O Prime Video divulgou um vídeo promocional do thriller psicológico ‘Gêmeas: Mórbida Semelhança‘, uma releitura moderna do suspense de 1988 ‘Gêmeos: Mórbida Semelhança‘, dirigido por David Cronenberg.
O featurette apresenta os personagens principais da minissérie.
Confira:
A produção é estrelada por Rachel Weisz na pele das personagens Beverly e Elliot Mantle, irmãs gêmeas idênticas que compartilham tudo na vida: drogas, amantes e um desejo implacável de fazer o que for preciso — incluindo ultrapassar os limites da ética médica — em um esforço para desafiar as práticas antiquadas na ginecologia e obstetrícia e trazer atenção à saúde da mulher em primeiro plano.
Todos os seis episódios estreiam em 21 de abril exclusivamente no Prime Video.
Relembre o trailer:
As gêmeas Mantle, interpretadas por Weisz, são as pessoas mais brilhantes e extraordinárias que você já conheceu. Idênticas dos pés à cabeça, elas têm uma missão de mudar a forma como as mulheres dão a luz, começando em Manhattan. Drogas, pioneirismo através de procedimentos ilegais, sexo e relacionamentos amorosos, essa série nos levará em um território mais estranho e sombrio do que poderíamos ter imaginado.
‘Cassandro’, drama biográfico que conta a história do lutador de lucha libre gay Saúl Armendáriz, já está disponível no Prime Video.
O longa foi lançado na plataforma de streaminghoje, 22 de setembro.
No início dos anos 1980, o lutador gay Saúl Armendáriz vive em El Paso, Texas, e cruza regularmente a fronteira para Ciudad Juárez no México para participar de embates de lucha libre. Ele luta como El Topo até conhecer uma nova treinadora, Sabrina, que sugere que ele compita como um profissional exótico, levando à sua nova identidade e aumentando o sucesso como Cassandro.
Relembre o trailer:
Roger Ross Williams comanda a produção em sua estreia diretorial, além de assinar o roteiro ao lado de David Teague assinam o roteiro.
O longa-metragem chega à plataforma de streaming no próximo dia 21 de março.
A produção conquistou uma estatueta do Oscar 2024, levando para casa o prêmio de Melhor Roteiro Original – dado a Triet e aArthur Harari.
Triet entra como diretora.
A história começa quando Samuel é encontrado morto na neve do lado de fora do chalé isolado onde morava com sua esposa Sandra, uma escritora alemã, e seu filho Daniel, de 11 anos, com deficiência visual. Uma investigação leva à conclusão de “morte suspeita”: é impossível saber ao certo se ele tirou a própria vida ou foi morto. Sandra é indiciada e acompanhamos seu julgamento que expõe o relacionamento do casal. Entre o julgamento e a vida familiar, as dúvidas pesam sobre a relação da mãe com seu filho.
‘One Piece: A Série’ acaba de ganhar mais uma atualização promissora.
A Netflix acabou de revelar que Sendhil Ramamurthy, astro de séries como ‘Heroes’ e ‘Eu Nunca…’, foi escalado para a 2ª temporada da produção e dará vida a Nefertari Cobra, governante do Reino Arabasta.
O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.
A Netflix divulgou a primeira prévia oficial de ‘Wayward’, nova minissérie de suspense criada e estrelada por Mae Martin (‘Feel Good’).
A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming ainda em 2025, mas sem data de estreia confirmada.
Confira:
Martin co-criou a produção ao lado de Ryan Scott. Ela também fica responsável pelo roteiro da atração.
Ambientada em uma cidade bucólica, agradável e sinistra, ‘Wayward’ é uma série de suspense que explora o insidioso ponto fraco de uma escola para adolescentes problemáticos.
Em meio às crescentes discussões sobre a irrefreável popularização e contínuo uso das inteligências artificiais, a sétima arte não deixaria de encontrar uma maneira de trazer essas questões às telonas – como foi o caso de ‘M3GAN’, um dos sucessos mais recentes da Blumhouse. Trazendo uma demoníaca boneca com instinto assassino para os cinemas, o filme tornou-se um sucesso de crítica e de bilheteria e levou os fãs de terror a se perguntarem se o time criativo estava planejando uma sequência. Qual foi nossa agradável surpresa quando a sequência ‘M3GAN 2.0’ foi oficialmente confirmada, chegando ao circuito nacional amanhã, 26 de junho.
A trama nos leva dois anos depois dos sangrentos acontecimentos da obra original – e traz Allison Williams de volta como Gemma, que não deixou por completo sua afeição pela robótica e pela cibernética de lado, mas utilizou sua experiência de quase morte para se tornar uma emblemática defensora da regulamentação das IAs, afirmando que é necessário que os governos tomem providência para que tais construções estejam em conformidade com as necessidades e a evolução humana, e não subjugando-as de maneira senciente. Tendo problemas com a sobrinha, Cady (Violet McGraw), que está entrando na adolescência e desenvolvendo um apreço notável por robôs, Gemma tenta navegar pelas atribulações da maternidade (visto que Cady, após perder os pais, se tornou sua responsabilidade) à medida que investe em um negócio arriscado e que parece não chamar tanto a atenção de patrocinadores quanto imaginava.
Porém, as coisas viram de cabeça para baixo quando Gemma e Cady se veem na mira de uma IA rebelde conhecida como AMELIA (Ivanna Sakhno), que foi construída a partir de reminiscências do código de M3GAN e que, ao que tudo indica, se rebelou contra o governo dos Estados Unidos com o objetivo de colocar as mãos em uma poderosa arma trancada a sete chaves – e que pode desmantelar a civilização moderna como a conhecemos em um piscar de olhos. Remando contra os próprios instintos, Gemma resolve trazer M3GAN (Jenna Davis) de volta, dando à sua permanente consciência um corpo remodelado e pronto para a batalha, para que AMELIA seja impedida e todos se salvem de um possível apocalipse.
Como foi possível ver com os trailers promocionais, o novo capítulo dessa mini-franquia se afasta consideravelmente das incursões do terror e do suspense promovidas pela obra predecessora – resolvendo se apoiar em tropos da ação, da aventura e até mesmo da espionagem para construir uma divertida e despretensiosa narrativa. Gerard Johnstone, que retorna à cadeira de direção e assina o roteiro, puxa claros elementos de títulos como ‘Alita’, ‘Missão Impossível’ e ‘007’ não apenas para delinear a história, mas como base de apoio para uma estética bastante conhecida que envolve sequências de luta muito bem coreografadas, figurinos estilosos e apetrechos que parecem ter saído dos bolsos de Ethan Hunt e James Bond.
Johnstone conduz o projeto de maneira bastante caprichosa e emulativa, contando com um breve respaldo político que logo culmina em uma bem-vinda reviravolta (ainda que pudéssemos prever o andamento do enredo). Todavia, o ponto de maior sucesso é a forma como o longa entrega exatamente o que esperamos, sem desejar dar um passo maior que a perna: em outras palavras, toda a equipe criativa e técnica envolvida em ‘M3GAN 2.0’ sabe com o tipo de história com que lida e faz questão de apostar fichas no mais puro entretenimento, abrindo espaço para uma acidez característica da personagem titular que fornece ritmo e jocosidade a uma atmosfera marcada por uma frenética energia.
Williams e McGraw fazem um ótimo trabalho, ainda mais lidando com camadas inéditas à relação que construíram no filme anterior. Gemma, tendo criado M3GAN como companheira, amiga e protetora de Cady, resolve mergulhar de cabeça nessa árdua tarefa, garantindo que a jovem tenha tudo o que precisa para crescer de maneira saudável – e, ao mesmo tempo, tentando afastá-la de seguir na carreira tecnológica. Em contrapartida, Cady prova ser mais inteligente do que os outros pensam e emerge como o ponto-chave para a “ressurreição” da boneca e para que AMELIA seja parada de uma vez por todas. Mas é Davis, aliada ao impecável trabalho de corpo de Amie Donald, quem rouba os holofotes em uma sarcástica performance que mostra o quanto ambas se divertem ao reprisar um dos papéis mais conhecidos desta década.
O filme não é livre de problemas – e, enquanto a mitologia do original era mais palpável e coesa de ser acompanhada, lidamos com uma expansão tão drástica desse cosmos que é fácil se perder em meio a termos científicos, jogos psicológicos e artimanhas políticas que se engalfinham em um mesmo lugar. De qualquer maneira, as sacadas de roteiro e as fortes one-liners ofuscam tais exageros, culminando em uma aprazível e envolvente aventura que se desenrola por duas horas de tela em um dinamismo imprescindível e que nos impede de desviar a atenção sequer por um segundo.
Após alguns erros crassos que envolveram ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’, ‘Mergulho Noturno’ e ‘DIAbólica’, a Blumhouse resolveu nos convidar de novo ao mundo da ficção científica com uma perspectiva bem intencionada e prática com ‘M3GAN 2.0’ – uma sequência que mantém o espirituoso nível do filme original através de uma drástica mudança estilística que funciona em sua completude.
Há algum tempo, a Warner Bros. e a DC estavam trabalhando numa adaptação de ‘Batgirl’ para os cinemas, com Adil El Arbi e Bilall Fallah (‘Ms. Marvel’) responsáveis pela direção. Porém, o projeto, apesar de pronto, foi caracterizado como um “filme não lançável” que culminou em seu cancelamento oficial.
Agora, o astro vencedor do Oscar Brendan Fraser (‘A Baleia’), que interpretaria Vagalume no projeto, não se conteve ao falar sobre o descarte do projeto em uma recente entrevista à Associated Press.
“Um filme inteiro”, começou ele. “Havia quatro andares de produção em Glasgow. Eu dava umas escapadas para o departamento de arte só para me empolgar. O produto — quer dizer, ‘conteúdo’ — está sendo mercantilizado a tal ponto que é mais vantajoso queimá-lo e receber o seguro do que tentar lançá-lo no mercado”.
“Há uma geração de meninas que não tem uma heroína para admirar e pensar: ‘ela se parece comigo'”, disse ele sobre Batgirl, que seria interpretada por Leslie Grace, antes de expandir suas preocupações sobre o rumo da indústria. “Com todo o respeito, podemos estar nos autodestruindo. Ainda estamos nos adaptando à inteligência artificial e tudo mais”.
A produção, que foi lançada hoje, 30 de abril, na plataforma de streaming, é baseada na saga literária best-seller de A.J. Quinnell, que teve início em 1980 com o romance homônimo.
‘Homem em Chamas’ acompanha John Creasy, um ex-mercenário das Forças Especiais altamente eficiente e habilidoso, conhecido por sobreviver até mesmo às situações mais desoladoras. No entanto, John agora luta contra um transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) extremo e demônios pessoais. Ao tentar recomeçar a vida, ele se verá de volta ao fogo (metafórico) e lutando com mais afinco do que nunca.
Durante uma entrevista para o Yahoo News, após o painel da Marvelna San Diego Comic Con,Sebastian StaneAnthony Mackie comentaram sobre o novo Capitão América, e Stan revelou que seu personagem jamais poderia continuar o legado de Steve Rogers.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de vestir o manto e empunhar o escudo do Capitão, o intérprete de Bucky Barnes disse:
“Eu não sei. Não é realmente assim, se você pensar a respeito. Não faz sentido para ele… Por que você entregaria o escudo para alguém que está tentando se afastar de tudo isso e criar uma nova história? Eu me lembro quando descobri [ que o Falcão ganharia o escudo]. Eu fiquei tipo: ‘Uau, essa é a coisa certa’. Faz sentido. Ele [Sam Wilson] tem sido o braço direito do Capitão por um bom tempo.”
Confira a entrevista:
E você, concorda com Stan?
Lembrando que o astro retorna ao Universo Cinematográfico da Marvel ao lado de Anthony Mackie em ‘Falcão e Soldado Invernal’, daDisney+, que estreia em 2020.
Em seu perfil do Twitter, o ilustrador Andy Park divulgou algumas artes conceituais de ‘Guardiões da Galáxia‘, revelando os visuais alternativos da Gamora (Zoe Saldana) e da Nebulosa (Karen Gillan).
O curioso é que um das artes mostra Gamora com a pele num tom lilás, e a Nebulosa teria cabelos.
Confira:
Há alguns meses, Gillan disse ao Yahoo! Entertainment queo diretor JamesGunn já terminou de escrever o roteiro do terceiro filme e o enredo está incrível.
“Posso dizer que já o li e ele é incrível. Estamos todos animados que James está de volta para completar sua trilogia, porque não seria certo sem ele. É um roteiro maravilhoso, maravilhoso”.
Durante o painel da Comic-Con em Paris, Gillan também comentou que adoraria que o novo filme explorasse melhor a relação entre Nebulosa e Gamora, especialmente agora que Thanos foi derrotado.
“Eu adoraria ver como será a relação entre elas agora que seu pai, a fonte do abuso, não está mais presente. Acredito que seria muito interessante ver se elas conseguem formar uma conexão normal, de irmãs que se amam.”
Vale lembrar que o diretor revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.
Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.
De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, já que o filme não está programado para a próxima fase daMarvel Studios.
‘Zona de Combate‘ estreou recentemente na Netflix e já conquistou a maioria dos assinantes da plataforma, além de ocupar a 1ª posição no top 10 do catálogo.
Estrelado por Anthony Mackie (‘Vingadores: Ultimato’) e Damson idris (‘Farming’), o longa é ambientado no futuro e acompanha um piloto de drone que é enviado para uma zona militarizada mortal, onde se encontra trabalhando para um oficial androide encarregado de localizar um dispositivo do Juízo Final antes que insurgentes anarquistas o encontrem.
Por conta de toda a ação e das surpreendentes reviravoltas no roteiro, diversos internautas estão elogiando a produção dirigida por Mikael Håfström.
O sucesso é tanto que alguns deles já assistiram mais de uma vez, enquanto outros o escolheram como seu filme preferido.
Confira as reações:
Esse Zona d Combate q ta no top 1 da Netflix, e MUITO BOM pqp
O elenco também conta com Enzo Cilenti(‘Guardiões da Galáxia’), Emily Beecham (‘Into the Badlands’), Michael Kelly (‘House of Cards’) e Pilou Asbæk (‘Game of Thrones’).
Através do Twitter, a Paramount+ confirmou que ‘Dexter: New Blood‘ estará disponível no Brasil a partir do dia 08 de novembro, um dia após a estreia no Showtime, a emissora original.
Confira a publicação, junto com o trailer:
Já viu todas as temporadas de #Dexter no Paramount Plus? 🩸 Eu se fosse você corria, porque Dexter: New Blood chega no mês que vem! 😉 pic.twitter.com/NAltmYY1W0
A trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.
“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”
Marcos Siega retorna para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia comandado nove episódios ao longo das temporadas anteriores.
Clyde Phillips, produtor executivo da série original, entra como showrunner do revival.
Introduzido na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, Eddie Munson (Joseph Quinn) conquistou o público por seu jeito descolado e diferentão.
Ao longo da temporada, ele é acusado do assassinato da líder de torcida e rainha da escola de Hawkins, o que o leva a uma aventura pelo Mundo Invertido enquanto tenta provar sua inocência.
Agora, os fãs esperam que Munson consiga não apenas sobreviver aos dois últimos episódios da nova temporada, mas retornar para a 5ª e última temporada do programa.
Durante uma entrevista para o The Guardian, o astro foi questionado sobre o assunto, mas disse que ainda não sabe o futuro de seu personagem.
“Sinceramente, ficarei furioso se não me trouxerem de volta para o desfecho da série. Quero dizer, eu adoraria, se Matt e Ross [criadores da série] me aceitarem porque eu adorei trazer este personagem à vida.”
Além de sua personalidade, Munson também chama atenção por seu visual de nerd rockeiro, com roupas sombrias e longos cabelos encaracolados.
Conversando com a Vulture, Quinn revelou quais ícones da década de 1980 inspiraram a aparência do personagem.
“O mais legal desse personagem é seu gosto musical, e o visual dele foi inspirado em todas aquelas bandas de heavy metal que eram febre nos anos 80 – , acho que Eddie Van Halen foi a principal inspiração, mas também tem um pouco dos caras do Iron Maiden e do Mötley Crüe.”
Nas redes sociais, o personagem já virou um dos assuntos mais comentados após a estreia da 4ª temporada da série.
— gii JURIDICO EDDIE E STEVE (@gxrrettconnxlly) May 27, 2022
eddie munson é meu sonho de consumo. metaleiro, nerdola, toca guitarra, tem uma banda, joga rpg, tem um shag e cabelo enrolado, mora em uma van, é entp e traficante. como eu disse, sonho de consumo
— ǝsnoɥ s,ɹɐɔs || st4 spoilers! (@scarlett_reed__) May 28, 2022
esse perfil >>>NÃO<<< aceita críticas a Eddie Munson, isso aqui é uma monarquia onde a palavra dele é lei e não há democracia. se ele acha, eu concordo. se ele fala, eu escuto. se ele manda, eu obedeço. se o mundo é contra ele, eu sou contra o mundo.#StrangerThings4pic.twitter.com/mOwRsY6y7d
Gostaria de dizer que estou apaixonado por esse homem de Stranger Things. Eddie Munson o maior, se ele morrer na segunda parte eu me taco nmrl pic.twitter.com/mV0Fx5EHIc
Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.
Lembrando que os episódios finais da 4ª temporada estreiam no dia 1º de julho.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
De acordo com o Comic Book, o diretor Taylor Morden (‘The Last Blockbuster’) está produzindo um documentário sobre o sucesso da série ‘LOST‘, exibida entre 2004 e 2010 pela ABC.
Intitulado ‘Getting LOST‘, o projeto vai mostrar como a série se tornou um marco da TV, influenciando diversas outras produções e ganhando uma legião de fãs obcecados.
Produzido pela Popmotion Pictures, o documentário também visa reforçar como a série continua sendo popular após mais de uma década desde o controverso episódio final.
Previsto para 2024, ‘Getting LOST‘ vai contar com entrevistas com elenco, bem como uma enorme quantidade de imagens de arquivo, incluindo mais de 100 horas de filmagens de um documentário inacabado que estava em desenvolvimento antes do fim da série.
Através de um comunicado, Morden comemorou a realização projeto:
“‘LOST‘ foi um programa que significou muito para tantas pessoas, inclusive para mim! Chegou em um momento em que todos ainda nos reuníamos em torno da TV semana após semana para descobrir o que aconteceria a seguir. Quero fazer um filme que celebre o impacto que a série teve no cenário da cultura pop, que examine os erros e talvez revele o verdadeiro significado de ‘LOST‘. Ame ou odeie, ‘LOST‘ foi uma série fundamental e abriu o caminho para a nova era de ouro da televisão que todos nós conhecemos e amamos hoje.”
Para quem não sabe, ‘Lost’ foi criada por Damon LindelofeJ.J. Abrams e revolucionou as produções de TV do gênero de aventura e ficção científica.
Na trama, um avião cai em uma ilha deserta e um grupo de passageiros precisa lutar para sobreviver na inóspita região. Liderados pelo médico Jack Shephard (Matthew Fox) e pelo misterioso John Locke (Terry O’Quinn), eles irão descobrir que o local esconde perigosos segredos.
A atração chegou ao fim em 2010, com 118 episódios.
No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo.
Com estreia marcada para 22 de dezembro na Netflix, ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo’ vem sendo promovido como uma espécie de ‘Star Wars’ do diretorZack Snyder.
Enquanto promovia o filme, Charlie Hunnam, que interpreta o pirata espacial Kai, disse ao ETque é uma concincidência o longa ser comparado à saga criada por George Lucas.
Isso porque ele quase chegou a interpretar Anakin Skywalker antes de Hayden Christensen ser escolhido.
Questionado sobre o quão perto ele esteve de conseguir o papel, o astro disse:
“Cheguei ao ponto de conhecer George Lucas. Não acho que ele se encontrou com muitos atores, acho que provavelmente havia dois, talvez três atores que eles estavam considerando. Não me lembro muito disso. Lembro-me que eu estava nervoso, me sentindo um pouco estranho e lembro-me de sair e pensar: ‘Bem, definitivamente não vou conseguir esse papel’. Às vezes tuso se resume às vibrações que emitimos.”
Conversando com o Comic Book, Hunnam foi questionado sobre a experiência de trabalhar ao lado de Snyder, ao que ele respondeu:
“Sabe, assim que recebi o convite, nunca dei a ele a oportunidade de me contar sobre Kai, apenas contei a ele quem eu pensava que Kai poderia ser. Então foi assim, e eu finalmente parei de falar e ele disse, ‘Sim, acho que você entende esse personagem’.”
Hunnam continuou dizendo que grande parte de sua influência para interpretar o personagem veio da comunidade nômade de viajantes irlandeses, da qual ele sempre foi muito interessado.
“Assim que li o roteiro, eu amei Kai, eu o amei. Eu o adorei na página. E havia apenas algumas referências culturais do Reino Unido, especificamente da comunidade de nômades irlandeses, pela qual sou obcecado e sempre tive tanta admiração. Eu sempre quis trazer essa energia para um personagem, e Kai foi a oportunidade perfeita para isso. Li Kai e pensei: ‘Ah, esse cara me parece um daqueles nômades viajantes.”
Kai pode parecer um trapaceiro para muitos, e o público pode ter dificuldade em confiar nele, mas Hunnam disse que acredita que todos os diferentes lados que o personagem mostra em ‘Rebel Moon’ são genuínos.
“Acho que ele é muito, muito sincero. Eu só acho que ele é um sobrevivente. Sério. Eu não conseguia acreditar que ele era outra coisa senão alguém generoso de espírito e realmente muito sincero. Ele tem algumas faces diferentes e se você acreditasse que uma delas era mais dominantes do que as outras, então teria sido apenas uma nota, eu apenas escolhi acreditar que todas as diferentes faces que ele mostra são genuínas.”
Na trama, tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos.
Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança.
Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.
Assista ao trailer:
A segunda parte, intitulada ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’, estreia em 19 de abril de 2024.
Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, eJena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.
Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).
Confira o elenco completo:
Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.
Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.
Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.
Hounsou será o General Titus.
Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.
Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.
Fisher eCleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.
E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.
Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.
Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius
Outros membros do elenco também foram confirmados para o filme, ou talvez sua sequência, mas ainda não tiveram os detalhes de seus personagens confirmados, incluindo: a novata Charlotte Maggi, Sky Yang (‘Halo’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga 3’), Cary Elwes (‘A Princesa Prometida’), Alfonso Herrera (‘O Exorcista’), Rhian Rees (‘For All Mankind’) e Ray Porter, que dublou o Darkseid em ‘Liga da Justiça‘.
Identidade narrativa do cineasta não dialoga bem com projetos diferentes dela
Por meio de uma postagem recente em suas redes sociais o diretor Rob Zombie confirmou que está desenvolvendo sua própria versão do icônico seriado dos anos 60, Os Monstros. Uma rápida explicação: o conceito geral da série gira em torno da mencionada família monstro que é formada por representantes famosos do universo do terror em que cada um deles desempenha uma função tradicional como filho, mãe, pai e etc., porém, a figura do pai é o monstro de Frankenstein, a mãe é uma vampira, o avô um Drácula envelhecido e o filho pequeno um filhote de lobisomem.
Não é difícil comparar Os Monstros com a Família Addams, por exemplo, até pela premissa similar de ambos os programas: personagens extravagantes, visível inspiração gótica na composição estética e como as duas famílias agem como qualquer outra (pelo menos no limite do que era aceitável para o público consumidor em meados do século XX), e ainda assim sofrem preconceito de terceiros por serem evidentemente diferentes do que se tinha por “normal”.
Não que ambos os programas tentassem ser críticas veladas à sociedade; enquanto A Família Addams nasceu de tirinhas de jornal, Os Monstros era apenas um sitcom familiar feita nos moldes do que era tendência do gênero nos anos 60 e encomendada por um canal de televisão. Mas ainda assim eles contavam com uma identidade natural, embasada em um tom leve, que foi essencial para que seus nomes não ficassem perdidos no tempo.
O sucesso de “Os Monstros” reside em sua simplicidade e leveza
Logo, então, entra Rob Zombie com seu estilo muito característico e que ele exibe com orgulho em todas as suas produções, tanto cinematográficas quanto musicais (com sua antiga banda de heavy metal White Zombie). Esse visual costuma ser aquele comumente associado a esse gênero musical: muito gore, referência à violência, apologia a assuntos tidos como tabus sociais.
Zombie surgiu para o cinema com o longa A Casa dos Mil Corpos em 2003 com experiência prévia em produzir videoclipes durante o final dos anos 90. Esse primeiro filme é bem honesto no sentido do diretor apresentar pela primeira vez a um grande público o tipo de narrativa e visual que ele gostaria de adotar para o resto da carreira; fora que a trama sobre uma família que comete crimes bastante violentos utilizando fantasias seria reaproveitada em outra produção do cineasta no futuro.
Em 2005 ele lançou a sequência Rejeitados pelo Diabo para também servir como um segundo capítulo de uma trilogia que teria conclusão em 2019 com Os 3 Infernais. Ainda assim, ressalta-se que o diretor jamais abandonou seu estilo estético, ainda que continuasse insistindo em certos erros que naturalmente viriam desse estilo.
“A Casa dos Mil Corpos” foi o primeiro longa de Rob Zombie
Foi somente por volta de 2007 que ele atingiria um público maior do que seu nicho quando assumia o reboot de Halloween, a famosa franquia do slasher iniciada em 1978 por John Carpenter – e aqui foi o primeiro choque real entre o estilo de Zombie com algo que era totalmente o oposto. O que tornou Halloween uma produção marcante foi uma mistura ideal de timing e ritmo de narrativa.
O primeiro porque o filme veio em um período de transição do terror, muito antes da invasão dos found footage e na véspera da concretização do slasher como subgênero lucrativo nos anos 80. Não à toa a ambientação de Halloween é um subúrbio aparentemente pacato, o último lugar que se esperaria uma matança.
Sabendo disso, Carpenter entendeu que esse tipo de trama com esse tipo de cenário pedia uma narrativa mais sutil e gradativa do que filmes previamente lançados naquela década (Massacre da Serra Elétrica e Aniversário Macabro por exemplo) que exploraram muito mais abertamente o uso de elementos de gore para chocar a audiência. Esse foi um elemento essencial para que a história de Michael Myers se tornasse memorável, o terror de um assassino escondido na casa ao lado que vai se aproximando lentamente da protagonista era algo bem aceitável.
Em 2007, Rob Zombie transformou Michael Myers em uma representação de seu estilo
Porém, se teve algo que Halloween de 2007 ficou conhecido isso não foi sutileza; Zombie desejou conceder mais tempo de tela a como Michael Myers se tornou um assassino implacável mas para isso ele precisou lançar os personagens em seu próprio mundo de exageros; com isso os pais de Michael foram transformados em figuras ausentes e abusivas (algo jamais mencionado na obra original), sua irmã virou uma figura perversa com ele e sua relação com o psiquiatra Dr. Loomis se provou como um ato de exploração vindo do próprio médico.
A visão mais “sombria” que Zombie teve para a franquia se repetiu na sequência, Halloween II, lançando mão de mortes cada vez mais gráficas e sanguinárias. Apesar de ser uma marca registrada do gênero slasher, essa nunca foi uma característica do filme de Carpenter (que tinha um baixo número de assassinatos quando comparado com outros exemplares). O estilo visual e narrativo de Rob Zombie tem a necessidade de chocar o público, fazê-lo olhar para o outro lado e isso não é errado. O problema começa quando nada disso atua em prol da narrativa ou melhor construção dos personagens.
Isso elimina virtualmente qualquer chance da construção de um suspense efetivo pois o excesso de mortes condiciona o público a esperar por esse tipo de acontecimento, resta apenas se questionar como ele será ou quão violento. O diretor Alfred Hitchcock uma vez definiu o suspense como: “A maneira mais poderosa de captar a atenção é o suspense. Pode ser tanto o suspense inerente a uma situação, quanto o suspense que faz a audiência se perguntar o que vai acontecer a seguir? – é de fato vital que eles se façam essa pergunta”. Suspense nasce da sutileza e isso não existe no estilo do músico cineasta.
Na sequência de “Halloween” o diretor mergulhou ainda mais no seu próprio estilo
Mas e quanto à comédia, visto que esse é o elemento central do seriado Os Monstros? No que concerne a filmes como A Casa dos Mil Corpos e as sequências, Zombie já flertou com o uso de humor ácido nessas obras, principalmente em torno do personagem Capitão Spaulding. Como essa ferramenta seria empregada com os membros da família monstro já é outro assunto.
Ter uma identidade visual é importante para qualquer cineasta, ainda que não seja imperativo. Alguns passam a carreira inteira sem estabelecer esse tipo de referência enquanto outros criam comunidades inteiras de fãs e aprendizes ao redor desse estilo; dois exemplos do tipo são Terrence Malick com seus movimentos de câmera contemplativos e Wes Anderson com a costumeira obsessão por tomadas centralizadas e harmonizadas. O desafio é achar um projeto que case com essa visão.
Até o momento do fechamento deste texto ainda não há qualquer informação sobre essa adaptação de Os Monstros que não seja a confirmação pelo próprio Zombie que ele estará envolvido (e provavelmente sua esposa, Sheri Moon também, visto que ela é figurinha carimbada em todas as suas obras), ou seja, sem elenco anunciado ou trama. O que se tem é o histórico do diretor e a versão original do programa em uma rota de colisão problemática.
A série recém-lançada ‘O Eleito‘ no catálogo da Netflix já está no centro de uma controvérsia nas redes sociais devido à sua abordagem sobre um “Jesus Cristo adolescente”.
A produção tem recebido críticas de grupos religiosos, e o criador da série respondeu a esses comentários em uma recente conversa com a imprensa.
A sinopse oficial da série descreve a história como: “Jodie, um garoto de 12 anos que mora no México, descobre que tem poderes parecidos com os de Jesus. Agora, cabe a ele aceitar ou não esse chamado.”
Mesmo antes da estreia, grupos cristãos já protestavam contra o projeto, classificando-o como uma “blasfêmia”, de acordo com representantes de comunidades evangélicas e católicas.
As críticas continuam após a estreia da série, com avaliações negativas deixadas por cristãos em plataformas como o IMDb. O foco central das críticas é a atribuição dos principais poderes de Jesus Cristo ao protagonista Jodie, um garoto de 12 anos.
A caracterização do personagem, que difere significativamente da representação do messias na Bíblia, é vista como “problemática”, “desrespeitosa” e “desnecessária” por fiéis das religiões cristãs.
Nas redes sociais, alguns religiosos estão convocando um boicote à série ‘O Eleito‘ na Netflix, ameaçando cancelar suas assinaturas se a plataforma não retirar a série de seu catálogo.
Apesar das críticas, o sucesso da série não parece ser afetado. Logo após o lançamento, ‘O Eleito‘ entrou no Top 10 da plataforma, tanto no Brasil quanto no exterior.
Mark Millar, criador da HQ que inspirou a série, se manifestou sobre as críticas. Ele destacou que a produção não foi concebida para “zombar da religião alheia”.
“A série é baseada na história de Jesus Cristo de acordo com o Evangelho de São João. Não estamos zombando de qualquer religião. Não critiquem o que ainda não viram! Além disso, sou católico praticante. Não estou interessado em fazer piadas sobre esse assunto. A história é tratada com total seriedade”, comentou o autor.
Embora a trama ainda não tenha sido revelada, sabe-se que a história irá acompanhar um grupo de médicos e está programada para ser transmitida de 2024 a 2025 na ABC.
Murphy está coescrevendo ‘Dr. Odyssey’ com Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’) e Joe Baken (‘Eu Sou Michael’), todos atuando também como produtores executivos.
Joshua Jackson, por sua vez, é conhecido por participações em séries como ‘Dawson’s Creek’, ‘Dr. Morte (Dr. Death)’, ‘Atração Fatal 2023’ e ‘Nós Somos os Campeões’.
No primeiro trailer de ‘Superman’, uma cena se destaca por indicar que os capangas de Lex Luthor podem vestir o famoso Warsuit dos quadrinhos.
Em uma sequência em que o Senhor Incrível defende civis de um ataque militar, os soldados que cercam os personagens estão usando armaduras verdes e roxas, o que não passou despercebido pelos fãs.
A escolha das armaduras rapidamente levou os fãs a associá-las ao Warsuit de Lex Luthor, um traje icônico utilizado pelo vilão.
Embora as armaduras no trailer pareçam mais rudimentares do que o Warsuit clássico, as semelhanças são evidentes, lembrando muito a armadura do vilão em ‘Superman For All Seasons.’
Dessa maneira, surge a possibilidade de, em algum momento do filme, o próprio Lex usar sua tecnologia para enfrentar o Super-Homem com uma armadura
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O elenco também conta com Isabela Merced (Mulher-Gavião), Frank Grillo (Rick Flag Sr.), Nathan Fillion (Lanterna Verde), Rachel Brosnahan (Lois Lane), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Milly Alcock (Supergirl), Anthony Carrigan (Metamorfo) e outros.
Charlize Theron, estrela de ‘The Old Guard 2’, recentemente compartilhou detalhes de um incidente perturbador que viveu no início de sua carreira com um diretor, explicando por que optou por não revelar o nome dele publicamente.
De acordo com o Deadline, Theron havia falado sobre o ocorrido pela primeira vez em 2019. Na ocasião, ela relatou que foi à casa de um diretor para uma audição, onde ele supostamente a recebeu de pijama e colocou as mãos sobre seus joelhos. A vencedora do Oscar disse que se levantou e foi embora imediatamente após o incidente.
“Eu não sabia como funcionava o processo de audição”, contou Theron. “Não sabia como era ser atriz… [meu agente] disse que havia um teste para esse filme e que eu teria que ir em um sábado à noite. Era na casa do diretor. A minha intuição claramente dizia: ‘Isso não está certo’. Mas, ao mesmo tempo, outra parte de mim pensava: ‘Bom, talvez esteja certo. Eu não sei'”.
Apesar da gravidade da situação, Charlize escolheu não expor publicamente o nome do diretor. “Eu não quero que a história seja sobre ele. Não é porque estou protegendo ele ou algo do tipo”.
Ela ainda revelou que, após compartilhar a história publicamente, o diretor percebeu que era sobre ele e tentou se justificar. “Ele ficou um pouco nervoso. Ele me ouviu contando a história e sabia que era sobre ele. Então me escreveu uma carta falsa, tentando explicar o comportamento dele e dizendo que eu devia ter interpretado tudo errado, o que é clássico, né? Isso é tão clássico”.
Charlize continuou, com uma postura firme: “Eu nem vou dizer o seu nome, porra, porque você sabe que é você. Você sabe que é um canalha. Se alguém algum dia me perguntar sobre ele, eu vou ser totalmente honesta, e ele sabe disso. E eu meio que gosto de saber que ele está no lugar dele, sob pressão. Ele não sabe quando isso pode vir à tona. E eu gosto disso”.
Por fim, Theron desabafou sobre a experiência: “Eu não deixo nenhum filho da puta mexer comigo em nenhum dia da semana. Mas quando alguém te pega desprevenida assim… eu sabia que não ia conseguir o papel naquela noite. Sabia disso assim que saí de lá. Eu não estava ali porque tinha algo de valor para oferecer ao filme dele. Eu só era valorizada por uma coisa”.
O cineasta Joseph Kosinski, responsável por ‘TRON: O Legado’ (2010), falou recentemente sobre ‘TRON: Ares’, a nova sequência da franquia.
Vale lembrar que, por anos, Kosinski esteve envolvido no desenvolvimento de ‘TRON: Ascension’, projeto que acabou preso no chamado “inferno do desenvolvimento” até evoluir para o filme que deu origem a ‘TRON: Ares’.
“Eu não vejo isso exatamente como uma sequência”, afirmou o diretor, segundo o SFFGazette. “O filme definitivamente utiliza elementos de um projeto em que trabalhei, chamado Tron: Ascension, talvez em algumas cenas e no visual, mas a história foi totalmente invertida e contada a partir de um ponto de vista completamente diferente”.
“Por isso, eu o enxergo mais como uma história paralela do que como uma continuação. Ainda assim, fico feliz em ver que aquilo que Steve Lisberger criou em 1982 continua ressoando até hoje”, completou.
Ao relembrar a produção de ‘TRON: O Legado’, lançado em 2010, Kosinski destacou a liberdade criativa que teve na época:
“Hoje percebo o quanto fui sortudo por a Disney ter me dado tanta liberdade naquele filme. Não sei se isso aconteceria atualmente. Eles queriam que eu ousasse, desde a contratação do Daft Punk até a escolha de atores que ainda não tinham feito grandes produções, além de uma equipe muito jovem”, recordou.
“Foi minha primeira experiência em um set de filmagem. E, de certa forma, acredito que o que torna o filme tão único é justamente o fato de não sabermos quais eram as regras. Nós simplesmente fizemos”, concluiu.
Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.
O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan(‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).
Melton se juntará ao astro Matt Damon na produção que está sendo descrita pela indústria como um “filme-evento”. De acordo com a Variety, os detalhes da trama ainda são mantidos em segredo, mas as filmagens estão previstas para começar em Los Angeles nos próximos meses.
A produção passou por algumas mudanças importantes recentemente. No elenco, Matt Damon assumiu o papel principal após a saída de Ryan Gosling, que deixou o projeto.
Além disso, a atriz Sandra Oh, conhecida por ‘Grey’s Anatomy’ e ‘Killing Eve: Dupla Obsessão’, está em negociações avançadas para integrar o time de atores. O calendário de lançamentos também foi reajustado pela distribuidora, e a data de estreia do longa-metragem foi adiada de junho de 2027 para o dia 19 de novembro de 2027.
Charles Melton vive um grande momento em sua carreira. Após ganhar destaque na série Riverdale, o ator conquistou uma indicação ao Globo de Ouro por sua performance em ‘Segredos de um Escândalo’ e é um forte candidato ao Emmy por seu papel em ‘Treta’. Recentemente, ele também esteve no elenco de ‘Her Private Hell’, do diretorNicolas Winding Refn, longa que dividiu opiniões em sua estreia no Festival de Cannes deste ano.
O novo projeto carrega grande expectativa devido ao histórico dos Daniels. Conhecidos inicialmente por clipes musicais e pelo filme ‘Um Cadáver Para Sobreviver’ (Swiss Army Man), os diretores atingiram o topo de Hollywood com ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’.
Essa semana o mágico e nostálgico mundo de Jumanji ganhou sua aguardada sequência, “Próxima Fase”, um filme que pega a formula de sucesso do primeiro e ótimo “Bem-vindo à Selva”, adiciona mais ação e aventura, e insere dois personagens fabulosos, vividos por Danny Glover e Danny DeVito, que sendo assim idosos trazem novas camadas de emoção e diferente dinâmica. Uma ótima pedida para os fãs da franquia ou mesmo aqueles que, desde criança, curtiam embarcar nessas mirabolantes jornadas.
Pegando carona na turma de Dwayne Johnson e cia, resolvemos fazer uma matéria especial listando vários filmes que marcaram nossas infâncias – ou pelo menos a de quem viveu as décadas de 1980 e 1990 – e ainda hoje são um deleite de se ver.
Algumas produções geralmente comentadas em lista de Sessão da Tarde ou Cinema em Casa, o caso de Curtindo a Vida Adoidado e De Volta para o Futuro, ficaram de fora, pois o foco dessa vez são aqueles maravilhas que tinha em sua essência figuras infantis que, assim como nós, ficavam deslumbradas com os mundos mágicos e misteriosos. Longas despretensiosos que atualmente estão cada vez mais raros, pois vivem criando universos interligados e complexos, e esquecem de pensar nos longas como obras únicas. Mas deixando esse papo velho de lado, vamos à lista. Não esqueçam de colocar nos comentários as suas.
15. Os Batutinhas (1994)
Começando por “Os Batutinhas”, um filme super fofinho baseado na série de 1955, que traz uma trupe inteira liderada por Batatinha e Alfafa, duas figuras icônicas facilmente identificáveis. Da lindinha Darla. E até mesmo do riquinho Waldo. Arquétipos que deram muito certo e conquistaram a todos que não perdiam um Tela de Sucessos. Sendo repetido constantemente.
Aqui no Brasil existe um subgênero chamado de “filme de cachorro”. Pois é, aqueles infindáveis programas exibidos na tv abertura durante a tarde que trazia cães como protagonistas vivendo muitas aventuras. E o que melhor simboliza todos esses é sem dúvidas “Beethoven”, o são bernardo mais querido de todos os tempos. Adotado por uma tradicional família americana, o dog vivia se metendo em altas confusões. Stephen King fez até sua versão evil, chamada de Cujo.
Dentre muitos filmes de guris aprontando, “O Pestinha” foi outro exibido a exaustão, antes na Sessão da tarde e depois em Tela de Sucessos. Sua sequência também não fica atrás, Junior e Trixx eram duas pestes. Porém cada esquete criado era deliciosamente insano e hilário, como aquela inicial do convento ou mesmo como o coitado do vovô Bing Ben sofria com o encapetado moleque.
12. Menino Maluquinho – O Filme (1995)
Saído das páginas de Ziraldo, o Menino Maluquinho era o herói brasileiro de toda criança dos anos 90. Helvécio Ratton transpôs com perfeição para o cinema as maiores aventuras e peripécias que um garoto da época era capaz de fazer, envolto numa trilha fabulosa e uma estética agradável de assistir. Não fica atrás de nada lá fora.
Não é de hoje que pedem um remake de “Abracadabra” (Hocus Pocus no original), isso porque o filme de Kenny Ortega reunia elementos preponderantes que fazem toda criança prestar atenção: suspense e comédia na medida certa. O que falar então do trio Bette Midler, Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker, que viraram ícones na cultura pop sendo idolatradas por fãs no mundo inteiro. Nostalgia pura.
O grupo Os Trapalhões embalou muitas tardes com suas dezenas de filmes que adaptavam contos e histórias marcantes da literatura e do cinema. Indo desde histórias espaciais a faroestes clássicos. Porém recordo que Os “Trapalhões e a Árvore da Juventude” foi um dos mais repetidos durante a década de 1990, mesmo com produções mais novas. Talvez pela chance de ver o quarteto numa versão mais jovem ou do clima de aventura e romance que pairava no ar. Sensacional.
9. Babe – O Porquinho Atrapalhado (1995)
Voltando para filmes com animais, mas esse não é apenas um “filme de cachorro”, é quase que uma versão moderna da Revolução dos Bichos. “Babe O Porquinho Atrapalhado” é, além de bonitinho, um longa com uma história muito bem contada e interessante. Abordando diversos temas impensáveis de caber numa história infantil. Mas o que aconteceria se o criador de Mad Max fosse fazer um conto para crianças? Exatamente isso que saiu, meus caros.
Chegamos então ao filme que inspirou nossa matéria, Jumanji e por assim Robin Williams que transportou milhões de crianças para um universo fantástico. E como se não bastasse, tirou das páginas essa magia para o mundo real. Foi através daí que muitas outras produções partiram para criar universos mais táteis, só que nunca perdendo o encanto das aventuras proporcionadas na época pelos jogos de tabuleiro.
É sabido por todos que hoje “Toy Story” cresceu e se tornou a animação mais rentável da história do cinema, porém quando essa peça de arte surgiu no meio dos anos 1990, todos nós ficamos incrédulos não apenas pelo incrível rigor técnico inédito até o momento, mas pela genial ideia saída das mentes criativas da Pixar: e se quando as crianças saíssem os brinquedos tomassem vida, formassem uma espécie de sociedade e vivessem aventuras intergalácticas – claro casando com cada tematicamente com cada personagem. Um impacto gigantesco na vida dos meninos daquela época e que foi divisor de águas.
6. Esqueceram de Mim (1990)
Filmes de Natal sempre provocaram as melhores lembranças nas crianças de todo mundo. “Um Herói de Brinquedo”, “O Estranho Mundo de Jack”, “O Grinch”, “Duro de mat… Ops! Mas sem duvidas o mais querido entre todos até hoje é o clássico de Chris Columbus e o mestre John Hughes, Esqueceram de Mim. O filme que tornou Macaulay Culkin o maior astro infantil que já existiu. Também detentor de uma trama inventiva, mas o que realmente brilha são as dezenas de esquetes criativas e de humor físico. Além das caras e bocas não só de Macaulay, mas dos dois vilões vividos por Joe Pesci e Daniel Stern.
Rick Moranis era uma espécie de Jerry Lewis mais inocente e atrapalhado, o que é uma façanha e tanto. E seus filmes pareciam causar algo especial nas crianças, em especial o maravilhoso “Querida, encolhi as Crianças”. Este que trouxe outra ideia fabulosa: e se as crianças fossem reduzidas seres menores que formigas e tivessem que fazer de tudo pra voltar a crescerem? O quintal da casa acabou se tornando uma floresta repleta de perigos. A casa, um amontoado de armadilhas. Então cada objeto se reinventava a partir daquela ótica. E mesmo com um orçamento modesto, tudo funcionou maravilhosamente bem.
Todo garoto ou garota teve na sua infância, ali no seu bairro ou na sala de aula, sua primeira paixonite. Mesmo que ela tenha sido platônica. E o que acontece aqui no lindíssimo “Meu Primeiro Amor” é algo especial. O tipo de projeto que casou perfeitamente com cada ator e intenção. É tudo de uma singeleza sem tamanho, de uma delicadeza impressionante. A forma como a Vada age diante dos adultos e como trata o inocente Thomas J. dá até vontade de chorar só de pensar. Certamente esse é um filme que marcou a vida de muita gente, principalmente por quão forte e impactante é toda essa história.
Já falamos que reuniões entre amigos, experiencias curiosas e muito suspense são ingredientes insubstituíveis na formula para fazer um grande filme de aventura, junte então mais camadas e desenvolvimento de personagens e tenha o clássico instantâneo de Rob Reiner, “Conta Comigo” – ou “Stand by Me” no original. Ao lado de O Iluminado, é a melhor adaptação já feita de uma história da lenda Stephen King. A cumplicidade daquele grupo de amigos é tamanha que só vi algo parecido no próximo filme da nossa lista.
Sim, estou falando de “Os Goonies”, o longa que foi uma espécie de guia básico para criar histórias de ação e aventura com jovens personagens. As brincadeiras, os apelidos, o grupinho secreto, as aventuras de caça ao tesouro, os arquétipos, a trilha, o foco e as intenções de Richard Donner que comanda a coisa toda foram base para tudo que se viu depois daí. Steven Spielberg e Chris Columbus criaram uma aventura tão fabulosa e repleta de personagens icônicos que fica difícil até de comparar.
1. E.T. – O Extraterrestre (1982)
Eu bem que podia ter pego uns cinco filmes do Spielberg e colocado na lista, mas seria covardia equiparar toda obra do gênio americano mais versátil de Hollywood com qualquer outro realizador. Decidi selecionar então sua obra mais mágica, tocante e forte: E.T. – O Extraterrestre transformou uma geração e quebrou qualquer coração gelado que tentou resistir a seus encantos. Uma clara alusão a uma sociedade que não suportaria conviver com aquilo que não entende, com o diferente, mas que só as crianças eram capazes de trata-lo igualmente e este por assim retribuir de maneira tocante. E.T. é o cinema em essência. É magia em tela. É a realização do fantástico pelo homem.
Kiriko, nova personagem e heroína de ‘Overwatch 2‘, finalmente ganhou um curta animado de apresentação durante a TwitchCon 2022.
Abaixo você confere o belo trabalho feito ela Blizzard:
Lembrando que Kiriko foi introduzida na popular franquia de jogos em Overwatch 2, e agora poderemos conhecer um pouco mais da personagem nesse novo curta animado.
Os jogadores que conectarem suas contas da Twitch e da Blizzard poderão ganhar alguns itens cosméticos para a personagem, ao assistirem lives de ‘Overwatch 2’.
Sinopse: Novo filme de Bruno Barreto (“Dona Flor e
seus Dois Maridos”), Você Nunca Disse Eu Te
Amo narra o romance entre a brasileira Lota de Macedo
Soares, idealizadora do Parque do Flamengo, e a americana
Elizabeth Bishop, considerada uma das maiores poetisas da
língua inglesa. As personagens são vividas respectivamente
por Glória Pires e pela australiana Miranda
Otto, a princesa Éowyn da saga “O Senhor
dos Anéis“. Flores Raras traz à
tona a questão da homossexualidade em uma época
em que o preconceito era ainda maior que nos dias de hoje,
nas décadas de 50 e 60.
Curiosidades:
» Inicialmente intitulado ‘Flores Raras‘.
» O longa-metragem
é baseado no livro ‘Flores Raras e Banalíssimas‘,
de Carmen Lucia de Oliveira.
»
O filme teve locações
no Rio de Janeiro, Petrópolis, Nova York e Veneza.
A produção é da LC Barreto/ Filmes do
Equador com a internacional Goldcrest.
Se depender dos depoimentos de seus atores, a sexta temporada de ‘The Walking Dead‘ será a melhor de todas.
Após a atriz Lauren Cohan (a Maggie Greene) afirmar que o sexto ano terá um começo mais tenso e sufocante, chegou a vez deDanai Gurira (a Michonne) dar seu depoimento.
Segundo ela, a temporada será bastante diferente da anterior.
“O que eu sei da sexta temporada até agora é que será a mais bonita e poderosa da série. Teremos momentos mais intensos e humanos, será uma jornada de altos e baixos bastante diferente da temporada passada. Será imprevisível e única, muito diferente do que já fizemos antes”, afirmou.
A sexta temporada estreia dia 11 de outubro nos EUA, e no dia seguinte no Brasil.
A série ganhará um episódio especial em avião –Saiba mais!
Assista a entrevista e os vídeos já divulgados:
Segundo a atriz Lauren Cohan, a nova temporada terá um começo mais tenso e sufocante
Se já não bastasse o trailer mostrado na San Diego Comic Con, em uma entrevista dada ao EW, a atriz Lauren Cohan, a Maggie Greene da série, confirmou que a estreia da sexta temporada será tensa à um nível ainda não visto na série:
“Temos o mais sufocante início de todas as temporadas que eu já participei”, disse Cohan ao EW.
“Eu acho que o que tem sido mais interessante é que vocês verão nosso progresso como civilidade ou civilização e uma sociedade mais regimentada”, afirmou Lauren.
“É sobre sermos realmente contestados. Vamos ver uma tonelada de desafios, e vamos mostrar às pessoas, personagens confiáveis em ruínas, e eu acho que será muito assustador. Bem-vindos ao The Walking Dead“, terminou a atriz.
A sensacional adaptação de Jon Favreau para o clássico da Disney ‘Mogli – O Menino Lobo’ chegou nessa terça-feira a marca dos US$ 300 milhões globais.
Assim, a película já pagou seu custo, de US$ 175 milhões e o que vier literalmente será lucro para o Mickey Mouse.
Entre os países que mais se destacaram durante essas duas semanas de exibição estão: Índia (US$ 22,3 milhões), Reino Unido (US$ 15,4 milhões), Rússia (US$ 14,4 milhões), França (US$ 8,9 milhões), Austrália (US$ 8,8 milhões), México (US$ 8,4 milhões), Alemanha (US$ 5,4 milhões), Argentina (US$ 5 milhões) e Espanha (US$ 4,6 milhões)
A Walt Disney do Brasil divulgou como foram criados os efeitos visuais de ‘Mogli – O Menino Lobo‘.
Assista:
O estúdio está tão empolgado com as críticas positivas que já começou a preparar uma sequência do filme. Segundo o The Wrap, o estúdio já iniciou as negociações com o diretor Jon Favreau e com o roteirista Justin Marks para assegurar seus retornos na sequência.
Também é esperado o retorno do jovem protagonista, vivido por Neel Sethi.
Baseado nas eternas histórias de Rudyard Kipling e inspirado no clássico longa de animação da Disney, ‘Mogli – O Menino Lobo‘ chega uma aventura épica inédita sobre Mogli (novato Neel Sethi), um menino criado por uma família de lobos. Mas Mogli sente que não é mais bem-vindo na floresta quando o temido tigre Shere Khan (voz de Idris Elba), que carrega cicatrizes causadas por caçadores, promete eliminar o que ele considera uma ameaça. Forçado a abandonar o único lar que conhece, Mogli embarca em uma cativante jornada de autoconhecimento, guiado pela pantera e mentora Bagheera (voz de Ben Kingsley) e pelo alegre urso Baloo (voz deBill Murray). Pelo caminho, Mogli encontra criaturas da selva que não são exatamente bondosas, incluindo Kaa (voz de Scarlett Johannsson), uma cobra cuja voz sedutora e olhar penetrante hipnotizam o menino-lobo, e Rei Loiue (voz de Christopher Walken), o nobre de fala mansa que tenta convencer Mogli a contar o segredo da ilusória flor vermelha mortal: o fogo.
‘Capitão América: Guerra Civil’ reuniu os Vingadores novamente no Cinema e surpreendeu nas bilheterias mundiais com incríveis US$ 1,15 bilhão.
A próxima reunião do grupo principal da Marvel Studios acontecerá em ‘Vingadores: Guerra do Infinito – Parte I‘, que ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.
A Parte 1 estreia no dia 3 de Maio de 2018, enquanto a Segunda Parte chega aos cinemas nacionais dia 2 de Maio de 2019.
O longa, que já arrecadou mais de US$ 90 milhões nos Estados Unidos, é lançado no Brasil com uma parceria inédita: o canalPorta dos Fundos é o responsável pela adaptação do roteiro e tem as vozes de todos os seus atores fixos no filme.
“Assisti ao trailer do FESTA DA SALSICHA na internet e, na hora, vendi a ideia para o pessoal no grupo de WhatsApp do Porta. Eu e outros atores já emprestamos nossas vozes para animações, mas esta é a primeira vez que o Porta dos Fundos faz uma dublagem como grupo. E o mais legal é que assinamos a adaptação dos diálogos e piadas do longa para o português. Tudo continua bastante politicamente incorreto. Do mesmo jeitinho que chamou a atenção originalmente. Ou seja, nada de chamar ‘bunda’ de ‘traseiro'”, diz Antonio Tabet, sócio-fundador doPorta dos Fundos.
A animação também traz as vozes de dubladores profissionais, entre eles, Guilherme Briggs, como Frank.
‘Festa da Salsicha‘, a primeira animação para adultos, conta a história de uma salsicha que lidera um grupo de produtos de supermercado em um jornada para descobrir a verdade sobre a sua existência e o que realmente acontece quando eles são escolhidos da prateleira.
A Fox liberou a prévia do décimo e último episódio de ‘Scream Queens‘.
Confira:
Fazem parte do elenco nesta temporada: Kristie Alley, Jamie Lee Curtis, Emma Roberts, Lea Michele, Abigail Breslin, Keke Palmer, Glen Powell, Niecy Nash, Jerry O’Connell (de ‘Conta Comigo‘ e ‘Pânico 2‘), John Stamos (‘Full House’) e Taylor Lautner (‘Crepúsculo’).
Dos premiados produtores executivos Ryan Murphy (Glee, American Horror Story), Brad Falchuk (Glee, American Horror Story) e Ian Brennan (Glee), a nova temporada de ‘Scream Queens‘ abandona o campus da universidade por mais assassinatos misteriosos em um macabro hospital onde alguns dos casos médicos mais fascinantes e bizarros estão sob observação.
Esta segunda temporada conta com dois novos protagonistas masculinos que prometem arrancar tantos suspiros quanto suspeitas. O ator nominado ao Emmy, John Stamos (‘Glee’), se junta ao elenco como o Dr. Brock Holt, o brilhante, porém misterioso, médico cirúrgico do hospital. Por outro lado, Taylor Lautner (‘Crepúsculo’) é o Dr. Cassidy Cascade, um jovem profissional com uma estranha condição médica e principal suspeito quando uma série de eventos trágicos agitam a instituição.
Previsto para 2015 e adiado ao longo de dois anos, ‘Avatar 2‘ teve sua produção encerrada e seu lançamento cancelado.
O diretor James Cameron anunciou que se cansou de trabalhar no filme e em suas cinco sequências.
Claro que tudo não passa de uma brincadeira de 1º de Abril com os leitores do CinePOP. Hahaha.
Apesar da brincadeira, Cameron confirmou que a nova produção voltou a ficar sem data de estreia.
“Bem, em 2018 não vai acontecer. Nós não anunciamos uma data de estreia firme. O que as pessoas têm de entender é que esta é uma cadência de lançamentos. Então, nós não estamos fazendo Avatar 2. Estamos fazendo Avatar 2, 3, 4 e 5. É um Empreendimento épico. Não é diferente da construção de uma barragem. Então, eu sei onde eu vou estar nos próximos oito anos da minha vida. Não é um prazo razoável se você pensar bem. Demoramos quatro anos e meio para fazer um filme a gora estamos fazendo quatro. Este é o meu trabalho diário e em breve estaremos funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana. Nós estamos bem projetados com as criaturas e os personagens. Tudo é muito animador. Eu gostaria de poder compartilhar com o mundo. Mas temos que preservar certas doses do espetáculo e vamos desenhar essa cortina quando for o momento certo.”
O objetivo inicial da 20th Century Fox era o de lançar ‘Avatar 2‘ em dezembro de 2018 e todos os outros no mesmo mês dos anos seguintes.
Repleta de elogios, ‘Preacher‘ retornou nesse domingo para sua segunda temporada.
E com um estilo visual mega marcante, o segundo episódio parece continuar eletrizante.
Confira:
Recentemente o canal também anunciou a contratação de seis atores que integraram a nova leva de episódios.
São eles: Noah Taylor (‘Game Of Thrones’), Pip Torrens (‘Star Wars: O Despertar da Força‘) e Julie Ann Emery (‘Better Call Saul’), Malcolm Barrett (‘Dear White People‘), Ronald Guttman (‘Homeland‘) e Justin Prentice (‘13 Reasons Why’).
Como na primeira temporada, a expectativa é que o primeiro trailer da segunda leva de episódios só venha em julho, na San Diego Comic-Con.
‘Preacher’ é centrada em Jesse Custer (Dominic Cooper), pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que, acidentalmente, é possuído por uma entidade chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino.
Com isso, Custer adquire o dom da palavra divina: quando ele fala, todos obedecem, mesmo contra a vontade. Jesse decide então procurar Deus e, no caminho, reencontra a ex-namorada Tulipa e o vampiro irlandês Cassidy.
Os quadrinhos foram originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.
O thriller psicológico chega aos cinemas em 6 de outubro deste ano e pouco depois será distribuído para a plataforma VOD e em Digital HD, mais precisamente no dia 10 do mesmo mês.
Confira:
No original, o casal Haloran cumpre anualmente, um sinistro ritual: o de celebrar, na Irlanda, a memória de Kethleen, sua filha morta. Naquele ano, no entanto, um assassino está à solta nas imediações do castelo Haloran, levando a cabo uma terrível carnificina.
A nova versão mescla mistério, fantasmas e uma família que guarda segredos perigosos.
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