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Crítica | Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal – Zac Efron não surpreende, em filme socialmente irresponsável

Os Estados Unidos possuem alguns dos casos mais atrozes de assassinatos em séries. Com listas intermináveis, muitos destes serial killers chegaram até a ser analisados no excelente programa Índice de Maldade, do canal Investigação Discovery. Sempre alvos da opinião pública e do interesse geral, eles fazem parte de capítulos dolorosos da história norte-americana. Um deles talvez seja o mais intrigante de todos. Ted Bundy, de feições finas, corpo enxuto e cabelos castanhos ondulados, não seria o típico assassino caricato. Carismático e belo, ele atraiu 30 vítimas para o canto da morte, abusando e desfigurando mulheres inocentes que mal algum viam no rapaz. Sua história ganhou repercussão nacional e chega ao Festival de Sundance 2019 em Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile.

Dirigido por Joe Berlinger, a produção direciona seu foco para o psicopata, apresentando-o inicialmente como uma figura paterna dócil e adorável, ilustrando seus passos e comportamento de maneira extremamente sutil. Até demais. Pela interpretação de Zac Efron, somos apresentados a um personagem quase enigmático. Suas práticas criminosas são pinceladas no roteiro de Michael Werwie, que esquece de todas as vítimas, fazendo delas apenas uma nota de rodapé ao final do longa. O filme não é de todo ruim, mas perde a oportunidade de honrar as mais de 30 mulheres estupradas por Bundy, reduzindo-as a efêmeros registros que passam despercebidamente diante das telas.

É até compreensível que Berlinger opte por dissecar a mente criminosa de Bundy, tornando-o o centro da narrativa. Índice de Maldade fez isso muito bem com tantos serial killers e serviria de referência com facilidade. Também à frente da série documental da Netflix, Conversas Com um Assassino: As gravações de Ted Bundy, o cineasta dedicou uma parte considerável de seus esforços para esmiuçar esse enigmático criminoso, o que poderia servir como base para construção da psicopatia do personagem. No entanto, ao partir para sua versão fictícia, Extremely Wicked beira o desserviço, caracterizando porcamente a figura chave do filme, regendo o longa apenas em torno do sádico carisma de Bundy.

Para dificultar ainda mais, Zac Efron é uma frustração diante das telas, um “quase lá”. Estigmatizado como sendo o garoto bonito que atrai as atenções nas telas, ele não passa desse estereótipo, não se desafiando de maneira alguma na construção conceitual e estrutural do personagem. Infelizmente, fica claro que sua escolha para o papel segue a mesma nomenclatura das anteriores: escolhido pela beleza e pela popularidade de seu nome entre as mulheres. Pelas características do ator, Ted Bundy é “apenas” um jovem cativante que maquia sua psicopatia. Preguiçosa, sua atuação é extremamente blasé e ignora o argumento fundamental que fez de Bundy o tema do filme, que nada mais é o fato de ele ter se tornando um dos serial killers mais emblemáticos da história moderna.

Com uma narrativa intrinsecamente regida por Ted Bundy e seu comportamento, Extremely Wicked poderia até subir no conceito, se Efron tivesse sido capaz de suportar a produção em seus ombros. Como um filme totalmente focado na humanidade (ou falta dela) dos personagens, a expectativa seria de que seus atores correspondessem à pressão de estrelar um longa sem alegorias e aspectos carnavalescos. Mas novamente, o drama biográfico falha nesse sentido, passando nas telonas como apenas uma rápida memória de uma história que é tão incapaz de conquistar a audiência quanto é de mudar a percepção de gerações que cresceram ovacionando um cruel assassino.

Tentando trazer um sopro de vida final nos instantes que nos encaminham para o encerramento do filme, Efron finalmente mostra a que veio, em um monólogo que encerra sua jornada. No entanto, após 1h30 de projeção, quem se importa? Vítimas foram desonradas, o passado não fora remediado e Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile entra para a lista de possíveis obituários do cinema. Uma pena, Berlinger quase chegou lá.

‘Greenleaf’: 5ª e última temporada da série já está disponível na Netflix

A 5ª e última temporada de ‘Greenleaf‘ já está disponível na Netflix. A leva final de episódios teve sua estreia na grade de programação nesta quarta-feira (12).

Neste novo ciclo, com a igreja da família à beira da destruição, os Greenleaf enfrentarão os seus rivais, à medida que tentam resolver os problemas do passado.

A temporada de encerramento conta com oito episódios no total.

Confira o teaser:

A última temporada irá estrear em junho, sem data específica divulgada.

A série foi criada por Craig Wright.

A história apresenta a trajetória familiar de Greenleaf, liderada pelo pastor James e sua esposa Mae. Os dois controlam uma igreja que se transformou num centro comunitário reunindo centenas de fiéis, predominantemente afrodescendentes, na cidade de Memphis, Tennessee. Mas por trás dos discursos de fé existem escândalos, que manifestam a avareza, adultério e rivalidade entre irmãos que afetam não só a família de Greenleaf como também os membros da igreja.

O elenco conta com Merle Dandridge, Desiree Ross, Kim Hawthorne, Lamman Rucker, Lynn Whitfield e Lovie Simone.

No Brasil, as quatro primeiras temporadas já estão disponíveis na Netflix!

‘American Love Story’: FX e Ryan Murphy estão desenvolvendo nova série derivada

O universo de American Story, criado por Ryan Murphy, está se expandindo cada vez mais e a emissora FX anunciou uma nova série antológica, intitulada ‘American Love Story‘. A novidade foi revelada durante a turnê de imprensa da Associação dos Críticos de Televisão.

O projeto se une à recém anunciada ‘American Sports Story‘ e às demais produções que pertencem ao mesmo cânone, como ‘American Horror Story‘, ‘American Crime Story‘ e ‘American Horror Stories‘.

O vindoura produção será centrada especificamente nas verdadeiras histórias de amor que chamaram a atenção do mundo. A primeira temporada contará sobre o namoro e o casamento de John F. Kennedy Jr. e Carolyn Besette.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de o jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson serão os produtores executivos de ‘American Love Story‘.

Donald Trump vai ganhar nova cinebiografia com orçamento de US$ 100 milhões

Um novo e ambicioso filme biográfico sobre Donald J. Trump está em desenvolvimento. O projeto está sendo liderado pelo produtor italiano Andrea Iervolino — conhecido por ‘Ferrari‘, ‘Lamborghini: O Homem Por Trás da Lenda‘ e ‘O Mínimo para Viver‘  — e promete ser uma abordagem grandiosa e mais favorável à figura do presidente dos Estados Unidos, do que outras produções recentes.

O longa, ainda sem título oficial ou elenco definido, será apresentado por Iervolino no mercado do Festival de Cannes, com previsão de início das filmagens para o final de 2025, nos EUA. Segundo o produtor, o projeto está sendo orçado em cerca de US$ 100 milhões e buscará parcerias internacionais para viabilizar sua realização.

Descrito como “um grande novo filme biográfico centrado na vida e legado de Donald J. Trump — magnata do setor imobiliário, ícone da televisão e 45º e 47º presidente dos Estados Unidos”, o longa se distancia da abordagem de ‘O Aprendiz‘, cinebiografia estrelada por Jeremy Strong e Sebastian Stan, que desagradou a equipe de Trump e enfrentou tentativas de bloqueio antes de seu lançamento.

Entre os colaboradores anunciados para o projeto está Keya Morgan, ex-empresário de Stan Lee e apoiador declarado de Trump. Segundo informações disponíveis em seu perfil no IMDb, Morgan também representa Donald Trump Jr.

Em comunicado, Iervolino afirmou:

“Seja você favorável ou contrário à sua política, é inegável o impacto de Donald Trump na era moderna. Como produtor, estou interessado em explorar a história mais profunda desse homem — sua ascensão, seus desafios e sua resiliência. Nosso objetivo é entregar um filme ousado, equilibrado e artisticamente ambicioso”. 

O produtor, que também desenvolveu longas sobre nomes como Enzo Ferrari, Ferruccio Lamborghini e Andrea Bocelli, reforça seu interesse por figuras que deixaram marcas fortes em seus campos de atuação. Agora, ele pretende aplicar a mesma fórmula a uma das personalidades mais polarizadoras da história política recente dos EUA.

‘Gambit’: Título de produção é alterado para ‘Forevermore’ e Lizzy Caplan entra para o elenco

Gambit, filme derivado de X-Men, mudou o seu título de produção para Forevermore, de acordo com a Omega Underground. A produção pode ter decidido pela mudança após a ampla divulgação do título anterior, ‘Chess’.

O longa terá Channing Tatum como protagonista e, segundo a Variety, a atriz Lizzy Caplan (Cloverfield) deve interpretar o interesse amoroso do personagem.

O filme está finalmente esta saindo do papel e agora foi revelada ao The Hastag Show a lista completa das descrições dos personagens que vão aparecer na adaptação. O elenco ainda está sendo escolhido. Confira as descrições abaixo: (Cuidado com possíveis spoilers!)

[MARIYA] Feminino, caucasiana, entre 20 a 30 anos. Precisa ter um metro e 80 de altura ou +. Alta, deslumbrante, garota com estilo parisiense. Precisa falar fluentemente francês ou ter um sotaque francês perfeito. Papel requer opções de sequência.

[LEWIS] Masculino, de qualquer etnia, 40 a 50 anos. Elegante e inteligente. Um empresário atraente com um lado obscuro inesperado. Papel requer opções de sequência.

[MRS. STANTON] Feminino, caucasiana, 50 anos. Uma mulher mais velha e elegante, com sotaque francês. Precisa falar francês fluentemente.

[NASH] Masculino, de qualquer etnia, entre 20 a 30 anos. Uma potencial ameaça. Herdeiro dos negócios de sua mãe. Maléfico.

[MAGNUS/WOLFGANG] Masculino, francês autêntico. 40 anos. Um criminoso francês. Precisa falar francês fluentemente.

[FRITZ] Masculino, de qualquer etnia, 40 a 50 anos. Um ladrão profissional. Carismático. Bom coração, mas não confiável. Papel requer opções de sequência.

[WESLEY] Masculino, de qualquer etnia, entre 20 a 30 anos. Uma inspiração, mas com mente fraca. Sensível. Papel requer opções de sequência.

[PIA] Feminino, nativo-americana, por volta dos 20 anos. Das ruas, “durona”, punk. Papel requer opções de sequência.

[BORIS] Masculino, entre 20 a 30 anos, Hispânico. “Durão”, ameaçador, com um rosto e caráter perigosos. Papel requer opções de sequência.

[JOE] Masculino, de qualquer etnia, entre 30 e 50 anos. Um metro e 60 ou menos. Mercenário, a ovelha negra da família. De uma família trabalhadora. Baixo. Com um rosto interessante. Papel requer opções de sequência.

[CARISSA] Feminino, etnias misturadas, entre 10 e 12 anos. Etérea e de outro mundo. Muito expressiva. Papel requer opções de sequência.

[WILHELM] Masculino, de qualquer etnia, 30s. Criminoso perigoso. Leal e protetor de sua família. É intensamente leal e violento.

[GARY] Masculino, de qualquer etnia, entre 20 a 30 anos. Um pouco simples; passivo.

[NONA] Feminino, de qualquer etnia, entre 20 a 30 anos. Forte, corporativa, vicioso, sensual. Papel requer opções de sequência.

[FRANKLIN] Masculino, de qualquer etnia, 20 anos. Um atraente garoto de rua. Papel requer opções de sequência.

[BEN] Masculino, de qualquer etnia, 20 anos. Alcançando a fase adulta. Um garoto da rua, órfão. Papel requer opções de sequência.

[HOWARD] Masculino, caucasiano. 50 anos. Um mafioso refinado da Europa, que fala fluentemente francês.

[VERA] Feminino, de qualquer etnia, entre 20 e 30 anos. Bonita, inteligente, forte e imprevisível. Papel requer opções de sequência.

Agora, só resta descobrir todos os personagens de acordo com essas descrições, deixem seus comentários e fiquem ligados no CinePOP para novidades sobre Gambit.

Gore Verbinski (Piratas do Caribe‘ e O Chamado) foi contratado para dirigir.

A produção, que terá Channing Tatum como o mutante-título, teve seu roteiro reajustado do zero.

Atriz de ‘Missão: Impossível 5’ desiste de ‘Gambit’ 

Channing Tatum aprendeu truques de mágica para ‘Gambit’

Gambit foi vivido originalmente por Taylor Kitsch em ‘X-Men Origens: Wolverine‘, mas não agradou a crítica.

Fox prepara crossover entre ‘Deadpool’, ‘Gambit’ e ‘X-Men’ 

O herói possui habilidade de manipular a energia cinética, e também é habilidoso em arremesso de cartas, luta corporal, e no uso de um cajado. Ele era um ladrão profissional, o que fez os X-Men confiarem pouco nele quando se juntou ao grupo.

O filme está previsto para lançar nos cinemas em 14 de Fevereiro de 2019.

Novo ‘Cloverfield’ deve ser uma sequência direta do filme de 2008

Contrariando rumores, J.J. Abrams disse, durante um painel da CinemaCon, queOverlord não será mais o quarto filme da sérieCloverfield. As informações são direto do CinePOP, que está presente no evento.

Apesar disso, os fãs da franquia de terror não precisam temer. Abrams garante que “na verdade, estamos desenvolvendo uma verdadeira e dedicada sequência para Cloverfield que será lançada nos cinemas, ao contrário do filme mais recente que foi vendido para a Netflix.

Além disso, o diretor ressalta que esse novo filme será uma sequência direta do primeiro, de 2008. Ansiosos?

A Paramount Pictures confirmou para 26 de outubro de 2018 a estreia de ‘Overlord‘.

Estarão no elenco: Wyatt Russell (‘Anjos da Lei 2’), Jovan Adepo (‘Um Limite Entre Nós’), Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), Dominic Applewhite, Pilou Asbaek, Iain de Caestecker, John Magaro, Mathilde Ollivier e Bokeem Woodbine.

Com direção de Julius Avery, de ‘Sangue Jovem‘, e roteiro de Billy Ray, que também produz o filme ao lado de J.J. Abramsa trama vai apresentar dois paraquedistas que são abatidos na região da Normandia em meio ao Dia D, enquanto tentam derrubar as redes de comunicação alemãs.

Em seguida, eles descobrem um experimento nazista que inclui horda de zumbis enfurecidos e aberrações genéticas, criadas para a construção de uma figura sobrenatural monstruosa.

‘Operação Overlord’: Terror de J.J. Abrams surpreende e conquista 89% no Rotten Tomatoes

O terror ‘Operação Overlord, nova produção da Bad Robot, de J.J. Abrams, surpreendeu os críticos e conquistou 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 8 críticas positivas e apenas uma negativa até o momento, contabilizando nota 7/10.

Vale lembrar que essa nota se deu devido sua exibição no festival Fantastic Fest, que aconteceu no Texas essa semana. O filme estreia 8 de Novembro de 2018 no Brasil.

No geral, as críticas ressaltam que o terror é bem construído, além de ter uma ideia original e ousada. Confira algumas delas:

indieWire:

“‘Overlord’ consegue satisfazer as expectativas de puro escapismo, mesmo quando se aprofunda, e é uma alternativa bem-vinda para tantos filmes que nem sequer tentam”

The Hollywood Reporter:

“Os fãs de terror devem torcer, assim como os admiradores do elenco promissor, para o grupo”

ComingSoon.net:

“É uma explosão a todo vapor, e um passeio infernalmente divertido”

Slashfilm:

“É por isso que os fãs de terror vão ao cinema. Idéias ousadas, execução enegrecida e um espírito de luta que cospe nos pés do inimigo”

Vale lembrar que o filme não será mais o quarto filme da sérieCloverfield, segundo J.J. Abrams.

O terror conta com a direção de Julius Avery, de ‘Sangue Jovem‘, e roteiro de Billy Ray, que também produz o filme ao lado de J.J. Abrams.

10 conexões de ‘The Cloverfield Paradox’ com os filmes anteriores

Confira também a sinopse completa:

Faltando poucas horas para o Dia D, uma equipe de paraquedistas americanos invade a França ocupada pelos nazistas para realizar uma missão que é crucial para o sucesso da invasão. Com a tarefa de destruir um transmissor de rádio sobre uma igreja fortificada, os soldados desesperados juntam forças com uma jovem francesa para penetrar nas muralhas e derrubar a torre. Mas, em um misterioso laboratório nazista sob a igreja, os menos privilegiados encontram-se frente a frente com inimigos diferentes de qualquer outro que o mundo já tenha visto.

O filme também ganhou um novo pôster macabro, em que gotas de sangue formam paraquedas.

No entanto, o site Collider notou que há uma mensagem escondida na arte, na verdade, um endereço de site que leva à um vídeo macabro do filme. Conhecendo o modo como J.J. Abrams divulga seus filmes, podemos esperar uma campanha de marketing viral sobre o terror. Confira a mensagem:

Para conferir o site, entre neste link. E assista o novo vídeo abaixo:

 

 

Dicas de Filmes e Séries para o fim de semana | Novidades ALUCINANTES para curtir no Prime Video e na Netflix

A última semana de abril trouxe lançamentos incríveis para os streamings. De filmes recém-saídos dos cinemas a produções originais, as duas maiores plataformas disponíveis no Brasil trouxeram filmes e séries muito interessantes para fechar o mês.

Pensando nisso, o CinePOP escolheu cinco produções que entraram nos catálogos de Amazon Prime Video e Netflix nesta semana para te indicar. Confira!

Stranger Things: Histórias de 85 

A maior série da história do streaming chegou ao fim no comecinho do ano, mas parece que a despedida não durou tanto assim. Nessa série animada do universo de Stranger Things, o público acompanha o que aconteceu com as crianças de Hawkins entre a segunda e a terceira temporada. Na trama, alguns criaturas do Mundo Invertido acabaram escapando para a Terra quando a 11 fechou o portal. Com isso, a molecada começa uma nova investigação para impedir que novos perigos tomem a cidade. É interessante como esses dez episódios chegam para preencher lacunas que foram bastante criticadas ao longo da série original, como o Will ser muito sozinho ou o círculo de amizade deles ficar sempre muito restrito.

Onde assistir: Netflix.

O Jogo do Predador

Nesse suspense de sobrevivência de tirar o fôlego, Charlize Theron interpreta uma alpinista viciada em adrenalina que parte para uma aventura na floresta australiana para lidar com alguns traumas do passado. Porém, ela acaba entrando na mira de um assassino em série, conhecido por se alimentar de suas vítimas, e começa a ser caçada pela floresta australiana, precisando encontrar meios de sobreviver aos desafios da natureza e ao próprio serial killer, que não vai descansar enquanto não capturar e dar fim à moça.

Onde assistir: Netflix.

Marty Supreme

Talvez o grande derrotado do último Oscar, Marty Supreme teve uma campanha intensa para dar o prêmio de Melhor Ator para Timothée Chalamet, o que acabou atraindo muita antipatia do público, já que o ator encarnou de vez a personalidade arrogante do papel. Ainda assim, é um drama muito interessante. A trama acompanha Marty Mauser (Chalamet), um moleque babaca extremamente arrogante que acredita ser o melhor jogador de tênis de mesa do mundo. Embebido pelo excesso de confiança e malandragem que somente os maiores babacas do mundo têm, ele faz o que for preciso para alcançar seu sonho de mostrar a todos que não há ninguém melhor do que ele. Porém, após perder o campeonato mundial, todas suas falcatruas começam a desabar, colocando Marty em uma jornada para tentar conseguir dinheiro para viajar ao Japão, onde poderá ter outra oportunidade de provar que é o melhor.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

A Vida de Chuck

Lançado em 2025, esse filme passou com pouquíssimo destaque pelos cinemas brasileiros. Adaptação de um dos mais belos contos do acervo de Stephen King, esse drama otimista conta com direção de Mike Flanagan para contar uma história que surpreendentemente extrai beleza de uma situação aterrorizante: a morte. Dividido em três partes, o longa começa com o fim do mundo se aproximando. Nele, um professor estuda sobre uma série de agradecimentos a um tal de Chuck. Intrigado, ele procura mais sobre o rapaz. A partir daí, o filme mostra que ele foi um contador que morreu precocemente aos 39 anos, mas que, nesse período, impactou diretamente nas vidas de muitas pessoas. É um longa interessantíssimo, que traz ainda um número musical memorável estrelado por Tom Hiddleston.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Cangaço Novo

Fenômeno do streaming, Cangaço Novo está de volta para a segunda temporada. Após o final aberto da primeira temporada, o público vai acompanhar Dinorah, Ubaldo e Dilvânia lidando com as consequências da morte de Ernesto. Ao longo de sete episódios, que já estão disponíveis na plataforma, a guerra pelo controle de Cratará se intensifica com novos planos e ataques mais ousados, e tensões de tirar o fôlego diante de novas alianças políticas inacreditáveis.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

‘Aquaman’: Filme quebra recordes de pré-vendas em bilheteria

Finalmente começaram as pré-vendas dos ingressos para a estreia americana de ‘Aquaman‘ em 21 de dezembro e o resultado foi mais que expressivo: o filme simplesmente quebrou recordes!

Segundo o Deadline, o filme se tornou o maior sucesso do site Atom Tickets, o segundo maior portal de vendas de ingressos dos EUA. O filme até mesmo superou o recorde de vendas de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Já no Fandango, o tradicional portal de vendas, os números não chegaram a quebrar recordes anteriores, mas superaram as vendas de ‘Venom‘ e ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘. Até o momento da estreia, o longa pode trazer novos recordes!

Aquaman‘ teve seu trailer final divulgado!

Assista:

A Warner Bros. exibiu 25 minutos do filme em Beijing, focando principalmente em cenas de ação. Apesar de não terem a oportunidade de assistir ao filme completo, as impressões foram positivas e as sequências de ação foram comparadas as de ‘Matrix‘ e ‘O Senhor dos Anéis‘.

“A Warner Bros. mostrou 25 minutos de ‘Aquaman’. Todas as cenas eram de ação, então é difícil saber sobre como é a narrativa. Mas as batalhas são muito boas. A melhor reação que vi até o momento é que James Wan traz à audiência cenas de ação ao nível de ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘Matrix’.”

“Um amigo presente disse ter amado o tom do filme; ‘tão sombria na terra, mas tão brilhante no mar’. James Wan é o homem que salva o Universo da DC.”

Aquaman‘ terá 2 horas e 20 minutos de duração e contará com uma cena no meio dos créditos finais.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Filme ganha novo trailer; Confira!

O aguardado Homem-Aranha: Longe de Casa’ ganhou mais um trailer oficial – e o astro Tom Holland já avisa os espectadores que o vídeo possui spoilers de ‘Vingadores: Ultimato’! Confira:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

‘Sherlock Holmes 3’: Daisy Ridley é cotada para o novo filme da franquia

Segundo o site We Got This CoveredDaisy Ridley (Star WarsAssassinato no Expresso do Oriente) está sendo cotada para viver a protagonista feminina da nova entrada da franquia Sherlock Holmes.

Ainda que nada esteja confirmado, sabe-se que, caso a atriz feche contrato, dará vida a uma personagem chamada Sidney. Ela é descrita como uma repórter investigativa do San Francisco Herald, mas, na verdade, é uma agente estadunidense disfarçada.

Recentes reportagens indicam que o principal vilão do longa será um senador chamado Cornelius Guest, descrito como um ambicioso empresário que tenta orquestrar um plano para roubar o ouro da nação americana para investir em seus negócios.

Além de seu intelecto avançado, Guest também será um ótimo lutador, possuindo uma notável habilidade com facas e canivetes.

Maiores detalhes sobre a trama não foram mencionados e, com a saída do diretor Guy Ritchie, é possível que a sequência tenha um tom mais surpreendente sob o comando de Dexter Fletcher (‘Rocketman’).

Anteriormente, Fletcher prometeu honrar o trabalho que Ritchie fez com os personagens nos dois primeiros filmes.

“Eu acho que é inevitável, não é? Sempre que você tem cineastas diferentes. Não vou ignorar o que ele fez de forma brilhante.”, disse ele ao Collider. “Haverá um elemento disso, mas também trarei minha própria identidade e será algo meio diferente. E suponho que essa seja a vantagem de trazer alguém novo. Veremos o que acontece.”

O cineasta também disse ter pedido conselhos a Ritchie, que está dando total apoio ao seu trabalho no novo filme.

“Ele é muito generoso. Ele disse: ‘Você vai se divertir muito com isso. Vá e divirta-se. Será emocionante. Robert Downey Jr. é incrível. Jude Law é fantástico’. Há um elenco incrível e é uma grande oportunidade. É bom fazer parte disso. Guy ficou feliz por ter sido eu [assumindo a direção].”

No entanto, ainda vai demorar algum tempo até vermos o filme chegar aos cinemas, já que a estreia está prevista para dezembro de 2021.

‘Star Trek’ vai ganhar mais uma série derivada; Saiba mais!

Segundo a Variety, a CBS All Access deu sinal verde para Star Trek: Strange New Worlds’, nova série derivada do famoso panteão intergaláctico.

A produção irá reunir o Capitão Christopher Pike (Anson Mount), Número Um (Rebecca Romijn) e Spock (Ethan Peck), depois de suas aparições na segunda temporada de Star Trek: Discovery’.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Confira o anúncio:

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assinou o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.

‘Livros de Sangue’: Adaptação do terror antológico ganha trailer ARREPIANTE; Confira!

A plataforma de streming Hulu lançou o 1º trailer de ‘Livros de Sangue‘, filme baseado na antologia de terror composta por seis livros escritos por Clive Barker.

Agendado para 07 de outubro, o longa leva o público a uma jornada a um território desconhecido e proibido através de três contos estranhos emaranhados no espaço e no tempo.

Confira:

O projeto é co-escrito, produzido e dirigido Brannon Braga, conhecido por seu trabalho em séries como Star Trek: The Next GenerationStar Trek: VoyagerThe OrvilleAdam Simon também fica a encargo do roteiro.

Seth MacFarlane entra como produtor executivo.

A série de seis livros mistura horror e fantasia e é ambientada em um cenário contemporâneo. A narrativa gira em torno de pessoas normais que se envolvem com eventos misteriosos e arrepiantes.

Anna FrielBritt RobertsonRafi GavronYul VazquezAndy McQueenFred Foh ShenNicholas Campbell estrelam.

Friel será Mary, uma psicológica brilhante que ganhou fama ao desmentir teorias que não são comprovadas cientificamente. Gavron será Simon, um lindo e carismático jovem homem que se torna amante de Mary e a convence de que tem a capacidade de conversar com os mortos – incluindo seu filho de sete ano que faleceu devido a leucemia.

Robertson será Jenna, uma garota hipersensitiva que sofre de misofonia, enquanto Vazquez dará vida a Bennett, um assassino profissional que se envolve com perigos sobrenaturais.

Dua Lipa lança nova versão de ‘Future Nostalgia’ com músicas INÉDITAS; Confira!

A cantora e compositora Dua Lipa lançou hoje (11) a nova versão do reverenciado álbum ‘Future Nostalgia’, intituladoMoonlight Edition.

A obra já está disponível em todas as plataformas digitais e conta com todas as faixas da produção anterior além das colraborações “Fever”, performada ao lado de Angèle“Prisoner”, com Miley Cyrus; o remix “Levitating”, ao lado de J Balvin; e as iterações originais “We’re Good”“If It Ain’t Me”“That Kind of Problem”“Not My Problem” (cantando ao lado de JID).

Future Nostalgia foi aclamado pela crítica especializada e pelo público, conquistando nada menos que 6 indicações ao Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano.

A produção é composta por 11 faixas e inclui as músicas promocionais “Physical”“Don’t Start Now”“Break My Heart”.

Crítica | ‘Future Nostalgia’ é um álbum impecável e viciante do começo ao fim

Dua Lipa ganhou fama em 2017 com o lançamento de seu CD homônimo – que rendeu-lhe o Grammy de Artista Revelação dois anos mais tarde.

Artigo | Há 35 anos, ‘True Blue’ cimentava a esplêndida carreira de Madonna

A lendária Madonna começou sua carreira oficialmente em 1983, com o lançamento de seu álbum homônimo. Desde então, ascendeu ao patamar da maior popstar do planeta e continua sendo imortalizada como a rainha do pop por especialistas musicais, não apenas por ter despontado como uma força inigualável nas décadas passadas, mas por ter influenciado várias gerações com músicas revolucionárias, além de auxiliar a colocar no cenário mainstream múltiplos gêneros fonográficos, como o dance-pop.

Apesar de ter feito um début impactante – que rendeu as memoráveis canções “Borderline”, “Lucky Star” e “Holiday”, por exemplo -, não seria até três anos mais tarde que a cantora e compositora se consagraria como a superestrela que conhecemos. E é claro que estou me referindo ao lançamento do icônico True Blue, que completa 35 anos no dia de hoje.

Mas por que a produção é tão importante?

Considerando que Madonna já havia lançado outros dois álbuns – o supracitado homônimo e o famoso Like a Virgin -, era de se esperar que a artista investisse em uma repaginação completa de sua persona, da mesma forma que faria nos subsequentes ‘Like a Prayer’, ‘Erotica’ e ‘Ray of Light’. Adotando um tom mais confessional e profundo que o encontrado em singles anteriores (como “Material Girl” e “Everybody”), ela se valeria do mais puro pop para tratar de temáticas universais, como relacionamentos amorosos – ainda mais levando em conta que o álbum é dedicado ao então marido Sean Penn -, decepções, sonhos e as ambições da própria carreira. Além disso, nota-se uma incorporação profunda de elementos da música clássica para acompanhá-la nas belíssimas nove faixas, abrindo espaço para incursões nos aspectos latinos (“La Isla Bonita”) e inflexões homeopáticas (“Papa Don’t Preach”).

Para saber mais sobre as faixas, leia nossa crítica do álbum!

True Blue tornou-se um sucesso comercial e crítico pouco depois de sua estreia. Além de quebrar recordes e debutar em primeiro lugar em 28 países, os especialistas da época elogiaram o amadurecimento de Madonna em relação ao processo criativo – o que já era de se esperar, visto que ela se estabelecera como uma estrela em ascensão logo de cara – e caracterizaram-no como o suprassumo pop dos anos 1980 e 1990, discriminando o modo como o álbum estendeu suas ramificações para outras artistas. Através de conjecturas implícitas e explícitas que permeavam não apenas as letras, mas também os memoráveis videoclipes, Madonna criticou estereótipos de gênero, reafirmou o alter-ego de tomboy que utilizava desde o início da década e causou um impacto cultural denso com análises sobre a prática voyeur e o multiculturalismo (algo visto em tempos predecessores com Cher).

Mantendo-se firme às mensagens que desejava passar aos fãs e ao público em geral, diversos autores perceberam que a performer utilizava uma extensa bagagem para começar a “manipular sua imagem – e sua audiência – com um senso verdadeiro de claridade e propósito, fazendo questão de mostrar músicas de qualidade para apoiar uma dominação calculista”, como bem apontou a Slant Magazine em 2012. A fluidez narrativa arquitetada em cada track foi respaldada pelas estonteantes vendas, que atingiram nada menos que 25 milhões de cópias mundiais, marcando-a no Livro dos Recordes pela primeira vez e reafirmando o status a que almejava. Ascendendo ao posto de maior estrela musical feminina, ela, agora dividia os holofotes com Michael Jackson e Prince e inclusive foi condecorada com o Prêmio Vanguarda do MTV Video Music Awards (sendo a primeira mulher a conquistar tal feito).

Foi a partir daí que a cantora finalmente encontrava sua voz, desvencilhando-se da desaprovação manufaturada, na visão de certos críticos, que apresentara poucos anos atrás. À medida que retornava para novos álbuns, a própria personalidade de Madonna transmutava-se em uma camaleônica adaptação ao que acreditava e defendia, apostando fichas perigosas e transgressoras que dariam vida a escandalosos clipes, a pungentes enredos e a photoshoots sensuais demais para quem não estava pronto. E, carregando todas as estruturas que apresentou até hoje, encontramos as sólidas e indestrutíveis bases de True Blue.

‘Encanto’: Ouça a trilha sonora oficial da mais nova animação da Disney!

Encanto é a mais nova animação dos estúdios Walt Disney e chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo.

Para promover a produção, a Casa Mouse divulgou nas principais plataformas (incluindo YouTubeSpotify) a ótima trilha sonora do longa-metragem.

Ouça uma prévia abaixo:

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 25 de novembro de 2021.

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Encanto‘ será a terceira animação da Disney nos últimos cinco anos a apresentar uma mulher não caucasiana como personagem principal, seguindo Moana (polinésia) e Raya e o Último Dragão (asiático).

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

Jude Law e Eddie Redmayne falam sobre o arco de seus personagens em ‘Animais Fantásticos 3’ [COLETIVA]

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore é um dos filmes mais aguardados do ano e promete revitalizar uma franquia que vem passando por inúmeros percalços.

Controvérsias à parte, é inegável dizer que o universo mágico arquitetado por J.K. Rowling encantou o mundo desde seu nascimento, em 1997, com a publicação de Harry Potter e a Pedra Filosofal’. Agora, estamos diante da contínua expansão desse panteão com mais um capítulo do spin-off ‘Animais Fantásticos’, que chega aos cinemas brasileiros amanhã, 14 de abril.

CinePOP já assistiu ao longa-metragem e você pode conferir nossa crítica clicando aqui. E, além disso, também participamos de uma recente coletiva de imprensa em que o elenco da produção se reuniu para comentar sobre a narrativa do mais novo capítulo.

Um dos temas principais que Rowling e Steve Kloves, co-roteiristas do projeto, trouxeram às telonas foi o desenvolvimento do arco de Alvo Dumbledore (Jude Law), um dos personagens mais conhecidos do universo bruxo. Na saga original, tanto de livros quanto de filmes, Alvo posava como um grandioso e sábio bruxo, dotado de uma experiência invejável e servindo como mentor para os jovens protagonistas. Aqui, voltamos no tempo para vê-lo de uma forma mais complexa, batalhando contra seus demônios interiores e lutando contra os próprios princípios e seu amor verdadeiro para impedir que o mundo bruxo e o mundo trouxa colidam em uma batalha sangrenta e interminável.

Durante a coletiva, Law comentou sobre o desenrolar do arco de Dumbledore, caracterizando a jornada que experimenta no longa não como uma mudança, e sim como uma regressão, quando comparada às outras vezes que o personagem foi levado aos cinemas – por Richard Harris, em ‘A Pedra Filosofal’‘A Câmara Secreta’, e por Michael Gambon nos outros capítulos.

“Não é um processo de mudança, e sim de regressão, creio eu”, ele disse. “Uma das maravilhas que [o diretor] David [Yates] me permitiu investigar, em vez de sentir o peso das incríveis performances de Michael Gambon e Richard Harris foi poder retornar e compreender que ele não é o Dumbledore completamente formado de Harry Potter, e sim um homem que ainda está encontrando seu caminho, ainda confrontando e resolvendo seus demônios – e é isso que eu quero dizer por ‘regressão’. Neste filme, em particular, ele está enfrentando seu passado, a si mesmo e à sua própria culpa. Mas se houvesse uma qualidade que se conecta a ele eu diria que é sua malícia, seu humor e sua crença nas pessoas. Ele vê o positivo, nós vemos que Dumbledore acreditou em Draco [Malfoy], ele até acreditou em Tom Riddle. Ele vê o bom, a bondade em potencial. E creio que é algo que ele sempre teve”.

Law foi além e, quando questionado sobre o motivo de ter aceitado o papel de Dumbledore e como foi a experiência de mergulhar na história desse icônico e marcante personagem, revelou que já estava se preparando para compreendê-lo há muito tempo, quando lia os livros para os filhos.

Ele comenta: “foi algo incrível. Sabe, me perguntaram: ‘você gostaria de interpretar Alvo Dumbledore?’. Sim, eu gostaria [risos]. Acho que eu estava subconscientemente em preparação para o papel desde o momento em que comecei a ler os livros para os meus filhos. E há muito sobre o personagem para investigar como um ator. E isso é antes mesmo de entrarmos nesse extraordinário mundo de magia. É [investigá-lo] como um humano. Mas a magia é muito divertida também”.

É claro que Dumbledore não é o único foco de Animais Fantásticos 3, e sim uma das grandes engrenagens de um organismo muito maior que envolve seu arqui-inimigo e ex-amante, Gellert Grindelwald (interpretado brilhantemente por Mads Mikkelsen), e o relacionamento que tem com Newt Scamander (Eddie Redmayne), protagonista do capítulo inicial que vem dividindo os holofotes com Dumbledore desde a estreia de ‘Os Crimes de Grindelwald’.

A verdade é que, no começo, Dumbledore e Newt não pareciam estar em um patamar de igualdade, visto que Newt, trabalhando apenas como magizoologista e não se envolvendo com os preceitos políticos que ferviam dentro do mundo bruxo, teve de aprender a lidar com as forças das trevas e teve Dumbledore como guia. Agora, os papéis se invertem e, como apontou Redmayne na coletiva, é isso que permite que a história cresça ainda mais.

“Eu amo o relacionamento entre Newt e Dumbledore. Para mim, o que eu amo é a complexidade entre mestre e aprendiz, mas evoluiu através dos filmes para se tornar algo quase fraternal, eu diria, algo como irmão mais velho e irmão mais novo”, ele disse. “E há um momento em que Newt percebe e vê e vulnerabilidade em Dumbledore e tenta passar um momento de sabedoria para ele. E o que eu amo sobre Newt é que ele é, fundamentalmente, introvertido e está mais confortável com suas criaturas e seu próprio mundo. Mas Dumbledore viu uma qualidade nele que é o potencial de liderança. E o que eu amo mais sobre esse filme é que é uma obra sobre um roubo bruxo em que um grupo se junta e todos nós somos fora do convencional”.

Newt permanece como uma importante peça do desenrolar da trama e, além de impactar na narrativa do filme, também dialogou em níveis bem íntimos com o próprio Redmayne, que se apaixonou pela personalidade empática e introvertida do adorável herói.

“Eu adoro o Newt”, ele falou. “E há várias coisas que eu amo sobre ele, eu amo que ele é uma pessoa extremamente empática, que ele procura pela bondade nas pessoas… Ele também é bastante feliz com a própria companhia e na companhia de criaturas. Ele é alguém que gosta do silêncio – e eu sou alguém que, dentro da minha ansiedade, gosta do silêncio. Mas, ao longo disso, há vários epítetos ou coisas que ele diz que eu tento levar para a minha vida. Uma delas é: se preocupar é sofrer em dobro. No primeiro filme, eu sou um grande guerreiro e eu me dizia: ‘se essas coisas vão acontecer, não há motivo para me preocupar. Só vai aumentar minha dor’. E há algo que ele diz a Dumbledore, que eu adoro: ‘todos nós cometemos erros na vida, mas nós podemos tentar e fazer as coisas melhor. E é a tentativa que conta'”.

‘Manhãs de Setembro’: Cassandra está de volta nas novas imagens oficiais da 2ª temporada; Confira!

Prime Video divulgou as imagens oficiais da 2ª temporada do elogiado drama Manhãs de Setembro, estrelado por Liniker.

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 23 de setembro.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que Samantha SchmützSeu JorgeMart’náliaDanna LisboaDivina Nubia e Dante Aganju farão parte da nova temporada.

Após uma temporada de desafios com a descoberta da existência de um filho, Cassandra (Liniker) tem um novo reencontro com o passado graças à chegada do seu pai e às lembranças de sua mãe, o que deixa o sonho de cantar ainda mais abalado.

Luis PinheiroDainara Toffoli ficam a encargo da direção, enquanto Josefina TrottaAlice MarconeMarcelo Montenegro assinam o roteiro.

Karine Teles, Linn da Quebrada, Thomas Aquino, Paulo Miklos, Clodd Dias e Gero Camilo completam o elenco.

Assista à apresentação de Rihanna no Super Bowl LVII!

Rihanna finalmente saiu de seu hiato musical no último dia 12 de fevereiro, subindo aos palcos do show do intervalo do Super Bowl LVII para cantar alguns dos maiores hits de sua carreira.

Agora, a NFL divulgou a apresentação completa da icônica artista no YouTube.

Confira:

Rihanna é uma das artistas musicais mais conhecidas de todos os tempos e fez sua estreia oficial com ‘Music of the Sun’, em 2005. Vencedora de 9 Grammy Awards, ela já vendeu mais de 250 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo, tornando-se uma das mais bem sucedidas da história, e também eternizou canções como “Umbrella”“Don’t Stop the Music”“What’s My Name”“Work” e várias outras.

O último álbum da cantora, ANTI, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos.

Rihanna também tem uma marca de cosméticos chamada Fenty Beauty, que é uma das mais bem sucedidas da atualidade. Recentemente, ela foi homenageada como heroína nacional de Barbados, seu país natal, por seu constante ativismo.

Dia do Rock | 12 grandes álbuns que você não pode deixar de ouvir hoje!

Tendo suas raízes nos anos 1940 e 1950, o rock como o conhecemos hoje é nada mais que uma incrível evolução musical que o mantém vivo das mais diversas maneiras – sendo redescoberto, revisitado, desconstruído e reerguido em diversos suis generis. Ao lado do pop, o gênero em questão é um dos mais mutáveis e flexíveis da indústria fonográfica e, a cada ano, abre as portas para artistas dispostos a fornecer sua própria perspectiva.

No dia 13 de julho, comemora-se o Dia do Rock e, em homenagem a importância sociocultural e mercadológica desse estilo, preparamos uma série de matérias especiais para que você revisite bandas e álbuns icônicos.

Nossa primeira lista contempla os doze álbuns incríveis do século XXI para você ouvir no dia de hoje – e a seleção traz uma diversidade considerável que viaja do nu metal até o chamber rock.

Confira:

LEVIATHAN, Mastodon

Mastodon pode não ter o tanto de reconhecimento que seus conterrâneos e contemporâneos, mas certamente merece um lugar especial na nossa lista. Aclamado pela crítica, Leviathan, 2º álbum de estúdio da banda, foi lançado em 2004 e foi elogiado pelas épicas transições dentro das faixas, colocando o grupo na seleta elite do gênero do heavy metal e do progressive metal. Eventualmente, o CD foi condecorado com os títulos de Álbum do Ano por diversas revistas e jornais.

BY THE WAY, Red Hot Chili Peppers

Vendendo quase 300 mil cópias na semana de sua estreia, ‘By The Way’ foi o oitavo álbum de estúdio do lendário grupo Red Hot Chili Peppers e ganhou uma sólida recepção da crítica internacional por suas múltiplas texturas e por seu liricismo elegíaco. Além disso, a produção recebeu reconhecimento e comparação com o clássico Californication, lançado três anos antes.

HYBRID THEORY, Linkin Park

Nos anos 2000, uma das bandas mais conhecidas de rock surgia, Linkin Park – e, com ela, nascia o álbum de estreia do grupo, ‘Hybrid Theory’ que tornou-se um dos queridinhos do público e da crítica, além de ser o pontapé inicial para uma carreira de puro sucesso. Íntimo, provocativo e envolvente, os temas líricos da produção giram em torno da conturbada adolescência do vocalista Chester Bennington – incluindo abuso de drogas e a separação dos pais.

FALLEN, Evanescence

Anteriormente encarado com a expressão máxima da contracultura – que pouco depois seria transferida para o funk e para o rap -, o rock começou a ganhar maior popularidade com a virada do século. Uma das bandas que mais contribuiu para que isso fosse possível foi Evanescence. Sua estreia com o álbum Fallen foi um sucesso crítico e comercial, tendo debutado em #7 na Billboard 200, indicado para o Grammy de Álbum do Ano e levado para casa duas outras estatuetas (incluindo Melhor Novo Artista).

TOXICITY, System of a Down

‘Toxicity’ veio três anos depois do début do grupo System of a Down e continuou a onda de aclamação da banda. Considerado por muitos como um dos melhores álbuns dos anos 2000, o CD supracitado traz ao longo de 14 faixas uma mistura bizarra e que funciona em sua totalidade de jazz, progressive rock, música grega e armênia, instrumentos inesperados como cítara e banjo, e um arranjo de temas políticos e apolíticos que transforma a obra em uma análise antropológica da vida.

BRAVE NEW WORLD, Iron Maiden

O ano de 2000 foi um grande ano para o rock, como já ficou provado inclusive por essa lista. Um dos responsáveis por essa gloriosa época foi Iron Maiden com Brave New World – uma adição interessante e por vezes subestimada à sua discografia. Elogiado pelo retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith à banda, o álbum foi chamado de titânico e majestoso por boa parte da crítica e do público.

AMERICAN IDIOT, Green Day

‘American Idiot’ é uma das produções mais icônicas da história da indústria fonográfica e marca o retorno de Green Day à forma. Vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Rock em 2005, a poderosa ópera punk-rock gira em torno das desilusões de uma geração que se viu no centro de eventos bélicos tumultuosos – e traz como personagem central o anti-herói Jesus of Suburbia. O sucesso crítico e mercadológico do CD deu origem ao aclamado musical homônimo da Broadway.

FUNERAL, Arcade Fire

A épica estreia de Arcade Fire, ‘Funeral’, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.

GOOD SOULS BETTER ANGELS, Lucinda Williams

Em 2020, Lucina Williams voltaria a nos encantar com o lançamento de ‘Good Souls Better Angels’, seu 15º álbum de estúdio. Forte candidato para as categorias principais do Grammy 2021, a produção foi extremamente elogiada pela crítica por seu teor devastador e catártico, e por sua capacidade de conexão emocional primitiva com os ouvintes e com qualquer um que ouse se aventurar nessa sinestésica jornada.

JANE DOE, Converge

‘Jane Doe’, da banda Converge, é um divisor de águas em praticamente toda a indústria fonográfica e, até hoje, é considerado o marco inicial do metal contemporâneo. Recheado de construções fora dos convencionalismos mainstream, sua arquitetura propositalmente bizarra e emocionalmente extenuante teve uma ótima recepção pela crítica e serve de influência para inúmeros artistas atuais.

DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless

Enquanto ‘Who You Selling For’, lançado em 2016, demonstrou um profundo amadurecimento do estilo sonoro da banda The Pretty Reckless, Death By Rock and Roll é uma ode à irreverência e ao post-grunge dos anos 1990 repaginado com características modernas, seja pela lírica, seja pelos apaixonantes solos de guitarra. A faixa titular, que abre o que podemos chamar alegadamente de obra-prima desse icônico ato musical, já havia entrado em nossa lista de melhores músicas de 2020, apenas para se renovar com beleza inenarrável em uma narrativa metalinguística sobre o que queremos deixar para o mundo e como vivemos a nossa vida. A produção quase impecável de Jonathan Wyman é brilhante do começo ao fim e, salvo algumas repetições, não há alguém que não se delicie com o que se trouxe à tona.

BUT HERE WE ARE, Foo Fighters

O mais recente álbum da icônica banda Foo Fighters se consagrou como uma ocasião especial – visto é o primeiro do grupo após a trágica morte do baterista Taylor Hawkins, que ocorreu em 2022. Contando com os singles “Rescued”“Under You”Show Me How”“The Teacher”, o compilado de originais é uma forte declamação testamentária à carreira dos artistas e mergulha de cabeça em uma sentimentalidade pungente e envolvente. Não é surpresa que, desde seu lançamento, tenha sido considerado uma das melhores incursões do ano – e da própria banda.

Percy Jackson e os Olimpianos | Quem é Equidna, a Mãe dos Monstros, na mitologia grega?

O quarto episódio de Percy Jackson e os Olimpianos’ foi ar ao recentemente no Disney+ e apresentou mais uma personagem inédita dentro do panteão mitológico arquitetado por Rick Riordan: Equidna.

Interpretada por Suzanne Cryer, Equidna aparece logo no começo do mais recente capítulo ao invadir o trem em que Percy (Walker Scobell), Annabeth (Leah Sava Jeffries) e Grover (Aryan Simhadri) estão – e procurando vingança após o trio destruir inúmeras criaturas perigosas que, na verdade, eram suas filhas. Munida de uma perigosa Quimera, um dos seres mais perigosos de toda a mitologia greco-romana, Equidna tinha como único objetivo destruir o filho de Poseidon e seus companheiros, impedindo que eles pudessem cumprir com a missão de recuperar o raio de Zeus e salvar o mundo de um destino catastrófico.

Mas quem é Equidna?

No episódio em questão, Grover a chama de “Mãe dos Monstros”, uma expressão perifrástica que acompanha a personagem desde sempre. Equidna é originalmente uma drakaina, isto é, uma mulher-dragão com a cabeça e o busto de uma mulher e o corpo de uma serpente escamada. No imaginário grego antigo, ela representava as corrupções do planeta, como as águas fétidas, a terra podre, a doença e a morte. A personagem, por vezes, pode ser enxergada como uma variação de Píton, um dragão que nasceu do lodo deixado pelo grande Dilúvio, enquanto outros a caracterizam como uma lampreia do Tártaro, colocando-o no centro da escuridão que habita o submundo. O poeta Hesíodo, entretanto, a configura como filha dos monstruosos deuses dos mares, Fórcis e Ceto, enquanto Apolodoro a coloca como filha de Tártaro e Gaia.

Equidna era consorte de Tífon, um gigante de várias cabeças que controlava as tempestades e que desafio Zeus pelo trono do Olimpo. Juntos, eles deram origem a uma quantidade imensurável de criaturas terríveis que avassalariam a Terra, incluindo Ladon, o dragão que protegia os Pomos Dourados do Jardim das Hespérides; a Hidra, um monstro de sete cabeças que guardava o Velocino de Ouro; os cães infernais Órtros e Cérbero; a Esfinge, que apareceu na famosa história de Édipo; o Leão de Nemeia, que foi enfrentado por Hércules ao longo de seus doze trabalhos; e a Quimera, que dá as caras no episódio supracitado e tem cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente.

Na Teogonia de Hesíodo, Equidna é descrita como um “monstro incontrolável, como nada humano, nem como os deuses imortais, em uma caverna oca. Esta era a divina e arrogante Equidna, e metade dela é uma Ninfa com um lindo rosto e olhos brilhantes, mas a outra metade é uma serpente monstruosa, terrível, enorme, contorcida e voraz, lá nos lugares secretos da Terra”.

Já no clássico épico Ilíada, de Homero, a personagem é citada indiretamente e através do submundo de qual Equidna veio: “Zeus, que se deleita com o trovão, ficou irado, como quando bate na terra por causa de Tifão, na terra dos Arimoi, onde dizem que ele jaz prostado”. Arimoi, para aqueles que não conhecem, é uma tribo semi-mítica que também é conhecida como Arimaspoi ou Kimmaroi, que habitava os confins do planeta na escuridão eterna – que é conhecido por seu nome mais famoso, o Tártaro.

Lembrando que o próximo episódio de Percy Jackson e os Olimpianos’ vai ao ar em 09 de janeiro.

Franquia ‘Bad Boys’ já ultrapassou US$1 BILHÃO nas bilheterias mundiais, revela Will Smith

Em uma recente entrevista à Empire (via SlashFilm), o astro Will Smith revelou que a adorada franquia de ação Bad Boys, cujo quarto capítulo continua em exibição nos cinemas, ultrapassou oficialmente o montante de US$1 bilhão nas bilheterias mundiais.

O título mais recente, Bad Boys: Até o Fim’, está atualmente com uma bilheteria de US$138,6 milhões; todavia, de acordo com o THR, o filme deve arrecadar mais US$31,5 milhões apenas nos Estados Unidos nesta semana, sagrando o marco financeiro em questão. A encargo de comparação, os filmes anteriores arrecadaram US$141,4 milhões (‘Bad Boys’), US$273,3 (‘Bad Boys II’) e US$426,5 (‘Bad Boys para Sempre”).

Vale lembrar que um 5ª filme para a franquia, que também traz Martin Lawrence como protagonista, já está sendo discutido.

A informação foi revelada pelo próprio produtor Jerry Bruckheimer.

Em entrevista para o Deadline, ele disse que tudo depende do desempenho do novo filme.

“Tivemos discussões, mas queremos ver como será o desempenho das bilheterias e tenho certeza de que teremos novas conversas esta semana. Não posso dar uma data específica. Eu sei que tivemos quedas para certas produções que foram sucesso de bilheteria, enquanto outras ficaram estagnadas. Então tudo depende de como Bad Boys 4‘ vai se sair ao longo de sua exibição.”

Assista à nossa entrevista com Smith e siga o CinePOP no Youtube:

A trama do novo filme é motivada pela corrupção dentro do Departamento de Polícia de Miami, com o capitão Conrad Howard (Joe Pantoliano) acusado de trabalhar com os cartéis de drogas durante anos.

Por conta disso, os detetives Mike Lowrey (Smith) e Marcus Burnett (Lawrence) montam uma equipe para limpar o nome de Howard, mas acabam se tornaram suspeitos no processo.

A direção fica por conta de Bilall Fallah e Adil El Arbi, responsáveis pelo filme anterior.

A sequência também conta com Ioan GruffuddPaola Núnez, Vanessa Hudgens, Eric DaneAlexander LudwigTasha Smith.

‘A Garota na Fita’: 2ª temporada do suspense ganha trailer e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou teaser trailer oficial de A Garota na Fita 2: O Jogo da Alma’ (‘The Snow Girl 2: The Soul Game’), nova temporada da série de suspense baseada nos romance best-sellers de Javier Castillo.

O novo ciclo, composto por seis episódios, chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 31 de janeiro.

Confira:

David UlloaLaura Alvea retornam como diretores, enquanto Jesús MesasJavier Andréw Roig voltam como roteiristas.

A trama nos leva de volta a Málaga onde, desta vez, a jornalista Miren Rojo (Milena Smit), juntamente com Jaime (Miki Esparbé), um repórter que chega ao jornal Sur fugindo do seu passado e tentando recuperar a sua reputação perdida, investiga uma escola de elite que parece estar no centro do desaparecimento e do assassinato de duas jovens.

O novo ciclo também traz o retorno de Aixa VillagránMarco Cáceres no elenco, além de introduzir Hugo WelzelLuis CallejoLuis BermejoVicente RomeroJosé Coronado.

Diego Luna é EMBOSCADO na prévia inédita da 2ª temporada de ‘Andor’; Confira!

Disneydivulgou uma prévia inédita da 2ª e última temporada de ‘Andor‘, aclamada série do universo de ‘Star Wars.

O vindouro ciclo estreia hoje, dia 22 de abril, às 22h – com três episódios.

Confira, junto ao trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Crítica | ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ é um visceral e envolvente suspense distópico

Stephen King não é considerado um dos mestres da literatura contemporânea por qualquer motivo: singrando entre o drama, o suspense, o terror e vários outros gêneros, o romancista eternizou histórias que constantemente são adaptadas para o cinema, a televisão ou o streaming – como ‘IT: A Coisa’, ‘O Iluminado’, ‘Carrie, a Estranha’, ‘Jogo Perigoso’ e, mais recentemente, ‘A Vida de Chuck’. Agora, mais um livro assinado pelo prestigiado autor chega às telonas: A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’, inspirado na obra homônima lançada no final dos anos 1970.

Assinado sob o pseudônimo de Richard Bachman, a trama nos leva para um futuro distópico em que os Estados Unidos, tendo enfrentado uma batalha de proporções catastróficas que ficou conhecidas como A Grande Guerra, se reestabelece pouco a pouco e utiliza artifícios bastante controversos para resgatar o senso se patriotismo e união. Esse artifício é conhecido como A Longa Marcha, uma visceral competição que convida todos os jovens garotos do país a participar de uma caminhada sem fim, onde devem marchar ao passo de aproximados 5 km/h: caso reduzam a velocidade ou parem, eles recebem uma advertência; após a terceira advertência, eles são assassinados por oficiais do exército que os observam passo a passo. O último a sobreviver é condecorado com um prêmio inestimável que os permite ter basicamente o que desejarem.

Nesse terrível e assombroso espectro, Ray Garrity (Cooper Hoffman) contraria os clamores da mãe e resolve se inscrever na competição, sendo selecionado ao lado de outras dezenas de rapazes, incluindo o espirituoso e otimista Peter McVries (David Jonsson), o taciturno e atlético Billy Stebbins (Garrett Wareing), o estranho e volátil Gary Barkovitch (Charlie Plummer), o risonho e eclesiástico Arthur Baker (Tut Nyuot) e o ávido e impetuoso Hank Olson (Ben Wang). Forjando laços de amizade, confiança e certas desavenças que são firmados logo de cara, os participantes iniciam uma árdua jornada que os leva a enfrentar não apenas o impiedoso e opressor ambiente inóspito que os cerca, como fantasmas que insistem em persegui-los e colocar em xeque qual é o propósito da vida.

O projeto é comandado por Francis Lawrence, que não é nenhum estranho ao mundo das distopias. Conhecido por seu aplaudido trabalho em uma das melhores adaptações cinematográficas do século, ‘Jogos Vorazes: Em Chamas’, Lawrence se vê em território familiar ao que levou às telonas na década passada e sabe traduzir o épico escopo enfrentado por Katniss Everdeen para uma jornada angustiante e ironicamente claustrofóbica de Ray Garrity – utilizando sutis incursões similares para denotar o embate entre o poder vigente e aqueles que anseiam pela mudança. Afinal, Ray nutre de uma vingança pessoal para com o Major (Mark Hamill), militar responsável por gerenciar a Marcha e que incita a “coragem e a bravura” dos garotos como forma de controle e de entretenimento de massa.

Se Lawrence acerta na construção de uma atmosfera inescapável, melancólica e sombria (mesmo com o uso de cores quentes e de planos abertos e superssaturados), o roteiro assinado por JT Mollner acerta onde precisa e se vale da química do elenco para ofuscar algumas metáforas formulaicas. Mollner, que nos entregou um dos melhores suspenses do ano com ‘Desconhecidos’, migra do thriller psicológico para um suspense dramático de sobrevivência e promove um convite a refletir sobre regimes totalitários, a inevitabilidade da morte e o homem como objeto de condicionamento determinista – ou seja, forçado a voltar à barbárie em meio a um ambiente severamente adverso.

Tomando as rédeas do projeto, Hoffman se afasta por completo da controversa construção de personalidade do protagonista de ‘Licorice Pizza’ e expande-se para a traumatizada backstory de Ray – cujo princípio é bastante familiar, mas o afasta do emblemático herói de tantas outras distopias que conhecemos para finalizar um arco muito bem delineado e que serve como carta de amor à obra de King. Jonsson, emergindo como um inesperado coprotagonista e faz um fabuloso trabalho como Peter, o “pontinho de esperança” em meio à desolada e inabalável selva que os cerca, tentando manter seu otimismo irrefreável para garantir que, não importa o que aconteça, eles permanecerão amigos – e encontrando um apoio emocional essencial em Ray.

Cada membro do elenco tem seu momento de brilhar e, diferente do que podíamos imaginar, os múltiplos arcos convergem para um ponto em comum que faz sentido dentro do que esperamos e sem se deixar levar pelos exageros e pelas ambições desmedidas. Enquanto os cansativos maniqueísmos do bem e do mal são diluídos nos intrincados arcos de Ray e Peter, garantindo uma necessária humanidade para a narrativa que se dispõe à nossa frente, os outros personagens ganham força em peculiaridades que fornecem ritmo e dinamismo a cenas propositalmente cíclicas e exauríveis – mesmo que nem todas as investidas funcionem como deveriam.

A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 18 de setembro e configura-se como uma das melhores adaptações do extenso panteão de Stephen King dos últimos anos, contando com as habilidosas mãos do time criativo e do comprometimento aplaudível de um incrível elenco.

BAFTA 2026 | ‘Zootopia 2’ conquista o prêmio de Melhor Animação

Sucesso! A sequência ‘Zootopia 2‘ não apenas se tornou um sucesso de público e de crítica, como continua a marcar presença na temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores do BAFTA Film Awards 2026, o longa foi condecorado com o prêmio de Melhor Animação.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.

Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.

Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.

Prefeito Winddancer é destaque na imagem INÉDITA de ‘Zootopia 2’; Confira!

A produção ainda conta com as vozes de Nate Torrence, Ke Huy Quan, Fortune Feimster, Quinta Brunson, Bonnie Hunt, Don Lake, Jenny Slate, Tommy Chong, Raymond S. Persi, Alan Tudyk e Shakira.

‘O Diabo Veste Prada 2’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Está na hora de voltar aos corredores da Runway: O Diabo Veste Prada 2’ finalmente chegou ao streaming.

Estrelado por Meryl Streep (Miranda Priestly), Anne Hathaway (Andy Sachs), Emily Blunt (Emily Charlton) e Stanley Tucci (Nigel Kipling), a elogiada sequência foi lançada hoje, 29 de julho, no catálogo do Disney+.

Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a continuação recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a média supera a aprovação registrada pelo primeiro filme (B), há duas décadas.

Crítica | ‘O Diabo Veste Prada 2’ é uma glamourosa sequência que entrega exatamente o que promete

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

‘The Witcher’: Showrunner revela a principal diferença em relação à ‘Game of Thrones’

Após a estreia de ‘The Witcher‘, surgiram inúmeras comparações com outras séries do gênero, principalmente com ‘Game of Thrones‘, mas a showrunner Lauren S. Hissrich fez questão de explicar que há uma grande diferença entre ambas as produções.

Durante uma entrevista para a Variety, ela foi questionada sobre as inevitáveis comparações dos fãs, ao que ela respondeu:

“Se você for comparar, qualquer série ou filme medieval terão semelhanças. Mas a comédia é o que separa The Witcher‘ de outras séries fantásticas, como ‘Game of Thrones’. Andrzej Sapkowski [autor dos livros] é polonês, e ele estava me dizendo muito sobre sua infância na Polônia em meio a conflitos políticos… Ele me disse: ‘Como as pessoas lidam com a tragédia? Elas dão risadas’. Trazer esse tom cômico para uma série de fantasia medieval é algo que ainda não havia sido feito. Foi realmente importante para mim manter isso, e espero que os fãs gostem.”

Por falar nisso, Hissrich disse que tentou evitar a violência e a nudez explícita na série, afirmando que cenas desse tipo só foram gravadas quando havia um contexto.

“Pessoalmente, fico louca se houver violência e nudez gratuita só para chocar o público. Antes de gravar uma cena desse tipo, é preciso criar um contexto e entender porque tais personagens estão nus e o que isso diz sobre eles Espero que em todas as situações o público pense que eu entendi. ”

Por fim, ela disse como pretende lidar com a influência dos fãs sobre a narrativa.

“Antes de começar, eu queria ter uma conversa com os fãs. Eu me apresentei no Twitter dizendo quem eu era e o que estava fazendo. Recebi todo tipo de reação, boa e ruim, mas fiquei na minha. Eu quero que as pessoas saibam é que eu amo essa franquia, mas não significa que vou fazer tudo o que os fãs querem que eu faça. Eles só precisam saber que estou tentando honrar o material de origem, porque eu também adoro.”

Lembrando que todos os episódios de ‘The Witcher‘ já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘The Witcher’: 2ª temporada pode ter um bruxo a menos após saída de ator

A 2ª temporada de ‘The Witcher‘ acaba de perder um de seus personagens mais aguardados, o bruxo Eskel.

Em seu perfil do Instagram, ator Thue Rasmussen anunciou que não vai mais interpretar o personagem devido a conflitos em sua agenda por conta dos atrasos nas filmagens causados pela pandemia do Coronavírus.

Por conta disso, não se sabe se o elenco deve permanecer desfalcado ou se a equipe de produção vai escalar um ator substituto.

Em parte do comunicado, Rasmussen diz que:

“Infelizmente, devido à nova agenda de gravações causadas pelo Covid-19, não estarei interpretando Eskel em ‘The Witcher‘. É comovente, claro, mas principalmente me sinto feliz e grato pelos dias que passei no set no início deste ano. Todos estavam extremamente engajados e apaixonados pelo projeto e foi uma experiência verdadeiramente inspiradora.”

Confira:

 

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De acordo com o Redanian Intelligence, a equipe de produção está gravando uma grande cena de batalha entre os outros bruxos de Kaer Morhen para a 2ª temporada da série.

Foi dito que a cena envolve todos os membros conhecidos do clã dos bruxos, incluindo Geralt de Rivia (Henry Cavill), Vesemir (Kim Bodnia), Lambert (Paul Bullion), Coen (Yasen Atour) e Hemrik (Joel Adrian), além de vários outros personagens não identificados.

Infelizmente, não foram revelados maiores detalhes sobre a batalha, então não se sabe se os bruxos estarão enfrentando exércitos inimigos ou se rebelando contra seus superiores em Kaer Morhen.

Apesar de não haver nada confirmado, vale lembrar que o portal foi o 1º a mencionar a escalação de Cavill como Geralt e tem um histórico positivo ao divulgar detalhes sobre os bastidores da atração.

Anteriormente, a showrunner Lauren S Hissrich conversou com o The Wrap sobre a importância dos outros bruxos de Kaer Morhen e como eles irão expandir a trama.

“[O bruxo] Remus (Gudmundur Thorvaldsson) teve uma pequena participação na 1ª temporada. Mas traremos mais bruxos para a 2ª, e eles terão uma grande importância. Eu estou muito animada com a ideia, principalmente pela presença de Vesemir, porque ele é a figura paterna de Geralt… Mal posso esperar para ver a reação do público ao ver esse reencontro.”

Ela continuou:

“Também traremos Lambert e Coen, então você já pode deduzir que os bruxos terão mais destaque a partir de agora. posso dizer que a 2ª temporada será sobre Geralt retornando às raízes e revivendo a época em que esteve com seus irmãos desde os sete anos de idade. Saberemos de onde ele veio, qual é a sua história e qual é o seu senso de família.”

Apesar das novidades, as gravações da 2ª temporada devem ser finalizadas somente em fevereiro de 2021, então não há previsão de estreia para os novos episódios

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Titãs’: Imagens oficiais da 3ª temporada mostram Barbara Gordon e o Dr. Jonathan Crane, o Espantalho

A Entertainment Weekly divulgou duas imagens oficiais da aguardada 3ª temporada de ‘Titãs, que estreia ainda este ano.

Uma delas mostra Barbara Gordon (Savannah Welch) em sua cadeira de rodas enquanto conversa com Dick Grayson (Brenton Thwaites).

A outra mostra um assustado Dr. Jonathan Crane (Vincent Kartheiser), que mais tarde deve se tornar o temido vilão Espantalho.

Confira:

Lembrando que a página oficial da série anunciou através do Twitter que o primeiro teaser trailer dos novos episódios será lançado hoje, 17 de junho.

Confira:

Confira os títulos dos primeiros episódios do novo ciclo, que têm estreia prevista para agosto deste ano.

  • Episódio 1: Barbara Gordon (Escrito por Richard Hatem & Geoff Johns)
  • Episódio 2: Red Hood [Capuz Vermelho] (Escrito por Tom Pabst)
  • Episódio 3: Hank & Dove [Rapina e Columba] (Escrito por Jamie Gorenberg)
  • Episódio 4: Blackfire [Estrela Negra]
  • Episódio 5: Lazarus
  • Episódio 6: Lady Vic
  • Episódio 7: 51 Percent [51%]
  • Episódio 8: Home [Casa]
  • Episódio 9: Souls [Almas]
  • Episódio 10: Troubled Water [Águas Agitadas]

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Ravena) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.

‘Metrópolis’: Clássico do gênero sci-fi vai ganhar série de TV da Apple TV+ com criador de ‘Mr. Robot’

De acordo com o Deadline, a Apple TV+ está desenvolvendo uma série de TV inspirada em ‘Metrópolis, romance escrito pela autora alemã Thea von Harbou em 1925.

Fruto de uma parceria entre a plataforma de streaming e as produtora UCP e Anonymous Content, a série será escrita, dirigida e produzida por Sam Esmail, criador deMr. Robot.

O cineasta vem trabalhando no roteiro do piloto desde 2016, mas só agora teve sinal verdade para iniciar a produção, que ainda não tem previsão de estreia.

Para quem não conhece, o romance também deu origem ao clássico filme dirigido por Fritz Lang em 1927, no qual Harbou desempenhou a função de roteirista.

O filme mudo é considerado um dos primeiros longas-metragens do gênero sci-fi e, embora tenha sido muito criticado em seu lançamento, foi elogiado por nomes como Martin Scorsese e nomeado o 35º maior filme de todos os tempos pela British Film Institute.

Ambientada na cidade futurística de Metrópolis, a trama acompanha uma população que se divide em dois patamares. No primeiro, uma elite dominante aproveita os prazeres da vida, enquanto os trabalhadores que mantém a cidade funcionando lutam para sobreviver no subterrâneo.

Quando Freder, o filho do Senhor da grande Metrópolis e habitante do primeiro andar, se apaixona por Maria, considerada uma figura santa no subterrâneo, o rapaz descobre as péssimas condições às quais os trabalhadores são submetidos.

Quando Maria profetiza que um mediador irá surgir para trazer justiça ao povo do subterrâneo, uma revolta começa a ganhar força entre os operários em meio ao surgimento de uma figura metálica feminina.

Por enquanto, ainda não há previsão para o início das filmagens e nem informações sobre o elenco.

Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

‘Indiana Jones 5’: Imagem inédita traz o personagem em momento de ação; Confira!

A revista Empire divulgou novas imagens de ‘Indiana Jones 5‘, destacando o elenco principal da sequência, como Harrison Ford, Boyd Holbrook e Phoebe Waller-Bridge.

Em uma das imagens, vemos o protagonista sem seu clássico figurino, correndo pelas ruas trajado com um terno, no que parece ser uma perseguição.

Confira:

Vemos também Jones explorando uma caverna ao lado de sua afilhada, Helena Brody, que será interpretada por Waller-Bridge.

O restante das imagens mostra o visual de outros nomes do elenco, além da silhueta de um possível vilão. Confira na galeria abaixo:

 

Veja outras imagens divulgadas:

 

 

Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, conversou com o ComicBook.com no início deste ano e disse que o diretor James Mangold fez um trabalho inacreditável com Indy”.

“Estou emocionado por começar uma nova aventura, colaborando com um time dos sonhos de grandes cineastas de todos os tempos”, escreveu James Mangold, diretor de ‘Indiana Jones 5‘, em um comunicado quando o filme foi anunciado pela primeira vez. “Steven, Harrison, Kathy, Frank e John são todos meus heróis artísticos. sortudo como o próprio Indiana Jones.”

Por sua vez, Mangold negou totalmente as especulações envolvendo exibições teste supostamente “ruins” ou mesmo “desastrosas”, como disseram.

Na verdade, segundo o cineasta, nenhuma foi realizada até agora.

“Não. Não houve nenhuma exibição teste até agora”, falou Mangold no Twitter.

Ele rebateu um fã que disse: “Mas não é verdade! Então não é horrível!”.

Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz também Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Lembrando que Steven Spielberg decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem. Dessa forma, James Mangold comanda o novo capítulo da franquia.

John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

Documentário sobre julgamento de Johnny Depp e Amber Heard está DIVIDINDO a opinião do público; Confira as reações!

Já está disponível na Netflix o documentário ‘Depp v. Heard‘, que irá explora o infame julgamento de Johnny Depp e Amber Heard.

Para quem não sabe, o ator havia processado a ex-mulher em US$ 50 milhões em relação a um artigo de 2018 escrito por ela no jornal Washington Post sobre ser uma sobrevivente de abuso doméstico.

Heard o processou em uma ação em que pediu US$ 100 milhões (R$ 500 milhões), alegando difamação.

Após seis semanas de julgamento, os jurados condenaram a atriz a pagar US$ 15 milhões, valor que foi reduzido para US$ 10,35 milhões. Já Depp foi condenado a pagar US$ 2 milhões à ex-mulher.

A série documental examina “o infame caso de difamação que capturou a atenção do mundo e se tornou o primeiro julgamento de TikTok. Mostrando testemunhas de ambos os lados pela primeira vez, o projeto questiona a natureza da verdade e o papel que cumpriu em nossa sociedade moderna”.

Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão divididos sobre o conteúdo, já que alguns gostaram da forma como foram abordados os papéis das redes sociais e da opinião pública.

Por outro lado, alguns acreditam que o documentário quer passar a mensagem que o caso foi manipulado pelas redes sociais.

Confira as reações:

 

Confira o trailer:

Vale lembrar que o julgamento já rendeu um documentário do Discovery+, intitulada ‘Johnny vs Amber: The U.S. Trial‘, além de um filme do Tubi – ‘Hot Take: The Depp/Heard Trial‘.