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‘John Wick 4’: Personagem da Halle Berry estará em apuros, revela diretor

Em entrevista ao THR, o diretor Chad Stahelski indicou que a personagem da Halle Berry, a Sofia, estará em apuros na sequência ‘John Wick 4‘.

“Eu ficaria preocupado pela Sofia [no quarto filme], mas eu confio no fato de que ela é forte e fará qualquer coisa para proteger aqueles que ela se importa. Obviamente, ela tem um bom coração por ter ajudado o John [Wick] no terceiro filme. Ela escolheu o código em detrimento do seu próprio sofrimento.”

Vale lembrar que a personagem da Halle Berry foi considerada uma das melhores adições da franquia, protagonizando uma das maiores cenas do filme. Confira abaixo:

John Wick 4‘ finalmente ganhou uma nova data de estreia após ser adiado devido a pandemia de coronavírus.

Anteriormente previsto para 21 de maio de 2021, o longa agora chega às telonas do Brasil em 26 de maio de 2022.

Em uma recente entrevista ao Collider, o diretor Chad Stahelski afirmou que está tendo dificuldades em desenvolver o roteiro da sequência ‘John Wick 4‘, revelando achar um desafio superar as cenas de ação dos filmes anteriores.

“ACREDITO QUE EU E O DAVE [LEITCH] ESTAMOS SATISFEITOS COM AS SEQUÊNCIAS DE AÇÃO E NÓS NÃO QUEREMOS PERDER ISSO. EU QUERO SER UM DIRETOR MELHOR, MAS ISSO NÃO QUER DIZER QUE A SEQUÊNCIA TERÁ MENOS AÇÃO. COM O TERCEIRO FILME, SENTI QUE EU PRECISAVA AMPLIFICAR A AÇÃO DO SEGUNDO. EU TIVE TODAS AQUELAS IDEIAS, E O FILME ACABOU SE TORNANDO UMA AÇÃO FRENÉTICA.”

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias e já arrecadou US$ 321,6 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

‘Pânico’: Fã cria trailer conceitual INCRÍVEL para o novo filme; Confira!

Através do seu canal no Youtube, o artista Rafael Araújo compartilhou um trailer conceitual incrível para a nova sequência da franquia ‘Pânico‘.

O resultado ficou incrível!

Confira:

A aguardada nova sequência da franquia ‘Pânico‘ será lançada no dia 14 de janeiro de 2022.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gilett, do sucesso Casamento Sangrento, comandam o projeto. Kevin Williamson será o produtor.

O filme teve suas cenas rodadas de 23 de setembro à 17 de novembro, totalizando 8 semanas. Trata-se do mesmo período de tempo de filmagem do primeiro filme da franquia, em 1996.

Além de contar com o trio original formado por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, o elenco também conta com Jack Quaid (‘The Boys‘), Jenna Ortega (‘You‘), Kyle Gallner (‘Outsiders‘) Dylan Minnette (‘13 Reasons Why‘), Jasmin Savoy Brown (‘The Leftovers‘) e Melissa Barrera (‘Vida‘).

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

 

‘O Exorcista’: Diretor revela detalhes sobre a nova trilogia da Blumhouse

Em entrevista ao Collider, o diretor David Gordon Green (‘Halloween’) revelou novos detalhes sobre a aguardada nova trilogia da franquia ‘O Exorcista‘, que dará continuidade aos eventos do primeiro filme.

“O roteiro do primeiro filme da nova trilogia já está completo, e estamos no processo de mapear o segundo filme. Nós ainda temos muito trabalho para fazer, mas sabemos onde queremos chegar. É uma nova jornada com alguns rostos familiares e outros rostos novos.”

Ele completa, “Tenho certeza que saberei mais sobre o projeto daqui a um ano. É um processo muito, muito diferente da trilogia da franquia ‘Halloween’.”

O primeiro longa vai estrear no dia 13 de outubro de 2023.

Os próximos filmes serão uma sequência direta da obra de 1973, e, segundo o New York Times, a Universal Pictures pagou em torno de US$ 400 milhões para garantir os direitos para realizar uma nova trilogia – valor que inclui o lançamento nos cinemas e no streaming Peacock.

Ellen Burstyn (‘Interestelar’) reprisará seu papel como Chris MacNeil, mãe de Regan (Linda Blair), a menina possuída pelo demônio Pazuzu no longa original.

Além de Burstyn, Leslie Odem Jr. (‘Uma Noite em Miami’) também foi listado no filme, e dará vida ao pai de uma jovem supostamente possuída.

Na trama, ele irá recorrer à ajuda de Chris para tentar lidar contra a presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Dirigido por William Friedkin e estrelado pela Linda Blair, o primeiro longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

A franquia original rendeu quatro filmes, além de uma prequel “alternativa”, intitulada ‘Domínio‘. Recentemente, a FOX lançou uma série que se passava no mesmo universo que o filme original, que durou por 2 temporadas.

‘O Massacre da Serra Elétrica’ pode ganhar NOVAS sequências na Netflix

De acordo com o Bloody Disgusting, a Netflix está interessada em dar continuidade à franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, que deve servir como continuação para o filme mais recente da saga – que foi lançado exclusivamente em sua plataforma.

O site afirma que o streaming está considerando DUAS novas sequências.

Vale lembrar que, apesar das críticas negativas, o reboot de 2022 foi um grande sucesso, alcançando a segunda colocação das produções mais populares da plataforma em sua primeira semana de lançamento, com mais de 29 milhões de horas assistidas. Além disso, o longa se manteve estável na semana seguinte, caindo para a terceira posição das produções mais assistidas do serviço de streaming.

Anteriormente, o diretor David Blue Garcia havia revelado que já tem “ideias incríveis” para uma possível sequência do terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘.

“Eu tenho pensado muito sobre o que aconteceria em uma sequência dessa história ou outro conto desse universo. Eu tenho algumas ideias incríveis que eu adoraria compartilhar com a produtora Legendary se ela quiser desenvolver um novo filme. Também há coisas que eu gostaria de ter feito nesse filme, e queria de ter a oportunidade de trazê-las para a continuação.”

Ele completa, “E, claro, há aquele gancho [para uma sequência] na cena pós-créditos do filme, então definitivamente há um futuro para ser explorado.” 

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornou no novo filme. A personagem foi interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘Billions’: Ator confirma que a 7ª temporada será a ÚLTIMA da série

Durante sua aparição no Football Night in Chicago, o ator Dan Soder deixou escapar que a vindoura 7ª temporada de ‘Billions‘ será a última da produção.

“A sétima temporada, o ciclo final de ‘Billions’, está chegando… Eu não deveria ter dito isso? Acho que não era para eu ter revelado.”

Reagindo à chocante revelação, o repórter Mike Berman apenas completou: “Não importa. Você acabou de dizer. Será a última temporada.”

Anteriormente, o site Wall Street Journal havia reportado que Paramount+ está desenvolvendo múltiplos spin-offs da série.

Intitulada ‘Millions‘, a primeira série derivada vai seguir “diversos aspirantes a magnatas financeiros de trinta e poucos anos fazendo o que for preciso para ter sucesso em Manhattan”. Já ‘Trillions‘, o segundo spin-off, será baseado em “histórias fictícias das pessoas mais ricas do mundo – titãs da indústria que vivem em todo o país, mas entram em contato e conflito uns com os outros”.

Por fim, ‘Billions: Miami‘ e ‘Billions: London‘ também estão em desenvolvimento.

Os cocriadores e showrunners Brian Koppelman e David Levien serão responsáveis pela produção executiva de todos os spin-offs. Em comunicado oficial, a dupla declarou: “Continuamos fascinados por pessoas cuja ambição é ilimitada e que pensam que as leis da civilização e da natureza não se aplicam a elas. Miami é um lugar vital e vibrante que os super ricos começaram a dominar. Estamos ansiosos para mostrar a todos o que realmente está acontecendo por lá.”

A série foi criada por Brian KoppelmanDavid LevienAndrew Ross Sorkin.

Situada nos bastidores de Wall Street, a história acompanha a relação entre Chuck Rhoades, um Procurador de Justiça com temperamento agressivo, com Bobby Axelrod, um dos homens mais ricos do país.

O elenco inclui Toby Leonard Moore, Daniel K. Isaac, Paul Giamatti, Damian Lewis, Maggie Siff, Malin Akerman, David Costabile e Condola Rashad.

8 ótimos filmes sobre Amores Proibidos

Felicidade não existe, o que existe na vida são momentos felizes. Vem chegando mais um dia dos namorados e isso nos faz refletir sobre as inúmeras histórias de amor que lembramos de ter conferido na tela do cinema (ou na televisão de casa). Mas nem sempre essas histórias possuem finais felizes, há drama, preconceito, obstáculos ligados à tradições, muitas vezes somos testemunhas de uma não aceitação de um sentimento tão puro e bonito como o amor, isso dilacera nossos corações mas nunca deixamos de refletir.

Buscando fugir um pouco de filmes lógicos e já contidos em listas parecidas por aí na imensidão da internet, abaixo temos oito filmes completamente diferentes que de alguma forma circulam na questão dos amores proibidos.

 

A Amante (2016) – (Tunísia)

Não há prazer em fazer aquilo que você não gosta. Escrito e dirigido pelo cineasta tunisiano Mohamed Ben Attia, estreou no circuito brasileiro anos atrás o ótimo Inhebek Hedi que aqui veio a tradução de A Amante. Ao longo dos cerca de 90 minutos de projeção, acompanhamos uma certa jornada pela solidão, percorrida pelo infeliz protagonista que acaba ganhando a chance de voltar a sorrir por conta de um verdadeiro amor. Fugindo dos clichês sobre cultura e tradição, o foco do roteiro é inteiramente na construção profundo de um impactante personagem principal. Um belo trabalho que foi exibido no Festival de Berlim em 2016.

Na trama, conhecemos Hedi (Majd Mastoura) um representante de vendas da Peugeot que vai se casar (em um casamento arranjado) com uma mulher que fala várias noites em seu carro, escondido de todos. Filho não favorito, se sente abandonado em seus desprazeres por uma vida toda comandada pelos objetivos da família, como marionete de sua mãe. Certo dia, após ser enviado a uma região onde precisa ficar hospedado em um hotel, acaba conhecendo Rym (Rym Ben Messaoud) uma carismática funcionária do lugar. A partir desse encontro, o protagonista precisará passar por escolhas que envolvem a todos ao seu redor.

O amor interrompe as barreiras não só da timidez mas dos sonhos. É bonito de assistir a forma como isso é mostrado no filme. Triste e perambulando dentro do seu carro, Hedi passa por uma desconstrução até a chegada de seus melhores momentos. No início não tem autonomia para nada em sua vida, as expressões do personagem dizem várias coisas, são entrelinhas óbvias e bastante nítidas. A arte sempre esteve presente em sua vida através dos desenhos que faz, praticamente expressa suas emoções para poucos através das imagens que produz. Quando resolve buscar sua própria história, mesmo ainda preso e em dúvida por conta das tradições, se arrisca e o filme ganha contornos de escolhas onde do lado de cá da telona ficamos torcendo para um final feliz. Mas o que seria um final feliz né?

Há tanto guardado dentro do protagonista que a cena impactante num dos diálogos com sua mãe, já em um dos arcos finais é de uma força impactante, fruto também da atuação primorosa do ator tunisiano Majd Mastoura. Um belo trabalho que merece ser conferido por todos que gostam de boas histórias.

 

* Está no catálogo da Amazon prime Video *

 

Atlantique (2019) – (Senegal)

Em seu primeiro trabalho como diretora, a cineasta francesa Mati Diop consegue reunir elementos físicos e sobrenaturais para nos contar uma história de amor pouco convencional que acontece em Dakar, no Senegal. Em meio a uma paisagem e arcos que remetem ao grande oceano que banha a parte da cidade onde se passa a trama, Diop e suas lentes conseguem uma incrível conexão com quem assiste do lado de cá da telona. Disponível no catálogo da Netflix, o filme levou o grande prêmio do Júri em 2019 no prestigiado Festival de Cannes.

Na trama, conhecemos a jovem Ada (Mame Bineta Sane), uma mulher que vive seus dias atuais na expectativa do casamento arranjado por um homem que não ama. Ada, esconde outra paixão, se encontra escondida com seu grande amor Souleiman (Ibrahima Traoré) sempre que possível. Quando Souleiman resolve, sem avisá-la, partir pelo oceano atrás de uma vida melhor, a vida de Ada ganha novas e curiosas passagens.

Abordar o sobrenatural de maneira interessante é um trabalho para poucos, e esse fato é a grande reviravolta do filme que caminha lentamente pelos detalhes do ambiente deixando surpresas como migalhas em uma trilha até o seu clímax. Dentro do contexto desse bom projeto, o amor é visto de uma ótica bonita através do sentimento, das afinidades, além claro de ótimas pitadas de críticas sobre a condição social da região, costumes e crenças.

Atlantique é um trabalho para ser apreciado. Um pequeno tesouro perdido nos milhares de lançamentos dos streamings. É um filme que cinéfilo tende a gostar, os contornos narrativos transbordam emoções puras que viram paralelos à nossa realidade.

 

* Está no catálogo da Netflix *

 

 

A Linha Vermelha do Destino (2019) – (Argentina)

A paciência dos acasos na hora errada. Envolvendo lendas, encontros e desencontros, o romance argentino A Linha Vermelha do DestinoEl Hilo Rojo, no original, escrito e dirigido pela cineasta Daniela Goggi baseado na obra homônima de Erika Halvorsen, é um filme com arcos que cansam na melosidade mas provocam raciocínios profundos por conta de uma maturidade para falar de um assunto que gera dor e sofrimento para aqueles que gostam de finais felizes. Os protagonistas, interpretados por Eugenia Suárez e Benjamín Vicuña possuem uma grande harmonia em cena, não beira ao imaginário, muito perto do real. Está disponível no catálogo da Netflix.

Na trama, conhecemos a aeromoça Abril (Eugenia Suárez) que durante um voo acaba se apaixonando pelo sonhador e empreendedor do ramo dos vinhos Manuel (Benjamín Vicuña). Após um desencontro no desembarque, um longo hiato se passa mas o destino quis que eles voltassem a se encontrar, agora, em outras condições, os dois casados e assim, escolhas precisarão serem tomadas por essas duas almas gêmeas.

A questão da maturidade que os dois amantes tentam lidar dentro da situação que estão é um ponto muito interessante a ser analisado. Fugindo dos clichês eminentes, A Linha Vermelha do Destino mostra muitas facetas de um amor quase proibido, ou melhor, impedido, mas que não deixa de acontecer. Há uma delicadeza na condução das sequências, uma lapidada nos arcos (as vezes até demais, deixando chato em alguns momentos) e boas atuações. Os contrapontos existentes viram fábulas do próprio imaginário das duas almas. Qual o destino deles? Finais abertos sempre deixam conclusões para o lado de cá da telona e isso é sempre muito legal.

 

* Está no catálogo da Netflix *

 

Grand Central (2013) – (França/Áustria)

Quando o amor não basta, o medo consome. Para falar sobre as problemáticas nucleares, uma pincelada crítica dos abalos energéticos de muitos países, a diretora Rebecca Zlotowski (em seu segundo longa-metragem) utiliza uma cobertura romântica protagonizada pela musa do cinema francês, Léa SeydouxGrand Central pode ser definido também como a história de homens e seu traiçoeiro trabalho que geram conflitos emocionais, físicos e familiares muito bem reproduzidos na telona.

Na trama, conhecemos Gary Manda (Tahar Rahim), um homem sem objetivos que vive pulando de trabalho em trabalho em diversas cidades. Quando os ventos do destino mudam outra vez sua direção, consegue um emprego em uma usina nuclear na França. Por lá faz novos amigos e conhece um grande amor, Karole (Léa Seydoux), namorada de Toni (Denis Ménochet) um dos que o melhor o recebe na nova cidade. Lutando contra um desejo reprimido, tenta sobreviver a um trabalho perigoso e a um amor proibido.

A conflituosa relação que o destino cravou gira quase que exclusivamente em torno do protagonista, um homem que nunca esteve apaixonado e que vive de maneira intensa sua vida. Nas mesas de sinuca ou na estrada andando como nômade à procura de uma razão para sua existência, encontra no amor seus conflitos mais profundos. Um jogo de paixão, desejo e razão vão se misturando, deixando o personagem à deriva de ações inconsequentes.

Obviamente, a intenção da fita era transmitir e criar uma discussão em cima da problemática e os perigos das usinas nucleares. Só que a história que a princípio viria em segundo plano, o amor singelo e bruto entre dois personagens, acaba tomando o papel de protagonista no processo de interação com o espectador muito por conta da intensidade e competência da atriz Léa Seydoux, iluminada (mais uma vez) em cena.

Longe de ser o melhor filme da coadjuvante principal de Azul é a Cor Mais Quente (nem tão pouco seu filme mais polêmico), Grand Central merece ser conferido por todos os cinéfilos pois consegue encontrar em suas subtramas uma inteligente razão de existência.

 

Desobediência (2017) – (EUA/Reino Unido)

O luto e o amor. Depois de excelentes e elogiados trabalhos nos inesquecíveis, Gloria e Uma Mulher Fantástica, o cineasta chileno Sebastián Lelio enfim chegou ao epicentro das produções mundiais com delicado e interessante projeto DesobediênciaBaseado no livro homônimo, de Naomi Alderman, o filme gira em torno de algumas situações que ligam a morte ao amor. Nos papéis principais, as duas melhores Rachels do cinema atualmente, McAdams e Weisz, essa última também assina a produção do longa.

Na trama, conhecemos a fotógrafa Ronit (Rachel Weisz), uma mulher de meia idade, bem sucedida que mora em nova Iorque. Ronit é de família judia, e brigou com sua comunidade tempos atrás. Quando retorna para casa, após um telefonema avisando sobre a morte do pai, acaba reencontrando a melhor amiga de adolescência, Esti (Rachel McAdams) que está casada com Dovid (Alessandro Nivola). A questão é que Esti e Ronit já viveram uma história de amor no passado e com a volta da fotógrafa, as memórias se acendem, gerando um grande conflito na comunidade onde foram criadas.

Com muita delicadeza e atuações maravilhosas, o filme navega em um tom até certo ponto lento mas com um tipo de ritmo envolvente, utilizando a premissa de que ‘uma cena vale mais que mil palavras’. Falando sobre personagens fortes, a direção de Lelio, já acostumado com mulheres guerreiras em conflito, é uma pequena aula de como dirigir um filme sobre as tensões das emoções. Dividido em arcos bem definidos, com subtramas impactantes, o longa navega nas águas do luto e de uma paixão proibida.

Sobre o luto, vemos a dificuldade da protagonista em voltar para enterrar o pai, rabino, esse, totalmente protegido pela comunidade e crença que sempre acreditou. Mesmo como filha, parece não ter direitos, praticamente como se não existisse para aquele grupo de pessoas. Sobre a paixão proibida, envolve três personagens, o amor entre as duas amigas e um marido que segue lemas e crenças. Passando sobre as liberdades do amar, do ir e vir, do casamento, são muitas as questões que o roteiro traz a tona para pensarmos.

Muito se falou sobre cenas fortes, picantes, que o filme possa ter. Mas Desobediência é simplesmente um bonito filme sobre amor e respeito. Além de tudo, sua cena mais linda e emocionante é uma cena de um abraço simbólico que diz muito sobre a vida e as escolhas dos bem escritos personagens.

 

* Está no catálogo do Telecineplay *

 

Black – Amor em Tempos de Ódio (2015) – (Bélgica)

Os chocantes tempos onde a inconsequência beira ao caos violento de vidas perdidas. Um filme forte, impactante, que mostra a falta de limites do ser humano que só conhece a violência como resposta a qualquer pergunta, Black – Amor em Tempos de Ódio traz para a ficção ações de vândalos, ladrões, traficantes de gangues de jovens em Bruxelas. Há um paralelo com a realidade conforme entendemos nos créditos finais. O filme busca também uma crítica para a ineficácia da polícia nas tentativas de mudanças de comportamentos, em leis não eficientes para o controle de uma situação que está completamente descontrolada. Um explosivo e dramático trabalho da dupla de cineastas Adil El Arbi e Bilall Fallah. Disponível no catálogo do streaming Reserva Imovision.

Na trama, conhecemos Marwan (Aboubakr Bensaihi), um jovem descendente de marroquinos que faz parte de uma gangue que rouba por toda Bruxelas. Em paralelo, conhecemos a também jovem negra Mavela (Martha Canga Antonio) que acaba de iniciar em uma outra gangue, rival da do primeiro. Eles acabam se conhecendo e se apaixonando. Encaram diariamente o certo e o errado bem na frente deles com escolhas podendo serem feitas mas consumidos por razões e emoções que vão desde suas origens até mesmo o eterno conflito do ser humano em ter status, ser o maioral, não importando as formas como se chegam até os objetivos. Mas com a polícia no pé das gangues deles (respectivas) e um eminente confronto violento entre as duas facções, o casal de apaixonados precisará encontrar saídas para se manterem juntos e vivos nessa história.

O subtítulo não poderia ser melhor: O amor em tempos de ódio. Somando a isso, rebeldia, guerras movidas a raça, preconceito, o longa-metragem ao longo de uma hora e meia, mostra a visão de homens e mulheres perdidos na inconsequência, no ganho fácil com um olhar para a violência como algo comum. Dentro dessa ótica, refletimos sobre a tão comentada cultura da violência com exemplos negativos a cada frame. Pelo chocar, Arbi e Fallah buscam o refletir. Até quando jovens, não só na Bélgica, mas pelo mundo, vão perder suas vidas para a banalidade de influências ruins? Onde a sociedade e as forças policiais, que devem proteger, podem se inserir para ajudar nessa situação? Leis mais rígidas? Acompanhamento com psicólogos? Mais tempo no xadrez? Há exemplos de redenção em meio a esse caos? Pra se refletir!

 

* Está no catálogo do Reserva Imovision *

 

Retrato de uma Jovem em Chamas (2019) – França

Estar livre é estar só? Escrito e dirigido pela ótima cineasta francesa Céline Sciamma (do excelente Tomboy), Portrait de la jeune fille en feu, no original, aborda com sensíveis tons delicados um recorte sobre sentimentos e sensualidade em uma época de muitas limitações para as almas femininas. As memórias e as emoções colocam a iminência de um amor com data de validade marcada mas com uma intensidade para nunca se esquecer. O projeto conta com uma direção impecável com direito a uma arrebatadora sequência final, digna de aplausos. Impressionante filme francês, um dos grandes trabalhos dos últimos anos desse país que volta e meia nos brinda com ótimas produções. Indicado à Palma de Ouro do Festival de Cannes, também ao Bafta e ao Globo de Ouro.

Na trama, conhecemos a jovem pintora Marianne (Noémie Merlant) que é contratada por uma mulher (Valeria Golino) para pintar o retrato de sua filha Héloise (Adèle Haenel). Só que essa última não aceita o futuro casamento que já está entrelaçada com um homem em milão e assim, Marianne precisa disfarçar a princípio seus reais motivos do convívio diário durante algumas semanas com Héloise. Só que após muitas conversas, um interesse mútuo vira algo que transborda, transformando dramas em uma paixão arrebatadora.

O filme, que estreou no Brasil em janeiro (ainda antes da pandemia), possui um certo ar misterioso em seus primeiros arcos, acaba virando um grande pedestal onde diálogos sobre imposições da vida em uma época arcaica, cheia de ações nada progressistas onde a mulher não tinha direitos. Os diálogos sobre cultura e pintura e os paralelos com os dramas de uma sociedade reclusa nas tradições encaixam como uma luva no que vivem ou conhecem da vida as protagonistas. A coadjuvante Sophie (Luàna Bajrami), a empregada da casa de Héloise, tem papel importante com sua subtrama, mais uma vez mostrando o papel das tradições e até mesmo rituais em uma época muito distante da que vivemos.

 

* Está no catálogo do Telecineplay *

 

Carol (2015) – Reino Unido

Nomeado a muitos prêmios nas principais premiações do cinema mundial, o trabalho do cineasta californiano Todd Haynes (Não Estou Lá) pode ser, desde já, considerado um grande hino ao amor em uma época recheada de preconceito. No papel título, a sensacional atriz australiana Cate Blanchett que mais uma vez realiza um impecável trabalho. Completando o elenco, e em atuações acima da média também, Rooney Mara e Kyle Chandler.

Baseado no livro The Price of Salt (1952), de Patricia HighsmithCarol é ambientado na década de 50 e conta a história de Carol Aird (Cate Blanchett) uma elegante mulher que vive um casamento de aparências, para os outros diz ainda ser casada mas sua relação com o pai de sua única filha, Harge Aird (Kyle Chandler), já acabou faz tempo. Tendo um histórico de relacionamentos com outras mulheres, Carol se aproxima de encontrar novamente um grande amor quando conhece a vendedora Therese Belivet (Rooney Mara) com quem tem uma linda e inesquecível história de amor.

Uma coisa importante antes de alguns pontos de análise do filme: A personagem principal não é só Carol, Therese Belivet rouba a cena em vários momentos! Descendente de tchecos, Therese é delicada, observadora e que segue seus instintos sem medos. Pelos olhos dessa última, na verdade, que vamos conhecendo as dificuldades da época e grande parte dos ‘clímaxs’ estamos sempre na ótica dessa. Quando as duas estão em cena, o que para nossa sorte são muitas vezes, a troca de olhares entre elas é sempre fulminante, há um interesse forte e recíproco, contido em cada gesto, cada atitude de que vemos ao longo dos 118 minutos de projeção. Blanchett e Mara simplesmente se entregam de corpo e alma em seus papéis.

Carol é uma forte personagem, uma mulher à frente de seu tempo, que causa um verdadeiro e peculiar impacto com sua presença. Quando uma questão jurídica chamada Cláusula da moralidade é presente na trama, vemos um dos maiores absurdos da justiça norte-americana, fruto do preconceito de uma época que não respeitava o amor entre pessoas do mesmo sexo. Mandante desse processo contra Carol, Harge Aird, interpretado pelo ótimo Kyle Chandler, que, entre um drink e outro, não admite perder a esposa, ainda mais para outra mulher, assim, a confronta o tempo inteiro. Pena que o filme não vai muito profundamente nesse briga de emoções, dariam ótimas cenas que deixariam a personagem melhor compreendida.

O longa-metragem concorreu à Palma de Ouro no Festival de Cannes. Além da história muito bonita, uma adaptação muito profunda e interessante, Blanchett e Mara simplesmente valem o ingresso. Belo filme!

 

* Está no catálogo da Amazon prime Video *

 

10 filmes ou séries para assistir antes do Super Bowl!

No dia 08 de fevereiro de 2026, será disputado o principal evento entre todos os esportes norte-americanos: a final do Futebol Americano, também conhecida como Super Bowl. Esta edição, de número 60, será disputada no belíssimo Levi’s Stadium em Santa Clara, Califórnia. Além do aguardado confronto entre Seattle Seahawks e New England Patriots, o que mais chamam a atenção são os shows musicais.

Neste ano, nesse que está entre os eventos esportivos mais assistidos do mundo, e terá a transmissão do SporTV e ESPN, a responsabilidade da cerimônia de abertura ficou com a banda mundialmente conhecida Green Day. Já o hino nacional será interpretado pelo cantor Charlie Puth, enquanto a grande atração do dia – o show do intervalo – ficará por conta do rapper e cantor porto-riquenho Bad Bunny.

Para você que está ansioso e ama o universo do futebol americano, separamos abaixo alguns interessantes filmes ou séries que transpiram toda a força desse esporte, que cresce a cada ano no Brasil:

 

Elway (Netflix)

Documentário lançado no fim do ano passado pela Netflix revela curiosidades sobre a vida e a carreira de um dos maiores nomes da história do futebol americano: John Elway.

 

A Dinastia: New England Patriots (Apple Tv Plus)

O período mais vitorioso de uma equipe de futebol americano, a dinastia do New England Patriots, comandado por Tom Brady dentro de campo e Bill Belichick fora dele, é passado detalhe a detalhe, repleto de polêmicas, do auge até a queda, tendo depoimentos de muitos de seus protagonistas.

 

A Luta de Steve (Prime Video)

Nesse belíssimo documentário, somos apresentados ao personagem título, Steve Gleason, que aos 34 anos de idade – e já aposentado de sua profissional de atleta de futebol americano -, é diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença neuro degenerativa.

 

Friday Night Lights

Um dos seriados mais impactantes dos anos 2000, Friday Night Lights nos leva até uma cidade do interior dos Estados Unidos e os dramas de jogadores e o treinador de um time de futebol americano do colégio. O projeto é baseado na obra Friday Night Lights: A Town, a Team and a Dream do jornalista Buzz Bissinger.

 

Chad Powers (Disney Plus)

Russ Holliday (Glen Powell) era uma polêmica estrela do futebol americano universitário quando, em um jogo decisivo, comete uma gafe – pior que um gol contra – ficando marcado nos anos seguintes pela jogada bizarra. Sem conseguir alcançar seus objetivos e completamente perdido na vida, ele resolve apostar todas suas fichas ao se disfarçar de Chad Powers: um jovem tímido e um jogador brilhante, conseguindo uma vaga em um time que só acumulava derrota antes de sua chegada. Para manter o disfarce, conta com a ajuda do novo amigo Danny (Frankie A. Rodriguez).

 

Um Homem Entre Gigantes (Sony One)

Ao longo dos 123 minutos de projeção, acompanhamos um médico chamado Bennet Omalu (Will Smith) que, após examinar um ex-jogador de futebol americano, descobre a encefalopatia traumática crônica (ETC) que, segundo os estudos realizados, muitos jogadores de futebol americano já tiveram, tem ou terão. Tentando alertar outros jogadores e a toda uma sociedade que idolatra o esporte, o médico, com a ajuda de outros profissionais que acreditam nesses estudos, decide publicar um artigo em uma prestigiada revista científica.

 

A Grande Escolha (Lionsgate +)

Lançado anos atrás, e último projeto do grande cineasta Ivan Reitman, A Grande Escolha, protagonizado por Kevin Costner, nos mostra os bastidores de um momento importante para todas as equipes da NFL, o draft (escolha dos jogadores das faculdades para jogar nos times profissionais), aos olhos de um gerente geral de uma franquia necessitada de bons resultados.

 

Um Domingo Qualquer (HBO MAX)

Um dos filmes mais conhecidos, tendo como pano de fundo o universo do Futebol Americano, Um Domingo Qualquer e seu maravilhoso elenco nos mostram os bastidores intensos desse esporte multimilionário. A direção é do craque Oliver Stone.

 

Jerry Maguire – A Grande Virada (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Jerry Maguire (Tom Cruise), um badalado empresário de esportistas que vai do céu ao inferno quando, no auge da carreira, é demitido da empresa onde trabalha. Buscando um recomeço no mercado competitivo que está, vai em busca de firmar parceria com um jogador de futebol americano chamado Rod (Cuba Gooding Jr.). Nessa jornada, Jerry contará com a ajuda da ex-secretária Dorothy (Renée Zellweger), com quem viverá um grande amor.

 

Aaron Rodgers: Enigma (Netflix)

Em alguns episódios, esse projeto disponível na Netflix mostra um pouco dos altos e baixos da carreira de um dos maiores quarterbacks dos últimos tempos, Aaron Rodgers.

 

As 10 Comédias MAIS FLOPADAS do Cinema que Completam 20 Anos em 2022 – Você Conhece Todas?

A comédia é um dos gêneros mais adorados do cinema e do entretenimento nas artes de forma geral. A dramaturgia clássica inclusive, muito antes do advento da sétima arte, era dividida somente em dois gêneros: a comédia e o drama. Dissertações importantes abordam o fato de como a mesma história pode ser vista de diferentes olhares se tratada como comédia ou como drama. Algo que o filme Melinda & Melinda (2004), de Woody Allen, retratou por exemplo. Todos os outros gêneros, falando agora de cinema, parecem funcionar nestes dois âmbitos. Por exemplo, podemos ter musicais mais voltados para a comédia ou para o drama, ou romances mais voltados para um ou para o outro. Além é claro, de produções que resolvem criar uma mescla de ambos, com dramas com toques cômicos, ou comédias de teor dramático. A sétima arte é definitivamente um jardim rico e florido.

Aqui, nesta nova matéria, não iremos falar de riquezas, no entanto, mas sim de pobreza. Como bons fãs da sétima arte que somos, torcemos para que todos os filmes sejam bem-sucedidos em suas propostas, o que infelizmente nem sempre é o caso. Como a arte é subjetiva e o que pode agradar a alguns, também pode desagradar a tantos outros, escolhemos uma abordagem diferente aqui. Não me leve a mal, sei que alguns, ou quem sabe todos, os filmes abordados na matéria podem possuir seus defensores, alguém que goste deles, que tenha visto algo que ninguém mais viu, ou possua valor afetivo. Mas além do consenso da crítica e público em sites agregadores, um fator determinante para saber se um filme foi sucesso ou fracasso, e que se baseia em ciência exata e numérica imutável, são as bilheterias. O valor que foi gasto para produzir o filme precisa ser menor do que seu retorno financeiro. Ponto. Caso isso não ocorra, gera prejuízo para o estúdio e seus realizadores – independente de quantas pessoas o tem como filme de estimação, ou de quantos críticos rasgaram elogios a ele. Sendo assim, confira abaixo as comédias que completam 20 anos em 2022 e que não atingiram seu potencial junto ao grande público.

A Máfia Volta ao Divã

Talvez os mais novos não conheçam muito bem a comédia Máfia no Divã, de 1999, e não saibam sua importância e sucesso na época. Num ano dominado por superproduções como Star Wars – A Ameaça Fantasma, Matrix e A Múmia, e sucessos surpresa como O Sexto Sentido, a comédia citada foi um grande acerto que se espremeu entre estes blockbusters e encontrou seu lugar ao sol, arrecadando quase US$200 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. Um feito impressionante. Fora isso, dava a chance do consagrado Robert De Niro brincar bastante com o tipo de papel que dominou sua carreira: o gangster. Assim, tínhamos um mafioso com crise de consciência, deprimido e com síndrome do pânico – assunto muito discutido atualmente. A ideia é simplesmente brilhante. E o filme disse tudo o que tinha para dizer sobre o tema, contrabalanceando o humor através do psicólogo vivido por Billy Crystal. Como o dinheiro foi alto, a Warner deu sinal verde para uma desnecessária continuação. E o filme provou o adjetivo citado, com uma comédia desprovida de graça e risadas. A Máfia Volta ao Divã, um dos maiores desperdícios dos últimos 20 anos no cinema, custou ao estúdio US$60 milhões e sequer se pagou, arrecadando US$55 milhões – mesmo assim sendo o mais bem sucedido da lista, espere para ver o que virá abaixo.

Mestre do Disfarce

Seja sincero, você já tinha ouvido falar deste filme? O humorista Dana Carvey fez sucesso no início dos anos 1990 ao interpretar pela primeira vez o roqueiro Garth no esquete do programa Saturday Night Live, ao lado do amigo Mike Myers (que vivia Wayne). Um tempinho depois e Wayne’s World ganhava filme (no Brasil intitulado Quanto Mais Idiota Melhor), que fez tanto sucesso que ainda ganharia uma sequência. Depois, mesmo tendo espaço para mais um filme, Myers seguiu solo, desfazendo a dupla, e foi obter sucesso com outra criação: Austin Powers. Assim, sobrou para Carvey tentar fazer o mesmo. E no ano em que Myers entregava o terceiro Austin Powers, Carvey sonhava com sua própria franquia em Mestre do Disfarce – produção da Revolution Studios, da Happy Madison (de Adam Sandler) em parceria com a Nickelodeon Movies, com distribuição da Columbia / Sony. A trama fala sobre um garçom italiano que herda o dom do disfarce. Não rolou. O filme nem foi um fracasso retumbante de bilheteria, com um orçamento de US$16 milhões, rendendo US$43 milhões mundiais. Porém, foi o suficiente para pôr uma pedra numa possível continuação ou franquia. Segundo muitos críticos e fãs, este é um dos piores filmes dos últimos 20 anos.

Com a Cor e a Coragem

Outra comédia que com certeza a maioria não ouviu falar, esta foi uma tentativa de injetar representatividade no subgênero das comédias sobre policiais e de espiões, vide Corra que a Polícia Vem Aí e Austin Powers. A ideia saiu de uma série da internet, que trazia o tal Undercover Brother do título original, o “irmão infiltrado”, um policial que utiliza todo os estereótipos associados aos negros, e os clichês do gênero blaxploitation, para fazer graça. Quem protagoniza é Eddie Griffin, e o filme conta ainda com Denise Richards e a indicada ao Oscar deste ano Aunjanue Ellis no elenco. Com produção da Universal Pictures, o longa tem direção de Malcolm D. Lee, especialista em comédias com atores negros, como Amigos Indiscretos (1999) e Viagem das Garotas (2017). Este foi outro que não fez tão feio nas bilheterias, apesar de ter ficado longe do sucesso, terminando qualquer possibilidade de uma franquia. Mesmo assim uma sequência foi lançada em 2019 – com outros atores. Com um orçamento de US$25 milhões, o filme rendeu US$41 milhões.

Ali G Indahouse – O Filme

Hoje, o comediante Sacha Baron Cohen é uma verdadeira sensação mundial com seu humor tipicamente incorreto, porém, ficando mais consciente e crítico também em suas piadas. O maior exemplo na filmografia do ator é Borat, fenômeno de 2006, que rendeu uma sequência igualmente popular em 2020. Tanto Borat, quanto esse Ali G, e também o repórter gay Bruno são personagens criados pelo humorista para um programa de TV, que terminaram ganhando seus próprios filmes, de variados níveis de sucesso. O primeiro deles foi justamente este Ali G, um sujeito aspirante a rapper, que conseguiu ganhar espaço até mesmo num clipe da Madonna. E ainda bem que Cohen não desistiu e seguiu tentando até nos entregar Borat. Isso porque o filme de Ali G ficou bem longe do conquistado por Borat. Com distribuição da Universal Pictures, o filme contou com um orçamento de US$5 milhões aproximadamente, e rendeu US$23 milhões. Você já tinha ouvido falar?

A Serviço de Sara

Ter uma série de TV de sucesso não é garantia de que um ator irá fazer a transição conseguindo emplacar no cinema igualmente. É o caso com todo o elenco de Friends, talvez o seriado de comédia mais famoso e querido de todos os tempos. Tirando Jennifer Aniston, o resto do elenco vive numa eterna luta para fazer sucesso novamente, seja na telinha ou nas telonas. Um dos que mais tentou foi Matthew Perry, o Chandler. E há exatos 10 anos no passado, lá estava o ator lançando mais um filme. Nesta comédia com distribuição da Paramount, Perry vive um oficial de justiça tentando entregar os papeis de divórcio para uma mulher, esposa de um ricaço da indústria do petróleo, que irá fugir dele igual o diabo da cruz. É claro que no percurso o sujeito irá se apaixonar pela mulher escorregadia, vivida por Elizabeth Hurley. Curiosamente, o elenco conta ainda com Amy Adams, Terry Crews e Bruce Campbell. Com orçamento de US$29 milhões, a comédia falhou em se pagar, rendendo US$20 milhões.

Cruzeiro das Loucas

Até então na lista, vimos apenas filmes ruins. No entanto, a partir deste item entramos também na categoria do mau gosto e de filmes politicamente incorretos pelos padrões de hoje. Bem, é verdade que este longa já esticava bastante a corda do aceitável em sua época de lançamento. Veja esta história: Cuba Gooding Jr. e Horatio Sanz são amigos acreditando terem embarcado em um cruzeiro repleto de belas mulheres, um verdadeiro paraíso para os solteiros. Porém, a dupla foi enganada, sendo colocada num cruzeiro para homens gays. Assim, os dois passam a fingir que são homossexuais a fim de se aproximar de algumas mulheres do local por quem se apaixonaram. Estratégia de “jênio”. O problema maior é perceber a forma ofensiva e caricata como o filme trata os gays. Com orçamento de US$20 milhões, a comédia recuperou apenas US$15 milhões.

Curvas Perigosas

Ainda na categoria de pessoas fingindo ser o que não são, seja na orientação sexual ou no gênero, temos mais uma comédia que talvez seja vista com maus olhos atualmente. Este filme acha que seria engraçado ver três homens machistas vestidos de mulher a fim de conseguirem permanecer no campus da universidade. Todas as piadas são feitas em cima do fato de serem homens vestidos de mulheres. Hilário – só que não. Quem protagoniza são Harland Williams, Michael Rosenbaum e Barry Watson. Com produção da Disney, através da Touchstone Pictures, a comédia contou com um orçamento de US$12 milhões e por muito pouco conseguiu apenas se pagar, rendendo os mesmos US$12 milhões. Você já tinha ouvido falar desta desgraça?

Grande Problema

É relativamente esperado que uma comédia sem grandes nomes no elenco, produção ou direção passe em branco ou resulte num fiasco de crítica e bilheteira. A surpresa acontece é quando filmes que possuem elenco e realizadores de prestígio seguem pelo mesmo caminho. É o caso deste Grande Problema, que traz na direção ninguém menos que o bem-sucedido Barry Sonnenfeld, diretor de A Família Addams e Homens de Preto. Detalhe, este longa foi lançado no mesmo ano de MIB 2, também de Sonnenfeld. Baseado num livro, a comédia mostra a vida de diversas pessoas diferentes se entrecruzando. O elenco grandioso conta com nomes como Rene Russo, Tim Allen, Johnny Knoxville, Zooey Deschanel, entre outros. Novamente com produção da Disney, através da Touchstone, o filme custou US$40 milhões, rendendo apenas US$8 milhões, resultando assim num dos maiores fracassos financeiros dos anos 2000.

Morra, Smoochy, Morra

Provavelmente a comédia de maior renome e maior hype da lista, este era um filme muito promissor há 20 anos, que gerava muita expectativa por grande parte dos fãs. Primeiro por fazer uso de um humor sombrio e incorreto, que contava com Robin Williams e Edward Norton protagonizando, numa história sobre uma guerra entre duas personalidades famosas de programas infantis. Era uma sátira aos bastidores de tais programas, algo como uma guerra entre a Xuxa e a Mara, ou Angélica no Brasil. Ou o Bozo e o dinossauro roxo Barney – do qual, inclusive, o filme tira sarro. E segundo por ser uma produção comandada por Danny DeVito, responsável por sucessos do gênero, vide Jogue a Mamãe do Trem (1987) e A Guerra dos Roses (1989). Com orçamento de US$50 milhões, esta superprodução cômica da Warner rendeu apenas US$8 milhões, se tornando um dos maiores fiascos da década de 2000.

Seu Marido e Minha Mulher

Quando escrevi recentemente sobre os maiores fracassos do cinema que completam 20 anos em 2022, um dos filmes da lista foi o thriller Encurralada, estrelado por Charlize Theron, que rendeu prejuízo para a Columbia / Sony. Hoje, a loira sul-africana é uma das maiores estrelas de Hollywood, mas há 20 anos, quando não possuía o peso de hoje, somava mais um fiasco ao seu currículo. Este, uma comédia produzida pela Miramax dos irmãos Weinstein. Esta pseudo comédia dramática a certa altura de seu estágio de desenvolvimento chegou a ter o casal Brad Pitt e Jennifer Aniston vinculados ao projeto – a dupla desistiu em prol de outras produções (uma decisão acertadíssima). Quem terminou protagonizando foram Theron e Billy Bob Thornton, então marido de Angelina Jolie, com quem Pitt se casaria após a separação com Aniston. O mundo dá voltas e no fim tudo se conecta. Na trama, dois casais saem em viagem pelas estradas dos EUA, Theron e o marido (Patrick Swayze), e Thornton e a mulher (a falecida Natasha Richardson). As mulheres são melhores amigas, mas isso não impede de Theron dormir com Thornton, causando caos na relação de todos. O orçamento do filme não é divulgado, mas duvidamos muito que tenha sido menor que sua arrecadação, que não chegou sequer a US$1 milhão mundial – com US$300 mil ao redor do planeta.

Bônus: Tudo por um Segredo

Não acreditamos que muitos conheçam esta comédia sobre roubo que conta com a participação de George Clooney e um elenco renomado. Produzido pela Warner, um dos grandes chamarizes deste filme obscuro, pelo menos nos dias de hoje, é a direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, cineastas que todo bom fã de superproduções de super-heróis conhece muito bem – sendo eles os realizadores de Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019), alguns dos maiores filmes de todos os tempos. Escrito e dirigido pelos irmãos Russo, esse foi o primeiro grande trabalho da então promissora dupla, que a esta altura só tinha no currículo a comédia independente Pieces e um curta. A Warner confiou no taco dos irmãos e o entregou um elenco de nomes como Sam Rockwell, William H. Macy, Patricia Clarkson, Isaiah Washington, Luis Guzmán, Gabrielle Union e Jennifer Esposito, além do maior astro aqui, o citado Clooney. Custando US$12 milhões ao estúdio, o filme fez de volta apenas US$4 milhões mundiais.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Confira imagens do filme antes e depois dos efeitos visuais

Confira algumas imagens em alta definição de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ antes e depois dos efeitos visuais terem sido acrescentados.  Há algumas mudanças que vocês nem imaginavam se tratar de efeitos computadorizados.

Além disso, uma das imagens dá uma pista maior sobre um certo aparelho que aparece durante a cena pós-créditos…

Confira:

Sucesso nas bilheterias, ‘Guerra Infinita‘ já se tornou a quarta maior bilheteria global da história, ultrapassando ‘Jurassic World‘.

Já no Brasil, em apenas duas semanas, o filme se tornou a maior bilheteria do ano. Com público de 11 milhões de espectadores,  ‘Guerra Infinita‘ já arrecadou R$ 184 milhões – ultrapassando ‘Pantera Negra‘, que liderava as bilheterias de 2018 com R$ 120 milhões.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Brooklyn Nine-Nine’: Estreia da 6ª temporada bate recordes de audiência

Brooklyn Nine-Nine‘ voltou com tudo na NBC! O primeiro episódio da série registrou 1.2 na demo e um total de 3.5 milhões de espectadores, tornando-se a comédia de maior audiência do canal nessa temporada – desbancando séries como ‘The Good Place‘ e ‘Superstore‘.

A audiência também é superior – quase o dobro – aos números registrados pela série na temporada anterior, na FOX. Caso os números não caiam drasticamente, ‘Brooklyn Nine-Nine‘ deverá ter vida longa na nova emissora.

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

App sinistro prevê sua morte no terror ‘A Hora da Sua Morte’; Assista ao trailer!

A Diamond Films divulgou o trailer legendado do terror ‘A Hora da Sua Morte‘ (Countdown).

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Justin Dec.

A trama segue uma jovem enfermeira (Lail) que faz download de um aplicativo que alega prever exatamente quando uma pessoa vai morrer. E o aplicativo diz que ela só tem três dias de vida. Com o tempo passado e uma misteriosa figura a assombrando, ela deve descobrir um jeito de salvar sua vida antes que o tempo acabe.

Elizabeth Lail (da série ‘Você‘) protagoniza.O elenco ainda conta com Peter Facinelli, Talitha Bateman, P.J ByrneAnne Winters, Tom SeguraJordan Calloway e Tichina Arnold.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de dezembro.

‘The Flash’: Herói enfrentará o vilão [SPOILER] na 7ª temporada

De acordo com o TVLine, a 7ª temporada de ‘The Flash‘ ganhará um antagonista de peso. O herói finalmente enfrentará o Godspeed, um dos seus inimigos principais nos quadrinhos.

A primeira vez que o vilão foi mencionado na trama foi durante a quinta temporada, quando a filha do Barry e da Iris venceu o velocista sinistro no ano de 2049. Já a sexta temporada focou nos drones enviados pelo vilão.

Recentemente, a sinopse oficial da 7ª temporada foi divulgada:

“Barry Allen tinha uma vida normal como um perpétuo membro do C.S.I. no Departamento de Polícia de Central City. Entretanto, sua vida mudou para sempre quando o acelerador de partículas dos Laboratórios S.T.A.R. explodiu, criando uma tempestade de matéria negra que o atingiu e o transformou no homem mais rápido do mundo – o Flash. Depois de um arrepiante gancho na temporada anterior, no qual ele observou a nova Mestra dos Espelhos insurgir vitorioso, ele agora deve reunir seu time para impedi-la e fazer contato com sua esposa desaparecida, Iris West-Allen.

Com a ajuda do restante do Time Flash, que inclui heróis como Caitlin Snow, Cisco Ramon, Ralph Dibny e Nash Wellsb, bem como o pai adotivo de Barry, Joe West, a advogada Cecile Horton, a jornalista Allegra Garcia e o brilhante gênio da tecnologia Chester P. Runk, Flash irá derrotar a Mestra dos Espelhos. Mas, nesse meio tempo, ele também irá desencadear uma força ainda mais poderosa e devastadora em Central City – uma que pode destruir seu time e seu casamento”.

Em entrevista ao TVLine, o showrunner Eric Wallace deixou bem claro que o novo ciclo irá arrancar lágrimas dos espectadores – e que, logo no primeiro episódio, iremos descobrir para onde Iris foi.

Ahn, não. Não. Isso não é possível”, ele comentou. “Não ainda. Ela vai chegar lá, entretanto. Os últimos três episódios desta temporada já tinham sido escritos e, de fato, o episódio depois do finale. Então é muito estranho para mim que estávamos um dia longe de terminar o episódio que, de repente, é a estreia da 7ª temporada. Felizmente, vamos descobrir para onde Iris foi e garanto que haverá lágrimas.”

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, a série faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Detetive’: Jogo clássico de mistério vai virar série animada

De acordo com o Deadline, a FOX Entertainment está desenvolvendo uma série animada baseada no clássico jogo de tabuleiro ‘Clue‘ (Detetive, no Brasil).

Detalhes sobre a produção não foram divulgados, mas ela irá incorporar a dinâmica emocionante e cheia de suspense que fez do jogo uma sensação global por mais de sete décadas.

Entertainment One e Bento Box Entertainment também serão responsáveis pela produção da série.

“‘Coronel Mustard… no Conversatório… com uma pista’. Só de ouvir essas frases icônicas, você imediatamente sabe do que se trata, o que não deixa dúvidas de que ‘Clue’ é um dos jogos mais populares de todos os tempo,” afirmou Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment. “Não poderíamos estar mais animados com a chance de desenvolver uma adaptação como uma série animada ao lado do eOne e Bento Box.”

Clue‘ foi criada em 1943, por Anthony E. Pratt. O jogo foi adaptado pela primeira vez em 1985, em um filme estrelado por Tim Curry, e, posteriormente, em uma minissérie de 2011.

‘Power Book II: Ghost’: Hora de lidar com as consequências no trailer da 2ª temporada; Confira!

O Starz divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Power Book II: Ghost‘, spin-off de ‘Power‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 21 de novembro.

A trama começará dias após o desfecho da série ‘Power’. A nova produção irá focar em Tariq, enquanto ele lida com sua nova vida e tenta ser digno ao legado do pai. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe da prisão após ela ter tentado incriminar seu namorado pela morte do Ghost.

O elenco conta com Michael Rainey, Naturi Naughton, Mary J. Blige e LaToya Tonodeo.

Tease Art, Image IDs: GettyImages-544538629, PTQ1_021220_0527, PTQ1_021220_0594, PTQ1_021220_0336, PTQ1_021220_0317, PTQ1_021220_0483, PTQ1_021220_0594, PTQ1_021220_0344, GettyImages-491646938, PTQ1_021520_0684, PTQ1_021520_0655

‘Pássaro Branco’: Spin-off do aclamado ‘Extraordinário’ ganha trailer emocionante

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer da adaptação ‘Pássaro Branco – Uma História de Extraordinário‘, spin-off do aclamado ‘Extraordinário‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de outubro.

Dirigido por Marc Forster, o longa é baseado na graphic novel homônima de R.J. Palacio.

A produção, ambientada no mesmo universo de ‘Extraordinário‘, seguirá uma jovem judia escondida por um garoto e sua mãe em uma França ocupada por nazistas durante a 2ª Guerra Mundial.

O elenco conta com Bryce Gheisar, Helen Mirren, Gillian Anderson e Olivia Ross.

Lançado em 2017, ‘Extraordinário‘ se tornou um sucesso de público e crítica, arrecadando mais de US$ 305 milhões mundialmente e conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Barry’ busca redenção no trailer LEGENDADO da última temporada; Confira!

A HBO divulgou o trailer completo da 4ª (e última) temporada de ‘Barry‘, aclamada comédia criada e estrelada por Bill Hader.

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 16 de abril.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

Na série, Hader vive um ex-combatente da Marinha norte-americana que passa a levar seus dias como um assassino de aluguel no meio oeste do país. Desesperado, ela aceita um emprego em Los Angeles, onde ele descobre um inesperado interesse pelas artes cênicas, que se torna sua grande aspiração profissional.

A série foi cocriada por Hader ao lado de Alec Berg.

O elenco ainda conta com Henry Winkler, Stephen Root, Sarah Goldberg, Anthony Carrigan e Glenn Fleshler.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 36: Paulo Fontenelle

Nessa vida temos encontros e desencontros. A internet veio para bagunçar isso tudo e para quem é esperto conseguir se aproximar de ídolos ou apaixonados por cinema que nunca teria a chance de conhecer os pensamentos se a distância entre os dois pontos não existisse, como é agora no planeta internet. Dividir curiosidades sobre o gosto cinéfilo é um grande exercício que todos nós cinéfilos adoramos descobrir. Esse especial chega exatamente para apresentar universos diferentes do seu mas sempre com um grande amor ao cinema como o seu.

Produtor, roteirista e diretor. Paulo Fontenelle tem uma vasta carreira no audiovisual brasileiro. Grande cinéfilo, já dirigiu documentário, filme de suspense, comédia, além de seriados, um inclusive rodado dentro de um cinema. Sempre tranquilo e bom de papo, o nosso convidado de hoje tem muita coisa boa para nos contar. Uma grande honra ter o Paulo aqui nesse nosso especial.

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação?

Detalhe o porquê da escolha. Artplex. Porque tem uma programação variada, tantos com filmes de arte quanto com filmes comerciais.

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.

 E.T. – O extraterrestre.

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Difícil nomear um diretor favorito, pois eu sou um cara que gosto dos mais variados gêneros. Vou desde Terrence Malick até SpielbergKubrick, Bunel, Coppola, George Lucas, Tornatore, Hitchcock, Capra, Chaplin, Kusturica, Sabu, Wong Kar Wai, Park Chan-Wook, John Hughes, Bergman, Blake Edwards. A lista segue imensa, não tenho como nomear um diretor só.

4) Qual seu filme nacional favorito e porquê? 

Sou péssimo nessa questão de filmes favoritos. Não tenho aquele filme que me marcou acima de todos os outros. Penso em vários, temos vários filmes brasileiros geniais.

 

5) O que é ser cinéfilo para você?

Ser cinéfilo sempre foi gostar de ver muitos filmes, dos mais variados gêneros e formatos, mas hoje também adoro séries. Então acho que o termo tomou um significado maior, em relação ao audiovisual como um todo.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

De cinema em si, não. Mas com certeza por pessoas que entendem do business cinema e do que tem mais chance de retorno de bilheteria. Entendo que o foco das salas de cinema é (e precisa ser) esse, o de vender ingresso, mas as vezes sinto falta de um risco maior, principalmente por filmes brasileiros.

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Não. Cinema é um ritual. É algo que você faz com seus filhos no final de semana. Cinema não é só ver filmes, é sair de casa, comprar o ingresso, a pipoca, o lanche. Meus filhos farão com os deles e assim por diante. É eterno.

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Tem um milhão de filmes desconhecidos que nem entram em listas cults. Mas o que me vem a cabeça imediatamente e que acho que quase ninguém viu é o Postman Blues do Sabu.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Acho que sim. Com higienização e distanciamento entre os espectadores, mas acho difícil as pessoas irem ao cinema antes da vacina.

 

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Acho que está melhorando, mas ainda temos muito a crescer. O problema do cinema brasileiro é cultural, de formação mesmo. O grande problema é que as referências de nossos profissionais são novelas e teatro, porque isso foi o mais forte no Brasil por muitos anos. Agora está mudando, mas as séries estão ganhando mais força do que os longas. Eu fui professor em uma universidade de cinema e senti na pele o complicado dessa formação. Além do que, temos poucas oportunidades para os jovens que estão começando. Mas acho que de uns anos pra cá temos melhorado muito em qualidade técnica e produzido muita coisa legal.

 

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Engraçado que eu não tenho essa cultura da idolatria. E então não tem ninguém que eu não perca um filme. Mas tem sempre os que chamam mais sua atenção.

12) Defina cinema com uma frase: 

A melhor terapia de todas.

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

Engraçado. Estou aqui tentando lembrar de uma história, mas tá difícil. Quando vou ao cinema não me ligo muito no universo a minha volta. Desligo mesmo. O que é ótimo. Claro que já vi bebês chorando, pessoas que não calam a boca, brigas por causa de celular e porque pessoas insistem em chutar nossas cadeiras, mas nada muito fora do comum. Um amigo me contou sobre dois caras que chegaram as vias de fato por causa disso e as namoradas, ao invés de apartar, acabaram brigando também, mas eu não estava nessa sessão. Uma história triste e desesperadora (Rs) foi quando eu fui ver Vingadores: Guerra infinita. Eu fui sozinho e fiz questão de ir numa segunda de tarde, pra pegar o cinema vazio. Na bombonière tinha uma promoção de coca-cola 500ml, como o filme era longo, acabei comprando. O problema foi que coca-cola associada ao ar condicionado super frio (por conta do cinema vazio) é o maior diurético do mundo. A vontade insuportável de fazer xixi demorou, mas surgiu assim que o Thanos chegou em Wakanda. O problema é que ainda teve uns 20 minutos de filme. Levantei rapidamente depois que ele estalou o dedo, mas lembrei da cena pós créditos e sentei de novo. Acho que foram os maiores créditos de filme da minha vida e talvez um dos xixis mais aliviadores. Kkkkkkkkkk

 

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

Coisas que só o cinema permite que aconteçam.

15) Você é cineasta. Qual dica você daria para os jovens que sonham em ser diretor de cinema? O mercado audiovisual no Brasil é muito complicado?

Eu não mentiria. Nosso mercado é muito complicado mesmo. Pra fazer cinema no Brasil você precisa ter muita certeza do que quer. E então se for realmente o que você deseja, o primeiro conselho é ver filmes, ver making ofs, se informar o máximo que você possa sobre técnicas e sobre teoria. E então procure participar de produções, fazer assistências, trabalhar com pessoas legais. E seja sempre humilde. Não, você não sabe mais do que as pessoas que já fazem isso há anos só porque você viu mil filmes e tem um bom gosto cinematográfico. Seja humilde, escute as pessoas, aprenda. Seu maior erro será sempre o seu ego. Ele vai te fechar portas, te afastar de pessoas legais. Meu principal conselho é a humildade.

16) Você tá com um filme fraquinho aí pra ser lançado, um documentário sobre a banda Blitz. Nos fale como teve a ideia desse projeto.

Na verdade o documentário da BLITZ não foi uma ideia minha, foi um convite da produtora Vira Lata, através do produtor Gabriel Correa e Castro. O editor Bruno Miod estava dando aulas de finalcut para o Evandro Mesquita e teve a ideia do filme. Eu estava escrevendo o roteiro do documentário do Palace 2 para a Vira Lata na época, já conhecia o Gabriel há muito tempo e ele conhecia o meu trabalho como documentarista, então rolou o convite. E foi uma experiência incrível, não só fazer o filme em si, mas a parceria com o Gabriel e toda a equipe. Tanto que já temos outros projetos juntos em desenvolvimento. A história da BLITZ é única. A maior parte das pessoas só conhece a banda, as músicas, mas não tem ideia da revolução que ela causou na música brasileira, Não tem noção de que, se não fosse a Blitz, talvez não tivesse acontecido o Rock BR, que veio logo depois e revelou tantas bandas que nós amamos. Fora isso, quando eu faço um documentário me envolvo muito com meus documentados. É natural que criemos uma relação, porque eu acabo entrando na intimidade de suas vidas. Pode me aproximar de pessoas de quem fui fã quando criança foi demais. A Blitz foi a união de vários gênios da música, do teatro, do design e do audiovisual.  São tantos nomes que eu nem tenho como listar aqui sem deixar ninguém de fora.

 

17) Qual o pior filme que você viu na vida?

Já vi muitos filmes ruins, mas o que me marcou ultimamente como uma das piores coisas que já vi (senão a pior) foi o final de uma série chamada Transparent. Eles fizeram um episódio longa-metragem de duas horas de duração para encerrar a série, pois tiveram problema com o elenco. É horroroso. A série mistura, em suas temporadas, drama, comédia, conteúdo forte. Esse longa final é um musical idiota e o pior é que não respeita nada o que vimos do desenvolvimento dos personagens durante 4 ou 5 temporadas. Pra você ter uma ideia, uma mulher, que vimos como um rabina judaica om problemas de relacionamento, mas uma pessoa normal, começa a dançar do nada, vestida de sado masoquista e o pior, ela faz parte de um “clube” para meninas que ficaram menstruadas. É realmente o pior de todos, indescritível.

18) Você foi o diretor de um seriado que se passa em um cinema. Você pode falar mais sobre esse projeto e quando lança?

Sim. Coincidentemente acabei de trabalhar em dois produtos audiovisuais que tem relação direta com salas de cinema. A série Cinema Café e um filme de terror. A série conta a história de um casal de amigos que investem num cinema de rua e o transformam num multiplex. Ela é focada em filmes comerciais, que façam bilheteria, pois precisa pagar o investimento e fazer a roda girar. Ele é apaixonado por filmes de arte. A guerra dos sexos é inevitável. Cinema Café é uma comédia com grande elenco. Paloma Duarte, Bruno Ferrari, Aline Riscado, Camilo Bevilaqua, Juliana Silveira, Heitor Martinez, Alexandre Lino, Saulo Rodrigues, Rosane Gofman, entre vários outros. Está praticamente pronta, mas o lançamento depende do canal exibidor. Com a pandemia tudo foi adiado e os prazos estendidos. A série foi toda filmada no cinema Reserva Cultural em Niterói, uma locação maravilhosa que, além de ser uma obra de Oscar Niemeyer, ainda por cima tem uma vista linda da Baia de Guanabara.

Mostra de Cinema de Tiradentes: Anúncio dos vencedores encerra mais uma edição histórica do evento

Chegou ao fim mais uma edição histórica de um dos eventos dedicado ao audiovisual brasileiro mais amados pelo público. Em 2026, na sua 29ª Edição, a Mostra de Cinema de Tiradentes apresentou, ao longo de nove dias, mais de 130 produções audiovisuais – programação de qualidade foi o que não faltou!

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Sempre com sessões lotadas, o evento que abre o calendário audiovisual brasileiro mostrou ao público toda sua força num mar de possibilidades de narrativas, capazes de causar impacto em nossas reflexões. Acompanhamos isso tudo de perto! O Cinepop realizou a cobertura dessa fantástica mostra de cinema. Você pode ler todas nossas matérias e críticas nesse link.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

No último dia do evento, na noite de 31 de janeiro de 2026, foram anunciados os aguardados vencedores das diversas categorias, que você confere abaixo:

Prêmio Carlos Reichenbach de Melhor Filme – Mostra Olhos Livres: “Anistia 79” (RJ), de Anita Leandro

Prêmio de Melhor Longa – Júri Popular – Mostra Olhos Livres: “Anistia 79” (RJ), de Anita Leandro

Prêmio de Melhor Curta – Júri Oficial – Mostra Foco: “Entrevista com Fantasmas” (RS/SP), de LK

Prêmio Canal Brasil de Curtas – Mostra Foco: “Grão” (RS), de Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa

Prêmio de Melhor Curta – Júri Popular: “Recife Tem um Coração” (RN), de Rodrigo Sena

Menção Honrosa – Mostra Formação: “Diálogo Bulbul” (Sp, RJ, Es, Ba), de Bruno Churuska, Gledson Augusto, Nicole Mendes, Yan Altino e Zimá Domingos

Prêmio de Melhor Filme – Mostra Formação: “De Barriga para Cima” (ES), do Instituto Marlin Azul e moradores da Comunidade Quilombola de Monte Alegre

Prêmio Abraccine de Melhor Longa – Mostra Autorias: “Atravessa Minha Carne (GO/DF), de Marcela Borela

Prêmio do Júri Jovem – Mostra Aurora: “Para os Guardados” (MG), de Desali e Rafael Rocha

Prêmio Helena Ignez – Destaque Feminino: “Crash” (RJ), de Gabriela Mureb

Prêmio Cinecolor e O2 Pós – Conexão BCM: “Pedra de Raio” (CE e RJ),  de Lucas Parente e Pedro Lessa

Prêmio CTAV e The End – Conexão BCM: “Bate e Volta Copacabana” (MG), de Juliana Antunes e Camila Matos

Prêmio Málaga WIP – Conexão BCM: “Pequenas Tragédias” (GO), de Daniel Nolasco

Prêmio Sesc em Minas – Work in Progress – Conexão BCM: “Paisagem de Inverno” (MG), de Marco Antonio Pereira

Foto Jackson Romanelli/Universo Produção
Foto Jackson Romanelli/Universo Produção

Impressionante como a Mostra de Cinema de Tiradentes se renova a cada nova jornada; vemos isso de perto em todos os anos em que estivemos presentes. Que venha a já aguardada edição de 30 anos, em 2027! Vida longa a esse evento!

Os Filmes Mais Esperados de Abril 2022 nos CINEMAS!

Chegamos ao quarto mês de 2022. O Oscar e seus filmes prestigiados ficaram para trás. Tapas. Pedidos de desculpas e consequências. Mas não pense você que os três primeiros meses de 2022 giraram apenas em torno dos filmes do Oscar. Blockbusters e filmes de entretenimento igualmente encontraram espaço na volta do público aos cinemas. The Batman, Pânico, Uncharted – Fora do Mapa, Moonfall – Ameaça Lunar, Morte no Nilo, Ambulância – Um Dia de Crime e Morbius foram algumas das grandes produções que passaram pelas salas de exibição em 2022, alguns ainda em cartaz (é só correr). Mas se você pensa que os grandes lançamentos irão dar um tempo depois do sucesso de Batman, pense de novo. Em abril teremos grandes opções para a criançada, superproduções, aventuras e filmes nacionais que prometem fazer sucesso. Confira abaixo e programe-se.

HOJE – 07/04

Sonic 2

Você sabia que ele voltaria. Sonic – O Filme, a adaptação para o cinema do famoso game do porco espinho azul que fez a alegria da infância de muitos quarentões ainda na década de 1990, se tornou um dos sucessos surpresa do cinema em 2020, antes do fechamento das salas e da ameaça global chamada Covid. De fato, Sonic foi um dos lançamentos do início de 2020, um dos últimos a ver o mundo antes da pandemia. Quando o trailer e as imagens do personagem vieram a público, uma grande comoção surgiu detonando a aparência do bichinho. Os realizadores ouviram as reclamações e redesenharam Sonic do jeito que os fãs queriam. O sentimento, porém, era de que Sonic seria um fiasco. Provando mais uma vez que não devemos julgar um livro pela capa, todos que decidiram assistir ao filme se surpreenderam, fazendo do longa da Paramount um acerto inesperado. Dois anos depois, como era anunciado, Sonic retorna, assim como Jim Carrey no papel do vilão. Com mais duas criaturinhas a tiracolo: Tails e Knuckles.

14/04

Animais Fantásticos – Os Segredos de Dumbledore

Quando a franquia Harry Potter chegou ao fim em 2011, os fãs se viram órfãos da magia criada por uma das séries cinematográficas mais bem sucedidas da história (criadora de um verdadeiro império), buscando em outras sagas um substituto – vide Jogos Vorazes, Divergente, etc. . Foi aí que a Warner, detentora dos direitos do universo do bruxinho teve a brilhante ideia deles mesmos darem continuidade – de certa fora. Animais Fantásticos é na verdade uma pré-sequência, que tentou de todas as formas caminhar com as próprias pernas e se distanciar dos famosos personagens de sua saga irmã. Mas não teve jeito, com um filme lançado em 2016 e outro em 2018, a franquia logo incorporou em seu repertório os personagens que o público queria ver, como por exemplo o mago Dumbledore, ainda em sua juventude – interpretado agora por Jude Law. Em 2022, a franquia chega ao seu terceiro exemplar, substituindo Johnny Depp por Mads Mikkelsen. Fora isso, para os brasileiros o novo filme tem um sabor especial, já que parte da trama se passará em nosso país e teremos uma brasileira no acervo dos bruxos: Maria Fernanda Cândido está no blockbuster no papel de Vicência Santos.

21/04

Cidade Perdida

Sonic 2 não será o único grande lançamento da Paramount no mês de abril. O estúdio ainda ataca com Sandra Bullock em sua própria versão de Tudo por uma Esmeralda (1984). Na trama de Cidade Perdida, Bullock vive uma escritora de livros de aventura, assim como Kathleen Turner no citado filme dos anos 80, que termina ela mesmo vivendo uma grande aventura ao lado de seu interesse amoroso. Aqui, seu par é vivido por Channing Tatum, como um modelo demonstrando que também possui inteligência (ou ao menos pensa) quando resolve sair para resgatar a autora das garras de um rico empresário que acredita que a mulher saiba do paradeiro de um tesouro escondido na selva, como descreveu em seu livro.

Detetives do Prédio Azul 3

Série de sucesso na TV desde 2012, o programa infantil sobre três detetives mirins fez uma satisfatória transição para as telonas em 2017, com o primeiro filme dos Detetives do Prédio Azul. No ano seguinte, o segunda longa-metragem os levou para a Itália em novas aventuras. E o terceiro filme teria sido lançado em 2019, não fosse a pandemia. Pronto desde 2020, o longa finalmente vê a luz do dia em 2022. A mais recente empreitada do trio Sol, Bento e Pippo os leva para a Patagonia Argentina, em Ushuaia, onde enfrentarão novos desafios como um antigo colar capaz de transformar até o mais puro dos corações em mau.

Flee – Nenhum Lugar para Chamar de Lar

Como dito, a temporada do Oscar passou. E na época muitos se perguntaram onde podiam assistir ao elogiadíssimo Flee. Bem, a resposta, antes, era: em lugar nenhum. Acontece que o longa não havia aportado ainda no Brasil. Mas agora todos poderão conferi-lo, e melhor ainda, nos cinemas – graças ao lançamento da Diamond Films. A expectativa é grande, afinal não é todo dia que um filme recebe indicação aos Oscar de melhor filme estrangeiro, melhor animação e melhor documentário de uma vez só no mesmo ano. Ou melhor, não apenas não é todo dia, como também o fato nunca havia ocorrido antes na história. Na trama, um refugiado do Afeganistão chega à Dinamarca ainda na infância. Vinte anos depois, ele está prestes a se casar com seu namorado, mas precisa confrontar o passado e um segredo que deixou escondido há décadas.

28/04

O Peso do Talento

Muito comentado nas “internet da vida”, O Peso do Talento é o filme em que Nicolas Cage interpreta Nicolas Cage. Astro de Hollywood no passado, vencedor do Oscar, Nicolas Cage viu sua carreira decair participando de inúmeras produções, digamos, de baixa qualidade e lançadas direto em vídeo, nos últimos anos. Vira e mexe o ator excêntrico entrega algum trabalho que sobressaia, vide Joe (2013) e o recente Pig (2021). Agora Cage retorna em um projeto insano que promete o colocar novamente no mapa. Aqui ele vive o próprio Nicolas Cage, ou uma versão de si mesmo. Cage é convidado por um fã bilionário para fazer uma aparição na festa de aniversário do sujeito. O que era para ser um trabalho simples, logo se mostrará uma jornada repleta de perigos e surtações para o grande astro do passado.

Downton Abbey – Uma Nova Era

Antes da série The Crown, da Netflix, fazer a cabeça dos aficionados pela corte britânica, outro programa focado na burguesia inglesa do Século XX era sensação com os fãs. Downton Abbey talvez seja mais britânico do que o chá das cinco. Foi ao ar em 2010 e durou até 2015. Em 2019 foi a vez da primeira produção para o cinema, trazendo de volta todo, ou grande parte do elenco. Agora chega a continuação direta do longa-metragem, com a família Crawley as voltas com a visita do Rei e da Rainha da Inglaterra. E novamente grande parte do elenco retorna.

Incompatível

Finalizando as principais estreias do mês de abril nos cinemas, temos uma nova produção nacional bastante promissora. Comédia romântica super atual e antenada com os dias de hoje, Incompatível traz Gabriel Louchard e Giovanna Lancellotti como um casal em um relacionamento de muitos anos. É então que a mulher decide terminar a relação por uma clamada falta de compatibilidade entre eles. A decisão foi incentivada por uma blogueira muito famosa que dá dicas de autoajuda e relacionamentos no Youtube, papel de Nathalia Dill. Assim, o sujeito rejeitado, sabendo que sua companheira deu ouvidos à blogueira, decide destruir a reputação da famosa ao criar ele mesmo um canal, onde anonimamente dá dicas opostas às da blogueira e igualmente faz enorme sucesso da noite para o dia. Agora, não bastasse a guerra de canais de Youtube entre eles, os dois terminam criando uma amizade no mundo real sem que a mulher saiba a verdadeira identidade do sujeito. Mais conectada com os dias de hoje impossível.

‘Guardiões da Galáxia’: James Gunn confirma o título do terceiro filme

Com o sucesso arrebatador de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, James Gunn continua desenvolvendo o terceiro filme da franquia ‘Guardiões da Galáxia‘. Os fãs têm especulado que o título do filme pudesse ser ‘Guardiões da Galáxia.mp3’, mas o próprio Gunn confirmou que ele seguirá pelo caminho mais óbvio.

“Eu ouvi essa sugestão de várias pessoas. Mas, não, os três filmes fazem parte de um conjunto e tenho que permanecer consistente com Vol. 3,” revelou o diretor.

Em uma live no facebook, James Gunn levantou a ansiedade dos fãs: “Eu espero que vocês estejam animados para o que virá ano que vem se você viu o filme, com ‘Vingadores 4’, e para daqui mais ou menos dois anos, quando nós teremos ‘Guardiões da Galáxia – Vol. 3′”.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

 

‘Black Earth Rising’: Sobrevivente de genocídio busca a verdade no trailer da nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo da série ‘Black Earth Rising‘.

Confira:

Escrita e dirigida por Hugo Blick, a série será lançada na plataforma no dia 25 de janeiro.

Kate Ashby (Coel), sobrevivente do genocídio de Ruanda, foi resgatada ainda criança e adotada por Eve Ashby, uma promotora britânica famosa mundialmente. Agora, aos 20 e poucos anos, Kate trabalha para Michael Ennis (Goodman) como investigadora jurídica no Reino Unido. Mas quando Eve enfrenta um líder da milícia africana no tribunal, as vidas de Kate e Michael mudam para sempre.

Michaela Coel (‘Chewing Gum‘) e John Goodman (‘Kong: A Ilha da Caveira‘) estrelam.

Diretor do ‘Esquadrão Suicida’ original afirma estar ansioso pelo novo filme

Através de seu Twitter, David Ayer, o diretor do primeiro ‘Esquadrão Suicida‘, revelou estar ansioso para o novo filme comandado por James Gunn.

“Eu mal posso esperar para ver esse filme.”

Escrito e dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘), o longa será uma espécie de reboot do primeiro filme.

O elenco completo inclui David Dastmalchian, John Cena, Jai Courtney, Joaquín Cosío, Nathan Fillion, Joel Kinnaman, Mayling Ng, Flula Borg, Sean Gunn, Juan Diego Botto, Storm Reid, Pete Davidson, Taika WaititiAlice BragaSteve Agee, Tinashe Kajese, Daniela Melchior, Peter Capaldi, Julio RuizJennifer Holland, Viola Davis, Idris Elba, Margot Robbie e Michael Rooker.

O Esquadrão Suicida‘ será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, ‘Esquadrão Suicida‘ foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

‘Into the Dark’: Cachorro demoníaco nas novas imagens do terror ‘Good Boy’

O nono episódio da 2ª temporada da série antológica de terror ‘Into the Dark‘, intitulado Good Boy, ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

A produção é estrelada por Judy Greer (HalloweenJurassic World).

Quando Maggie (Greer) adota um lindo cachorrinho para ajudá-la a enfrentar sua ansiedade, ela descobre que seu novo pet é mais eficaz do que imaginava: sem que ela saiba, ele mata qualquer pessoa que a deixe estressada.

Steve Guttenberg, Ellen Wong, Elise Neal, Maria Conchita Alonso, McKinley Freeman e Chico completam o elenco.

O novo episódio irá estrear no dia 12 de junho.

Os episódios são lançados mensalmente, cada um focando em uma data comemorativa diferente.

‘A Vida em um Ano’: Romance com Cara Delevingne e Jaden Smith estreia na Amazon Prime

O romance dramático ‘A Vida em um Ano‘ (Life in a Year), estrelado por Cara DelevingneJaden Smith, estreou no catálogo brasileiro da Amazon Prime.

A trama segue Daryn, um jovem de 17 anos que descobre que sua namorada está morrendo. Então, ele decide dá-la uma vida inteira no último ano que a resta.

Confira o trailer legendado:

O filme é dirigido por Mitja Okorn.

Um jovem de 17 anos (Smith) com um promissor futuro reavalia seus planos futuros ao se apaixonar por Isabelle (Delevingne), uma jovem do lado errado dos trilhos que vira seu mundo de cabeça para baixo. Depois de descobrir que ela está morrendo, ele muda o foco para ter uma vida com ela em apenas um ano que lhe resta.

Nia LongCuba Gooding Jr.Chris D’EliaRobert Fitzgerald Diggs e outros completam o elenco.

‘Harley Quinn’ retorna no teaser HILÁRIO da 3ª temporada; Confira legendado!

A HBO Max divulgou o trailer legendado da 3ª temporada animação ‘Harley Quinn‘.

Confira:

Lembrando que os novos episódios ainda estão em produção e que, segundo o co-showrunner Justin Halpern, têm previsão de lançamento para o final de 2021 ou o começo de 2022.

“Creio que [a nova temporada] sairá no final deste ano ou no começo de 2022, só porque a animação leva bastante tempo para ser feita”, ele disse em uma recente aparição ao podcast Master of None.

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

Adaptação de ‘Drácula’ ganha novo título e data de estreia; Confira!

Inicialmente intitulado ‘The Bride‘, a Sony Pictures anunciou que o terror ganhou um novo título: ‘The Invitation‘ (O Convite, em tradução livre).

Inspirado pela história clássica do ‘Drácula‘ e descrito como um terror contemporâneo, o longa está programado para estrear no dia 26 de agosto.

De acordo com o Bloody Disgusting, o primeiro trailer da produção está sendo exibido com as sessões do terror ‘O Telefone Preto‘, então o vídeo oficial deve ser divulgado na internet muito em breve.

A trama irá girar em torno de uma jovem que comparece a um casamento, sem saber dos horrores que a aguardam.

Jessica M. Thompson será responsável pela direção, a partir de um roteiro original escrito por Blair Butler (Helstrom’).

Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’) estrelará a produção. O elenco ainda contará com Thomas Doherty, Hugh Skinner, Sean Pertwee, Courtney Taylor, Alana Boden e Stephanie Corneliussen.

Emile Gladstone (‘A Maldição da Chorona’) servirá como produtor.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Gladiador 2’: Russell Crowe fala sobre possível retorno na sequência

Em entrevista ao The Ryan Tubridy Show, Russell Crowe (‘Fúria Incontrolável’) quebrou o seu silêncio sobre um possível retorno na sequência ‘Gladiador‘, apesar do desfecho definitivo do seu personagem no longa original.

“Tenho certeza que eles entrarão em contato comigo em algum momento, mas até agora não recebi nenhuma ligação. A sequência será uma extensão da narrativa [original], mas é ambientada após a morte do meu personagem, então não estou realmente envolvido [na história]. Ouvi dizer que o Paul [Mescal] é um ótimo rapaz, e eu o desejo muita sorte com o projeto. Acho que eles irão contar a história do jovem Lucius, ascendendo ao seu papel como Imperador. Essa é uma ideia muito inteligente dentro deste universo que nós criamos.”

Ele completa, “Não gosto de pensar muito nisso porque me faz lembrar de um período que eu era obviamente muito mais jovem. E, atualmente, as memórias fantásticas daquela experiência estão perfeitamente cristalizadas. Eu penso naquela época e amo cada minuto, o que não era necessariamente sempre o caso.”

Paul Mescal (‘A Filha Perdida’) será o protagonista da continuação. Já o ator Barry Keoghan, de ‘Os Banshees de Inishirin‘, interpretará o antagonista do filme.

O elenco ainda contará com Denzel Washington (‘Dia de Treinamento’).

A história de se passará anos após o término do primeiro longa e mostrará como os eventos da vida de Maximus influenciaram a jornada de Lucius Verus – filho de Lucilla (Connie Nielsen), que foi vivido por Spencer Treat Clark (‘Vidro’) no original.

David Scarpa assina o roteiro e Ridley Scott a direção. É um projeto em desenvolvimento com a Paramount Pictures.

O filme chega aos cinemas dia 22 de Novembro de 2024.

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ recebeu 11 indicações ao Oscar e conquistou cinco estatuetas, incluindo os prêmios de Melhor Filme e Melhor Ator.

Sucesso de bilheterias, o longa arrecadou US$ 460.5 milhões ao redor do mundo, a partir de um orçamento de US$ 103 milhões.

O longa está disponível para streaming na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

Crítica | Memórias de Um Amor – Stanley Tucci e Colin Firth emocionam em profundo drama

As páginas em branco de um caderno que não consegue ser mais escrito. ‘Memórias de Um Amor‘ (Supernova), escrito e dirigido pelo cineasta Harry Macqueen, em seu segundo longa-metragem na carreira, é um filme sensível que busca uma saída na razão para a melancolia de um momento triste na vida de um casal, na quase hora de dizer adeus. O terrível sentimento de estar ou ficar sozinho. Tudo acaba também girando em torno dessa questão, o desespero vira apenas um complemento iminente nesse quase classificado road movie mas que contorna mais as estradas do coração. Destaque para os excelentes Stanley Tucci e Colin Firth, dois grandes atores em cena. 

Na trama, conhecemos o casal Sam (Colin Firth) e Tusker (Stanley Tucci), que estão juntos fazem décadas e talvez agora enfrentam o momento mais difícil da vida deles, pois o segundo está com uma doença irreversível, perdendo lentamente sua capacidade de lembrar e fazer as coisas. Buscando resgatar memórias resolvem partir rumo estrada à dentro, na Inglaterra, terra do primeiro, à bordo de um trailer equipado, encontrando amigos pelo caminho e assim construindo um desfecho bonito para tantos anos de amor.

O filme, a partir da premissa básica de fortes diálogos, consegue entregar com muita emoção os dois lados dessa história de amor. Buscando alguma resposta nas estrelas, objetos de fascinação que andaram junto com a história do casal, se nutrem de argumentos para um provável confronto entre os dois por conta do que pensam sobre o momento e ações que precisam tomar para segurar os duros obstáculos dos quereres, fruto de reflexões muito maduras sobre a vida, o próximo. Nos desabafos com os amigos, as cartas vão sendo mostradas e segredos abertos. Há momentos duros, onde o espectador fica apreensivo, essa emoção só chega até nós por conta de uma entrega impressionante dos já citados dois grandes atores em cena, comovem e nos fazem refletir sobre a vida.

Nessas linhas do coração, quem fala mais alto é a emoção. As impulsividades de antes parecem encontrar o equilíbrio na constatação da maturidade, na cumplicidade, no amor, nos valores mais que provados do quão importante são amigos e família em todos os momentos mas fundamentais nesses que passam o casal. Percebemos e sentimos o quanto é duro dizer adeus, impossível não se emocionar. E como é difícil dizer Adeus!

10 Filmes com mais climão que almoço pós-treta!

Segredos revelados, tretas de família, são tantas situações que podem acontecem ao nosso redor que nos sentimos em um Big Brother praticamente todos os dias de nossas vidas! Para você que gosta de filmes com bons debates, e surpresas inacreditáveis que chegam após conflitos, segue abaixo uma lista abaixo:

 

Segredos em Família (Reserva Imovision)

Um ambicioso casal, em busca de um empreendimento, leva os pais de uma das partes para visitar uma ilha onde supostamente daria um ótimo hotel. O intuito desse convite é conseguir uma boa parte do dinheiro de entrada desse negócio. Acontece que o responsável pela casa na ilha, após algumas situações constrangedoras com elementos da família, acaba fugindo e deixando o restante das pessoas sem ter como sair da ilha. O que era pra ser um passeio agradável, logo vira um ambiente tenso, onde facetas escondidas logo vem à tona.

 

Um Silêncio (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Astrid (Emmanuelle Devos), esposa do advogado François Schaar (Daniel Auteuil), esse último trabalhando em um caso midiático onde defende parentes que tiveram os filhos sequestrados. Quando um segredo é aberto, os olhos da justiça se voltam por completo para essa família, deixando Astrid em dúvidas sobre o que fazer.

 

Confissões

Na trama, conhecemos uma família rica que fica completamente abalada com o sequestro da filha mais nova. Quando os sequestradores entram em contato, eles são surpreendidos: os criminosos não querem dinheiro, mas se encontrar com eles, pois, alguém naquela casa, esconde um segredo sobre um ato terrível. Assim, ao longo de uma madrugada, verdades começam a aparecer.

 

Saltburn (Prime Video)

Na trama, conhecemos o recém chegado à faculdade de Oxford, o solitário Oliver (Barry Keoghan), um jovem que parece sofrer com a vida que leva fora daquele lugar. Quando conhece Felix (Jacob Elordi), um jovem milionário também estudante de Oxford, Oliver se vê atraído pelo universo de riqueza e poder. Até que um dia Felix o convida para passar o verão na sua mansão, Saltburn, junto com sua família cheia de peculiaridades.

 

The Humans (MUBI)

Na trama, acompanhamos a reunião de uma família para comemorar o dia de ação de graças no novo apartamento duplex do casal Brigid (Beanie Feldstein) e Richard (Steven Yeun), no centro de Manhattan. Ao longo de uma noite fria, intensa e cheia de situações que beiram ao inexplicável, vamos percorrendo lembranças de todas essas gerações que se chocam refletindo sobre a vida uns dos outros.

 

A Verdade (Diamond Films +)

Na trama, conhecemos Fabienne (Catherine Deneuve), uma excêntrica estrela do cinema francês que resolve lançar um livro de memórias. Isso faz com que sua filha Lumir (Juliette Binoche), que mora nos Estados Unidos, precise ir até a França para visitá-la, junto de seu marido, Hank (Ethan Hawke), um ator de trabalhos coadjuvantes da televisão norte-americana. Chegando na casa de sua mãe e voltando para a rotina de set de filmagens e difíceis conversas, o passado chega forte com assuntos mal resolvidos dentro de uma profunda amargura de ambos os lados.

 

Que Mal Fiz a Deus? (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Claude Verneuil (Christian Clavier) vive seu final de vida ao lado da esposa, com quem tem quatro filhas. A pacata vida deste orgulhoso cidadão francês é completamente abalada quando é apresentado aos pretendentes de suas filhas.

 

Morte no Funeral (HBO MAX)

Lançado em 2007, esse longa-metragem britânico dirigido pelo cineasta Frank Oz, nos mostra surpreendentes revelações de alguns integrantes de uma família que se reúne para um funeral. Matthew Macfadyen e Peter Dinklage estão no ótimo elenco dessa excelente produção.

 

Nimby

Na trama, conhecemos Marvi e Kata, duas jovens que namoram faz um ano, só que ambas ainda não contaram para suas famílias sobre esse relacionamento. Buscando resolver essa situação, aproveitam a ida da mãe de Kata (uma famosa comissária da União Europeia) até a Finlândia para conversar sobre o assunto. Mas nesse meio tempo, Marvi convence a namorada de irem primeiro contar para sua família, no interior do mesmo país. Muitas situações acontecem, mas as famílias das duas se encontram e precisarão de muita compreensão para todos se entenderem.

 

Qual o nome do bebê?

Vincent está prestes a se tornar pai. Ele e sua esposa, Anna, são convidados para jantar na casa de sua irmã, Elisabeth. Chegando lá, encontram Claude, um velho amigo de infância. Nesse encontro, uma confusão é instaurada na sala de estar por conta de perguntas, piadas e opiniões fortes sobre sua futura paternidade, transformando um simples jantar em um verdadeiro caos.

FLOPOU! 10 Sequências dos anos 2000 que você Gostaria de ESQUECER…

A cada ano a sétima arte nos presenteia com diversas produções vindas dos quatro cantos do mundo. Quando falamos no grande público, é de Hollywood que vem os produtos mais esperados dos fãs. Desde que o cinema entretenimento se consolidou como fábrica multimídia ainda na década de 70 (graças a Tubarão e Star Wars), os cinéfilos foram brindados com diversos filmes inesquecíveis, sempre citados por todos quando o assunto são os melhores longas da história. E logo de cara também, os estúdios viram o potencial das continuações. Afinal, se uma história deu muito certo, por que parar com ela? Sigamos em frente para uma nova jornada com personagens que todos aprenderam a amar.

Star Wars, Indiana Jones e tantas outras franquias (a mais recente sendo Velozes e Furiosos, por exemplo) mostraram que os fãs não se cansam de ver em tela os astros vivendo seus personagens icônicos em novas tramas. Porém, para cada acerto precisa existir um erro. E muitas vezes essas continuações resultam numa experiência verdadeiramente traumática para o espectador e, eventualmente para os envolvidos em sua produção. Embora muitos acreditem no termo “filme que não precisava de continuação”, a verdade é que se a sequência for feita com dedicação e empenho, resultando numa boa obra, terminamos aceitando-a no fim das contas.

Aqui, porém, nessa nova matéria, abordaremos justamente o oposto. A ganância de produtores que optaram pelo arriscado desafio de continuar uma história que parecia encerrada (o que se mostra um desafio para qualquer um) e entregaram uma sequência sem qualquer brilho ou empenho. Muitas aparentando já ter nascido “errado” sem qualquer energia. Essas são as 10 continuações dos anos 2000 que você preferia esquecer. Confira.

Blade Trinity

O que aconteceria se um astro de Hollywood detestasse tanto a sua participação num filme, que ficasse trancado o tempo todo em seu trailer fumando maconha, exigisse apenas ser chamado pelo nome do personagem e num acesso de fúria e loucura chegasse ao cúmulo de enforcar seu diretor. Bem, este clima caótico realmente existiu e se chama os bastidores de Blade Trinity. Após dois bons exemplares (em 1998 e 2002), o primeiro filme de um herói da Marvel que pavimentou o caminho para o que temos hoje, terminou sua trilogia desta forma deplorável, em 2004. O astro Wesley Snipes estava tomado no “Jiraya” durante as gravações frustrado com o roteiro e as formas que o filme tomava. Sobrou até para o coadjuvante Ryan Reynolds que, em início de carreira no cinema, ouviu de seu protagonista: “Fique quieto, assim você viverá mais”. Todo este caos é refletido no que vemos em tela, num filme que entre outras coisas traz uma caracterização meio “Alexandre Frota” do icônico Drácula.

Triplo X 2 – Estado de Emergência

O que fazer quando o astro de sua possível franquia se recusa a retornar para a continuação? Bem, se você tiver unicamente a ganância guiando sua vida profissional como os executivos de Hollywood, a resposta é simples: criar uma continuação sem ele, é claro, e ainda matá-lo sem cerimônia fora das telas. Vin Diesel se tornou um astro após protagonizar Velozes e Furiosos (2001) e Triplo X (2002), mas quando foi a hora de voltar para ambas as continuações, ele simplesmente disse não. Isso porque nesta época, Diesel acreditava que poderia ser um ator sério e seguir para trabalhos mais significativos. Assim, Tyrese o substituía na continuação + Velozes + Furiosos (2003) e quanto a Triplo X coube a Ice Cube entrar na vaga deixada pelo careca musculoso. O resultado, você pergunta? Bem, o filme desapareceu tão rápido que muitos de vocês sequer ouviram falar desta sequência.

A Lenda do Zorro

Herói da cultura Pulp, o mascarado Zorro caminha lado a lado com os primórdios do cinema. Isso porque o personagem, um dos primeiros heróis de todos os tempos, já existia antes do advento da sétima arte, em outras mídias. Assim, após o surgimento do audiovisual, Zorro esteve lá em produções que datavam de 1920, por exemplo. Ao longo das décadas vira e mexe o vigilante espadachim mexicano dava o ar de sua graça, mas seria em 1998 que Zorro ganharia uma superprodução lançada por um grande estúdio (a Columbia / Sony) e apadrinhada por ninguém menos que Steven Spielberg. A Máscara do Zorro (1998) é puro entretenimento de matinê, uma aventura à moda antiga que apresentou ao mundo a belíssima Catherine Zeta-Jones e trouxe Antonio Banderas num papel que ele parece ter nascido para viver. O problema aqui não foi tanto o filme ter rendido uma continuação, mas foi a demora com que a tiraram do papel, com quase 10 anos de intervalo – perdendo por completo o hype do original.

O Filho do Máskara

Mais uma vez temos na lista, um ótimo filme nascido dos anos 90, com uma continuação “fedorenta” lançada nos anos 2000. O Máskara (1994) foi um dos filmes do movimento que serviu para cimentar Jim Carrey como um dos grandes nomes de Hollywood na década de 1990. Além disso, revelou também a então modelo Cameron Diaz. Revolucionário, o longa foi uma espécie de Uma Cilada para Roger Rabbit (88) dos anos noventa, usando efeitos especiais jamais vistos e elevando o quesito técnico a outro patamar. Infelizmente sua continuação jogou tudo isso pelo ralo. A começar que Carrey se manteve bem longe do projeto, o que não impediu os produtores gananciosos de fazerem a continuação mesmo assim – sem qualquer nome relevante na frente ou atrás das câmeras. E se o filme original usava de bons efeitos para incrementar sua história, esta sequência mequetrefe, lançada onze anos depois, era um desenho animado com poucos vislumbres de atores reais.

Vovó… Zona 2

O comediante Martin Lawrence tem como ídolo o mestre Eddie Murphy, e dele pegou muito de seu próprio repertório. Lawrence inclusive realizou o sonho de trabalhar com o grande Murphy duas vezes na década de 90 – sendo o mais marcante Até que a Fuga os Separe (1999). Murphy, entre outras coisas, ficou marcado por desempenhar diversos personagens num único filme, como Um Príncipe em Nova York (1988) e depois O Professor Aloprado (1996), onde ficou enterrado sob quilos de maquiagem. Lawrence seguiu os passos do agora colega para criar a Vovó… Zona, um grande sucesso surpresa de 2000. Mas sabe aquela velha história da mesma piada contada duas vezes… pois bem, ela sempre vai perdendo a graça. Foi o que aconteceu com essa continuação, lançada seis anos depois. E o pior disso é que como se não bastasse, Lawrence colocaria o prego no caixão pela última vez ainda em 2011, quando estreou o terceiro Vovó… Zona, desta vez com seu filho se vestindo de mulher também.

Instinto Selvagem 2

O primeiro Instinto Selvagem (1992) é um filmaço de suspense que deu força ao subgênero dos thrillers eróticos dos anos 90, e mais proeminentemente foi responsável pela carreira da musa Sharon Stone, e por transformá-la em uma estrela de Hollywood. No período, quase todos os filmes da atriz exigiam dela um forte sex appeal e claro, muita nudez. Ela até foi bem sucedida, recebendo uma indicação ao Oscar por Cassino (1995), de Martin Scorsese, mas em seguida seus papeis mais dramáticos, fora de sua zona de conforto começaram a fazer sua carreira naufragar. Natural que a atriz quisesse que o filme que fez sua carreira, também fosse responsável por salvar sua carreira. E até que a premissa de trazer a Femme fatale Catherine Tramell, a escritora e amante de sadomasoquismo e picadores de gelo mais famosa do cinema de volta para um novo suspense não é das piores. Afinal, no primeiro filme Stone já mostrava frieza no papel mesmo aos 34 anos. Na continuação, ela havia se tornado uma “loba” (cougar), uma mulher madura aos 48 anos, e muito mais confiante. O grande problema aqui foi o roteiro enfadonho que não exibia um décimo do brilho do original e fez Stone apenas pagar um grande mico em sua carreira.

A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras

Indiscutivelmente, A Bruxa de Blair (1999) se tornou um terror revolucionário e se destacou por introduzir o subgênero “found footage” para os novos tempos. Era o início da internet e sua campanha de marketing misturava ficção com realidade documental na hora de vender seu produto. Sem saber exatamente ao que assistia, o público se viu fascinado em se assustar como nunca anteriormente. Um verdadeiro fenômeno. O que fazer a partir daí? Bem, o que podemos dizer é que o estúdio por trás da produção deu uma aula do que NÃO fazer! E isso foi: uma continuação lançada logo no ano seguinte que não apenas tira qualquer criatividade apresentada antes com um terror pra lá de genérico, como (pior ainda) nem sequer utiliza o estilo de filmagem que fez do original um sucesso.

A Máfia Volta ao Divã

O ano de 1999 foi um dos mais especiais para a sétima arte. Nele tivemos por exemplo Matrix, Clube da Luta e A Bruxa de Blair. Foi dele que saiu também uma das comédias mais engraçadas da década: Máfia no Divã. No filme, Robert De Niro brinca com seus personagens mafiosos pela primeira vez fazendo humor. O filme mostra o que aconteceria se um gangster precisasse fazer terapia. O longa segue uma linha perfeita com começo, meio e fim, concluindo sua história da melhor maneira possível. Mas o que acontece em casos de filmes que se dão muito bem de crítica e bilheteria é que o estúdio cresce o olho e oferece uma bolada para os envolvidos voltarem numa continuação. Quem recusaria? O problema é que muitos filmes não deixam espaço para essa tal continuação, como foi o caso com este, que rendeu em 2002 uma das sequências mais sem graça e desnecessárias da história do cinema.

A Rainha dos Condenados

Esse filme é traumático em vários sentidos, infelizmente surgindo como uma verdadeira “maldição metalinguística”. Apesar de algumas polêmicas de bastidores, Entrevista com o Vampiro (1994) se tornou um grande sucesso para a Warner, conseguindo elevar os filmes de terror e de vampiros a um novo patamar, digamos, de maior prestígio. O longa é baseado numa série de livros da autora Anne Rice e por anos o estúdio visou tirar uma continuação do papel. Agora parece que finalmente o material vai se transformar numa série de TV, que esperamos que tenha qualidade. Porém, antes disso, embora desejemos esquecer, o filme com Tom Cruise e Brad Pitt teve uma continuação em 2002, chamada A Rainha dos Condenados. É claro que nenhum dos dois astros teve qualquer envolvimento. Mas não acaba aí, porque de forma trágica, esse filme de terror B marcaria o último trabalho da jovem cantora Aaliyah, que faleceu antes de finalizar sua participação.

Halloween: Ressurreição

Se os anos 90 foram marcados por muitas obras criativas, como A Bruxa de Blair, Máfia no Divã e Entrevista com o Vampiro, podemos dizer que a década seguinte ficaria marcada pelas continuações ruins destes filmes – que sequer deveriam existir. Aqui chega mais uma. Halloween – A Noite do Terror (1978) teve inúmeras continuações esquecíveis em sua franquia. Mas uma conseguiu destaque, demonstrando grande criatividade em seu roteiro, em especial por se livrar de todas as continuações descartáveis e seguir diretamente após o segundo. Trata-se de Halloween H20 (lançada em 1998), que trouxe Jamie Lee Curtis de volta protagonizando. O final é perfeito e os filmes poderiam ter terminado aí. Mas você acha que eles deixariam? Em 2002 (oh aninho maldito!) sairia do papel o que é considerado por muitos “o” pior filme de Halloween, Ressurreição. O pior de tudo nem é a trama idiota e datada sobre um reality show dentro da casa de Michael Myers, mas sim o fato de desfazer tudo o que H20 havia se dedicado tanto a criar.

‘Grey’s Anatomy’: Kim Raver entra para o elenco fixo da 15ª temporada

Depois de fazer uma participação especial nesta 14ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, a atriz Kim Raver, intérprete da Dra. Teddy Altman, voltará à série em caráter regular na próxima temporada.

“Estou animada para reprisar o papel de Dra. Teddy Altman como uma personagem fixa. Voltar para Shondaland com o incrível talento de Krista Vernoff, Ellen Pompeo e o ótimo elenco é maravilhoso,” Raver disse em uma declaração. “Eu tenho um lugar especial no meu coração para a Teddy e tenho muita sorte por ter a oportunidade de continuar sua história.”

Quem assistiu ao último episódio da 14ª temporada, sabe que a personagem desempenhará uma grande parte no próximo ano, estando envolvida em um dos principais ganhos deixados para instigar a curiosidade dos fãs.

‘Animas’: Terror ganha novo trailer perturbador; Assista!

O terror ‘Animas‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Laura Alvea e Jose Ortuño.

“Alex é uma garota com uma personalidade forte e grande tenacidade. Ela é muito próxima ao seu melhor amigo Abraham, que é uma pessoa que ela dá constante ajuda e apoio, uma vez que Abraham é tímido e inseguro, principalmente por causa de sua complicada relação entre ele e os seus pais. Mas tudo muda quando Daniel – pai do Abraham – morre em um trágico acidente, cuja causa é incerta. A partir deste momento, Alex se encontra em uma jornada alucinada ao inferno, onde a linha entre a realidade e os pesadelos está borrada ao ponto que Alex começa a questionar as razões de sua própria existência.”

Clare Durant, Ivan Pellicer Angela Molina estrelam.

‘Top Boy’: Série da Netflix produzida pelo cantor Drake ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer do revival da série ‘Top Boy‘, produzida pelo cantor Drake.

Confira:

Criada por Ronan Bennett, a série originalmente foi lançada em 2011, durando por apenas duas temporadas.

A trama acompanha o drama de moradores de um conjunto habitacional de Londres. Aspirantes a criminosos e pessoas de bem tentam sobreviver em meio a gangues, drogas e os desafios do dia a dia.

Todas as três temporadas já estão disponíveis na Netflix!