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‘The Handmaid’s Tale’: Jornada da June é destaque em novo vídeo emocionante; Confira!

Preparados para a 4ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘? Para refrescar a memória dos espectadores, o Hulu divulgou um novo vídeo resumindo a emocionante jornada da June (Elisabeth Moss).

Confira:

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 28 de abril.

Lembrando que a série já foi renovada para a sua 5ª temporada.

Criada por Bruce Miller, a série é baseada no livro ‘O Conto da Aia‘, escrito por Margaret Atwood.

A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.

O elenco inclui Elisabeth Moss, Max Minghella, Amanda Brugel, Yvonne Strahovski, Joseph Fiennes, Ann Dowd e Madeline Brewer.

‘Cabras da Peste’: Vídeo revela dez curiosidades sobre a nova comédia da Netflix; Confira!

A comédia nacional Cabras da Peste, estrelada por Matheus Nachtergaele e Edmilson Filho, já está disponível na Netflix.

Para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo contando dez curiosidades de bastidores do longa-metragem.

Confira:

Com direção de Vitor Brandt e história assinada por Denis Nielsen, a trama gira em torno de Bruceuilis (Filho), um policial cearense que viaja a São Paulo para resgatar uma cabra considerada patrimônio do sertão nordestino.Chegando lá, ele encontra Trindade (Nachtergaele), um escrivão da polícia que resolve se aventurar em campo para provar que também é durão.

O elenco também conta com Letícia Lima, Juliano Cazarré e Leandro Ramos.

Crítica | Filhas de Eva – Bela série da Globoplay com Renata Sorrah traz o poder da Sororidade

Stella Fantine (Renata Sorrah) está organizando a festa de celebração de cinquenta anos de casada com Ademar Fantine (Cacá Amaral). Rica, mãe de Lívia Caldas (Giovanna Antonelli) e avó de Dora (Débora Ozório), ela se dá conta de que passou a maior parte da vida dedicando seu tempo e energia para cuidar da vida e da carreira do marido. E agora quer dar um basta: na frente de todos, no meio da festa, anuncia que quer o divórcio. A partir daí, a história dessa família vira de ponta cabeça.

Em doze episódios que variam entre quarenta minutos e uma hora de duração cada, a série original Globoplay criada por Martha Mendonça, Jô Abdu, Adriana Falcão e Nelito Fernandes foca o cerne de sua história no núcleo feminino, e no quanto a vida das mulheres, em diferentes classes sociais e idades, é impactada pela estrutura patriarcal e machista da sociedade brasileira. Através de personagens bem marcadas na trama – a esposa do empresário corrupto, a mulher pobre e amante do cara rico, a jovem pseudo-revolucionária, a esposinha do lar que se esconde para que o marido brilhe, a mãe que prefere acreditar em mentiras do filho homem do que no valor da filha mulher, a idosa solteira que nunca quis ter filhos – ‘Filhas de Eva’ joga luz sobre as muitas camadas opressoras que as mulheres têm que enfrentar diariamente, especialmente no âmbito familiar.

Com um foco tão direto, o roteiro começa a série muito bem, mas perde fôlego no meio do enredo e resulta em diálogos didáticos demais. É claro que entendemos que a clareza das falas e dos eventos na trama são para poder atingir o grande público, de modo a fazer com que as espectadoras entendam a mensagem e se questionem sobre si mesmas, porém, daria para as direções de Felipe Louzada, Leonardo Nogueira, Nathalia Ribas e André Felipe Binder construírem situações em que as coisas não ficassem tão artificiais – como, por exemplo, o diálogo entre Dora e sua amiga, que a acusa de ser antifeminista só porque a menina quer ser modelo, e o embate fica só na acusação jogada mesmo.

Embora seja uma série centrada no universo feminino, é importantíssimo destacar a construção dos personagens masculinos – estes, sim, com falas e atitudes de fazer revirar o estômago: o empresário corrupto que só chegou onde chegou porque usou e obliterou a esposa (Cacá Amaral); o profissional frustrado com o sucesso da mulher, que a diminui para poder brilhar (Dan Stulbach); o filhinho da mamãe, que pode fazer tudo que sempre sairá ileso diante da família porque é homem (Erom Cordeiro); o jornalista “bem-intencionado” que se aproveita da fragilidade da mulher para conseguir o que quer (Marcos Veras). Personagens reais, que contribuem diretamente na construção de empecilhos para a ascensão feminina.

Filhas de Eva’ é uma ótima série que demonstra que somente a sororidade e a amizade entre as mulheres poderá reverter esse cenário subjugador. Incomoda, e muito, posto que é real, porém, é uma série necessária para abrir o debate nas esferas da sociedade que mais precisam enxergar que a mudança comportamental social é urgente.

‘Brinquedo Assassino’: Atriz de ‘Jason X’ entra para o elenco da série

De acordo com o SYFY, Lexa Doig (‘Jason X’) entrou para o elenco de ‘Chucky‘, série baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

A atriz interpretará Bree Webber. Casada com Logan (Devon Sawa), ela é a tia de Jake Webber (Zackary Arthur), um dos protagonistas da série. Segundo a descrição da personagem, Bree gosta de manter uma imagem irreal, o que a leva a manter um segredo obscuro de sua família.

Confira o novo teaser:

Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’), Alyvia Alyn Lind (‘Juntos e Misturados’), Jennifer Tilly (‘A Noiva de Chucky’), Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) estrelam. Brad Dourif irá dublar o protagonista titular.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

‘American Horror Story’: Ryan Murphy pergunta aos espectadores quais temas eles querem na série

Através de seu Twitter, Ryan Murphy afirmou que o universo de ‘American Horror Story‘ está se expandindo, e perguntou diretamente aos espectadores quais temas eles gostariam de conferir na série.

Dentre as seis opções, estão: alienígenas, terror natalino, Bloody Mary, Homem-Porco, sereias e a peste negra.

E vocês? Quais temas vocês gostariam de acompanhar na série?

Vale lembrar que a narrativa da 10ª temporada, intitulada ‘American Horror Story: Double Feature‘, irá se dividir em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.

Confira o anúncio:

O próximo ciclo contará com o retorno de Sarah PaulsonKathy BatesLeslie GrossmanBillie LourdEvan PetersAdina PorterLily RabeFrances ConroyAngelica RossFinn Wittrock, além da introdução dos novatos Macaulay Culkin, Spencer Novich, Ryan Kiera Armstrong, V Nixie, Kaia Gerber e Pierce Cady.

Os novos episódios não têm previsão de lançamento.

‘Space Jam 2’ ganha novo cartaz belíssimo; Trailer será lançado amanhã!

Warner Bros. Pictures divulgou um novo cartaz oficial do vindouro Space Jam: Um Novo Legado’.

Lembando que o trailer completo será lançado amanhã, 03 de abril.

Confira:

Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘Bridgerton’: Regé-Jean Page não retorna para a 2ª temporada da série

As filmagens da 2ª temporada da adorada série Bridgerton já começaram e, de acordo com novas informações, um dos principais personagens do ciclo de estreia não irá retornar: o Duque de Hastings.

A notícia foi anunciada através de um boletim de Lady Whistledown, que narrou os episódios da primeira temporada. O texto agradece a participação de Regé-Jean Page como o icônico e charmoso protagonista, à medida que confirma a transferência do foco narrativo para Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) e sua busca por uma esposa.

Phoebe Deynevor retorna como Daphne Bridgerton e permanece como “parte vital” da história.

Em sua conta do Instagram, Page agradeceu a oportunidade de ter participado da obra e rasgou elogios para a equipe criativa e técnica da série:

“A aventura de uma vida inteira. Tem sido um prazer absoluto e um privilégio ser seu Duque. Participar desta família – não apenas nas telas, mas fora delas. Nosso generoso, incrível e criativo elenco, equipe e aos fãs – tudo tem sido muito mais do que poderia imaginar. O amor é verdadeiro e apenas continuará crescendo”, ele escreveu.

Lembrando que Simone Ashley (‘Sex Education’) foi elencada no próximo ciclo como Kate Sharma, interesse romântico de Anthony. Kate é descrita como uma mulher sagaz e forte que não se deixa enganar por ninguém.

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Crítica Netflix | Os Segredos de Madame Claude – Cinebiografia da Imperatriz do Sexo na França

Durante as décadas 1960 e 70, Madame Claude (Karole Rocher), cujo nome verdadeiro era Fernande Grudet, chefiava uma enorme rede de prostituição de luxo em Paris. Seus clientes eram políticos, artistas e grandes empresários, entre eles Marlon Brando e J.F. Kennedy. Com esta premissa,  apresenta uma contexto instigante e atiça a nossa atenção sobre uma mulher comandante de um império do sexo. A constituição dos fatos, no entanto, é enrolada e a protagonista perde destaque para a coadjuvante Sidonie (Garance Marillier), enquanto a trama política é deixada em plano secundário. 

Planejado a priori para ser lançado nos cinemas, o longa de Sylvie Verheyde (Confissões de um Jovem Apaixonado) chega ao Brasil e ao mundo através da Netflix, a partir de 2 de abril. Conhecida na França como a “Cafetina da República”, a história de Madame Claude era uma promessa de intrigas, jogos de poder e o sexo como ferramenta de manipulação. A narrativa em primeira pessoa, no entanto, exibe um caráter mais introspectivo e um recital de memórias da “mafiosa”. 

A primeira parte do roteiro apresenta Madame Claude já no poder de negociação com a polícia e os seus protetores no ano de 1968. O plot inicial é a chegada de novas  integrantes à sua equipe de mais de 200 garotas de programa. Assim, entram em cena a misteriosa Sidonie (Garance Marillier) e a ingênua Virginie (Liah O’Prey), as quais terão destinos completamente opostos na trama. O poder de dominação de Claude é apresentado no trato com as meninas e seus relacionamentos fugazes com os homens.

Em breves relatos, a narradora condensa o seu percurso em uma criação provinciana, uma gravidez indesejada, uma desilusão amorosa aos 25 anos e uma tentativa de suicídio. Ela deixa a filha com a mãe no interior e começa a construir sua vida pelas calçadas de Paris. O discurso é forte, contudo, Karole Rocher (Madame Hyde) não é tão eloquente na pele da protagonista e, por isso, a jovem atriz francesa Garance Marillier, conhecida pelo papel de Justine no terror Raw (2016), toma a cena. 

Se no começo, a nova contrata Sidonie apresenta-se como uma profissional do sexo nata e refinada, isto é, fria e burguesa, ela também encena um papel dúbio entre pupila e traidora. No desenrolar da história, o seu personagem é sugerido como o provocador da queda de Madame Claude de modo desconexo com a realidade e, até mesmo, banal. Protegida pelo governo francês e dona de uma invejável conexão com homens poderosos, Madame Claude era um mito no mundo dos negócios e tinha uma sensualidade de saltar aos olhos, tanto para suas agenciadas quanto para os seus clientes, os quais ela chamava de “amigos”. 

Os favores que ela concedia aos interesses políticos do período dos ex-presidentes Charles De Gaulle e Georges Pompidou são os motivos de colocá-la em uma posição de poder, privilégio e, ao decorrer do tempo, risco. A produção, no entanto, não abrange grandes explicações da sua queda e formula discussões tais como “os tempos mudaram”, além de colocar o pai de Sidonie como um dos vilões ao lado do incógnito homem do governo (Pierre Deladonchamps). 

Anteriormente, o caso de Madame Claude ganhou as telonas pelas mãos do cineasta Just Jaeckin em 1977. Ele é responsável pelos clássicos eróticos Emmanuelle (1974) e A História de ‘O’ (1975), portanto, a primeira adaptação tinha uma potência muito mais sensual do que a realizada em 2020. Obviamente, o sexo e a nudez estão presentes na versão apresentada pela Netflix, mas de forma mais branda. O olhar do filme é sobre a mulher no poder e a derrocada do seu império. 

Em contrapartida, Os Segredos de Madame Claude perde o fôlego próximo aos seus 30 minutos finais. Perseguida por uma ameaça fantasma, a chefona vê-se obrigada a abandonar o país, contudo ela volta à França em 1985 e tenta retomar os seus negócios em 1992. Todo esse período do exílio ao retorno à sua pátria é contato de forma ligeira e sem capricho. O ritmo se perde e as imagens se apoiam na narrativa em tom monótono e repetitivo de Karole Rocher, a qual trabalhou com a diretora em outros três longa-metragens.

Com sua fiel atriz, Sylvie Verheyde compôs uma obra metódica e comezinha para uma personagem ousada e manipuladora. Além do pouco cuidado com a temporalidade e uma mistura inadequada de cenas reais de Fernande Grudet, completamente diferente da protagonista, Os Segredos de Madame Claude transforma uma mítica intriga policial e política em um relato simplificado do poder da prostituição na França e o castigo da sua exploradora. A decepção é tal como se em Prenda-me se for Capaz (2002), o charmoso falsário Frank Abagnale Jr. (Leonardo DiCaprio) fosse interpretado por David Schwimmer (da série Friends) e resumido como um simples criminoso.

Esquadrão Suicida | Conheça o auge da Equipe nas HQs de John Ostrander

Período em que o autor ficou à frente do título é considerado como o melhor do grupo formado pelos vilões

O projeto do Esquadrão Suicida voltou aos olhos do público. Após uma primeira incursão fracassada no cinema, mas com retorno financeiro considerável, em 2016, o time formado por alguns dos mais ilustres vilões da DC Comics vai ganhar nova chance com o próximo filme do diretor James Gunn. Com o primeiro trailer revelado recentemente a obra já dá dicas de que não vai tentar renunciar à sua origem fantasiosa.

Pelo contrário, os figurinos exibidos pelos personagens indicam uma ampla variedade de cores e exageros dignos das diversas fases do grupo nos quadrinhos e olha que ela remonta há um bom tempo. A primeira vez que o nome apareceu nas páginas quadriculadas foi em 1959 na revista The Brave and Bold #25, escrita por Robert Kanigher, com uma ideia inicial bem diferente do que veio a se tornar.

Protagonizada pelo piloto Ricky Flag (um piloto veterano da Segunda Guerra) a história narra o surgimento de um monstro marítimo que começa a causar o caos e que parece não sofrer danos com as armas convencionais. Dessa maneira a Força Tarefa X é acionada e com ela o Esquadrão Suicida; essa equipe de experientes militares parte então para o combate com o monstro. 

Protótipo do Esquadrão Suicida em 1959

Apesar da história, estruturalmente falando, ser bem curta (seguindo à risca o modelo de edição das publicações da época em que cada revista comportava pelo menos três aventuras diferentes e sem ligação entre si) e não trazer nenhuma interação de fato com outros personagens da editora, ela é interessante por apresentar desde cedo a ideia de um grupo especializado em missões altamente perigosas e o qual nenhum deles está à salvo.

Até então o único grupo de fato dos quadrinhos era a Sociedade da Justiça criada nos anos 40, porém esta era formada por personagens que tinham vastos poderes ou não eram humanos. Já a proposta do Esquadrão Suicida foi algo contra a corrente, oferecendo uma alternativa focada em humanos altamente treinados mas que também eram dispensáveis por não serem criaturas extraordinárias. Fora que isso foi em 1959, um ano antes do surgimento da Liga da Justiça e quatro antes dos Vingadores.

No entanto, a minissérie durou apenas três edições (além de curiosamente ter sido sucedida na The Brave and Bold justamente pela recém criada Liga da Justiça) e permaneceu no limbo da editora por décadas. Até que em 1987 John Ostrander resgata o título com a intenção de reformular tudo mas também preservando o conceito base. A ideia de uma equipe secreta do governo permanece, a Força Tarefa X, para lidar com missões de grande perigo, porém seus integrantes agora seriam os vilões da longa galeria da DC.  

Sob a caneta de Ostrander o grupo foi reinventado e viveu sua Era de Ouro

A liberdade que Ostrander recebeu foi algo bem poucas vezes visto antes. Utilizando um material que já existia, mas nem de longe tinha apelo com o público, ele retrabalhou algumas figuras que, de outro modo, não teriam destaque. Um exemplo foi o próprio Rick Flag que permaneceu como um militar ligado a Força Tarefa X mas que teve a personalidade expandida pois agora precisava lidar com colegas de equipe que eram tão perigosos quanto as missões.

Foi por volta de 1987, na revista Suicide Squad Vol.1 #1, que a nova proposta foi apresentada: Um governo corrupto inicia um projeto de suporte a um grupo terrorista formado por super humanos que matam sem remorso (as primeiras páginas já apontam a periculosidade pois um treinamento requereu deles que as pessoas em um aeroporto fossem massacradas). Não demora até que o governo dos EUA saiba que esse grupo tem o presidente como próximo alvo e inicia um plano de ataque preventivo.

Para evitar um escândalo internacional que poderia ser gerado por um ataque oficial é mobilizada a Força Tarefa X comandada pela ameaçadora Amanda Waller, tendo Rick Flag como seu representante em campo, para o recrutamento da equipe. A primeira formação ficou famosa por introduzir rostos que são parte da equipe até as edições atuais como Pistoleiro e Capitão Bumerangue; no geral, além dos dois mencionados, foram recrutados Tigre de Bronze, Magia, Plastique e Mindboggler.

Amanda Waller foi uma das mais importantes adições ao Esquadrão

Para atrair o interesse dos prisioneiros, Waller lhes oferecia reduções de dez anos das penas caso a missão fosse concluída. Para evitar possíveis fugas, cada membro do esquadrão receberia uma pulseira com um explosivo, de modo que ela só é removida ao final das missões. A escrita que Ostrander trouxe para a série é bem interessante, não se limitando apenas a histórias fechadas como na versão dos anos 50. Elas tendem a dialogar muito mais com o universo DC.

Um exemplo foi na edição #3 quando ninguém menos que Darkseid decide enviar uma força de invasão à prisão de segurança máxima Belle Reve (que também é quartel general do Esquadrão) para retomar o prisioneiro Glorious Godfrey, que era um de seus servos até falhar durante o arco Legends e acaba preso. Um embate entre o Esquadrão e os invasores é inevitável, mas os vilões terráqueos são facilmente derrotados. Mesmo assim, essa edição é importante para mostrar que essa não era uma equipe insignificante e que até o vilão mais poderoso da editora poderia confrontá-los. 

Outra subversão bem utilizada por Ostrander foi o de retirar os membros da equipe de seus postos vilanescos naturais; para tanto o autor se apoiava justamente nas missões repassadas a eles como geralmente envolvendo inimigos tão corruptos ou tão perigosos que o leitor poderia esquecer por um tempo que os heróis daquela história tinham tentado matar Batman ou Superman em outras revistas.

William Hell foi um dos primeiros vilões da fase Ostrander mas seu plano era bem diabólico

Em Suicide Squad #4 o time recebe a missão de parar um novo vigilante que está ganhando atenção conhecido como William Hell. A principio Hell age como um vigilante padrão, até mesmo não matando os criminosos, porém a subversão vem justamente do posicionamento particular do homem por trás da máscara cujas ações de vigilantismo se concentram em bairros e visam criminosos de pele negra justamente para incitar o conflito racial na sociedade. 

O que a fase iniciada pelo quadrinista em 87 mostra é que a história ideal para a equipe é sempre operar em trabalhos pequenos mas urgentes, afinal esse foi o diferencial proposto por Ostrander; colocar aqueles personagens em missões black ops (aquelas que não tem reconhecimento oficial do governo e nunca vem a público) com a intenção de impedir o caos. Porém, jamais se esquecendo que eles são vilões e não hesitariam em fazer o mesmo.

Essa ideia funcionou muito bem na animação Assalto ao Arkham mas esteve ausente no longa da equipe em 2016 dirigido por David Ayer, que apresentou um desafio grande e chamativo demais para tal time; um futuro jogo no qual a equipe irá enfrentar a Liga da Justiça está em produção pela Rocksteady (mesma desenvolvedora da trilogia Arkham) mas pouco se sabe do escopo técnico. Com Gunn é esperado que essa tradição seja recuperada e o Esquadrão Suicida se prove também nos cinemas como uma das melhores e mais tradicionais equipes da DC Comics. 

Pandemia | Nova Realidade Incentiva Recente Formato Impopular

Temporada de premiações do cinema e televisão segue a todo vapor, porém apresentando novas formas de apresentação

Com o distanciamento social sendo adotado como uma das formas mais eficazes de combater a contaminação de Covid-19, “isolamento” acabou se tornando o termo que melhor define os anos de 2020\2021. Dessa forma a indústria do entretenimento teve que se adaptar a um cenário que, em anos recentes, era inimaginável. 

Cinemas fecharam (em certos locais mais estabilizados eles estão reabrindo aos poucos e com medidas de segurança), os serviços de streaming passaram a ser o motor condutor dessa indústria e os eventos de premiação tiveram que mudar muitos fatores no tocante à organização e exibição.

Tradicionalmente esses grandes encontros são famosos pelos diversos processos quase que ritualísticos que ocorrem tanto antes quanto durante a cerimônia. Para muitos o tapete vermelho com as exibições de novas coleções de grife são eventos quase à parte do tema da noite, para outros são as presenças de celebridades nos auditórios prestigiando o sucesso de colegas.

A ameaça do novo Coronavirus provavelmente vai cancelar alguns ritos tradicionais das cerimonias

Sendo assim, as organizações responsáveis pelos dois primeiros eventos de premiação envolvendo cinema e televisão em 2021 tiveram que adotar o modelo remoto, de modo que assim se adequando aos protocolos de segurança. Inevitavelmente os momentos mencionados antes acabam não acontecendo e a própria condução da cerimônia em si, no caso a entrega dos prêmios, recebe uma dinâmica completamente nova.

Enquanto que o Oscar vai se aproximando cada vez mais, com a data de exibição prevista para 25 de abril, tanto o Globo de Ouro quanto o Critic’s Choice já passaram e deixaram indícios sobre a resposta popular ao novo formato desse ano; e ela não é boa. A percepção de que a audiência dos grandes eventos vinha, no decorrer dos anos, sofrendo uma queda vertiginosa não é novidade.

O ano de 2020, por exemplo, é considerado como o mais baixo da história em termos de espectadores sobre esses eventos; o maior deles, o Oscar, é um bom exemplo do cenário caótico. Dados da agência Nielsen Global Media, especializada em contabilização de audiência, apontaram em 2020 uma queda na média da cerimônia da Academia: foram 23.9 milhões de espectadores, um retrocesso dos 29.5 milhões de espectadores em 2019.

Apesar da histórica vitória do Bong Joon-ho a audiência do Oscar 2020 não foi boa

O portal Statista reforçou a média de 2020 como a mais baixa da história, abarcando nessa afirmativa um público na faixa etária de 18 a 49 anos. O comparativo em que essa faixa demográfica é contabilizada começa em 2017 e até chegar em 2020 exibe uma queda no período para 2018 (6.8%), uma recuperação em 2019 (7.7%) e aí uma nova e vertiginosa queda em 2020 (5.3%).

Esse fraco histórico de desempenho recente também pode ser observado no Globo de Ouro. O evento organizado pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood registrou na edição de 2021, a menor média histórica envolvendo também espectadores entre 18 e 49 anos. De acordo com a Nielsen, 6.9 milhões de pessoas assistiram ao Globo de Ouro; muito menos do que o registrado no ano anterior, 18.4 milhões. 

Mesmo assim, o ano de 2020 por si só foi bastante insatisfatório em termos de desempenho, apresentando uma queda de 2% em relação ao ano anterior. Já o Critic’s Choice Awards é um tema mais complicado, principalmente envolvendo seu desempenho de 2020. Foi registrada uma queda de 33% em relação ao ano anterior quando avaliada a faixa demográfica mencionada anteriormente.

Se o mesmo vai se repetir com o Oscar não tem como saber ainda. Porém, se o histórico recente de desempenho tanto de outros eventos quanto do próprio Oscar se repetir, pode ser que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas presencie um recorde negativo sobre seu produto mais antigo e valioso. 

 

Falcão e o Soldado Invernal | Episódio fraco traz DUAS personagens conhecidas do MCU

O 3º episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ já está disponível, e na opinião do Renato Marafon foi o mais fraco da série até agora.

Apesar de trazer duas personagens conhecidas do MCU, o episódio se perde em seu ritmo com muita informação e pouca história.

Assista a crítica:

Falcão e o Soldado Invernal | O que é Madripoor? E como pode aparecer na série?

No início da semana, a Disney+ divulgou um breve teaser do episódio em questão, mostrando o reencontro entre Bucky Barnes (Sebastian Stan) e Helmut Zemo (Daniel Bruhl).

Falcão e o Soldado Invernal | ‘Hannibal Zemo’ toma conta do terceiro episódio

No episódio 2, o antigo Soldado Invernal vai atrás de Zemo para tentar encontrar respostas sobre os Apátridas, uma organização terrorista que pretende unificar o mundo sob um único governo.

Além disso, o vídeo traz algumas cenas de ação protagonizadas por Sam Wilson (Anthony Mackie).

Assista:

Anteriormente, a diretora Kari Skogland contou à Empire que Zemo será um grande desafio para os protagonistas e ainda pretende manchar o legado do Capitão América.

“É muito emocionante trazê-lo de volta porque seu destino ficou em aberto com um toque sombrio. Poucos vilões permanecem no imaginários dos fãs desse jeito. Ao longo dos episódios descobrimos coisas que não prevíamos sobre o Zemo… O que pode ameaçar o legado do Capitão América. Daniel [Bruhl] é fantástico e ficamos satisfeitos em mostrar a complexidade do personagem de uma forma mais detalhada do que em sua aparição original.” 

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Falcão e o Soldado Invernal | ‘Hannibal Zemo’ toma conta do terceiro episódio

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE POSSÍVEIS SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao terceiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.

Completamente diferente do segundo episódio, o capítulo que nos leva a 50% de Falcão e o Soldado Invernal é menos denso em nível de tensão e adota mais aquele clima descontraído da dupla de protagonistas no MCU. Com algumas confirmações e a introdução de novos vilões para a trama, o episódio acaba ficando marcando mesmo pelo desenvolvimento do Barão Zemo (Daniel Brühl), que assume um papel parecido com o de Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) em O Silêncio dos Inocentes, guardadas as devidas proporções, é claro.

 Introduzido em Capitão América: Guerra Civil (2016) como um ex-agente estrategista das Forças Especiais de Sokovia, Zemo parecia distante de suas origens nos quadrinhos. A série, então, chega expandindo a origem do personagem, quase fazendo um retcon, abordando a riqueza de sua falecida família e um jeito mais carismático, principalmente para negociar com seus inimigos e rivais do crime. Eles não apagam quem ele era ou o que ele fez no filme de 2016, mas conseguem dar uma nova abordagem a ele, mais fiel às HQs e, honestamente, muito empolgante para o futuro. Além dele ter adotado o visual do “Zemo Jr” dos quadrinhos, ele se definiu como um autêntico Barão e passou a funcionar como um guia no mundo da criminalidade para ajudar os heróis a encontrarem outro vilão com traços psicóticos: o Mercador do Poder.

Isaiah Bradley teve sua mitologia expandida na série mais uma vez

Outra coisa muito interessante que retornou com o Barão Zemo  foi sua trilha sonora de Guerra Civil. Um trabalho tenso é fantástico que não poderia ficar limitado a um filme só. Enfim, nesse processo de busca pelo Mercador do Poder, Zemo leva o Falcão (Anthony Mackie) e o Soldado Invernal (Sebastian Stan) para Madripoor, onde eles descobrem que o responsável por recriar o Soro do Supersoldado para Mercador é o cientista Wilfred Nagel. Nos quadrinhos, ele é o responsável pelo Projeto: Renascimento, que testa versões experimentais do soro em soldados americanos negros, incluindo Isaiah Bradley, que já apareceu na série. Ele é citado como o único sobrevivente estável dos testes, trazendo mais da sofrida mitologia do herói para as telas.

Falando em mitologia, um importante palco dos X-Men foi parte fundamental desse episódio. Conforme especulamos desde o início da série, Madripoor – uma ilha de Cingapura famosa pela dualidade entre a riqueza e a miséria, mas principalmente por ser parada obrigatória do tráfico e contrabando internacional – foi fielmente retratada nesse episódio como refúgio de Sharon Carter (Emily VanCamp), agora traficante internacional de artes e do Dr. Nagel, que não vive muito para contar a história. Sharon se mostra descrente com a figura dos heróis, mas topa ajudá-los em troca do perdão governamental para que ela possa voltar para casa.

“Eu pareço um cafetão”, brinca Sam Wilson no terceiro episódio

Ainda em Madripoor, a ilha é famosa nos quadrinhos por ter sido palco das missões do Wolverine durante os anos 1980. Porém, é outro personagem do universo mutante que acaba sendo referenciado neste episódio. Enquanto eles buscam informações sobre o Mercador do Poder, Bucky se “disfarça” de Soldado Invernal, Zemo vai como ele mesmo e Sam… Bem, ele vai como Conrad Mack, um excêntrico apreciador e traficante de artes, que, nos quadrinhos, é o Tigre Sorridente, um personagem sem tanto prestígio, mas que está intrinsecamente ligado aos Mutantes, já que seu pai é um deles.

Por fim, a grande surpresa do episódio ficou pela participação supresa de Ayo (Florence Kasumba), uma das principais guerreiras das Dora Milaje, a Guarda Real do Pantera Negra. Ela é descoberta por Bucky e está seguindo os passos do Barão Zemo, assassino do Rei T’Chaka (John Kani), após sua fuga da prisão. Isso é incrível, porque, além de mostrar um pouco mais da conexão de Bucky com Wakanda, traz mais da ação internacional da nação cujas fronteiras foram recém-abertas. Isso sem contar que também pode indicar o que veremos no tão aguardado Pantera Negra 2.

Ah, bom lembrar que John Walker (Wyatt Russell) apareceu brevemente para demonstrar um comportamento fascistoide contra o inimigo e aparentemente vai tentar impor o respeito do Capitão América na base da força. Todo mundo sabe que as coisas não funcionam assim, né? E agora com essa trama do novo Soro do Supersoldado, é bem capaz que ele siga o rumo dos quadrinhos e negocie uma dose para si com o Mercador do Poder. Os próximos episódios prometem!

E rolou uma piadinha maravilhosa com esse momento icônico de Capitão América: Guerra Civil (2016)

Os novos episódios de Falcão e o Soldado Invernal estreia toda sexta-feira no Disney+

11 Filmes bem Alto Astral para Você restaurar a sua FÉ na humanidade

Existe uma linha tênue entre “estar informado” e estar “sobrecarregado de informações” — uma linha que é cruzada muitas vezes em tempos tão sombrios como os atuais. Em algumas situações, é preciso medir exatamente qual a quantidade de notícias que uma pessoa é capaz de absorver sem que isso afete de maneira grave a saúde mental, um aspecto para o qual todos nós deveríamos estar olhando neste momento. Por isso, embora estejamos em um momento tão complexo e delicado envolvendo as políticas públicas , é importante também lembrar que está tudo bem em querer um momento para ficar em paz e não pensar em tragédias.

Pensando nisso, o CinePOP listou 11 Filmes com bem Alto Astral, com histórias leves, felizes e inspiradoras que vão te fazer restaurar um pouquinho a fé na humanidade se recuperar.

Projeto Flórida

O filme que apresentou ao mundo a talentosa e encantadora Brooklynn Prince conta a história de mãe e filha que moram em um pequeno quarto de um hotel de beira de estrada nos arredores de Orlando, Flórida. Nele, o diretor Sean Baker faz uma denúncia da marginalização social, com um poderoso contraste entre as famílias que frequentam os parques da Disney e aquelas que vivem no seu entorno em condições precárias. Ainda que o tema seja duro, Prince ilumina a tela com seu carisma e as ótimas trocas com Willem Dafoe e Bria Vinaite, que interpreta a sua mãe — encontrada através do Instagram!

Projeto Flórida está disponível no Prime Video.

Clube dos Cinco

Clássico das comédias da década de 1980 de John Hughes, Clube dos Cinco acompanha cinco jovens completamente que acabam sendo forçados ao convívio quando são punidos com detenção no colégio na mesma tarde ensolarada de sábado. Ao longo do dia, eles acabam se conhecendo melhor e entendendo os estereótipos ao redor de cada um e como podem rompê-los. É um filme que aborda com muita sabedoria a importância da união e, curiosamente, torna-se bastante temporal durante a quarentena.

Clube dos Cincoestá disponível na Netflix.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

O filme mais famoso de Jean-Pierre Jeunet conta a história de uma jovem que  sai do interior da França e vai em busca de uma nova vida em Paris, e vê sua vida mudar completamente quando encontra uma misteriosa caixinha em seu apartamento e sai em busca do dono do objeto. O gesto a faz repensar as suas atitudes e transforma o filme em um ensaio sobre inspiração, ajuda mútua e criação de laços. Como não amar?

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain está disponível no Telecine Play e no Prime Video.

Forrest Gump – O Contador de Histórias’

Run, Forrest, Run!

A história inspiradora e otimista de Forrest Gump, um rapaz que mesmo tendo o raciocínio lento nunca deixou de correr atrás e conquistar seus objetivos. Dirigido por Robert Zemeckis, é um filme sobre a busca pelo sentido da vida nos pequenos gestos.

Forrest Gump – O Contador de Histórias’ está disponível na Netflix, no Prime Video e no Globoplay. 

‘Com Amor, Simon’

Uma comédia romântica adolescente no estilo coming of age sobre descoberta sexual, a história acompanha um garoto gay que ainda não se assumiu, e as coisas ficam complicadas quando ele se apaixona por um anônimo com quem troca cartas misteriosas. É o tipo de filme doce, inocente e honesto que teria feito a diferença para muitos adultos que não tiveram algo parecido quando estavam em suas fases de descoberta.

‘Com Amor, Simon’ está disponível no Telecine Play.

Extraordinário

Derradeira criança fofa de Hollywood que não deveria poder crescer, Jacob Tremblay estrela esta adaptação do livro de de R.J. Palacio sobre um garoto com uma deformidade facial, que precisa enfrentar o terrível mundo das crianças de frente quando passa a frequentar um colégio regular, ao invés de ser educado apenas pela mãe, em casa. Em sua nova jornada, Auggie descobre lições valiosas sobre amor, tolerância e companheirismo.

Extraordinário está disponível no Telecine Play.

Secreto e Proibido

Esse é para você que desacreditou no amor. O documentário conta a história de Terry Donahue e Pat Henschel, que esconderam o relacionamento por mais de 60 anos e apenas o assumiram para as famílias depois de tantas décadas juntas. O filme acompanha as duas lidando com dificuldades de locomoção e passando por alterações nas rotinas quando a saúde de Terry passa a deteriorar. É o amor, leitor. 

Secreto e Proibidoestá disponível na Netflix.

Corações Batendo Alto

Comédia, drama, romance e música se misturam neste longa de 2018 que conta com Nick Offerman, Kiersey Clemons, Sasha Lane, Toni Collette e Ted Danson no elenco. O filme conta a história de um dono de uma loja de discos e sua filha, que tenta convencer a formar uma banda com ele após uma canção viralizar. Embora o longa não tenha tido grande destaque no Brasil, estreou no Festival de Sundance de 2017 e acumula 91% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes, sendo muito elogiado pelo senso de conforto que traz e pela ótima dinâmica familiar entre Offerman e Clemons. 

Corações Batendo Alto está disponível no HBO Go.

‘Magnólia’

Paul Thomas Anderson lançou ‘Magnólia’ em 1999 e até hoje, mais de duas décadas depois, é difícil pensar em um filme que evoque tantas emoções quanto este. Sim, são mais de 3h de duração (com uma das melhores atuações de Tom Cruise) em uma história que entrelaça eventos e grandes coincidências, pressupondo que há mais do que apenas sorte envolvida nestes acontecimentos. O quanto tocamos as vidas das pessoas? O que influecia cada decisão? É verdade que Paul Thomas Anderson acumula sucessos e novos clássicos como poucos, mas este em especial realmente está aí a fim de não te deixar esquecer.

‘Magnólia’ está disponível no HBO Go.

As Vantagens de Ser Invisível

Um dos filmes mais revigorantes da leva de dramas românticos do início da década de 2010, esta adaptação tirou Emma Watson das asas de Hermione Granger e conta a história de Charlie, um jovem tímido que tenta deixar traumas do passado para trás com a ajuda das novas amizades. Stephen Chbosky se consagra com dobradinha nesta lista com este filme que tem uma das cenas mais lembradas do cinema com “Heroes”, de David Bowie e traz uma muito bem-vinda mensagem sobre paz interior e.

As Vantagens de Ser Invisívelestá disponível no Prime Video. 

Turma da Mônica – Laços’

Como não se apaixonar pelas versões humanas da turminha mais querida do Brasil? ‘Laços’ adapta com muita doçura a graphic novel dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi e é aquela injeção de carinho e conforto que todos precisam de vez em quando. Se não viu ainda, vai sem medo que logo logo tem mais!

Turma da Mônica – Laços’ está disponível no Telecine Play. 

Adiamentos nas estreias forçou Marvel a corrigir linha temporal dos filmes e séries

Como a pandemia do Coronavirus acabou afetando os planos da indústria cinematográfica em 2021, parece que os efeitos dos atrasos na estreia ainda podem ser uma coisa boa, pelo menos para a Marvel Studios.

Como os fãs bem sabem, os filmes e séries do estúdio planejados para este ano tiveram seu cronogramas de lançamento alterados várias vezes.

No entanto, isso acabou corrigindo a linha temporal da Fase 04… Como ‘Viúva Negra‘ seria lançado em abril, os eventos do longa trariam consequências para a trama de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, já em exibição na Disney+ e sem ligações até o momento com o filme da Natasha.

O atraso de ‘Viúva Negra‘ forçou a Disney+ a adiar a estreia de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ e recorrer à refilmagens, o que foi uma estratégia muito bem vinda, já que o lançamento da série acabaria deixando algumas lacunas na trama, que só seriam respondidas após a estreia do filme solo estrelado por Scarlett Johansson.

Além disso, a edição mais recente da revista Entertainment Weekly explica que foram feitas algumas mudanças na trama de ‘WandaVision‘ por conta da pandemia para que os episódios também fossem adequados à continuidade cronológica da Fase 04.

Como a série está diretamente ligada aos eventos de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, a Marvel Studios tomou os cuidados para evitar qualquer erro em datas ou detalhes que pudessem embaralhar suas próximas produções.

Lembrando que ‘Os Eternose ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ terão narrativas um pouco mais independentes e sem maiores ligações com a linha temporal construída até agora.

O primeiro se passa se passa há milênios de anos até chegar nos dias atuais, e rumores indicam que o segundo será ambientando entre os cinco anos passados entre o estalar de dedos de Thanos e sua derrota em ‘Vingadores: Ultimato‘.

E aí, qual dessas produções você está mais ansioso para assistir?

Falando nisso, confira abaixo o novo calendário de estreias da Marvel no cinema e no streaming:

Falcão e o Soldado InvernalDisney+

Após os eventos de Vingadores: Ultimato, Steve Rogers (Chris Evans) passou o escudo adiante quando decidiu voltar no tempo para viver uma vida normal ao lado de Peggy Carter (Hayley Atwell). Agora, Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) vão trabalhar juntos para resolver os crimes e tentar suprir a ausência do Capitão América.

Data de estreia: Já em exibição.

 

LokiDisney+

O vilão favorito de muitos também vai ganhar uma aventura solo pelas linhas temporais do MCU. Estrelada por Tom Hiddleston e com participação de Owen Wilson, a série começa daquela cena de Vingadores: Ultimato, na qual Loki pega o Tesseract e escapa para sabe Heimdall onde. A produção vai introduzir a TVA, uma organização de correção de linhas temporais, no Universo Cinematográfico Marvel e deve explorar diferentes épocas e planetas, incluindo a própria Asgard.

Data de estreia: 11 de Junho de 2021.

 

Viúva-NegraCinemas e streaming

Marcado para estrear em 2020, o filme da Viúva-Negra precisou ser adiado para 2021 por conta da trama. Agora, o filme será lançado simultaneamente nos cinemas e no Disney+. Ambientado entre Capitão América: Guerra Civil e Vingadores: Guerra Infinita, o filme vai mergulhar no passado de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) e vai colocá-la frente a frente ao Treinador, um vilão que copia as habilidades dos outros apenas com um olhar.

Data de estreia: 9 de Julho de 2021.

 

Shang-Chi e a Lenda dos Dez AnéisCinemas

Estrelando um elenco majoritariamente asiático, o filme vai contar a história de Shang-Chi (Simu Liu), um herói que cresceu em um templo na China, onde aprendeu a ter domínio super-humano do Chi. Além de ser um dos maiores mestres das artes marciais de todo o universo Marvel. Seu nome de herói, inclusive, é Mestre do Kung Fu. Inspirado no Bruce Lee, a versão cinematográfica do personagem será filho do verdadeiro Mandarim (Tony Leung) e vai enfrentar o próprio pai nas telonas. Boatos dizem que alguns personagens do universo do Doutor Estranho podem aparecer.

Data de estreia: 3 de Setembro de 2021.

 

Os EternosCinema

Com um dos elencos mais caros e diversos da história da Marvel nos cinemas, Os Eternos é outro filme que deveria ter chegado em 2020, mas acabou sendo empurrado para 2021 por conta do Covid-19. A trama vai contar a história de um grupo de super-heróis alienígenas que foram enviados para a Terra há muito tempo. Separados, eles foram crescendo e evoluindo junto com as diferentes culturas da humanidade. Promete ser diferente de tudo que a Marvel fez até aqui.

Data de estreia: 5 de Novembro de 2021.

 

Homem-Aranha 3Cinemas

O melhor meme da última semana vai fechar o 2021 da Marvel nos cinemas. Com um monte de atores de antigas franquias sendo confirmados ao longo da última semana, diz a imprensa internacional que o filme fará uma viagem pelo Multiverso Marvel. O CEO do Marvel Studios Kevin Feige confirmou a presença do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e afirmou que ele será parte importante na trama. A expectativa do público é a aparição dos Homens-Aranha antigos, Tobey Maguire e Andrew Garfield. Porém, enquanto não temos nenhum anúncio do estúdio sobre isso, podemos confirmar apenas que o Aranha de Tom Holland estará no filme.

Data de estreia: 16 de Dezembro de 2021.

 

‘Girl’: Bella Thorne quer vingança no trailer legendado do suspense

O suspense ‘Girl‘, estrelado pela Bella Thorne (‘A Babá‘), ganhou um trailer legendado em Português de Portugal.

Confira:

Quatro dias depois, em 24 de novembro, a produção chegará em VOD e em outras plataformas online.

A trama segue uma jovem (Thorne) que retorna para sua cidade natal para conseguir vingança contra pai abusivo, apenas para descobrir que alguém o matou no dia anterior. Enquanto ela busca por respostas, a garota logo se encontra sob o domínio do sinistro xerife e descobre um legado familiar mais perturbador do que ela poderia ter imaginado.

A produção marca a estreia na direção do cineasta Chad Faust.

O elenco ainda conta com Mickey Rourke, Glenn GouldLanette WareElizabeth Saunders.

Algoritmos? Androide com inteligência artificial vai estrelar filme de sci-fi de US$ 70 milhões

De acordo com o The Hollywood Reporter, uma androide com inteligência artificial vai estrelar filme de ficção científica orçado em US$ 70 milhões.

O projeto é fruto de uma parceria entre diversas produtoras, como a Happy Moon Productions e a Bondit Capital Media, que financiou títulos como ‘To the Bone’ e ‘Com Amor, Van Gogh’.

Intitulado ‘B‘, o longa trará a androide Erica interpretando uma super-humana geneticamente modificada, que foge com o cientista que ajudou a criá-la depois que uma organização tenta destruí-la.

Em entrevista ao portal, o produtor Sam Khoze disse que:

“Em outros métodos de atuação, os atores exploram suas próprias experiências de vida e adicionam essas emoções ao papel. Nosso desafio foi reproduzir isso na programação de Erica, já que ela nunca teve experiências de interação muito complexas. Ela foi criada como um projeto de robótica avançada, então tivemos que simular seus movimentos, emoções e linguagem corporal por meio de sessões individuais. Foi quase uma terapia.”

Algumas das cenas de Erica já foram filmadas no Japão em 2019, mas os produtores esperam concluir o resto do filme na Europa durante o verão de 2021.

No entanto, ainda não há diretor associado ao filme e o elenco humano ainda não foi escalado.

Além disso, não há previsão de estreia.

Antes de ser escolhida como estrela do filme sci-fi, Erica foi construída pelos cientistas japoneses Hiroshi Ishiguro e Kohei Ogawa como objeto de estudo para analisar como a inteligência artificial interage com a sociedade.

Falcão e o Soldado Invernal | O que é Madripoor? E como pode aparecer na série?

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE POSSÍVEIS SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos episódios de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.

A presença de Madripoor já era esperada em Falcão e o Soldado Invernal desde antes do início da série. Isso porque os fãs viram uma cidade cheia de neons em um dos trailers e acreditaram que seria ela. Mais do que isso, logo nos créditos finais do primeiro episódios, a diretora escondeu um easter egg sobre o local que poucas pessoas notaram logo de cara, mas que apontamos aqui. Uma das mensagens escondidas falava sobre “notícias vindas de cidades vizinhas a Madripoor”, o que já praticamente garantia a ilha na produção.

Madripoor já havia sido citada nos créditos do primeiro episódio da série

Criada em 1985 por Chris Claremont, em sua consagrada passagem pelo universo dos X-Men, em uma HQ dos Novos Mutantes para ser mais exato, Madripoor é uma ilha criada especialmente para o Universo Marvel e sua localização é em Cingapura, no Sudeste Asiático. Ela é dividida em duas partes completamente opostas: a Cidade Alta e a Cidade Baixa. Enquanto a primeira é riquíssima, supermoderna e costuma ser habitada por ricaços e criminosos internacionais que procuram uma vida de luxo e extravagâncias, a parte “baixa” da cidade é marcada pela criminalidade, pobreza extrema, esgoto a céu aberto, total ausência de lei estatal e pela atividade portuária intensa, o que facilita a pirataria e o tráfico.

As únicas autoridades respeitadas, por assim dizer, da Cidade Baixa São o Senhor do Crime, um codinome dado ao bandido que destitua o antigo ostentador do título, e o barman que enche os copos no Bar Princesa. Nesse cenário de contrabando e ausência de lei, os mutantes passaram a frequentar bastante essa ilha nas HQs. Durante os anos 1980, o Wolverine passou a agir muito na região, ajudando a resolver problemas e conflitos internacionais sob o codinome de Caolho, incluindo a questão de quem seria o novo Senhor do Crime da região.

Vários personagens clássicos da Marvel já passaram ou viveram em Madripoor.

Além do Wolverine, Magneto foi outro grande mutante a usar a Ilha para seus interesses. Fora do universo mutante, um núcleo de personagens a passar por poucas e boas em Madripoor é justamente o mesmo que aparece nos filmes do Capitão América desde Capitão América: O Soldado Invernal (2014), que são o Capitão América, Nick Fury, o Soldado Invernal, o Falcão e a Viúva Negra. As origens de Natasha Romanoff, inclusive, passam diretamente por um sequestro que ela passa ainda na infância. Já a questão de Nick é bem mais fácil de entender. Como um superespião, ele precisa estar por dentro do que fala e combina a bandidagem. Nada melhor do que ir atrás deles direto da fonte.

Na série, Madripoor é oficialmente introduzida no episódio 3, quando os dois heróis que dão nome a produção estão procurando o Mercador do Poder, um vilão que estaria negociando uma recriação do Soro do Supersoldado para os criminosos. Adaptando bem a questão das diferentes realidades da ilha, Falcão e o Soldado Invernal já apresentou uma das principais praças relacionadas as mutantes, ainda fazendo uma breve referência a um mutante não tão famoso dos quadrinhos. Sabendo que a Marvel agora detém os direitos sobre os X-Men, é interessante vê-los introduzindo locais famosos da mitologia dos mutantes aos poucos, preparando o terreno para o reboot dos X-Men nos cinemas.

Os novos episódios de Falcão e o Soldado Invernal estreiam toda sexta-feira no Disney+.

Snydercut de ‘Liga da Justiça’, ‘Sonic’ e outros filmes que o Estúdio OUVIU os Fãs

Liga da Justiça de Zack Snyder está entre nós! E independente do que você achou do filme, um fato é indiscutível, sem precedentes e serve de lição: A Warner escutou os fãs. É claro que tudo foi minuciosamente estudado pelo estúdio, que comprovou a viabilidade do projeto garantindo um sucesso em mãos. Era o que muitos (e bota muitos nisso) fãs queriam. Por que não atendê-los? Um movimento que se iniciou nas redes sociais, criado pelo público, e foi ganhando cada vez mais proporção até se transformar em algo que muitos julgavam impossível: uma edição completamente nova em folha, tilintando e reluzindo com a visão de Zack Snyder, em relação a que foi aos cinemas em 2017.

Liga da Justiça de Zack Snyder serve de caso de estudo ao se tornar um novo epicentro da força das redes sociais e do contato dos fãs com engravatados de mega empresas (os grandes estúdios de Hollywood), o que termina por igualmente atingir o público médio. É um mercado em plena transformação, seguindo as novas tendências mundiais. Resta saber até que ponto isso pode se tornar nocivo. Ou talvez já saibamos bem. Pensando em como a vontade dos fãs foi atendida com a versão de Zack Snyder para Liga da Justiça resolvemos construir essa matéria abordando justamente tal tópico, mostrando variantes desta proximidade, sua face benéfica e também a maléfica. Veja abaixo.

Homem-Aranha no MCU

Começamos com uma simples, que se tornou batata. Quando os Vingadores (2012), filme que uniu a superequipe do Universo Marvel no Cinema estreou, o Homem-Aranha estava estrelando seu reboot na Sony com O Espetacular Homem-Aranha, lançado no mesmo ano. Desde essa época alguns fãs já pediam para o herói escalador de paredes se juntar aos colegas de casa, já que nos quadrinhos o Aranha é o símbolo da Marvel. O que parecia impossível, se tornou bastante viável com o fracasso de O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014). Agora eu pergunto, o que teria acontecido se o filme fosse um sucesso? De qualquer modo, devido à insistência dos fãs, que romperam às redes sociais com mensagens e muitos memes, um acordo foi criado entre os estúdios e o personagem pôde aderir ao MCU finalmente em Capitão América – Guerra Civil (2016), nas formas de um novo intérprete: Tom Holland. E o personagem nunca esteve melhor representado.

O Backlash do Sonic “realista”

Quando o primeiro trailer de Sonic – O Filme (2020) foi lançado na internet, a repercussão foi tão negativa com seu design que a falação em torno disso se tornou mais atrativa do que o possível conteúdo do filme em si. A maioria esperava um resultado tosquinho, quase tão digno de pena quanto o filme do Pica-Pau (2017). Mas foi só verem o visual “medonho” do ouriço azul que os fãs tiveram algo a polemizar por um bom tempo. E para a Paramount o momento gerado pelo famoso “falem mal, mas falem de mim” veio muito bem a calhar. A comoção gerada chamou atenção para o filme. Os realizadores, por outro lado, não perderam tempo, correram contra o relógio aproveitando o hype e modificaram todo o visual da criatura, deixando-a mais parecida com sua contraparte cartunesca. Fãs satisfeitos, restava agora assistirem e proclamarem seu veredito. Com metade da batalha ganha não teve muito erro. Sonic está bem longe de ser uma obra-prima, mas ao não desagradar já sai vitorioso. Com críticas na média e uma boa bilheteria, o longa já desenvolve sua sequência para 2022.

Um novo Deadpool

Este é também um caso muito conhecido. A primeira aparição do anti-herói tagarela Deadpool ocorreu não num filme solo, como muitos podem lembrar, mas sim no primeiro derivado do universo mutante da Fox em X-Men Origens: Wolverine (2009). E o resultado foi… digamos, um dos piores filmes do gênero de todos os tempos. Bem, Hugh Jackman, o intérprete do personagem com unhas afiadas, não se deixou abater e seguiu escalando em filmes solo melhores do herói. Mas ele não foi o único. A interpretação de Deadpool em tal filme, já nas formas de Ryan Reynolds, foi tão negativa (e só piorou com o passar dos anos) que terminou alvo de piadas de gregos e troianos, inclusive do próprio ator. Reynolds havia se afeiçoado ao personagem e achava que ele merecia uma segunda chance. Assim, ao lado de fãs fiéis, o ator começou uma campanha ferrenha por um filme solo do personagem e com muito esforço conseguiu erguer do chão o projeto, se tornando o longa que todos conhecemos e adoramos, lançado em 2016. A produção gerou uma sequência em 2018 e esperamos que siga com Reynolds em sua inclusão no MCU.

Serpentes a Bordo

Esse é um pouco mais antigo, mas a prerrogativa segue atual. Sabe estes fenômenos de hype gerados por filmes que ninguém dava nada, como o recente caso de Godzilla vs Kong? Filme que talvez muitos saibam que não vai dar em nada, mas é criado um verdadeiro status de culto em volta. Bem, isso não é novidade e lá atrás em 2006 ocorreu mais ou menos o mesmo com este longa estrelado pelo mo***f***er Samuel L. Jackson. Pegando muita carona com o conceito “é cool ser trash” que crescia exponencialmente na época, a ideia foi gerada por uma brincadeira entre os produtores, para ver quem conseguia criar o pior conceito para um filme. Assim cobras em um avião terminou vencendo. Juntar um filme de desastre aéreo (que é um subgênero por si só) com a ameaça de cobras dentro da aeronave era simplesmente… algo do nível de Sharknado, antes de Sharknado. Assim, o conceito gerou tanto hype, que os produtores conseguiram inclusive contratar o astro Jackson para a brincadeira, que diz ter aceitado ao ter batido o olho no título. E bastou. Esse foi um dos primeiros casos de filme inteiramente criado devido à resposta positiva dos fãs, numa era na qual a internet não sonhava em se tornar o que é hoje.

Star Wars – A Ascensão Skywalker

Até o momento, apresentamos apenas itens onde a proximidade entre fãs e o estúdio gerou frutos positivos para ambas as partes, ou seja: público satisfeito em sua maior parte, e estúdios com bolsos bem recheados. Aqui, infelizmente temos o primeiro caso negativo. E não é um caso qualquer, mas um ocorrido com a que é provavelmente a maior franquia do cinema. E isso dói demais. Os fãs de Star Wars são os mais apaixonados, e isso se reflete em serem os mais chatos também. Creio que apenas a primeira trilogia (a original) foi abraçada sem muitos questionamentos, talvez por não existir a internet ainda. Seja como for, a partir da segunda trilogia os ânimos já estavam mais aflorados. Ao chegar à terceira, foi quando tudo descambou de vez. Isso é, mais propriamente com o segundo episódio da mais recente trilogia, Os Últimos Jedi (2017). O filme tem seus problemas, é longo e demora muito a engrenar, além de ter trechos verdadeiramente dispensáveis. Porém, o que possui também é muita coragem e audácia para quebrar expectativas. E isso se reflete nos fãs não receberem o que desejavam. Os Últimos Jedi dividiu tanto os fãs, como nenhum outro longa da franquia havia feito, ao ponto de ser criada uma petição com milhares de assinaturas pedindo para que o filme fosse excluído da cronologia. O pior veio depois. Por causa deste tiro pela culatra, para o terceiro filme, o estúdio e o diretor (JJ Abrams) passaram a dar ouvido demais aos fãs, e para atender a tudo que queriam, terminaram por eliminar grande parte do que havia sido construído no episódio anterior. A grosso modo, seria como se em O Retorno de Jedi quisessem “desfazer” Luke ser filho de Darth Vader. Deu para sentir um pouco do drama. Quando o desespero é grande para agradar todo mundo, termina-se sem agradar ninguém.

Serenity – A Luta pelo Amanhã

Aqui voltamos ainda mais no passado, para o ano de 2005. Antes de ser parcialmente cancelado na internet, devido a seu comportamento abusivo no set de Liga da Justiça (2017), agora reportado, o diretor Joss Whedon era uma força nas telinhas. Devido à suas criações como Buffy – A Caça Vampiros e seu derivado Angel, Whedon se tornou uma estrela na TV. Antes de dirigir os dois primeiros Vingadores para a Marvel, ou sequer de criar o programa Agentes da SHIELD, o cineasta mergulhava no universo espacial da ficção científica com sua própria versão mais subversiva de seriados de nave a la Star Trek, com Firefly. O seriado logo despertou seguidores fiéis e status de cult, mas não foi o suficiente para a série ter “uma vida longa e próspera” e o projeto terminou cancelado após uma mísera temporada – com 14 episódios entre 2002 e 2003. A comoção ganhava cada vez mais força para a Fox dar mais uma chance ao programa, porém, algo diferente tomou forma. Em 2005, a ideia foi comprada pela Universal e levada não às telinhas, mas sim às telonas na forma de uma grande produção do cinema – dando assim à história uma sobrevida e uma boa companhia à série. Hoje, o amor pelo programa segue de pé, e Firefly (que se tornou Serenity no cinema) está entre as 30 séries mais queridas pelo grande público de todos os tempos.

Adão Negro

Aqui temos ainda um caso diferente e curioso. A interação aqui foi tanta que os fãs escolheram o papel para o protagonista. Já tinham visto algo assim? Como grande fomentador que é, Dwayne The Rock Johnson, um dos astros que mais interagem com seus fãs nas mídias sociais, encabeçou o projeto de levar ao cinema o universo de um dos personagens mais antigos dos quadrinhos, que foi instituído ao time da DC Comics. Trata-se de Shazam, ex-Capitão Marvel. The Rock levou às redes sociais e perguntou aos fãs quem ele deveria interpretar: o protagonista Shazam ou seu maior antagonista, o Deus Adão Negro. Os fãs prontamente responderam que o grandalhão deveria ser o vilão. E assim foi. Tudo com o aval da Warner. Zachary Levi foi escalado para ser o herói de uniforme vermelho no filme homônimo de 2019, e The Rock chega quebrando tudo em breve no derivado próprio, focado no inimigo do herói, ainda sem data definida de estreia.

Liga da Justiça 2? | Conheça a história sobre a MORTE do Robin citada no Snydercut

Destino do sidekick é lembrado ao final de Liga da Justiça de Zack Snyder bem como em Batman vs Superman

Um dos elementos mais famosos da mitologia do Homem Morcego sem dúvida é seu ajudante Robin. Estreando em abril de 1940 nas páginas da Detective Comics #38 sua criação se deu pela necessidade da DC Comics amenizar o tom pulp (tipo de literatura que costumava ser publicada em folhetins e trazia tramas recheadas de violência e mistérios) que as primeiras histórias do Batman carregavam, visto que o criador Bill Finger se inspirou em muitos elementos desse estilo para formular as primeiras aventuras.

Inevitavelmente a persona de Dick Grayson fez muito sucesso entre os leitores do personagem (no caso as crianças da época) por ser alguém com quem eles não só poderiam se identificar como também se divertir com as tiradas cômicas que ainda não eram naturais ao vigilante mas começaram a ser introduzidas com o Menino Prodígio. 

A questão é que conforme as décadas foram passando e as histórias do Batman foram se tornando mais cronológicas, consequentemente Dick Grayson acabou crescendo ao longo dos anos, além de que suas aventuras foram se separando gradualmente das de seu mestre conforme ele foi se consolidando como o líder dos Jovens Titãs,  até o ponto em que ele não teria mais condições para continuar sendo o Robin.

Dick Grayson, o Robin, não poderia permanecer para sempre na sombra do Batman

A partir de 1984 ele abandona o manto de Robin para se tornar o Asa Noturna em Tales of the Teen Titans #44 (que também é o terceiro capítulo da clássica saga do Contrato de Judas). Dessa maneira era necessário encontrar um substituto, visto que a persona do Robin já era um dos elementos centrais da mitologia do Batman. Por volta de março de 1983 o escritor Gerry Conway apresenta o jovem Jason Todd em Batman #357 como um personagem idêntico à Dick Grayson, incluindo a história de origem no qual ele também veio de uma família circense.

Foi somente após o reboot geral da DC Comics pós Crise das Infinitas Terras (nos anos 80) que o personagem foi retrabalhado não só em sua origem como na personalidade. Isso levou a Batman #408, história que reintroduz Jason Todd como um jovem que vive sozinho em um cortiço e que, ao ser flagrado pelo Batman enquanto roubava as rodas do Batmóvel, foi recrutado por ele para ser o segundo Robin.

Essa nova versão não só apresentava uma outra origem para o personagem como também é perceptível um esforço do autor Max Allan Collins em tornar Jason Todd o mais diferente possível do predecessor. Desde cedo em sua apresentação ele demonstra um comportamento agressivo, fazendo um contraponto evidente com a personalidade de Dick Grayson construída ao longo das décadas.

A nova origem de Jason Todd deixava escancarado que ele não era um cópia de Dick Grayson

A altura que sua nova origem foi proposta a indústria de quadrinhos não era a mesma dos anos 40, quando o Robin foi criado. O estilo de narrativa vigente incentivava um reflexo do mundo cada vez mais perigoso (tanto nas relações entre países quanto no aumento da violência nas cidades), abandonando a ideia de que as histórias em quadrinho deveriam ser manter como uma intocável terra de aventuras para super-heróis perfeitos.

O segundo Robin, portanto, foi nada mais do que a versão do Menino Prodígio que melhor se encaixava nessa nova tendência editorial do mercado nos anos 80; o de um jovem vigilante que não hesitava em extrapolar as regras de conduta criadas pelo Batman, que tinha um estilo pessoal independente de seu professor e um temperamento muito explosivo. Entretanto, isso contribuiu para a péssima relação entre Jason e os leitores.

Desde sua primeira aparição, Jason foi tratado com grande resistência pelo público; estes consideravam o personagem como uma simples cópia de Dick Grayson e vê-lo assumir o posto do Robin original foi problemático. Já com o Jason pós crise o caminho foi totalmente inverso e a melhor análise é conferida pelo próprio Max Allan Collins no artigo The Lives and Death of Jason Todd: An Oral History of the Second Robin and A DEATH IN THE FAMILY de autoria de Joe Grunenwald.

“Eu acredito que a ideia de criança de rua foi minha, a noção de que Bruce WayneBatman não queria a responsabilidade de colocar Dick Grayson em perigo nunca mais, mas esse garoto de rua já estava em um caminho perigoso e seguindo pela estrada errada. Logo, adotá-lo (e essa foi uma decisão gradual) fez sentido”.

O estranhamento inicial do público com o novo e violento Robin foi amplificado principalmente após o autor Jim Starlin (criador da saga Desafio Infinito na Marvel) assumir as histórias do Homem Morcego a partir de Batman #414, iniciando sua fase com o herói pelas próximas dezessete edições. O fator problemático nesse período foi que Starlin nunca foi um fã do Robin, independente de ser Dick ou Jason.

No mesmo artigo mencionado anteriormente, Starlin indica que nunca viu muito sentido em Robin como um ajudante para o Batman pois a ideia de um adulto colocando uma criança para combater o crime soava para ele como abuso infantil, dessa maneira suas histórias sempre priorizaram em manter Jason Todd na Batcaverna. Isso até a edição #424 quando Starlin pôs Jason para matar um criminoso que havia sido inocentado devido a uma brecha do sistema, fazendo o jovem cruzar uma linha que o próprio Batman luta para não ultrapassar.

Um Robin violento para tempos violentos

Como apontado pelo editor das histórias do Batman na época, Denny O’Neil, Robin era até então o personagem mais odiado pelos leitores; com cartas que chegavam diariamente reclamando sobre Jason Todd. Foi quando, durante uma reunião editorial, O’Neil decidiu que o começo do fim para o Menino Prodígio havia começado e pediu a Jim Starlin que elaborasse um roteiro no qual a vida do jovem estaria verdadeiramente ameaçada.

O autor aceitou e começou a elaborar a trama de Morte em Família no qual teria em Jason o protagonista que parte em uma busca para encontrar a sua mãe biológica, levando-o até o Oriente Médio. Ao mesmo tempo, o Coringa foge do Asilo Arkham e se vendo sem recursos, parte também para o oriente em busca de compradores para o que restou de suas armas. Segundo Starlin a ideia de usar o Palhaço Príncipe do Crime como antagonista partiu da morte do Robin brevemente mencionada em O Retorno do Cavaleiro das Trevas alguns anos antes.

Eventualmente a busca de Jason cruza com o caminho do Coringa, o que leva a uma das cenas mais simbólicas dos quadrinhos: Jason Todd, indefeso, sendo espancado pelo Coringa com um pé de cabra enquanto o vilão ri de seu sofrimento. O final dessa sequência vem com o palhaço abandonando o galpão aonde o ferido Robin está enquanto uma bomba está para explodir e Batman está a caminho. Nesse ponto a DC tomou uma decisão diferente; eles colocaram o destino de Jason nas mãos dos fãs.

Um dos momentos mais impactantes nas histórias das revistas em quadrinho

Em setembro de 1988 duas linhas de telefone foram criadas, uma voltada para contabilizar votos pela sobrevivência de Jason e outra onde os fãs decidiam pela sua morte. Consequentemente dois desfechos foram planejados dependendo do resultado. Quando chegou dezembro daquele mesmo ano o mundo conferiu o desfecho escolhido pelos leitores traduzido em uma icônica imagem: Batman desconsolado segurando nos braços o corpo ensanguentado e inconsciente de Jason Todd.

A morte do Robin se tornou um dos momentos chave do Cavaleiro das Trevas em toda sua história, sendo considerado como um episódio obrigatoriamente canônico (igual a morte dos pais de Bruce ou o ataque sofrido por Bárbara Gordon) independente de quantos reboots o herói tenha passado. Após essa história, Bruce Wayne levou um longo tempo para confiar qualquer missão a algum aliado, temendo que eles pudessem ter o mesmo fim de Jason, até que eventualmente ele consegue superar o trauma e recruta o terceiro Robin (Tim Drake).

Pelo peso da história ao longo dos anos, a morte de Jason Todd já foi adaptada para animação (Batman Contra o Capuz Vermelho), games (Batman: Arkham Knight), séries (Titãs) e mais recentemente para o cinema, já que tanto Batman vs Superman quanto Liga da Justiça de Zack Snyder e Esquadrão Suicida abordam a morte de um Robin como uma mancha no passado do Batman de Ben Affleck, ainda que nunca fique claro qual dos Meninos Prodígios foi a vítima.

Mesmo assim Morte em Família permanece como um capítulo vital na trajetória do vigilante e que, mesmo após mais de trinta anos do seu lançamento e anos depois de Jason já ter voltado a vida como o vigilante Capuz Vermelho, ainda é uma ferida mau cicatrizada em Bruce e um dos seus maiores fracassos.

Conheça os personagens do novo ‘O Esquadrão Suicida’

Eles estão loucos para salvar o mundo, e nós estamos loucos para que a estreia de ‘O Esquadrão Suicida’ chegue logo! Ontem, foi divulgado de surpresa um novo trailer da aventura da DC conduzida por James Gunn, de ‘Os Guardiões da Galáxia’, que deixou os fãs ainda mais empolgados para o filme.

E como não ficar animado?! Mas enquanto a data não chega, temos trabalho a fazer: hora de conhecer os personagens desta história insana— e olha que são muitos!

No filme, o improvável grupo da Força-Tarefa X, liderado pelo Coronel Rick Flag, precisará se infiltrar na Ilha de Corto Maltese, na América Latina, para destruir uma espécie de prisão nazista. O local realiza experimentos com prisioneiros políticos, transformando-os nos primeiros meta-humanos do mundo. Para isso, eles precisam passar pelo presidente ditador Silvio Luna e pelo seu exército, comandado por Mateo Suarez. 

Joel Kinnaman é Coronel Rick Flag

Líder da Força-Tarefa, o Coronel Rick Flagg (Joel Kinnaman) retorna do primeiro filme junto a Arlequina, Capitão Bumerangue e Amanda Waller. Líder de operações especiais do exército, é ele quem comanda a missão deste time tão heterogêneo.

Idris Elba é Bloodsport/Sanguinário

Bloodsport é um codinome que já foi usado por mais de um dos vilões do universo da DC Comics, todos inimigos do Superman. O mais notório é Robert DuBoius, personagem de Idris Elba no filme. 

Nos quadrinhos, DuBois foge do sorteio para lutar na Guerra do Vietnã, mas fica obcecado ao descobrir que o irmão foi enviado em seu lugar. Moralmente oposto ao combate e com a saúde mental abalada, ele acaba sendo contratado por Lex Luthor para matar o Homem de Aço com uma bala de kryptonita. Daí, surge não apenas a inimizade, mas também o motivo de sua prisão em Belle Reve. 

Margot Robbie é Harley Quinn/Arlequina

A mais notória das personagens do Esquadrão, ela era uma médica psiquiatra que conhece o Coringa ao atendê-lo no Asilo Arkham. Depois de se tornar a namorada e braço direito do Palhaço do Crime, ela passa a aterrorizar a cidade de Gotham, antes de ser capturada pelo Batman e sentenciada a uma pena na Belle Reve. 

Após a primeira Força Tarefa X, Arlequina (Margot Robbie) é resgatada da prisão pelo Coringa, o que levou aos eventos do longa “Arlequina e as Aves de Rapina”, em que ela sai em busca de sua independência como uma mercenária. 

John Cena é Peacemaker/Pacificador

Christopher Smith, o Pacificador (John Cena), é um homem que acredita em alcançar a paz a qualquer custo — o que o transforma em um extremista violento que elimina todos os que ficarem pelo seu caminho. Ele foi capturado pela ARGUS e levado à prisão Belle Reve após ter cometido uma série de assassinatos, supostamente, “em nome da paz”. 

David Dastmalchian é Polka Dot Man/Homem das Bolinhas

Abner Krill, o Polka-Dot Man (David Dastmalchian), é um criminoso que tem a habilidade de produzir múltiplas bolinhas coloridas de seu traje, com cada cor representando uma arma diferente. Entre as armas que ele consegue produzir estão explosivos, lâminas mortais e até mesmo veículos de fuga. Nos quadrinhos, ele é a princípio um vilão terciário do Batman, e a bizarrice de seus poderes é a sua maior característica.

Daniela Melchior é Ratcatcher 2/Caça-Ratos 2

Nos quadrinhos, o personagem Ratcatcher, ou Caça-Ratos, é o supervilão Otis Flannegan, inimigo do Batman que possui a habilidade de atrair e controlar ratazanas para torturar e controlar seus prisioneiros.

No filme, no entanto, Ratcatcher 2 (Daniela Melchior) será uma protegida de Otis Flannegan, treinada por ele desde a infância para assumir o manto caso ele fosse capturado. 

Sylvester Stallone é a voz de King Shark/Tubarão-Rei

Nanaue, o Tubarão-Rei (voz de Sylvester Stallone), é um humanoide nascido no Havaí, filho do Tubarão-Deus, o rei de todos os tubarões. Muito forte e com a audição extremamente apurada, ele é originalmente um vilão do Aquaman. Considerado uma arma de matar, o King-Shark tem dentes afiados e couro resistente, e assusta só pelo seu tamanho. No filme, terá personalidade dócil e amigável. 

Peter Capaldi é Thinker/Pensador

O Pensador é um título que já foi usado por mais de um personagem nos quadrinhos da DC. O principal deles, no entanto, é Clifford DeVoe (Peter Capaldi), um supervilão com habilidades telepáticas. Ele era um advogado fracassado cuja carreira chegou ao fim em 1933. Quando percebeu que a maioria de seus clientes tinha a força física, mas não a inteligência, para a vilania, decidiu tentar a sorte na carreira. DeVoe sempre procurava os maiores inventos científicos para usar a seu favor, e foi assim que encontrou um capacete capaz de projetar sua força mental. 

Jai Courtney é o Capitão Bumerangue

Também de volta do longa de 2016, o Capitão Bumerangue (Jai Courtney) é um vilão da Austrália que aprendeu a usar bumerangues a seu favor como uma arma. Seu papel no filme provavelmente será semelhante ao anterior. 

Michael Rooker é Savant/Sábio

Nos quadrinhos, Brian Durlin (Michael Rooker) é um herdeiro mimado que se mudou para Gotham na intenção de se tornar um vigilante. Quando Batman tenta convencê-lo a não entrar nesta vida, porque ele não se importa tanto quanto deveria com a proteção das outras pessoas, Durlin resolve investir em um negócio de chantagem financeira. Usando a identidade do Sábio, ele persegue pistas de criminosos através da tecnologia e os elimina sem poupar violência.

Sean Gunn é Weasel/Doninha

Nos quadrinhos da DC Comics, John Monroe (Sean Gunn) era um professor universitário solitário, amargo e ressentido. Isso porque, quando estudante, ele era alvo de piadas dos seus colegas, que o apelidaram de ‘doninha’, e isso o deixou bastante traumatizado. Quando ele percebe que os ex-colegas estão ocupando altos cargos profissionais onde ele mesmo leciona, sai em busca de vingança, e resolve usar uma fantasia de doninha, com garras afiadas, pelos e tudo.

Alice Braga é Sol Soria

Apesar de poucas informações concretas sobre a personagem de Alice Braga, especula-se que ela seja uma versão de Juan Soria, um criminoso que faz parte do Esquadrão Suicida nos quadrinhos.

No filme, Sol Soria é a líder de um movimento revolucionário chamado Resistência Maltesa, que se opõe ao governo de Silvio Luna. Logo, ela será uma aliada da Força-Tarefa X, ainda que inicialmente relutante. 

Nathan Fillion é T.D.K.

O personagem de Nathan Fillion não tem exatamente uma contraparte nos quadrinhos. Ele é uma criação original de James Gunn, mas tira inspiração do personagem Arm-Fall-Off-Boy, que fez uma rara aparição nas páginas em 1989. Seu poder é a capacidade de remover os próprios braços e usá-los como arma para bater nas pessoas. Não que este seja um dos poderes mais fascinantes do planeta, não é? Aliás, justamente por isso ele foi rejeitado pela Legião de Super-Heróis. 

Apesar disso, é possível que o personagem tenha outras características no filme. A sigla T.D.K. é um acrônimo para The Detachable Kid.

Pete Davidson é Blackguard

Richard “Dick” Hertz (Pete Davidson) é um criminoso comum que foi recrutado e treinado pela equipe 1000, que deu a ele seus poderes de energia e combate. Mais tarde, ele foi recrutado por Amanda Waller e se tornou um membro do Esquadrão Suicida.

Viola Davis é Amanda Waller

Amanda Waller (Viola Davis) é a diretora da ARGUS, uma organização governamental encarregada de lidar com tarefas envolvendo ameaças causadas pelos humanos superpoderosos. Implacável e bastante determinada, ela é a responsável pela Força-Tarefa X, que ela mesma recrutou para lidar com missões perigosas demais para qualquer outro. 

Starro

A grande revelação do trailer de ‘O Esquadrão Suicida’ é Starro, o Conquistador Estelar. Inimigo primário da Liga da Justiça, ele é um alienígena em forma de uma gigantesca estrela-do-mar com um olho no centro de seu corpo. A entidade passeia pelo universo em busca de um planeta para dominar, e parece ser a principal ameaça que nossos improváveis heróis precisarão enfrentar no filme.

Apesar de o material não revelar muitos detalhes sobre sua origem, é possível que, nesta versão, ele seja o resultado de um dos experimentos de Silvio Luna em Corto Maltese, e o real motivo de a missão de combatê-lo ter sido entregue à Força-Tarefa X.