Intitulado Kid in a Candy Store, o próximo episódio vai ao ar no dia 20 de dezembro.
“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”
Além dePatrick Gibson (‘Sombra e Ossos’) interpretando a versão mais jovem do personagem titular, a séria também terá Molly Brown (‘Evil’) dando vida a sua irmã, Debra Morgan.
Com 10 episódios, a produção se passará 15 anos antes dos eventos da série original.
O showrunner original de ‘Dexter’, Clyde Phillips, assume o comando da nova série, enquanto o experiente diretor Michael Lehmann, conhecido por seu trabalho em ‘Atração Mortal’, assume a direção e a produção executiva.
A produção será lançada no serviço de streaming no dia 10 de outubro.
A trama segue Frank Remnick (Clarke), o único delegado federal encarregado das áreas remotas e tranquilas do Alasca. A jurisdição de Remnick é virada de cabeça para baixo quando um avião de transporte de prisioneiros cai na área, libertando dezenas de detentos violentos. Encarregado de proteger a cidade que jurou manter segura, ele começa a suspeitar que o acidente não foi um acaso, mas o primeiro passo de um plano bem elaborado com implicações de longo alcance e devastadoras.
Rudy Pankow (‘Outer Banks’) também estrelará a produção.
A trama acompanha o encontro fofo entre a Morte e o Diabo em um casamento de três dias em um destino paradisíaco. Eles se apaixonam após se esbarrarem no evento, para o qual cada um veio semear o caos.
O longa é baseado em um roteiro original de Noga Pnueli (‘Ajustando um Amor’).
Mali Elfman (‘Next Exit’), a filha do lendário compositor Danny Elfman, será responsável pela direção.
Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin, de ‘Pânico VI‘ e ‘Abigail‘, servirão como produtores. O projeto marcará a reunião entre a dupla e a atriz após sua colaboração na sequência ‘Casamento Sangrento 2: A Viúva‘.
As filmagens serão iniciadas em breve, em Los Angeles.
Em uma entrevista recente ao site Buzzfeed, ela falou sobre a quebra de recorde nas bilheterias:
“Eu considero que foi um grande triunfo. Logo após o fim do filme eu saí da sala de cinema caminhando nas nuvens. E o que eu acho que é tão fascinante na produção é que ela é uma adaptação do gênero de super heróis muito pontual e alinhada em se tratando da performance da Gal, do roteiro e da trilha sonora. ‘Mulher-Maravilha‘ tem a quantidade ideal daquele humor natural, que está na ponta da língua, é envolvente e no final me deixou embasbacada”.
‘Deadpool 2‘ continua conquistando novas posições nas bilheterias e a sequência já conseguiu ultrapassar a arrecadação doméstica de outro grande sucesso da Fox, ‘Logan‘.
Segundo a revista Forbes, mediante as bilheterias da última quarta-feira (30), em que a adaptação dos quadrinhos faturou US$ 3,8 milhões nos Estados Unidos, ‘Deadpool 2‘ conseguiu alavancar para a marca de US$ 227,7 milhões no total, superando o faturamento de ‘Logan‘, que finalizou seu período nos cinemas norte-americanos abocanhando US$ 226 milhões.
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
A nova série da Prime Video, ‘Good Omens‘, ganhou um novo vídeo, que apresenta à audiência o Anticristo.
O material, divulgado com exclusividade pela revista EW, introduz um garotinho britânico de apenas 11 anos, chamado Adam (Sam Taylor Buck). O simpático menino gosta de cachorros, de brincar com os amigos e também… é o filho do Diabo.
Assista:
A primeira temporada de ‘Good Omens‘, que vai contar com seis episódios, estreia dia 31 de maio na Prime Video.
A história de humor negro é ambientada nos dias atuais, e gira em torno de um anjo sensível, Aziraphale, e o demônio carismático, Crowley, enquanto eles juntam forças para impedir o apocalipse. O motivo? Porque eles acabaram gostando das experiências humanas.
A segunda metade da 4ª temporada de ‘Rick e Morty’ já está de volta e uma hilária cena do capítulo metalinguístico foi divulgada pelo Adult Swim.
No material em questão, a dupla está em um trem que está repleto de aventuras passadas vividas por Rick. E à medida que eles começam a desvendar esse mistério, camadas e mais camadas de outras histórias começam a surgir, acarretando em um possível colapso da própria série.
E em uma piada cheia de meatalinguagem, Morty conta a Rick uma história onde a própria série passou pelo famoso Teste de Bechdel – que questiona se uma obra de ficção possui pelo menos duas mulheres que conversam entre si sobre algo que não seja um homem. Muitas obras contemporâneas falham no teste, o que é um indicativo de preconceito de gênero.
Assista ao divertido clipe, que ainda faz uma crítica social sobre o machismo em Hollywood e a falta de representatividade feminina nas obras:
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
‘Falcão e o Soldado Invernal’ encerrou sua jornada na última sexta-feira (23) e para comemorar o fim da produção, o astro Sebastian Stan compartilhou um novo vídeo dos bastidores, que traz Anthony Mackie desempenhando uma intensa cena de ação.
O material foi compartilhado por meio de sua conta oficial do Instagram.
Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigiodo por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
Presa em seu pequeno mundo e em um constante entrave com sua mãe, Wanda é uma adolescente com forte personalidade e dona de uma espírito livre. Mas suas melhores características também são aquelas que nos trazem a essa história. O que deveria ser um ensolarado dia de celebrações culturais se transforma em um cinzento marco para a família Klatt. Wanda está desaparecida.
E diante da ineficiência da investigação policial, essa família de classe média do subúrbio alemão se aveturará pelas veredas mais inusitadas para encontrar sua primogênita. Tomando as rédeas da situação, Carlotta e Dedo Klatt se unem ao introspectivo filho caçula, Ole, para espionar a vizinhança e tentar reencontrar Wanda.
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Sob uma premissa conhecida (desaparecimento de um ente querido), a Apple TV+ e a dupla criativa Zoltan Spirandelli e Oliver Lansley consegue fazer de ‘Onde Está a Wanda?‘ um inesperado e divertido experimento social. Muito mais do que a constante busca pela personagem homônima, há também uma precisa película de curiosidade e fascínio pela vida alheia.
À medida em que acompanhamos a tragicômica busca do casal Klatt por sua filha, também testemunhamos os dissabores do espírito humano, sua soberba, suas obscuridades e peculiaridades. Essa proposta faz com que a primeira série alemã original do streaming seja um vigoroso sopro de originalidade. Costurando três gêneros de maneira eficiente e inteligente, o roteiro sabe muito bem como trabalhar o drama, o suspense e toques da comédia pastelão com exatidão.
E em uma entrevista ao CinePOP, os atores Axel Stein (Dedo), Heike Makatsch (Carlotta), Leo Simon (Ole) e Lea Drinda (Wanda) comentaram sobre o mais novo projeto, sua proposta ousada e até mesmo seu impacto na audiência.
Inaugurando o cânone de produções alemãs com o selo da Apple TV+, ‘Onde Está a Wanda?’ já é motivo de surpresa por parte de seu elenco, em virtude da positiva recepção global, conforme ponderou Heike:
“Essa conquista me traz um sentimento abstrato. É claro que sabíamos, diante do nível de produção, que isso seria algo especial. Mas é como se essa série fosse nosso bebê, que finalmente começa a andar diante dos nossos olhos. Estamos começando a digerir o que tudo isso significa”.
Axel completou seu raciocínio, contemplando o quão gratificante é poder entrar para a história do streaming de tal maneira:
“É um sentimento explosivo! Nós acabamos de assistir a versão final, depois de seis meses em produção. Me sinto orgulhoso por poder fazer parte desse momento e já começamos a receber o feedback de diversas pessoas do mundo e me parece que elas estão realmente curtindo, o que é ótimo”.
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Com uma abordagem mais agridoce, em que tragédia e humor se confundem em diversos momentos, ‘Onde Está a Wanda?‘ é fruto de uma combinação dos mandeirismos de personagens que emulam o trabalhador de classe média com o peso de uma perda irreparável. Sempre oscilando entre o sofrimento e a comédia situacional, a série bebe da fonte de Peter Sellers, sem se furtar do sabor amargo da dor de perder um filho.
Essa alquimia é o que conduz a audiência para uma experiência enérgica e simultaneamente soturna e sombria. Entre a loucura da comédia maluca e a razão da dor desenfreada, existe um casal de pais que tentam encontrar o caminho de volta para si mesmos – em um dilema bem universal:
“Eu também acho que isso é um fator que nos permite identificar com o público. Esse relacionamento familiar se desgastou com o passar dos anos, se tornou vazio. Ele está apático, mas o amor ainda está lá. Eu creio que muitos casais e familias já passaram por isso. Como voltar ao primeiro amor? Essa temática funciona aqui e é lindo vê-los não abrindo mão um do outro, na pior das circunstâncias. Eles estão tentando encontrar o caminho de casa”, refletiu Heike.
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E essa união familiar acaba sendo um dos elementos mais pulsantes da produção, em meio a todo o caos relacionado à espionagem, invasão de privacidade e vigilância alheia. Para Lea, a sinergia entre pais e filho em busca de Wanda é o que torna a dramédia uma experiência identificável, independente do contexto sociocultural.
“A coesão familiar é algo universal. Por sua família, você faria coisas inimagináveis. Há fronteiras que você cruzaria apenas por eles. Há tanta coisa que você abriria mão por sua família”.
Leo completou seu raciocínio, ponderando sobre como a história da família Klatt serve também de reflexão:
“Essa situação nos faz pensar em como agiríamos no lugar deles, nos leva a olhar para os outros com mais empatia e sensibilidade”.
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Tais temas universais ganham um sabor diferente quando os gêneros cinematográficos se misturam e se completam ao longo do desenrolar da trama. De situações inesperadas nascidas a partir da espionagem ilegal ao constante sentimento de incerteza quanto ao futuro, ‘Onde Está a Wanda’ consegue manter sua coerência narrativa, de forma que nenhum gênero ofusque o outro – anulando o argumento da série.
Para Axel, esse resultado é fruto de um cuidadoso trabalho entre elenco e equipe técnica:
“Acho que nós fizemos nosso melhor para atingir esse equilíbrio e tudo isso começou com o autor, o roteirista e o diretor. Nós somos as últimas engrenagens dessa máquina e no fim se trata de cooperação, com todos trabalhando juntos. Também há aquela questão: ‘Qual é o nosso nível de graça? O quanto podemos nos levar a sério?’ Conversamos muito sobre isso para encontrar o ponto certo e para que estivéssemos na mesma página. Há alguns momentos divertidos, outros mais sérios e entendemos essa dinâmica da família, porque ela nasce a partir de uma necessidade imutável”, concluiu.
Os três primeiro episódios da série já estão disponíveis na Apple TV+, com os demais sendo lançados semanalmente.
O Festival de Cannes 2025 começou com brilho, aplausos e um pouco de controvérsia. Entre blockbusters fora da competição, comédias musicais decepcionantes e dramas poéticos em destaque, os primeiros três dias trouxeram o contraste típico do festival: glamour na Croisette e cinema em todas as formas.
Partir un Jour: A Abertura que Não Convenceu
O filme escolhido para abrir oficialmente o festival, Partir un Jour, da diretora Amélie Bondin, acabou sendo um verdadeiro anticlímax. Com a proposta de ser uma comédia musical francesa leve e nostálgica, o filme tenta capturar o charme dos anos 90 por meio de números musicais e uma trama de reencontro entre velhos amigos.
Infelizmente, o resultado passou longe de cativar o público. Com humor sem força, interpretações musicais sofriveis e uma narrativa sem apelo emocional, o longa pode ser considerado esquecível. A recepção morna e os bocejos discretos na sala confirmaram: Cannes já teve estreias muito mais impactantes.
No segundo dia, Tom Cruise desembarcou em Cannes com o lançamento especial de Missão: Impossível 8 – O Ajuste de Contas Final. Apesar de não estar na seleção oficial, o filme teve exibição de gala e atraiu multidões para o tapete vermelho. O astro hollywoodiano, mais uma vez, mostrou sua habilidade de dominar o show.
Mas o momento viral veio por outro motivo: o elenco do filme, incluindo Cruise, quebrou uma das regras de ouro do festival — tirar selfies no tapete vermelho. Mesmo com alertas frequentes dos organizadores para manter o clima solene e elegante do evento, o grupo fez poses para fotos e vídeos com celulares em mãos, com selfie em grupo. O que vocês acham? Um gesto moderno e espontâneo ou uma quebra de protocolo desnecessária?
Na competição oficial, um dos primeiros grandes destaques foi o drama alemão Sound of Falling, dirigido por Mascha Schilinski. O filme oferece uma experiência profunda e silenciosa, com um refinamento técnico raro.
A história acompanha quatro meninas vivendo em épocas distintas, mas em um mesmo vilarejo alemão, abordando temas como solidão, violência e descoberta. Sem recorrer a grandes diálogos, a diretora constroi uma atmosfera emocional através da imagem e do som. A fotografia delicada, a montagem cuidadosa e a direção sonora criam um retrato quase poético da passagem do tempo. Um filme exigente, mas que recompensa com beleza e significado.
Cannes 2025 começou misturando o espetáculo de Hollywood com a busca pelo cinema autoral europeu. Tom Cruise trouxe carisma (e selfies proibidas), Partir un Jour decepcionou com uma abertura sem brilho, e Sound of Falling mostrou que o festival ainda sabe revelar joias do cinema contemporâneo. Com tantos contrastes já nos primeiros dias, a edição deste ano promete emoções — e opiniões — para todos os gostos. Seguimos acompanhando.
O diretor Spike Lee (‘Oldboy: Dias de Vingança’) finalmente fechou contrato para assumir o comando de um filme sobre o herói Nightwatch, que faz parte do universo do Homem-Aranha.
Nightwatch é descrito como “versão de ‘Spawn: O Soldado do Inferno’ da Marvel” e é o alter-ego do médico Kevin Trench, que presencia a morte de um homem mascarado após uma luta com terroristas, logo mais descobre que tal pessoa é, na verdade, uma versão sua do futuro.
De acordo com novas informações do That Hashtag Show, Lee vai comandar o roteiro escrito por Cheo Hodari Coker, showrunner de ‘Luke Cage’, daNetflix.
O longa deve aproveitar as portas que ‘Pantera Negra’ abriu e será focado num cientista afro-americano, mostrando questões políticas e sociais.
A Sony Pictures ainda não se pronunciou sobre o projeto, que também não possui data de estreia definida.
Atualmente, Spike Lee faz uma parceria com Jordan Peele para desenvolver o suspense ‘Black Klansman’.
O terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’ já está em exibição nos cinemas dos EUA e, claro, não poderiam faltar aquelas famosas “pegadinhas” de mal gosto nas salas de cinema.
Segundo relatos de uma sessão do terror, um adolescente caracterizado como o vilão Slender Man entrou em uma das salas que estavam exibindo o filme e ficou parado no fundo, próximo a tela, no escuro.
A brincadeira acabou assustando duas mulheres, que saíram em desespero da sala e alertaram a gerência do cinema. Porém, nenhuma punição ou ação foi tomada pelos funcionários, que chegaram a dar risada das pessoas apavoradas.
As polêmicas envolvendo o filme não param por aí. Segundo o ComicBook, uma rede de cinemas dos EUA decidiu por não exibir o terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, que estreia por lá na próxima sexta (10).
O site afirma que todas as salas da rede Marcus Theatre, em Winsconsin, não exibirão o novo filme da Sony para não remeter aos eventos trágicos no qual o longa é levemente inspirado.
Vale lembrar que duas garotas de 12 anos mataram uma colega da escola e culparam a lenda urbana da internet como “mandante” do assassinato.
A Sony Pictures divulgou um novo trailer perturbador do terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, além disso, o filme ganhou uma nova data de estreia no Brasil: 23 de Agosto.
O ano de 2023 trouxe uma série de filmes com super-heróis para os cinemas do Brasil e do mundo. No entanto, após mais de uma década dominando as críticas e bilheterias, pouquíssimos foram os longas desse subgênero que se salvaram. Em meio a debates se os heróis saturaram ou se o problema está na qualidade desses projetos, essa temporada acabou marcando o fim do Universo Estendido DCe saída de James Gunn do Universo Cinematográfico Marvel.
James Gunn foi o personagem central do mundo das adaptações de quadrinhos em 2023.
Em um ano tão agitado como esse, é claro que o CinePOP não deixaria passar a oportunidade de fazer um ranking do pior para o melhor ‘filme com super-heróis’ de 2023, não é mesmo? Confira!
Lançado em meio às polêmicas envolvendo o ator Ezra Miller, que de uma hora para outra começou a percorrer o mundo numa ‘World Tour’ de bizarrices e supostos crimes, o longa despertava a curiosidade por adaptar vagamente a saga Flashpoint Paradox e por trazer de volta oBatmandeMichael Keaton para as telonas. Infelizmente, o filme é tenebroso. Em momento algum ele consegue empolgar ou divertir, o CGI dessa produção é digno deO Escorpião Rei (2002) e a trama sai de nada para lugar nenhum. E o maior pecado de todos: os caras encerraram a passagem do Batman mais icônico das telonas com uma despedida insossa e zero emocionante. Um pecado! No fim da sessão, a sensação que ficou foi de ter perdido mais de duas preciosas horas de vida que jamais irei recuperar.
A decisão mais difícil dessa lista foi a de pior filme, porque o baixíssimo nível de The Flash e Quantumania é muito próximo. Entretanto, dei um pontinho a mais para o herói diminuto pelo simples fato de seu filme ter um visual decente e não parecer que foi abandonado na sala de pós-produção, que nem o do Velocista Escarlate. Mas não pense que esse pontinho é capaz de salvar essa bomba que começou a afundar a passagem do Kangde Jonathan Majors antes mesmo de surgirem as denúncias de agressão. É inexplicável como a Marvel achou que seria uma boa ideia colocar o principal vilão da sua fase atual, o cara que iria reunir os novos Vingadores para enfrentá-lo, para fazer sua estreia nos cinemas em uma aventura sem emoção, cujo ápice seria ele sendo derrotado pelo Paul Rudd. Como que vai levar um cara desses a sério? Sinceramente, se fosse só esse o problema, até que passava. Só que a direção se perdeu completamente e trabalhou num filme que abriu mão de sua personalidade para se apoiar em um projeto de épico completamente genérico. Os momentos em que o Scott Lang é mostrado tentando conciliar a vida de herói quase famoso com as responsabilidades de pai são muito divertidos e bons. Mas os caras decidiram largar mão disso para jogar a família formiga inteira num reino insuportavelmente chato, só para resolver a situação com formigas gigantes e um M.O.D.O.K. vira-casaca. A sensação que ficou é que podiam morrer os personagens todos do filme que ainda assim ninguém se importaria com tudo que aconteceu. Por mais irônico que parece, essa ideia megalomaníaca de transformar tudo em ‘evento’ jogou pelo ralo o que poderia ser um bom filme, contanto que fizessem uma história de menor escala.
Confesso que esse aqui chegou a me divertir um pouco na cabine, mas quando voltei para ver pela segunda vez, fiquei extremamente entediado. Essa história de fim do universo claramente impactou na produção do longa, que tentou criar um clima de despedida, mas não foi totalmente nessa. O diretor quis inserir o máximo de criaturas possíveis, porque já sabia que não teria outra oportunidade, e socaram umas piadocas bem abaixo do primeiro filme, que tinha uma certa inocência infantil representada no fascínio das crianças descobrindo um novo mundo por meio do poder de virar adulto. Na sequência, houve uma diferença gritante entre os dois atores que interpretam o protagonista, criando uma incompatibilidade que me impediu de comprar a história. Enquanto Asher Angel interpretou um Billy Batson mais triste e focado em seus dramas pessoais, quando o garoto virava o Shazam, Zachary Levi, perdidinho no pagode, virava um palhaço de rodeio, fazendo as piores piadas possíveis, ignorando completamente o arco dramático do Billy. Para piorar as coisas, o arco das vilãs é insuportavelmente besta, trazendo uma virada imbecil e esperada no final. Triste mesmo que essa franquia tenha terminado assim. O primeiro filme é fantástico.
Sei que vocês estavam sentindo falta desse aqui na lista. O filme que já era odiado antes mesmo de seu lançamento chegou aos cinemas e conseguiu o que parecia impossível: teve um resultado pior que o de O Incrível Hulk (2008). Sério, é necessário muito esforço para isso. Particularmente, esse filme reúne tudo que tem de problemático no atual momento do MCU. Duas de suas protagonistas foram apresentadas em séries do Disney+. Ao mesmo tempo, o filme ignora completamente o que aconteceu nas séries em questão. Ou seja, se você não assistiu essas produções, talvez não surja o interesse de ver o filme. Ao mesmo tempo, se você viu as séries, os filmes fazem questão de esfregar na sua cara que seu tempo só serviu para você entender uma ou duas piadas na trama. É uma covardia que faz de otário tanto quem assiste as séries quanto quem não assiste elas. Mas o grande problema daqui é a história. Ela não chega a ser tão confusa, mas é tão interessante quanto uma corrida de submarinos. E depois que surgiram as notícias de que a própria Iman Vellani, que faz a Ms. Marvel, começou a questionar o roteiro do filme durante as filmagens, qualquer tipo de defesa foi por água abaixo. Mesmo com isso tudo, o filme ainda tem seus momentos, consegue uma ou outra sequência mais diferentona e não chega a ser uma completa bomba. É uma aventurinha bobinha que talvez agrade a quem não curte muito esse mundo dos super-heróis, principalmente as crianças bem pequenininhas. Infelizmente, no geral, não foi um bom filme.
A partir daqui a lista deixa de falar dos filmes que achamos ruins. A segunda aventura do Rei dos Mares, único longa do falecido DCEUque fez mais de US$ 1 bilhão em bilheteria, passou por diversos atrasos e muitos sequer acharam que ele seria lançado, já que esse universo estava chegando ao fim. Porém, ele estreou e… Bem, não dá para dizer que ele se distanciou do que foi apresentado no projeto anterior. A diferença é que, dessa vez, James Wan parecia estar completamente de saco cheio do trabalho e fez qualquer coisa mais genérica só para entregar para o estúdio e dizer que terminou o trabalho. Quem nunca, não é mesmo? No fim das contas, Aquaman 2 parece um remake mais grandioso do primeiro filme, mas com apenas 1% da inspiração do original. Tudo aqui quer ser maior, mas esbarra na falta de novidades. É um grande “eu já vi isso antes”. E teve também toda a polêmica envolvendo aAmber Heard, que foi contornada de uma forma bastante incômoda, que foi mantendo a personagem bastante presente no filme, só que dando umas três falas, no máximo, para ela. De qualquer maneira, mesmo com essas polêmicas, o longa é uma aventura divertida comandada pelo carisma fora de série de Jason Momoa. O típico filme que vai estar passando na TV aberta numa tarde de domingo, daqui a uns dois ou três anos, que você vai assistir, dar umas risadas e se empolgar muito mais com o Santos x Avaí que vai passar em seguida, na hora do futebol.
O melhor filme da DC nos cinemas de 2023 também dividiu opiniões. Teve quem amou e teve quem odiou. A estreia de Bruna Marquezine em Hollywood, inclusive, causou um debate mais intenso nas redes sociais do que o próprio filme em si. No entanto, estou no grupo dos que amou o projeto. Não tem jeito, o núcleo do Besouro Azul não é o mais popular dos fãs de quadrinhos, mas para quem conhece, o filme foi um prato cheio de referências e promessas para uma possível franquia no futuroUniverso DC. Xolo Maridueña é carisma purinho e seu núcleo familiar, fortemente inspirado pelo cotidiano latino é divertido demais. E o mais interessante desse filme é que o pessoal que detestou, apontou que o longa estereotipa demais o povo latino. Enquanto o pessoal que amou, se identificou absurdamente com os costumes e situações mostrados pela família Reyes. Por aqui, a identificação foi imediata. Houve momentos em que parecia ouvir a voz de meu avô dizendo frases do filme. Além do mais, o visual e a forma como Jayme usa os poderes de sua armadura simbiôntica alienígena foram incríveis.
3. Homem-Aranha: Através do Aranhaverso
Ok, sei que essa aqui é polêmica, principalmente por conta do segundo colocado da lista. Provável vencedora do Oscar de Melhor Longa Animado da temporada, a aventura de Miles Morales pelo multiverso aracnídeo foi sucesso total e deve estar na lista de ‘melhores do ano’ de muitos leitores. Com uma trama mais madura, o longa mostrou o garoto tendo de lidar com preconceito e com os dilemas da vida adulta e das escolhas complexas do caminho de um super-herói. Ainda assim, o garoto se mantém firme a suas convicções e se mostra pronto para enfrentar todas as versões existentes do Homem-Aranha, se necessário for, para salvar quem ama. É realmente espetacular o que foi feito, tendo aprimorado ainda mais a técnica de animação característica da franquia. Entretanto, há momentos em que o filme se estende por demais, dando uma quebrada pesada no ritmo, deixando parte da história um pouco cansativa. Além do mais, o gancho para a continuação sem efetivamente resolver a trama desse filme foi frustrante. Nada contra longas divididos em duas partes, contanto que eles se sustentem como filmes solo, e aqui ficou devendo um pouquinho.
Esse talvez seja o maior ponto de discordância de vocês da lista, mas é muito raro ver um filme que comete tantas mudanças em pontos ‘canônicos’ de heróis consagrados ser tão fascinante e interessante quanto esse. Conforme contei na crítica, o universo das Tartarugas Ninja é uma paixão que nutro desde a infância, o que me deixou tão ansioso quanto preocupado para esse projeto. Porém, o que Seth Rogen, Evan Goldberg e Jeff Rowe fizeram com esse filme foi um espetáculo. Não há outra palavra para definir essa animação que não “espetacular”. A trama é redondinha, a direção conseguiu evitar a armadilha de eventualmente transformar o Michelângelo no protagonista, todos os irmãos têm suas questões internas e personalidades bem trabalhadas e a escalação do elenco é simplesmente perfeita. A escolha por colocar atores crianças, tanto no original quanto na versão brasileira, foi fantástica e a técnica de animação utilizada foi deslumbrante. Havia momentos em que sentia estar assistindo a um stop motion, para logo em seguida ver um monte de rabiscos abstratos representando emoções e golpes. É o tipo de filme que você termina já querendo assisti-lo novamente. E não vejo a hora da sequência e da série animada, ambas já confirmadas pelo estúdio, serem lançadas.
1. Guardiões da Galáxia Vol.3
No alto do pódio, não poderia haver outro filme. Independentemente se você é mais fã da Marvel ou da DC, a aventura final dos anti-heróis espaciais do MCU foi a despedida perfeita para os excluídos que aprendemos a amar na última década, além do próprio James Gunn, que cravou seu nome nas entranhas da indústria ao transformar esse bando de perdedores em ícones da Cultura Pop. A ideia de transformar Rocket Raccoon(Bradley Cooper) no protagonista de uma história na qual ele passa 80% do tempo numa maca, à beira da morte, foi sensacional. Gunn deu mais peso a uma possível morte de um guaxinim de computação gráfica do que outros diretores deram a possível morte do Batman mais icônico dos cinemas, por exemplo. Nessa história sobre família e amigos, James Gunn fez o que quis, e executou suas ideias com maestria, resolvendo as pontas soltas de cada um de seus amados personagens, dando a eles destinos dignos e de acordo com suas jornadas nos cinemas. Mais do que isso, sua concepção de Multiverso, por mais simples que seja, deu um banho em qualquer outra abordagem confusa e mirabolante do MCU. Foi uma experiência fantástica poder ter visto e sentido esse filme no cinema.
Qual seu filme com super-heróis favorito de 2023? Diga nos comentários!
Fazer arte é desafiar-se constantemente. Ao mesmo tempo em que os criadores precisam conquistar a atenção do espectador, também buscam, de alguma forma, inovar ou trazer algo de diferente daquilo que vem sendo apresentado aos espectadores, para, dessa maneira, ter um chamariz diferencial que o faça se destacar no vasto catálogo de uma plataforma de streaming ou das dezenas de ofertas de um festival de cinema. Muitas vezes justamente por conseguir se destacar ao propor algo fora do usual, esta é a razão pelo qual um filme como ‘On Off’ consegue seu espaço, tendo sido exibido previamente durante o Festival do Rio2023 e terá novas exibições na 47ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
Em uma noite escura e chuvosa Onoff (Caio Blat) é aprendido é conduzido por policiais até um galpão obscuro. Sem saber o motivo ou o que está acontecendo, Onoff exige por seus direitos, mas é em vão. Do lado de dentro, o delegado Machado de Assis (Cadu Fávero) o interroga, fazendo as mesmas perguntas de maneira circular na tentativa de provocar Onoff a mudar suas respostas – que é o que acaba acontecendo, seja por pressão, seja porque foi o que de fato como o crime aconteceu. Ao longo da madrugada intensa os dois debatem a veracidade dos fatos à medida que novos elementos vão sendo inseridos no interrogatório e a tensão entre os dois se eleva.
Com apenas uma hora e vinte de duração e gravado na antiga fábrica da Bhering no Rio (point da juventude atual), ‘On Off’ tem o tempo certo para a sua proposta: uma vez que é uma adaptação de peça de teatro, a duração fica sob medida para o filme que, embora inserindo locação, objetos de cena e personagens, basicamente se calca na interpretação dos protagonistas para essa peça de teatro filmada baseada na obra “Uma Simples Formalidade” de Giuseppe Tornatore.
A estética em preto e branco é uma escolha acertada do diretor Lírio Ferreira, pois ajuda a construir o aspecto de suspense policial com pitadas de filme noir que conferem ares de ficção para um enredo que, sob outra leitura, pode ser visto como um recorte ocorrido durante a ditadura militar brasileira, quando as pessoas eram detidas na rua sem motivo e retidas em galpões suspeitos sem nenhuma acusação formal.
É realmente impressionante ver esse filme sabendo que ele foi todo gravado em um único plano sequência – o que basicamente significa que a partir do momento em que o diretor gritou “ação!” a câmera começou a gravar e não parou até a conclusão do filme. Se por um lado isso traz a ideia de que foi o trabalho de edição e de montagem mais fácil do mundo, por outro ilumina a enormidade dos atores em proferir suas falas com a intensidade e a capacidade de memorização necessárias para impedir que se fizesse um corte na gravação. Uma vez mais, Caio Blat demonstra todo o seu potencial dramatúrgico, contrapondo e, portanto, ressaltando o talento de Cadu Fávero em manter o ritmo de thriller, acelerando o longa nos momentos certos.
Experimental e diferente, ‘On Off’ é um filme que te pega de jeito pela qualidade do resultado, dado sua proposta – gravado durante a pandemia e em um plano sequência único. Uma aula de atuação e de direção.
Os fãs estão bastante ansiosos para mais informações sobre ‘X-Men: Fênix Negra’, que parece ser o último capítulo da franquia produzida pela Fox antes de sua fusão com a Disney e o retorno dos direitos dos personagens para a Marvel.
O vindouro filme estreia apenas no meio do ano, mas isso não quer dizer que não haverá mais nenhuma revelação num futuro próximo. O diretor e roteirsta Simon Kinberg foi até suas redes socias para dizer que informaçõs novas chegarão muito em breve.
Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em
Em sua página do Instagram, Kinberg estava respondendo às perguntas dos fãs em sua postagem sobre o novo trailer do reboot de ‘Além da Imaginação’, que estreia na CBS All Access no dia 01 de abril. Quando questionado sobre a nova iteração ‘X-Men’, o diretor apenas rspondeu que “vocês verão algo novo muito em breve.
Ainda não se sabe se os planos da Fox para lançar mais um trailer no dia 28 de fevereiro continuam. O filme também deveria chegar aos cinemas nos próximos dias, visto que foi primeiro antecipado de sua estreia em novembro, mas adiado logo depois para junho.
Confira a sinopse do filme:
Ambientado em 1992, Charles Xavier (James McAvoy) está lidando com o fato dos mutantes serem considerados heróis nacionais. Com o orgulho a flor da pele, ele envia sua equipe para perigosas missões, mas a primeira tarefa dos X-Men no espaço gera uma explosão solar, que acende uma força malévola e faminta por poder dentro de Jean Grey (Sophie Turner).
Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.
A saga ‘Harry Potter’ teve início em 1997 e, desde a publicação do primeiro romance, acendeu uma chama há muito não vista entre leitores mais novo, infanto-juvenis e adultos. Contando a narrativa do bruxinho titular e da mágica escola de Hogwarts, os livros venderam mais de 500 milhões de cópias e deram origem a uma franquia cinematográfica multibilionária que inclusive rendeu um spin-off.
E esse sucesso não existiria sem a imaginativa mente de J.K. Rowling, que até hoje vem criando mais materiais promocionais para manter a memória de Harry viva. Agora, a romancista e roteirista criou uma plataforma interativa online intitulada ‘Harry Potter em Casa’ (‘Harry Potter at Home’, no original) para ser explorada durante o isolamento social consequente da pandemia do coronavírus.
O site, que você pode conferir aqui, serve para qualquer um que ouse se aventurar no universo mágico. Professores podem se inscrever em uma plataforma especial para gravarem a si mesmos lendo os romances e compartilhar essa experiência com seus alunos. Mais do que isso, Rowling também divulgou o audiobook de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ de graça no site Audible, cuja história foi narrada por Stephen Fry.
Além disso, a página oficial traz pequenos textos que apresentam o mundo da leitura, as “regras” para transformar esse hábito em algo prazeroso – e escritos sobre os personagens principais da saga, a história e o panteão bruxo.
A mensagem principal diz:
“Bem-vindo ao Harry Potter em Casa, onde você pode encontrar as mais novas especiarias mágicas para te manter ocupado – incluindo contribuições especiais da Bloomsbury e da Scholastic, vídeos mágicos (ensine seus amigos a desenhar um Pelúcio!), artigos divertidos, quizzes, jogos e muito mais para os aventureiros de primeira viagem, bem como para aqueles familiares com o mundo mágico. Estamos lançando um Feitiço de Banimento no tédio!”.
A Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de ‘Enola Holmes’, adaptação estrelada por Millie Bobby Brown.
O vídeo também revela, através de uma críptica mensagem, que o longa será lançado no dia 23 de setembro.
Confira, junto com a sinopse:
“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.
Depois de confirmar através de um artigo do New York Times que o presidente da DC, Walter Hamada, lançaria várias produções originais por ano, o jornalista Brooks Barnes, em uma sessão de Q&A no Twitter, deu a entender que Michael Keaton será o Batman principal do universo estendido.
De qualquer forma, a versão encarnada por Robert Pattinson em ‘The Batman’ não será comprometida, visto que não faz parte do DCEU, mas sim de uma saga diferente.
Na postagem, um fã pergunta a Barnes: “Baseado em seu artigo sobre Hamada, alguns interpretaram que a Warner Bros. está construindo duas franquias estrelando o Batman, uma com Pattinson, outra com um novo ator. Isso está correto, ou você estava se referindo a Keaton como o segundo Batman, fazendo parte de uma saga não centrada em Batman? Obrigado!”.
O jornalista foi bastante sucinto e categórico ao responder, dizendo apenas: “Keaton”.
Enquanto mais detalhes não são confirmados, vale lembrar que ‘The Batman’, estrelado por Pattinson e dirigido por Matt Reeves, segue com as filmagens a todo vapor.
A estreia do longa-metragem está agendada para 04 de março de 2022.
Além de Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
A Netflix revelou recentemente as primeiras imagens promocionais da 2ª e última temporada de ‘Feel Good’.
Além disso, foi confirmado que os novos episódios têm estreia marcada para o dia 04 de junho.
Confira:
A vida de Mae Martin, uma humorista canadense que se mudou há pouco tempo para Londres e está tentando se acostumar com a nova rotina. Além de começar um namoro, ela ainda precisa lidar com o vício em álcool e outras drogas.
A The CW divulgou uma nova cena oficial do 10º episódio da 2ª temporada de ‘Stargirl’, intitulado “Summer School: Chapter 10”.
Na trama, “Courtney fica devastada depois de descobrir um segredo obscuro do passado de Pat, que o manteve escondido por muito tempo. Entretanto, depois de descobrirem que Jennie pode ajudá-los no plano para impedir Eclipso, eles são forçados a deixar os problemas de lado e partem numa viagem para encontrá-la. Enquanto isso, Beth faz uma descoberta chocante sobre o Sombra”.
O capítulo vai ao ar hoje, 12de outubro.
Confira:
Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!
Criada por Geoff Johns e Greg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
Camila Cabello é uma das cantoras mais interessantes do cenário pop contemporâneo e, a cada novo lançamento, resolve se voltar para suas raízes cubanas ao celebrar a música latina com impetuosidade sensual e apaixonante.
Desde sua estreia solo no mundo fonográfico com o álbum de estúdio homônimo, Cabello resolveu deixar de lado as incursões mainstream do pop chiclete que explorara com o grupo Fifth Harmony e construiu uma identidade própria que rendeu hits de sucesso mundial como “Havana” e “Señorita”.
No último dia 03 de março, a performer comemorou 25 anos de idade e resolvemos homenageá-la com uma singela matéria: celebrar suas dez melhores músicas.
Para tanto, estamos levando em consideração apenas sua carreira solo – ou seja, não estamos incluindo nenhuma canção performada com as outras integrantes do grupo que fazia parte.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
A melhor decisão que Cabello poderia ter tomado para sua estreia oficial foi ter retirado “OMG” do alinhamento final do álbum – afinal, a faixa não consegue dialogar com o pop latino explorado pela cantora e funciona muito melhor quando separado de suas conterrâneas. A canção traz influências do trap e, girando em torno de uma personagem que elogia a aparência de seu interesse amoroso, é firmada na presença da flauta, dos pratos e do baixo e demonstra uma versatilidade inegável da lead singer.
‘Romance’ pode não ter repetido o mesmo feito do álbum de estreia de Cabello, mas isso não significa que não tenha entregado algumas músicas ótimas – como é o caso de “Liar”. Aqui, a artista consegue explorar com maior liberdade sua herança latina, confrontando-a com elementos do popmainstream e com escolhas estéticas que deixam a faixa envolvente e bastante prática dentro de seus limites.
“Real Friends” não foi escolhido como um dos singles oficiais de ‘Camila’, porém, não ficaria de fora da nossa lista. A simples construção da canção nos chama a atenção por permitir que os vocais cândidos da performer falem mais alto. Aqui, somos apresentados a uma ambientação propositalmente conformista que compreende uma dos aspectos mais duros do mundo: que, no final de tudo, estamos por conta própria. Como se não bastasse, a faixa é pincelada com versos extremamente bem escritos e com rimas inesperadas e sagazes.
“Cry For Me” foi uma das grandes surpresas de ‘Romance’, comportando-se como uma dançante e sensual incursão que, apesar de trilha um caminho convencional, funciona em todos os seus aspectos. Uma das melhores entradas do álbum, a track é guiada pelo baixo e pela bateria, fundindo-se a uma atmosfera dark, narcótica, e permitindo que Cabello explora a imagem que arquitetou com paixão inegável.
É claro que “Señorita” não poderia ficar de fora do nosso ranking – principalmente pelo sucesso gigantesco que fez ao redor do planeta. Performada ao lado de Shawn Mendes e integrando os álbuns de ambos os artistas, o single exalta o pop latino com precisão aguçada e com coesão admirável, ainda mais levando em conta o número gigantesco de compositores por traz dela (incluindo Charli XCX, que, sem sombra de dúvida, é uma adição inesperada e bem-vinda).
Apesar de ter apenas dois álbuns em sua carreira, Cabello já mostrou que sabe como começar uma jornada musical – e em ‘Romance’, não seria diferente. A faixa que abre o disco é “Shameless”, uma poderosa e sedutora canção que se inicia com os profundos acordes do baixo antes de dar espaço para a chocante tecedura da artista, expandindo-se do mezzosoprano para uma possante e quase glotal rendição que nos leva em uma aventura sinestésica e inebriante.
“Never Be The Same” é a faixa de abertura de ‘Camila’ e funciona com impacto significativo dentro doálum. A influência do techno pop, que tornou-se extremamente difundido com a chegada da era digital, se mostra de forma clara principalmente no prelúdio e nas transições; porém, é realmente e versatilidade da voz da artista que rouba o foco, começando em um tom mais grave, encontrando-se de forma momentânea nos falsetes e retornando para um ótimo refrão. Apesar da predominância do sistema modal e de uma familiar e gradativa premissa, essa previsibilidade não consegue ofuscar a envolvência da cantora.
Apesar das polêmicas de plágio que logo foram resolvidas, “My Oh My” é uma das melhores entradas de ‘Romance’ e ganhou popularidade grandiosa com o passar do tempo – alcançando o 12º lugar da Billboard Hot 100. Aliando-se ao rapperDaBaby, Cabello constrói uma narrativa sexy e carnal, em um propósito de resgatar uma nostalgia que já não víamos (nesse caso, ouvíamos) há algum tempo. Ainda que alicerçado no pop, a miscelânea gritante de estilos é refletida em escolhas estéticas que variam do reggaeton ao R&B.
2. CRYING IN THE CLUB
Álbum: N/D
Pouco depois de ter deixado a girlband Fifth Harmony, Cabello estava pronta para mergulhar na carreira solo – e fez seu début da forma mais explosiva imaginável. “Crying In The Club” foi lançada há cinco anos e, até hoje, é considerada como uma das melhores e mais conhecidas canções da artista. Aqui, Cabello provou estar atenta às tendências da atualidade e se aliou a nomes como Benjamin Levi e SIA para nos convidar à pista de dança numa mistura vibrante de tropical-pop, dance-pop e electro-pop.
“Havana”, o principal single do álbum de estreia de Cabello, é a declaração de amor da artista às suas matrizes latinas. A música é configurada com uma roupagem pop dançante e que avança timidamente para vertentes eletrônicas, mas que logo é refreada pela presença das inúmeras características cubanas: nessa arquitetura musical muito bem delineada, temos as extensas variações e heranças da Europa e da América Latina mesclados em uma abordagem eletroacústica entre jazz, rock, mambo, salsa e merengue.
Durante a San Diego Comic-Con 2022, a Apple TV+ divulgou o trailer oficial da 3ª temporada de ‘Mythic Quest’, uma das séries mais populares e aclamadas da plataforma de streaming.
Os novos episódios têm previsão de estreia para o outono estadunidense, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2022.
Confira:
Segundo a Vanity Fair, F. Murray Abraham, que interpreta C.W. Longbottom, o premiado escritor que cria narrativas para a companhia de videogames em que trabalha, não voltará nos futuros episódios.
Detalhes sobre seu desligamento não foram revelados.
“F. Murray Abraham não retornará para a 3ª temporada de ‘Mythic Quest’“, declarou a Lionsgate, produtora da série. “Além disso, não iremos comentar sobre assuntos pessoais”.
Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.
Com a quarentena finalmente no fim, a 2ª temporada de ‘Mythic Quest’ traz todos de volta ao escritório (bom, quase todos), tentando crescer sobre o sucesso de Raven’s Banquet ao expandi-lo. Entretanto, Ian e a recém-promovida a co-diretora criativa, Poppy, lutam com a direção do jogo. Enquanto isso, C.W. se reconcilia com algumas coisas não resolvidas de seu passado, os testadores testam os limites de um romance dentro do escritório e David perte outra mulher conforme Jo o deixa para trás.
Em 1830, um detetive é contratado para investigar, com muita discrição, o terrível assassinato de um dos cadetes da Academia Militar de West Point. No entanto, o código de silêncio dos cadetes se mostra um obstáculo incontornável para a investigação, fazendo com que o detetive peça a ajuda de um dos alunos da academia: um jovem que entraria para a história como Edgar Allan Poe.
A CW divulgou a sinopse oficial de “Halloween II”, décimo primeiro episódio da 7ª (e última) temporada de ‘Riverdale‘.
Na trama, “Veronica decide organizar um ‘show fantasma’ depois de descobrir que Riverdale não celebra o Dia das Bruxas como ela celebra em Los Angeles. Betty dá o seu melhor na noite em que sai com Archie e Reggie, enquanto Jughead faz uma descoberta gigantesca sobre um mistério que nasce na cidade”.
O capítulo vai ao ar no dia 07 de junho.
O ciclo final estreará oficialmente no dia 29 de março.
Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.
A série spin-off de ‘Godzilla‘ e do “MonsterVerse” da Legendary, ‘Monarch: Legado de Monstros’, estreia em 17 de novembro na Apple TV+ e, agora, foi divulgado um clipe inédito da produção.
No Rotten Tomatoes, o show abriu com 89% de aprovação, com nota 6.60/10 baseada em 18 reviewsaté o momento.
Confira os principais comentários:
“Mesmo que não haja muito Godzilla por aqui, pelo menos temos Kurt Russell” – Slashfilm.
“Basicamente, essa série live-action é sobre famílias, legados e as incertezas do futuro. Quando o mundo luta com Godzilla, cada pessoa luta consigo mesma, e a série deixa isso claro, apesar de seu ritmo confuso” – ComicBook.com.
“Para um show live-action do Godzilla, ele conscientemente tenta ao máximo capturar os diferentes sabores da narrativa humana da franquia… E esse nível de meticulosidade em sua filosofia criativa é muito admirável” – Midwest Film Journal.
“É uma configuração que satisfaz a primeira regra do bom gênero de entretenimento: estabelecer conflitos de personagens que funcionariam em qualquer tipo de história” – SuperHeroType.
“Como uma expansão da franquia MonsterVerse, ‘Monarch: Legado de Monstros’ é ambicioso e parece ótimo na tela, mas a primeira leva de episódios não consegue capitalizar o potencial dessa história épica” – JoBlo’s Movie Network.
A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell e estreia em 17 de novembro.
Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas.
Matt Shakman (‘WandaVision’) irá dirigir os dois primeiros episódios, além de também servir como produtor executivo do projeto.
A produção foi criada por Chris Black e Matt Fraction, com Black servindo como showrunner.
O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).
O longa será uma sequência do clássico brasileiro, trazendo de volta os protagonistas Chicó (Selton Mello) e João Grilo (Matheus Nachtergaele).
O filme é dirigido por Guel Arraes e Flávia Lacerda.
O filho de Ariano Suassuna, Manuel Dantas Suassuna, revelou que sua família analisou a fundo a ideia antes de autorizar a continuação.
“Analisamos os prós e contras de se ter um texto que não é puramente de Ariano, mas que vai levar o nome dele. A peça é de muito sucesso, então consultamos vários escritores amigos para saber a opinião deles, para traçar um caminho”, afirmou Suassuna. “E também teve uma conversa de meu pai com Guel, quando ele estava vivo, para se fazer uma segunda versão. Depois, abandonaram a ideia, e agora, mais de 20 anos depois, ela veio à tona.”, ele disse.
Divertido, empolgante, com personagens inesquecíveis que abordam a cultura popular, a tradição religiosa, a amizade, o amor no mais puro sentido desse sentimento, o filme original foi dirigido por Arraes no ano de 2000.
Baseado em um clássico homônimo da cultura nordestina brasileira escrito por Ariano Suassuna, além de outros dois contos do famoso escritor, O Santo e a Porca e Torturas de um Coração, todos de meados da década de 50, o filme foi um grande sucesso de público e crítica levando mais de 2 milhões de pessoas às salas de cinema de todo o Brasil.
A cantora e compositora Halsey revelou a tracklist oficial de quinto álbum de estúdio, ‘The Great Impersonator’.
O compilado de originais será lançado no dia 25 de outubro e conta com 18 faixas, incluindo os singles“The End”, “Lucky”, “Ego” e “Lonely is the Muse”.
Confira:
1. Only Living Girl in LA 2. Ego 3. Dog Years 4. Letter to God (1974) 5. Panic Attack 6. The End 7. I Believe in Magic 8. Letter to God (1983) 9. Hometown 10. I Never Loved You 11. Darwinism 12. Lonely Is the Muse 13. Arsonist 14. Life of the Spider (Draft) 15. Hurt Feelings 16. Lucky 17. Letter to God (1998) 18. The Great Impersonator
Lembrando que o disco anterior da artista foi o aclamado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, que se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano passado e inclusive entrou para nossa lista de melhores álbuns de 2021, conquistando o terceiro lugar da lista.
O disco veio acompanhado de um filme, dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey, além de trazer produção de Trent Reznor e Atticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.
Halsey fez sua estreia no mundo da música com ‘Badlands’, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: ‘Hopeless Fountain Kingdom’ (2017) e o elogiado ‘Manic’ (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.
A 2ª temporada de ‘Demolidor: Renascido’ já começou a ser rodada em Nova York e, ao que tudo indica, recentes fotos de bastidores podem ter confirmado o retorno de um personagem à série do Disney+.
O elenco foi visto rodando cenas interiores ontem (11), mas várias vans foram fotografadas no set, revelando os nomes dos personagens que estavam nas gravações. Dentre eles, estavam o Sr. Charles (provavelmente o ator Charlie Cox), BB Urich (Genneya Walton), Heather (Margarita Levieva) e “Stunt Muse”.
A não ser que seja um codinome para outro personagem, este último personagem deve se referir a um dublê que estava no set como o vilão Muse.
Nos quadrinhos, Muse era um artista misterioso e perturbado cuja arte foi criada usando o sangue de mais de cem pessoas desaparecidas que ele assassinou. Essa versão do antagonista tem força e velocidade sobre-humanas, enquanto seus poderes Inumanos fizeram seu corpo agir como um vórtice que pode puxar cada pedaço de informação sensorial ao seu redor, tornando difícil até mesmo para os sentidos aprimorados do Demolidor atingi-lo.
Porém, ainda não se sabe se o personagem seguirá esse arco em ‘Demolidor: Renascido’.
Confira:
The van names I saw passing by include:
Mr. Charles (Charlie Cox presumably)
BB Urich
Heather
Stunt Muse
Anteriormente, em uma sessão de Q&A, o famoso insider e jornalista Alex Perez trouxe informações inéditas sobre a próxima temporada.
Durante a conversa, Perez revelou não apenas que os Defensores (o time de heróis que inclui Demolidor, Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage) devem retornar, mas que a própria ambientação da narrativa será diferente da que estamos vendo no ciclo de estreia.
“Sei que os Defensores devem retornar”, ele contou. “Então, será interessante ver como isso vai se desenrolar na segunda temporada e como Matt [Murdock] irá convencê-los a sair das sombras depois do que acontece na primeira temporada”.
Perez continua: “a cidade de Nova York será um cenário bem diferente de onde começamos em ‘Demolidor: Renascido’ até onde terminamos a primeira temporada. Quando começamos o segundo ciclo, será muito interessante ver como a lei marcial e os vigilantes sendo proibidos irão se desenrolar. Estou curioso para ver como essa trama irá afetar não apenas a história principal da série, mas as repercussões disso no restante do MCU. Porque uma coisa que esse show faz bem é atar diferentes aspectos do MCU que às vezes estão relacionados, e às vezes não”.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
A vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, foi uma das principais relembradas do Video Music Awards 2025.
A artista conquistou nada menos que oito indicações à premiação, incluindo Vídeo do Ano e Melhor Música Pop por “Manchild”, lead single do vindouro álbum ‘Man’s Best Friend’.
Os vencedores serão revelados no dia 7 de setembro.
Lembrando que o compilado de originais contará com doze faixas e será lançado no dia 29 de agosto.
My new album, “Man’s Best Friend”
is out on August 29, 2025.
1. Manchild 2. Tears 3. My Man on Willpower 4. Sugar Talking 5. We Almost Broke Up Again Last Night 6. Nobody’s Son 7. Never Getting Laid 8. When Did You Get Hot? 9. Go Go Juice 10. Don’t Worry I’ll Make You Worry 11. House Tour 12. Goodbye
O álbum mais recente da artista foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single“Espresso”.
Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.
Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.
Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”, “Paris”, “read your mind” e “feather”.
‘O Agente Secreto’, aclamado longa de Kleber Mendonça Filho estrelado por Wagner Moura, vem marcando presença nas premiações regionais ao redor do mundo – e acaba de levar mais uma condecoração para casa.
Durante o anúncio de vencedores da 83ª edição do Globo de Ouro, o filme foi premiado com a estatueta de Melhor Filme em Língua Não Inglesa.
Vale lembrar que Wagner Moura disputa pelo prêmio na categoria de Melhor Ator em Filme de Drama.
Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.
‘Heartstopper Para Sempre’ (‘Heartstopper Forever’), longa que vai encerrar a série de sucesso da Netflix, ganhou seu trailer oficial, dando destaque aos protagonistas Charlie (Joe Locke) e Nick (Kit Connor).
O filme tem lançamento agendado para o dia 17 de julho em sua grade de programação.
Vale lembrar que a vencedora do Oscar Olivia Colman (‘A Favorita’) não retornará para o desfecho da história como Sarah Nelson, mãe de Nick (Connor).
De acordo com o portal Tudum, o papel de Sarah será assumido pela atriz Anna Maxwell Martin. Além disso, o lendário Derek Jacobi foi confirmado na produção em um papel que ainda permanece em segredo.
A criadora da franquia,Alice Oseman, destacou a importância vital da relação entre Nick e Sarah para o encerramento da história. Devido a conflitos de agenda que impediram a participação de Colman, Oseman optou por realizar um recasting em vez de excluir a personagem da trama.
“Estou muito animada que tantos integrantes do elenco de Heartstopper tenham retornado e estarão no filme final. É uma alegria apresentar dois novos membros da família Heartstopper, dois ícones dos palcos e das telas britânicas, Anna Maxwell Martin como Sarah Nelson e Derek Jacobi em uma participação especial”, afirmou.
Oseman explicou que a presença da personagem é indispensável para o arco emocional de Nick neste capítulo final: “Quando comecei a trabalhar no roteiro de Heartstopper Forever, eu sabia o quanto era importante que Sarah, mãe de Nick, estivesse presente na história. Desde a primeira temporada, vimos o quanto Nick é próximo da mãe; ela é uma das poucas pessoas a quem ele recorre em momentos de crise”.
“Na terceira temporada, conseguimos ajustar a trama para evitar a aparição de Sarah, mas não faria sentido ela estar ausente deste capítulo final, considerando algumas das dificuldades emocionais que Nick enfrenta”, acrescentou.
Sobre a transição entre as atrizes, a autora demonstrou gratidão pelo legado de Colman e entusiasmo com o trabalho de Martin: “Somos profundamente gratos pela bela interpretação de Olivia como Sarah nas temporadas 1 e 2 de Heartstopper, em momentos tão icônicos como quando Nick se assume bissexual. Sabemos que sua atuação viverá para sempre no coração dos fãs”.
“Estamos felizes em receber a incrível Anna Maxwell Martin no papel de Sarah em Heartstopper Forever. Anna incorpora perfeitamente a energia gentil e pé no chão de Sarah, e foi mágico ver suas cenas com Kit Connor durante as filmagens”, destacou.
Baseada na graphic novel LGBTQ+ criada por Alice Oseman, que também atua como roteirista da adaptação, a produção conquistou grande sucesso e chegou ao Top 10 da plataforma em mais de 50 países.
Na trama, o sensível Charlie conhece Nick, um popular jogador de rúgbi, no colégio. O que começa como uma amizade improvável logo evolui para algo mais profundo. Ao lado de seus amigos, Charlie e Nick embarcam em uma jornada de autodescoberta e aceitação, aprendendo a apoiar uns aos outros enquanto descobrem quem realmente são.
De acordo com o We Got This Covered, a Mulher-Gato deve ganhar seu próprio filme solo após sua participação em ‘The Batman‘, e o spin-off estará diretamente ligado à produção de Matt Reeves.
A informação veio da mesma fonte que divulgou as negociações de Jonah Hill para fazer parte do elenco.
No entanto, maiores detalhes não foram informados.
Enquanto isso, vale lembrar que Reeves está à procura de atrizes negras para viver a personagem em ‘The Batman‘.
De acordo com o Comic Book, as atrizes Lupita Nyong’o, Tessa Thompson, Gugu Mbatha-Raw, Alexandra Shipp, e Logan Browning são as possíveis candidatas ao papel.
Apesar disso, vale lembrar que nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.
‘The Batman’ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.
A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
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