Segundo o Deadline, as filmagens de ‘The Peasant’, épico de vingança medieval dirigido por Dev Patel (‘Fúria Primitiva’), foram oficialmente encerradas.
O projeto marca o primeiro do selo A24 a ser rodado na Índia.
O longa, cuja aquisição é estimada em cerca de US$ 30 milhões, marca mais uma parceria entre Patel e a A24, que anteriormente colaboraram em ‘A Lenda do Cavaleiro Verde‘, de David Lowery.
Descrito como uma mistura de ‘CoraçãoValente‘, ‘JohnWick‘ e lendas arturianas, ‘The Peasant‘ se passa na Índia feudal do século XIV e acompanha um pastor que, após ver sua comunidade destruída por cavaleiros mercenários, inicia uma jornada brutal de vingança — revelando segredos e habilidades muito além do que aparenta.
Com base em um roteiro presente na prestigiada Black List de 2023, o projeto foi desenvolvido pela Fifth Season em colaboração com o roteirista Will Dunn (‘Ms.Marvel‘).
A produção é realizada pela Thunder Road Films — a mesma por trás da franquia ‘JohnWick‘ — e há expectativa de que o filme possa dar origem a uma nova saga de ação.
Além de dirigir, Patel estrela e assume a cadeira de produtor, por meio do banner Minor Realm. A iniciativa marca a continuação de sua colaboração com a Thunder Road, estúdio que também apoiou ‘Fúria Primitiva‘ seu aclamado debut na direção, lançado no ano passado pela Universal.
Boas notícias para os fãs de ‘Casadas e Caçadoras’!
Em uma recente entrevista ao podcast The Tangle, o astro Dermot Mulroney, que interpreta Jed Banks na popular série sáfica da Netflix, revelou que as gravações da 2ª temporada já foram finalizadas.
“Sim, nós já completamos a 2ª temporada. Não estou certo e não posso dizer quando vai sair”, ele contou. “E notícias ainda melhores: a 3ª temporada já está em andamento. Acho que eles já reuniram a sala de roteiristas e estão cozinhando a próxima temporada. Devemos começar a rodar no outono [entre setembro e novembro]. Então, são ótimas notícias para os fãs [da série]”.
Na trama dos novos episódios, segredos antigos vêm à tona e inimigos forçam as protagonistas Sophie (Brittany Snow) e Margo (Malin Åkerman) a se unirem mais uma vez. À medida que se envolvem com um perigoso jogo, dúvidas começam a surgir. Elas são caçadoras ou são a caça?
‘Casadas e Caçadoras’ é um drama picante que acompanha a novata Sophie O’Neil (Brittany Snow) enquanto ela se encanta por Margo Banks (Malin Åkerman), uma socialite sedutora, e seu círculo exclusivo de amigas ricas, conhecidas como as Hunting Wives, em uma pequena cidade do leste do Texas. Por trás do charme sulista, esconde-se um mundo de tentações e relacionamentos perigosos. O charme magnético de Margo e o fascínio inebriante do grupo despertam as paixões adormecidas de Sophie, levando-a por um caminho traiçoeiro, repleto de ciúmes, suspeitas mortais e assassinato.
‘Dead by Daylight‘ é um jogo de terror multiplayer assimétrico, onde um jogador assume o papel do assassino, e os outros quatro jogadores jogam como sobreviventes. O objetivo dos sobreviventes é tentar escapar, reparando cinco geradores e abrindo os portões de saída para evitarem serem capturados, enganchados e sacrificados.
O Apple TV divulgou um novo clipe promocional da 3ª temporada de ‘Silo‘, série distópica estrelada por Rebecca Ferguson.
O próximo ciclo estreará no dia 3 de julho na plataforma de streaming.
Confira, junto ao teaser trailer e às imagens oficiais:
Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!
A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.
A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
‘Miraculous Ladybug: O Show Musical’, adaptação oficial para o palco da série de sucesso ‘Miraculous: As Aventuras de Ladybug e Cat Noir’, da Miraculous Corp — joint venture entre Mediawan e ZAG —, estreia nacionalmente no Rio de Janeiro, no Teatro Claro Mais, no dia 09 de julho.
A capital fluminense está entre as 10 cidades brasileiras que receberão a superprodução internacional em turnê pelo país. Apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Brasilprev, com patrocínio da Eurofarma, a realização é da Passos na Arte e Touché Entretenimento. Os ingressos já estão à venda pelo site da Uhuu.
Dirigida por Marllos Silva, esta produção espetacular e voltada para a família, promete uma experiência inesquecível para públicos de todas as idades.
Apresentando efeitos especiais de tirar o fôlego, cenários majestosos, voos aéreos reais sobre a plateia e um show de luzes deslumbrante, a performance ao vivo mistura magia, narrativa envolvente, coreografias impressionantes e canções originais criadas exclusivamente para o palco. O resultado é uma jornada totalmente imersiva que aproxima os personagens amados mais do que nunca de seus fãs.
Para dar forma a essa experiência, a equipe criativa conta ainda com direção musical de Laura Visconti, canções originais adicionais de Daniel Rocha, coreografias de Danilo Santana, desenho de som de Gabriel D’Angelo, desenho de luz de Felipe Antello, cenários da artista plástica Flávia Junqueira e figurinos de Bruno Oliveira.
‘Miraculous Ladybug: O Show Musical’ convida o público para o mundo mágico de Paris — onde Marinette, uma adolescente comum, se transforma na icônica super-heroína Ladybug ao lado do enigmático Cat Noir. Enquanto Marinette se prepara para comemorar seu aniversário, uma nova ameaça paira sobre a cidade. O sinistro Hawk Moth usa seus poderes sombrios para drenar as cores do mundo, mergulhando tudo no caos. Marinette e Adrien devem enfrentar o desafio, confrontar seus medos e abraçar seus destinos. Guiados pelo poder dos Miraculous, eles embarcam em sua maior batalha até agora — para proteger sua cidade e restaurar a esperança. O lançamento brasileiro segue adaptações anteriores de sucesso na Espanha e na França.
No espetáculo, o público verá personagens queridos como Ladybug, Cat Noir, Hawk Moth, Sofia, Rhinosaur e outros, ganhando vida através de performances habilidosas e figurinos meticulosamente elaborados que capturam a magia da série. Cenografia imersiva, elementos multimídia e tecnologia de palco inovadora transportam os espectadores diretamente para as ruas icônicas de Paris, recriando a atmosfera que os fãs conhecem do mundo animado.
O musical combina canções familiares com composições originais inéditas criadas especialmente para o show, convidando o público a cantar junto enquanto descobre novas favoritas. Mais do que uma aventura de super-heróis, a história explora amizade, trabalho em equipe, bravura e amor através de reviravoltas emocionais e momentos inesperados. Ao longo da performance, cenas interativas convidam o público a se tornar parte da ação, ajudando Ladybug e Cat Noir a enfrentar Hawk Moth, Rhinosaur e um novo vilão misterioso, Spectre.
A turnê nacional de ‘Miraculous® Ladybug: O Show Musical’ já tem apresentações confirmadas em diferentes capitais brasileiras ao longo de 2026. Após a temporada de estreia no Rio de Janeiro, o espetáculo segue para Natal (Teatro Riachuelo, dias 8 e 9 de agosto), Fortaleza (Teatro Via Sul, de 14 a 16 de agosto), Brasília (Teatro UNIP, dias 22 e 23 de agosto), Recife (Teatro Luiz Mendonça, de 28 a 30 de agosto) e Belém (Theatro da Paz, dias 5 e 6 de setembro), antes de chegar a São Paulo, onde cumpre temporada no Teatro Villa-Lobos, de 3 de outubro a 1 de novembro. Outras cidades já integram o planejamento da turnê e devem ser anunciadas em breve, ampliando a circulação do espetáculo pelo país e levando o universo de Ladybug e Cat Noir a diferentes públicos.
Faltando apenas 17 dias para a abertura da venda geral de ingressos doRock in Rio 2026 – marcada para o dia 8 de junho, às 19h, exclusivamente no site da Ticketmaster Brasil – Roberto Medina assina um manifesto que convida o público a olhar para tudo o que acontece antes da Cidade do Rock ganhar vida.
Na carta, o fundador do maior festival de música e entretenimento do mundo compartilha reflexões sobre a dimensão da operação, o propósito do evento e a emoção que move milhares de pessoas nos bastidores do Rock in Rio há mais de quatro décadas.
O texto nasce da vontade de mostrar a força da engrenagem que sustenta o festival e ganhará o Brasil em um filme de 3 minutos. Inspirado pela linguagem dos grandes espetáculos da Broadway, Medina usa a carta para introduzir o conceito da nova campanha publicitária do Rock in Rio 2026, gravada nos últimos dias, que transforma os bastidores dessa grande operação em um espetáculo musical.
“Sempre quis mostrar o que acontece antes daquele momento em que os portões se abrem e o público entra correndo. É naquele momento que a nossa magia ganha vida, se personifica por meio das pessoas presentes. Mas fazer tudo isso acontecer não é tarefa fácil. Sou homem de comunicação, então imaginei mostrar a partir do ensaio de um espetáculo musical, no melhor estilo Broadway e assim será”, escreve.
Ao longo do manifesto, Roberto reforça que o Rock in Rio vai muito além dos shows. “A essência do festival não é contratar bandas e vender ingresso. O que a gente entrega é emoção, e ela transborda os limites da Cidade do Rock, incentivando importantes projetos sociais e gerando um impacto econômico de mais de 3 bilhões para o Rio”, afirma.
Para Medina, no entanto, o principal protagonista do festival continua sendo o público. “Em setembro, o festival vai receber quem sempre foi o mais importante: o público. Cerca de 450 mil pessoas de todo o país estarão conosco vivendo grandes shows que só acontecerão no Rock in Rio e aproveitando a cidade mais linda do mundo”, destaca.
O manifesto termina com uma frase que resume a expectativa para setembro: “Em setembro, o Brasil vai se mudar para o Rio.” Roberto completa: “e vai mesmo. Não terá espaço para tantas pessoas, as caravanas vão chegar e estamos preparados para receber nossos fãs. Preparem-se porque o melhor do entretenimento será ao vivo, em setembro”.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
O universo de ‘The Boys’ continua em franca expansão no Prime Video – e, muito em breve, um novo spin-off chegará ao catálogo do Prime Video: ‘Vought Rising’.
A série derivada funciona como prelúdio da original, ambientada décadas antes dos eventos principais e dando destaque a Soldier Boy, que foi eternizado por Jensen Ackles nas telinhas.
Agora, a gigante do streaming revelou o primeiro teaser trailer oficial da série derivada, que teve lançamento confirmado para 2027.
Confira:
Em uma recente entrevista à Variety, Ackles destacou que, embora o formato seja familiar para quem já acompanha a série original, a mudança de época trará um frescor necessário à narrativa.
“Olha, vai parecer familiar em termos de formato, porque a ideia é pegar o que funciona em The Boys e fazer algo um pouco diferente, especialmente por se passar nos anos 1950. Mas, falando por mim, estamos acostumados a ver o Soldier Boy nos tempos modernos. Ele é, como gosto de dizer, um homem analógico em um mundo digital, um peixe fora d’água no contexto atual”, afirmou.
Ackles continuou: “Agora vamos vê-lo sendo relevante, no ambiente onde ele realmente pertence. Ele é o manda-chuva. Mas também veremos a experiência que explica por que ele se tornou quem é. Vamos explorar as camadas do que realmente aconteceu naquele período”.
A empolgação do astro com o projeto é evidente. Segundo ele, o convite foi aceito instantaneamente: “Quando me apresentaram a ideia, dizendo que seria um prelúdio ambientado nos anos 1950 com o Soldier Boy, eu nem deixei terminarem a frase antes de dizer ‘sim!'”.
Ackles ainda confirmou que a intenção da produção é que o derivado se estenda por várias temporadas.
A 79ª edição do Festival de Cannes consagrou uma das vitórias mais debatidas dos últimos anos ao entregar a Palma de Ouro ao cineasta romeno Cristian Mungiu por Fjord. O júri presidido por Park Chan-wook destacou a “coragem moral” do filme e sua capacidade de provocar debates sem recorrer a simplificações ideológicas. A escolha confirmou o tom político e identitário desta edição, marcada por obras sobre memória, pertencimento e choque cultural.
Estrelado por Renate ReinsveeSebastian Stan, o longa acompanha uma família cristã conservadora romena que tenta reconstruir a vida na Noruega, mas acaba enfrentando hostilidade em uma sociedade progressista incapaz de aceitar seus valores culturais e religiosos.
Ao inverter o perspectivas tradicionalmente adotado pelo cinema europeu contemporâneo, Mungiu constrói um drama moral provocador sobre intolerância ideológica, pertencimento e os limites do progresso quando este passa a rejeitar diferenças em nome da uniformidade social. Sem transformar seus personagens em mártires nem em vilões absolutos, Fjordaposta justamente na ambiguidade humana para questionar como sociedades consideradas abertas podem também produzir exclusão.
A vitória marca a segunda Palma de Ouro da carreira de Cristian Mungiu — a primeira foi por 4 meses, 3 semanas e 2 dias, em 2007 — e reforça o retorno do diretor ao centro do cinema político europeu. Conhecido por retratar conflitos éticos com rigor quase documental, o cineasta entrega aqui uma obra menos austera emocionalmente, porém igualmente afiada em sua crítica social. A obra também foi vencedora do prêmio da FIPRESCI, a Federação Internacional de Críticos de Cinema.
Noite histórica marcada por três empates
A cerimônia também ficou marcada por um feito inédito: três empates em categorias principais, algo sem precedentes na história recente do festival. O primeiro deles ocorreu na categoria de melhor interpretação feminina, entregue às atrizes Virginie Efira e Tao Okamoto por suas atuações em De repente (Soudain/ All of a Sudden) dirigido porRyûsuke Hamaguchi.
Emocionada, Virginie foi às lágrimas ao escutar o anúncio e destacou a beleza da amizade feminina retratada no longa. “Nunca vimos duas amigas assim desde Thelma & Louise”, afirmou a atriz, em referência ao clássico de 1991 de Ridley Scott, homenageado no cartaz oficial desta edição do festival.
O filme retrata um grupo de soldados que organizava apresentações de dança, teatro e música para entreter companheiros durante a Segunda Guerra Mundial. Muitos interpretavam papéis femininos sob um acordo tácito de cumplicidade entre os militares. Contudo, um jovem tímido acaba desenvolvendo sentimentos mais profundos por um dos performers, em uma narrativa sensível sobre desejo, identidade e afeto em tempos de guerra.
O empate triplo que consagrou estilos opostos
O terceiro empate da noite foi ainda mais surpreendente: duas produções dividiram o prêmio de melhor direção. A dupla espanhola Javier Calvo eJavier Ambrossi, conhecidos como “Los Javis”, venceu por La Bola Negra, obra poética inspirada em uma peça perdida de Federico García Lorca. O longa utiliza a reconstrução artística como instrumento de defesa da liberdade sexual e da memória cultural.
Em contraste de estilo, o polonês Pawel Pawlikowski também foi premiado por Fatherland, austero drama em preto e branco sobre o retorno do escritor Thomas Mann à Alemanha dividida após 16 anos de exílio nos Estados Unidos.
Apesar das diferenças formais entre os filmes, ambos compartilham o interesse por grandes figuras literárias e pelas marcas deixadas pelo exílio, pela repressão e pela identidade europeia.
Após as homenagens a Peter Jackson e John Travolta ao longo desta edição, Barbra Streisand tornou-se a terceira personalidade a receber uma Palma de Ouro honorária em Cannes 2026. A artista, porém, não pôde comparecer à cerimônia devido à recuperação de uma lesão no joelho. Em comunicado enviado aos jornalistas, Streisand agradeceu a homenagem e lamentou sua ausência:
“Sob orientação dos meus médicos, enquanto continuo me recuperando de uma lesão no joelho, infelizmente não posso comparecer ao Festival de Cannes este ano. Estou profundamente honrada em receber a Palma de Ouro honorária e estava ansiosa para celebrar os filmes extraordinários desta 79ª edição.”
Silent Voices, de Nadine Misong Jin (Columbia University, EUA)
Terceiro Prêmio (empate)
Aldrig Nok, de Julius Lagoutte Larsen (La Fémis, França) Growing Stones, Flying Papers, de Roozbeh Gezerseh e Soraya Shamsi (Filmuniversität Babelsberg Konrad Wolf, Germany)
O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em ‘Sem Volta Para Casa’.
A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.
O filme é dirigido porDestin Daniel Cretton. O cineasta, conhecido por ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, foi o escolhido para comandar a nova aventura de Peter Parker. Ele substitui Jon Watts, dos três filmes anteriores.
‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.
‘Mestres do Universo’ chega aos cinemas em 4 de junho cercado de expectativa, e a campanha promocional da Amazon MGM e da Sony Pictures já entrou na reta final com trailers inéditos, comerciais de TV, pôsteres e vários vídeos de bastidores destacando o elenco principal.
Mas um detalhe curioso não passou despercebido pelos fãs.
Jared Leto, astro de ‘Morbius‘ e intérprete do icônico vilão Esqueleto, praticamente desapareceu da divulgação do longa. O ator não promoveu o filme em suas redes sociais, ficou de fora da CinemaCon e também chamou atenção por sua ausência na estreia mundial realizada em Los Angeles.
De acordo com uma nova reportagem do Puck News, Leto “não estaria entusiasmado com o projeto”, embora os bastidores pareçam indicar uma situação ainda mais complicada.
Nos últimos anos, o vencedor do Oscar acumulou uma sequência de produções que decepcionaram nas bilheterias, incluindo títulos de grandes estúdios como ‘Tron: Ares‘, que teve desempenho abaixo das expectativas. Ainda que a responsabilidade não recaia exclusivamente sobre o ator, fontes da indústria apontam que os estúdios enxergam o nome de Leto como um possível problema de marketing.
A percepção em Hollywood é simples: destacar o ator como um dos protagonistas talvez não ajude a impulsionar o novo ‘Mestres do Universo’ — mesmo com ele aparecendo quase irreconhecível sob o visual sombrio do Esqueleto.
As primeiras impressões ao longa dividiram os críticos. Enquanto alguns amaram a vibe cafona e o universo criado para o filme, outros acharam que a maior parte da produção ficou uma “bagunça”.
“Mestres do Universo tem cerca de 20 minutos finais muito divertidos, estranhos, mas agradáveis. Quanto ao resto do filme? É uma bagunça. Coisas sérias tocadas para dar risadas, risadas tocadas para emoção, funciona, não funciona, realmente tenta, mas acaba sendo constrangedor demais. Cenas incríveis dos créditos finais, no entanto.”
#MastersoftheUniverse has a very fun, weird, yet enjoyable last 20 minutes or so. As for the rest of the movie? It’s a mess. Serious played for laughs, laughs played for emotion, it works, it doesn’t, it really tries but ends up being too awkward. Great end credits scenes though. pic.twitter.com/IINjM5uS84
“A melhor parte de ‘Mestres do Universo’ é que o filme abraça completamente suas raízes como um desenho animado exagerado dos anos 80 que ganha vida. O live-action nunca se leva muito a sério, se entrega totalmente ao lado mais brega e exibe com orgulho suas emoções. Em vez de tentar modernizar demais a franquia, ele resiste a essa ideia e é muito melhor por isso.”
The best thing about Masters of the Universe is that it fully embraces its roots as an over-the-top 80s cartoon come to life.
The film never takes itself too seriously, leans completely into the cheese factor, and proudly wears its heart on its sleeve. Instead of trying to turn… pic.twitter.com/L2V2TUCkgr
“Mestres do Universo é como um filme-irmão do primeiro Thor. Tem dificuldades para encontrar seu equilíbrio na primeira metade, mas, uma vez que se firma em seus temas de masculinidade frágil e ego, abre caminho para uma diversão incrivelmente gostosa que também é visualmente estimulante. Nicholas Galitzine é ótimo!”
MASTERS OF THE UNIVERSE is like a sister film to the first Thor. Struggles to find its footing in the first half, but once it locks on its themes of fragile masculinity and ego, it makes way for an incredibly fun time that’s also visually stimulating. Nicholas Galitzine is great! pic.twitter.com/w0sprjgNZw
“O charme despojado de ‘Mestres do Universo’ me conquistou. Uma experiência colossalmente épica. O live-action tem um tom autoconsciente ao estilo ‘Guardiões da Galáxia’ e uma mensagem radical em sua essência. Nicholas Galitzine e Camila Mendes arrasaram. […] O diretor Travis Knight demonstra uma genuína reverência por todas as encarnações do He-Man, desde os bonecos de ação até as animações. Cheguei a me emocionar em um determinado momento.”
#MastersOfTheUniverse director Travis Knight has a genuine reverence for all the incarnations of the He-Man character the MASTERS OF THE UNIVERSE action figures, animated & cinematic iterations. Easter Eggs are incorporated with craft & care. I got a little misty at 1 point.
“Nicholas Galitzine está impecável em ‘Mestres do Universo’, mas é seu timing cômico que rouba a cena. Assumidamente caricato, repleto de referências aos anos 80 (a trilha sonora!), e Jared Leto exagera na interpretação vocal como Esqueleto. Um pouco extravagante, mas, em sua maior parte, diversão para toda a família.
Nicholas Galitzine looks the part in #MastersOfTheUniverse (and how!) but it’s his comedic timing that steals the show. Knowingly cartoonish, packed with 80s vibes (the soundtrack!), and Jared Leto camps it up vocally as Skeletor. Slightly risqué, but mostly family-friendly fun. pic.twitter.com/EoRlS4l2dl
“Adorei ‘Mestres do Universo’ – uma das maiores surpresas do ano para mim. Sou muito fã de várias pessoas envolvidas, mas [a franquia] nunca foi muito a minha praia quando eu era mais novo. Além disso, baseado no que eu sei do material original, parecia um filme extremamente desafiador de se fazer. Mas Travis Knight e sua equipe conseguiram! Fui completamente arrebatado por essa aventura super vibrante, estranha e alegre. É totalmente absurdo, mas o absurdo funciona quando o elenco e a equipe entendem completamente o tipo de filme que estão fazendo e se dedicam totalmente para dar vida a ele.”
Bound to be one of the biggest surprises of 2026 for me — I loved MASTERS OF THE UNIVERSE.
I’m a huge fan of a lot of the folks involved, but it was never really my thing growing up and I kind of assumed the same would be true now. Also, based on what I do know of the source… pic.twitter.com/u0ecHjbWgM
“Eu AMEI ‘Mestres do Universo’! É uma verdadeira declaração de amor a tudo relacionado ao He-Man, além de ser um filme de fantasia/ficção científica lindo e bombástico que agrada a todos e não esconde suas emoções. É inacreditável que esse filme exista, mas estou muito feliz por isso. Passei o filme inteiro com um sorriso enorme no rosto.”
I LOVED #MastersoftheUniverse! Both a love-letter to all things He-Man and a beautiful, bombastic fantasy/sci-fi crowd pleaser that wears its heart on its sleeve. It’s insane this movie exists but I’m so happy it does. I had the biggest smile on my face the whole way through. pic.twitter.com/ZeHwvhBtAk
Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).
Eu sempre tive medo de pegar estrada, e ficava aterrorizado com histórias de caminhoneiros e lendas urbanas, como a da Noiva da Estrada – muito popular no interior de São Paulo e Minas Gerais. E foi nessa vibe que assisti ao terror ‘Passageiro do Mal‘ (Passenger), dirigido pelo talentoso André Øvredal (‘A Autópsia’).
Partindo de uma premissa simples e não muito inovadora, o filme parece ter saído direto de uma videolocadora dos anos 90. E não, isso não é uma coisa ruim. Um filme B quando bem feito, é entretenimento garantido. E foi isso que senti assistindo ao filme.
Logo no início, temos uma sequência de abertura pra lá de assustadora com dois amigos dirigindo na pista quando algo começa a segui-los. A introdução é bastante sombria e rende um dos melhores jumpscares que vivenciei nos cinemas nos últimos anos. Corta para um casal tentando recomeçar a vida, e decidindo fazer uma road trip em um trailer – aqueles carros que tem cama e que a pessoa pode morar e viver como nômade. Ele está extremamente feliz com a aventura ao lado da namorada, que não está tão empolgada com a aventura.
No meio do caminho, eles acabam presenciando um acidente e param para ajudar o motorista, para momentos depois descobrirem que uma entidade maligna que causou aquelas mortes agora está seguindo eles, que serão os próximos.
O enredo pode não ser inovador, mas rende momentos bastante inspirados de terror e um clima constante de medo enquanto a história vai se desenrolando e o casal vai descobrindo as origens do “passageiro” e também toda a mitologia de como sobreviver na estrada, incluindo o código Hobo – um sistema de desenhos que os motoristas fazem na pista para avisar sobre lugares seguros ou perigosos.
Øvredal, que já tinha dirigido o ótimo ‘A Autópsia‘, sabe criar um clima de tensão gostoso misturado com jumpscares muito bem construidos que realmente te fazem pular da cadeira. É um filme simples, mas muito bem realizado.
Outro ponto positivo são os astrosLou Llobell e Jacob Scipio, que vivem o casal Tyler e Maddie. Eles tem uma ótima química em tela e o arco narrativo é muito bem construído para que você se importe com os personagens, que subvertem as regras do gênero e não se separam para resolver os problemas, o que passa uma mensagem muito bonita sobre união e amor. E ainda temos a vencedora do Oscar Melissa Leo em uma participação especial impagável.
O terceiro ato é marcado por exageros e “viagens”, mas que no contexto geral, são muito bem vindos.
‘Passageiro do Mal‘ é um filme de terror simples e eficiente, que não inventa a roda, mas assusta, diverte e entretém.
‘Não É Bem Assim’ (“It’s Not Like That”), nova série dramática cristã estrelada porErinn Hayes, Scott Foley e J. R. Ramirez, conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 7 avaliações.
No geral, os críticos elogiaram a produção por sua abordagem sensível e realista sobre temas como luto, fé e relações familiares.
“Uma série sensível sobre parentalidade, amizade e amor, ‘Não É Bem Assim’ é um verdadeiro sopro de ar fresco, sem soar como propaganda religiosa”, disse Aramide Tinubu da Variety.
“‘Não É Bem Assim’ é um drama familiar multigeracional que se destaca graças ao ótimo roteiro, às boas atuações e à fantástica química entre Scott Foley e Erinn Hayes”, disse Joel Keller do Decider.
“A capacidade de abordar o luto e, ao mesmo tempo, incluir essa ideia de relacionamento e crianças envolvidas tornou tudo muito identificável. Os criadores fazem um trabalho impressionante ao nos envolver nesse universo e nos fazer investir emocionalmente nesses personagens”, disse Ricky Valero do Geek Vibes Nation.
“Eu nunca tinha visto uma série que tratasse a vida cristã sincera e o ministério religioso de forma séria como ponto central do drama. Até agora”, disse Brett McCracken do The Gospel Coalition.
“‘Não É Bem Assim’ ressuscita silenciosamente um gênero abandonado. É o retorno do drama familiar em uma série tão charmosa quanto autenticamente, e cativantemente, bagunçada”, disse Jasmine Blu do TV Fanatic.
“Não é algo revolucionário. É agradável, delicado e muito parecido com uma versão mais leve de ‘Minha Família'”, disse Dustin Rowles do Pajiba.
‘Não É Bem Assim’ (It’s Not Like That) está disponível no Prime Video.
Criada por Ian Deitchman e Kristin Robinson, que também atuam como showrunners, a série acompanha Lori (Hayes), recém-divorciada e mãe de dois adolescentes, e Malcolm (Foley), um pastor viúvo com três filhos. Antigamente, suas famílias faziam tudo juntas, mas agora ambos precisam lidar com a nova rotina como pais solteiros — enquanto navegam o luto, a fé, e os limites entre amizade e algo mais. É uma história de amor? Não é bem assim. Ou é?
A produção é do Amazon MGM Studios, com direção do episódio piloto a cargo de Brad Silberling. O time de produtores executivos inclui Deitchman, Robinson, Garret Lerner, Jon Erwin, Justin Rosenblatt, Kelly Merryman Hoogstraten (Wonder Project), Alex Goldstone (42/Anonymous Content) e Kingdom Story Company.
‘Não É Bem Assim’ marca a estreia de alguns talentos na televisão, como Cassidy Paul, e reforça a aposta do estúdio em histórias familiares que abordam fé, recomeços e conexões humanas sob uma nova perspectiva. A data de estreia ainda não foi divulgada.
O diretor e roteirista Curry Barker comentou abertamente sobre os bastidores de ‘Obsessão’ (Obsession), longa-metragem de terror que está atualmente em cartaz nos cinemas. Em entrevista recente, o cineasta revelou que a trama possui um “furo de roteiro”estrutural que ele, pessoalmente, detesta.
De acordo com o Deadline, o problema está diretamente relacionado às regras de funcionamento do misterioso e sobrenatural objeto conhecido como “One Wish Willow” (O Salgueiro do Único Desejo).
“Quer dizer, é meio que um furo de roteiro. É algo em que eu não gosto de pensar muito, porque realmente não faz sentido existir um mundo cheio de pessoas fazendo desejos. Realmente não faz sentido nenhum”, admitiu o diretor.
Na história, o protagonista Bear (Michael Johnston) recorre ao artefato místico para fazer um pedido sombrio: ele deseja que sua amiga Nikki (Inde Navarrette) o ame mais do que qualquer outra coisa no mundo. Consequências sangrentas e obsessivas passam a persegui-los até que o roteiro revela que qualquer pessoa no mundo pode fazer um pedido ao One Wish Willow e ter sua vontade realizada.
Para Barker, essa abertura cria uma incoerência com o cenário realista estabelecido no filme: “Se o One Wish Willow realmente funciona, o que acontece dentro dessa mitologia, e as pessoas estão fazendo desejos o tempo todo, então haveria coisas malucas acontecendo… tipo dragões existindo. E nada disso aparece. O mundo parece bem normal no filme. Então realmente não faz sentido”.
Buscando uma justificativa lógica para a própria obra, o cineasta compartilhou uma teoria que desenvolveu nos bastidores, embora reconheça que ela também esbarra em contradições práticas:
“Minha interpretação é que, toda vez que alguém faz um desejo, essa pessoa entra em uma realidade alternativa onde o desejo se realiza. Assim, você não está vivenciando todos os desejos ao mesmo tempo. Mas isso também não funciona totalmente, porque o dinheiro cai do teto. Sim, está quebrado”, brincou ele, referindo-se à cena em que o personagem Ian (Cooper Tomlinson) pede uma fortuna em frente a Bear.
Apesar do incômodo com as regras de sua própria mitologia, o diretor não descarta expandir esse universo no futuro.
“Obviamente tenho outros projetos que me empolgam mais no momento, mas consigo imaginar ‘Obsession 2’. Ou talvez algo que me anima ainda mais: uma antologia em formato de episódios de uma hora. Cada episódio mostraria um desejo diferente saindo completamente do controle. Talvez eu dirigisse o piloto com o mesmo diretor de fotografia, e então outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões. Isso seria muito legal”, concluiu.
Vale lembrar que o terror já está em exibição nos cinemas nacionais!
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.
Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.
Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.
A polêmica saída de Ryan Gosling do elenco de ‘Um Olhar do Paraíso’ (2009), adaptação cinematográfica do aclamado livro de Alice Sebold, voltou a repercutir em Hollywood. Na época, Gosling havia sido escalado para viver o pai da protagonista interpretada por Saoirse Ronan, mas acabou sendo demitido após engordar cerca de 27 quilos para o papel sem o consentimento do diretor Peter Jackson.
De acordo com a Variety, Jackson quebrou o silêncio sobre as antigas declarações do ator e assumiu a responsabilidade pela falha na escalação, tratando o episódio com diplomacia:
“Não vou falar sobre casos específicos de atores porque é algo pessoal e privado, e não é culpa deles. Sempre que trocamos um ator, na verdade a culpa é nossa, porque não acertamos no elenco e escolhemos a pessoa errada para aquele papel. Não é porque eles fizeram algo errado”, afirmou.
O cineasta vencedor do Oscar ainda completou elogiando o astro: “Ryan é um ator fantástico, como todos sabemos. Filmes dependem de química tanto na frente quanto atrás das câmeras. Às vezes percebemos que aquilo que imaginávamos simplesmente não está acontecendo. É complicado, e ocasionalmente cometemos erros”.
O desabafo de Jackson rebate as declarações dadas por Gosling em 2010, quando o ator explicou que a falta de comunicação na pré-produção foi o estopim para o desentendimento criativo entre os dois.
“Eu realmente acreditava que ele deveria pesar cerca de 95 quilos. Nós não conversamos muito durante a pré-produção, e esse foi o problema. Eu apareci no set e percebi que tinha entendido tudo errado. Aí eu estava gordo e desempregado”, desabafou na época.
A atriz Saoirse Ronan, que protagonizou o longa aos 14 anos, também relembrou os bastidores da substituição. Segundo a artista, a troca ocorreu de forma madura e amigável quando os ensaios já estavam avançados:
“Eu adorava o Ryan e o cachorro dele, George, então fiquei triste por ele não estar mais lá. Mas acho que os motivos da separação foram totalmente válidos. Já conversei com os dois sobre isso e essas coisas acontecem. Nem sempre é algo pessoal”, afirmou.
Ronan também elogiou a entrada de Mark Wahlberg, que assumiu o papel às pressas após a demissão de Gosling: “Mark já era pai, tinha experiência com isso. Ryan era muito jovem na época, tinha uns 27 anos”.
Na trama, a jovem Susie Salmon é brutalmente assassinada por George Harvey, um vizinho que vive sozinho. Enquanto seus pais, Jack e Abigail, lidam com a negação e a polícia falha em colocar o criminoso na lista de suspeitos, a própria família passa a desconfiar dele. Presa em um plano espiritual entre o paraíso e o inferno, Susie passa a observar o sofrimento de seus entes queridos, dividida entre o desejo de vingança e o anseio de ajudar sua família a superar a tragédia.
De acordo com informações do portal Ingresso.com, as filmagens do drama tiveram início na última segunda-feira, dia 18 de maio, e devem se estender ao longo de cinco semanas, divididas em locações na cidade do Recife e na região de Arcoverde, no sertão de Pernambuco.
A produção marca o novo trabalho do diretor Leonardo Lacca, que recentemente atuou como diretor assistente, preparador de elenco e corroteirista do aclamado longa ‘O Agente Secreto’ (2025), deKleber Mendonça Filho.
“A trama de “Sábado Morto” acompanha Diogo, médico residente no Recife, que precisa retornar ao sertão pernambucano, após anos distante, por conta de um acontecimento inesperado na família. Ao lado da esposa, Aline, ele reencontra sua mãe, Terezinha, determinada a exigir respostas sobre fatos recentes, e talvez algo mais. Entre lembranças e desconfortos, segredos começam a emergir”, diz a sinopse.
Em comunicado oficial à imprensa, o diretor Leonardo Lacca celebrou o início dos trabalhos no set de filmagens e elogiou o elenco escalado para o projeto:
“Tem sido muito especial ver o universo de ‘Sábado Morto’ ganhar vida ao lado de atores maravilhosos como Jesuíta Barbosa, Malu Falangola, Múcia Teixeira e Matteus Cardoso. E é maravilhoso realizar mais um trabalho em parceria com Emilie, além de uma equipe técnica incrível, que realizou um trabalho muito potente nessa etapa que rodamos no Recife”, afirmou.
O projeto cinematográfico conta com a assinatura da renomada produtora Emilie Lesclaux pela Cinemascópio, estúdio por trás de sucessos como ‘Bacurau’ e ‘Aquarius’, desenvolvendo o longa-metragem em parceria direta com a Trincheira Filmes.
O universo de ‘Tulsa King’, aclamada série de drama policial da Paramount+, continua a expandir suas frentes políticas e criminais. De acordo com informações exclusivas do portal Deadline, a atriz Eden Lee (‘Dia Zero’) foi escalada para um papel recorrente de grande importância na vindoura quarta temporada da produção, idealizada pelo prolífico criadorTaylor Sheridan.
Lee interpretará Maya, descrita pelos bastidores como a rigorosa e influente chefe de gabinete da governadora do estado de Oklahoma. A introdução da personagem promete trazer novos embates de poder para a rotina dos negócios comandados pelo mafioso Dwight “The General” Manfredi, interpretado por Sylvester Stallone.
Além disso, conforme anunciado anteriormente pela produção, a atriz Gretchen Mol foi promovida ao elenco regular para os novos episódios.
Nos bastidores, a série mantém a fórmula responsável por seus altos índices de audiência. O renomado produtor Terence Winterretorna como o principal roteirista e produtor executivo do quarto ano da série. Dividindo o comando criativo do projeto, o criador Taylor Sheridan e o astro Sylvester Stallone também seguem assinando a produção executiva dos episódios.
Ainda não se sabe quando o próximo ciclo chegará à plataforma de streaming.
O ator Sebastian Stan, que interpretou o empresário e político Donald Trump no longa-metragem biográfico ‘O Aprendiz’ (2024), fez duras críticas ao atual cenário político e social dos Estados Unidos. Em declarações recentes, o artista destacou que a atmosfera no país intensificou-se negativamente em comparação ao período de lançamento do filme.
De acordo com informações publicadas pelo portal Deadline, Stan demonstrou profunda preocupação com os rumos da liberdade de expressão e a perseguição à classe artística no país:
“Acho que estamos em uma situação muito, muito ruim. Para ser honesto, quando você olha para o que está acontecendo, a consolidação da mídia, as censuras, as ameaças, os supostos processos judiciais que nunca acabam, mas também nunca chegam a lugar algum, os sinais já estavam ali”, afirmou.
O ator aproveitou para traçar um paralelo entre a atual conjuntura civil e as barreiras comerciais e jurídicas que a própria produção de ‘O Aprendiz’ enfrentou para conseguir ser distribuída e exibida nos cinemas, sofrendo tentativas de boicote antes mesmo de sua estreia em festivais internacionais.
“Nós enfrentamos isso com o filme. Não sabíamos se o longa seria exibido no festival. Talvez as pessoas estejam prestando mais atenção naquele filme agora. Nós passamos por tudo isso antes mesmo de Jimmy Kimmel e Stephen Colbert. Queria que não fosse assim”, concluiu.
Dirigido por Ali Abbasi (‘The Last of Us’), o filme explora a época em que o ex-presidente dos Estados Unidos comandou o programa de TV chamado O Aprendiz.
Jeremy Strong (‘Succession’) e Maria Bakalova (‘Morte Morte Morte’) fazem parte do elenco. A dupla viverá o advogado Roy Cohn e a primeira esposa de Donald, Ivana Trump, respectivamente.
O filme – cujo título é uma referência ao reality competitivo apresentado por Trump –, é descrito como “uma exploração de poder e ambição, ambientado em um universo de corrupção e mentiras”.
A trama foca no negócio imobiliário de Trump, em Nova Iorque, durante os anos 70 e 80, e a sua relação com Cohn, ao mesmo tempo que contará “uma história de mentor-protegido que traça as origens de uma importante dinastia americana”.
O roteiro foi assinado por Gabriel Sherman, da minissérie ‘A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes‘.
O avanço e o crescimento do uso de inteligência artificial na indústria de Hollywood e no cinema global ganharam um novo e controverso capítulo. Uma série de curtas-metragens gerados integralmente por IA, inspirados em ensaios fotográficos de revistas eróticas publicadas há 50 anos, estreou oficialmente noFestival de Cannes. Após a exibição no prestigiado evento francês, a coletânea será disponibilizada no mercado de streaming pela plataforma especializada Cultpix.
De acordo com informações publicadas pela revista Variety, o projeto foi desenvolvido por Thomas Meier, profissional da empresa norueguesa Multiformat. Ele utilizou ferramentas avançadas de IA generativa para transformar ensaios estáticos de revistas adultas lançadas originalmente em 1976 em vídeos completos, adicionando movimento fluido, colorização digital, som sincronizado, diálogos e narração. Como parte da estratégia de lançamento voltada a colecionadores, o material também ganhará uma edição limitada em formato VHS.
Em nota oficial, Rickard Gramfors, CEO e cofundador da Cultpix, detalhou a proposta conceitual por trás do uso da tecnologia para reinterpretar o acervo histórico:
“Queremos usar a tecnologia mais recente para estimular uma discussão sobre imagens que hoje têm meio século de existência. O que antes era considerado material adulto chocante agora parece incrivelmente inocente para os padrões atuais. Ao dar vida a essas imagens estáticas através da IA, estamos criando um diálogo entre a estética provocativa do passado e a nova tecnologia, explorando como nossa visão sobre o corpo humano e a sexualidade mudou ao longo de 50 anos”, afirmou.
O lançamento desses curtas-metragens ocorre em paralelo ao crescimento exponencial do uso e, consequentemente, dos debates éticos e criativos sobre a inteligência artificial generativa em Hollywood e no mercado cinematográfico global. Longe de ser apenas uma ferramenta de estúdio, a tecnologia tem cruzado novas fronteiras artísticas e comerciais.
Um dos marcos recentes desse debate foi o anúncio histórico da atriz Tilly Norwood, apontada pela indústria como a primeira “atriz de IA” a ganhar protagonismo no setor. A novidade soma-se ao surgimento de um novo mercado de produções seriadas geradas integralmente por algoritmos, apelidadas popularmente de “novelas de figuras”ou ficções geradas por IA, que começam a testar os limites da narrativa tradicional e a redefinir a relação entre tecnologia, atuação e direitos de imagem nas produções de entretenimento.
A consagrada atriz Michelle Pfeiffer, protagonista de ‘The Madison’, nova série de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’), detalhou recentemente a rotina intensa e os bastidores conturbados da produção. A estrela revelou que “levou um tempo” para o elenco se habituar às condições das locações, marcadas pela falta de ar-condicionado e até de encanamento básico.
De acordo com o Deadline, Pfeiffer relembrou que a estrutura do set refletia o isolamento geográfico da narrativa: “Tudo foi um pouco corrido para todos, então algumas acomodações não estavam prontas. Não havia banheiro; até a casinha do lado de fora não era de verdade. Então não tinha ar-condicionado, encanamento, não tinha nada. Mas era incrivelmente lindo”.
A logística adotada pelo estúdio para capturar as paisagens naturais também impôs sacrifícios à rotina dos atores, eliminando os tradicionais privilégios das grandes produções de Hollywood.
“Nós realmente não tínhamos trailers no set, porque eles filmavam em 360 graus, então não podiam deixar vários trailers ao redor. Não havia lugar para sentarmos, não tinha banheiro por perto e nem comida. No inverno fazia frio. Era tipo: ‘Podemos ter um aquecedor?’. E no verão eu perguntava: ‘Posso conseguir um guarda-sol? Porque o sol está muito forte'”, acrescentou.
Lembrando que ‘The Madison’ foi renovado para sua 2ª temporada.
Expandindo o aclamado universo de Yellowstone, o novo spin-off acompanha a jornada da família Clyburn, que decide abandonar uma vida confortável e luxuosa em Nova York para recomeçar do zero nas regiões selvagens e implacáveis do estado de Montana.