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Fase Vermelha | Ótimos Lançamentos da Amazon Prime Video para conferir em casa

Cinemas fechados mais uma vez. Por uma boa razão. O Brasil entra agora numa fase alarmante durante a pandemia. Enquanto você fica em casa em segurança, saindo apenas para o essencial – temos certeza disso -, fazemos por aqui nossa parte dando dicas do que assistir durante esta nova reclusão. E continuando com nossa série de matérias, agora vamos com os lançamentos da plataforma de streaming azulzinha, que dá uma canseira nas rivais: a Amazon Prime Video – que tem surpreendido com o número cada vez maior de lançamentos de qualidade. Aqui, visamos reunir alguns dos mais recentes e mais chamativos produtos da casa, mesclando prestígio de prêmios com longas que são a mais pura diversão e entretenimento. Como sempre, essa é uma grande oportunidade de assistir pela primeira vez ou revisitar grandes filmes. Confira.

Um Príncipe em Nova York 2

Não tem como começar de outra forma. O maior lançamento do ano na Amazon Prime Video chegou bem no início de 2021, após nada menos que 33 anos de espera desde o clássico cômico absoluto Um Príncipe em Nova York (1988). Após ter recuperado a boa forma em Meu Nome é Domelite (2019), da rival Netflix, Eddie Murphy segue em paz com o sucesso. Neste início de ano só se fala neste filme. Na trama, o príncipe Akeem (Murphy) se torna rei e descobre ter um herdeiro em Nova York.

Uma Noite em Miami

A Amazon segue como a maior rival da Netflix quando pensamos em plataformas de streaming de qualidade, especialmente em matéria de produções próprias. Aqui temos um dos lançamentos de maior prestígio da temporada. Baseado na peça escrita por Kemp Powers, o filme traz o primeiro esforço atrás das câmeras como diretora da atriz vencedora do Oscar Regina King. Indicado para 3 prêmio no Globo de Ouro e podendo chegar até o Oscar, o longa é um relato ficcional do encontro real entre lendárias figuras afrodescendentes (Muhammad Ali, Malclom X, Sam Cooke e Jim Brown) numa noite em 1964 a fim de discutir seus papeis na sociedade da época. Imperdível.

O Som do Silêncio

Outro filme elogiadíssimo da plataforma azulzinha, e mais uma produção própria, O Som do Silêncio traz um tour de force do protagonista Riz Ahmed (O Abutre) na melhor atuação de sua carreira. Não por menos o ator descolou uma indicação no Globo de Ouro e pode vir a chegar até o Oscar. Na trama, com muito fundo musical, Ahmed (virado no Jiraya, musculoso, tatuado e loiro) interpreta um baterista de rock pesado, cuja vida começa a virar do avesso uma vez que ele descobre que está começando a perder a audição. Desesperador.

Rogue

Essa é para você que sempre sonhou em ver a musa Megan Fox num embate mortal com leões famintos caçadores de homens. Afastada dos holofotes, Fox ensaia seu retorno com esta produção tensa, que mistura ação, suspense e terror. Tentando mirar em filmes como A Sombra e a Escuridão (1996), na trama a atriz interpreta a líder de esquadrão de soldados numa missão contra rebeldes na África. Além do confronto armado, seu time precisará enfrentar a surpresa da fauna local, na forma de leões assassinos.

Destruição Final – O Último Refúgio

A Terra está ameaçada de novo! E não me refiro aos estarrecedores acontecimentos de nossa vida real, mas sim ao mais novo filme catástrofe da temporada, que tem tudo para agradar os aficionados. Para termos uma ideia, este filme tem quase 80% de aprovação da imprensa especializada, o que é praticamente a aprovação máxima em se tratando do gênero. Quem protagoniza é Gerard Butler, que já havia arriscado no gênero com Tempestade – Planeta em Fúria (2017), um filme bem menos apreciado que este. Coprotagonizando ao lado de Butler temos a carioca Morena Baccarin (Deadpool) e os dois vivem pais de família tentando sobreviver a um cataclisma global.

I’m Your Woman

Nesta sexta indicação temos a prata da casa na Amazon, Rachel Brosnahan (da série Maravilhosa Sra. Maisel) protagonizando e recebendo inúmeros elogios por sua performance. Passado na década de 1970, escrito e dirigido pela cineasta Julia Hart, este é um suspense bem feminino. Brosnahan vive uma jovem mulher desesperada, casada com um criminoso, precisando fugir com seu bebê e começar vida nova após seu marido ter traído os comparsas. O filme tem 81% de aprovação dos críticos.

Justiça Brutal

Bem, ao menos este é o título que aparece na plataforma. Também conhecido como Na Sombra da Lei, talvez seja mais fácil reconhece-lo por seu título original: Dragged Across Concrete (na tradução livre: arrastado pelo concreto). O nome original aliás resume bem o teor deste filme de ação policial barra-pesada, do mesmo diretor dos viscerais Rastro de Maldade (2015) e Confronto no Pavilhão 99 (2017), S. Craig Zahler. O astro Mel Gibson havia sido cancelado antes dos cancelamentos existirem, mas aqui ele dá continuidade à tentativa de reestruturar sua carreira. Ele protagoniza ao lado de Vince Vaughn como dois policiais linha-dura em busca de sua justiça pessoal. O filme também tem quase 80% de aprovação dos críticos.

Adeus, Professor

Esse filme também é conhecido por seu título original O Professor (The Professor). E por falar em atores cancelados… bem, temos o mais recente trabalho de Johnny Depp. Depois do tumultuado relacionamento com a atriz Amber Heard, que foi parar nos tribunais, já nem sabemos o que pensar sobre o astro, que já foi cancelado e descancelado mais vezes do que podemos contar. Aqui, no entanto, ele interpreta um professor que se descobre doente terminal e começa a viver de uma forma de uma forma despreocupada e repleta de excessos, como bebida, cigarros e honestidade sem dar a mínima para o que os outros pensam.

O Mistério de Silver Lake

Sabe quando dizemos para ficar de olho em certo ator, atriz ou realizador. Bem, nem sempre o próximo trabalho de um artista que fez muito sucesso em seu filme de estreia é tão especial quanto o primeiro. O cineasta David Robert Mitchell já havia chamado atenção na cena indie com seu filme de estreia, The Myth of the American Sleepover (2010), mas foi seu trabalho seguinte, o terror de primeira Corrente do Mal (2014) que iria colocar o nome do diretor no topo. Com mais grana e mais ambição seu filme seguinte foi este O Mistério de Silver Lake, protagonizado por Andrew Garfield, sobre um rapaz investigando o desaparecimento de uma mulher misteriosa. Apesar de interessante, passou por baixo dos radares. Agora estreando na Amazon, vale dar uma nova chance.

Bliss – Em Busca da Felicidade

Escrito e dirigido por Mike Cahill, especializado em ficções científicas dramáticas e existencialistas, seu mais recente trabalho segue na mesma linha, porém, com ambições maiores. Utilizando da teoria da conspiração de que nosso mundo é apenas um imenso simulacro, como visto nos famosos Cidade das Sombras (1998) e Matrix (1999), o longa traz o encontro romântico entre os personagens de Owen Wilson e da mexicana Salma Hayek. Ela, uma mulher que vive nas ruas, está convencida que nossa realidade é uma simulação de computadores.

Bônus: Nós

O segundo filme como diretor de Jordan Peele, após o indicado ao Oscar Corra! (2017), este Nós (2019) fez enorme sucesso e deu o que falar em seu lançamento nos cinemas. E agora chega à plataforma da Amazon. Além de todos os seus inúmeros atrativos, esta segunda obra serviu para cimentar o nome de Peele como o grande realizador do gênero terror da atualidade. Seus filmes são verdadeiros eventos e trazem como foco questões raciais e sociais, o que é todo o diferencial. Aqui, uma família negra, encabeçada pela matriarca Lupita Nyong’o, em viagem de férias numa cidade praiana irá se deparar com uma realidade verdadeiramente aterradora e aprender muito sobre eles mesmos. Nós, obviamente, marca impressionantes 93% de aprovação dos críticos.

 

10 Diretores ‘jogados para escanteio’ pela MARVEL

Indiscutivelmente, não existe outro estúdio mais bem sucedido financeiramente nos dias de hoje do que a Marvel, e isso inclui as outras franquias dentro da Disney. Sinônimo de grandes bilheterias, a empresa mescla com muita harmonia o sucesso de público com a rasgação de seda por parte dos críticos. A Marvel parece não ter como errar e mesmo quando o faz, seu deslize é sutil. Tanto que gerou uma receita: a chamada ‘fórmula Marvel’ que, convenhamos, vem sendo aprimorada com o passar dos anos.

Acima de qualquer outra coisa, a Marvel soube utilizar positivamente seu status como gigante da indústria do entretenimento para dar voz a artistas vindos do cenário independente, alguns bem representativos, vide Ryan Coogler (Pantera Negra), Chloé Zhao (do vindouro Os Eternos) e a recém-confirmada Nia DaCosta (que assumirá Capitã Marvel 2). Mas não se pode chegar ao nível de uma companhia multibilionária sem quebrar alguns ovos. Assim, como bom estrategista que é, Kevin Feige, o mega produtor que serve de rosto da Marvel para o público, tira do caminho tudo o que “não funcionou”, ou que não funcionou como se esperava, sejam atores, roteiros e, inclusive, realizadores.

Pensando nisso, decidimos relembrar 10 diretores que foram “excluídos” do MCU em prol do “bem maior” da empresa, tendo garantido o sucesso com seus filmes ou não. Confira abaixo.

Anna Boden e Ryan Fleck

Começamos com os mais recentes “cancelados” pela Marvel. A dupla de cineastas, casados na vida real, veio da cena independente e chamou atenção com obras elogiadas como Half Nelson – Encurralados (2006), Perseguindo um Sonho (2008) e Parceiros de Jogo (2015). Foi o suficiente para entrarem no radar da Marvel e serem contratados para o roteiro e direção de Capitã Marvel (2019), o primeiro filme de uma protagonista feminina da casa. Nada mais natural que no comando tivéssemos também uma mulher, a primeira cineasta na direção de um longa do MCU. Apesar de ter se tornado um dos maiores sucessos da empresa, sendo uma das 9 produções da casa a ultrapassarem a barreira de US$1 bilhão, o longa acabou dividindo parte do público e dos fãs. Sendo assim, a Marvel prontamente os substituiu para a sequência, a ser lançada ano que vem, contratando para a vaga a jovem Nia DaCosta (A Lenda de Candyman) e garantindo maior diversidade entre seus realizadores.

Scott Derrickson

Esse aqui foi ainda mais curioso. Saído do universo de filmes de terror (com obras como O Exorcismo de Emily Rose e A Entidade), Scott Derrickson foi a escolha da Marvel para ocupar a cadeira de diretor em Doutor Estranho (2016). O filme não se mostrou um sucesso estrondoso como os demais da casa e os fãs reclamaram de certa ausência dos elementos místicos alucinógenos que sempre fizeram parte das histórias do personagem. O fato fez inclusive o público se questionar sobre a continuação do filme não ser do interesse da Marvel, antes da mesma ser confirmada. Com a sequência engatada, Derrickson foi pescado novamente na direção e chegou a aparecer em uma Comic Con para falar do longa Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, a ser lançado em março do ano que vem. Para a surpresa de todos, afirmando as famosas “divergências criativas”, Derrickson foi afastado do comando pouco tempo depois, abrindo espaço para ninguém menos que o grande Sam Raimi, há 9 anos sem dirigir um filme.

Kenneth Branagh

Até mesmo diretores de prestígio e currículo Shakespeariano como Kenneth Branagh, renomado com 5 indicações ao Oscar, podem “sambar” se for preciso. E o motivo muito bem pode ser uma agenda apertadíssima para cumprir a data de lançamento. Como todos sabem, Branagh foi o diretor do primeiro Thor (2011), o quarto filme do MCU, e que ajudou a cimentar o que temos hoje. Após ter lançado o primeiro filme, o diretor teria menos de 2 anos para pré-produzir, filmar e editar a continuação. Achando que o prazo seria muito apertado, Kenneth optou por pular fora (ou foi “pulado”) e seguir para fazer Jack Ryan – Operação Sombra (2014). Com saída do cineasta, Patty Jenkins foi contratada, mas as tais divergências criativas voltaram a atacar e a diretora logo saiu, o que fez a atriz Natalie Portman ameaçar largar o projeto igualmente. No fim das contas, Jenkins fez o sucesso Mulher-Maravilha (2017) e Alan Taylor assumiu Thor – O Mundo Sombrio (2013).

Alan Taylor

Eu sei o que você está pensando desde o parágrafo acima: Quem??! Pois bem amigos, um dos diretores menos expressivos a ter passado pelo MCU, Alan Taylor é oriundo de séries de TV, como o sucesso Game of Thrones. E foi justamente esta série medieval de fantasia o que fez a Marvel achar que o sujeito seria perfeito para seu produto de teor similar, Thor. Assim como o próprio diretor em si, que temos certeza que é um ótimo sujeito na vida real, o segundo Thor se mostrou o filme mais “sem tempero” e burocrático da casa. Taylor seguiria para dirigir o trem desgovernado conhecido como O Exterminador do Futuro: Gênesis (2015). Assim, Taylor não entrou na lista do estúdio para o terceiro Thor. Em contrapartida, o diretor acusou a Marvel de mudar seu filme na pós-produção, após ter lhe permitido toda a liberdade durante as filmagens. Entre os novos diretores visados para o cargo no terceiro filme, Ruben Fleischer (Venom), Rob Letterman (Detetive Pikachu), Rawson Marshall Thurber (Arranha-Céu) e até mesmo Kenneth Branagh, que recusou a fim de dirigir O Assassinato no Expresso do Oriente (2017) e construir seu próprio universo cinematográfico, o Agathaverso. Assim, entrou em cena finalmente o neozelandês Taika Waititi, que impressionou tanto o estúdio em Thor Ragnarok (2017) ao ponto de estar confirmadíssimo para a sequência Thor – Amor e Trovão, a ser lançado em maio de 2022.

Jon Favreau

Aqui temos um diretor a quem a Marvel deve muito por seu universo compartilhado. Tudo começou com Favreau no comando de Homem de Ferro (2008) e o resto é história. O diretor retornaria para Homem de Ferro 2 (2010), igualmente sucesso de bilheteria, mas que foi envelhecendo mal rapidamente. A Marvel chegou a cogitar Favreau para a direção do primeiro Os Vingadores (2012), mas o cineasta terminou no comando de outra adaptação de quadrinhos na época, uma mais obscura, Cowboys & Aliens (2011) – digamos apenas que um se tornou fenômeno e outro… bem, não. Mas Favreau é mais um caso de cineasta que na verdade disse não para a Marvel, pelo menos é o que veio a público. Teoricamente, o estúdio teria voltado ao diretor para o comando de Homem de Ferro 3 (2013), o mais bem sucedido financeiramente da trilogia, ao que o cineasta cordialmente teria recusado, se concentrando apenas na atuação na pele do motorista / segurança de Tony Stark, Happy Hogan – figura recorrente no MCU. Ao dizer não para o terceiro Iron Man, Favreau estava na verdade dizendo sim a outra produção da Disney, Magic Kingdom, que irá adaptar o famoso parque temático da empresa. O problema maior é que desde 2013 a ideia ainda não saiu do papel…

Joss Whedon

O novo cancelado do momento, Joss Whedon tem muita parte no sucesso que é hoje o MCU. Se Favreau deu o pontapé inicial, Whedon marcou primeiro a maior goleada do estúdio. Os Vingadores foi o primeiro fenômeno da casa, ultrapassando a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. O filme mostrou que ter várias franquias interligadas, numa reunião de diversos grandes personagens, era uma possibilidade muito palpável. Antes do diretor ser contratado, no entanto, Joe Carnahan (Esquadrão Classe A) foi considerado para ocupar a cadeira de comando. Joss Whedon, é claro, tem a carteirinha oficial de nerd, e vindo do sucesso da série cult Buffy – A Caça-Vampiros sempre foi um aficionado por quadrinhos e cultura pop. Após ser escolhido, transformou a super equipe numa realidade e seu futuro no MCU era garantido. Três anos depois e ele voltaria para Era de Ultron (2015), mas a pressão feita pelo estúdio foi demais para o cineasta suportar e ele chegou a afirmar ter tido um surto psicológico durante a preparação do filme. Assim, Whedon foi afastado pela Marvel, após o resultado “morno” do segundo Vingadores, e substituído pelos meninos de ouro, os irmãos Joe e Anthony Russo para, não apenas o terceiro Vingadores (Guerra Infinita), como também para o eventual quarto filme (Ultimado), resultando nos dois maiores sucessos financeiros da Marvel. Os Russo, obviamente, vinham dos elogiados filmes do Capitão América, O Soldado Invernal (2014, o segundo) e Guerra Civil (2016, o terceiro). Depois de descansado, Whedon se bandeou para o lado da rival DC e ajudou a finalizar Liga da Justiça (2017), somente para se envolver em escândalos de abuso denunciados pela equipe.

Joe Johnston

A escolha de Joe Johnston para a direção de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) faz todo sentido uma vez que olhemos trinta anos no passado (na época vinte) para Rocketeer (1991). O clima retrô futurista de ambos os filmes tem tudo a ver e parecem coexistir. O primeiro filme do Capitão América fez o que precisava para manter a bola rolando no MCU, assim como o primeiro Thor. Por isso, quando foi a hora de começar a pensar na continuação, a Marvel não correu de volta para Johnston, optando por outro caminho. Acima de tudo, o clima do passado daria lugar a uma trama moderna na continuação, por isso em seu lugar, depois de serem cogitados F. Gary Gray (Velozes e Furiosos 8) e George Nolfi (Os Agentes do Destino), os irmãos Russo foram contratados.

Edgar Wright

Este é um dos casos mais notórios que se tornou praticamente uma lenda urbana no mundo da cultura pop. Quando o inventivo Edgar Wright foi contratado para a direção de Homem-Formiga (2015), os fãs ficaram em êxtase. Wright é dono de estilo visual e narrativo únicos, tendo garantido seu status com produções de nível cult altíssimo, vide a trilogia do Cornetto e Scott Pilgrim Contra o Mundo. Mas quando a esmola é demais o santo desconfia, ou quando o diretor é bom e criativo demais, a Marvel poda suas asas. O fato é, o estúdio visava construir uma estrutura de filmes com teor similar e não havia espaço para fugir desta regra. A visão de Wright para o projeto era simplesmente muito fora da caixinha e arriscada demais. Assim, após anos de impasse em seu desenvolvimento, o diretor finalmente seria desligado, abrindo espaço para o mais manejável Peyton Reed, que se adaptou tão bem aos moldes da empresa que, além da continuação Homem-Formiga e a Vespa (2018), já está confirmadíssimo para a terceira parte, Ant-Man and the Wasp – Quantumania – a ser lançado em 2022.

Shane Black

Por mais que muitos possam dizer que a saída de Shane Black da Marvel pode não ser definitiva, porque até o momento nenhum outro filme do Homem de Ferro foi feito ou planejado, a verdade é que Homem de Ferro 3 (2013) já tem quase dez anos e nenhum movimento foi feito de ambas as partes (Black e a Marvel) para incluir o diretor em nenhum projeto vindouro da casa. Ao contrário, digamos, de Jon Watts, que além de abocanhar a nova trilogia do Homem-Aranha (na rachadinha Marvel/Sony), ainda será o diretor do vindouro filme do Quarteto Fantástico na casa. A verdade é que Shane Black, assim como Edgar Wright, é um diretor de visão única e podemos dizer que foi o cineasta que se safou fazendo um filme autoral dentro do MCU. Mesmo que suas decisões tenham deixado o estúdio num beco sem ter para onde ir, e outras tenham soado bem mais como trolladas (quem poderia esquecer o Mandarim do filme?). No entanto, Homem de Ferro 3 foi o segundo filme da Marvel a ultrapassar a barreira de US$1 bilhão, o que deveria ter feito o estúdio correr para renovar o contrato com Shane para algum outro projeto. Coisa que não ocorreu.

Louis Leterrier

Lado a lado com Jon Favreau, o francês Louis Leterrier estava lá nos primórdios da Marvel, dando os primeiros passos no MCU com O Incrível Hulk (2008). O problema? Muitos afirmam que quem de fato dirigiu o filme foi o protagonista Edward Norton, confirmando o comportamento “difícil” pelo qual é notoriamente conhecido. O fato afirma também a falsa de pulso do diretor francês, que não é exatamente o que a Marvel espera de seus comandantes – já pensou um ator dando problema numa produção de centenas de milhões de dólares sem que seu diretor consiga controla-lo. Receita para o fiasco. Assim, Leterrier seguiu para outros sucessos longe da Marvel, vide Fúria de Titãs (2010), Truque de Mestre (2013) e a série Lupin (2021) da Netflix, mas seria muito legal ver o cineasta recebendo uma segunda chance e voltando para o MCU.

Bônus: James Gunn

Bem, James Gunn ainda está na Marvel, mas passou por uma epopeia bem polêmica até ser reinstituído. Podemos dizer que ao lado de Joss Whedon e dos irmãos Russo, James Gunn foi importantíssimo para a fase 2 do MCU. Talvez a sua tarefa tenha sido a mais ingrata e justamente por isso a mais enaltecida. O diretor foi responsável por levar às telonas personagens do time C da editora e transformá-los em astros da cultura pop. Logo, todo mundo conheceu e aprendeu a amar figuras como o guaxinim Rocket e a árvore humanoide Groot, por exemplo. Guardiões da Galáxia (2014) tinha sabor especial, muito graças à trilha sonora repleta de canções da década de 1970. A continuação era uma certeza e Vol. 2 (2017) atingiu em cheio o alvo de novo. Porém, na era de cancelamentos que vivemos, alguns canceladores tiraram lá do passado do diretor, mensagens pra lá de politicamente incorretas, visando o humor, nas suas redes sociais, e a Marvel terminou por desliga-lo do eventual terceiro filme. A solução? Gunn recorreu à DC, que o acolheu de braços abertos, para Esquadrão Suicida (2021). Percebendo a burrada que havia feito com o excesso de politicamente correto, a Marvel voltou atrás e garantiu o cineasta no terceiro Guardiões da Galáxia, com lançamento programado para 2023.

O Outro Lado do Vento | Uma pérola escondida da NETFLIX

Longa carrega uma das histórias de produção mais conturbadas do cinema

Com sua imensa variedade de produções, a Netflix é como uma infindável biblioteca (ou locadora) no qual é muito fácil deixar certos títulos passarem despercebidos. Como em qualquer estabelecimento do tipo, os exemplares de maior nome costumam ficar à vista do visitante mais claramente do que qualquer outra coisa e no caso da Netflix esse exemplo se torna mais enfático devido à existência do algoritmo que mapeia a preferência do usuário com base no que ele consome, apresentando assim exemplares que são considerados mais apropriados para ele e consequentemente ocultando tantos outros que não se encaixam.

Um desses títulos, sem dúvida, é O Outro Lado do Vento: também conhecida como a última obra de Orson Welles. O mockumentário (falso documentário) do famoso cineasta teve uma produção extremamente complicada, marcada por processos judiciais, gravações que levaram anos para serem concluídas e escassez de recursos financeiros. 

Desde o início Welles lidou com o projeto como uma obra independente, no qual não só marcaria seu retorno às boas graças de Hollywood (conforme ele acreditava) como também seria um filme no qual ele teria o controle total de tudo que aconteceria; essa seria uma situação oposta ao que lhe ocorreu enquanto produzia sua obra mais famosa, Cidadão Kane, onde o estúdio mantinha o diretor sob controle e era detentor da palavra final.

Orson Welles (à esquerda) era persona non grata em Hollywood à altura que realizou seu último filme

O momento em que a ideia do filme foi concebida também é muito importante, ainda mais que pela duração do desenvolvimento ela se traduz de 1970 até 2018. Quando Welles anunciou que estava desenvolvendo seu próximo filme ele já era um cineasta “exilado” na Europa e no período entre 1948 e 1956 suas produções basicamente se concentraram por lá, tais como Othello (1948) e The Immortal Story (1968).

Toda a premissa de O Outro Lado do Vento se concentra no último dia de vida de um premiado diretor chamado Jake Hannaford que, incapaz de se adaptar às mudanças pelas quais o cinema passava principalmente com o movimento da Nova Hollywood, decide apostar na produção de uma última obra que conteria todos os elementos que estavam populares na época por filmes como Bonnie e Clyde e A Última Noite de um Homem, sendo eles sexo e violência explícita.

Dessa forma, com o filme ainda inacabado, Hannaford promove uma festa em sua casa convidando críticos e associados de longa data para exibir o que já havia do material. Ao mesmo tempo em que é desenvolvida essa linha narrativa, vai se mesclando a ela cenas do filme que está sendo exibido na festa; apresentando um casal de protagonistas que jamais falam e envolvidos em várias cenas explicitamente eróticas. Por se tratar de uma obra não finalizada, esse filme secundário não mostra qualquer linha narrativa clara que o espectador possa seguir para entender o que está acontecendo, nem mesmo os personagens da festa ou envolvidos na produção são capazes de entender o que está sendo mostrado.

Jake Hannaford (John Huston) é o protagonista e objeto de estudo em “O Outro Lado do Vento

De qualquer forma, Welles monta sua trama principal com um trabalho de câmera propositalmente caótico em meio às várias pessoas presentes na festa e invasivo no que consta aos constantes close-ups sobre o diretor protagonista. Narrativamente o filme não segue uma estrutura que simula fielmente a fórmula de um documentário mas a câmera tem uma presença bem fluída pelo cenário, focando pontualmente em vários convidados interagindo em cômodos diferentes. De vez em quando rendendo comentários direcionados do personagem em observação sobre o que quer que esteja acontecendo.

Durante uma conversa com Peter Bogdanovich, que também foi parte do elenco, Welles indicou como seria a estrutura de condução da trama. “Eu vou usar várias vozes para contar a história. Você escuta conversas gravadas como entrevistas e você vê algumas cenas diferentes acontecendo ao mesmo tempo”.

O enredo também é considerado uma metáfora aberta sobre o processo de envelhecimento de um artista, variando em termos de associação do protagonista com o autor Ernest Hemingway, essa defendida pelo próprio Orson Welles que o conheceu na década de 30, até possivelmente com Alfred Hitchcock que outrora já havia sido uma unanimidade na indústria mas que na fase final da carreira enfrentou grande dificuldade de se adaptar aos novos tempos, entregando dessa forma trabalhos considerados medíocres como Topázio e Cortina Rasgada.

A altura dos anos 70, Hitchcock, assim como Hannaford, estava longe do auge da carreira

Porém, a comparação mais imediata e talvez célebre acabe sendo com a mente por trás do filme. Nas ocasiões em que foi questionado se o protagonista interpretado por John Huston (outro célebre nome no panteão de cineastas de Hollywood) era uma representação da sua persona, Orson Welles foi direto ao negar e jogar a especulação para o colo de Hemingway. No entanto, é fácil tender a comparar O Outro Lado do Vento como uma representação satírica da trajetória profissional do próprio Orson Welles.

Antes considerado um prodígio do cinema pelo feito alcançado com Cidadão Kane e até mesmo um comunicador diferenciado por um dos primeiros mockumentários da história que foi sua transmissão radiofônica de Guerra dos Mundos em 1938, ele viu gradativamente os estúdios lhe dando as costas e com crescente dificuldade de financiamento dos seus projetos ele se voltou para o mercado europeu de cinema independente que foi ganhando amadurecimento a partir dos anos 50.

É justamente esse histórico complicado relacionado ao financiamento que Welles postergou por décadas a finalização de O Outro Lado do Vento. Inicialmente ele teve como principal investidor Mehdi Boushehri, cunhado do então Xá do Irã Reza Pahlavi. No entanto, após a deposição do Xá na Revolução Iraniana de 1979 o filme foi mantido em um cofre na França, primeiramente pelo novo regime do país e depois pela produtora francesa do cunhado do Xá.

Problemas financeiros, a até mesmo geopolíticos, atrasaram indefinidamente a pós produção do filme

Welles então iniciou uma batalha judicial para recuperar os direitos sobre os negativos; conforme é visto no documentário Serei Amado Quando Morrer, o cineasta apelou para o antigo código napoleônico relacionado à propriedade intelectual, mas a decisão da corte francesa manteve os direitos com o produtor.

Quando chegou o ano de 1985, Orson Welles faleceu sem jamais ter finalizado a edição de seu último filme. Ainda assim, seus associados e parentes continuaram o esforço de arrecadar recursos para terminar a produção o mais próximo possível de como o diretor sonhara em realizar. Por volta de 1998, Mehdi Boushehri decidiu por negociar os direitos sobre o filme, a fim de facilitar que ele fosse lançado e assim pudesse recuperar um pouco do investimento.

Poucos anos depois, Bogdanovich anuncia que vai buscar parceiros para terminar a pós-produção de O Outro Lado do Vento em um esforço que perdurou até 2018, quando a versão finalizada foi exibida no Festival de Veneza e no final do ano entrou no catálogo da Netflix

Ao final dessa saga, fica muito difícil não confundir o filme com a carreira de Welles. Um conceito que originalmente poderia ser o renascimento de um cineasta\um cineasta que no início da carreira apresentou conceitos que poderiam mudar o cinema, uma história sobre um diretor outrora grande que se tornou uma sombra reciclada de si mesmo\ um realizador que já foi considerado um prodígio de Hollywood por ter criado o maior filme de todos os tempos e nos estágios finais da vida precisava financiar os próprios projetos.

Tudo em O Outro Lado do Vento exala a exaustão, no bom sentido, do seu criador, o cansaço que transparece no Jake Hannaford de John Huston exibe bem isso; as câmeras invasivas que tomam a festa na casa do cineasta, como abutres em volta do corpo já deteriorado do protagonista, são as mesmas que muito se fartaram em mostrar Orson nos estágios finais da vida e ainda assim cabe a ironia de algumas delas serem de cineastas realizando gravações sobre o projeto de Hannaford; outrora o manipulador das câmeras, é Hannaford\Welles quem por elas agora era vitimizado.

 

‘Duster’: Josh Holloway vai estrelar nova série da HBO Max produzida e co-escrita por J.J. Abrams

O astro John Holloway, da série ‘Lost‘, vai novamente trabalhar em parceria com o cineasta J.J. Abrams, na nova série original da HBO Max, intitulada ‘Duster‘. A informação foi revelada em primeira mão pela revista Variety.

A produção se passa no sudoeste, no auge dos anos 70, e traz Holloway como um piloto de fuga para um crescente sindicato do crime.

Abrams assina o roteiro de ‘Duster‘, ao lado de LaToya Morgan (‘The Walking Dead‘). Ambos também assumem a função de produtores executivos do projeto.

Recentemente, Holloway entrou para o elenco da 3ª temporada da aclamada série western ‘Yellowstone‘, da Paramount Pictures.

Ele também estrelou a série ‘Colony‘, da emissora USA e criada por Carlton Cuse, um dos co-criadores de ‘Lost‘.

Josh Holloway ficou mais conhecido por interpretar James Sawyer, na série ‘Lost‘. Além disso, o ator também dirigiu diversos episódios da produção, que traz Abrams como um dos criadores e produtores executivos.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Georges St-Pierre diz que a série pode gerar mais teorias que ‘WandaVision’

O final de ‘WandaVision‘ acabou decepcionando alguns por conta de tantas teorias criadas em torno da trama, mas parece que o mesmo pode acontecer com ‘Falcão e o Soldado Invernal’.

Durante uma entrevista para o Complex, Georges St-Pierre, que retorna como o vilão Batroc, disse que a série pode gerar ainda mais teorias que a antecessora.

Questionado se ficou decepcionado com as teorias de ‘WandaVision‘, o ator e ex-lutador disse:

“Fiquei sabendo de alguns rumores, mas não dei muita atenção. Isso é normal, acredito que as teorias em torno de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ podem ser ainda maiores [do que em ‘WandaVision‘]. É uma coisa de louco.”

O astro disse que está tão curioso quanto os fãs porque também não sabe muito sobre a trama, apenas o que acontece com Batroc.

“Para falar a verdade, nem eu sei o que vai acontecer. Estou tão curioso quanto o público. Só sei o que eu precisava de saber em relação ao meu personagem. E mesmo se eu quisesse te contar coisas, eu não poderia. Eles são muito bons em esconder as cartas na manga.”

Há alguns meses, o The Weekly Planet divulgou que Batroc fará uma breve participação como líder de uma milícia que enriquece chantageando governos, e o novo Capitão América (Wyatt Russell) irá enfrentá-lo para acabar com seus planos.

Em entrevista ao Inspired Traveller, o lutador comentou sobre seu entusiasmo em reprisar o papel e disse que a produção é o maior trabalho artístico em que já trabalhou.

“Eu não esperava reprisar esse papel e fiquei muito animado quando me ligaram. Confesso que sou um nerd dos quadrinhos e essa paixão influenciou a minha carreira como lutador profissional, sabe? Quando eu estava no octógno, eu me sentia como um super-herói e quando a luta terminava, parecia que eu era um ser humano normal.”

Ele também elogiou a produção da série e prometeu grandes momentos envolvendo Batroc.

“Mal posso esperar até que o público veja o resultado do meu esforço, porque Batroc terá seu momento de ação. O que mais me impressionou é que a série tem um orçamento enorme, é a maior performance que já fiz na minha vida. Não sou um veterano, mas já faz um bom tempo desde que entrei nesse universo [da dramaturgia]… Posso dizer que sinto orgulho do trabalho que fizemos.”

Lembrando que a atração estreia em 19 de março na Disney+.

Confira o trailer e a sinopse:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘American Horror Story’: Confira a primeira imagem do Macaulay Culkin na 10ª temporada!

Através do seu Instagram, Ryan Murphy divulgou uma nova imagem oficial da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘, destacando os atores Macaulay Culkin e Leslie Grossman.

Confira:

“Algo sinistro está vindo por aí…”

O tema da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘ continua sendo um mistério, mas Sarah Paulson, que retorna para o próximo ciclo depois de não ter participado de ‘1984‘, revelou alguns detalhes do que o público pode esperar de sua personagem.

Em entrevista a Entertainment Weekly, Paulson disse que a misteriosa persona terá “alguns problemas”, aparentemente um cabelo interessante e um ótimo nome.

“A personagem que vou interpretar este ano em ‘Horror Story’ tem alguns problemas, vamos dizer assim. Tenho um cabelo colorido, que nunca usei na vida ou no show. É o que posso contar. E tenho um nome ótimo. Isso também posso falar”.

Paulson também falou sobre os desafios de interpretar dois personagens bem diferentes em duas séries ao mesmo tempo, visto que dará vida a Linda Tripp na vindoura 3ª temporada de ‘American Crime Story’, cuja história é centrada no escândalo entre o ex-presidente Bill Clinton e na assessora Monica Lewinsky.

“Gosto de uma delas mais do que a outra, porque uma é mais legal e a outra me faz parecer com Linda Tripp. É isso. Apenas uma experiência diferente”.

É possível que o próximo ciclo de ‘AHS’ gire em torno de sereias ou criaturas marinhas.

O elenco do novo ano conta também com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Frances Conroy, Angelica Ross e Finn Wittrock.

Os novos episódios não têm previsão de lançamento.

Entidade espreita seus pesadelos no clipe do terror ‘Come True’; Assista!

O terror ‘Come True‘ ganhou um novo clipe sinistro.

Confira, com o trailer completo:

O longa é dirigido por Anthony Scott Burns.

Uma adolescente rebelde, atormentada por pesadelos sinistros, busca ajuda na pesquisa de uma universidade para se livrar dos seus problemas noturnos, mas ela acaba se tornando um canal para uma descoberta assustadora…

Julia Sarah Stone, Landon LiboironSkylar Radzion estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 15 de março.

‘Liga da Justiça’: Fãs fazem campanha para Warner RESTAURAR o Universo do Snyder #RestoreTheSnyderVerse

Na época de seu lançamento, ‘Liga da Justiça‘ foi alvo de grandes controvérsias, em virtude do seu tumultuado processo de criação que fora comprometido e da repentina saída de Zack Snyder da direção, após o trágico falecimento de sua filha.

Joss Whedon recebeu a missão de finalizar o longa, que sofreu drásticas mudanças e intervenções comprometendo profundamente o resultado final.

Com a avalanche de críticas negativas, tanto por parte dos fãs, bem como por parte da imprensa, a Warner aceitou o pedido dos fãs que criaram a campanha #ReleaseTheSnyderCut e vai lançar o corte do diretor no HBO Max dia 18 de Março – gastando em torno de US$ 70 milhões para fazer isso acontecer.

Mas agora os fãs querem mais.

Com a estreia se aproximando, jornalistas americanos e fãs começaram uma campanha pedindo que a Warner e a DC restaurem o Universo Cinematográfico criado por Zack Snyder com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e ‘Liga da Justiça‘.

A hashtag #RestoreTheSnyderVerse logo começou a pipocar nos trendings.

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

Confira:

Recentemente, os fãs decidiram comparar a versão do Snyder com a do Joss Whedon. 

Assista ao trailer do Superman e do Batman:

Segundo a produtora do longa e esposa do diretor, Deborah Snyder, o cineasta Christopher Nolan – produtor executivo de ‘Liga da Justiça‘ – chegou a aconselhar Zack a jamais assistir a versão de Whedon, pois “ela partiria o seu coração“.

A informação foi revelada durante uma entrevista à revista Vanity Fair. Na ocasião, ela revelou que Nolan exibiu o longa para ela e ponderou sobre como foi “estranha” a experiência de assistir a um filme que havia mudado drasticamente da proposta original projetada pelo seu esposo.

“Foi uma experiência…muito estranha. Eu não sei quantas pessoas passaram por essa experiência. Você trabalhou em algo por tanto tempo, vai embora e então vê o que aquilo acabou se tornando. Eles vieram e disseram: ‘Você nunca deve ver esse filme, porque eu sabia que partira o coração dele'”. 

Lembrando que o filme será lançado em VOD no Brasil e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Resident Evil’: Confira os personagens que foram CONFIRMADOS no filme pelo cartaz do reboot

O reboot de ‘Resident Evil‘ nos cinemas ganhou seu primeiro cartaz, que traz os nomes dos personagens dos jogos que estarão no filme.

Por mais que já tínhamos uma ideia, agora foram confirmados na produção:

Claire Redfield (Kaya Scodelario)

Chris Redfield (Robbie Amell)

Jill Valentine (Hannah John-Kamen)

Leon S. Kennedy (Avan Jogia)

Albert Wesker (Tom Hopper)

Ada Wong (Lily Gao)

William Birkin (Neal McDonough)

Richard Aiken (Chad Rock)

Brad Vickers (Donal Logue)

Confira:

A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.

“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.  

Ele roteirizou o reboot ao lado de Greg Russo.

Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.

O reboot da franquia estreia nos cinemas dia 3 de setembro de 2021, uma semana antes do divulgado inicialmente.

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) dirige.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

MUSCULOSA! Novas fotos mostram a evolução física de Natalie Portman para ‘Thor: Amor e Trovão’

A atriz vencedora do Oscar Natalie Portman está na Austrália filmando ‘Thor: Amor e Trovão‘ e sua evolução física não para de surpreender os fãs.

As novas fotos do set mostram que a atriz levantou peso e malhou bastante para viver a versão feminina de Thor. Os fãs perceberam que os braços da atriz estão muito mais musculosos que antes.

Para comparar, vamos ver uma foto da atriz na Comic Con de San Diego de 2019 e fotos dela no set atualmente.

Antes:

Agora:

Além disso, um novo vídeo dos bastidores está circulando na internet e traz Portman desempenhando uma arriscada cena de ação.

Na tomada em questão, é possível notar que ela é suspensa no ar com a ajuda de equipamentos de segurança e dublês. Além disso, ela aparenta estar recebendo uma forte carga sobre o seu corpo, a contar pelos seus rápidos movimentos.

Confira:

Confira também mais algumas imagens dos bastidores:

O elenco do filme conta com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além de Dave Bautista e Vin Diesel.

Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.

É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

‘Alias’: Jennifer Garner quer estrelar um reboot da série junto com Bradley Cooper

A série ‘Alias – Codinome Perigo‘ teve cinco temporadas, exibidas entre 2001 e 2005, e deixou muitos fãs decepcionados quando os últimos episódios foram anunciadas.

Na trama, a espiã Sydney Bristow (Jennifer Garner) se aventura como agente dupla enquanto trabalha para uma organização terrorista e para a CIA.

Além de buscar vingança pela morte de seu namorado depois que ela lhe conta que é uma espiã, Bristow também vê sua vida desmoronar ao descobrir que seu pai não era quem ela pensava que ele fosse.

Além de Garner, a série contou com um elenco de peso, incluindo Victor Garber (‘Legends of Tomorrow’), Michael Vartan (‘Retratos de uma Obsessão’), Lena Olin (‘Riviera’) e Bradley Cooper (‘Nasce Uma Estrela’).

Como muitas produções estão ganhando revivals recentemente, o público vem pedindo há um bom tempo que a série ganhe novos episódios, incluindo a própria Garner.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, a estrela foi questionada se toparia reprisar o papel em um reboot da série e foi direta ao dizer:

“Mas é claro, podem me chamar que eu agarro Bradley pelo pescoço para vir comigo.”

Em 2019, ela já havia conversa com o portal sobre a ideia e fez questão de dizer que adoraria participar de qualquer produção relacionada à série.

“Ouvi falar que há um reboot de ‘Alias’ acontecendo, mas ninguém me falou sobre isso. Quero dizer, seria uma coisa totalmente diferente. Mas se eles não me chamarem para uma participação, ficaria muito, muito brava. Mas não imagino que seja uma coisa séria, porque não ouvi nada de ninguém ainda.”

Mesmo após 15 desde o fim da produção, os astros continuam grandes amigos, e a ideia certamente seria apreciada pelos fãs.

Embora eles já fossem conhecidos antes da série, vale lembrar que ‘Alias’ serviu como uma catapulta para a carreira deles, então não seria nenhuma surpresa se eles concordassem em retornar.

Lembrando que o cineasta e criador da série Alias’, J.J. Abrams, chegou a considerar a possibilidade de um reboot.

A informação foi compartilhada pela editora Maryann Brandon, durante uma entrevista ao Awards Daily.

Segundo ela, ambos chegaram a ter conversas a respeito do assunto, mas nada foi muito além de uma mera reflexão:

“Nós conversamos sobre o assunto. Vez outra eu pergunto para ele e ele sempre diz: ‘Sim, talvez’. Mas não tenho nenhuma informação mais concreta, fora essa. E sabe, eu amo Jennifer Garner. Ela é realmente muito boa naquilo que faz e eu ficaria muito feliz se eles fizessem um reboot da série”.

Essa não é a primeira vez que um reboot de Alias tem sido notícia no universo do entretenimento. Em 2010, relatos apontavam que a emissora ABC estaria considerando recomeçar a produção, deixando de lado os aspectos de ficção científica do material original – que foram inspirados em Leonardo da Vinci e Nostradamus e que ajudou a trilhar os rumos da mitologia da produção na suas últimas temporadas. No entanto, o projeto não foi ao ar.

Disney+ remove ‘Peter Pan’, ‘Dumbo’ e outras animações do catálogo infantil devido a representações racistas

De acordo com o Comic Book, a Disney+ removeu algumas animações de seu catálogo infantil por conta de conteúdos racistas e preconceituosos.

Algumas das animações incuem títulos bem bastante aclamados, como ‘Peter Pan’, ‘DumboeAristogatas‘, além do clássico drama de aventura ‘A Cidadela dos Robinsons‘, lançado em 1960.

Foi dito que ‘Peter Pan‘ retrata o povo indígena de uma maneira estereotipada que não reflete nem a diversidade dos povos indígenas nem suas tradições culturais autênticas.

Na trama, eles se comunicam com uma linguagem indecifrável como se fossem selvagens e são chamados de ‘peles vermelhas’ várias vezes, um termo considerado ofensivo atualmente.

Além disso, Peter e seu grupo de amigos zombam da cultura indígena ao ridicularizarem suas danças e ainda usam seus cocares e adornos de forma desrespeitosa, apropriando-se de sua cultura.

Em ‘Dumbo‘, as apresentações musicais dos corvos homenageiam shows de menestréis racistas, onde artistas brancos com rostos pintados de preto e roupas esfarrapadas imitam e ridicularizavam africanos escravizados nas plantações do sul dos EUA.

O líder do grupo de dança chama-se Jim Crow, o mesmo nome das leis que promoviam a segregação racial na região.

Imagem da Lei Jim Crow, zombando dos povos negros, ao lado do personagem homônimo de ‘Dumbo

Em ‘Aristogatas‘, um felino músico é retratado como uma caricatura racista dos povos do Leste Asiático, com traços estereotipados exagerados, como coloração amarelada e dentes salientes.

Ele canta em inglês com sotaque forçado e toca piano com hashis, aqueles talheres de sushi.

Esse retrato reforça o estereótipo do ‘estrangeiro desengonçado’, enquanto o filme também traz letras que zombam da língua e da cultura chinesa.

Em ‘A Cidadela dos Robinsons‘, os piratas que perturbam a família Robinson são morenos e retratados como uma aberrações em relação aos traços europeus.

Na trama, a família Robinson é suíça e são atacados por piratas morenos que usam maquiagem exagerada e se vestem de forma ‘selvagem’, reforçando sua barbárie.

Eles falam em uma linguagem indecifrável, apresentando uma representação racista dos povos asiáticos e do Oriente Médio.

Apesar da polêmica, você ainda pode encontrar os filmes na Disney+, exceto nos perfis infantis.

‘Liga da Justiça’: Snyder divulga foto inédita do Coringa do Jared Leto e revela por que trouxe ele de volta

Zack Snyder divulgou uma nova foto dos bastidores de ‘Liga da Justiça‘ que mostra o Coringa de Jared Leto.

Confira:

Em entrevista ao GamesRadar, Snyder revelou por que decidiu trazer novamente o Coringa do Jared Leto na nova versão, explicando a sua intenção de continuar a narrativa de ambos os personagens.

“Acrescentar o Coringa era algo que eu queria fazer. Fracamente, o maior conflito em um universo em que o Batman existe é ele confrontar o Coringa. Eu tinha medo que se esse fosse o último filme da ‘Liga da Justiça’ com Ben Affleck e do Jared Leto, iria parecer que eu não tinha descoberto um jeito de mostrar esse conflito.”

Ele completa, “Foi uma escolha minha trazer o Coringa de volta para continuar a narrativa. Eu indiquei isso em ‘Batman vs. Superman’ – quando você vê a arma do Batman no mundo pós-apocalíptico, ela tem um Coringa nela. Isso tem um pouco a ver com aquele conceito.”

Vale lembrar que o Snyder Cut deLiga da Justiça‘ será dividido em seis partes.

Cada parte do evento de 4h de duração vai receber títulos diferenciados, como ‘Não conte com isso, Batman’, ‘A era dos heróis’, ‘Amada mãe, amado filho’, ‘Máquina de mudanças’, ‘Todos os cavalos do rei’ e ‘Algo mais sombrio’.

Vale reforçar que o filme não será lançado em episódios, e a divisão é apenas uma estratégia estilística como em alguns filmes do Tarantino, por exemplo.

Confira os títulos:

Anteriormente, o diretor Zack Snyder confirmou que está nos estágios finais de ‘Justice League: Justice Is Grey Edition‘, a versão em preto e branco do filme.

“Eu gostaria de fazer um filme em preto e branco em algum momento. Estamos terminando agora a versão em preto e branco da Liga da Justiça, e é chamada de Justice Is Grey Edition. É assim que eu chamo. Liga da Justiça: Edição da Justiça é Cinza. Não é preto e branco como dizem (risos). Mas esse é o nome da versão em preto e branco.”, disse Snyder ao I Minutemen . 

Confira o novo cartaz:

Snyder descreveu o que agora é chamado de Justice Is Grey Edition como a “maior experiência da Liga da Justiça” e a “versão ideal do filme” porque o famoso Snyder Cut foi editado em preto e branco.

“Minha versão ideal do filme é a versão IMAX em preto e branco do filme. Isso, para mim, é a experiência mais centrada no fã, mais pura e mais da Liga da Justiça. Porque foi assim que vivi com o filme por dois anos, em preto e branco.”, disse Snyder em uma entrevista de novembro para o The Film Junkee .  

Lembrando que o filme será lançado no Brasil em VOD no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘Oxigênio’: Sci-fi da Netflix com diretor de ‘Predadores Assassinos’ ganha trailer SUFOCANTE

O suspense de ficção científica ‘Oxigênio‘ (Oxygen), dirigido por Alexandre Aja (‘Predadores Assassinos’), ganhou seu sufocante trailer.

O filme estreia em 12 de maio na Netflix.

Assista:

Mélanie Laurent (‘Bastardos Inglórios’), Mathieu Amalric (‘O Quarto Azul’) e Malik Zidi (‘Os Caminhos de Terror’) estrelam a produção.

A trama é centrada em uma mulher que acorda em uma cápsula médica criogênica, sozinha, sem memória e sem saída. Tudo o que ela sabe é que ela tem 90 minutos de oxigênio e precisa descobrir como se salvar, enquanto descobre quem ela realmente é, quem a colocou lá e o mais importante — por quê?

O roteiro do longa foi escrito por Christie LeBlanc.

“Um dos melhores roteiros que já li em anos – uma experiência de sobrevivência com um grande mistério central,” disse Aja. “Mesmo sem o oxigênio acabando, o suspense naquelas páginas me deixou sem fôlego.” 

Como o Final de ‘WandaVision’ vai influenciar em ‘Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura’?

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE POSSÍVEIS SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao último episódio de WandaVision, não leia esta matéria, a menos que não se importe com spoilers.

WandaVision terminou com uma cena pós-créditos que será muito importante para o futuro do Universo Cinematográfico Marvel. E como a Feiticeira Escarlate já está confirmada na segunda aventura do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), acreditamos que ela terá bastante influência na trama. Quer dizer, mais do que ela em si, o Darkhold deve ser peça central de todas as possíveis desgraças que aconteçam daqui para frente no Mundo Mágico Marvel. Pensando nisso, separamos cinco vilões com motivações relacionadas a série que não apenas se encaixam em Doutor Estranho: No Multiverso da Locura, mas também na frase de Agatha Harkness (Kathryn Hahn) afirmando que Wanda liberou algo terrível em WandaVision. Confira!

 

Chthon

Como vimos ao longo de WandaVision, o livro que a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) aparece lendo na segunda cena pós-créditos é o artefato místico Darkhold, um livro cuja criação data de antes da submersão de Atlântida, e que estava em posse da bruxa Agatha Harkness. Nos quadrinhos, ele é feito de matéria escura e foi escrito por Chthon, uma criatura anciã que é conhecida por ser o primeiro praticante de magia obscura do Universo Marvel. Por lidar com a energia do caos e com esse tipo específico de magia, os poderes de Wanda tem sim ligação com Chthon, que transferiu parte de sua energia para a futura feiticeira no momento em que ela nasceu. Seu plano era conseguir manipular a versão adulta de Wanda para utilizar os “Hex Powers” – já ouvimos sobre eles na série – da garota para remodelar o universo de acordo com seu desejo. Mas por que esse livro é tão especial? Forjado na dimensão infernal, ele possui as instruções de como realizar todos os feitiços conhecidos, o que possibilita ao seu portador construir ou trazer para si tudo o que deseja. Um dos casos mais famosos dos quadrinhos é a criação dos lobisomens, que dão muito trabalho para personagens como o Blade e o Cavaleiro da Lua. Agora que Wanda se tornou a Feiticeira Escarlate, pode ser que a Marvel o traga para os cinemas para ajudar a explicar o surgimento de seus poderes mágicos na infância, e mostrá-lo tentando remodelar o mundo a seu bel prazer. Além disso, o Barão Mordo (Chiwetel Ejiofor) deve aparecer já como um vilão fundamentalista, que pode acabar se envolvendo com a magia das trevas e, consequentemente, com Chthon.

 

Os fãs esperavam que o demônio Mephisto desse as caras já em WandaVision. Porém, a trama acabou sendo mais intimista, resolvendo focar mais em Wanda lidando com seu luto e com o Visão (Paul Bettany) tentando entender exatamente o que ele é. Pois bem, esse capiroto teve a aparição especulada porque sua história está amarrada com a de Wanda e seus bebês nos quadrinhos. Isso porque Billy e Tommy acabam sendo gerados com pedaços da alma de Mephisto. Então, quando o demônio se recompõe, ele tenta absorver os pedaços faltantes de sua alma, ocasionando a “morte” dos gêmeos Maximoff. Isso leva Wanda a perder a cabeça, surtar, matar metade dos Vingadores, incluindo o Visão, e passar a ser considerada uma ameaça. Porém, os gêmeos lutam contra ele e conseguem reencarnar em novos corpos, permitindo que eles assumissem papéis de super-heróis: Wiccano e Célere. A série já nos mostrou que Wanda é agora considerada uma vilã por conta do sequestro do povo de Westview, então é pouco provável que Mephisto aparecesse para reforçar esse status de má da feiticeira. No entanto, na cena pós-créditos, vemos que, enquanto Wanda relaxa, a Feiticeira Escarlate ouve seus filhos gritarem de desespero, e estuda o Darkhold como se buscasse uma forma de trazê-los de volta. É possível que ele surja como a criatura liberada por Wanda ao assumir os poderes de Feiticeira Escarlate e cause um inferno interdimensional. Outro boato que ajudaria nessa aparição seria uma suposta participação do Motoqueiro Fantasma na trama.

Pesadelo

Já faz algum tempo que o Pesadelo, ou melhor… A Pesadelo é cotada para ser a vilã de Doutor Estranho 2. Inclusive, teve veículo que já deu como certa a escalação de Eva Green para o papel, mas como a Marvel não confirmou, trataremos apenas como um boato. Pois bem, nos quadrinhos, o Pesadelo é uma criatura ridiculamente poderosa que começou como um servo do Senhor do Caos, Shuma-Gorath – um polvão infernal gigantesco que já estragou a vida de muita gente. Só que o servo se viu mais forte que o mestre e partiu rumo à Dimensão dos Sonhos, onde passou a canalizar o medo dos pesadelos mortais para deixá-lo ainda mais poderoso. Responsável por, como sugere o nome, nossos pesadelos, o vilão se vicia no medo e fica dependente dele, assim como um usuário de drogas. Isso o leva à Terra, onde ele consegue aterrorizar ainda mais gente implantando sonhos ruins em suas mentes, e suga ainda mais medo. Fora isso, ele consegue manipular energia escura e os sentimentos alheios, dois pontos fracos não apenas da Wanda, mas do próprio Doutor Estranho. Conforme os episódios de WandaVision foram estreando, os fãs começaram a reparar que o uso da palavra “pesadelo” estava ficando cada vez mais frequente, beirando o repetitivo, o que motivou alguns deles a especularem que o vilão já poderia aparecer na série. Agora que temos um filme envolvendo a Wanda, magia, viagens dimensionais e o Mago Supremo, o/ a Pesadelo parece um antagonista de respeito.

Shuma-Gorath

 


Baseado nos monstros de H.P. Lovecraft, o Shuma-Gorath é o caos em essência. Adorado pelos Incas como um deus, o monstrão é considerado um semideus caótico que faz uso de seus tentáculos para manipular dimensões, o que não apenas legitima o Multiverso, como também o coloca como uma das criaturas mais poderosas dele, senão a mais poderosa. Imortal, a única forma de detê-lo é aprisionando-o em outras dimensões com feitiços que o impeçam de atravessá-la. Sim, ele é capaz de atravessar, se teletransportar e manipular as dimensões com muita facilidade. Como se isso tudo não fosse o bastante, ele também dispara raios de energia pelo olho e ostenta um controle mental para iludir e manipular outras criaturas poderosas para servi-lo como arauto. Consciente de seu poder, ele é um poço de arrogância. E convenhamos, se você fosse o arauto do caos, um ser tão poderoso que consegue controlar forças universais, você provavelmente também seria bem arrogante. Enfim, considerando que o Darkhold é feito com a Magia do Caos e aparentemente uma criatura poderosíssima foi libertada quando Wanda incorporou a caótica Feiticeira Escarlate, por que não acreditar que um dos vilões mais famosos do Mago Supremo, famoso por representar o caos universal, não poderia ser o tal monstro?
Ok, ok, essa aqui não vai agradar a todos, mas é bem coerente. Havia uma esperança de que o Doutor Estranho apareceria em WandaVision para ajudar Wanda a lidar com os problemas da magia. Como ele não apareceu e vimos a Wanda relaxando enquanto a Feiticeira Escarlate estava estudando no plano astral, pode ser que a entidade “escarlate” seja a grande ameaça da vez. Nos quadrinhos, a personagem já assumiu esse papel de vilã algumas vezes, sempre ocasionadas por surtos envolvendo perdas pessoais. E se o MCU estiver introduzindo essa nova faceta superpoderosa para colocar Wanda em um processo de “dupla personalidade”? Como assim? Bem, mais ou menos como a FOX fez com a Fênix Negra nos filmes do X-Men, mostrando a entidade assumindo o corpo mortal de Jean Grey e causando tumulto e horror por aí. E é interessante reparar que diferentemente do próprio Doutor Estranho, que sempre aparece com a mesma roupa nos planos físico e astral, Wanda utiliza roupas diferentes nos dois planos, talvez indicando que não sejam a mesma pessoa, apesar de dividirem aquele corpo. E como a Feiticeira já está sendo vista como vilã, isso justificaria com mais facilidade a presença dela no filme do Doutor Estranho, o guardião da nossa realidade.
WandaVision está disponível no Disney+
Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura está previsto para estrear em março de 2022

‘Borderlands’: Astro de ‘Creed II’ entra para o elenco da adaptação

O elenco de Borderlands continua a crescer e, segundo o The Hollywood Reporter, o astro Florian Munteanu (Creed II) entrou para a adaptação.

Munteanu dará vida a Krieg no longa-metragem, estrelando em um papel oposto ao de Tiny Tina (Ariana Greenblatt).

O ator se junta aos previamente anunciados Jack Black (Claptrap), Cate Blanchett (Lilith), Kevin Hart (Roland) e Jamie Lee Curtis (Dra. Patricia Tannis).

A franquia original gira em torno de um grupo de “Caçadores de Cofres” que procuram por um esconderijo alienígena no planeta de Pandora, o que combina muito bem com os trabalhos anteriores de Roth.

Ele é conhecido por comandar inúmeros longas-metragens de terror ou suspense, incluindo CanibaisHostelCabana do InfernoBata Antes de Entrar.

Lembrando que o roteiro é escrito por Craig Mazin (criador do drama Chernobyl).

“Estou animado em mergulhar no mundo de Borderlands, e não poderia estar fazendo isso com um roteiro, uma produtora e um estúdio melhores. Tenho uma história longa e de grande sucesso com a Lionsgate – sinto como se tivéssemos crescidos juntos e que tudo na minha carreira culminou nesse momento”, disse Mazin.

A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: Borderlands 2’ (2012), Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.

‘Homem-Aranha 3’: Alfred Molina e Kirsten Dunst aceitaram retornar por causa de Sam Raimi

De acordo com o jornalista Daniel Ritchman, o diretor Sam Raimi foi o responsável pelo retorno de Alfred Molina e Kirsten Dunst como Dr. Octopus e Mary Jane Watson no próximo filme do Homem-Aranha no MCU.

Raimi, diretor da primeira trilogia do Cabeça de Teia, ajudou a convencer os astros a reprisarem seus papéis ao mencionar que estaria servindo como uma espécie de consultor na sequência dirigida por Jon Watts.

Não foi revelado como Andrew Garfield se juntou ao elenco, mas é possível que Raimi tenha incentivado a Marvel Studios a envolver todas as versões cinematográficas do herói para compor o Aranhaverso.

Além disso, Ritchman indicou que os eventos de ‘WandaVision’ eDoutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ vão estar diretamente ligados com Homem-Aranha 3‘.

Essa última revelação não é bem uma surpresa, considerando a participação de Benedict Cumberbatch na sequência.

Anteriormente, o The Illuminerdi  divulgou que Willem Dafoe e Thomas Hayden Church estão em negociações para retornarem como o Duende Verde e o Homem-Areia, vilões da trilogia de Raimi.

Tobey Maguire e Emma Stone também negociam seu retorno para o novo filme. Maguire foi o Peter Parker original nos filmes de Raimi, e Stone interpretou Gwen Stacy em ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

Além disso, o Murphy’s Multiverse anunciou que Charlie Cox vai reprisar seu papel como Matt Murdock/Demolidor na aguardada sequência.

Cox deu vida ao personagem na série da Netflix cancelada em 2018, e muitos fãs já vinham pedindo que o herói fosse resgatado no MCU.

Por enquanto, a Marvel e a Sony não se pronunciaram sobre a informação, mas o portal tem um histórico bastante confiável em relação às produção do MCU.

Dr. Octopus e Electro retornam! O que mais queremos ver em ‘Homem-Aranha 3’?

E aí, você está empolgado com as novidades?

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que o lançamento seja afetado por conta do adiamento da produção (anteriormente prevista para iniciar em julho).

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Auto da Boa Mentira’: Trailer da comédia baseada nas histórias de Ariano Suassuna, de ‘O Auto da Compadecida’

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer da comédia nacional ‘Auto da Boa Mentira‘.

Dirigido por José Eduardo Belmonte, o longa é baseado nas histórias de Ariano Suassuna – de ‘O Auto da Compadecida‘.

Confira:

Dizem que mentira tem perna curta. Se isso é verdade, a bichinha corre rápido, viu! Em quatro histórias inspiradas em contos bem humorados de Ariano Suassuna, cada uma criada a partir de frases do poeta paraibano, conhecemos Helder, Fabiano, Pierce e Lorena, vivendo diferentes situações onde, ironicamente, a mentira é sempre a protagonista.

O elenco conta com Leandro Hassum, Renato Góes, Cássia Kis, Nanda Costa, Jesuita Barbosa, Chris Mason e Cacá Ottoni.

A comédia será lançada nos cinemas nacionais no dia 15 de abril.

Jared Leto fala sobre seu retorno em ‘Liga da Justiça’ e elogia o diretor Zack Snyder

Em entrevista ao EW, Jared Leto falou sobre o seu retorno como o vilão Coringa na nova versão de ‘Liga da Justiça‘, e aproveitou para elogiar o trabalho do diretor Zack Snyder.

“Esse foi um segredo que eu tive que guardar por um longo tempo. É até engraçado falar sobre isso. Zack Snyder conhece esse universo como nenhum outro… Ele se importa profundamente com esse personagem. E ele se importa com os fãs. Fiquei feliz por fazer parte de sua jornada e em recontar aquela história da forma que ele havia envisionado. Foi divertido revisitar o personagem.”

Recentemente, Snyder revelou que, além de dividir seu filme em seis “capítulos” individuais, ele adicionou um capítulo de epílogo.

O sétimo “capítulo” atuará como um “grande epílogo” do filme, revelou Snyder ao Beyond the Trailer (via ScreenCrush ).

O epílogo de 20 minutos se chamará “A Father Twice Over” (Um Pai Duas Vezes) e será reproduzido desde o final do Capítulo 6, “Something Darker”, até os créditos.

“Há um epílogo chamado ‘A Father Twice Over’ que, bem, acho que não foi lançado. A última parte é chamada de ‘Um Pai Duas Vezes’ e isso, você sabe, leva você ao final do filme. Esse é o grande epílogo… de lá até o final são 20 minutos, mais os créditos. Na verdade, existem sete partes, sim.” 

Lembrando que o filme será lançado em VOD no Brasil dia 18 de Março e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘WandaVision’: Criadora da série fala sobre a falta de justiça aos moradores de Westview

Em entrevista ao TVLine, Jac Schaeffer, criadora de ‘WandaVision‘, rebateu as críticas sobre a falta de justiça aos moradores de Westview, que tiveram que se contentar em ver a Wanda indo embora sem grandes repercussões após tudo o que ela causou.

“Tivemos muitas discussões sobre a cidade de Westview ter sido tomada como refém no último episódio. A Agatha realmente destaca isso ao dizer: ‘Você é uma heroína ou uma vilão? Heróis não torturam pessoas’. Esse é um grande momento no episódio final, porque a Wanda tem que encarar essa realidade. Acredito que a cena em que a Wanda caminha de volta para o centro da cidade é muito poderosa. Nós sentimos a tensão dos olhares que os cidadãos da cidade direcionam à Wanda. Nós sentimos o quanto eles estão furiosos.”

Questionada sobre dar um desfecho mais feliz para a cidade, Schaeffer completa: “Essa não era a história que estávamos contando. A Wanda não podia fazer tudo ficar bem. Não tinha como terminar e fingir que ela não fez nada de errado Ela errou muito. E provavelmente ainda haverá um acerto de contas pelas suas ações no futuro.”

Apesar de ‘WandaVision‘ ter chegado ao fim, o universo da Marvel continuará a ser explorado na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, que será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).