As filmagens aconteceram em Londres, em Outubro de 2019, antes da pandemia. No vídeo, trazemos uma entrevista com o astro Mark Wahlberg e ainda te levamos a um tour por Londres.
‘Infinite‘ segue Evan McCauley (Wahlberg), um cara que é perseguido diariamente por habilidades que nunca aprendeu e pelas memórias de lugares que nunca visitou. Automedicado e à beira de um colapso mental, ele é resgatado por um grupo secreto cujos membros se autodenominam ‘infinitos’. Eles revelam a ele que suas memórias são reais – mas são de várias vidas passadas.
‘Adão Negro’ já está repleto de super-heróis, como o Gavião-Negro (Aldis Hodge), a Ciclone (Quintessa Swindell), Adrianna Tomaz (Sarah Shahi), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Senhor Destino (Pierce Brosnan).
Mas parece que ainda há vaga para mais um!
De acordo com o The Direct, o longa vai introduzir o Átomo original pela primeira vez nas telonas.
Foi dito que o alter-ego de Al Pratt atuará como uma espécie de mentor para o Esmaga-Átomo e representará uma figura familiar para ele, como se fosse um tio querido.
Pelo visto, parece que ambos os personagens vão usar o mesmo traje, com Pratt passando o manto para o pupilo em algum momento da narrativa.
Para quem não o conhece, ele foi criado por Bill O’Connor e Ben Flinton e sua primeira aparição foi na HQ All-American Comics #19, publicada em 1940.
Nos quadrinhos, Pratt é pai do Esmaga-Átomo original, Grant Emerson, que herda seus poderes, como força sobre-humana e aumento de estatura.
No entanto, seu afilhado Albert Rothstein também usa o codinome depois de desenvolver poderes por conta de seu parentes com o vilão que deu origem aos poderes de Pratt.
É possível que o personagem de Centíneo seja Rothstein e não Emerson.
Por enquanto, não foi revelado quem será o ator por baixo do capuz do Átomo original, então só nos resta aguardar pelas atualizações.
Lembrando que ‘Adão Negro‘ chegará aos cinemas somente em julho de 2022.
Há algumas semanas, Dwayne Johnson publicou uma imagem caracterizado como o personagem em meio a um cenário destruído.
Infelizmente, o astro está de costas e a imagem é em preto e branco, mas é possível notar os detalhes textura do traje, que parece semelhante aos trajes usados pela Família Shazam.
Na legenda, ele escreveu:
“Esta imagem de ‘Adão Negro’ dá a você uma sensação tátil da escala e tamanho do nosso filme… E da apropriada destruição apropriada. Os super-heróis têm um código de justiça e não matam os bandidos, diferente do Adão Negro. A hierarquia de poder no Universo DC está mudando. O anti-herói. O homem de preto. O protetor do povo. Adão Negro.”
Apesar de informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
A série live-action da Netflix baseada em ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ finalmente anunciou o elenco protagonista, e mais novidades devem surgir em breve.
Durante uma entrevista para o Comic Book, o roteirista e showrunner Albert Kim explicou porque se interessou em adaptar a animação para a TV.
Kim disse que ficou viciado na animação quando sua filha insistiu que ele assistisse durante a exibição original na Nickelodeon.
Desde aquela época, ele sentiu que o desenho tinha potencial de se tornar uma grande produção em live-action.
Além disso, ele percebeu que poderia contar histórias que estavam nas entrelinhas do material original, respondendo perguntas que permaneceram na mente dos fãs após o fim da animação.
“15 anos depois da transmissão original da animação, eu fui pego de surpresa quando a Netflix me ofereceu a oportunidade de desenvolver a série live-action. Meu primeiro pensamento foi: ‘Por quê? O que eu poderia acrescentar à história? Se não está quebrado, o que há para consertar?”
Ele continuou:
“Enquanto eu pensava nisso, percebei que havia coisas importantes a descobrir, e uma versão live-action estabeleceria um novo referencial em representação, além de atrair uma nova geração de fãs. Esta foi uma chance de mostrar os personagens asiáticos e indígenas como pessoas vivas que respiram.”
Por fim, Kim deixou claro que irá respeitar o material original.
“Estaremos expandindo este universo e haverá muitas surpresas para os antigos e novos fãs. Mas, durante todo esse processo, nossa palavra de ordem tem sido ‘autenticidade’. Para a história, para os personagens, e principalmente para as influências culturais presentes no material original. Autenticidade é o que nos faz continuar, tanto na frente das câmeras quanto atrás dela, e é por isso que montamos uma equipe nunca vista antes – um grupo de talentosos e apaixonados artistas que trabalham sem parar para dar vida a este mundo rico e incrivelmente belo.”
Confira o elenco principal:
Gordon Cormier (‘Perdidos no Espaço’, ‘A Dança da Morte’) dará vida a Aaang; Kiawentiio Tarbell (‘Anne with an E’) será Katara, a Dobradora de Água; Ian Ousley (’13 Reasons Why’, ‘Physical’) dará vida ao irmão dela, Sokka; enquanto Dallas Liu (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) será Zuko, príncipe herdeiro da Nação do Fogo.
Lembrando que as filmagens começarão em Vancouver, Canadá, no outono estadunidense (entre os meses de setembro e novembro de 2021).
O 1º episódio de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ foi exibido na Nickelodeon em 2005 e, mesmo quase duas décadas mais tarde, a animação continua extremamente popular.
Lembrando que a trama da animação é ambientada num mundo parecido com o nosso, no qual as pessoas podem manipular os elementos da Terra, da Água, do Fogo e do Ar (conhecidos como dobradores) e, durante muito tempo, viveram em paz em suas próprias regiões – até uma delas dar início a uma guerra. Um desses dobradores, conhecido como Avatar, era o único que poderia impedir o conflito, mas desapareceu pouco depois e retornou 100 anos no corpo de Aang.
Além de ser uma queridinha do público, ‘Avatar: A Lenda de Aang’ levou para casa diversas estatuetas do Emmy e diversos Annie Awards por sua competente história e seu design. Em 2010, ganhou uma versão em live-action dirigida por M. Night Shyamalan que, apesar de ter feito quase US$320 milhões nas bilheterias, foi um fracasso de crítica devido à narrativa absurda e à superficialidade de seus temas.
Baseada no romance homônimo, escrito por Thomas Perry, a série acompanha Dan Chase (Bridges), um agente da CIA aposentado que agora vive em reclusão, até que um assassino de aluguel o obriga a voltar aos tempos de guerra.
“Jeff Bridges é um ator icônico e extraordinário e tê-lo como a estrela desta série é um momento incrível para o FX“, disse NickGrad, presidente de programação da emissora. “Jon Steinberge Robert Levine entregaram um roteiro incrível para o piloto e Jeff é perfeito para o papel de Dan Chase. Também estamos felizes por trabalhar com Warren Littlefield, com quem tivemos uma excelente parceria em ‘Fargo‘, juntamente com nossos parceiros da Fox 21.”
A última vez em que Bridges atuou numa produção para a TV foi em ‘Aventura Submarina’ (Sea Hunt), ao lado de seu pai, Lloyd Bridges, em 1963.
Jensen Ackles fará sua estreia na3ª temporada de ‘The Boys‘ como o Soldier Boy, um dos primeiros super-heróis criados pela Vought, na época da 2ª Guerra Mundial.
Antes disso, Ackles já havia trabalhado com o showrunner Eric Kripkeem ‘Supernatural’, mas o cineasta revelou à Vanity Fair que a escalação de Ackles na série da AmazonPrime aconteceu por acaso.
Antes do astro se juntar ao elenco, Kripe estava à procura de um ator bem mais velho, mas estava com dificuldades de encontrar alguém adequado.
“Nós planejado a introdução do Soldier Boy muito antes de eu escalar Jensen, ele ainda estava gravando ‘Supernatural’ e nós nem cogitávamos escolhê-lo. A maioria dos caras que estávamos procurando para esse papel eram bem mais velhos que Jensen porque o Soldier Boy é um herói da Segunda Guerra Mundial.”
Ele continuou:
“É engraçado como as coisas acontecem, não é? Apesar de eu ter deixado ‘Supernatural’, Jensen costuma me ligar, às vezes, sempre mantemos contato. Certa vez, estávamos conversando sobre a 3ª temporada e eu estava reclamandosobre não conseguir um ator, daí veio um estalo e eu lhe perguntei: ‘Espera aí, o que você acha de fazer esse papel?’, ele ficou sem reação, mas depois que eu lhe enviei o roteiro, ele disse: ‘Meu Deus, eu quero muito fazer isso’. Menos de uma semana depois, ele foi escalado. Foi totalmente por acaso, foi uma simples ligação que impulsionou tudo isso e agora ele é o Soldier Boy.”
Lembrando que as duas primeiras temporadas já provaram que a atração não é apenas uma história de super-heróis ao abordar crises sociais e políticas.
E esses conceitos serão ainda mais acentuados na 3ª temporada, como revelou Kripke ao Deadline.
O cineasta explicou que o novos episódios vão mostrar como a polarização política está afetando as pessoas.
“‘The Boys‘ nada mais é que uma sátira política. Desde o início, estávamos interessados em explorar tanto a história recente da Vought, mas também sua atuação nos bastidores da política dos EUA. O mais interessante é que a trama dos novos episódios vai mostrar que os verdadeiros inimigos dos EUA não vem de fora, mas de dentro.”
Ele continuou:
“O povo americano aceita os mitos criados pela política porque as pessoas querem acreditar que são justas. Mas, na verdade, o próprio governo incentiva a disputa entre favoráveis a políticos republicanos ou democratas e isso afeta a sociedade de uma forma que nem imaginamos. Isso interfere em nossas rotinas e até na maneira como vemos outras pessoas, se são melhores ou piores do que nós dependendo de como pensam.”
Por fim, ele disse que a adição do Soldier Boy foi pensada justamente para tocar neste assunto.
“Um grande elemento dos quadrinhos que estamos trazendo para a 3ª temporada são os flashbacks da Segunda Guerra Mundial e do Vietnã. Vamos motrar como os super-heróis e tornaram armas do governo que vem afetando a sociedade há várias décadas. O Soldier Boy foi o primeiro herói criado pela Vought, e ele serviu como meio de manipulação pública sem que ninguém percebesse os verdadeiros planos da organização.”
Falando nisso, confira as primeiras imagens oficiais de Ackles caracterizado como o personagem:
Há alguns meses, o The Illuminerdi apontou que a origem do personagem será alterada na adaptação da Amazon Prime.
Para quem não o conhece, o Soldier Boy dos quadrinhos é um herói que herdou o manto de um herói falecido, e essa troca acontece desde a 2ª Guerra Mundial.
Essa ideia surgiu para que o Soldier Boy se tornasse um símbolo imortal da bandeira dos EUA, independentemente de quem esteja por baixo do uniforme.
No entanto, a versão live action terá uma origem parecida com a do Capitão América, e ele será retratado como um soldado que sobreviveu à 2ª Guerra Mundial e permanece vivo até hoje.
Pelo visto, a Vought dirá que o personagem morreu durante uma missão, mas a verdade é que ele continua vivo por conta dos efeitos do Composto V, mas os membros d’Os Sete vão acabar descobrindo a verdade e questionar as reações da droga.
Por enquanto, ainda não há como confirmar a veracidade da informação, então considere como rumor.
E aí, você está ansioso para os novos episódios da série?
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
Em entrevista ao TVLine, Jeffrey Dean Morgan comentou sobre o que podemos esperar sobre o conflito entre o Negan e a Maggie na última temporada de ‘The Walking Dead‘.
“Na cabeça do Negan, ele fez um grande progresso com o grupo. Até chegarmos na 11ª temporada, ele já salvou todo mundo pelo menos uma vez ou outra, e colocou sua vida em risco para matar a Alpha. Ele fez coisas boas, mas, de repente, a Maggie está de volta, e o Negan sente como se tivesse sido jogado nove anos no passado. É uma situação precária.”
Ele completa, “Acho que ela terá que matá-lo, ou ele terá que matá-la, especialmente considerando o que acontece entre eles nos primeiros episódios [da última temporada]. Negan está frustrado e a Maggie está com raiva, pois esse cara que devia estar na prisão está vivendo bem melhor do que a última vez que ela o viu.”
O ciclo final irá estrear no dia 22 de agosto, mas como a trama será dividida em três partes de oito episódios cada, o season finale será lançado somente em 2022.
Anteriormente, a showrunner Angela Kang havia revelado que o último episódio de toda a série já foi planejado, mas ainda não foi escrito.
“Não. Ainda não escrevemos o episódio final. Mas já está tudo planejado porque tanto o estúdio quanto a emissora [AMC] queriam ter certeza de que tudo já estava concretizado para que não saíssemos da linha ou que inventássemos nada fora do cronograma.”
E, já que os principais personagens dos quadrinhos, como Michonne (Danai Gurira) ou Carl (Chandler Riggs) e Rick Grimes (Andrew Lincoln) não estão por perto, o desfecho da série não será parecido com o do material original escrito por Robert Kirkman.
“Na série, temos uma gama de personagens tão diferentes do final nos quadrinhos… Andrew [Lincoln] saiu por motivos familiares, temos vários membros do elenco que também saíram, temos personagens como Carol (Melissa McBride), que está desde o início assim como a personagem dos quadrinhos. Temos Daryl (Norman Reedus), que nem existe nos quadrinhos… Então, acho que naturalmente há esse processo em que parte da história dos quadrinhos não se aplica mais ao que vemos na adaptação.”
Enquanto aguardamos por novas atualizações, assista ao trailer da última temporada:
“A história é épica e trará várias reviravoltas. Vamos dar ao público um adeus digno e estendido, que fará jus à série e aos 10 anos que ela está no ar”, afirmou o produtor Scott Gimple durante a Comic-Con@Home.
O ciclo final contará com 24 episódios. Além disso, a AMC está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.
Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.
A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.
O elenco contará com Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).
Ainda sem previsão de estreia, o remake será escrito e dirigido porMacon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.
“Macon Blair conhece a Troma melhor do que eu. Ele assistiu ao cartoon, o especial de Halloween. Ele viu de tudo. E ele ama nossos filmes, como ‘Terror Firmer’ e ‘Troma’s War’. Eu li o roteiro do reboot e preciso reconhecer que é melhor que o do filme original. Se eles me chamarem, eu adoraria participar.”
Ele completa ao Dread Central, “Se eles deixarem o Macon Blair dirigir o reboot, acredito que seria incrível. Ele conhece o senso de humor dos filmes da Troma.”
Lançado em 1984, o primeiro filme seguia um monstruoso herói: O Vingador Tóxico, que ganha poderes depois de sofrer um trágico acidente ao cair em um pântano cheio de lixo tóxico.
Vale lembrar que, há alguns anos, Kaufman revelou que estava desenvolvendo uma nova sequência para a franquia original – mas o projeto acabou sendo engavetado.
Ao longo do anos, a franquia teve quatro filmes e uma série animada.
De acordo com THR, Brian Tucker (‘Linha de Ação’) foi contratado para reescrever o roteiro do reboot de ‘Spawn: O Soldado do Inferno‘, que está sendo desenvolvida pela Blumhouse.
O site declara que a participação de Jamie Foxx e Jeremy Renner, anteriormente confirmados no elenco, é incerta, mas é provável que os atores voltem a ser abordados após a nova versão do roteiro ser finalizada.
O projeto estava preso em um empasse, pois Todd McFarlane se negava a deixar qualquer outra pessoa assumir o roteiro do longa, mas a Blumhouse não havia gostado do seu roteiro para dar um sinal verde para a produção.
Anteriormente, o produtor Jason Blum havia revelado que o processo para refinar a história estava demorando mais do que esperado.
“Está levando mais tempo do que eu esperava para refinar a história, mas nós ainda estamos trabalhando no projeto. Será muito diferente e moderno. O que mais me deixa animado é que o Spawn é um dos últimos grandes personagens dos quadrinhos ainda não explorados. Então, essa é uma oportunidade perfeita.”
De acordo com o Deadline, Brit Marling (‘The OA’) estrelará a minissérie de suspense ‘Retreat‘, que está sendo desenvolvido para o canal FX.
Além de estrelar, Marling também será responsável pelo roteiro e direção da produção ao lado de Zal Batmanglij.
A atriz interpretará Darby Hart, uma detetive amadora da Geração Z, que tenta resolver um assassinato em um retiro isolado.
Na trama…
“Darby e 11 outros hóspedes são convidados por um bilionário recluso para participar de um jogo. Quando um dos convidados é encontrado morto, Darby deve lutar para provar que se trata de um assassinato antes que o assassino ataque novamente.”
O cinema contemporâneo é uma fonte de diversas produções de altíssima qualidade, isso é inegável. Entretanto, não podemos fechar os olhos para as décadas passadas do cenário do entretenimento e para os clássicos que caíram no gosto do público e da crítica – e que, para o bem ou para o mal, não atingem as novas gerações com o mesmo impacto de antes.
De qualquer forma, é sempre válido revisitar tais longas-metragens e descobrir incríveis histórias atemporais que envelhecem como vinho, como é o caso do recém-aniversariante ‘De Volta para o Futuro’ ou o icônico suspense ‘Tubarão’.
Pensando nisso, o CinePOP separou uma breve lista com dez clássicos imperdíveis para você conferir na Netflix.
Veja abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
TUBARÃO (1975)
Direção: Steven Spielberg
É claro que o primeiro blockbuster do cinema não poderia ficar de fora da nossa lista. Comandado pelo lendário Steven Spielberg, ‘Tubarão’ colocou o cineasta no centro dos holofotes e é considerado por inúmeros especialistas como um dos longas-metragens mais importantes de todos os tempos. A história traz como foco o ataque de um terrível e gigantesco tubarão branco nas praias da Nova Inglaterra. O chefe de polícia Martin Brody quer fechar o local, mas o prefeito Larry Vaughn não permite, com medo de que o faturamento com a receita dos turistas deixe a cidade sem recursos. O cientista Matt Hooper e o pescador Quint se oferecem para ajudar Brody a capturar e matar a fera, mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.
MONTY PYTHON EM BUSCA DO CÁLICE SAGRADO (1975)
Direção: Terry Gilliam, Terry Jones
Nessa icônica comédia ácida, o Rei Artur sai à procura de cavaleiros que o acompanhem em uma jornada histórica: a busca do Santo Graal. Aparecem então Sir Lancelot, o Bravo; Sir Robin, o Não-Tão-Bravo-Quanto-Sir-Lancelot; Sir Galahad, o Puro, entre outros personagens surreais. Escrita pelo genial grupo de comédia britânico Monty Python, a trama do longa satiriza diversos eventos históricos ocorridos na Idade Média.
ROCKY: UM LUTADOR (1976)
Direção: John G. Avildsen
Estrelado por Sylvester Stallone em seu melhor, ‘Rocky: Um Lutador’ é uma das produções mais conhecidas do século passado e colhe frutos até os dias de hoje. Na trama, Rocky Balboa é um pequeno boxeador da classe trabalhadora da Filadélfia e é arbitrariamente escolhido para lutar contra o campeão dos pesos pesados, Apollo Creed, quando o adversário do invicto lutador agendado para a luta é ferido. Durante o treinamento com o mal-humorado Mickey Goldmill, Rocky timidamente começa um relacionamento com Adrian, a invisível irmã de Paulie, seu amigo empacotador de carne.
Após receber residência permanente nos Estados Unidos em troca do assassinato de um oficial do governo cubano, Tony Montana se torna o chefe do tráfico de drogas em Miami. Matando qualquer um que entre em seu caminho, Tony eventualmente se torna o maior traficante da Flórida, controlando quase toda a cocaína que entra em Miami. Porém, a pressão da polícia, as guerras com cartéis colombianos e sua própria paranoia servem para alimentar as chamas de sua eventual queda.
Bom, ‘De Volta para o Futuro’ é um título que certamente soa familiar em alguma medida, visto que se tornou uma das produções mais emuladas e referenciadas de todos os tempos. Estrelado por Michael J. Fox e Christopher Lloyd, a trama é centrada em Marty McFly, um adolescente de uma pequena cidade californiana que é transportado para a década de 1950 quando a experiência do excêntrico cientista Doc Brown dá errado. Viajando no tempo em um carro modificado, Marty conhece versões jovens de seus pais e precisa fazer com que eles se apaixonem, ou então ele deixará de existir. Para complicar, Marty precisa voltar para casa a tempo de salvar o cientista.
As irmãs Satsuki e Mei se mudam para o campo para ficar mais perto do hospital onde sua mãe está internada. Lá conhecem os Totoros, adoráveis criaturas místicas e alegres, que só podem ser vistas pelas crianças. Com eles, as duas irmãs viverão mágicas aventuras no campo.
O EXTERMINADOR DO FUTURO 2: O JULGAMENTO FINAL (1991)
Direção: James Cameron
O clássico longa-metragem co-escrito e dirigido por James Cameron foi lançado em 1991 e trouxe todo o elenco protagonista de volta, incluindo Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton. Na trama, o jovem John Connor (Edward Furlong) torna-se a chave para a vitória da humanidade contra a rebelião de robôs do futuro – mas as coisas mudam drasticamente quando ele vira alvo de T-1000, um exterminador metamorfo que foi enviado para matá-lo.
Vencedor do Oscar de Melhor Filme, o poderoso drama dirigido por Steven Spielberg é um dos melhores de sua carreira. Na trama, o alemão Oskar Schindler viu na mão de obra judia uma solução barata e viável para lucrar com negócios durante a guerra. Com sua forte influência dentro do partido nazista, foi fácil conseguir as autorizações e abrir uma fábrica. O que poderia parecer uma atitude de um homem não muito bondoso, transformou-se em um dos maiores casos de amor à vida da História, pois este alemão abdicou de toda sua fortuna para salvar a vida de mais de mil judeus em plena luta contra o extermínio alemão.
A ÉPOCA DA INOCÊNCIA (1993)
Direção: Martin Scorsese
Estrelado por Michelle Pfeiffer, Daniel Day-Lewis e Winona Ryder, ‘A Época da Inocência’ é um filme imperdível para qualquer um apaixonado por dramas de época. A narrativa, arquitetada pelo icônico Martin Scorsese, foca em um triângulo amoroso entre membros da alta sociedade na Nova York de 1870. Um homem nobre se casa com uma moça bem educada e bonita, porém sem charme, e acaba se apaixonando por uma mulher independente com um passado escandaloso.
FORREST GUMP – O CONTADOR DE HISTÓRIAS (1994)
Direção: Robert Zemeckis
Mesmo com o raciocínio lento, Forrest Gump nunca se sentiu desfavorecido. Graças ao apoio da mãe, ele teve uma vida normal. Seja no campo de futebol como um astro do esporte, lutando no Vietnã ou como capitão de um barco de pesca de camarão, Forrest inspira a todos com seu otimismo. Mas a pessoa que Forrest mais ama pode ser a mais difícil de salvar: seu amor de infância, a doce e perturbada Jenny.
Prequel produzida pela Amazon Prime Vídeo irá abordar eventos anteriores à Guerra do Anel
A trilogia do O Senhor dos Anéis é uma das, senão a mais importante, das obras de fantasia da história. Escrita por J.R.R. Tolkien a jornada inicialmente da sociedade do anel, porém, eventualmente da dupla de hobbits Frodo e Sam, é uma épica história sobre amizade, heroísmo, compaixão e os perigos do poder. Com tamanha importância, não demorou até que a Terra Média ganhasse adaptações fora dos livros.
A mais conhecida, evidentemente, é a trilogia de filmes dirigidos por Peter Jackson no início dos anos 2000. O conjunto de produções se tornou inesquecível não só pela adoração popular, como também pelos avanços apresentados na área de efeitos especiais e pelo desempenho do terceiro capítulo (O Retorno do Rei) na cerimônia do Oscar de 2004 em que o filme levou 11 estatuetas para casa.
É inspirada por esse sucesso que a Amazon deu início à produção de uma série ambientada no universo de Tolkien, porém ela servirá como uma prequel para os eventos vistos na famosa trilogia. Isso porque toda a história envolvendo Frodo e a sociedade se passa ao final da chamada Terceira Era da Terra Média; já a futura produção vai ser ambientada na Segunda Era, ou seja, milhares de anos antes. Ainda assim, determinados personagens conhecidos podem dar as caras e outros são muito aguardados. Veja abaixo.
5) Gil-Galad
Esse é um caso de personagem que mesmo não aparecendo fisicamente na trilogia do anel, teve muita importância sobre os eventos que levaram àquele cenário. Gil-Galad foi, na Segunda Era, um dos elfos mais sábios e adorados que existiram. Governou o reino élfico de Lindon, onde foi responsável pela instrução de um ainda jovem Elrond.
Gil-Galad (sem elmo à direita) teve papel fundamental na primeira derrota de Sauron.
No entanto, sua maior importância entra em cena quando Sauron começa a maquinar o plano da forjadura dos anéis de poder, utilizando outro nome ele tenta enganar e corromper os elfos da região. Gil-Galad mesmo não sabendo que o visitante autointitulado Annatar era Sauron, não confiou no mesmo e mandou-o embora. Apesar de seus avisos, o Senhor do Escuro encontrou refúgio no reino élfico de Eregion (comandado por Galadriel e seu marido Celeborn) onde criou os anéis.
Quando Sauron iniciou sua escalada para tomar a Terra Média percebeu-se que suas forças eram vastas demais para serem enfrentadas sem uma união dos povos. Então, Gil-Galad e o Rei Elendil, de Gondor, formaram a assim chamada Última Aliança (uma coalizão dos exércitos dos homens e elfos) e marcharam até a Terra de Mordor; lá Sauron foi derrotado pelo filho de Elendil, Isildur, mas o Um Anel não foi destruído pelo mesmo, desencadeando os eventos que levaram até Frodo.
4) Isildur
O herdeiro do trono de Gondor foi mencionado anteriormente, mas mesmo assim seu peso para os acontecimentos da Terra Média são gigantes. Nascido já na parte final da Segunda Era ele é um personagem diretamente ligado à ilha de Númenor (um equivalente criado por Tolkien à lenda de Atlantis) que, antes de ser destruída pela fúria divina, era considerada o maior reino dos homens.
Mesmo tendo derrotado o Senhor do Escuro, a fraqueza de Isildur manteve o Um Anel vivo.
Ao longo da Trilogia do Anel a memória de Isildur é revivida com certa frequência, não só pela fraqueza demonstrada na hora de destruir Sauron para sempre como também com temor, por parte de Aragorn, sobre uma fraqueza natural presente em seu sangue que ele possa ter herdado de Isildur e como isso pode ser perigoso para os esforços de todos para derrotar o Senhor do Escuro.
Apesar das chances do personagem aparecer no seriado serem pequenas, já que ele só entra em cena de fato no final da Segunda Era, ainda assim seria interessante ver mais de um personagem tão essencial para todos os acontecimentos que viriam a se desenrolar.
3) Alatar e Pallando
Aqui o terreno da especulação se aprofunda um pouco mais, indo quase às raias da teoria da conspiração. Em certos momentos durante a Sociedade do Anel tanto Saruman quanto Gandalf mencionam a existência de outros magos que são membros de sua ordem; um deles, Radagast, O Castanho, teve certa participação na trilogia do Hobbit. Entretanto, existem pelo menos outros dois membros dessa ordem que nunca deram as caras.
Muito pouco se sabe sobre os magos azuis da ordem de Gandalf e Radagast (na imagem).
Pouco se sabe sobre o paradeiro dos magos azuis Alatar e Pallando; dentre as informações apresentadas por Tolkien a dupla, assim como os outros magos (cuja origem é uma raça angelical chamada Ainur), foram enviados à Terra-Média para conter o avanço do mal e dessa maneira cada um seguiu um caminho no mundo utilizando uma forma e nome mortal.
A dupla de magos azuis, portanto, teria seguido tanto para leste quanto oeste e fundado suas respectivas religiões no período que sucedeu à queda final de Sauron. Apesar de não terem uma participação ativa, conhecida pelo menos, nos acontecimentos da Segunda Era, seria interessantes ver uma possível aparição especial de um deles em certo ponto.
2) Melkor
Ok, muito provavelmente o primeiro Senhor do Escuro no universo de Tolkien não vai aparecer de outra forma que não seja em flashback mas mesmo assim vale a teoria. Melkor foi o equivalente a Lúcifer, segundo a visão do autor, sendo a maior das criações de Eru Ilúvatar e eventualmente se voltando contra seu criador assumiu o nome de Morgoth. Ele também teve participação na criação da Terra-Média e aproveitou essa situação para também criar muitas das forças antagônicas do mundo, como uma forma de se sobrepor a seu pai.
Em seu tempo, Melkor foi uma ameaça ainda maior que Sauron.
Durante a Primeira Era ele iniciou uma campanha de tomada da Terra Média, capturando alguns elfos e, ao tortura-los, criou os primeiros orcs. Tamanho era seu poder que ele, sozinho, inicialmente conseguiu conter as tentativas dos Valar (as primeiras criaturas criadas por Ilúvatar) de derruba-lo. Seu exército eventualmente se constituiu de dragões (da mesma raça que Smaug visto no Hobbit) e os Balrogs (a gigantesca criatura que Gandalf enfrenta).
Após sua derrota, Melkor ainda tentou uma última artimanha e implorou pelo perdão. Os Valar, no entanto, não hesitaram em literalmente expulsa-lo do universo para todo o sempre. Isso acarretou não só o fim da Primeira Era, como também a ascensão de seu fiel tenente Sauron.
1) Sauron
O Senhor de Mordor e grande antagonista da Trilogia do Anel, Sauron tem uma história que vai muito além de sua participação como o grande olho flamejante de Mordor. Originalmente ele foi um Ainur (mesma espécie de Gandalf) que, corrompido pelas ofertas de poder apresentadas por Melkor, virou as costas para Ilúvatar e suas criações, tornando-se o braço direito do Senhor do Escuro.
Apesar de ter tido grande protagonismo na parte inicial da Terceira Era, com a mencionada Guerra envolvendo suas forças e a aliança entre homens e elfos, sua presença já era sentida no início da Segunda Era, logo após o banimento de seu mestre. É bem provável que ele possa fazer uma aparição em algum momento da série, principalmente se a forjadura dos anéis for retratada em algum momento.
Grande líder do mercado dos streamings aqui no Brasil, a Netflix conta com um catálogo poderoso que envolve o universo de filmes e séries de todo o planeta. Para ajudar você leitor ou leitora que procura bons filmes nesse catálogo, seguem abaixo 5 ótimos filmes mas nada badalados do catálogo da Netflix:
As inconsequências da vingança. Em seu segundo longa-metragem como diretor, o cineasta espanhol Lluís Quílez consegue criar um eletrizante clima de tensão em um suspense impactante. Bastante interpretativo, o projeto apresenta uma noite fria, criminosos, policiais e um misterioso homem buscando vingança. Com cenas de tirar o fôlego, não deixando nossos olhos desgrudar da tela (principalmente no terço final), vamos acompanhando reflexivos contrapontos entre os abstratos sentidos da lei.
Há um grande valor para as ótimas subtramas. Deixando em segredo o passado dos ótimos personagens, vamos caminhando pela ótica do protagonista e de um dos líderes dos prisioneiros Ramis (o ótimo Luis Callejo). Os paradoxos da lei, os impulsos obsessivos em busca de justiça, a racionalidade vs a força das emoções, conseguimos enxergar reflexões nesses sentidos quando paramos para observar a maioria dos personagens, que mesmo sendo decifrado aos poucos de maneira superficial encontram-se com uma profundidade nada abstrata e bem próximo de carmas pessoais.
A difícil ponte entre os clichês e as inúmeras formas de emocionar o espectador. Simples, objetivo, dinâmico, aventureiro, curioso, amoroso, emocionante. Uma série de adjetivos saltam em nossas mentes logo na abre alas eletrizante, antes mesmo dos créditos, dessa pequena joia divertida espanhola, disponível no catálogo da maior dos streamings, Loucura de Amor. Contando a saga de um homem em busca das descobertas, às vezes hipócritas e desencontradas, para definir o amor acaba se vendo em uma jornada rumo às profundidades desse sentimento, aliado a isso noções quase que educativas sobre a arte de nunca pré julgar a ‘loucura’ alheia. Dirigido por Dani de la Orden com roteiro assinado por Natalia Durán e Eric Navarro.
No fundo dos meus olhos, pra dentro da memória te levei. O amor é um dos pilares desse despretensioso filme, lançado sem alarde. Pisando sem medo em diversos clichês, o longa-metragem consegue se enrolar (no bom sentido) em uma fórmula carismática de nos convencer no seu arco principal e nos encher com quebras de paradigmas sociais (dentro de discursos super simples), principalmente a questão sobre a ‘loucura’. Há tempo também para lindos arcos sobre amizade e carinho ao próximo. As emoções e sentimentos são tratados de forma leve e que nos da muita vontade de assistir cada vez mais o desenrolar dessa fábula sobre os incompreensíveis caminho para se chegar ao tão sonhado estado de amor.
Quando a Vida Acontece
As razões profundas de um bem-estar existencial em contraponto aos obstáculos que a vida nos traz. Indagando questões dentro de um relacionamento repleto de sentimentos perdidos e mal analisados após situações de decepções no passado, Quando a Vida Acontece, disponível no catálogo da Netflix, e indicado da Áustria ao Oscar 2021, é um drama interpretativo onde o espectador é testemunha ocular de tentativas de resoluções de problemas de um casal. O filme é dirigido pela cineasta austríaca Ulrike Kofler (em seu primeiro longa-metragem) e com roteiro baseado em um texto do escritor suíço Peter Stamm.
Na trama, conhecemos o casal Alice (Lavinia Wilson) e Niklas (Elyas M’Barek), que estão passando por uma fase muito complicada em seu relacionamento, com inúmeras tentativas fracassadas de ter um filho. As opções que existem, como adoção geram conflito por linhas de pensar diferentes. Perto dos 40 e poucos anos, e sem muitos respiros nas tentativas de renovar de alguma forma o casamento, resolvem sair de férias para um lugar quase isolado, uma espécie de clube com casas pequenas e confortáveis. Só não esperavam serem atingidos pela rotina do casal que aluga a casa vizinha a deles.
Quando a ingenuidade encontra as indomáveis lições do amar. Filme de estreia na direção e roteiro do cineasta mexicano Gerardo Gatica, Diga-me Quando apresenta pequenos exageros costurados com clichês mas nada que gere bocejos ou desinteresse, pelo contrário, o projeto se apresenta muito mais profundo do que aparenta, uma belíssima construção com diálogos criativos, emoções variadas, se tornando uma crônica latina sobre as descobertas do amar. Sem pretensão de ser perfeito, se arrisca com sucesso nas linhas tumultuadas da melancolia. Grata surpresa. Disponível na Netflix.
Você precisa aprender a ser, não só a ter. O longa-metragem bate bastante na tecla do importante que é ter experiências que nos moldem como seres humanos e como é a melhor forma de aprendermos a perder e ganhar. O protagonista, antes um desajustado no convívio social, se descontrói e renasce através do mesmo universo que vive mas com uma ótica diferente, vira um constante observador de um novo mundo que já existia mas ele não conseguia enxergar.
As desilusões fria e crua da realidade dentro da esfera feliz de uma pessoa de bem, cheia de energia. Dirigido por Brett Haley (Por Lugares Incríveis, O Herói, Coração Batendo Alto) e com roteiro por Haley, Marc Basch, baseado na obra Sorta Like a Rock Star do escritor Matthew Quick (O Lado bom Da Vida) que também contribui no roteiro do filme, Quase uma Rockstar é um dos melhores filmes do catálogo da Netflix que absurdamente foi mega mal divulgado. Espero que num futuro bem próximo todos possam assistir a esse belíssimo e emocionante trabalho que fala sobre sonhos, realidade dura e navega entre construções e desconstruções emocionais dolorosas de uma forte protagonista interpretada brilhantemente pela atriz havaiana Auli’i Cravalho.
As lições que Quase uma Rockstar nos apresenta são inúmeras. Nossa sociedade precisa assistir a filmes assim, que mostram duras realidades mas que enxergam, dependendo da porta que você abrir, saídas inimagináveis que dão novamente um novo sentido a tudo, da emoção à razão. Lindo filme.
Uma nova era, uma nova geração – e os estúdios Walt Disney continuam a investir em remakes em live-action de suas clássicas animações. Por um lado, trazer fábulas e contos de fada através de outra perspectiva para um público mais novo é uma ótima ideia, ainda mais considerando que os pequenos podem não se conectar com o estilo técnico-artístico dos filmes originais. Entretanto, uma das principais mudanças que vêm sendo trazidos à tona é a apresentação de uma desmistificação dos vilões do panteão Disney, transformando-os em personagens mais complexos do que o mero maniqueísmo “bem vs. mal” visto no cinema.
É claro que isso não se restringe apenas à Casa Mouse, mas alastra-se também para qualquer um que ouse mexer nos engessados preceitos dos séculos anteriores, em que histórias fantasiosas eram vistas como metáforas para proteger as crianças de males externos. Uma das mais recentes investidas que transmutam a relação mocinho-vilão é ‘Malévola’, estrelada por Angelina Jolie e que resolve trazer a icônica personagem para o centro dos holofotes.
Goste ou não, o longa-metragem já causa um grande impacto nas mais diferentes audiências por fornecer uma roupagem nada tradicional à feiticeira. Em ‘A Bela Adormecida’, Malévola era movida pela inveja e pela falta de carinho de outros, resolvendo colocar uma maldição na jovem Aurora que a colocaria em um profundo sono ao cair do 16º aniversário. Impedida por Phillip, ela chegou a virar um temível dragão para sair vitoriosa, mas viu-se em ruínas pela força do “amor verdadeiro”. Já em 2014, Robert Stromberg, aliando-se ao roteiro de Linda Woolverton, resolveu explicar as origens de tanto ódio, pondo-a como uma fada da floresta enganada por humanos. Jurando vingança contra aqueles que destruíram seus sonhos e criavam artimanhas para dizimar os seres mágicos de seu lar, ela percorreu os mesmos passos até encontrar Aurora.
A diferença se expande para a relação com a menina. Conforme nos lembramos da animação de 1959, Malévola e Aurora não possuem qualquer relação senão antagônica; na releitura, Aurora enxerga a perigosa criatura como sua fada-madrinha, que percebe gradativamente que a garota não tem culpa pelos pecados da família. Ao tentar reverter a maldição, percebe que cometeu um trágico erro – eventualmente utilizando do amor que desenvolveu pela menina para salvá-la do sono eterno.
Anos mais tarde, a Disney voltaria com mais um ambicioso projeto, ‘Cruella’, trazendo Emma Stone para viver a personagem. Diferente de Malévola, cujas intenções eram bastante simples, levando em conta a narrativa em que primeiro apareceu, a magnata da moda Cruella de Vil não partia dos mesmos princípios da Casa Mouse: introduzida em ‘101 Dálmatas’ (uma das incursões mais originais do gênero animado), a antagonista mostrou-se má por natureza, decidida desde o começo a utilizar a pele de dálmatas para fazer estilosos casacos de pele e mergulhar em fama no cenário da haute couture.
No live-action, as coisas mudam drasticamente de posição e Cruella é agraciada com um tocante passado que envolve o assassinato da mãe, uma vida como golpista nas ruas de Londres e um trabalho estressante como pupila da Baronesa (interpretada por Emma Thompson). Como se não bastasse, o ardil psicótico característico da personagem se desenvolve em ápices de loucura que nos levam a pensar uma coisa quando, na verdade, dizem outra: no filme de 2021, Cruella não usa a pele dos cachorros como parte das vestimentas; na verdade, ela faz uma bela declaração artística que puxa elementos do punk-rock dos anos 1970 em um conflito geracional entre o ultrapassado (Baronesa) e o moderno (ela própria), apostando fichas no choque em vez da maldade.
E por que essa necessidade de mudar a personalidade de personagens tão icônicos?
Com o passar dos anos, histórias (escritas e audiovisuais) se viram num beco sem saída, em que imaginar um enredo original era uma tarefa bastante complicada. Mais do que isso, as mensagens clássicas apresentadas ao público – nesse caso, diretamente para uma audiência infantil – mostravam-se recicladas e talvez não tão compreendidas quanto deveriam. É claro que o embate entre o bem e o mal, como mencionado no começo desta matéria, sempre serviu de combustível para diversas tramas – mas até que ponto isso se mantém verdadeiro? Afinal, a dualidade configurada em opostos extremo não corresponde à realidade e nem à multiplicidade dos indivíduos. Encarar o mundo como um explosivo campo de batalha entre vilões e mocinhos é não compreender que existem “áreas cinzentas”.
Cruella e Malévola, nesse âmbito, são humanizadas para um bem maior e para levar os espectadores a entender que ninguém nasce mal, e sim torna-se. E mesmo dentro de um espectro como esse, é notável a forma como os realizadores são cautelosos em criar empatia e delinear relações de causa e consequência que podem inclusive aparecer em outras histórias de origem – ainda mais considerando que ‘A Pequena Sereia’ e ‘Peter Pan & Wendy’ são alguns dos próximos projetos em live-action da Disney. Quem sabe Úrsula e Capitão Gancho (e Gastão e Jafar e Lady Tremaine) não encontrem uma conclusão mais honesta?
Conspiração e paranoia. Dois artifícios excelentes para prender a atenção de um espectador e garantir o engajamento dele até o fim, afinal, o ser humano é curioso por natureza e quase sempre insiste por todas as vias até saber a resolução da história. Confiando nessa premissa, estreia nesse fim de semana na Netflix o thriller de ação ‘Beckett’, que provavelmente irá dar um nó na sua cabeça.
Beckett (John David Washington, de ‘Infiltrado na Klan’) está de férias com a namorada, April (Alicia Vikander, de ‘Tomb Raider: A Origem’) em Atenas, na Grécia. Eles ficam sabendo que um protesto vai acontecer na praça em frente ao hotel em que estão hospedados, por isso decidem pegar o carro e viajar para uma cidade do interior. Infelizmente no caminho os dois sofrem um acidente de carro e Beckett acaba vendo que um menino ruivo está morando na casa em que seu carro bate. Depois de ser resgatado, Beckett só deseja poder voltar para os Estados Unidos, porém, sem nenhuma razão aparente, pessoas aleatórias começam a caçá-lo pelas ruas, e agora ele precisa lutar para chegar à embaixada dos Estados Unidos em Atenas e tentar sobreviver.
Dirigido por Ferdinando Cito Filomarino, ‘Beckett’ tem dois momentos bem marcados, que dividem o longa em pegadas diferentes. O primeiro vai desde a felicidade do casal protagonista nas férias, seguida da perseguição a vai até a conquista de um grande objetivo de Beckett, que ocorre na metade do longa. A partir daí a gente até se pergunta para onde vai a história, afinal, ela já teria se concluído aqui, mas então eis que o roteiro dá uma guinada e começa a espiralar, fazendo com que todos os personagens emerjam de uma teoria da conspiração inacreditável, envolvendo absolutamente todas as pessoas que o pobre coitado do protagonista conhece naquele país que não é o dele. Incrível, não? A imprecisão da proposta pode fazer com que alguns espectadores se percam na segunda metade da produção.
Mas não se enganem, afinal, não é à toa que o longa se chama ‘Beckett’ – nome do escritor e teatrólogo, autor de ‘Esperando Godot’, peça que conta a história de dois homens que ficam eternamente esperando a chegada de Godot, que nunca vem. No ‘Beckett’ da Netflix de certa forma o espectador é levado a esse mesmo turbilhão de acontecimentos, sem entender por que as coisas estão acontecendo (tal como na peça). Assim, o roteiro assinado por Kevin A. Rice nos engata em um thriller de ação que requer atenção, pois constantemente a coisa toda revira de ponta cabeça e o protagonista precisa seguir adiante lutando por sua vida, bem estilo ‘Duro de Matar’ ou ‘O Turista’.
Através do fundo político da crise econômica em que se encontra a Grécia, ‘Beckett’ se constrói como um filme de ação conduzido pelo suspense, com uma pitadinha de crítica social e reviravoltas constantes embaladas pela teoria da conspiração. É desses filmes que prende sua atenção desde o início com uma típica história do sujeito que estava no lugar errado, na hora errado, mas bem feitinha, embora não tão convincente.
As novas projeções das bilheterias divulgadas pelo Deadline indicam que ‘Free Guy‘ deve arrecadar ótimos US$ 26 milhões em seu primeiro fim de semana. O valor é mais alto da expectativa do estúdio, que girava em torno de US$ 26 milhões.
É uma grande conquista, considerando se tratar de um filme original não baseado em quadrinhos ou franquia famosa.
O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Ryan Reynolds, que falou sobre a polêmica dos estúdios lançando seus grandes filmes simultaneamente no streaming:
“Eu não entendo a logística por trás desses moldes de lançamentos, mas entendo que o importante é que essas histórias sejam contadas e vistas. Um filme como Free Guy foi feito para ser visto nos cinemas. Eu já participei de quatro sessões com o público e foi incrível. Há momentos em que o público ficou muito animado.”, afirmou.
A comédia recebeu 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. São 46 críticas positivas e 8 negativas.
O filme foi extremamente elogiado e recebeu nota média 7,1/10.
“Combinando um conceito inteligente, humor doce e autoconsciente e um elenco encantador, Free Guy é uma diversão frívola.”, afirma o consenso.
Os especialistas comentaram que o longa é uma das grandes surpresas do ano, elogiando a direção de Shawn Levy, as atuações e a história.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.
Escrito porMatt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido porShawn Levy(‘Uma Noite no Museu’).
Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.
Abrindo com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme recebeu nota média 5.6/10.
No consenso geral, “Beckett traz uma energia propulsora para sua história de homem em fuga, mas este thriller mal escrito não consegue envolver consistentemente.”
Confira as avaliações:
“Beckett é rico em história e inovação. Cada vez que está prestes a se estabelecer e seguir um caminho, ele muda completamente. É surpreendente e enervante em todos os sentidos”. – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle
“Se você pretende manter o seu público-alvo adivinhando, você precisa fornecer respostas que sejam importantes para eles. Beckett não faz isso”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic
“É graças a uma espécie de cabo-de-guerra entre o background e o primeiro plano que Beckett tem sucesso como peça de entretenimento”. – Ed Gonzalez, Slant Magazine
“Tenso é talvez uma palavra muito forte: É mais forçado. O filme tem ótimas credenciais – música de Ryuichi Sakamoto, por exemplo – mas pouca sutileza”. – Paul Byrnes, Sydney Morning Herald
“Essa caçada no formato ‘no lugar errado e na hora errada’ pela Grécia nunca realmente brilha”. – David Rooney, Hollywood Reporter
“Só porque quase tudo em Beckett já foi visto antes, não significa que o filme não funcione”. – Josh Bell, CBR
Na trama, Washingtoninterpreta Beckett, um turista americano que explora a Grécia com sua namorada, April (Vikander), quando ele se depara com um sequestro. Sua descoberta inadvertida o torna alvo de uma caçada em todo o país, enquanto ele luta para se livrar de assassinos e viajar da selva rural para a embaixada dos Estados Unidos em Atenas.
Ele ainda revelou que já viveu muitos super-heróis, e agora gostaria de interpretar um vídeo.
Assista:
A comédia recebeu 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. São 46 críticas positivas e 8 negativas.
O filme foi extremamente elogiado e recebeu nota média 7,1/10.
“Combinando um conceito inteligente, humor doce e autoconsciente e um elenco encantador, Free Guy é uma diversão frívola.”, afirma o consenso.
Os especialistas comentaram que o longa é uma das grandes surpresas do ano, elogiando a direção de Shawn Levy, as atuações e a história.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.
Escrito porMatt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido porShawn Levy(‘Uma Noite no Museu’).
Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.
A comédia de ação ‘O Último Mercenário‘ (The Last Mercenary), estrelada pelo astro Jean-Claude Van Damme, estreou na Netflix e está agradando em cheio os usuários.
Nas redes sociais, os assinantes revelaram que estão se divertindo e rindo muito com o filme que mistura ação e comédia na medida certa.
Confira:
O último mercenário, filme com Van Damme, disponível na Netflix, é uma divertida homenagem aos filmes de ação.
Já vi O Último Mercenário, na Netflix. O roteiro e a direção são como se fossem um filme de ação dos anos 90, só que com muita zuera. É basicamente o Van Damme fazendo uma paródia de si mesmo. Adorei! pic.twitter.com/OdoV6Y3oTc
Na trama, um agente secreto misterioso que foi afastado do país por seu próprio governo precisa voltar à França quando seu filho é incriminado por uma organização terrorista.
O astro de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, Simu Liu, não gostou da declaração dada pelo CEO da Disney, Bob Chapek, sobre o filme.
Durante uma teleconferência sobre os lucros da Walt Disney Company, Chapek disse que considera o clima atual para lançar filmes nos cinemas um desafio e que ‘Shang-Chi‘ seria “uma experiência interessante para analisar o mercado”.
O astro do filme não encarou bem a declaração, e rebateu nas redes sociais:
“Não somos um experimento. Nós somos o azarão; o subestimado. Nós somos os que saem da caixa. Somos a celebração da cultura e da alegria que perseverará após um ano de combates. Nós somos a surpresa. Estou empenhado em fazer história em 3 de setembro; JUNTE-SE A NÓS.”
Confira:
We are not an experiment.
We are the underdog; the underestimated. We are the ceiling-breakers. We are the celebration of culture and joy that will persevere after an embattled year.
Ao contrário de ‘Viúva Negra’, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ terá um lançamento exclusivo nos cinemas em vez de ser lançado simultaneamente na Disney+.
No entanto, de acordo com o Box Office Pro, o longa estrelado por Simu Liu deve arrecadar menos que ‘Viúva Negra’ durante a abertura nos EUA.
Analistas do portal acreditam que ‘Shang-Chi‘ pode faturar entre US$ 35 e US$ 55 milhões nos três primeiros dias em exibição no mercado interno.
Este é um número relativamente baixo, considerando que ‘Viúva Negra‘ fez incríveis US$ 80 milhões nos cinemas norte-americanos, mesmo com a estreia na Disney+.
De qualquer forma, caso ‘Shang-Chi‘ atinja a previsão, será a terceira maior abertura no país em meio à pandemia, ficando atrás de ‘Viúva Negra’ e ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 70 milhões).
Por enquanto, ainda não há atualizações sobre as projeções de quanto o novo filme do MCU pode acumular ao redor do mundo em seu fim de semana de estreia.
Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.
Desde que o astro Hugh Jackman aposentou as garras de Wolverine, muito tem se especulado a respeito de qual ator poderia assumir e grandiosa missão de honrar o personagem, que fora imortalizado pelo indicado ao Oscar.
E um dos nomes mais sugeridos foi o de Taron Egerton, que postou uma nova foto em seu Instagram mostrando seu físico bem musculoso – e aumentando as especulações de que pode ficar com o papel.
Durante uma entrevista à GQ britânica, ele afirmou o quão honrado se sentia por ter sido considerado para viver o mutante, mas desbancou todo e qualquer rumor relacionado a essa possibilidade:
“O fato de que qualquer pessoa acharia que eu seria bom para o papel me deixa honrado. Eu amo a Marvel, mas isso não passa de coisa de fã. Não existe fundamento para esses rumores”.
Após 17 anos vivendo o Wolverine, Hugh Jackman decidiu aposentar as garras de adamantium.
A última atuação do astro como Wolverine foi há três anos, em ‘Logan‘, adaptação dirigida porJames Mangolde indicada ao Oscar.
‘Logan‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 619 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.