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Liam Payne: Garçom admite uso de cocaína com Liam Payne, mas nega envolvimento com tráfico

Braian Paiz, garçom do hotel CasaSur Palermo, na Argentina, onde Liam Payne estava hospedado no dia de sua morte, pode ser indicado como responsável pela morte do cantor.

Segundo o TMZ, Braian Paiz admitiu que usou cocaína com Liam, mas afirmou que não recebeu pagamento e não é traficante de drogas.

Paiz revelou que festejou com Liam no quarto do cantor em Buenos Aires, e que eles beberam uísque e usaram a cocaína que ele trouxe para o hotel. Ele afirmou que isso aconteceu em duas ocasiões, sendo a segunda apenas dois dias antes da queda fatal de Liam da varanda do hotel.

Paiz disse que viu drogas espalhadas por todo o ambiente, junto com a caixa de sabonete Dove e o papel alumínio, itens amplamente vistos nas fotos tiradas após a morte de Liam.

Ele ainda afirmou que nunca aceitou dinheiro do cantor e chegou a recusar o relógio Rolex que o cantor lhe ofereceu como pagamento.

Paiz é um dos cinco homens que os promotores estão investigando em relação à morte de Liam.

Além dos dois funcionários do hotel, outras três pessoas estão sendo investigadas: um trabalhador do hotel, o amigo de Payne acusado de abandono e um suposto traficante de drogas.

Homem cantando em show com microfone na mão

A investigação liderada pelo promotor Andrés Esteban Madrea revelou a existência de “conduta ilícita” em relação à morte do cantor. A declaração oficial indicou que “três pessoas foram acusadas pelos crimes de abandono de pessoa seguida de morte, fornecimento e facilitação de narcóticos”.

“Desde o início da investigação e em poucos dias, medidas e ações meticulosas e exaustivas foram tomadas para esclarecer as circunstâncias que envolvem a morte do artista”, afirmo a declaração oficial.

“Como resultado das provas reunidas e após a análise dos diversos corpos de provas e dos numerosos anexos documentais e do histórico do caso, a promotora Andrea Madrea acusou formalmente três pessoas, solicitando sua denúncia e detenção em um relatório de 180 páginas apresentado na última sexta-feira ao juiz Bruniard”, afirmou a promotoria.

De acordo com os promotores, um dos acusados, que acompanhava Liam diariamente durante sua estadia em Buenos Aires, foi acusado de abandono de incapaz seguido de morte. Esse indivíduo também foi acusado de fornecer e facilitar o fornecimento de narcóticos.

O segundo réu, um funcionário do hotel, é acusado de fornecer cocaína a Liam Payne durante sua estadia no local. O terceiro acusado também foi responsabilizado por fornecer narcóticos ao cantor pop.

Como parte da investigação, a polícia apreendeu nove celulares, três computadores, dois discos rígidos e um pote de maconha. Além disso, as autoridades realizaram buscas em nove locais, sendo que oito estão relacionados aos três acusados.

O nono local é o quarto alugado por uma das duas mulheres que, segundo relatos, estiveram com Payne algumas horas antes de sua morte.

Segundo informações do The Guardian, Liam Payne faleceu devido a múltiplos traumas e sangramentos internos e externos provocados por uma queda de uma sacada no terceiro andar de um hotel em Buenos Aires.

A autópsia confirmou que as lesões na cabeça do pop star foram suficientes para resultar em sua morte.

As investigações também indicaram que ele estava sozinho no momento da queda. Cinco testemunhas foram ouvidas, e substâncias apreendidas em seu quarto sugeriram o consumo de álcool e drogas.

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O paramédico que atendeu o artista compartilhou detalhes sobre como ele foi encontrado após a queda do terceiro andar. Em uma entrevista ao La Nación, o paramédico Alberto Crescenti explicou o ocorrido.

“Quando os oficiais chegaram, o responsável do hotel informou que ouviu um forte barulho na parte interna traseira do estabelecimento e constatou a morte de um homem que havia se jogado da varanda do seu quarto”, constou no boletim policial.

Após a chegada da equipe médica, o artista foi identificado por meio de seu passaporte como Liam Payne. “Até que não tivéssemos o passaporte com seus dados precisos, não queríamos divulgar nenhuma informação”, admitiu Crescenti.

“Gostaríamos de ter tido uma chance para ele, mas as lesões que ele apresentava eram gravíssimas”, lamentou. “Acredito que a queda foi de quase 14 metros. A equipe não pôde fazer nada; não houve possibilidade de reanimação. Todo o corpo apresentava lesões severas”, acrescentou o especialista.

“Depois, soubemos que ele era o cantor de um grupo musical”, indicou Crescenti.

Em junho de 2021, ele lutou contra o vício em álcool e medicamentos prescritos em um momento, e as coisas ficaram tão ruins que ele teve pensamentos suicidas “graves”.

Homem sorrindo em foto em preto e branco.
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‘The Office’: Rainn Wilson afirma que “houve um certo caos” na série após a saída de Steve Carell

Rainn Wilson, conhecido por seu papel como Dwight Schrute em The Office, falou recentemente sobre as dificuldades e o desafio para o elenco e a produção continuarem a série após a perda de seu protagonista, Steve Carell, em 2011.

“Quando o Steve saiu, houve um certo caos ao tentar entender o tom da série, quem seria o novo protagonista e como contaríamos as histórias sem, sabe, o motor cômico do programa, que era o Michael Scott, e sem um dos maiores atores cômicos da história americana no centro da nossa série. Isso foi uma luta também”, explicou Wilson à Variety.

Quando questionado sobre sua reação ao saber da saída de Carell, Wilson afirmou: “A gente já sabia há muito tempo que isso ia acontecer”.

Wilson também mencionou que Carell já possuía uma promissora carreira nas telonas enquanto ainda gravava a série.

“Ele estava fazendo filmes como ‘O Incrível Mágico Burt Wonderstone’ e essas grandes comédias. Estou esquecendo o nome de todas, mas teve ‘Agente 86’ (Get Smart), sabe? Filmes que estreavam em 2.000 salas de cinema ao mesmo tempo”, disse Wilson. “Então, é claro que ele ia sair de ‘The Office’ quando tivesse a chance!”.

A série continuou por mais duas temporadas sem Carell antes de chegar ao fim em 2013, ano em que o ator fez uma aparição surpresa no episódio final.

The Office’ está disponível no Mercado Play.

‘Enrolados’: Ator de ‘Zombies’ surge como favorito para viver Flynn Rider no live-action

O aguardado live-action de Enrolados segue em ritmo acelerado na Disney. Após um período de incertezas, o projeto foi retomado com força total, e novidades sobre o elenco principal começaram a surgir após testes realizados recentemente em Londres.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o estúdio busca um ator que equilibre o carisma do ladrão fora da lei com habilidades vocais, para interpretar Flynn Rider, já que o filme manterá o aspecto musical. Os nomes que realizaram testes foram:

McKenna Grace é apontada como favorita para viver Rapunzel no live-action de ‘Enrolados’, diz rumor

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Michael Gracey, de ‘O Rei do Show‘, segue confirmado na direção.

Jennifer Kaytin Robinson (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) assina o roteiro da nova versão.

‘Enrolados’: Ator brinca sobre ter sido “culpado” pelo cancelamento do remake live-action

Lançada em 2010, a animação original de ‘Enrolados‘ foi um grande sucesso de crítica e público.

O filme, que conta a história da princesa Rapunzel e do foragido Flynn Rider, arrecadou mais de US$ 591 milhões mundialmente. O legado da produção inclui a canção indicada ao Oscar “When Will My Life Begin”, o curta-metragem ‘Enrolados Para Sempre‘ (2012) e a série animada ‘As Aventuras de Rapunzel‘ (2017).

Após fracasso global de ‘Branca de Neve’, Disney suspende a produção do live-action ‘Enrolados’

‘Rivals’: Disney+ RENOVA série de sucesso para a 3ª temporada!

A série Rivals, fenômeno de público estrelado por David Tennant, Aidan Turner e Danny Dyer, foi oficialmente renovada para a sua terceira temporada.

De acordo com o Deadline, o Disney+ encomendou um novo ano com 12 episódios. A decisão consolida a série como a maior produção original europeia do serviço de streaming, impulsionada por excelentes índices de audiência e críticas muito positivas.

Um detalhe chama a atenção: a terceira temporada foi confirmada antes mesmo da exibição dos episódios finais do segundo ano. Os últimos seis capítulos da segunda temporada chegam ao streaming em novembro.

O Disney+ já divulgou a sinopse oficial da terceira temporada, prometendo ainda mais tensões nos bastidores do poder: “À medida que a poeira baixa após as revelações escandalosas da segunda temporada, veremos as apostas se tornarem ainda maiores e as alianças mais frágeis, com nada permanecendo enterrado por muito tempo. Novos romances florescem, antigas paixões são reacendidas e segredos chocantes serão revelados nesta terceira temporada, que levará as rivalidades favoritas do público a um novo nível. Em um mundo de poder, paixão e traição, todos têm algo a perder”.

Lee Mason, vice-presidente de produções roteirizadas do Disney+ para a região EMEA (Europa, Oriente Médio e África), celebrou o futuro da produção:

“A resposta fenomenal a Rivals é um reflexo do universo ousado, irreverente e extremamente divertido criado por Dame Jilly Cooper, nosso elenco, equipe criativa e parceiros de produção da Happy Prince. Estamos muito felizes em trazer ao público uma terceira temporada no Disney+/Hulu. Esperem mais ambição, mais romance, mais rivalidades e, claro, mais escândalos quando retornarmos a Rutshire para mais um capítulo irresistível”, afirmou.

Rivals’ está disponível no Disney+

A série foi escrita por Dominic Treadwell-CollinsLaura Wade, com direção de Elliot Hegarty.

Tendo como pano de fundo as elites sociais sedentas por poder, Rivalsmergulha de cabeça no mundo implacável da televisão independente em 1986, onde os penteados são grandes e as ambições são ainda maiores. Os negócios são feitos nas salas de reuniões e também nos quartos. Ninguém pode ter certeza de quem sairá vencedor. Com cada homem e mulher pensando apenas em si mesmos, o amor verdadeiro pode realmente florescer?

A produção é baseada no romance homônimo de Jilly Cooper e também traz Aidan Turner, Katherine Parkinson, Lisa McGrillis, Alex Hassell, Emily Atack e Danny Dyer no elenco.

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Crítica | Marighella: Sem censura, Wagner Moura discute patriotismo com filme poderoso e necessário

Modernizar o passado é uma evolução musical. O medo dá origem ao mal. O homem coletivo sente a necessidade de lutar. São demônios, os que destroem o poder bravio da humanidade.

Obviamente, não é por acaso que ‘Monólogo ao Pé do Ouvido’, da banda pernambucana Nação Zumbi, faça parte da abertura de Marighella. O segmento aí citado reúne apenas alguns trechos do poderoso manifesto escrito pelo lendário músico Chico Science, que, na metade da década de 1990, tocou em muitas feridas abertas e discutiu, de forma clara e intensa, a situação sociopolítica da sua cidade, Recife (na época, a quarta pior do mundo), e, consequentemente, da nação brasileira como um todo. Sobretudo quando, brilhantemente, cravou que o banditismo iria além da maldade e se encaixava bem na luta das classes e por assim seus efeitos colaterais, sintetizando o extremo disso tudo na chocante declaração: “quem era inocente, hoje, virou bandido para comer um pedaço de pão”. Em suma, fica claro que a narrativa que veremos a seguir está inserida na velha máxima de que situações extremas exigem medidas extremas.

Assumidamente político e construído sob a perspectiva lúcida de quem viveu os momentos mais obscuros e cruéis da Ditadura Militar no Brasil, Marighella, dirigido e roteirizado por Wagner Moura (Tropa de Elite e Narcos), também faz questão de expor a personalidade sem filtro das principais figuras abordadas, que protagonizam essa história de luta e resistência. O filme, que adapta a biografia literária Marighella – O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo, de Mário Magalhães, finalmente chega aos cinemas após ter sua estreia adiada várias vezes. Com algumas destas situações sendo correlacionadas a quem está por trás do meio burocrático da nossa cultura, segundo o próprio Wagner Moura, que, sem nenhum receio, se diz orgulhoso em fazer parte de um enfrentamento natural que vem sendo travado pela classe artística, em sua maioria contra o atual governo.

À primeira vista, Marighella pode parecer um filme demasiadamente extenso pelas suas quase três horas de duração, mas, por tratar-se de uma história que precisa, necessariamente, ser mais detalhada, é compreensível que Moura tenha optado por explorar, de maneira odisseica, os principais eventos daquele recorte brutal. São lembranças tristes e igualmente heroicas, que precisam ser revisitadas, especialmente quando sabemos que, ainda hoje, existem alguns desavisados que lembram com saudades daquelas torturas e dos incontáveis sumiços de pessoas que apenas discordavam das ideias ditatoriais de quem comandava o país – torçamos pra que isso não seja uma previsão.

De modo que não é gratuita, muito menos histriônica, a performance de Bruno Gagliasso como o algoz Lúcio, que faz aqui às vezes de Sérgio Fleury, a figura mais sádica e terrível da Ditadura Militar. Fleury comandou horríveis sessões de torturas, comparadas aos experimentos nazistas da Segunda Guerra, já que, geralmente, os seus interrogados não suportavam tais práticas e iam a óbito – isso quando ele mesmo não dava cabo do prisioneiro e, gargalhando, logo após a execução, soltava barbaridades como: “lá se vai mais um patriota”. O que é cíclico e curioso, já que grande parte desses ditadores, que usam para si o patriotismo de maneira latente, não passam de lobos em pele de cordeiro. E o Lúcio de Gagliasso é basicamente assim, está sempre à procura da sua próxima presa, e, mesmo trabalhando para os americanos como um cão de guarda adestrado, acha que é lobo.

Ainda mais acertada é a linha de atuação adotada por Seu Jorge, que vai a emoções extremas no papel do próprio Marighella, conseguindo convencer e manter o personagem crível até nos andamentos que poderia se entregar ao overacting. Wagner Moura se arrisca, diversas vezes, ao quebrar a quarta parede, sobretudo numa cena em que Marighella olha para a câmera e dispara: “A gente não vai parar. É terror, sim. É terrorismo, mesmo”. O momento, que, provavelmente, será recortado e compartilhado nas redes, acontece na verdade após a cena em que vários dos seus companheiros são sumariamente executados dentro da própria sede, de maneira covarde, por um grupo miliciano que agia à margem da lei e a mando de Lúcio. Assim, com momentos que beiram a catarse, Seu Jorge constrói, primeiramente, uma postura equilibrada que, como qualquer outro, se transforma com o medo e assume a responsabilidade diante de uma situação extrema.

Mas o filme não se beneficia apenas da figura de seu personagem-título, já que, além dos principais antagonistas, a obra também explora diversas outras personalidades importantes, que participaram daquilo tão intensamente quanto o próprio Carlos Marighella. Pessoas que literalmente deram a sua vida pela causa. De maneira que o longa é confesso ao discutir, em várias ocasiões, os valores ideológicos em detrimento a família. Vemos ali muito mais sacrifícios feitos por companheiros do que, propriamente, suas ideias políticas. Afinal de contas, todos no grupo lutavam por um bem em comum: a real liberdade. Com destaque para Humberto Carrão, que vive o personagem Humberto, o exemplo perfeito de um ator que se doa por completo. Absolutamente despido de qualquer vaidade, Carrão apresenta um alguém que reúne sentimentos extremos. Do mesmo modo que é fiel e acolhedor para com os seus, é implacável e brutal diante do inimigo.

Tomando para si qualquer responsabilidade e compartilhando com os parceiros de equipe todos os louros, Wagner Moura, que debuta como cineasta, realiza o tipo de produção que é impossível ficar indiferente. Podendo transcender o cinema e alcançar o status de símbolo político para ambos os lados. Ao ponto que Marighella é capaz de trazer esperança em meio ao caos, provando que, no fim de tudo, a razão prevalece; contudo deve também provocar crises homéricas por parte daqueles que ainda acham válido o debate que a Ditadura Militar trouxe benefícios para a nação. Ou por simplesmente julgarem Carlos Marighella como um terrorista qualquer – ainda que intelectuais, de variadas nações, considerem o político e escritor uma espécie de alegoria da luta de um povo oprimido, do que simplesmente uma arma usada pelo comunismo.

Empolgante! ‘Bayonetta 3’ recebe um novo trailer FRENÉTICO destacando gameplay

Sim, ‘Bayonetta 3‘ enfim vai chegar às mãos dos jogadores, pois, com apenas algumas semanas do seu lançamento, o jogo recebeu um novo trailer simplesmente frenético que dá detalhes até demais da trama.

Confira logo abaixo:

Bayonetta‘, sem dúvidas a maior franquia criada pela Platinum Games, traz a poderosa e sensual bruxa Bayonetta que, após ser aprisionada por 500 anos, se rebela contra as forças do Céu e do Inferno.

No maior estilo de hack and slash, sendo criado por Hideki Kamiya, mesma mente de ‘Devil May Cry‘, o game se tornou um enorme sucesso e virou franquia, indo depois com exclusivamente para a Nintendo.

Já este terceiro game é especialmente aguardado pelos fãs desde que foi anunciado em dezembro de 2017, durante o Game Awards daquele ano. Desde então, pouca coisa foi mostrada sobre o título, e essa camada de mistério apenas atiçou o hype do público.

Lembrando que ‘Bayonetta 3‘ é exclusivo de Nintendo Switch, retomando a parceria que a Platinum e a Nintendo haviam feito para o segundo título, lançado originalmente para o Wii U em 2014.

Bayonetta 3‘ será lançado em 28 de outubro exclusivamente para Nintendo Switch.

Waterworld – O Segredo das Águas (Waterworld)

 

Elenco: Kevin Costner, Dennis Hopper, Jeanne Tripplehorn, Tina Majorino.Direção: Kevin ReynoldsGênero: AventuraDistribuidora:Estreia: 1995

Sinopse: No futuro, as calotas polares derreteram, o que causou a inundação do planeta. As pessoas sobreviventes navegam pelos mares em busca da mítica “Terra Seca”, um lugar onde as águas não chegaram. A única pista para localizar tal local é um mapa tatuado nas costas da garotinha Enola (Majorino). A menina se torna alvo do ambicioso Deacon (Hopper) e sua gangue, que querem achar a “Terra Seca”. Para ajudar a garota, surge Mariner (Costner), um solitário navegador que, por passar muito tempo na água, tornou-se um mutante com características dos peixes.

 

Crítica: Breve
Cartazes:

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Fotos:

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Netflix confirma José Padilha na segunda temporada de ‘Narcos’

Ontem, o ator mexicano Damián Alcázar sem querer soltou que a série original ‘Narcos‘ terá sua segunda temporada. Em comunicado à imprensa, o ator revelou que foi escalado para o segundo ano da série e começará a gravar suas cenas em setembro, na Colômbia.

Hoje, a Netflix confirmou oficialmente a informação.

Segundo o canal de streaming, Adam Fierro está confirmado como showrunner e produtor-executivo da nova temporada, além de José Padilha e Eric Newman, que também atuam como produtores-executivos.

A série é produzida pela Gaumont International para a Netflix.

Narcos‘ foi lançado no dia 28 de agosto, e deixou muita gente viciada.

As crônicas de Narcos mostram as emocionantes histórias da vida real dos chefões do tráfico no final dos anos 80 e os esforços brutais realizados pela lei para detê-los. A série mostra com detalhes o choque entre as forças em conflito – legais, políticas, policiais, militares e civis – que culmina em um esforço para controlar a commodity mais poderosa do mundo: a cocaína.

A série reúne novamente o criador e produtor-executivo José Padilha (Tropa de Elite, RoboCop) e o aclamado ator brasileiro, Wagner Moura (Tropa de Elite, Elysium), interpretando Pablo Escobar junto com Boyd Holbrook (Garota Exemplar) e Pedro Pascal (Game of Thrones), que interpretam os agentes reais da DEA, Stephen Murphy e Javier Peña. A história da próxima temporada será centrada no Cartel de Cali e no grupo de traficantes Los Pepes, perseguidos por Pablo Escobar (Wagner Moura).

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‘Procurando Dory’ ganha novo trailer com cenas inéditas

Procurando Dory‘ ganhou um trailer internacional voltado para promover o lançamento no Oriente.

Assista:

Ellen DeGeneres revela detalhes de ‘Procurando Dory’ e dá bronca nos pais

‘Procurando Dory’, ‘Toy Story 4’… Conheça os próximos filmes da Disney/Pixar! 

Procurando Dory‘ da Disney•Pixar reúne o favorito de todos, o esquecido peixinho tang azul Dory, com seus amigos Nemo e Marlin em uma busca por respostas sobre o seu passado. O que ela consegue se lembrar? Quem são seus pais? E onde ela aprendeu a falar Baleiês?

Andrew Stanton, que comandou o filme original, co-dirige ‘Procurando Dory’ com Angus MacLane (Toy Story de Terror!).

Albert Brooks e Ellen DeGeneres voltarão a dublar Marlin e Dory, respectivamente. Ty Burrell (‘Modern Family’) dará voz a Bailey, e Bill Hader (‘MIB³: Homens de Preto 3’) pode interpretar um pepino do mar. Willem Dafoe rvoltará a dublar o peixe Gill. O personagem é o líder dos amigos de Nemo que viviam no aquário de um dentista.

Procurando Dory estreia em 30 de Junho de 2016 no Brasil.

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‘Jogos Mortais 8’ contrata diretores do sensacional ‘O Predestinado’

A Lionsgate já escolheu os diretores de ‘Jogos Mortais – O Legado‘, longa que terá suas filmagens iniciadas em setembro deste ano.

Segundo o Bloody-Disgusting, serão Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.

Josh Stolberg e Pete Goldfinger, de ‘Piranha 3D‘ e ‘Pacto Secreto‘, foram os escolhidos para escrever o roteiro. Ainda não foi revelado se o novo filme será um reboot ou uma sequência.

Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.

A franquiaJogos Mortais‘ nos leva à mente psicótica de um gênio criminoso, que cria cenários diabólicos para levar as suas vítimas a compreender o valor da vida. O assassino Jigsaw (Enigma), é assim chamado por causa de uma cicatriz em forma de quebra-cabeças que ele deixa na pele de suas vítimas, obrigando suas presas a cometerem atos intoleráveis e agonizantes para se salvar.

Vamos jogar um jogo?

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‘Papai Noel às Avessas 2’ ganha novo trailer ainda mais insano

A Miramax divulgou o novo trailer ‘Papai Noel às Avessas 2‘, sequência da comédia lançada em 2003.

Confira, com o primeiro cartaz:

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Billy Bob Thornton retorna como Willy Soke, e Kathy Bates será Sunny, a mãe de Soke.

Estão no elenco da sequência: Ryan Hansen (‘2 Broken Girls‘), Jenny Zigrino (‘Cinquenta Tons de Preto‘) e Jeff Skowron são as novas adições. Hansen será Regent Hastings, que gerencia uma organização de caridade com sua esposa Diana (Christina Hendricks). Zigrino e Skowron serão os seguranças Gina e Dorfman, respectivamente.

Mark Waters, conhecido por dirigir as comédias ‘Meninas Malvadas‘, ‘E Se Fosse Verdade…‘ e ‘Sexta-Feira Muito Louca‘, comanda a sequência.

Papai Noel às Avessas’ é a divertida e politicamente incorreta história de dois trapaceiros que visitam os shopping centers de Nova York vestidos como Papai Noel e seu ajudante, um duende. Na verdade, o que a dupla planeja é assaltar as lojas e roubar os frequentadores do shopping…

Lançado em 2003, ‘Papai Noel às Avessas’ arrecadou US$ 76 milhões para seu orçamento de US$ 23 milhões.

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‘Sherlock’: Benedict Cumberbatch em primeiro vídeo oficial dos bastidores

A BBC divulgou um vídeo sobre os bastidores da quarta temporada de ‘Sherlock‘.

A série estreia no Reino Unido está agendada para 1º de Janeiro de 2017!

Assista, com os trailers:

 

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Os dois primeiros episódios tiveram seus títulos divulgados: ‘The Six Thatchers‘ e ‘The Lying Detective‘.

The Six Thatchers‘ terá conexão com a ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher, interpretada por Meryl Streep no filme ‘A Dama de Ferro‘.

The Lying Detective‘ faz uma alusão ao conto The Dying Dtective, escrito por Arthur Conan Doyle, que traz Holmes lutando contra o vilão Culverton Smith, que será antagonista principal da quarta temporada.

Vale lembrar que Ben recebeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator em Minisérie ou Filme para a TV por conta do aclamado especial de Natal de 2016, A Noiva Abominável.

Recentemente, Benedict Cumberbatch desmentiu em entrevista à Associated Press que a quarta temporada de ‘Sherlock‘ será a última.

“Quando você assistir a quarta temporada, vai entender porque as próximas temporadas vão demorar um pouco mais para acontecer. Mas eu nunca digo nunca, e a quarta temporada não será a última. Quando acharmos uma história legal, com certeza voltaremos para fazer mais uma temporada”, afirmou.

Criador de ‘Sherlock’ diz que quarta temporada será devastadora

‘The Walking Dead’: Produtor diz que 8ª temporada será “maior e mais intensa”

Bem, pelo menos é o que todo mundo realmente espera.

Afinal, dos 16 episódios exibidos nessa sexta temporada de ‘The Walking Dead apenas 8 a 10 capítulos foram realmente essenciais para mover a narrativa para frente em termos de novidade.

Por isso que uma diminuição na quantidade de episódios seria um trunfo legal para que a audiência não voltasse a cair bruscamente.

E durante o Talking Dead, o talk show da série, o produtor executivo Scott Gimple comentou que a oitava temporada será ainda maior e mais intensa que a sétima temporada.

Com o conflito armado entre Negan + Salvadores X Alexandria + Reino + Hilltop, tudo indica que a oitava temporada será tão tensa quanto aquela temporada em que a ascensão e a queda do governador foi colocada em prática.

“Os quatro primeiros episódios vão acabar com a mente das pessoas e quebrarão seus televisores”, disse Scott.

 

O Erro da Sétima Temporada de ‘The Walking Dead’

“Os próximos episódios de The Walking Dead são os melhores que já li”, diz produtor 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

 

Assista uma grandiosa cena de ação de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

No mais novo clipe de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, o Cabeça de Teia tenta salvar seus amigos, que estão em um elevador no monumento central em Washington.

Confira:

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia nos cinemas nacionais acontece dia 6 de Julho de 2017.

 

Whindersson Nunes: 2º youtuber mais influente do mundo ganhará cinebiografia

O youtuber brasileiro Whindersson Nunes ganhará uma cinebiografia sobre sua vida e sua trajetória até se tornar o maior influenciador digital do Brasil.

Segundo o UOL, a Conspiração Filmes (‘Vai que Cola – O Filme’) vai produzir o projeto que terá um orçamento de R$ 7,5 milhões, captado através da Lei do Audiovisual.

Whindersson nasceu no Piauí e começou a ter fama em 2013 realizando vídeos de humor, e recentemente foi eleito pelo Google como a personalidade mais influente do país, com mais 23 milhões de seguidores e 1,8 bilhão de visualizações.

Ele também foi eleito o segundo youtuber mais influente do mundo, atrás do americano PewDiePie.

O projeto ainda não tem cronograma ou diretor definido.

‘Homem-Formiga e a Vespa’ ganha teaser com contagem regressiva

A Marvel Studios divulgou um teaser com a contagem regressiva para a estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘.

Assista:

Os heróis Homem-Formiga e a Vespa terão papel crucial nos próximos filmes que englobam o Marvel Cinematic Universe.

Segundo a atriz Evangeline Lilly, o Reino Quântico vai tomar proporções muito maiores não apenas na sequência da dupla, mas nas próximas produções.

Em entrevista à Vanity Fair, Lilly disse:

“Logo quando soube de ‘Guerra Infinita’ e seus respectivos rumos, eu tive aquela espécie de déjà vu com ‘Lost’. A gente tá chegando naquele momento, exatamente como na quarta temporada da série, em que tudo está prestes a mudar e as certezas e segurança que você tinha podem ser perdidas. E Homem-Formiga e a Vespa terão um papel nisso tudo, afinal, eles são experts em Reino Quântico. E no nosso filme, eles estão fazendo de tudo para adentrar nesse universo quântico e voltar são e salvos, porque possuem evidências concretas de que isso é possível, Scott Lang já o fez na primeira adaptação. E a pergunta é: se ele pôde no passado, porque não poderíamos agora? E se conseguirmos fazer isso na sequência, isso abre as portas para um outro tipo de universo múltiplo, onde podemos entrar e brincar um pouco. Eu não sou a roteirista, então não posso te garantir o que eles farão com essa informação, mas eu definitivamente vejo potencial ali”.

 

Michelle Pfeiffer com visual novo em fotos do set de ‘Homem-Formiga e a Vespa’

Evangeline Lilly com o traje completo da Vespa nas fotos de ‘Homem-Formiga 2’

O Reino Quântico que conhecemos em Homem-Formiga deve ser parte crucial da trama da sequência,Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

Michael Douglas deve voltar em ‘Homem-Formiga e a Vespa’

A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 6 de julho de 2018.

Wolverine em ‘Vingadores: Ultimato’? Google credita Hugh Jackman no elenco do filme!

Hugh Jackman afirmou diversas vezes que não pretende retornar como o Wolverine nos cinemas, mas os fãs piraram quando descobriram que a Pesquisa Google creditou o nome do ator no elenco de ‘Vingadores: Ultimato‘ – levantando especulações que o Logan poderia aparecer em uma cena pós-créditos.

Ao pesquisar o termo exato “famous Hugh Jackman movies”, a página do Google traz um carrossel de filmes que foram estrelados pelo ator. E um deles é  ‘Vingadores: Ultimato‘.

Não demorou muito para a informação viralizar e os fãs chegaram à conclusão de que Jackman poderia ter um papel no maior blockbuster de 2019.

Além disso, o nome do ator também foi creditado na página do filme na Wikipedia, aumentando ainda mais os rumores.

Confira:

Apesar de  Jackman ter pendurado as garras de Adamantium, ele chegou a afirmar que estaria cogitando um grande retorno após o anúncio de que a Disney comprou parte da 20th Century Fox.

“Por 17 anos eu sempre achei que isso seria incrível, o quanto eu amaria ver isso, particularmente, Homem de Ferro, Hulk e Wolverine juntos. Toda vez que assistia Vingadores, eu conseguia enxergar o Wolverine no meio deles socando todo mundo. Se essa possibilidade estivesse na mesa quando tomei minha decisão, eu certamente faria uma pausa para pensar. Isso é certo. Porque sempre amei a ideia de Logan estar presente dentro desta dinâmica, obviamente com o Hulk, com o Homem de Ferro… Mas tem muitas pessoas inteligentes com MBA que não conseguem se decidir sobre isso. Nunca se sabe”, revelou o ator.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

‘X-Men: Fênix Negra’ teria um final bem diferente; Confira artes dos Skrulls e do embate no espaço!

X-Men: Fênix Negra‘ iria introduzir os Skrulls no cinema, mas os aliens acabaram sendo substituídos por uma raça menos conhecida para não ficar similar aos personagens mostrados em ‘Capitã Marvel.

A batalha final, que se passaria no espaço, foi refilmada e acabou se passando na terra.

Hoje, novas artes mostram como seria o visual original dos Skrulls e a batalha final no espaço.

Confira:

Infelizmente, o filme dirigido por Simon Kinberg rendeu apenas US$ 252,39 milhões pelo mundo, e US$ 65,8 milhões no mercado interno, tornando-se o pior desempenho de toda a franquia ‘X-Men‘.

Assista nossa crítica sobre o filme:

O filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

 

Crítica em Vídeo | Eu Nunca… – Divertida e alto astral, série da Netflix vai te fazer rir muito…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO da série ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever), nova comédia original Netflix criada por Mindy Kaling (‘The Mindy Project‘).

Divertida e alto astral, a série vai te fazer rir muito…

Confira:

Crítica | 1ª temporada de ‘Eu Nunca…’ é um presente para quem gosta de comédias adolescentes

Lang Fisher entra como showrunner e roteirista.

A série é uma comédia coming-of-age que gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Sendhil Ramamurthy e Richa Shukla completam o elenco.

‘Coringa’: David Fincher diz que filme com Joaquin Phoenix “trai as pessoas com doenças mentais”

O diretor David Fincher deu uma entrevista bastante polêmica enquanto divulgava seu próximo filme, ‘Mank‘, que já está recebendo muitos elogios dos críticos.

Conhecido por uma série de filmes de ‘Se7en‘ a ‘Garota Exemplar‘, Fincher criticou o filme ‘Coringa‘, estrelado por Joaquin Phoenix.

Conversando com o Telegraph, Fincher afirmou que ‘Coringa‘ é uma mistura de dois clássicos de Martin Scorsese que fracassou em sua representação de pessoas com doenças mentais.

“Ninguém teria pensado que ‘Coringa’ faria sucesso se ‘O Cavaleiro das Trevas’ não fosse tão bem sucedido. Eu não acho que alguém teria olhado para aquele material e pensado, sim, vamos pegar Travis Bickle [‘Taxi Driver’] e Rupert Pupkin [‘O Rei da Comédia’] – dois personagens interpretados por Robert De Niro, que também aparece em ‘Coringa’ – e misturá-los, prendê-los nesse filme que trai as pessoas com distúrbios mentais e exibir por um bilhão de dólares”, afirmou. 

Você concorda com o diretor?

Assista à nossa crítica do longa:

‘Velozes e Furiosos 9’: Vin Diesel e John Cena se pegam na porrada em cena inédita; Assista!

Velozes e Furiosos 9‘ teve um novo clipe divulgado que mostra Dom Toretto (Vin Diesel) enfrentando seu irmão Jakob (John Cena) no combate corpo a corpo.

Assista:

O filme estreia no Brasil dia 24 de Junho.

Durante uma entrevista à revista EW, o astro John Cena refletiu sobre o extenso sucesso da saga de ação, salientando que os seus próprios absurdos são os elementos chave que fazem os filmes serem tão populares com os fãs.

Para Cena, não se levar tão a sério é o que cativa a audiência para retornar aos cinemas sempre que há um novo ‘Velozes e Furiosos‘ em cartaz:

Velozes pega o irreal e o torna comum. Um outro filme qualquer até poderia tentar fazer o que Velozes e Furiosos faz, mas será inacreditável, porque isso não foi conquistado. No nosso caso, é como se o público piscasse para a tela e pensando, ‘É claro que vocês vão fazer isso!’. E nós não tem medo de piscar ocasionalmente de volta para o público e dizer: ‘Obrigado por nos permitirem fazer isso’, o que é uma característica muito boa de qualquer forma de entretenimento, que é nunca se levar tão a sério ”. 

Vale destacar que ‘Velozes e Furiosos 9‘ é o primeiro filme hollywoodiano desde ‘Vingadores: Ultimato‘ a estrear com mais de US$ 100 milhões na China.

Além disso, o forte desempenho da sequência nas bilheterias fez a franquia ultrapassar a marca dos US$ 6 bilhões em arrecadação global.

Confira as primeiras críticas do filme:

“Aqueles que já estão imersos na tradição da franquia irão apreciar o cuidado de ‘Velozes e Furiosos 9’ com os personagens secundários – incluindo alguns cujo retorno à narrativa certamente trará aplausos em cinemas lotados. Mas parte desse fan service acaba parecendo forçado. De qualquer forma, o filme nos dá a impressão de que a franquia já perdeu sua criatividade e singularidade.” – Screen Daily.

“Como no último filme de Lin, o decepcionante ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o diretor adota uma abordagem de quantidade em no lugar da qualidade, tem mais ação, mais subtramas e muitos personagens na mistura. Mais do que qualquer filme precisa. Ainda assim, o ‘Velozes e Furiosos 9‘ deixa uma sensação de que faltou algo. A estratégia maximalista não dá espaço para que a trama desenvolva a relação entre Dom e seu irmão.” – The Hollywood Reporter.

“Às vezes, quando você menos espera, uma franquia de sucesso se transforma essencialmente em algo diferente. Com o tempo, ‘Missão Impossível‘ se tornou parecida com ‘007‘, e ‘Velozes e Furiosos‘ se tornou ‘Missão Impossível‘. Mas Velozes e Furiosos 9‘ não é construído em torno de uma missão emocionante. É construído em torno de Vin Diesel e John Cena vivenciando a angústia sobre o passado dos irmãos Toretto. O enredo da família ‘funciona’ (mesmo que você esteja ciente de como o personagem de Cena é mal escrito), mas não é suficente para sustentar o filme; é mais como uma desculpa. A verdade é esta franquia não precisava de mais ‘emoção’. – Variety.

“Este é, de longe, o maior, mais selvagem e desafiador da franquia Velozes e Furiosos‘ (uma cena no final com certeza vai fazer você ficar de boca aberta com a estúpida audácia de alguns personagens), a direção de [Justin] Lin e o roteiro de Daniel Casey é capaz de alavancar a ação a níveis ridiculamente satisfatórios e tudo isso é compensado quando nos profundamos no personagem de Dom, em um nível mais pessoal do que a franquia jamais conseguiu antes.” – IndieWire

“Para o público que deseja retornar aos cinemas em 2021 com um espetáculo grande, barulhento e empolgante, ‘Velozes e Furiosos 9‘ faz os carros andarem rápido, pularem alto e geralmente fazerem o impossível. É extremamente fantasioso, sim, mas também é ridiculamente estimulante se você precisar de um passatempo.” – The Wrap.

Assista ao trailer em versão dublada e legendada:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

SURPREENDENTE! Assinantes da Netflix estão AMANDO a nova série de Terror produzida por James Wan

A Netflix lançou sem muito alarde uma série de terror sobrenatural que conquistou em cheio os assinantes.

Arquivo 81‘, estrelada por Matt McGorry (‘How To Get Away with Murder’), está recebendo vários elogios nas redes sociais.

Confira o que os assinantes estão achando da nova série produzida por James Wan:

Crítica | Arquivo 81 – Série de TERROR Produzida por James Wan te prende até o Último Minuto!

A série é baseada no popular podcast homônimo.

A trama segue o arquivista Dan Turner (Mamoudou Athie), que assume um trabalho para restaurar uma coleção de fitas de vídeo de 1994. Reconstruindo o trabalho de uma documentarista chamada Melody Pendras (Dina Shihabi), ele é imediatamente atraído pela investigação dela sobre um perigoso culto. Conforma a história se desenvolve nas duas timelines, Dan lentamente se torna obcecado em descobrir o que aconteceu com a Melody. Quando os dois formam uma conexão misteriosa, Dan fica convencido que pode salvá-la do fim aterrorizante que lhe passou há 25 anos.

Confira o trailer:

James Wan (‘Invocação do Mal’) serve como produtor executivo ao lado de Rebecca Sonnenshine (‘The Boys’), Michael Clear (‘Maligno’), Rebecca Thomas (‘Stranger Things’), Antoine Douaihy (‘Panic’) e Paul Harris Boardman (‘Livrai-nos do Mal’).

Pânico 6 | Vídeo ESPECIAL traz análise do trailer, curiosidades, easter-eggs e TEORIAS

Não é segredo que ‘Pânico 6‘ é um dos filmes de terror mais aguardados de 2023, principalmente porque os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett prometem fazer do próximo capítulo o longa “mais agressivo” e “grotesco” da franquia.

Em um vídeo especial, o editor-chefe Renato Marafon destrincha o trailer e traz análise, curiosidades, easter-eggs e TEORIAS.

Assista:

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

 

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

 

‘Mad Max: Furiosa’ ganha sinopse que revela os detalhes do filme

Após a Warner Bros. divulgar o primeiro trailer de ‘Furiosa – Uma Saga Mad Max‘, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘, o estúdio também liberou a sinopse do filme.

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke

Após o lançamento do trailer, os fãs da franquia estão extremamente ansiosos pela estreia, ao mesmo tempo em que novos espectadores estão sendo atraídos pelos incríveis efeitos visuais.

Nas redes sociais, os comentários também destacam as caracterizações dos principais  personagens e o clima apocalíptico do filme, fazendo jus aos elementos dos filmes anteriores.

Confira as reações:

De acordo com a Variety, a Warner Bros. quer fazer a première do filme Festival de Cannes de 2024, que acontecerá entre os dias 14 e 25 de maio do próximo ano.

Vale lembrar que ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ estreou no Festival de Cannes em 2015 e foi aplaudido em pé.

O filme foi considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

Charlize Theron recentemente revelou que está confiante de que Taylor-Joy vai fazer sucesso na pele da personagem.

Em entrevista para o Entertainment Tonight, Theron comentou sobre a escalação de Taylor-Joy ser e disse que “não consegue pensar em uma atriz melhor para carregar a tocha da história de Furiosa”.

Ela continuou, demonstrando bastante confiança na colega de profissão.

“Eu a conheci anos atrás e realmente não estive perto dela para dar conselhos ou algo assim. Acho que ela vai ficar totalmente bem. Mesmo sem falar comigo, ela vai se sair absolutamente bem.”

Por falar nisso, durante o painel da Warner Bros. na CinemaCon 2023, foi revelado o visual oficial de Anya Taylor-Joy como a protagonista titular de ‘Furiosa’, pré-sequência do aclamado filme de ação Mad Max: Estrada da Fúria.

Enquanto a imagem oficial ainda não compartilhada, as descrições oficiais indicam que a atriz está idêntica à Charlize Theron, que interpretou a personagem no longa-metragem de 2015.

 

O filme tem direção de George Miller, que comandou o filme anterior.

 

Reboot de ‘Anaconda’ pode trazer história com metalinguagem no estilo ‘Pânico’ e ter Jack Black e Paul Rudd

Durante o podcast The Hot Mic, o insider Jeff Sneider revelou possíveis novas informações sobre a trama do vindouro reboot de ‘Anaconda‘.

Ele afirma que Tom Gormican (‘O Peso do Talento’) foi contratado para assinar o roteiro, que apresentará uma trama cheia de metalinguagem.

“Nenhum ator foi contratado para o reboot. Nada é oficial e tudo pode acabar mudando, mas o reboot de ‘Anaconda’ será um filme meta. Pelo o que eu entendi, a trama seguirá um grupo de atores interpretando versões de si mesmos enquanto tentam gravar um filme da franquia ‘Anaconda’. E tudo acaba dando errado. Tom Gormican está escrevendo o roteiro, e eu acredito que ele ainda não foi finalizado,” revelou o insider.

O Deadline recentemente revelou que Jack Black (‘Jumanji: Bem-vindos à Selva’) e Paul Rudd (‘Homem-Formiga’) estão em negociações para estrelar o reboot.

Tom Gormican e Kevin Ettin assinam o roteiro da nova versão.

Anteriormente, havia sido reportado que o reboot de ‘Anaconda‘ estava sendo planejado como uma “reimaginação” do longa original, com um grande orçamento no mesmo estilo de ‘MegaTubarão‘.

Evan Daugherty , de Divergente‘ e ‘Branca de Neve e o Caçador‘, estava responsável por aquela versão do projeto.

A franquia original rendeu quatro filmes (mas apenas os dois primeiros foram lançados nos cinemas) e um crossover com ‘Pânico no Lago‘. Ao todo, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 207.7 milhões mundialmente.

53º Festival de Cinema de Gramado anuncia os seis longas brasileiros de ficção que disputam o Kikito

O 53º Festival de Cinema de Gramado divulgou nesta terça-feira (8 de julho) os longas-metragens brasileiros de ficção que disputarão o Kikito em 2025. O anúncio foi realizado durante coletiva de imprensa na cidade de Gramado, na Serra Gaúcha, que também apresentou outros destaques da programação, como os curtas-metragens gaúchos selecionados para o Prêmio Assembleia Legislativa e os agraciados com o Troféu Leonardo Machado e os Prêmios IECINE, além de detalhes sobre o Conexões Gramado Film Market, segmento mercadológico do evento serrano. Os demais conteúdos e homenagens desta edição serão divulgados em coletivas de imprensa no Rio de Janeiro, no próximo dia 15 de julho, e em São Paulo, no dia 17.

Realizado pela Gramadotur, autarquia municipal de turismo e cultura, o Festival de Cinema de Gramado, o mais antigo festival de cinema ininterrupto do Brasil, que faz parte do Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul, acontece entre os dias 13 e 23 de agosto. A programação terá início com a 1ª Mostra Nacional de Cinema Estudantil Educavídeo e a abertura oficial será no dia 15 de agosto, com a exibição hors concours do inédito “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro. Com lançamento nos cinemas brasileiros confirmado para 28 de agosto, o filme conquistou o Urso de Prata na 75ª edição do Festival de Berlim, em fevereiro deste ano. 

Para a competição, foram escolhidos seis longas de ficção inéditos no Brasil, que serão exibidos no Palácio dos Festivais. A partir de curadoria assinada pelo ator e diretor Caio Blat, pela atriz Camila Morgado e pelo jornalista, professor e crítico Marcos Santuario, a seleção deste ano sublinha a força de Gramado como a primeira janela de exibição dos mais recentes títulos da cinematografia brasileira. 

“Nesta seleção de obras, reunidas sob o olhar atento de uma curadoria comprometida com a pluralidade, a urgência e a sensibilidade, apresentamos um panorama potente do cinema atual. Os seis filmes — ‘Sonhar com Leões’, ‘Cinco Tipos de Medo’, ‘Papagaios’, ‘Querido Mundo’, ‘Nó’ e ‘A Natureza das Coisas Invisíveis’— compõem uma amostra vibrante e necessária de narrativas que dialogam com o presente, sem abrir mão da complexidade humana e estética”, comenta o curador Marcos Santuario.

“Não foi uma tarefa simples [escolher esses seis títulos], pois vimos muitos trabalhos criativos, poderosos e com vozes próprias, que reafirmam a força do nosso audiovisual e da nossa cultura. Buscamos selecionar obras que apostam na diversidade de temas, linguagens, territórios, gêneros e nos convidam a refletir. São filmes com marcas autorais que provocam, sensibilizam e, acima de tudo, nos representam”, diz Camila Morgado, que estreia este ano na curadoria.


“Nosso foco foi contemplar essa variedade de temas, de narrativas, mesclar nomes consagrados com novas promessas. Espero que o público se deslumbre com a força do nosso cinema, com o vigor com que ele se renova e se reafirma”
, complementa Caio Blat.

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS:

A Natureza das Coisas Invisíveis” (DF), de Rafaela Camelo
Cinco Tipos de Medo” (MT)
, de Bruno Bini
“Nó” (PR), de Laís Melo
“Papagaios” (RJ)
, de Douglas Soares
Querido Mundo” (RJ)
, de Miguel Falabella
“Sonhar com Leões” (SP), de Paolo Marinou-Blanco

Rodado em Brasília, o longa A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, acompanha a história de Glória, uma menina de 10 anos que passa as férias no hospital onde sua mãe trabalha como enfermeira. Lá ela conhece Sofia, que está convencida de que a piora na saúde da bisavó é causada pela internação no hospital. Unidas pelo desejo de sair dali, as crianças encontram conforto na companhia uma da outra. No elenco, estão Laura Brandão, Serena, Larissa Mauro, Camila Márdila e Aline Marta Maia. Com passagem por festivais como o de Guadalajara, Cartagena e Seattle, o filme é produzido pela Moveo Filmes e distribuído pela Vitrine Filmes. 

Cinco vidas aparentemente desconectadas colidem num caminho sem volta em Cinco Tipos de Medo, filme dirigido por Bruno Bini e rodado em Mato Grosso do Sul. Murilo, jovem músico que vive um luto, se envolve com Marlene, uma enfermeira que está em um relacionamento abusivo com um traficante. Suas histórias se cruzam com as de Luciana, policial movida por vingança, e de Ivan, advogado com intenções ocultas. O elenco é composto por Rui Ricardo Diaz, Bárbara Colen, João Vitor Silva, Bella Campos e Xamã. A produção é da Plano B Filmes e a distribuição é da Downtown Filmes. 

No filme “Nó”, de Laís Melo, Glória atravessa um divórcio conturbado e precisa mudar-se com suas três filhas para um prédio no centro de Curitiba. Com condições financeiras difíceis e ameaçada pelo ex-marido que pede a guarda integral das filhas, ela se vê obrigada a disputar uma vaga de supervisora com sua melhor amiga e outros colegas na fábrica onde trabalha. Integram o elenco Saravy, Sali Cimi, Antonia Saravy, Clarice Carvalho e Fernanda Silva. Produzido por Antonio Gonçalves Junior e Diogo Capriotti, o longa tem distribuição da Elo Studios.

O Rio de Janeiro é o plano de fundo do longa “Papagaios”, de Douglas Soares. O personagem central é Tunico, o “Papagaio Pirata” mais famoso do Rio, que está sempre seguindo repórteres para aparecer na TV. Após um grave acidente, ele conhece Beto, um jovem misterioso que se torna seu aprendiz, em um país com mais de 70 milhões de televisores ligados todos os dias. No elenco, estão Gero Camilo, Ruan Aguiar, Leo Jaime, Ernesto Piccolo e Angela Paz. A produção é assinada por Mayra Lucas, Luiza Favale, Paulo Serpa, Heitor Franulovic e Lucas Barão. 

Dirigido por Miguel Falabella, Querido Mundo investiga um encontro improvável numa véspera de Ano Novo. A queda de uma ponte numa noite de tempestade une os mundos de Elsa (Malu Galli) e Oswaldo (Eduardo Moscovis), que acabam por se encontrar no Rio de Janeiro nos escombros de um prédio abandonado por seus construtores. Marcello Novaes, Danielle Winits, Cintia Rosa e Pia Manfroni também estão no elenco. A produção é da Ananã Produções e a distribuição é da O2 Play. 

“Sonhar com Leões”, de Paolo Marinou-Blanco, é uma tragicomédia surreal que explora a temática da eutanásia. Gilda (Denise Fraga), uma imigrante brasileira vivendo em Lisboa, tem  apenas um ano de vida pela frente após o diagnóstico de uma doença terminal. Seu único desejo é morrer enquanto tem sua dignidade e ainda é ela mesma. Com estreia internacional na Marché Du Film pelo Tallinn Black Nights Goes To Cannes Showcase, o longa de São Paulo é produzido pela Capuri Filmes e distribuído pela Pandora. No elenco, também estão João Nunes Monteiro, Joana Ribeiro e Sandra Faleiro.

PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Tradicional janela de exibição do cinema gaúcho, o Prêmio Assembleia Legislativa novamente celebra o melhor da mais recente safra do cinema em curta-metragem produzido no Rio Grande do Sul com trabalhos realizados na capital Porto Alegre e em outras dez cidades do Estado. São 18 títulos que formam um mosaico plural e descentralizado para uma mostra tradicionalmente reconhecida por revelar novos talentos da produção audiovisual local. 

O famoso “Gauchão”, nome carinhosamente adotado pelo público para se referir à mostra, é realizado pelo Festival de Cinema de Gramado em parceria com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, distribuindo troféus e prêmios em dinheiro para os vencedores de 12 categorias. As exibições acontecem nos dias 16 e 17 de agosto, às 13h, no Palácio dos Festivais, com a cerimônia de premiação marcada também para o dia 17, a partir das 20h.

“Selecionamos filmes que transcendem as telas, transformando-se em espelhos reflexivos da nossa sociedade e janelas para futuros mais justos e inclusivos, prezando pela qualidade técnica, artística e criativa dos curtas-metragens apresentados”, revela a comissão de seleção formada pela realizadora e pesquisadora Adry Silva, pelo cineasta Frederico Ruas, pelo artista visual e realizador Giuliano Lucas, pela jornalista e radialista Jaqueline Chala e pela realizadora e atriz Paola Mallmann.

Confira os filmes selecionados:

– “Bom Dia, Maika!” (Santa Cruz do Sul), de Eddy Ramos
– “O Correspondente” (Santo Antônio da Patrulha),
de Thali Bartikoski e Bruno Barcelos
– “E Depois de Fevereiro” (São Leopoldo),
de Crystom Afronário
– “Enfim S.O.S.” (Porto Alegre),
de Zaracla
– “Estudos Sobre a Vida em Rede” (Lajeado),
de Tuane Eggers
– “Fuá – O Sonho” (Canela),
de Viviane Jag Fej Farias e Amallia Brandolff
– “Gambá” (Teutônia),
de Maciel Fischer
– “Imigrante/Habitante” (Porto Alegre),
de Cassio Tolpolar
– “O Jogo” (Pelotas),
de Alexandre Mattos Meireles e Chico Maximila
– “Mãe da Manhã” (Porto Alegre),
de Clara Trevisan
– “Nhemongarai” (Porto Alegre),
de Jorge Morinico e Hopi Chapman
– “Perro!” (São Leopoldo),
de Aleksia Dias e João Pedro Fiuza
– “O Pintor” (Santa Cruz do Sul),
de Victor Castilhos
– “Quando Começa a Chover o Coração Bate Mais Forte” (Porto Alegre),
de Mirian Fichtner
– “Roxo Lilás Violeta” (Porto Alegre),
de Theo Tajes
– “Safira, o Mar e a Vida” (Porto Alegre),
de Luiz Fonseca
– “A Sinaleira Amarela” (Porto Alegre),
de Guilherme Carravetta De Carli
– “Trapo” (Uruguaiana),
de João Chimendes

HOMENAGENS A EXPOENTES DO CINEMA GAÚCHO

O Festival de Cinema de Gramado também reserva espaço na sua programação para prestar tributo a personalidades que se destacam na produção gaúcha. Em 2025, seis nomes terão sua trajetória celebrada pelo Troféu Sirmar Antunes, entregue pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul; pelo Prêmio Leonardo Machado, instituído pela  Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, e pelos Prêmios Iecine nas categorias de Legado, Inovação e Destaque, uma realização do Instituto Estadual de Cinema (Iecine). Todas as honrarias serão entregues na cerimônia de premiação do Prêmio Assembleia-Legislativa – Mostra Gaúcha de Curtas.

Com mais de 60 anos de sólida carreira em teatro, cinema e televisão, a atriz Araci Esteves receberá o Prêmio Leonardo Machado. Natural de Osório, Araci ultrapassa a marca de 20 trabalhos no audiovisual gaúcho como “a grande dama do cinema que foi e continua a ser Comédia, Arena e Anahy”, conforme define a comissão formada pela jornalista Adriana Androvandi e pelos realizadores Alexandre Mattos Meirelles e Davi Pinheiro.

A mesma comissão selecionou para os Prêmios Iecine: Victor Di Marco e Marcio Picoli (Inovação), pelo “olhar original sobre o universo PCD” e pela “tradução cinematográfica profunda do sentido da palavra acessibilidade”; “Um é Pouco, Dois é Bom” (Destaque), “pelo resgate de uma obra de vanguarda, de qualidade artística singular e pioneira para o cinema negro brasileiro”; e Gustavo Spolidoro (Legado), por seu “trabalho pioneiro na criação cinematográfica, na difusão das possibilidades de experimentação da linguagem e na contínua formação de novas gerações de cinéfilos e cineastas”.

Já a atriz, dançarina e cantora Gloria Andrades levará para casa o Troféu Sirmar Antunes. Com mais de 20 anos dedicados à arte de contar histórias, a homenageada participou de mais de 55 espetáculos, além de filmes como “O Jogo”, “Marina”, “Reemissão” e “Nada Nunca Morre”. A escolha de Gloria é uma indicação da comissão formada por profissionais da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, da Associação de Profissionais Técnicos Cinematográficos, da Fundação de Cinema do RS, do Instituto Estadual de Cinema e do Sindicato da Indústria Audiovisual do Rio Grande do Sul. 

CONEXÕES GRAMADO FILM MARKET

Atento aos movimentos do mercado audiovisual, o Festival de Cinema de Gramado também apresenta a nona edição do Conexões Gramado Film Market. Rumo aos seus dez anos, o Conexões acontece entre os dias 16 e 22 de agosto com a proposta de mais uma vez pensar o audiovisual sob as perspectivas de criação, economia, política e transformação social. A realização é da Gramadotur e do Instituto Estadual de Cinema (Iecine), com o apoio da Agência Nacional de Cinema (ANCINE).

Além das já consolidadas rodadas de negócios com os principais players do mercado audiovisual brasileiro, da VIII Mostra de Filmes Universitários e de novidades envolvendo a discussão do formato de teasers e trailers, a programação deste ano lança olhar especial para ações voltadas à internacionalização, indo da capacitação de produtores gaúchos para inserção no mercado exterior à discussão de ações que podem abrir caminhos para quem quer circular e negociar em outros países. 

A programação formativa se intensifica com workshops, mentorias e o II Encontro dos Ecossistemas RS, que promove articulação entre coletivos, instituições e políticas públicas em prol do audiovisual gaúcho. E as novidades continuam: “A inteligência artificial, que nos desafiou em 2024, se faz presente nas discussões e nas telas com a Mostra de Filmes Gerados por IA. Ética, autoria e inovação entram em foco, em um debate que atravessa linguagens e fronteiras. A Mostra de Realidade Virtual também está de volta, expandindo horizontes com experiências imersivas e narrativas emergentes”, adianta Gisele Hiltl, coordenadora do Conexões Gramado Film Market.

EDUCAVÍDEO DESTACA O CINEMA ESTUDANTIL COM MOSTRA INÉDITA

Nos dias 13 e 14 de agosto, antecipando a abertura oficial do 53º Festival de Cinema de Gramado, o Educavídeo, programa que oferece capacitação em linguagem audiovisual para estudantes da rede pública de Gramado, mais uma vez lança os holofotes para a produção estudantil do município. Desde 2011, o Educavídeo já recebeu mais de mil alunos e realizou mais de 110 produções, entre curtas-metragens, documentários, webséries e um média-metragem. As produções dos estudantes já participaram de diversos festivais de cinema estudantis e conquistaram mais de 40 prêmios.

Desta vez, além da já tradicional noite de exibição dos filmes realizados por seus alunos, o Educavídeo promove, no Palácio dos Festivais, a 1ª Mostra Nacional de Cinema Estudantil do Educavídeo, que reúne filmes produzidos em escolas por alunos do ensino médio e fundamental. Assinada pela equipe do Educavídeo, a seleção traz filmes do Rio Grande do Sul e de outros estados como São Paulo, Mato Grosso do Sul e Pernambuco, fortalecendo o programa gramadense como um grande expoente de cinema estudantil a nível nacional. 

O 53º Festival de Cinema de Gramado é apresentado por Ministério da Cultura, Secretaria de Estado da Cultura e Petrobras. Lei de Incentivo à Cultura. Apresentação: Petrobras. Patrocinador Máster: Gav Resorts. Patrocínio: Stella Artois Pure Gold. Hospedagem Oficial: Laghetto Hotéis, Resorts & Experiências. Apoio: Hasam Group, O2 Pós, Globo Filmes, Naymovie, Brutal Fruit e Vinícola Miolo. Transmissão Oficial: Canal Brasil. Parceiro Sustentável: Tereos Açúcar e Energia Brasil. Promoção: Prefeitura De Gramado. Financiamento: IECINE, Pró-Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Realização: Gramadotur, Ministério da Cultura, Governo Federal, Brasil, União e Reconstrução.

Crítica | Black – Amor em Tempos de Ódio – Chocante recorte sobre a violência de gangues na Europa

Os chocantes tempos onde a inconsequência beira ao caos violento de vidas perdidas. Um filme forte, impactante, que mostra a falta de limites do ser humano que só conhece a violência como resposta a qualquer pergunta, Black – Amor em Tempos de Ódio traz para a ficção ações de vândalos, ladrões, traficantes de gangues de jovens em Bruxelas. Há um paralelo com a realidade conforme entendemos nos créditos finais. O filme busca também uma crítica para a ineficácia da polícia nas tentativas de mudanças de comportamentos, em leis não eficientes para o controle de uma situação que está completamente descontrolada. Um explosivo e dramático trabalho da dupla de cineastas Adil El Arbi e Bilall Fallah. Disponível no catálogo do streaming Reserva Imovision.

Na trama, conhecemos Marwan (Aboubakr Bensaihi), um jovem descendente de marroquinos que faz parte de uma gangue que rouba por toda Bruxelas. Em paralelo, conhecemos a jovem negra Mavela (Martha Canga Antonio) que acaba de iniciar em uma outra gangue, rival da do primeiro. Eles acabam se conhecendo e se apaixonando. Encaram diariamente o certo e o errado bem na frente deles com escolhas podendo serem feitas mas consumidos por razões e emoções que vão desde suas origens até mesmo o eterno conflito do ser humano em ter status, ser o maioral, não importando as formas como se chegam até os objetivos. Mas com a polícia no pé das gangues deles (respectivas) e um eminente confronto violento entre as duas facções, o casal de apaixonados precisará encontrar saídas para se manterem juntos e vivos nessa história.

O subtítulo não poderia ser melhor: O amor em tempos de ódio. Somando a isso, rebeldia, guerras movidas a raça, preconceito, o longa-metragem ao longo de uma hora e meia, mostra a visão de homens e mulheres perdidos na inconsequência, no ganho fácil com um olhar para a violência como algo comum. Dentro dessa ótica, refletimos sobre a tão comentada cultura da violência com exemplos negativos a cada frame. Pelo chocar, Arbi e Fallah buscam o refletir. Até quando jovens, não só na Bélgica, mas pelo mundo, vão perder suas vidas para a banalidade de influências ruins? Onde a sociedade e as forças policiais, que devem proteger, podem se inserir para ajudar nessa situação? Leis mais rígidas? Acompanhamento com psicólogos? Mais tempo no xadrez? Há exemplos de redenção em meio a esse caos? Pra se refletir!

Crítica | ‘Nosso Amigo Romário’ – Quando os caminhos do inusitado atravessam razões existenciais de grande valor [Mostra de Cinema de Tiradentes]

Em um dos dias de Mostra de Cinema de Tiradentes 2026, nos encontramos com um filme repleto de simbolismos, que percorre os caminhos curiosos do inusitado para atravessar razões existenciais de grande valor. Nosso Amigo Romário, escrito e dirigido pelo cineasta mineiro Antonio Pedroni, valoriza a atmosfera ligada às emoções, construindo uma experiência emocional marcante que convida para lindas reflexões e gerando muitas lições.

 

No interior de Minas Gerais, no ano da copa do mundo de futebol masculino de 1994 – aquela mesma onde o Brasil venceu – conhecemos Francisco (Carlos Francisco), um senhor de idade que vive em uma casa humilde junto de sua filha Renata (Paula Amorinni) e seu neto Pedrinho (Daniel Pedro). Um dia, ele se depara com uma fato peculiar: encontra um alienígena a poucos metros de casa e passa o restante dos dias criando um forte vínculo de amizade com ele.

 

Selecionado para a Mostra Praça, no lindo Cine Petrobrás, a céu aberto, esse é um filme que nos instiga a ver o mundo através de seu protagonista. Utilizando vetores de afeto para provocar interessantes diálogos, a narrativa nos conduz para questões existenciais – sobretudo à oposição conceitual entre a vida e a morte – e também a beleza de simples gestos, o voltar a ser criança e as lembranças que despertam.

 

A compaixão logo se faz presente, sendo um alicerce acoplado na ingenuidade. Nada é forçado; tudo é construído com a força da beleza das relações, da empatia e da dinâmica familiar. Em 18 minutos, sem muitas inovações quando pensamos em potenciais para dar uma chacoalhada na linguagem cinematográfica, temos uma obra pés no chão, mas que levita para as possibilidades graças à atuação emocionante de Carlos Francisco. Lindo filme.

Por que ‘Esquadrão Suicida’, de David Ayer, é tão odiado?

O Esquadrão Suicida estreou no streaming no Brasil e já é considerado um dos melhores filmes de entretenimento do ano. Dono de 93% de aprovação dos críticos, a superprodução da DC (Warner) tem comando de James Gunn (Guardiões da Galáxia), um dos grandes nomes do gênero na atualidade. Os não escolados no universo de heróis de quadrinhos podem até lembrar que já ouviram este título antes no cinema, e não estão errados. É claro que todo o resto do mundo sabe muito bem o que foi Esquadrão Suicida (sem o uso do artigo “o”).

A badalação criada pelo novo filme de James Gunn já havia sido experimentada sobre o mesmo tema há exatos cinco anos no passado – ou seja, tempo insuficiente para criar uma nova geração. Lançado no início de agosto de 2016 (dia 4 no Brasil e 5 nos EUA em grande circuito), Esquadrão Suicida era a promessa de um verdadeiro fenômeno cultural pop. E em partes o foi. Mas não da maneira esperada. É seguro dizer que ninguém, nem os fãs, tampouco os envolvidos com o projeto esperavam o backlash (o famoso tiro pela culatra) que a produção sofreria após seu lançamento – primordialmente devido à incisivas críticas ruins dos maiores e mais prestigiados veículos especializados, que destroçaram o longa, por falta de palavra melhor.

Veja que disparidade: enquanto o novo O Esquadrão Suicida (de James Gunn) angariou os exemplares 96% de aprovação, seu predecessor, fazendo uso do mesmo material em mãos, amargou irrisórios 26% de aprovações com a mesma imprensa cinco anos antes. O que podemos perceber com isso não é a superioridade ou gênio de um cineasta sobre outro, mas sim o aprendizado de um grande estúdio como a Warner no que diz respeito à interferência na visão de um artista para sua obra. Cinco anos se passaram e a mesma Warner cedeu à pressão dos fãs por um Snydercut, a versão planejada por Zack Snyder para sua Liga da Justiça. E a empresa igualmente parece ter dado total liberdade ao diretor James Gunn, que também assina o roteiro, para que entregasse o filme que planejava.

É preciso ter em mente que há cinco anos, a Warner se via desesperada para engatar um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel vinha fazendo. Assim, todos os filmes da DC no período ficariam estigmatizados como produções esquizofrênicas mais preocupadas em tecer ligações entre seus filmes do que criar uma obra coerente com começo, meio e fim. A pressão embutida nos cineastas era tamanha que muitas vezes eles tinham seus filmes “sequestrados” pelos executivos, com profissionais chamados às pressas – e não envolvidos com a produção do filme – para dar seu pitaco e reeditar tais obras. Foi o caso com Esquadrão Suicida (2016), que teve sua versão final editada pela empresa Trailer Park, Inc., responsável pela edição do trailer do filme – aquele com a música do Queen que fez muito sucesso e despertou em todos o interesse imediato pelo produto.

O mundo é um lugar injusto, e no mundo do cinema a competição é visceral. Promessas e sonhos podem ser dilacerados instantaneamente. A carreira de um artista, hoje com o advento da mídia na ponta do dedo de cada espectador, pode ir pelo ralo com apenas um deslize. É devastador pensar no tempo e a dedicação que profissionais aplicam a uma determinada obra e quando o resultado surge, se não agradar é necessário encontrar alguém para culpar. David Ayer foi o diretor de Esquadrão Suicida (2016), então um cineasta estabelecido, tendo trabalhos badalados tanto como roteirista (Velozes e Furiosos / Dia de Treinamento) quanto na direção (Marcados para Morrer / Corações de Ferro).

O novo O Esquadrão Suicida (2021) se beneficiou em partes pelo hype comedido em relação ao longa, que nem de longe se compara ao que foi alcançado com o filme de Ayer em 2016. Há cinco anos, nada no estilo havia sido feito antes, com o filme então sendo o primeiro a se concentrar em vilões como protagonistas ao invés dos heróis. O tal trailer contendo a canção do Queen gerou mais visualizações, por exemplo, do que ambos do que era o maior filme da casa para aquele ano: Batman vs Superman, lançado em março de 2016. De fato, uma das promessas sobre Esquadrão Suicida é que iria fazer pelos personagens secundários da DC o que Guardiões da Galáxia havia feito pelos da Marvel dois anos antes. Ou seja, transformá-los em ícones pop. E aí está uma coincidente ligação com James Gunn.

É preciso levar em conta também que Esquadrão Suicida seguia a recepção mais do que morna que o citado Batman vs. Superman havia recebido da mídia especializada (com 28% de aprovação). Mesmo assim, bastava uma olhada no trailer do filme de Ayer para todos ganharem muita confiança em relação ao longa. Não existe uma pessoa sequer que não tenha sido “enganada” pela prévia mais legal dos últimos anos. O problema foi que depois de termos assistido ao filme, percebíamos que o trailer era mais interessante e melhor. O hype, no entanto, havia sido gerado bem antes, com a revelação do elenco, com a divulgação das imagens dos atores caracterizados como seus personagens. Esquadrão Suicida contou com um dos melhores grupos de atores dos últimos anos, daquele tipo que não acreditamos que tenham conseguido reunir tanta gente boa num único projeto.

Em especial quatro nomes chamavam muita atenção na frente das câmeras. Will Smith, um dos maiores astros de Hollywood, adentrava pela primeira vez nos chamados “filmes de super-heróis”, aceitando um papel que estava muito longe de personagens como Batman, Superman ou qualquer outra figura encapuzada famosa. No filme ele era o bandido Pistoleiro, vilão B da galeria da editora. Sua participação demonstrava a confiança do ator no projeto e numa dinâmica ensamble (termo usado para quando não temos apenas um protagonista dentro da história). Na cola de Smith chegava Margot Robbie, jovem atriz australiana que havia sido revelada como furacão em O Lobo de Wall Street (2013) e aqui repetia a dobradinha com Smith de Golpe Duplo (2015). Robbie ganhava o papel de sua carreira na pele da Arlequina.

Viola Davis já nesta época vinha sendo considerada uma grande intérprete de pura representatividade. Ela havia sido indicada ao Oscar por Histórias Cruzadas (2011), na TV era celebrada na série How to Get Away With Murder (2014-2020) e no mesmo ano ganharia o Oscar por Um Limite Entre Nós. Davis era a escolha perfeita para a fria e calculista Amanda Waller, chefe de uma agência secreta do governo. Fechando o quarteto principal, o excêntrico Jared Leto havia dado um tempo de sua carreira como ator até retornar para sua vitória no Oscar em Clube de Compras Dallas (2013). Sua performance e sua vitória no filme citado o levaram ao papel do psicopata Coringa, um dos maiores vilões da cultura pop. Do filme citado até Esquadrão Suicida foram mais três anos para o ator.

Algumas caracterizações acertaram o alvo, como a de Robbie e Davis, outras se tornaram escolhas duvidosas e controversas, como a de Leto. Seja como for, houve um incrível empenho de todos os atores envolvidos. Todos se entregaram aos papeis, aprendendo lutas, se exercitando, se desafiando, aprendendo a usar armas, técnicas de combate. Robbie aprendeu a andar no trapézio e técnicas de circo. Smith se dedicou com fuzileiros reais. Foram meses de estudos nos mais variados âmbitos da parte de todos os atores. Cara Delevingne, por exemplo, contratada para o papel da feiticeira Magia sem que existisse um roteiro ainda, foi recomendada pelo diretor que andasse nua à luz da lua e sentisse a lama em seus pés descalços – como forma de se preparar para a personagem. Coisa que a modelo e atriz levou à risca.

Margot Robbie aprendeu a arte da tatuagem, já que sua personagem tem o corpo coberto pelos desenhos na pele. O elenco se tornou tão unido que uma forte amizade surgiu entre eles, as fotos divulgadas e tudo que cercava a produção fazia questão de enfatizar este clima de camaradagem, como há muito não se via numa produção deste porte. Era a forma de todos atestarem um envolvimento genuíno além de seu contracheque ao fim do trabalho. A conexão foi tão forte, com o elenco acreditando tanto no projeto, que todos fizeram tatuagens (a maioria feita por Robbie) em seus corpos com os dizeres “SKWAD”, uma gíria na forma de escrever a palavra Esquadrão em inglês. É claro que os relatos mais polêmicos vieram do ator do método Leto que, entre outras coisas, incorporou a persona do Coringa, só queria ser chamado pelo personagem e enviou presentes para lá de bizarros (como ratos) para seus colegas de cena.

A pressão em relação ao projeto já acontecia antes de seu lançamento, com Margot Robbie admitindo ter recebido ameaças de morte por ter aceitado o papel, vindas da parte de “fãs” alucinados e ter percebido a partir daí a dimensão do projeto em que se envolvia. Com o lançamento do filme, a pressão foi outra, mais real e substancial. David Ayer escreveu algumas vezes de forma aberta em suas redes e para a mídia sobre a decepção de ter se dedicado tanto e sua obra não ter agradado. Ayer disse também que faria muitas coisas diferente se pudesse ter uma nova chance – grande parte do seu filme foi retalhada e a construção dos personagens (um número significativo em tela) terminou comprometida pelos cortes, com muitas cenas gravadas não utilizadas no produto final. Sendo o Coringa de Leto um dos que mais sofreram na versão que foi aos cinemas.

Esquadrão Suicida (2016) custou aos cofres da Warner US$175 milhões e recuperou quase tudo em seu fim de semana de estreia na América do Norte, com US$133 milhões em caixa. Foram US$325 milhões em bilheteria no seu território e US$746 milhões ao total no mundo – o que garantiu ao filme um sucesso financeiro. Junte a isso uma vitória no Oscar (na categoria de maquiagem), tornando o longa o quarto filme do subgênero a possuir tal honraria. Não deixa de ser um fato muito curioso Esquadrão Suicida ser o filme “odiado” mais bem sucedido dos últimos anos. O “fracasso”, porém, não passou despercebido pelos mesmos executivos que trataram de afastar Ayer do projeto Sereias de Gotham, seu próximo passo dentro deste universo.

Além de Ayer, um dos que mais sentiram o golpe foi o astro Will Smith, que tratou de se manter longe da continuação de Gunn (e deve estar arrependido agora). Entre mortos e feridos, Margot Robbie foi a que mais lucrou na história (isto é, desconsiderando as ameaças de morte). Arlequina a transformou uma estrela internacional aos 25 anos. A personagem (e Robbie) ganhou filme solo ano passado (Aves de Rapina) e novamente é chamariz em O Esquadrão Suicida (2021), além de ter se tornado, ela, o fenômeno pop que Esquadrão Suicida (2016) planejava ser. Todas as atenções no filme foram para a personagem e a atriz, garantindo extrema popularidade nas mais variadas mídias. Hoje, até quem não assistiu ao filme sabe da Arlequina.

David Ayer, cinco anos passados e com a poeira tendo baixado, começa a falar em sua versão do filme, querendo seguir pelo caminho do Snydercut. Agora com a propriedade nas mãos de outro cineasta, pode ser que o estúdio considere que esse “barco já partiu”. Isso é, a não ser que os fãs comessem a se mexer nesta direção.

‘On My Block’ é renovada para 2ª temporada pela Netflix

Quatro semanas após da estreia da primeira temporada, ‘On My Block‘ está oficialmente renovada para o segundo ano.

A série é centrada em quatro amigos adolescentes, que encaram a agitada vida em Los Angeles e os desafios no colégio em que estudam. Com pouco dinheiro no bolso e muito companheirismo, estão prontos para enfrentarem todos os desafios da vida com muito bom humor.

A série foi criada por Lauren Iungerich, Eddie Gonzalez e Jeremy Haft.

A dramédia romântica da Netflix é estrelada por Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco, Jessica Marie Garcia e Ronni Hawk.

A 2ª temporada deve estrear em 2019.

‘Alita: Anjo de Combate’ ganha novo cartaz belíssimo; Confira!

Alita: Anjo de Combate‘ ganhou um novo cartaz belíssimo.

Confira:

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme chega aos cinemas nacionais em 14 de fevereiro de 2019.

‘Batwoman’: Vilã é destaque em novo teaser; Assista!

A CW divulgou um novo teaser de ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose, destacando a vilã da série, interpretada pela Rachel Skarsten.

Confira, com o trailer completo:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série irá estrear no dia 6 de outubro, na CW.

 

Jovens se apaixonam no trailer de ‘Três Metros Acima do Céu’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da sua nova série italiana, intitulada ‘Três Metros Acima do Céu‘, que já está disponível no catálogo do serviço de streaming.

Confira o trailer:

Dois jovens de mundos bem diferentes se apaixonam durante o verão italiano à beira do mar Adriático. Eles são jovens, bonitos e cheios de sonhos, em busca da sua identidade, do amor e de quem realmente são.

A produção é baseada nos romances de Federico Moccia.