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Nova versão de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ será lançada nos CINEMAS com o subtítulo ‘A Versão mais Engraçada’

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ será relançado nos cinemas norte-americanos em uma nova versão, com mais de vinte minutos de cenas inéditas.

A reestreia acontece no dia 2 de setembro e o título será ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa – A Versão mais Engraçada‘.

Além dos efeitos especiais do filme terem sido finalizados após a estreia nos cinemas, a nova versão ainda trará várias cenas inéditas inserindo mais humor.

Por enquanto, o relançamento está restrito apenas aos Estados Unidos e Canadá. Mas outros países devem receber uma cópia em breve.

Confira o anúncio:

“Vocês queriam mais Cabeça de Teia e conseguiram! ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’: A versão mais divertida chega aos cinemas dos EUA e Canadá em 02 de setembro! Mais países serão anunciados em breve!”

Mundialmente, a sequência arrecadou mais de US$1,88 bilhão.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco ainda conta com Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

MARAVILHOSA! Ouça a trilha sonora de ‘A Pequena Sereia’ na íntegra…

Está chegando a hora! ‘A Pequena Sereia‘, novo filme live-action inspirado no clássico musical de animação da Disney, estreia dia 25 de maio nos cinemas de todo o país. A produção apresenta a adorada história de Ariel, uma bela e espirituosa jovem sereia com sede de aventura.

Ouça a trilha sonora:

Não é à toa que a trilha sonora de ‘A Pequena Sereia‘ gruda na cabeça de quem assiste, o longa levou dois prêmios no Oscar® por Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original por “Under the Sea“, em 1990, além de ganhar dois Globo de Ouro®, pelas mesmas indicações, e um Grammy® na categoria Melhor Canção Composta Para Mídia Visual, no mesmo ano.

Originalmente, as músicas foram produzidas pelo multivencedor do Oscar® Alan Menken junto a Howard Ashman, garantindo a qualidade do clássico de 1989. Agora, o três vezes vencedor do Tony Award® Lin-Manuel Miranda se junta à Menken para criar novas canções originais e exclusivas para o filme. Assim, alguns personagens que originalmente não tinham uma música, agora terão números musicais.

Trabalhar em um título tão amado foi um tanto assustador para Lin-Manuel Miranda. “Tentei me convencer muitas vezes de que trabalhar com A Pequena Sereia não seria intimidador, principalmente porque reverencio o filme original. Mas eu me sinto muito orgulhoso porque, antes de mais nada, nosso diretor Rob Marshall, o produtor John DeLuca e nosso roteirista David Magee tiveram grandes instintos sobre momentos que poderiam ser usados com novas músicas e novas canções”, conta o compositor. 

A cantora e atriz Halle Bailey foi escolhida para dar vida e voz à personagem. Com apenas 23 anos, ela já foi indicada cinco vezes ao Grammy®, além de fazer parte da gravadora da cantora Beyoncé, a Parkwood Entertainment. Além disso, a jovem encantou o público com o primeiro single do filme divulgado, “Part of Your World”.

A trilha sonora completa já está disponível nas plataformas digitais, como Spotify e YouTube Music.

Halle Bailey diz que “as canções icônicas do filme de animação são lendárias! Foi realmente emocionante estar envolvida com as músicas antigas e algumas novas. Ariel tem uma nova música chamada ‘For the First Time’, que ela canta quando se encontra em terra e descobre todas as coisas novas. É uma combinação de sentimentos, de assustador a emocionante. É um belo complemento e, na verdade, acho que pode ser a minha música favorita. Essa e ‘Part of Your World’.” 

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Conheça a série que tem sido COMPARADA com ‘Game of Thrones’: “Épica!”

Uma aguardada série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell está disponível no catálogo do Star+ – e já vem fazendo sucesso gigantesco entre a crítica internacional.

A série ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘ conquistou nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. No Metacritic, a produção abriu com 84/100 pontos, indicando “aclamação universal”.

Segundo o consenso dos críticos, é o “épico televisivo mais imersivo desde ‘Game of Thrones’.” 

Confira os principais comentários:

‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.

‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.

“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.

“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.

“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

‘Blade’ formará equipe SOBRENATURAL na Marvel, afirma insider

Embora o filme ‘Blade esteja passando por problemas, os fãs do caçador de vampiros podem ficar tranquilos, de acordo com o insider Alex Perez.

O reboot do personagem no UCM não está morto; no entanto, segue em um estado de limbo que é descrito como “estranho” pelo insider.

Em conversa com membros do The Comic Circus, ao ser questionado sobre o enredo de Blade e a escolha de um diretor, Perez revelou que não sabe muito sobre o filme, mas citou um bom progresso na história do longa.

“Ainda nada. Pelo que entendo, a história em que estão trabalhando está quase finalizada, mas não sei de nada além disso”, afirmou o insider.

Um dos pontos mais interessantes revelados por Alex é o papel que Blade desempenhará no futuro do dos filmes da Marvel.

O personagem de Mahershala Ali, que fez uma breve aparição em Eternos, aparentemente terá a missão de reunir outros heróis do Universo Cinematográfico da Marvel em um novo grupo.

“Pense nele como o Nick Fury da parte sobrenatural do UCM”, disse Alex Perez.

Dessa maneira, os fãs podem chegar à conclusão de que Blade será o responsável por reunir os Filhos da Meia-Noite, grupo conhecido pelos leitores dos quadrinhos.

O papel do personagem neste universo deverá ser esclarecido no filme estrelado por Mahershala Ali

O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

Primeiras reações de ‘Devoradores de Estrelas’ chamam o sci-fi de “OBRA-PRIMA”, afirma insider

Devoradores de Estrelas (‘Project Hail Mary’), novo sci-fi estrelado pelo indicado ao Oscar Ryan Gosling (‘Barbie’), supostamente teve suas primeiras exibições-teste e foi extremamente bem sucedido.

Segundo o insider Cinesthetic, as primeiras reações consideram o filme “uma obra-prima, com fortes expectativas já se formando para a temporada de premiações antes mesmo de seu lançamento”.

Confira:

Ontem, a Sony divulgou o novo trailer dublado:

Dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (‘Uma Aventura LEGO’), o longa é baseado no romance homônimo de Andy Weir.

Ambientado em um futuro próximo, a trama é centrada em Ryland Grace, um professor do ensino fundamental que virou astronauta e que acorda de um coma sofrendo de amnésia. Ele gradualmente se lembra de que foi enviado para o sistema solar Tau Ceti, 12 anos-luz da Terra, para encontrar um meio de reverter um evento de escurecimento solar que poderia causar a extinção da humanidade.

Project Hail Mary‘ é produzido por Amy Pascal, a mesma produtora dos longas do universo do ‘Homem-Aranha‘, como ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Aditya Sood (‘Perdido no Espaço’ e ‘Deadpool’) também assume a função de produtor, ao lado de Pascal.

O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.

Não gosta de musicais? Depois dessa lista você vai repensar sobre isso!

Uma das coisas que realmente é difícil de entender é alguém que ama cinema não gostar de musicais. Essas obras, com números musicais intensos, refletem a magia que o cinema vem plantando faz décadas, desde seu início até os novos tempos.  Pensando sobre isso, resolvemos criar uma listão com alguns maravilhosos musicais que podem fazer você mudar de opinião:

 

Chicago

22 anos atrás chegava aos cinemas um musical marcante, pulsante que marcou uma geração.  Chicago, dirigido por Rob Marshall, baseado num musical homônimo da Broadway, mistura assassinatos, um advogado aproveitador e uma busca pelo estrelato.

 

Cantando na Chuva

Na trama, conhecemos a trajetória do simpático Don (Gene Kelly), já no final da década de 20, antes num início meteórico como dublê, depois ao lado de Lina (Jean Hagen) formam o casal mais badalado no universo das artes, em uma Hollywood repleta de glamour. Certo dia, Don conhece a atriz Kathy (Debbie Reynolds), e logo se apaixona perdidamente, ao mesmo tempo em que o mundo do cinema passa por uma enorme transformação: os filmes mudos parariam de existir e o cinema falado ocuparia todo o espaço. Nessa transição difícil para os artistas da época, acompanhamos Don ao lado de Debbie e do amigo de longa data Cosmo (Donald O’Connor) em busca de se manterem na cena artista norte-americana.

 

Matilda: O Musical

Na trama, acompanhamos a história de uma jovem chamada Matilda (Alisha Weir) que vive em uma extravagante casa e sofre com pai e mãe que não demonstram carinho por ela. Quando há a oportunidade dela enfim frequentar a escola (já que tinha sua educação toda em casa até então), num primeiro momento aterrorizante, esse lugar se torna o mais novo desafio para a carismática protagonista. As novas amizades e o carinho da professora a ajudam a combater os medos e principalmente as ações cruéis da diretora do lugar, a infeliz Agatha (Emma Thompson).

 

Moulin Rouge

Na trama, conhecemos o sonhador Christian (Ewan McGregor), um homem que passou a vida toda tendo discussões com o pai sobre as questões das emoções e principalmente sobre o amor. Um dia resolve abandonar a família e partir rumo à Paris, empolgado com a descoberta da boemia do lugar, propícia para um futuro escritor, seu grande sonho. Nesse lugar existe Moulin Rouge, uma casa noturna, uma danceteria, uma casa de shows, um bordel. Fascinado, acaba deixando se levar pelo maior dos sentimentos, o amor, quando conhece o diamante cintilante, a grande estrela do lugar, Satine (Nicole Kidman). Mas nada será fácil para esses doid pombinhos, precisarão enfrentar a desconfiança do dono do lugar Harold Zidler (Jim Broadbent) e de outro pretendente a conquistar o coração da dama, o duque (Richard Roxburgh).

 

O Mágico de Oz

Lançado no final da década de 30, esse clássico do cinema nos mostra a história de uma jovem que é levada para uma terra encantada e embarca em uma aventura inesquecível.

 

Rocketman

Na trama, que teve um orçamento na casa dos 40 milhões de dólares, conhecemos pitacos da vida de Sir Elton John (Taron Egerton, na maior parte do tempo) ao longo dos anos, da infância até a adolescência, dos tempos que estudava na prestigiada Royal Academy of Music até perto do ano de 1970 quando começa uma parceria fenomenal com o compositor Bernie Taupin (seu amigo até hoje) e se torna aos poucos, com shows de tirar o fôlego, uma das grandes lendas do universo musical do planeta Terra. Sempre com suas roupas chamativas e seus óculos coloridos, Elton John foi criando uma história linda que merecia ganhar as telonas.

 

Viva – A Vida é uma Festa

Na trama, conhecemos o menino sonhador Miguel, um jovem que adora música mesmo sua família não gostando da ideia, pois, anos atrás um parente abandonou a família pela carreira musical e nunca mais voltou para casa. Durante uma pequena investigação descobre segredos desconhecidos da família e após tocar uma canção com um violão mágico, acaba indo para em uma terra dos mortos. Lá, descobre, nesse mundo fantástico e cheio de parentes que nunca conhecera, descobre mais sobre sua família e um novo segredo se torna um objetivo em sua busca constante em voltar para o mundo dos vivos.

 

La La Land – Cantando Estações

Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.

 

Sinfonia em Paris

Lançado no início da década de 50, dirigido por Vincente Minnelli, vencedor do Oscar de Melhor filme, Sinfonia em Paris é um dos musicais mais comentados pelos amantes do gênero. Entre desenrolares românticos, conhecemos um soldado americano em Paris, que vira pintor, em busca de seus objetivos.

 

A Noviça Rebelde

Um dos maiores clássicos do cinema, o musical A Noviça Rebelde nos leva até a história de Maria, uma noviça que não se adaptando as regras do convento que vive resolve se jogar no mundo e vira governanta de um capitão.

 

Crítica | Terra Selvagem – novo suspense do roteirista de ‘Sicario’

Terra Fria

Taylor Sheridan começou sua carreira no cinema como ator, mas conseguiu destaque mesmo foi como roteirista, ao ponto de se tornar um dos mais celebrados da atualidade no mercado de Hollywood. E isso com apenas dois trabalhos (agora três) no currículo. A explosão veio logo na estreia, quando criou a história da pancada Sicario: Terra de Ninguém (2015), dirigido por um cineasta igualmente em ascensão – hoje, muito estabelecido – o franco-canadense Denis Villeneuve (Blade Runner 2049). Foi o caso de simbiose perfeita do texto de Sheridan com a direção precisa e nervosa de Villeneuve.

No ano seguinte, Sheridan emplacava novamente, e agora se consagrava com uma indicação ao Oscar, escrevendo assim seu nome nas estrelas. É claro que estou falando do texto de A Qualquer Custo (Hell or High Water), indicado a quatro prêmios no último Oscar, incluindo melhor filme. Agora, o autor, assim como Aaron Sorkin (A Grande Jogada), outro roteirista sensação da atualidade, dá o salto para o comando de um longa com Terra Selvagem, como de costume confeccionando também a história.

A trama se passa na gelada cidadezinha de Lander, Wyoming, na qual o assassinato de uma jovem nativo-americana irá desencadear uma tensa investigação envolta em muito mistério. O duas vezes indicado ao Oscar Jeremy Renner (Guerra ao Terror e Atração Perigosa) é o protagonista na pele de Cory, um rastreador / caçador com fortes laços na comunidade nativo-americana local. Como todo protagonista sofrido, o sujeito tem no passado uma mancha negra que o assombra constantemente e que o separou da esposa.

Quando Cory encontra por acidente o corpo surrado e estuprado da jovem mulher, enquanto seguia a trilha de uma leoa e suas crias, é que a trama começa a girar. Logo, o FBI envia a agente mais próxima do local, a novata Jane Banner, papel de Elizabeth Olsen, que como boa Clarice Starling da vez (Jodie Foster em O Silêncio dos Inocentes, 1991) terá um curso relâmpago em uma jornada de sobrevivência, somando muito para sua experiência no departamento.

Terra Selvagem resulta no esforço menos satisfatório da carreira de Sheridan. Na direção, mesmo que inexperiente, o roteirista realiza um bom trabalho, mas demonstra falta de ritmo, em especial na primeira metade do filme. O primeiro momento, que serve como construção tanto de personagens quanto da premissa a ser descortinada, demora a desenvolver seus alicerces, ficando sempre a um passo atrás do público e não se posicionando à frente dele. Os personagens são apenas rascunhados e não existe muito além a ser descoberto do que o mostrando em um primeiro plano.

Nesse sentido deve-se colocar em cheque também o Sheridan roteirista, que no passado já criou personagens mais bem trabalhados e complexos, envoltos em muitos questionamentos. Terra Selvagem, no entanto, assim como seus personagens, é dono de uma linearidade simplista, que liga o ponto A ao B sem grandes desvios, caminhos secundários ou estradas entrelaçadas. No entanto, sua ideologia dura e direta, que remete ao cinema da década de 1980, segue presente, prometendo levantar debates sobre validade de atos, como a justiça com as próprias mãos.

Sheridan consegue criar boas cenas, duas em especial, caprichando no nível de tensão, que certamente absorveu dos diretores com quem trabalhou no passado. Ambas as cenas (o tiroteio final envolvendo a personagem de Olsen e a reviravolta, com a revelação do assassinato em si, trecho que guarda a presença sempre ilustre de Jon Bernthal) fazem uso de muita adrenalina nos momentos que precedem a ação, mostrando que o roteirista tem bom domínio de técnica e cenas que exigem um compasso mais acelerado. Sua deficiência, no entanto, e o que deveria ter procurado com os mesmos diretores citados, são os momentos mais calmos, de atuações, que servem para a base da estrutura narrativa de qualquer filme, não importando seu gênero.

Cheiro de Oscar: Festival de Toronto revela seus principais filmes da edição 2018

Um dos maiores festivais de cinema do mundo, o Festival de Toronto, ou TIFF, acaba de divulgar sua lista principal para as mostras de Gala e Apresentações Especiais do evento. O TIFF tem como hábito exibir longas cujo prestígio chega até o Oscar.

Ano passado, por exemplo, teve em seu acervo grande parte dos indicados, saídos de outros festivais, vide A Forma da Água (Veneza), Lady Bird (Telluride), Me Chame Pelo Seu Nome (Sundance), O Destino de uma Nação (Telluride), Três Anúncios para um Crime (Veneza), Projeto Flórida (Cannes), Mudbound (Sundance), Artista do Desastre (SXSW) e Victoria e Abdul (Veneza); além de estreias próprias, como Eu, Tonya, Roman J. Israel, Esq. e A Grande Jogada.

No acervo deste ano, obras de grandes realizadores e novas promessas a emplacar na época vindoura de premiações. Produções de nomes como Damien Chazelle, Barry Jenkins, Steve McQueen, Alfonso Cuarón, Olivier Assayas, Nicole Holofcener, Patricia Rozema, Zhang Yimou, Jason Reitman, entre outros, fazem parte da lista da pré-seleção do evento. Novos longas serão anunciados em breve.

A Noite de Abertura da Apresentação Especial ficará a cargo de Mouthpiece, produção canadense da citada diretora Patricia Rozema (Into the Forest). Na trama, levemente baseada em uma peça, a protagonista Cassandra é uma escritora vivendo por suas próprias regras. O que não a impede de ser um desastre. O filme acompanha a conexão que ela encontra com a mãe após o falecimento desta.

A noite de Encerramento contará com o vencedor da Palma de Ouro deste ano no Festival de Cannes. Shoplifters, do diretor japonês Hirokazu Kore-eda, apresenta uma família de pequenos criminosos que cometem furtos, encontrando um bebê abandonado e decidindo criá-lo.

Conheça abaixo os filmes mais interessantes divulgados para esta primeira etapa. O 43º Festival de Toronto acontece do dia 6 ao 16 de setembro.

O Primeiro Homem

O menino de ouro Damien Chazelle (La La Land e Whiplash) dá seu passo mais ambicioso na biografia do astronauta Neil Armstrong e conta a história do primeiro homem a caminhar na lua. Ryan Gosling protagoniza como Armstrong e o elenco conta ainda com Claire Foy, Jason Clarke e Corey Stoll. O filme estreia em agosto no Festival de Veneza e parte para Toronto.

As Viúvas

Com roteiro de Gillian Flynn (Garota Exemplar) e direção de Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), este filme promete ser um dos pontos altos da segunda metade de 2018. Quatro mulheres assumem a herança criminosa deixada por seus maridos mortos, numa conturbada trama passada na Chicago atual. O maior elenco do ano traz: Viola Davis, Robert Duvall, Liam Neeson, Colin Farrell, Michelle Rodriguez, Jon Bernthal, Elizabeth Debicki, Carrie Coon, entre outros.

Nasce uma Estrela

Terceira reimaginação da obra clássica homônima de 1937 – que ainda rendeu versões em 1954 e 1976 –, este filme teria a estrela da música Beyoncé como protagonista e Clint Easwtood como diretor. O produto final, no entanto, terminou com direção de Bradley Cooper (debutando na função) e Lady Gaga no papel principal que seria da colega pop diva. Na trama, um músico em declínio (Cooper) serve de mentor a uma jovem em ascensão (Gaga).

The Front Runner

Depois de ter nos encantado e surpreendido com Tully na primeira metade de 2018 (e apresentado um dos melhores desempenhos da carreira de Charlize Theron), Jason Reitman retorna com uma polêmica biografia de um político. Pego num escandaloso caso extraconjugal enquanto concorria como favorito a presidente da república dos EUA em 1988, o senador Gary Hart foi afastado da corrida. No longa, Hugh Jackman interpreta o político indiscreto e o filme conta ainda com Vera Farmiga no elenco.

If Beale Street Could Talk

Novo trabalho do cineasta Barry Jenkins, que brilhou há duas edições do Oscar com o envolvente e audacioso Moonlight – Sobre a Luz do Luar. Desta vez, o jovem diretor conta a história passada no Harlem, Nova York, sobre uma mulher lutando para provar sua inocência em um crime, enquanto carrega seu primeiro filho ao lado do noivo. No elenco, Pedro Pascal, Diego Luna e Dave Franco.

The Land of Steady Habits

A diretora Nicole Holofcener é dona de filmes que afirmam dilemas humanos reais e dramáticos, sem esquecer o bom humor no olhar. Obras como À Procura do Amor (2013), Sentimento de Culpa (2010) e Amigas com Dinheiro (2006) fazem parte de seu repertório. Seu novo trabalho fala sobre um homem (vivido por Ben Mendelsohn) adentrando a terceira idade, com a vida calma e encaminhada, decidindo seguir por um caminho inusitado e menos confortável em seus anos restantes.

Non-Fiction

Também conhecido com o título Doubles Vies, este é o novo filme do francês Olivier Assayas (Acima das Nuvens e Personal Shopper). Dando um tempo de sua nova musa Kristen Stewart, mas reafirmando a parceria com sua colaboradora Juliette Binoche, o cineasta nos leva para uma nova olhada de bastidores. Ao invés do mundo do cinema ou de secretárias de celebridades, a trama aborda o mundo editorial, trazendo para os holofotes editores e autores, precisando lidar com a crise da meia idade, as mudanças na indústria e suas esposas.

Roma

Coprodução entre México e EUA, trata-se do novo trabalho do cineasta Alfonso Cuarón, cinco anos após o sucesso esmagador de Gravidade. O filme acompanha um ano de uma família de classe média na Cidade do México. Cheira a prêmios.

Shadow

O cultuadíssimo cineasta chinês Zhang Yimou mescla em sua carreira dois tipos específicos de filmes: obras dramáticas e intimistas, vide Lanternas Vermelhas (1991) e o recente Amor para a Eternidade (Coming Home, 2014), e espetáculos visuais que variavelmente contém os mesmos conceitos existencialistas de seus filmes menores, vide O Clã das Adagas Voadoras (2004) e A Maldição da Flor Dourada (2006). Shadow, seu novo filme, está mais inclinado para a segunda vertente e fala sobre um Rei e seu povo prestes a serem expulso de suas terras, durante a era dos Três Reinos na China.

Todos los Saben

Mesmo sem ter causado a melhor das impressões em sua estreia no Festival de Cannes deste ano, este suspense dramático sobre uma menina sequestrada, tirada dos pais durante um evento na casa dos parentes, tem respaldo de sobra. Acontece que a obra é assinada por Asghar Farhadi, diretor iraniano altamente celebrado, e conta com Penélope Cruz, Javier Bardem e Ricardo Darín em seu elenco.

Beautiful Boy

A cena mais comentada do drama Me Chame Pelo Seu Nome é o diálogo de pai e filho, do protagonista com seu progenitor. Então, que tal desenvolver um filme inteiro sobre isso? Novamente estrelado pelo jovem sensação Timothée Chalamet, este drama baseado em fatos é uma das grandes pedidas para a época de premiações. No papel do pai do menino, outro nome que não descansará até ter sua estatueta do careca dourado: Steve Carell. Na direção, o belga Felix Van Groeningen (Alabama Monroe).

High Life

Este é um projeto interessante. Protagonizado por Robert Pattinson, esta ficção científica passada no espaço apresenta um pai (vivido pelo ator) e uma filha lutando pela sobrevivência, vivendo isolados nas estrelas. A direção é da prestigiada diretora francesa Claire Denis, entregando uma produção diferente de tudo em sua filmografia.

Ben is Back

Julia Roberts é a estrela por trás deste projeto. Neste drama familiar com toques de suspense, o diretor Peter Hedges dirige o filho Lucas Hedges (indicado ao Oscar por Manchester À Beira-Mar) nesta história sobre um jovem e seu conturbado retorno ao lar. Roberts interpreta a mãe do rapaz.

White Boy Rick

Relato da história real de um jovem que se tornou informante do FBI durante a década de 1980, vindo a ser preso e condenado à prisão perpétua por tráfico de drogas. O vencedor do Oscar Matthew McConaughey, em mais uma atuação chamativa, interpreta seu pai criminoso. No elenco, outros indicados ao Oscar, vide Jennifer Jason Leigh e Bruce Dern.

Wildlife

Estreia elogiadíssima do ator Paul Dano na direção, o longa aborda o trauma de um garoto ao presenciar o casamento de seus pais ruir e sua mãe encontrar outro homem. No elenco, os chamarizes são os pais do menino, vividos por Carey Mulligan e Jake Gyllenhaal.

Veja Abaixo outros filmes confirmados na programação:

Galveston, de Mélanie Laurent
The Hate U Give, de George Tillman Jr.
Hidden Man, de Jiang Wen
Husband Material, de Anurag Kashyap
The Kindergarten Teacher, de Sara Colangelo
Life Itself, de Dan Fogelman
The Public, de Emilio Estevez
Red Joan, de Sir Trevor Nunn
What They Had, de Elizabeth Chomko
Burning, de Lee Chang-dong
Can You Ever Forgive Me?, de Marielle Heller
Capernaum, de Nadine Labaki
Cold War, de Pawel Pawlikowski
Collette, de Wash Westmoreland
Dogman, de Matteo Garrone
Giant Little Ones, de Keith Behrman
Girls of the Sun , de Eva Hudson
Hotel Mumbai, de Anthony Maras
The Hummingbird Project, de Kim Nguyen
Manto, de Nandita Das
Maya, Mia Hansen-Love
Monsters and Men, de Reinaldo Marcus Green
The Old Man & the Gun, de David Lowery
Papi Chulo, de John Butler
The Sisters Brothers, de Jacques Audiard
Sunset, de László Nemes
Through Black Spruce, de Don McKeller
The Wedding Guest, de Michael Winterbotton
The Weekend, de Stella Meghie
Where Hands Touch, de Amma Asante

‘Jurassic World’ vai ganhar um novo filme | Relembre como os Dinossauros DOMINARAM os anos 90…

Podemos dizer que as duas criaturas que dominaram a carreira do cineasta Steven Spielberg foram os alienígenas e os dinossauros. O fascínio por estes dois temas permeou a filmografia do diretor megalomaníaco, que é um dos grandes pilares da indústria audiovisual Hollywoodiana. Vindos do espaço, os seres extraterrestres motivaram o realizador em filmes icônicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. – O Extraterrestre e Guerra dos Mundos, salpicando até mesmo em obras como A.I. – Inteligência Artificial e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Olhando para a Terra, os dinossauros reinaram absolutos em nosso planeta há milhões de anos atrás. E no tema, a produção que todos mais associam ao diretor, é claro, é Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros, lançado em 1993.

Na última semana, o The Hollywood Reporter confirmou que a franquia vai ganhar um novo filme, que marcará o início de uma nova fase da franquia. O roteiro está a cargo de David Koepp, o escritor do Jurassic Park original de 1993.

O mais interessante é que a matéria afirma que o filme deve ser lançado já em 2025. Ou seja, as filmagens começam nos próximos meses.

O roteiro já está sendo finalizado e deve iniciar a “nova era jurássica” com uma história totalmente diferente, sem o retorno dos personagens interpretados pelas estrelas de Jurassic World, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

Além disso, os personagens dos filmes originais de Jurassic Park, interpretados por Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum, aparentemente não estarão envolvidos.

A febre que temos hoje com os filmes de Jurassic World não é novidade, e de fato se estabeleceu lá atrás, há mais de 30 anos, na década de 1990. Desde então, os dinossauros nunca saíram de moda, rendendo de tudo, desde brinquedos para a criançada, desenhos animados e os mais variados produtos do audiovisual. As criaturas pré-históricas sempre estiveram inseridas na cultura popular, porém, depois dos anos 90, sua popularidade foi alçada a novos níveis. Isso porque Steven Spielberg capturou nossa imaginação, o consciente popular que se tinha sobre estes grandes animais e materializou como nunca havia sido feito antes. Ou seja, da forma mais realista possível.

Spielberg, no entanto, já havia começado a concretizar sua paixão pelos gigantescos répteis pré-históricos no fim dos anos 80. Através de sua produtora Amblin – um ícone do cinema entretenimento -, o diretor lançava a animação Em Busca do Vale Encantado (The Land Before Time, 1988), que contava sobre cinco filhotes de dinossauro (um apatossauro, um tricerátops, um saurolophus, um pterodáctilo e um stegossauro) que se perdem de suas respectivas famílias e precisam se unir para encontra-los, enquanto atravessam uma longa distância repleta de perigos, como o temível Tiranossauro Rex. Essa foi a primeira vez que o cineasta deixava fluir sua paixão sobre o tema em tela, aqui como produtor, numa animação bem trabalhada e que fez muito sucesso na época. O impacto nos pequeninos foi tanto que geraria nada menos do que treze continuações, todas lançadas direto em vídeo, além de uma série animada de TV, começando em 1994 – logo no ano seguinte de Jurassic Park.

O passo seguinte na dinomania seria dado não por Steven Spielberg, mas pelos produtores Michael Jacobs e Bob Young, responsáveis pela criação do clássico querido da TV, Família Dinossauro (Dinosaurs). Estreando na rede norte-americana ABC em 1991, o programa durou até 1994, mas ficou imortalizado pelas reprises intermináveis – no Brasil indo ao ar pela rede Globo. Na época, muito comparado à outra família que fazia muito sucesso, Os Simpsons, até a composição do núcleo era muito parecida: com pai, mãe, filho mais velho, filha do meio e um bebê – além de um idoso (avô ou avó). A grande sacada aqui, é claro, estava no fato de serem todos dinossauros, criados através de uma técnica ainda impressionante de animatrônicos dos estúdios de Jim Henson (responsável por criações como Os Muppets, O Cristal Encantado e Labirinto – A Magia do Tempo). Pelo fato de ser também uma produção da Disney, os fãs podem matar a saudade com o seriado completo disponível atualmente no Disney Plus.

Com a dinomania “atualizada com sucesso”, o caminho estava pavimentado para, agora sim, Steven Spielberg dar o tiro de misericórdia, no que se tornaria uma das maiores sensações de todos os tempos da história do cinema. Só quem estava vivo na época sabe a loucura que foi Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros. Totalmente sem precedentes, podemos dizer que o cinema entretenimento sofria ali uma ruptura de antes e depois. O filme mostrou, entre outras coisas, que não existia mais limite para a imaginação e tudo o que fosse pensado por um realizador, poderia de fato ser concretizado e virar realidade em tela. Até mesmo trazer dinossauros de volta à vida de forma realista. É claro que filmes que recriam dinossauros são muitos e remontam dos primórdios da sétima arte. Mas aqui falamos da primeira vez em que tais criaturas foram retratadas em tela de maneira realista e bastante convincente. Estar vivo e poder assistir a Jurassic Park em sua época de lançamento, foi testemunhar em primeira mão uma revolução. Não eram apenas os personagens do filme que se emocionavam de ver os grandes répteis vivos de novo, o público igualmente se colocava neste lugar.

Na época do lançamento de Jurassic Park nos cinemas, há 30 anos, alguns críticos reclamaram que o filme era intenso demais para crianças pequenas. Antevendo este pequeno problema, o próprio Spielberg produziria no mesmo ano a animação Os Dinossauros Voltaram (We’re Back! A Dinosaur’s Story), baseado no livro infantil de Hudson Talbott, que era febre com a garotada. Desta forma, a reclamação dos pais e o desejo dos pequenos, que ansiavam pelos dinos, era contornada.

Ainda em 1993, as criaturas pré-históricas novamente dariam as caras, mas de forma bem mais sutil, num pretenso blockbuster. A primeira adaptação de um vídeo game da história foi o filme do Super Mario Bros., que é claro levava às telonas o jogo homônimo de sucesso da Nintendo. Com produção da Disney (através da subsidiária Hollywood Pictures), o filme foi pensando no estilo de uma superprodução e visava dominar o verão americano, sendo lançado algumas semanas antes de Jurassic Park. Na trama, os lagartos gigantes são grande parte da história do filme, que mostra um universo paralelo onde os humanos evoluíram deles ao invés dos mamíferos, como os primatas. Mas não espere ver dinossauros detalhados em cena, pois tudo o que ganhamos são pequenos vislumbres aqui e acolá de personagens, como o pequeno dino Yoshi.

Mas nem mesmo o fracasso de Super Mario Bros. nas bilheterias prepararia o público para o verdadeiro horror. Pegando carona, com uma cara de pau inigualável, no sucesso de Jurassic Park, o lendário produtor de filmes B Roger Corman tratou de tirar da cartola o seu próprio filme de dinossauros no mesmo ano de 1993. De tempos em tempos, Hollywood produz o que chamamos de filmes gêmeos, produções lançadas no mesmo ano, ou com uma diferença bem pequena de tempo, que tratam do mesmo tema – ou algo muito similar. E sem qualquer cerimônia, Corman quis empurrar seu Carnossauro (Carnosaur) (1993) para ser o gêmeo de Jurassic Park. Mas aqui não se trata do caso do primo rico e do primo pobre, seria mais algo como o primo miserável ou morto de fome. Sim, Carnossauro é grotesco neste nível. Uma produção trash, que traz uma trama sem noção e sem sentido, se comportando muito mais como um filme de terror de baixo orçamento, do que algo mágico e repleto de encantamento como o filme de Spielberg. Para completar, Corman tratou de escalar ninguém menos do que Diane Ladd para protagonizar no papel da cientista maluca que resolve trazer os dinos de volta à vida. Isso porque sua filha na vida real, a atriz Laura Dern, estava estrelando o filme “rival”. E deu certo, já que dadas as proporções, Carnossauro conseguiu fazer sucesso ao surfar nessa onda.

Não pense você, porém, que Carnossauro foi a única bizarrice a se utilizar da temática dos dinossauros convivendo com humanos em tempos modernos. No ano seguinte de Carnossauro (que ainda gerou mais duas continuações) era lançado Tammy and the T-Rex, filme que passou em branco em sua estreia, mas que hoje possui status de cult (que só aumenta com cada vez mais adeptos o descobrindo). O filme conta com os então jovens Denise Richards e o saudoso Paul Walker no elenco protagonizando. Veja essa trama para lá de bizarra: Walker e Richards são dois adolescentes colegiais apaixonados; o pior acontece e o rapaz é gravemente ferido após uma brincadeira sair terrivelmente errado. Um cientista resolve usá-lo para seu experimento insano. Ele resolve transferir o cérebro do rapaz… não para um dinossauro, mas sim para um robô em forma de dinossauro que havia criado. Assim, o rapaz, agora transformado num Tiranossauro Rex mecânico, recorre à sua namorada para ajuda, e os dois seguem com seu romance. Diga se não nasceu para ser cult.

Os dinossauros não descambaram apenas para o território de filmes trash de baixo orçamento e conseguiram esquivar da extinção com outros sucessos. No ano seguinte de Jurassic Park, o próprio Steven Spielberg voltaria ao tema com a produção de Os Flintstones – O Filme, primeiro live-action da família da idade da pedra, criada pela Hanna-Barbera ainda na década de 1960. Seguindo a surfar no tópico dos dinossauros, o cineasta através de sua Amblin em parceria com a Universal Pictures, daria vida ao clássico, com direito a Fred Flintstone escorregando no rabo de brontossauro e tudo. Para o papel protagonista era escalado John Goodman, que no ano anterior havia dado voz ao tiranossauro protagonista de Os Dinossauros Voltaram. A versão de carne e osso para o desenho foi um grande sucesso de 1994.

Algumas outras produções, não muito memoráveis, davam asas à criatividade na hora de utilizar as criaturas pré-históricas em sua narrativa. Foi o caso de Meu Parceiro é um Dinossauro (Theodore Rex, 1995), filme no qual a vencedora do Oscar Whoopi Goldberg contracena com um dinossauro. Pensado como uma sátira aos filmes buddy cop (de parceiros policiais), a diferença aqui era que um dos membros da dupla é um dinossauro falante. É claro que a trama se passa numa realidade alternativa do futuro. Mesmo assim, Goldberg afirma que este foi o único filme de sua carreira que ela se arrepende de ter feito. De fato, ela tentou fugir do projeto, mas foi processada pelos produtores e concordou em voltar.

O início da década ainda viu produções como Dinossauros – O Filme (Adventures in Dinosaur City, 1991) e Meus Amigos Dinossauros (Prehysteria!, 1993), até que o próprio Spielberg seguisse elevando o jogo para as bestas colossais com as continuações de Jurassic Park, em 1997 e 2001. Hoje, a franquia se mantém de pé graças a Jurassic World, que basicamente patenteou os dinos para os novos tempos.

‘Coringa’: Recém anunciado, Alec Baldwin ABANDONA o projeto

Alec Baldwin está oficialmente fora da produção do filme ‘Coringa‘, que terá Joaquin Phoenix no papel do vilão. O ator iria interpretar o pai do Batman, Thomas Wayne.

Em entrevista ao USA Today, Baldwin falou sobre sua saída:

“Eu não vou mais fazer esse filme. Tenho certeza que há outros 25 atores que podem interpretar aquele papel.”

A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

Frances Conroy, Robert De Niro, Zazie Beetz e Marc Maron completam o elenco.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

O filme de origem do vilão, com direção de Todd Phillips, chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2019.

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento do cineasta Martin Scorsese.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Brinquedo Assassino’: Diretor promete que 80% do Chucky foi criado por animatronics

Através do seu Instagram, o diretor do remake de ‘Brinquedo Assassino‘, Lars Klevberg, revelou novos detalhes sobre a produção e prometeu que 80% do Chucky foi criado através de animatronics, ao invés de CGI.

“Durante as filmagens, Chucky era controlado e dublado por um marionetista para que o Gabriel [Bateman], que interpreta o Andy, pudesse interagir com o boneco e também improvisar durante as cenas. Grande parte do comportamento do Chucky veio ao pesquisarmos o que crianças pequenas faziam para resolver os seus problemas. 80% do Chucky no filme foi feito com animatronics.”

Ele completa, “Mark Hamill assistiu todos os filmes do Chucky quando decidiu se juntar ao elenco.”

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

A Imagem Filmes lançará o terror nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.

‘Frozen 2’ ultrapassa ‘Toy Story 4’ e se torna a 4ª MAIOR animação da história nas bilheterias

A sequência ‘Frozen 2‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.1 bilhão mundialmente, tornando-se a quarta MAIOR arrecadação para uma animação da história nas bilheterias.

O longa conseguiu superar as bilheterias de ‘Meu Malvado Favorito 3‘ (US$ 1.035b), ‘Toy Story 3‘ (US$ 1.067b) e ‘Toy Story 4‘ (US$ 1.074b).

Nos EUA, o longa acumula US$ 386.5 milhões. No mercado internacional, são US$ 717.2 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 1,103.7 bilhão mundialmente.

Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘The Walking Dead’ ganhará spin-off focado no Daryl e na Carol

Apesar da 11ª temporada de ‘The Walking Dead‘ ser a última da série, o universo da produção está longe de chegar ao fim. De acordo com o TVLine, a AMC está desenvolvendo um novo spin-off focado no Daryl e na Carol.

A expectativa é que a produção estreia em 2023, trazendo Norman Reedus e Melissa McBride como protagonistas.

Scott M. Gimple cocriou a série ao lado da Angela Kang, que será a showrunner do projeto.

“É agridoce encerrar a série original,” afirmou Kang em uma declaração. “Mas eu não poderia estar mais empolgada para desenvolver uma nova série focada no Daryl e na Carol. Trabalhar com o Norman Reedus e a Melissa McBride tem sido um dos pontos altos da minha carreira e eu estou animada por continuar a história desses personagens.”

Além disso, a emissora também está desenvolvendo um novo spin-off intitulado ‘Tales of the Walking Dead‘, uma produção antológica em que cada episódio trará uma história e personagens diferentes.

Vale lembrar que o último episódio da 10ª temporada será lançado no dia 4 de outubro.

O novo episódio será o primeiro de um especial intitulado ‘A Guerra dos Sussurradores: O Confronto Final‘, que se estenderá por mais 6 episódios.

Os outros episódios serão lançados apenas em 2021. E, por causa da nova configuração da 10ª temporada e o contexto atual da pandemia de coronavírus, é possível que a 11ª temporada não estreia em outubro de 2021.

Confira o trailer:

Intitulado A Certain Doom, o novo episódio foi dirigido por Greg Nicotero.

O público ficou ansioso quando “A Torre” foi ao ar em 5 de abril, e terminou em um grande momento em que os sobreviventes foram presos por uma horda de caminhantes esmagadora desencadeada por Beta (Ryan Hurst) e os Sussurradores.

“É um dos meus episódios favoritos da temporada”, disse Nicotero ao FANDOM . “O que há de bom no nosso programa, é o que Angela [Kang, showrunner] fez tão bem: manteve o momento da história avançando. Vai começar onde nós deixamos todo mundo pela última vez era que Beta e a horda estavam cercando a torre e o final continua exatamente de onde paramos”.

“Há muitas histórias de personagens abordadas – você obtém pequenas informações aqui, aqui, aqui e deseja encerrar esse capítulo e iniciar o próximo capítulo no final. Abordamos muitas coisas com Daryl, muitas coisas com Negan, muita coisa com a Beta, e muita coisa com Carol”, disse Nicotero, acrescentando que o retorno de Maggie vai acontecer na 11ª temporada.

“Nos últimos dois minutos do final do episódio, as mandíbulas das pessoas vão cair”, concluiu.

‘DOM’: Guerra ao tráfico de drogas no novo trailer da série brasileira da Amazon; Confira!

A Amazon Prime divulgou um novo trailer da série brasileira ‘DOM‘.

Confira:

Inspirada em uma história real, a produção irá estrear no dia 4 de junho.

A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.

O elenco conta com Gabriel Leone, Flavio Tolezani, Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos.

Treze Vidas – O Resgate

(Thirteen Lives)

 

Elenco:

Colin Farrell

Viggo Mortensen

Joel Edgerton

 

Direção: Ron Howard

Gênero: Suspense

Duração: 157 min.

Distribuidora: Amazon Prime Video

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 5 de Agosto de 2022 no Amazon Prime Video

Sinopse: 

Doze jovens e seu treinador de futebol acabam ficando presos em uma caverna alagada na Tailândia. Agora é impossível atravessar a caverna nadando e uma super missão de resgate é montada para salvar as treze vidas que estão em perigo.

Crítica | Treze Vidas – O Resgate: Cinebiografia com Colin Farrell e Viggo Mortensen é de tirar o fôlego

Curiosidades: 

» ‘Treze Vidas – O Resgate’, drama baseado no acidente que deixou doze meninos e um treinador de futebol presos em uma caverna, na Tailândia, já está disponível no Prime Video. O longa-metragem chegou hoje, 05 de agosto, à plataforma de streaming.

» Do mesmo diretor dos aclamados ‘Uma Mente Brilhante‘ (2001) e ‘Frost/Nixon‘ (2008);

» O roteiro foi escrito por William Nicholson (‘Os Miseráveis’);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

CHIANG RAI, THAILAND – JULY 9: Onlookers watch and cheer as a helicopter flies towards an airstrip near Tham Luang Nang Non cave to transport the fifth boy rescued from the cave to hospital on July 9, 2018 in Chiang Rai, Thailand. Divers began an effort to pull the 12 boys and their soccer coach on Sunday morning after they were found alive in the cave at northern Thailand. Videos released by the Thai Navy SEAL shows the boys, aged 11 to 16, and their 25-year-old coach are in good health in Tham Luang Nang Non cave and the challenge now will be to extract the party safely. (Photo by Lauren DeCicca/Getty Images)

Confira o novo trailer LEGENDADO da 2ª temporada de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’

O Disney+ divulgou o novo trailer da 2ª temporada de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict‘ (The Mysterious Benedict Society).

Confira:

O próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 26 de outubro.

Baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, a adaptação gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

O elenco conta com Tony Hale, Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer servem como os showrunners.

‘Sobrenatural 5’ ultrapassa arrecadação de ‘Pânico VI’ e se tornar o MAIOR TERROR do ano

Sucesso! Em menos de um mês, o terror ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 170 milhões nas bilheterias mundiais.

O resultado supera a arrecadação total de ‘Pânico VI‘ (US$168.9M), tornando-se o maior terror do ano – sem considerar o cômico ‘M3GAN‘ (US$179.9M).

Além disso, a sequência também conseguiu ultrapassar ‘Sobrenatural: Capítulo 2‘ (US$161.9M) e ‘Sobrenatural: A Última Chave‘ (US$167.8M), tornando-se a maior arrecadação da história da franquia.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 78 milhões. No mercado internacional, foram US$ 96.3 milhões – totalizando uma arrecadação total de US$ 174.3 milhões mundialmente.

Apesar do sucesso, o terror não parece ter agradado o público e a crítica. O longa recebeu uma nota C+ dos espectadores no CinemaScore, além de registrar apenas 38% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Em contrapartida, por ter um orçamento de apenas US$ 16 milhões, o novo filme já pode ser considerado mais um sucesso da franquia – que já tem um spin-off, estrelado pela Mandy Moore, em desenvolvimento.

Crítica | ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’ tem terceiro ato ASSUSTADOR que faz valer o ingresso

Sobrenatural: A Porta Vermelha‘ já está em exibição nos cinemas.

Dirigido e estrelado por Patrick Wilson, a trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme, e voltará a seguir a família Lambert.

Confira o trailer:

 

Ty Simpkins e Rose Byrne também retornam como Dalton e Renai Lambert, respectivamente.

“Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.”

O elenco ainda conta com Sinclair DanielPeter Dager Hiam Abbass.

Oi? ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’ ganhará mockbuster de BAIXO orçamento; Confira o trailer!

The Asylum ataca novamente! A produtora por trás da franquia ‘Sharknado‘ anunciou seu mockbuster – uma cópia de baixo orçamento – do aguardado épico ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max‘, que está programado para estrear no dia 23 de maio.

Intitulado ‘Road Wars: Max Fury‘, o longa curiosamente traz o ator Vernon Wells no elenco. Ele já havia dado as caras na franquia original, na sequência ‘Mad Max 2 – A Caçada Continua‘.

Confira o trailer:

Dirigido por Mark Atkins, a trama é ambientada em um deserto pós-apocalíptico, e segue duas irmãs que deixam a sua fortaleza para salvar a sua mãe ferida. Contando com apenas um carro e munição limitada, elas correm contra o tempo e invasores implacáveis para garantir suprimentos que salvam vidas em um posto avançado distante.

Lindsay Marie Wilson e Daniel Collins estrelam a produção.

O longa foi lançado hoje (10) em VOD no território norte-americano.

Remake de ‘O Vingador Tóxico’ ganha data de estreia

Adquirido recentemente pela Cineverse, o remake do clássico ‘O Vingador Tóxico‘ finalmente ganhou data de estreia.

A nova versão está programada para o dia 29 de agosto, nos EUA.

Na trama, Peter Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

No ano passado, o longa estreou no festival Fantastic Fest, e foi muito bem recebido pelo público e pelos críticos, acumulando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘O Vingador Tóxico’ é um deleite insano/sangrento. Um conceito radical trazido (de volta) à vida por um time de pessoas que entende exatamente o que está fazendo e que não hesita. O tipo de filme que funciona como um escape muito prazeroso e bem insano – e que também parece uma celebração da magia do cinema, das coisas loucas que alguém pode criar com originalidade, efeitos práticos e muita paixão pelo gênero”.

‘O Vingador Tóxico’, de Macon Blair, parece um pouco menos com a Troma [Entertainment] e mais como um live-action da ‘Casa dos Horrores’ de ‘Os Simpsons’. Peter Dinklage revela um forte lado performático no nível de Ron Perlman. Achei muito divertido. Muitas pessoas vão odiar [o filme]”.

“Se um Paul Verhoeven de 1987 fizesse um filme para a Troma em vez de ‘Robocop’, você ganharia algo parecido com ‘O Vingador Tóxico’ de Macon Blair. Amei’.

“Se você queria ver Peter Dinklage enfiar a mão no ânus de alguém e arrancar as tripas, então você vai gostar de ‘O Vingador Tóxico’“.

“O novo ‘O Vingador Tóxico’ é muito divertido. Tem a mesma energia exagerada e o mesmo tom do filme original, mas com mais gore, uma maquiagem perturbadoramente linda e coração. Muito coração”.

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Trailer para MAIORES do revival de ‘Spartacus’ promete espetáculo SANGRENTO; Confira!

STARZ divulgou o trailer completo de ‘Spartacus: House of Ashur‘, revival da famosa série ‘Spartacus‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 5 de dezembro – com episódio duplo.

Nick Tarabay retorna como Ashur, enquanto Lucy Lawless reprisa seu papel como Lucretia. Graham McTavish, Tenika Davis, Jamaica Vaughan, Ivana Baquero, Jordi Webber, Claudia Black, India Shaw-Smith e Leigh Gill também estrelam.

‘House of Ashur’ será uma experiência erótica, emocionante e cheia de suspense, que explora a história e se baseia em tudo o que tornou a série original um sucesso colossal. A série levanta a seguinte questão: e se Ashur não tivesse morrido no Monte Vesúvio no final de Spartacus: Vengeance’? E se ele tivesse recebido de presente a escola de gladiadores que pertenceu a Batiatus em troca de ajudar os romanos a matar Spartacus e pôr fim à rebelião dos escravos?

A nova série servirá como uma “reimaginação” do seriado original – uma espécie de realidade alternativa que mostra o que teria acontecido se Ashur (Nick Tarabay) tivesse sobrevivido.

Steven S. DeKnight, criador da série original, retorna como showrunner e produtor executivo. A nova produção irá “explorar territórios desconhecidos e novas jornadas de icônicos personagens já conhecidos”.

“Depois da derrota de Spartacus e de seu exército de rebeldes, o drama irá apresentar um novo conto de traição, mentiras e sangue, que se desenrola sob a sombra de Roma”.

Sequência de ‘Lobisomem na Noite’ vai acontecer? Diretor responde!

Em entrevista ao Screen Rant, o diretor Michael Giacchino comentou sobre a possibilidade de ‘Lobisomem na Noite‘ ganhar sequência.

O cineasta confirmou que está conversando com o estúdio sobre a continuação do especial de Halloween da Marvel, mas revelou que o processo tem sido muito demorado.

“Estamos conversando sobre [a sequência de ‘Lobisomem na Noite’]. Tudo leva muito tempo para fazer. Há muito planejamento que precisa acontecer. Tudo precisa se encaixar no tempo e no momento certo.”

Ele completa, “Então nada acontece rápido da forma que gostaríamos. Mas espero que, algum dia, possamos sentar e assistir outro filme da franquia ‘Lobisomem na Noite’. Essa é a minha esperança.”

Vale lembrar que o especial de Halloween está disponível no Disney+.

Lobisomem da Noite‘ é o alter-ego de de dois personagens diferentes da Marvel. O primeiro é Jack Russell, em 1970, e, mais recentemente, um novo personagem chamado Jack Gomez.

Jack Russell é um descendente da ramificação misticamente alterada de humanos conhecida como Lycanthropes. Durante a noite de lua cheia e as duas noites que a cercam, ele é forçado a se transformar em um lobisomem, uma forma grande e poderosa que é um híbrido de humano e lobo, e perde seu intelecto humano. Através de uma série de eventos, ele também é capaz de sofrer mutações voluntariamente fora da lua cheia, momento em que permanece no controle.

‘Star Wars – Os Últimos Jedi’: Millenium Falcon é invadida por Porg npo novo curta; Assista!

A Lucasfilm liberou mais um novo curta-metragem animado, que desta vez traz um Porg, a mais nova criaturinha do universo de ‘Star Wars‘, invadindo a Millenium Flacon e perturbando Chewbacca e BB-8.

Confira:

O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.

‘Better Call Saul’: 4ª temporada ganha nova imagem; Confira!

A  4ª temporada de ‘Better Call Saul‘, que estreia no dia 6 de agosto, ganhou uma nova imagem.

Confira, com o trailer:

 

Recentemente, foi anunciado que o ator Stefan Kapicic, de ‘Deadpool‘, entrou para o elenco recorrente do novo ano. Sobre a oportunidade, ele comentou: “Estou muito feliz por fazer parte do universo de ‘Breaking Bad‘ e, tanto o elenco, como a equipe de produção, são incríveis e talentosos. ‘Better Call Saul‘ é uma das minhas séries favoritas”.

Better Call Saul‘ é um prequel da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘, que teve o criador Vince Gilligan e roteirista/produtor Peter Gould como co-showrunners da primeira temporada.

A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.

Crítica | Black Mirror 5×03 – Rachel, Jack and Ashley Too: Uma metáfora da vida de Miley Cyrus

Talvez ela tenha sido uma das grandes responsáveis pela ruína do Star System implantado pela Disney em suas séries de TV. Filha de um cantor de música country das antigas, Miley Cyrus foi de inspiração à advertência durante sua meteórica carreira. Em Hannah Montana, ela vivia o melhor dos dois mundo, com uma peruca loira dividindo sua vida entre o estrelato e o anonimato. Mas cercada por um regime intenso que visava proteger sua reputação de comportamentos naturais do boom hormonal da adolescência, a cantora e atriz não resistiu e se viu extravasando das mais diversas, desconfortáveis e problemáticas maneiras.

E no terceiro episódio da quinta temporada de Black Mirror, intitulado Rachel, Jack e Ashley Too, Miley parece recordar da sua péssima experiência com a emissora, em uma espécie de epifania metalinguística. Aqui, ela dá vida à Ashley, uma jovem artista que vive sob o algoz controle de sua tia, que muito mais que pautar o ritmo e estilo de sua carreira, quer também abafar todos os complexos, traumas e problemas emocionais vividos pela garota. Aprisionada em seu próprio dom musical, ela é tratada como uma marionete, que responde a comandos, não possui sua própria identidade e acaba sendo vítima de sua criatividade, que é submetida à uma tecnologia futurista, que visa sugar todo o seu talento, descartando sua vida como se fosse uma carcaça qualquer.

Voltando às suas raízes com um episódio essencialmente Black Mirror, a indústria fonográfica é exposta de maneira mais dilacerada e exacerbada no episódio, pelas lentes de aumento que Charlie Brooker se habituou a usar em sua produção. Aqui, vemos o quão descartável um artista pode ser, diante de seu potencial econômico para as grandes gravadoras. Como uma forma de alfinetar esse tratamento irrelevante dado aos músicos, Rachel, Jack e Ashley Too ainda serve como uma metáfora comparativa à própria carreira de Miley Cyrus, que no auge de suas desilusões com a Disney chegou a afirmar o seu desprezo pelo tempo que teve na emissora Disney Channel. A revolta não se ateve apenas à cantora, com seu próprio pai, Billy Ray Cyrus, chegando a declarar que a empresa havia destruído sua família, em uma franca e excepcional entrevista à revista GQ.

E em se tratando do cânone de Black Mirror, o episódio final é dinâmico, eletrizante e mostra um futuro sombrio genuinamente cabível que a tecnologia resguarda no que tange o cenário musical. Trazendo também uma evolução dos shows feitos em hologramas, Rachel, Jack e Ashley Too traz Miley de volta à atuação de maneira crua e orgânica, como um tipo de déjà vu da boca suja que a própria artista teve durante a fase mais tumultuosa de sua adolescência/juventude. Com um final feliz, cercado por um background obscuro, este capítulo beira o humor negro – principalmente em seus instantes finais.

Com canções originais chicletes cantadas pela artista, o episódio é certamente o melhor da temporada, honra o jargão isso é tão Black Mirror e faz um relato verdadeiro sobre uma das indústrias mais sujas. E embora não encabece a lista de melhores no geral, ele é capaz de nos fazer refletir não apenas sobre a manipulação midiática imposta por grandes conglomerados midiáticos em suas estrelas, bem como sobre os nossos falsos padrões exigentes, que julgam, condenam e escracham essas personalidades pelos deslizes e erros cometidos diante do mundo.  

 

 

‘Os Simpsons’: Atores brancos não mais dublarão personagens não caucasianos

Os produtores da aclamada animação ‘Os Simpsons‘ se posicionaram quanto ao envolvimento de atores brancos na dublagem de personagens de cor em sua série.

E após uma intensa polêmica envolvendo o personagem Apu Nahasapeemapetilon – dublado por anos pelo ator Hank Azaria (‘Friends‘) -, ainda em 2017 e 2018, finalmente uma decisão categórica foi tomada, com os produtores afirmando que não mais colocarão atores branco dublando personagens de cor em sua série:

“Seguindo em frente, Os Simpsons não mais trará atores branco dando voz à personagens não brancos”, afirma o comunicado.

A decisão vem como parte de uma série de posicionamentos feitos por outros produtores e dubladores de séries animadas, que – finalmente – começaram a refletir sobre a falta de representatividade em suas produções e pelo excessivo erro de escalação de seus personagens de cor, que frequentemente trazem atores brancos dublando figuras não caucasianos.

Nesse contexto, Jenny Slate deixou o papel biracial que interpretou na série ‘Big Mouth‘, da Netflix, assim como fez também a atriz Kristen Bell – que era uma das dubladoras da série ‘Central Park‘, da Apple TV+. Já o ator Mike Henry anunciou que não mais dublará o personagem afro americano Cleveland, da série ‘Uma Família da Pesada‘, papel que deu voz por duas décadas.

 

 

 

Allison Mack, de ‘Smallville’, se arrepende de ter recrutado escravas sexuais para seita macabra

A atriz Allison Mack compartilhou o seu arrependimento por ter sido uma das peças fundamentais da macabra seita Nxivm. Por meio de um comunicado oficial obtido pelo portal The Hollywood Reporter, ela ponderou que se arrepende por “todo mal causado às pessoas que foram recrutadas” por ela e diz que este foi o maior erro de toda a sua vida.

Mack, que teve o seu grande destaque na popular série da DC ‘Smallville‘, está diante da possibilidade de enfrentar 15 anos de prisão, por ter recrutado jovens mulheres como escravas sexuais para o líder do culto em questão, Keith Raniere.

A atriz, que havia se declarado culpada por conspiração e extorsão em abril de 2019, refletiu sobre o seu papel na seita sexual, se dirigindo “aqueles que foram prejudicados por minhas ações”:

“Agora é de suma importância para mim que eu diga, do fundo do meu coração, que sinto muito. Eu me joguei nos ensinamentos de Keith Raniere com tudo o que tinha. Eu acreditava, de todo o coração, que sua orientação estava me levando a uma versão melhor e mais iluminada de mim mesma. Dediquei minha lealdade, meus recursos e, em última análise, minha vida a ele. Esse foi o maior erro e pesar da minha vida. Sinto muito por aqueles de vocês que trouxe para Nxivm. Lamento por ter exposto vocês aos esquemas nefastos e emocionalmente abusivos de um homem distorcido. Lamento ter encorajado você a usar seus recursos para participar de algo que foi em última análise, tão feio. Não assumo levianamente a responsabilidade que tenho na vida das pessoas que amo e sinto um grande peso de culpa por ter abusado de sua confiança, conduzindo-o por um caminho negativo”.

Em 2019, os promotores acusaram Mack de recrutar escravas sexuais para Raniere, 60, e seu subgrupo, DOS, descrito como uma sociedade secreta exclusivamente feminina de “mestres” e “escravas”, em que as mulheres eram supostamente forçadas a ser sexualmente subservientes a Raniere.

A carta de arrependimento de Mack veio acompanhada de um documento emitido por seus advogados, em que eles solicitam que ela não cumpra pena prisão, justamente por ter admitido a sua culpa diante da sociedade:

“Isso é deixado claro pela alocução do argumento da Sra. Mack, sua decisão de cooperar completa e totalmente com o governo, e é mais enfatizado em sua carta a este Tribunal, bem como seus esforços para demonstrar seu remorso ao público em geral e mais especificamente a aqueles que ela prejudicou. Portanto, não há necessidade de impor uma sentença adicional de prisão à Sra. Mack para obter uma dissuasão específica”.

Vale lembrar que a HBO possui uma série documental intitulada ‘The Vow‘, que se aprofunda em todos os crimes cometidos pela seita sexual e acompanha a luta de um grupo de pessoas, entre ex-participantes da instituição, que visa destruir o culto de Raniere.

Confira o trailer da 2ª temporada:

A produção gira em torno do culto sexual instituído pela organização NXIVM que contou com a atriz Allison Mack (‘Smallville’) em seu alto escalão.

De acordo com a HBO, a segunda temporada irá mostrar exclusivamente o “círculo interno” do líder da NXIVM, Keith Raniere, e se aprofundar nas vertentes da seita através dos EUA e México. Os novos episódios continuarão a acompanhar “a jornada legal e emocional dos fundadores do grupo e seus seguidores enquanto novas evidências e revelações chocantes ganham atenção nacional”.

A nova temporada estreia ainda em 2021.

A produção foi criada por Jehane Noujaim e Karim Amer.

A narrativa se aprofundará nas experiências das vítimas, que foram ludibriadas e pensavam estar se envolvendo com alguma iniciativa de empoderamento feminino, até que foram reduzidas à escravas sexuais.

DUAS atrizes de ‘Smallville’ são acusadas de recrutar escravas sexuais para seita

Atriz de ‘Smallville’ é acusada de “recrutar escravas sexuais” para poderosos de Hollywood

‘Juliet & Romeo’: Musical com Rebel Wilson e Jason Isaacs ganha imagens oficiais; Confira!

A lendária peça ‘Romeu e Julieta‘, de William Shakespeare, vai ganhar uma inovadora versão musical, estrelada por Rebel Wilson (‘A Escolha Perfeita‘) e Jason Isaacs (‘The White Lotus‘).

Intitulada ‘Juliet & Romeo‘, a produção traz um toque diferenciado aos clássicos escritos do dramaturgo britânico e será o primeiro filme de uma trilogia de longas musicais, baseada na história real de 1301 que inspirou o maior conto de Shakespeare.

Nessa nova saga, os amantes mais famosos do mundo se tornam figuras centrais em uma jornada épica de batalhas e traições, com a dupla icônica virando a maré da história como a conhecemos.

Confira as imagens:

Clara Rugaard (‘Black Mirror‘) e Jamie Ward (‘His Dark Materials), dão vida aos amantes Julieta e Romeu. O elenco ainda conta com Ferdia Walsh-Peelo (‘Vikings‘), Nicholas Podany (‘Saturday Night Live‘), Rupert Everett (‘O Casamento do Meu Melhor Amigo‘), Rupert Graves (‘Sherlock‘), Dan Fogler (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘) e Derek Jacobi (‘Gladiador II‘) e as vencedoras do GRAMMY Award, Tayla Parx e Ledisi.

Timothy Scott Bogart assina o roteiro e a direção. ‘Juliet & Romeo‘ terá músicas compostas pelo vencedor do Grammy, Evan Kidd Bogart (o mesmo responsável pelos hits “Halo”, de Beyoncé, e “SOS”, de Rihanna) e Justin Gray (‘Uma Aventura Lego‘).

Juliet e Romeo‘ ainda não tem data de estreia para o Brasil.

‘Counterpart’: série de ficção científica com J.K. Simmons ganha trailer; Assista!

O canal Starz liberou o trailer de ‘Counterpart‘, série que trará J.K. Simmons em meio a um thriller sci-fi de espionagem. Assista:


A trama é contada sob a perspectiva de Howard Silk (J.K. Simmons), que descobre trabalhar para uma agência de espionagem na qual está realmente protegendo uma passagem para uma dimensão paralela.

Counterpart

Counterpart

A direção do episódio piloto é de Morten Tyldum, indicado ao Oscar pelo espetacularO Jogo da Imitação‘.

‘Counterpart’ estreia nos EUA em 21 de janeiro de 2018.

Isao Takahata, fundador do Studio Ghibli, morre aos 82 anos

Notícia triste para os fãs das animações do fantástico Studio Ghibli. Morreu Isao Takahata, co-fundador do estúdio, aos 82 anos.

Ao lado de Hayao Miyazaki, Toshio Suzuki e Yasuyoshi Tokuma, Takahata fundou o estúdio sediado no Japão que criaria filmes como Meu Amigo Totoro’, ‘Meus vizinhos: Os Yamadas’ e O Conto da Princesa Kaguya, indicado ao Oscar de Melhor Animação.

Sua carreira começou em 1968, com ‘Hórus: O Príncipe do Sol’, além disso, o diretor comandou projetos aclamados como Túmulo dos Vagalumes. O IndieWire ressaltou que o diretor já vinha sofrendo de problemas no coração desde 2017.

‘Podres de Ricos’ se torna a comédia romântica mais bem-sucedida desde 2009

Literalmente podres de ricos! Pela terceira semana seguida, a comédia romântica ‘Podres de Ricos‘ permanece em primeiro lugar nas bilheterias dos EUA.

E com a bilheteria total de estimados US$ 117 milhões até o momento, o filme se tornou a comédia romântica de estúdio hollywoodiano mais bem-sucedida dos últimos nove anos, apenas perdendo para A Proposta, estrelado por Sandra Bullock e Ryan Reynolds, em 2009, que fez 132,1 milhões de dólares só nos EUA.

Vale lembrar também a importância do filme, que traz apenas atores americanos de ascendência asiática em seu elenco.

No Brasil, Podres de Ricos tem estreia marcada para o dia 25 de outubro de 2018.

Capitão América: Admirável Mundo Novo | Como seria o filme antes da refilmagem?

Capitão América: Admirável Mundo Novo está nos cinemas e tem surpreendido positivamente os fãs que já esperavam que o filme fosse um desastre. Se mostrando uma aventura de diversão honesta, o longa acompanha a jornada de Sam Wilson (Anthony Mackie) como Capitão América. Após se aproximar do presidente dos EUA, ele embarca em uma investigação sobre o atentado na Casa Branca e acaba descobrindo uma conspiração internacional envolvendo um antigo e esquecido inimigo.

O longa que marca o recomeço dos Vingadores nos cinemas passou por uma refilmagem para ajustar algumas arestas. Com isso, algumas sequências foram trocadas. Elas alterariam o desenvolvimento do filme? Provavelmente não, mas fomos atrás das reações iniciais das primeiras sessões de teste para compará-las com o que acabou entrando no corte final.

Vale destacar que os rumores apontam para duas versões diferentes do filme durante as sessões de teste, e a grande diferença de ambas para o corte final se deu na sequência de abertura e no final do filme. Então, caso não tenha assistido ainda, fique ciente de que haverá spoilers. Confira!

Japão

captain america: brave new world

O primeiro corte do filme traria o Japão como parte importante da trama, não apenas pelo país estar mais próximo da Ilha Celestial, mas por já ter conseguido extrair e liquidificar o Adamantium. Isso seria importante porque além de referenciar a vinda do Wolverine, já entregaria armas feitas com o metal para capangas no próprio filme.

Sociedade da Serpente

A sequência de abertura do filme mostra o Sam enfrentando capangas do Coral (Giancarlo Esposito) e o próprio traficante. No entanto, a versão original teria a Sociedade da Serpente enfrentando o Capitão América em um aeroporto. A parte legal é que eles teriam mais ‘compromisso’ com os quadrinhos, com um deles tendo dentes de metal e a Cascavel (Rosa Salazar) com seu belo cabelo rosa. O público achou uma luta boba e cartunesca demais, e a Disney achou melhor excluir o grupo do filme e trocá-lo pelo Giancarlo como um vilão mais ‘pé no chão’.

giancarlo esposito captain america brave new world

É triste porque até mesmo brinquedos da Cascavel chegaram a ser vendidos, e a personagem sequer apareceu no filme.

Amadeus Cho

A fonte de Sam nas investigações sobre os remédios do Presidente Ross (Harrison Ford) não seria um soldado aleatório, mas um jovem cientista das Indústria Stark: Amadeus Cho (Logan Kim). Para quem não sabe, ele se transforma no “Totalmente Incrível Hulk” e isso já seria abordado no filme.

Radiação Gama

O Líder seria preso ao final, e em vez de falar sobre Multiverso, ele daria a entender que não bombardeou apenas o Presidente Ross com raios Gama. Na verdade, ele falaria para Sam tomar cuidado com Betty Ross e Amadeus Cho, dando a entender que o público veria em breve a Mulher-Hulk Vermelha e o Totalmente Incrível Hulk.

Funeral

As cenas de um funeral pipocaram na internet, levantando a possibilidade de alguém morrer. Pois bem, no primeiro corte do filme, Sam usaria uma arma de Adamantium para matar o Hulk Vermelho após esgotar suas opções. O filme mostraria a Betty Ross (Liv Tyler) aparecendo no funeral do pai, remoendo sua culpa por não ter atendido as chamadas quando teve a chance. Então, a primeira cena pós-créditos mostraria ela em casa, quando uma sombra gigantesca seria vista correndo no quintal e deixando uma enorme pegada flamejante. Ou seja, Ross se regenerou e sobreviveu.

Na outra versão, Betty chegaria na batalha final e acalmaria o pai, assim como ela fazia com o Bruce Banner (Edward Norton) no filme O Incrível Hulk (2008).

No fim das contas, a Marvel optou por um meio termo, colocando o Sam para ferir gravemente o Hulk Vermelho e acalmá-lo até voltar a sua forma humana, com a Betty voltando para reencontrar o pai preso na Balsa.

E o Patriota?

Uma das grandes dúvidas dos fãs de Falcão e o Soldado Invernal (2021) era quanto a participação do menino Eli Bradley (Elijah Richardson), que se torna o Patriota, líder do Jovens Vingadores. Ele teria uma breve participação no filme, mas foi cortado ainda na fase do roteiro. O time criativo achou que já havia muitos personagens e não haveria tempo para abordá-lo novamente.

E aí? Gostaram das mudanças feitas no filme?

Capitão América: Admirável Mundo Novo está em cartaz nos cinemas.

Crítica | Screamboat: Terror a Bordo – Mickey dos anos 1920 Toca o TERROR em Divertido e Criativo Filme

Você já viu esse desenho alguma vez na sua vida. Trata-se de uma das primeiras produções animadas do que hoje entendemos como Studios Disney: nesta produção em preto e branco, de pouco mais de sete minutos, vemos o que mais tarde seria conhecido como Mickey Mouse, pilotando um barco a vapor e assobiando alegremente. Ainda que esta seja a cena mais icônica, o resto da história mostra o famoso ratinho fazendo algumas crueldades (ele puxa o rabo de porquinhos filhotes, esganiça a garganta de uma ave, bate num papagaio, etc), e, desde que este personagem e esta produção caíram em domínio público, em janeiro de 2024, o mundo ficou de olho em reproduzir a ideia desse personagem, e uma das melhores ideias oriundas dessa liberação chega aos cinemas essa semana, o terrorScreamboat: Terror a Bordo’.

Selena (Allison Pittel) trabalha como bartender e está correndo em direção à balsa noturna que leva a Staten Island, em Nova York, fugindo de um grupo de moças que não param de beber – e que também sobem a bordo da balsa. Felizmente, Selena pede ajuda de Pete (Jesse Posey, de ‘Selena: A Série’), um prestativo funcionário. Com todos a bordo – e contrariando o pedido de Mike (Tyler Posey, de ‘Teen Wolf’), o operador de rádio -, a balsa atravessa as gélidas águas e mergulha numa neblina sem fim, em direção à ilha de Manhattan. Porém, a curta jornada se torna um terrível pesadelo quando uma criatura – um ratinho chamado Willie (David Howard Thornton, o Art da franquia ‘Terrifier’) – começa a tocar o terror a bordo, matando um a um dos passageiros.

Com os mesmos produtores de ‘Terrifier 2’ e ‘Terrifier 3’, ‘Screamboat: Terror a Bordo’ é um prato cheio para quem curte terror estilo gore ou slasher ou simplesmente para quem curte filme de terror que além de fazer você se contorcer com o explícito da coisa toda, também arranca boas gargalhadas e diverte. Isso porque simplesmente não dá para levar a sério a figura desse assassino – um rato de meio metro de altura, todo cinza, com um short que parece uma fralda e com uma força e uma resistência descomunais. Sem contar que ele ainda faz aquele sonzinho típico da risada do rato famoso, o que só reforça a diversão (e o ridículo de tudo).

Uma vez que os fãs das produções do Walt adoram easter eggs e referências, ‘Screamboat: Terror a Bordo’ está cheinho, o que se transforma em uma diversão a parte. (Alerta de Spoilers) Além do ratinho a bordo, ainda temos as princesas como um grupo de pinguças, o Peter Pan encostado, um monte de frases que fazem menções à filmes e canções famosas da empresa de Walt, entre outros. E ainda deixam dois pós-créditos para animar a galera em sonhar pelo início de uma franquia.

Sem nenhum compromisso com a seriedade e entregando boas mortes exageradamente teatrais e ridículas, ‘Screamboat: Terror a Bordo’ é puro suco do terror anos 90 com personagens carismáticos enfrentando uma situação zoada demais. E ainda temos Amy Schumacher (de ‘O Malvado – O Horror no Natal’, uma releitura de terror do Grinch) somando à turma da sobrevivência em alto mar. ‘Screamboat: Terror a Bordo’ é um filme para ser visto com a galera nesse feriado.

Atriz de ‘007 contra Goldfinger’ morre aos 77 anos

O expansivo mundo de James Bond perdeu um rosto bastante familiar neste último final de semana: segundo o site The Hollywood Reporter, a atriz e modelo Tania Mallet faleceu aos 77 anos.

Mallet ficou conhecida por seu papel como a bondgirl Tilly Masterson no filme 007 conta Goldfinger’, no qual contracenou ao lado de Sean Connery. Até agora, nenhum detalhe sobre sua morte foi divulgado.

As primeiras notícias de que Mallet havia falecido foram divulgadas no Twitter da franquia cinematográfica. Confira o post original:

“Sentimos muito por informar que Tania Mallet, que deu vida a Tilly Masterson em ‘Goldfinger’, faleceu”, diz a postagem. “Nossos pensamentos estão com sua família e amigos neste triste momento”.