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Entenda o final de ‘O Poço’, suspense da Netflix

O Poço‘ foi lançado na Netflix e deixou muitas pessoas confusas com várias simbologias e um final deixado em aberto.

Atendendo a pedidos, decidimos explicar o final em vídeo e em texto:

O que a criança representa exatamente?

O filme é repleto de metáforas bíblicas, políticas e sociais. Através de uma metáfora, a trama explica que há comida e recursos mais do que suficientes para todos, mas o consumo excessivo daqueles em uma “posição melhor” inevitavelmente leva à desigualdade, que consequentemente leva à fome e à morte.

Se as pessoas que estão a cima realmente pensassem nos que estão abaixo, todos se alimentariam. Mas a ganância e o egoísmo não permitem que isso aconteça.

O filme traça um paralelo à armadilha que a sociedade lançou sobre si mesma, mas a solução não é simples. Apesar da mensagem poder chegar a todos.

Goreng e Baharat decidem mostrar que o sistema é falho enviando uma mensagem para seus criados. Eles tentam levar um dos pratos, uma pana cota, intacta até o final do poço: mostrando que eles não conseguiram corromper o espírito humano. Quando eles chegam ao final do poço, descobrem a verdadeira mensagem que está escondida no nível 333, um lugar aonde ninguém sobreviveu ou pode acessar.

A filha de Miharu realmente existe e está sã e salva lá. Miharu subia e descia todos os dias o poço, mas não estava à procura de sua filha. Na verdade, ela estava descendo todo dia ao nível mais baixo para levar um prato de comida para a criança, a mantendo segura em um nível que ninguém tem acesso. Como a criança chegou lá não é revelado, afinal, menores de 16 anos não são permitidos no Poço. Miharu podia levar algo com ela, teria sido a filha? Fica a dúvida.

A garotinha representa a esperança. Ela é a mensagem, e Goreng – que várias vezes é chamado de Messias – é o Mensageiro. Fica bem clara a alusão a Jesus e a Bíblia. Assim como Jesus, Goreng é o mensageiro incubado da salvação.

A criança ainda não foi corrompida pelo sistema, ao contrário de Goreng. Ele não é mais o mesmo depois de ter presenciado todos os horrores do poço, ele foi corrompido. Já a menina representa o espírito humano, ininterrupto, apesar da influência avassaladora e desumanizante do sistema.

No final, Goreng não pode subir com ela, e decide se sacrificar para provar ao sistema e às outras pessoas que EXISTE esperança, e que o sistema está QUEBRADO. Metaforicamente falando, a garota é o futuro, e provavelmente a única esperança que a humanidade ainda tem.

A menina é ao mesmo tempo um símbolo da resiliência da humanidade e uma indicação de que a mudança só pode vir da juventude.

E você, o que entendeu do final?

Confira a explicação em vídeo:

Crítica | O Poço – Netflix entrega seu filme mais angustiante e impactante

Na trama, parte da população tenta se hospedar em uma prisão subterrânea para ganhar posições sociais, mas é preciso descer aos níveis mais profundos do poço para sair vencedor da disputa.

Tentando quebrar o sistema, um prisioneiro vai fazer de tudo para descobrir os segredos de cada nível da prisão e ajudar uma jovem a dar uma vida digna para o seu filho.

Lançado nos cinemas espanhóis em 2019, o longa foi bastante elogiado pelo público e pelos críticos, alcançando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O suspense é dirigido por Galder Gaztelu-Urrutia e o elenco conta com Iván MassaguéAntonia San JuanZorion EguileorAlexandra MasangkayEmilio Buale.

Dentro de um sistema prisional vertical, os detentos são destinados a um andar em específico e forçado a racionar comida de uma plataforma que se move pelos diferentes níveis. O filme é uma alegoria social sobre a raça humana em seu momento de maior desespero: a fome.

Crítica em Vídeo | Emily em Paris – Netflix lança Comédia Romântica na pegada de ‘O Diabo Veste Prada’

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO a nova série de comédia romântica da Netflix, intitulada ‘Emily em Paris‘ e estrelada por Lily Collins.

Assista a crítica:

A série desbancou os live-actions de ‘Scooby-Doo‘, que estão fazendo um enorme sucesso no Brasil. O primeiro filme, lançado em 2002, e sua sequência, ‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta‘, ocupam a segunda e terceira colocação na lista.

Com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, ‘Emily em Paris‘ também conquistou os espectadores, que estão apaixonados pela produção.

Confira as reações:

A produção, que foi desenvolvida pela MTV Studios, estava originalmente programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Emily em Paris’ foi criada e roteirizada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘) e conta com 10 episódios de meia hora de duração cada.

Na trama, Colins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

A série conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

Crítica | Onde Está Meu Coração joga bem com a emoção e grandes atuações

No primeiro episódio de ‘Onde Está Meu Coração’, a fotografia e a direção de arte deixam claro que o isolamento e a solidão de Amanda estão no centro de seu problema com o abuso de substâncias. Os planos abertos, com a protagonista solitária e distante ao fundo de um corredor vazio, ilustram que seu retraimento vem de uma necessidade de curvar-se sobre si mesma em busca de proteção, a defesa sempre pronta para agir até mesmo contra aqueles que querem invadi-la para ajudar. As relações com as pessoas à sua volta — isto é, os membros da família — pautam todos os conflitos da série, embora a conexão entre tantas subtramas seja preterida em prol do espetáculo emocional da atuação de Letícia Colin.

Médica de classe média de São Paulo, Amanda é cruzada o tempo todo por relações antagônicas. O casamento com Miguel (Daniel de Oliveira) é ao mesmo tempo doce, quente e esterilizado — o aspecto frio e vazio da casa, cheia de espaços não-preenchidos, reflete o tom monossilábico do relacionamento. O mesmo vale para os seus pais e sua irmã, comedidos, atravessados por dores e desavenças que ficam não-ditas na esperança vã de que desta forma desapareçam. 

‘Onde Está Meu Coração’ não perde tempo e vai direto ao ponto, com o primeiro episódio partindo do vício já estabelecido, e David (Fábio Assunção) e Sofia (Mariana Lima) tentando levar a filha para uma clínica para tratamento de reabilitação. Sem julgamentos, a série escolhe não dedicar muito tempo explicando a evolução do relacionamento de Amanda com entorpecentes — fazendo sua dor não ser algo vangloriado ou particularmente especial. Sabiamente, a atração diz no subtexto que pode acontecer com qualquer um, que o processo entre se acreditar no controle da situação e se perder completamente é sempre o mesmo. Quando a conhecemos, Amanda já está assim, sem que ela perceba. Não é por acaso.

A partir de um internamento compulsório e disputas de poder, sobretudo entre Miguel e David, Amanda se torna uma espécie de peão no jogo entre tanta gente que a ama, mas não a ouve. Gradualmente, a série revela que questões secundárias ou terciárias, como casos extraconjugais, desgastes emocionais e até um trauma antigo de família interferem diretamente na maneira como as pessoas lidam com Amanda e a evolução de sua doença. 

Neste sentido, é brilhante a dedicação em especial de Letícia Colin e Fábio Assunção, este último abraçando de corpo e alma um trabalho que conversa de forma tão delicada com um assunto que é íntimo para ele. A dinâmica entre Amanda e David é recheada de espelhamentos e relações de causa e consequência, uma espécie de puxa-e-empurra que torna a convivência entre pai e filha ao mesmo tempo exaustiva e calorosa. Nunca é um ponto definido em que as duas partes se entendem, mas sempre um jogo que é duro para os dois e que acarreta consequências positivas e negativas. 

Enquanto costura o vício de Amanda com os seus laços familiares, e a própria consequência de sua autodestruição para cada um à sua volta, ‘Onde Está Meu Coração’ deixa várias pontas soltas cozinhando em banho-maria até quase o último segundo. Embora a tática em certos casos funcione para instigar o espectador a seguir na maratona da série, aqui faz com que cada episódio pouco se sustente de maneira isolada. Os grandes conflitos da temporada são sempre priorizados, e o desenvolvimento episódico fica escanteado na primeira metade, até que o estopim do caos, no episódio 6, se equilibre no limiar entre a decadência total e um último fio de esperança.

A desconexão entre as tramas paralelas, que deveriam servir para acrescentar à ideia de isolamento e conflito interno de Amanda, acaba revelando uma fraqueza da série que atinge profundamente o seu cerne. Entre investigar melhor cada personagem, ou diminuir o número de subtramas que precisariam compor ao cenário, mas não compõem, a série prefere ceder aos encantos da força de sua protagonista, vivida em uma delicadeza excelente por Colin. Por sorte, a sua presença em cena ilumina tanto que por vezes ofusca o emaranhado de evoluções com pouca nuance que se desenrola nas tramas B e C. 

Com tudo isso, fica claro à medida que a série avança que o caráter pedagógico esteve sempre em jogo, e que, por isso, o choque do impacto tem um peso que potencializou determinadas escolhas. No fim das contas, ‘Onde Está Meu Coração’ é uma série muito boa, que perde a chance de ser melhor se sua ambição fosse mais restrita. 

A série está disponível no Globoplay.

‘Venom 3’ é CONFIRMADO!

Sucesso nos cinemas, ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ já arrecadou quase US$ 500 milhões mundialmente, tornando-se a terceira maior bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.

Com o sucesso, a produtora Amy Pascal confirmou hoje em entrevista ao Collider que o terceiro filme da franquia está em desenvolvimento. Embora os comentários de Pascal indiquem que o filme está em seus estágios iniciais, ela confirmou que Tom Hardy voltará para a sequência.

“Estamos nos estágios de planejamento agora, mas nosso foco é fazer com que todos venham e vejam Homem-Aranha 3 antes.”, revelou Pascal. 

Nos EUA, ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ arrecadou impressionantes US$ 210.9 milhões – a segunda maior bilheteria doméstica (apenas EUA e Canadá) do ano, atrás apenas de ‘Shang-Chi‘ ($224.5m). No mercado internacional, foram US$ 272.3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 483.2 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Batgirl’ NÃO foi cancelado por causa de dinheiro; Executivo finalmente revela o MOTIVO!

O CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, finalmente explicou por que decidiu cancelar ‘Batgirl‘ e outros projetos da DC.

“Para ser sincero, nós nos livramos de produções que não estão nos ajudando. É muito mais do que uma contagem de dólares que estamos salvando de um possível gasto. É mais do que apenas números. Trata-se da reestruturação e organização desse universo. Queremos mais qualidade do que quantidade”, afirmou. 

Recentemente foi revelado o valor recebido pelo astro Michael Keaton (‘Birdman’), por sua participação, mesmo sem o longa estrear.

Segundo informações do The Hollywood Reporter, Keaton recebeu US$ 2 milhões de dólares pela semana em que esteve no set do filme – sim, ele filmou apenas 1 semana.

Lembrando que os custos com Michael Keaton fazem parte do total de US$ 90 milhões que a Warner gastou para produzir ‘Batgirl‘. E aí, você ainda cancelaria o filme após todo esse gasto?

Além de Grace, Fraser e Keaton o elenco ainda contaria com J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson assina o roteiro, enquanto Adil El Arbi e Billal Fallah (Bad Boys para Sempre’) estavam responsáveis pela direção.

Larissa Manoela revela que conheceu Camila Cabello: “Foi um encontro de Vivas” [EXCLUSIVO ‘Trolls 3 – Juntos Novamente’]

‘Trolls 3 – Juntos Novamente’ conta com a adição de Larissa Manoela no elenco de Dubladores como Viva, personagem dublada pela Camila Cabello na versão original.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Larissa revelou que conheceu Camila pessoalmente: “Foi um encontro de Vivas”.

Assista a entrevista:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.

Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.

‘Deadpool e Wolverine’ quebra RECORDES e arrecada o triplo de ‘Divertida Mente 2’ nas pré-estreias

Deadpool é conhecido por quebrar a quarta parede, mas agora ele está quebrando recordes nas bilheterias.

Deadpool & Wolverine‘ arrecadou US$ 38,5 milhões nas prévias de quinta-feira nas bilheterias, a maior abertura do ano até agora e a maior arrecadação de pré-estreia de um filme com classificação R – para maiores de 18 anos.

A arrecadação de quinta-feira superou facilmente o sucesso de animação da DisneyDivertida Mente 2‘, que arrecadou US$ 13 milhões no mês passado.

O primeiro ‘Deadpool‘ arrecadou US$ 12,7 milhões nas pré-estreias de quinta-feira à noite em 2016, e sua sequência de 2018 superou isso com US$ 18,6 milhões, que manteve o recorde de classificação R até agora. Então, espere que os recordes continuem caindo conforme o fim de semana avança. Internacionalmente — onde ‘Deadpool & Wolverine‘ está aberto em todos os principais mercados, exceto na China, onde começa a ser exibido na sexta-feira — o filme arrecadou US$ 64,8 milhões.

Nos EUA, o longa deve abrir com US$ 160-170 milhões no fim de semana, o que representa o maior lançamento de um filme para maiores na história do país – ultrapassando a estreia de ‘Deadpool‘ (US$132.4M).

Internacionalmente, a expectativa é que a produção some em torno de US$ 180-190 milhões.

Os números prometem um grande retorno do MCU nas telonas, após uma série de fracassos e decepções nos cinemas. Vale lembrar que, em novembro do ano passado, a Marvel quebrou recordes negativos com ‘As Marvels‘, que registrou a menor estreia do estúdio ao arrecadar apenas US$ 46.1 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Deadpool e Wolverine‘ já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa entrevista, crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

POLÊMICA! Chefão da Amazon quis comprar os direitos de ‘007’ e James Bond após Barbara Broccoli o chamar de “IDIOTA”

Os meio-irmãos Barbara Broccoli e Michael G. Wilson cuidam da franquia de espionagem ‘007‘ desde que eles herdaram em 1995 de seu pai, o lendário produtor de Bond, Albert “Cubby” Broccoli.

Conhecidos por terem gênio forte, eles comandavam a franquia com punho de ferro.

Quando eles começaram a negociar com a Amazon Prime a venda dos direitos, eles queriam fazer parte das decisões criativas. Mas o caldo desandou…

Segundo o THR, o streamer abordou os Broccolis com propostas para uma série de TV baseada em Moneypenny, a secretária do MI6 que está piscando os olhos para Bond desde os dias de Sean Connery, bem como um programa sobre o amigo de Bond na CIA, Felix Leiter, e talvez até algo envolvendo uma 007 feminina.

Previsivelmente, Broccoli e Wilson não estavam interessados. Havia esperança no início na Amazon de que a ex-executiva da Warner Bros. Courtenay Valenti — a filha do falecido chefe da MPAA Jack Valenti, que havia ingressado na MGM cerca de um ano depois que a Amazon a comprou, e de quem Broccoli teria gostado — pudesse ter alguma sorte em afrouxar a propriedade intelectual de Bond.

Mas nem mesmo “a sussurradora de Barbara”, como Valenti era supostamente chamada dentro da Amazon, conseguiu influenciar os filhos de Cubby. As relações ficaram ainda mais frias após uma reunião com os altos executivos da Amazon.

Rumores ainda apontavam que o diretor Christopher Nolan estava interessado em comandar o próximo filme da franquia, mas as negociações falharam quando Broccoli se negou a ceder o “corte final” ao aclamado cineasta.

De qualquer forma, tudo chegou ao auge em dezembro, um mês depois que Broccoli e Wilson ganharam o Thalberg no Governors Awards. Foi quando o The Wall Street Journal publicou um artigo detalhando o estado frio das coisas entre a Amazon e os Broccolis, no qual Barbara foi citada dizendo a amigos que os executivos da Amazon eram “idiotas do caralho”.

Não é de surpreender que essas palavras escolhidas aparentemente não tenham sido bem recebidas pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos.

Ele leu a citação dela no Jornal, pegou o telefone e disse:

‘Não me importa quanto custa, livre-se dela'”, descreveu uma fonte.

Fontes próximas à empresa refutam veementemente que Bezos tenha feito tal comentário e negam que a reportagem do Jornal tenha tido impacto nas negociações, observando que “as discussões sobre a joint venture ocorreram durante a maior parte do ano”.

De qualquer forma, fontes internas dizem que Bezos acabaria pagando perto de um bilhão de dólares pela franquia. Por esse tipo de dinheiro, Broccoli e Wilson devem ter decidido que valia a pena deixar todas as decisões nas mãos de outras pessoas…

Em entrevista ao Deadline, Andy Jassy, CEO da Amazon, quebrou o silêncio sobre o futuro do James Bond e da icônica franquia ‘007‘.

O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.

“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”  

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Crítica | The Salvation

“A vingança é uma espécie de justiça selvagem”. Essa frase emblemática do filósofo britânico Francis Bacon, encaixa como uma luva quando pensamos na definição para o novo filme do competente diretor dinamarquês Kristian Levring, o faroeste The Salvation. Protagonizado pelo camaleão Mads Mikkelsen, o filme possui um roteiro bem simples, assinado pelo excelente Anders Thomas Jensen (que também assinou roteiro do espetacular Brothers (2004)), mas que permite o brilho de todos os personagens nas sequências.

Na trama, voltamos ao ano de 1870 em uma América indefinida, naqueles tempos onde os vilões bigodudos dominavam as estradas de areia que andavam os cavalos. Assim, conhecemos o dinamarquês Jon (Mikkelsen) que chegara há algum tempo na América junto a seu irmão e ambos conseguiram crescer em seus empreendimentos, permitindo a vinda da esposa de Jon e de único filho para a terra das oportunidades. Porém, assim que sua família chega, são assassinados brutalmente por um parente de um bandido local. Jon então parte em busca de vingança a qualquer preço.

Há drama, há suspense, há ação, bem exploradas dentro do contexto. A parte do romance dentro da trama que deixa um pouco a desejar. Madelaine, personagem de Eva Green, era o caminho certo para fazer fluir nesse sentido, porém, a leitura feita por Eva de sua personagem transforma Madelaine em uma mulher dura, que se expressa por ações e não por emoções ao longo dos curtos 92 minutos de fita. Isso não é ruim, não estou dizendo isso, só meio que não preenche todas as lacunas que a história permitia.

As cenas de bang bang são excelentes. A condução de Levring é inteligente, deixando o espectador, principalmente aos cinéfilos que curtem os filmes do gênero, grudado na poltrona. O ótimo Jeffrey Dean Morgan, eterno sósia de Javier Bardem, veste muito bem a Carapuça de vilão, parece se divertir em cena. Sem dúvidas, um dos grandes destaques da o filme.

The Salvation se aproxima muito da qualidade dos ótimos faroestes feitos nos últimos anos em Hollywood: Os Indomáveis (3:10 To Yuma) e Appaloosa – Uma Cidade Sem Lei. O êxito desses trabalhos é fundamental para que esse gênero, imortalizado por John Wayne e companhia, nunca seja esquecido do imaginário cinéfilo.

Crítica | ‘Chefes de Estado’ – Com doses de DEBOCHE e CENAS EXPLOSIVAS, novo filme do PRIME VIDEO encontra na comédia um refúgio certeiro

Colocando no centro do palco o espinhoso universo da geopolítica mundial — desta vez focando em duas superpotências — o longa-metragem Chefes de Estado mistura comédia e ação em uma narrativa explosiva, onde o sarcasmo afiado e o deboche funcionam como combustíveis para situações tão absurdas quanto divertidas.

É um filme em que o impossível se torna possível, sempre com uma boa dose de irreverência. Dirigido pelo cineasta russo Ilya Naishuller (diretor do excelente Anônimo), o projeto, mesmo seguindo a famosa, e por vezes sonolenta, receita de bolo de muitos filmes de ação, consegue encontrar na comédia um abrigo.

Will Derringer (John Cena) é um ex-ator de filmes populares que vira presidente dos Estados Unidos. Nos seus primeiros meses de governo, ao fazer uma visita à terra da rainha, precisa dialogar com o primeiro ministro britânico Sam Clarke (Idris Elba). A questão é que os dois não se entendem já faz um tempo. Quando resolvem embarcar juntos no Air Force One rumo a uma reunião importante da OTAN, são alvos de um terrorista implacável. Assim, as duas autoridades precisarão unir forças, para desmembrar uma conspiração que coloca o mundo próximo de mais conflitos.

Para quem dá o play esperando um filme de ação exagerado e descompromissado, não está exatamente errado — essa é, sim, uma forma de enxergar o projeto. A aposta no trio clássico ‘tiro, porrada e bomba’ é evidente desde o trailer, deixando claro que o foco está na ação explosiva. O lado positivo é que essas cenas são muito bem executadas, com direção competente e ritmo envolvente. Naishuller já havia mostrado sua competência no universo da ação com o ótimo filme Anônimo.

O que pode diferenciar esse de outros projetos é exatamente o uso de um sarcasmo que traça paralelos hilários com o mundo real. John Cena se destaca em muitos momentos como um presidente que assume todas as facetas do homem mais poderoso do mundo. Mas quando tenta ingressar em assuntos da geopolítica, o roteiro derrapa nos exageros deixando as reflexões em segundo plano. A narrativa se projeta para gerar cenas de ação constantes mas o que brilha mesmo é a comédia aos moldes pastelão – um surpreendente trunfo – além da ótima harmonia entre Cena e Elba.

Com filmagens na França e na Itália, Chefes de Estado estreou neste início de julho no Prime Video. É aquele passatempo que passa na média. Não é uma obra-prima, logo vamos esquecê-lo mas diverte, e isso é o que importa quando queremos apenas relaxar. Dê o play e tire suas próprias conclusões.

 

10 Grandes FLOPS do Cinema que Completam 30 Anos em 2020

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado. A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas. A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar. Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 30 Anos em 2020.

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 30 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 30 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 30 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar.

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

Crítica | Linda de Morrer

Linda de Morrer‘ não se trata de um desastre absoluto, mas com frequência se aproxima bastante desta condição. Os realizadores parecem estar satisfeitos em realizar uma obra que apresente nenhuma sensibilidade, em todos os sentidos da palavra. Caracterizações pífias, humor risível e uma narrativa que anda cambaleando são os aspectos que mais se sobressaem no filme, para o imenso desgosto do espectador. Este é o tipo de filme que te faz, como brasileiro, não rir ou aproveitar um filme, mas sim se questionar: o que estamos fazendo com o nosso cinema?

Nada contra comédias, longe de mim. Eu mesmo sou um grande fã de Chaplin, mas se for fazer uma comédia, faça-a com competência, pensando-a e realizando-a de uma maneira extensiva e articulada. Não recorra abordagens e tratamentos que são rasteiros e desonestos de forma conveniente e preguiçosa.

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Por conta dessa pobreza de pensamento no filme, no final da projeção me encontrava um pouco triste e preocupado com o nosso cinema. Já sei que, enquanto filmes bastante ambiciosos e comprometidos com a arte como ‘O Som ao Redor‘ (Kleber Mendonça filho, 2013) e ‘Sangue Azul‘ (Líriro Ferreira, 2015) não ficaram em cartaz por mais de duas semanas e com salas nunca lotadas, ‘Linda de Morrer‘ ficará por pelo menos um mês (pela média Globo Filmes). Mudanças precisam ser feitas. Está se privilegiando a mediocridade, em todos os sentidos, em vez da inovação e do cinema bem feito (importante ressaltar que este filme foi beneficiado com o fundo setorial do audiovisual, ao mesmo tempo que é coproduzido pela Globo Filmes e distribuído pela 20th Century Fox).

A narrativa é a de Paula (Glória Pires), que criou uma espécie de comprimido que elimina celulites. Ela resolve se automedicar, e acaba falecendo em razão de um efeito colateral do produto, a clássica história de redenção post mortem. Obviamente, não há nenhuma análise ou discussão sobre a indústria da saúde ou sobre a vaidade e a repulsa ao envelhecimento no século XXI, o filme se limita a um ou dois diálogos bestinhas em relação a isso. Nos primeiros minutos, uma grande falha no roteiro ajuda a aumentar ainda mais o afastamento e descrença do espectador.

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A grande questão do roteiro, a de que o remédio tem efeitos colaterais que causam a morte é incrivelmente implausível. Como alguém, em sã consciência, pode ter deixado isto passar? E, por acaso, neste universo ficcional que se assemelha muito ao Brasil, não há ninguém que regule medicamentos? Alguém pode simplesmente lançar um medicamento que tenha como efeito colateral a morte com tanta facilidade assim? Essas são questões que surgiram no decorrer do filme e que enfraquecem e muito a credibilidade do filme para com o espectador. É difícil acreditar nesta história.

As caracterizações são as mais pedestres possíveis: a mãe que é viciada em trabalho, a adolescente excêntrica que não é entendida e a empregada alívio cômico sempre atrapalhada são exemplos. Junto com os diálogos pavorosos que quase nunca contém contrações e são mal articulados, onde se predomina o “onde você está?” ao invés do “onde cê tá?” (mas sério, quem é que fala assim? Ainda mais numa conversa informal…), este filme consegue trazer níveis de vergonha alheia altíssimos, de forma que esta sensação é a que predomina.

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Uma das coisas que mais me chamaram atenção no longa foi um comprometimento insano com o “ritmo”, chegando-se até a atropelar o tempo que uma cena exige para que se troque os planos de uma maneira que soa aleatória. O comprometimento com esse ideário de ritmo é preocupante, a ideia de que não se pode manter um plano por um determinado tempo senão o espectador irá “enjoar”, ainda mais vindo de um país que não tem tanta pressão para se realizar um filme comercial. Em um momento, chega-se a comprimir o fechar de uma porta, que duraria três ou quatro segundos, no máximo, para que se torne mais rápido, numa concepção irracional de montagem. Os planos não são mantidos por mais de dois segundos e isso compromete ainda mais os já despedaçados ritmo cômico e tensão das cenas, além de chamar atenção para a montagem de uma forma ruim, para o que os realizadores almejaram, soando como um videoclipe de duas horas.

‘UglyDolls’: Animação estrelada por Kelly Clarkson ganha trailer divertido; Assista!

A Diamond Films Brasil divulgou o trailer legendado da animação ‘UglyDolls‘, estrelada pela Kelly Clarkson.

Confira:

Dirigido por Kelly Asbury (‘Shrek 2‘), os personagens do filme são baseados em uma linha de brinquedos de pelúcia.

A trama se passa em Uglyville, e gira em torno de Moxy (Clarkson), enquanto ela e os seus amigos descobrem o que significa ser diferente.

O Hulu fechou um acordo exclusivo com os produtores, e está desenvolvendo uma série baseada no filme. O serviço de streaming encomendou 26 episódios, e também comprou os direitos exclusivos do longa, que passará para o seu catálogo após a exibição nos cinemas.

Janelle Monáe, Nick Jonas, Emma Roberts, Gabriel Iglesias, Wanda Sykes, Blake Shelton, Pitbull e Leehom Wang completam o elenco.

UglyDolls‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio de 2019.

‘O Rei Leão’: IZA e Ícaro Silva cantam ‘Nesta Noite o Amor Chegou’ em novo vídeo

O live-action ‘O Rei Leão‘ ganhou um novo comercial, trazendo a canção clássica Nesta Noite o Amor Chegou, interpretada por IZA e Ícaro Silva.

Confira:

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O Rei Leão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.

‘Run’: Série de comédia romântica de Phoebe Waller-Bridge ganha trailer COMPLETO

A HBO divulgou o trailer completo da série ‘Run‘, criada pela aclamada comediante Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag‘).

Confira:

Run acompanha Ruby Richardson (Merritt Wever) e Billy Johnson (Domhnall Gleeson), que são dois amigos de faculdade que acabam se reunindo para finalmente cumprir um antigo pacto. Entediada com sua vida no subúrbio, Ruby responde a mensagem de Billy, a palavra “RUN”, com a mesma resposta, dando início a uma promessa feita há 17 anos.

Nessa promessa, caso os dois respondessem a palavra “RUN”, ambos teriam que largar tudo para trás, para se encontrarem na Grand Central Station e fazer uma viagem juntos pela América.

Run‘ é uma co-criação de Waller-Bridge e Vicky Jones e estreia no dia 12 de abril na HBO.

‘WandaVision’: Artista divulga artes conceituais INCRÍVEIS da Feiticeira Escarlate; Confira!

Para celebrar a série ‘WandaVision‘, o artista Andy Park compartilhou suas melhores artes conceituais da Feiticeira Escarlate nas produções do MCU.

Confira:

 
 
 
 
 
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A série ‘WandaVision‘ estará disponível no catálogo da Disney+ a partir de 15 de janeiro de 2021.

O anúncio foi revelado em um vídeo de apenas 28 segundos, em que são mostradas as diferentes realidades em que Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) estão presentes.

Ao fundo também é possível ouvir risadas da plateia, evidenciando que a série também terá um lado humorístico… e um tanto sombrio.

Confira:

WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

Confira o trailer nas versões legendada e dublada:

‘Mudança Mortal’: Terror com atriz de ‘Crepúsculo’ estreia na Netflix

A Netflix lançou oficialmente em seu catálogo o terror ‘Mudança Mortal‘ (Aftermath), estrelado pela Ashley Greene (‘Crepúsculo’).

Na trama, um casal em crise se muda para uma casa onde estranhos acontecimentos escondem a história sombria do lugar.

Confira o trailer:

Peter Winther é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Shawn Ashmore, Sharif Atkins, Britt Baron e Diana Hopper.

‘Ghost of Tsushima’: Adaptação do diretor de ‘John Wick’ contrata roteirista

De acordo com o Deadline, Takashi Doscher foi contratado para escrever o roteiro da adaptação ‘Ghost of Tsushima‘, baseada no homônimo jogo de ação e aventura.

Além de diversos curtas, Doscher foi responsável pelo roteiro de ‘Procurada‘ e ‘Still‘.

Confira a sinopse oficial:

“A trama vai girar torno do guerreiro samurai Jin Sakai, o último membro sobrevivente de seu clã, que deve deixar de lado as tradições que o moldaram como guerreiro para travar uma guerra não convencional pela liberdade de Tsushima.”

A direção ficará por conta de Chad Stahelski, de ‘John Wick‘ e ‘Atômica‘.

O jogo recentemente cruzou um marco enorme de venda de mais de 6,5 milhões de cópias desde sua estreia em julho de 2020.

Peter Kang está supervisionando o projeto em nome do estúdio.

“Estamos entusiasmados com a parceria com Chad e 87Eleven Entertainment, para trazer sua visão da história de Jin para a tela grande. Adoramos trabalhar com parceiros criativos como Chad, que tem paixão por nossos jogos, garantindo que possamos criar adaptações ricas que irão entusiasmar nossos fãs e novos públicos.”, disse Asad Qizilbash, chefe da PlayStation Productions.

Ghost of Tsushima‘ vendeu mais de 2,4 milhões de unidades em todo o mundo nos primeiros 3 dias. O jogo foi um dos principais indicados para o Game Awards 2020 com várias indicações, incluindo Jogo do Ano, Melhor Direção de Jogo, Melhor Narrativa e Melhor Performer para Daisuke Tsuji.

Elenco se reúne no cartaz da sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show’; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘That ’90s Show‘, sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show‘.

Confira, com o trailer:

A produção será lançada na plataforma no dia 19 de janeiro.

Topher Grace, Laura Prepon, Ashton Kutcher, Mila Kunis e Wilmer Valderrama farão participações especiais na produção, reprisando seus papéis na série original.

O único membro do elenco principal que não retorna é Danny Masterson, que interpretou Hyde, enquanto se prepara para ser julgado por várias alegações de agressão sexual.

A nova série começará em 1995, com Leia Forman, filha do Eric e da Donna, visitando seus avós (novamente interpretados por Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) em Point Place, Wisconsin, onde ela amadurece com uma nova geração de adolescentes “sob o olhar atencioso da Kitty e do Red”. Sexo, drogas e rock ’n roll nunca morrem, mas suas roupagens mudam.

Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, serão responsáveis pelo roteiro e também servirão como produtores executivos.

Gregg Mettler será o showrunner da nova versão.

‘Stranger Things’: Produtor confirma que a 5ª temporada NÃO usará IA para rejuvenescer os atores

Em entrevista ao Deadline, o produtor executivo Shawn Levy confirmou que a produção de ‘Stranger Things‘ não fará uso de Inteligência Artificial para rejuvenescer os atores na 5ª temporada.

O produtor havia declarado que faria que eles podiam fazer a idade dos atores ser menos aparente no ciclo final, mas isso não se dará através de nenhuma assistência computadorizada.

“Não [usaremos Inteligência Artificial]. É impressionante como uma declaração minha pode ter ganhado uma repercussão tão fora da curva. A verdade é que nós sabemos o que estamos fazendo nesta série. Nosso elenco é brilhante. E os personagens que os Irmãos Duffers criaram são muito vívidos. Não estou preocupado com a capacidade deles de voltarem a dar vida aos seus personagens.”

Anteriormente, Levy revelou que adoraria assistir aos episódios finais da série nos cinemas: “Eu adoraria ver ‘Stranger Things’ nos cinemas. A série é magnificamente cinemática e o trabalho que os criadores estão fazendo é obviamente ambicioso e tão bem construído quanto qualquer filme. Eu adoraria finalizar a série da melhor forma possível. Se um lançamento nos cinemas puder fazer parte deste processo, isso me deixaria extremamente feliz.”

Ele completa, “No final do dia, como um espectador, eu só quero sentar no cinema e ter uma experiência incrível. Até quando eu estou dirigindo um projeto, fico imaginando como o público se sentirá assistindo as cenas.”

Lembrando que notícias recentes compartilhadas nas redes sociais do cinegrafista Jared revelam que a Netflix já está montando o cenário da última temporada da série em Atlanta, EUA.

Confira:

Embora a série esteja de volta aos trilhos, até o momento, ainda não há uma previsão exata de lançamento para a quinta temporada na Netflix. No entanto, vale ressaltar que o Sindicato dos Atores de Hollywood (SAG) ainda está em greve, ou seja, as gravações não poderão ser iniciadas.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Ator de ‘Andor’ se junta ao elenco de ‘Homem-Aranha Noir’, série estrelada por Nicolas Cage

De acordo com o Deadline, Abraham Popoola (‘Andor’) entrou para o elenco da série live-action ‘Homem-Aranha Noir‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

Em caráter regular, o ator interpretará um veterano da Primeira Guerra Mundial que está procurando por uma oportunidade de seguir em frente.

Lamorne Morris (‘New Girl’) e Li Jun Li (‘Babilônia’) também foram confirmados no elenco.

Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) estrelará como o herói titular, reprisando o seu papel do filme animado ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Anteriormente, Cage havia confirmado que a produção contará com oito episódios: “A 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) será responsável pela direção.

Como o projeto ainda está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Confira o teaser SINISTRO de ‘A Hora do Mal’, novo TERROR do diretor de ‘Noites Brutais’

A Warner Bros. divulgou o teaser legendado do terror ‘A Hora do Mal‘ (Weapons), próximo filme do aclamado cineasta Zach Cregger (‘Noites Brutais’).

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto.

A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrelará a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda contará com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.

2ª temporada de ‘IT: Bem-Vindos A Derry’ já está em desenvolvimento!

De acordo com o The Hollywood Reporter, a segunda temporada de ‘IT: Bem-Vindos a Derry‘ já está oficialmente em desenvolvimento.

Apesar da renovação ainda não ter sido anunciada pela HBO Max, o site afirma que o cocriador Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) já está trabalhando no próximo ciclo.

A continuidade do projeto não é uma surpresa, considerando o enorme sucesso da primeira temporada, que se tornou a terceira maior estreia da história do serviço de streaming.

Anteriormente, Muschietti (‘It: A Coisa’) havia explicado seu plano de três temporadas para série. Enquanto a primeira temporada foi ambientada em 1962 – vinte e sete anos antes dos eventos do primeiro filme –, os ciclos seguintes voltarão ainda mais no tempo (para 1935 e 1908, respectivamente), explorando diferentes eras de terror do Pennywise.

A experiência de time [do Pennywise] não é linear. Nós planejamos explicar melhor esta questão nas próximas duas temporadas, mas é basicamente esta a ideia que tivemos desde o começo [do desenvolvimento da série]. Falamos para o Stephen King que iríamos contar a história de traz pra frente, e tem a ver com isso. A Coisa está voltando no tempo de uma forma linear ou ela é onipresente? Como isso pode afetar a história que já conhecemos?”

Ele completa, “Vamos descobrir muitas coisas novas sobre isso. Vamos aprender mais sobre o Bob Gray e sobre sua filha Ingrid. A segunda temporada será ambientada em 1935, então a Ingrid teria em torno de 30 anos. Acredito que ela é uma personagem muito trágica. Ela é muito peculiar, pois é uma vítima, mas também uma antagonista. Ela foi levada a acreditar que seu pai ainda está nas sombras daquele monstro, e ela quer libertá-lo. Mas a única forma de vê-lo novamente é com essas armadilhas criadas através da dor, porque ela sabe que ele irá aparecer.”

‘IT – A Coisa’: Cena em que Pennywise DEVORA um bebê pode ser lançada em SUPERCUT que junta os dois filmes [EXCLUSIVO]

A primeira temporada completa está disponível na HBO Max.

 

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

IT: Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Ridley Scott quer continuação para ‘Gladiador’

Durante sua aparição no festival de cinema South by Southwest, Ridley Scott – que atualmente está no evento para promover ‘Alien: Covenant’, foi questionado sobre a possibilidade de realizar uma continuação para o aclamado drama ‘Gladiador‘.

Durante uma conversa com o Entertainment Weekly, ele sugeriu que não apenas está disposto a fazer outro filme, como também já bolou um jeito de fazê-lo com Russel Crowe (ainda que seu personagem, Maximus, tenha morrido no final), contanto que ele tope fechar o contrato para a sequência.

Segundo Scott:

“Eu sei como trazê-lo de volta. Eu estava tendo essa conversa com o estúdio – ‘mas ele está morto’. Mas há um jeito de trazê-lo de volta. Se isso vai acontecer, eu não sei. ‘Gladiador’ foi feito em 2000, então Russel mudou um pouco. Ele está fazendo algo agora, mas estou tentando chamá-lo de volta”.

‘O Rei do Show’: Keala Settle canta ‘This is Me’ em ensaio incrível; Assista!

A 20th Century Fox divulgou um belíssimo vídeo que traz a atriz Keala Settle cantando ‘This is Me’, do musical ‘O Rei do Show‘, em um ensaio poderoso.

Confira o emocionante material:

Crítica | O Rei do Show – musical grandioso ganha pela energia 

O Rei do Show’ é uma das grandes promessas ao Oscar 2018 e logo mais no início do ano as audiências ao redor do mundo terão a oportunidade de descobrir a fascinante história de P.T. Barnum.

E para o elenco, desfrutar do filme nos cinemas será uma experiência imersiva. Convidando os apaixonados por musicais para conferir a produção em breve, Hugh Jackman, Rebecca Ferguson e Zac Efron conversaram com o CinemaBlend, salientando o nível de celebração que o filme carrega.

Segundo Jackman:

“‘O Rei do Show’ diz respeito a apresentar não apenas um grandioso show, mas uma suntuosa celebração da vida e da humanidade. Acho que você precisa assistir na maior tela de cinema que há, com o maior número de pessoas possível. Ele foi planejado como uma espécie de musical da Broadway, aos moldes que vemos nos palcos. Ele foi construído para que as pessoas possam aplaudir ao final de cada canção, se levantar e comemorar com o elenco”.

Rebecca completou o raciocínio de Jackman, pontuando:

“Para mim, se você vai ver um musical no qual as canções sejam inebriantes, onde a batida é alta e o baixo bomba, não há discussão quanto aonde você deveria assistir”.

Zac Efron foi um pouco mais além, falando que a experiência com ‘O Rei do Show’ deve ser coletiva:

“Esse filme foi feito para proporcionar uma experiência coletiva e comunitária. Nós queremos que as pessoas vão ao cinemas e fiquem entre os demais, para que a energia da audiência seja tão contagiosa como se estivéssemos todos em um espetáculo da Broadway. A produção foi feita para ser vista por muita gente junta. E esse musical em especial tem seu espírito absolutamente elevado e parte dele te imerge dentro da narrativa”.

 

 

‘Animais Fantásticos 2’: Eddie Redmayne e Jude Law estampam bela capa de revista

A estreia da sequência Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ está cada vez mais próxima e se tornou o grande destaque da nova edição da revista EW.

A publicação é estampada pela dupla de atores Eddie Redmayne e Jude Law.

Confira:

 

Assista a prévia:

Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald estreia em 15 de novembro no Brasil.

Crítica em Vídeo | ‘El Camino’: Filme sequência de Breaking Bad honra jornada de Jesse Pinkman

O aguardado filme sequência da série Breaking Bad, El Camino, já está na Netflix. Mas será que ele honra a produção original? A nossa jornalista Rafa Gomes te responde nessa crítica, SEM SPOILERS!

Confira:

Crítica Netflix | El Camino: A redenção de Jesse Pinkman em um filme que honra sua jornada

Dirigido por Vince Gilligan, o longa acompanha Jesse Pinkman em sua jornada para fugir de seus sequestradores, da lei e de seu passado.

Além de Aaron Paul, o elenco também conta com Matt Jones e Charles Baker, reprisando seus papéis como Badger e Skinny Pete, respectivamente.

 

‘The Crown’: A mudança vai desafiar a tradição no novo e belo cartaz da 4ª temporada

Após ganhar vários cartazes individuais, a 4ª temporada de ‘The Crown‘ teve mais um belo pôster divulgado pela Netflix.

Trazendo a Princesa Diana como o grande destaque, a peça anuncia que a mudança vai desafiar a tradição na nova leva de episódios.

Confira:

Confira os demais cartazes individuais:

O novo ciclo estreia no dia 15 de novembro.

A quarta temporada traz o retorno de Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret).

Gillian AndersonEmma Corrin completam o elenco como Margaret Thatcher e Princesa Diana, respectivamente.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Venom 2’: Sony e Marvel trabalharam juntos para desenvolver a cena pós-créditos, revela Kevin Feige

Para conectar o universo de ‘Venom‘ ao de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, a Sony Pictures e a Marvel Studios se uniram para desenvolver a famosa cena pós-créditos do filme.

A informação foi confirmada por Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter. Na ocasião, ele comentou sobre o nível de sincronia e coordenação necessária entre ambas as partes para garantir o resultado final.

“Houve muita coordenação. E se você não tem conhecimento de toda a coordenação ainda, eu não serei aquele que vai te contar! Mas sim, foi uma união entre a Sony e Marvel e as equipe de Venom e ‘Longe de Casa’. Nós trabalhamos juntos nisso”.

O longa-metragem cruzou a marca dos US$100 milhões arrecadados no início de outubro, tornando-se um dos títulos a alcançar o feito mais rápido desde o início da pandemia de COVID-19.

A produção divide o recorde ao lado de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, visto que ambos ultrapassaram o valor em apenas cinco dias.

Venom 2’ também arrecadou o valor mais rápido do que o filme original.

“Também estamos satisfeitos que a paciência e exclusividade teatral tenham sido recompensadas com resultados recordes. Um tapa na cara de quem achava que o cinema estava morrendo”, disse o presidente da Sony, Tom Rothman.

‘F1’ acelera nas bilheterias com US$ 40 Milhões em três dias e caminha para estreia global de US$ 140 milhões

O longa ‘F1‘, da Apple Original Films, arrancou com força total nos cinemas internacionais, acumulando cerca de US$ 39,5 milhões em três dias (quarta à sexta-feira) em 78 mercados, incluindo sessões pagas antecipadas.

A expectativa é de que o filme dirigido por Joseph Kosinski feche o domingo com US$ 80 a 85 milhões só no exterior, ultrapassando comparativos com outros filmes estrelados por Brad Pitt, como ‘Guerra Mundial Z‘ (US$ 73,8M) e ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘ (US$ 64,6M).

Com o desempenho melhor que o previsto também nos EUA, a estreia global de ‘F1‘ deve passar de US$ 140 milhões, tornando-se o maior lançamento de um filme da Apple até hoje.

A boa recepção do público tem impulsionado a bilheteria internacional, sobretudo em países onde a Fórmula 1 já é extremamente popular. A estreia ocupa o primeiro lugar em quase todos os territórios onde foi lançado.

Maiores mercados internacionais até sexta-feira:
Reino Unido – US$ 4,8M; França – US$ 3M; México – US$ 2,8M; China – US$ 2,7M (subindo para US$ 6M com sábado incluso); Austrália – US$ 2M; Alemanha – US$ 1,8M; Coreia do Sul – US$ 1,5M (subindo para US$ 2,75M com sábado); Emirados Árabes – US$ 1,3M; Itália – US$ 1,3M; Taiwan – US$ 1,1M

China teve a maior estreia de um filme da Apple no país e o maior dia de estreia de Brad Pitt por lá. Já o México registrou a maior abertura para um filme da Apple, enquanto na Espanha o longa superou blockbusters locais e internacionais, como ‘Sem Tempo Para Morrer’ e ‘Top Gun: Maverick‘.

Na Austrália, o filme teve a melhor estreia tanto para a Apple quanto para Pitt.

Com resultados acima das expectativas e apelo global, F1 já se posiciona como um sucesso promissor — acelerando não só nas pistas, mas também nas bilheteiras do mundo todo.

O longa segue em exibição nos cinemas.

Confira o trailer:

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

‘A Torre Negra’: Idris Elba fala sobre a série de TV que servirá de reboot

Apesar do fracasso comercial de A Torre Negra, o longa baseado em uma das mais aclamadas sagas escritas por Stephen King irá para a TV em breve, porém, pouco se sabe sobre o projeto, apenas que deverá ser um reboot da história.

Agora, em entrevista ao Screen Crush, o ator Idris Elba falou um pouco mais sobre o assunto:

“Eu juro que não sei como isso está, preciso descobrir. Não sei mesmo como está. Infelizmente, sou o último a saber das coisas nesse momento”

O ator, que interpretou O Pistoleiro, comentou anteriormente sobre a série de TV em entrevista ao Radio Times:

“Eu acho que qualquer série de TV que é uma ramificação de um filme pode ter mais tempo para explorar alguns temas. Mas, pessoalmente, preferiria fazer outro filme, explorando um pouco mais o pistoleiro. Eu não sei muito sobre como estão com a série de TV mas acho que, definitivamente, há conversas para tentar fazer outro filme nos cinemas”.

Apesar de ainda estar em estágio inicial, de acordo com King, a série deve servir de reinício total para a saga. Como isso vai funcionar com uma possível sequência é o mistério. O autor comenta ao Vulture:

“O principal desafio foi fazer um filme baseado em uma série de livros que são muito longos, cerca de 3.000 páginas. A outra parte complicada foi a decisão de fazer uma adaptação PG-13 (Classificação 13 anos) de livros extremamente violentos e lidar com comportamentos violentos de forma bastante gráfica. Isso foi algo que teve que ser superado, embora eu tenha que dizer, achei que [o roteirista] Akiva Goldsman fez um ótimo trabalho ao levar uma parte central do livro e transformá-lo no que eu pensava ser um filme muito bom. A série de TV que eles estão desenvolvendo agora … vamos ver o que acontece com isso. Seria como uma reinicialização completa, então teremos que esperar. “

Fiquem ligados no CinePop para novas informações sobre a possível continuação e a série de TV de A Torre Negra.

 

‘Deadpool 2’: Ryan Reynolds conta que não escreveu a piada sobre ‘Batman v Superman’

Ryan Reynolds ajudou a escrita do roteiro de Deadpool 2, mas já revelou que muitas das piadas do filme não foi ele quem escreveu, como por exemplo, a piada sobre “Martha”, de ‘Batman v Superman’.

“O momento de ‘Martha’ é perfeito para o Deadpool. Ele com certeza está disposto a quebrar alguns ovos para fazer essa omelete”

Disse em entrevista à Empire. Porém, quando o jornalista contou que os fãs da DC não ficaram satisfeitos com a piada, Reynolds falou:

“Eu sei, provavelmente estarei morto assim que eles ouvirem isto. Não escrevi essa piada, só direi isto. Foi uma das que não escrevi”

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

Deadpool 2‘ recebeu a classificação indicativa de 16 anos no Brasil, por “Drogas, Violência Extrema e Conteúdo impactante“.

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

Produção de primeira mostra os bastidores da Copa América 2019

Já estão disponíveis todos os cinco episódios da primeira produção original do Amazon Prime Video realizada em língua não inglesa. É o documentário da série All or Nothing, que aborda grandes feitos esportivos de equipes em diferentes modalidades pelo mundo. Depois do trabalho absurdo realizado nos bastidores do título inglês do Manchester City, chegou a vez do público adentrar nos bastidores da Seleção mais famosa do mundo.

O evento de lançamento foi realizado na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. (Willian Cobian/ CM)

A série All or Nothing é referência no mundo esportivo por trazer uma visão diferenciada das grandes conquistas. E não foi diferente ao abordar a trajetória da Seleção Brasileira rumo ao título da Copa América 2019, que foi disputada no Brasil e vencida pelos comandados de Tite. O caminho da Seleção Canarinho foi conturbado e cheio de elementos adversos, que contribuíram demais para a dramaticidade da série. Afinal, quando seu principal jogador sofre uma lesão e é acusado de estupro pouco tempo antes do início do torneio, e um possível surto de caxumba põe em risco a integridade dos atletas no meio da competição, chegar à final e vencê-la com méritos não é uma das missões mais fáceis.

Neymar sofreu uma lesão no amistoso contra o Catar que o tirou da Copa América. (Reprodução)

A parte mais legal dos episódios – que duram cerca de uma hora, cada – é mostrar como funciona o dia a dia de um atleta convocado para a Seleção. Suas expectativas, frustrações e brincadeiras são mostradas e humanizam os ídolos de diferentes torcidas, como o atacante Richarlison, do Everton, e o zagueiro Thiago Silva, do PSG. Há também uma viagem pela história de vida de alguns jogadores, como o atacante Gabriel Jesus, do Manchester City, que saiu dos terrões do Jardim Peri para brilhar nos gramados da Inglaterra. Outro a ter sua origem destrinchada é o volante Arthur, do Barcelona, que conta com diversos depoimentos de seus familiares e muitos personagens de sua infância em Goiás.

Arthur e Thiago Silva (ao fundo) são alguns dos destaques da série. (Lucas Figueiredo/ CBF)

Entrevistamos o técnico Tite no evento de lançamento da série. Para ele: “O grande legado, talvez, dessa apresentação foi olhar o lado humano de cada um. E que, por trás do herói, do ídolo, existe uma pessoa com sentimentos, com medo, que às vezes não acorda bem, que sente raiva igual a todos nós. Talvez esse lado de identificação com o torcedor seja o legado [do documentário]”. Falando no Tite, a série acompanha bem de perto suas reações pré e pós jogos, mostrando suas preocupações e a pressão de estar no cargo máximo do futebol brasileiro. Também é fantástico ter acesso, pela primeira vez, a todas as preleções do treinador. Elas dão uma ideia do que ele pensa de futebol e como tentar passar isso para os jogadores.

O técnico Tite falou com a imprensa na festa de lançamento da série. (Willian Cobian/ CM)

O único ponto falho, talvez, seja a ideia de que a Copa América serviu para reaproximar a Seleção do Povo brasileiro de novo. Quer dizer, o título fez algumas crianças prestarem um pouco mais de atenção à Seleção Canarinho, mas há diversos fatores que afastam a Amarelinha do Povo que não foram abordados com a profundidade necessária, como grupos políticos adotarem a camisa para seus protestos. Por outro lado, os comentários do jornalista Paulo Vinícius Coelho, o PVC, fazem alguns contrapontos que trazem um pouco da visão do torcedor e da imprensa para dentro do documentário.

A conquista da Copa América aconteceu no Novo Maracanã lotado. (Lucas Figueiredo/ CBF)

Questionado sobre a possibilidade de uma nova parceria com a Amazon, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, se disse muito orgulhoso do trabalho e que vê com bons olhos novos trabalhos: “É um projeto maravilhoso e desafiador. Foi muito bacana a gente projetando isso do início até aqui. A relação que foi estabelecida entre o time jornalístico e a equipe do Brasil, no final das contas, mostrou que foi uma parceria muito produtiva. […] Eu tenho certeza, a partir desta [série] que outras parcerias virão”.

Tudo ou Nada: Seleção Brasileira está disponível no Amazon Prime