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Alan Cumming revela que não teve uma boa experiência com ‘X-Men 2’: “Passei por momentos TERRÍVEIS”

Marvel Studios causou uma grande comoção ao anunciar o elenco do vindouro ‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’), confirmando o retorno de diversos nomes bastante conhecidos do panteão de super-heróis – incluindo Alan Cumming como o mutante e membro dos X-Men Noturno.

Agora, em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o astro revelou que não estava esperando receber a ligação dos executivos do estúdio com o convite para reprisar o papel.

“Não! Já havia uma versão mais jovem do meu personagem, interpretada por Kodi Smit-McPhee. Isso já aconteceu comigo várias vezes, com um remake de algo que fiz com alguém mais jovem. É meio irritante. Mas quando me pediram para conhecer o pessoal da Marvel, ninguém sabia se era mesmo o Noturno ou algum outro papel”, ele conta. “É interessante porque esse foi um dos filmes que não foi uma experiência nada boa de fazer — e acabou sendo um filme realmente ótimo”.

Cumming também aproveitou para revelar que sua experiência rodando ‘X-Men 2’, lançado em 2003, não foi nada divertida – e que outros membros do elenco também passaram pela mesma situação frustrante.

“Eu passei por momentos terríveis fazendo [‘X-Men 2’]. Todos nós passamos. Não foi legal. [A Marvel] tinha muita consciência disso. Ainda não está terminado, mas é reconfortante voltar a algo que não foi a melhor experiência e se divertir”, ele explica. Quando escrevi meu livro, Baggage’, percebi que, depois de ‘X-Men’, parei de fazer esses tipos de filme, tipo blockbuster. Não fiz nada parecido por anos. Me afastei propositalmente daquela máquina, porque não queria ser uma engrenagem infeliz. Voltar para uma atmosfera diferente é muito bom”

Lembrando que ‘Vingadores: Apocalipse’ chegará aos cinemas em 18 de dezembro de 2026 – sete meses depois da data original.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco conta com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Joe e Anthony Russo ficam responsáveis pela direção.

Jude Law e Paul Dano no trailer do DRAMA ‘The Wizard of the Kremlin’, sobre Vladimir Putin; Confira!

‘The Wizard of the Kremlin’, longa estrelado por Paul Dano e Jude Law, teve seu trailer divulgado com exclusividade pelo Deadline.

O filme teve sua estreia oficial no Festival de Veneza, onde teve recepção mista pela crítica e amargou 43% de aprovação no Rotten Tomatoes, e chega em breve aos cinemas mundiais.

Confira:

O longa conta com um elenco estelar: além de Jude Law (‘Sherlock Holmes’), estão no filme Paul Dano (‘The Batman’), Alicia Vikander (‘Tomb Raider: A Origem’), Zach Galifianakis (‘Se Beber, Não Case!’) e Tom Sturridge (‘Sandman’).

A trama acompanha Vadim Baranov (Dano), um jovem artista que se torna um produtor de TV de sucesso e, posteriormente, o assessor de imprensa do presidente russo Vladimir Putin (Law). Baranov precisa lidar com os bastidores perigosos da política russa, manipulando mídia e opinião pública com sua inteligência e carisma.

O roteiro é assinado por Olivier Assayas em parceria com Emmanuel Carrère, autor do livro Limonov, que também foi adaptado para o cinema. A produção é de Charles Gillibert, com apoio das produtoras Mandarin Production e MK2 Films.

Especial Michael Jackson | Relembrando ‘Thriller’, o lendário sexto álbum de estúdio do rei do pop

Michael Jackson não é um fenômeno por qualquer motivo: desde sua estreia no cenário fonográfico como integrante do aclamado grupo Jackson 5 até sua estreia solo em 1972, o artista conquistou milhões de fãs ao redor do mundo por seu estilo único de transformar a música em uma experiência inesquecível de passado, presente e futuro, além de revolucionar tal arte com uma invejável habilidade camaleônica. Seu ápice criativo veio com o irretocável Off The Wall, lançado em 1979, e que consagrou o artista como a maior celebridade do planeta. Mas seu imensurável impacto não pararia por aí – e, três anos mais tarde, ele voltaria a fazer história com Thriller.

Com praticamente todas as músicas se tornando singles promocionais, a obra quebrou inúmeros recordes comerciais, tornando-se a produção fonográfica mais vendida de todos os tempos com mais de 70 milhões de cópias comercializadas. Além disso, levou diversos prêmios para casa, incluindo o Grammy Award de Álbum do Ano, e influenciou gerações e mais gerações de artistas que constantemente revisitam essa magnum opus da indústria cinematográfica, bebendo de uma gama infinita de genialidade, desde a mistura explosiva de estilos contrastantes e o uso de videoclipes como parte intrínseca da estrutura do álbum – e, dando continuidade ao nosso especial, resolvemos explorar cada uma de suas tracks.

Pegando elementos de seu álbum anterior, Michael construiu uma ode que unisse o melhor dos dois mundos em um complexo arranjo afro-disco e funk que abre o projeto sob o título de “Wanna Be Startin’ Somethin'”. A faixa funciona, ao mesmo tempo, como encerramento de um capítulo e início de outro, em que a incorporação do som que explorava no passado vem carregado de incursões novas e originais. O aspecto mais interessante da canção é, sem sombra de dúvida, o narcótico e retumbante arranjo de bateria, trompetes e cordas.

Pouco depois, seguimos para “Baby Be Mine”, de longe a faixa mais subestimada de Thriller e merecia muito mais atenção do que tem – ora, até mesmo Michael desperdiçou seu potencial como single promocional. A deliciosa mistura entre funk, pós-disco e dance é perfeita para uma ambientação de fim de festa, um adeus inesperado à discoteca em que dois amantes flertam um com o outro antes de irem embora (Jackson inclusive pergunta para seu par romântico: “você não vai ficar comigo até o sol raiar?”).

Não é sempre que vemos duas lendas da música unindo forças e, quando somos agraciados com tal presente, é sempre bom prestarmos atenção. E foi aí que “The Girl is Mine” surgiu: a terceira faixa de Thrillerune as forças de Jackson com ninguém menos que Paul McCartney. A balada romântica reflete a química entre ambos os artistas, mas fica ofuscada por outras faixas muito melhor produzidas e mais memoráveis. O principal erro da faixa, entretanto, não são os deslizes estruturais, mas o fato de Michael tê-la escolhido como primeiro single do álbum.

Enfim, chegamos a uma das canções mais conhecidas de todos os tempos: a faixa que empresta seu nome ao título do compilado de originais é um espetáculo sonoro e uma amálgama entre passado e presente que não decepciona em nenhum momento – seja nos versos arrepiantes, nos uivos de lobisomens que permeiam a estrutura instrumental, seja na mistura entre pop e funk que grita a cada segundo. Uma ótima escolha para o Dia das Bruxas, Thrilleré o suprassumo do cenário mainstream e uma atemporal rendição conhecida por praticamente todo mundo que já tenha ouvido falar de Michael.

Dando início ao B-side do álbum e funcionando como terceiro single promocional, progredimos com “Beat It”, que rendeu ao performer duas estatuetas do Grammy Awards, incluindo Gravação do Ano. A fusão impecável entre hard-rock e dance-rock apagava as linhas que separavam os dois gêneros, além de contar com uma performance aplaudível de um dos maiores artistas de todos os tempos e um icônico solo de guitarra de ninguém menos que Eddie Van Halen. Como se não bastasse, a canção é guiada por uma antêmica narrativa que discorre sobre superar os problemas e fazer o que você consegue para se sobressair – mas entendendo que, às vezes, cair é fundamental.

Thriller funciona como uma declamação testamentária de tudo que Michael já havia entregado para os fãs desde quando participava do grupo Jackson 5. Logo, não é nenhuma surpresa que boa parte das músicas seja uma explosão de estilos diferentes – e a melhor representante dessa vibrante mixórdia é a sexta track do disco, “Billie Jean”, que traz o funk, o pós-disco, o R&B e o dance-pop unidos em uma ótima faixa. A história é inspirada nas groupies que assediavam seu irmão mais velho e fala sobre uma jovem que alega que seu filho é o de Michael também.

Soft-rock e R&B são os gêneros que regem “Human Nature”, single que ocupa a sétima posição do álbum. A semi-balada traz a assinatura de Quincy Jones na produção, motivo pelo qual encontramos um coeso fio performático do começo ao fim. As sutilezas e as interpolações de instrumentos servem como uma reflexão mais palpável da natureza humana, como aponta o título, e nossa necessidade intrínseca de explorar o inexplorável e sempre deixar que a ambição nos guie a alcançar nossos sonhos, por mais que as atitudes não façam muito sentido.

A penúltima canção é “P.Y.T.”, uma das músicas mais divertidas do projeto e que funciona também como o penúltimo single do álbum. A faixa, composta por James Ingram e Jones, se estrutura no embate entre uma multiplicidade vocal que acompanha Jackson e uma celebração disco e funk de uma narrativa sobre paixão. Essa, inclusive, é uma das faixas mais aceleradas da produção e caiu no gosto popular por seu inocente caráter – apesar de nunca ter sido performada ao vivo pelo cantor.

Thriller encerra-se com mais uma incursão sentimental e bastante sensual, “The Lady In My Life”, em que Jackson declara seu amor por uma mulher pela qual é perdidamente apaixonante e por quem faria qualquer coisa. Aqui, a interlocutora é endeusada em uma investida R&B assinada por Rod Temperton e que serve como um encerramento prático e funcional para o álbum, diminuindo o ritmo frenético das faixas anteriores com uma performance aplaudível e que nos leva em uma jornada muito envolvente.

‘Vingadores: Ultimato’: Marvel divulga vídeo incrível com cenas deletas e bastidores da produção

Segundo o Comic Book, a Marvel Studios lançou um conteúdo bônus de ‘Vingadores: Ultimato‘ na San Diego Comic Con‘, incluindo cenas dos bastidores e cenas deletadas, que estarão disponíveis no Blu-ray do filme.

Confira um trecho:

Em exibição desde a sua estreia, ‘Vingadores: Ultimato‘ está a pouco mais de US$ 5,3 milhões para se tornar a maior bilheteria de todos os tempos, ultrapassando ‘Avatar‘. O longa já arrecadou impressionantes US$ 2,782 bilhões mundialmente.

Assista a nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’: Dwayne Johnson revela detalhes sobre a sequência do derivado

Durante uma sessão de perguntas e respostas no Instagram, Dwayne Johnson foi questionado sobre os detalhes da sequência de ‘Hobbs & Shaw‘, o spin-off de ‘Velozes e Furiosos’.

Animado, o astro garantiu que o público vai se apaixonar pelo que os criadores da franquia estão preparando para o novo filme.

Chris Morgan estará de volta como roteirista, e estamos trabalhando mais uma vez com a Seven Bucks Productions. Vanessa Kirby, Idris Elba, e Eiza Gonzalez vão reprisar seu papéis, mas estamos criando vários personagens novos. O próximo capítulo trará diversas surpresas. Eu acho que vocês vão se apaixonar pelos heróis, anti-heróis e até pelos vilões.”

O filme anterior deixou claro que o vilão de Idris Elba era apenas uma peão num jogo muito maior, e a sequência deve introduzir novos adversários criados pela sinistra organização Eteon.

Infelizmente, Johnson não revelou quais astros serão adicionados ao elenco nem mencionou a previsão de estreia, já que ‘Velozes e Furiosos 9‘ foi adiado para 2021.

Mesmo assim, novas as atualizações devem ser divulgadas assim que o início da produção for confirmado.

Anteriormente, o produtor Hiram Garcia já havia adiantado ao Comic Book que o derivado havia sido planejado como o primeiro de uma futura trilogia, caso o retorno financeiro pudesse garantir as sequências.

Considerando os US$ 760 milhões que o longa arrecadou pelo mundo, é óbvio que a Universal queira investir em mais produções.

O cineasta também disse que o estúdio está extremamente feliz com o sucesso de bilheteria e com a direção de David Leitch.

Questionado sobre o desenvolvimento da sequência, Garcia respondeu:

“Já estamos conversando sobre isso, ficamos muito felizes com o resultado de ‘Hobbs & Shaw’. Mas precisamos esperar e ver o que acontece em ‘Velozes e Furiosos 9‘ antes de seguirmos nosso caminho. É claro que vamos aproveitar o gancho da sequência para manter tudo num universo compartilhado.”

Recentemente, Dwayne Johnson revelou em seu Instagram que irá retornar para ‘Velozes e Furiosos 10′, e sua presença deve ter grande influência nos próximos filmes da franquia.

“Eu só quero agradecer a todos da equipe. Vocês fizeram de ‘Hobbs & Shaw‘ um enorme sucesso global, expandindo o universo de Velozes e Furiosos‘. E por último, mas não menos importante, quero agradecer ao irmão Vin por seu apoio ao filme. […] E, é claro, todas as estradas nos conectam… Vejo você em breve, Toretto.”, disse Johnson.

Confira:

https://www.instagram.com/tv/B27FqCgFzB9/?utm_source=ig_web_options_share_sheet

Lembrando que ‘Velozes e Furiosos 9‘ estreia em abril de 2021.

Assista ao trailer:

O elenco conta com Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris Bridges, Nathalie Emmanuel,  Charlize Theron, Helen Mirren, John Cena, Finn ColeAnna Sawai, e Vinnie Bennet.

‘Grease’: Fãs pedem ‘cancelamento’ do filme por promover racismo, sexismo e homofobia

Nem ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina‘ escapou do mal envelhecimento e os fãs puderam comprovar isso depois que o clássico foi exibido recentemente para um novo público no Reino Unido.

Apesar de parecer um simples musical juvenil, o longa estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John foi acusado por jovens britânicos de conter cenas racistas, sexistas e homofóbicas.

Dirigido por Randal Kleiser em 1978, parece que o filme não se preocupava muito com questões de representatividade, que hoje são fortemente defendidas pelo público em geral.

De acordo com a Revista Monet, o público mais novo está incentivando o ‘cancelamento’ do filme após sua exibição na emissora BBC1, com a exigência de que não seja mais exibido na TV.

“‘Grease’ é muito sexista, excessivamente branco e deve ser banido da tela. Afinal, estamos quase em 2021”, disse um espectador.

A cena em que Putzie (Kelly Ward) se abaixa para espiar por baixo da saia de duas alunas da Rydell High School foi uma das mais criticadas por influenciar um comportamento assediador.

“Isso é totalmente sexista, misógino e violadoar. É de deixar horrorizada qualquer pessoa que tenha bom senso”, disse outro espectador.

Além disso, o público não gostou nada da proposta em mostrar as mulheres apenas como objetos sexuais que disputam a atenção dos homens entre si.

Rizzo (Stockard Channing) foi apontada como uma personagem que rotula a imagem da mulher por dormir com vários homens e ter relações sexuais sem preservativo com Kenickie Murdock (Jeff Conaway).

A rivalidade entre as mulheres foi outra crítica recorrente, principalmente quando Rizzo ridiculariza a imagem de boa menina de Sandy Olsson (Newton-John) enquanto cantava a música ‘Look At Me I’m Sandra D’.

Outro momento que impactou os jovens foi quando o locutor de rádio Vince Fontaine (Edd Byrnes) disse a todos os dançarinos que não poderiam haver casais do mesmo sexo enquanto apresentava um concurso de dança no colégio.

Internautas também não deixaram passar a falta de diversidade no elenco ao dizerem:

“Eu vi ‘Grease‘ até o final e percebi que não havia atores negros ou alunos negros na escola. Fiquei surpreso que só havia gente branca.”

E aí, o que você acha sobre o cancelamento do filme?

Vale lembrar que o The Wrap divulgou que a HBO Max encomendou uma série derivada do clássico.

Intitulada ‘Grease: Rise of the Pink Ladies‘, a produção também contará com personagens do filme de 1978, como os próprios Danny Zuko (Travolta) e Sandy Olsson.

Por enquanto, o elenco ainda não foi revelado e não se sabe se os astros do filme original farão participações especiais.

“A trama reimagina o sucesso global do filme com alguns personagens já conhecidos e muitos outros novos. É ainda a década de 1950, um mundo com grandes números musicais combinados aos sons originais. É a pressão do ensino médio, o pânico da adolescência e a montanha-russa da vida na América. Tudo isso com a sensibilidade moderna que irá despertar os amantes da música”.

Anteriormente anunciada como ‘Grease: Rydell High‘, a estreia está marcada ainda para 2021.

Confira o pôster:

‘Invocação do Mal’: Casa que inspirou o filme está à venda por mais de R$ 6 milhões

Se você tem interesse em adquirir uma casa mal-assombrada, há um enorme terreno e uma casa de três quartos em Harrysville, Rhode Island, esperando por você!

De acordo com o The Wall Street Journal, Jenn e Cory Heinzen, os atuais proprietários da casa que inspirou o filme ‘Invocação do Mal‘, estão tentando vender a habitação por US$ 1,2 milhão.

O valor é equivalente a nada menos que R$ 6,3 milhões.

O casal adquiriu a propriedade em 2019 e Cory disse que vários incidentes permanecem sem explicação desde que se mudaram para lá.

“Nós vimos portas se abrindo, passos e batidas. Eu tive dificuldade em ficar lá sozinho. Eu não senti nada demoníaco, mas acontece o tempo todo. Há muitas coisas acontecendo na casa.”

Construída por volta de 1700, a casa tornou-se famosa na década de 1970, depois que a família Perron se mudou para ela e enfrentou um tormento causado por uma entidade paranormal.

A coisa toda chamou a tenção da mídia quando Ed e Lorraine Warren, o casal de investigadores paranormais, assumiram o caso retratado no filme dirigido por James Wan em 2013.

Confira algumas imagens da casa:

Em julho deste ano, foi lançado o documentário ‘The Sleepless Unrest: The Real Conjuring Home‘, que acompanha uma equipe de investigadores paranormais modernos enquanto exploram a casa.

Durante uma entrevista para o Cinema Blend, o diretor Kendall Whelpton revelou que sentiram bastante desconfortáveis e apavorados com o que presenciaram no imóvel.

“Estar naquela casa por duas semanas realmente bagunçou a mente de toda a equipe. No 3º dia, um cansaço repentino se apossou de nós. No 4º dia, não conseguíamos dormir mesmo estando exaustos porque as atividades na casa eram muito intensas.”

Ele continuou:

“Quando a experiência chegou ao fim, fomos para nossas próprias casas e ainda pensamos que estávamos dentro da casa assombrada, você se sente apegado a ela. Você é dominado por uma sensação avassaladora que o atrai de volta à casa. Já estive em mais de 500 lugares e só fiquei tanto tempo assim em 4 deles, mas nenhum deles causou uma má impressão tão forte quanto a casa em Rhode Island. O documentário que é 100% real, e eu acho isso muito mais assustador do que qualquer coisa roteirizada. Então, quando você vê as coisas acontecendo, você se pergunta: ‘Isso é real? Não mais um efeito de Hollywood?’ Acho que essa é a coisa mais assustadora de todas.”

Para quem não sabe, Whelpton e sua esposa, a co-diretora Vera Whelpton, já trabalharam juntos em ‘Ghost Hunters‘ e em outro documentário paranormal no ano passado, intitulado ‘The House in Between‘.

Considerando sua experiência em casos sobrenaturais, a casa onde viveu Bathsheba ainda deve conter uma energia muito negativa para causar esse tormento na dupla.

Confira o trailer:

Lembrando que ‘Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio‘ já está disponível no catálogo da HBO Max.

A trama revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Vera Farmiga e Patrick Wilson retornam para a produção.

Assista nossa crítica:

Descrição dos primeiros 11 minutos de ‘Invocação do Mal 3’ [EXCLUSIVO]

O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

“Um dos melhores filmes do gênero”, ‘Arremessando Alto’ conquista os assinantes da Netflix

Apesar dos filmes sobre superação nos esportes serem uma temática bem clichê, parece que ‘Arremessano Alto‘ está conquistando os assinantes da Netflix.

Na trama, Adam Sandler vive um olheiro de time de basquete que está em baixa na carreira que descobre um jogador excepcional no exterior e leva o fenômeno para os EUA sem a aprovação do seu time. Agora, a dupla tem apenas uma chance de brigar por um espaço na NBA.

Além de receber 91% de aprovação dos críticos, o longa vem ganhando bastante elogios do público devido e já é considerado um dos melhores títulos do gênero.

Entre os comentários nas redes sociais, os fãs elogiaram como Sandler consegue transmitir sua veia dramática apesar de um comediante, o que deixa a trama do filme completamente emocionante.

Confira as reações:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com surpreendentes 85% de aprovação, com nota 6.90/10 baseada em 47 reviews até o momento. No Metacritic, outro agregador de críticas, a produção abriu com pontuação 66/100, indicando “recepção geralmente favorável”.

Apesar de mencionarem os clichês na narrativa, os especialistas fizeram elogios à interpretação de Sandler e à despreocupação da história, caracterizando-a até mesmo como uma espécie de “prazer culposo”.

Confira os principais comentários abaixo:

“Um drama esportivo e um prazer culposo” – Times (UK).

“Se ele continuar trabalhando duro, o mesmo homem que outrora simbolizou o comprometimento da Netflix à mediocridade poderia, eventualmente, se transformar em sua melhor escolha” – IndieWire.

“Há lugares em que Arremessando Alto esbarra no clichê… Mas há uma profundidade de sentimento e uma sinceridade desarmante ao filme que mantêm você assistindo” – THR.

“É bom ver Sandler fazendo algo que ele ama em um ambiente em que está confortável, e em fazê-lo com tanta sinceridade” – Consequence.

Arremessando Alto dança com desespero e derrota mais do que esperaríamos de uma história assim” – Mark Reviews Movies.

Jeremiah Zagar é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Queen Latifah, Ben Foster e Juancho Hernangomez.

‘Shang-Chi’: Traje alternativo do herói seria bem diferente do oficial; Confira!

Em seu perfil do Instagram, o ilustrador Andy Park, funcionário da Marvel Studios, compartilhou uma interessante arte conceitual de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.

A imagem mostra o design alternativo do traje usado pelo herói vivido por Simu Liu.

Apesar de manter o traje nas cores preta e vermelha, a versão conceitual parece mais um agasalho do que um uniforme de batalha.

Confira:

“Foi um prazer absoluto explorar as possibilidades de como ‘Shang-Chi‘ poderia ser durante a pré-produção do filme anos atrás. Fiz uma gama completa do tradicional ao contemporâneo, do mais fiel e preciso ao mais destoante dos quadrinhos, como fazemos normalmente durante esse estágio de exploração.”

Lançado em 2021, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ foi um tremendo sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 432,2 milhões pelo mundo e acumulando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Mark Ruffalo revela que já quis desistir da carreira várias vezes

Mark Ruffalo conta com diversos títulos marcantes em seu currículo, como ‘De Repente 30′, ‘Zodíaco’, ‘Ilha do Medo‘ e a franquia ‘Vingadores‘, na qual interpreta o Hulk.

No entanto, o astro revelou ao programa Hot Ones que já pensou em desistir da carreira várias vezes em momentos específicos de sua vida.

“Provavelmente, eu já quis desistir de atuar umas seis vezes durante todos esses anos como ator. O mais próximo que meu pai teve de uma empresa foi uma carpintaria, e eu já fui para Winsconsin para trabalhar em um canteiro de obras com ele. Eu vi como algumas pessoas se divertiam fazendo aquilo. Mas minhas mãos eram macias demais para isso, e de alguma forma, minha mãe ficou sabendo da minha desistência de atuar.”

Ele continuou, falando que sua mãe foi a única que conseguiu convencê-lo a não desistir de seus sonhos:

“Eu não queria contar para ela, porque sabia qual seria sua reação. E então ela me ligou, e disse: ‘Se você parar de atuar, nunca mais falarei com você. Estou muito chateada…’, e eu nunca havia visto ela falar daquela forma. Então cheguei até meu pai e disse: ‘Então, tenho que voltar [para Hollywood], porque mamãe não me deixou desistir’.”

Lembrando que o trabalho mais recente do astro é ‘Pobres Criaturas‘, novo filme do diretor Yorgos Lanthimos.

O elenco tambéwm conta com Emma Stone (‘La La Land’) e Willem Dafoe (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

Stone dá vida à Bella Baxter, uma jovem trazida de volta à vida por Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um cientista excêntrico, mas brilhante.

Baseado no romance homônimo assinado por Alasdair Gray, o filme chega aos cinemas brasileiros dia 1º de Fevereiro

Assista, com nossa crítica em vídeo:

Bella Baxter (Emma Stone), uma linda jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de um infante. A ambição de Godwin Baxter (Willem Dafoe) em criar a companheira perfeita se concretiza quando ele encontra o corpo afogado de Bella – mas seu sonho é ameaçado pelo amor ciumento do Dr. Archibald McCandless pela criação.”

Margaret Qualley, e Christopher Abbott completam o elenco.

No dia Internacional da MULHER – Conheça as diretoras que fizeram História no Cinema

Vitórias de Chloé Zhao no Globo de Ouro e Critics’ Choice Awards foram um sopro de alívio mas também chamam a atenção para disparidade gritante

Após vencer o Globo de Ouro de melhor diretor(a) na cerimônia do último dia 29 por seu trabalho em Nomadland, a cineasta Chloé Zhao quebrou um tabu muito importante: ela foi a segunda mulher em toda a história a ganhar o prêmio, a primeira sendo Barbra Streisand em 1984 com Yentl, além de ser a primeira asiática a ter sido laureada como melhor diretora no evento. Mesmo com tamanha vitória, porém, a disparidade no histórico de cineastas premiados é visível.

O crédito de primeira mulher como diretora de um filme é constantemente atribuído à francesa Alice Guy-Blaché. O início da sua carreira remonta ao final do século XIX, mais precisamente 1896, com a obra La fée aux choux (em uma tradução livre A Fada do Repolho, o primeiro filme a ter sido escrito e dirigido por uma mulher ) mas até a primeira metade do século XX ela já tinha estado à frente de pelo menos trezentos projetos, seja comandando direta ou indiretamente. 

À ela também é creditado os primeiros trabalhos na sincronização de áudio e imagem no cinema, mais especificamente com criação do chronophone. No artigo Imagining Sound in the Solax Films of Alice Guy-Blaché: “Canned Harmony” (1912) and “Burstop Holmes Murder Case” (1913), a autora Barbara McBane expõe uma fala de Guy Blaché em que a cineasta descreve o dispositivo.

Alice Guy-Blaché foi uma verdadeira pioneira do cinema

“Guy Blaché descreve o chronophone, um sistema primário de som sincronizado como ‘o primeiro filme falado, uma invenção francesa’. Essa foi, ela disse: não a imagem falada que você conhece. A voz do artista (cantor ou orador), ou a música para a dança eram gravadas no estúdio. Os atores então reencenam seus papéis até obterem uma sincronização perfeita com a gravação fonográfica. Logo, a gravação cinematográfica foi feita.”

É importante também mencionar que ela foi a primeira mulher a ter um estúdio próprio. A Solax Company foi fundada em 1910 e entre esse ano e 1913 o estúdio produziu mais de cem obras que estavam sob total controle de Guy-Blaché. No entanto, seu fim veio por volta de 1914 como uma consequência dos impactos econômicos diretos da Primeira Guerra Mundial.

Nesse mesmo período, a partir do início de 1911, os Estados Unidos tiveram o surgimento da primeira grande cineasta da sua história. Lois Weber marcou seu nome ainda no período do cinema mudo como uma profissional multifacetada; constantemente em seus projetos ela assumia o posto de atriz, roteirista, produtora e diretora. Da mesma forma que Guy-Blaché, ela dirigiu uma quantidade respeitável de filmes, Weber teve em sua contagem pelo menos mais de cem obras.

Lois Weber chocou e mudou o cinema nos EUA em sua fase inicial

Além disso, ela foi pioneira na elaboração da técnica de split screen (divisão de tela) ainda em 1913 com o filme Suspense, obra que aborda diferentes pontos de vistas de personagens de maneira quase simultânea. Essa ferramenta, que se tornaria bastante utilizada nos filmes da segunda metade do século XX e em matérias jornalísticas durante um acontecimento ao vivo, alçaram Lois Weber a constantes comparações com outro grande nome do cinema americano da época, D.W. Griffith, sem o adicional de ter uma obra extremamente problemática em sua filmografia (sim, é Nascimento de uma Nação).

Sobre a cineasta, Richard Henshaw escreveu no artigo WOMEN DIRECTORS: 150 FILMOGRAPHIES sobre a importância de ressaltar a carreira de Lois Weber. “Desse grupo de primeiros diretores, alguns são dignos de nota. De longe a mais prolífica foi Lois Weber, que começou como atriz de comédias musicais e escritora. Ela se destacou por ter tido seu próprio estúdio, alugado para ela pela Universal em 1916. Lois Weber Productions empregou dezenas de roteiristas, técnicos e pessoal de escritório, além de permitir Weber a produzir e dirigir seus próprios roteiros em ritmo constante”.

Todavia, a geração de diretoras da primeira metade do século XX também contém um nome problemático mas que teve seu quinhão de importância nas inovações técnicas; Leni Riefenstahl basicamente criou o conceito moderno de como conduzir um documentário e entregou a esse gênero um reconhecimento que ele não possuía nos anos 30. Ao mesmo tempo, essas conquistas concederam a ela o título de cineasta mais importante do Reich Nazista.

Propaganda era uma arma essencial na manutenção do poder junto às massas e para isso seria necessário que o cinema alemão carregasse a vanguarda de um novo tipo de propaganda política. A Alemanha já tinha seu quinhão de importância solidificado no cinema por ter gerado um dos primeiros grandes movimentos cinematográficos europeu: O Expressionismo Alemão. Com o apoio do governo, Riefenstahl entregou produções como Triunfo da Vontade e Olympia; o primeiro focado em mostrar o quão sobrenatural era a liderança de Hitler e o segundo mais voltado para uma suposta superioridade germânica nas olimpíadas de verão de 1936.

Ao mesmo tempo que Riefenstahl revolucionou o cinema ela fortaleceu a imagem do Partido Nazista no imaginário popular

Ashley Bunnell Ritchie, no artigo The Many Leni Riefenstahls: Inventing a Cinematic Legend, cita o historiador do cinema, Rainer Rother, para explicar que estilo de filmagem a cineasta adotou para ter atraído a atenção dos maiores nomes do regime nazista durante a produção do documentário Trinfo da Vontade

“De acordo com o autor Rainer Rother, o ideal estilístico de Riefenstahl foi notável em dois sentidos: por um lado ela empregou cortes em filmes narrativos em uma tentativa de colocar a audiência na posição de ‘espectador ideal’. Por outro lado, Riefenstahl fez o necessário para heroicizar o principal sujeito de seu filme… Ela posicionou a câmera de tal maneira que parecia estar dentro da cabeça de Hitler enquanto ele descia das nuvens para o comício de Nuremberg. A audiência viu através dos olhos de Hitler enquanto ele descia para perto do povo… Ela abordou a câmera de maneiras que ninguém mais fez e ela sabia como manipular isso em ordem de criar qualquer sentimento que ela queria em tela. ”

Eventualmente, principalmente após virada para a segunda metade do século XX, o número de mulheres cineastas diminui drasticamente na Europa e, mais alarmante ainda, nos Estados Unidos. Até a década de 60 as mulheres foram sendo explícita ou implicitamente desencorajadas a desenvolver novos projetos em prol de ficarem apenas como atrizes. 

No entanto, é justo ressaltar que as cineastas do período ainda assim encontraram formas de se expressar por meio dos novos movimentos cinematográficos que foram surgindo. Por exemplo, a Nouvelle Vague francesa proporcionou um palco para Agnès Varda Marguerite Duras. O Novo Cinema Alemão popularizou os trabalhos de Margarethe von Trotta Helma Sanders-Brahms

Outro elemento de dificuldade levantado, dessa vez pela Deborah Calla na matéria Why are women directors ‘excluded’ from cinema history? de autoria da Ana Maria Bahiana, foi que se uma cineasta buscasse financiamento para um projeto ela dificilmente conseguiria novamente para um segundo e nem muito menos para um terceiro, tornando assim bem difícil construir uma filmografia ampla.

Com o passar do século XX Hollywood continuou a ser uma indústria essencialmente conduzida por cineastas homens; mesmo que, na década de 70, o circuito de filmes de baixo orçamento tenha apresentado novos nomes como Joan Micklin Silver (seu filme Between the Lines conquistou duas das três indicações do Festival Internacional de Berlim em 1977). Foi com a chegada dos anos 2000 que surgiu uma nova variedade de filmes comandados por diretoras.

“Between the Lines” trouxe um jovem Jeff Goldblum para os olhos do público

O portal Statista fez uma levantamento da porcentagem de realizadoras que surgiram em Hollywood entre 2007 e 2019. É apontado que a alta histórica no período analisado foi em 2019, quando 10.6% dos cineastas eram compostos por mulheres, mas antes disso, em 2008 mais especificamente, houve uma porcentagem de participação com 8% de presença de diretoras.

É interessante notar que nesse ano foi lançado Guerra ao Terror, um drama sobre um esquadrão de desarmamento de bombas do exército americano no Iraque. O filme, dirigido por Kathryn Bigelow, recebeu aclamação universal, um Oscar de melhor filme e o primeiro (e até o momento único) de melhor direção concedido a uma mulher. Bem antes disso, por exemplo, a Sofia Coppola já escrevia seu nome desde os anos 90 (primeiro com Virgens Suicidas mas em 2006 também com Maria Antonieta).

O feito de Bigelow (no centro) com “Guerra ao Terror” foi verdadeiramente histórico

É a partir dos anos 2010 que uma nova safra de cineastas começa a realmente aparecer: Ava DuVernay (com os poderosos Selma e Olhos que Condenam), Lorene Scafaria (Hustlers protagonizado por Jennifer Lopez), Patty Jenkins (a primeira a dirigir um grande filme de super-heróis com Mulher Maravilha e atualmente a diretora mais cara de Hollywood), Greta Gerwig (por muito pouco não vencendo o Oscar de Melhor Direção com Lady Bird em 2018) e muitas outras.

Por fim, ao passo que as mulheres vão recuperando sua posição no comando de produções maiores é essencial lembrar que algumas das maiores inovações que essa indústria viu foram realizadas por pioneiras. A vitória da Chloé Zhao no Globo de Ouro, além de uma possível indicação no Oscar, pode ser um novo capítulo importante de uma história que aos poucos está sendo retomada.

James Gunn revela que NÃO está fazendo um filme sobre um jovem ‘Superman’ em ‘O Legado’

James Gunn, diretor de ‘Superman: O Legado‘ esclareceu um aspecto de sua abordagem para o filme em uma resposta a um internauta no Threads.

O internauta questionou se o filme, que terá David Corenswet no papel principal, poderia ocorrer no “passado” do Universo DC, dada a ênfase em um Superman “mais jovem” na trama.

Gunn respondeu: “Eu não estou fazendo um filme do ‘Superman jovem’, apenas um filme do Superman.” Essa declaração reforça que, embora o filme explore o início de uma nova versão do personagem, não se trata de uma típica história de origem.

Anteriormente, Stephane Ceretti, supervisora de efeitos visuais, não poupou elogios ao roteiro do filme. A artista ainda ressaltou que a equipe do filme já montada – e, sem surpresas, é composta por diversos nomes que já trabalharam anteriormente com o cineasta James Gunn, que é conhecido por colaborar frequentemente com as mesmas pessoas.

“Não posso falar muito sobre ‘Superman: O Legado’. Eu realmente não posso. No entanto, posso dizer que será muto bom. O roteiro é ótimo. Nós estamos trabalhando duro [neste filme]. Temos uma boa equipe. Todas as pessoas [envolvidas no projeto] são incríveis.”

Ela completa, “Muitas pessoas da equipe já trabalharam anteriormente com o James [Gunn]. Nós somos muito honestos uns com os outros. Então trabalhamos muito bem neste sentido.”

David Corenswet e Rachel Brosnahan estrelarão como Clark Kent/Superman e Lois Lane, respectivamente.

A produção ainda vai contar com a presença de outros grandes heróis o universo DC, entre eles: o Lanterna Verde Guy Gardner (Nathan Fillion), a Mulher-Gavião (Isabela Merced) e o Sr. Fantástico (Edi Gathegi).

Chris Pine aparece irreconhecível como limpador de piscina em trailer de ‘Poolman’

O astro Chris Pine, famoso por interpretar o Capitão Kirk em Star Trek, está irreconhecível em seu novo filme, ‘Poolman’. No trailer lançado recentemente, o ator aparece com cabelos longos e barba espessa, vivendo Darren Barrenman, um limpador de piscina de Los Angeles.

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“‘Poolman’ conta a história de Darren Barrenman, um nativo de Los Angeles que passa seus dias cuidando da piscina do edifício de apartamentos Tahitian Tiki. Quando é incumbido por uma femme fatale de descobrir a verdade por trás de um negócio suspeito, Darren recruta a ajuda de seus amigos para enfrentar um político corrupto e um ganancioso desenvolvedor de terras. Sua investigação revela uma verdade oculta sobre sua amada cidade e sobre si mesmo”.

Além de atuar, Chris Pine assina a direção e o roteiro.

Sobre sua experiência trabalhando em ‘Poolman’, Pine declarou: “Fazer parte de ‘Poolman’ foi um sonho realizado. Os artistas com quem tive o prazer de colaborar, tanto na frente quanto atrás das câmeras, eram ainda mais inspiradores, e filmar na minha cidade natal (em filme! Viva Kodak!) foi uma experiência única”.

Além de Pine, o elenco de conta com Annette Bening (‘Nyad’), Danny DeVito (‘Batman: O Retorno’), Jennifer Jason Leigh (‘Os Oito Odiados’), DeWanda Wise (‘Alguém Especial’), Stephen Tobolowsky (‘Feitiço do Tempo’), Clancy Brown (‘Um Sonho de Liberdade’), John Ortiz(‘Ficção Americana’) e Ray Wise (‘Olhos Famintos’).

O filme foi dirigido por Pine, a partir de um roteiro coescrito por ele e Ian Gotler (‘Doula’). 

‘Comando das Criaturas’: James Gunn compartilha bastidores da gravação de cena quente

O cineasta James Gunn recorreu às redes sociais para compartilhar uma cena dos bastidores de ‘Comando das Criaturas’, revelando os momentos de gravação de uma cena quente entre Rick Flag Sr. (Frank Grillo) e a Princesa Ilana (Maria Bakalova).

O vídeo é hilário e mostra Grillo e Bakalova imitando sons sensuais com as mãos e gemidos, criando uma atmosfera cômica e descontraída.

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‘Comando das Criaturas’ já está disponível no Max.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Lembrando que ‘Creature Commandos‘ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

‘Round 6’: 3ª e última temporada conquista 90% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A 3ª e última temporada de Round 6 já está disponível no catálogo da Netflix e conquistou uma aprovação de 90% da crítica no Rotten Tomatoes, baseada em 29 análises. Por parte do público, a aprovação ficou em 49%.

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Para efeito de comparação, a primeira temporada da série alcançou 95% de aprovação no agregador, enquanto o segundo ano registrou 83%.

Apesar de alguns críticos reconhecerem a existência de problemas narrativos pontuais, o último ano da série foi elogiado por trazer um desfecho satisfatório para o sucesso global da Netflix.

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“Dói admitir, mas a terceira, e felizmente última, temporada de Round 6 apenas reforça o que já parecia claro: assim como Gi-hun (Lee Jung-jae), deveríamos ter deixado aquela ilha amaldiçoada para trás após sua primeira vitória”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“‘Round 6’ cumpre bem seu papel, mas deixa a sensação de que se transformou em um thriller de ação mais convencional do que costumava ser. Quanto ao futuro da série, qualquer coisa pode acontecer”, disse Rebecca Nicholson do The Guardian.

“A série mostra que continua plenamente capaz de contar uma história tragicamente envolvente, que entretém e ainda conquista o envolvimento emocional do público com seus personagens”, disse William Goodman do TheWrap.

“A temporada final de Hwang Dong-hyuk pode não ser perfeita, mas, convenhamos, nada é. Ainda assim, trata-se de uma obra ousada e sem medo de arriscar, que me comoveu tão profundamente que chorei pelos personagens como se estivesse realmente de luto”, disse Molly Edwards do Total Film.

“É a visão firme e inabalável de Hwang que conduz Round 6 até o seu desfecho”, disse Ben Travers do IndieWire.

“A estrutura do desfecho é meio desajeitada, já que termina a história do protagonista de forma prematura e ainda precisa correr contra o tempo para dar atenção ao restante do elenco no episódio final”, disse Katie Doll da CBR.

“A segunda temporada deixou muitas pontas soltas e pareceu bastante incompleta, mas é na terceira temporada que Round 6 encontra seu ritmo e supera até a série original”, disse Therese Lacson do Collider.

“É difícil dizer quais novas lições aprendemos com as temporadas 2 e 3 de Round 6 que a primeira não tenha já transmitido com toda a força. Mas a jornada foi, no geral, inesquecível, mesmo que por causa da repetição enfática dos temas”, disse Clint Worthington do RogerEbert.

Round 6’ está disponível na Netflix

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

CEOs da Netflix reforçam lançamento de filmes nos cinemas após aquisição da Warner Bros

Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, reafirmou publicamente o compromisso da gigante do streaming com o modelo tradicional de exibição cinematográfica. O executivo garantiu que a aquisição da Warner Bros. Discovery (avaliada em US$ 82,7 bilhões) não significará o fim dos filmes do estúdio nas telonas.

“Nossas intenções, ao adquirir a Warner Bros., são continuar lançando os filmes do estúdio nos cinemas, respeitando as janelas tradicionais de exibição”, declarou Sarandos.

Ele explicou que a Netflix nunca adotou essa prática anteriormente por uma questão estrutural: “Nunca entramos nisso antes porque nunca fomos donos de um mecanismo de distribuição teatral”.

Warner Bros. Discovery rejeita formalmente oferta de US$ 108 bilhões da Paramount

As declarações visam acalmar o mercado e os exibidores, que temiam que a Netflix pudesse “engavetar” grandes lançamentos ou enviá-los diretamente para o catálogo digital. Sarandos justificou a estratégia agressiva de exclusividade adotada pela empresa nos últimos anos como uma necessidade de crescimento rápido.

“Estávamos monetizando os filmes apenas por meio da nossa própria assinatura porque era assim que fazíamos o negócio crescer mais rapidamente”, admitiu o CEO.

Sarandos também destacou a diferença entre as bibliotecas das duas empresas e o valor histórico que a Warner agrega à Netflix:

“Só fazemos programação original há 12 anos. Temos avançado muito rápido, construindo uma biblioteca o mais rápido possível. Produzimos tudo o que aprovamos, então não temos um catálogo profundo em desenvolvimento. Nossa biblioteca remonta apenas a uma década, enquanto a da Warner Bros. se estende por cem anos. Eles sabem muito sobre coisas que nunca fizemos, como a distribuição nos cinemas”, concluiu.

CEOs da Netflix defendem acordo com a Warner Bros.: “Uma VITÓRIA para a indústria do entretenimento”

‘Superman: Homem do Amanhã’: Sequência terá cenas ambientadas no Brasil, diz rumor

As filmagens de Superman: Homem do Amanhã’ (Superman: Man of Tomorrow), sequência direta do longa de 2025, estão a todo vapor. Agora, novas informações que circulam nos bastidores apontam que a épica continuação da DC Studios terá cenas ambientadas em solo brasileiro.

De acordo com o FeatureFirst, o elenco de apoio para as próximas gravações já está sendo selecionado em Atlanta, no estado da Geórgia (EUA). Utilizando o codinome de produção Exodus, o estúdio está recrutando figurantes para interpretar cidadãos locais em uma cena descrita como “um autêntico mercado brasileiro”.

A informação sugere que o diretor James Gunn seguirá o plano de apresentar uma aventura verdadeiramente global para o Homem de Aço, optando por visitar países reais dentro da cronologia oficial do novo DCU, em vez de focar apenas em nações fictícias dos quadrinhos, como Borávia ou Jarhanpur.

Por mais que detalhes profundos sobre o roteiro ainda não tenham sido divulgados, a presença de uma ambientação no Brasil reforça os rumores de que o novo filme terá uma escala internacional ainda maior, explorando diferentes culturas e regiões do planeta enquanto acompanha a nova fase do herói.

Atualmente, o cronograma de produção do longa segue um ritmo intenso, com as gravações ocorrendo nos estúdios de Atlanta. Após a conclusão dessa etapa técnica e de cenários específicos, a equipe seguirá para a cidade de Cleveland, local tradicionalmente escolhido para rodar as grandiosas sequências externas ambientadas nas ruas de Metrópolis.

Vale ressaltar que as informações ainda não foram confirmadas oficialmente pela Warner Bros. ou pela DC Studios e devem ser tratadas como rumores.

‘Homem do Amanhã’: James Gunn revela o LOGOTIPO da sequência de ‘Superman’; Confira!

James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.

A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.

O elenco conta com David Corenswet como o Homem de Aço, Nicholas Hoult como Lex Luthor, Lars Eidinger como Brainiac, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Guy Gardner e Edi Gathegi como Senhor Incrível. Adria ArjonaAaron PierreMatthew Lillard também fazem parte do elenco.

Os Cavaleiros do Zodíaco vai virar filme? Relembre a época que eles pararam o Brasil

Pode parecer brincadeira, mas foi confirmado que Os Cavaleiros do Zodíaco vai mesmo ganhar um filme live action e com um elenco de peso. O longa vai ser dirigido por Tomasz Baginski, produtor-executivo de The Witcher, e se chamará Saint Seiya. J.J. Jr. Mackenyu, filho do saudoso Sonny Chiba, será o Seiya de Pégaso. Madison Iseman será a coprotagonista, interpretando a Athena. Mas o que chama a atenção são os nomes de Sean Bean, Famke Janssen, Nick Stahl, Diego Tinoco e Mark Dacascos no elenco. E pegando a onda de empolgação da galera, vamos relembrar aqui o clássico anime dos Cavaleiros que era exibido na Manchete e falar sobre como foi aquele fenômeno. Até porque, sempre exibiram animações japonesas no Brasil, desde a década de 60, Oitavo Homem já passava na extinta TV Tupi. Só que não havia e nem se sabia dessa distinção. Eram desenhos animados iguais a qualquer outro.

Tudo mudou a partir de setembro de 1994 com a chegada dos Cavaleiros do Zodíaco. Aliás, não foi só isso que mudou por aqui depois dos Defensores de Athena, grupos de fãs começaram a organizar encontros, um acontecimento único aconteceu e com o tempo as convenções de cultura japonesa foram criadas. Com isso uma nova e gigantesca perspectiva de mercado se abriu, e até hoje a fonte parece ser inesgotável, mesmo com a TV aberta não dando mais tanta bola para isso, os serviços de streaming supriram essa lacuna. Sem falar nos portais e blogs que disponibilizam diversos animes e mangás diariamente. Mas antes da gente chegar nesse ponto, muito aconteceu, principalmente no que envolve Os Cavaleiros do Zodíaco – até porque tudo meio que convergiu para que a coisa funcionasse.

A Santoy, que era a licenciadora do anime nas américas, já havia oferecido o material para canais como Globo, SBT e Band, que recusaram de imediato. E não porque o pacote era caro ou algo do tipo, muito pelo contrário, Os Cavaleiros do Zodíaco seria disponibilizado na verdade sem nenhum custo, o que a Santoy e a Bandai pediam era que apenas exibissem a propaganda dos seus produtos. Como os bonecos dos Cavaleiros, por exemplo.

Porém depois das principais emissoras recusarem, restou apenas a Rede Manchete, que incialmente não tinha interesse em exibir o material. Na época, o chefe do departamento de audiovisual do canal, Eduardo Miranda, que também era responsável por analisar a grade de programação desse tipo de, diz que foi chamado junto aos demais executivos da Manchete e o licenciador da Santoy para assistir algumas cenas desse tal anime. Só que todos ali ficaram chocados pelo alto nível de violência aparentemente gratuita. O estúdio reuniu algumas cenas de lutas, muitas delas cheias de sangue e com bastante impacto gráfico. Miranda fala que a gota d´água foi o momento em que Shiryu corta os pulsos e banha as armaduras com sangue. Ainda atordoados, ele e os demais representantes da Manchete falaram que não tinham interesse, pois estavam exibindo uma programação mais leve, com base nos desenhos da Hanna Barbera, além dos tokusatsus que era algo habitual desde a geração anterior.

O licenciador achou um absurdo, disse que o anime estava fazendo sucesso no mundo todo e que era loucura ele recusar a proposta. Eduardo então pediu para que eles disponibilizassem o desenho, pois assim podia avaliar melhor. E mesmo com muito má vontade, a Santoy mandou o vídeo e o próprio Eduardo Miranda, que hoje é conhecido como o pai dos animes no Brasil, fala que finalmente percebeu a tamanha qualidade e inovação que aquilo tinha na época. Pouco tempo depois de estrear, Os Cavaleiros do Zodíaco basicamente triplicou a audiência da Manchete. Em tempos áureos, conseguiam bater 16 pontos no IBOPE, ultrapassando o SBT e rivalizando com a Globo. A própria Globo não dava nenhuma bola para nada que não fosse da casa, mas a presença de Saint Seiya foi tão forte que conseguiu romper essa barreira e no programa da Xuxa a gente via a dupla Larissa e William, os garotos que cantavam a abertura do desenho, se apresentando acompanhados por uns sujeitos vestidos como os Cavaleiros.

Obviamente a ideia da Santoy de difundir seus produtos aqui também deu certo. Quer dizer, deu muito certo. O orçamento que eles planejavam inicialmente na verdade quadruplicou. Falam que no Natal de 1995, a Santoy fretou um avião Hercules para trazer mais mercadorias, já que as remeças que fizeram para o Brasil haviam acabado em uma semana e várias pessoas estavam encomendado outras centenas de bonecos. Sim, os bonecos eram o carro chefe, mas mochilas, lancheiras, revistas, álbuns de figurinhas, jogos e artigos musicais eram vendidos a rodo.

Os Cavaleiros do Zodíaco foi uma produção também preponderante para os animes adentrarem de vez no Brasil. Depois deles a Manchete investiu nos clássicos Yu Yu Hakusho, Sailor Moon, Shurato. O SBT passou a exibir Dragon Ball, Guerreias Mágicas e Street Fighter Victory. A Globo mais tarde pegou Sakura Card Captors, Dragon Ball Z e Digimon. A Record ficou com Pokémon. A Band também com Dragon Ball Z e Bucky. Aliás, a Band protagonizou mais tarde o segundo estouro dos Cavaleiros, quando, em 2004, redublaram o antigo desenho e pegaram os episódios remasterizados. Todo mundo voltou a falar do anime e novos produtos voltaram a circular nas lojas.

Falando nisso, Saint Seiya não trouxe consigo só mais materiais, os executivos da tv perceberam que era preciso respeitar aquele tipo de mídia e muitas vezes dedicavam horários especiais para eles. As revistas de cultura pop cresceram no Brasil como nunca havia acontecido antes. A extinta revista Herói, por exemplo, é um veículo que deve muito aos Seiya e seus amigos. Vários outros mangás também passaram a ser publicados por aqui. Os fãs cresciam cada vez mais e queriam conferir novas obras. Aliás, outra categoria que passou a ser reconhecida e ter mais relevância na mídia após esse fenômeno dos Cavaleiros foram os dubladores. Figuras geralmente relegadas ao anonimato, mas que a partir daí começaram a ter fãs e serem chamados aos eventos. E tanto a dublagem de São Paulo, que eram geralmente responsáveis por esse tipo de produto, quanto a do Rio de Janeiro, que recebia mais filmes, reverenciam até hoje a importância dos Cavaleiros.

Antigamente as crianças e adolescentes do Brasil só falavam e respiravam esse desenho. Há histórias inacreditáveis contadas por produtores e editores das mais variadas empresas que trabalhavam com a marca. Existe um caso bizarro que ocorreu na época, inclusive o próprio Eduardo Miranda já falou a respeito dessa história – e quem viveu isso sabe que era comum cada moleque se auto intitular tal personagem. Com a chega dos signos então dos Cavaleiros de Ouro é que viviam dizendo que eram da casa de Leão, de Câncer, de Aquarius, só que todos na verdade eram de Virgem, se é que vocês me entendem…. Voltando à história maluca, um grupo de cinco garotos fugiram de um bairro daqui dizendo que iam encontrar Athena e chegaram a para em outro estado. É, os anos 90 foram bem doidos.

Mas qual era então o segredo para esse sucesso, será que o anime era mesmo isso tudo a nível de qualidade? O que podemos dizer hoje é que sim e não. Pois é, já peço desculpas aos fãs, eu também sou, mas não há como negar que CDZ impressionou como uma produção da época e que hoje muita coisa parece brega e melodramática. As tramas são muito repetitivas e os diálogos de uma grandiloquência demasiada. Ainda que para muita gente, tudo isso seja um charme. Por outro lado, é claro que há diversas qualidades, e muitas delas já são suficientes para justificar tal impacto por aqui. Foi a primeira experiência que a gente teve em relação a continuidade narrativa em desenhos animados.

Assim como nossos pais acompanhavam as novelas, a gente aguardava ansiosamente o desfecho dos próximos capítulos. Foi ali também que vimos personagens humanos, com várias emoções, chorando, sorrindo e lutando por um ideal. Aliás, as lutas por si só já eram suficientes boas para manter qualquer moleque preso na frente da tv. Jamais tinha se visto tanto sangue numa animação para a tv aberta. Mas sem duvidas o grande segredo dos Cavaleiros conquistar a gurizada era a ideia de usar amizade para vencer qualquer obstáculo. Nesse sentido, não há como criticar Os Cavaleiros do Zodíaco. É de longe o aspecto mais bacana da série e que acabou sendo algo recorrente em diversas outras produções do estilo.

Felizmente, além das já conhecidas sagas clássicas tiradas do mangá de Masami Kurumada, existem coisas fantásticas e totalmente novas como The Lost Canvas. Da mesma maneira, é preciso destacar aqui o mérito do saudoso Shingo Araki, por dar outra vida a produção. O traço original de Kurumada nos mangás era muito inferior ao que as pessoas conheceram no anime, esse sim assinado por Araki. Ele não precisou mudar o conceito do original, como fizeram em Lost Canvas, só remodelou e deu um acabamento. É outro nível. A trama do anime, apesar de se delongar, é muito mais plausível que a ideia do mangá, que trazia Mitsu Masakido como pai de 100 crianças que iriam treinar em várias partes do mundo e só alguns sobreviveriam. A inserção da fase de Asgard, completamente inédita em relação ao material original, foi um acerto e tanto também. Outro ponto em que o anime leva vantagem sobre o mangá é no início da saga de Hades, especificamente nos 13 primeiros episódios. O ápice em qualidade de trama e estética que Os Cavaleiros do Zodíaco já chegaram. Infelizmente as partes do Inferno e principalmente dos Elísios foram sabotadas pelo próprio Kurumada. Mas isso é uma outra história.

Foram muitos os spin-offs criados ao longo do tempo. Tivemos também Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega, que trouxe de volta a Toei como o estúdio encarregado da série. Assim como os mangás da Saga G que trazia Aioria como personagem principal. A continuação oficial Saint Seiya: Next Dimension, escrita pelo próprio Kurumada, que mescla o futuro pós Hades com o que aconteceu nas Guerras Santas. Já Soul of Gold tem uma história totalmente focada nos Cavaleiros de Ouro e passada em Asgard. Não é lá grande coisa, mas vale conferir. O mesmo acontece com o anime de Saint Sho, que traz as aventuras de algumas guerreiras chamadas de Saintias, se passando também em paralelo a saga clássica. Uma adaptação livre focada em personagens femininas. O desenho em CG da Netflix foi rechaçado, mas apesar do visual risível, a história é legal. E o filme A Lenda do Santuário conseguiu levar uns marmanjos para o cinema. Muita gente ainda acompanha essas produções por aqui, não à toa teremos agora esse novo filme de maiores proporções. O bom é que se não der certo, daremos boas risadas.

Millie Bobby Brown ficou surpresa com o sucesso de ‘Enola Holmes’: “Não achava que seria bem-sucedido”

A jovem estrela de ‘Stranger Things‘, Millie Bobby Brown, em entrevista à Total Film, disse que se surpreendeu bastante com o sucesso que ‘Enola Holmes‘ teve na Netflix, veja só.

“Eu realmente não pensei que seria tão bem-sucedido como foi. Claro, isso ressoou muito comigo – é por isso que eu fiz isso”, contou Millie.

Que continuou: “Eu pensei: ‘Há tanto potencial aqui.’ Mas eu não percebi quanto potencial. Pessoas como Blake Lively me mandavam mensagens dizendo: ‘Minha filha quer ser Enola Holmes’”.

“Foi quando eu comecei a entender o quanto isso havia ressoado com as outras pessoas”, conclui.

A sequência também contará com o retorno de Henry Cavill como Sherlock Holmes.

Nas redes sociais, o fãs estão completamente obcecados em rever o astro caracterizado como um dos maiores detetives do imaginário popular.

Confira as reações:

A sequência seguirá Enola (Brown) assumindo seu primeiro caso oficial como detetive. Este caso envolve encontrar uma garota desaparecida, o que arrasta Enola para uma perigosa conspiração que a força a pedir a ajuda de seus amigos e familiares.

Confira a prévia e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Brown e Cavill, o longa conta com o retorno de Helena Bonham Carter reprisando seu papel como Eudoria Holmes, mãe da personagem titular.

O restante do elenco inclui Susan WokomaDavid ThewlisAdeel AkhtarSharon Duncan-BrewsterAbbie HernHannah DoddGabriel TierneySerrana Su-Ling Bliss.

Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.

O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.

Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.

Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

O Vôo da Fênix

 

(The Flight of the Phoenix)

Elenco: Dennis Quaid, Tyrese, Giovanni Ribisi, Miranda Otto, Tony Curran, Sticky Fingaz, Jacob Vargas, Hugh Laurie.

Direção: John Moore

Gênero: Ação

Distribuidora: Fox Film

Estreia: 04 de Março de 2005

Sinopse: O Vôo da Fênix é um filme de aventura e ação no qual o piloto de um avião de carga e seu co-piloto são enviados à Mongólia para retirar do local uma equipe de exploração petrolífera, já que o projeto fora interrompido. Na volta, pouco após a decolagem, o avião cai no Deserto de Gobi por causa de uma tempestade de areia. Sem comunicação e com pouca água e comida, os sobreviventes resolvem construir um novo avião a partir dos destroços

Marc Forster, de ‘Guerra Mundial Z’, revela que recusou ‘007 – Operação Skyfall’

Marc Forster disse que recebeu o convite da produtora Barbara Broccoli para dirigir ‘007 – Operação Skyfall‘, mas por sentir que deveria realizar um longa menor decidiu não retornar. A novidade foi revelada ao Digital Spy.

Tudo bem que seu ‘Quantum of Solace‘ não foi uma das melhores produções do agente secreto, e após rejeitar, Marc seguiu para ‘Guerra Mundial Z‘. Tendo em vista que Sam Mendes conseguiu fazer 007 chegar ao seu ápice em ‘Skyfall, com várias indicações ao Oscar e US$ 1 Bilhão em caixa, podemos ter certeza que tanto a Sony quanto a MGM estão mais seguras do que nunca com Mendes em ‘007 Contra Spectre‘.

Ellie Goulding gravou a música-tema de ‘007 Contra Spectre’?

Em ‘007 Contra Spectre‘, uma mensagem enigmática do passado leva James Bond à uma missão secreta para a Cidade do México e, eventualmente, para Roma, onde ele conhece Lucia Sciarra (Monica Belluci), a bela e proibida viúva de um infame criminoso. Bond infiltra uma reunião secreta e descobre a existência da sinistra organização conhecida como SPECTRE. Enquanto isso, em Londres, Max Denbigh (Andrew Scott), o novo chefe do Centro para a Segurança Nacional, questiona as ações de Bond e desafia a relevância do MI6, liderado por M (Ralph Fiennes). Bond secretamente recruta Moneypenny (Naomie Harris) e Q (Ben Whishaw) para ajudá-lo a contatar Madeleine Swann (Léa Seydoux), a filha de seu antigo inimigo Mr. White (Jesper Christensen), que pode ter uma pista para desenbaraçar a teia de SPECTRE. Como a filha de um assassino, ela compreende Bond de uma maneira que a maioria dos outros não podem. Conforme Bond segue em busca do coração de SPECTRE, ele desvenda a arrepiante conexão entre ele e o inimigo que procura, interpretado por Christoph Waltz.

O filme será lançado nos Estados Unidos em 6 de novembro de 2015. No Brasil, ele chega um dia antes, em 05 de novembro.

Sam Smith, vencedor do Grammy, pode gravar música-tema de ‘007 – Spectre’

Formam o elenco: Daniel Craig (James Bond), Ralph Fiennes (M), Ben Whishaw (Q), Naomie Harris (Moneypenny), Rory Kinnear (Bill Tanner), Christoph Waltz (Franz Oberhauser), Léa Seydoux (a Bond girl Madeleine Swann), Monica Bellucci (Lucia Sciarra), David Bautista (Mr. Hinx), Andrew Scott (Denbigh) e a mexicana Stephanie Sigman (a Bond girl Estrella).

Christoph Waltz fala sobre seu papel de vilão em ‘007 Contra SPECTRE’

Sam Mendes, diretor de ‘007 – Operação Skyfall‘, comanda ‘007 contra Spectre‘.

007 – Operação Skyfall‘, o 23º filme de James Bond, foi um fenômeno mundial de bilheteria, abrindo em 1º lugar em 70 territórios do todo o mundo e arrecadando mais de $1.1 bilhões de dólares em bilheteria, e estabeleceu um novo recorde de bilheteria no Reino Unido, tornando-se o primeiro e único filme na história a arrecadar mais de £100 milhões, um recorde que permanece invicto.

 

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Arnold Schwarzenegger quer participar do reboot de ‘Predador’

O astro Arnold Schwarzenegger revelou em um vídeo postado em seu Facebook que gostaria de retornar para o reboot de ‘Predador‘.

“Eu gostaria muito de participar do novo Predador, mas teria que ter um bom roteiro. Shane Black vai dirigir o novo filme, e acredito que ele fará um ótimo Predador”, revelou.

Assista:

Em entrevista ao Slash Film, Shane Black disse que ‘Predador será um evento cinematográfico, tão grande quanto ‘Homem de Ferro 3‘ – leia mais!

O primeiro ‘Predador‘ foi lançado em 1987, dirigido por John McTiernan e estrelado por Arnold Schwarzenegger. A Fox já havia tentado reiniciar a franquia em 2010, com ‘Predadores‘, que afundou nas bilheterias.

Schwarzenegger fala sobre remake de ‘Predador’ e critica sequências

Remake de ‘Predador’ terá diretor de ‘Homem de Ferro 3’

Fred Dekker, que co-escreveu o roteiro com Shane Black (o diretor da produção), revelou recentemente que o script do novo filme está pronto e as filmagens começam muito em breve.

A 20th Century Fox agendou a data de estreia de ‘The Predador‘ para o dia 2 de Março de 2018.

Confira o primeiro cartaz:

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DESESPERO em novo comercial do suspense ‘Águas Rasas’

O suspense ‘Águas Rasas‘ ganhou um novo comercial legendado. Nele, podemos ver a personagem de Blake Lively começando a enfrentar seu triste destino…

‘Águas Rasas’ é exibido dentro da água nos Estados Unidos; Veja fotos!

Assista, com os vídeos anteriores:

 

Jovem é esfaqueado pelas costas em sessão de ‘Águas Rasas’ 

No thriller ‘Águas Rasas‘, Nancy (Blake Lively) está surfando sozinha em uma praia isolada, quando é atacada por um tubarão branco e encurralada a poucos metros de distância da praia. Apesar de estar muito perto, chegar até lá se mostra uma imensa prova de sobrevivência. É ‘Tubarão‘ para geração nova.

Vídeo traz boa parte dos bastidores do curioso ‘Águas Rasas’

Jaume Collet-Serra (‘A Órfã’) dirige.

O filme chega aos cinemas nacionais dia 11 de Agosto.

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‘The Flash’: Mais detalhes do arco Flashpoint em sinopse do 2º Episódio da 3ª Temporada

Então, partiu conferir a sinopse completa do segundo episódio da nova temporada de ‘The Flash‘.

O texto já traz, inclusive, novas informações sobre o aguardado arco Flashpoint.

Confira, com o cartaz:

The Aftermath – Barry (Grant Gustin) percebe que os efeitos de Flashpoint são muito maiores do que ele pensava. Enquanto isso, Barry conhece o novo colega de trabalho, Julian Albert (Tom Felton) e é surpreendido pelo desdém imediato de Julian por Barry.

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A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.

A nova temporada de ‘The Flash‘ estreia dia 4 de outubro.

Punho de Ferro no “estilo” Christian Grey em novas fotos de ‘Os Defensores’

Ao que tudo indica, essa semana foi a vez de Finn Jones, o ‘Punho de Ferro‘, rodar suas cenas em Nova York para ‘Os Defensores‘.

Confira duas novas imagens que trazem o ator quase no estilo Christian Grey:

No elenco de apoio também estão confirmados : Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm Ducasse (Eka Darville), de ‘Jessica Jones‘, e Foggy Nelson (Elden Henson), de ‘Demolidor‘, Simone Missick (Misty Knight), de ‘Luke Cage‘ e Deborah Ann Woll (Karen Page), de ‘Demolidor‘.

Os Defensores, da Marvel, segue Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro. Um quarteto de heróis singulares com um objetivo comum – salvar a cidade de Nova York. Esta é uma história de quatro figuras solitárias, carregadas com seus próprios desafios pessoais, que percebem que só poderiam ser mais fortes quando se unissem.”

A estreia acontece em 2017!

 

Lady Gaga vai retornar para a 7ª temporada de ‘American Horror Story’

Bem, pelo menos é o que garante a Vogue dos Estados Unidos.

Em sua edição mais recente, a publicação cita que Lady Gaga está mais do que confirmada no sétimo ano de American Horror Story.

Confira:

“Ela retornará como uma personagem ainda não revelada na série que trará as eleições de 2017 como tema, e estreia em setembro.”

Depois de mostrar o terror em histórias ficcionais, Ryan Murphy vai colocar  público mundial dentro da corrida de lobos mais acirrada que um país pode percorrer, as eleições presidenciais dos EUA.

A sétima temporada de American Horror Storyfocará em todo o processo de votação entre Donald Trump e Hillary Clinton.

Em conversa com o E!, Ryan disse o seguinte…

“Nós não teremos atores interpretando eles [Trump e Hillary]. Você os verá na televisão. Os primeiros 10 minutos da temporada, nesta temporada, acontecem de maneira muito macabra na noite das eleições e há algo terrível que acontece na vida de nosso personagens na noite das eleições, enquanto eles estão assistindo o decorrer da votação. O que em si era uma história de terror, então, é como uma história de horror sobre uma história de horror.”

Vale lembrar também que ‘American Horror Story‘ foi renovada no começo do ano para mais duas temporadas, a sétima e a oitava.

Não esqueça também que Ryan Murphy confirmou uma temporada crossover de Murder House e Coven.

 

Primeiras imagens de David Harbour como o novo ‘Hellboy’

Foram divulgadas as primeiras imagens oficiais de David Harbour (‘Stranger Things’) no reboot de ‘Hellboy‘.

Confira:

 

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, Milla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue e Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim, de ‘Hawaii Five-0‘, entrou para o reboot como Major Ben Daimio, um dos integrantes da B.P.R.D. Kim substitui Ed Shrein, que pediu para sair da produção em meio as críticas sobre a nacionalidade do personagem, que nas HQs é de origem japonesa.

Neil Marshall (‘Abismo do Medo’) será o diretor.

‘Stranger Things’: 3ª temporada se passará em 1985 e terá toques de ‘De Volta Para o Futuro’

O produtor Shawn Levy revelou em entrevista ao THR que 3ª temporada de ‘Stranger Things‘ se passará um ano após a segunda, em 1985.

Segundo ele, a principal referência do novo ano da série será ‘De Volta Para o Futuro‘, filme de Robert Zemeckis que bombou nos cinemas naquela época.

“Os relacionamentos de Mike e Eleven, e de Mad Max e Lucas, vão continuar a ganhar destaque. Eles ainda estão fortes juntos quando começamos. Mas são crianças de 13 e 14 anos, então o que o romance significa o amor para elas? Tem que ser algo simples e estável. E teremos mais Steve esse ano, que foi colocado como uma ‘babá’ para as crianças.”, afirmou.

A 3ª temporada de Stranger Things está para começar em breve, com previsão de estreia para 2019.

 

Recentemente, foi revelado a filha dos atores Ethan Hawke e Uma Thurman participará da terceira temporada de ‘Stranger Things‘.

Na trama, Maya Thurman Hawke viverá Robin, uma garota alternativa entediada com seu trabalho, que vive em busca de algo diferente e que seja mais empolgante. Em Hawkins, ela encontrará muito mais do que busca, descobrindo um novo segredo.

A 3ª temporada teve seus três novos personagens revelados pelo The Hashtag Show.

Confira:

Prefeito Larry Kline
Ele é um típico político da década de 80, patético e arrogante. Age apenas para seus interesses próprios. Os produtores procuram um ator entre 40 e 60 anos para o papel.

Bruce
Repórter na casa dos 50 anos que tem compromisso moral com a sociedade. Bruce é sexista, um pouco acima do peso e bem relaxado.

Patrícia Brown
Um frágil e doce velhinha que mora na vizinhança dos meninos. Procura-se uma atriz de 70 anos para o papel. Ela passa bastante tempo cuidando de suas plantas e dando conselhos para as crianças. Apesar da aparência frágil, especula-se que ela tenha ligação com o mundo invertido.

A nova temporada terá 8 episódios, o mesmo número da temporada de estreia.

‘Uma Cilada Para Roger Rabbit 2’: ‘Roteiro da sequência é maravilhoso’, diz Robert Zemeckis

O diretor Robert Zemeckis revelou em entrevista ao Yahoo! que existe um roteiro para uma sequência de ‘Uma Cilada para Roger Rabbit‘, e revelou que ele é incrível. Porém, aparentemente a Disney não possui interesse algum em fazer uma sequência do clássico:

“Acho que não. Não sei onde se encaixaria no universo deles. Não há nenhuma princesa, então não sei. Há um roteiro maravilhoso na Disney que é muito bom, mas não acho que esteja no radar deles.”

Lançado em 1988, o filme foi um grande sucesso de bilheteria, arrecadando quase US$ 330 milhões para seu orçamento de US$ 70 milhões.

Um vídeo raro publicado no Youtube traz uma versão jamais vista e utilizada pela Disney do clássico ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.

Extraído de um programa lançado também em VHS pelo canal Disney Channel, intitulado ‘Disney Showcase’, na década de 80, o material documental apresenta um roteiro bem diferente daquele que vemos nas telas.

O vídeo foi publicado em 2014, mas só agora ganhou maior notoriedade.

Confira:

Fim de uma era? Com novos concorrentes, Netflix perde milhares de assinantes

A Netflix revolucionou o mercado do streaming e reinou absoluta durante toda uma década, mas seu império está desmoronando com a chegada de novos concorrentes.

Além das já existentes Amazon Prime Video e GloboPlay, o mercado se prepara para a chegada da gigante Disney+ – que oferecerá um catálogo mais variado por uma mensalidade mais em conta.

Segundo o Hollywood Reporter, as ações da Netflix despencaram nos últimos meses, quando as ações começaram a cair e a empresa perdeu US$ 24 bilhões em valor de mercado. 

O conteúdo do catálogo decaiu com a retirada de produções dos estúdios concorrentes, que estão criando seus próprios serviços de streaming.

Nos próximos meses, a Netflix terá que enfrentar a chega dos serviços da Apple, WarnerMedia, NBCUniversal e outras, à medida que perde acesso a muitos filmes e programas de TV de terceiros.

Para se ter uma ideia, a  Netflix reduziu seu orçamento em publicidade e foi ultrapassada, pela primeira vez, pela Amazon Prime Video – que se tornou a maior investidora em compra de mídia com aumento de mais de 300% em investimento de divulgação.

Enquanto isso, o Hulu aumentou seu orçamento em cerca de 75%, enquanto a Netflix parece ter reduzido em cerca de 60%.

“Nossa recente análise mostrou que a Amazon Prime se tornou a maior investidora em marketing no primeiro semestre de 2019”, disse Todd Krizelman, CEO da Media Radar à Forbes. “O salto da Amazon Prime pode ser atribuído em parte à intensa promoção de seu novo conteúdo original, incluindo o aumento do investimento em publicidade nativa. Seus gastos com publicidade nativa aumentaram 5 vezes, ano a ano, quando comparados com 2018 e 2019.”

Atualmente, a Amazon Prime Video está se concentrando na divulgação de três de seus títulos originais: ‘Good Omens’, ‘The Boys’ e ‘Hanna‘.

Resta saber se a Netflix conseguirá se reinventar enquanto perde assinantes, ou será engolida pelos diversos serviços concorrente que estão investindo milhões em conteúdo original e divulgação.

Venom 2: Tempo de Carnificina

(Venom 2 – Let There Be Carnage)

 

Elenco:

Tom Hardy

Michelle Williams

Woody Harrelson

Naomie Harris

Stephen Graham

Amber Sienna

Sean Delaney

 

Direção: Andy Serkis

Gênero: Ação

Duração: 90 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 90 milhões

Estreia: 7 de Outubro de 2021

Sinopse:

Além de pendências com sua ex-noiva Anne Weying (Michelle Williams), o jornalista Eddie Brock (Tom Hardy) faz de tudo para conter a vontade insaciável de Venom, alienígena hospedado em seu corpo, devorar pessoas ruins. Depois de visitar o serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson) na cadeia, para uma reportagem sobre seus crimes hediondos, Brock descobre que as piores páginas de sua matéria ainda serão escritas. Para sua surpresa, o criminoso também possui um alienígena chamado Carnificina e vive sedento de sangue.

Crítica | Venom: Tempo de Carnificina – O romance de Eddie Brock e Venom agrada mais que o filme anterior (Nota: 5.0)

 

Crítica em Vídeo:

Curiosidades:

» Andy Serkis dirige a sequência. Ele substitui Ruben Fleischer.

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Tom Hardy stars as Eddie Brock/Venom in Columbia PicturesVENOM: LET THERE BE CARNAGE.

Novo filme de Ari Aster, de ‘Hereditário’, será uma comédia de terror com 4 horas de duração

Ari Aster ganhou fama e aclame generalizado ao resgatar o gênero do terror psicológico com os bem recebidos HereditárioMidsommar. Agora, parece que o cineasta já está pronto para começar com seu mais novo e bizarro projeto.

Durante uma entrevista ao Associated Students Program Board, da Universidade de Santa Barbara, Aster revelou que seu novo longa-metragem será um filme de “comédia de pesadelos”, um subgênero do terror que já foi explorado em sua última investida. Apesar de não ter revelado muitas coisas, ele comentou que “tudo o que eu sei é que terá quatro horas duração”.

Não se sabe se o cineasta estava apenas brincando – o que é difícil, considerando que o corte original de Midsommar tinha incríveis 171 minutos (quase três horas) de tempo de tela.

Sua estreia diretorial ocorreu em 2018 com Hereditário, thriller estrelado por Toni ColletteAlex Wolff. Tornando-se um sucesso de crítica e de bilheteria (arrecadando quase oito vezes o valor de seu orçamento), Aster recebeu elogios por sua competente direção e pelo arrepiante e original roteiro.

Um ano depois, ele voltaria a alcançar o mesmo sucesso com o insano Midsommar, estrelado por Florence Pugh e Jack Reynor. Apesar de ter feito um modesto barulho nas bilheterias mundiais, foi louvado pelos críticos.

Nenhuma outra informação foi divulgada.