O ator irá interpretar um policial que é chamado para investigar assassinatos aparentemente comuns no deserto do Novo México. Porém, a chegada do FBI confirma suas suspeitas que algo maior – e talvez extraterrestre – faça parte do mistério.
A caçada por um assassino coloca um policial cara a cara com um monstro humanoide que não irá parar até exterminar a única testemunha de um crime.
“Estou muito ansioso para voltar a ficar por trás das câmeras e fazer ‘Inferno’ com a AGC [Studios],” declarou Blomkamp. “O filme é recheado de temas e conceitos que eu acho incrivelmente fascinantes. Me senti muito sortudo por poder filmá-lo.”
O longa ‘The Old Guard‘, adaptação dos quadrinhos homônimos de Greg Ruckae do ilustrador Leandro Fernández, estreou hoje (10) na Netflix e os espectadores estão amando a produção.
Confira as reações:
Então… The Old Guard é…
FODA PRA CARALHO. Eu acho que eu não fico tão empolgado com um filme de ação novo desde Atômica e, antes disso, Mad Max: Fury Road. Hmmm… me pergunto o que eles têm em comum.
— BLACK IS KING | TBOSS (@beyharmonizer) July 10, 2020
Acabei de ver “The Old Guard”, com Sharlize Theron, lançado hoje no Netflix. A mistura dessa atriz que eu sempre curti, as imagens no Marrocos e as cenas eletrizantes me cativou a ponto de ver duas horas de filme sem reclamar. Isso é raríssimo! #TheOldGuard#Netflix
A super produção conquistou os críticos e recebeu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes, a partir de 100 críticas publicadas. A nota média do filme é 6,51/10.
Entre as opiniões, o longa foi elogiado pela abordagem humanizada do grupo de heróis, bem como pelas intensas e bem coreografadas cenas de ação, que ajudam a tornar a trama ainda mais envolvente.
“Apesar de tudo, a Sra. Theron torna crível esse perfumado absurdo. Mais do que isso, ela o torna afetivo – tanto no combate físico, bem como o drama”. – Joe Morgenstern, Wall Street Journal
“Ser um super-herói não é fácil, mas The Old Guard nos lembra que isso – e o entretenimento que ele é capaz de inspirar – talvez sejam a melhor forma de explorar o que significa ser uma pessoa”. – Kate Erbland, indieWire
“Se você gosta das suas adaptações de quadrinhos com um caminhão de angústia do lado, ‘The Old Guard’ talvez seja o que você está procurando”. – Steve Pond, TheWrap
“O adjetivo do título está certo. O filme fica velho muito rápido”. – Peter Bradshaw, Guardian
“Mesmo com suas desvantagens, ‘The Old Guard’ traz algumas ideias novas a um gênero familiar e vale a pena assistir, para os amantes de filmes de ação”. – Brian Truitt, USA Today
“Uma visão decepcionante e sem vida do caos imortal. Melhor que o Highlander 3, mas não muito”. – James Dyer, Empire Magazine
Em entrevista ao TVLine, o showrunner Robert Rovner falou sobre a possiblidade do retorno de Mon-El (Chris Wood) na última temporada de ‘Supergirl‘.
“Nesse momento, não temos planos para o retorno do Mon-El, mas se for possível na história… Nós amamos o Chris [Wood]. Ele faz parte da família ‘Supergirl’, mas, por enquanto, não temos planos para trazê-lo de volta.”
Apesar disso, a showrunner Jessica Queller revelou que há planos para o retorno de alguns rostos conhecidos no ciclo final: “Nós definitivamente temos planos para o retorno de rostos familiares nessa última temporada. Esperamos que tudo dê certo para que possamos ter um ciclo fechado muito emocionante com alguns dos nossos personagens favoritos.”
Vale lembrar que Mon-El apareceu pela última vez em uma timeline alternativa, lutando contra Reign no 100º episódio da série.
O novo ciclo estreia no dia 30 de março e será composto por vinte episódios.
Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.
Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.
A Universal Pictures divulgou um novo clipe do aguardado ‘Jurassic World: Domínio‘, revelando os cinco primeiros minutos da produção.
Confira, dublado e legendado:
Quando a jovem Maisie é sequestrada por contrabandistas de dinossauros, Owen e Claire saem em busca de encontrá-la e resgatá-la, e sua jornada os leva para um habitat de dinossauros operado por uma corporação global com um plano sinistro… que, agora, está sendo investigada até por Alan Grant e Ellie Sattler.
A ABC divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada da série criminal ‘Big Sky‘.
Confira:
O próximo ciclo vai estrear oficialmente no dia 21 de setembro.
A nova temporada vai introduzir Luke Mitchell (‘Agents of SHIELD’), Henry Ian Cusick (‘The 100’), Anirudh Pisharody (‘9-1-1’), Madalyn Horcher (‘Patrulha do Destino’) e Seth Gabel (‘Salem’).
Vale lembrar que Jensen Ackles (‘Supernatural’), Jamie-Lynn Sigler (‘Os Sopranos’) e J. Anthony Pena foram promovidos ao elenco regular do próximo ciclo.
Criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies’), a série é baseada na saga de livros ‘The Highway‘, de C.J. Box.
Uma equipa de detectives privados junta-se a um ex-polícia para resolver um caso de rapto em Montana.
De acordo com o THR, Alisha Weir (‘Matilda: O Musical’) irá estrelar o próximo terror dos diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, conhecidos por comandaram ‘Casamento Sangrento‘ e os dois filmes mais recentes da franquia ‘Pânico‘.
Originalmente intitulado ‘A Filha do Drácula‘, o longa vai girar em torno de um grupo de sequestradores que captura um bando de jovens, sem saber que um deles é a filha do lendário Conde Drácula.
Weir interpretará a personagem titular. Melissa Barrera, que já havia sido previamente anunciada, viverá um dos sequestradores.
Anteriormente, os diretores prometeram que o longa será sangrento: “[O novo filme] será um banho de sangue. Nós estamos em Dublin atualmente, nos preparando para as filmagens. Estamos muito animados em trabalhar novamente com a Melissa Barrera. Será como um filme de suspense que se transformará em um filme de monstro. Será um filme de monstro para a Universal Pictures, então é como um sonho se tornando realidade, sabe?”
Chad Villella, da Radio Silence, servirá como produtor. William Sherak, Paul Neinstein e James Vanderbilt, da Project X Entertainment, que foram parceiros da equipe em ‘Pânico‘, também produzem o filme. Tripp Vinson, que trabalhou com Radio Silence em ‘CasamentoSangrento‘, também está na produção.
O roteiro foi escrito por Stephen Sheilds, com revisões de Guy Busick.
A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.
De acordo com o Deadline, ‘Kung Fu Panda 4‘ deve fazer sucesso nas bilheterias norte-americanas, arrecadando sólidos US$ 52 milhões durante o seu primeiro final de semana nos EUA.
O valor representa a segunda melhor estreia da franquia no país, ficando atrás apenas do longa original – que abriu com US$ 60.2 milhões, em 2008.
Com US$ 18.4 milhões arrecadados na sexta-feira (8), a animação deve conquistar o topo das bilheterias dos EUA. As projeções mais recentes indicam que ‘Duna: Parte 2‘ deve cair para a segunda colocação ao sofrer uma queda de -50% nas bilheterias, arrecadando em torno de US$ 41 milhões em seu segundo final de semana em cartaz.
Considerando que o orçamento de ‘Kung Fu Panda 4‘ girou em torno de US$ 85 milhões – significativamente inferior ao gasto dos filmes anteriores (orçados em torno de US$ 150 milhões) –, o novo filme está no caminho certo para ser tornar um novo sucesso da franquia e do gênero em si.
Para efeito de comparação, ‘Kung Fu Panda 3‘ (2016) estreou com US$ 41 milhões e arrecadou US$ 521 milhões globalmente. ‘Kung Fu Panda 2‘ (2011) estreou com US$ 47.6 milhões e fechou com US$ 665 milhões. O filme original, Kung Fu Panda (2008), teve a maior estreia da franquia, com US$ 60 milhões, e finalizou sua bilheteria com US$ 632 milhões.
O novo longa será lançado nos cinemas nacionais no dia21 de março, duas semanas depois do lançamento no circuito norte-americano.
Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédiaJack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.
Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.
A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.
Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.
Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.
‘Kungu Fu Panda 4‘ conta com o talento de voz de Dustin Hoffman, vencedor do Oscar como o mestre de Kung Fu, Shifu; James Hong (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) como o pai adotivo de Po, Sr. Ping; Bryan Cranston, indicado ao Oscar, como o pai biológico de Po, Li; e Ian McShane, indicado ao Emmy, como Tai Lung, ex-aluno e arqui-inimigo do Mestre Shifu. O ator vencedor do Oscar, Ke Huy Quan (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) integra o elenco no papel de Han, o líder do Covil de Ladrões, novo personagem da franquia.
‘Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de janeiro de 2025.
Dois amigos, aspirantes a YouTubers, invadem onde não deveriam. A aventura deles toma um rumo aterrorizante quando eles enfrentam um horror inimaginável.
Hugo Cardozo é responsável pela direção.
O elenco conta com Lucas Caballero, Pablo Martínez, Rafael Alfaro, Andy Romero, Lara Chamorro, Santi Martínez e Mario González Martí.
Em entrevista ao Metro, Neil Marshall (‘Cães de Caça’) revelou que tem ideias para um possível terceiro filme da franquia ‘Abismo do Medo‘.
O cineasta ainda confirmou que tem interesse em uma pré-sequência focada nos mineiros mencionados no primeiro filme.
“Eu definitivamente acho que [‘Abismo do Medo 3’] é possível. Seria legal ter a chance de finalizar aquela história. Tantas outras franquias foram exploradas por anos, mas nada realmente aconteceu com ‘Abismo do Medo’.”
Ele completa, “Eu tenho algumas ideias [para um terceiro filme]. A tendência parece girar em torno de pré-sequências. Eu sempre tive interesse em descobrir o que aconteceu com aqueles mineiros que desceram na caverna primeiro.”
Com 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Abismo do Medo‘ arrecadou mais de US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, lançada quatro anos depois, não alcançou o mesmo sucesso e falhou em impressionar os espectadores.
Na trama, um grupo de jovens amigas resolve fazer expedição em uma caverna. Um deslizamento de uma rocha, porém, deixa as garotas presas com escassos suprimentos. À medida que cresce a tensão, elas descobrem que criaturas estranhas e malignas habitam o local.
A série clássica ‘One Tree Hill: Lances da Vida‘ chegou ao serviço de streaming da Netflix.
Todas as nove temporadas já estão disponíveis no catálogo brasileiro.
Na trama, craque do basquete na escola, Nathan sofre com a chegada do novato Lucas, que além de ser seu rival no time também é seu meio-irmão.
Vale lembrar que a Netflix estava desenvolvendo um revival da série, que contaria com o retorno das estrelas originais Hilarie Burton-Morgan (‘White Collar’) e Sophia Bush (‘A Morte Pede Carona’) reprisando seus papéis como Brooke Davis e Peyton Sawyer, respectivamente.
Infelizmente, a aquisição da Warner Bros. pela Paramount Pictures trouxe problemas nos bastidores do projeto, que acabou sendo engavetado.
A trama se passa uma noite antes do Natal e traz a jovem babá Ashley (Olivia DeJonge), que durante o que parecia ser mais uma noite tranquila de trabalho, acaba se deparando com um pesadelo, quando intrusos invadem a casa em que ela e um garoto de 12 anos, Luke (Levi Miller) se encontram. As coisas ficam ainda mais sinistras, quando ela descobre que a invasão ao domicílio vai de fato além de sua compreensão.
O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.
O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou23 pontos.
A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.
Os astrosLakeith Stanfield eIssa Rae vão contracenar lado a lado, no romance dramático ‘Photograph‘. A informação foi compartilhada pela revista Empire.
Embora muitos projetos estejam sofrendo adiamentos e cancelamentos, o cineasta James Gunn tranquilizou os fãs quanto ao seu próximo filme, afirmando que ‘O Esquadrão Suicida‘ não serão adiado, em virtude da reclusão social.
Por meio de sua conta oficial do Twitter, Gunn compartilhou a informação, respondendo um fã que o havia questionado.
Na ocasião, ele disse:
“Nesse momento, não há motivo para a estreia de O Esquadrão Suicida ser adiada. Nós estamos em dia ou adiantados no nosso cronograma. Nós tivemos muita sorte de ter terminado as filmagens e montamos uma ilha de edição direto das nossas casas (devido à uma equipe e estúdio de pós-produção precavidas), antes da quarentena”.
Right now there’s no reason for #TheSuicideSquad release date to move. We are on or ahead of schedule. We were extremely fortunate to wrap shooting & set up editing from our homes (due to a post production team & studio with foresight) before quarantine. https://t.co/URRFXX58r3
Lembrando que há algumas semanas, fotos do set de ‘O Esquadrão Suicida‘ revelaram o novo visual da Harley Quinn (Margot Robbie), clicada usando um vestido vermelho e com uma aparência bem diferente de ‘Aves de Rapina‘.
Pensando nisso, um usuário do Reddit divulgou uma arte conceitual mostrando os detalhes dessa nova versão da personagem.
O episódio de estreia de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ surpreendeu os fãs logo em seu final, apresentando uma espécie de novo Capitão América, vivido pelo astro Wyatt Russell.
Rapidamente, o personagem foi alvo de fortes rejeições por parte dos internautas, com a hashtag #NotMyCaptainAmerica viralizando entre os usuários do Twitter.
E durante uma entrevista ao The Wrap, o intérprete do personagem falou sobre o assunto, revelando que a ideia original do personagem é realmente cair no desgosto do público:
“Esse é o objetivo. Eu acho que as pessoas tiveram uma reação divertida. Há elementos nele onde ele quer ser capaz de dar contar sem o ‘soro’ do super soldado. Ele só quer ser tão bom quanto. Ele tem aquelas ideias em sua cabeça de querer que as pessoas gostem dele, como sua versão do Capitão América. Ele fica vidrado nisso, o que faz com que ele repense como as coisas devem ser feitas”.
Anteriormente, a diretora Kari Skogland contou à Empire que Zemo será um grande desafio para os protagonistas e ainda pretende manchar o legado do Capitão América.
“É muito emocionante trazê-lo de volta porque seu destino ficou em aberto com um toque sombrio. Poucos vilões permanecem no imaginários dos fãs desse jeito. Ao longo dos episódios descobrimos coisas que não prevíamos sobre o Zemo… O que pode ameaçar o legado do Capitão América. Daniel [Bruhl] é fantástico e ficamos satisfeitos em mostrar a complexidade do personagem de uma forma mais detalhada do que em sua aparição original.”
Lembrando que o terceiro episódio será lançado em 02 de abril, naDisney+.
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
O peso da mortalidade e a necessidade de um legado tornaram Succession um drama familiar diferente de tudo que já vimos na história da televisão. Com ares corporativos, que sempre nos puxam para os meandros burocráticos do old money e de conglomerados empresariais dominados por um sobrenome em comum, a série de Jesse Armstrong, produzida por Adam McKay e Will Ferrell, faz do poder e da influência global um canalizador de traumas e dilemas familiares. E nunca foi tão delicioso ver tantos problemas paternos se desabrocharem em uma sagaz luta por dinheiro e validação pública.
E Succession sempre foi assim. Com olhos sempre focados no planejamento sucessório de um magnata que insistia em não abrir mão do seu trono, a série tornou os átrios de famílias poderosas como os Murdoch – na qual a série é inspirada – em uma espetacularização da ruína familiar. E a cada nova temporada, cá estávamos nos fartando de um dinheiro que jamais seria nosso, pelo puro deleite de ver o quão destruído está o ser humano sem o seio mais fundamental estabelecido desde o surgimento da humanidade.
Em meio à corridas frenéticas por domínio e puxadas de tapete em escala global, Succession construiu arcos impecáveis, em personagens complexos demais para serem excessivamente explicados. E a partir de diálogos afiados, permeados por referências socioculturais invejáveis e sempre regados por um humor sombrio e ardiloso, testemunhamos a profundidade narrativa de uma série capaz de falar de dinheiro, alienação parental e solidão sem precisar se ser óbvia, enfadonha. Tudo sempre estava lá, nas entrelinhas e na desconfortável linguagem corporal de seus protagonistas, sempre tão brilhantes e hipnotizantes.
Entre comentários despretensiosos regados de ironia e uma falsa sensação de plenitude, ali residia a dor de uma família destruída pela ambição desenfreada. E a 4ª e última temporada é a coroação suprema de anos de desdém, luxo e sagacidade desenfreados. E em uma espiral decadente delirante, vemos o old money ruir, dando espaço para a tecnologia e para o processo natural da sociedade contemporânea – onde monopólios oligarcas perdem espaço para empresários descentralizados, cujos sobrenomes valem bem menos do que seu inato poder aquisitivo.
E Succession se encerra como o ciclo sem fim de Rei Leão, em que o novo inevitavelmente chega para suprir aquele que se foi. E com a ousada decisão de tornar o grande algoz da série na grande vítima da temporada, Armstrong prepara a audiência não para o final que ela tanto esperava – onde a família ganha tudo -, mas sim para aquele final justo, correto e certeiro. Aqui, a ambição tão aplaudida de Logan Roy se transforma no fim do legado de seu sobrenome, enterrado junto de si, em um mausoléu de US $5 milhões. Waystar ainda pode estar nas placas do suntuoso arranha-céu na região mais cara de Nova York, mas tal como sua mortalidade foi posta à prova, assim também acontece com o futuro daquilo que ele criou.
E com decisões vazias, muito dinheiro embolsado, mas nenhum poder a galope, o trio de irmãos Roy vê o legado que jamais construíram sair de suas mãos. Herdeiros de bilhões, mas sem qualquer história heróica que lhes garantiria a tão sonhada validação pública que jamais receberam de seu próprio pai, eles são três sombras mal acabadas de um homem assustadoramente poderoso e influente.
E provando que o clássico versículo bíblico de que os últimos serão os primeiros também é fiel no mundo dos negócios, Succession honra o maior underdog de toda a narrativa, fechando ciclos de maneira impecável e reverente – sempre voltando nossos olhos para as três belíssimas e arrebatadoras temporadas anteriores. Imprevisível em seu final, como o próprio patriarca Logan sempre foi, a original HBO encerra sua jornada nos tirando o fôlego, roubando nossa atenção e nos deixando à deriva com um grande questionamento: Como superar uma das melhores séries das últimas décadas?!
Lançado no Festival de Veneza 2023 em setembro, A Sociedade da Neve resgata uma história ao mesmo tempo chocante e inspirada para uma nova geração. Baseado no acidente aéreo na Cordilheira dos Andes ocorrido 50 anos atrás com passageiro de um voo entre Uruguai e Chile, o longa do cineasta espanhol Juan Antonio Bayona busca sensibilizar os espectadores com exemplos reais de resiliência e união em tempos difíceis.
No último dia 26 de outubro, o CinePOP participou da entrevista coletiva com o diretor e os sobreviventes da tragédia. Durante o bate-papo, J. A. Bayona contou sua inspiração para o projeto, seus obstáculos e sua futura missão no cinema. Conhecido internacionalmente pelo terror O Orfanato(2007) e dramaO Impossível (2012), o cineasta de 48 anos e 1,57 de altura carrega ainda no currículo o recente Jurassic World: Reino Ameaçado(2018) e dois episódios da série O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder(2022).
Juan Antonio Bayona ao lado ator Enzo Vogrincic (à esquerda) e do escritor do livro Pablo Vierci (à direita).
Com distribuição da O2 Filmes, A Sociedade da Neve tem previsão de estreia para o dia 14 de dezembro de 2023 nos cinemas brasileiros. Em seguida, o filme chega à Netflix, em 4 de janeiro de 2024. O longa é o representante da Espanha para a categoria Melhor Filme Estrangeiro no Oscars® 2024 e nomeado a Melhor Filme em Língua Não-Inglesa no Globo de Ouro 2024.
Apesar da tragédia dos Andes ser mundialmente conhecida, J. A. Bayona tinha a sensação de que a história nunca tinha sido realmente (bem) contada. “Descobri o livro [de Pablo Vierci] enquanto pesquisava O Impossível, e imediatamente quis transformá-lo em filme”. O projeto, no entanto, levaria mais de 10 anos para sair do papel.
Ele confessa que o livro foi essencial no processo de composição do seu primeiro fora da Espanha: “O título de O Impossível, por exemplo, me veio quando li uma declaração de Roberto Canessa, um dos sobreviventes dos Andes”, revela. Ambos os filmes contam histórias de tragédias e sobrevivência humana com um grande aporte emocional. “Meus filmes falam sobre a morte para enfatizar a vida”, enfatiza o diretor.
As semelhanças, no entanto, param por aí, já que uma diferença crucial é o tempo de resiliência entre os dois acontecimentos: 72 horas e 72 dias. Para Bayona, A Sociedade da Neve é sobre “vida em um lugar onde a vida não é possível. Os personagens têm que reinventá-lo. Relacionamentos, costumes e vínculos são reinventados”.
Dez anos para filmar em Língua Espanhola
Quando percebeu o nível de produção exigida para concretizar sua visão, eles exploraram várias opções de financiamento e obstáculos até encontrar a Netflix. “É impossível quando você tem um filme que chega a um determinado orçamento filmar em espanhol. Eu levei mais de 10 anos para conseguir produzir esse filme na língua correta, no local correto. Espero que seja mais usual contar histórias na nossa língua”, desabafa Bayona.
Após procurar Netflix porque viram que a plataforma de streaming apostava fortemente em projetos de grandes diretores, o sim veio. “Eu tive que filmar Jurassic World: Reino Ameaçado e O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder para ganhar o direito de dirigir esta história como ela foi planejada ser — na sua língua original, nos locais onde aconteceu — e com a ambição com que abordamos o projeto”.
Ambientação no Local Real da Tragédia
Diferente das outras versões cinematográficas, A Sociedade da Neve é filmada nos mesmos lugares do acidente — o Vale das Lágrimas, na fronteira de Mendoza, na Argentina — e na mesma época do ano, entre outubro e dezembro. De acordo com o diretor, a equipe de produção buscava autenticidade e realismo, portanto, a neve, o vento e o frio tinham que ser reais, mesmo que isso custasse um esforço e uma organização extraordinários.
Como deve ter sido levar todo o equipamento de filmagem para o topo da montanha e adaptar-se à constante mudança do clima lá no alto? “A primeira noite que passei lá foi uma das piores da minha vida. O enjôo da altitude me fez perder a noção do tempo e a dor de cabeça constante era insuportável. Mas vivenciar o frio extremo, a falta de oxigênio e a exaustão constante nos ajudou a entender o que os personagens principais passaram”, compartilha Bayona.
Representação da Masculinidade
Embora o filme represente a cultura de outra época — a América Latina nos anos 1970 —, o diretor espanhol tentou reconstruir uma masculinidade mais acolhedora e sentimental. Para ele, apesar dos papéis masculinos serem definidos pela sociedade e ainda mais de jogadores de uma equipe de rugby, as circunstâncias extremas o obrigam a questionar e romper esses costumes.
“São homens que precisavam aprender a amar e cuidar uns dos outros, tanto física quanto emocionalmente — eles dormem nos braços um do outro, massageiam-se constantemente à noite, eles curam suas feridas”, explica J.A. Bayona.
Ele ainda confessa que estava interessado em representar uma masculinidade distante de atos heróicos ou da ação espetacular, mas de uma essência presente nos corpos, nos gestos e nas pequenas interações entre eles. Desse modo, o trabalho com o elenco durante os ensaios era de formar um vínculo semelhante à sociedade durante a adversidade.
A Polêmica do Canibalismo
Uma das grandes controvérsias em torno do desastre é o modo pelo qual os sobreviventes conseguiram aguentar todas as intempéries e condições inóspitas ao se alimentar dos seus companheiros de voo. “Preservamos a privacidade e a intimidade dos personagens principais. E preferimos evocar emoções em vez de mostrar imagens explícitas. Imagens gráficas distraíam”, elucida o diretor.
Dessa maneira, o canibalismo não é evocado como algo tão chocante quanto a ideia já nos permite imaginar. Nenhuma cena é montada com sangue e os pequenos pedaços de carne são um símbolo de força para continuar em frente, lutando, apesar de tudo. Nas palavras do cineasta, “para eles [os sobreviventes] comer carne humana tornou-se uma ocorrência cotidiano, no entanto, é impossível transformar algo tão sinistro em algo trivial em apenas duas horas de filme”.
ADisneydivulgou uma versão estendida da cena de luta com Rey e Kylo em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’. A nova versãoestará presente no Blu-Ray do filme, que será lançado em 13 de março.
Veja também algumas novas imagens que mostram cenas deletadas do filme:
Veja também um novo vídeo dos bastidores mostrando a transformação de Andy Serkis no Supremo Líder Snoke:
Lançado em 2019, Dumbo foi mais um filme da leva de adaptações de animações clássicas da Disney para Live Action. Feito com um orçamento de aproximadamente 170 milhões de dólares, o longa arrecadou pouco mais de US$ 353 milhões e não foi bem nas críticas. Isso porque ele gerou uma grande expectativa no público por ter anunciado a direção do icônico Tim Burton, que trouxe de volta alguns de seus atores favoritos para trabalhar no filme, como Danny DeVito, Eva Green e Michael Keaton.
Infelizmente, o filme não correspondeu às expectativas e acabou contribuindo para a má fama das adaptações da Disney. Ainda assim, os bastidores foram cheios de curiosidades. Por isso, separamos 10 pontos que você talvez não saiba sobre eles. Confira!
Mudança
A ideia original da produção era fazer uma versão hiper-realista doDumbo, fazendo dele um elefantinho idêntico ao da vida real, mas com as orelhonas, ao melhor estiloO Rei Leão (2019). Só que a direção entendeu que não estava funcionando e alterou o visual para uma versão mais estilizada para deixar o elefantinho mais expressivo.
Modelos
Para dar veracidade ao Dumbo, a produção usou dois modelos de elefantinhos nos sets, para passar uma ideia ao time de animação sobre a influência da luz e das sombras no animal, além de colocar um ator em cena com traje de captura de movimentos para dar um referencial de movimentação para o CGI.
Nada de externa
Apesar de ter cenas na natureza, em trens e em circos, nenhuma cena do filme foi gravada em locações externas. Sim, Dumbo foi completamente gravado em estúdio. Mas isso não significa que as coisas foram 100% digitais. A produção construiu um trenzinho da animação e o utilizou como modelo para a personalização mais sombria de Tim Burtonfeita com CGI para a versão final do longa. Essa estética sombria do diretor foi potencializada pela época em que o filme se passa (1919). Como o mundo vivia o fim da Primeira Guerra Mundial, toda a estética é inspirada no clima depressivo do pós-guerra.
Boca suja
O elenco se reuniu nos sets e resolveu colocar um pote do palavrão para que toda vez que um ator ou membro da produção xingasse ou falasse palavrões, teria que colocar dinheiro no tal pote. Ao fim das filmagens, o ator Colin Farrell foi o que mais perdeu dinheiro. No entanto, foi por uma boa causa, porque o montante foi todo doado para instituições de caridade.
Medo
Para as cenas do circo, a produção optou por não contratar atores, mas autênticos artistas de circo, trazendo veracidade para as cenas. Porém, a exceção foi a atriz Eva Green, que interpreta uma trapezista. Ela revelou que morria de medo de altura, mas conseguiu superá-lo para fazer suas cenas mirabolantes. Para isso, contou com a ajuda e o treinamento do coordenador de dublês.
Profissional
Por ter trabalhado anteriormente com filmes em que interagia com cavalos, o ator Colin Farrell sabia exatamente como manejá-los e fazer cenas sem dublês enquanto montava nos animais. Sua habilidade com os bichos impressionou a produção e os coordenadores de dublês. Além disso, ele tomou a iniciativa de checar a condição e o bem-estar dos cavalos, evitando cenas que pudessem colocar em risco ou estressar os animais.
Dos ringues para as telas
Uma das participações mais legais do filme é a do lendário apresentador de boxe norte-americano, Michael Buffer. Imortalizado na história do esporte pelo bordão “Let’s Get Ready to Rumbleee!”, ele interpretou o mestre de picadeiro que apresenta o Dumbo para o público com o bordão “Let’s Get Ready to Dumbooo!”.
Queridinho
Com Dumbo, o ator Danny DeVito chegou a sua quarta parceria com o diretor Tim Burton. Eles trabalharam juntos em Batman: O Retorno, Marte Ataca! e Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas. Sendo que o único filme em que seu personagem não teve relação com a vida no circo foi Marte Ataca!, comédia politicamente incorreta sobre alienígenas. Então, quando ligou para Danny, Burton brincou o convidando para concluir sua “trilogia circense”.
Alteração
Quando anunciaram que Tim Burton dirigiria o live action de Dumbo, o público começou a nutrir fortes expectativas para a cena dos elefantes cor-de-rosa. Responsável por traumatizar dezenas de gerações diferentes, esse momento trazia o pequeno Dumbo delirando após um porre alcoólico. No entanto, por ser uma cena muito pesada, ela foi substituída por uma sequência no circo, em que os artistas criam elefantes com bolhas de sabão, assustando o elefantinho.
Inicialmente, Tim Burton queria contar com Christopher Walken, Will Smithe Tom Hanks no filme. Porém, Walken já havia feito o orangotango Rei Louie, em Mogli: O Menino Lobo (2016). Já Will Smith e Tom Hanks tiveram de recusar o convite por conflito de agenda. Mas isso não os impediu de participarem depois de outros projetos de adaptações de animações da Disney em Live Action. Smith deu vida ao Gênio da Lâmpada em Aladdin (2019) e Hanks foi o Gepeto no infame Pinóquio (2022).
A gente não cansa de dizer que os anos 1980 e 1990 foram muito doidos. E foram mesmo! A televisão brasileira, por exemplo, é uma prova viva disso que estamos falando. Quanto mais o tempo passa e a gente olha para trás, mais a gente se depara com os absurdos que eram exibidos em tv aberta para qualquer pessoa assistir, em qualquer horário, sem muito critério ou responsabilidade. Isso vale para todas os canais de televisão que tínhamos na época! E a história de um dos principais canais brasileiros começou recentemente a ser contada na primeira temporada da série ‘O Rei da TV’, cuja segunda temporada chega com exclusividade a partir de hoje na Star Plus, contando um pouquinho mais da história da SBT e de seu dono, o apresentador Silvio Santos.
Após superar o medo de perder a voz para sempre e se submeter a uma cirurgia de pólipo na garganta Silvio Santos (José Rubens Chachá) está de volta ao Brasil, firme e forte e cheio de projetos. Com o SBT crescendo e com Gugu Liberato (Paulo Nigro) na geladeira, esperando para sempre para estrear seu programa Domingo Legal, Silvio Santos mantém seu reinado aos domingos com participações especiais de Elke Maravilha, Hebe Camargo, Sérgio Mallandro (Gui Santana), Pedro de Lara (Ary França), Chacrinha e tantos outros ícones da TV brasileira. Apesar disso, o senhor Abravanel começa a cultivar novas ambições e querer alçar novos voos, afinal, uma popularidade tão grande poderia resultar em uma boa candidatura à presidência da república… A questão é que sua vontade de governar o país talvez entre em conflito com a gerência de suas empresas no Grupo SBT, pois nem todo mundo partilha da mesma opinião sobre o futuro do SBT.
Para quem amou a primeira temporada que chegou com tudo, esta segunda parte está simplesmente fenomenal! Parte disso se deve ao fato de o roteiro de André Barcinski, Ricardo Grynszpan, Anna Carolina Francisco, Henrique Melhado e Marcela Macedo fazer uma passagem de tempo e se aproximar mais da virada das décadas de 1980 e 1990, que é o período em que o público consumidor de streaming viveu, assistindo tudo de nossas casas. É simplesmente pura nostalgia ver (ou rever) a participação de personagens especiais que fizeram parte do imaginário popular durante décadas e que agora são resgatados para a série, como os acima mencionados, deixando um sabor gostoso de lembrança de bons tempos, como o grupo de boy band Dominó ou as novelas mexicanas e suas estrelas que vieram fazer intercâmbio aqui no Brasil.
Se na primeira temporada conhecemos o homem por trás do apresentador de auditório, nessa segunda temporada Silvio Santos se aproxima mais do símbolo que todos nós conhecemos; consequentemente a nova parte de ‘O Rei da TV’ chega totalmente maratona do pois é simplesmente bem difícil parar de assistir. O trabalho de pesquisa e de reconstrução de arte sobre esta época – desde o figurino, os cabelos e até mesmo o consumo excessivo de refrigerante – nos transporta a um período épico da cultura pop, época em que as crianças, que hoje são adultas, passaram suas infâncias assistindo a estes personagens na televisão, com seus defeitos e qualidades ao vivo.
As duas temporadas de ‘O Rei da TV’ são impecáveis, sendo este lançamento ainda melhor do que a temporada anterior. Um convite para resgatar memórias e conhecer a época de ouro da televisão brasileira, com direito a visita aos bastidores e muita intriga.
Imediatamente depois de seu último episódio em ‘The Walking Dead’, a AMC anunciou uma série de filmes que seriam focados no personagem de Andrew Lincoln, Rick Grimes, que entraria em produção muito breve. Porém, desde então, a emissora permaneceu silencioso em relação ao spin-off, mas alguns detalhes foram revelados pelo site Heroic Hollywood.
Deade que Rick Grimes saiu da série, foi anunciado que uma trilogia de filmes seria realizada como forma de manter o personagem vivo. Os longas ganharam previsão de estreia ao longo dos anos, ainda que datas exatas não tenham sido divulgadas.
O que se sabe é tristemente limitado. Porém, sabe-se que Rick Grimes irá tentar voltar para sua família na nova jornada. À medida que o tempo passa, é possível que a narrativa mude também, porém acredita-se que os derivados irão se passar no noroeste dos Estados Unidos.
Atualmente, não se sabe quem irá se juntar a Lincoln no elenco, afinal, nenhum dos personagens coadjuvantes de ‘The Walking Dead’ assinou para colaborar no projeto.
A animação ‘Frozen 2’ ganhou mais um teaser oficial, dessa vez revelando um pequeno trecho de “Into the Unknown”, nova música original do longa-metragem.
Confira:
Além disso, a Disney divulgou a tracklist oficial do filme, que você confere abaixo:
10. “All is Found” – cantada por Kacey Musgraves (créditos finais)
11. “Lost in the Woods” – cantada por Weezer (créditos finais)
Em uma recente entrevista ao site The Hollywood Reporter, Idina Menzel aproveitou o hype para revelar alguns detalhes sobre a trama – e sobre as novas músicas do longa-metragem.
Acerca da narrativa, Menzel comentou que “Elsa tem um chamado” e que a próxima aventura irá desvendar alguns segredos de seu passado.
Ela ouve essa voz que a chama para o desconhecido. E é uma espécie de jornada para desvendar seu passado, mas principalmente para que ela compreenda quem ela é e por que ela tem aqueles poderes, e qual é o seu objetivo no mundo.
Logo depois, foi questionada sobre as canções originais da obra e se alguma delas será a nova “Let It Go”:
[Temos] “Into the Unknown” e então outra música chamada “Show Yourself”, que é bastante espetacular. Todos me perguntando se é a próxima “Let It Go”. É difícil. Tudo o que sei é que essa música realmente me comoveu quando eu a ouvi, e me comoveu ainda mais quando estava interpretando.
Menzel retorna como a Rainha Elsa, enquanto Kristen Bell reprisa seu papel como Anna.
‘Frozen 2’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de janeiro de 2020.
Baseado no romance infantil Lois Lowry, a história gira em torno das crianças Willoughby, que arquitetam um plano para mandarem seus egoístas pais de férias. Dessa forma, elas embarcam numa aventura para encontrar o verdadeiro significado de família.
Em entrevista ao Collider, a atriz Dakota Fanning foi questionada sobre quais foram os desafios de interpretar Sara Howard, a primeira detetive de Nova York, na série ‘The Alienist’ – e como a personagem é diferente de tantas outras que ela já viveu.
“Estou interpretando alguém que viveu há muito tempo, então há os desafios óbvios do figurino, por exemplo, e a restrição do corpete e as camadas de roupas. Algo que sempre estávamos procurando para o equilíbrio de Sara era o que ela iria vestir em qual ocasião, e queríamos que ela fosse levada a sério, mas ainda assim ser uma mulher jovem. Algo que aprendi na 1ª temporada, e mais na 2ª, é que suas roupas se tornam sua armadura para enfrentar o mundo”.
A trama mostra o Doutor Laszlo Kreizler em busca de um novo criminoso. Dessa vez, Laszlo e seus ajudantes precisam descobrir o paradeiro da filha de um famoso diplomata espanhol. Para piorar a situação, os Estados Unidos e a Espanha estão à beira de uma guerra.
‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’ chega em breve ao catálogo da Netflix e, agora, as primeiras reações ao filme despontaram nas redes sociais, prometendo uma narrativa divertida e bastante violenta.
Confira:
É violento, sangrento e repleto de ideias mirabolantes. Por incrível que pareça, o Tigre Zumbi é a coisa menos insana do filme. Porém, é um filme de ação e não terror. Os zumbis são inteligentes. E a trilha sonora é a cereja do bolo. Você vai ficar até cansado de TANTA ação….
Army of The Dead is a violent, gory, and bloody blast. Zack Snyder’s latest is a ridiculously fun and over the top genre bending zombie film. While the entire cast is great, Matthias Schweighöfer steals every scene. Oh, and the opening credits are absolutely epic. #ArmyoftheDeadpic.twitter.com/6Seg3l1AFG
“O filme é violento e sangrento. A entrada mais recente [do diretor] Zack Snyder é ridiculamente divertido e um filme do gênero bastante exagerado. Enquanto todo o elenco está incrível, é Matthias Schweighöfer quem rouba cada cena”.
#ArmyOfTheDead is bloody fun! Has great zombie action, character banter & killer music. Also, quite funny. Loved the world created by @ZackSnyder & that every character has a moment to shine. His style matches perfectly with the zombie genre. Opening credits are 🔥#ZombieVersepic.twitter.com/vhbaKjX8KV
“Tenho certeza de que Zack Snyder deu as caras à tapa na Warner Bros. e fez seu próprio filme do ‘Esquadrão Suicida’, mas com zumbis. Quem diria”.
I found myself wanting more from #ArmyOfTheDead overall. It’s well cast and often funny. But despite blending the heist/zombie genres, there’s not much newness added to either. One or two fresh setpieces amid familiar blood n gore, but outside of that, you’ve seen it more or less pic.twitter.com/u4Bd0Ra5Ap
“Tem um ótimo elenco e é baastante divertido. Entretanto, apesar de misturar gêneros, não há muita novidade para qualquer um dos dois. Uma ou duas construções são originais, mas, fora isso, você já deve ter visto o filme”.
O longa será lançado na plataforma no dia 21 de maio, com classificação etária para maiores de 18 anos.
Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.
Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.
A Netflix divulgou hoje (04) um novo clipe oficial de ‘Maya e os 3 Guerreiros’ (‘Maya y los Tres’), sua próxima minissérie animada mexicana.
No vídeo, Maya e Rico ficam cara a cara com Cabrakan, o esquentado Deus dos Terremotos, e sua esposa Cipactli, a poderosa Deusa dos Jacarés.
Confira:
Lembrando que a produção tem estreia agendada para o dia 22 de outubro na plataforma de streaming.
A produção foi escrita e dirigida por Jorge R. Gutiérrez, mesmo nome por trás do aclamado ‘Festa no Céu’.
Em um mundo mítico, onde a magia é real e quatro reinos governam, vive uma princesa guerreira, corajosa e rebelde chamada Maya. Ela embarca em uma aventura fantástica para cumprir uma antiga profecia, mas será que vai conseguir derrotar os deuses e salvar a humanidade?
‘Liga da Justiça’ pode ter sido barrado nas categorias populares do Oscar 2022, mas isso não significa que o diretor Zack Snyder vai desistir de ser indicado na maior premiação do ano.
Através de sua conta na rede social Vero, Snyder lançou uma campanha para que os fãs votem no recente ‘Army of the Dead’, da Netflix, para ser nomeado à categoria de Filme Favorito dos Fãs e Melhor Cena do Ano.
Confira:
A cerimônia do Oscar ocorre no dia 27 de março.
Relembre a sinopse do filme:
Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.
A WoW divulgou um novo vídeo promocional da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, mostrando o icônico lip-sync do 10º episódio.
Na prévia, Jinkx Monsoon e Trinity the Tuck, que foram selecionadas como as duas vencedoras do desafio, batalham ao som de “Kings & Queens”, de Ava Max, disputando pelo prêmio de US$10 mil. Diferente dos outros episódios, a vencedora não terá o poder de bloquear uma das outras competidoras.
A trama se aprofunda em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.
Em uma das últimas vezes que Florence Welch visitava Nova York a passeio, mal sabia ela que o passeio que lhe rendeu a triste e controversa tatuagem Always Lonely lhe renderia uma epifania criativa que serviria como inspiração para seu quarto álbum de estúdio, ‘High as Hope’. Partindo de um pequeno poema que escrevera à sua amiga, Polly, o título emprestado na verdade também pode ser encarado como uma dúbia mensagem tanto para a carreira da cantora quanto de sua crescente fan base. Afinal, o disco não funciona apenas como uma ode melancólica de esperança, mas também delineia os caminhos tortuosos do amadurecimento e da vida adulta, incluindo o enfrentamento de fantasmas passados – de modo muito mais profundo que podemos imaginar.
Não é nenhuma surpresa que o nome Florence + the Machine tenha se tornado conhecido no meio indie com força descomunal, conquistando um cenário já saturado com investidas complicadas e não tão bem aceitas. Felizmente, a banda, construída das formas mais não ortodoxas possíveis, consegue inovar e renovar seu estilo ao fazer do melhor uma mistura aplaudível de vários gêneros, passando pelo conhecido rock e mergulhando no folk e no soul com naturalidade e graça. Tanto é que, ao longo das poucas dez faixas, Welch entrega-se a diversos monólogos acerca de seus problemas passados, distúrbios psicológicos, reabilitações emocionais – temas que são explorados com um toque único e mágico, próprio da artista. Neste álbum, narrativas cruéis são transformadas em uma jornada transcendental, arquitetadas com melodias suaves e quase épicas, por assim dizer – buscando referências até de seus trabalhos anteriores.
“June”, música que abre esse escopo, é uma história romântica que brinca com as construções tonais e modais de uma composição entre o rústico violão que logo dá lugar para um bem-vindo piano, à medida em que a superficialidade atmosférica se torna mais profunda, transformando-se no reencontro entre duas almas perdidas numa chuvosa Chicago. Acostume-se a ver tais cenários pintados em ‘High as Hope’: o bucolismo excessivo parece ser marca registrada de Florence, e também é trazida em outras investidas como “South London Forever” e, de modo mais sutil, “Big God”, que nos transporta diretamente para uma época remota movida pela fé e pela esperança. A presença de um quase invisível synthpop, com suas explosões eletrônicas contidas, consegue harmonizar quase completamente com a potente voz da cantora e seus falsetes on point – afinal, sua tecedura em mezzo-soprano lírico não poderia ser desperdiçada.
O primeiro ápice do conjunto emerge em “Hunger”, que inclusive ganhou sua versão em videoclipe. Welch começa com sua cantoria falada, discorrendo sobre o amor ter a mesma sensação que um vazio compulsório – motivo dela ter começado a passar fome por pura e espontânea. Entretanto, esse simbolismo não deve ser encarado de modo muito burlesco, visto que se refere à dificuldade enfrentada pela cantora durante seus transtornos alimentares (principalmente anorexia) e como tudo aquilo afetou seu cotidiano. Sem sombra de dúvida, abrir-se em relação a um assunto tão complicado e ainda visto como tabu na sociedade em que vivemos é uma jogada muito corajosa – ainda mais construindo-se de modo paradoxalmente clássico e moderno. Até mesmo o pre-chorus repetitivo entra como um respaldo crescente para a estrofe principal, de forma proposital e representando um ciclo difícil de ser quebrado sem ajuda.
Talvez um dos pequenos problemas trazidos pelo álbum é o jeito que certas faixas se desenrolam. Toda a ambience nos coloca em uma progressão de emoções que precisaria encontrar um ápice tão digno quanto o que nos promete; entretanto, essa necessidade parece encontrar uma barreira que, mesmo intencional, deixa-nos querendo mais, sedentos por uma conclusão mais definitiva e catártica. Em “Sky Full of Songs”, mesmo com a beleza de sua letra e com Welch mostrando suas habilidades vocais em uma crueza visceral, o chorus mantém-se linear, com poucos indícios de que será mais explorado. Não tiro mérito da faixa em si, só deixo um descontentamento inocente de que esse potencial poderia ser levado muito mais adiante.
O que é engraçado, pois “Grace”, que também mergulha numa delineação similar, mantém-se unidimensional até explodir sem aviso prévio quando as estrofes principais chegam. Em outras palavras, posso dizer que uma investida sem intenções de se tornar-se grandiosa funcionou melhor que uma escolha comercial – e Florence trabalha muito bem com seu vibrato em diversos pontos, rendendo-se a uma narrativa de crença que beira o trágico, mas que logo se volta para um significado interessante da vertente coming-of-age.
A campesina suavidade do folk desaparece conforme chegamos em duas faixas específicas do CD. Em “Patricia” e “100 Years”, as investidas da cantora voltam na exploração de seus falsetes, amalgamados a notas que mostram suas referências instantaneamente conhecidas das décadas de 1970 e 1980 – conseguimos até mesmo ouvir certos momentos que emulam a vertente mais visceral de Bonnie Tyler e Cindy Lauper, sempre repaginadas com a presença indecifrável da lead singer. Tais músicas trazem um respaldo do rocksuave misturado a um indie pop que traça um caminho soberbo e irreverente, renegando as construções clássicas do escopo musical atual – odes a um amadurecimento como nenhum outro.
E justo quando nós pensávamos entender o que Florence Welch pretendia ao nos entregar à sua nova obra, ela retorna em um baque melodramático com suas duas últimas tracks. Em “The End of Love”, voltamos a mergulhar nas viagens sinestésicas da cantora, acompanhando-a para a tristeza de um dia de verão de Nova York – no que podemos encarar como uma de suas melhores baladas em muito tempo, seja pela entrega vocal, seja pela letra minuciosamente escrita. E, em mais um de seus ápices, o hino da compreensão da vida adulta insurgem em “No Choir”, uma apatia proposital que quebra as ilusões que temos quando mais jovens e que preza pela máxima do carpe diem.
‘High as Hope’ tem seus problemas estruturais, mas sem sombra de dúvida é um marco muito bem-vindo na discografia da banda. E o mais incrível talvez seja a incessante busca pelo novo e pelo original, contrariando a permanência compulsória de grupos do mesmo gênero em uma zona de conforto que já se mostrou limitada e desgastada.
O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming no último dia 27 de outubro.
Relembre o trailer:
Nas redes sociais, os fãs de Carla Diaz, que reprisa seu papel como Suzane von Richthofen, já estão ansiosos para revê-la no papel e estão rendendo elogios à sua performance.
Confira e compare uma nova imagem oficial, que traz a protagonista no enterro dos pais:
“Atendendo ao pedido do público, teremos o terceiro filme sobre o caso Richthofen, conhecendo os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos. Fique atento às novidades!”, postou o ator Leo Bittencourt.
Confira mais fotos:
Suzane eDaniel Cravinhos foram condenados a 39 anos de prisão em regime fechado, enquanto CristianCravinhos foi sentenciado a 38 anos de reclusão.
Mas o que aconteceu entre o período do assassinato dos pais de Suzane e seu julgamento? A ideia é justamente abordar a lacuna de quatro anos entre o crime ocorrido em 2002 e o julgamento dos envolvidos, em 2006.
Lembrando que os roteiros dos filme têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação do trio. Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha os assassinos.
Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.
Daniel está livre desde 2018 quando sua equipe de defesa conseguiu lhe garantir uma progressão para o regime aberto. Cristian foi solto em 2017, mas acabou voltando à prisão de Tremembé no ano seguinte por envolvimento em uma tentativa de suborno a policiais.
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