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Polêmica! Oscar de Melhor Atriz de Frances McDormand foi roubado após a cerimônia

Polêmica! O Oscar de Melhor Atriz que Frances McDormand ganhou na noite de domingo (4) por Três Anúncios Para Um Crime, foi roubado durante a festa após a cerimônia.

Segundo a Variety, o suspeito identificado como Terry Bryant, teria pego a cobiçada estatueta na mesa em que a atriz estava comemorando, na festa. Após tentar fugir, o homem foi clicado por um fotógrafo do evento e acabou sendo pego. Veja a foto postada por uma repórter em seu twitter:

“Seguranças na festa após o evento estão procurando por esse homem, que roubou o Oscar da atriz Frances McDormand e fugiu com ele. Um fotógrafo parou ele, recuperou o Oscar e o suspeito sumiu no meio da festa. Aparentemente, a Frances disse para deixá-lo ir”

Bryant alegou para os segurantes que o Oscar era seu e que ele deveria ser parabenizado por isso. Após o escândalo, o suspeito foi preso. Já o Oscar, voltou para sua dona original.

‘Duro de Matar 6’: Bruce Willis ajudará a escolher protagonista; Confira detalhes da trama!

Após dois anos sem notícias, ‘Duro de Matar 6‘ finalmente foi confirmado. Durante sua participação no Tonight Show Starring Jimmy Fallon, o astro Bruce Willis confirmou que o projeto está vivo e acontecendo.

Além disso, a dupla Chad e Carey Hayes, conhecidos pelo terror Invocação do Mal, foram escolhidos pela Fox para reescreverem o roteiro.

Agora, com o roteiro já pronto, o projeto se chamará ‘Die Hard: Year One’ e já está em fase de escolher o elenco principal. A informação é do Slash Film.

Segundo o site, a trama terá duas histórias paralelas, uma no presente e outra contada por flashbacks nos anos 70. Len Wiseman, que está a frente do longa, ainda revelou outra informação: a personagem Holly Gennero (Bonnie Bedelia), que não aparece desde ‘Duro de Matar 2’ (1990), estará de volta nesta sequência.

E, como a trama terá personagens rejuvenescidos, Bruce Willis ajudará a escolher o ator que viverá o jovem McClane.

Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer‘ (A Good Day to Die Hard) custou US$ 92 milhões e arrecadou US$ 67,2 milhões nos EUA. Mundialmente, foi melhor: US$ 302,4 milhões.

Não há previsão de estreia para  ‘Duro de Matar 6‘.

Pontos para prestar atenção no NOVO trailer de ‘As Marvels’

A Marvel pegou a todos de surpresa ao lançar – a uma da manhã desta sexta-feira (21) – o novo trailer de As Marvels, sequência de Capitã Marvel (2019) que reunirá Carol Danvers (Brie Larson), Monica Rambeau (Teyonah Parris) e Kamala Khan (Iman Vellani) em um único filme. Quer dizer, algumas imagens do trailer vazaram nos últimos dias, então já se supunha que ele seria lançado oficialmente em breve, só não era esperado que fosse em um horário tão incomum.

De qualquer forma, com o trailer oficial, veio a confirmação de sua estreia no Brasil para o dia 9 de novembro deste ano. Além disso, ele trouxe alguns easter eggs e uns pontos interessantes que serão abordados no novo filme. Confira!

Destino de Fury

Quem está acompanhando a série Invasão Secreta, que termina na próxima quarta (26), passou o último mês vendo Nick Fury (Samuel L. Jackson) lidar com a infiltração dos Skrulls na Terra, tendo sua vida posta em risco diversas vezes. No penúltimo episódio, Fury se prepara para a batalha final contra os aliens. Agora, com o trailer do próximo filme, já dá pra saber que o agente não morrerá e voltará para o espaço. Ou ele pode ser substituído por um Skrull e ir para o espaço. Não dá pra fugir disso.

Ameaça comum

O trailer também revelou que a grande ameaça da vez é uma vilã, que como todas as outras, só quer se dar bem.

Piadinhas idiotas à parte, nos quadrinhos, Dar-Benn era um general Kree que estava cansado dos joguinhos políticos do governante dos Kree, que flertava com frequência com os inimigos mortais da raça, os Skrulls. Claro que era tudo um plano para manipular os inimigos e tentar melhorar sua imagem com os Kree. No entanto, ele acabou sendo morto por Dar-Benn antes que pudesse concluir seus planos ambiciosos.

E para conseguir depor e assassinar este líder, Dar-Benn atuou ativamente na construção de uma poderosa versão mecânica do Surfista Prateado. Só que, como em quase todo golpe político, o general assumiu como imperador e posteriormente foi assassinado. Isso nos quadrinhos. No cinema, Dar-Benn é uma general Kree, interpretada por Zawe Ashton, que busca vingança contra Carols Danvers, a quem chama de Aniquiladora. Não dá pra saber se a Capitã Marvel voltou a atacar os Kree novamente, mas vale lembrar que ela impôs uma dolorosa derrota a Ronan, o Acusador (Lee Pace) e, 1995, quando privou sua raça de tomar posse do Tesseract e ajudou os Skrulls a não serem pulverizados pelos rivais. No entanto, vale lembrar que Ronan foi morto apenas em 2014, quando os Guardiões da Galáxia usaram a Joia do Poder para acabar com o azulão. Ou seja, é bem provável que vejamos Carol frustrando os planos dos Kree novamente neste filme.

Falando em Ronan, vemos Dar-Benn tomando posse da arma que Ronan carregava, indicando que ela passará de General para Acusadora na hierarquia Kree. Mais do que isso, ela usa o artefato para canalizar a energia de um bracelete ancestral que faz par com aquele que ajudou a jovem Kamala Khan a despertar seus poderes mutantes na Terra. E como a Acusadora busca vingança contra Carol, é provável que seja ela a responsável por um dos grandes desafios deste filme, que será a…

Troca de lugares

Quem assistiu a série da Ms. Marvel (2022) deve lembrar da polêmica que deu no último episódio quando, após os conflitos dos Djinn terminarem, Kamala volta para sua casa, tenta descansar e acaba sumindo, dando a espaço a uma confusa Carol Danvers.

Na época, a dúvida que ficou era se as duas haviam trocado de lugar ou se a Kamala, assim como nos quadrinhos, havia assumido a forma da Capitã Marvel. E cá entre nós, como ela ainda estava descobrindo seus poderes, era uma dúvida bastante pertinente.

Agora, com o trailer, essa dúvida foi sanada. Elas trocaram de lugar. E ao que tudo indica, esse será o conflito inicial da trama, já que ao usarem seus poderes, Carol Danvers, Monica Rambeau e Kamala Khan serão teletransportadas uma para o lugar da outra. Será que isso durará o filme inteiro?

Outro ponto que o trailer promete é revelar o segredo do bracelete de Kamala, que já passou por várias teorias dos fãs, inclusive de ser do mesmo lugar dos igualmente misteriosos “Dez Anéis” do Shang-Chi (Simu Liu).

Obra pronta

Um dos temas que foi mencionado algumas vezes durante a controversa Fase Quatro do MCU foi a reforma da Estátua da Liberdade, que seria desoxidada e ganharia um escudo gigante em homenagem ao Capitão América. E como os filmes e séries deixaram claro, essa mudança está causando bastante polêmica nos EUA dessa realidade, já que foi tema de debate em Gavião Arqueiro (2021). No final das contas, o controverso escudo foi derrubado pelo Duende Verde (Willem Dafoe) durante a luta final de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021). E como aqui a estátua já aparece pronta, sem mais nenhum sinal de estar passando por obras, podemos assumir que o filme se passe pelo menos uns três anos após a aventura Multiversal do Cabeça de Teia, já que obras desse porte costumam demorar.

A Estátua da Liberdade foi palco da batalha final de Sem Volta Para Casa, que reuniu heróis e vilões de três universos diferentes.

E.S.P.A.D.A.

Quem lembra de WandaVision vai saber que toda a origem dos poderes de Monica Rambeau vem de seu trabalho de monitorar e eventualmente tentar deter Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) para a agência espacial em que trabalha a E.S.P.A.D.A. (ou S.W.O.R.D.), que nada mais é que um tipo de S.H.I.E.L.D. espacial. Quando ela tentou atravessar a realidade criada por Wanda em Westview, Monica acabou ganhando suas habilidades de enxergar e manipular energia. Pois bem, a primeira versão de seu traje de super-herói nada mais era que uma adaptação simples de seu uniforme de trabalho. E agora, como visto no trailer, deu para saber que seu novo traje acompanhou a tecnologia dos uniformes espaciais da agência, fazendo dela um tipo de garota-propaganda de lá.

Interesse amoroso

Um dos nomes que mais chamou atenção no elenco foi o do fenômeno das séries sul-coreanas, Park Seo-joon. Seu personagem é mantido sob segredo, só que a Funko acabou entregando sua identidade. Ele dará vida ao Príncipe Yan, que foi marido de Carol Danvers nos quadrinhos. Houve boatos de que ele seria o interesse amoroso da Capitã Marvel no filme. No entanto, o trailer mostra uma cena muito rápida deles dançando em um salão repleto de criaturas coloridas. Carol não parece muito confortável no vestidão vermelho, mas já dá para esperar que eles interajam e talvez surja alguma coisa daí.

Flerkens

Se teve uma personagem que roubou a cena no primeiro filme da Capitã Marvel foi a excêntrica gatinha Goose. Quer dizer, a Flerken Goose. Lá é mostrado que apesar de se parecer muito com os gatos domésticos da Terra, os Flerkens são uma raça alienígena bastante caótica, capazes de causar um estrago fora do normal com os tentáculos que escondem em seu interior e com uma resistência capaz de armazenar uma Joia do Infinito sem grandes dificuldades. Nick Fury que o diga, afinal foi por conta de um arranhão de Flerken que ele perdeu um olho. Bom, a sequência não vai deixar essa raça de lado e já prometeu um sala cheia de Flerkens voadores, para o desespero de quem tiver que passar por ela, é claro.

Roupa nova

E como a Marvel precisa vender boneco pra não levar bronca da Disney, o trailer termina revelando os novos uniformes das três protagonistas, trazendo umas versões mais fiéis aos quadrinhos, com exceção da roupa da Kamala, que já estava perfeita antes, mas vale dar o benefício da dúvida para saber se vão conseguir superar a justificativa cultural/ afetiva para ela trocar um traje feito por sua mãe usando seu burkini por esse genericão aí.

Ah, vale ressaltar também que o trailer é acompanhado pela música Intergalactic, do Beastie Boys. Ela fala sobre pessoas versáteis e imparáveis que vêm de outros planetas para rimar e tocar o terror na Terra. Além disso, vale lembrar que o momento que mais rendeu elogios ao último sucesso da Marvel, Guardiões da Galáxia Vol.3 (2023), foi a sequência de luta dos heróis em um corredor ao som de No Sleep Till Brooklyn, também dos Beastie Boys. Então, tudo indica que a Marvel esteja mesmo tentando fazer o público fã das produções mais antigas embarcarem no hype deste novo filme, apesar dos esforços de alguns grupos em tentar deslegitimar as aventuras da Capitã Marvel por machismo e coisas do tipo.

As Marvels estreia em 9 de novembro de 2023.

Capitã Marvel, WandaVision, Ms. Marvel e Invasão Secreta estão disponíveis no Disney+.

Crítica | Três Vidas – Maite Perroni em Dose Tripla em Série de Suspense da Netflix

Os fãs de RBD não têm do que reclamar: no mesmo ano em que o famoso grupo mexicano decide anunciar uma turnê pelos lados sul das Américas, a queridinha do grupo, Maite Perroni, lança sua mais nova série nos streamings. Mais ainda: na produção a atriz e cantora vive papel triplo, o que certamente agradará aos fãs que assistirem a série, afinal, ela está o tempo todo na telinha! Estamos falando de ‘Três Vidas’, lançamento da Netflix para esse mês de março e que coincidiu, inclusive, com a data de aniversário de quarenta anos da grande estrela mexicana.

Em ‘Três Vidas’, Maite Perroni basicamente vive… três vidas. A série conta a história da jovem Becca, ou melhor, da profissional de criminalística Rebecca (Maite Perroni), que trabalha com a perícia técnica do departamento de polícia. Em uma noite comum ela e sua equipe são chamados para fazer a análise de uma cena de crime em que uma paciente entrara atirando no consultório de sua psicanalista e infelizmente acabara falecendo. Porém, quando Becca se aproxima do cadáver, tem duas surpresas: a primeira delas é que a mulher ainda está viva, e ela imediatamente chama os paramédicos; a segunda é que a moça que está à sua frente, Aleida, é simplesmente igualzinha a ela, e ainda por cima a chama pelo nome antes de desmaiar. A partir desse momento a vida de Becca vira de pernas pro ar, pois descobre ter uma irmã gêmea cuja existência ela desconhecia. E quanto mais vai investigando sobre essa história doida, descobre também a existência de uma terceira irmã, Tamara. Agora Becca fará de tudo para entender o que aconteceu com o passado das três, que fez com que elas se separassem contra suas vontades.

Dividido em oito episódios que giram entre quarenta e cinquenta minutos, ‘Três Vidas’ poderia muito bem ser apenas uma minissérie, pois seus últimos episódios respondem bem boa parte das perguntas levantadas ao longo da sua trama. Ou seja, para o espectador que não gosta de arriscar ver séries com medo dos eventuais cancelamentos, esta é uma produção de baixo risco, porque no final muitas respostas são entregues, ainda que algumas fiquem soltas com o intuito de renovar para uma segunda temporada – mas nada extremamente comprometedor.

Inspirado em uma história real, essa informação contribui para tornar a história da série ainda mais instigante, afinal, como uma doideira dessas pode ter acontecido de verdade? O roteiro de Letícia López Margalli, Nayura Aragon e Patricio López Margalli foca completamente no talento de Maite Perroni para carregar a série e manter a atenção do espectador, dosando a participação da atriz com cenas sensuais de pole dance, algumas cenas de pegação mais caliente com dois personagens distintos e, como fio condutor, as dúvidas da protagonista Becca, que, por ser investigadora policial, consegue fazer e acontecer com muito mais facilidade do que qualquer das outras irmãs. Por outro lado, a primeira metade da série dá uma arrastada boa, demorando demais para fazer com que as três personagens se conectem e a investida contra os vilões de sua vida tarde em acontecer. Ou seja, nos quatro episódios iniciais temos um pouco de excesso de Becca confusa, em dúvida se se joga para uma recaída na bebedeira, e um tanto de drama pessoal do policial Humberto (David Chocarro), o que acaba gerando uma barriga no ritmo da série – sinal de que ‘Três Vidas’ poderia ter sido contemplada com seis episódios.

Mas como tudo que Maite Perroni está se propondo a fazer tem qualidade e a atriz está disposta a se mostrar como uma mulher madura, dona de si e do próprio corpo, em ‘Três Vidas’ é exatamente isso que ela entrega. Com desenvoltura e competência, a atriz mexicana encara e cumpre o desafio de ser três personalidades diferentes, muitas vezes atuando na mesma cena juntas, conduzidas por um enredo misterioso que faz o espectador querer descobrir a verdade ao fim. ‘Três Vidas’ é um bom entretenimento seriado para ver num final de semana.

‘Cloak & Dagger’: Segunda temporada ganha data de estreia

Depois do sucesso de sua primeira temporada, era inevitável que Cloak & Dagger, série da Marvel, fosse renovada para uma segunda temporada na Freeform. Agora, segundo o site Deadline, sabe-se que a série irá retornar no dia 04 de abril com um especial de reestreia de duas horas.

Confira o novo pôster:

A série gira em torno de Tandy Bowen e Tyrone Johnson, dois jovens com criações distintas que terão de aprender a lidar e aprimorar superpoderes recém-adquiridos, e mais: a viver em casal, na vida pessoal e na luta contra o crime, como os inseparáveis Manto e Adaga.

Cloak & Dagger traz em seu elenco Olivia Holt, Aubrey Joseph, Gloria Reuben, Andrea Roth, J.D. Evermore, Miles Mussenden, Carl Lundstedt, Emma LahanaJaime Zevallos.

10 filmes que nos levam a pensar sobre COMO será nossa vida na terceira idade

Uma das incertezas que temos nessa nossa trajetória aqui na Terra é a de como será nosso futuro, quando estivermos mais velhos e olharmos para trás para tudo que fizemos na vida. Será que seremos rabugentos? Será que vamos estar felizes? Será que encontramos o sentido da vida e vivê-la intensamente? Será que nosso casamento continua firme e forte? Pensando nessas perguntas sem respostas, separamos 10 recortes sobre a melhor idade, assim segue abaixo 10 filmes que nos levam a pensar sobre como será nossa vida na terceira idade:

 

O Quarteto

Em O Quarteto conhecemos um grupo de músicos que moram no Lar dos músicos aposentados ao sul da Inglaterra e tem suas rotinas modificadas com a chegada de uma velha amiga e da possibilidade de uma apresentação que pode salvar o lugar em que vivem. O lugar escolhido para as locações, o condado ao sul da Inglaterra chamado Buckinghamshire, é belíssimo.

 

Maestro

A beleza essencial pode estar na sutileza, no subliminar. Dirigido pela atriz e diretora suíça Léa Fazer, Maestro é uma daquelas pequenas obras-primas que achamos no baú empoeirado do mundo mágico da sétima arte. Quase sem possibilidade de exibição nos cinemas brasileiros, o filme é um ato poético sobre o descobrimento do saber usando a estrada do cinema de arte. Ao longo dos curtinhos 81 minutos, somos testemunhas de metáforas filmadas e gestos muitos simples de sabedoria sobre a arte do viver.

 

Estão Todos Bem (1990)

Na trama, lançada em 1990 (que depois teve um remake norte-americano protagonizado por Robert de Niro) conhecemos um homem que resolve realizar uma viagem pela Itália, surpreendendo cada um dos cinco filhos com uma visita para saber como vivem.

 

Um Divã para Dois

Na trama, um casal já na flor da terceira idade enfrenta uma crise intensa em seu relacionamento. Para tentar fugir da mesmice procuram se entender em algumas sessões de aconselhamento de casais, sob o comando de um médico experiente no assunto. A lembrança de momentos vivos na vida daquele casal reacende a chama que não mais existia. O pedido de casamento com direito a anel no pão doce, noites inesquecíveis, viagens memoráveis, todas essas situações despertam novamente aquele sentimento que estava guardado dentro daquele casamento de 31 anos.

 

El Baile de la Gacela

Na trama, conhecemos Eugenio (Marco Antonio Calvo Coronado), um senhor de idade que anda pela vida sempre acompanhado do seu velho e eficiente radinho sintonizado em programas sobre futebol. Ele é um ex-jogador de futebol muito famoso na década de 70 que ficou marcado por uma chance desperdiçada nas épocas de jogador. Com o apoio de sua neta Marina (María José Callejas) ele frequenta uma academia de danças para terceira idade administrada por Daniel (Patricio Arenas). Com a chegada de um concurso, o protagonista fará de tudo para conseguir convencer Carmen (Vicky Montero), sua grande paixão, a dançar com ele na competição.

 

Um Homem Chamado Ove

Baseado no livro A Man Called Ove, de Fredrik Backman, Um Homem Chamado Ove conta a história de um senhor já na terceira idade chamado Ove (Rolf Lassgård, que fez o excelente Depois do Casamento de Susanne Bier) que vive seu cotidiano isolado de todos e vivendo em um conjunto habitacional que ele mesmo ajudou a fundar. Já sem muitas alegrias, principalmente pelo abalo que o falecimento da esposa causou em sua vida, tenta a todo instante cometer o suicídio e sempre algo acontece na hora do ato final. A vida desse personagem, completamente rabugento, começa a mudar um pouquinho com a chegada de seus novos vizinhos e Ove começa a repensar melhor sobre o simples ato de viver.

 

Hello, My Name Is Doris

Na trama, conhecemos a contadora Doris (Sally Field), uma mulher para lá de 60 anos que vive solitária em seu mundinho que gira em torno de um trabalho entediante em uma promissora agencia de publicidade e sua casa que mais parece um brechó de tanta coisa em pouco lugar. Sua pacata rotina muda quando conhece o novo diretor de arte da empresa que trabalha, John (Max Greenfield), por quem logo nutre uma paixão daquelas de adolescente. Assim, explorando a paixonite, acaba ganhando coragem após participar de um seminário de auto ajuda, ministrado por Willy (Peter Gallagher), e acaba entrando de cabeça no mundo de John e sem querer redescobre os prazeres da vida.

 

Última Viagem à Vegas

Na trama, quatro amigos de infância, que hoje já estão na fase dos 70 anos, resolvem se reencontrar após anos sem contato para comemorar a despedida de solteiro de um deles em Las Vegas, o ricaço Billy (Michael Douglas). Além de Billy, o grupo é formado por: Sam (Kevin Kline), Archie (Morgan Freeman) e Paddy (Robert de Niro). O primeiro está infeliz e depressivo no casamento, o segundo teve muitos problemas de saúde além de ser tratado como criança pelo filho, o terceiro é um viúvo ranzinza e infeliz que tem contas a acertar com Billy. Esse grupo vai se meter em altas confusões pelas noites na famosa cidade dos cassinos.

 

Pietro

Na poesia do viver conhecemos um senhor de idade avançada, humilde que vive dedicado quase que exclusivamente ao seu bichinho de estimação. Quando acontece uma pequena tragédia, Pietro, que arrumado parece Freud, tenta fugir da solidão indo a um baile da terceira idade, lá encontra uma nova chance de se reencontrar nesse finalzinho de chama que podemos chamar carinhosamente de vida. Dirigido por Hsu Chien.

 

Meu Verão na Prevença

Na trama, conhecemos três irmãos de personalidades diferentes, entre eles um jovenzinho com deficiência auditiva, que partem, forçadamente, de férias para a bela cidade de Florença, na Itália, logo depois de um abalo na estrutura familiar que estavam acostumados. Meio sem saber o que será do destino deles, chegam à casa de Paul (Jean Reno) e Irene (Anna Galiena), seus avós que não viam faz muito tempo. Por conta de brigas familiares, não conheciam direito seu avô, um idoso rabugento que vai aprender com a juventude a sorrir novamente.

 

Crítica | ‘Sacas de Areia’ – Uma fábula urbana que abraça o sonhar [Festival Cinemato 2026]

Caminhando pelas amarguras de uma rotina sem muitas esperanças, mas tendo a força do sonhar como uma saída para as incertezas do presente, o simpático curta-metragem mato-grossense Sacas de Areia contorna um recorte no cotidiano de uma senhora, moradora de Cuiabá, compreendendo o novo momento de sua vida em meio às frustrações e a esperança de dias melhores.

Dona Nena (Bia Correa) mora em uma casa humilde no subúrbio de Cuiabá com seus netos. Após ser diagnosticada com uma hérnia, é demitida do trabalho. Não deixando de ser mais um recomeçar, passa a vender bolos para ajudar na renda da família. Quando ganha uma assistente virtual Alexa no bingo, começa a perceber os sonhos chegando com intensidade, mas as decepções também.

Trazendo paralelos com o dia a dia de muitos de nós, brasileiros que lutamos pelo nosso ganha-pão, pegando aquele ônibus lotado, convivendo com os problemas da cidade e juntando no limite o dinheiro para pagar as contas em dia, essa obra nos leva direto para um espelho social certeiro e de fácil assimilação. Utilizando o humor e o drama, na medida correta, desenvolve com fluidez suas poucas, mas profundas reflexões.

A trama se arrisca em um contemplar mais do que se desenvolver em camadas, fato que estaciona a narrativa em um cantinho de poucos caminhos. Mesmo assim, tem o sonho como elemento alegórico para abordar a vida na cidade, sem esquecer de traduzir, em sentimentos conflitantes, as lições do afeto, as interações da melhor idade com a tecnologia e desfilar, mesmo que de maneira superficial, por alguns problemas sociais.

Com roteiro de Giovanni Ojeda e direção de Raphael Henrique, o projeto, selecionado para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens do Festival Cinemato 2026, insiste em explorar as relações familiares com a ternura do encontro com a liberdade que vem com os sonhos.

‘American Horror Story: 1984’: A caçada começa no trailer do terceiro episódio

A FX divulgou o trailer do terceiro episódio de American Horror Story: 1984’.

Confira:

O segundo episódio, intitulado Slashdance, será exibido no dia 02 de outubro.

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

‘Curb Your Enthusiasm’: Série da HBO ganha HILÁRIO vídeo promocional; Confira!

HBO divulgou um novo vídeo promocional de Curb Your Enthusiasm, aclamada série de comédia cuja 10ª temporada chegou ao fim recentemente.

Confira:

Fred ArmisenKatilin OlsonJon DalyLaverne CoxTed DansonMary Holland aparecerão no novo ciclo ao lado dos protagonistas Larry DavidCheryl HinesJeff GarlinJ.B. SmooveJon Hamm.

Curb Your Enthusiasm é exibida pela emissora HBO.

‘Hoops’: Nova animação adulta da Netflix ganha pôster oficial; Confira!

A nova série em animação para o público adulto, intitulada ‘Hoops‘, ganhou seu primeiro cartaz oficial.

A produção tem estreia marcada na Netflix para o dia 21 de agosto.

Confira, junto ao trailer:

Na trama, um técnico de basquete grosseiro e mal-humorado faz de tudo para colocar seu time na linha e chegar às divisões principais.

Hoops‘ é criada por Ben Hoffman, que também assume a função de produtor executivo do projeto, ao lado do ator e também dublador da série, Jake Johnson, bem como de Phil Lord, Christopher Miller, Seth Cohen e M. Dickson.

A série é produzida pela 20th Century Fox Television e animada pela Bento Box.

Além de Johnson, o elenco de dubladores conta com Rob Riggle (Holey Moley, The Daily Show), Natasha Leggero (Another Period, Broke) e Ron Funches (Harley Quinn, Undateable).

‘Mulher-Maravilha 1984’: Gal Gadot estampa novo pôster belíssimo da sequência; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo e belo pôster de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, estampando Gal Gadot como a heroína.

Lembrando que o longa estreia hoje (17) nos cinemas nacionais.

Confira:

Sucesso entre os críticos, o filme abriu com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com 63 críticas publicadas, o filme recebeu 56 reviews positivas e 7 negativas. A nota média do filme está em 7.4/10.

Confira nossa crítica em vídeo e as principais críticas do Rotten Tomatoes:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Mulher-Maravilha 1984 são três filmes em um … E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso.” – Alex Abad-Santos | Vox

“A sátira social perversamente pungente do filme deve ocasionalmente dar um passo para os super-heróis, é claro. E embora a nova edição de Gadot e Jenkins proporcione as esperadas emoções e empolgação, esta sequência compartilha a falha significativa de seu antecessor.” – Alonso Duralde | TheWrap

“Se Mulher-Maravilha 1984 não consegue atingir as alturas do primeiro filme, ainda assim ele voa lindamente quando é mais importante.” – Angie Han | Mashable

Gal Gadot retorna como a princesa amazona com as pulseiras à prova de balas, apresenta um casal de inimigos dignos e traz um filme muito divertido, mesmo que seja extremamente agitado e quase esgote suas energias com pesadas duas horas e meia.” Brian Truitt | EUA Today

“Uma aventura vibrante e virtuosa repleta de todo o coração e heroísmo que esperamos da luz brilhante da DC. Mulher Maravilha 1984 é realmente a heroína que 2020 precisava o tempo todo.” – Ben Travis | Empire Magazine

Mulher-Maravilha 1984 realmente brilha como uma dose bem-vinda de escapismo perfeito e dourado.” – Laura Griffiths | Starburst

“Todos nós esperamos por Gadot e valeu a pena. Um blockbuster muito necessário cheio de humor, espetáculo e otimismo.” – Jamie Graham | TotalFilm

“A história da Mulher Maravilha em 2020 pode ser edificante e inspiradora, mas este filme não é nada disso.” Seanan McGuire | Polígono

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Sanditon’: Série baseada no romance inacabado de Jane Austen é renovada para mais duas temporadas!

PBS revelou recentemente que a série de época Sanditon, baseada no último manuscrito inacabado da lendária Jane Austen, foi oficialmente renovada para mais duas temporadas.

A notícia vem com bastante surpresa, considerando que a obra havia sido cancelada pela emissora original, a ITV, em dezembro de 2019, depois de apenas uma temporada.

O segundo ciclo ainda não tem previsão de lançamento.

A série foi criada por Andrew Davies.

Sanditon conta a história de Charlotte Heywood (Rose Williams), uma jovem que, na Inglaterra do século 19, se muda com a família para a cidade de Sanditon. Recém-saída do interior, a impulsiva Charlotte logo se vê confrontada com as intrigas e flertes locais. E o primeiro morador que cruza seu caminho é Tom Parker (Kris Marshall), um carismático e bem-humorado rapaz que sonha em transformar a monótona vila de pescadores em um resort elegante. Em seguida, Charlotte conhece Lady Denham (Anne Reid), uma viúva de caráter forte que se orgulha muito de seu poder e sua influência sobre os aldeões. Ao mesmo tempo, Charlotte se depara com o belo Sidney Parker (Theo James), que trabalha dia e noite para demonstrar o potencial seu povo. Sem querer, ela acaba envolvida na vida desses e de muitos outros aldeões, com os quais entra em conflito devido a uma visão de mundo completamente diferente.

Kate AshfieldCrystal ClarkeTurlough ConveryJack FoxMatthew NeedhamAlexandra Roach e outros completam o elenco.

‘Maria Antonieta’: Série da roteirista de ‘A Favorita’ é adquirida pela BBC

Segundo a Variety, a BBC adquiriu os direitos de produção e de exibição de ‘Maria Antonieta’, nova série de Deborah Davis (‘A Favorita’).

A série, composta por oito episódios, é focada na icônica monarca que, aos 14 anos, deixou a Áustria para se casar com o Delfim da França, onde cresceu navegando pelas leis da corte local e pela pressão de continuar a dinastia Bourbon com um herdeiro homem. Até hoje, ela é considerada um símbolo da moda e relembrada por seu carisma, sua independência e por rumores que minavam sua reputação nos corredores de Versalhes.

Emilia SchüleLouis Cunningham darão vida a Maria Antonieta e Louis XVI, respectivamente. Jack ArcherJames Purefoy completam o elenco.

Louise IronsideAvril E. RussellChloë Moss foram contratadas para assinar o roteiro, enquanto Pete TravisGeoffrey Enthoven entram como diretores.

As informações também indicam que a produção será rodada nos principais locais frequentados pela rainha, incluindo o Palácio de Versalhes, o Vaux-le-Vicomte, o Lésigny, o Champs, o Voisins e também os estúdios Bry-sur-Marne.

‘Maria Antonieta’ ainda não tem previsão de lançamento.

Artigo | ‘Ratatouille’: a obra-prima de Brad Bird e o grande banquete cinematográfico da Pixar

É um fato dizer que, dentro do ramo culinário, a perfeição dos pratos e das bebidas servidas com a harmonização de seus ingredientes e da própria paciência memorável dos chefs de selecionarem as melhores mãos para que suas habilidades sejam transcendidas a um nível inenarrável e alcance o objetivo de atiçar as camadas mais escondidas do paladar humano. E talvez esta seja a maior metáfora para a vida dos artistas, sejam eles do âmbito audiovisual, sejam do literário: saber ponderar, escolher, descartar e culminar todo o conhecimento premeditado para algo inteiramente novo ou surpreendente.

Ratatouille é, pessoalmente, a minha animação favorita de todos os tempos. E apesar de já estar inserida na segunda era dos estúdios Pixar, o qual se iniciou com ‘Carros’ em 2006, o longa-metragem resgata elementos das obras anteriores e arquiteta uma odisseia envolvendo, mais uma vez, criaturas inimagináveis e antropomorfizadas – neste caso, emergindo na figura de Remy (Patton Oswalt), um rato do campo que internaliza um dos desejos mais primitivos da raça humana para sua mente de roedor: a de ser alguém que sempre quis.

O brilho do filme já se inicia com sua estrutura narrativa, a qual é estranha e satisfatoriamente comparável às páginas de um cardápio, preparando o terreno para o espectador e para o que ele verá durante seus quase 120 minutos de duração. Os momentos trágicos, cômicos, tensos e empáticos seguem uma linha catártica que se mistura à cronologia impessoal e atemporal da história, usufruindo de elementos com décadas de diferenças para construir uma ambientação atmosférica deliciosamente agradável. E, bom, não é à toa que a obra seja uma das melhores de todo o legado dos estúdios – e talvez fosse uma que merecesse uma possível sequência.

COUVERT

GUSTEAU (left), REMY (right)

O consenso mundial de que a melhor comida do mundo é feita na França não emerge como nenhuma surpresa quando olhamos para a premissa de Ratatouille. Primeiramente, utilizar o nome de um prato camponês como brincadeira semiótica com o personagem principal da história e como ela se desenvolve ao longo de seus três atos é de uma genialidade impagável. É claro, a ideia de Brad Bird em puxar um prato rústico de meados do século XVIII para o título de sua animação é de uma sutileza incabível quando pensamos no público-alvo – as crianças. Entretanto, tal obra não se restringe apenas a uma parcela espectadora, e sim traz a capacidade expansiva dos filmes predecessores para conquistar cada vez mais pessoas.

De qualquer modo, a associação do nome com os protagonistas do filme é certeira e entra como uma das sacadas mais brilhantes do legado Pixar. Mas boas ideias não permanecem apenas no plano imaterial: elas devem tangenciar os limites entre realidade e ficção com supressões e contrações arquetípicas que revelem uma aproximação entre criaturas animalescas ou inexistentes com a própria concepção de ser humano – afinal, o cinema surgiu a partir da busca constante do homem em se expressar. Logo, por mais ínfimo que isso seja, a autoidentificação é o primeiro passo para o sucesso.

Remy não poderia ter uma entrada melhor; através de alguns segundos bizarros (pela falta de outro adjetivo significativo o suficiente), vemos a paisagem pitoresca de uma humilde casa, adornada com clarões aparentemente destoantes da calma ambiência. E de repente, o nosso herói atravessa uma janela de vidro segurando um livro de receitas e portando em seu rosto a mais clara expressão de desespero. Tal imagem é cômica, sem sombra de dúvida, mas premedita os infinitos obstáculos pelos quais ele passará até atingir o ponto máximo de seu arco.

REMY (left), LINGUINI (right)

Ratatouille já demonstra um afastamento considerável de seus “irmãos animados” por optar pela presença do narrador-personagem. Apesar da constante menção às narrativas literárias clássicas, principalmente da escola Realista e Naturalista, a ideia dessa utilização se afasta dos convencionais clichês para fornecer uma perspectiva mais intimista. E já digo de antemão que o roteiro assinado também por Bird finca-se com bastante apreço às brechas que delineia: é possível vermos uma clara transição identitária e metamorfa, por assim dizer, entre os atos do filme. Em momento algum digo que isso causa estranheza ou quebre o paralelismo narrativo – muito pelo contrário: a oscilação de focos entre personagens diferentes é notável e também indica uma imparcialidade quanto ao que realmente aconteceu. Afinal, estamos ouvindo uma história; cabe àquele quem conta fornecer a veracidade pela qual buscamos, ainda que nos apresente de uma perspectiva única.

Remy está em constante desilusão consigo mesmo e com a vida que tem. Ele é um rato, um animal considerado “sujo e imundo” pelos olhos humanos”, mas suas puras intenções o levaram por um caminho quase divino, através do qual deseja lograr de suas habilidades na cuisine. Sim, é exatamente isso: sua personalidade aventureira e em constante evolução o permitiu se afastar dos estereótipos de sua raça para encontrar uma posição humanizada em meio aos obstáculos de ser quem realmente é. Ora, quem não consegue se deliciar vendo-o preparar um cogumelo com queijo no topo de uma casa campestre, discorrendo sobre sabores e sobre a combinação mágica e perfeita dos opostos?

Falar sobre a arte de cozinhar em um filme infanto-juvenil em sua essência, principalmente quando nos lembramos dos constantes estresses que chefs, críticos gastronômicos e degustadores profissionais passam em uma vida a priori prazerosa, é um desafio a ser encarado com atenção e cautela. Discorrer sobre as funções de cada um dentro da cozinha, o embate entre o real significado do que é comida e como esta passa por um processo de decadência com o passar dos anos e com a efemeridade da construção de um simples prato, ou até mesmo as relações humanas e suas fragilidades configura-se como uma tarefa complexa, principalmente quando se pretende deixar a mensagem universal e compreensível tanto para as crianças quanto para um público mais velho.

Felizmente, ‘Ratatouille nos apresenta a estes temas-base com bastante calma e deixando que cada um leve seu tempo para ser representado. É interessante ver através dos olhos de um animal tão pequeno a grandiosa futilidade da sociedade moderna, com seus dramas diários, sua constante procura pelo equilíbrio e pela paz, e a canalização das frustrações para pequenos momentos de prazer, como o saborear de um prato de comida. Remy não se preocupa com essas coisas, mas sim com como ele pode alcançar seus sonhos sendo um forasteiro dentro de um mundo comandado por humanos. Já à prima vista podemos deduzir que ele irá precisar de ajuda – e, como não poderá contar com o apoio de uma família estruturalmente conservadora e estagnada na própria condição natural, encontra esse fator X no lugar mais improvável possível.

PLAT PRINCIPAL

O protagonista da narrativa é um “lobo solitário”, por assim dizer. Apesar de estar conectado com gerações e gerações de outros ratos, ele não se sente como um, assim como também não se sente parte do cruel mundo em que vive. E encontrar algum modo de fazer com que seu sonho se torna realidade será uma das tarefas mais difíceis a ser enfrentadas e concluídas: apesar de persistente, sua personalidade sonhadora constantemente o coloque dentro de um mundo criado para seu bel-prazer. É a partir daí que o famoso chef Auguste Gusteau (Brad Garrett) passa de uma personalidade inalcançável para uma extensão da consciência do nosso herói.

Quando se sente sozinho, Gusteau se materializa, emergindo como uma versão em miniatura de si mesmo, adornado com a dólmã e o chapéu próprios dos cozinheiros e perscrutado por uma transparência fantasmagórica que apenas existe para impedir que Remy faça escolhas erradas ou se deixe levar pelos primitivos e rudimentares instintos animalescos – como a fome. Afinal, ele é um cozinheiro, e roubar comida para se satisfazer vai contra todos os princípios que jurou servir. “A comida virá. Seja paciente”, o bonachão chef diz para o rato, constantemente.

É então que a sorte começa a mudar. Como já dizia o ditado, “depois da tempestade, vem a bonança”. Não que os problemas a serem enfrentados pelo protagonista tenham encontrado um fim – afinal, se tivessem, não haveria necessidade para a história prosseguir. Mas assim que chega a Paris, a famosa cidade-luz, povoada por seus habitantes esperançosos, sonhadores e otimistas, ele se vê frente a frente com uma cena tão admirável quanto angustiante: após ser levado para o restaurante de Gusteau através de seus instintos, ele permanece observando com atenção o movimento dentro da cozinha, diferenciando o chef, o sous-chef, o chef de partie, até que seus olhos repousam na figura esquisita e desastrada de um jovem rapaz ruivo chamado Linguini (Lou Romano).

EMILE

Não é nenhuma surpresa quando os dois acabam se conectando no começo do segundo ato. À frente do Rio Sena, local onde o “garoto do lixo” deveria matar o rato que invadiu a cozinha, eles selam um pacto improvável de se ajudarem: afinal, de forma fantasiosa – assim como todos os outros filmes dos estúdios -, Linguini pareceu perceber a afeição daquele bichinho pela cozinha e como sua destreza nas artes culinárias era algo a ser reconhecido. E como ele precisa do emprego, vê uma oportunidade pretensiosa que gradativamente se transforma em uma amizade imprescindível para cada um dos desfechos subsequentes.

De que forma os dois poderiam se ajudar? Bom, partindo do preceito de que estamos internalizados em uma bolha de ficção, qualquer coisa é possível, desde que parta de semelhanças com a verdade e com o mundo que conhecemos. Acontece que Remy descobre que Linguini tem uma propensão a movimentos involuntários, regidos quando alguém puxa suas mechas de cabelo. E é a partir daí que os dois protagonizam as sequências mais divertidas e mais animadoras de todo o longa-metragem: o treino. Puxando referências, ainda que muito sutis, de outras obras audiovisuais e literárias nas quais o protagonista deve passar por longos processos de transformação para alcançar outro patamar pessoal, o rato e o humano se unem como duas engrenagens de uma maquinaria complexa para darem vida à harmonia culinária – este é dotado do porte físico; aquele, das habilidades gastronômicas. Bote tudo junto, adicione comicidade à gosto e pronto, o jantar está servido.

Esta não seria uma animação da Pixar sem os famosos e muito bem construídos antagonistas – e em Ratatouille, somos apresentados a diversas categorias: a primeira delas é a pessoal. Cada um dos personagens principais tem um conflito interno que os impede de se firmar como um estereótipo do forasteiro, o qual é desprovido de erros e fraquezas e apenas acerta o tempo todo. Sua humanização transcende até mesmo os conceitos de delineações de personalidade, invadindo os campos da psicanálise para dissertar sobre até que ponto a determinação individualista leva uma pessoa – ou, neste caso, um rato.

A segunda é a social. Como já dito, Remy tem seus problemas com o grupo comunitário em que vive, por não se portar como dita a música. Ele busca pelas transformações, mesmo que isso coloque em risco o passivo equilíbrio dentro de sua colônia. Linguini também é uma figura deslocada, sem qualquer senso para a comida, mas disposto a ajudar no que for através de sua formação altruísta, ainda que seja julgado por seus colegas de trabalho, principalmente por entrar em um período de ascensão sem quaisquer precedentes.

A terceira e mais perceptível é a exterior. Sempre presentes em narrativas infanto-juvenis, os “vilões” são peças essenciais para que as motivações dos heróis sejam pressionadas a se tornarem realidade e para que as camadas de complexidade dentro da narrativa se endossem em um arco completo que tem começo, meio e fim. Neste filme, os principais antagonistas exteriores são o chef Skinner (Ian Holm), que não aceita o surpreendente parentesco entre Gusteau e Linguini e deseja transformar o clássico restaurante do falecido empreendedor em uma franquia de comidas congeladas para atender a demanda do fast-food da sociedade parisiense. Seus ideais são corrompidos pelo oblíquo pensamento da evolução darwiniana e pela sobrevivência daquele que melhor se adapta – ora, ele nem mesmo acredita na premissa “qualquer um pode cozinhar”, principal epíteto de Gusteau.

O outro personagem vilanescos é o medonho e assustador Anton Ego (Peter O’Toole), que talvez seja a criação audiovisual mais contraditória de todos os tempos. Ele foi um dos principais responsáveis pela morte prematura do chef que empresta o nome ao restaurante, ao escrever uma crítica devastadora sobre a falsa originalidade de seus pratos e sobre como ele e suas crenças representavam a decadência da boa culinária.

Sua caracterização é digna de releitura dos clássicos do terror do início do cinema, mais precisamente do longa ‘Nosferatu’ (1922), um dos grandes ícones do expressionismo alemão. Não é necessária muita atenção e análise para vermos que os dois personagens são praticamente idênticos: Ego tem um corpanzil esquálido e esticado, com a pele tão branca quanto a neve, e profundas bolsas arroxeadas envolvendo os olhos semicerrados. Ele também é corcunda e fala com uma profundeza digna dos solilóquios de outro personagem também muito conhecido, Drácula. Até mesmo o lugar onde vive busca inspiração em obras de suspense: a construção de sua sala de estar é imponente e relembra a forma agourenta de um caixão.

Mas onde há vilania, há ajuda. E a presença do guardião e do conselheiro vem como Colette (Janeane Garofalo). Ela é a única presença feminina na cozinha do Gusteau e prova suas habilidades e sua responsabilidade a cada sequência em que protagoniza, tornando-se responsável por ensinar Linguini – e até mesmo Remy – as técnicas que aprendeu para fazer jus ao nome do restaurante em que trabalham. Sua personalidade afrontosa e forte traz à tona alguns defeitos, como o temperamento explosivo e o fato de confiar demais em que lhe deixa ensinar alguma coisa, ainda que seja o básico. A priori, percebemos um certo refreamento no tocante aos sentimentos que nutre pelo jovem desastrado que acabou de chegar ao Gusteau’s: ele é uma ameaça em potencial para a reputação que construiu depois de tantos anos de duro trabalho, mas logo percebe que ele deseja aprender, assim como o pequenino rato. Aliás, é interessante notarmos como duas personalidades tão distintas – a utópica sonhadora de Remy e a voraz realista de Colette – entram em conflito e trazem um dinamismo extremamente agradável ao longa.

DESSERT, S’IL VOUS PLAÎT

Ratatouille é o ponto de perfeição tão buscado pelos chefs audiovisuais por todo o mundo – e aqui faço menção obviamente à direção certeira de Bird e, talvez com mais ovação, à incrível trilha sonora composta por Michael Giacchino.

A jornada de Remy é uma dança. Desde os momentos iniciais, a câmera desliza sorrateiramente através das literalmente pequenas perspectivas do protagonista para fornecer uma grandiloquência para a incrível ambiência idealizada para o filme. A atemporalidade é justificada com os planos sequências que deslizam através de fechaduras, de canos quebrados e da própria estrutura urbana de Paris, pela qual o nosso amável rato desliza com tanta fluidez.

Optar por afastar-se da oposição clara entre plongées e contra-plongées vista em animações predecessoras, como ‘Toy Story 2’, entra como uma técnica muito bem-vinda, principalmente por valorizar a transparência entre o mundo dos humanos e o dos roedores. A saturação da montagem clássica é deixada de lado para fornecer uma agradável sensação de evolução narrativa através de planos escolhidos para fortalecer uma determinada atmosfera e de cortes rápidos que indicam, por exemplo, os momentos de tensão dentro da cozinha ou a revelação de segredos ocultos pelo tempo.

EMILE

O ápice vem com os momentos que simbolizam o tema principal do filme: a hora das refeições. Um dos momentos mais belos de toda o legado Pixar talvez seja o momento em que Remy finalmente tem a oportunidade de demonstrar suas habilidades culinárias ao salvar uma sopa praticamente destruída por Linguini. A própria concepção desta sequência segue o gradativo crescendo de óperas e ballets seculares, como ‘O Lago dos Cisnes’, fornecendo a suavidade e a fluidez necessárias para que nada pareça artificial ou fictício. Somos transportados para dentro da tela e perscrutamos o minucioso trabalho do rato, observando os ingredientes que usa, suas técnicas de cozinha; nós nos tornamos os próprios críticos gastronômicos sem nos darmos conta disso.

E é claro que essa maestria não existiria sem a música. Giacchino puxa elementos de décadas diferentes para orquestrar uma trilha tão emocionante quanto o filme pede para ser. A presença de sanfonas harmoniza com a simples, mas bem delineada composição com violinos, violoncelos e a melodia dramática do órgão. A cultura francesa existe não apenas no âmbito visual, mas ao expandir-se para a constante semiótica sensorial dos instrumentos. Temos, em um mesmo frame, o jazz da década de 1920 e o folk de meados dos anos 1950, enquanto exploramos a delicada finésse dos anos quarenta com a emergência de um ritmo mais frenético para a monotonia da sociedade parisiense.

Tudo culmina para os arcos de redenção dos personagens que considerávamos antagônicos, até mesmo a necessidade de autoafirmação de Remy. Sem qualquer sombra de dúvida, Ego é aquele que resume de forma literária e quase antropológica o que precisava ser verbalizado. No final do terceiro ato, após descobrir o segredo do restaurante que sempre ousou enfrentar, ele discorre sobre o trabalho do crítico, dizendo que a singularidade daqueles que nos impressionam é exatamente o que Gusteau defendia: nem todos podem se tornar um grande artista, mas uma grande obra de arte pode vir de qualquer lugar. Tal monólogo inclusive entra como uma autorreflexão para o trabalho que tentamos fazer aqui: analisar um filme é algo prazeroso, principalmente se temos críticas negativas a fazer. Entretanto, arriscar-se no novo é defender algo que não esperávamos, como uma humilde construção narrativa que consegue extrair a essência de quem nós mesmos somos.

LE FESTIN

Ratatouille é um grandioso banquete que surpreende por suas escolhas narrativas, estéticas e até mesmo por tratar de um assunto considerado batido, mas que martela a mais equilibrada pessoa. Como perseguir um sonho se você é constantemente atacado por aqueles que o cercam?

Como disse no início do texto, este é meu filme favorito dos estúdios, por nos relembrar de como a sutileza da arte e a atemporalidade daquilo que é criado é o suficiente para dar forças para o mais desesperado dos homens continuar em frente. A animação conversa com o público nos mais diferenciados níveis e tem a capacidade de tocar, com uma diversificação notável, o coração do público. E, citando uma das passagens do solilóquio de Ego, “estarei voltando ao Gusteau’s em breve, faminto por mais”.

Dia do Rock | 30 ícones do rock que você PRECISA conhecer

Nosso especial do Dia do Rock continua a todo vapor.

Agora, em homenagem aos incríveis artistas que influenciaram suas gerações e que servem de inspiração para os nomes contemporâneos, separamos uma breve lista com 20 ícones do gênero que você precisa conhecer – passando dos mais conhecidos, como AerosmithThe Beatles até Annie Lennox e The Runaways.

Confira:

SISTER ROSETTA THARPE

Rosetta Tharpe é conhecida, até hoje, como a Madrinha do rock and roll – e tornou-se uma superestrela com sua guitarra, viajando pelo mundo e agraciando o público com seu talento único. Nos anos 1960, ela introduziu aos britânicos o electric-blues, influenciando mais de uma década de artistas com suas produções mirabolantes, além de ter servido de inspiração para Elvis Presley (com quem inclusive trabalhou).

PRINCE

É claro que não poderíamos deixar Prince de fora da nossa lista – afinal, o icônico artista consegue “fazer tudo bem”, de acordo com o Hall da Fama do Rock and Roll. Conhecido por suas fusões entre funkR&Brockpop e vários outros estilos, o cantor e compositor eternizou canções como “Purple Rain” na história da música e introduziu ao mundo o “som de Minneapolis”. Não é à toa que ele seja um dos maiores performers de todos os tempos e continua influenciando inúmeros nomes da contemporaneidade – como, por exemplo, Janelle MonáeAdam Lambert.

CHUCK BERRY

Chuck Berry, assim como Rosetta Tharpe, tem uma importância inestimável não apenas para o rock, mas para o cenário fonográfico em si. Cunhado como o Pai do rock and roll, Berry é exaltado como um teorista magistral do gênero em questão e um gênio conceitual, como bem apontou o jornal The New York Times. Dentre as várias personalidades que influenciou, podemos citar Elvis PresleyLittle RichardBuddy Holly – ora, até mesmo os Beatles pegaram elementos de sua carreira emprestados para ascenderem à fama.

TINA TURNER

São poucos os artistas que conseguem alcançar o legado deixado por Tina Turner na indústria do entretenimento. A artista dominou os anos 1960 e 1970 com um estilo único, vibrante e recheado de vocais e movimentos esplêndidos – aproveitando a ascensão da música pop para imprimir uma identidade que misturasse gêneros. Vencedora de oito estatuetas do Grammy, Turner serviu de inspiração para a lendária Joan Jett, além de ser musa de artistas mais recentes, como Miley CyrusKelly ClarksonPink.

MEMPHIS MINNIE

Se você nunca ouviu falar de Memphis Minnie, provavelmente deveria aproveitar esse dia tão icônico para conhecê-la. Quebrando as regras de gênero que lhe eram impostas, Minnie transformou-se em um ícone do rock e, inclusive, venceu o guitarrista Big Bill Broonzy em uma competição julgada por Muddy Waters. Não bastasse suas habilidades de tirar o fôlego, Minnie também assinou a clássica canção “When the Levee Breaks”, que ganharia fama através da banda Led Zeppelin.

LITTLE RICHARD

Little Richard não apenas é um dos nomes mais conhecidos do cenário rock, como também insurge como um dos emblemas da comunidade LGBTQIA+. Em uma de suas aparições públicas, Richard chamou a si mesmo de “rainha do rock“, em contrapartida a Elvis Presley, a quem havia influenciado. Desafiando as normas de gênero através de uma presença de palco extravagante, Richard influenciou cantores como Elton JohnDavid Bowie, além de amalgamar temas como sexualidade, religião e vício em drogas em suas canções.

JIMI HENDRIX

Quem nunca ouviu falar de Jimi Hendrix provavelmente está mentindo. Afinal, Hendrix, desde muito cedo em sua carreira musical, fez de tudo, menos se conformar com o cenário mainstream, que o afastava tanto dos convencionalismos do R&B quanto do escopo underground da cena rock. Mas sua maior conquista foi ter redefinido a presença da guitarra elétrica com técnicas de acorde únicas e esplendorosas – que ficaria conhecido como o “Acorde Hendrix”.

PEGGY JONES

Conhecida como a Mãe do rock and rollPeggy Jones ganhou fama depois de participar como membro da banda de Bo Diddley. Eles começaram a trabalhar juntos em meados dos anos 1950 e tornou-se uma das primeiras (senão a primeira) guitarrista mulher a ter visibilidade considerável dentro do cenário fonográfico, segundo a History’s Greatest. Jones foi catapultada ao sucesso por suas investidas experimentais e suas inovações técnicas que ficariam marcadas na história – influenciando até mesmo bandas mais atuais de heavy metal.

ELTON JOHN

Elton John jamais poderia ficar de fora da nossa lista, ainda mais considerando sua contínua expressividade no cenário musical. Encontrando sucesso comercial e crítico a partir dos anos 1970, John já lançou nada menos que 31 álbuns de estúdio, tendo colaborado com o liricista Bernie Taupin em uma fusão explosiva e bastante colorida de rockpop-rockglam-rock. Tendo conquistado inúmeros prêmios ao longo de sua vida, incluindo duas estatuetas do Oscar, John influenciou uma legião de artistas, incluindo Lady GagaRina SawayamaAdam Lambert.

DAVID BOWIE

Com uma carreira marcada pela reinvenção e por apresentações visuais estupendas – cuja estética viria a influenciar nomes como Lady Gaga e Lorde -, David Bowie permanece como um dos musicistas de maior sucesso crítico e comercial de todos os tempos e carrega consigo um legado infindável, sendo até mesmo creditado como o Melhor Astro de Rock de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone no ano de sua morte. Mais do que isso, Bowie nunca escondeu sua sexualidade e se tornou um símbolo da representatividade LGBTQ+ desde o momento em que abraçou o glam rock e abandonou o tradicionalismo fonográfico, abrindo espaço para um vanguardismo continua refletindo no cenário contemporâneo

ANNIE LENNOX

Depois de fazer um moderado sucesso no final dos anos 1970, Annie Lennox tornou-se mundialmente famosa ao integrar o grupo de synth-rock Eurythmics – ainda mais com sua performance memorável no videoclipe de “Sweet Dreams (Are Made of This)”. A contralto foi nomeada como uma das melhores cantoras vivas e uma das melhores de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Como se não bastasse, Lennox é uma ativista sociopolítica nas questões sobre HIV/AIDS, principalmente no continente africano.

JONI MITCHELL

Variando entre diversos estilos que incluem rockfolk e jazzJoni Mitchell ganhou nada menos que nove estatuetas do Grammy, além de ter sido incluída no Hall da Fama do Rock and Roll em 1997. Uma das mais importantes e influentes artistas do final do século passado, Mitchell é conhecida por músicas como “Chelsea Morning”“The Circle Game”.

ELVIS PRESLEY

É claro que o Rei do Rock não ficaria de fora da nossa lista. Sendo um dos ícones mais significativos da cultura pop mundial, Elvis Presley começou sua carreira no começo dos anos 1950 e logo ascendeu ao sucesso com performance provocativas e sensuais que seriam imitados por outros ícones da música. Pioneiro do rockabilly e vencedor de três Grammys, Elvis é conhecido por músicas como “Heartbreak Hotel”“Love Me Tender”“Can’t Help Falling In Love”.

THE ROLLING STONES

A banda de rock britânica The Rolling Stones se formou em 1962 e colocou Mick JaggerBrian JonesKeith Richards e tantos outros no topo do mundo. Identificando-se com a contracultura jovem da década de 1960, seu estilo musical tem fortes raízes no blues e no rock clássico. Através de centenas de prêmios e de canções icônicas, foi incluído no Hall da Fama em 1989 e é considerado como um dos maiores grupos musicais da história.

METALLICA

Metallica é uma banda de heavy metal extremamente influente e compõe o seleto grupo dos “quatro grandes” do thrash metal ao lado de SlayerAnthraxMegadeth. Vendendo mais de 125 milhões de álbuns ao redor do mundo, o grupo já levou para casa nove estatuetas do Grammy (com seus últimos seis álbuns tendo debutado diretamente no topo da Billboard 200). Seus integrantes são conhecidos por mudar o cenário do rock através de expansões do gênero e de intrincadas composições.

AEROSMITH

Tendo incorporado elementos do heavy metal e do R&B ao tradicionalismo clássico do blues e do hard-rockAerosmith não apenas tem uma das canções de amor mais famosas de todos os tempos (“I Don’t Wanna Miss a Thing”), como também inspirou diversos artistas com o passar do tempo. Donos de sucessos críticos e comerciais como “Livin’ on the Edge”“Janie’s Got a Gun”, o grupo estadunidense vendeu mais de 150 milhões de álbuns ao redor do mundo e levou para casa quatro estatuetas do Grammy.

VAN HALEN

A banda Van Halen é conhecida principalmente por seus enérgicos e impecáveis shows, mas também é a principal responsável por levar o hard rock de volta para a esfera mainstream. Com mais de 80 milhões de álbuns vendidos, seu sucesso sem precedentes estourou no em que o grupo se formou, em 1972, estendendo-se até os dias de hoje (por mais que estejam em hiato desde 2015).

BOB DYLAN

Bob Dylan é um dos patronos da cultura pop há mais de cinquenta anos. O musicista, que também trabalha como artista visual e literário, já lançou 39 álbuns de estúdio e, em 2016, levou o prêmio Nobel de Literatura para casa por imprimir uma nova perspectiva poética às construções fonográficas. Suas canções se tornaram hinos de prosperidade e foram utilizados durante protestos pelo direitos civis e contra a guerra. Com dez Grammys em sua carreira, Dylan desafiou as convenções musicais e apelou sua identidade para a crescente contracultura dos anos 1960.

THE BEATLES

O grupo formado por John LennonPaul McCartneyGeorge HarrisonRingo Starr é simplesmente a boyband mais antiga da história da música e, até hoje, permanecem como os artistas mais influentes de todos os tempos. Ganhando reconhecimento ao utilizar a contracultura do rock para levá-la ao panorama mainstream, a banda sempre conseguiu explorar diversos gêneros musicais de forma impecável – permanecendo, até hoje, como o ato fonográfico mais vendido (com aproximadamente 600 milhões de unidades adquiridas ao redor do mundo).

THE RUNAWAYS

Em apenas quatro anos (o tempo que a carreira do grupo se manteve na ativa), The Runaways tornou-se uma das girlbands mais influenciáveis e importantes da música. Conhecidas por sucessos como “Cherry Bomb”“Queens of Noise”“Born to be Bad”, o grupo abriu caminho para muitas artistas femininas dos últimos 30 anos – como L7The Donnas e Vixen -, sendo citadas como inspiração de diversos nomes da indústria.

BRUCE SPRINGSTEEN

Munido de seu violão ou de sua guitarra, Bruce Springsteen ganhou aclame da crítica e do público ao surgir no cenário musical no começo dos anos 1970. Falando sobre temas como luta de classes e utilizando poesia para compor suas envolventes e emocionantes canções, sua carreira já se estende por cinco décadas e incluem faixas como “Badlands”“Streets of Philadelphia”“Born to Run”. Springsteen tem em seu legado 20 prêmios do Grammy, dois Globos de Ouro, um Oscar e um Tony Award.

JOAN JETT

Uma das fundadoras do grupo The Runaways certamente merecia um espaço único para seu memorável e imortal legado. Joan Jett é a voz por trás de “Cherry Bomb”“Light of Day”“Dirty Deeds” – e é descrita como a Rainha do Rock’n’Roll e a Madrinha do Punk. Em 2015, ela foi acrescentada do Hall da Fama por sua importância artística e por sua forte presença no cenário feminista.

RITA LEE

Quando pensamos no cenário musical brasileiro clássico, nossa mente logo coloca Rita Lee entre os principais nomes. E não é por menos: a Rainha do Rock nacional é uma voz ativa tanto política quanto artisticamente desde quando integrava o grupo Os Mutantes. Misturando o rock à psicodelia do tropicalismo e do new wave, Lee já vendeu 55 milhões de discos ao redor do mundo e foi a pioneira do hibridismo de gêneros. Sua obra-prima, ‘Fruto Proibido’, é um marco na história brasileira e entrou para a lista dos melhores discos nacionais da revista Rolling Stone.

PATTI SMITH

Patti Smith é uma incrível e completa artista que começou sua carreira no cenário nova-iorquino dos anos 1970. Pioneira do movimento punk-rock nos Estados Unidos, Smith ganhou aclame por sua amálgama artista entre rock e poesia – e roubou os holofotes com a canção “Because the Night”, co-escrita com Bruce Springsteen. Responsável pela identidade musical de nomes como Courtney LoveMadonna, a artista também é uma ativista política contra as ofensas bélicas estadunidenses no Oriente Médio, principalmente.

BLONDIE

Fundada pela cantora Debbie Harris e pelo guitarrista Chris SteinBlondie é um grupo de rock estadunidense responsável pelo pioneirismo do punk e do new wave na cidade de Nova York nos anos 1970. Misturando estilos musicais que incorporavam elementos do disco, do pop, do reggae e até mesmo de um primitivo rap, a banda é conhecida por sucessos como “The Tide Is High”“Call Me”“Heart of Glass”. Em 2016, entraram para o Hall da Fama do Grammy.

TITÃS

O grupo de rock alternativo paulistano Titãs ganhou reconhecimento nacional e até mesmo internacional após pincelarem diversas canções com fusões inesperadas de estilos musicais que variavam entre o new wave e a MPB. Em 2009, levaram para casa o Grammy Latino, além de terem vendido quase 6,5 milhões de discos em quarenta anos de carreira – colocando-os na lista da bandas mais bem-sucedidas do Brasil.

BARÃO VERMELHO

Ao lado de Legião UrbanaParalamas do Sucesso Titãs, a banda Barão Vermelho é considerada até hoje como um dos quatro atos musicais brasileiros mais influentes da década de 1980. Com quase quarenta anos de carreira, o grupo é conhecido por sucessos de crítica e comerciais como “Todo Amor que Houver Nessa Vida”“Pro Dia Nascer Feliz”“Política Voz” – além de ter catapultado a carreira de nomes como CazuzaRoberto Frejat.

CÁSSIA ELLER

Cássia Eller nos deixou muito cedo – principalmente depois de uma meteórica e importantíssima carreira. Ativista dos direitos LGBTQ+ por toda a sua vida, ela foi uma das maiores representantes do rock nacional dos anos 1990 e eleita a 40ª maior artista da música brasileira pela Rolling Stone. Em 2002, levou para casa um Grammy Latino póstumo por seu álbum ‘Acústico MTV’, consolidando seu imortal legado.

PITTY

Pitty é uma das, senão a maior representante do rock brasileiro contemporâneo, dominando a cena nacional há mais de uma década. Tendo concorrido quatro vezes ao Grammy Latino, seu ácido liricismo e seu potentes vocais são as principais armas das quais se vale. Conhecida na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, seus principais singles incluem “Amirável Chip Novo”“Equalize”“Memórias“Na sua Estante”.

JANIS JOPLIN

Janis Joplin também nos deixou muito cedo, com apenas 27 anos. Dona de uma voz única e de uma paixão pela arte musical e suas provocativas rendições a colocaram no Hall da Fama em 1995, além de ter vendido mais de 15 milhões de discos em apenas oito anos. Adorada mundialmente, Joplin é constantemente citada como influência de ícones contemporâneos – como Florence WelchStevie NicksPink.

‘Summer of Soul’: Documentário vencedor do Oscar ganha data de estreia no Star+

O aclamado documentário musical Summer of Soul, que marca a estreia diretorial do musicista Ahmir “Questlove” Thompson, ganhou data de estreia no Star+.

A produção, que levou o Oscar de Melhor Documentário, chega à plataforma de streaming no dia 16 de dezembro.

Crítica | Summer of Soul: Documentário resgata festival de black music ignorado pela história americana

O documentário é parte filme musical, parte construção histórica criada através de um épico evento que celebrou a cultura, a moda e a importância da comunidade negra. Ao longo de seis semanas no verão de 1969, apenas a 160 quilômetros de Woodstock, acontecia o Festival Cultural do Harlem, filmado no Monte Morris Park. As gravações nunca tinham sido vistas até o momento. Summer of Soul mostra a importância da história e o testamento do poder curativo da música em tempos de crise, tanto passada quanto presente.

A obra conta com performances de lendas do cenário fonográfico, incluindo Stevie WonderNina SimoneGladys Knight & the PipsB.B. King e muitos outros.

Summer of Soul levou para casa o Prêmio do Júri e o Prêmio do Público no Festival de Sundance.

‘The Flash’: Barry enfrenta seu maior desafio na prévia oficial do ÚLTIMO episódio da série; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial do 13º episódio da 9ª e última temporada de The Flash, intitulado “A New World, Part Four”.

O capítulo vai ao ar no dia 24 de maio e marca o encerramento da série.

Na trama, “o Flash, o homem mais rápido do mundo, recebe sua mais difícil missão até agora, para salvar a linha do tempo e a existência. Novos e velhos amigos se reúnem para uma batalha final para salvar Central City pela última vez”.

Confira:

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Taylor Lautner revela que quase PERDEU o papel de Jacob no segundo filme da saga ‘Crepúsculo’; Entenda!

Taylor Lautner ganhou fama mundial ao interpretar o lobisomem Jacob na adorada saga Crepúsculo – mas a jornada para se manter no papel não foi nada fácil.

Em uma recente entrevista ao podcast Good Guys (via Times of India), o astro disse que enfrentou diversos desafios para interpretar o personagem e que sua transformação física era a chave para continuar no papel.

Ele sabia que no segundo filme da franquia, ‘Lua Nova’, Jacob passaria por uma mudança significativa. Dessa forma, Lautner precisaria estar em ótimas condições físicas.

“A primeira vez que ouvi sobre [minha reescalação] foi pouco depois do lançamento do primeiro filme. Mas eu sabia que se [Crepúsculo] tivesse uma boa bilheteria, eles iriam filmar o segundo capítulo pouco depois, no começo do próximo ano”, ele conta.

Apesar das ameaças de substituição, Lautner já estava começando sua transformação há alguns meses. Ele explicou que começou a ganhar massa e músculo fora dos olhos do estúdio. O astro, inclusive, se recorda de um momento importante quando o estúdio o informou de que Jacob seria reescalado e, quando se encontrou com os executivos, todos ficaram em choque com sua transformação.

Mesmo tenho ganhado onze quilos de massa muscular, o estúdio continuou a fazer audições com outros atores – incluindo Michael Copon, de ‘One Tree Hill’.

“Eu entendi o motivo [de eles fazerem isso], porque não tinha chances de continuar interpretando Jacob no segundo filme da forma que eu estava no primeiro”.

Vale lembrar que a saga de livros, assinada por Stephenie Meyer, vai ganhar uma adaptação televisiva. A série está em desenvolvimento inicial pela Lionsgate Television e ainda não tem uma plataforma definida nem um roteirista escolhido.

Segundo fontes, a companhia, que detém os direitos da franquia, planeja liderar o desenvolvimento do projeto antes de oferecê-lo a possíveis compradores. Ainda não há previsão para quando a série de Crepúsculo será apresentada a potenciais interessados, pois a empresa primeiro busca encontrar um escritor para comandar o projeto.

Meyer deve estar envolvida na adaptação para a televisão. Wyck Godfrey e Erik Feig, ex-co-presidente do Lionsgate Motion Picture Group e responsável pela compra dos direitos dos livros para a Summit Entertainment, estão confirmados como produtores executivos da série.

Mais informações sobre a adaptação televisiva de Crepúsculo não foram divulgadas. Fique ligado no CinePOP para mais novidades.

Os cinco filmes da franquia se tornaram um fenômeno da cultura pop e arrecadaram mais de US$ 3,4 bilhões em todo o mundo e tornaram Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner estrelas internacionais.

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

‘Velma’: 2ª temporada da polêmica animação estreia ESTA SEMANA na Max!

A 2ª temporada de Velma, animação adulta derivada de ‘Scooby-Doo’ que acompanha as desventuras da detetive mais perspicaz da Mistério S.A., estreia esta semana no catálogo da Max.

Os novos episódios serão lançados nesta próxima quinta-feira, 25 de abril, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Segundo o ComicBookMovie, Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia original e animação adulta para Max e Adult Swim, afirmou anteriormente: “As séries que criamos no Max são baseadas em arte e voz, com personagens e comédia antes de qualquer outra coisa.”

“Estar sempre em busca de comédias ousadas com coração e originalidade, programas diversos e inclusivos com ressonância temática subjacente, e design de personagens que evidenciem a mão do artista. Estou muito animada para compartilhar essas séries incríveis com o mundo e continuar mostrando por que o Max é um ótimo lar para animações adultas”, concluiu. 

Apesar de ter estreado com baixas avaliações (39% de aprovação entre os críticos e 7% de audiência no Rotten Tomatoes), o programa inexplicavelmente quebrou vários recordes de streaming para o Max, tornando-se a estreia mais vista de uma série animada original para o Max.

Em entrevista para a Emmy Magazine, o criador, showrunner e produtor executivo Charlie Grandy rebateu as críticas ao dizer:

“Os programas originais de Hanna-Barbera ainda estão disponíveis para assistir. Não estamos apagando os originais. Só queremos ter nossa própria identidade no vasto Scooby-verso!”

Ele continuou, abordando a questão da etnia dos personagens:

“[A produtora executiva] Mindy Kaling veio até mim e disse que adoraria trabalhar em uma história com Velma… Seria engraçado tê-la no centro de um show. A partir disso, pensamos nela como uma descendente do sul da Ásia e nos perguntamos: ‘Por que parar por aí?’ Nenhum desses personagens está enraizado em etnias caucasianas. Levamos a ideia à Warner Bros. e nos disseram: ‘Façam. Façam o que quiserem. Está na hora de mudanças! Apenas certifiquem-se de que seja engraçado e bom!’ Não vemos problems nenhum nisso, o mundo está mudando.”

A série foi criada por Charlie Grandy.

A produção conta com as vozes de Mindy Kaling (Velma), Glenn Howerton (Fred), Sam Richardson (Salsicha) e Constance Wu (Daphne).

A produção conta a história de origem da Velma Dinkley, o cérebro desconhecido e pouco apreciado da turma conhecida como Mistério Sociedade Anônima.

‘All American: Homecoming’: Confira o trailer do ÚLTIMO episódio da série!

The CW divulgou o trailer completo do último episódio da série ‘All American: Homecoming’, derivada da adorada produção ‘All American’.

O capítulo de encerramento da atração vai ao ar no dia 30 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por April Blair.

O drama jovem-adulto tem como pano de fundo a experiência HBCU e gira em torno de uma jovem e esperançosa jogadora de tênis de Beverly Hills e de um jogador de basebol de elite de Chicago, conforme eles lidam com as altas expectativas dos esportes universitários e navegam pelos altos e baixos da vida adulta sem supervisão.

Geffri Maya, Peyton Alex Smith, Kelly Jenrette, Cory Hardrict, Sylvester Powell, Netta Walker e Camille Hyde completam o elenco.

Fernanda Montenegro denuncia quadrilha no novo teaser de ‘Vitória’, filme baseado em história REAL

A Sony Pictures divulgou um teaser inédito de ‘Vitória‘, filme nacional estrelado pela lendária Fernanda Montenegro (‘O Auto da Compadecida’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O longa está programado para estrear no dia 13 de março de 2025.

Baseada em uma história real, a trama segue uma aposentada que desmontou uma quadrilha carioca de traficantes e policiais a partir de filmagens feitas da janela do seu apartamento no Rio de Janeiro.

Com roteiro de Paula Fiúza, o longa é inspirado pela obra literária Dona Vitória da Paz, escrito pelo jornalista Fábio Gusmão.

Andrucha Waddington é responsável pela direção.

‘Resident Alien’: Comédia sci-fi com Alan Tudyk é CANCELADA após quatro temporadas

O canal USA anunciou que ‘Resident Alien‘, série cômica de ficção científica estrelada por Alan Tudyk, foi oficialmente cancelada após quatro temporadas (via Deadline).

O atual ciclo será finalizado no próximo dia 8 de agosto e servirá como encerramento da série.

Ainda não se sabe o motivo concreto por trás da decisão, mas acredita-se que seja em virtude da modesta audiência da atração.

No Brasil, a série está disponível no Disney+.

Na trama, Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.

Criada por Chris Sheridan, a série é baseada nos quadrinhos da Dark Horse.

O elenco ainda conta com Sara Tomko, Corey Reynolds, Alice Wetterlund e Levi Fiehler.

Vídeo inédito nos leva aos bastidores de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, nova série derivada de ‘Game of Thrones’; Confira!

A HBO divulgou um vídeo inédito de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘ (A Knight Of The Seven Kingdoms), nova série derivada de ‘Game of Thrones‘.

O material nos leva aos bastidores da épica e ambiciosa produção, que é inspirada no romance ‘Dunk & Egg’, de George R.R. Martin, e expande o icônico universo de Westeros.

A produção será lançada oficialmente no dia 19 janeiro na emissora e no catálogo da HBO Max.

Confira:

Na trama, um século antes dos eventos da série original, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

‘A Odisseia’: Vídeo inédito nos leva aos bastidores do ÉPICO de Christopher Nolan; Confira!

A Odisseia, aguardado épico de Christopher Nolan, acaba da ganhar um vídeo promocional inédito, cortesia da Universal Pictures.

O material nos leva aos bastidores do ambicioso projeto, que é inspirado no poema homônimo de Homero.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 16 de julho.

‘A Odisseia’: Elon Musk volta a detonar Christopher Nolan por escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia

O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$ 250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.

Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott

A Odisseia – Filme | CinePOP

Diferente de boa parte das produções do cineasta, o longa-metragem terá um tempo um tanto quanto “reduzido”. Segundo o Deadline, o filme terá menos de três horas de duração.

“A produtora Emma Thomas também garantiu que o épico filme terá menos de três, mas não estava certa quanto ao real tempo de tela, visto que [o projeto] ainda está em pós-produção”, afirma o site.

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A aposta é alta: com um orçamento de US$250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

‘Fear the Walking Dead’: Fãs criam abaixo-assinado pedindo demissão dos showrunners

Insatisfeitos com os rumos de ‘Fear the Walking Dead‘, os fãs da série criaram um abaixo-assinado no Change.org pedindo a demissão dos showrunners, Andrew Chambliss e Ian Goldberg.

Os criadores do documento afirmam que Chambliss e Goldberg desviaram o foco da série, e que o retorno de Dave Erickson, criador do spin-off ao lado de Robert Kirkman, traria de volta a qualidade das primeiras temporadas.

Por enquanto, apenas 1.200 assinaturas foram registradas no abaixo-assinado.

Lembrando que a 5ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘ acaba no próximo domingo, 29 de setembro, e a AMC já divulgou o teaser oficial do season finale.

Confira:

Derivado de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

O elenco inclui Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Danay Garcia, Maggie Grace, Lennie James, Garret Dillahunt e Jenna Elfman.

Diretores de ‘Vingadores: Ultimato’ criticam a reabertura dos cinemas; “É uma sentença de risco”

Durante uma entrevista para o Reel Blend, Anthony e Joe Russo, diretores de ‘Vingadores: Ultimato‘, foram questionados se a reabertura dos cinemas é uma estratégia otimista ou uma decisão apressada.

Em resposta, Joe disse que esta é uma sentença de risco egoísta e inapropriada, já que as salas de cinema podem se tornar um foco de propagação para o Coronavírus.

“Acho que todo mundo encara o risco de forma diferente no país, e isso é muito egoísta e inapropriado, mas certamente estar em um espaço fechado é uma sentença de alto risco. Portanto, a maior questão é saber se queremos esse peso em nossa consciência… Devemos pensar no que é seguro, e [a reabertura dos cinemas] não se encaixa na atual situação que vivemos. Eu e minha família somos muito conservadores quanto a isso porque é uma decisão muito arriscada.”

Anthony acrescentou:

“Por mais que eu esteja desesperado para retornar ao cinema, me sinto desgastado com tudo isso. As pessoas estão encarando essa doença de forma diferente, e uma sala fechada cheia de estranhos não é o melhor lugar para irmos durante a pandemia. Eu não me vejo indo ao cinema pelos próximos meses.”

Lembrando que diversas redes de cinemas, como a AMC Theatres e a Cinemark, estão planejando a reabertura de suas salas ao redor do mundo em meados de julho.

Falando nisso, o Deadline divulgou que o governo chinês ordenou o fechamento das salas de cinema que foram reabertas em Pequim devido ao aumento de contágio de COVID-19 na capital.

Foi dito que três novos casos foram notificados pelas agências de saúde, e são os primeiros desde que o governo local autorizou a reabertura do comércio, há dois meses.

Felizmente, os pacientes não deixaram a cidade, e as autoridades estão monitorando a situação para que a Capital não se transforme em um novo ponto de propagação da doença.

Isso só prova que ainda é muito cedo para apostar na reabertura de qualquer setor do mercado que venha a gerar aglomerações desnecessárias.

Ao redor do mundo, diversos países registraram um rápido crescimento nos casos da doença após o afrouxamento ou suspensão das medidas de isolamento social.

Até o momento, o Coronavírus já infectou mais de 9,6 milhões de pessoas no mundo, causando pelo menos 480.000 mortes.

Presidente da WarnerMedia comenta sobre a campanha #RestoreTheSnyderverse

O Snyder Cut deLiga da Justiça vem fazendo muito barulho desde a estreia no último dia 18.

O sucesso do longa é tão grande, que diversos fãs estão promovendo uma campanha para que a Warner Bros dê continuidade ao universo criado por Zack Snyder.

Através da tag #RestoreTheSnyderCut, os fãs tentam convencer o estúdio a investir em possíveis continuação de ‘Liga da Justiça.

Durante uma entrevista para a Variety, a presidente da Warner Media, Ann Sarnoff, comentou sobre a campanha.

No entanto, ela respondeu de forma evasiva ao pedido dos fãs, indicando que a colaboração com Snyder definitivamente chegou ao fim.

“Eu aprecio que o quanto os fãs amam o trabalho de Zack e somos muito gratos por suas contribuições para o universo da DC criado pela Warner. Estamos muito felizes por ele ter conseguido trazer sua versão de ‘Liga da Justiça‘ à vida, porque isso não estava nos planos até cerca de um ano atrás.”

Ela continuou:

“Essa é a conlusão de sua parceria conosco e de sua trilogia. Estamos muito felizes por termos feito isso, mas agora nosso olhos e mentes estão voltados para todos os outros personagens da DC que já estão sendo desenvolvidos agora.”

Confira os pedidos dos fãs nas redes sociais:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Adão Negro’: Dwayne Johnson divulga imagem inédita caracterizado como o anti-herói; Confira!

Através do Twitter, Dwayne Johnson divulgou a capa da próxima edição da revista Total Film, que será focada em ‘Adão Negro.

Na imagem, o astro aparece caracterizado como o anti-herói que promete rivalizar com o Shazam (Zachary Levi) no futuro do DCEU.

Na legenda, ele escreveu:

“Você tem razão. Super-heróis não matam pessoas más. Mas eu, sim. A hierarquia de poder no Universo DC está mudando com ‘Adão Negro‘. Estou animado para compartilhar com vocês a capa da Total Film exclusiva para os assinantes.”

Confira:

Há algumas semanas, ele conversou com o Collider sobre o aguardado filme e revelou que já assistiu ao primeiro corte da adaptação.

Questionado sobre sua reação ao ver o resultado, o astro foi sincero ao dizer:

“Estou muito feliz com o que fizemos, mas ainda não estou satisfeito, estamos trabalhando para entregar o melhor que pudermos. O teaser revelado há cerca de três semanas foi um bom indicador do que estamos preparando, mas ainda falta muito para chegarmos ao nível de perfeição que pretendemos desde o início.”

Ele continuou, elogiando o trabalho do diretor Jaume Collet-Serra e pareceu esperançoso de que o filme possa levar à construção de uma franquia.

“Acho que Jaume fez um ótimo trabalho. ‘Adão Negro‘ é o tipo de filme que, desde o início, teve a estrutura ideal para ser algo único. Eu acho que isso é muito importante enquanto procuramos construir o personagem, enquanto procuramos construir uma franquia. Junto com a Sociedade da Justiça da América, vamos apresentá-los e desenvolvê-los adequadamente também.”

Confira a entrevista:

Anteriormente, o produtor Hiram Garcia conversou com a Variety (via Comic Book) e prometeu entregar um filme intenso, frenético e divertido.

“Acabamos de ver a versão do diretor. Estou tão animado. Olha, você entra neste negócio e sonha com coisas que deseja fazer, e eu sempre quis fazer um filme super-heróis. Todos os envolvidos sonhavam em fazer isso. Então, para finalmente ter nosso filme de super-herói, ver o primeiro corte finalizado e perceber que temos algo especial aqui… Acho que os fãs vão adorar.”

Ele continuou:

“Dwayne deu tudo de si para este filme, e o Adão Negro é um anti-herói muito diferente do que estamos acostumados a ver, ele é muito diferente do Shazam ou do Superman. Tenho certeza que as pessoas vão amar, é frenético, é intenso, mas também será divertido e acho que o mundo já está pronto para isso.”

E aí, você também está ansioso?

Lembrando que Adão Negro‘ estreia apenas em julho de 2022.

Assista ao teaser:

Além de Brosnan e do protagonista Dwayne Johnson, o elenco também vai apresentar a Ciclone (Quintessa Swindell), Adrianna Tomaz (Sarah Shahi) e o Esmaga-Átomo.

Bodhi Sabongui, Marwan Kenzari, James Cusati-Moyer Mo Amer também foram escalados em papéis não revelados.

Apesar das informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Estreia de ‘House of the Dragon’ deixou a HBO Max fora do ar

Toda vez que uma produção bastante aguardada é lançada, os serviços de streamings e emissoras precisam lidar com a quantidade de acesso dos assinantes.

E isso pode acabar deixando a plataforma fora do ar… E não foi diferente com a HBO Max durante a estreia do primeiro de ‘House of the Dragon‘, derivada de ‘Game of Thrones.

Desde que foi anunciada, a atração era aguardada com bastante expectativa por conta da fama da antecessora.

E é claro que os fãs estavam ansiosos para retornar a Westeros, onde é ambientada a trama, e testemunhar os Targaryen com seus dragões em toda a sua glória.

Nas redes sociais, os assinantes da HBO Max publicaram diversas reclamações, alegando que a plataforma estava desestabilizada e travando a todo momento.

Confira:

Lembrando que o segundo capítulo será exibido em 28 de agosto e a plataforma de divulgou mais um trailer promocional preparando o público para os próximos eventos do show.

Confira:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘The Flash’: Revelada a duração do filme; Confira!

De acordo com uma página do Twitter dedicada a novidades sobre ‘The Flash‘, a adaptação terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.

Até o momento, a Warner Bros. ainda não confirmou a informação, mas o corte exibido durante a CinemaCon tinha aproximadamente a mesma duração.

Agora só nos resta aguardar pela estreia para sabermos a confirmação.

Confira a publicação:

Além de trazer de volta o Batman de Michael Keaton e de Ben Affleck, ‘The Flash‘ conta com diversas participações especiais ao longo da narrativa.

Mas, algumas outras aguardadas presenças acabaram ficando de fora da aventura, como revelou o diretor Andy Muschietti durante a CinemaCon.

Em entrevista para o Nerdist, o cineasta revelou que o longa traria a participação de personagens como Mulher-Maravilha de Lynda Carter, Jor-El de Marlon Brando, o Pinguim de Burgess Meredith e o Coringa de Cesar Romero, da clássica série de TV do Batman.

O Flash de Grant Gustin também teria uma breve ponta na história, que contava com quase 4 hora de duração.

No entanto, ele nem chegou a gravar as cenas porque o tempo foi reduzido, e os personagens mencionados acima foram descartados.

“Claro, como eu disse antes, a lista de participações… Era enorme. Então obviamente brincamos com a ideia de incluir personagens da DC da TV, mas tivemos que escolher o que faria mais sentido”, argumentou Muschietti.

Considerando que o filme brinca com as possibilidades do Multiverso, quem você gostaria de ver no filme?

Lembrando que The Flash‘ j estreia em 15 de junho.

O filme recebeu classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos).

O motivo da classificação é devido a “sequências de ação violentas, linguagem inapropriada e cenas contendo nudez parcial.”

Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida por Andy Muschietti (‘It- A Coisa’).

Confira a sinopse, o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey ClemonsAntje TraueMichael Keaton completam o elenco.

‘All of Us Are Dead’: 2ª temporada promete trágica narrativa para amada personagem

Explorando a temática do apocalipse zumbi, ‘All of Us Are Dead‘ se tornou uma das séries mais comentadas da Netflix na época do lançamento.

Por conta disso, o público está ansioso por novidades da 2ª temporada, confirmada em 2022, mas ainda sem data de estreia.

Apesar dos detalhes escassos sobre os novos episódios, é certo afirmar que a produção vai investir em uma narrativa bem trágica em torno de Nam On-jo (Park Ji-hu), que perdeu seu pai, So-ju (Jeon Bae-soo) nos eventos da temporada de estreia.

Como os fãs já sabem, a cidade de Hyosan foi bombardeada na tentativa de conter a infestação de mortos-vivos. E, agora, provavelmente o exército vai iniciar uma campanha de caça aos zumbis que sobraram.

A partir disso, espera-se que a série explore as consequências do bombástico final da 1ª temporada, como os sacrifícios que precisavam ser feitos para que boa parte dos cidadãos pudesse sobreviver.

Mesmo que So-ju tenha morrido de forma heroica, sacrificando-se para que On-jo e seus amigos pudessem escapar dos zumbis, sua morte foi um dos momentos mais trágicos da atração.

O que torna a tragédia de On-jo ainda pior é que algumas horas depois ela também perde seu melhor amigo, Cheong-san (Yoon Chan-young), o que leva a crer que a personagem terá uma construção narrativa muito mais dolorosa daqui para frente sem os dois, que eram seu alicerce nos momentos de desespero.

Além disso, Cheong-san e On-jo declararam seus sentimentos um pelo outro e até se beijaram antes dele ficar para trás, o que tornou sua morte ainda mais difícil.

Ainda assim, teorias apontam que Cheong-san pode estar vivo devido aos seus poderes de meio-vivo. Como ele foi mordido por um zumbi pouco antes da cidade ser explodida, alguns acreditam que ele pode estar por aí… O que deixa a 2ª temporada com um ar de expectativa a mais.

Como já foi mostrado na série, os meio-zumbis sobreviveram a variadas situações que poderiam matá-los, incluindo quedas de prédios altos.

Sendo assim, Cheong-san ainda pode estar vivo.

E aí, você está animado para os novos episódios?

Confira o primeiro teaser da 2ª temporada:

A trama foca em um grupo de estudantes do ensino médio que precisa enfrentar situações extremas quando eles ficam presos em sua escola, enquanto uma pandemia de zumbis se espalha rapidamente.

Relembre o trailer abaixo:

A produção é baseada em um webtoon de sucesso chamado ‘Now at Our School‘.

A série será escrita por Chun Sung-il e dirigida por Lee JQ e Kim Nam-su.

‘Shazam! Fúria dos Deuses’ conta com 1º super-herói gay do universo DC nos cinemas

O filme ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘ estreia nos cinemas hoje (16) e conta com a participação do primeiro super-herói abertamente gay no Universo Cinematográfico da DC.

Trata-se do personagem Pedro Peña (Jovan Armand), que vive no mesmo lar de acolhimento que Billy Batson, e com os poderes do Shazam se torna o Super Herói Pedro (D.J. Cotrona).

Em uma entrevista para o site Dorkaholics, os roteiristas Henry Gayden e Chris Morgan falaram sobre incluir representatividade LGBTQIA+ entre os personagens do longa.

“Este filme é muito mais direto sobre Pedro ser gay. Isso foi sugerido no primeiro filme muito sutilmente. E eu pensei que era muito importante e realmente lutamos para trazer isso à tona neste filme”, disseram os roteiristas.

No primeiro filme, lançado em 2019, o personagem já havia dado uma sutil pista de sua sexualidade, quando os heróis saem de um clube de striptease e ele diz: isso não é pra mim”.

Jovan Armand e D.J. Cotrona

Com 45 críticas publicadas até o momento, a sequência ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ conquistou apenas 67% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que essa sequência não tem muito foco e não é tão boa quanto o filme anterior, mas consegue manter parte do seu charme.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Sendo muito inferior ao primeiro filme, essa sequência se apoia fortemente em um tom divertido e em seu elenco talentoso.” (ScreenCrush)

“‘Shazam! Fúria dos Deuses’ é um filme com quase nenhum valor nutricional.” (Little White Lies)

“‘Fúria dos Deuses’ é uma produção sobrecarregada. Embora nunca seja monótona, essa sequência é extremamente incoerente.” (The Daily Beast)

“As melhores partes desse novo filme são estragadas por monstros de CGI e cenas de ação tediosas.” (TheWrap)

“‘Shazam! Fúria dos Deuses’ é uma sequência digna que expande a mitologia da DC de formas muito interessantes.” (Discussing Film)

“O diretor David F. Sandberg consegue nos presentar com visuais estimulantes que ainda conseguem nos surpreender em uma época que filmes de super-heróis parecem completamente telegrafados.” (The AU Review)

“Esse deve ser o filme mais cativante da DC. Ele nos faz lembrar de quando liamos quadrinhos na cama durante a tarde que nunca parecia terminar.” (Original Cin)

O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, no dia 16 de março.

Confira nossas primeiras impressões:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

Jada Pinkett Smith revela que está SEPARADA de Will Smith há 7 anos

Em uma revelação surpreendente, Jada Pinkett Smith confirmou em seu próximo livro de memórias, intitulado “Worthy”, que ela e Will Smith estão separados há sete anos.

A atriz e autora discutiu sua decisão durante uma entrevista franca no programa The Today Show com a jornalista Hoda Kotb.

Na entrevista, Hoda Kotb destacou o momento do livro em que Jada fala sobre viver separada de Will desde 2016. Quando questionada sobre a separação, Jada confirmou: “Sim”.

Embora o ex-casal ainda faça aparições públicas juntos, Jada explicou que eles não vivem mais sob o mesmo teto, embora tenha optado por não formalizar o divórcio. Ela compartilhou que a separação foi resultado de várias questões e de suas próprias expectativas sobre o relacionamento:

“São muitas coisas e acho que quando chegamos a 2016, estávamos exaustos de tentar. Acho que estávamos ambos presos em nossa fantasia sobre o que pensávamos que a outra pessoa deveria ser.”

Jada revelou que manteve a separação em segredo porque eles “ainda não estavam prontos” para tornar a notícia pública. Ela explicou que ambos estão tentando descobrir como manter uma parceria e que fez uma promessa a Will de que nunca haveria uma razão para se divorciarem. Jada afirmou:

“Temos feito um trabalho realmente pesado juntos. Acabamos de sentir um amor profundo um pelo outro e vamos descobrir como isso será para nós.”

Jada e Will Smith, que se casaram em 1997, são pais de três filhos: Jaden, de 25 anos, Willow, de 22 anos, e Trey, de 30 anos.

Will Smith ainda não fez nenhum comentário público sobre a revelação de Jada.

A notícia esclarece que o casal já estava separado no polêmico incidente do Oscar de 2022 envolvendo Chris Rock.