiado assaltante em sua nova aventura.

Confira as reações:

O plano: roubar 44 milhões de euros… em uma tarde.

Confira o teaser:

O criador Alex Pina já havia adiantado que não há possibilidade de uma nova temporada da produção original, mas não descartou séries derivadas focadas em outros personagens.

“Foi uma gravação muito complicada, é um gênero de guerra extrema e estamos editando agora a temporada final. Depois que terminarmos assistir e descobrir se realmente existem portas abertas para um spin-off, ou se queremos contar algo mais sobre algum dos personagens. Por enquanto, não decidimos ainda”, afirmou. 

Novo episódio de ‘Chucky’ traz crossover com ‘M3GAN’

O texto abaixo contém SPOILERS!

Desde a estreia de ‘M3GAN‘, os fãs de terror sobre brinquedos assassinos estavam imaginando como seria um encontro entre a boneca e Chucky, vilão da franquia ‘Brinquedo Assasino‘.

E isso finalmente aconteceu no 5º episódio da 3ª temporada da série dedicada a Chucky… Bom, pelo menos o que pode ser considerado o mais próximo de um crossover até o momento.

No novo ciclo, o brinquedo assassino está morrendo, sofrendo em decadência em uma cama, quase sempre preso e incapaz de se mover, então ele passa o tempo assistindo TV.

Enquanto navega pela TV a cabo, Chucky começa a encontrar vários outros filmes de bonecos assassinos e faz alguns comentários como só ele poderia fazer.

Primeiro, ele se depara com ‘O Boneco do Mal‘, filme de terror de 2016 com o boneco de porcelana Brahms, ao qual Chucky reage dizendo: “que piada de merda”.

Em seguida, Chucky muda de canal e vê uma cena de ‘Gritos Mortais‘, dirigido por James Wan (‘Invocação do Mal’) em 2007, ao qual Chucky zomba: “essa droga nem conseguiu render uma franquia”.

Por fim, Chucky muda para outro canal e vê ‘M3GAN‘, logo na cena em que aboneca faz sua dança icônica, então ele dado o dedo do meio para a TV diz:

“Ah, meu Deus, não! Alguém me mate agora, aquela vadia que roubou meus filmes. Que se fod# boneca da nova geração.”

Lembrando que a 3ª temporada da série estará disponível no Brasil a partir de 10 de maio pela Star+.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Marvel anuncia data de lançamento de documentário sobre Stan Lee no Disney+

O Disney+ e a Marvel Studios anunciaram a data de lançamento do documentário em comemoração aos 100 anos de Stan Lee.

O título será lançado no streaming no dia 16 de junho.

Confira o anúncio oficial:

Escritor e editor da Marvel Comics, Stan Lee se tornou o criador de quadrinhos mais famoso da história, se tornando conhecido ao ponto de rivalizar com seus próprios personagens. Sua carreira começou em 1941 ao publicar seu primeiro trabalho, uma história em prosa que apareceu no quinto volume de Captain America Comics. Na época, ele tinha apenas 17 anos.

Nos anos 1960, um Stan Lee já reconhecido cravou sua marca na história da cultura pop. A história do famoso quadrinista deve ser contada no documentário do Disney+, que ainda não tem uma data de lançamento, sendo divulgado apenas que chegará em algum momento de 2023.

‘Deadpool 3’, ‘Gladiador 2’ e outros filmes vão RETOMAR a produção após a greve

De acordo com o ComicBook, com o fim da greve dos atores, Hollywood está retomando suas atividades, incluindo o reinício imediato das filmagens de algumas produções.

Deadpool 3, por exemplo, estava quase concluído quando a greve teve início, enquanto outras, como a próxima sequência de ‘Gladiador’, de Ridley Scott, estavam prontas para começar a produção.

Com a greve de 118 dias oficialmente encerrada, o Deadline oferece um resumo abrangente do estado de algumas das maiores produções em Hollywood.

A maior complicação reside no fato de que a maioria das produções faz uma pausa durante as festas de fim de ano. Devido à demora dos estúdios em fechar o acordo, muitas produções não conseguirão retomar as filmagens até janeiro.

No entanto, o relatório do Deadline indica que alguns filmes estão superando o obstáculo das festas de fim de ano, pois estão tão próximos da conclusão que estarão prontos para retomar as filmagens em dezembro.

Isso inclui Deadpool 3, que estava aparentemente muito próximo de concluir as principais filmagens quando a greve começou, assim como ‘Beetlejuice 2’, que tem apenas dois dias de filmagem restantes. Outros filmes citados como retornando nas próximas semanas são Gladiador 2 e ‘Venom 3’.

“Obviamente, gostaríamos de tentar preservar um verão de filmes”, disse o chefe da Disney, Robert Iger, ao Deadline. “A indústria inteira está focada nisso. Não temos muito tempo para fazer isso.”

No mesmo artigo, menciona-se que os estúdios estão atualmente concentrados em finalizar qualquer filme com potencial de sucesso para lançamento até 2024. O texto também ressalta que filmes como Superman Legacy e ‘Tron 3 têm planos de iniciar a produção no início de 2024, visando seus lançamentos no meio de 2025. Com filmes interrompidos no meio da produção e outros que ainda não iniciaram, 2025 parece ser um ano no estilo de 2019, repleto de grandes lançamentos.

 

Jack Quaid, de ‘The Boys’, revela teste para ‘Superman’: “Eu acho que todos fizeram”

Jack Quaid, famoso por seu papel como Hughie Campbell na série de sucesso The Boys, revelou, segundo o The Playlist, que fez testes para o papel de Superman no novo filme do DCU, dirigido por James Gunn.

Com bom humor, Quaid reconhece que a busca pelo papel foi acirrada: “Eu acho que todos fizeram. Se você se encaixa no perfil… é uma daquelas coisas. Eu não cheguei muito longe. Gravei minha audição, e não deu em nada, e tudo bem”.

Apesar da decepção inicial, Quaid demonstra admiração por David Corenswet, o ator escolhido para viver o Homem de Aço: “Isso é totalmente legal [perder o papel], especialmente porque eu conheço David Cornswet um pouco; nós fizemos um piloto anos atrás que nunca foi para frente. Mas ele é uma dessas pessoas que você conhece e pensa, ‘Ah, sim, sempre que precisarem de outro [Superman], provavelmente será ele. Esse cara é o Superman!'”

Vale salientar que, coincidentemente, Quaid empresta sua voz ao Superman na série animada ‘Minhas Aventuras com o Supermanno MAX. No entanto, ele reconhece que isso não lhe deu nenhuma vantagem no teste: “Lembro-me de receber essa audição e pensar, ‘sim, eu sou a voz do Superman em um desenho animado, mas não acho que realmente me encaixe fisicamente, e tudo bem, é totalmente legal'”.

Embora o papel do Superman tenha ficado para outro ator, Quaid deixa claro seu interesse em continuar no universo dos super-heróis e disse que algo em ‘Star Wars’ “seria um papel dos sonhos”.

Lembrando que David Corenswet, estrelara ‘Superman filme que vai inaugurar o novo Universo Cinematográfico da DC sob a direção de James Gunn, e as gravações continuam a todo vapor.

Marcado para julho de 2025, o longa também conta com Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) como o vilão Lex Luthor.

A trama também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Incrível.

Com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, Superman será o primeiro filme do novo DCU.

Blake Lively conquista decisão judicial de SIGILO em processo contra Justin Baldoni

A atriz Blake Lively obteve uma decisão judicial favorável em seu processo contra o diretor e co-estrela de ‘É Assim que Acaba’, Justin Baldoni.

Segundo a Variety, o juiz federal Lewis Liman concordou com o pedido de Lively para restringir certos materiais de descoberta ao acesso exclusivo dos advogados. A decisão foi motivada pela natureza do caso, que envolve celebridades e seus publicitários, e pelo risco de vazamento de informações confidenciais.

Os materiais restritos incluem “segredos comerciais”, como planos de negócios e marketing, ideias para projetos futuros, medidas de segurança dos clientes, informações médicas e “informações altamente pessoais e íntimas sobre terceiros”.

O juiz destacou o alto risco de divulgação, seja para a imprensa ou por meio de “fofocas e insinuações” na comunidade artística, e a necessidade de proteger informações confidenciais em casos que envolvem concorrentes de negócios e alegações de danos sexuais.

Os advogados de Baldoni concordaram com a necessidade de confidencialidade, mas se opuseram à restrição de acesso dos clientes aos materiais.

O juiz não acatou totalmente o pedido de Lively, restringindo a provisão para incluir materiais “altamente prováveis” de causar “dano significativo”.

O juiz argumentou que o sigilo facilitará o processo de descoberta.

“As partes solicitantes mostraram uma boa razão para uma provisão limitada de AEO e mostraram que entrar em tal provisão agora é crucial para a determinação justa e rápida (se não necessariamente ‘barata’) do caso”, escreveu ele.

Um porta-voz de Lively celebrou a decisão: “Hoje, o Tribunal rejeitou as objeções das partes da Wayfarer e entrou com as proteções necessárias para garantir o fluxo livre de materiais de descoberta, sem qualquer risco de intimidação de testemunhas ou danos à segurança de qualquer indivíduo”, disse o porta-voz. “Com esta ordem em vigor, a Sra. Lively seguirá em frente no processo de descoberta para obter ainda mais as provas que confirmarão suas alegações no tribunal”.

O processo movido pela atriz Blake Lively contra seu colega de elenco de ‘É Assim Que Acaba’, Justin Baldoni, ganhou sua data de julgamento.

Segundo o Deadline, o juiz federal Lewis J. Liman marcou para o dia 9 de março de 2026 o início do julgamento para resolver a disputa entre os atores.

“Até quinta-feira, 30 de janeiro de 2025, as partes devem apresentar um plano de gerenciamento do caso com prazos que permitam o início do julgamento nessa data”, afirmou o juiz.

O juiz Liman também tentou acelerar a resolução dos casos, que provavelmente serão consolidados, adiando uma audiência marcada para 12 de fevereiro sobre o pedido de Blake Lively, feito em 22 de janeiro, para que fosse imposta uma ordem de silêncio contra Bryan Freedman, advogado principal de Baldoni, a fim de silenciá-lo na mídia.

Hoje, o advogado de Lively, Michael J. Gottlieb, escreveu uma nova carta ao juiz sobre o suposto “fluxo interminável de declarações difamatórias e extrajudiciais” feitas por Freedman, pedindo que essas práticas fossem interrompidas.

O advogado, comentou sobre o comportamento combativo de Freedman: “Já há um risco sério de que a má conduta dele esteja contaminando os jurados”. Gottlieb também afirmou que Freedman estava agravando “uma corrida armamentista de divulgações seletivas de mensagens de texto para a mídia”.

“As ações dos réus da Wayfarer estão sendo financiadas por um bilionário que se comprometeu a gastar US$ 100 milhões para arruinar as vidas de Sra. Lively e sua família”, disse Gottlieb. “O Sr. Freedman está usando esse dinheiro, sua lista de clientes atuais e ex-clientes, e uma estratégia descarada de mídia e redes sociais para assassinar o caráter de Sra. Lively antes do julgamento”.

Além disso, no processo no estado do Texas, a defesa de Lively afirmou que Wallace e sua empresa, Street Relations, “armaram um exército digital por todo o país, incluindo em Nova York e Los Angeles, para criar, semear, manipular e promover conteúdo difamatório que parecia autêntico em plataformas de redes sociais e fóruns de bate-papo na internet”.

Além disso, o que as comunicações de Freedman ignoram – e provavelmente foram feitas para obscurecer – é que a Sra. Lively está de posse de inúmeras comunicações adicionais relacionadas às suas alegações contra as partes da Wayfarer”, concluiu Gottlieb

O ator Justin Baldoni entrou oficialmente com um processo contra Blake Lively e Ryan Reynolds, acusando o casal de ter roubado seu filme, ‘É Assim Que Acaba’, e de tentar destruir sua carreira com falsas acusações de assédio sexual.

De acordo com a Variety, no processo de 179 páginas, apresentado no Distrito Sul de Nova York, Baldoni e seus publicitários acusam Lively e Reynolds de extorsão civil, difamação e invasão de privacidade.

A ação judicial solicita pelo menos US$ 400 milhões em danos.

“Em essência, este não é um caso de celebridades se atacando na imprensa”, afirma o processo de Baldoni. “Este é um caso sobre duas das estrelas mais poderosas do mundo utilizando seu imenso poder para roubar um filme inteiro das mãos de seu diretor e estúdio de produção… Quando os demandantes tiverem seu dia no tribunal, o júri reconhecerá que nem a celebridade mais poderosa pode manipular a verdade para seu próprio benefício”.

Anteriormente, foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento do filme.

“Ele quer sentir que ela pode ser derrotada”, escreveu uma publicitária que trabalha com o estúdio e o Sr. Baldoni em uma mensagem de 2 de agosto para a especialista em gerenciamento de crises, Melissa Nathan.

Melissa respondeu:

“Você sabe que podemos acabar com qualquer um”.

A publicista respondeu:

“A narrativa on-line é tão boa e os fãs ainda estão defendendo Justin e literalmente não houve captação desses dois artigos, o que é realmente chocante para mim. Mas eu vejo isso como um sucesso total, assim como Justin.”

‘É Assim que Acaba’ | Entenda TODA a treta envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni

Justin Baldoni foi dispensado pela agência de talentos WME.

A decisão de se separar do diretor e estrela de ‘É Assim que Acaba’ veio da agência no sábado, depois que Blake Lively entrou com uma queixa de assédio sexual e retaliação contra ele na sexta-feira à noite, confirmaram fontes.

Baldoni foi informado da decisão no sábado, disseram fontes. A WME também representa Lively, e com base na seriedade das alegações na reclamação de Lively, a agência sentiu que ações precisavam ser tomadas rapidamente.

A WME não fez comentários.

Lively moveu um processo judicial contra Baldoni, seu ex-diretor e colega de elenco no filme, acusando-o de assédio sexual e de liderar uma campanha destinada a manchar sua reputação pública.

Baldoni refuta as acusações e contra-ataca, afirmando que Lively estaria utilizando a situação para tentar recuperar sua imagem, que, segundo ele, teria sido prejudicada por seu próprio comportamento no set.

Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.

O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.

No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.

Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.

A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.

Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.

Por outro lado, Bryan Freedman, advogado de Baldoni, repudiou as alegações, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.

Ele ainda caracterizou Lively como uma figura problemática no set, afirmando que a atriz teria ameaçado abandonar as filmagens e boicotar a promoção do longa, ações que, segundo ele, contribuíram para o fracasso do projeto.

Vale lembrar que a adaptação de ‘É Assim que Acaba‘, que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente, está disponível no streaming do Max.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

é assim que acaba

‘The Boys’: Jensen Ackles comenta reunião com Jared Padalecki e Misha Collins

O ator Jensen Ackles, que interpreta o Soldier Boy emThe Boys, falou recentemente sobre voltar a contracenar com seus antigos colegas de ‘Supernatural’, Jared Padalecki e Misha Collins, desta vez no universo da série da Amazon.

Durante uma entrevista à Variety, Ackles comentou sobre a relação duradoura entre os três atores:

“Olha, vamos nos divertir, não importa onde estivermos. Obviamente, passamos muitos, muitos anos juntos na frente das câmeras. Também passamos, e continuamos passando, muito tempo juntos fora delas, em eventos e convenções. Existe uma conexão entre nós que vai muito além dos personagens que interpretamos”, afirmou.

“Sinto que você pode nos colocar em qualquer situação, e todos saberemos como agir. Seja interpretando um novo personagem, um antigo ou até nós mesmos, há uma camaradagem que só nasce quando você compartilha quase 20 anos de trajetória com alguém”, concluiu.

The Boys‘ estreou em 2019 e rapidamente conquistou público e crítica, recebendo oito indicações ao Emmy, incluindo Melhor Série Dramática. A última temporada ainda não tem data exata de estreia, mas chega em 2026.

Enquanto isso, o spin-off ‘Gen V‘ retorna com a segunda temporada em 17 de setembro de 2025.

The Boys’ está disponível no Prime Video.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Zack Snyder não descarta sequencia de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’: “Nunca diria que é impossível”

O cineasta Zack Snyder, diretor deLiga da Justiça de Zack Snyder, voltou a comentar sobre a possibilidade de concluir a saga do antigo DCEU e encerrar a história que planejou originalmente.

Conforme o ComicBookMovie, Snyder deixou em aberto a chance de finalizar o projeto, destacando que o impossível já aconteceu antes.

“Eu nunca diria que é impossível. Porque eu vivi toda a jornada que levou à criação de Liga da Justiça. E, se você estivesse no meu lugar, houve muitos momentos, momentos sombrios, em que eu diria que não havia chance alguma de que minha versão de Liga da Justiça existisse. Que ela nunca existiria, que não poderia existir”, explicou o diretor.

Vale lembrar que, após o afastamento de Snyder da Warner Bros. devido a uma tragédia pessoal, o estúdio contratou Joss Whedon, que reformulou o longa lançado nos cinemas em 2017, versão que acabou sendo um fracasso de crítica e público. Após uma campanha massiva dos fãs, Snyder pôde concluir sua própria visão, lançada posteriormente no streaming.

“Custos, política, tudo estava contra isso, e ainda assim existe. E acho que os fãs nunca deveriam esquecer que foram eles que fizeram isso acontecer. Eles também arrecadaram muito dinheiro para prevenção ao suicídio e realmente fizeram muito bem. Acho que recebem muitas críticas por serem tóxicos ou algo assim, mas literalmente salvaram vidas humanas”, acrescentou.

Questionado se aceitaria transformar as sequências planejadas em quadrinhos ou animação, Snyder demonstrou entusiasmo: “Já conversamos bastante sobre isso. Vivemos em um mundo onde tudo é possível, e qualquer formato seria incrível”.

Apesar do desejo de Snyder, o principal obstáculo é o reinício da franquia sob o comando de James Gunn, que estabeleceu o novo DCU a partir do filme ‘Superman’. Ainda assim, o diretor demonstrou respeito pela nova fase:

“James tem sido muito gentil. Desejo a eles todo o sucesso. Minha trilogia de três filmes é como uma erva daninha que simplesmente não morre, ela cresce sozinha, tem vida própria”, concluiu.

Zack Snyder revela qual dos seus filmes de super heróis é o seu favorito

Liga da Justiça de Zack Snyder’ está disponível no Max.

‘X-Men’: Tom Pelphrey quebra o silêncio após perder papel de Professor X

O reboot dos X-Men no Universo Cinematográfico da Marvel segue movimentando os bastidores. Conforme o ComicBookMovie, o ator Tom Pelphrey comentou pela primeira vez sobre ter disputado o cobiçado papel do Professor Charles Xavier, personagem que acabou ficando com o ator Christopher Abbott.

Pelphrey admitiu que encara grandes papeis em franquias com um misto de empolgação e cautela: “Quando se trata de oportunidades como [Professor X], eu sempre fico dividido. É sempre uma decisão difícil para mim. É um compromisso muito longo e sério, e isso realmente me deixa nervoso, porque muitas coisas podem mudar durante esse período. Então, metade de mim pensa que uma experiência assim poderia ser incrível e empolgante, enquanto a outra metade fica um pouco preocupada com o que poderia acontecer”.

Apesar de ter perdido o papel, o ator, muito elogiado por sua atuação emTask, garantiu não guardar ressentimentos e demonstrou gratidão por ter chegado às fases finais do teste dirigido por Jake Schreier:

“Você sente que fez alguma coisa errada por não ter conseguido, mas isso simplesmente não é verdade. Existem muitas oportunidades incríveis, e escolher uma significa que você não poderá fazer todas as outras. Cada escolha, de certa forma, é um sacrifício de todas as outras oportunidades que você não poderá aproveitar”, acrescentou.

“Hoje, eu vou com mais calma. Se alguma coisa me empolga, como conhecer alguém como Louis Leterrier ou Jake Schreier, e eu gosto deles e gosto de conversar com eles, penso: ‘Tudo bem, vamos tentar’. Mas nunca há garantias. É assim que estou lidando com as coisas agora. Se der certo, ótimo; se não, tudo bem”, destacou.

Em tom bem-humorado, Pelphrey ainda brincou sobre o lado positivo de não ter sido o escolhido para viver o líder dos X-Men, já que não precisará raspar a cabeça, especialmente considerando as teorias dos fãs de que o visual do personagem no MCU possa ser inspirado na Era Krakoa.

“Eu também tenho uma cabeça enorme. É uma melancia. Eu pensei: ‘Se vamos mesmo ter essa conversa, coloquem minha imagem em um gerador de imagens de IA e vejam como eu ficaria com a cabeça raspada. Só isso já poderia ser assustador o suficiente’. Não estou brincando. O único chapéu que consigo usar é um tamanho oito ajustado. É empiricamente uma cabeça grande e gorda, e não sei se queremos vê-la raspada”, concluiu em tom bem humorado.

Apesar de Christopher Abbott ter assumido o papel do Professor X, ter chegado tão longe na seleção prova que Pelphrey impressionou os executivos do Marvel Studios. Com o retorno de Finn Jones como Danny Rand na terceira temporada de Demolidor: Renascido, não se descarta a possibilidade de Pelphrey ter outra oportunidade no estúdio, seja em um novo papel no universo mutante ou até mesmo repassando seu personagem de Punho de Ferro, Ward Meachum.

Confira quem já está escalado e quem ainda deve ser anunciado para o reboot:

Sadie Sink como Jean Grey
Kit Connor como Ciclope
Samara Weaving como Emma Frost
Inde Navarrette como Vampira
Christopher Abbott como Professor X
Maya Boyd como Tempestade
Adam Driver como o vilão Senhor Sinistro

O longa tem estreia marcada para 5 de maio de 2028.

Michael Bay faz homenagem a Bruce Willis e lembra da sua parceria em ‘Armagedom’

Depois que Bruce Willis anunciou a sua aposentadoria devido a uma doença degenerativa chamada afasia, muitos familiares, amigos e pessoas que trabalharam com o ator prestaram suas homenagens e lembraram os momentos que tiveram juntos. Michael Bay, diretor da franquia ‘Transformers‘, foi mais um desses famosos que falou com carinho a respeito do astro.

Armagedom‘, filme que Willis estrelou e Bay dirigiu, e ainda é uma das obras mais amadas da sua carreira, além da segunda mais lucrativa, marcou o cineasta profundamente e sempre é lembrada pelo autor.

Em uma entrevista que deu ao Jake’s Takes sobre o seu novo filme, ‘Ambulância‘, Michael Bay lembrou da época que passou com Bruce Willis, filmando a aclamada aventura apocalíptica, antes de dividir a sua tristeza sobre a notícia recente da aposentadoria do ator. Confira:

“Bruce era uma estrela. Uma verdadeira estrela de cinema! Ele foi um pouco combativo no começo porque não confiava em mim, eu ainda era jovem. Mas Jerry Bruckheimer, meu produtor, disse: “Mostre a ele algumas imagens e cenas do filme”. Mostrei algumas imagens e… ele adorou! E eu amei trabalhar com ele. Ele é muito engraçado. Ele é ótimo em improvisação e e realmente domina em tela. É uma notícia triste sua aposentadoria, eu ouvi isso ontem.”

Nos momentos seguintes ao anúncio da aposentadoria, entes queridos e outras estrelas que admiram Bruce Willis começaram a postar mensagens de apoio e carinho pela figura de quem são fãs. Confia abaixo algumas dessas demais reações:

Kevin Smith prestou homenagem à carreira do ator e aproveitou a oportunidade para dizer que antes de fazerem juntos ‘Tiras em Apuros’ (2010), ele era um grande fã de Willis.

Seth Green compartilhou muito amor por Willis e toda a sua família.

Matthew Marsden trabalhou com Willis em um de seus últimos filmes e se diz grato por ter tido esse privilégio.

O escritor, podcaster e proprietário de uma pequena empresa Wynter está pedindo um relançamento digital remasterizado de ‘A Gata e o Rato‘, e nós apoiamos totalmente isso. Willis é o melhor dos melhores!

Nos últimos dois anos, Bruce Willis engatou 12 filmes diferentes que estreiam até o próximo ano, em 2023.

Veja abaixo a lista com todos esses filmes, inclusive o primeiro já estreou:

Gasoline ALley
‘Vendetta’
‘Fortess 2’
A Day to Die
‘The Wrong Place’
‘Soul Assassin’
Corrective Measures
‘White Elephant’
Paradise City
‘Wire Room’
‘Fortress 3’
‘Hair of the Dog’ 

Helen Slayton-Hughes, a Ethel Beavers de ‘Parks and Recreation’, morre aos 92 anos

A atriz Helen Slayton-Hughes, conhecida recentemente pelo papel de Ethel Beavers na sitcom ‘Parks and Recreation‘ morreu na última quinta-feira (08) aos 92 anos.

A notícia da morte foi dada pela família através das redes sociais, divulgada pelo Deadline. A causa da morte, no entanto, não foi divulgada.

“Helen faleceu ontem à noite. Sua dor acabou, mas seu espírito feroz continua vivo. Obrigado pelo amor e apoio dela e de seu trabalho. Descanse doce. Com amor: A família Hughes”, diz a publicação oficial da família.

Helen Slayton-Hughes ganhou seu primeiro papel nos cinemas na década de 1980 no drama ‘The Princess and the Cabbie‘.

No início dos anos 2000 ela abraçou papéis maiores como em Nash Bridges, The Drew Carey Show, Judging Amy, The West Wing, NYPD Blue, Malcolm in the Middle e muitas outras séries.

Contudo, o seu papel de destaque foi em ‘Parks and Recreation‘ quando ela interpretou a taquígrafa Ethel Beavers durante as quatro temporadas da série.