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10 Dicas de Clássicos Inesquecíveis dos anos 80 para Assistir na Amazon

Enquanto você fica em casa em segurança, saindo apenas para o essencial – temos certeza disso -, fazemos por aqui nossa parte dando dicas do que assistir durante esta nova reclusão, devido ao intenso aumento de mortes pela pandemia do coronavírus. Seguindo com nossa série de indicações de filmes nas mais varias plataformas, resolvemos focar agora em algo para os nostálgicos. Selecionamos produções saídas diretamente da década de 1980 (a mais querida para muitos fãs de cinema) presentes na plataforma azul, a Amazon Prime Video. Verdadeiros Clássicos para você rever e alguns outros que talvez você não conheça – mas que igualmente valem muito a pena. Apertem os cintos pois será uma viagem repleta de ação, tiros, mas também muita aventura e emoção. Confira.

Um Tira da Pesada

Eddie Murphy voltou com tudo, atingindo novo ápice em sua carreira. Após o elogiadíssimo Meu Nome é Dolemite, parceria com a Netflix, o astro da comédia fechou acordo com a Amazon e lançou Um Príncipe em Nova York 2, um dos grandes filmes comentados deste início de 2021. E a plataforma investe nas produções antigas do comediante, as disponibilizando em seu streaming. Aqui temos o que é provavelmente o filme mais popular de sua carreira, e o que o transformou num astro de fama mundial. Aproveitando o recente hype de Murphy e já entrando na onda do vindouro quarto filme desta franquia (já anunciado), aqui temos o original onde tudo começou. Murphy vive o policial linha dura Axel Foley, da cidade barra-pesada de Detroit, que persegue um assassino até Beverly Hills, Los Angeles, terra dos ricos e famosos. O choque cultural é o que marcou esta comédia de ação.

Duna

Bem a tempo para a estreia da nova versão do filme, igualmente baseado no livro clássico da ficção científica, de Frank Herbert, dirigida pelo cultuado Denis Villeneuve (A Chegada e Blade Runner 2049). A história extremamente influente, inspirou diversas obras do gênero, incluindo a adorada saga de Star Wars, após seu lançamento em meados da década de 1960. O novo filme de Villeneuve sai este ano ainda, na segunda metade, assim nada melhor que se preparar e conferir a visão de David Lynch no primeiro filme para ir aquecendo e ficar a par de tudo. Com muitos personagens e uma trama complexa, Duna (1984) pode vir a ser uma experiência desafiadora. Basicamente temos um “Poderoso Chefão” espacial, onde diversas famílias jogam um verdadeiro “jogo de tronos” espacial em busca de uma iguaria rara vinda de um planeta desértico. Ambos os filmes possuem grandes elencos invejáveis.

Howard – O Super-Herói

Clássico da Sessão da Tarde dos anos 80 e 90, este filme tem produção de ninguém menos do que George Lucas, o criador de Star Wars. E se você reconheceu o título, sabe que se trata de um produto vindo de uma empresa hoje sinônimo de sucesso em grande escala. Exatamente, Howard – o pato, é um dos personagens mais controversos do universo Marvel, por ser dono de uma personalidade incorreta e ser bastante desbocado. É claro que isso foi muito diluído a fim de se encaixar num filme mais amigável para a família. Mesmo assim ainda temos cenas de “patas” nuas e sexo entre uma humana (Lea Thompson) e o protagonista, um pato humanoide alienígena. O MCU tem inúmeros projetos engatilhados, o que inclui séries de TV a pleno vapor, mas nada de uma nova adaptação de Howard, que já deu as caras repaginado em uma participação especial nestes novos filmes da empresa. Para matar a saudade, nada melhor do que a nostalgia desta aventura.

O Caçador

Ícone máximo da ação no cinema, o lendário Steve McQueen completaria 91 anos de idade em 2021. O astro de filmes como Fugindo do Inferno (1963), Bullitt (1968), Papillon (1973) e Sete Homens e um Destino (1960), faleceu em 1980 aos 50 anos de idade, mas será para sempre eterno em nossos corações. Mesmo tendo falecido há 41 anos, o ator teve filmes lançados no mesmo ano de sua morte. O Caçador foi o último longa de sua carreira a estrear. Na trama, McQueen vive o caçador de recompensas Ralph ‘Papa’ Thorson, que termina virando alvo dos criminosos que ajudou a prender, precisando lutar pela vida. Tudo enquanto sua namorada está grávida, prestes a dar a luz para seu primeiro filho.

48 Horas

Como dito, a Amazon investiu na parceria com Eddie Murphy, trazendo bons filmes do acervo do ator em sua plataforma. Aqui, temos o primeiro trabalho de Murphy no cinema. Dirigido pelo mestre Walter Hill, ele vive Reggie Hammond, um malandro encarcerado, tirado da prisão pelo policial durão Jack Cates (Nick Nolte) para que o ajude num caso de um assassino em série. A química explosiva entre os dois serviu de alicerce para o subgênero dos buddy cop movies. Esse é outro filme da lista de Murphy que merecia uma nova investida atual, em uma segunda continuação.

Procurado Vivo ou Morto

Um dos filmes de ação mais eletrizantes da carreira do saudoso Rutger Hauer, esta produção está completando 35 anos de seu lançamento em 2021 – ou seja, esta é a ocasião mais que perfeita para ser celebrada e revisitada. Quem cresceu na década de 80/90 certamente lembra da capa desta fita nas locadoras, estampada pelo ator loiro, sua jaqueta de couro e a pose com uma escopeta nas costas. Na trama, Hauer vive o caçador de recompensas Nick Randall (sentiram que o tema deste tipo de profissional era muito usado para filmes de ação da época), um ex-agente da CIA, sendo contrato de forma particular pela própria agência para caçar o terrorista responsável pelo bombardeio de um cinema em Los Angeles. Ah sim, o tal terrorista é interpretado por ninguém menos que Gene Simmons, vocalista da banda Kiss.

A Princesa Prometida

Existem filmes que emplacam mais em certos países do que em outros. Nós brasileiros volta e meia elegemos obras de ação ou séries que fazem muito mais sucesso por aqui do que em seu país de origem, por exemplo. Por outro lado, nos EUA, certas produções viram clássicos instantâneos, sem ter o mesmo apelo para outras partes do mundo. Este é o caso exatamente com A Princesa Prometida, um dos filmes mais adorados dos anos 80 para os americanos, que nunca teve muita ressonância aqui no Brasil. Misto de aventura, fantasia e comédia, aqui temos um conto de fadas medieval, com direito a gigantes, princesas e cavaleiros de capa e espada. Mas o filme vai além, sendo autoconsciente, usando de muita metalinguagem e tirando muito sarro de tudo. Além disso, traz o primeiro trabalho marcante da carreira de Robin Wright, que aqui vive a princesa Buttercup.

E.T. – O Extraterrestre

O que dizer desta aventura mágica recomendada para toda a família, que encantou plateias pelo mundo inteiro e segue deixando sua marca para as novas gerações, que já não tenha sido muito dito? Acreditamos de verdade que E.T. é um destes filmes atemporais que jamais será esquecido, mesmo sem ter uma continuação (o que esperamos que continue assim) ou ter gerado uma franquia. A história de amizade entre um menino de pais separados e uma criatura de outro planeta espelha a experiência do diretor em crescer em meio a separação de seus pais. Mas o que talvez nem todos saibam é que a Universal planejava a continuação e um tratamento do roteiro, que seria dirigido por Spielberg, pode ser encontrado online. E.T. 2 – Nocturnal Fears (ou Medos Noturnos) seria um filme bem mais intenso, beirando o terror. Por enquanto, ficamos mesmo com o clássico original, disponível na Amazon.

Kickboxer – O Desafio do Dragão

Um verdadeiro clássico das exibições diurnas da TV aberta, Kickboxer foi um dos filmes de ação e pancadaria responsáveis por fazer o nome do astro belga Jean-Claude Van Damme. Um nome que tem tudo a ver com as décadas de 1980 e 1990. Na trama, Van Damme vê seu irmão ser derrotado e ir parar numa cadeira de rodas durante um torneio de luta. Assim, ele mesmo decide treinar a arte marcial Muay Thai e adentrar no torneio a fim de se vingar do cruel oponente que deixou seu irmão em tal condição. Uma curiosidade é que mais quatro continuações foram lançadas (a maioria em vídeo), sem Van Damme. O “ator” voltaria apenas em 2016 para uma espécie de remake/reboot, agora no papel do mentor. Este longa de 2016 ainda gerou uma continuação dois anos depois.

Um Tira da Pesada II

Sim, após o lançamento de Um Príncipe em Nova York 2, Eddie Murphy é novamente a bola da vez. E para a Amazon, isso sem dúvidas é verdade. Assim, o ator já apareceu na lista duas vezes, com dois clássicos da ação, e não poderíamos terminar a matéria de outro forma. Aqui, ficaria marcada a primeira sequência da carreira do astro, e uma de seu primeiro grande sucesso no cinema. Após Um Tira da Pesada II, Eddie Murphy tratou de tirar do forno continuações de diversos sucessos seus, como 48 Horas – Parte 2 (1990), O Professor Aloprado 2 (2000), Dr. Dolittle 2 (2001) e, é claro, o citado Um Príncipe em Nova York 2. Nesta continuação, Axel Foley retorna para Beverly Hills a fim de parar a infame gangue dos “crimes do alfabeto”, comanda pela loiríssima Brigitte Nielsen (Stallone Cobra), ex-mulher na vida real de Sylvester Stallone.

Evan Peters e Kathy Bates confirmados na 8ª temporada de ‘American Horror Story’

Os veteranos Evan Peters e Kathy Bates estão oficialmente confirmados na 8ª temporada de ‘American Horror Story‘. Ryan Murphy falou um pouco sobre a adição ao elenco:

“Kathy e Sarah Paulson terão coisas maravilhosas para fazer,” Murphy contou ao EW. “E, com Evan Peters, os três serão os protagonistas deste ano.”

Sobre o rumor da próxima temporada se passar no futuro e ser intitulada ‘American Horror Story: Radioactive‘, Murphy se limitou a dizer:

“Eu ouvi sobre esse rumor. Bem, isso é baseado no fato que nós registramos vários títulos para o show. É uma ideia interessante. Não posso confirmar ou negar.”

 

De acordo com uma conta do Twitter especializada em furos sobre a série, @AHSLeaks, a Twentieth Century Fox acabou de registrar o título ‘American Horror Story: Radioactive‘, o que pode ser o subtítulo/tema da próxima temporada.

O subtítulo parece colaborar com a teoria que a série apresentará algum tipo de universo pós-apocalíptico, considerando que o próprio Ryan Murphy afirmou que o próximo ano se passará “em um futuro próximo”, ou seja, será a primeira temporada a não se passar no presente ou passado.

Murphy também revelou que “não terá nada a ver com o que vimos anteriormente. Será realmente assustador”.

Sarah Paulson já está confirmada na próxima temporada.

10 Grandes Filmes da atriz MARAVILHOSA Sandra Bullock

Filha de uma famosa cantora de ópera alemã e um funcionário do exército norte-americano Sandra nasceu no subúrbio de Arlington, no Estado da Virgínia. Os pais de Sandra se conheceram quando seu pai trabalhava no Exército na parte de entrega de correspondência em Nuremberg, inclusive se casaram na Alemanha. Enquanto sua mãe fazia turnês pela Europa, Sandra e sua irmã viveram 12 anos na Alemanha. Nesse período estudou balé e artes vocais.

Já nos Estados Unidos, na época do ensino médio, Bullock foi líder de torcida e atuou em produções teatrais da escola. Na faculdade, ingressou na East Carolina University (ECU) em Greenville, Carolina do Norte, onde se formou em Artes dramáticas em 1987. Para seguir seu sonho de ser atriz, se mudou para Nova York, onde se sustentou como bartender, enquanto fazia testes para papéis.

Hoje, aos 61 anos, sua carreira é cheia de vitórias e muitos filmes legais. Ela já ganhou um Oscar, um Globo de Ouro, dois SAGS. Inclusive, em 2010, ela foi nomeada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela Time.

Para reunir alguns dos ótimos trabalhos de Sandra Bullock no mundo mágico do cinema, segue abaixo uma lista:

 

Velocidade Máxima

Em meados da década de 90 Sandra Bullock estrelou ao lado do amigo Keanu Reeves o longa-metragem de ação Velocidade Máxima. Na trama, vemos a caça de um policial de Los Angeles a um psicopata terrível que usa explosivos em diversos pontos da cidade. Um filmaço que passou bastante na famosa Sessão da Tarde!

 

Miss Simpatia

Um dos filmes mais queridos da carreira de Bullock, acompanhamos a saga de uma policial que se infiltra em um concurso de Miss para decifrar os mistérios de um possível atentado. Dirigido por Donald Petrie o filme foi um tremendo sucesso mundial.

 

Tempo de Matar

Dirigido pelo ótimo cineasta Joel Schumacher e baseado no livro A Time to Kill, de John Grisham, Tempo de Matar é um filme de mais de duas horas, intenso, que mostra um advogado e sua assistente que vão defender um homem que cometeu um crime motivado por vingança e acabam sendo perseguidos por grupos racistas no sul dos Estados Unidos.

 

Gravidade

Tentando transformar a sala de cinema em um verdadeiro templo angustiante e de muito drama, o cineasta mexicano Alfonso Cuarón chegou aos cinemas anos atrás com o seu aguardado longa-metragem Gravidade. Com poucos personagens, muita tensão e efeitos especiais muito bem executados a esperança do veterano diretor era encontrar uma atriz que conseguisse passar sozinha toda a verdade da sensação de estar em uma situação desesperadora. A escolha não poderia ter sido melhor, Sandra Bullock tem o melhor desempenho de sua vida.

 

Cálculo Mortal

Nesse thriller surpreendente e exibido no Festival de Cannes em 2002, acompanhamos uma detetive que precisa decifrar um crime quando um corpo de uma jovem aparece no meio de uma região de matas na Califórnia. A investigação leva a dois jovens como possíveis autores do crime.

 

28 Dias

Um dos ótimos filmes da carreira de Bullock. Em 28 dias conhecemos Gwen (Bullock) uma jornalista que acaba sendo obrigada a entrar em uma clínica para receber o tratamento por seus problemas com alcoolismo. Aos poucos ela começa a analisar novamente todos os seus passos até ali.

 

Um Sonho Possível

Em 2009 Sandra Bullock faria o filme que lhe daria seu primeiro e único Oscar até hoje: Um Sonho Possível. No filme, baseado no livro de Michael Lewis, The Blind Side: Evolution of a Game, conhecemos um jovem e promissor jogador de futebol americano que é ajudado por uma mulher e sua família.

 

Enquanto Você Dormia

Dirigido por Jon Turteltaub e lançado em abril de 1995, Enquanto Você Dormia nos mostra a trajetória de uma mulher, que trabalha no metrô e se interessa por um passageiro frequente. Quando esse sofre um acidente e fica em coma, ela é confundida com a namorada dele. Bullock também recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz – Comédia ou Musical.

 

Crash

Vencedor do prêmio de Melhor Filme no Oscar de 2006, em Crash vamos vendo, a partir de um incidente, várias histórias e seus desenrolares. O filme fala bastante sobre o preconceito na sociedade norte-americana. O elenco é maravilhoso, nomes como: Sandra Bullock, Brendan Fraser, Matt Dillon, Don Cheadle, Ryan Phillippe, Thandiwe Newton entre outros.

 

Tão Forte e Tão perto

Existe alguma chave que ajuda a curar o sofrimento? Com essa pergunta pendurada no pescoço somos guiados por um jovem em uma busca emocionante, onde entendemos melhor vários estágios de uma perda muito sentida por uma família de classe média americana. Baseado no livro de Jonathan Safran Foer, o filme emociona e mostra que não podemos mudar o impossível, mas podemos tentar.

 

10 pequenos grandes filmes que merecem ser descobertos

Reza a lenda que nos pequenos frascos estão os melhores perfumes. E, quando pensamos em cinema, essa frase se mostra verdadeira: em poucos minutos, são o suficiente para alguns filmes conquistarem nossas reflexões e, em alguns casos, jogar sentimentos na tela que logo viram lições. Se você está procurando algo para assistir pelos streamings, dê uma chance a esses pequenos grandes filmes que merecem ser descobertos:

 

Arame Farpado (Globoplay – Canal Brasil)

Uma família leva uma vida simples no interior de São Paulo, batalhando diariamente pelo sustento. Tudo muda quando os dois filhos mais novos provocam um acidente em uma área isolada, obrigando a irmã mais velha a conduzir a vítima até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) mais próxima. Já à noite, ao chegar ao local, através de um silêncio ensurdecedor em muitos momentos, começam a revelar, pouco a pouco, os conflitos internos que marcam essa família.

 

A Última Loja de Consertos (Disney Plus)

Esse sensacional e emocionante documentário nos leva até a história de artesões que fazem parte de um grupo que conserta instrumentos musicais danificados de forma gratuita e devolvem aos seus donos.

 

Amarela (Globoplay)

No dia 12 de julho de 1998, a equipe masculina de Futebol Brasileira enfrentou a França na final da Copa do Mundo. Para Erika, uma adolescente nipo-brasileira, esse dia se torna marcante ao despertar conflitos emocionais profundos.

 

A Única Mulher na Orquestra (Netflix)

Nesse belíssimo curta-documental acompanha a história da contrabaixista Orin O’Brien, uma experiente musicista que foi primeira mulher da Filarmônica de Nova York.

 

Se Algo Acontecer…Te Amo (Netflix)

Se Algo Acontecer…Te Amo, curta-metragem disponível na Netflix (que legal ter curtas pelos streamings!), busca transformar pequenos minutos em grandiosos momentos contando o recorte de uma família, suas desilusões e algum caminho para a esperança.

 

Ro & the Stardust (Netflix)

No ano de 2040, em um planeta chamado Ecnue, habitado por humanos, Aurora ajuda sua avó a realizar seu sonho: construir um foguete.

 

Quartos Vazios (Netflix)

Trazendo outros olhares para a dor imensurável das tragédias em escolas que atingiram famílias em todo os Estados Unidos, o curta-metragem documental Quartos Vazios é um belíssimo e comovente filme, construído em meio a uma importante reportagem. Dirigido por Joshua Seftel, o projeto indicado ao Oscar 2026 parte do concreto de um registro: dos desabafos de um experiente profissional da comunicação, da emoção dos pais e de imagens que falam por si só.

Crítica | ‘Quartos Vazios’ – Indicado ao Oscar traduz dor imensurável

 

Os Cantores (Netflix)

Inspirado em um conto do século XIX do romancista e poeta russo Ivan Turgeniev, nesse curta-metragem acompanhamos parte de uma noite em um bar isolado, próximo a uma linha de trem, durante uma forte nevasca. Ali dentro, homens despejam suas mágoas com o presente e o sofrimento de memórias doloridas. Entre uma cerveja e outra, um deles lança um desafio inusitado: descobrir qual deles canta melhor. Revelações não faltam nos acontecimentos que se seguem.

Crítica | ‘Os Cantores’ – O impactante curta indicado ao Oscar 2026 que dilacera a solidão

 

O Diabo não tem Descanso (HBO MAX)

Este potente documentário acompanha um dia na vida da chefe de segurança de uma clínica de aborto, que enfrenta diariamente decisões dolorosas e a pressão de manifestantes incansáveis.

 

Dois Estranhos (Netflix)

Na trama, conhecemos um jovem trabalhador chamado Carter (Joey Bada$$), em um dia de grande alegria por ter conhecido um provável futuro amor, Perri (Zaria). Ele está voltando para casa e, ainda na calçada, em frente ao prédio onde estava, é abordado de maneira abrupta e desleal pelo policial branco, Merk (Andrew Howard). Em fração de segundos, sua vida corre sérios riscos. Acontece que um loop infinito é ativado (volta sempre ao mesmo dia e momento da tragédia) e agora o protagonista precisa encontrar alguma maneira de ter um final diferente para essa história. Mas será que existe?

 

Dossiê 007 | Moscou Contra 007 (1963) – Conheça o segundo filme da franquia do Espião James Bond

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada para o dia 30 de setembro de 2021 – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.

Aqui, continuamos com a primeira continuação da franquia para o cinema do personagem saído das páginas de livros de espionagem, escritos pelo autor britânico Ian Fleming. Moscou Contra 007 elevou ainda mais o jogo, sendo enaltecido por todos os fãs como superior ao original, e estabelecendo muito do que seria parte da mitologia do personagem em sua trajetória no cinema. Confira.

Leia também: Dossiê 007 | O Satânico Dr. No (1962) – Conheça o primeiro filme da franquia do espião James Bond

Produção

Com o sucesso de 007 Contra o Satânico Dr. No (1962), o primeiro filme do espião James Bond no cinema, pelo mundo, os produtores não demoraram para confeccionar uma sequência. De fato, a confiança na série cinematográfica era tanta que a produção do segundo 007 já havia começado antes do primeiro longa ser lançado nos cinemas britânicos. E como avisava o desfecho de Dr. No, James Bond voltaria em Moscou Contra 007 (From Russia With Love). A escolha do próximo livro a ser adaptado ao cinema era batata, já que Moscou havia sido eleito pelo presidente norte-americano John F. Kennedy como um de seus livros preferidos, e esta popularidade foi o que colocou água na boca dos produtores para adaptarem ao cinema as obras do autor Ian Fleming.

Com o dobro do orçamento fornecido pela EON em relação ao original, Moscou Contra 007 foi também o último filme lançado com o autor Ian Fleming ainda vivo.

James Bond

Tendo funcionado perfeitamente bem no papel, é claro que Sean Connery retornaria ao personagem que fez sua carreira. E não apenas isso, o resultado do segundo filme agradou tanto seu intérprete, que Connery não escondida sua predileção em relação a este longa. Para o ator, assim como para muitos fãs, Moscou Contra 007 é o filme favorito da franquia. Isso é tão verdade, que Sean Connery sairia de sua aposentadoria, em 2005, para dublar o personagem na adaptação de um videogame de From Russia With Love.

Mesmo com tamanha paixão, Connery, percebendo o quanto os produtores ganhavam com a obra em relação a ele, o astro, verbalizava já nesta época o desagrado em relação ao salário, mesmo tendo assinado contrato para cinco filmes. Assim, os produtores acharam por bem garantir-lhe, já nessa segunda incursão, um bônus de US$100 mil de agrado, além de seu salário.

Missão Secreta

O tema aqui é vingança. Mas não a vingança de James Bond, e sim vingança da organização criminosa SPECTRE em relação ao vilão do filme original, Dr. No (Joseph Wiseman), um membro eliminado por 007. Assim, agindo de todas as frontes, a organização contrata um assassino para eliminar o agente, além de uma Femme fatale para agir de isca e facilitar a morte do sujeito imbatível. Embora seja alvo da SPECTRE, Bond está por dentro da cilada, e está disposto a participar desta charada e virar o jogo para seus inimigos. Um dos momentos mais lembrados dos fãs é o combate corpo a corpo entre assassinos, passado no interior do expresso do oriente – o trem para o qual, curiosamente, Connery retornaria anos depois na adaptação de Agatha Christie, Assassinato no Expresso do Oriente (1974).

Outra curiosidade, é que o autor Ian Fleming estava cansado do personagem quando escreveu este livro, e assim decide mata-lo no desfecho. É claro que com o hype gerado pela declaração do presidente Kennedy, numa manobra tipicamente usada em Histórias em Quadrinhos, Fleming traz o personagem de volta, vivinho da Silva, para novos livros.

Bondgirls e Aliados

Em relação ao “interesse romântico” de James Bond no segundo filme, podemos afirmar com certeza que há um upgrade. Embora Ursula Andress e sua Honey Ryder sejam mais icônicas, a bondgirl deste filme, a russa Tatiana Romanova é um personagem bem mais interessante e repleta de camadas. Interpretada pela beldade italiana Daniela Bianchi, Tatiana é dita ser uma desertora russa, precisando ser protegida por Bond a fim de lhe entregar um artefato tecnológico capaz de comprometer seu governo durante a Guerra Fria vigente. É claro que ela é a “isca” mencionada anteriormente, e tudo não passa de um plano da SPECTRE em uma cilada. E Bond sabe bem disso, o que não o impede de se divertir um pouco com a moça. Porém, existe conflito na Bondgirl aqui, em servir seu país ou fazer o que é “certo”.

Fora isso, se no primeiro filme ganhávamos logo de cara a primeira aparição do “parceiro” americano de Bond, o agente Felix Leiter (nas formas de Jack Lord), é neste segundo que temos a primeira aparição do fiel escudeiro tecnológico de Bond, o Major Boothroyd, popularmente conhecido como Q – já desta data, interpretado pelo ator Desmond Llewelyn, que permaneceria no papel até a fase de Pierce Brosnan.

Vilões

Em relação ao original, Moscou Contra 007 também dá um upgrade em sua galeria de vilões. Aqui temos, por exemplo, a primeira “aparição” do arqui-inimigo de James Bond, o líder da organização criminosa SPECTRE, Ernst Stavro Blofeld. Bem, ou quase, já que ganhamos apenas um vislumbre de suas mãos acariciando o famoso gatinho branco e nunca vemos seu rosto. A esta altura ele também era referido apenas como “Número 1”. A “face” da organização no segundo filme é a de Rosa Klebb (e seu “sapato de lâmina mortal”). O filme é inclusive enaltecido por não “fetichizar” sua vilã, já que Klebb é interpretada pela “senhorinha” húngara Lotte Lenya. Klebb é a número 3 da organização. E sim, foi daqui a inspiração da paródia Austin Powers para a vilã Frau Farbissina (Mindy Sterling).

Mas o principal antagonista de Moscou Contra 007 é o anti-James Bond: o assassino Donald ‘Red’ Grant. Vivido pelo ator indicado ao Oscar Robert Shaw (que ficaria imortalizado como o pescador linha dura de Tubarão, 1975), Red Grant é quase uma “cópia carbono maligna” de 007. Tão bom, duro e eficiente quanto 007, ele é o assassino designado para dar cabo do espião. O que rende um dos trechos de ação mais viscerais da franquia e definitivamente da era Connery, com os dois se digladiando numa luta mortal mano a mano a bordo do expresso do oriente.

Relatório

Creio que até mesmo os mais entusiastas de Dr. No (1962) no fim das contas prefiram Moscou Contra 007 (1963). Esta sequência é um filme superior em todos os aspectos. Como dito, segue como o preferido de muitos de todos os filmes da franquia, e era o favorito do homem em pessoa, Sean Connery. Este segundo 007 é ainda um filme mais intimista, com Bond se tornando mais vulnerável, já que é alvo de assassinato. Fora isso, temos uma olhada maior na organização criminosa que é parte integral do cânone do universo do espião, e percebemos como esta agência do terrorismo funciona, de forma extremamente organizada. São muitas peças agindo ao mesmo tempo, todas com o mesmo objetivo, dar fim ao herói.

Porém, nem tudo é perfeito. E assim como Dr. No (1962) em seu retrato racial estereotipado de asiáticos e negros, em Moscou Contra 007 (1963) nem tudo pode descer redondo em relação ao retrato feminino. Bem, é claro que esta era apenas a mentalidade da época, e aqui falamos da década de 1960. Mesmo assim, estejam avisados que nem tudo apresentado no longa será aceitável para os padrões de hoje. O trecho que mais chama atenção como “dolorido” é a luta entre duas mulheres numa comunidade nômade (o termo cigano é considerado ofensivo hoje, e foi o que levou ao cancelamento da atriz Elizabeth Olsen). No filme, elas lutam pelo afeto de um homem. No meio da luta, há um ataque da SPECTRE, o qual é impedido por Bond. Como forma de recompensa-lo, o povo nômade lhe concede um desejo e ele pede para o fim da luta entre as mulheres. Sentimento nobre. No entanto, o líder do local oferece as duas para cuidarem dele?! E bem, você pode imaginar o que acontece depois…

Por conter esta cena, Moscou também é considerado como precursor da imagem extremamente sexual que seria atrelada ao personagem, já que em pleno ano de 1963, antes da liberdade sexual que seria instaurada pelo movimento hippie, o filme “sugeria” escancaradamente para quem quisesse ver ou entender, que James Bond ia para a cama com duas mulheres. Um assunto que seria recorrente, mas também mudaria sua abordagem ao longo das décadas. Mas isso é assunto para próximos textos desta série de matérias – que retorna em breve com 007 Contra Goldfinger (1964).

Diretor confirma que remake de ‘Maniac Cop – O Exterminador’ está acontecendo

Apesar do roteirista do remake de ‘Maniac Cop – O Exterminador‘, Ed Brubaker (‘Capitão América: Soldado Invernal‘), ter dito um tempo atrás que o projeto estava no limbo, o diretor, John Hyams (‘Soldado Universal 4 – Juízo Final‘), confirmou que a refilmagem ainda está em desenvolvimento. Em entrevista ao Birth Movies Death., o diretor revelou:

“Parece que nada está acontecendo, mas, na verdade, está sim. Nós temos trabalhado no projeto por alguns anos, com algumas paradas no meio do caminho. Mas vai acontecer. Atualmente, Nic Refn, nosso produtor, que é um cineasta maravilhoso, e um ótimo cara, está aprontando todos os detalhes. Nós estamos desenvolvendo o projeto, que acabou de sofrer uma reviravolta interessante recentemente.”

“Isso é tudo o que eu posso falar pelos próximos meses, mas está tudo se encaixando perfeitamente,” adiciona Hyams ao site.

O remake será ambientado no presente, e seguirá um determinado policial de Los Angeles que é enviado para descobrir a verdade sobre brutais assassinatos de pessoas inocentes por um dos seus colegas policiais.

Crítica | O Homem do Norte – Uma Obra-prima orquestrada por Robert Eggers

Quando a vingança é o único caminho de um destino. No seu terceiro longa-metragem, o cineasta norte-americano Robert Eggers realiza uma obra-prima, profunda em seu refletir, que nos apresenta desde uma história sangrenta de vingança até os laços familiares corrompidos com pitadas de misticismo. Sem esquecer da ação na movimentação desse enorme tabuleiro cheio de peças fascinantes somos envolvidos em um épico quase shakespeariano que bebe também da fonte de Conan, o Bárbaro, repleto de entrechoques com elaborações de metáforas por todos os lados com um trabalho primoroso de Eggers na direção. Esse é um filme para ser visto em uma sala de cinema, fundamental para total experiência.

Na trama, conhecemos Amleth (Alexander Skarsgård), num primeiro momento um jovem que vê seu mundo se despedaçar ao assistir a morte violenta de seu pai, o rei Aurvandil (Ethan Hawke). Jurando vingança, ele foge do lugar que conhecia como lar e passa por uma enorme transformação sem deixar de se consumir por uma sede de retaliação que o faz retornar anos mais tarde ao local onde nascera para confrontar, e até mesmo aterrorizar, os responsáveis pela morte de seu pai. Mas nesse caminho, algumas variáveis imprevisíveis surgem como por exemplo um sentimento que ele sempre se confundiu, o amor.

O enredo é vagamente baseado na história de Amleth, que aparece na coleção escrita pelo escritor e historiador dinamarquês medieval Saxo Grammaticus, a Gesta Danorum. E sim, Amleth é muito parecido foneticamente com Hamlet! Inclusive reza a lenda que Shakespeare se inspirou na saga de Amleth para criar a famosa história do príncipe da Dinamarca. Em O Homem do Norte podem-se traçar inúmeros paralelos entre a trajetória e até mesmo os obstáculos desses dois fascinantes personagens.

O conflitos familiares e suas surpresas levam o protagonista a uma desconstrução impressionante mas que ao mesmo tempo, consumido pelo seu único sentimento como foco, a vingança, navega pelo real e a crença para formar sua personalidade em uma época de batalhas intensas e traições de deixar o queixo caído. Há cenas impactantes que geram reflexões conflituosas, principalmente quando a variável do amor é incluída no pensar de protagonista.

Muitas palavras podem definir esse longa-metragem. Épico é, sem dúvidas, uma delas. Estimado em cerca de 60 milhões de dólares, o projeto é ambientado durante a colonização inicial da Islândia, antes do ano 1000 D.C. , uma terra gelada, de difícil acesso. Em seu enredo e o modo como a história é contada, dentro de uma narrativa simples mas com bastante intensidade nos diálogos, nos leva a uma rica viagem sobre os costumes e cultura desse lugar, e também dessas pessoas que ali habitavam.

E como é importante a área da pesquisa em um projeto cinematográfico! É encantadora a riqueza dos detalhes da cultura Viking, desde os emblemáticos cascos das embarcações com ar de umbratil até mesmo o modo de viver são fruto da minuciosa pesquisa que a produção fez com historiadores e arqueólogos sobre a história medieval.

O Homem do Norte é um dos mais impactantes filmes lançados nos cinemas nos últimos anos. Uma aula de história, uma fábula sobre vingança, a descoberta por muitos de uma cultura extremamente dedicada à guerra e suas crenças míticas, uma produção impecável que merece ser vista nos cinemas.

10 FILMES BRUTAIS que misturam sangue, medo e agonia

Ao tratar os momentos de tensão como uma ferramenta do chocar, algumas obras mergulham rapidamente nas agonias de uma situação. Esses filmes, geralmente, contém algumas cenas que dão muita aflição em quem assiste. Se você que tem estômago forte e curte filmes intensos, anote as dicas abaixo:

 

Vingança Brutal (Prime Video)

Estrada (Omar Chaparro) é um militar respeitado, de alta patente, integrante de uma força especial do exército mexicano. Ao lado de sua equipe, consegue capturar um criminoso ardiloso, com contatos nas mais altas instâncias. Alguns dias depois, acaba vendo sua esposa ser assassinada a sangue frio por um grupo de pessoas provavelmente ligado ao criminoso preso. O tempo passa e Estrada precisa ficar no anonimato e conta com a ajuda de um outro militar, Miguel (Alejandro Speitzer). Quando se vê numa estrada sem rumo, algo inusitado acontece com Estrada: ele ganha um prêmio milionário na loteria. Assim, com o dinheiro no bolso, reúne parte de sua ex-equipe e parte para uma vingança contra os responsáveis pela morte de sua esposa.

 

Prédio Vazio

Desde criança tendo lembranças vagas de um certo momento traumático que viveu com sua mãe, a jovem Luna (Lorena Corrêa) está em um relacionamento ainda de descobertas com o namorado (Caio Macedo). Quando ela percebe que a mãe (Rejane Arruda) possa estar em perigo durante os últimos dias de carnaval, viaja até Guarapari em sua busca, entrando num edifício arrepiante na orla capixaba. Nesse lugar, vai se deparar com um enorme pesadelo.

 

O Elixir (Netflix)

Um bem-sucedido empresário do ramo de produtos de origem vegetais (Donny Damara) se vê em uma tempestade de conflitos na sua família após se casar com a melhor amiga da filha (Eva Celia Latjuba). Além disso, está disposto a continuar com a sua empresa, mesmo com ofertas generosas de terceiros, fato que não é bem aceito por outros integrantes. Durante uma reunião familiar, ele toma um novo composto que o faz rejuvenescer quase instantaneamente, mas logo acaba vindo os efeitos colaterais, propagando um surto zumbi na região onde mora.

 

Com Unhas e Dentes (Netflix)

Ambientado em um mundo distópico, onde a fome se tornou um dos graves problemas da humanidade, um lutador de Muay Thai (Mark Prin Suparat) sobrevive do jeito que pode ao lado da companheira, a cirurgiã Rin (Nuttanicha Dungwattanawanich). Quando o local onde ela trabalha é tomado por uma epidemia zumbi, o lutador fará de tudo para conseguir salvá-la.

 

Noites Brutais (HBO MAX, Telecine)

Tess (Georgina Campbell) chega em Detroit para uma importante entrevista de emprego e aluga uma casa pelo Airbnb. Quando chega ao local, acaba dando de cara com Keith (Bill Skarsgård), que também fez a mesma reserva da casa para aquela noite. Eles entram em acordo e ambos dormem no lugar. No dia seguinte, ao voltar pra casa, Tess acha um corredor no porão escondido e lá é surpreendida. Logo após isso, conhecemos um outro importante personagem, AJ (Justin Long), que vai acabar encontrando Tess em um momento perturbador.

 

40 Acres (Netflix)

Com uma competente construção narrativa, que explora com eficiência muitos pontos do roteiro – dividido em alguns atos bem definidos – e apresenta um bom desenvolvimento dos personagens dentro de um contexto bem amarrado, com explicações razoáveis, o projeto dirigido pelo cineasta canadense R.T. Thorne, em sua estreia em longas-metragens, nos leva por dilemas envolvendo recursos escassos, ao mesmo tempo em que foca nas relações pessoais ligadas à moral em contexto apocalíptico.

Crítica | ‘40 Acres’ – Canibais e a luta pela sobrevivência em uma narrativa eficiente

 

Inferno Sangrento (Prime Video)

Na trama, conhecemos Rex (Ben O’Toole), um ex-militar, perturbado psicologicamente, com uma visão de si mesmo que aparece em meio a todos os conflitos que passa. Ele está em um presente complicado após ser o protagonista de uma abordagem imprudente dentro de um banco. Por conta da repercussão da história, é perseguido por paparazzis e se torna um rosto famoso na multidão. Buscando se livrar de todo esse holofote, resolve comprar uma passagem apenas de ida para a Finlândia onde seu destino se cruza com uma aterrorizante família de psicopatas – que inclusive pratica o canibalismo.

 

A Última Casa à Esquerda (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Dirigido por Dennis Iliadis esse é um daqueles filmes muito tensos e recheados de surpresas. Na trama, conhecemos alguns fugitivos que após maltratarem duas garotas, acabam buscando refúgio na casa da família de uma delas, desencadeando uma vingança brutal por parte da família.

 

Piggy

Sara (Laura Galán) é uma adolescente que sofre frequentemente bullying das outras garotas da região onde mora. Certo dia, após ir nadar sozinha numa espécie de piscina que tem no local, acaba passando por mais uma situação constrangedora, tendo suas roupas roubadas e precisando voltar pra casa com o que não foi roubado. Nessa caminhada, seu destino cruzará com uma série de pessoas e situações que a colocarão no centro de escolhas aterrorizadoras.

 

Invasão Zumbi (Netflix)

Seok Woo (Yoo Gong) vive com sua mãe e sua filha em um bairro nobre. Certo dia, a pedido de sua filha Soo-na (Soo-an Kim), resolve embarcar em um trem para encontrar a mãe da menina. Só que uma simples viagem acaba se tornando um grande pesadelo: quando já estão dentro do trem, acabam sabendo que um vírus transformou pessoas em zumbis e uma grande luta pela sobrevivência começa.

 

 

Homem-Aranha completa 19 anos | Saiba por onde anda o elenco do filme de 2002

O primeiro filme do ‘Homem-Aranha‘, dirigido por Sam Raimi, chegou aos cinemas dos Estados Unidos há exatos 19 anos, no dia 3 de maio de 2002. Após o sucesso das adaptações de ‘Blade‘ e ‘X-Men‘ no final dos anos 1990 e início dos 2000, Sony Pictures levou o termo blockbuster ao próximo nível quando o filme do aracnídeo conquistou a terceira maior bilheteria global de 2002 (US$ 821 milhões).

Pensando nisso, o CinePOP criou uma matéria especial mostrando por onde anda o elenco da superprodução.

 

Confira:

Tobey Maguire (Homem-Aranha / Peter Parker)

Muitos podem não saber, mas a Marvel passou por uma epopeia até se tornar a maior potência, não só do subgênero, mas como do cinema pipoca da atualidade. Uma boa leitura para ficar por dentro do assunto é Marvel Comics – A História Secreta, de Sean Howe. No livro, temas como a quase falência da empresa são abordados. O que levou à venda de seus principais personagens para grandes estúdios produzirem superproduções. Funcionou momentaneamente, e ocasionou uma reviravolta positiva para a empresa. Nesse processo, o Homem-Aranha ficou com a Sony, então Columbia Pictures, e quase foi produzido com James Cameron na direção e Leonardo DiCaprio como o herói. Imaginem Schwarzenegger como o Doutor Octopus.

Para o bem ou para o mal, Tobey Maguire, então com 27 anos, interpretou o colegial Peter Parker. O filme perpassa rapidamente pelos anos escolares, incluindo uma viagem de turma ao laboratório que o transforma no superpoderoso herói, e depois já o tem tirando fotos num jornal. Maguire parece ter sido a escolha perfeita e até hoje possui seus admiradores, que o enaltecem como melhor Parker possível mesmo com a dancinha ridícula no terceiro. Antes do blockbuster, Maguire já havia chamado atenção no circuito independente com filmes como Tempestade de Gelo (1997), A Vida em Preto e Branco (1998) e Regras da Vida (1999).

Desde o término de suas obrigações como o Homem-Aranha, em 2007, Maguire apareceu em pouquíssimos filmes, cinco para ser preciso, e uma minissérie cômica – dentre os quais o mais conhecido é a reimaginação de O Grande Gatsby (2013). O ator emprestou sua voz para a animação O Poderoso Chefinho, na qual dublou Tim adulto, o narrador da história.

Foto mais recente de Tobey Maguire

Kirsten Dunst (Mary Jane Watson)

A escolha para a personagem no primeiro filme foi inusitada, já que os fãs do herói não abrem mão do cânone de seu primeiro grande amor perdido, Gwen Stacy. A personagem viria a aparecer no terceiro longa da franquia, e no reinício O Espetacular Homem-Aranha (2012). Embora tenham acertado na escolha (com Emma Stone protagonizando), ninguém deu muita bola. Aqui, é Mary Jane a opção, a vizinha de Peter e primeiro amor – assim diz Raimi. Para o papel, surge a ex-atriz mirim Kirsten Dunst, cuja primeira aparição nas telonas em Entrevista com o Vampiro (1994) foi nada menos que marcante. Ao menos ela teve mais sorte do que Shailene Woodley, que, deletada de sua participação como Mary Jane nos filmes de Marc Webb, jamais poderá ser vista. Atualmente, uma versão mais antenada etnicamente foi abordada, com a carismática Zendaya no papel em Homem-Aranha: De Volta ao Lar e Longe de Casa.

Aqui, Dunst adentrava nova fase da carreira e era vista pela primeira vez de forma unânime como uma bela jovem mulher.  A naturalidade e química com Maguire foram o que a conseguiram o emprego. Porém, assim como Maguire, a carreira de Dunst parece ter sido afetada pela fama colossal proporcionada pelo longa, e isto talvez a tenha traumatizado. Desde então, ela vem se mantendo fora dos holofotes e tem optado trabalhar com cineastas renomados em filmes menores. Melancolia (2011), Destino Especial (2015) e O Estranho que Nós Amamos (2017) são exemplos disso. A atriz também participou da segunda temporada da série de sucesso Fargo (2015) e seu último trabalho lançado foi o terror de arte Woodshock (2017).

Atualmente, ela estrela a elogiada série ‘On Becoming a God in Central Florida’ (2019), exibida no canal Showtime.

Willem Dafoe (Duende Verde / Norman Osborn)

Mais de dez anos antes da participação relâmpago de um Chris Cooper acamado e moribundo na pele do arqui-inimigo Norman Osborn, identidade secreta do Duende Verde (que é para o Homem-Aranha, o que o Coringa é para o Batman), Willem Dafoe casava como uma luva no personagem. Além de ter sido um dos melhores antagonistas de um filme na história do subgênero, destruindo com sua atuação nas cenas dramáticas de esquizofrenia, quando o personagem trava embates consigo mesmo, Dafoe estava numa forma física tão ridiculamente confortável, que dispensou dublês para suas performances com o vilão já mascarado.

Dafoe, é claro, já era um ator renomado a esta altura, e serviu como peso ao elenco jovem. Algo como Jack Nicholson no Batman de Tim Burton, filme que iniciou a tendência de se ter o maior nome do elenco interpretando o antagonista. O ator já tinha duas indicações nas costas antes do filme, e recentemente engavetou mais uma este ano, por Projeto Flórida. Fora isso, Dafoe esteve em Onde Está Segunda?, da Netflix, e no novo Assassinato no Expresso do Oriente, ambos de 2017. O veterano talentoso também estrelou em uma superprodução da rival DC, como Nuidis Vulko em Aquaman, de James Wan.

Após o elogiadíssimo O Farol (2019), Dafoe retorna em Aquaman 2 (2022).

James Franco (Harry Osborn)

Na versão do Homem-Aranha na Marvel, nem Harry Osborn, nem Gwen Stacy deram as caras ainda. Mas no equívoco duplo do diretor Marc Webb, Harry ganhou vida nas formas de Dane DeHaan. Mais fiel aos quadrinhos, um então desconhecido James Franco era a imagem escarrada do filho de Willem Dafoe. O triângulo amoroso construído entre ele, Peter e MJ resvala ao longo da trilogia, assim como a subtrama envolvendo a morte de seu pai pelas mãos do Homem-Aranha, a quem Harry vê como o vilão da história, sem saber na verdade se tratar do alter ego de seu melhor amigo. Se isso não é drama Shakespeariano, eu não sei o que é.

Franco ficou conhecido com o filme, e desde então se tornou figura fácil no segmento independente, estrelando diversas produções e inclusive estreando como diretor. Dono de projetos conceituais e até difíceis de consumo pelo grande público, o ator já soma 38 créditos como diretor, entre longas, curtas, documentários, episódios de séries de TV e filmes feitos para a TV. Fora isso, tem obras cultuadas no currículo pós-Homem-Aranha, vide 127 Horas (pelo qual foi indicado ao Oscar) e Spring Breakers – Garotas Perigosas, de Harmony Korine. Franco também é dono de constante parceria com Seth Rogen, amigo pessoal, com quem trabalhou em comédias escrachadas como Segurando as Pontas (2008) e É o Fim (2013). Recentemente, recebeu inúmeros elogios da imprensa especializada por seu último trabalho, a homenagem O Artista do Desastre – indicado para melhor roteiro original no Oscar.

J.K. Simmons (Comissário Gordon JJ Jameson)

Simmons sempre foi aquele ator coadjuvante de luxo, que jurávamos já ter visto, mas não sabíamos muito bem onde. Sua caracterização como o editor linha dura do Clarim Diário foi tão certeira, que nenhuma outra produção do Aranha, até o momento, se atreveu a substituí-lo. Bem, o próprio ainda deseja voltar ao papel. Ainda mais depois de ver o resultado de sua participação como o Comissário Gordon dos novos filmes da DC, tendo estreado em Liga da Justiça (2017). Se arrependimento matasse…

O ator também, é claro, venceu o Oscar de coadjuvante na pele de outro tutor linha dura, o professor de música Fletcher, na obra-prima de Damien Chazelle, Whiplash: Em Busca da Perfeição (2014). Ele faz uma participação especial em Homem-Aranha: Longe de Casa.

Rosemary Harris (tia May)

A escolha de elenco para Homem-Aranha foi perfeita. Poucos filmes do gênero souberam representar de forma tão impressionante os personagens dos quadrinhos em live action. Já citamos Willem Dafoe como Osborne e Simmons como Jameson, mas não bastasse isso, Sam Raimi fechou o caixão com este último prego, Rosemary Harris como a adorável tia May. Não tem para ninguém. Não tem para Sally Field como uma May mais avoada, nem para Marisa Tomei como a hot May. Harris é a encarnação definitiva da personagem. Se ao menos ela pudesse ganhar aquela torradeira. A atriz é uma veterana, tendo iniciado a carreira ainda na década de 1950, e possui 60 créditos em sua filmografia. Um de seus últimos trabalhos conhecidos foi a comédia de espionagem Guerra é Guerra (2012). Ela ainda está em atividade.

Cliff Robertson (tio Ben)

Cliff Robertson personificou a imagem do doce e conselheiro tio Ben. Ele foi o responsável por imortalizar a frase: “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”. Como todos sabem, o mentor e figura paterna de Peter Parker precisa ser assassinado para que o herói aprenda uma grande lição. Na nova encarnação do Aranha, já na Marvel, não fica 100% clara a existência ou perda do personagem, tudo é muito sutilmente pincelado. Robertson, falecido em 2011 aos 88 anos, não era muito parecido com sua contraparte nas telas, na vida real. Quem já assistiu ao documentário De Palma (2015), sobre o lendário cineasta Brian De Palma, sabe das “travessuras” que o veterano ator aprontou durante as filmagens de Trágica Obsessão (1976), tornando a vida do diretor e de seus companheiros de cena bem difícil. Homem-Aranha 3 (2007) foi seu último trabalho no cinema – o personagem volta em forma de flashback.

Joe Manganiello (Flash Thompson)

Bem, se a DC ainda não é conhecida por roubar os atores da Marvel, ela ao menos pode ser conhecida por recolher os atores desta que é uma das primeiras grandes produções da fase de prata dos quadrinhos no cinema. Willem Dafoe em Aquaman, Simmons como Gordon e agora temos o fortão Joe Manganiello, que viveu o bully Flash, trocando de lado e se tornando o vilão Exterminador, o mercenário mais cultuado da casa. Um vídeo seu caracterizado como o inimigo havia vazado na internet – se tratava de um teste.

Mas como pudemos ver na cena pós-créditos de Liga da Justiça (2017), Manganiello aparece com as vestimentas, tapa olho e barba branca do criminoso em uma reunião no iate de Lex Luthor (Jesse Eisenberg). Especula-se que ele será a grande ameaça, ou uma das, em The Batman, filme nebuloso sobre o herói da empresa, que tem Matt Reeves na direção e se encontra em fase de pré-produção. São prometidas também duas outras aparições do personagem, em Liga da Justiça- Parte 2 e num filme solo. O ator, marido de Sofía Vergara na vida real, e esteve no elenco do blockbuster Rampage: Destruição Total.

Bill Nunn (Joseph ‘Robbie’ Robertson)

Outro ator que infelizmente não está mais entre nós, Bill Nunn faleceu jovem aos 62 anos em 2016. Com uma carreira datando do início da década de 1980, Nunn ficaria marcado como o personagem Radio Raheem no hino essencial de Spike Lee, Faça a Coisa Certa (1989). Na pele de Robbie, jornalista veterano do Clarim Diário, presente em várias encarnações do herói, seja nos quadrinhos ou nos desenhos animados, Nunn refletiu a amizade e cumplicidade do personagem em relação ao jovem Parker. Em alguns momentos durante a trilogia, detalhes deram a entender inclusive que Robbie sabia da dupla jornada do protagonista. Os últimos trabalhos do ator foram as participações no filme A Luta por um Ideal (2012), com Viola Davis e Maggie Gyllenhaal; e na série Sirens.

Elizabeth Banks (Betty Brant)

Atriz e diretora estabelecida, Elizabeth Banks é ativista de causas das mulheres. Muito ligada ao feminismo e à representatividade por direitos igualitários, Banks começou a carreira na pele da secretária Betty Brant, que nos quadrinhos tinha uma quedinha por Peter. Nos filmes, o afeto pelo protagonista também se faz presente. Mas não pense que a personagem é subestimada – ela chega dando conselhos ao herói e mantendo a disciplina do chefe autoritário, inclusive rendendo momentos hilários no terceiro filme, na cena com os remédios do patrão.

Como atriz, Banks é mais adepta do cinema independente, apesar de já ter se aventurado outras vezes pelo mainstream. A mais famosa delas foi como Bozolina Effie, da franquia Jogos Vorazes (2012-2015). Ano passado foi a vez dela se tornar a vilã, na pele de uma mais jovem e recauchutada Rita Repulsa, em Power Rangers. Como diretora, ela está vinculada ao novo As Panteras, que terá Kristen Stewart como uma das três protagonistas.

Bruce Campbell (Anunciante da Luta)

Como a trilogia foi dirigida por Sam Raimi, amigo de longa data do ator Bruce Campbell, sua participação nos três filmes estava mais que garantida. A parceria da dupla começou lá atrás, com o primeiro filme de ambos, o terror Evil Dead – A Morte do Demônio (1981), filme de conclusão de curso, realizado entre amigos. Este filme também se tornou uma trilogia, e Campbell ficaria imortalizado numa simbiose como o herói canastrão Ash. Nos filmes do Homem-Aranha, o ator faz participações, sempre hilárias, a cada filme interpretando novo papel.

No primeiro, ele é o anunciante da luta que Parker faz para ganhar dinheiro, e é através de um equívoco seu que nasce o nome Homem-Aranha. Na continuação, de 2004, ele vive o porteiro da peça de Mary Jane, que não deixa o herói adentrar, e no terceiro, o maître trapalhão de um restaurante chique. Campbell reviveu Ash na série Ash VS Evil Dead, produzida por Raimi, que durou três temporadas, e infelizmente chegou ao fim.

Sam Raimi (Diretor)

Como dito no item acima, o diretor Sam Raimi começou a carreira em filmes de terror. Seu desejo por comandar um filme de super-herói ficou claro logo de início também. Sem os direitos para tal, resolveu criar seu próprio em parceria com a Universal. Desta forma, nascia Darkman – A Vingança Sem Rosto (1990), com Liam Neeson e Frances McDormand, um longa que tem filme de origem de super-herói escrito nele todo. Depois do terceiro filme do Homem-Aranha, de 2007, voltaria às raízes com o hilário e assustador Arraste-me para o Inferno (2009). Seu último filme na direção foi o blockbuster que veste com nova roupagem um dos maiores clássicos da sétima arte, Oz: Mágico e Poderoso (2013), pré-sequência de O Mágico de Oz (1939).

Ele fará seu grande retorno na direção de Doutor Estranho 2 (2022).

Estreia das novas temporadas de ‘Colony’, ‘O Atirador’ e ‘A Rainha do Sul’ foram definidas pelo USA

O canal USA Network já definiu sua grade na próxima Summer Season! Foram divulgadas as estreias das novas temporadas de três das suas séries mais populares.

A terceira temporada de ‘Colony‘ chegará no dia 2 de maio, já ‘Shooter‘ e ‘Queen of the South‘ estrearão um pouco mais tarde, no dia 21 de julho.

Ansiosos para o retorno das séries?

10 Filmes Bastante Interessantes sobre VIAGEM NO TEMPO

A curiosidade sempre nos fez criar expectativa com produções que de alguma forma nos fazem embarcar em viagens de segundas chances dentro do espaço/tempo. Não somente no óbvio conceito de literalmente viajar no tempo mas também no campo do inusitado, quando por exemplo os personagens acordam no mesmo dia.

Pensando em cima desse conceito do tempo, segue abaixo 10 filmes bastante interessantes sobre Viagens no tempo:

 

O Homem do Futuro

Na trama, um cientista muito inteligente que beira ao genial descobre uma maneira de voltar no tempo através de uma de suas experiências. Com isso, tem a chance de mudar alguns acontecimentos trágicos no passado e tentar ficar com o grande amor de sua vida, Helena. Só que nada é tão fácil quando se tenta mudar fatos que já ocorreram.

 

Questão de Tempo

Um pôster do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain preso na parede de um quarto já era o primeiro indicador que iríamos conhecer um sonhador, romântico e que faz de tudo para ser feliz. Em Questão de Tempo, o diretor e roteirista neo zelandês Richard Curtis (Um Lugar Chamado Notting Hill) nos leva a conhecer Tim e sua incrível jornada à procura de um futuro ao lado de um grande amor. Uma trilha sonora jovem e popular embala esse ótimo trabalho que é aquele tipo de filme que todo mundo na sala de cinema faz uma corrente imaginária positiva para que o desfecho seja feliz.

 

Interestelar

Não consuma a ternura com apenas uma boa noite, sonhe, imagine e principalmente acredite, é real! Para alegria dos cinéfilos de todo o planeta, o cineasta norte-americano Christopher Nolan voltou aos cinemas anos atrás com mais um daqueles trabalhos impactantes que, dessa vez, deve ter deixado até o Stephen Hawking de cabelos em pé. Interestelar é um drama que mostra a saga da humanidade rumo ao desconhecido mundo das galáxias e da relatividade do tempo no espaço. Orçado em 150 Milhões de dólares e com câmeras Imax sendo utilizadas em grande parte das filmagens, o novo trabalho do espetacular diretor da lendária trilogia do homem morcego é mais um daqueles filmes eletrizantes que valem a pena serem conferidos numa sala de cinema.

 

O Predestinado

Dirigido pelos cineastas e irmãos alemães Michael e Peter Spierig, O Predestinado é algo como o primo mais velho do espetacular A Origem e tio de terceiro grau de todos os bons filmes sobre viagem no tempo que já foram produzidos até hoje. A criatividade e inteligência dos irmãos na direção desse filme é algo fabuloso, raramente um filme prende sua atenção todos os segundos de projeção. Ethan Hawke dá um verdadeiro show na pele do protagonista, um dos melhores e mais enigmáticos papéis de sua vasta carreira.

 

A Morte Te dá Parabéns

O ‘Bu’ que já vimos em outros filmes. Misturando Feitiço do Tempo (com direito a citação ao fim da trama) com diversos filmes do universo terror dos anos 90 (encabeçado pela saga clássica de Wes Craven – Pânico) chegou aos cinemas brasileiros perto da simbólica data de Dias das Bruxas de anos atrás, A Morte Te dá Parabéns. Sem nenhuma pretensão de fazer algo diferente do que visto em outros roteiros, em relação aos mistérios envoltos a um assassino mascarado, esse projeto ganha a intenção apenas de trazer para geração do whatsapp um pouco do passado dos filmes de terror norte-americano que levaram milhares ao cinema para conhecer seus mistérios.

 

Contra o Tempo

O filme começa de maneira confusa e com poucas informações fazendo os expectadores ficarem uma pouco alerta em relação a todos os diálogos e cenas. Ao longo da trama situações começam a aparecer e se desenrolar para um desfecho interessante. Realmente isso acontece e o final salva o filme, pois, dá uma explicação chave para quem prestou atenção desde o começo.

 

Feitiço do Tempo

Quem nunca assistiu ou ouviu falar desse filme? Um grande clássico da sessão da tarde, tornou o nosso homenageado muito mais famoso no nosso país. Dirigido por Harold Ramis, o filme que tem Bill Murray e Andie MacDowell como protagonistas, se passa na Pensilvânia e nos apresenta um rabugento meteorologista (interpretado por Murray) que acaba ficando preso em um loop temporal. Teve um orçamento de cerca de 17 milhões de dólares e faturou mais de 70 milhões de dólares só em bilheteria. Um dos grandes sucessos da carreira de Bill Murray.

 

Efeito Borboleta

Um dos filmes mais elogiados quando pensamos no assunto, estrelado por Ashton Kutcher o projeto nos leva a uma aventura das escolhas dentro de realidades alternativas após intervenções nos acontecimentos do passado. Dirigido pela dupla Eric Bress, J. e Mackye Gruber.

 

Durante a Tormenta

Filme espanhol escrito e dirigido por Oriol Paulo, se joga no conceito do efeito borboleta onde uma junção entre duas linhas de tempo modifica completamente a vida de uma mulher.

 

Antes que Termine o Dia

Um dos filmes mais tristes ainda na era das locadoras, o filme nos mostra uma grande história de amor entre duas pessoas completamente diferentes. Após um acidente, uma segunda chance de amar aparece. Estrelado por Jennifer Love Hewitt.

 

 

Trabalho, stress e você só quer um descanso? 10 Dicas de Filmes pra pensar sobre a vida!

A vida não anda fácil. Com o mundo mudando e a velocidade de tudo transbordando em cada parte de nossas vidas, o esgotamento emocional, em algum momento de nossas trajetórias, parece uma questão de tempo. Nessas horas, a melhor coisa a fazer é buscar relaxar. Uma das opções é dar o play em filmes que realmente façam você refletir sobre a vida. Abaixo, deixamos algumas boas dicas:

 

O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas (Prime Video)

Mark (Kyle Allen) é um jovem com problemas de comunicação com o pai, que vê a mãe muito pouco, afastado da irmã, que possui apenas uma certeza: seguir em frente na tentativa de entrar em uma faculdade para cursar artes. A questão aqui é que ele está em Loop, em uma repetição infinita de um mesmo dia. Até que uma hora, conhece Margaret (Kathryn Newton), um jovem que ama astronomia e que está na mesma situação que ele. Assim, essa dupla de descobridores sobre a essência da vida irá precisar reunir forças para combater todos os dramas e fortes emoções que virão pela frente, numa jornada de autodescoberta.

 

Meu Bolo Favorito (Reserva Imovision)

A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.

 

O Que Tiver que Ser (Netflix)

O Que Tiver que Ser, abraça o labirinto angustiante da melancolia mostrando versões de um sufocar que encontram as reconexões através do mais forte dos sentimentos.

 

Às Vezes quero Sumir (MUBI)

Contemplando um estado de solidão, dando sentido ao mesmo através do olhar sensível e imaginativo de uma intrigante protagonista, Às Vezes Quero Sumir, novo trabalho da cineasta Rachel Lambert, se joga com muita inteligência no abatimento de uma visão triste do mundo, reunindo peças para se chegar em uma autodescoberta de curtos passos.

 

Pig (Prime Video)

Na trama, acompanhamos Rob (Nicolas Cage) um homem que encara sua solitude como algo normal numa região de florestas no interior de Oregon. Ele vive com seu porco que o ajuda a resgatar trufas e assim vender para um negociante desse produto, o jovem empreendedor Amir (Alex Wolff). Certo dia, em uma noite fria, sequestram seu porco, levando o protagonista a ter que encarar todo seu passado em busca do animal.

 

Suncoast (Disney Plus)

Inspirado em partes das experiências de vida da própria diretora Laura Chinn, em sua primeira direção de um longa-metragem, Suncoast lida com as variáveis de uma iminente tragédia aos olhos de uma adolescente com inúmeros embates com a mãe.

 

O Homem dos Sonhos (Telecine)

Paul (Nicolas Cage) é um infeliz professor universitário, especialista em biologia do desenvolvimento, que um dia começa a aparecer nos sonhos de milhares de pessoas e logo viraliza após um artigo ser publicado. A peculiar situação mexe com toda sua controlada rotina e a de sua família, o fazendo ir do céu ao inferno, primeiro como um sonho, depois com a chegada dos reflexos dos pesadelos.

 

A Vida em Espera (Prime Video)

Na trama, conhecemos um advogado chamado Howard Wakefield (Bryan Cranston), casado há 14 anos com Diana (Jennifer Garner) e pai de duas gêmeas adolescentes. Um dia, após uma catastrófica volta pra casa em meio ao seu bairro completamente sem luz, ele praticamente sofre um colapso emocional e resolve passar a noite em um lugar onde ninguém o procuraria: o porão de sua casa. Quando ele acorda, decide continuar o plano. Assim, passa semanas vivendo na escassez de comida e refletindo sobre sua vida, conforme vai vendo como sua família reage a sua ausência.

 

Minha Vida Perfeita (Netflix)

Jo (Ágata Buzek) é uma professora do ensino médio com uma vida agitada. Uma mulher que aparenta uma infelicidade constante, vivendo seus dias num conturbado cotidiano: numa casa onde mora com o marido, a mãe, o filho mais velho – que acabou de ser pai – e o filho mais novo. Ainda por cima, em forma de oásis ao caos que domina sua vida, tem um relacionamento secreto com outro professor. Um dia, começa a receber ameaças de alguém que descobriu sua traição.

 

A Menina Silenciosa (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Cáit (Catherine Clinch), uma menina quieta que vive dias tensos com sua família disfuncional. Durante o verão do ano de 1981, ela é enviada para a casa de Eibhlín (Carrie Crowley) e Seán (Andrew Bennett), parentes de sua mãe, um casal que perdeu o filho em uma tragédia. Chegando lá, acaba descobrindo um novo sentido de lar, de relação familiar, e assim precisa lidar com novos acontecimentos que abrem o seu leque de percepções sobre a vida.

20 ANOS de ‘Lara Croft: Tomb Raider’! Confira curiosidades dos filmes com Angelina Jolie

Pois é, amiguinhos. o primeiro filme da arqueóloga mais famosa da cultura pop, nascida nos videogames Tomb Raider datados de meados da década de 1990, completa 20 anos! A primeira Croft do cinema foi Angelina Jolie, nas superproduções de 2001 e 2003. Para nos entregarmos à nostalgia, vamos conhecer algumas curiosidades sobre os primeiros filmes da aventureira inglesa. Portanto, apertem os cintos, será uma viagem truculenta!

Angelina Jolie é Lara Croft

Como em todas as superproduções, Lara Croft – Tomb Raider (2001) passou por um processo seletivo para escolher sua protagonista, a atriz que viveria a britânica Lara Croft. Antes de Angelina Jolie ser eleita, no entanto, outras atrizes foram cogitadas. Catherine Zeta-Jones e Demi Moore foram duas das principais atrizes consideradas para o papel.

Além destas duas, Sandra Bullock, Ashley Judd, Drew Barrymore, Kate Hudson, Cameron Diaz, Jennifer Lopez, Gwyneth Paltrow, Christina Applegate, Nicole Eggert, Elizabeth Hurley, e até mesmo Anna Nicole Smith foram consideradas para o papel.

Charlize Theron, Uma Thurman, Liv Tyler e Denise Richards (?!) recusaram o papel da arqueóloga oferecido a elas. Preciso comentar, Denise Richards recusou!? O que ela tinha de melhor para fazer?

Por outro lado, Milla Jovovich, Kirsten Dunst e Fairuza Balk chegaram a fazer testes para viver a personagem. Obviamente, o estúdio não optou por elas. Jovovich viria a viver outra personagem em um filme baseado em games, na franquia Resident Evil, e Dusnt abocanharia o papel feminino principal na franquia Homem-Aranha, de Sam Raimi.

Outra curiosidade é que Jennifer Love Hewitt (Eu Sei o que Vocês fizeram no Verão Passado) foi pega pela “síndrome de Sean Young”. Explico. A atriz Sean Young estava louca na época por um papel nos filmes Batman, de Tim Burton, e para o segundo chegou ao cúmulo de pular vestida de Mulher Gato na frente do diretor em seu escritório. Hewitt também fez campanha intensa para viver Croft no cinema, e mesmo após a saída de Jolie, a atriz seguiu promovendo seu interesse pela personagem, como em 2009 durante um programa na MTV.

Mais perto chegou a atriz e modelo Kelly Brook (Piranha 3D), que estava em negociações para substituir Jolie após sua saída da franquia. O papel terminou com Alicia Vikander neste reboot.

Diretor

Como sabemos, Simon West (Con Air – A Rota da Fuga e Os Mercenários 2) e Jan De Bont (Velocidade Máxima e Twister) dirigiram o primeiro e o segundo filme respectivamente. No entanto, antes de West ser confirmado como o comandante do primeiro filme, Stephen Herek (Criaturas e Os Três Mosqueteiros) seria o diretor. Herek optou por dirigir Rock Star (2001), drama sobre uma banda com Mark Wahlberg e Jennifer Aniston.

Por outro lado, o diretor Simon West trocou a chance de comandar Falcão Negro em Perigo (2001) para fazer o primeiro Tomb Raider. Será que ele fez a escolha certa? Ridley Scott viria a dirigir o filme de guerra.

Reflexo dos Games

Claro que sendo um filme baseado num jogo, o longa precisaria emular muito de sua contraparte. Sendo assim, detalhes puderam ser notados pelos fãs, como quando o mordomo Hillary (Christopher Barrie) se protege com uma bandeja, ou quando Croft (Jolie) pronuncia “A-ha” ao encontrar os lobos no filme – nos jogos a cada item descoberto por ela, a aventureira solta a expressão. Além, é claro, da própria movimentação e postura da protagonista, como sacar as armas no meio de um salto, a forma de mergulhar na água e as cambalhotas para trás – todos movimentos famosos para o jogador experiente. Para tanto, Angelina Jolie precisou de aulas de yoga e kickbox a fim de se preparar para o papel. Ela também aprendeu a manejar as armas.

Outras curiosidades:

Essa é fácil. O pai de Lara Croft, Lorde Richard Croft, foi interpretado pelo próprio pai de Angelina Jolie na vida real, o ator Jon Voight.

Na época, Tomb Raider (2001) foi o filme de ação e aventura protagonizado por uma mulher mais rentável da história, somando mais de US$ 130 milhões em bilheteria nos EUA, e um pouco mais de US$ 270 milhões ao redor do mundo. Atualmente, este valor já foi ultrapassado por Mulher Maravilha (2017), que junta mais de US$ 820 milhões ao redor do mundo.

Angelina Jolie treinou por seis meses para entrar em forma para o filme.

A atriz estava extremamente hesitante em usar os shortinhos curtos da personagem na cena de abertura, na qual ela treina com o robô Simon. Eventualmente ela aceitou usá-los por saber que isso faria os fãs do game felizes.

No vídeo game, Lara Croft tem formas mais curvilíneas que Angelina Jolie na vida real. A personagem fictícia usa um tamanho de sutiã dois números acima que a atriz. No filme, Jolie precisou usar enchimento um número acima do seu, por achar que dois números acima ficaria muito exagerado. No segundo filme, a atriz se recusou a usar o enchimento, e usa sutiãs de sua própria medida.

Foi usada maquiagem para cobrir a grande tatuagem que Jolie possui (ou possuía) no braço perto do ombro. Mas em algumas cenas, como na do chuveiro, pode-se notar a tatuagem coberta.

Falando da cena do chuveiro, originalmente Jolie estaria nua para ficar igual a um momento do game. No entanto, para evitar uma censura maior e continuar com a PG-13, a cena foi cortada, deixando apenas as costas da atriz e a lateral do seio à mostra.

A cena na qual Angelina Jolie dirige o Land Rover pela floresta precisou ser repetida inúmeras vezes. Isso porque o carro é aberto, e cobras, insetos e outros tipos de animais caíam dentro do carro, aterrorizando a estrela.

Angelina Jolie se machucou durante as filmagens do famoso bungee-balé. Ela fez suas próprias cenas, e no primeiro take machucou o tornozelo ao aterrissar de forma errada no lustre. As filmagens precisaram parar e a cena teve que ser gravada novamente após sua recuperação. Foi a própria que garantiu em entrevistas na época.

Lara Croft: Tomb Raider foi o primeiro filme a ser gravado no Camboja, depois de um hiato de mais de três décadas, datando de Lord Jim (1965).

Angelina Jolie levou seus coldres de arma da personagem para casa. Será que foi usado com finalidade erótica?

Angelina Jolie concordou em fazer o primeiro filme por causa dos lugares que ela iria conhecer. Ela se apaixonou pelo Camboja, e acabou se mudando para o local para ajudar em causas sociais. Foi lá também que ela conheceu e acabou adotando seu primeiro filho, Maddox.

Para testar sua saúde mental durante as filmagens, Angelina Jolie fazia exames para drogas. Isso porque existia preocupação por parte dos produtores, já que na época rumores apontavam para o constante abuso de substâncias da atriz, e seu relacionamento polêmico com Billy Bob Thornton.

Para o papel da jovem Lara Croft, foi escalda a atriz mirim Rachel Appleton. Este foi seu único trabalho na carreira.

Os filmes de James Bond (assim como os de Indiana Jones) foram fortes influências na confecção dos games Tomb Raider. Coincidentemente, Daniel Craig, o 007 atual, interpreta Alex West, o parceiro de aventuras de Croft no primeiro filme.

Tomb Raider 2: A Origem da Vida (2003)

Ainda falando em Daniel Craig, o ator não quis retornar para a sequência.

Angelina Jolie é o único membro do elenco nascida nos EUA.

O primeiro filme recebeu críticas por esconder de forma “pobre” as tatuagens da estrela. Assim, nesta continuação, seu braço nunca fica à mostra. Na cena em que aparece de biquíni no início, o braço que não tem tatuagens encobre o outro, nunca focando no braço tatuado.

Como dito, nesta continuação, Jolie se negou a usar o enchimento no sutiã, usando um de suas próprias medidas, dando dimensões mais realistas à personagem.

Um dos dublês de Jolie na continuação era um homem. Ele pode ser notado na cena em que ela e o parceiro pulam com um traje especial, conhecido como “esquilo voador”, do alto de um prédio. Em tal cena não foi usado efeito de computador e tudo foi realmente feito na frente das câmeras.

O segundo Tomb Raider foi lançado exatamente dez anos depois do primeiro filme que Angelina Jolie fez na vida, igualmente uma continuação, a ficção científica de ação Cyborg 2 (1993) – o primeiro longa foi estrelado por Jean Claude Van Damme. Quem diria! A Oscarizada estrela seguindo o rastro do lutador belga.

Por falar em filmes trash cult, muitos afirmam que esta sequência é praticamente uma nova versão de Guerreiros de Fogo (Red Sonja, 1985) – filme que deveria trazer Conan na história, mas devido aos direitos autorais Arnold Schwarzenegger teve que se contentar com um Conan genérico. A trama tanto de Guerreiros de Fogo quanto do segundo Tomb Raider traz as heroínas precisando recuperar um valioso item para um homem poderoso (que irá se revelar o vilão), e em sua jornada contam com a ajuda de um mercenário, que se torna interesse amoroso.

A Origem da Vida foi banido na China, por, segundo os mesmos, “manchar a reputação do país, dando a falsa impressão de um cenário caótico, sem governo, e controlado por sociedades secretas”.

Assim como no primeiro filme, diversos movimentos de Lara nos games foram replicados, entre os mais memoráveis está a cena em que escala e a que salta com vara em direção a um helicóptero.

Na época do lançamento de A Origem da Vida, Angelina Jolie disse que não tinha interesse algum em interpretar a personagem por uma terceira vez. Mesmo assim, existia planos para um novo Tomb Raider com Jolie – cancelados no início de 2004.

Este foi o último Tomb Raider em 15 anos, até o lançamento recente de Tomb Raider – A Origem, estrelando a sueca Alicia Vikander no papel de Lara Croft.

Crossover de ‘Supernatural’ com ‘Scooby-Doo’ ganha trailer estendido

O aguardado crossover ‘ScoobyNatural’ ganhou um novo trailer estendido, com Dean, Sam e Castiel em suas versões animados, se juntando ao grupo do Scooby.

Confira:

A estreia nos EUA acontece no dia 29 de março. No Brasil, a estreia acontece dia 10 de abril no Warner Channel.

 

10 PODEROSOS Dramas para Assistir nos Streamings

Muitos conflitos dos personagens, ao longo dos centenas de filmes que assistimos anualmente, caminham de alguma forma por seus dramas. Conflitos existenciais, conflitos sociais, escolhas difíceis, o medo, as aflições, o recomeçar, algumas histórias até com fortes influências no olhar pela janela, ou até mesmo nas referências em outras obras, nos levam a refletir constantemente durante todo tempo de projeção.

Assim, pensando em indicar alguns filmes dentro desse contexto, segue abaixo 10 PODEROSOS Dramas para Assistir nos Streamings:

 

Ninguém Sabe que Estou Aqui (Netflix)

Na trama, conhecemos o introspectivo e solitário Memo (Jorge Garcia), um homem já adulto que vive distante do grande centro em uma ilha com seu tio Braulio (Luis Gnecco). Aos poucos vamos conhecendo mais a fundo a peculiar personalidade dessa alma amargurada que na infância foi descoberto por ter uma voz maravilhosa mas que a ganância dos outros fraudaram seus sonhos o levando a uma depressão e distância de tudo aquilo que pensara que iria acontecer com sua vida. Mas, a chegada de Marta (Millaray Lobos), fará Memo ter uma nova chance de mostrar ao mundo quem ele realmente é.

 

American Son (Netflix)

Na trama, conhecemos já dentro de uma sala separada de uma delegacia, a PHD em Psicologia Kendra Connor (Kerry Washington) que fora acordada no início da madrugada com o sumiço de seu único filho e do carro que ele dirigia. A partir da chegada da personagem, diálogos intensos com o plantonista da polícia é instaurado, fato que só se desenrola mais com a chegada do pai do jovem, Scott Connor (Steven Pasquale) um policial do FBI recém separado de Kendra. Conforme a noite vai passando e o dia amanhecendo, Kendra, que é negra, dialoga todos seus medos pela questão racial, entrando em conversas bastante atuais sobre nossa sociedade com Scott, que é branco.

 

Unidas pela Esperança (Telecine)

Em Unidas pela Esperança, conhecemos Kate (Kristin Scott Thomas) a esposa de um general de uma base militar na Inglaterra que não possui muito contato com as outras espoas de militares, principalmente após o falecimento do seu único filho. Certo dia, resolve se juntar a Lisa (Sharon Horgan), uma mulher que possui muito problemas de relacionamento com a filha e comanda uma espécie de mercearia na base militar. Elas resolvem criar um coral com as mulheres dos militares. A iniciativa é um sucesso e assim elas conseguirão encontrar forças umas nas outras principalmente quando notícias ruins chegam.

 

A Jornada (Prime Video, Globoplay)

A saudade é o que nos fazem viajar para fora do planeta e faz nosso tempo parar. Escrito e dirigido pela cineasta francesa Alice Winocour, A Jornada é um tocante recorte sobre a relação mães x filhos e todo o entorno, muito bem detalhado no projeto, das dinâmicas e complexas divisões entre os compromissos de trabalho e a saudade/atenção aos filhos. Destaque para a ótima atuação de Eva Green, no papel principal, nos emocionamos em muitos momentos com sua personagem, a forte, brilhante, corajosa e batalhadora astronauta Sarah Loreau.

 

Agnus Dei (Looke)

Não é preciso que a bondade se mostre mas sim é preciso que se deixe ver. Com uma direção muito competente e segura da cineasta Anne Fontaine, um dos grandes destaques do Festival Varilux de Cinema 2016, Agnus Dei, é um filme que comove do início ao fim. Baseado em fatos reais ocorridos em uma Polônia cheia de problemas por conta da Guerra, o longa-metragem possui um roteiro envolvente e atuações acima da média que chega ao brilhantismo quando aborda o conflito da fé.

 

Dogman (Telecine, Globoplay)

Como você enxerga as brutalidades da vida? Indicado da Itália ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro anos atrás, Dogman é um retrato social, brutal, passado em uma periferia italiana onde vários questionamentos são levantados a cada nova virada no roteiro. O longa é dirigido pelo cineasta italiano Matteo Garrone e protagonizado pelo ator Marcello Fonte, vencedor da Palma de Ouro em Cannes de melhor ator.

 

Philomena (Star +)

Na trama, seguimos os passos da simpática enfermeira Philomena Lee (Judi Dench), uma senhora de idade avançada que por 50 anos escondeu de todos ao seu redor que tinha sido separada de seu filho na época que estava sob responsabilidade de rígidas irmãs e um convento. Quando sua vida esbarra na de Martin Sixsmith (Steve Coogan), um jornalista deprimido e desempregado, surge finalmente a chance de encontrar seu filho.

 

Breve Miragem do Sol (Globoplay)

Um recorte da melancolia do cotidiano de um trabalhador brasileiro. Após o ótimo Transeunte de 2010 e elogiados documentários, o cineasta Eryk Rocha voltou aos longas-metragens de ficção com um drama de um homem que luta contra seu desespero interno longe de seu filho em busca de um recomeço em sua vida trabalhando como taxista em uma das mais badaladas cidades do mundo. Rodando entre vários bairros emblemáticos do Rio de Janeiro, o protagonista luta por dias melhores na loucura urbana de uma grande cidade onde se depara com pessoas trabalhadoras, simpáticas, mas também com playboys marrentos e encrenqueiros. Mais um grande trabalho de Rocha, um olhar bastante marcante sobre observadores urbanos.

 

O Que Te Faz Mais Forte (Globoplay)

Na trama, conhecemos Jeff Bauman (Jake Gyllenhaal), um jovem trabalhador norte americano, muito querido por amigos, na trabalho pela família, fanático por esportes. Jeff acabou de sair de um relacionamento com Erin (Tatiana Maslany) mas ainda nutre uma grande paixão e carinho por ela. Quando Erin decide correr a Maratona de Boston, Jeff resolve ir até a linha de chegada com um cartaz para receber sua amada. Só que perto da chegada de Erin, uma bomba explode, deixando diversos feridos, inclusive Jeff que acaba tendo amputada suas duas pernas. Após o ocorrido, vemos a recuperação do protagonista, nada fácil, mas sempre com a ajuda da ex-namorada.

 

O Vale do Amor (Reserva Imovision)

Lamentar uma dor passada, no presente, é criar outra dor e sofrer novamente. O Vale do Amor, trabalho do cineasta francês Guillaume Nicloux contém fortes diálogos com cargas emocionais constantes em cenas abertas que nos transportam para a situação central da trama a todo instante. A produção reúne dois dos grandes artistas da história do cinema francês: Isabelle Huppert e Gérard Depardieu.

CineOP: A paixão pelo cinema brasileiro em uma cidade histórica

Indo para sua 21ª edição em 2026, a Mostra de Cinema de Ouro Preto, evento que sempre nos leva até a memória e a identidade de nosso país através do cinema, é um dos mais aguardados do calendário audiovisual brasileiro. Ao longo de suas duas décadas de existência, apresenta muitas atrações imperdíveis, e neste ano não será diferente.

20ª CINEOP - Foto Leo Fontes/Universo Produção
20ª CINEOP – Foto Leo Fontes/Universo Produção

Na edição deste ano, que acontece de 25 a 30 de junho e vai circular a temática ‘Um país existe nas imagens que preserva’, vamos percorrer todos os pontos culturais que integram o evento para ficar de frente com importantes obras e debates, fundamentais para refletirmos sobre as diferentes realidades do Brasil e a importância de mantermos viva a memória do nosso cinema.

20ª CINEOP - Foto: Ane Souz/Universo Produção
20ª CINEOP – Foto: Ane Souz/Universo Produção

Com uma programação que dura o dia todo, vamos ser apresentados a curtas e longas-metragens com diversas temáticas. Tudo começa na noite de abertura, com uma homenagem à cineasta Helena Solberg, referência do cinema realizado por mulheres no Brasil. Durante esse primeiro dia, que promete ser muito especial, o público presente poderá acompanhar dois curtas-metragens da homenageada desta edição: A Entrevista e Meio-Dia.

Helena Solberg - Foto: Ique Esteves
Helena Solberg – Foto: Ique Esteves

Pra quem pensa que essa deliciosa mostra de cinema se resume a debates e filmes, não se engane! Ao longo dos dias, outras ações culturais complementares vão oferecer ao público presente um mix de emoções e encontros inesquecíveis. Entre os destaques estão o Cortejo das Artes, uma celebração ao universo cultural que toma conta das ladeiras de Ouro Preto e com certeza emocionará mais uma vez a todos nós; o Arraiá da CineOP que, sempre muito animado, nos coloca no clima da Festa Junina; e os diversos shows musicais que acontecem no fim dos dias, agitando o Cine Lounge Show – no Centro de Convenções.

20ª CINEOP - Foto Leo Lara/Universo Produção
20ª CINEOP – Foto Leo Lara/Universo Produção

Nós do Cinepop temos uma relação de grande carinho com esta Mostra. Há alguns anos, começamos a conhecer mais de perto esse evento dedicado à preservação, história e educação no audiovisual. Foi amor à primeira vista.

20ª CINEOP - Foto Leo Lara/Universo Produção
20ª CINEOP – Foto Leo Lara/Universo Produção

Sempre que chegamos a essa cidade histórica, somos recebidos pela maravilhosa equipe da Universo Produção, pegamos nossos crachás, comemos um delicioso pão de queijo e começamos uma jornada de muito trabalho para divulgar o máximo dessa mostra de cinema que, além das exibições de aguardados filmes e outras ações culturais, oferece ao público oficinas e masterclasses. E o melhor de tudo: com uma programação inteiramente gratuita.

Vivo 79, de Lírio Ferreira, um dos filmes mais aguardados desta 21a Edição da CineOP
Vivo 79, de Lírio Ferreira, um dos filmes mais aguardados desta 21a Edição da CineOP

Seja no Cine Praça, um cinema montado ao ar livre na Praça Tiradentes; no confortável Cine-Museu, localizado no anexo do Museu da Inconfidência; ou no aconchegante Cine –Teatro Petrobras, no Centro de Convenções, vamos fazer uma profunda imersão assistindo nessas telas uma programação que chama a atenção.

20ª CINEOP - Foto Leo Lara/Universo Produção
20ª CINEOP – Foto Leo Lara/Universo Produção

Serão exibidos mais de 130 filmes nos seis dias dessa celebração ao audiovisual brasileiro. Já estudamos a grade de programação deste ano e fizemos uma lista bem legal com algumas obras cinematográficas que vamos acompanhar de perto durante esta edição do CineOP. Confira aqui: 18 filmes para ficarmos de olho na CineOP 2026 .

20ª CINEOP - Foto Leo Fontes/Universo Produção
20ª CINEOP – Foto Leo Fontes/Universo Produção

De 25 a 30 de junho, fique de olho em toda nossa cobertura aqui pelo site e nas nossas redes sociais. Viva a CineOP! Viva o cinema brasileiro!

As Piores Ideias para Filmes da Década de 2000

A ideia por trás da coluna As Piores Ideias para Filmes – que chega agora à sua segunda edição (você confere a primeira abaixo no link) – não é debater se tais filmes são bons ou ruins. Temos certeza que muitos deles possam ter seus fãs. Afinal, até mesmo o pior filme do mundo encontrará algum defensor. O lance é analisar o quão estranhas, para não dizer bizarras e non sense, são as tramas de determinados filmes, que nos deixam pasmos de saber que realmente foram em frente e terminaram produzidos e lançados nos cinemas. É o caso daquela ideia de jerico que você conta para o seu amigo e ele pensa automaticamente que é uma má ideia. Pois bem, em Hollywood sempre tem alguém para acreditar que pode dar certo. Bem, o que podemos dizer é que nestes casos praticamente nunca dá. Confira abaixo as Piores Ideias para Filmes da Década de 2000.

Leia também As Piores Ideias para Filmes da Década de 90

O Filho do Máskara

Sem Jim Carrey na sequência, a “solução” foi apelar (e muito) para o clima de desenho animado.

“Um filme do Máskara sem Jim Carrey? Não, obrigado”. Foi o que a maioria dos fãs e a maior parte do público pensou da ideia de uma continuação do querido O Máskara (1994), sensação de crítica e bilheteria que ajudou a consolidar os efeitos especiais de computador e a carreira de Jim Carrey em Hollywood. O Máskara é Carrey, qualquer outra coisa sofreria em comparação. Assim, além de “fazer errado” com um segundo filme sem Carrey, ainda foram adicionados personagens sem carisma e graça, transformando O Filho do Máskara, de 2005, num longa infantil e praticamente um cartoon sem qualquer identificação humana. Desta forma, o filme viveu para se tornar o 10º pior filme de todos os tempos no IMDB.

Eu os Declaro Marido e… Larry

Piada de mau gosto. Filme de Adam Sandler estimula a rir do preconceito contra casais gays.

O título aqui bem que poderia ser “Homofobia – O Filme”! Que as produções de Adam Sandler muitas vezes tendem a cruzar a linha do aceitável recaindo no mau gosto completo não é novidade. Piadas grotescas, tiração de sarro com deficiências físicas e mentais, sexo com idosas, entre outras, estão no repertório do comediante. Mas talvez nenhum outro filme de seu acervo tenha envelhecido tão mal quanto este Eu os Declaro Marido e… Larry, de 2007. A história fala sobre dois bombeiros machões precisando se fingir de casal gay a fim de dar um golpe na seguradora e receber a pensão de um deles. O principal problema aqui é que o filme trata a homossexualidade como algo repugnante, ridículo e hilário, errando feio na mensagem.

Halloween – Ressurreição

Beijo da morte. Jamie Lee Curtis encontrou um jeito de se livrar deste filme…

Nem dá para acreditar que após o ótimo reboot Halloween H20 (1998), os produtores decidiram fazer isso! Antes mesmo de sermos apresentados à trama principal deste filme de 2002, temos Michael Myers finalmente despachando Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) de uma vez por todas, e de uma forma bem anticlimática. Assim, já começando errado. Depois, percebemos que o início não era tão ruim assim por comparação, ao nos depararmos com uma história tão idiota e que rapidamente ficou datada. Esse era o início do estilo found footage e também dos reality shows. Aqui, matando dois coelhos com uma cajadada só, a história mescla estes dois elementos em sua trama. Produtores “geniais” de um programa de TV decidem realizar um reality dentro da casa de Michael, com um dublê para assustar os participantes. E é claro que o verdadeiro Myers dá as caras. Para completar a cereja no bolo, quem poderia esquecer a cena de kung fu, quando Busta Rhymes dá um golpe no assassino? Coisa dos Trapalhões.

Maluca Paixão

Bullock vive uma mulher desequilibrada perseguindo um homem (Cooper) pelo país. Quem achou uma boa ideia?

Lançado em 2009, este foi o filme infame que rendeu para a protagonista Sandra Bullock um muito merecido “Framboesa de Ouro” como a pior atriz do ano, na noite anterior de sua consagração máxima no Oscar por Um Sonho Possível. Não sabemos realmente aonde a estrela estava com a cabeça na hora que aceitou protagonizar esta “comédia romântica” sobre uma mulher mentalmente desequilibrada, perseguindo um câmeraman da CNN (papel de Bradley Cooper) pelos EUA por acreditar que ele é seu verdadeiro amor. Detalhe, o sujeito nada quer com ela. Este é outro que poderia mudar de título para “Assédio – O Filme”. Uma “graxinha”.

Ligado em Você

Irmãos siameses são protagonistas de outro filme politicamente incorreto dos irmãos Farrelly.

Assim como Adam Sandler, os irmãos Farrelly sempre conduziram sua carreira como diretores utilizando muito humor politicamente incorreto. Quando migramos para uma era onde ofensas não são mais engraçadas ou aceitáveis, numa época politicamente correta, tais longas tornam-se rapidamente obsoletos. É o caso com este Ligado em Você, de 2003, estrelado por Matt Damon e Greg Kinnear (com participação de Eva Mendes e Cher), que baseia todo seu repertório de piadas em cima da condição dos protagonistas, gêmeos siameses ligados pela cintura e costas. Podemos até dizer que a intenção foi demonstrar a possibilidade de uma vida normal para pessoas assim, que é uma mensagem até positiva, mas o filme simplesmente não é engraçado – o que se torna mortal para uma comédia.

A Gostosa e a Gosmenta

Não, não é este tipo de filme com a Paris Hilton. É ainda pior…

A ideia sem noção aqui nem é ter a patricinha dublê de atriz Paris Hilton como protagonista. E sim ter uma história que tem o coração totalmente no lugar errado. A trama é bobinha e básica, e fala sobre a personagem de Hilton aceitando sair um rapaz apaixonado por ela com a condição de que o sujeito arrume um pretendente para sua melhor amiga June, uma jovem, digamos, desprovida de beleza física. Mais uma vez, este é outro filme cujas piadas incorretas estão unicamente focadas na forma física da tal amiga, que até é uma boa pessoa, enquanto a futilidade da Barbie humana Hilton é tratada como recompensa e privilégio. O detalhe é que a atriz por baixo da maquiagem é a bela Christine Lakin. Por essas e por outras, este filme de 2008 é o número 7 dos piores de todos os tempos no IMDB.

Inspetor de Saúde

Larry the Cable Guy vestido de Carmem Miranda. É hilário, certo?

Esse é mais um membro do grupo “não acredito que deram um filme para esse cara”. Assim como o citado Carrot Top na matéria das piores ideias dos filmes dos anos 90, aqui temos um comediante stand up que fez certo sucesso em suas apresentações portando um estilo, digamos, excêntrico. Larry the Cable Guy, ou “Larry, o instalador de TV a cabo”, é exatamente o que o nome descreve, um sujeito meio caipirão que fazia parte de um grupo de humoristas autointitulados proletários. Ou seja, sujeitos simples que tiravam de situações cotidianas da classe baixa branca (o chamado “white trash”) a graça. Pode ter funcionado nos palcos, mas não significa que funciona no cinema. Porém, não foi impedimento para produtores o colocarem para estrelar seu próprio filme. Piorando a situação, este filme de 2006 o coloca para ser inspetor sanitário de uma grande cidade, em busca da fonte uma contaminação alimentícia. Tinha como dar certo?

S.O.S. do Amor

A musa teen Amanda Bynes deu com os burros n’água e terminou sumindo.

Sabemos só de olhar para certos cartazes de filmes, trailers ou simplesmente ler sua sinopse, o que irá funcionar ou não. Quais ideias são simplesmente ruins demais para vingar. A jovem Amanda Bynes certamente já viu dias mais ensolarados em sua carreira. Ela teve seu próprio programa de TV ainda na adolescência (alguns na verdade) e inclusive estrelou alguns filmes “apresentáveis” no cinema. Mas este longa de 2005 é nível sorvete na testa. Se liga nesta trama: Bynes interpreta uma fã apaixonada por um cantor de rock, a quem tem a chance de conhecer num resort. Num passeio de barco, o pior acontece e os dois terminam náufragos numa ilha deserta. É A Lagoa Azul? É Náufrago? Não, é o dia de folga do cérebro de algum roteirista. Acontece que a garota descobre que a tal ilha nada mais era do que uma praia um pouco mais distante do resort, mas recusa-se a contar a verdade para seu crush, na esperança que possam ficar mais tempo a sós. É abuso psicológico em forma de romance. Não é lindo?

A Centopeia Humana

Uma cena edificante da sétima arte…

O título deste filme de 2009 já diz tudo. Unicamente recomendado para os que curtem nojeiras, cenas repugnantes, que tenham curiosidade mórbida e afins, o filme foi banido de vários países, rapidamente entrando na lista negra como um dos filmes mais polêmicos e perturbadores dos últimos anos. É também um dos mais desprezíveis. A história do filme pega carona no subgênero dos torture porn e conta sobre duas amigas perdidas no caminho de uma festa, se deparando com uma casa onde decidem parar para pedir ajuda. No local, para azar das moças, elas cruzam caminho com um cientista louco, que as sequestra. Após ter raptado mais um rapaz, ele decide realizar seu experimento detestável: costurar o trio, de cabo a rabo (literalmente). Será que esta atrocidade possui fãs? Eu não me espantaria.

Penelope

Nariz de tomada. Christina Ricci vive “a bela e a fera” num só personagem.

A atriz Reese Witherspoon se tornou também uma produtora de respeito na indústria de Hollywood, com sua companhia Hello Sunshine. É dela a produção de séries elogiadas como Big Little Lies, The Morning Show e Pequenos Incêndios por Toda Parte, e filmes como Garota Exemplar e Livre. Mas voltando para 2006, encontramos a primeira vez que a atriz produziu um filme por completo. E a escolha foi por Penelope, uma espécie de A Bela e a Fera feminino, que soa como adaptação de um livro, mas é uma história original. Penelope é uma jovem rica e amaldiçoada com um nariz de porco (?!), o qual ela esconde com panos e xales. Sua condição irá se reverter assim que encontrar o verdadeiro amor que a aceite como ela é. Igualzinho ao clássico da Disney, mas trazido para os tempos atuais de uma forma, digamos, suína. Ganha ou não ganha o prêmio WTF? Ah sim, quem interpreta esta gracinha oinc-oinc é Christina Ricci.

‘Station 19’: Spin-off de ‘Grey’s Anatomy’ estreia com audiência mediana

O novo spin-off de ‘Grey’s Anatomy‘, ‘Station 19‘, estrou na última quinta-feira (23), mas sua audiência não conseguiu atrair os mesmos números que a veterana.

A Series Premiere dupla registrou 1.1 na demo, e um total de 5.43 milhões de espectadores.

São números medianos considerando uma Premiere, mas, se a série manter essa média, será facilmente renovada. No entanto, não há muito espaço para quedas. Por enquanto é cedo dizer o futuro da novata, mas os números das próximas semanas serão fundamentais pela decisão do seu destino.

10 arrepiantes filmes de SUSPENSE nos streamings

O suspense é um dos gêneros mais vistos pelas salas de cinema e streamings de todo o mundo. As obras que compõem esse universo geram grande ansiedade, incertezas, ao longo das projeções nos fazendo ficar até o final da história para saber as conclusões. |Para você que curte esse gênero cinematográfico, segue abaixo 10 arrepiantes filmes de suspense disponíveis pelos streamings:

 

Maus Momentos no Hotel Royale

A insanidade em busca de uma certa redenção. Existe filmes que conseguem provocar uma grande atmosfera, um clima tenso mesmo que seu roteiro passe longe da perfeição. Com enigmáticos personagens praticamente escondidos em um hotel peculiar no meio do nada, Maus Momentos no Hotel Royale é um suspense insano, repleto de figuras complexas, cada qual com seu objetivo. Ao longo das quase duas horas e meia de projeção, somos testemunhas de atos violentos, peças que vão se juntando aos poucos em um tabuleiro macabro de ganância e egoísmo.

 

No Fim do Túnel (HBO Max)

Tudo que é feito no presente afeta o futuro por consequência, e o passado por redenção. Escrito e dirigido pelo cineasta argentino Rodrigo Grande, o eletrizante suspense No Fim do Túnel (2016) é mais um daqueles filmes impactantes que mostram a incrível habilidade dos argentinos em fazer corações cinéfilos felizes. Protagonizado pelo excelente ator Leonardo Sbaraglia (do ótimo O Silêncio do Céu), o longa metragem é adrenalina pura, deixando um envolvente clima de tensão durante grande parte das duas horas de projeção. São muitos méritos dessa pequena grande obra que fala sobre redenção e as habilidades que encontramos em nós mesmos em momentos desafiadores e inconsequentes.

 

Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois (Prime Video)

Na trama, conhecemos Clarisse (Sabrina Greve) uma mulher casada que durante alguns dias resolve ir visitar o pai que está doente. Chegando lá percebe que o lugar, objetos e situações começam a envolvê-la. Vemos quase uma mulher em transe, hipnotizada por um lugar que traz lembranças, memórias e que se choca com tudo em que a mesma se transformou.

 

Fuja (Netflix)

Na trama, conhecemos a jovem Chloe (Kiera Allen), uma estudante do último ano do high school mas que tem aulas em casa já que possui uma vida limitada, repleta de doenças. Quem cuida dela faz 17 anos é a sua mãe, a enigmática Diane (Sarah Paulson). Certo dia, algumas situações levam Chloe a descobertas aterrorizantes sobre as verdades que acontecem na sua casa.

 

Abaixo de Zero (Netflix)

Em Abaixo de Zero, conhecemos Martín (Javier Gutiérrez), um policial que tem como sua primeira missão em um novo departamento escoltar alguns prisioneiros durante uma noite muito fria. Só andar alguns quilômetros e Martín percebe que as coisas tendem a dar muito errado, quando um homem misterioso chamado Miguel (Karra Elejalde) toma de uma forma bem violenta o veículo de transporte fazendo com que Martín fique preso junto aos prisioneiros. Agora, sem saberem direito quem é Miguel, os prisioneiros e Martín precisam decifrar os objetivos do misterioso homem para tentarem sair com vida dessa enrascada.

 

Entre Facas e Segredos (Globoplay)

Na trama, conhecemos o milionário escritor de suspenses Harlan Thrombey (Christopher Plummer) na noite do seu aniversário de 85 anos. Toda a família reunida e também Marta (Ana de Armas) uma jovem enfermeira, imigrante, que cuida das medicações e do bem estar do dono da casa. O tabuleiro narrativo se transforma em um grande quebra-cabeça com inimigos virando amigos, uniões improváveis, após o assassinato de Harlan. Para tentar descobrir o que houve no fim daquela noite, um detetive ao melhor estilo Agatha Christie aparece em cena, Benoit Blanc (Daniel Craig) e não medirá esforços e excentricidades para conseguir chegar a conclusão desse complicado caso.

 

Predadores Assassinos (Netflix)

Na trama, conhecemos a atleta de natação chamada Haley (Kaya Scodelario), uma jovem que vive distante de seu pai por conta de alguns conflitos no passado (que ao longo do filme vamos entendendo melhor). Certo dia, após ser avisada que sua cidade está em estado de atenção por conta de um furacão, a protagonista resolve ir até a casa de seu pai para resgatá-lo. Chegando lá, acaba ficando presa no lugar, com água para todo lado e enormes crocodilos rondando a vizinhança.

 

Todos já Sabem (Prime Video)

Segredos que todos sabem, não é mais segredo. Dirigido pelo excelente cineasta iraniano Asghar Farhadi, ganhador de dois Oscar (A Separação e O Apartamento), Todos já Sabem, todo falado em espanhol, é um misterioso quebra cabeça onde as peças vão sendo mostradas ao público de maneira lenta e com muito detalhes, além da superfície. Um suspense com veias dramáticas que explora os mais profundos dramas dos envolvidos e nos mostram até a onde somos capazes de agir em momentos extremos.

 

Águas Rasas (Netflix)

Na trama, conhecemos a carismática Nancy (Blake Lively), uma jovem estudante de medicina que resolve visitar uma praia paradisíaca que foi importante na trajetória de sua mãe já falecida. Chegando no lindo lugar resolve ir surfar e acaba sendo atacada por um terrível tubarão. Sua sorte é que conseguiu ficar presa em algumas pedras e usando muita criatividade e ativando toda sua essência corajosa, a jovem terá que ultrapassar todos os seus medos e bolar um plano para sair dessa difícil situação.

 

O Silêncio do Céu (Netflix)

Baseada no livro Era el Cielo, de Sergio Bizzio, que também assina o roteiro, O Silêncio do Céu acompanha a trajetória de Mario (Leonardo Sbaraglia), um escritor/roteirista que acaba de voltar para sua esposa após alguns meses de separação. Mario é um homem repleto de medos e sempre brincou sobre essa questão com sua mulher Diana (Carolina Dieckmann). Certo dia, quando Diana chegava em casa é abordada por dois homens que a violentam. A questão é que Mario também estava chegando em casa e acaba presenciando a cena e não faz nada. Consumido pela dor e pela fraqueza de não ter feito nada para ajudar sua mulher, quase que seguindo os pensamentos do filósofo e escritor inglês Francis Bacon, que dizia: ‘A vingança é uma espécie de justiça selvagem’, Mario parte em busca de respostas para suas lacunas impostas por pensamentos dolorosos e por umas pitadas generosas de culpa, e acaba encontrando pelo caminho a coragem de executar uma vingança desenfreada e completamente inconsequente.

 

Crítica | ‘A Desconhecida’ – Filme espanhol na NETFLIX percorre mistérios e as dores da culpa

Percorrendo a culpa como uma variável motora em uma narrativa movimentada, que busca em um enigmático suspense prender a atenção do público, chegou recentemente à Netflix o filme espanhol A Desconhecida. Dirigido por Gabe Ibáñez, o projeto apresenta um roteiro que se arrisca ao tentar construir um discurso com algumas críticas sociais, inseridas em um complexo cenário onde se entrelaçam o luto e as dores. Através de duas protagonistas completamente diferentes no modo de pensar, partimos de um encontro dilacerante para uma estrada de descobertas.

Anna (Candela Peña) é uma investigadora policial que passa por um momento difícil em sua vida após a partida do irmão. De volta ao trabalho, ela enfrenta um caso peculiar de uma mulher desconhecida (Ana Rujas) que foi encontrada presa, com marcas de tortura, em um container e que também perdeu a memória. Buscando em cada pista montar um quebra-cabeça que se mostra complexo desde seu início, Anna precisará enfrentar as dores do passado para solucionar essa complicada investigação.

Em um primeiro momento, com as peças espalhadas, adentramos uma melancolia persistente sob a perspectiva de uma mulher que não consegue se separar da culpa pela morte de um ente querido. Em seguida, somos apresentados a outros personagens também com amarguras em seus presentes, inclusive a outra protagonista. Assim, o desenvolvimento dos personagens se apresenta de maneira dosada, colocando as primeiras questões sobre um desaparecimento que vão lapidando uma narrativa de tom mais contemplativo buscando promover uma imersão emocional.

A direção é bastante competente ao conduzir o público para o desgosto das decepções, reproduzido em diálogos com alta carga emocional e em situações onde o moralmente ambíguo se revela pelos fatos que chegam. Em cenários sombrios, que afastam qualquer possibilidade de esperança completa, as protagonistas tornam-se reféns dos próprios pensamentos, movidas por uma culpa dilacerante que influencia suas decisões.

Nesse mistura de drama pessoal e suspense, vamos caminhando a curtos passos para uma trama que abre seus horizontes por esses limites emocionais, passando pela corrupção policial, violações de princípios, contradições morais, e nos revelando camadas que intensificam um raio-x de personagens à beira do desespero.

À medida que a investigação avança, o roteiro parece se perder um pouco em como esclarecer todos os fatos sem perder a força do discurso do lado pessoal que se estabeleceu desde o início. Essa questão, acaba abrindo espaço para algumas previsibilidades, mas, ainda assim, consegue manter um ritmo consistente de suspense.

 

10 Verdadeiros Clássicos do Cinema Brasileiro que Completam 30 anos em 2021

A história é um dos aspectos mais importantes de nossa existência como seres humanos. É preciso sempre estudá-la e aprender com ela. A história nos faz olhar para o passado e refletir, como parte de nosso processo evolutivo. O aprendizado é o que nos faz seguir desejando sempre melhorar, mas também absorver muito. No cinema, isso não é diferente. Essa consciência é o que faz grande parte dos cinéfilos valorizarem muito mais as obras clássicas, buscando sempre elas como referência do que é feito hoje. E quando falamos no nosso cinema, notamos um grande salto em qualidade. Hoje, nossos filmes são internacionalmente badalados. Mas no passado já realizávamos obras de enorme sucesso de público e crítica.

Pensando nisso, como forma de homenagear o nosso cinema brasileiro, relembramos nessa nova matéria os filmes nacionais mais famosos que completam 30 anos de lançamento em 2021. Confira.

Matou a Família e Foi ao Cinema

Refilmagem do clássico homônimo de 1969 escrito e dirigido por Júlio Bressane (A Erva do Rato), a nova versão é adaptada por Neville d’Almeida (A Dama da Lotação), que assume roteiro e direção. O filme marcou o reencontro nas telas do ex-casal Claudia Raia e Alexandre Frota – que ficaram casados de 1986 a 1989. Na trama, Frota vive um jovem desequilibrado que mata os pais e vai ao cinema, onde assiste a quatro curtas com histórias pra lá de bizarras. Uma delas é protagonizada por sua ex-mulher. As duas versões são polêmicas e você com certeza já ouviu este título.

Gaúcho Negro

Tentativa de emplacar um filme de super-herói brasileiro nos moldes das produções Hollywoodianas. O Gaúcho Negro é uma figura misteriosa, parte do folclore do Sul do país. Ele é uma espécie de Zorro, usa vestimentas pretas, um chapéu, máscara e tem como armas chicote e boleadeira. O filme é impulsionado pela estrela Xuxa, na época no auge de sua carreira, que narra o filme e faz uma participação especial. Quem protagoniza na verdade é um de seus Paquitos e duas de suas Paquitas. Na trama, ao mesmo tempo em que o herói surge durante um festival de música no Rio Grande do Sul para impedir crimes de queimadas, um jovem do Rio de Janeiro (Cláudio Heinrich) chega no local e se apaixona por uma professora escolar (papel de Letícia Spiller). Juliana Baroni completa o elenco principal.

Brincando nos Campos do Senhor

Apesar do elenco internacional renomado, de nomes como Kathy Bates (vencedora do Oscar), John Lithgow (duas vezes indicado ao Oscar), Tom Berenger (indicado ao Oscar), Tom Waits (indicado ao Oscar), Daryl Hannah e Aidan Quinn, este filme é uma coprodução entre Brasil e EUA (falado nas duas línguas) e tem na direção o argentino mais brasileiro de todos os tempos, o saudoso Hector Babenco. A trama mostra missionários fundamentalistas tentando converter os nativos das florestas brasileiras à sua religião. Baseado num famoso livro, o filme teve certo prestígio, apesar de hoje deixar evidente alguns equívocos, como ter Tom Berenger interpretando um indígena.

A Maldição de Sanpaku

O chamariz deste thriller criminal é a presença da estrela Patrícia Pillar impulsionando a obra e estampando o cartaz. Escrito e dirigido por José Joffily (Quem Matou Pixote?, 1996), o filme apresenta o golpista Gafanhoto (Roberto Bomtempo), que rouba uma pedra valiosa e termina na mira do mafioso Velho (Sérgio Britto). Enquanto foge, atrai para o perigo o colega Poeta (Felipe Camargo) e sua namorada Cris (Pillar), cujos olhos trazem a marca da tragédia. Completando o elenco, a saudosa Rogéria.

O Corpo

Baseado na história de Clarice Lispector, e com roteiro e direção de José Antonio Garcia (A Estrela Nua), esta comédia traz Antônio Fagundes na pele do farmacêutico Xavier, que vive uma relação bígama com suas duas mulheres: Carmem (Marieta Severo) e Bia (Cláudia Jimenez). Tudo começa a mudar de figura quando as duas descobrem que o marido arrumou mais uma amante, a dançarina de cabaré Monique (papel da também diretora Carla Camurati).

Vai Trabalhar Vagabundo II – A Volta

Um dos mais icônicos filmes de nossa cinematografia, o clássico Vai Trabalhar Vagabundo (1973), escrito, dirigido e protagonizado pelo saudoso Hugo Carvana, traz o ator como um malandro recém saído da prisão, tratando de dar um golpe pra cima de um falso rico, um sujeito que apenas finge ter dinheiro. Para a sequência, passada quase vinte anos após o original, Carvana retorna nas funções de diretor e protagonista, com o trambiqueiro Dino exilado em Acapulco, arquitetando sua volta ao Brasil financiado por uma rica viúva. Para chegar ao país ele arma seu próprio funeral. No elenco, os reforços de Marieta Severo e Marcos Palmeira.

A Grande Arte

Outro filme brasileiro com gosto internacional na lista, este longa é baseado num romance de nosso grande autor Rubem Fonseca. Produção nacional também falada em inglês e espanhol, quem dirige é o prestigiado Walter Salles (Central do Brasil). Na trama, Peter Coyote é um fotógrafo norte-americano no Rio de Janeiro, saindo em missão de encontrar o assassino de uma de suas modelos. O turco Tchéky Karyo e a bela Amanda Pays (conhecida pela série Flash dos anos 90) completam o elenco internacional. Já do nosso lado, Giulia Gam, Cássia Kis, Paulo José e o saudoso Raul Cortez dão o tempero brazuca para o suspense.

Forever – Juntos para Sempre

Mais uma produção com ares internacionais, quem comanda na direção é o lendário Walter Hugo Khouri (Amor Estranho Amor). Coprodução entre Brasil e Itália, o suspense dramático mostra a conturbada relação entre pai e filha, vividos por Ben Gazzara e Eva Grimaldi. A filha tenta se aproximar do pai, um rico e poderoso empresário, mas no percurso termina descobrindo seus segredos e relacionamentos. Vera Fischer, uma Ana Paula Arósio bem novinha e os saudosos Cecil Thiré e John Herbert são os reforços compatriotas.

O Inspetor Faustão e o Mallandro

Cult por excelência devido à sua qualidade, digamos, duvidosa, diversos críticos da nova geração tem redescoberto a obra e a reapresentado ao público. A ideia “brilhante” por trás do roteiro era juntar dois apresentadores famosos da época, mas que de atores tinham muito pouco: o ecstasy humano Sérgio Mallandro e a fábrica de bordões ambulante Faustão. Mas não apenas isso, no filme Faustão é um inspetor especializado em crimes contra animais e o meio ambiente que precisa se unir ao amalucado Mallandro, interpretando basicamente ele mesmo no filme, para impedir o tráfico de espécies em extinção.

Os Trapalhões e a Árvore da Juventude

Por falar em produções Hollywoodianas, nas décadas de 1980 e início de 1990, a trupe conhecida como Os Trapalhões reinou absoluto nas bilheterias brasileiras. Não tinha para ninguém, nem mesmo para as grandes produções vindas da terra do Tio Sam. Este filme de 30 anos atrás, no entanto, marca o último filme com, ao menos, três dos quatro integrantes originais do grupo de humoristas. Zacarias havia falecido em 1990, sendo sua última participação nas telonas o filme Uma Escola Atrapalhada (1990) e com o nome dos Trapalhões no ano anterior, Na Terra dos Monstros (1989). Esse filme já não contava com sua presença e marcou a última participação de Mussum, falecido em 1994. Na trama, Didi, Dedé e Mussum são guardas florestais protegendo a Amazônia (um tema ecológico recorrente na época e ainda muito atual), descobrindo a fonte da juventude e voltando a ser criança e depois jovens. Cristiana Oliveira é o reforço no elenco.

‘Sense8’: Episódio final da série deve estrear em maio deste ano

Depois de um cancelamento que devastou os fãs de ‘Sense8‘, a Netflix voltou atrás de encomendou um episódio final, de duas horas de duração, para dar um fim digno à história.

Agora, segundo o portal Sensate Brasil, é provável que a estreia aconteça em maio deste ano.

A Netflix, no entanto, ainda não confirmou a informação oficialmente.

Para comemorar o episódio especial de 2 horas que encerrará a jornada de ‘Sense8, Lana Wachowski, o elenco da série e a Netflix liberaram um vídeo de 15 minutos para agradecer aos fãs por todo o carinho ao redor do projeto.

Confira:

5 DICAS para você que curte os filmes do Rocky Balboa

Rocky Balboa é um dos personagens mais icônicos da história do cinema. Um homem que luta contra tudo e contra todos atrás do seu sonho de ser um grande esportista em uma disputada modalidade. Um filme inclusive que mudou a vida do ator Sylvester Stallone. Ao longo da história recente do cinema, acompanhamos outras histórias parecidas, de protagonistas que enfrentam muitos conflitos antes de conseguir alcançar seus objetivos. Pensando nisso, resolvemos indicar a você leitor uma lista com 5 dicas para você que curte os filmes do Rocky Balboa:

 

Sangue pela Glória

Na trama, conhecemos o pugilista Vinny Pazienza (Miles Teller), um esportista adorado pelos fãs que vem em constante ascensão na carreira. Dias depois de mais uma grande vitória na carreira, pega uma carona em um carro luxuoso que acaba sofrendo um grave acidente numa estrada norte americana. Ficando entre a vida e a morte durante grande tempo, quando acorda do coma induzido descobre que será muito difícil conseguir andar e praticamente nulas as chances de voltar a praticar o esporte que tanto ama. Contando com a ajuda de seu treinador Kevin Rooney (Aaron Eckhart), que treinara anos mais cedo o inesquecível Mike Tyson, Vinny resolve arriscar sua própria saúde e aos poucos volta a treinar em grande nível tendo a incrível chance de conquistar mais um título mundial.

 

Punhos de Sangue

Baseado em fatos reais, esse longa-metragem lançado em 2016 e protagonizado pelo excelente ator Liev Schreiber nos conta a história do boxeador e ex-vendedor de bebidas Chuck Wepner que ficou muito conhecido por uma luta histórica contra Muhammad Ali, em meados da década de 70, onde Ali só venceu a luta no último assalto. Essa luta inclusive inspirou Stallone a escrever o roteiro de Rocky!

 

Nocaute

Na trama, conhecemos o famoso boxeador Billy Hope (Jake Gyllenhaal) um homem que vive intensamente sua fama mas sem nunca esquecer de ser um devoto por sua linda família. Explosivo e sem muito instrução, certo dia se envolve em uma briga tola com um provável futuro adversário e nas consequências desse ato acaba perdendo sua empresária, amiga, batalhadora e esposa Maurren (Rachel McAdams) tragicamente. A partir disso, começa a ver sua carreira ir por ralo abaixo até que vai parar em uma modesta academia em um subúrbio norte-americano e começa a tentar reconquistar sua carreira, a guarda da filha e acender uma luz no fim do túnel que ele mesmo cavou.

 

Warrior (Guerreiro)

Em Warrior, vemos a história de uma família que tem na sua essência a alma da luta. Aos poucos vamos vendo o presente de cada um dos membros: um dos filhos é professor de física (do ensino médio americano) com sérias dificuldades financeiras, o outro filho é um ex-fuzileiro naval que sofrera um trauma com sua unidade durante uma de suas missões no Iraque. Ambos, ao decorrer da fita, vão sendo aos poucos jogados de volta ao octagon (cenário onde ocorrem as lutas dessa modalidade esportiva). Um deles guiado pelos conselhos profissionais do pai, que antes fora um grande treinador de luta olímpica, o outro busca forças na sua esposa que o apoia mesmo não gostando que ele lute.

 

Terra Selvagem

Na trama, conhecemos os irmãos Stanley (Charlie Hunnam) e Walter ‘Lion’ (Jack O’Connell), que vagam pelas ruas de uma cidade norte-americana em busca do sonho de serem famosos dentro do universo do boxe amador. Quando se veem encurralados por uma dívida, são obrigados a levar Sky (Jessica Barden), que eles não fazem a mínima de ideia de quem seja, até uma pessoa em San Francisco, em troca disso tem a dívida perdoada e conseguem a inscrição em um torneio de boxe de alta visibilidade em San Francisco. Assim, os três entram em uma jornada sem muito foco que passa por abalos emocionais enormes.

 

10 ÓTIMOS FILMES que fazem valer as mensalidades dos streamings

A cada ano que passa, alguns reajustes nos preços das mensalidades de muitos streamings acabam atingindo em cheio o nosso bolso. Para termos um leque de opções cada vez maior, não adianta: é preciso desembolsar uma boa quantia. Para esse esforço no nosso orçamento valer a pena, é importante sempre encontrarmos nesses catálogos filmes que, em sua maioria, vão nos agradar. Para você que está em busca de um bom título para conferir e fazer valer o preço que você paga mensalmente nos seus streamings, segue abaixo uma lista para você anotar:

 

Raymond & Ray (Apple Tv)

Na trama, conhecemos Raymond (Ewan McGregor) e Ray (Ethan Hawke), dois meio-irmãos que não se veem faz algum tempo mas sempre tiveram em comum muitas mágoas com o pai. O primeiro é metódico, todo certinho, recém-separado, que trabalha no departamento de energia da cidade de Cincinnati. O outro, um viciado em recuperação, que parece viver seu cotidiano na leveza de não precisar de muito. Após saberem do falecimento do pai, recebem um último pedido. Assim, resolvem embarcar em uma road trip que ativa lembranças e apresentam surpresas do homem que achavam que conheciam por completo.

 

Eternidade (Apple Tv)

Após morrer, Larry (Miles Teller) se vê perplexo em um lugar que funciona como uma coordenação de pós-morte. Sua orientadora é a carismática Anna (Da’Vine Joy Randolph). Ele aguarda Joan (Elizabeth Olsen), sua esposa, que logo desperta nesse lugar onde as almas precisam definir, em alguns dias, onde passarão a eternidade. Joan, porém, não esperava ter que escolher entre Larry – com quem dividiu praticamente toda a vida – e seu primeiro grande amor, Luke (Callum Turner), que a aguardou por mais de seis décadas.

 

Acusação (Reserva Imovosion)

Na trama, conhecemos Alexandre (Ben Attal) um arrogante e mimado estudante francês que mora nos Estados Unidos. Durante sua passagem pela França, para visitar seus pais, um famoso apresentador de TV chamado Jean (Pierre Arditi) e uma ensaísta chamada Claire (Charlotte Gainsbourg), é acusado de violência sexual. Quem faz a acusação é Mila (Suzanne Jouannet), uma jovem de 17 anos, filha de Adam (Mathieu Kassovitz), um professor de literatura, e Valérie (Audrey Dana), uma protética dentária. A situação é levada aos tribunais, onde as versões do fato são ouvidas e julgadas pela lei.

 

Utopia (Looke)

No Afeganistão, após o marido ficar durante anos em estado vegetativo após ser ferido em um conflito, Janan (Martine Malalai Zikria) embarca em uma jornada para ser mãe, utilizando a técnica de inseminação artificial. Para isso, ela resolve ir até o Reino Unido para iniciar o procedimento em uma clínica. Chegando lá, seu destino se cruza com William (Andrew Shaver), um estudante de sociologia médica, egocêntrico, que trabalha nessa clínica. Esse último, faz uma troca do sêmen que iria ser doado, por um doador anônimo, pelo dele. Paralelo a essa história, conhecemos um ex-professor alcoólatra que é preso por uma briga de bar e terá seu destino convergindo com Janan em um momento muito delicado.

 

Lola e seus Irmãos (Claro Tv+)

Na trama, conhecemos os três irmãos integrantes da família Esnart. Lola (Ludivine Sagnier), é uma advogada. Pierre (Jose Garcia), um especialista em demolição. Benoît (Jean-Paul Rouve), um recém-casado, que é surpreendido com a gravidez da esposa. Os irmãos, que sempre se reúnem em um dia no início do mês para visitar os túmulos dos pais em um cemitério da cidade, precisarão da ajuda um do outro para as escolhas que virão em seus cotidianos.

 

Querida Léa (Prime Video)

Querida Léa nos leva para um dia na vida de um homem de 40 e poucos anos. Ele está em conflito com suas emoções depois do desfecho de um relacionamento com uma mulher mais nova.

 

Depois do Fogo (Netflix)

Há uma máxima na vida de que o ser humano tem uma capacidade – muitas vezes imperceptível – de saber recomeçar. Seguindo essa verdade e rapidamente nos jogando em reflexões sociais dilacerantes, com um tom melancólico agudo ditando o ritmo, Depois do Fogo, interessante filme que chegou à Netflix, expõe as cicatrizes de uma tragédia ao mesmo tempo que apresenta a beleza de um recomeçar.

Crítica | ‘Depois do Fogo’ – As cicatrizes de uma tragédia e a beleza do recomeçar

 

Em Um Piscar de Olhos (Disney Plus)

Com um ping-pong constante entre três linhas temporais, o longa-metragem Em Um Piscar de Olhos percorre uma trama que vai da descoberta do fogo à inteligência artificial, criando conexões ao longo do tempo. A partir de três perspectivas que vão se entrelaçando – em um enorme desafio para a montagem -, somos convidados a refletir sobre a existência e o nosso papel em um mundo em constante mudança.

Crítica | ‘Em Um Piscar de Olhos’ – Um fascinante passeio pela antropologia filosófica, cheio de lições

 

Granizo (Netflix)

Miguel (Guillermo Francella) é um meteorologista que acaba de ganhar um programa somente seu para falar sobre o tempo. Conhecido como infalível, por nunca ter errado uma previsão do tempo, durante uma dia, onde ele fez uma previsão de noite tranquila, uma tempestade nunca antes vista na argentina atinge em cheio Buenos Aires. Nos dias seguintes, fugindo da fúria de seus fãs, ele resolve voltar para sua cidade natal, onde reencontra a única filha, a pediatra Carla (Romina Fernandes).

 

Laços de Afeto (Netflix)

Na trama, conhecemos Leone (Francesco Gheghi), um jovem estudante do ensino médio que resolve fazer um documentário caseiro sobre a relação dos seus pais, Paolo (Filippo Timi) e Simone (Francesco Scianna). Só que paralelo a isso, diversas coisas acontecem, como: ele se apaixona e os pais rumam ao divórcio, questões que levam o protagonista para um pensar mais reflexivo sobre toda sua vida.

NETFLIX | Dicas de Clássicos dos anos 80 recém-lançados na plataforma

Para a nossa surpresa e a de todos os saudosistas de plantão, a Netflix, líder do mercado quando o assunto é streaming, tem investido um bom bocado na compra de filmes mais antigos para disponibilizar em sua plataforma. Ou devo dizer aluguel, já que de tempos em tempos os filmes são trocados para a entrada de novos. Seja como for, nos últimos meses a empresa tem apresentado um número considerável de produções dos anos 80 e 90 em seu acervo, fazendo a alegria daqueles que acham que não temos mais filmes como antigamente. Ou simplesmente os que curtem visitar ou revisitar o passado como forma de aprendizado.

Assim, trazemos uma nova leva de dicas de filmes contidos na Netflix para que você não precise peneirar demais na hora de escolher o que assistir – acredite, sabemos como isto pode ser desgastante e enervante. Mas não apenas isso, como diz o título essa matéria é voltada para os nostálgicos que querem revisitar produções queridas, ou assistir pela primeira vez aquele filme que sempre quis ver e nunca teve a chance por não encontrar com facilidade. E ainda um terceiro tipo de espectador, o jovem que não conhecia os filmes apresentados aqui, mas sendo fã de cinema raiz resolve embarcar na empreitada. Então vem com a gente e confira abaixo.

Highlander: O Guerreiro Imortal

Com o anúncio de um novo Highlander vindo aí, um remake protagonizado por Henry Cavill (o Superman da DC) e comandado pelo mesmo diretor dos três John Wick (com Keanu Reeves), a Netflix prontamente disponibilizou o clássico original no novo lote de filmes em seu acervo. A história todos já conhecem, imortais escoceses se digladiam através dos séculos, desde a idade média até o presente. Christopher Lambert vive o protagonista Connor MacLeod e o saudoso Sean Connery é seu mentor Ramirez. Highlander completa 35 anos de seu lançamento em 2021, oportunidade perfeita para celebrar e revisitar o longa.

Dragnet: Desafiando o Perigo

Outro exemplar tipicamente oitentista, muito reprisado na Sessão da Tarde da época, este filme policial cômico é um dos precursores do buddy cop e estreou em 1987, mesmo ano de Máquina Mortífera e Um Tira da Pesada 2. Baseado numa famosa série de TV dos anos 50, que depois rendeu um revival no fim da década seguinte, a proposta do filme é utilização de bastante humor, ausente nos programas televisivos – algo depois reprisado em Anjos da Lei (2012) e Baywatch (2017). Quem comanda o show é o eterno “Caça-Fantasma” Dan Aykroyd na pele do certinho e quadradão detetive Friday. Seu parceiro é o desleixado Streebek, papel do Oscarizado Tom Hanks em sua fase na comédia. Aykroyd também assina o roteiro e o elenco conta ainda com o saudoso veterano Christopher Plummer.

Eles Vivem

John Carpenter é um diretor genial. Ponto. Sua obra é tão rica, que o cineasta se encontra aposentado e segue constantemente referenciado como um dos grandes. Tudo porque ele saiu de uma época extremamente criativa para o cinema, os anos 70 e 80. Assim como os colegas mestres aposentados Francis Ford Coppola e Brian De Palma, no período Carpenter entregou verdadeiras preciosidades e sua filmografia é ainda mais pop. Halloween, Fuga de Nova York, O Enigma de Outro Mundo e Os Aventureiros do Bairro Proibido são alguns de seus filmes mais queridos. Aqui temos um relativamente mais obscuro e por isso devemos agradecer muito à Netflix. Baseado num conto intitulado ‘Eight O’Clock in the Morning’ o filme é uma crítica política ao consumismo e a contínua lavagem cerebral que nossa sociedade recebe dos poderosos. Aqui, tais poderosos são uma raça alienígena infiltrada em setores do alto escalão. O herói dessa história? Um andarilho proletário, e o que mais?

Fuga à Meia Noite

É difícil ver o turrão e intenso Robert De Niro se divertindo tanto assim num filme, mesmo quando participa de comédias. Aqui, neste filme de 1988, podemos notar durante toda a projeção um sorriso no canto da boca do astro, mesmo quando precisa entregar momentos sérios de seu personagem, o caçador de recompensas linha-dura Jack Walsh. Tudo graças à química perfeita com o colega de cena, o humorista Charles Grodin (falecido recentemente, no dia 18 de maio deste ano). Influente e referenciado até hoje, o longa traz De Niro precisando levar um contador foragido para as autoridades. Quem dirige é Martin Brest, de Um Tira da Pesada (1984) e Perfume de Mulher (1992).

Inferno Vermelho

Outro filme de 1988 e outro buddy cop. Deu para perceber que filmes policiais de duplas disfuncionais eram uma forte tendência nos anos 80, e só nesta lista até o momento este é o terceiro. Aqui, o rei da ação da época Arnold Schwarzenegger se une ao engraçadinho James Belushi para caçar a bandidagem. Arnie é o russo Ivan Danko (quase Ivan Drago), policial rígido que é um verdadeiro “robô exterminador” e vai até a América atrás de um criminoso de seu país. A graça do filme é o choque cultural em ter um russo nos EUA em plena Guerra Fria. O diretor é igualmente um grande nome da época, Walter Hill (The Warriors e 48 Horas).

Brincou com Fogo, Acabou Fisgado!

Por falar em James Belushi, aqui temos um dos raros filmes protagonizados por seu irmão mais velho, o fenômeno repentino John Belushi. Ícone celebrado até hoje, o ator teve uma passagem muito rápida por este mundo, vindo a falecer jovem aos 33 anos, um ano depois do lançamento deste filme de 1981, que completa 40 anos de lançamento em 2021. Belushi estrelou menos de 10 filmes em sua carreira e seu trabalho mais conhecido é o cult Os Irmãos Cara de Pau (1980). Aqui, temos uma espécie de Crocodilo Dundee (1986) reverso, com Belushi no papel de um famoso jornalista de Nova York iniciando um romance com uma jovem moradora das montanhas geladas, que prefere o estilo de vida mais natural e ao ar livre, interpretada por Blair Brown.

Entre Dois Amores

Superprodução de 1985, vencedora de 7 Oscar, incluindo melhor filme e diretor (Sydney Pollack), que desbancou obras como A Cor Púrpura, A Testemunha e O Beijo da Mulher-Aranha naquele ano. Protagonizado pelos grandes Meryl Streep e Robert Redford, o filme é baseado na própria biografia de Karen Blixen, uma baronesa dinamarquesa, dona de plantações no Quênia colonial do século XX. Ela se apaixona por um caçador de espírito livre, vivido por Redford. Entre Dois Amores é um épico belíssimo de 3 horas de duração, que permanece como uma das obras românticas mais adoradas da sétima arte.

Loucademia de Polícia

Foi aqui que tudo começou, neste filme de 1984. Loucademia de Polícia se tornou uma das franquias mais bem sucedidas da década de 1980, gerou uma continuação por ano desde sua estreia, e inclusive um desenho animado, bonecos, brinquedos e uma série em live action. Porém, ao olharmos de perto este filme original, podemos notar um clima bem mais sacana e adulto, algo para maiores, mais próximo a filmes como Porky’s, por exemplo, do que o produto infantil voltado para as crianças que veio a se tornar nas sequências. Aqui temos muitas piadas sexuais, como sexo oral, repetidas vezes durante a projeção. Um novo exemplar está atualmente em desenvolvimento, provavelmente um remake ou reboot.

Loucademia de Polícia 2: A Primeira Missão

Esperamos ansiosamente o dia em que a Netflix irá disponibilizar todos os filmes desta franquia – o que provavelmente irá acontecer na HBO Max, já que esta é uma série da Warner. Seja como for, podemos nos contentar com esta continuação, lançada já no ano seguinte do original. A orientação aqui dá uma decaída na censura, exibindo um estilo muito mais “seguro e inocente” nesta primeira sequência. Na trama, os formandos do primeiro recebem sua missão de estreia e vão dar uma força numa delegacia falida num distrito perigoso da cidade. As adições aqui são do amalucado Zed (Bobcat Goldthwait), o frágil Sweetchuck (Tim Kazurinsky) e os vilanescos policiais Tenente Mouser (Art Metrano) e Proctor (Lance Kinsey), substituindo o Tenente Harris (G.W. Bailey).

Top Gun: Ases Indomáveis

Tudo bem, este não é exatamente um lançamento na plataforma. De qualquer forma, em vias da estreia da continuação tardia Top Gun: Maverick este ano, nada melhor do que aquecer os motores (literalmente) com este clássico que serviu para catapultar a carreira do astro Tom Cruise e completa 35 anos em 2021. Na trama, o ousado e arrogante piloto da marinha norte-americana Maverick (Cruise), precisa superar a morte do pai, ao mesmo tempo em que enfrenta a rivalidade dos colegas, em especial de Iceman (Val Kilmer). Ah sim, temos também o romance inesquecível com Charlie, uma instrutora, papel da belíssima Kelly McGillis, ao som de Take My Breath Away, da banda Berlin.

‘Rampage: Destruição Total’ ganha cartaz japonês INCRÍVEL; Confira!

Rampage – Destruição Total’ ganhou um cartaz japonês, e a arte é a mais INCRÍVEL já lançada até o momento. Confira:

O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intenção da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.

O elenco ainda terá Marley Shelton (‘Pânico 4‘) em um dos papéis principais.

A direção é de Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas‘), que também produz junto com Beau Flynn e John Rickard.

Rampage: Destruição Total está previsto para 19 de abril de 2018 no Brasil.

Crítica | ‘O Próximo Passo’: Os paralelos entre o movimento do corpo e a vida [Festival Varilux]

Os intensos paralelos entre a dança, o corpo e as formas de enxergamos nossa vida. Um dos filmes mais impactantes da seleção do Festival Varilux de Cinema Francês 2022, O Próximo Passo, nos leva a uma viagem, as vezes profunda, as vezes com leveza, de uma bailarina que vê sua vida mudar completamente após uma situação. Traçando semelhanças entre a dança e o que acontece na vida, um dos méritos dessa poderosa produção francesa é conseguir um entendimento entre os movimentos que são pré estabelecidos, no caso da dança clássica (na vida, o que planejamos para nosso futuro), com as questões do improviso, a dança contemporânea (as eventualidades do viver). Dirigido pelo cineasta Cédric Klapisch, a produção conta como protagonista, Marion Barbeau, dançarina principal da famosa companhia de Ballet da Ópera de Paris, em seu primeiro papel como atriz.

Na trama, conhecemos a bailarina profissional, de 26 anos, Elise (Marion Barbeau), uma mulher que após sofrer uma contusão durante uma apresentação pela companhia de dança que fazia parte ruma para uma estrada de redescobertas como pessoa, como profissional da dança, entre desilusões do amor, novas oportunidades, buscando também uma melhora no relacionamento com os que ama, principalmente seu pai, o advogado Henri (Denis Podalydès). Ao longo de quase duas horas de filme, que deixa um gosto de quero mais, somos testemunhas de sequências empolgantes onde o nosso refletir está em todos os lugares.

A sincronia, a força, o drama, o protagonismo da própria vida. O cineasta Cédric Klapisch consegue encher a tela de emoção dentro de um foco na desconstrução de uma jovem que embarca numa autoanálise profunda, uma redescoberta. O ritmo é lento no início mas aos poucos vamos entendendo a proposta de Klapisch que tem objetivo nos fazer refletir sobre a vida através do pulsante universo conectivo da dança, essa ação cultural, empolgante que tem drama, alegria, assim como as trajetórias de nossa existência.

Os ricos coadjuvantes contribuem muito para contar essa história de infinitas interpretações, onde a dança incorpora um papel importante, sendo deixado implícito os certeiros e criativos paralelos entre o que é pré estabelecido e o que vira improviso. Tem as novas compreensões sobre amores após uma traição, enxergamos um novo olhar para coisas que estavam em nossa frente através do ouvir melhor o que o outro tem pra dizer, as novas conexões que acabam abrindo caminhando deixando um ponto de interrogação proposital sobre o futuro pois há escolhas que ainda virão.

O Próximo Passo é um raio-x visceral na vida de uma artista, uma batalhadora da cultura, que aprende a enxergar na dança paralelos com sua própria realidade.

10 filmes para assistir entre um jogo e outro da COPA DO MUNDO

Copa do Mundo de Futebol masculino está acontecendo, e a nossa seleção brasileira começou a decolar no torneio após a excelente vitória sobre a Escócia. Mas não é só o time do Brasil que chama a atenção dos amantes do futebol: há outras seleções bem fortes na disputa pela taça. Como todo dia tem jogo, nas pausas entre uma partida e outra, nada melhor do que assistir a um filme nos streamings. Abaixo, segue uma lista de sugestões para você:

 

O Frio da Morte (Prime Video)

Em uma região isolada dos Estados Unidos, cercada pelo frio intenso, uma mulher amargurada pelas perdas (Emma Thompson) resolve ir pescar para relembrar memórias e realizar um último ato para seu grande amor. Só que, no caminho, acaba encontrando uma cabana onde um casal mantém uma jovem como refém. Buscando soluções para salvar a vítima, ela embarca em uma jornada intensa e repleta de perigosos em um lugar inóspito.

Crítica 2 | ‘O Frio da Morte’ – Emma Thompson brilha em novo suspense no Prime Video

 

Arremessando Alto (Netflix)

Na trama, acompanhamos o dedicado olheiro do time de basquete da franquia Philadelphia 76ers, Stanley Sugerman (Adam Sandler), um homem cansado de uma vida repleta de viagens que tem o sonho em se tornar treinador. Em uma viagem descompromissada até a Espanha, acaba descobrindo Bo Cruz (Juancho Hernangomez), um potencial atleta não profissional que joga por dinheiro pelas ruas espanholas. Certo de que esse jogador é a próxima grande estrela da NBA, Stanley utilizará todos seus contatos para conseguir um time para ele no próximo draft da liga de basquete mais famosa do mundo.

 

Destino Especial (Netflix)

Roy (Michael Shannon) e seu filho Alton (Jaeden Lieberher) estão em uma fuga alucinante pelas estradas norte-americanas, contando com a ajuda apenas de Lucas (Joel Edgerton), um policial que abandonou toda sua vida para ajudar a dupla. Aos poucos, vamos descobrindo os motivos desta fuga.

 

Limpa (Netflix)

Estela (María Paz Grandjean) é uma jovem que deixa o interior do Chile para trabalhar como empregada doméstica na casa de um casal rico, na cidade de Santiago. Ela passa grande parte do tempo ao lado da filha deles, uma garotinha escanteada pelos pais que encontra em Estela uma grande amiga. Quando algumas situações acontecem, Estela começa a perceber que sua presença no lugar está chegando ao fim, culminando numa série de ações rumo às tragédias.

 

Um Pai para Lily (Netflix)

A vida da jovem Lily Trevino (Barbie Ferreira) não tá fácil, completamente esquecida pelo pai Robert (French Stewart), trabalha como cuidadora para se sustentar. Um dia, numa navegada pelo facebook acaba acidentalmente chegando até um homônimo de seu progenitor, um outro Bob Trevino (John Leguizamo), um homem casado e com uma perda recente irreparável. Logo uma linda amizade surge e juntos vão aprender um pouquinho sobre a arte do recomeçar.

 

A Garota da Agulha (MUBI)

Karoline (Vic Carmen Sonne) é uma jovem que, após o desaparecimento do marido, se vê em um mar de desilusões quando se envolve com o seu chefe, fica grávida, mas logo é rejeitada. Sem saber o que fazer quando a criança nascer, acaba conhecendo Dogmar (Trine Dyrholm), uma mulher que comanda uma agência de adoção clandestina. Esse encontro trará desenrolares impactante quando verdades começam a aparecer.

 

Blondi (Prime Video)

Blondi (Dolores Fonzi), uma mulher imatura, perto dos 40 anos, trabalha em uma empresa que produz uma espécie de Censo. Mãe desde os 15 anos do já adulto Mirko (Toto Rovito), preenche as lacunas do seu cotidiano indo de um lado para o outro com o filho e sendo amiga dos amigos dele. Quando algumas decisões de pessoas próximas a ela acontecem, Blondi começa a perceber que não tem como controlar os rumos da vida dos outros, fato que acaba também a fazendo passar por transformações na sua própria.

 

Uma Boa Pessoa (MGM+)

Allison (Florence Pugh) está num momento muito feliz de sua vida, prestes a se casar com o grande amor de sua vida. Só que um dia, uma tragédia acontece, fazendo com que sua vida mude completamente. Tentando seguir em frente, meses após o ocorrido, seu destino novamente se cruza com o de seu ex-sogro, Daniel (Morgan Freeman), um ex-policial e também ex-alcoólatra. Ambos vão precisar se entender e buscar entendimento para curar feridas do passado.

 

Supernova (Prime Video)

Iwona (Agnieszka Skibicka) já não aguenta mais as terríveis crises familiares provocadas pelo vício em álcool do marido, Michal (Marcin Zarzeczny). Ela resolve fugir de casa, que fica numa comunidade rural, andando estrada a dentro com os dois filhos do casal. Nessa fuga, uma tragédia acontece, fazendo com que a vida desses dois personagens se cruzem com o arrogante Adam (Marcin Hycnar) e do policial Slawek (Marek Braun).

 

Frio nos Ossos (HBO MAX)

Uma casa isolada, quartos trancados, uma família que vive reclusa em uma enorme fazenda, uma visita inesperada em uma noite de forte tempestade. Esses são alguns dos elementos de uma surpreendente trama onde relações familiares conflitantes são a base para descobertas e segredos escondidos.

DOM | “Nunca vi uma série como essa no Brasil”, diz o criador Breno Silveira

A jornalista Letícia Alassë entrevista o cineasta Breno Silveira (Dois Filhos de Francisco) sobre a concepção da série DOM, parceria entre Conspiração Filmes e Amazon Studios, lançada dia 4 de junho na Amazon Prime Video.

Não perca um minuto deste bate-papo exclusivo e detalhado sobre um dos bandidos mais procurados do Rio de Janeiro no início do século XXI e a luta do seu pai para livrá-lo das drogas e do crime. Confira abaixo.

Leia também a crítica: DOM é uma série eletrizante e essencial das facetas do RJ

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‘X-Men: Fênix Negra’: Rumores apontam o motivo do adiamento do filme

Seguindo o mesmo caminho que ‘Os Novos Mutantes‘, ‘X-Men: Fênix Negra’ também foi adiado para 2019. Segundo boatos, depois de alguns testes de exibição, a Fox ordenou semanas de refilmagens. Isso provavelmente não inspira muito confiança sobre o resultado do público.

Fênix Negra‘ agora se encontra na mesma situação que ‘Os Novos Mutantes‘, que também está enfrentando pesadas refilmagens sob as ordens da Fox, que aparentemente não gostaram do primeiro corte do filme.

Apesar da situação não parecer boa, essas refilmagens podem funcionar a favor de ambos os filmes, ajudando a entregar um produto superior do que primeiramente editado. Se a espera irá valer a pena, só o tempo poderá dizer…

O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de X-Men: Apocalipse. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.

10 filmaços que MERECEM um dia chegarem nos streamings no Brasil

O dinâmico universo dos streamings a cada nova semana nos trazem filmes e séries de todos os lugares do mundo. Mas como a indústria audiovisual é enorme acaba ficando de fora dos catálogos filmes interessantes que os espectadores poderiam gostar. Pensando nisso, resolvi fazer um enorme exercício cinéfilo com uma lista de filmes muito legais, segue abaixo 10 filmaços que merecem algum dia chegarem nos streamings disponíveis no Brasil:

 

Minha Incrível Wanda

Na trama, conhecemos a jovem trabalhadora polonesa e mãe de dois filhos Wanda (Agnieszka Grochowska) que a cada nova temporada trabalha durante alguns meses para uma família rica na Suíça. Sua prioridade nos afazeres é cuidar do já debilitado Josef (André Jung) como uma espécie de enfermeira. A família adora Wanda, principalmente Josef. Só que as vezes, principalmente quando chega de madrugada, Wanda e Josef, escondido dos demais, entram em um acordo que causará graves confusões e situações para toda a família.

 

Elsker dig for evigt (Corações Livres)

Na trama, conhecemos um casal de namorados apaixonados, Cæcilie e Joachim, que vivem tranquilamente em uma grande cidade na Dinamarca. Certo dia, após um grave acidente, Joachim perde os movimentos da cintura para baixo e isso causa uma série de transtornos para Cæcilie que não consegue se adaptar a essa nova situação. Joachim, fora atropelado por Marie (Paprika Steen) que é casada com o médico Niels (Mads Mikkelsen) e trabalha no mesmo hospital onde Joachim é internado. O que acontece? Cæcilie começa a se aproximar de Niels e um intenso relacionamento amoroso acontece, deixando o destino de cada personagem incerto.

 

Bad Genius

Um dos filmes mais eletrizantes do cinema asiático dos últimos anos e representante da Tailândia ao Oscar 2018 na categoria Melhor Filme Estrangeiro, Bad Genius, dirigido pelo ótimo cineasta Nattawut Poonpiriya, contorna as emoções de maneira sublime para explicar uma história que envolve estudantes, as pressões pelas provas que podem mudar uma vida e um outro lado que se descobre quando determinadas portas de oportunidade se abrem. Tudo é muito bem encaixado no excelente roteiro de assinado pelo diretor, Tanida Hantaweewatana e Vasudhorn Piyaromna.

 

New World

Na trama, acompanhamos a história de Ja-sung (Jung-jae Lee), um agente infiltrado da polícia que está sob disfarce faz quase uma década e enfim consegue o objetivo que queria juntamente com a única pessoa que sabe que ele está disfarçado, o chefe de polícia Kang (Min-sik Choi). Dentro de uma operação chamada Novo Mundo que mexe com os poderosos submundos dos sindicatos na Coreia do Sul, Ja-sung precisará agora escolher se segue em frente e completa o objetivo, pesando o fato de ele estar com um filho a caminho e o fato de o medo sempre o pairar em ser descoberto. Assim, se envolvendo em uma série de situações explosivas sucessivas, a escolha será feita.

 

Someone You love (En du elsker)

Tenha piedade da minha alma, estou aqui para corresponder ao seu amor. A cineasta dinamarquesa Pernille Fischer Christensen volta ao mundo mágico do cinema para falar sobre a angústia de um homem em busca de uma redenção após uma vida inteira de amargura. Someone You love (En du elsker), é aquele tipo de filme que deixa o espectador com o coração apertado, esperando atentamente a próxima cena. A trilha sonora é algo mágico, entra em nossos ouvidos com uma leveza que chega a arrepiar. O cinema dinamarquês é assim mesmo, possui em sua essência, uma eterna arte de decifrar a profundidade dos relacionamentos mais complexos.

 

O Acompanhante

A história é focada em Carter Page III que é uma espécie de playboy que tem como passatempo preferido acompanhar mulheres (com esposos importantes) na compra de um tapete ou simplesmente em partidas de baralho. Ele vive em clima de romance com um paparazzi da cidade. Quando é envolvido em um caso de assassinato, exatamente por confiar demais em uma dessas mulheres que sempre está junto, tem que provar sua inocência custe o que custar.

 

Vulcão

Como reconstruir quando você só destrói? Falando sobre a busca da felicidade de um homem, o cineasta islandês Rúnar Rúnarsson – em seu primeiro longa-metragem –  transforma um conflito pessoal em uma obra de arte. Vulcão é o tipo de filme que você nunca ouviu falar mas que certamente vai querer debater sobre ele.

 

Dirch

A história fala sobre o dom da comédia. A busca de um ator por atuações em outros tipos de trabalho. A trama, que é passada nos anos 60, na Dinamarca, é baseada em fatos reais nos narrando a história do comediante Dirch Passer, que por mais que fosse um gênio no que fazia no campo profissional, tinha sérios problemas pessoais e desejos não apoiados.

 

Stockholm Stories

Baseado na obra homônima de Jonas Karlsson e marcando a estreia na direção de uma longa metragem da cineasta sueca Karin Fahlén, essa pérola sueca chamada Stockholm Stories é uma história suave sobre pessoas, suas emoções e suas escolhas em uma Estocolmo repleta de amargura mas com a necessidade do sonhar. Abordando, assuntos que vão desde a adoção até as inúmeras formas de amar, o filme navega em sua poesia ao mesmo tempo que o espectador é fisgado a todo instante com as ótimas viradas que a trama ruma.

 

O Jovem Caçador de Baleias

A realidade de alguns, longe de muitos. Exibido na Mostra de SP 2021, a Co-produção Rússia, Polônia, Bélgica, O Jovem Caçador de Baleias (Kitoboy) busca seus objetivos na sensibilidade dos porquês, nas inconsequências, que podem ser interpretadas como ato de coragem por alguns. As relações de um vilarejo no estreito de Bering (que liga os oceanos Pacífico e Ártico, entre a Rússia e os Estados Unidos.) com a tão sonhada vida na América é marcada aqui pelo conflito emocional de uma paixão imaginária. Dirigido pelo cineasta russo Philipp Yuryev, O Jovem Caçador de Baleias é uma saga reflexiva sobre o universo globalizado.

 

 

Crítica | ‘Presépio’ – Chocante e profunda parábola existencial repleta de simbolismos [Festival Cinemato 2026]

Quando chegamos ao final de um curta-metragem e ele deixa aquele gostinho de quero mais, é porque um bom trabalho foi feito. Exatamente isso que acontece em um projeto carioca que chamou a atenção nos primeiros dias da 12a Mostra de Cinema de Gostoso e que, logo depois, chegou também à programação do Festival Cinemato 2026. Um projeto simples em sua forma que encontra camadas, uma espécie de parábola repleta de simbolismos – do moral ao existencial – que se encaixa como uma luva em muitas histórias familiares por aí.

 

Imagina a situação: uma família se reúne para o amigo oculto natalino, e os conflitos logo afloram quando um pai presenteia o filho com uma arma de brinquedo. Dentro desse cenário, se desenvolve uma história que expõe embates e questões guardadas – mas nunca esquecidas – até a necessidade de reencontrar o amor em meio à decepção.

Indo direto ao ponto, com uma contextualização importante construída pelas entrelinhas e buscando, através das dinâmicas familiares, um olhar bastante profundo sobre nossa sociedade, Presépio, dirigido por Felipe Bibian, utiliza a relação conturbada de pai e filho para gerar reflexões importantes – inclusive sobre o choque entre gerações.

Impressionante a qualidade desse roteiro, que se une a uma narrativa ágil e cheia de tensão que não perde nossos olhos em nenhum instante. Nos detalhes, também encontramos complementos às ações dos personagens – aspecto que enriquece a obra, que, mesmo com seu contexto de relações desgastadas pelo tempo e os diferentes caminhos no modo de pensar, consegue acender uma luz de esperança.

Clássicos do Terror no Amazon Prime Video

A plataforma Amazon Prime Video chegou à impressionante marca de 200 milhões de assinantes. O recorde da empresa a aproxima cada vez mais da toda poderosa Netflix, que atualmente possui cerca de 204 milhões de assinantes. De acordo com o The Hollywood Reporter, a quantidade colossal da Amazon foi atingida este mês, com a adição de 50 milhões de assinaturas nos últimos três meses. Como forma de comemorar essa impulsionada da plataforma de streaming azul, que muito em breve pode vir a se tornar a favorita do grande público pelo mundo, ultrapassando a até agora campeã Netflix, resolvemos selecionar em nossa nova matéria uma série de dicas de um gênero que adoramos e é um dos favoritos de vocês, nossos leitores: o terror.

A Amazon Prime Video tem em seu acervo atual grandes clássicos do terror para você assistir neste instante. Portanto não perca mais tempo. Aqui iremos ajudar você nesta peneiração, a fim de encontrar essas verdadeiras preciosidades escondidas na plataforma. Confira abaixo.

Franquia Halloween

Você que é fã do maníaco Michael Myers, adorou o reboot Halloween (2018), e mal pode esperar para a sequência Halloween Kills – que estreia este ano -, mas ainda não teve a oportunidade de conhecer os capítulos anteriores da saga, esta é para você. A Amazon possui quase todos os filmes da franquia. O primeiro, Halloween – A Noite do Terror (1978), de John Carpenter, nem precisa ser dito, é imprescindível, e uma verdadeira obra-prima do terror. A continuação Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) está fazendo 40 anos em 2021, conta com roteiro e produção de Carpenter e embora não se compare ao original, ainda é uma boa pedida.

Halloween III (1982) tem uma ideia ousada que não deu muito certo na época, mas ressurgiu como obra cult atualmente. Aqui, ainda com produção de Carpenter, Michael Myers não dá as caras, e temos uma história envolvendo magia sombria e ciência. E bem, você pode ver esses três e parar por aí. A plataforma ainda possui as partes 4 e 5 da franquia, com a volta de Michael Myers, mas esses assista por sua conta e risco, se for muito fã ou curioso.

The Monster Squad

Intitulado no Brasil Deu a Louca nos Monstros, essa produção de 1987 consta com seu título original na Amazon, The Monster Squad (Esquadrão dos Monstros). Assim, para facilitar sua busca, utilizamos aqui o nome original também, embora muitos o conheçam pelo título brasileiro das reprises da TV aberta. O conceito do filme é muito legal, e mistura os Goonies, com uma turminha de pré-adolescentes a la Stranger Things, se deparando com os monstros clássicos da Universal, ou seja: Drácula, Frankenstein, o Lobisomem, A Múmia e o Monstro do Lago Negro. Por não ter feito muito sucesso em sua época de lançamento, o filme ficou logo restrito ao status de cult já naquela época. Ao longo dos nos, no entanto, um grupo cada vez menor (só formado por quem o conheceu na época) guardava com carinho a lembrança do longa. Esta é a chance de fazer esta produção, que mistura terror e aventura, ressurgir para uma nova geração.

Um Lobisomem Americano em Londres

Por falar em lobisomens, este talvez seja o filme mais famoso do cinema a abordar tais criaturas peludas. Além disso, serviu para revigorar a mitologia das bestas assassinas para uma nova geração, adicionando muito humor ácido, criatividade, mas sem esquecer os inúmeros sustos. Ainda reverenciado como um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, Um Lobisomem Americano em Londres completa 40 anos em 2021, fazendo desta a ocasião perfeita para ser visto ou revisitado. O filme levou o Oscar de melhor maquiagem, premiando o especialista Rick Baker com a primeira de suas 7 estatuetas da Academia.

Dia dos Namorados Macabro

Por falar em filmes de terror que completam 40 anos em 2021, aqui voltamos ao terreno das obras slasher. No mesmo ano de Halloween II, era lançado no chamado ano do boom do subgênero este Dia dos Namorados Macabro. Uma produção canadense, o longa ficou conhecido como o “slasher proletário”, com trabalhadores de uma mina de carvão em uma pequena cidade tendo seus pares atormentados por uma figura misteriosa. O filme gerou uma boa refilmagem em 2009.

O Duende

Aqui temos um clássico não dos anos 80, mas sim dos anos 90. Lançado em 1993, o terror traz o famoso Warwick Davis (Willow e Harry Potter) como um infame duende assassino. A ideia era impulsionar um novo ícone do terror, como Michael Myers, Jason e Freddy. Mas o que chama atenção mesmo é a presença da estrela Jennifer Aniston, antes de Friends, em seu primeiro papel no cinema. Assim como a franquia Halloween, a Amazon disponibiliza quatro dos filmes do Duende na plataforma, mas sendo muito amigo de vocês, recomendamos apenas o primeiro por uma curiosidade mórbida de ver Aniston protagonizando um filme de terror ainda bem novinha.

Hellraiser – Renascido do Inferno

Outro marco do terror, Hellraiser é baseado no livro do mestre Clive Barker e o primeiro filme é inclusive dirigido pelo próprio. O autor tem um desempenho primoroso no comando da obra, sendo responsável pelos pesadelos de uma geração inteira com suas imagens para lá de gráficas contidas no filme. Inferno e prazer são alguns dos temas deste longa. Assim como ocorre muitas vezes no terror, Hellraiser gerou continuações intermináveis, mas a Amazon disponibiliza apenas quatro dos filmes. Recomendamos os três primeiros, que são os únicos que de fato valem a pena, sendo que mesmo assim vão se diluindo em qualidade gradativamente. O primeiro, no entanto, ainda se mantém como uma das obras-primas do terror gore saídas da década de 80.

Suspiria

Por falar em obras-primas do terror, aqui voltamos mais 10 anos no passado em relação a Hellraiser, para o ano de 1977. Quem comanda é um nome muito celebrado no gênero: Dario Argento, diretor italiano que é sumidade no terror. Os filmes de terror italianos ficaram conhecidos pela alcunha Giallo (amarelo), que fala sobre o uso excessivo de violência, sangue (gore) e a sensação de pesadelo versus realidade. Tirando o último item, podemos dizer que tais filmes tiveram influência no subgênero americano do slasher. Esse é um dos poucos filmes em que Argento utiliza elementos sobrenaturais como fonte de seu horror. Muito famoso por sua estética, aqui temos uma companhia de dança que serve como fachada para um covil de bruxas. O filme é a primeira parte de uma trilogia e foi refilmado em 2018 por Luca Guadagnino.

O Mestre dos Desejos

Muitos entusiastas e especialistas do terror afirmam que o último grande vilão do gênero criado foi Candyman. No entanto, nos anos 90 outros vilões que visavam o coração e a popularidade com os fãs tentaram emplacar no gosto do público. Foi o caso com o citado Duende em 1993. Alguns anos depois, em 1997, o mesmo acontecia neste terror protagonizando pelo vilão Djin, um “gênio da lâmpada” maldito que proporcionava desejos a todos que encontrassem uma pedra preciosa de onde ele saía. A pegadinha era que os tais desejos nunca aconteciam da forma que a pessoa imaginava e o infeliz terminava na maioria das vezes morto ou ferrado. Produzido pelo veterano Wes Craven a grande sacada nos bastidores do filme foi reunir os lendários Jason, Freddy Krueger e o citado Candyman em seu filme. Bom ou quase. Já que quem dá as caras mesmo são os intérpretes de tais personagens sem a maquiagem.

Cujo

Voltando para a década de 80, agora vamos soltar a cachorrada. O primeiro é este cão da raça São Bernardo, cuja origem data de um livro do mestre do gênero Stephen King. Na trama, um cachorro bonachão é mordido por um morcego e adquire raiva, se tornando assim uma fera incontrolável. Ele termina encurralando uma mãe de família (papel da atriz Dee Wallace – que no ano anterior havia brilhado em E.T. – O Extraterrestre) e seu pequeno filho num carro, onde passam um dia inteiro desesperados por ajuda. É tensão na forma mais pura.

Cão Branco

Um ano antes de Cujo chegar aos cinemas, o lendário diretor Samuel Fuller entregava uma obra perturbadora e muito questionadora, para além de simplesmente um filme de terror. Antes de Jordan Peele, outros cineastas já haviam pego temas mais sérios e dignos de discussão e os moldado para formas mais pop a fim de indagar e questionar sobre seus significados. Assim, Fuller criava um longa para discutir o racismo na forma de terror. Na trama, uma atriz de Hollywood encontra um cão da raça Pastor alemão branco ferido e decide ficar com ele para cura-lo. O que ela não sabe é que seu antigo dono era um racista e o treinou para atacar pessoas negras, criando assim uma verdadeira máquina de matar. Agora, a mulher precisa desprogramar essa raiva no animal.