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Bill Murray afirma que ‘Ghostbusters: Mais Além’ trará a ‘franquia de volta à vida’

Em entrevista ao Collider, Bill Murray, que retornará como o icônico Peter Venkman em ‘Ghostbusters: Mais Além‘, não poupou elogios ao novo filme, afirmando que a produção irá trazer a franquia de volta à vida.

“Eu me lembro do Jason Reitman me ligando e dizendo: ‘Eu tenho uma ideia para outro filme da franquia. Eu tenho essa ideia há anos’. Eu pensei: ‘Que diabos poderia ser?’ Eu lembrava dele de quando ele era criança. Eu me lembro do Bar Mitzvah dele. E ele tinha uma ideia realmente incrível que ele escreveu com outro cara maravilhoso, Gil Kenan. Eles dois escreveram um filme que realmente traz a franquia ‘Caça-Fantasmas’ de volta à vida.”

Ele completa, “Há um sentimento nesse filme muito mais próximo do primeiro filme do que o segundo ou o reboot de 2016. Acredito que será algo especial.”

Após adiamentos devido a pandemia de COVID, o filme agora chega aos cinemas apenas em 11 de Novembro de 2021.

Confira o trailer:

Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Além de Finn Wolfhard (‘It: A Coisa‘), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill‘) e Carrie Coon (‘The Sinner‘) Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’), o elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

‘Brinquedo Assassino’: Chucky é reconstruído em novo teaser da série; Assista!

Ele sempre volta! O SyFy divulgou um novo teaser de ‘Chucky‘, série baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

Brad Dourif voltará a dublar o boneco assassino. A produção ainda contará com o retorno de Jennifer Tilly (‘A Noiva de Chucky’), Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’), além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

‘A Semana da Minha Vida’: Elenco solta a voz no novo clipe do musical da Netflix; Assista!

Para promover o lançamento do musical adolescente ‘A Semana da Minha Vida‘, a Netflix divulgou um novo clipe do longa, com o elenco performando a canção Best Thing Ever.

Confira:

Vale lembrar que o longa já está disponível na Netflix!

O longa é dirigido por Roman White, que comandou diversos videoclipes da Taylor Swift, incluindo Mine, You Belong with Me e Fifteen.

Will Hawkins é um adolescente rebelde que desafia a lei e precisa fazer uma escolha: ir para a detenção juvenil ou para um acampamento cristão. Um peixe fora d’água no início, ele acaba se soltando e encontrando o amor em uma jovem que frequenta o acampamento. Pela primeira vez e onde jamais poderia imaginar, Will sente que encontrou seu lugar no mundo.

A Week Away
Credit: Netflix

‘Selena’: Christian Serratos solta a voz no teaser da 2ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da série ‘Selena‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o novo ciclo será lançado no dia 4 de maio.

Confira, com as imagens promocionais:

Os vindouros capítulos concluirão a história da rainha da música texana, explorando a sua vida a partir da ascensão estelar da sua carreira, culminando em sua trágica e precoce morte, aos 23 anos de idade, em 1995. A artista foi brutalmente assassinada pela presidente do seu próprio fã clube.

Na série, Christian Serratos vive a emblemática cantora latina Selena Quintanilla-Pérez, que atingiu o estrelato nos Estados Unidos entre os anos 80 e 90 e que foi assassinada aos 23 anos.

Gabriel ChavarriaRicardo ChaviraNoemí GonzalezSeidy López completam o elenco.

Selena nasceu na pequena cidade de Corpus Christi, onde começou a cantar desde muito jovem. Lançou seu primeiro em 1984, mas não seria até oito anos mais tarde que alcançaria o topo da parada mexicana da Billboard por oito meses consecutivos com Entre a Mi Mundo. Em 1994, levou para casa o Grammy de Melhor Álbum de Música Latina e é considerada até hoje uma das artistas mais importantes da indústria musical, sendo apelidade de rainha da música latina e tendo vendido mais de 80 milhões de discos.

Em 1995, foi assassinada por Yolanda Saldívar, sua sócia e presidente do fã-clube – que também estava desviando dinheiro da família e roubando as lojas. Dois anos depois, Selena ganhou uma cinebiografia estrelada por Jennifer Lopez, que se tornou um sucesso de público e rendeu à atriz uma indicação ao Globo de Ouro.

‘The Circle’: Trailer da 2ª temporada apresenta os novos participantes do reality; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada do reality show ‘The Circle‘.

Confira:

O próximo ciclo do programa será lançado no dia 14 de abril.

O conceito do reality é um grupo de pessoas interagindo on-line e ganhando popularidade entre os participantes, seja através de verdades… ou mentiras.

Michelle Buteau apresenta a versão original.

Especial Oscar | Relembre os Indicados e Vencedores que Completam 30 Anos em 2021

A cerimônia do Oscar deste ano irá ocorrer no dia 25 de abril. O ano de 2020 mudou o mundo de diversas formas e terminou igualmente atingindo a maior premiação da sétima arte. Com os cinemas fechados há, praticamente, um ano, os estúdios seguraram a maior parte de seus lançamentos, os adiando para este ano. Assim, a solução para os filmes que visavam nomeações foi a estreia nas plataformas de streaming. E se os mais tradicionalistas ainda olhavam torto para tais serviços, embarreirando sua entrada em festas como o Oscar em prol das salas de cinema, podemos afirmar sem medo que os trágicos acontecimentos de nossa vida real foram no mínimo irônicos para jogar de vez uma pá de cal nesta discussão.

A seleção de indicados para a cerimônia deste ano está maravilhosa. Como forma de homenagem ao maior prêmio do cinema, resolvemos dar continuidade a nossa série de matérias olhando para os filmes nomeados nas décadas passadas. Porém, diferente da matéria que fiz sobre as edições passadas do Globo de Ouro, na do Oscar iremos comentar os filmes que completam 30 anos em 2021 e foram indicados e vencedores, e não a edição do Oscar de 30 anos atrás (com os filmes de 1990). Tendo deixado isso claro, vamos adiante. Confira abaixo os principais vencedores e indicados que se tornam trintões esse ano.

Leia também: Especial Oscar | Relembre os Indicados e Vencedores que completam 40 anos em 2021

O Silêncio dos Inocentes

O Silêncio dos Inocentes é provavelmente o filme de terror e suspense mais prestigiado da história do cinema. Para começar é o único do gênero a vencer o Oscar de melhor filme, além de igualmente manter o recorde como um dos três a sair vitorioso do chamado Big Five (Filme, Diretor, Ator, Atriz e Roteiro) na história do cinema – com os outros dois sendo Aconteceu Naquela Noite (1934) e Um Estranho no Ninho (1975). Fora isso, a trama arrepiante sobre o canibal mais famoso da sétima arte, Hannibal Lecter, e a agente do FBI Clarice Starling, fez tanto sucesso que rendeu duas continuações, uma série e continua dando frutos com o recém lançado programa televisivo Clarice (2021), da rede CBS. O Silêncio dos Inocentes é um filme ainda muito popular, marcando como o número 23 dentre os favoritos do grande público de todos os tempos. Além da vitória nas cinco categorias citadas acima (com os Oscar para Jonathan Demme, Anthony Hopkins e Jodie Foster respectivamente), o longa ainda recebeu nomeações para som e edição.

A Bela e a Fera

A seleção de filmes indicados ao Oscar que completam 30 anos em 2021 foi realmente muito especial. Além do recorde conquistado pelo thriller de horror citado acima, naquele ano ainda tivemos outras marcas históricas. A segunda que chama mais atenção é a deste longa animado da Disney, que se tornou o primeiro da história a ser nomeado na categoria principal de melhor filme nos prêmios da Academia. E aqui falamos de uma época em que apenas cinco produções eram indicadas em tal categoria, o que torna o feito ainda mais impressionante. O romance atemporal sobre uma camponesa e um príncipe amaldiçoado, transformado numa criatura bestial, que precisam ultrapassar as aparências em nome do amor verdadeiro, é baseado no livro clássico da francesa Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve. Ainda hoje, apenas outras duas animações conquistaram tal feito: Up – Altas Aventuras (2009) e Toy Story 3 (2010). A Bela e a Fera levou os Oscar de canção original e trilha sonora, e foi indicado para melhor filme, som e outras duas canções originais.

Bugsy

Seguindo os passos do ano anterior nos prêmios da Academia, onde duas produções sobre o universo dos criminosos da máfia emplacaram entre os indicados a melhor filme (Os Bons Companheiros e O Poderoso Chefão III), o tema ecoava pelo ano seguinte com este Bugsy – biografia de Benjamin Siegel, o sujeito responsável pela criação de Las Vegas graças a seus cassinos. A superprodução da Columbia/Sony era capitaneada por Warren Beatty, que retornava às graças da Academia 10 anos depois de seu prestigiado Reds, e um ano depois de Dick Tracy. Aqui, Beatty produzia e estrelava o longa na pele de Busgy, no filme dirigido por Barry Levinson (Rain Man), com sua esposa Annette Beging à tiracolo coprotagonizando. Bugsy estava entre os cinco indicados a melhor filme, mas saiu apenas com duas estatuetas: melhor direção de arte e figurino. Além de melhor produção, ainda foi nomeado para Diretor (Levinson), ator (Beatty), coadjuvantes (Harvey Keitel e Ben Kingsley), roteiro original (apesar de ser baseado num livro), fotografia e trilha sonora (para o saudoso Ennio Morricone).

JFK – A Pergunta que Não Quer Calar

A cada ano o Oscar se internacionaliza mais, além de estar aberto para questões atuais como o empoderamento feminino e a representatividade racial. Mas não podemos esquecer que ele sempre foi mirado à história do próprio país, no caso os EUA. Assim, acima de qualquer outra coisa, os prêmios da Academia tinham muito orgulho em enaltecer produções como Dança com Lobos, por exemplo, que abordava os anos formadores da América sob um aspecto mais humanizado. Nesta seara encontramos o político JFK, sobre a investigação de um dos crimes que mais marcaram a nação: o assassinato do presidente integrador Kennedy. Quem dirige é o polêmico Oliver Stone (que a esta altura havia desmascarado a guerra do Vietnã por duas vezes, em Platoon e Nascido em 4 de Julho), e protagonizando, o mesmo Kevin Costner do citado Dança com Lobos. Além de melhor filme, JFK foi indicado para diretor (Stone), ator coadjuvante (Tommy Lee Jones), roteiro adaptado, som e trilha sonora; e saiu vitorioso das categorias de fotografia e edição.

O Príncipe das Marés

O mundo nem sempre é justo, e a cada nova edição do Oscar, além dos maiores vencedores da noite, temos também os maiores “perdedores”. Ser indicado em qualquer categoria no Oscar é sim uma vitória, mas quando seu filme recebe diversas indicações e sai do evento de mãos abanando, o sentimento de frustração é inevitável. Há 30 anos no passado, este romance produzido, estrelado e dirigido pela talentosíssima Barbra Streisand ocupou esta vaga infame. Baseado num livro, a trama narra sobre um homem simplório e muito truculento (interpretado pelo truculento da vida real Nick Nolte), que começa a fazer terapia com uma psicanalista (papel de Streisand) a fim de descortinar traumas de sua família. Os dois terminam se apaixonando. O Príncipe das Marés foi indicado para melhor filme, melhor ator (Nolte), atriz coadjuvante (Kate Nelligan), roteiro adaptado, fotografia, direção de arte e trilha sonora, mas saiu da noite a ver navios.

Os Donos da Rua

Voltando para os recordes dos filmes indicados que completam 30 anos em 2021, aqui temos mais um, e o mais importante da noite. Os Donos da Rua (Boyz in the Hood) é o longa de maior valor social dentre o lote dos indicados e o filme mais importante da premiação a não ser indicado na categoria principal. Extremamente representativo, o longa narra a trajetória de jovens negros vivendo no gueto de Crenshaw, em Los Angeles, em especial Tre (Cuba Gooding Jr.), que tem aspirações de deixar o local, repleto de gangues se matando, e fazer algo melhor com sua vida. A obra foi escrita e dirigida pelo saudoso John Singleton, falecido em 2019 aos 51 anos de idade. Os Donos da Rua marcou dois recordes muito especiais na história da Academia e na carreira de Singleton: um que jamais será quebrado e outro que até o momento ainda não foi. O primeiro é que Singleton se tornou o primeiro cineasta negro a ser indicado na categoria de melhor diretor. E o segundo, é que ainda se mantém como o realizador mais jovem a ser nomeado em tal categoria, aos 24 anos de idade, desbancando gente como Orson Welles em Cidadão Kane. E as duas indicações do filme foram para ele, além de melhor direção, também recebeu a de melhor roteiro original, mas terminou sem vitórias.

Thelma & Louise

Aqui passamos de questões raciais para muito empoderamento feminista, o que só demonstra que tais tópicos não são novidade de agora, sendo adereçados já há trinta anos atrás. Um dos filmes mais badalados sobre o feminismo, Thelma e Louise traz as estrelas Geena Davis e Susan Sarandon como duas mulheres insatisfeitas no casamento, cansadas de serem abusadas por seus companheiros, que simplesmente jogam tudo para o alto e caem na estrada buscando recomeçar suas vidas. O problema é que se deparam com muito abuso e machismo também em sua nova jornada, e terminam procuradas pela justiça. O longa muito original, apesar de não ter sido indicado na categoria principal de melhor filme, recebeu nomeações para melhor diretor (Ridley Scott), duas atrizes principais (ambas Davis e Sarandon), fotografia e edição; e saiu vitorioso de roteiro original.

O Pescador de Ilusões

O diretor Terry Gillian, saído da trupe Monty Python, ficou conhecido por seus trabalhos em filmes de ficção científica e fantasia. Aqui, porém, o cineasta arriscava em seu longa menos surreal, digamos, numa história dramática, mas onde não por menos Gillian adicionou muitos elementos exagerados devido a seu estilo estético peculiar. Na trama, Jeff Bridges interpreta um locutor de rádio egocêntrico e estrela, que termina por causar uma tragédia na vida de um homem (papel de Robin Williams), vindo a querer se redimir após o ocorrido. O filme recebeu nada menos que cinco indicações na noite – ator protagonista (Robin Williams), roteiro original, direção de arte, trilha sonora; e saiu vitorioso da categoria de atriz coadjuvante para Mercedes Ruehl (e você, lembrava que a atriz havia vencido o prêmio?).

Cabo do Medo

Uma das muitas obras-primas da carreira do gigante Martin Scorsese, este suspense de arrepiar é na verdade o remake do clássico Círculo do Medo (1962) – e como forma de homenagear, o cineasta garantiu participações em seu filme para os veteranos Gregory Peck e Robert Mitchum, protagonistas do original. Na refilmagem, Nick Nolte (ele de novo) e Robert De Niro ficam com os papeis dos veteranos atores, respectivamente, como um advogado que comete o pior “erro” de sua vida e o criminoso a quem ele prejudicou. Cabo do Medo foi indicado para dois Oscar de atuação: melhor ator (De Niro) e atriz coadjuvante (a então novata Juliette Lewis).

As Noites de Rose

Muitos não têm ideia da estrada da veterana Laura Dern, que finalmente teve justiça feita em sua carreira, ao sair vitoriosa do Oscar do ano passado pelo filme História de um Casamento. Mas ela já tinha outras duas nomeações em seu currículo, sendo esta a primeira. No filme, Dern interpreta Rose, uma jovem humilde sendo acolhida por uma família do interior a fim de não cair em tentação se tornando assim uma prostituta. No entanto, seu jeito atraente e sensual desperta o interesse de todos os homens do local. Além da indicação de Dern como atriz principal, o filme ainda nomeou sua mãe na vida real, a atriz Diane Ladd na categoria de coadjuvante.

Para Eles, com Muito Amor

Fechando a categoria das atrizes principais, a veterana Bette Midler recebia sua segunda e última (até o momento) indicação ao Oscar, por este filme sobre uma entertainer se apresentando para tropas americanas durante a Segunda Guerra Mundial.

Tomates Verdes Fritos

Filme sensação na época para as mamães e vovôs, baseado num livro, conta a história de amizade entre uma dona de casa infeliz no casamento e uma idosa a quem ela conhece num asilo. O longa recebeu indicações de melhor roteiro adaptado e atriz coadjuvante para a veteraníssima Jessica Tandy.

Amigos, Sempre Amigos

E quem disse que o Oscar não abre espaço para filmes populares? Esta comédia sobre homens da cidade, enfrentando a crise da meia idade e decidindo despertar seu “homem rústico” interno fez um baita sucesso nos EUA, mas no Brasil não emplacou da mesma forma. O longa saiu vitorioso de sua única indicação ao Oscar: a de ator coadjuvante para o veterano Jack Palance (após duas indicações na década de 1950).

Barton Fink – Delírios de Hollywood

Desde que apareceram em cena, os irmãos Coen se tornaram queridinhos dos críticos, do público cult e, é claro, da Academia. Aqui, eles brincavam com os bastidores de Hollywood, contando sobre um dramaturgo teatral sendo contratado para escrever o roteiro de um filme, e sofrendo muito no processo. Barton Fink recebeu 3 indicações ao Oscar: ator coadjuvante (Michael Lerner), direção de arte e figurino.

O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final

O filme mais popular do cinema que completa 30 anos em 2021, o segundo Exterminador do Futuro transformou James Cameron num dos cineastas mais quentes de Hollywood, e elevou Arnold Schwarzenegger a outro patamar. O longa também foi a maior bilheteria de 1991, e no Oscar, levou para casa nada menos que 4 estatuetas (efeitos visuais, maquiagem, som e edição de som), além de indicações de fotografia e edição.

Hook – A Volta do Capitão Gancho

Por falar em filmes populares, Steven Spielberg chegava pesado há trinta anos tentando emplacar sua visão de um Peter Pan crescido. Os críticos torceram o nariz e o filme foi tido como um fracasso, apesar de ainda manter uma legião de fãs. No Oscar, sua qualidade técnica o indicou a 5 estatuetas (direção de arte, figurino, efeitos visuais, maquiagem e trilha sonora), mas saiu sem nenhuma.

A Família Addams

Outro dos grandes filmes que Tim Burton não dirigiu de 1991, a versão cinematográfica do famoso seriado da década de 1960 foi lembrado para uma nomeação no Oscar de figurino, mas não levou.

Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões

Seguindo no terreno dos sucessos de bilheteria de trinta anos atrás, a versão de Kevin Costner para Robin Hood foi um dos filmes mais falados da época. E foi indicado para a icônica “(Everything I do) I Do It For You”, de Bryan Adams. Páreo duro, mas terminou perdendo a estatueta para a canção tema de A Bela e a Fera.

Jornada nas Estrelas VI – A Terra Desconhecida

Jornada nas Estrelas ou Star Trek é sinônimo de sucesso. E no Oscar, o sexto filme da franquia, lançado há trinta anos, foi indicado para duas estatuetas: efeitos sonoros e maquiagem, mas terminou sem nada.

Cortina de Fogo

Terminando a lista dos filmes pop com mais um de bastante renome no período. Aqui, entrando na disputa dos blockbusters de trinta anos atrás, grandes nomes do cinema participavam desta história de ação e suspense sobre bombeiros. O filme foi indicado para 3 Oscar: efeitos visuais, som e efeitos sonoros.

Lanternas Vermelhas

Obra quintessencial do talentosíssimo Zhang Yimou, este representante da China no Oscar recebeu elogios da crítica especializada e conta sobre a luta interna de uma jovem eleita como quarta esposa de um poderoso lorde. Embora fosse o mais chamativo e mais falado da edição, terminou sendo eclipsado pela produção italiana Mediterrâneo, que venceu na categoria de filme estrangeiro. Mostrando que nem sempre o Oscar acerta, dois dos maiores críticos de cinema que já existiram, Roger Ebert e Gene Siskel, confessaram terem saído no meio da exibição do filme e mesmo após sua vitória no Oscar, prometeram não dar nova chance ao longa.

‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ é eleito o Filme do ano na Associação de Críticos do Rio de Janeiro

A tradicional reunião que elege os melhores filmes do ano na ACCRJ, a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro, escolheu Retrato de uma Jovem em Chamas (França), de Céline Sciamma, como o grande vencedor da seleção de 2020.

A reunião ocorreu este ano de forma duplamente inusitada. Uma das mais renomadas instituições da crítica brasileira, a ACCRJ achou por bem se adaptar aos novos tempos em que vivemos devido à pandemia do Coronavírus. Costumeiramente, a votação que ocorre no fim do ano precisou ser adiada para o último sábado, dia 3 de abril; e como a situação não melhorou, aconteceu, de forma inédita, virtualmente – contando com a presença de 15 membros.

Antes que alguns possam se atentar ao fato de que Retrato de uma Jovem em Chamas é na realidade uma produção de 2019, tendo sido exibido pela primeira vez no Festival de Cannes em 19 de maio do ano citado, a obra chegou às salas de nosso país no dia 9 de janeiro de 2020. Fora isso, é preciso ressaltar que este ano as regras da ACCRJ tornaram elegíveis todo e qualquer filme exibido em circuito (e agora, aderindo aos novos tempos, também em streaming) no período de dezembro do ano anterior (2019) até dezembro do ano visado (2020) – portanto, filmes de prestígio recentes, tendo debutado no início de 2021, muito provavelmente poderão ser encontrados na lista do ano que vem.

A jornalista Ana Rodrigues, presidente da Associação, comentou a votação e a importância dos dez longas eleitos. “Num momento em que o cinema foi um alento na pandemia tanto nas salas de modo distanciado, quanto nas plataformas digitais, a votação da ACCRJ reuniu filmes que contemplam temas universais, a diversidade e a autoralidade. Vários gêneros estão representados. O cinema brasileiro, presente com Pacarrete e Babenco – Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, foi um dos pontos altos da nossa lista”, afirmou a crítica.

Retrato de uma Jovem em Chamas concorreu à Palma de Ouro em Cannes e no mesmo evento levou os prêmios Queer (destinado a produções LGBTQ+) e de roteiro. O filme também esteve nomeado ao BAFTA (o Oscar britânico), na categoria de produção não falada em inglês, ao Globo de Ouro de obra estrangeira, e se encontra entre os melhores longas de todos os tempos na opinião do grande público no banco de dados IMDB. Confira abaixo a lista completa dos filmes eleitos na ACCRJ.

Retrato de uma Jovem em Chamas (Vencedor)

País: França
Diretora: Céline Sciamma
Sinopse: Numa ilha isolada na região de Brittany, França, no final do século XVIII, uma pintora é obrigada a pintar um retrato de casamento de uma jovem mulher.

1917

País: EUA/Reino Unido/Índia/Espanha/Canadá/China
Diretor: Sam Mendes
Sinopse: 6 de abril de 1917. Enquanto um regimento se reúne para guerrear bem no centro do território inimigo, dois soldados são designados a correr contra o tempo e entregar uma mensagem que irá impedir 1.600 homens de caírem diretamente em uma armadilha mortal.

Babenco: Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou

País: Brasil
Diretora: Bárbara Paz
Sinopse: “Eu já vivi a minha morte e agora tudo o que restou foi fazer um filme sobre isso”. Foi o que disse o cineasta Hector Babenco para Bárbara Paz quando ele se deu conta de que não possuía muito tempo restante de vida. Ela aceitou o desafio de cumprir o último desejo de seu falecido parceiro: de ser o principal protagonista de sua própria morte.

Destacamento Blood

País: EUA
Diretor: Spike Lee
Sinopse: Quatro veteranos de guerra afro-americanos batalham contra as forças do homem e da natureza quando retornam ao Vietnã procurando os restos mortais de seu falecido líder de esquadrão e a fortuna em ouro que ele os ajudou a esconder.

Joias Brutas

País: EUA
Diretores: Benny Safdie e Josh Safdie
Sinopse: Com dívidas se amontoando e cobradores furiosos se aproximando, um joalheiro de Nova York cheio de lábia arrisca tudo na esperança de sobressair e se manter vivo.

O Farol

País: Canadá/EUA/Brasil
Diretor: Robert Eggers
Sinopse: Dois faroleiros tentam manter a sanidade enquanto vivem em uma ilha remota e misteriosa da Nova Inglaterra, EUA, na década de 1890.

O Homem Invisível

País: Canadá/Austrália/EUA
Diretor: Leigh Whannell
Sinopse: Quando o ex abusivo de Cecilia tira a própria vida e a deixa sua fortuna, ela suspeita que sua morte tenha sido uma farsa. Enquanto uma série de coincidências se tornam fatais, Cecilia se empenha em provar que ela está sendo assombrada por alguém que ninguém pode ver.

O Som do Silêncio

País: EUA
Diretor: Darius Marder
Sinopse: A vida de um baterista de heavy metal é jogada em queda-livre quando ele começa a perder a audição.

Pacarrete

País: Brasil
Diretor: Allan Deberton
Sinopse: Pacarrete, uma velha e louca dançarina de balé de Russas, interior do Brasil, apenas deseja manter seus sonhos vivos.

Soul

País: EUA
Diretores: Pete Docter e Kemp Powers
Sinopse: Depois de conseguir um trabalho que sempre sonhou, um pianista de jazz de Nova York se encontra preso em um terreno estranho entre a Terra e o além vida.

‘Falcão e do Soldado Invernal’: Sebastian Stan comenta sobre o intrigante final do 3º episódio

O 3º episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ terminou com a presença de uma guerreira de Wakanda buscando vingança pela morte do rei T’Chaka, assassinado pelo Barão Zemo (Daniel Bruhl) em ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Durante uma entrevista para o Collider, Sebastian Stan comentou sobre a cena e foi evasivo quando questionado sobre o papel da personagem.

“Bom, a aliança com Zemo é uma surpresa para todos. Sam não aceitou muito bem, assim como Sharon [Carter]. Não é de se estranhar que o povo de Wakanda queira vê-lo morto.”

Ele continuou:

“Não posso dizer o que está por vir, é claro. Mas será um episódio com uma trama muito forte, há uma carga emocional incrivelmente transformadora no 4º episódio.”

Infelizmente, o astro não deu mais detalhes sobre o próximo episódio, mas considerando sua última frase, é possível que Zemo seja perdoado pelo seu crime em vez de ser assassinado pela guerreira de Wakanda.

O que você acha?

Lembrando que o 4º episódio da série será lançado em 09 de abril, na Disney+.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Titãs’: Intérprete de Jason Todd divulga nova imagem oficial da 3ª temporada; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Curran Walters publicou uma nova imagem dos bastidores da 3ª temporada de Titãs‘.

A foto nos leva direto para o set de filmagens e traz uma enorme placa com os dizeres: Você está saindo de Gotham City.

Confira:

Lembrando que o site The Vulcan Reporter divulgou uma lista com os possíveis títulos dos 10 primeiros episódios da 3ª temporada, deixando de fora apenas os três capítulos finais do próximo ciclo.

Confira:

  • Episódio 1: Barbara Gordon (Escrito por Richard Hatem & Geoff Johns)
  • Episódio 2: Red Hood [Capuz Vermelho] (Escrito por Tom Pabst)
  • Episódio 3: Hank & Dove [Rapina e Columba] (Escrito por Jamie Gorenberg)
  • Episódio 4: Blackfire [Estrela Negra]
  • Episódio 5: Lazarus
  • Episódio 6: Lady Vic
  • Episódio 7: 51 Percent [51%]
  • Episódio 8: Home [Casa]
  • Episódio 9: Souls [Almas]
  • Episódio 10: Troubled Water [Águas Agitadas]

Vale lembrar que a informação ainda não foi confirmada oficialmente.

Novidades da 3ª temporada

Vale lembrar, que a terceira temporada trará Jason tramando uma jornada para derrubar os ‘Titãs‘.

Nos quadrinhos, Jason Todd foi morto pelo Coringa e ressuscitou sob o polêmico codinome Capuz Vermelho, tornando-se um assassino frio e calculista. Apesar de ser pouco adaptado em animações e em nenhuma versão live-action, o personagem se tornou um dos anti-heróis mais populares de DC.

Além disso, o icônico supervilão Espantalho, alter-ego do Dr. Jonathan Crane, também fará sua estreia na série.

Informações sobre elenco ou em quantos capítulos os personagens irão aparecer não foram reveladas.

Relembre o trailer da temporada anterior:

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Ritchson) e Columba (Kelly) também irão retornar.

Quentin Tarantino revela qual foi o MELHOR filme da última década, na sua opinião

Em entrevista ao Premiere, Quentin Tarantino foi perguntado qual filme ele acredita ser o melhor da última década e o cineasta apontou o elogiado ‘A Rede Social‘.

“O melhor filme da última década é ‘A Rede Social’, de longe. É o meu favorito porque é o melhor. Ele aniquila qualquer competição.”

Vale lembrar que ‘A Rede Social‘ foi um dos filmes mais aclamados de 2010, conquistando 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção recebeu 8 indicações ao Oscars, das quais três foram vencidas – incluindo Melhor Filme.

O longa também foi um sucesso nos cinemas, arrecadando ótimos US$ 224.9 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 40 milhões.

Recentemente, o roteirista Aaron Sorkin afirmou que está na hora do filme ganhar uma continuação:

“Antes de mais nada, sabia muito mais sobre o Facebook em 2005 do que em 2018 – mas sei o suficiente para saber que deveria haver uma sequência!”

Ainda durante a entrevista, Aaron disse ter recebido um e-mail do produtor de ‘A Rede Social‘, Scott Rudin, sobre a mesma ideia.

“Recebi mais de um e-mail dele com um artigo em anexo dizendo: ‘Não é hora de uma continuação?’ Muitas coisas muito interessantes e dramáticas aconteceram desde que o filme terminou com a resolução do processo dos gêmeos Winklevoss e Eduardo Saverin”.

E aí, será que podemos sonhar com uma continuação que discuta as últimas polêmicas do Facebook, incluindo a quebra de privacidade dos usuários por grandes empresas e até mesmo a influência da rede social nas eleições norte-americanas de 2016? Seria bem interessante!

7 Séries ENTEDIANTES da Netflix pra Você fugir

Seu tempo é muito importante – nós, do CinePOP, sabemos disso e valorizamos. Por isso deixamos aqui uma listinha de 7 séries da Netflix que realmente não valem nem começar a assistir, muito embora algumas delas tenham figurado no Top 10. Ah! E ainda tem mais uma série de brinde da plataforma vizinha, que também não vale apertar o play. Com tanta opção bacana, por que perder tempo com séries entediantes?

7 – Quem Matou Sara?

O recente lançamento da Netflix é um novelão mexicano sonolento que não traz absolutamente nada de novo. Sob a roupagem do suspense, conta a história do pobre coitado injustiçado que pagou pelo crime da família rica e agora busca vingança.

6 – Vis a Vis: El Oasis

Os fãs que acompanharam toda a jornada de Zulema, Macarena e Saray mereciam algo melhor nesse spin-off da série de sucesso de Álex Pina. Ainda que Zulema ganhe um arco apoteótico, ‘El Oasis’ desconstrói tudo que foi erigido nos personagens e joga no lixo. Melhor nem ver mesmo, e ficar com o ‘Vis a Vis’ original.

5 – Silêncio na Floresta

Os fãs dos livros do Harlan Coben viram essa série na maior expectativa, mas, na real, a produção polonesa não conseguiu capturar o clima envolvente de mistério da história do escritor de suspense. Com um ritmo arrastado e atuações inseguras, a única coisa boa é o fato de ser uma minissérie – e, portanto, não haverá uma segunda temporada.

4 – Vida Após a Morte

Cheia de boas intenções, o resultado não condiz com a sinopse. Para aqueles que acreditam ou buscam entender se há vida após a morte, essa série – extremamente lenta – podia ser resumida em um único episódio, mas, ao invés, traz um monte de episódio com depoimentos que dizem basicamente a mesma coisa, e, no final, não temos uma resposta (óbvio!). Pra ficar vendo depoimento de pessoas que sobreviveram episódios de quase morte é só ver o jornal.

3 – Carta ao Rei

Sériezinha fantasiona com uma pegada MTV à história clássica inglesa do Rei Arthur, com uma pitada pop e um protagonismo preto pra tentar trazer algo de novo nessa trama já muito explorada no entretenimento. Se esforça tanto em ser descolada, que não convence.

2 – O Traficante

Com a pretensão de ser uma imersão quase real no mundo do crime da periferia francesa, a única coisa boa nessa série é o fato de ter episódios que duram no máximo quinze minutos. A história, porém, é um saco.

1 – Tribes of Europa

Misturando distopia, ficção científica e fantasia, essa série alemã jogou um monte de referência pop no liquidificador e o resultado é uma pasta insossa e sem brilho. Apesar de ser uma megaprodução, a história não decide qual público quer atingir e tem protagonistas enjoados e nem um pouco cativantes.

Bônus: Trickster – O Agente do Caos

De bônus nessa listinha, fica a dica para você passar longe da sonolenta ‘Trickster – O Agente do Caos’, disponível na Globoplay. Com personagens extremamente irritáveis e um protagonista que não melhora em nada, a série tinha uma boa ideia – abordar a mística dos indígenas norte-americanos –, mas pegou o diferencial e jogou embaixo do tapete. A série já foi até cancelada, então, não perca meeeesmo o seu tempo com ela.

 

Diretor fala sobre a possibilidade de fazer ‘Velocidade Máxima 3’

Em entrevista ao Collider, Jan de Bont, o diretor do clássico ‘Velocidade Máxima‘, falou sobre a possibilidade de dirigir uma nova sequência da franquia.

“[Para acontecer um terceiro filme], iria depender da história. Geralmente, eu não sou um grande fã de sequências. Eu havia assinado contrato para uma continuação. Mas era necessário convencer o elenco a voltar ou então eu teria que fazer um filme completamente novo.”

Ele continua, “O primeiro filme foi muito focado no [personagem do Keanu Reeves], na improbabilidade dele ser o herói. E foi por ele ser forçado a estar nessa posição que o filme funcionou muito bem para ele, mas não para outros atores. É muito difícil resgatar esse tipo de sentimento.”

O primeiro filme, estrelado por Keanu Reeves e Sandra Bullock, foi um grande sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 350 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 30 milhões.

Já a sequência, que contou apenas com o retorno de Bullock, foi um fracasso de crítica e bilheteria, enterrando de vez uma franquia com grande potencial.

O primeiro filme lançado em 1994. Na trama, Howard Payne é um psicopata que está ameaçando Los Angeles com explosivos, mas o agente Jack Traven está perto de capturá-lo. Quando o assassino instala bombas em um ônibus, o policial terá que evacuar os passageiros sem reduzir a velocidade do veículo para menos de 80 km por hora.

Gostou de ‘Os Irregulares de Baker Street’? Aqui estão outras 10 Produções de Mistério para você Conferir!

Os Irregulares de Baker Street estreou há pouco tempo no catálogo da Netflix e forneceu protagonismo para alguns coadjuvantes não muito lembrados do universo Sherlock Holmes.

Os personagens titulares são garotos de rua que conhecem como ninguém o submundo de Londres, auxiliando Holmes e o Dr. Watson em diversos casos que requerem maior sutileza. Na adaptação da plataforma de streaming, o enredo permaneceu fincado nas incursões de mistério, mas acrescentou elementos do sobrenatural aos episódios e conquistou o público.

Pensando naqueles que já devoraram a série e procuram por outros títulos com a mesma pegada, o CinePOP separou uma lista com cinco séries e cinco longas-metragens do gênero para você maratonar.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua produção favorita:

SHERLOCK

Parece óbvio começar com essa escolha, mas Sherlock é uma das produções mais adoradas e aclamadas dos últimos anos. Modernizando os clássicos contos de Sir Arthur Conan Doyle, a breve série, composta por treze episódios e um capítulo especial, traz Benedict CumberbatchMartin Freeman como Sherlock Holmes e Dr. Watson, respectivamente, em suas jornadas para solucionarem os casos mais bizarros possíveis.

DESVENTURAS EM SÉRIE

Seja com o subestimado filme dirigido por Brad Silberling, seja com a releitura seriada da própria NetflixDesventuras em Série é um compilado incrível das infortúnias empreitadas dos irmãos Baudelaire, que se tornaram órfãos da noite para o dia e passaram a vida tentando entender o que aconteceu com os pais e quem esteve por trás disso – tendo como principal suspeito o demoníaco e psicótico Conde Olaf.

…E NÃO SOBROU NENHUM

A aclamada adaptação de ‘…E Não Sobrou Nenhum’, clássico romance assinado por Agatha Christie, é uma minissérie dividida em três partes que leva o público a se envolver com dez personagens principais que são convidados por um misterioso magnata a conhecerem uma ilha isolada no Pacífico. Um a um, eles são brutalmente assassinados – até que reste uma última pobre alma.

SLEEPY HOLLOW

Sleepy Hollow pode ter decaído em suas duas últimas temporadas, mas teve um início consideravelmente sólido ao recriar a clássica narrativa de A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça. Nessa reinvenção, Ichabod Crane acorda nos Estados Unidos contemporâneo e descobre que seu algoz está retornando dos mortos para continuar seu legado de caos e de destruição – além de premeditar o fim do mundo.

THE ALIENIST

Apesar da truculenta temporada inicial, The Alienist é uma competente série composta por dois ciclos e que traz o melhor da investigação às telinhas. Com Luke EvansDakota FanningDaniel Brühl no elenco protagonista, a produção acompanha um perigoso serial killer cujas vítimas são meninos de rua (mais precisamente, garotos de programa).

ENTRE FACAS E SEGREDOS

Um dos melhores filmes de 2019 não poderia ficar de fora da nossa lista: ‘Entre Facas e Segredos’ é uma clara e belíssima homenagem a Agatha Christie e Sir Arthur Conan Doyle, girando em torno da estranha e duvidosa morte de um famoso escritor de histórias policiais. Contratado para investigar o caso, o detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) descobre que, entre os funcionários misteriosos e a família conflituosa do romancista, todos podem ser considerados suspeitos do crime.

A GAROTA NO TREM

Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.

GAROTA EXEMPLAR

Amy Dunne (Rosamund Pike) desaparece no dia do seu aniversário de casamento, deixando o marido Nick (Ben Affleck) em apuros. Ele começa a agir descontroladamente, abusando das mentiras, e se torna o suspeito número um da polícia. Com o apoio da sua irmã gêmea, Margo (Carrie Coon), Nick tenta provar a sua inocência e, ao mesmo tempo, procura descobrir o que aconteceu com Amy.

A CHEGADA

Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.

BUSCANDO

Depois que a sua filha de 16 anos desaparece, David Kim (John Cho), pede ajuda às autoridades locais. Já se passaram 37 horas desde o desaparecimento e nenhuma pista foi encontrada, desesperado, David resolve procurar por mais informações no computador da sua filha, seguindo o seu rastro digital.

Borderlands | Quem é quem no novo filme de Eli Roth

Eli Roth é conhecido por diversos títulos de grande sucesso entre o público e tem sua preferência estilística voltada para o gore, o terror e o slasher – afinal, seus principais trabalhos incluem Bata Antes de EntrarCabana do InfernoO Albergue e muitos outros. Agora, o realizador está pronto para dar vida ao projeto mais ambicioso de sua carreira: a adaptação da clássica franquia de games Borderlands.

Com um elenco de peso, que inclui Cate BlanchettKevin HartJack Black, a produção é inspirada no jogo homônimo lançado originalmente em 2009. Desenvolvida pela Gearbox Software, a narrativa é centrada em um grupo de Caçadores de Cofres que viajam ao distante planeta de Pandora para procurar o Cofre – cujos rumores indicam conter tecnologia alienígena avançada e outras riquezas inestimáveis.

Trabalhando juntos para compreender pistas e encontrar o tesouro, eles batalham contra formas de vida selvagem, bandidos e foras da lei que habitam o local, unindo forças para impedir que a Corporação Atlas e seu exército paramilitar encontre o Cofre primeiro.

Segundo a sinopse oficial, a história principal passará por algumas alterações e colocará o grupo em questão em busca da filha de Atlas, que está perdida em Pandora, eventualmente descobrindo os segredos que o maior magnata do universo esconde. E, com as recentes confirmações de elenco, o CinePOP preparou uma breve lista explicando quem é quem no vindouro longa-metragem.

Confira:

LILITH (CATE BLANCHETT)

Com o anúncio da adaptação, Lilith foi a primeira confirmada e revelada como protagonista. A vencedora do Oscar Cate Blanchett foi logo contratada para interpretá-la e fornecer uma perspectiva interessante para a clássica heroína.

Desde sua aparição inicial nos games, Lilith manteve-se como ponto-chave do restante saga, ainda que não fosse uma personagem jogável. A “Sereia”, como é descrita, também é dotada de poderes mágicos.

ROLAND (KEVIN HART)

Outro dos personagens principais do primeiro game é Roland. Descrito como um arquetípico soldado estoico, Roland será interpretado por Kevin Hart (‘Jumanji: Próxima Fase’) e tem um arsenal quase infindável à sua disposição, tanto para ajudar seus companheiros quanto para derrotar os inimigos.

O personagem também possui um profundo background militar que deve ser explorado na adaptação.

DRA. PATRICIA TANNIS (JAMIE LEE CURTIS)

A errática e (quase) insana Dra. Patricia Tannis é uma expert em sereias e uma pesquisadora extremamente inteligente, que auxilia os Caçadores de Cofres em empreitadas científicas e descobertas mirabolantes.

Assim como seus companheiros, Patricia é uma personagem-chave do título original da franquia e carrega um senso de humor único, com comentários mais realistas e calculistas que o normal – algo que explica a escalação da icônica Jamie Lee Curtis (‘Halloween’) para o papel.

CLAPTRAP (JACK BLACK)

Quando Borderlands foi anunciado, vários fãs dos jogos se perguntaram de que forma o memorável robô Claptrap seria trazido à vida – algo confirmado pouco depois com a surpreendente contratação de Jack Black para viver o personagem.

A verborrágica máquina amarela funciona como o “mascote” da franquia e apareceu em todas as entradas como um personagem não jogável, com exceção de Borderlands: The Pre-Sequel’. Com uma personalidade bem diferente de seus comapanheiros, ele é programado para acalmar os ânimos na iminência da solidão e da depressão.

TINY TINA (ARIANA GREENBLATT)

Ariana Greenblatt, intérprete da jovem Gamora em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, foi uma das recentes adições ao elenco do filme e dará vida a Tiny Tina, uma garota com apreço mortal por explosivos e por armamentos de alta periculosidade.

Originalmente, a personagem dá as caras apenas em Borderlands 2’, com um trágico passado que envolve um assassino traidor chamado Jack, a morte de seus pais e sua consequente e bizarra escapatória, que a fez cair no gosto popular – e um dos membros dos Caçadores.

KRIEG (FLORIAN MUNTEANU)

Krieg é um bandido que ficou louco por razões desconhecidas – mas ainda carrega traços de humanidade. Assim como Tiny Tina, ele foi introduzido como personagem jogável em Borderlands 2’, caracterizado como parte da classe Psicopata e com habilidades sanguinárias que o transformam em uma máquina mortífera.

No longa-metragem, Krieg será interpretado por Florian Munteanu (‘Creed II’), tendo uma estrita relação de proteção com Tiny Tina.

ATLAS (ÉDGAR RAMÍREZ)

Nos jogos, a Atlas Corporation é uma corporação manufatureira que fornece armas para o mercado de Pandora – e funciona como a principal antagonista de Borderlands, visto que estão no encalço dos personagens principais para conquistar o Cofre e seus valiosos bens.

Na adaptação de Roth, a empresa será materializada por Édgar Ramírez no papel de Atlas e, diferente da história original, irá contratar Lilith e seus companheiros para resgatar a filha, perdida em Pandora (como mencionado nos primeiros parágrafos dessa matéria).

PERSONAGEM DESCONHECIDA (HALEY BENNETT)

Em uma recente notícia do Bloody DisgustingHaley Bennett, que também foi escalada para o filme, dará vida a uma personagem inédita do panteão Borderlands. As informações vão ainda mais fundo e indicam que terá importância significativa para o passado de Lilith (Blanchett).

Como nenhuma confirmação foi feita pelos estúdios ou por Roth, a dúvida permanece se Bennett dará vida à filha de Atlas (Ramírez), que não aparece nos jogos.

‘Viúva Negra’: Cinemas podem boicotar o filme por lançamento simultâneo no Disney+

Marvel Studios e a Disney lançarão Viúva Negra’  simultaneamente no Disney+ e nos cinemas do Brasil e dos EUA.

A novidade, porém, não deixou os donos das redes de cinema felizes.

Segundo o Wall Street Jornal, um confronto sobre a estreia está se formando entre dois parceiros de Hollywood de longa data: a Disney e os cinemas.

Os donos de cinemas ficaram chateados ao saber da decisão da Disney de lançar o filme tanto no cinema quanto em seu serviço de streaming Disney+ por uma taxa adicional de US$ 29,99 (nos EUA). A Disney também adiou o lançamento do filme para julho.

Agora, alguns cinemas estão considerando maneiras de não lançar um dos filmes mais esperados do verão norte-americanos, de acordo com pessoas envolvidas nas discussões.

O lançamento no streaming fará com que as redes de cinema percam público e dinheiro com o lançamento, o que não deixou os executivos nada felizes.

A estreia acontece dia 09 de julho de 2021 (quase dois meses da data previamente anunciada).

A plataforma de streaming anunciou que a obra poderá ser assistida através do Premier Access, ou seja, pagando uma taxa adicional (da mesma forma que ‘Raya e o Último Dragão’).

O valor no Brasil ainda não foi divulgado.

Confira o cartaz:

Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

Disney fala sobre possibilidade de lançar ‘Viúva Negra’ digitalmente

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Mortal Kombat’ ganha vídeo com várias cenas inéditas

Mortal Kombat‘ ganhou um vídeo especial com várias cenas inéditas.

Assista, com o trailer:

Inicialmente previsto para 15 de Abril, o filme agora tem estreia agendada para 13 de Maio nos cinemas do Brasil. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.

Nos EUA, a estreia segue marcada para 23 de Abril, nos cinemas e no streaming.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Netflix adiciona ‘O Filho de Chucky’ em seu catálogo

A Netflix adicionou o neoclássico ‘O Filho de Chucky‘ (Seed of Chucky) em seu catálogo.

A trama acompanha Glen, filho de Chucky e Tiffany, que descobre que está sendo feito um filme sobre seus pais. Ele consegue, então, acordá-los, iniciando uma nova contagem de mortos. Mas isso o desagrada, já que é bem mais tranqüilo que seus pais, o que pode criar problemas familiares. Enquanto isso, em Hollywood, a atriz Jennifer Tilly é escolhida para interpretar Tiffany, o que coloca a pequena homicida em seu encalço.

Assista ao trailer:

Brad Dourif, Jennifer Tilly, Billy Boyd, John Waters, Redman e Hannah Spearritt estrelam.

Don Mancini dirige. 

Crítica | Eu Vi: América Latina – Série de TERROR da Netflix vai mesmo tirar seu sono

Depois de duas temporadas bem-sucedidas realizadas em diferentes cidades dos Estados Unidos, a produção da série ‘Eu Vi’ (‘Haunted’, no original) decidiu expandir seu universo assustador da vida real para os territórios hispanohablantes das Américas. Assim, numa derivação do original, chegou agora à Netflix a versão ‘Eu Vi: América Latina’ – que está dando o que falar!

Dividida em apenas cinco episódios com durações que variam entre 47 minutos (o primeiro) e menos de trinta minutos (todos os outros), os enredos são baseados em histórias reais que teriam ocorrido com os protagonistas de cada um dos episódios. Porém, salientamos que, embora se chame ‘América Latina’, mais da metade dessa primeira temporada é composta por histórias oriundas do México apenas, o que sinaliza que a proposta de expansão não visava de fato, neste primeiro momento, abranger muitos outros países.

Dos cinco episódios, os três primeiros são protagonizados por mulheres, e todos obedecem um mesmo formato enjoado: o relator da história está sentado em uma cadeira e, ao seu redor, amigos e familiares (que tenham se envolvido na trama ou não) ouvem o relato. Essa estrutura cerimoniosa de apesentar o plot do episódio é extremamente entediante, chata mesmo. O protagonista fica ali no centro, contando o seu trauma aaaanos depois de ocorrido, e fala tudo cheio de dedos, fazendo pausas dramáticas, enquanto os amigos e familiares ficam sentados ali, olhando com uma cara de quem está ouvindo tudo pela primeira vez, fingindo, até que alguém vira e fala algo do tipo “eu ouvia você reclamar disso na época, mas eu não tinha ideia de que você estava passando por algo assim” etc. É tudo tão encenado, tão mecânico, que enche o saco. É a parte em que se recomenda usar o recurso de acelerar o vídeo, e aumentar para a velocidade 1,5.

Tirando essa narrativa plantada em uma sala semelhante à do Conde Vlad em ‘Vamp’, o que de fato é maneiro em ‘Eu Vi: América Latina’ é as histórias aterrorizantes – ou melhor, a ficcionalização das histórias. Com ótimos efeitos especiais que recriam bem a ambientação de terror crescente e uma interpretação bem convincente dos atores que dão vida aos episódios, essa é a parte que faz realmente valer a pena assistir à essa série. Para os fãs de terror, tem de tudo: casa mal-assombrada com gente morta que atormenta pra sempre, boneca possuída com ciúme e adoração pela dona, lendas urbanas locais que remontam à clássicas lendas dos povos originários, presença maligna na casa e até mesmo…. o capiroto!

Remetendo o espectador àquelas conversas às escondidas que costumamos ter com os amigos, contando baixinho histórias assustadoras para fazer o outro perder o sono, ‘Eu Vi: América Latina’ tem um formato meio enjoado, mas uma realização bem maneira na construção gráfica e estética do suspense e do terror – que é, de fato, o que vai levar o público a assistir a série. É uma boa dica para ver à noite… sozinho… no escuro… e depois ficar paranoico com todo barulho que ouvir e não conseguir mais dormir até o sol raiar.

Sam Raimi revela por que desistiu de fazer ‘Homem-Aranha 4’

Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’), o diretor da trilogia original do ‘Homem-Aranha‘, foi demitido do quarto filme da franquia após se desentender com a Sony Pictures.

Durante uma sessão de Q&A no Reddit enquanto promovia ‘Rogai Por Nós‘, Raimi explicou porque o filme nunca aconteceu.

“Eu queria fazer um filme que fosse incrível. Queria que fosse algo que vocês amassem. Mas não consegui chegar lá. Então, achei melhor parar naquele momento.”

Ele ainda sonha em fazer o seu quarto filme da franquia.

Em entrevista ao Yahoo, Raimi falou brevemente sobre seu filme nunca feito do ‘Homem-Aranha’:

“Eu penso nisso o tempo todo. É difícil pensar que eu não pude fazê-lo, ainda mais porque de tempos em tempos sai uma nova versão do Homem-Aranha! Então, como eu já tinha o filme pronto na cabeça, não consigo deixar de pensar no que poderia ter acontecido. Mas tento me concentrar sobre o que será, e não olhar para o passado”, afirmou.

O diretor queria inserir três vilões no filme: Abutre, Mystério e Gata Negra. Após a Sony vetar a ideia, o estúdio decidiu rebotar a franquia e realizar o insonso ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

Recentemente, vazaram as primeiras artes conceituais que mostram como seria o visual dos vilões.

Confira e nos diga o que achou:

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Abutre

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Mystério

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Gata Negra

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Além disso, o filme iria preparar o caminho para o Dr. Curt Connors se transformar no Lagarto em ‘Homem-Aranha 5‘, com Dylan Baker interpretando o vilão.

O curioso é que o Mystério seria interpretado por Bruce Campbell, que fez pontas nos três filmes do herói e é amigo pessoal de Raimi.

No entanto, o que mais surpreende é que esses rumores levam direto para as narrativas dos filmes que vieram após o cancelamento da franquia dirigida por Raimi. Ou é uma tremenda coincidência, ou os planos de ‘Homem-Aranha 4‘ foram reaproveitados.

Lembrando que o Mystério finalmente fez sua estreia nas telonas em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, que já está nos cinemas.

Assista à crítica:

‘As Scream Queens’ dos Anos 90: Veja o que aconteceu com Neve Campbell, Sarah Michelle Gellar e outras…

Só quem cresceu nos anos 1980 e 1990 curtiu de perto a enxurrada dos filmes de terror adolescente, carinhosamente chamados de slashers. Filmes sobre assassinos mascarados ou escondidos que espreitavam e massacravam jovens incautos chegavam aos montes, encabeçados por produções como Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, Halloween e Brinquedo Assassino – que seguiam pelas décadas citadas com suas intermináveis franquias. De fato, os anos 1980 foram o auge dos slasher – obras constantemente repudiadas pelos críticos e a maioria dos adultos. Para o público jovem, por outro lado, significava diversão no estilo trem fantasma, entretenimento descompromissado e para muitos o primeiro contato com o terror.

Com Pânico (1996), o gênero teve um breve sopro de ressurreição, que durou somente até o fim de tal década, com algo em torno de uns dez filmes (mais ou menos) que foram representantes desta retomada. Agora os filmes do subgênero haviam mudado, no entanto, estavam mais autoconscientes e recheados de humor e tiradas envoltas em cultura pop – aproximando assim os personagens dentro do filme aos jovens na plateia. Nesta nova tendência, franquias como Halloween e Brinquedo Assassino voltavam à tona remodeladas pela nova estrutura. Uma pena foi justamente as maiores, Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, terem ficado de fora do filão (com exemplares lançados alguns anos antes, em 1993 e 1994).

Toda esta introdução apenas para nos trazer a uma nova matéria, que pretende desvendar o paradeiro das jovens estrelas de tais filmes. Algumas vingaram e se tornaram atrizes renomadas na fase adulta. Outras tomaram um verdadeiro chá de sumiço sem que saibamos de seu paradeiro. Portanto, aqui trazemos uma nova edição da coluna “por onde andam”, com as Scream Queens (Rainhas do Grito) dos filmes de terror adolescente do fim dos anos 1990. Vem conhecer.

Neve Campbell

Não tinha como começar a lista de outra forma, já que Campbell é a protagonista do filme que deu o pontapé inicial nesta reformulação e se tornou a franquia mais bem sucedida do bando – com quatro filmes, uma série e um quinta longa prometido para 2022 . A maioria das atrizes protagonistas de tais obras vinham de séries de TV, o que mostrava uma boa ponte de transição entre as mídias (televisão-cinema). Na época em que estrelou Pânico (1996), Neve estava em cartaz com o seriado dramático O Quinteto (Party of Five, 1994-2000), sobre cinco jovens irmãos que perdem os pais em um acidente e precisam se criar sozinhos.

Porém, o que talvez nem todos lembrem é que no mesmo ano de Pânico, alguns meses antes, a atriz já havia participado como coadjuvante de Jovens Bruxas – também um terror adolescente. Mas foi com Pânico que ela ganhou o estrelato, e seguiu para filmes como Garotas Selvagens e Studio 54 – ambos de 1998. A atriz andou meio sumida, com trabalhos menores, mas reapareceu com uma personagem recorrente na série da Netflix, House of Cards (2016-2017) e no blocksbuster Arranha-Céu (2018) ao lado de Dwayne Johnson. Ela está programada para interpretar Sidney Prescott pela quinta vez em 2022.

Jennifer Love Hewitt

Se Neve Campbell foi a principal Rainha do Grito da retomada nos 90’s, a voluptuosa Jennifer Love Hewitt chega logo atrás – como a protagonista da segunda franquia mais lembrada do período: Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997/1998). E as semelhanças não param por aí, já que o primeiro filme foi escrito por Kevin Williamson, mesmo roteirista de Pânico. Quer mais? Hewitt, na época, era colega de cena de Campbell e fazia parte do elenco do mesmo Party of Five. Sua personagem no seriado chegou inclusive a ganhar um derivado próprio para estrelar, intitulado Time of Your Life (1999) – que só durou uma temporada.

Nesse ínterim, a atriz protagonizou o terror teen de nome longo na pele de Julie James, e voltou logo no ano seguinte, numa continuação de título ainda maior. No período ela estrelou também a comédia adolescente Mal Posso Esperar (1998). Hewitt seguiu na TV em séries como Ghost Whisperer (2005-2010) e The Client List (2012-2013). Atualmente, ela faz parte do elenco do seriado 9-1-1, que vai para sua quarta temporada. Seu último filme foi a comédia romântica Jewtopia (2012).

Sarah Michelle Gellar

Muitos podem argumentar que o nome de Sarah Michelle Gellar deveria ser o primeiro desta lista. E seria um bom ponto. Tudo, é claro, porque além de suas participações em filmes de terror no cinema, Gellar estrelava também na TV um programa de temática levemente voltada ao terror – embora com muita ação e humor na mistura. É claro que estamos falando do favorito cult Buffy: A Caça-Vampiros (1997-2003), que fez a alegria de toda uma geração na época. Criado por Joss Whedon, Buffy, na verdade começou sua trajetória no audiovisual como um filme fracassado de 1992, onde a protagonista era interpretada por Kristy Swanson.

Alguns anos depois, ainda não domínio na FOX, a loirinha matadora finalmente encontraria o sucesso, mas na TV. Mas a verdade é que no cinema, as participações de Gellar no terror foram menores. Ela dividiu as telas com Hewitt e teve importância em Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997). No mesmo ano fez uma participação quase no estilo piscou perdeu em Pânico 2. Ganhou destaque em Segundas Intenções (1999) – e voltou a interpretar Kathryn em um episódio piloto que iria continuar o longa, em 2016, mas foi cancelado antes de ir ao ar e se tornou uma lenda urbana.

Gellar tentou retornar à TV outras vezes com Ringer e The Crazy Ones. No cinema, seus últimos trabalhos famosos foram como Daphne nos dois live action de Scooby-Doo (2002 /2004), e o remake americano de O Grito (2004) – antes do reboot deste ano. Seu último filme foi o terror dramático Sombras do Desejo (2009). Em breve poderá ser vista, ou melhor, ouvida como Teela, na nova animação de He-Man na Netflix, intitulada Masters of the Universe: Revelation – a ser lançada ainda este ano.

Katie Holmes

O que Katie Holmes faz nesta lista, você pergunta. Bem, é verdade que muitos podem não lembrar de ter visto a jovem atriz em filmes de terror adolescente dos anos 1990 – mas nem por isso eles não existiram. Acontece é que ambos se tornaram fracasso de crítica e bilheteria, recaindo na obscuridade. É verdade também que Holmes tem a carreira mais bem sucedida das demais colegas acima. E como elas, era uma jovem estrela da época, surgida em um seriado – este em questão sendo Dawson’s Creek (1998-2003), no qual viveu a moleca Joey.

Aproveitando sua popularidade, Katie buscou logo protagonizar o terror Comportamento Suspeito (1998) – que tem fortes ecos de ficção científica, e fala sobre uma pequena cidade optando por “reprogramar” os jovens rebeldes do local, a fim que se encaixem melhor no que os adultos esperam deles. É claro que o experimento não dá certo e as coisas saem rapidamente dos trilhos. O que também não deu certo foi o filme, o que fez com que sequer fosse lançado em nossos cinemas, sendo redescoberto em vídeo pelo público-alvo. Comportamento Suspeito foi o segundo filme da carreira de Holmes.

No ano seguinte, ela tentava de novo, desta vez numa produção escrita e dirigida pelo Midas da época, Kevin Williamson. Tentação Fatal (Teaching Mrs. Tingle, 1999) não era um slasher e trazia o terror nas formas de uma professora abusiva, vivida por Helen Mirren. O filme viveu para se tornar um fracasso e sofreu com as tragédias da vida real envolvendo professores e alunos, o que trouxe muita polêmica ao longa. É claro que depois disso, Katie deu a volta por cima, trabalhou com grandes diretores (como Christopher Nolan e Sam Raimi), casou com Tom Cruise (e teve uma filha com ele) e se tornou diretora. Seus últimos trabalhos foram a continuação do trash e divertido Brahms: Boneco do Mal II e O Segredo: Ouse Sonhar, ambos lançados este ano.

Rebecca Gayheart

Rebecca Gayheart começou a carreira em séries como Barrados no Baile (o original), Loving e a ficção Earth 2. Mas se formos levantar a ficha da moça, o primeiro trabalho que pula em sua filmografia é mesmo a participação como Brenda Bates no terror teen da Sony, Lenda Urbana (1998). Essa foi mais uma investida do estúdio num slasher criado nos moldes do sucesso Pânico, após a primeira incursão com Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. A atriz, no entanto, já havia aparecido numa micro participação justamente em Pânico 2, no ano anterior.

Mas é inegável que seu papel aumentou consideravelmente para Lenda Urbana, no qual interpretou uma das protagonistas. No ano seguinte, fez parte do trio (também formado por Rose McGowan e Julie Benz) no “terrir” Um Crime entre Amigas (Jawbreaker, 1999). No mesmo ano, teve destaque em Um Drink no Inferno 3: A Filha do Carrasco – que embora lançado direto em vídeo, a aproximou num primeiro contato com o diretor Quentin Tarantino, produtor do filme. O longa conta com a presença de nossa estrela Sônia Braga.

Os destinos de Gayheart e Tarantino voltariam a se encontrar 20 anos depois na obra-prima Era uma Vez em Hollywood, no qual a atriz interpretou a esposa do personagem de Brad Pitt, possivelmente (e provavelmente) assassinada por ele num barco. Voltando para a franquia que fez seu nome, Gayheart repareceu numa ponta como Brenda em Lenda Urbana 2 (2000), mas não apenas isso, ela está programada para atuar pela terceira vez como a personagem no vindouro reboot da franquia, atualmente em fase de pré-produção.

Katherine Heigl

Tida como uma das artistas mais difíceis de se trabalhar em Hollywood, Katherine Heigl começou como atriz mirim em filmes como Meu Pai Herói (1994) e A Força em Alerta 2 (1995). Um de seus primeiros trabalhos no cinema, então com vinte aninhos, foi como a personagem Jade no revival de Brinquedo Assassino, intitulado A Noiva de Chucky (1998). Embora seja o quarto filme da franquia, o longa não pôde se utilizar do título Brinquedo Assassino (Child’s Play no original) devido a uma briga entre os criadores pelos direitos autorais.

Assim, o infame boneco voltava às telonas pegando o filão do momento – mas sem poder utilizar seu título corriqueiro, daí a mudança. Três anos depois, e ela seguia com um slasher, O Dia do Terror (2001), sobre um assassino atacando um grupo de amigas que o rejeitaram no dia dos namorados – este, no entanto, parecendo atrasado para a fila do pão.

Depois de ter ficado empacada em filmes produzidos para a TV no início da década de 2000, a sorte mudou para Heigl ao fazer parte do elenco de Grey’s Anatomy (2005-2010) e ser redescoberta como estrela de comédias românticas: Ligeiramente Grávidos (2007), Vestida para Casar (2008), A Verdade Nua e Crua (2009), Par Perfeito (2010), Juntos Pelo Acaso (2010) e Como Agarrar Meu Ex-Namorado (2012). Os próximos trabalhos da atriz são novamente na TV, nas séries Our House (sobre um casal tentando criar seus filhos sem a influência da família) – já completo – e Firefly Lane, drama sobre duas amigas de infância se encontrando na vida adulta – em fase de pós-produção.