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‘Katy Keene’: Ator de ‘Penny Dreadful’ entra para spin-off de ‘Riverdale’

Jonny Beauchamp (‘Penny Dreadful’) e Julia Cham (‘Saving Hope’) entraram para a série derivada de ‘Riverdale’‘Katy Keene’.

Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.

Beauchamp será Jorge Lopez, que durante o dia trabalha no negócio da família e, à noite, se transforma em seu alter-ego drag conhecida como Ginger, performance no clube local. Jorge sempre aspirou a ser um ator da Broadway, mas agora quer elevar o nível de sua drag queen.

Chan será Pepper Smith, uma “it girl” de Nova York que está no epicentro de todas as novas tendências. Ela é engraçada, magnética e apaixonada por festas, e sonha em ter sua própria versão da fábrica de Andy Warhol.

O elenco  da série original inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Malévola: Dona do Mal’ ganha mais um teaser oficial com cenas inéditas; Assista!

‘Malévola: Dona do Mal’ ganhou mais um teaser oficial com cenas inéditas!

Confira:

Leia as primeiras críticas à sequência:

“Malévola 2 é um conto de fadas feroz, que abraça a alegria de ser unicamente individual, pelos talentos de Angelina Jolie, Elle Fanning e Michelle Pfeiffer. Essas mulheres duronas estão com tudo, provando que o amor vem em diversas formas, tamanhos e espécies”.

 

“Malévola: Dona do Mal é uma sequência visualmente espetacular, que prova mais uma vez que a Angelina Jolie nasceu para interpretar o papel homônimo. Um conto de fadas moderno, onde mulheres duronas tomam o centro do palco. As sequências de batalha são épicas e os figurinos são fascinantes”.

 

“Malévola: Dona do Mal é tipo Piratas do Caribe: Tem muita enrolação e invenção, mas tem estrelas poderosas. Angelina Jolie, Michelle Pfeiffer e Elle Fanning são uma santíssima trindade com turbulentos arcos. Um figurino intrinsecamente detalhado e designer capilar que hipnotiza e surpreende”.

 

“Malévola: Dona do Mal eleva os aspectos mais interessantes da nova mitologia do primeiro filme, em uma fantasia de aventura visualmente hipnotizante, que poderia abrir o universo dos contos de fadas de maneiras fantásticas. Cada quadro de Jolie e Pfeiffer tretando entrega tudo. Instantaneamente icônico”.

 

“Não estava esperando que Malévola 2 iria com loucura total na fantasia de ação, com cenas de ação cheias de pancadaria, que se assemelha a um cruzamento entre Avatar e Os Gárgulas. Quando está no ritmo, ele detona. É facilmente o melhor conto de fadas live-action da Disney desde de Meu Amigo o Dragão”.

 

“Bem, bem.. quem diria que Malévola: Dona do Mal seria uma viagem tão maluca? Eu, inicialmente, tinha minhas dúvidas, mas agora eu argumentaria que está na lista das melhores sequências em live-action da Disney”.

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2511932655504769?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

A sequência traz o retorno de Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Angelina Jolie e Elle Fanning reprisam seus papéis. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.

‘Adoráveis Mulheres’: Fãs descobrem garrafa d’água MODERNA em cena – e as reações são HILÁRIAS!

Na semana passadas, vários fãs descobriram uma cena um tanto irregular no aclamado drama de época ‘Adoráveis Mulheres’, dirigido por Greta Gerwig: em uma das sequências, é possível ver duas garrafas de águas escondidas no fundo – do mesmo jeito que ‘Game of Thrones’ fez com o copo de Starbucks no set.

Confira:

E é claro que não demoraria muito até que os usuários pirassem nas redes sociais com o “achado”.

Confira algumas das reações:

“Minha terapeuta: a garrafa de água no fundo de ‘Adoráveis Mulheres’ não é real, não pode te machucar.

A garrafa:”.

“Laurie, interpretado por Timothée Chalamet, estava à frente de seu tempo em ‘Adoráveis Mulheres’. Durante os anos 1860, ele já tinha uma garrafa de água”.

“Os fãs de ‘Adoráveis Mulheres’ surtando por uma garrafa de água não conhecem o medo existencial de assistir a ‘Tartarugas Ninja’ quando criança e ver uma boca humana dentro da boca de uma tartaruga gigante que fala”.

“A garrafa de água em ‘Adoráveis Mulheres’ tem a mesma energia que o copo de Starbucks em ‘Game of Thrones’“.

‘Adoráveis Mulheres’ estreou em dezembro [do ano passado] e ninguém notou a garrafa de água até agora?”.

A produção, que foi aclamada pelos críticos e indicada a diversos prêmios, arrecadou mais de US$ 206 milhões mundialmente.

Dirigido por Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Louisa May Alcott.

A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.

O elenco conta com Meryl Streep, Emma Watson, Saoirse Ronan, Timothée Chalamet, Laura Dern, Bob Odenkirk, Chris Cooper, Florence Pugh e Eliza Scanlen.

Artigo | As raízes históricas de ‘Lovecraft Country’, a nova sensação da HBO

‘Lovecraft Country’ estreou ontem (16) na HBO e, sem sombra de dúvidas, foi um dos maiores lançamentos do ano ao capturar a essência não apenas de seu romance original, mas também do icônico escritor que o inspirou: H.P. Lovecraft. Criando uma atmosfera competente e envolvente do começo ao fim, a série mal chegou ao canal pago e já se tornou uma das favoritas dos fãs de gênero – ainda mais pela investida equilibrada entre a nostalgia e a contemporaneidade, recheando seu escopo sobrenatural com pungentes críticas sociais.

Entretanto, diferente de outras produções que mascaram suas verdadeiras análises sociológicas com metáforas e alegorias bem produzidas, a produção televisiva e o livro, no caso, valem-se de um escopo bastante verdadeiro que instaurou-se em meados do século passado nos Estados Unidos: a Era Jim Crow.

Para aqueles que não estão familiarizados com essa época da história, pense como uma construção análoga ao período da escravidão – travestida com um assertivo discurso que era aceito pelos supremacistas brancos norte-americanos e por grande parte do mundo que insistia em reproduzir discursos segregacionistas e neoimperialistas. Esse período foi marcado por leis racistas instauradas entre o final do século XIX e o início do século XX pelas legislaturas estaduais dominadas pelos Democratas e trazendo reminiscências dos Estados Confederados da América (uma união política do sul estadunidense que promovia a oligarquia agrária e a escravidão, como resposta às incursões abolicionistas de Abraham Lincoln e sua consequente vitória presidencial).

O princípio legal dessas práticas supracitadas pode ser resumido na premissa “separados, mas iguais”. A explicação era simples e condenatória: instalações e transportes públicos eram divididas entre as destinadas para os brancos e as destinadas para os negros – às vezes, nem mesmo existindo para as pessoas de cor. A ideia era ter um maior controle daqueles que não seguiam o padrão eurocêntrico imposto pelas doutrinas de expansão e invasão séculos atrás, institucionalizando desvantagens econômicas, sociais, educacionais e políticas principalmente para os afrodescendentes – que não tinham o direito de dividir o mesmo banheiro ou as mesmas salas de aula com as pessoas brancas.

Essas leis foram declaradas inconstitucionais apenas em 1954, pela Suprema Corte e pelo juiz Earl Warren. Porém, a promulgação de uma nova lei “igualitária” não foi adotada por vários estados durante muito tempo – como é mostrado na série. Logo no primeiro capítulo, o protagonista Atticus (Jonathan Majors) expressa sua satisfação de deixar para trás uma sociedade ainda compenetrada na validação das emendas de Jim Crow e retornar para sua casa, uma espécie de “antro paradisíaco” e seguro para os negros. Conforme o episódio se desenrola, percebe que o racismo e a condenação da comunidade afrodescendente permaneceu viva, colocando os nossos heróis como alvos de atitudes rechaçáveis e ameaças concretas de morte apenas pela cor de sua pele.

A verdade é que as leis supracitadas “saíram de circulação” com a instauração da Lei dos Direitos Civis em 1964 e a Lei dos Direitos de Voto, em 1965 – não que isso tenha implicado uma mudança considerável para o tratamento dos negros pelos brancos. Na verdade, as raízes históricas que solidificam a estrutura de ‘Lovecraft Country’ apresentam um cenário que continua, na segunda década do século XXI, discriminatório por razões supremacistas – como o genocídio da população negra em território nacional, mais especificamente, pelo assassinato de George Floyd, Breonna Taylor e Ahmaud Arbery nos Estados Unidos em 2020. A sutil comparação entre a produção e a realidade contemporânea tem a intenção de nos fazer refletir sobre questões como abismo sociocultural e privilégios raciais – transportando-nos para uma época marcada por mazelas e marginalizações.

Mas o respaldo realista não se limita apenas às inflexões sociais, alastrando-se para as artísticas com força descomunal. Misha Green, responsável pela adaptação televisiva, prova seu conhecimento acerca dos conceitos de contracultura e de apropriação cultural inúmeras vezes, inclusive quando traz clássicos nomes do cenário musical para pincelar a backstory e a personalidade dos personagens: temos, por exemplo, a adoração de Letitia (Jurnee Smollett) pelo lendário guitarrista B.B. King, um dos principais nomes do R&B e do rock’n’roll; temos a presença ilustre de Big Maybelle na homenagem de “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On”, um dos clássicos do blues cinquentista. E, em um aspecto mais categórico, o poderoso recorte do discurso do escritor, ensaísta e ativista James Baldwin (“o sonho [americano] existe às curtas do negro americano”).

‘Lovecraft Country’ usa as incursões sobrenaturais como impulso para as revelações e as explorações da monstruosidade das práticas racistas e, sem cair nas ruínas do panfletarismo político (algo que deveria fazer, de qualquer forma), nos apresenta a práticas que não julgávamos possíveis de existir. Há, por exemplo, uma sequência em que o trio principal se vê no centro de uma sundown town (cidade do pôr do sol), condados ou cidades que praticavam deliberadamente a segregação racial até mesmo depois do fim da Era Jim Crow, exigindo a saída da população negra quando o sol se posse no horizonte – caso contrário, eles cometeriam atrocidades inimagináveis (incluindo tortura e assassinato) para manter seu território branco por completo. Em outra sequência, temos a estereotipada e submissa imagem da mulher negra estampando um painel da marca Aunt Jemima – que a coloca na situação de serviçal e de responsável pelas refeições dos brancos.

Emblemática é a cena em que uma fila de negros espera sob o sol escaldante do meio-oeste estadunidense um “ônibus de cor”, abaixo de uma propaganda do supracitado sonho americano – e essa é apenas a cereja do bolo de uma releitura necessária dos problemáticos textos de Lovecraft, denunciando o que precisa ser denunciado e fazendo algo que, hoje, é mais necessário que nunca.

‘O Preço da Perfeição’: Elenco revela segredos de bastidores em novo vídeo; Confira!

A mais recente série de drama e suspense da Netflix no estilo de ‘Cisne Negro‘, intitulada ‘O Preço da Perfeição‘, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o elenco principal fala sobre suas cenas favoritas e revelam alguns segredos interessantes.

Confira:

Na trama, uma bailarina é convidada para substituir uma aluna modelo em uma renomada escola de balé em Chicago e acaba entrando em um mundo de traições, competições doentias e muita mentira.

A série já está disponível na plataforma de streaming.

A produção é baseada no livro ‘Tiny Pretty Things‘ de Sona Charaipotra e Dhonielle Clayton.

O elenco é composto por Lauren Holly, Kylie Jefferson e Casimere Jollette.

‘The Ice Road’: Liam Neeson parte em uma missão de resgate no trailer instigante da ação; Confira!

VVS Films divulgou recentemente o trailer oficial de ‘The Ice Road’, ação estrelada por ninguém menos que Liam Neeson.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Jonathan Hensleigh.

Depois do colapso de uma remota mina de diamantes no norte do Canadá, um motorista de estradas de gelo (Neeson) deve liderar uma missão de resgate impossível através de um oceano congelado para salvar os trabalhadores presos. Lidando com águas traiçoeiras e uma tempestade massiva, eles descobrem o que ninguém estava vendo: a verdadeira ameaça.

Laurence FishburneBenjamin WalkerAmber MidthunderHolt McCallany e Marcus Thomas completam o elenco.

‘The Ice Road’ estreia na Netflix em 25 de junho.

‘Round 6’ se torna a série mais assistida da HISTÓRIA da Netflix!

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que traz uma mistura entre ‘Jogos Vorazes‘ e ‘Batalha Real‘, já estreou na Netflix e se tornou um sucesso mundial.

Hoje (12), a gigante do streaming confirmou que a produção quebrou um recorde gigantesco e se tornou o título mais assistido de sua história – alcançando a impressionante marca de 111 milhões de lares.

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões wons. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Artigo | A poética do bizarro em ‘Edward Mãos de Tesoura’, um dos melhores filmes de Tim Burton

Se existe alguém com grande afeição e afinidade com o macabro e o distorcido, esse alguém definitivamente é Tim Burton. O diretor é responsável por trazer à vida alguns dos personagens mais icônicos do cinema contemporâneo – e, dentro de sua filmografia, podemos dizer sem sombra de dúvida que os personagens em foco fogem do padrão considerado normal dentro de uma sociedade blasé e que preza pela padronização. E apesar de suas obras mais recentes serem memoráveis, como A Noiva Cadáver’ e Frankenweenie’, foi Edward Mãos de Tesoura’ que o colocou na visão da indústria do entretenimento até mesmo mais que seus projetos anteriores.

Mais uma vez, Burton retoma seu trabalho com o compositor Danny Elfman como forma de criar uma atmosfera inebriante, encantadora e misteriosa, através da harmonização de diversos instrumentos como o piano e o violoncelo aliados aos efeitos sonoros mecanizados e enferrujados que volta e meia aparecem em diversas sequências, incluindo durante os créditos iniciais. Ainda que tome um tempo mais que o necessário, essa introdução já consegue fornecer uma identidade para a narrativa que se seguirá, principalmente por ser pautada nas mesmas configurações do cinema clássicos dos anos 1910 e 1920, com lentas transições em fusão que conferem uma estética mais vintage e saborosa para os espectadores.

A trilha sonora acompanha a história inteira, e começa de forma mais branda com o aparecimento de nossa narradora-personagem, uma versão mais velha da protagonista Kim (Winona Ryder), a qual conta uma mágica história romântica e quase impossível de acontecer para sua pequena neta durante uma noite perscrutada por fortes nevascas. Ela então retorna para sua adolescência em uma pequena e pacata comunidade interiorana que também era conhecida por ser lar de uma criatura não exatamente humana, mas que carregava traços de uma invenção inesperada. Esse ser sobrenatural e aparentemente inofensivo é o personagem-título, que mora sozinho num imenso casarão até ser resgatado pela mãe de Kim, Peg (Dianne Wiest), uma revendedora de cosméticos completamente desprovida de preconceitos e que age de forma empática perante o estranho e assustado jovem.

Johnny Depp marca sua primeira parceria com Burton ao encarnar Edward, um personagem que carrega feições humanas exceto pelas mãos, as quais na verdade foram substituídas por um maquinário que simula as mesmas funções, porém com afiadas tesouras que o transformam, dentro de uma perspectiva conservadora e moldada por um “padrão estético”, em um forasteiro que é introduzido dentro daquele grupo de pessoas. Entretanto, diferente de outras narrativas do gênero, seu retorno para a vida em conjunto é marcada por uma fascinação exacerbada em detrimento de repulsa e medo. Cada um dos vizinhos se encanta com sua caracterização especial e como ele também parece não se importar muito com isso, visto que permaneceu quase toda a vida sob os cuidados de seu criador e não teve contato com ninguém de fora.

Em última instância, o filme funciona como forma de poetizar aquilo que é considerado “fora do normal”. A beleza do personagem principal está justamente em sua excentricidade, em sua construção nem um pouco dentro das saídas convencionais e como sua personalidade altruísta e ingênua é capaz de cativar todos à sua volta – não é surpresa que a jovem Kim acabe se apaixonando por sua transcendência, visto que não é como nenhum dos outros garotos que passaram por sua vida. Uma aventura romântica que segue uma linha tragicômica é a frase que mais define essa linda obra de Burton, mas não se pode deixar de dizer que ela falha quando não se aprofunda em algumas outras questões, principalmente a não aceitação que, eventualmente, permanece em um escopo mais superficial.

Entretanto, as forças antagônicas existem sim. Anthony Michael Hall encarna o egocêntrico e valentão Jim, ex-namorado de Kim que enxerga Edward como uma aberração, porém utiliza sua condição para benefício próprio, principalmente durante uma das sequência que envolve uma má planejada tentativa de assalto. Tais acontecimentos também servem como base para uma superficial análise sobre as questões do bem e do mal e sobre como o fato do protagonista ter vivido longe de outras pessoas por tanto tempo impedem que ele tenha um julgamento racional sobre o que é certo e errado. Mais uma vez, essas perspectivas intimistas não encontram muito espaço dentro do escopo arquitetado por Burton, visto que o cineasta prefere uma história redonda e fechada a investidas mais ousadas em temas significativamente pesados – e isso de forma alguma retira a complexidade do produto final.

O diretor também faz bom uso de suas habilidades artísticas aqui, até mais que em sua bizarra obra Os Fantasmas se Divertem’. Ao invés de optar por saídas premeditáveis, ele busca inspiração no expressionismo alemão, marcado pelos cenários tortuosos e imensos, e até mesmo inclina-se um pouco mais para a arquitetura gótica quando pensamos no lar de Edward: a mansão segue um padrão românico-medieval, com torres pontiagudas, janelas ogivais e pouca entrada de luz, além de paredes suntuosas que mais se assemelham a corredores de calabouços. Tudo isso, aliado a uma fotografia escura e que preza pelo jogo com a fluidez das sombras, contrasta com a saturação do vilarejo, marcado pela existência profusa de várias cores e por uma iluminação mais difusa. Tais características dissonantes encontram um jeito de se unir à medida em que o personagem é adotado pela comunidade, dando seu toque a uma linearidade extenuante com designs de cerca-viva e lindos cortes de cabelo.

Com a chegada do terceiro ato, a jovem criatura percebe que não pertence e nunca pertencerá ao mundo ao qual foi arrastado sem precedentes. Nem mesmo sua nova família se parece com ele, o que reafirma sua condição como forasteiro e o faz voltar para sua casa, sendo perseguido tanto pelos policiais quanto por aqueles que desejam o seu mal – como Jim. Logo, ele e Kim consegue forjar sua morte para que tudo volte ao normal, ao menos externamente, e um final feliz consiga o seu lugar em meio a um constante confronto de ideologias. E devo dizer que esses momentos são os mais bem estruturados quando pensamos em técnicas, e talvez Burton pudesse ter apenas seguido em uma linha mais equilibrada entre o drama e a comédia, visto que não possui um tato tão apurado para dirigir cenas de ação.

‘Edward Mãos de Tesoura’ é uma ode ao estranho. De forma bem simbólica e metafórica, este tornou-se um dos trabalhos mais memoráveis do excêntrico cineasta, principalmente por trazer com tanto carinho e sutileza uma visão mais humanizada das “aberrações da natureza” em uma aventura satisfatória e interessante.

‘Riverdale’: Cidade enfrenta ameaça mortal no trailer do ÚLTIMO episódio da 6ª temporada; Confira!

A The CW divulgou a promo oficial de “Night of the Comet”, 22º e último episódio da 6ª temporada de ‘Riverdale’.

Na trama, “Archie e a turma unem forças para salvar Riverdale da maior ameaça que a cidade já enfrentou”.

O capítulo vai ao ar no dia 31 de julho.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Star Wars: The Bad Batch’: 2ª temporada da animação estreia no Disney+!

A 2ª temporada da animação ‘Star Wars: The Bad Batch‘ finalmente chegou ao catálogo do Disney+.

Os novos episódios estrearam hoje, 04 de janeiro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer, dublado e legendado:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

‘Star Wars: The Bad Batch’ gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

Jharrel Jerome vive um GIGANTE no trailer da comédia ‘I’m a Virgo’; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial de ‘I’m a Virgo’, comédia non-sense estrelada pelo vencedor do Emmy Jharrel Jerome (‘Olhos que Condenam’).

A temporada completa será lançada na plataforma de streaming no dia 23 de junho.

Confira:

A série foi criada por Boots Riley (‘Sorry To Bother You’).

Cootie é um rapaz de 19 anos de quatro metros de altura, criado por sua tia Lafrancine e seu tio Martisse em Oakland, Califórnia. Ele é protegido do mundo exterior até ser acidentalmente descoberto por um grupo de ativistas políticos adolescentes.

Mike EppsCarmen EjogoWalton GogginsBrett GrayKara YoungAllius BarnesOlivia Washington completam o elenco.

Grammy Awards 2024 | Quem será indicado à próxima edição da premiação?

Os Grammy Awards se configuram, até hoje, como a maior premiação da música – e, apesar das várias controvérsias ao longo dos anos, o gramofone dourado ainda é cobiçado por qualquer artista que se lance no cenário fonográfico.

No dia de hoje, 10 de novembro, serão revelados os indicados à 66ª edição do evento – e inúmeros artistas mainstream e que começaram a dominar o mundo nos últimos meses têm grandes chances de aparecer na lista de indicados, incluindo a titânica Taylor Swift com seu aclamado álbum ‘Midnights’, e a impecável SZA, que fez um barulho gigantesco com o lançamento de ‘SOS’.

Pensando nisso, o CinePOP separou uma lista prevendo quem será nomeado nas principais categorias do Grammy: Álbum do AnoMúsica do AnoGravação do AnoArtista Revelação.

Confira:

ÁLBUM DO ANO

FORTES CONCORRENTES
Midnights, Taylor Swift
SOS, SZA
GUTS, Olivia Rodrigo
World Music Radio, Jon Batiste
Only the Strong Survive, Bruce Springsteen
One Thing at a Time, Morgan Wallen
But Here We Are, Foo Fighters
-, Ed Sheeran

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Endless Summer Vacation, Miley Cyrus
Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd., Lana Del Rey
Barbie: The Album, Vários Artistas

Que Taylor Swift é uma das maiores artistas de todos os tempos, isso não é nenhuma dúvida – e, dentro da cerimônia do Grammy Awards, ela já levou doze estatuetas, incluindo três de Álbum do Ano por ‘Fearless’‘1989’‘Folklore’. Agora, ela tem grandes chances não apenas de ser indicada mais uma vez pelo aclamado e bem-sucedido ‘Midnights’, como levar o quarto gramofone dourado para casa pelo compilado de originais.

Todavia, é notável que Swift encontrará uma forte competição que comportam outros titãs da música atual, como Olivia Rodrigo, que lançou o impecável ‘GUTS’ como seu segundo álbum de estúdio, e SZA, que se tornou a favorita da crítica e do público com ‘SOS’ e pode fazer bonito ao conquistar várias indicações. Outros prováveis nomes a aparecerem na categoria incluem Jon BatisteFoo Fighters, ambos conquistando os ouvintes com produções de tirar o fôlego.

Resta saber se Miley Cyrus, que parou o mundo com o lançamento de ‘Endless Summer Vacation’, será esnobada novamente pela Academia ou se será relembrada nas principais categorias; bem como Lana Del Rey, que foi indicada a Álbum do Ano pela última vez com ‘Norman Fucking Rockwell!’ e que voltou com tudo esse ano com o profundo e antêmico ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’.

MÚSICA DO ANO

FORTES CONCORRENTES
Flowers, Miley Cyrus
Vampire, Olivia Rodrigo
Anti-Hero, Taylor Swift
What Was I Made For?, Billie Eilish
Dance the Night, Dua Lipa
Dear Insecurity, Brandy Clark feat. Brandi Carlile
I Remember Everything, Zach Bryan feat. Kacey Musgraves
A&W, Lana Del Rey

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Boy’s a Liar Pt. 2, PinkPantheress & Ice Spice
Worship, Jon Batiste
Lift Me Up, Rihanna

Novamente, é provável que os artistas indicados a Álbum do Ano faturem indicações nas outras categorias principais – e, dentre os mencionados no item acima, Taylor Swift com “Anti-Hero”Miley Cyrus com “Flowers”Olivia Rodrigo com “Vampire”SZA com “Kill Bill” são apostas certeiras de que conquistarão nomeações à Música do Ano e que transformarão essa seção em uma das mais disputadas da próxima edição.

Todavia, não podemos tirar o mérito de outras queridinhas da categoria que, volta e meia, dão as caras e nos surpreendem com merecidas honrarias. É o caso, por exemplo, da icônica Brandi Carlile, que fez bonito no evento anterior e, agora, tem mais uma chance de ser indicada à Música do Ano com Brandy Clark por “Dear Insecurity”; ou de Billie Eilish, que lançou a arrepiante balada “What Was I Made For?” para o live-action de ‘Barbie’.

GRAVAÇÃO DO ANO

FORTES CONCORRENTES
Paint the Town Red, Doja Cat
What Was I Made For?, Billie Eilish
Rescued, Foo Fighters
Vampire, Olivia Rodrigo
Anti-Hero, Taylor Swift
Flowers, Miley Cyrus
A&W, Lana Del Rey
Rush, Troye Sivan

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Dance the Night, Dua Lipa
Lift Me Up, Rihanna
Last Night, Morgan Wallen

Enquanto Música do Ano condecora as melhores composições, Gravação do Ano engloba o artista em si e a produção de determinada faixa. Dentre as belíssimas canções que dominaram as playlists e as paradas ao redor do mundo, algumas parecem ter sido feitas para englobar essa próxima categoria – como é o caso do pop-punk-rock de “Vampire”, de Olivia Rodrigo, ou da sinestésica e melancólica atmosfera de “Anti-Hero”, de Taylor Swift.

É notável como outras canções também têm grandes chances de aparecer nessa categoria, como Doja Cat com “Paint the Town Red”, que recebeu inúmeros elogios da crítica e do público; “A&W”, considerada por este que vos escreve como a melhor música do ano até agora – e que provavelmente não perderá o posto até o fim de dezembro; e a ótima “Rush”, de Troye Sivan, que viria como uma boa surpresa caso fosse relembrada.

ARTISTA REVELAÇÃO

FORTES CONCORRENTES
Peso Pluma
Ice Spice
Renée Rapp
Sabrina Carpenter
Noah Kahan
PinkPantheress
Gracie Abrams
RAYE

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Rema
Jelly Roll
Laufey

A categoria de Artista Revelação sempre é uma das mais complicadas de se prever – afinal, novos talentos surgem a todo momento no cenário da música e podem fazer um sucesso crítico e comercial inesperado. Uma das mais cotadas para aparecer na categoria da próxima edição é a rapper Ice Spice, cuja ascensão meteórica lhe rendeu participações no live-action de ‘Barbie’ e no álbum ‘Midnights’, de Taylor Swift.

Todavia, é notável como a veterana Sabrina Carpenter, que já lançou inúmeros álbuns de estúdios, pode aparecer após dominar o planeta com o aclamado ‘e-mails i don’t send’RAYE, que fez sua aguardada estreia com ‘My 21st Century Blues’, é uma das cogitadas para despontar na categoria – com grandes chances de levar a estatueta para casa; e Gracie AbramsRenée Rapp, que ganharam sólida popularidade nos últimos meses, também serão adições bem-vindas à seção após terem encabeçado discos que viralizaram nas redes sociais e ofereceram uma originalidade apaixonante ao cenário mainstream.

Quem você acha que será indicado ao Grammy 2024?

Crítica | Isabela Merced DOMINA as telas na sólida adaptação de ‘Tartarugas Até Lá Embaixo’

John Green é um dos autores mais conhecidos da atualidade e deu origem a histórias que se tornaram best-sellers ao redor do planeta e, em pouco tempo, foram levadas em adoradas adaptações para os cinemas – ainda que não tenham totalmente conquistado a crítica internacional. Podemos pensar, por exemplo, na interessante e bem-vinda releitura cinematográfica de ‘A Culpa é das Estrelas’, na decepcionante ‘Cidades de Papel’, ou até mesmo na divertida e tocante ‘Deixe a Neve Cair’ (que em pouco tempo consagrou-se como um dos melhores longas natalinos dos últimos anos). Agora, Green nos convida a conhecer mais uma adaptação na forma de ‘Tartarugas Até Lá Embaixo’.

Baseado no romance homônimo lançado em 2017, a história acompanha Aza Holmes (Isabela Merced), uma jovem de dezesseis anos que sofre de transtorno obsessivo-compulsivo através de uma preocupação hipocondríaca de que irá se infectar a qualquer momento com bactérias que podem matá-la. As coisas sofrem uma drástica mudança quando ela se reconecta com uma paixonite de infância, Davis Pickett (Felix Mallard), e percebe que precisará enfrentar a si mesma para o prospecto de um relacionamento com o garoto de quem gosta – e isso não é tudo: ela está prestes a dar um passo enorme após se formar no colégio, colocando na balança como ela irá contar os medos de sua mente para fazer o que sempre quis.

Ao longo do caminho, Aza é acompanhada da melhor amiga, Daisy (Cree Cicchino), uma extrovertida e criativa aspirante à escritora que passa seus dias como braço-direito da protagonista para salvá-la das constantes espirais em que cai. De outro lado, sua mãe, Gina (Judy Reyes), age como um escudo superprotetor que inclusive deseja que a filha participe da faculdade local para que ela possa estar ao lado dela nos momentos de crise, enquanto a Dra. Singh (Poorna Jagannathan) tenta auxiliar Aza a entender que seus pensamentos intrusivos não a definem e que ela não apenas tem a capacidade de explorar coisas fora de sua estrita zona de conforto, como também é muito maior do que alguém que vive presa dentro dos próprios temores.

Em se tratando de um drama romântico adolescente, o projeto é carregado de alguns convencionalismos que são naturais do gênero e que já imaginávamos aparecer por aqui. Por exemplo, há um certo anacronismo pincelando os diálogos entre os personagens principais e coadjuvantes, com alguns sendo muito maduros para idade que possuem – o que é justificável dentro do amadurecimento compulsório pelo qual Aza passa, mas parece fora de lugar em relação às outras personas. Além disso, há a questão da delineação narrativa que aposta em altos e baixos colocados dentro de uma estrutura familiar e que apenas consegue se desvencilhar do purismo de clichês pelas temáticas importantes que traz à tona e pelo fato de Green, vivendo com TOC, saber transparecer as problemáticas de tal distúrbio sem cair em estereótipos sem sentido e pejorativos.

Hannah Marks, que faz uma breve aparição no longa-metragem, é responsável pela direção. Anteriormente, ela trabalhou em produções dramáticas ao apostar fichas em construções almejando à originalidade narrativa e, nessa nova empreitada, faz o máximo que pode para se desvencilhar das fórmulas até perceber que essa é uma tarefa quase impossível. Conforme abraça os paradigmas, Marks nota que há outras esferas a serem destrinchadas, como a frenética montagem de Andrea Bottigliero, a sólida fotografia de Brian Burgoyne e a certeira, apesar de “quadradinha”, trilha sonora assinada por Ian Hultquist. No final das contas, essa combinação de elementos funciona numa praticidade bem-vinda e que se esquiva do pedantismo criativo, mesmo não oferecendo nenhuma concretude de ineditismo.

O ponto alto da obra é, de fato, o elenco. Reyes e Jagannathan insurgem como um contraste interessante e intergeracional em relação à Gen-Z, esta tentando compreender as angústias de uma jovem que parece ter desistido de encontrar a “normalidade” – sendo que o distúrbio que apresenta não a faz menos normal que ninguém -, e aquela navegando em uma tentativa de entender a filha, mas sem muitos resultados sólidos por constantemente lembrá-la de seu “problema”. Cicchino e Mallard têm uma performance sólida que ajudam nos contrapontos feitos à Aza, mas é Merced quem rouba nossa atenção, não só por ser a protagonista, mas por apresentar um lado novo de suas incursões performáticas que ainda não tínhamos visto – afastando-se por completo de obras como ‘Madame Teia’ e ‘Dora e a Cidade Perdida’ e rendendo-se a um tour-de-force apaixonante e dilacerante.

‘Tartarugas Até Lá Embaixo’ é uma grata e surpreendente adaptação do romance homônimo de John Green e nos envolve por atuações aplaudíveis e um comprometimento temático que, mais recorrente do que deveria, é audaz e singelo. Mesmo com os claros obstáculos, o resultado é aprazível o suficiente e é um presente tanto para os fãs do gênero em questão quanto para os assíduos fãs do romancista que esperavam ansiosamente por um projeto cujo desenvolvimento soava como uma lenda urbana.

‘Canário Negro’, novo thriller de espionagem com Kate Beckinsale, chega ESTE MÊS ao streaming!

Canário Negro‘ (Canary Black), novo thriller de espionagem estrelado por Kate Beckinsale (‘Anjos da Noite’), chega este mês ao catálogo do Prime Video.

A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 24 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Pierre Morel é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Matthew Kennedy.

Uma agente de alto escalão da CIA, Avery Graves, é chantageada por terroristas para trair seu próprio país para salvar seu marido sequestrado. Separada de sua equipe, ela recorre a seus contatos do submundo para sobreviver e ajudar a localizar a cobiçada inteligência que os sequestradores querem. Traída a cada passo, ela deve confiar em seu treinamento de ponta e habilidades primitivas de luta em uma corrida mortal para realizar um resgate que pode desencadear uma crise global.

O elenco ainda conta com Rupert Friend, Ray Stevenson, Saffron Burrows, Ben Miles, Goran Kostić e Michael Brandon.

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Astro de ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’ esclarece comentários POLÊMICOS sobre a série; Confira!

Hudson Thames, que dá voz a Peter Parker na animação ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’, falou sobre a reação negativa que recebeu por comentários que fez durante uma entrevista à época da estreia da série no Disney+.

Durante uma entrevista com o Collider em janeiro, quando questionado como Thames se sentiu com a representatividade da produção, ele afirmou:

“Achei incrível. Quer dizer, meu maior medo era que fosse irritante e ‘lacrador’, e não foi, e eu fiquei tipo: ‘sim, isso é ótimo, é tão bem escrito’, como se parecesse real. Sou o mais velho de cinco meninos, então sinto que meio que sei o que está acontecendo na vida deles e no ensino médio, e parecia que estava fazendo justiça a isso.”

Como poderíamos imaginar, os comentários culminaram em uma recepção negativa para Thames – e, agora, o astro está tentando esclarecer seus comentários.

“Então, obviamente, algo que eu disse foi escolhido a dedo e usado essencialmente sem contexto apenas para meio que agitar um pouco de drama”, ele conta ao Straw Hat Goofy. “Estávamos falando sobre aquele pequeno período de tempo antes do show estrear, e eu notava muitos comentários online que recebia, que eram pessoas nervosas ou expressando preocupação de que o show estava usando tópicos de diversidade e igualdade de uma forma inautêntica ou hipócrita.”

Thames continua: “isso me deixou na defensiva, como se eu quisesse defender um pouco o nosso show. Foi uma escolha de palavras tão ruim. Meu ponto era que nosso show não precisa fazer isso, não precisa fazer truques. [O showrunner] Jeff [Trammell] fez um trabalho tão brilhante, na minha opinião, de escrever o que ele sabia. Igualdade e diversidade já estavam embutidas na história que ele escreveu, e nada parecia forçado, eu suponho, então eu estava realmente apenas tentando elogiar a graça com que tudo isso se desenrola no show, e ironicamente, foi o que me atraiu tanto para o show em primeiro lugar.”

Lembrando que a primeira temporada completa já está disponível no Disney+.

VMA 2025 | Billie Eilish conquista SEIS indicações à premiação, incluindo Vídeo do Ano

A icônica cantora e compositora Billie Eilish foi uma das principais relembradas da próxima edição do Video Music Awards – e faturou seis indicações.

Eilish concorre em categorias como Vídeo do AnoMúsica do Ano por “Birds of a Feather”single do aclamado álbum ‘HIT ME HARD AND SOFT’, além de disputar a estatueta de Artista do Ano.

Os vencedores serão revelados no dia 7 de setembro.

Crítica | Billie Eilish acerta novamente com o espetacular e impecável álbum ‘Hit Me Hard and Soft’

Relembre a tracklist:

1. Skinny
2. Lunch
3. Chihiro
4. Birds of a Feather
5. Wildflower
6. The Greatest
7. L’amour de ma Vie
8. The Diner
9. Bittersuite
10. Blue

Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP ‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do AnoArtista RevelaçãoMúsica do AnoGravação do Ano – estas duas últimas com o single “bad guy”).

Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy.

Em 2023, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.

‘O Agente Secreto’ se torna o TERCEIRO filme brasileiro a vencer o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Não Inglesa

‘O Agente Secreto’, aclamado longa de Kleber Mendonça Filho estrelado por Wagner Moura, vem marcando presença nas premiações regionais ao redor do mundo – e fez história ao conquistar o Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa.

A conquista marcou a terceira vez em que o Brasil venceu na categoria. A primeira delas ocorreu na cerimônia de 1960, om ‘Orfeu Negro’; a segunda ocorreu há 27 anos, quando ‘Central do Brasil’ levou para casa o troféu.

Vale lembrar que Wagner Moura disputa pelo prêmio na categoria de Melhor Ator em Filme de Drama.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

Crítica | ‘Toy Story 5’ cede espaço a Jessie em uma TOCANTE e nostálgica aventura cinematográfica

Crítica livre de spoilers.

A Pixar permanece como um dos maiores estúdios de animação de todos os tempos – e, antes de dar vida a clássicos instantâneos do gênero como ‘Monstros S.A.’, ‘Ratatouille’, ‘WALL-E’ e tantos outros, iniciou seu glorioso império com a franquia ‘Toy Story’. O primeiro longa-metragem, lançado em 1995, influenciou praticamente todas as produções que o sucederam em virtude não apenas da história original, que trouxe brinquedos à vida, mas aos adventos tecnológicos que promoveu na sétima arte. Não é surpresa que o sucesso incomparável do filme o tenha transformado em uma saga multimidiática e multibilionária que tem um lugar especial no coração dos fãs.

Sete anos depois da chegada do quarto filme às telonas, que inclusive conquistou o Oscar de Melhor Animação pela segunda vez seguida, o veterano Andrew Stanton nos convida para retornar a esse vibrante e apaixonante universo com o antecipado ‘Toy Story 5’, que estreia oficialmente no próximo dia 18 de junho nos cinemas nacionais (contando com sessões antecipadas a partir de amanhã, 17 de junho). E, ao investir esforços consideráveis para reiterar o inegável status de zeitgeist cultural de uma das franquias mais populares e ovacionadas da história, o cineasta e corroteirista acerta em cheio em uma jornada aventuresca e recheada de comédia, drama e uma contundente crítica à tecnologia predatória e até mesmo à perda da infância como a conhecemos.

Jessie from Toy Story leans toward a green frog-shaped tablet showing a Friends list with add icons next to names.

Para aqueles que não se recordam, o capítulo anterior encerrou o arco de Woody (Tom Hanks), que passou o distintivo de xerife para a vaqueira Jessie (Joan Cusack) e transformou o patrulheiro espacial Buzz (Tim Allen) em seu delegado. Agora assumindo o posto de líder do quarto da jovem Bonnie (Scarlett Spears), Jessie percebe que as coisas estão mudando muito rápido quando a garota sofre para fazer amizades, visto que ela é a única que ainda brinca com brinquedos. Afinal, todas as outras crianças foram hipnotizadas pelas brilhantes telas dos aparelhos tecnológicos, esquecendo-se daqueles que sempre estiveram ao seu lado e colocando um ponto de interrogação no que isso significa para os brinquedos.

Acreditando estarem a salvo, as coisas viram de cabeça para baixo quando Bonnie ganha um tablet de presente dos pais: Lilypad (Greta Lee). Causando comoção significativa entre Jessie, Buzz e os outros, todos acreditam que serão doados ou abandonados pela garota – e a própria Lilypad se mostra disposta a garantir que ela faça amizades de uma maneira muito mais rápida do que eles conseguirão. Sentindo-se desafiada, Jessie decide provar que conhece Bonnie melhor do que ninguém e, unindo-se a seu fiel escudeiro, o cavalo de pelúcia Bala no Alvo, ela enfrenta traumas de um passado distante que vêm à tona à medida que ela transforma sua missão em um tour-de-force para se libertar de todos os medos que têm.

Enquanto vários fãs da franquia comentaram sobre o caráter dispendioso de ‘Toy Story 4’, Stanton fez questão de reconhecer a necessidade do filme para mudar o foco da nossa atenção para uma das personagens mais queridas da franquia. Apresentada em ‘Toy Story 2’, Jessie cruzou caminho com Woody em um momento sombrio, lidando com o fato de sua primeira dona, Emily, tê-la abandonado e encontrando outra família primeiro com Andy e, agora, com Bonnie. Determinada a mantê-los todos unidos, a vaqueira volta a enfrentar fantasmas que insistem em assombrá-la em uma tentativa desesperada de não passar por tudo aquilo de novo.

O diretor, que, como já mencionado, também fica responsável pelo roteiro ao lado de Kenna Harris, explora temas como abandona e trauma de maneira a singrar entre o universal e o particular, utilizando a complexa personalidade de Jessie como receptáculo para algo que é comum a todos, mesmo em camadas distintas. Não é surpresa que Stanton consiga navegar com tamanha destreza pelo drama e pela comédia em um encontro emocionante e pungente que nos faz refletir sobre o que significa ser amado e como estamos condicionados a uma efemeridade incontrolável e destrutiva.

É interessante ver como o pano de fundo da tecnologia serve como uma base, ainda que sólida, para algo mais profundo que se desenrola em breves 102 minutos de duração. À medida que somos introduzidos a personagens muito bem delineados, incluindo o Amigo Troninho (Conan O’Brien), Atlas (Craig Robinson) e Snappy (Shelby Rabara), as múltiplas tramas convergem para um ponto crítico na história de Jessie e de que forma ela enfrenta sentimentos que ressurgem como um turbilhão irrefreável, levando-a até mesmo a questionar sobre se o problema, de fato, é ela própria. Mas é claro que, considerando que o filme é destinado primeiramente para um público mais infantil, o “final feliz” seria certeiro em todos os aspectos.

‘Toy Story 5’ é um fabuloso retorno à forma e uma carta de amor a uma das sagas do cinema de maior respeito e impacto de todos os tempos, sabendo dosar as camadas mais intrincadas de seus personagens de maneira sagaz, respeitosa e finalmente dando o espaço que Jessie sempre mereceu em uma aventura que nos tira risadas, lágrimas e nos faz sair da sala do cinema querendo mais.

Martin Scorsese explica porque não acha que filmes da Marvel sejam cinema

Após dizer que “a Marvel não faz cinema de verdade”, Martin Scorsese continua atacando o estúdio e os filmes de super-heróis, e desta vez escreveu até um artigo contra as adaptações.

No texto publicado pelo conceituado The New York Times, o cineasta começou dizendo que os filmes da Marvel permanecem na zona de conforto e se apoiam apenas em cenas que os fãs querem assistir:

“Muitos dos elementos que definem o cinema como eu o conheço estão nos filmes da Marvel. O que não existe é revelação, mistério ou perigo emocional genuíno. Nada está em risco. As cenas são feitas para satisfazer um conjunto específico de desejos e são projetadas como variações de um mesmo tema.”

O cineasta de 76 anos disse que filmes clássicos permanecem atuais por conta da qualidade do roteiro, como ‘Psicose‘, e que blockbusters são apenas eventos momentâneos, independentemente das bilheterias.

Além das críticas às narrativas, ele afirmou que a reserva de salas de cinema para exibir blockbusters está obrigando diversos cineastas a investirem neste gênero só para se manterem na indústria, causando o fim do ‘cinema de verdade.’

Para concluir, Scorsese disse que diretores e produtores só estão lançando seus filmes em meios alternativos, como plataformas de streaming, por conta da injusta concorrência.

Lembrando que o próximo filme do diretor, ‘O Irlandês‘, já está em exibição nos cinemas e chega ao catálogo da Netflix no dia 27.

Assista ao trailer:

Conhecido como “O Irlandês”, Frank Sheeran (De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.

O elenco conta com Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Ray Romano, Anna Paquin e Harvey Keitel.

Bryan Cranston é diagnosticado com Coronavírus

Em seu perfil do Instagram, Bryan Cranston (‘Breaking Bad‘) revelou que foi diagnosticado com Coronavírus e alertou seus seguidores a respeitarem o isolamento social e as medidas de proteção para evitar a propagação da doença.

Felizmente, o astro disse que teve apenas sintomas leves, mas lamentou o avanço da doença, que já matou pelo menos 150 mil pessoas nos EUA.

Através de um vídeo, ele também mostrou o processo de doação de plasma, já que sua corrente sanguínea criou anticorpos contra o vírus.

Confira:

“Anúncio sobre COVID-19. Oi. Agora vocês devem estar se sentindo um pouco amarrados devido às restrições de mobilidade, e assim como eu, estão cansados de tudo isso! Bem, eu só quero encorajá-los a ter um pouco mais de paciência. Fui bastante rigoroso em seguir os protocolos e mesmo assim… Fui infectado pelo vírus. Sim. Parece assustador pensar que mais de 150.000 americanos estão mortos por causa disso. Eu fui um dos sortudos. Tive sintomas leves. Falo isso para alertar vocês a continuarem usando a maldita máscara, lavando as mãos e respeitando o isolamento social. Nós podemos vencer, mas SOMENTE se seguirmos as regras juntos. Cuidem-se.”

Lembrando que Cranston está no elenco de dublagem de ‘O Grande Ivan’, animação que estreia na Disney+ em 14 de agosto. 

Recentemente, a Walt Disney divulgou em seu Twitter oficial um novo teaser com cenas inéditas do longa, adaptado do best-seller infantil assinado por Katherine Applegate.

Confira:

Thea Sharrock comanda o projeto.

Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.

O longa apresenta as vozes de: Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez, Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.

‘Loki’: Brinquedo revela detalhes sobre a trama; Confira!

Até o momento, muito pouco foi revelado sobre a trama da vindoura série do ‘Loki‘ e o período em que ela será ambientada.

Como a narrativa vai envolver uma diferente linha temporal, na qual o vilão de Tom Hiddleston escapa da morte pelas mãos de Thanos (Josh Brolin), muitos fãs estão confusos e curiosos.

No entanto, a embalagem de uma linha de brinquedos divulgada pelo IGN revelou alguns detalhes sobre a atração.

E o verso da caixa diz que a serie vai começar logo após a fuga do vilão em ‘Vingadores: Ultimato’.

Confira:

“Momentos após sua fuga durante os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Loki é capturado pela Autoridade de Variação Temporal e preso por seus crimes contra a linha temporal sagrada.”

Lembrando que a série tem estreia marcada para 11 de junho na Disney+.

Confira o trailer:

O elenco também traz nomes como Owen WilsonGugu Mbatha-RawSophia Di MartinoWunmi Mosaku e Richard E. Grant.

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘O Livro de Boba Fett’: Temuera Morrison explica a principal diferença entre Boba e Jango Fett

Quem acompanha a saga ‘Star Wars‘ sabe que Boba Fett é um clone do caçador de recompensas Jango Fett, ambos interpretados por Temuera Morrison.

O ator apareceu pela primeira vez em ‘Star Wars: O Ataque dos Clones‘, quando Jango serviu como modelo para os soldados clone e criou um deles como seu filho, o que explica a origem de Boba.

Por sua vez, Boba foi introduzido na trilogia original sendo vivido por Jeremy Bulloch e teve pouco destaque antes de fazer seu retorno em ‘O Mandaloriano’ e em sua própria série, ‘O Livro de Boba Fett‘.

Apesar de ambos terem a mesma aparência e profissão, eles não exatamente iguais por dentro.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Morrison disse que a principal diferença entre eles é que Boba sempre foi mais sentimental, enquanto Jango era mais frio e racional.

Isso porque Boba sempre guardou rancor após o pai ser assassinado por Mace Windu (Samuel L. Jackson).

“Eu acho que Boba era muito jovem quando perdeu seu pai, e de uma forma muito trágica. Então eu acho que ele é um pouco mais sentimental, mais raivoso, venenoso e tem um tipo de violência acumulada, um desejo de vingança.”

Ele continuou, explicando que adorou trabalhar a personalidade de Boba, já que não teve muito tempo para isso enquanto interpretava Jango.

“Boba sempre quis mostrar que é casca grossa, especialmente quando se tratava de pessoas como Mace Windu. Ele sentia que só iria honrar a memória de Jango se assumisse o respeito que seu pai tinha por onde andava. Acho que consegui desenvolver mais a personalidade de Boba do que a de Jango. Eu não tinha muita certeza do que estava fazendo nas gravações de ‘O Ataque dos Clones‘, mas estava sendo muito divertido. caramba, isso foi no fim do ano 2000, em Sydney.”

E aí, o que você está achando de ‘O Livro de Boba Fett‘?

Lembrando que o próximo episódio da série estreia em 12 de janeiro.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série também explora o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

2ª temporada de ‘Star Wars: Andor’ terá diretor de ‘Yellowjackets’

Star Wars: Andor’ chegou ao catálogo da Disney+ na última quarta-feira, e já foi confirmado que a atração terá duas temporadas.

A primeira conta com a direção de Benjamin Caron, Toby Haynes e Susanna White.

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o showrunner e roteirista Tony Gilroy revelou que o diretor Ariel Kleiman foi contratado para o time na 2ª temporada.

Para quem não o conhece, Kleiman já dirigiu episódios de ‘Yellowjackets’, ‘Top of the Lake‘, ‘The Resort‘ e muito mais.

“Não estarei dirigindo nenhum episódio na segunda temporada de ‘Star Wars: Andor‘. Não posso. Este trabalho é muito grande. Não tenho tempo de sobra. Não consigo administrar meu tempo em tantas tarefas. Mas traremos Ari Kleiman, ele estará nos estúdios Pinewood conosco.”

Ele continuou, elogiando o trabalho de Kleiman e revelando que as gravações dos próximos episódios serão iniciadas em novembro.

“Vamos começar a filmar em novembro. Ele começou a se preparar há umas três semanas, está cheio de ideias e ansioso para trabalhar. Ele é dedicado, comprometido e criativo. Ele foi uma ótima adição porque eu realmente não tenho condições de dirigir os novos episódios.”

Enquanto isso, vale lembrar que o próximo episódio da série estreia em 28 de setembro, na Disney+.

A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).

Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Missão Impossível 7’: Pom Klementieff explica como criou sua vilã no novo filme

Mais conhecida por seu papel como a adorável Mantis em ‘Guardiões da Galáxia’, Pom Klementieff fará algo totalmente diferente em ‘Missão Impossível – O Acerto de Contas‘, interpretando uma ameaçadora vilã.

Denominada Paris, ela foi vista no trailer usando uma estranha maquiagem de mímica, e pouco se sabe sobre ela.

Durante uma entrevista para o Comic Book, a estrela comentou sobre como ela criou a personalidade da personagem.

“Foi tão divertido. Eu me diverti muito criando essa personagem porque ela não foi roteirizada. O que Christopher McQuarrie e Tom Cruise fazem é escalar um ator e construir o personagem em torno das habilidades do ator e todas as conversas que tivemos. Então não tínhamos nada no começo, e eu fui adicionando características a partir das nossas reuniões, isso inclui a maquiagem que ela, com o rosto pintado de branco e uma lágrima escorrendo. Achei que seria divertido em vez de usar uma máscara, porque em algum momento outros personagens deveriam usar uma máscara e eu queria me destacar. Eu pensei: ‘Sabe de uma coisa? Ela é uma rebelde’. Ela realmente não se importa com nada além de si mesma. Então pensei que ela usaria algo um pouco estranho apenas para tirar sarro da coisa toda.”

Ela continuou:

“Achei que seria engraçado porque traz um ar pouco triste, melancólico, mas com o suor das lutas e perseguições, tudo fica meio derretido e escorrendo. Então ela passa de um rostinho bonito para algo assustador. Foram tantas pequenas ideias… Foi um processo bem colaborativo.”

E aí, você está curioso para descobrir mais sobre Paris?

Vale lembrar que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um estreia em 12 de julho.

Confira o teaser:

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) e Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

‘Harry Potter’: Visual de Lord Voldemort seria bem diferente em ‘O Cálice de Fogo’; Confira!

Os fãs da saga ‘Harry Potter’ já sabem que o visual de Voldemort seria ser ainda mais perturbador em ‘A Pedra Filosofal‘, se assemelhando a um ser reptiliano.

No entanto, a equipe criativa decidiu utilizar uma versão mais humanizada para o primeiro filme, já que a obra tinha as crianças como público-alvo e ninguém queria traumatizar os pequenos espectadores.

Mas, o que poucos sabem é que o visual do vilão também passou por transformações nos bastidores de ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘, quando Voldemort finalmente recupera seu corpo físico.

Uma arte conceitual revelada no especial ‘De Volta à Hogwarts‘ (2021) traz o vilão com uma aparência zumbificada, assemelhando-se mais a um morto-vivo, com um corpo bem magro e aspecto gelatinoso.

O problema é que o visual poderia ter atrapalhado a atuação de Ralph Fienes, escolhido pelo diretor Mike Newell justamente por sua elegância, o que contrasta com sua personalidade ameaçadora.

Uma aparência desumana poderia até fazer sentido em termos narrativos, representando visualmente sua perda de humanidade ao fazer as Horcruxes.

Ainda assim, isso só teria ficado claro nos três últimos filmes… Por conta disso, a produção optou por deixá-lo o mais humano possível, referenciando sua perda de humanidade apenas em seu rosto, com fendas no lugar do nariz.

Nos livros, seu visual é basicamente como o representado nos filmes, com exceção dos olhos, que são vermelhos no material original.

Confira uma arte conceitual das primeiras versões de seu visual:

Lembrando que a tão aguardada série de ‘Harry Potter‘ está prestes a ganhar roteiristas.

Segundo o Deadline, Francesca Gardiner (‘Succession’), Tom Moran (‘A Hora do Diabo’) e Kathleen Jordan (‘Caçadoras de Recompensas’) estão na disputa para roteirizar a nova adaptação da franquia criada por J.K. Rowling.

De acordo com a Variety, a informação foi divulgada pelo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre da empresa na sexta-feira. A série está planejada para abranger sete temporadas, adaptando cada livro da famosa série de fantasia de Rowling.

Zaslav também revelou que esteve recentemente em Londres para se encontrar com J.K. Rowling e discutir sobre o programa.

“Tivemos um tempo real com J.K. e sua equipe”, disse Zaslav durante a ligação. “Ambos os lados estão empolgados por reviver esta franquia. Nossas conversas foram ótimas e estamos muito animados com o que está por vir. Mal podemos esperar para compartilhar uma década de novas histórias com fãs ao redor do mundo no Max.”

Lembrando que a série terá 7 temporadas, com cada ano adaptando um livro da saga.

Até o momento, oficialmente, não há ninguém confirmado no elenco, pois a atração encontra-se em pré-produção.

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

“O compromisso da Max em preservar a integridade dos meus livros é importante para mim, e estou ansiosa para fazer parte desta nova adaptação que permitirá um grau de profundidade e detalhe que só é permitido por uma série de televisão de longa duração”, disse Rowling.

Confira o anúncio da série e as reações pela internet:

‘Segundas Intenções’: Sarah Michelle Gellar diz que NÃO está envolvida na série

Em entrevista para a Variety, a atriz Sarah Michelle Gellar confirmou que não está envolvida na adaptação em série de ‘Segundas Intenções‘ feita pela Amazon.

A atriz estrelou o clássico filme de 1999 ao lado de Reese Witherspoon e Ryan Phillipe. Perguntada se estaria na produção de alguma forma, a atriz respondeu:

“Não. Eu aprendi uma lição com isso, que é um processo muito difícil. E eventualmente, ou inevitavelmente, você vai se decepcionar. Algumas pessoas querem uma nova [versão], e minha participação em algo assim só faz você comparar com o original”.

Ela também revelou que só ficou sabendo da produção da série porque leu uma notícia online, e não chegou a ser contatada previamente.

“Ouvi falar sobre [a produção] online. Fui contatada depois, mas vi sobre isso na internet”.

Vale lembrar que, em 2016, a NBC estava desenvolvimento uma adaptação que se passaria 16 anos após o filme original, com o retorno da atriz. Infelizmente, apesar do piloto ter sido gravado, o projeto foi engavetado.

Sobre a nova série, oito episódios foram encomendados para a primeira temporada. Apesar do projeto originalmente ter sido desenvolvido para o Freevee – streaming grátis da Amazon –, o site afirma que a série pode ganhar um novo lar no Prime Video.

Ambientada em Washington, a série seguirá dois irmãos cruéis que farão de tudo para permanecer no topo da hierarquia em sua faculdade de elite. Quando um incidente brutal de trote ameaça todo o sistema, eles farão o que for necessário para preservar seu poder e reputação… incluindo seduzir a filha do vice-presidente dos EUA.

‘As Marvels’: Iman Vellani, a Ms. Marvel, surpreende os fãs durante exibição do filme; Assista!

De acordo com o Comicbook, os fãs de ‘As Marvels’ foram agraciados com uma agradável surpresa recentemente ao comparecerem à exibição do filme. Isto porque a atriz Iman Vellani, intérprete de Ms. Marvel, surpreendeu a todos ao emergir de trás de uma cortina no teatro El Capitan, em Hollywood. A diretora Nia DaCosta também fez uma aparição no palco, acompanhando Vellani.

E não foi apenas Iman Vellani a surpreender os fãs, pois Brie Larson, que interpreta Capitã Marvel, também fez uma aparição surpresa em um cinema de Nova York neste fim de semana.

Devido às recentes greves em Hollywood, as atrizes não puderam promover ‘The Marvels’ antecipadamente, e agora parece que o estúdio, em colaboração com as atrizes, está se esforçando para recuperar o tempo perdido.

Confira a nossa crítica:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Jamie Bell e Kate Mara comentam sobre novo ‘Quarteto Fantástico’: “Não parece um reboot”

Jamie Bell e Kate Mara, que interpretaram o Coisa e a Mulher-Invisível no ‘Quarteto Fantástico’ de 2015, recentemente compartilharam suas expectativas sobre o novo remake que contará com Pedro Pascal e Vanessa Kirby no elenco principal.

Segundo a Variety, Mara afirmou: “Estamos empolgados. É um elenco excelente”.

Bell fez uma brincadeira dizendo que o filme não deveria ser chamado de reboot do deles. “Para mim, não parece um reboot, porque para rebootar algo, isso teria que ter sido algo. Infelizmente, nosso filme não se encaixa em nenhum cânone específico”. 

No entanto, ele rapidamente acrescentou: “Ele se encaixa em um cânone específico, que é o cânone não tão bom”.

Quando questionados sobre a possibilidade de fazer uma participação no novo filme, ambos balançaram a cabeça rapidamente e riram.

“Talvez possamos tentar entrar por alguma porta do multiverso. Mas, ao nos verem, provavelmente fecharão a porta rapidamente”, sugeriu Bell.

Lembrando que o novo ‘Quarteto Fantástico’ contará com Pedro Pascal como Reed Richards/Sr. Fantástico, Vanessa Kirby como Sue Storm/Mulher Invisível, Joseph Quinn como Johnny Storm/Tocha Humana e Ebon Moss-Bachrach como Ben Grimm/O Coisa.

O elenco de apoio traz Ralph Ineson como o vilão Galactus e Julia Garner como a Surfista Prateada Shalla-Bal, enquanto Paul Walter Hauser (‘Cobra Kai’) e John Malkovich (‘RED: Aposentados e Perigosos’) também foram escalados em papéis misteriosos.

Quarteto Fantástico’, estreia em 25 de julho de 2025, será o primeiro filme da Fase 6 do MCU.

Confira o cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.

A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.

Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.

‘Quarteto Fantástico’ é dirigido por Matt Shakman.

‘Doces Magnólias’: Série original da Netflix conquista o topo das paradas de streaming

‘Doces Magnólias’, a série original da Netflix, conquistou o topo das paradas de streaming entre 10 e 16 de fevereiro, superando grandes concorrentes como ‘Cobra Kai’ e ‘Ruptura’.

Segundo dados divulgados recentemente pela Nielsen, e reportados pelo Deadline, ‘Doces Magnólias’ alcançou a primeira posição no ranking geral, com quase 1,2 bilhões de minutos assistidos na primeira semana completa após o lançamento da 4ª temporada.

‘Cobra Kai’ ficou logo atrás, em segundo lugar, também com quase 1,2 bilhões de minutos assistidos, impulsionado pelos episódios finais da série. O reality show ‘Casamento às Cegas’ também ultrapassou a marca de 1 bilhão de minutos assistidos, enquanto ‘O Agente Noturno’ conquistou 952 milhões de minutos assistidos.

A série ‘Ruptura’ fechou o ranking das cinco mais assistidas, com 681 milhões de minutos assistidos.

‘Doces Magnólias’ está disponível na Netflix.

Na trama da mais recente temporada…

Após a briga no Sullivan’s, Maddie lida com a melhor maneira de ajudar Cal e trabalha para limpar seu próprio caminho emocional. Helen enfrenta decisões difíceis sobre os homens de sua vida. E Dana Sue procura uma maneira de usar o cheque de Miss Frances para ajudar a comunidade, sem prejudicar sua família. A identidade do destruidor de pneus causa choque em Serenity, a lembrança causa consequências inesperadas e há surpresas românticas em cada geração. Ao longo da temporada, as mulheres lidam com esses problemas – e todas as complicações que eles causam – com seu calor, humor e devoção característicos umas das outras e daqueles que amam. E margaritas.

Doces Magnólias‘ conta com JoAnna Garcia Swisher, Brooke Elliott, Heather Headley, Chris Klein e Jamie Lynn Spears.

Kiefer Sutherland confirma avanço no revival de 24 Horas: “Acho que é bem forte”

O ator Kiefer Sutherland, que marcou a história da TV ao interpretar Jack Bauer em ’24 Horas’, compartilhou recentemente uma atualização animadora sobre o revival da aclamada série. Segundo ele, o projeto finalmente deu um passo importante rumo à concretização.

“[O showrunner e produtor executivo] Howard Gordon teve uma ideia de que eu gostei”, revelou o ator, conforme o ComicBookMovie. “Antes, o material nem havia sido escrito, então eu dizia: ‘Não sou eu quem está atrapalhando’. [Mas] agora algo foi escrito. Acho que é muito bom. Acho que é bem forte”.

Sutherland também falou sobre as dificuldades para colocar o projeto em andamento: “24 Horas era originalmente da Fox. Agora pertence à Disney, por causa da venda de parte da Fox. Por isso, precisa passar por outros canais antes de ser aprovado ou não”.

O ator demonstrou entusiasmo com a possibilidade de retorno: “Como todo mundo, é algo que eu realmente gostaria de fazer. Gostaria de encerrar essa história. Ela foi deixada meio em aberto. Então, dedos cruzados. Há uma chance. Já demos passos consideráveis”.

Ainda não há detalhes sobre o formato do revival, se seguirá a tradição das temporadas com 24 episódios, se adotará um formato mais curto com saltos no tempo (ainda em tempo real), ou se será um filme para TV.

Vale lembrar que, em 2023, Sutherland já havia sugerido uma ideia para um possível retorno da franquia, envolvendo uma “passagem de bastão”:

“Howard [Gordon] e eu conversamos o tempo todo e, invariavelmente, isso acaba surgindo”, contou. “A ideia de trazer Jack de volta, estou apenas especulando — acho muito interessante. Você introduz um novo elenco tentando resgatá-lo, e a história continua a partir daí. Existem várias formas de explorar isso”.

Ele também comentou sobre a força do conceito da série: “Acho ótimo focar em um momento de 24 horas na vida de alguém que esteja em uma situação desesperadora, poderia ser um bombeiro, por exemplo. Existem muitas possibilidades. Acho surpreendente que esse formato em tempo real, que é tão inteligente, difícil, mas inteligente, ainda não tenha evoluído para algo maior ou diferente”.

A série ’24 Horas’ está no Prime Video.

Shia LaBeouf nega problemas com álcool e atribui prisão a “complexo de Napoleão”

O ator Shia LaBeouf manifestou-se recentemente para apresentar sua versão sobre a prisão ocorrida no início deste mês, durante as celebrações do Mardi Gras, em New Orleans. Ele enfrenta duas acusações de agressão simples.

Em entrevista à Variety, o ator questionou a necessidade de retornar à reabilitação, medida que foi ordenada por um juiz local.

“Meu comportamento… eu preciso lidar com isso. Isso significa que eu tenho que ir para a reabilitação de novo? Eu simplesmente não estou nessa, cara. Eu não acho que minhas respostas estejam lá. Não acho. Sinceramente, de verdade, não acho. Se eu realmente achasse, eu iria. Não acho que eu tenha um problema com bebida”, afirmou.

Em vez disso, o ator acredita que seu comportamento agressivo deriva de um “complexo de homem pequeno” (ou complexo de Napoleão).

“Eu acho que tenho um problema diferente, e vou enfrentá-lo. Acho que tenho um complexo de homem pequeno. Acho que tem mais a ver com raiva e ego do que com a minha bebida, mas é aí que estou agora na minha jornada, e estou tentando navegar por isso. Eu vou descobrir”, explicou.

Sobre a confusão que levou à sua detenção, LaBeouf alegou que o conflito começou após ser tocado por três homens em um estabelecimento.

“Vou ser honesto com você, homens gays grandes me assustam. Eu estava lá, parado sozinho, e três caras gays ao meu lado, tocando minha perna, eu fico assustado. Desculpa se isso é homofóbico. Então eu sou isso”, afirmou.

Questionado se acontece com frequência, ele respondeu: “Só aconteceu uma vez recentemente… Bem, foi por isso que eu fui preso. Eu estou errado por tocar em qualquer pessoa, em qualquer circunstância. E isso encerra minha declaração sobre toda essa merda”.

De acordo com o Departamento de Polícia de New Orleans, o ator teria causado tumulto em um local na Royal Street e agredido uma vítima com socos após ser retirado do prédio.

Shia LaBeouf é PRESO em Nova Orleans e publica: “Me libertem”

‘What If…?’ ganha imagens com Capitão América MECHA e mais; Confira!

A terceira temporada de ‘What If…?’ ganhou suas primeiras imagens oficiais, revelando um pouco do que os fãs podem aguardar no próximo ciclo.

A produção do Universo Cinematográfico da Marvel trará um Shang-Chi cowboy, um Capitão América Mecha e outras novidades.

Confira as imagens:

Lembrando que a antologia animada da Marvel que explora o multiverso chegará ao fim na 3ª temporada.

Vale ressaltar que todos os episódios de ‘What If…?’ estão disponíveis no Disney+.

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Especialista forense diz que Amber Heard editou “fotos dos abuso” de Johnny Depp

O especialista forense digital Bryan Neumeister jogou no ar algumas dúvidas sobre a gravidade dos ferimentos que Amber Heard alegou ter sofrido, após ter sido agredida pelo seu ex-marido Johnny Depp.

Testemunhando no Tribunal na quarta-feira (25), Neumeister disse que existem “versões diferentes” da mesma foto e, de acordo com suas descobertas, as fotos foram alteradas.

Durante o julgamento, o tribunal viu um vídeo de Heard com o rosto vermelho. Neumeister mostrou como diferentes versões da mesma imagem podem ser tratadas por duas maneiras dessemelhantes.

Veja o vídeo:

Apresentando provas, ele disse que um software foi usado para editar a foto e que a segunda foto “parecesse um pouco diferente” da primeira.

Quando o especialista forense foi perguntado se ele acreditava que Heard editou as imagens, ele disse: “Digo apenas que as fotografias foram modificadas”.

Heard já foi acusada de editar as fotos antes. Em um interrogatório na semana passada, a advogada de Depp, Camille Vasquez, acusou Heard de editar suas fotos de ferimentos.