O astro Channing Tatum (Magic Mike, Anjos da Lei) e a atriz Rebecca Wang foram confirmados no elenco de vozes da versão em inglês de ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito‘.
Tatum vai dublar Keizo, enquanto Wang será a voz de Koyuki. Ambos se juntam ao elenco original da dublagem em inglês do anime, que retorna para a adaptação cinematográfica: Zach Aguilar (Tanjiro Kamado), Abby Trott (Nezuko Kamado), Aleks Le (Zenitsu Agatsuma), Bryce Papenbrook (Inosuke Hashibira), Johnny Yong Bosch (Giyu Tomioka) e Erika Harlacher (Shinobu Kocho).
Segundo Mitchel Berger, VP executivo de comércio global, Tatum se apaixonou por ‘Demon Slayer‘ e pelo universo dos animes assistindo à série com a filha.
O longa estreia em 11 de setembro nos cinemas brasileiros, distribuído pela Crunchyroll e Sony Pictures Entertainment no Canadá e Estados Unidos.
‘Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.
A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.
A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.
Mais uma baixa para o Woody Allen. Após sua filha Dylan Farrow, dar uma entrevista à CBS contando com detalhes suas acusações de abuso sexual contra o diretor, parece que seu novo projeto, ‘A Rainy Day in New York’, pode ser engavetado.
Segundo a Vulture, a produtora Amazon Studios já está considerando engavetar, ou até mesmo cancelar, o filme, na tentativa de não se envolver em polêmica. Os atores protagonistas Timothée ChalameteSelena Gomezinclusive já doaram seus salários recebidos pelo filme.
As fontes consultadas pelo site revelaram que a Amazon não irá tolerar os casos de abuso envolvendo diretores e atores, e tem como arcar com o prejuízo de um possível cancelamento do longa, que lançaria nos cinemas ainda esse ano.
Por enquanto, nenhum anúncio oficial foi dado pela produtora e o futuro de ‘A Rainy Day in New York’ ainda está incerto.
Na trama, dois jovens chegam a Nova York para um fim de semana onde se encontram com mau tempo e uma série de aventuras. O filme ainda conta com Elle Fanning, Jude LaweDiego Luna.
O diretor James Gunn compartilhou em seu Twitter uma imagem do roteiro de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, indicando que o mesmo já está finalizado. Na legenda, ele escreveu: “Todo o meu coração”.
Durante uma nova entrevista ao Collider, o chefão do Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a pré-produção do aguardado último capítulo da franquia, ‘Guardiões da Galáxia 3’, começa muito em breve.
“James Gunn já nos entregou um rascunho e começamos oficialmente a pré-produção em breve. As filmagens começam no início do próximo ano. ‘Capitã Marvel’ termina em cerca de duas semanas, ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ começa em duas semanas, ou seja, ‘Guardiões 3’ fica para o início de 2019”
“Sr. James, Guardiões da Galáxia Vol. 3 será antes de Guerra Infinita?”; “Será depois”.
O filme parece que vai definir os rumos da saga dos heróis de forma decisiva, conforme compartilhou o diretor James Gunn.
Respondendo um usuário do Twitter, o cineasta comentou que a interação atual que temos dos personagens será encerrada no terceiro capítulo, que completará a saga.
“Vol. 3 vai terminar esta interação dos Guardiões e completar a história dos três filmes”.
Confira:
O lançamento do ‘Vol.3’ é previsto para 2020, mas ainda não há anúncio do Marvel Studios. As gravações estão previstas para começar em janeiro de 2019.
Quem entrou no Google nesta quarta-feira (12) se deparou com o doodle de uma mulher negra que talvez não seja conhecida pela geração atual. Trata-se de Ruth de Souza, um nome importantíssimo do cenário cultural brasileiro. Nascida em 12 de maio de 1921, a atriz, que faleceu em 2019, completaria 100 anos hoje.
Reprodução/ Google
Nascida no Engenho de Dentro, subúrbio do Rio de Janeiro – que era o Distrito Federal na época -, Ruth Pinto de Souza se mudou para um sítio em Minas Gerais ainda criança e viveu lá até seus nove anos de idade. Quando o pai faleceu, ela voltou para a capital do país junto da mãe e passou a viver em uma vila de lavadeiras e jardineiras em Copacabana. E foi nesse retorno ao Rio, ainda com seus nove anos, que Ruth passou por uma experiência que mudaria de vez sua vida: ela foi ao cinema pela primeira vez. Fascinada com Tarzan, o Filho da Selva (1932), a pequena ficou interessada em descobrir como era possível aquelas imagens se movendo na telona. Ela queria saber como funcionava e queria fazer parte disso.
O filme ‘Tarzan, o Filho da Selva’ encantou a mente da jovem Ruth.
O problema é que a sociedade da época era muito mais racista que a atual e as dificuldades para uma jovem negra virar atriz eram ainda maiores. Para piorar, as poucas pessoas negras que conseguiam ultrapassar a barreira do preconceito acabavam sendo escaladas apenas para papéis de criadagem ou para serem humilhados como personagens caricatos de humor. Conforme foi crescendo, Ruth teve de lidar com o racismo, mas foi descobrindo também o teatro. E foi na Revista Rio que ela descobriu o Teatro Experimental do Negro (TEN), um grupo de atores liderados por Abdias do Nascimento.
O TEN de Abdias do Nascimento foi fundamental para que Ruth despontasse no teatro.
Em 1945, Ruth se une ao TEN e no dia 8 de maio de 1945 ela faz história ao se tornar a primeira atriz negra a se apresentar no lendário palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Junto aos amigos do Teatro Experimental do Negro, ela estrela a peça O Imperador Jones, de Eugene O’Neill, e começa sua carreira com o pé direito. Em seguida, ela emplacou diversas peças de sucesso e recebeu o prêmio de Melhor Atriz da Associação Brasileira de Críticos Teatral por seu papel em O Filho Pródigo (1947).
Ruth e Abdias em “O Imperador Jones”.
Em 1948, ela estreia nos cinemas brasileiros no filme Terra Violenta, adaptação da obra Terras Do Sem Fim, do autor Jorge Amado, que a indicou pessoalmente para o papel no longa-metragem. O talento da jovem atriz chamou a atenção de diversos críticos e especialistas da época, incluindo o teatrólogo e diplomata Pascoal Carlos Magno, que a indicou para uma bolsa na Fundação Rockefeller, nos Estados Unidos. Com a bolsa, ela passou um ano na América, frequentando a Universidade de Howard, em Washington, e a Academia Nacional do Teatro Americano, em Nova York. Nos EUA, ela chegou a atuar em peças e gravações para a TV. A partir daí, sua carreira cinematográfica deslanchou de forma brilhante, até ser coroada com o filme Sinhá Moça (1953), que rendeu a ela uma indicação ao Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1954, imortalizando Ruth de Souza como a primeira pessoa nascida no Brasil a ser indicada a um prêmio de cinema internacional. Na cerimônia, ela concorreu com Katharine Hepburn, Michèle Morgan e Lili Palmer, sendo esta última a vencedora.
A carreira cinematográfica de Ruth contou com quase quarenta filmes
Ainda nos anos 1950, ela começa a fazer radionovelas e peças gravadas para a televisão, que ainda era muito precária. Então, em 1959, ela vive outro ponto chave na carreira ao levar os principais prêmios da temporada por seu papel na peça Oração para uma Negra. Com seu destaque, Ruth lutava para quebrar o paradigma dos negros só interpretarem escravos ou serviçais, mas as produções cinematográficas dirigidas por brasileiros não queriam ter protagonistas negras, o que decepcionou a atriz, que preferiu voltar sua atenção para outros meios da arte. O racismo brasileiro era tão grande que na mesma época em que era esnobada pelos diretores de seu país, ela foi dirigida por Douglas Fowley no filme Mistério na Ilha de Vênus, que foi seu primeiro longa-metragem colorido da carreira. Mesmo assim, já consolidada como estrela dos palcos, dos rádios e dos cinemas, e se firmando aos poucos como voz ativa na luta dos atores negros, ela chega à Rede Globo nos anos 1960 e se torna a primeira atriz negra a protagonizar uma telenovela. Em A Cabana do Pai Tomás, Ruth dividiu protagonismo com Sérgio Cardoso.
Sérgio Cardoso e Ruth de Souza estrelaram “A Cabana do Pai Tomás”
Posteriormente, a atriz alternou dezenas de trabalhos entre o teatro, o cinema e a televisão, se tornando um dos principais nomes da arte brasileira e abrindo portas para centenas de outros atores negros que vieram nos anos seguintes. Entre suas produções de maior destaque, podemos citar o filme A Grande Arte (1991), de Walter Salles, as novelas O Clone (2000) e Senhora do Destino (2004), e o filme As Filhas do Vento (2004), de Zito Araújo. Com essa carreira marcada por pioneirismo e muito sucesso, Ruth de Souza faleceu em 2019, aos 98 anos, vítima de uma pneumonia. Entretanto, mesmo não estando mais entre nós fisicamente, Ruth seguirá imortal enquanto a arte brasileira viver.
Um sucesso é um sucesso, né? Em se tratando de desenho animado da Disney, quanto mais, melhor. E para celebrar os vinte anos do lançamento do primeiro filme de ‘Monstros S.A.’, que nos trouxe um inesperado universo de monstros que assustavam as crianças durante o sono, a empresa de Mickey Mouse traz agora para os fãs um presentão: uma série original intitulada ‘Monstros no Trabalho’, que chega à plataforma Disney+ no próximo dia 7 de julho.
Depois que a ‘Monstros S.A.’ entendeu que melhor que assustar as crianças era fazê-las rir, a empresa pensou em reformular sua estrutura e, para tal, indicou Mike e Sully para as posições de CEO e de gerente da empresa. Assim, os dois passam a elaborar estratégias para renomear os departamentos e instruir os funcionários sobre os procedimentos cômicos para fazer as crianças rirem. Nisso chega Tylor Tuskmon, um monstro recém-recrutado da universidade que chega à Monstro S.A. para ser o novo assustador, porém, tão logo chega ele descobre que apesar de ter conseguido quebrar o recorde de sustos do Sully, agora terá que aprender a ter graça, pois a empresa mudou seu conceito e, se quiser realizar seu sonho de trabalhar lá, Tylor terá que se adaptar.
Com episódios curtinhos de menos de trinta minutos cada, ‘Monstros no Trabalho’ faz ligação direta com o fim do primeiro filme da franquia, seguindo a cronologia dos eventos da produção. Nesse sentido, é interessante observar dois pontos: o primeiro é o desânimo de Sully neste início – compreensível, afinal, ele acabou de perder a porta que o conectava à Boo, e nunca mais irá vê-la; o segundo é a transição corporativa – tema bastante comum no mundo adulto, que aborda as dificuldades de adaptação e de transição no ambiente do trabalho, tanto para os funcionários quanto para os chefes. Por isso, talvez esta seja a produção mais adulta da franquia.
Escrito por Pete Docter e Roberts Gannaway, ‘Monstros no Trabalho’ traz uma diferença para o sequenciamento da franquia: pela primeira vez a história é centrada em outro personagem que não a dupla Sully e Mike. Ao jogar o protagonismo no novato Tylor, o ritmo da história muda, pois o personagem, por estar nesse momento de transição, sente-se confuso e inseguro, e é exatamente este o sentimento que é transmitido ao espectador sobre a produção.
Por outro lado, a garotada jovem provavelmente irá curtir os novos personagens do setor de manutenção da empresa, o MIRF – para onde Tylor é designado a trabalhar –, pois são monstros coloridos, alegres, sempre dispostos a tornar tudo melhor. Kate Good, Rob Gibbs e Stephen J. Anderson dirigem esta que provavelmente já é a série que fará a transição de universos de ‘Monstros S.A.’, expandindo-o em outros núcleos para que a franquia não se esgote.
Flutuando entre o universo criado nos filmes e se dedicando muito mais em trazer uma nova fase para a proposta original, a série ‘Monstros no Trabalho’ funciona mais como um spin-off da animação de sucesso, com algumas cenas engraçadas e um início bastante reflexivo. Se você é fã, não perca a oportunidade de reencontrar os queridos Mike e Sully!
Depois do fracasso decepcionante de ‘Liga da Justiça‘, muitos fãs pediram por uma versão estendida ou uma versão do diretor do filme da mesma forma que aconteceu com ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘.
Entretanto, anos se passaram e nada dessa versão ser anunciada. Agora, um novo rumor surge. Segundo o filho de Zack Snyder, Eli, “boas notícias estão por vir”.
— Chris Wong-Swenson #ReleaseTheSnyderCut (@nexuspong) February 25, 2019
Ainda assim, é difícil afirmar que se trata da versão do diretor do filme. Pode ser alguma divulgação de roteiro ou de algumas artes conceituais descartadas. Só resta esperar.
O universo estendido DC continua com ‘Shazam!’, que estreia em 05 de abril de 2019, ‘Aves de Rapina’, marcado para o dia 07 de fevereiro de 2020, e ‘Mulher Maravilha 1984’, que estreia no dia 05 de junho de 2020.
Um filme-solo intitulado ‘Coringa’ estreia neste ano ainda, no dia 04 de outubro, mas não se insere dentro do panteão de heróis e é estrelado por Joaquin Phoenix.
‘Clube do Terror’ foi desenvolvido e exibido pela Nickelodeon e trazia um grupo de adolescentes em volta de uma fogueira. Em cada episódio um deles era responsável por contar uma história de terror real.
A obra gira em torno das Indústrias Lumen, uma companhia que almeja a levar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal para o novo nível. Scott estrela como Mark, um funcionário com passado obscuro que tenta recuperar o controle de si mesmo, enquanto Arquette será sua chefe.
Ben Stiller entra como diretor e produtor executivo. Ele e Arquette já trabalharam juntos na aclamada minissérie ‘Escape at Dannemora’, pela qual levou um Globo de Ouro para casa.
Segundo o ComicBook.com, o ator Joel Stoffer, conhecido por interpretar Enoch Coltrane na adorada série ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’, entrou para o elenco da 4ª temporada de ‘Stranger Things’ em um papel misterioso.
“Tenho um papel em ‘Stranger Things'”, ele comentou. “Não espero que seja algo de longo-prazo, mas eu tenho. Eles irão me contatar e eu irei para Geórgia, Atlanta, para gravar quando eles voltarem”.
O novo ciclo da série foi uma das muitas produções interrompidas desde março por conta da crise do Coronavírus.
No entanto, o The Hollywood Reporter divulgou que o retorno das gravações da aclamada série está programado para 17 de setembro.
Apesar disso, foi dito que apenas 25% da equipe de produção foi autorizada a retornar ao trabalho, mas é possível que a medida permita a chegada de mais funcionários ao longo dos meses.
Em entrevista ao portal, o coordenador de cenas Hiro Koda mostrou positividade em relação ao retorno das gravações:
“Acho que isso já é um avanço porque estávamos aflitos sem saber quando voltaríamos a trabalhar. O número de funcionários no set será drasticamente reduzido, mas também há membros da equipe trabalhando em casa, então estamos aliviados. Vamos seguir os protocolos de restrição e respeitar as leis para concluirmos o mais rápido possível.”
Infelizmente, Koda não revelou quanto falta para o término das filmagens, então só resta aguardar pelas próximas atualizações.
Enquanto isso, assista nossa crítica da 3ª temporada:
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
O remake em live-action de ‘Mulan’ teve uma estreia um tanto quanto diferente de seus conterrâneos, visto que debutou exclusivamente no Disney+ nos Estados Unidos e estreou em alguns mercados cinematográficos estrangeiros.
A mudança de plataformas (decorrida da pandemia de COVID-19) foi um movimento arriscado por parte dos executivos da Casa Mouse – e seus resultados serão divulgados em breve.
O CEO da Walt Disney Studios, Bob Chapek, revelou em uma recente coletiva de imprensa que está “satisfeito com resultado de ‘Mulan’ como um título de acesso premium” no Disney+.
Para aqueles que não se lembram, o filme pôde ser alugado pelo preço de US$29,99 no serviço e teve uma recepção considerável por parte dos assinantes. Já na China, por exemplo, a obra arrecadou US$66,8 milhões.
A declaração vai ao contrário dos rumores que afirmam que o filme fracassou comercialmente devido ao valor cobrado em um serviço de streaming que já é pago.
Segundo o Deadline, a receita de ‘Mulan‘ (incluindo lucros da plataforma de streaming, de seu lançamento em PVOD e de sua exibição em telas internacionais) será divulgada apenas no dia 10 de dezembro.
Vale lembrar que a companhia anunciou outro grande lançamento através da plataforma para o dia 25 de dezembro, ‘Soul’, cuja decisão provavelmente foi feita após o sucesso inesperado de ‘Mulan’.
‘Mulan‘ será lançado em território nacional no dia 17 de novembro.
Hua Mulan é a espirituosa e determinada filha mais velha de um honrado guerreiro. Quando o Imperador da China emite um decreto que um homem de cada família deve servir no exército imperial, Mulan decide tomar o lugar de seu pai, que está doente. Assumindo a identidade de Hua Jun, ela se disfarça de homem para combater os invasores que estão atacando sua nação, provando-se uma grande guerreira.
A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.
A cinebiografia ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ ganhou uma nova cena oficial, divulgada recentemente pelo Hulu.
No vídeo, Billie (Andra Day) performa a icônica canção “Ain’t Nobody’s Business”.
Confira:
Dirigido por Lee Daniels – ‘O Mordomo da Casa Branca‘ e ‘Preciosa‘ –, ‘Estados Unidos Vs Billie Holiday‘ mostra a vida de uma das mais importantes cantoras de Jazz da história, Billie Holiday (Andra Day). O drama explora, especialmente, momentos da década de 40 em que a artista foi alvo de uma operação do FBI para impedi-la de cantar “Strange Fruit”, música que se tornou um hino do movimento dos direitos civis no século XX. Além deAndra Day, o filme é estrelado por Natasha Lyonne, Garrett Hedlund e Evan Ross.
O filme é escrito pela dramaturga e roteirista Suzan-Lori Parks.
Day faz sua estreia na atuação ao lado de Trevante Rhodes como Jimmy Fletcher, agente infiltrado que mudou de lado após se apaixonar pela artista. Natasha Lyonne completa o elenco.
‘Billie Holiday’ não tem previsão de estreia no Brasil.
A jovem popstarOlivia Rodrigo divulgou recentemente o videoclipe oficial de “brutal”, um dos singles oficiais do aclamado álbum ‘Sour’.
Confira:
O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais e também conta com as músicas “driver’s license”, “deja vu” e “good 4 u”.
Confira a tracklist oficial abaixo:
brutal
traitor
drivers license
1 step forward, 3 steps back
deja vu
good 4 u
enough for you
happier
jealousy, jealousy
favorite crime
hope ur ok
Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.
No começo desse ano, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100.
Em entrevista à GQMagazine, o astro Brian Cox revelou que recusou um papel na famosa franquia de aventura ‘Piratas do Caribe’ – e o motivo pode vir a chocar os fãs da saga.
Cox comentou que foi cogitado para interpretar o Governador Weatherby Swann nos longas-metragens (personagem que foi dado, eventualmente, a Jonathan Pryce). Entretanto, ele não aceitou o trabalho por causa do protagonista Johnny Depp, intérprete do Capitão Jack Sparrow.
“É praticamente o show de ‘Johnny Depp como Jack Sparrow’, e Depp, apesar de carismático como eu tenho certeza de que ele é, é muito exagerado, muito superestimado”, ele disse.
Cox completa: “digo, ‘Edward Mãos-de-Tesoura’. Vamo comvinar, se você aparece com mãos daquele jeito e uma maquiagem assustada e branca, você não tem que fazer nada. E ele não fez. E, consequentemente, ele tem feito menos ainda. Mas as pessoas o amam. Ou o amavam. Eles não o amam tanto assim atualmente, é claro”.
Como se não bastasse, o ator também recusou um papel na elogiada série de fantasia ‘Game of Thrones’, dessa vez em virtude do baixo salário.
“Quando recebi a oferta, originalmente o dinheiro não era tudo isso, digamos assim. Além disso, eu seria morto bem no começo, então não teria quaisquer dos benefícios a longo prazo de uma série de sucesso. Então passei adiante”, ele disse.
Lembrando que Cox interpreta Logan Roy no aclamado drama ‘Succession’, cujas três temporadas já estão disponíveis na HBO Max.
Relembre o trailer oficial do ciclo mais recente:
A série foi criada por Jesse Armstrong.
A trama acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.
O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.
‘Succession’ é um dos grande sucessos da HBO e já levou para casa duas estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Série Dramática e Melhor Ator em Série Dramática para Strong – além de ter sido indicado outras seis vezes.
Três anos depois da icônica saga mágica ‘Harry Potter’, de J.K. Rowling, chegar às telonas através da Warner Bros. e de Chris Columbus, o universo do bruxinho mais famoso de todos os tempos já se consagrava como um dos mais adorados pelo público. E, em 2004, o vibrante escopo fabulesco passava por uma grandiosa transformação com o lançamento de ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’.
Dirigido por Alfonso Cuarón, mesmo nome por trás de aclamadas produções como ‘Filhos da Esperança’, ‘Gravidade’ e ‘Roma’, o longa-metragem trouxe Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson retornando como Harry, Rony e Hermione, respectivamente, reunindo o trio para a aventura mais sombria de suas vidas até então. Na trama, os nossos heróis retornam para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts apenas para se depararem com um perigo mortal: o retorno do assassino Sirius Black (Gary Oldman), que fugiu da prisão de Azkaban, considerada até então como à prova de fugas, e está à procura de Harry. Para proteger a escola, Alvo Dumbledore (Michael Gambon) recruta os temíveis Dementadores, estranhos seres que sugam a energia vital de quem se aproxima deles, que tanto podem defender a escola como piorar ainda mais a situação.
O filme teve uma recepção extremamente sólida por parte da crítica internacional, que até hoje considera a iteração como a melhor entrada do universo mágico, e fez um sucesso estrondo de público, arrecadando mais de US$797 milhões mundialmente e se tornando a 2ª maior bilheteria do ano. Além disso, conquistou duas indicações ao Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora e Melhores Efeitos Visuais.
Para celebrar o recente 18º aniversário desse clássico instantâneo, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:
Para criar laços com o trio protagonista, Cuarón pediu para que cada um deles escrevesse uma redação sobre seus respectivos personagens. Watson escreveu um texto de dezesseis páginas sobre Hermione; Radcliffe escreveu apenas uma sobre Harry; e Grint, assim como Ron, nunca entregou a redação.
Cuarón nunca tinha lido os romances originais, ou assistido aos dois primeiros filmes, quando recebeu a oferta de comandar o terceiro capítulo. Foi o diretor Guillermo del Toro que o convenceu, dizendo: “não seja estúpido; leia os livros imediatamente”.
Uma cláusula no contrato de Cuarón o impedir de xingar na frente das crianças no set de filmagens.
Ciente de seu gosto pela música, Oldman presenteou Radcliffe com um baixo como presente quando eles se conheceram.
Rowling revelou que teve “arrepios” quando assistiu a vários momentos do filme, visto que eles inadvertidamente faziam referência aos eventos nos dois últimos livros. Ela comentou: “as pessoas estão reassistindo ao filme e pensando que essas coisas foram colocadas deliberadamente como pistas”.
Durante as filmagens, todos os bolsos das vestimentas de Tom Felton foram costurados para impedi-lo de entrar com comida no set de filmagens.
Remo Lupin (David Thewlis) é uma raridade entre os professores, visto que chama os estudantes por seus primeiros nomes, e não pelos últimos. Os outros dois professores conhecidos por também fazer isso são Dumbledore e Rúbeo Hagrid (Robbie Coltrane).
Para fazer com que o Nôitibus Andante parecesse ziguezaguear freneticamente pelo trânsito em uma velocidade absurda, as cenas foram rodadas com o ônibus conduzido a uma velocidade normal, enquanto os outros carros rodavam lentamente. As cenas foram rodadas pela câmera em um ritmo mais vagaroso que o normal. Quando colocada em velocidade normal, o ônibus parecia muito rápido.
Thewlis foi a primeira escolha de Cuarón para o papel de Lupin. Ele aceitou o papel depois de receber conselho do Ian Hart, intérprete do Professor Quirrell em ‘A Pedra Filosofal’, que disse que Lupin era “a melhor parte dos livros”.
Harry Mellinghavia perdido tanto peso que o papel de Duda Dursley foi quase reescalado. Eventualmente, foi decidido que Melling continuaria a interpretar Duda e que ele usaria um traje maior para mantê-lo fiel ao personagem.
Os novos episódios foram lançados hoje, 03 de novembro, na plataforma de streaming.
Relembre os títulos oficiais:
Capítulo 1: Rebirthday Capítulo 2: Fallen Stars Capítulo 3: Breathtaking Capítulo 4: Through the Looking Glass Capítulo 5: The Great Gates Capítulo 6: The Drakewood Capítulo 7: Beneath the Surface Capítulo 8: Rex Igneous Capítulo 9: Escape from Umber Tor
“Direi isso: não seria ótimo se retornar um ovo para uma mãe que perdeu o ovo ou retornar um bebê dragão trouxesse paz mundial? Não seria ótimo? Bom, é um passo na direção certa, mas os conflitos e as complicações de Xadia são progundas, e acho que podemos especular sobre personagens diferentes que têm níveis diferentes de idealismo e acreditam que a mudança deve aparecer rapidamente”, disse Ehasz.
Ele continuou: “e acredito que os temas são os mesmos. Acho que as esperanças e os sonhos de nossos personagens são os mesmos, mas o mundo vai se revelar mais complicado do que se mostrou nas primeiras três temporadas”.
Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada.
O Disney+ divulgou o trailer oficial dublado de ‘Ahsoka’, série do universo ‘Star Wars’ dedicada à personagem titular (Rosario Dawson), que chegará ao catálogo da plataforma de streaming no próximo mês de agosto.
A prévia é mercada por diversos momentos de ação, com duelos de sabre de luz, batalhas espaciais e aparições especiais dos personagens da animação ‘Rebels‘, como Hera Sydulla (Mary Elizabeth Winstead) e Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo)
À medida que o lançamento se aproxima, mais novidades vão surgindo.
De acordo com o Making Star Wars, um novo modelo de sabre de luz será introduzido na série.
Foi dito que o novo design nunca foi visto antes na saga ‘Star Wars‘, sendo inspirado em espadas como floretes e rapieiras, usadas no esgrima.
A será empunhada por uma das vilãs da série, chamada Shin, papel supostamente desempenhado por Ivanna Sakhno (‘The Reunion’).
O mentor de Shin, Baylon (Ray Stevenson), também vai usar um modelo de sabre diferenciado, mas será algo parecido com o sabre que Kylo Ren (Adam Driver) usou na recente trilogia da saga nos cinemas.
A introdução de novos modelos de sabre já é uma tradição na franquia desde que Darth Maul (Ray Park) usou seu sabre dupla em ‘A Ameaça Fantasma‘.
A série está sendo liderada por Dave Filoni, co-criador de Ahsoka na animação ‘Star Wars: The Clone Wars‘.
Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.
Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.
No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.
“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”
A adorada comédia ‘As Branquelas‘ já está disponível no catálogo da Paramount+.
O longa foi lançado hoje, 14 de setembro, na plataforma de streaming.
Na trama, Kevin e Marcus Copeland são dois agentes do FBI muito atrapalhados, que acabam se dando mal em uma investigação e são ameaçados de perder seus empregos. Quando um plano para seqüestrar as mimadas irmãs socialites Brittany e Tiffany Wilson é descoberto, Kevin e Marcus ficam com a humilhante missão de escoltar as duas socialites do aeroporto para o hotel. Enquanto são escoltadas, as duas mulheres se ferem e eles se vêem obrigados a se disfarçar como elas para que seu chefe não descubra o ocorrido.
O longa custou US$ 37 milhões e arrecadou US$ 113 milhões mundialmente.
Lançada em 2004, a produção se tornou um sucesso estrondoso de público, sendo uma das comédias mais amadas até hoje, mesmo 19 anos depois.
‘Fallout’ é uma das produções mais aguardadas do ano que vem e, agora, o Prime Video divulgou três cartazes inéditos da adaptação.
Confira, junto às imagens promocionais e ao trailer:
A produção estreará oficialmente no dia 12 de abril de 2024.
Durante uma entrevista para a Vanity Fair, Todd Howard, o produtor da série disse que a trama será ambientada no cânone dos jogos, mas vai se concentrar em uma narrativa inédita porque:
“Eu não queria uma releitura de uma trama que já existe. Muito do que conversamo enquanto planewjávamos a série eram coisas do tipo: ‘Isso aqui é igual àquilo que fizemos em Fallout 3’… E eu dizia: ‘É, nós já contamos essa história, precisamos de algo novo’. Eu não tenho interesse em reciclar nada do que já fizemos. Eu estava interessado em contar uma história única na série. Trate-a como um jogo e dê aos criadores da série um campo para eles brincarem.”
Mesmo assim, a Bethesda [produtora responsável pelos games] considera a trama da série como parte fundamental da franquia como um todo.
“Consideramos os eventos da série como algo canônico. É incrível quando alguém olha para o seu trabalho e o traduz com estilo. Já pude ver [alguns trechos da série] e pensei: ‘Ah, por que não fizemos isso antes?’.”
O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-Jones, Aaron Moten e Kyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).
Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.
Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.
Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa Joy, Athena Wickham, Todd Howard e James Altman.
A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.
Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.
‘Once Upon a Time’ se tornou uma das produções televisivas mais originais dos últimos anos. Mesmo encontrando certos obstáculos em seu terceiro ano, que tangenciaram um melodrama extremamente excessivo, introduzir personagens que ganharam o gosto do público foi uma investida interessante. É claro que não podemos deixar de levar em consideração o imenso marketing por trás da série, mas ainda assim o cliffhanger da iteração anterior foi de tirar o fôlego. E desse modo, entramos no mundo de ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’ que, seguindo o mesmo padrão já conhecido de Edward Kitsis e Adam Horowitz, encontrou uma perspectiva nova e macabra que, mesmo com deslizes óbvios e um claro apelo mercadológico (considerando que a animação da Walt Disney Studios havia sido lançada um ano antes), funciona dentro das próprias restrições.
Elizabeth Lail e Georgina Haig interpretam as irmãs Anna e Elsa, respectivamente. Porém, diferente do filme da Casa Mouse, a história se passa algum tempo depois dos eventos originais, trazendo-as de volta para Arendelle e focando tanto no casamento de Anna com Kristoff (Scott Michael Foster) quanto nas descobertas que Elsa faz em relação à sua família. De qualquer forma, a série ganha uma sólida reformulação narrativa para delinear as tramas que cruzarão caminho com as que já conhecemos.
A quarta temporada mergulha na mesma estruturação que a terceira, dividindo-se em dois blocos. Neste aqui, Anna ganha bastante protagonismo na cronologia passada e mostra que vai muito além da ingênua e sonhadora personagem que conhecemos nas telonas, fazendo escolhas a priori terríveis para manter a união de sua família, mas nunca perdendo seu espírito altruísta. Já no presente, as coisas até tentam se mover com o mesmo dinamismo, mas eventualmente esbarram em certos obstáculos, incluindo a rapidez desnecessária com a qual a história se desenrola. Porém, existe um nome em especial que torna-se o centro inesperado das atenções, seja pela atuação, seja por sua envolvente backstory: Elizabeth Mitchell.
A atriz, conhecida por seu papel como Juliette em ‘Lost’, encarna a versão original do conto de Hans Christian Andersen que deu origem ao filme vencedor do Oscar. ‘A Rainha de Gelo’, na verdade, traz uma trama muito mais complexa e nem um pouco otimista para a personagem-título, aqui chamada de Ingrid. E, além disso, ela integra a própria família de Elsa e Anna, entrando como tia das duas – uma tia perdida que esconde um terrível segredo e que, insurgindo como a principal antagonista, segue um padrão conhecido de redenção e vitimização, sendo fruto de circunstâncias negativas que a moldaram no “monstro” que todos a consideram hoje.
Porém, Mitchell encontra um terreno muito fértil para mostrar sua versatilidade: ainda que sua trama em específico pareça datada, ela mantém-se em uma bolha fria e cruel que não mede esforços para conseguir o que quer – inclusive lançar uma terrível maldição para destruir todos os moradores de Storybrooke. E como se não bastasse, ela mantém uma relação materna muito forte com Emma (Jennifer Morrison), tendo sido sua mãe adotiva em um passado remoto. No final das contas, ela se entrega ao amor que nunca achou ter de suas falecidas irmãs, sacrificando-se para o bem de todos em um clássico final feliz e fabulesco que facilmente nos arranca algumas lágrimas e já coloca o tom para a próxima parte da temporada.
E é aqui que as coisas começam a desandar. Após um complicado desentendimento entre Rumplestiltskin (Robert Carlyle) e Belle (Emilie De Ravin), o Senhor das Trevas retorna ao seu compulsório arco de pura egolatria e parte em busca de antigas “aliadas” do passado: as icônicas Malévola (Kristin Bauer), Cruella De Vil (Victoria Smurfit) e Úrsula (Merrin Dungey), também conhecidas como as Rainhas da Escuridão. Porém, nenhuma delas ganha uma exploração digna do que representam em um panteão clássico: as subtramas são tratadas em sua superficialidade e lutam para ganhar destaque em um outro pano de fundo, em que os vilões merecem ganhar seus finais felizes enquanto os heróis devem se submeter a uma vida em que nada dá certo. Em outras palavras, uma drástica inversão de papéis.
Também é aqui que temos a participação do Autor, figura responsável por contar todas as histórias dos Reinos mágicos. Porém, essa nova versão, encarnada por Isaac Heller (Patrick Fischler) nunca gostou apenas de relatar, e encontrou nessa “profissão” um meio para colocar tudo o que sempre quis – e por isso mesmo resolve se aliar com Rumplestiltskin e mudar para sempre o que conhecemos. “Está na hora dos vilões terem um final feliz”, ele repete, em quase todos os episódios. Eventualmente ele consegue fazer isso nos últimos dois episódios, até que o beijo de amor verdadeiro entre mãe e filha quebra a nova maldição – um recurso que já se prova cansativo ao extremo, como de Kitsis e Horowitz não tivessem mais de onde tirar cartas para continuar a originalidade de outrora. De fato, temos pulsões inesperadas ao caminharmos para o season finale, que novamente muda o caráter de cada um dos protagonistas e coadjuvantes para o bel-prazer do Autor (que, no mundo real, se transforma em um romancista best-seller, prendendo os personagens em um cosmos inescapável e dentro do qual não se lembram de nada) e de Rumple, que não suporta mais a ideia de ser condicionado a vilão.
Mais uma vez, Lana Parrilla emerge como o melhor elemento da narrativa ao encarnar um lado inédito de Regina Mills, fingindo retornar às suas raízes vilanescas apenas para ajudar Emma (que se torna uma de suas amigas mais próximas) e proteger o filho, Henry (Jared S. Gilmore) das forças malignas que o afligem – e que antecipam sua condição como o próximo Autor. Parrilla divide os holofotes com Carlyle, que reitera sua posição como um dos atores mais versáteis da contemporaneidade, e ambos trilham um caminho parecido e complementar até um dos melhores ganchos da série. No final das contas, o time por trás de ‘Once Upon a Time’ ainda abre espaço para que fiquemos ansiosos para o ciclo seguinte – em que Regina se consagra como a heroína que todos precisávamos e Emma, agora, está fadada a se render à escuridão ao se transformar na nova portadora da Adaga do Sombrio.
Ah, e só mais uma coisa: a temporada também se vale do bem-vindo retorno de Rebecca Mader como Zelena – cujo impacto causado na temporada anterior foi tamanho, que não houve alternativa além de trazê-la de volta de maneira espetacular e de modo a ofuscar os equívocos estruturais dos episódios.
Quando um escândalo força seu irmão a resignar, Isla Gordon (Hudson) é nomeada presidente da famosa franquia de basquete de sua família em Los Angeles. Ela terá que provar que foi a escolha certa para o trabalho no mundo dos esportes dominado pelos homens.
‘Elio’, a mais recente animação da Pixar, chega aos cinemas nacionais no próximo dia 19 de junho – e já tivemos a oportunidade de assistir ao longa-metragem.
Agora, nosso crítico e jornalista Thiago Nolla traz a vocês as primeiras impressões da atração.
Adrian Molina, Domee Shi e Madeline Sharafian são responsáveis pela direção.
A trama segue Elio, um azarão com uma imaginação fértil que, de repente, se vê transportado para o Comuniverso, uma organização interplanetária com representantes de galáxias distantes. Erroneamente identificado como o embaixador da Terra para o resto do universo e completamente despreparado para esse tipo de pressão, Elio deve criar novos laços com excêntricas formas de vida alienígenas, sobreviver a uma série de incríveis provações e, de alguma forma, descobrir quem ele realmente deve ser.
Yonas Kibreab (‘Obi-Wan Kenobi’) dubla o personagem titular. A produção ainda conta com as vozes de Jameela Jamil (‘The Good Place’),Brad Garrett (‘Operação Babá’) e Zoe Saldaña (‘Avatar’).
Segundo o Deadline, a indicada ao Oscar Ana de Armas (‘Entre Facas e Segredos’, ‘Bailarina’) está em negociações finais para integrar o elenco de ‘Reenactment’, novo filme de Grant Singer.
Caso o acordo seja fechado, a atriz se juntará aos previamente confirmados Benicio del Toro (‘O Lobisomem’) e Cameron Diaz (‘As Panteras’).
O longa marca a nova colaboração de Del Toro com Singer, que dirigiu o aclamado thriller ‘Reptile’ (2023) e também assina o roteiro de ‘Reenactment’.
Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo. A produção está prevista para começar em breve, com filmagens marcadas para Los Angeles.
O aclamado realizador e CEO da DC Studios James Gunn divulgou o primeiro vislumbre de ‘Homem do Amanhã’, sequência do elogiado ‘Superman’ (2025), confirmando que as gravações do projeto já começaram.
Apesar de não trazer muitos detalhes, é possível ver o Departamento de Correções VanKull ao lado do crachá que revela Lex Luthor (Nicholas Hoult) como um dos detentos. Para aqueles que não se recordam, o vilão foi remanejado de Belle Reve para o local em questão após fazer um acordo com Rick Flag Sr. no final da 2ª temporada de ‘Pacificador’.
Se prestarmos mais atenção, é possível ver o logotipo oficial da sequência perto de uma claquete, combinando o icônico brasão de Superman ao símbolo de Brainiac.
O elenco ainda com David Corenswet no papel titular; Rachel Brosnahan como Lois Lane; Nicholas Hoult; Lars Eidinger como Brainiac; Skyler Gisondo como Jimmy Olsen; Sara Sampaio como Eve Teschmacher; Isabela Merced como Mulher-Gavião; Nathon Fillion como Guy Gardner; Edi Gathegi como Senhor Incrível; Aaron Pierre como John Stewart/Lanterna Verde; Adria Arjona como Maxima; e Andre Royo em um papel não revelado.
James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.
A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.
As filmagens oficiais estão agendadas para começar no próximo dia 17 de abril de 2026, dividindo-se entre os estúdios de Atlanta e locações em Londres. O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.
De acordo com o Yahoo Movies, Gwendoline Christie, Alfie Allene Carice van Houten, de ‘Game of Thrones‘, tiveram que pagar a própria inscrição para o Emmy 2019, pois não foram selecionados ao prêmio pela HBO.
Cada um pagou o equivalente a R$ 800 e no final das contas, Gwendoline Christie está concorrendo a Melhor Atriz Coadjuvante em série de drama, Carice van Houten a Melhor Atriz Convidada, e Alfie Allen como Melhor Ator Coadjuvante.
A DC Universe divulgou um novo teaser de ‘Stargirl‘ revelando diversas surpresas, como o primeiro vislumbre dos vilões e de alguns membros da Sociedade da Justiça.
Além disso, há uma rápida referência ao Jay Garrick, quando seu capacete é visto jogado no chão.
Confira:
Lembrando que Geoff Johns, o criador da série, conversou com o IGN e falou sobre possíveis crossovers com o Arrowverse.
“Eu estou muito animado pela oportunidade [de um crossover], pois mais pessoas poderão ver a série. E ‘Stargirl’ é o tipo de série que agrada a todos. Todos podem assisti-la. Então, ela se encaixa bem nesse universo [do ‘Arrowverse’]. Tem a mesma energia de ‘The Flash’ e também traz coisas novas.”
Ele completa, “Obviamente, minha prioridade é fazer uma ótima série, com ótimos personagens e desenvolver suas próprias histórias. Espero que, no futuro, possamos fazer algo divertido [com o Arrowverse], mas a primeira temporada é focada na personagem e o meu foco é fazer a melhor série que eu puder.”
Lembrando que a atração estreia em 19 de maio na CW, e um dia antes no catálogo da DC Universe.
A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
‘Spawn: O Soldado do Inferno‘ foi adaptado para o cinema em 1997 e trouxe o artista marcial Michael Jai White como o personagem título.
E agora que o reboot estrelado por Jamie Foxx está ganhando forma após mais de cinco anos em desenvolvimento, White disse que adoraria fazer uma ponta no filme.
Conversando com o Comic Book, ele tocou no assunto ao elogiar o trabalho de Todd McFarlane, criador do anti-herói.
“Eu adoro essa persistência de Todd McFarlane [em trazer o personagem de volta ao cinema], ele criou esse personagem que é tão original, misterioso e aclamado. Estou animado para ver a nova versão.”
Ele continuou:
“Acho que minha hora [de viver o personagem] já passou, mas eu toparia fazer uma ponta nesse filme em respeito aos fãs porque eles me colocaram onde estou hoje.”
E aí, você acha que White poderia interpretar uma outra versão do Spawn e passar o manto para Foxx?
Anteriormente, McFarlane confirmou na CCXP Worlds que a produção do reboot segue a todo vapor e ele pretende vir ao Brasil para o lançamento.
“Conseguimos avançar bastante durante a pandemia… Não posso revelar muito, mas não importa o que aconteça, quando o filme estrear, eu vou ao Brasil!”, disse ele, segundo o IGN.
Além disso, ele confirmou que Foxx eJeremy Renner continuam ligados ao projeto e estão bastante animados com o avanço da produção.
“O elenco do filme é grandioso e os fãs ficarão muito animados com isso. Jamie está mais ansioso do que eu, ele abraçou o projeto e está muito confiante.”
Para quem não sabe, Foxx dará vida ao agente da CIA Al Simmons, que mais tarde se torna o Soldado do Inferno depois que é obrigado a pagar pelos seus pecados em vida em toca de rever sua esposa.
Renner dará vida ao detetive Twitch Williams, um brilhante matemático que usa seus conhecimentos em ângulos para se tornar um habilidoso atirador… Até que começa a descobrir que as balas não têm efeitos contra o sobrenatural.
Anteriormente, o produtor Jason Blum disse ao Inverse que o processo para refinar a história está demorando mais do que esperado.
“Está levando mais tempo do que eu esperava para refinar a história, mas nós ainda estamos trabalhando no projeto.”
Ele continuou:
“Será muito diferente e moderno. O que mais me deixa animado é que o Spawn é um dos últimos grandes personagens dos quadrinhos ainda não explorados. Então, essa é uma oportunidade perfeita.”
Lembrando que o longa será escrito e dirigido por McFarlane.
Desde a estreia de ‘O Gambito da Rainha‘, premiada como Melhor Minissérie no Emmy 2021, os fãs torcem pelo desenvolvimento de novas temporadas.
No entanto, os produtores Scott Frank e William Horberg confirmaram ao Deadline que não há planos para novos episódios da atração estrelada por Anya Taylor-Joy.
“Sinto que já contamos a história que queríamos contar”, disse Frank. “Eu me preocupo que, se tentarmos contar coisas novas, poderíamos arruinar o que já contamos.”
Por outro lado, Horberg disse que pretende continuar trabalhando com Frank e Taylor-Joy e está animado para criar algo tão empolgante quanto ‘O Gambito da Rainha’.
“Certamente vamos continuar trabalhando juntos e iremos tentar encontrar outra história para contar com a mesma paixão e equipe de artistas incríveis que estiveram conosco na minissérie. Isso inclui Moses Ingram e Marielle Heller, que receberam muitos elogios da crítica por suas atuações de apoio como, Jolene, amiga de infância de Beth, e Alma Wheatley, a mãe adotiva de Beth, que virou empresária.”
No início deste ano, Taylor-Joy já havia adiantado ao Collider que ela e os produtores nunca pensaram em fazer novas temporadas para ‘O Gambito da Rainha’.
Então só nos resta maratonar os episódios que continuam disponíveis na Netflix.
Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais em 29 de outubro.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com sólidos 74% de aprovação, com nota 7/10 baseada em 38 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “apesar de lutar para manter a atmosfera de suspense, [o filme] mostra vislumbres de Wright em seu momento mais estiloso e ambicioso”.
Confira os principais comentários abaixo:
“No final, Wright não está particularmente interessado em mirar em tudo o que é obscuro sobre o fanatismo que molda uma cultura” – Slant Magazine.
“Um estimável e genuíno filme de terror que também diz algo real” – RogerEbert.com.
“Um trabalho virtuoso de Wright. Incrivelmente montado e executado” – JoBlo’s Movie Network.
“Anya Taylor-Joy está completamente comprometida com o papel e captura tanto os aspectos físicos quanto os psicológicos de sua personagem” – AwardsWatch.
“Apesar da história demorar para desenrolar, traz uma quantidade digna de sustos genuínos, fantasmas assustadores e mágica cinematográfica” – Nightmare on Film Street.
A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…
4139_D056_00238_R Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release. Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features
Agora que a série do ‘Obi-Wan Kenobi‘ finalmente chegou, os fãs estão testemunhando como é a vida do antigo Jedi nos desertos de Tatooine enquanto se isola para despistar o Império.
E apesar de Ewan McGregor estar fazendo um excelente trabalho, muitos imaginaram como seria ver Alec Guinness em sua juventude.
Pensando nisso, um usuário do YouTube usou o programa Deepfake para inserir o rosto de Guinness no corpo de McGregor.
E, mesmo assim, é impressionante perceber como McGregor se assemelha ao intérprete original do personagem.
Publicado há dois dias, o vídeo atingiu um resultado bastante realista e já passou das 12.000 visualizações.
Confira:
Lembrando que o mais novo episódio de ‘Obi-Wan Kenobi’ estreou hoje (08) na Disney+.
A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).
Confira o trailer:
Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.
O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’) Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).
O projeto é fruto de uma parceria com a produtora21 Laps, de Shawn Levy, que também dirigir o filme, reforçando sua parceria com o astro após ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam‘.
Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a trama, que foi escrita por Reynolds e Jesse Andrews (‘Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer’).
Tudo o que se sabe é que a história se concentra em uma reunião de boy bands como paródia de grupos musicais dos anos 1990 e 2000.
Também não há nenhuma informação sobre qual papel Reynolds teria no filme, mas é possível que ele seja o líder de uma das boy bands apresentadas.
Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, não há informações sobre o restante do elenco e nem previsão de estreia.
Lembrando que Reynolds está atualmente se preparando para as gravações de ‘Deadpool 3‘, que será lançado em novembro de 2024.
A direção fica a cargo de Levy, a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.
De acordo com a Variety, a Apple TV+ decidiu cancelar a animação ‘Central Park‘ após a 3ª temporada.
Há alguns dias, Josh Gad, co-criador e produtor executivo da série, já havia sugerido um possível cancelamento por falta de audiência, o que acabou sendo confirmado.
Por enquanto, não está claro se a animação criada por Gad eLoren Bouchard será comercializada para outras plataformas de streaming ou será descontinuada permanentemente.
Relembre o trailer da 3ª temporada:
Kristen Bell irá retornar ao próximo ciclo, mas, diferente de voltar como Molly (jovem que interpretou nas iterações anteriores), dará vida a uma personagem nova chamada Abby, filha mais nova de Paige (Kathryn Hahn).
Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Apple TV+.
Na segunda temporada de ‘Central Park’, a família Tillerman continua a navegar e a viver pelo parque mais famoso do mundo. Molly experimenta os processos e as tribulações da adolescência, Cole é desafiado por um momento realmente vergonhoso na escola, Paige continua em busca da história de corrupção do prefeito e Owen tenta equilibrar a administração do parque e de sua equipe à sua família, tudo com um sorriso no rosto. Enquanto isso, Bitsy fica cada vez mais perto de reclamar Central Park para si, com Helen ao seu lado. A cada passo, nós somos guiados por nosso amigável e incrível narrador, Birdie.
Uma das produções mais lendárias de Hollywood que jamais viu a luz do dia
Recentemente foi anunciado que o atual detentor do Oscar de melhor ator, Joaquin Phoenix, se unirá ao elenco de Kitbag; vindouro drama de época dirigido por Ridley Scott sobre o histórico monarca francês Napoleão Bonaparte. O roteiro, assinado por David Scarpa, promete ser um verdadeiro épico sobre a ascensão de Napoleão; partindo de um início discreto até o ápice de seu poder ao se auto coroar regente. Outro fator importante para o filme promete ser a personagem de sua esposa, Josefina de Beauharnais, e como seu relacionamento volátil moldou o protagonista.
No entanto, a tentativa de Scott em retratar Napoleão nos cinemas não é a primeira; houveram duas outras. Ou quase isso. A primeira foi em 1927 quando o cineasta francês, Abel Gance, lançou a primeira parte do que seria uma hexalogia sobre o imperador. O objetivo era mostrar a jornada de toda a sua vida, começando com o primeiro filme focando em sua fase como estudante, seu papel como Capitão de artilharia no cerco à Toulon em 1793 e na campanha na Itália durante a Guerra da Primeira Coligação; isso é visível no apuro estético do filme e do uso de técnicas inéditas de filmagem, como câmera de mão e closes demorados.
Infelizmente o sonho de Gance jamais se realizou. A produção do primeiro filme assumiu um custo inevitavelmente alto demais para a época, além de ter pego o início da febre dos filmes falados. Isso foi especialmente difícil pois a obra foi originalmente lançada como um filme mudo e a rápida aceitação do público à nova tecnologia empurrou mais e mais Napoleão para a obscuridade. Mesmo com o diretor lançado novas versões diferentes do longa no decorrer de anos seguintes, isso não foi o suficiente para dar novo fôlego à saga.
Adversidades econômicas e técnicas impediram Gance de continuar sua visão sobre Napoleão
A segunda tentativa foi em 1969, ou assim teria sido. O diretor Stanley Kubrick estava no topo da indústria durante esse período; com sucessos históricos e amplamente aceitos por público e crítica como 2001- Uma Odisseia no Espaço, Dr. Fantástico, Spartacus e Lolita ele havia conquistado um posto bem específico em Hollywood onde qualquer projeto vindo dele seria aceito por qualquer estúdio ou, no mínimo, avaliado com bastante atenção.
Vindo da sua bem sucedida empreitada no campo da ficção científica, Kubrick começou a elaborar um novo projeto com foco no antigo comandante e imperador francês. Sua justificativa sobre o seu próximo protagonista, conforme escrito por Nicholas Barber no artigo Was Napoleon the greatest film never made?, foi “um desses homens raros que movem a história e moldam o destino de seu tempo e das gerações futuras”.
Logo no princípio do trabalho criativo, quando a equipe precisou reunir dados históricos para compor o roteiro, Kubrick enviou seu produtor executivo de longa data, Jon Harlan, para Zurique a fim de coletar dados sobre a trajetória de Napoleão. No artigo mencionado anteriormente, Nicholas Barber transcreve algumas declarações de Harlan sobre a famosa atenção minuciosa do diretor aos pequenos detalhes que também se fez presente nessa busca inicial.
Ao final dos anos 60, Kubrick já tinha uma reputação invejável
“Eu estava em Zurique entre 1968 e 1969 (disse Harlan, agora com 82 anos) procurando por material relevante, livros e desenhos, simplesmente tudo que eu pudesse encontrar do período da Revolução Francesa até o Congresso de Viena em 1815… Nenhum detalhe era tão pequeno para fascinar Kubrick. Fosse a cor do solo de um campo de batalha ou o prego de uma ferradura de cavalo.”
O projeto prometia ser um épico histórico, com um roteiro inicial que ultrapassava as 140 páginas e priorizava as diferentes batalhas na vida de seu protagonista (algo que o diretor faria com Barry Lyndon alguns anos mais tarde) e, acima de tudo, adaptando o quão intenso foi o relacionamento entre Napoleão e a esposa Josefina. A atriz Audrey Hepburn, inclusive, era a favorita do diretor para o papel.
Durante uma entrevista concedida a Joseph Gelmis em 1969, Kubrick foi questionado sobre o motivo de ter escolhido este para ser seu próximo filme. “ …Para começar, ele me fascina. Sua vida tem sido descrita como um épico poema de ação… em um senso muito concreto, nosso próprio mundo é resultado de Napoleão, assim como o mapa da Europa no pós-guerra é resultado da Segunda Guerra Mundial. E, obviamente, nunca houve um filme fidedigno a ele. Também, acho que todas as questões que lhe preocupam são estranhamente contemporâneas: as responsabilidades, o abuso de poder… guerra, militarismo, etc”.
O relacionamento entre Napoleão e Josefina teria papel central no roteiro de Kubrick
Kubrick ainda detalha certos aspectos que ele planejava conceder à produção que poderiam ser considerados nada mais que opulentos. Para simular os exércitos das famosas campanhas militares de Napoleão ele planejava contar com no máximo 40.000 de infantaria e 1.000 da cavalaria emprestados pelo exército romeno. O diretor defendia que o projeto era viável economicamente, visto que o uniforme da figuração utilizaria materiais de baixo custo e não haveria construção de locações, apenas a utilização dos locais reais.
Porém, nem mesmo o nome que o cineasta havia construído até então foi o suficiente para cooptar o apoio do estúdio MGM. Com a outrora parceria de sucesso deixada para trás (depois do sucesso com 2001) ele tentou vender o projeto para a United Artists. Acontece que por volta de 1970, o diretor Sergei Bondarchuk lançou Waterloo, seu próprio épico sobre a batalha de Waterloo comandada por Napoleão.
O filme foi considerado um desastre financeiro, lucrando pouco mais de US$ 152 milhões (numa conversão para valores atuais) e amedrontando qualquer produtor que ouvisse a proposta relacionada a qualquer filme sobre a figura francesa. Comumente a visão de Stanley Kubrické intitulada como o maior filme jamais feito e muitos dos que estavam envolvidos na pré-produção concordam que o diretor pôs uma atenção diferenciada nesse projeto.
O roteiro pode ser lido na internet e é possível que a visão de Ridley Scott tenha similaridades e até se inspire; servindo como um gosto do que poderia ter sido o épico jamais nascido de Stanley Kubrick.
No quarto final de semana de exibição, ‘Barbie‘ e ‘Oppenheimer‘ continuam dominando as bilheterias nacionais mais uma vez, ocupando respectivamente a primeira e segunda posição.
De acordo com dados do Filme B, ‘Barbie‘ arrecadou R$6,4 milhões entre quinta-feira (10) e domingo (13). Já ‘Oppenheimer‘ manteve-se logo atrás com uma arrecadação de R$6,3 milhões no mesmo período.
‘Megatubarão 2‘ manteve a terceira posição no ranking das bilheterias, registrando R$5,4 milhões em seu segundo final de semana em cartaz.
‘Elementos‘ e ‘Missão: Impossível: Acerto de Contas – Parte 1‘ se mantiveram estáveis e completaram o top 5, arrecadando R$1,5 milhão e R$1,08 milhão, respectivamente.
Confira o Top 10, referente aos dias 10 a 13 de agosto:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
Foi divulgado o trailer do terror ‘Kill’ (matar – tradução livre), considerado o terror mais violento e grotesco feito na Índia.
A estreia nos cinemas dos Estados Unidos foi marcada para 04 de julho.
Na trama…
“Segue um passageiro em um trem para Nova Delhi, que se transforma rapidamente em um campo de batalha quando uma dupla de comandos enfrenta um exército de bandidos invasores”.
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