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60 Músicas Essenciais para Conhecer Taylor Swift

Taylor Swift é um dos nomes mais poderosos da indústria fonográfica contemporânea, tendo levado para casa centenas de prêmios ao longo de nove álbuns de estúdio.

Começando sua carreira ainda em 2006 com seu début homônimo, mas não seria até dois anos depois que Swift conquistaria o mundo ao se tornar a artista mais jovem a ganhar o prêmio de Álbum do Ano com Fearless no Grammy Awards (recorde que foi quebrado este ano por Billie Eilish). Desde então, sua legião de fãs cresceu exponencialmente e, obra após obra, ela vem demonstrando uma versatilidade invejável que a coloca no mesmo patamar de Madonna, Lady Gaga e Beyoncé.

Para celebrar seu 31º aniversário, separamos uma extensa lista com 60 músicas essenciais para conhecer o estilo musical e as letras dessa artista inigualável.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“TIM MCGRAW”

Álbum: Taylor Swift

A estreia de Taylor Swift no cenário musical se deu ainda em 2006, com apenas dezesseis anos de idade. Escrita por Swift e por Liz Rose, “Tim McGraw”, a faixa foi escrita durante os anos de colegial da cantora e da compositora e marca uma interconexão poderosa entre a música country e as tendências contemporâneas.

“TEARDROPS ON MY GUITAR”

Álbum: Taylor Swift

Um ano depois de seu primeiro single, Swift fez um sucesso ainda maior com a cândida melodia de “Teardrops On My Guitar”. Permanecendo fiel no trajeto do country pop, a artista se reuniu mais uma vez com Rose para uma história de amor não correspondida com um antigo colega de sala – e que, quando o jogo virou, ela o rejeitou.

“LOVE STORY”

Álbum: Fearless

O lead single de Fearless, aclamado álbum que rendeu a Swift sua primeira estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, é uma das músicas mais conhecidas da princesinha do country-pop. Inspirada pela clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare, “Love Story” se torno um sucesso massivo no cenário internacional e foi a música country ano pela BMI.

“YOU BELONG WITH ME”

Álbum: Fearless

Produzida por Nathan Chapman, que viria a se tornar um grande colaborador de Swift, “You Belong With Me” já mostrava as tendências mais populares de Swift depois de suas incursões de enorme sucesso no classicismo do country. A canção foi um sucesso de crítica e de vendas, garantindo três indicações ao Grammy 2010, incluindo Música e Gravação do Ano.

“FIFTEEN”

Álbum: Fearless

“Fifteen” é uma das canções mais belas e pessoais de Taylor Swift e, como ficaria marcado ao longo de sua explosiva carreira, foi inspirada por seu primeiro coração partido, ainda no colegial. A balada country-pop traz mensagens de empoderamento e aconselha adolescentes a não se apaixonarem tão fácil – ainda mais quando as consequências podem ser drásticas.

FEARLESS

Álbum: Fearless

A música título de seu segundo álbum de estúdio é uma mudança drástica àquilo que Taylor havia nos apresentado desde então. Mergulhando de cabeça no pop rock, a temática gira em torno do destemor de se apaixonar e de lidar com o futuro, trazendo uma narrativa centrada no encontro perfeito. A canção debutou em nono lugar dos charts da Billboard.

“TODAY WAS A FAIRYTALE”

Álbum: Idas e Vindas do Amor (OST)

“Today Was a Fairytale” foi a primeira incursão de Swift no cenário cinematográfico, mais precisamente para a comédia romântica ‘Idas e Vindas do Amor’. Além de viver uma das personagens no longa-metragem, ela emprestou sua voz para uma das melhores faixas da trilha sonora – e uma música perfeita para quem está apaixonado.

“CRAZIER”

Álbum: Hannah Montana: O Filme (2009)

Enquanto milhões de pessoas já conheciam Taylor Swift de seus álbuns anteriores, a cantora ganhou mais um empurrãozinho na carreira ao ser chamada para performar em ‘Hannah Montana: O Filme’. Taylor apresentou a balada romântica “Crazier”, misturando elementos do country-rock e do pop.

“MINE”

Álbum: Speak Now

Mais uma vez colaborando com Chapman, “Mine” foi o lead single de Speak Now, terceiro álbum de Taylor, que recebeu críticas bastante positivas e pela perspectiva amadurecida que a cantora trazia para sua carreira. Apesar de cair em certas fórmulas, a canção foi um sucesso comercial e debutou em terceiro lugar na Hot 100.

“BACK TO DECEMBER”

Álbum: Speak Now

Aclamado pela crítica internacional e uma das favoritas do público, “Back to December” gira em torno de um relacionamento que chegou ao fim e que traz um eu lírico desesperado por perdão. A orquestral balada country-pop foi elogiada pelo pungente liricismo e pela apaixonante melodia.

“MEAN”

Álbum: Speak Now

“Mean” é uma das canções mais profundas da carreira de Taylor Swift – e uma entrada mais que digna para uma madura transição que havia iniciado com Speak Now. Trazendo as tendências do bluegrass, os versos foram pincelados por mensagens de empoderamento e renderam à artista duas estatuetas do Grammy Awards em 2011.

“THE STORY OF US”

Álbum: Speak Now

Mesmo com uma recepção mista por parte da crítica especializada, “The Story Of Us” mostrou que Taylor não tinha medo de explorar outros gêneros que não suas raízes country. Nesse power pop, Swift escreveu a canção depois de ter encontrado um ex-namorado em uma premiação musical.

“SPARKS FLY”

Álbum: Speak Now

Apostando numa configuração upbeat, “Sparks Fly” ganhou críticas positivas de especialistas internacionais à época de seu lançamento. Marcando uma evolução em suas incursões vocais, a faixa infundida com dopamina foi classificada como a iteração mais pura de Swift até o momento.

SPEAK NOW

Álbum: Speak Now

Resgatando os primeiros anos de sua carreira musical, Speak Now se respaldou em um marcante country-pop acompanhado de violões, guitarras e um ecoante piano em segundo plano. A lírica pode até ser familiar, mas a divertida aventura a que Swift nos convidou a ouvir é uma homenagem a uma de suas principais influências, Shania Twain.

“DEAR JOHN”

Álbum: Speak Now

São poucas as pessoas que, hoje, não conhecem Taylor Swift. E, se a conhecessem, sabem que uma de suas mais belas baladas é a poderosa e tocante “Dear John”. Passando longe de se tornar um sucesso comercial como os singles da era Speak Now, a canção merecia mais atenção do que recebeu – mas é interessante ver que caiu no gosto popular e, dessa forma, merecendo seu lugar nesta lista.

“ENCHANTED”

Álbum: Speak Now

“Enchanted” foi inspirado por um rapaz que Swift conheceu em Nova York mas que nunca o viu pessoalmente. Trocando e-mails entre si, a música é acompanhada por um tom agridoce de não saber se esse relacionamento sem precedentes seguiria em frente ou se encontraria obstáculos diversos. Uma platônica declaração amorosa que deixa a canção ainda mais polida do que já é.

“SAFE & SOUND”, feat. The Civil Wars

Álbum: Jogos Vorazes (OST)

Taylor Swift viria a ser indicada para seu primeiro Globo de Ouro com a música-tema de ‘Jogos Vorazes’, “Safe & Sound”. Performada e escrita ao lado do grupo The Civil Wars, a simples e arrepiante canção acabou levando o Grammy de Melhor Canção para Mídia Visual em 2013 e já começou a mostrar as recém-nascidas tendências do folk na carreira da performer.

“LONG LIVE”

Álbum: Speak Now World Tour – Live

Quando Taylor anunciou que colaboraria com a artista brasileira Paula Fernandes, poucos acreditaram que o resultado final seria bom. Entretanto, a canção caiu no gosto popular e se tornou um sucesso em território nacional – apesar de ter recebido críticas mistas que entraram em conflito com a produção demasiadamente densa, mas elogiaram a praticidade do single.

“WE ARE NEVER EVER GETTING BACK TOGETHER”

Álbum: Red

O momento pelo qual estávamos todos esperando veio com o anúncio de Red, quarto álbum de estúdio de Swift. A prematura transição para o pop começou com o viciante lead single “We Are Never Ever Getting Back Together”, assinado por ela, pelo lendário Max Martin e por Shellback. Garantindo o primeiro #1 de Taylor na Hot 100, a canção foi indicada na categoria de Gravação do Ano no Grammy 2013.

“I KNEW YOU WERE TROUBLE”

Álbum: Red

A nova incursão do pop rock e do electropop de Swift veio alguns meses depois com “I Knew You Were Trouble”. Facilmente uma de suas músicas mais famosas, o single uptempo traz influências do dubstep e detalham com um escopo totalmente contraditório as adversidades de um relacionamento tóxico. A faixa foi um majestoso sucesso comercial à época de seu lançamento.

“22”

Álbum: Red

É quase de praxe que, quando alguém completa 22 anos, imediatamente se relembra da faixa homônima de Taylor Swift. A divertida investida traz referências ao disco e ao dance-pop em uma celebração da vida e de uma nova era que se inicia. “22” teve recepção sólida por parte da crítica, a qual elogiou o conteúdo lírico e a liberdade criativa da artista.

RED

Álbum: Red

Voltando às raízes, Taylor Swift reabriu as portas para o country com a música homônima do álbum Red. Colaborando mais uma vez com Chapman e, dessa vez, com Dann Huff, a performer utilizou metáforas interessante para falar de um relacionamento tumultuoso e intenso – e, apesar das boas intenções, teve recepção ambivalente por parte da composição.

“ALL TOO WELL”

Álbum: Red

Em catorze anos de carreira, são poucas as canções que conseguiram ultrapassar a importância e a beleza de “All Too Well”. A melhor canção de Red foi injustamente descartada como single, mas tornou-se uma das favoritas dos fãs pelo poder lírico de seus versos sussurrados e pela presença de um tocante baixo – culminando em um evocativo refrão.

“EVERYTHING HAS CHANGED”, feat. Ed Sheeran

Álbum: Red

Swift colaborou pela primeira vez com Ed Sheeran ainda em 2013, quando “Everything Has Changed” foi divulgado como single promocional de seu quarto álbum de estúdio. A combinação vocal de ambos os artistas pode até ter dado certo, ainda mais combinando a guitarra com as explorações do folk pop – mas a crítica não caiu de amores pela fraca composição.

“SHAKE IT OFF”

Álbum: 1989

1989 marcou a transição completa do mundo do country para o pop de Taylor Swift – e veio da maneira mais viciante possível com o lead single “Shake It Off”. Recebida com moderada aclamação por parte dos críticos, a canção alcançou o topo dos charts da Billboard e foi indicada a três categorias do Grammy Awards em 2015.

“BLANK SPACE”

Álbum: 1989

Permanecendo sete semanas no topo da Hot 100, “Blank Space” foi um sucesso massivo de crítica e de vendas – e uma declaração satírica que se autorreferenciava em comparação à atenção duvidosa que vinha recebendo da mídia. Musicalmente, a faixa é uma mistura interessante de electropop com hip-hop minimalista.

“STYLE”

Álbum: 1989

“Style” é uma das poucas baladas de 1989 – e, por essa razão, um dos destaques da produção. Trazendo elementos do dream-pop e do funk-pop para uma construção explosiva e sutil, ao mesmo tempo, a canção ganhou atenção do público e dos fãs, ainda mais por ser acompanhada de um belíssimo videoclipe.

“BAD BLOOD”

Álbum: 1989

Se você se lembra das múltiplas incursões musicais do Disney Channel, que juntavam suas estrelas mirins para rendições únicas de clássicos do cinema, talvez se sinta familiarizado com a ideia por trás de “Bad Blood”. A infecciosa canção, um dueto feito ao lado de Kendrick Lamar, ganhou o público com um videoclipe (literalmente) incendiário com aparições de Selena Gomez, Ellie Goulding, Hailee Steinfeld, Jessica Alba, Cindy Crawford e muitas outras mulheres poderosas.

“WILDEST DREAMS”

Álbum: 1989

A balada synth e dream-pop “Wildest Dreams” não poderia ficar de fora da nossa lista, ainda mais por ser um dos singles mais tocados e conhecidos de 1989. Elogiado pelos vocais de Swift, a canção incorpora uma produção atmosférica belíssima que utiliza as batidas do coração da cantora como ponto inicial.

“OUT OF THE WOODS”

Álbum: 1989

“Out of the Woods” é, sem dúvida alguma, uma das melhores incursões de Taylor em toda a sua carreira musical, merecendo o mesmo patamar que a já mencionada “All Too Well”. Trazendo o indietronica para os holofotes ao lado da produção impecável de Jack Antonoff, a narrativa é centrada em um casal cujo amor é maior que qualquer obstáculo que possam vir a enfrentar na vida.

“ALL YOU HAD TO DO WAS STAY”

Álbum: 1989

“All You Had To Do Was Stay” pode não ser um single oficial de 1989, mas é um de seus pontos altos depois de “Out of the Woods”. Trazendo Swift no melhor de sua composição pop, a semi-balada é construída com singelo crescendo que se envolve em um dançante refrão e uma análise de um amor que não foi correspondido e que, agora, é tarde demais para ser recuperado.

“I KNOW PLACES”

Álbum: 1989

Assim como tantos outros hinos esquecidos em 1989, “I Know Places” se tornou uma das favoritas dos fãs por sua lírica temperamental e densa e pelo belíssimo uso dissonante de uma bateria contrasta com rendições emocionantes e uma paixão incendiária de Taylor. A narrativa é pincelada com críticas à perda de privacidade e a relacionamentos turbulentos.

“NEW ROMANTICS”

Álbum: 1989

Fazendo alusão ao movimento neorromântico musical, “New Romantics” é um ótimo synth-pop que trouxe referências do vanguardismo new wave dos anos 1970 e 1980. A nostálgica atmosfera e a exaltação da jovialidade levaram críticos ao redor do mundo a colocar a faixa, merecidamente, como uma das melhores da carreira de Swift.

“I DON’T WANNA LIVE ALONE FOREVER”, com ZAYN

Álbum: 50 Tons Mais Escuros (OST)

Com produção novamente a encargo de Antonoff, que se tornaria um frequente colaborador de Taylor, “I Don’t Wanna Live Alone Forever” integrou a trilha sonora de ‘50 Tons Mais Escuros’ e a colocou ao lado do cantor ZAYN em uma série de flertes românticos movidos pelo electro-R&B, além de conquistar críticas positivas à época do lançamento.

“LOOK WHAT YOU MADE ME DO”

Álbum: Reputation

“Look What You Made Me Do” abriu com êxito a era mais insana de Taylor Swift, Reputation. A mudança de ares e a atmosfera dark exalada pelos pesados versos misturo dance-pop e electroclash – e teve recepção polarizada por não ser nem um pouco parecida com qualquer coisa que a artista havia nos entregado até então. De qualquer forma, a canção se tornou o quinto #1 de Taylor nos charts da Billboard.

“…READY FOR IT?”

Álbum: Reputation

Fazendo homenagens visuais a clássicos do sci-fi em uma arquitetura audiovisual cyberpunk, “…Ready For It?” foi o segundo single de Reputation e rendeu-se ao EDM e ao dubstep com força inigualável. A partir daí, todos já começavam a compreender exatamente o que a nova era representaria para a carreira de Taylor Swift.

“END GAME”

Álbum: Reputation

Em Reputation, Swift resolveu responder às injustas críticas recebidas pela mídia sobre sua vida pessoal. Elogiado por um refrão cativante e por sua colaboração com Sheeran, a canção foi ofuscada por suas conterrâneas, mas apresentou uma fusão interessante entre hip hop, R&B e até mesmo rap.

“DELICATE”

Álbum: Reputation

“Delicate” é a melhor música do sexto álbum de Swift, principalmente por resgatar um estilo musical do final do século passado e por retomar parceria com Martin e Shellback. O electropop, infundido com distorções vocais arrepiantes e envolventes, serviu como base para uma narrativa que voltava a demonstrar a vulnerabilidade de sua performer principal, ainda que contrastante com a produção restante do CD.

“DON’T BLAME ME”

Álbum: Reputation

Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de Reputation. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.

“DRESS”

Álbum: Reputation

A semi-balada “Dress” também foi ofuscadas por singles mais impactantes da sexta produção de estúdio. Entretanto, os vocais sensuais e a lírica contemplativa de Taylor Swift abriu espaço para que a canção ganhasse uma legião de fãs e continuasse a ser ouvida mesmo depois de ter passado batido dos charts mundiais.

“ME!”, feat. Brendon Urie

Álbum: Lover

Depois de desabafar sobre praticamente tudo a que tinha direito em Reputation, estava na hora de Taylor alimentar sua próxima incursão musical, Lover. Em abril do ano passado, ela se uniu ao cantor Brendon Urie, do grupo Panic! At The Disco’ para um pop chiclete que fez grande sucesso comercial, mesmo com críticas negativas pela produção formulaica.

“YOU NEED TO CALM DOWN”

Álbum: Lover

Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.

“THE ARCHER”

Álbum: Lover

Seja com metáforas líricas on point, seja com uma produção bastante caprichosa e saudosista, “The Archer” foi lançada de surpresa e, mesmo assim, não se configurou com um dos singles principais de Lover. De qualquer forma, o dream-pop e o new wave se uniram em uma potente composição movida pelos sintetizadores e trazendo uma das rendições mais pessoais de Swift.

LOVER

Álbum: Lover

Taylor não poderia deixar de enfeitar seu sétimo álbum de estúdio com certas incursões do country – e fez isso de maneira belíssima ao contrastá-lo com o indie folk e o pop em Lover, uma semi-balada slowtempo que misturou inflexões do baixo com uma qualidade nostálgica sem igual.

“CRUEL SUMMER”

Apaixonar-se é sempre algo misterioso e que nos causa borboletas no estômago, talvez pela emoção de enxergar alguém de um modo bem diferente do comum. É através dessa básica premissa, digna de qualquer rom-com dos anos 1990, que Swift cria “Cruel Summer”. A envolvente canção de amor é recheada de versos criativos e um uso potente dos sintetizadores, que lhe garantiram adoração por parte dos fãs.

“MISS AMERICANA & THE HEARTBREAK PRINCE”

Enquanto a carreira de Taylor é recheada de explosivos e dançantes refrões, “Miss Americana & The Heartbreak Prince” prova que ela não tem medo de experimentar coisas novas. Apostando na suavidade de um synth-pop e num verborrágico enredo do medo de perder alguém, essa faixa é um dos estandartes que passaram longe do radar de Lover.

“BEAUTIFUL GHOSTS”

Álbum: Cats (OST)

Antes de continuar a promover seu sétimo álbum de estúdio, Swift deu uma pausa para trabalhar em um projeto que prometia bastante: a versão cinematográfica do aclamado musical ‘Cats’. O filme se tornou um fracasso de público e de crítica, mas ao menos arrancou um lado teatral de Taylor com a balada “Beautiful Ghosts”, que inclusive está indicada para uma das categorias do Grammy Awards 2021.

“CHRISTMAS TREE FARM”

Álbum: Lover

“Christmas Tree Farm” é uma das músicas de Natal mais adoráveis e bem escritas dos últimos anos e, por mais que não se equipare ao estrondoso sucesso que Swift fez ao longo da carreira, é uma celebração digna de fim de ano que merece entrar para nossa lista de festividades. A faixa foi produzida por Swift e pelo vencedor do Oscar Jimmy Napes.

“THE MAN”

Álbum: Lover

O quarto e último single de Lover foi um grande divisor de águas na carreira de Swift e não tem o crédito que merece. Além de ter feito sua estreia diretorial com um elogiado videoclipe, “The Man” aflorou a presença política da performer com críticas ácidas aos privilégios masculinos da sociedade contemporânea e à necessidade do feminismo.

“ONLY THE YOUNG”

Álbum: Miss Americana (OST)

“Only The Young” veio em ótima hora e, como se não bastasse, é um dos mais poderosos hinos de empoderamento do repertório de Swift. Escrita para o documentário ‘Miss Americana’, da Netflix, a canção é uma declaração bastante política que deixa bem claro que são os jovens que têm o poder de mudar o mundo através de ideias novas, originais e que vão de encontro ao retrocesso e ao tradicionalismo.

“CARDIGAN”

Álbum: Folklore

Taylor Swift abria uma nova e inesperada era com “Cardigan”, lead single de Folklore, com potência e poesia como nunca vistos na carreira da cantora. A melódica composição, auxiliada pela produção magistral de Antonoff, é guiada essencialmente pelo piano e abre espaço para o folk, arquitetando uma narrativa mnemônica sobre um romance perdido nas memórias.

“EXILE”, feat. Bon Iver

Álbum: Folklore

“Exile” é uma das melhores músicas do século e uniu Swift à conhecida e grave voz de Bon Iver em uma tocante história de dois amantes separados por circunstâncias inexplicáveis. Emergindo como a melhor colaboração da artista de “Safe & Sound”, a canção é uma balada indie folk com elementos do gospel e com uma química apaixonante entre os dois vocalistas.

“BETTY”

Álbum: Folklore

Swift voltou a nos chamar atenção com seu forte retorno às raízes country com “Betty” uma triste canção que amalgama elementos do folk rock e que, liricamente, é centrado em James e Betty, dois dos personagens de um triângulo amoroso fictício que Taylor trouxe ao álbum, e em uma chocante revelação de infidelidade.

“THE 1”

Álbum: Folklore

A minimalista “The 1” funciona como abertura de Folklore da forma mais cândida que conseguimos imaginar. Na profunda história que Swift arquiteta, em alguns dos versos mais curtos de sua carreira, ela reflete sobre um amor que nunca chegou e que estava para além de seu controle. “Se meus desejos se realizassem, teria sido você” é o verso que resume não apenas a música, mas talvez o mais emblemático do álbum.

“THE LAST GREAT AMERICAN DINASTY”

Álbum: Folklore

O indie pop alternativo que se apodera de “The Last Great American Dynasty” é o melhor aspecto de uma das canções mais poderosas de Folklore. Contada a partir de uma perspectiva em terceira pessoa, a história é inspirada na socialite Rebekah Harkness, dona prévia do estado em que Swift atualmente mora.

“SEVEN”

Álbum: Folklore

A melodia mágica entre o violão e o piano transforma “Seven” em uma das melhores entradas do trajeto trilhado por Swift até hoje. Aqui, ela se restringe a declamações poéticas e incomuns às incursões vocais a que estava acostumada. Seja pelo sutil prolongamento das vogais, seja por retomar as raízes de Pensilvânia, a música é saudosista e emocionante ao longo de seus três atos.

“AUGUST”

Álbum: Folklore

A dream-folk “August” provavelmente nunca verá a luz do dia como single, mas isso não apaga sua necessidade de redescobrimento. Falando sobre a efemeridade do tempo, Swift declama certos ápices e vales ao longo de quase quatro minutos e meios enquanto percebe que, por mais que tente, o homem pelo qual é apaixonada não lhe pertence, e sim à outra.

“WILLOW”

Álbum: Evermore

2020 se mostrou bastante prolífico para Taylor Swift e, menos de cinco meses de Folklore, ela deu início a uma nova era respaldada no indie folk e no rock alternativo. A melódica e burlesca “willow” serviu como pontapé inicial do adorável álbum Evermore – e um dos melhores lead singles da artista.

“NO BODY, NO CRIME”, feat. HAIM

Álbum: Evermore

Taylor e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.

“MARJORIE”

Álbum: Evermore

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em Evermore, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

‘She-Hulk’: Tatiana Maslany comemora sua escalação como a heroína

Através do seu Instagram, Tatiana Maslany (‘Orphan Black‘) comemorou sua escalação como a protagonista Jennifer Walters em ‘She-Hulk‘, nova série da Disney+.

“É oficial! Estou muito animada para interpretar a Jennifer Walters aka She-Hulk,” afirmou.

Vale lembrar que o ator Mark Ruffalo voltará como o Bruce Banner/Hulk na série.

Além disso, também foi confirmado que Tim Roth reprisará o seu papel do filme ‘O Incrível Hulk‘, como Emil Blonsky/Abominação, na produção.

Após uma lesão, Jennifer Walters recebeu uma emergência de transfusão de sangue de seu primo, Bruce Banner, e adquiriu uma versão mais branda de sua condição de Hulk. Como tal, Walters torna-se uma versão grande e poderosa em tons de verde de si mesma enquanto ainda retém sua personalidade. Em particular, ela mantém sua inteligência e controle emocional, embora, como Hulk, ela se torne mais forte se enfurecida.

Jessica Gao, conhecida por seu trabalho na aclamada série animada ‘Rick and Morty‘, ficará responsável pelo roteiro da produção.

Novas informações sobre a série devem ser divulgadas em breve.

‘Star Trek: Discovery’: David Cronenberg confirma seu retorno na 4ª temporada

Em entrevista ao Variety, David Cronenberg, que interpreta o Kovich na série ‘Star Trek: Discovery‘, confirmou que retornará na 4ª temporada da produção.

Além disso, o ator também falou sobre o seu personagem e sua participação na série.

“Eu definitivamente era um fã da série original. Eu assisti alguns episódios da nova série e também os filmes do J.J. Abrams, mas eu não acompanhava ‘Discovery’. Obviamente, esse é um universo complexo com diversos personagens e, de fato, mais de um universo. Então, não posso dizer que sei tudo sobre a série. Estou me concentrando no meu personagem e em seu papel específico no momento.”

Ele completa, “Eu sou barato e estou disponível. Eu vivo em Toronto e é onde a série está sendo filmada. Acredito que essa é a minha qualificação. Mas eu recebi uma mensagem da equipe sobre o produtor executivo Alex Kurtzman realmente querer minha participação na série. Eu achei isso absolutamente incrível.”

A série foi criada por Bryan FullerAlex Kurtzman.

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

‘Baymax!’: Série baseada em ‘Operação Big Hero’ ganha logo oficial; Confira!

Durante o painel do Dia do Investidor, a Disney confirmou o lançamento da série animada ‘Baymax!‘, que dará continuidade ao filme ‘Operação Big Hero‘, para 2022, no serviço de streaming da Disney+.

Além disso, o estúdio também revelou o logo oficial da produção.

Confira:

O diretor Don Hall afirmou que a série “focará na configuração original do Maymax, que é ser um robô enfermeiro. Haverá um paciente na série que o robô amigável tentará ajudar. Então, a história poderá se desenvolver de muitas formas interessantes a partir daí.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Operação Big Hero‘ alcançou US$ 657.8 milhões na bilheteria mundial, superando grandes sucessos do estúdio, como ‘Enrolados‘ (US$ 592.4m).

Primeira animação da Disney com personagens da Marvel Comics e vencedora do Oscar, ‘Operação Big Hero‘ é comédia de ação e aventura sobre o prodígio Hiro Hamada, brilhante em robótica, que aprende a dominar seu gênio — graças a seu brilhante irmão Tadashi e seus amigos: Go Go Tamago, movida a adrenalina; Wasabi, cuja obsessão é organização; Honey Lemon, especialista em química; e Fred, fã de mangás. Quando uma devastadora sequência de eventos os coloca bem no meio de uma trama perigosa que acontece nas ruas de San Fransokyo, Hiro recorre a seu companheiro mais próximo — um robô chamado Baymax — e transforma o grupo em uma equipe de heróis de tecnologia de ponta determinados a desvendar o mistério.

‘Dead by Daylight’ pode trazer novo conteúdo dos reboots de ‘Jogos Mortais’ e ‘O Massacre da Serra Elétrica’

Em entrevista ao Comic Book, Mathieu Côté, diretor de ‘Dead By Daylight‘, falou sobre a possibilidade de trazer novo conteúdo ao jogo relacionado aos reboots de ‘Jogos Mortais‘ e ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, franquias que já existem no universo da produção.

“Definitivamente estamos de olho nisso. Caso não tenhamos conhecido de algo, pois não podemos saber sobre tudo, nossos licenciadores são muito diretos e entram em contato conosco. Nós conversamos regularmente. Porém, é importante destacar que, não é só porque há um novo filme da franquia ‘Jogos Mortais’ para ser lançado, que ele automaticamente faz parte da mesma licença que nós temos.”

Ele completa, “Poder criar uma nova skin para a Porca baseada no filme ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’ é interessante, mas é muito difícil para nós em termos de timing. Nós temos nossos lançamentos mapeados por, pelo menos, de seis a nove meses. Nós sabemos o que iremos fazer e o que iremos lançar. É difícil reajustar esses planejamentos, mas há algumas coisas que podemos fazer e estamos tentando torná-las relevantes.”

Recentemente, o jogo lançou um novo capítulo, intitulado ‘A Binding of Kin‘.

Os novos assassinos são Os Gêmeos e eles são acompanhados da sobrevivente Élodie Rakoto. A nova DLC não tem um novo mapa, mas a atualização trouxe um novo design de dois mapas antigos.

Confira o trailer:

No jogo, que é um cooperativo on-line, quatro sobreviventes precisam terminar cinco geradores enquanto tentam escapar de um assassino brutal, cuja missão é sacrificá-los.

Dica do fim de semana | Filmes tensos para angustiar o espectador

A tensão é um dos elementos mais difíceis de criar em um filme. Ela depende de muitos fatores para acontecer: um bom texto, boa atuação, boa ambientação e principalmente uma boa direção. A tensão ajuda muitos filmes de terror a se consagrarem como clássicos, mas nem só no terror é que ela se destaca. A sensação de perigo, de adrenalina, de suspense, de poder esperar pelo inesperado… Enfim, saber trabalhar a tensão no cinema é uma arte que poucos dominam. Por isso, separamos alguns filmes disponíveis nas plataformas de streaming para quem quiser passar um nervoso nesse fim de semana. Confira!

Infiltrado na KlanAmazon Prime Video

BlacKkKlansman
Film Still
Universal – UPI Media

Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado de 2019, esse filme de Spike Lee mascara a tensão com um humor sarcástico, mas não por muito tempo. Na trama, um policial negro do Colorado (John David Washington) que consegue se infiltrar em uma célula da Ku Klux Klan para investigar os crimes, e, interagindo por telefone, faz o líder do grupo (Topher Grace) criar uma relação de “amizade” com ele baseada no ódio aos negros. Extremamente atual, o longa conta ainda com  Adam DriverLaura Harrier e Alec Baldwin no elenco. É um verdadeiro soco no estômago, principalmente por ser baseado em uma história verídica.

 

Garota ExemplarNetflix

Dirigido por David Fincher, esse suspense policial conta a história de um casal em crise que, após um início de casamento perfeito, acabou se desconectando. Mas tudo vai por água abaixo quando a esposa, Amy – em uma atuação espetacular de Rosamund Pike – desaparece no dia do aniversário de casamento. Nick (Ben Affleck) pede ajuda da polícia, porém, com a presença da mídia e com a pressão externa, ele acaba se tornando o principal suspeito do desaparecimento. Agora cabe a ele dar um jeito de provar sua inocência e tentar descobrir o que aconteceu com a esposa. O filme é repleto de reviravoltas e busca trazer a reflexão sobre diversas coisas, como a espetacularização das notícias e os relacionamentos.

 

Até o Último HomemAmazon Prime Video

Vencedor dos Oscars de Melhor Edição e Melhor Mixagem de Som, Até o Último Homem é um daqueles casos em que tudo converge para dar certo. Dirigido por Mel Gibson, que estava em baixa em Hollywood, e estrelado por Andrew Garfield, que vinha da franquia fracassada do Homem-Aranha de Marc Webb, o filme conseguiu extrair o melhor dos dois para contar uma história tão surreal que vai te fazer duvidar que ela foi baseada em um acontecimento real. Na trama, Garfield é Desmond Doss, um médico cristão que tem em sua fé um modo de vida. Após o atentado a Pearl Harbour, ele se alista para o exército americano para poder ajudar a salvar vidas. No entanto, ele se recusa a tocar numa arma e matar inimigos. Isso causa revolta dentre os militares, que passam a humilhá-lo e submetê-lo a situações de abuso físico e psicológico para que ele ceda à pressão. Vou parar por aqui para não dar spoilers, mas fica a dica desse filmaço sobre fé, perseverança e ideais.

 

Águas RasasAmazon Prime Video

Após a morte da mãe, uma estudante de medicina – interpretada por Blake Lively na atuação de sua vida – viaja para o litoral mexicano para espairecer entre a areia e as ondas de uma praia deserta. Na água, ela vê uma carcaça de baleia se aproximando. Nesse momento de distração, ela acaba sendo atacada por um Tubarão Branco. Ferida, sozinha e rodeada pelo predador, ela precisa encontrar um jeito de chegar à praia antes que a maré suba. O filme mostra de forma brutal a luta pela sobrevivência da jovem e trabalha a tensão de forma brilhante.

 

Os Oito OdiadosAmazon Prime Video

Dirigido por Quentin Tarantino, o filme venceu o Oscar de Melhor Trilha Sonora. Como de costume nos filmes do diretor, os diálogos são afiadíssimos, mesmo em uma trama mais lenta e intimista. Tudo é inesperado neste western, a começar pelo cenário. Em vez do calor do Velho Oeste, entra o frio do inverno americano. Durante essa nevasca, um Caçador de Recompensas (Kurt Russell), que está levando uma criminosa (Jennifer Jason Leigh) para trocá-la por muito dinheiro, decide dar carona para dois passantes, outro caçador de recompensas (Samuel L. Jackson) e um novo Xerife (Walton Goggins). Só que o tempo piora muito e eles decidem parar em um armazém de beira de estrada para descansarem. Lá dentro, as coisas ficam esquisitas e todos os hóspedes demonstram comportamentos suspeitos. Sendo todos os personagens moralmente odiosos e repugnantes, todo movimento ou diálogo é tenso. A cabana é como um barril de pólvora apenas esperando uma fagulha para explodir.

 

‘Morte no Nilo’: Adaptação do livro de Agatha Christie ganha nova data de estreia nos cinemas

Inicialmente prevista para ser lançado em dezembro, o suspense ‘Morte no Nilo‘, adaptação do livro de Agatha Christie que dará sequência ao filme ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘, ganhou nova data de estreia.

O filme será lançado nos cinemas em 17 de setembro de 2021.

Assista ao trailer:

Kenneth Branagh retorna no papel do detetive Hercule Poirot, e Tom Bateman também volta como Bouc.

Gal Gadot e Armie Hammer estrelam. 

Durante suas férias no Egito, Hercule Poirot precisa investigar o assassinato de uma jovem herdeira, um crime que aconteceu a bordo de uma embarcação no Nilo. Um crime, muitos suspeitos. Um visual deslumbrante, luxuoso e com muito mistério que desperta a curiosidade. Você nunca viu um crime assim.

Annette BeningRussell BrandAli FazalDawn French, Rose LeslieEmma MackeySophie OkonedoJennifer SaundersLetitia Wright completam o elenco. 

Michael Green, que ficou responsável pela adaptação de ‘Expresso no Oriente’, retorna como roteirista.

Morte no Nilo’ foi publicado em 1937, apenas três anos depois de ‘Assassinato no Expresso Oriente’.  

A obra de Agatha Christie chegou a ser adaptada para os cinemas em 1978, mas fracassou nas bilheterias, faturando meros US$ 14 milhões. A adaptação, no entanto, conquistou um Oscar de Melhor Figurino.

‘Liga da Justiça’: Warner conclui investigações de comportamento abusivo e tomará “medidas reparadoras”

Segundo o ator Ray Fisher, a Warner Bros. concluiu as investigações sobre o comportamento tóxico e abusivo no set de ‘Liga da Justiça‘, que envolvia Joss Whedon e o produtor Geoff Johns.

O ator afirmou que “medidas reparadoras” serão tomadas para os prejudicados.

Confira:

 

Nos últimos meses, o ator Ray Fisher se tornou alvo de uma polêmica depois que acusou o diretor Joss Whedon e o produtor Geoff Johns de comportamento abusivo nos bastidores de ‘Liga da Justiça’.

Desde então, o intérprete do Ciborgue tem colaborado com as autoridades contratadas pela Warner Bros para investigar o ocorrido.

Em uma longa publicação feita em sua conta oficial do Instagram, o intérprete do Aquaman ainda revelou que coisas muito sérias aconteceram nos bastidores das refilmagens de Whedon, alegando ainda que a Warner teria vazado um falso anúncio de sua escalação para um novo filme do estúdio, a fim de abafar as revelações de Fisher.

Confira:

“Essa m**** precisa parar e precisa ser vista com atenção. Ray Fisher e todos aqueles que vivenciaram o que aconteceu sob os olhos da Warner Bros. precisam de uma investigação adequada. Eu só acho f***** as pessoas terem soltado um falso anúncio de Frosty, sem a minha permissão, para tentar distrair do fato de Ray Fisher estar falando sobre o jeito de m**** que fomos tratados nas regravações de Liga da Justiça. Coisas sérias aconteceram. Isso precisa ser investigado e as pessoas precisam ser responsabilizadas”.

O falso anúncio de Frosty, ao qual Momoa se refere, seria uma referência a uma matéria feita pelo portal Deadline, que afirma que Momoa fora escalado para dublar a voz de Frosty, o boneco de Neve,  em um filme da Warner Bros.

Momoa sugere que o estúdio vazou o anúncio para desviar a atenção da polêmica de Fisher.

Entenda o caso

O ator Ray Fisher fez sérias acusações contra o diretor Joss Whedon, alegando que os produtores-executivos Geoff Johns e Jon Berg permitiram um comportamento “nojento e abusivo” durante as filmagens de ‘Liga da Justiça‘.

“O tratamento de Joss Whedon no set com o elenco e na equipe da ‘Liga da Justiça’ foi nojento, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Isso foi permitido, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade> Entretenimento”, afirmou.

Pouco depois, o diretor Kevin Smith apoiou o ator Ray Fisher e revelou mais detalhes sobre o comportamento de Joss Whedon no set de ‘Liga da Justiça‘.

Segundo ele, já existiam histórias nos bastidores de que Joss Whedon estava “desmerecendo” o trabalho do Zack Snyder.

No episódio mais recente do podcast Fatman Beyond, Kevin Smith endorsou os comentários de Fisher:

“Um dia eu visitei o set de A Ascensão Skywalker, e fiquei conversando com pessoas que tinham trabalhado nas duas versões de Liga da Justiça. O pessoal dos efeitos especiais disse que Joss tinha o hábito de falar mal da versão de Zack [Snyder]. Ele cortava, descartava e era negativo quanto à versão de Zack, que ele havia assistido e que todas aquelas pessoas haviam feito juntas. Eles disseram que o set ficou bem tóxico”, afirmou. 

O ator que viveu o Ciborgue chegou até a alegar que o produtor-executivo Geoff Johns chegou a ameaçar sua carreira.  Após a denúncia, a Warner Bros. começou uma investigação para descobrir a verdade por trás das alegações.

Whedon e Johns permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher em julho.

Porém, recentemente a Warner Bros. afirmou que o ator não está colaborando com as investigações.

Leia a declaração completa da Warner Bros.:

Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue em Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça. Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista / diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos. Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que elevaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação.

Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ele também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, que até agora o Sr. Fisher não forneceu.

Vale lembrar que o papel do Ciborgue foi drasticamente reduzido nas refilmagens de Whedon, mas Zack Snyder prometeu que dará ao personagem o destaque merecido no novo corte do filme, que tem previsão de estreia para 2021 na HBO Max

Confira as imagens promocionais:

Warner divulga grandiosa cena de ação de seis minutos de ‘TENET’; Assista!

Para divulgar o lançamento de ‘Tenet‘ em Home Video, a Warner divulgou os seis primeiros minutos do filme.

A sequência de ação grandiosa mostra um ataque terrorista na famosa Ópera de Kiev.

Assista:

Apesar das dificuldades causadas pela pandemia de coronavírus, o longa ‘TENET‘ conseguiu um bom desempenho internacionalmente. Neste final de semana, a produção conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões somente nos mercados internacionais.

E ainda há 15 outros mercados para o filme ser lançado, incluindo Argentina, Índia e Indonésia.

Ao total, ‘TENET‘ já arrecadou US$ 357.8 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa será lançado oficialmente em Blu-ray, DVD e VOD no dia 15 de dezembro.

Dentre os extras especiais, haverá um making-of intitulado Vendo o Mundo de um Novo Jeito: Os Bastidores de Tenet, que irá explorar o desenvolvimento e produção do longa atrás da equipe e do elenco.

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

Saiba quais foram as MAIORES Bilheterias dos Anos 80

Ah, os anos 1980. Uma década tão adorada que a cultura pop não consegue esquecê-la. De Stranger Things a diversas produções para o cinema, entre remakes, continuações e reboots, este período de muita galhofa marcou a vida de muita gente. E bem, mesmo os que sequer eram nascidos podem experimentar como deve ter sido viver na época através da cultura pop.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu trazer para você quais foram os filmes mais rentáveis de toda a década. Isso mesmo, este é um ranking especial com os maiores blockbusters lançados entre 1980 e 1989. Vale lembrar que esta foi a década que consolidou o cinema entretenimento e os arrasa-quarteirões, que surgiram no final da década de 1970, com Tubarão (1975) e Star Wars (1977). Pois muito bem, sem mais delongas, vamos conhecê-las. E como sempre não esqueça de comentar.

10 | Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984)

A trilogia Indiana Jones é um verdadeiro marco para os anos 1980. Sua importância para o cinema de entretenimento é indiscutível. E pensar que tudo nasceu de um desejo do diretor Steven Spielberg em comandar um filme da franquia 007. Seu amigo George Lucas o convenceu do contrário e o apresentou a ideia, que usava como mote as aventuras de matinês em lugares exóticos. Da trilogia original, O Templo da Perdição é o mais sombrio e violento, justamente por isso é o menos adorado pelo grande público. Mesmo assim, o segundo longa do aventureiro arqueólogo marcou US$333 milhões ao redor do mundo.

09 | Rain Man (1988)

Aqui temos a primeira grande surpresa da lista. Rain Man não é uma franquia ou sequer um filme de ação ou aventura. Pelo contrário, a obra dirigida por Barry Levinson (Bom dia, Vietnã) é uma ideia original, um filme sério e adulto. Além disso é um drama que foi indicado para 8 prêmios no Oscar e venceu 4: melhor filme, roteiro, diretor e ator para Dustin Hoffman. No filme, Tom Cruise vive um jovem ambicioso e egoísta que descobre que possui um irmão autista (Hoffman). O pai deles faleceu e deixou uma bolada para o personagem de Hoffman. Agora, Cruise precisa aprender a cuidar do irmão a fim de conseguir o dinheiro. O longa arrecadou US$354 milhões pelo mundo, se tornando uma sensação.

08 | Top Gun: Ases Indomáveis (1986)

Por falar em Tom Cruise, o astro está de volta à lista. Top Gun também não é uma franquia, o que torna seu feito aqui na lista igualmente impressionante. Bem, não é até o momento, já que a continuação Top Gun: Maverick além de confirmadíssima para 2020, já ganhou até mesmo seu primeiro trailer, com Cruise de volta, é claro. Mas essa é uma sequência tardia e Top Gun se manteve esses anos todos por conta própria. Apesar de não ser uma franquia, o filme tem bastante ação e foi montado como um vídeo clipe, é o que confessava o próprio diretor Tony Scott. Na trama, que também tem muita paixão, Cruise vive um audacioso piloto da marinha americana vivendo com o trauma da morte do pai. Ele acaba se envolvendo com a instrutora interpretada por Kelly McGillis – um dos ícones femininos da época. E daí haja “Take my breath away”. O filme fez US$356 milhões no mundo.

07 | De Volta para o Futuro (1985)

Outra franquia com o envolvimento de Steven Spielberg, consagrado como Midas da indústria justamente nesta época. Se um filme que se tornava fenômeno não tivesse a direção de Spielberg, pode ter certeza que tinha ao menos sua produção. Este é o caso com a história do jovem Marty McFly, que volta no tempo com uma máquina na forma de um carro, para a década de 1950, e precisa ajudar seus pais a se apaixonarem, caso contrário será apagado da existência. Vale lembrar que por mais que De Volta para o Futuro tenha se tornado uma das trilogias mais adoradas do cinema, isso só ocorreu graças ao sucesso estrondoso do primeiro filme, uma ideia original. Dirigido por Robert Zemeckis, o longa arrecadou US$381 milhões ao redor do mundo.

06 | Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Aqui, podemos usar o mesmo argumento do item acima. Indiana Jones é hoje uma das marcas mais valiosas da indústria, mas em 1981 esta aposta ainda era um tiro no escuro. A ideia saiu da mente de George Lucas direto para o coração dos fãs e o resto é história. O legal desta década é que foi onde surgiram algumas das franquias mais adoradas do cinema de todos os tempos. Harrison Ford, que já vinha do sucesso de Star Wars, no papel de Han Solo, por pouco não ficou com o papel do arqueólogo. O que acontece é que Lucas queria dar a chance para outro estrelar, e Tom Selleck chegou inclusive a testar o figurino. O problema é que o ator protagonizava o seriado Magnum (1980-1988), e os produtores não lhe deram folga. O primeiro Indiana Jones acumulou US$389 milhões ao redor do mundo, se tornando assim um dos primeiros blockbusters de todos os tempos.

05 | Batman (1989)

Aqui foi onde os filmes-evento adentravam nova fase. No fim da década, uma campanha de marketing massiva e nunca antes vista tomava o mundo de assalto com anúncios do herói nos cinemas, começando um ano antes de sua estreia. Para os padrões atuais não parece muito, mas levando em conta a época, podemos dizer que Batman, de Tim Burton, foi muito responsável pelo que temos hoje em matéria de colossos de bilheterias e marketing agressivo. Fora isso, é reportado que Jack Nicholson, que vive o protagonista do longa, Coringa (isso mesmo!), prevendo o sucesso que o filme faria, acertou um acordo com a Warner por uma parte da bilheteria ao invés de um salário – terminou com algo em torno de US$60 milhões.  O filme lucrou em torno de US$411 milhões ao redor do mundo.

04 | Indiana Jones e a Última Cruzada (1989)

Se teve um filme que desbancou Batman ao redor do mundo, este filme foi a terceira aventura do arqueólogo mais famoso do cinema. Mais um ponto para Spielberg e Lucas. Para constatarmos o sucesso que foram estes filmes, os três despontam entre os 10 mais lucrativos da década. Uma aventura clássica em grande estilo, que inspirou de tudo desde A Múmia (1999), com Brendan Fraser, e suas sequências até a musa dos games Lara Croft. E dentre os três, a terceira jornada do herói foi a mais rentável. Uma explicação para tamanho sucesso, além da consolidação do nome do personagem, foi a participação de Sean Connery, outro grande herói do cinema e o eterno 007, como o pai do protagonista. As picuinhas entre os atores se tornaram um grande atrativo para o público, adicionando muito humor à franquia. A Última Cruzada arrecadou US$474 milhões ao redor do mundo.

03 | O Retorno de Jedi (1983)

Indiana Jones pode ter sido um verdadeiro fenômeno nos anos 1980. Mas existe uma franquia da época que consegue superá-la no gosto do grande público. Sim, você acertou, Star Wars é praticamente maior que a vida. O segundo blockbuster do cinema, gerou igualmente uma trilogia na década de 1980. Tudo saído da mente de George Lucas, claro. Hoje, não dá para mensurar o que foi o fenômeno Star Wars (1977) em seu lançamento. As pessoas esperavam em filas que davam voltas no quarteirão. Saíam da sessão e voltavam novamente para o fim da fila. Sim, era algo sem precedentes. Afinal não existia cinema deste tipo antes. Foi revolucionário! As continuações surgiram nos anos 1980, e aqui a querida série era encerrada, com um gosto agridoce. O confronto final entre Darth Vader e Luke Skywalker rendeu US$475 milhões ao redor do mundo.

02 | O Império Contra-Ataca (1980)

Sim, ainda falamos de Star Wars. E tinha como ser diferente? Ao contrário de O Retorno de Jedi que juntava as pontas soltas para concluir a trilogia – com a promessa de ser o último episódio (pelo menos por um bom tempo) -, O Império Contra-Ataca surfava na onda do sucesso que havia sido o primeiro Star Wars. E quem seria louco de perder a continuação do filme mais amado da história até então? Para a surpresa de todos, os fãs se depararam com uma obra maior, melhor e muito mais intensa. Além de revelações bombásticas sobre paternidade (que deve ter deixado 90% com o coração saindo pela boca), aqui temos uma obra mais sombria, com um desfecho que é um tremendo bad ending. O resultado: ainda hoje é considerado o melhor episódio de toda a franquia pelos fãs. O filme arrecadou US$538 milhões ao redor do mundo.

01 | E.T. – O Extraterrestre (1982)

A disputa pelas bilheterias foi ficando cada vez mais acirrada na década de 1980. Para amigos, essa competitividade era relativamente saudável. Especialmente entre Lucas e Spielberg. Quando não estavam juntos num projeto, como Indiana Jones, um dos dois, ou os dois, estava no topo das bilheterias. Star Wars, de Lucas, é a franquia mais rentável do período. Mas um feito ainda mais impressionante foi alcançado por Spielberg. O filme mais lucrativo dos anos 1980 é dele, e a surpresa é que não se trata de uma franquia, mas sim um filme único. E.T. – O Extraterrestre até hoje segue emocionando crianças e adultos pelo mundo. Spielberg amou a história e colocou muito de suas próprias experiências sobre o divórcio de seus pais, e o que significou para ele ainda criança – através dos olhos do menino Eliott. A criaturinha que vem dos céus se tornou um fenômeno e cativou a imaginação de toda uma geração, numa incrível história de amizade. O filme arrecadou impressionantes US$792 milhões ao redor do mundo – um número de respeito mesmo para os padrões atuais.

Conheça mais alguns fenômenos de bilheteria da época:

11 | De Volta para o Futuro 2 (1989) – US$332 milhões
12 | Uma Cilada para Roger Rabbit (1988) – US$329 milhões
13 | Crocodilo Dundee (1986) – US$328 milhões
14 | Atração Fatal (1987) – US$320 milhões
15 | Um Tira da Pesada (1984) – US$316 milhões
16 | Rocky IV (1985) – US$300,5 milhões
17 | Rambo II: A Missão (1985) – US$300,4 milhões
18 | Um Tira da Pesada 2 (1987) – US$300 milhões
19 | Olha quem Está Falando (1989) – US$297 milhões
20 | Os Caça-Fantasmas (1984) – US$295 milhões
21 | Um Príncipe em Nova York (1988) – US$288 milhões
22 | Rocky III (1982) – US$270 milhões
23 | Três Solteirões e um Bebê (1987) – US$242 milhões
24 | Crocodilo Dundee 2 (1988) – US$239 milhões
25 | Sociedade dos Poetas Mortos (1989) – US$235 milhões
26 | Máquina Mortífera 2 (1989) – US$227,9 milhões
27 | Entre Dois Amores (1985) – US$227,5 milhões
28 | Querida, Encolhi as Crianças (1989) – US$222 milhões
29 | Irmãos Gêmeos (1988) – US$216 milhões
30 | Os Caça-Fantasmas 2 (1989) – US$215 milhões

Saiba quais Filmes Você NUNCA deve assistir em um PRIMEIRO Encontro

Todos adoramos ficar em casa assistindo àquele filminho, ainda mais numa época de frio. Ter companhia para tal programa deixa as coisas ainda melhores. Porém, se a situação for um primeiro encontro, ou relacionamento recente, algumas produções podem não ser indicadas para fazer deslanchar seu conceito com o crush, impedindo-o(a) de se tornar o “mozão”.

Filmes de temáticas a dois delicadas ou finais nem um pouco felizes podem trazer à tona comentários, debates e discussões que deixem os pombinhos em saia justa. E eles podem vir nos mais variados gêneros, inclusive longe dos já tradicionais romances e dramas. Para tais casos é sempre melhor se ater ao velho “final feliz e viveram juntos para sempre”.

Pensando nisso, o CinePOP criou uma nova lista com filmes “impróprios” para o início de relação, que podem trazer questionamentos não muito alegres ao pretenso casal. Anote e passe longe de tais obras, retornando para assisti-las apenas depois da relação já estabelecida. Vem conhecer e não esqueça de comentar.

Garota Exemplar (2014)

Este é o filme que diz que o casamento pode ser um inferno. E o faz com muita categoria. Não me levem a mal, Gone Girl (no original), de David Fincher, é um filmaço. O problema é que descortina uma vida perfeita a dois, nos levando por seus bastidores e mostra o quão feio e assustador pode ser o fim de um relacionamento desgastado. Ninguém disse que seria fácil, mas também não que poderia ser infernal.

Proposta Indecente (1993)

Esse aqui é bem direto, embora esteja longe de ser simples. Pelo contrário, é uma questão muito complexa. Os mais jovens que assistiram à série Dilema (What/If), da Netflix, já sabem. Um casal precisa muito de dinheiro, pois está quase falindo e já exauriu todas as possibilidades de conseguir. Aí, aparece um charmoso milionário e oferece US$1 milhão por uma noite com sua esposa – que na nova versão teve os papeis invertidos (uma ricaça quer uma noite com o marido), além do valor aumentado. Seja como for, dependendo de sua resposta e do seu crush, poderão ficar em maus lençóis.

Um Crime Perfeito (1998)

Seguindo mais a linha do primeiro item da lista, este longa é um baita suspense, espécie de refilmagem do clássico Disque M para Matar (1954), do mestre Alfred Hitchcock. Aqui, um marido desconfia que sua esposa o esteja traindo. Sua reação para o fato é simplesmente mandar matá-la. Claro, fazendo tudo passar por uma tentativa de roubo em sua casa. Nem é preciso dizer mais nada, né?

500 Dias Com Ela (2009)

O romance preferido de toda uma geração pode ser fofo, lindinho, romântico e muito criativo. Mas é também de partir o coração de qualquer ser humano e te deixará aos prantos ao lado de seu crush ao final da sessão – questionando possíveis idas e vindas. Na trama, Tom (Joseph Gordon-Levitt) acredita ter encontrado o amor de sua vida nas formas de Summer (Zooey Deschanel). Tudo começa como um mar de rosas, com direito a um musical e desenhos animados. Mas durante os tais 500 Dias, os pombinhos viverão uma verdadeira montanha-russa de sentimentos, sem direito a final feliz. O diálogo derradeiro entre os dois é aquela facada no peito.

Namorados para Sempre (2010)

Com um título em português equivocadíssimo, Blue Valentine chegou no ano seguinte do item acima, e se comporta como um 500 Dias Com Ela deprê dramalhão. Ao invés da temática “boy meets girl”, aqui temos jovens casados, tentando fazer a união dar certo – vivenciando altos e baixos que toda relação passa. Ao contrário de qualquer pretensa alegria vista no filme acima, este é para se enrolar na coberta e ficar refletindo em posição fetal.

A Guerra dos Roses (1989)

Este tem muito a ver com o terceiro item da lista. Não à toa que temos Michael Douglas novamente protagonizando. Mas ao invés de um baita suspense, aqui temos uma comédia pra lá de ácida, repleta de humor negro e teor politicamente incorreto. A esposa também deixa a condição de vítima para se tornar um algoz tão forte quanto seu companheiro. Quando Oliver (Douglas) e Barbara (Kathleen Turner) se conhecem é só explosão de paixão. Os dois não conseguem se largar. Muitos anos depois de seu casamento, ricos, eles querem é se matar!

Passe Livre (2011)

Nesta comédia imprópria dos irmãos Farrelly, o “vale night” que os casais se permitem vira brincadeira de iniciantes. Aqui, o tal Passe Livre é a permissão que o casal vivido por Owen Wilson e Christina Applegate dão um ao outro para se relacionar com quem quiserem durante um fim de semana. Esta medida drástica tem como finalidade salvar seu casamento. E bem…

Magic Mike (2012)

Para não dizerem que somos machistas, aqui temos um item que vale mais para as moças no relacionamento, além, é claro, de casais homoafetivos. O problema deste filme de Steven Soderbergh é que ele pode chegar como pura tentação, já que fala sobre o universo de GO-GO boys num clube noturno para mulheres. Ou seja, esperem um desfile de danças provocativas e muitos galãs sem camisa sensualizando, como Matthew McConaughey, Channing Tatum e Alex Pettyfer. E fica difícil competir com os astros, restando apenas a opção de limpar a baba de seu companheiro durante a exibição.

Infidelidade (2002)

Só o título já sugere uma grande pedra no sapato. E o filme não fica por menos. Um casamento falido, onde o homem (Richard Gere) faz de tudo para reavivar a relação. Mas sua esposa (Diane Lane) está no limite, e acaba procurando afeto fora do matrimônio. Uma previsão não muito convidativa para qualquer relação.

La La Land (2016)

O último item da lista é recente e fez um tremendo sucesso. É claro que muitos já assistiram ao filme, e talvez mais de uma vez. Mas assistir no início de um relacionamento pode não ser muito saudável. É bem verdade que assistir no final de um relacionamento pode ser ainda pior. Seja como for, presenciar uma bela história de amor que não acaba bem, sem final feliz, porque a vida trata de separá-los, é aquele soco no estômago que nenhum início de relacionamento deseja levar.

Bônus:

Encontro Marcado (2014)

O filme menos conhecido da lista, traz um dos últimos desempenhos do saudoso Anton Yelchin. Na trama, ele vive um jovem que se apaixona por uma mulher mais velha, casada, parte de um relacionamento falido – vivida pela estonteante Bérénice Marlohe. O rapaz reascende a paixão na mulher e traz novidades, mexendo com sua vida. Mas o que começou como um conto de fadas, sentirá o peso da realidade e de nossas escolhas.

| Cinema e Streaming | As datas dos lançamentos do Marvel Studios para 2021

O ano está chegando ao fim e, diferente de tudo que já vivemos antes, 2020 vai ficar marcado provavelmente como “o ano que não aconteceu”. Por conta da pandemia e das milhões de mortes que ela trouxe, os cinemas obviamente foram paralisados para evitar um aumento na taxa de infecção. Agora, com a vacina já começando a ser distribuída em alguns países, os grandes estúdios já começam a anunciar as novas datas de lançamento de suas produções, incluindo o Marvel Studios. Com produções feitas para os cinemas e para o streaming, essas são as novas datas dos projetos do MCU. Confira!

 

WandaVisionDisney+

A primeira produção original da Marvel para o Disney+ é também uma das mais estranhas. Em WandaVision, a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e o Visão (Paul Bettany) estão vivendo suas vidas em um subúrbio, quando coisas estranhas começam a acontecer. A série vai se passar em diferentes décadas televisivas e vai levar diretamente aos eventos de Doutor Estranho 2.

Data de estreia: 15 de Janeiro de 2021.

 

Falcão e o Soldado InvernalDisney+

Após os eventos de Vingadores: Ultimato, Steve Rogers (Chris Evans) passou o escudo adiante quando decidiu voltar no tempo para viver uma vida normal ao lado de Peggy Carter (Hayley Atwell). Agora, Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) vão trabalhar juntos para resolver os crimes e tentar suprir a ausência do Capitão América.

Data de estreia: 19 de Março de 2021.

 

Viúva-NegraCinemas

Marcado para estrear em 2020, o filme da Viúva-Negra precisou ser adiado para 2021 por conta da trama. Ambientado entre Capitão América: Guerra Civil e Vingadores: Guerra Infinita, o filme vai mergulhar no passado de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) e vai colocá-la frente a frente ao Treinador, um vilão que copia as habilidades dos outros apenas com um olhar.

Data de estreia: 29 de Abril de 2021.

 

LokiDisney+

O vilão favorito de muitos também vai ganhar uma aventura solo pelas linhas temporais do MCU. Estrelada por Tom Hiddleston e com participação de Owen Wilson, a série começa daquela cena de Vingadores: Ultimato, na qual Loki pega o Tesseract e escapa para sabe Heimdall onde. A produção vai introduzir a TVA, uma organização de correção de linhas temporais, no Universo Cinematográfico Marvel e deve explorar diferentes épocas e planetas, incluindo a própria Asgard.

Data de estreia: Maio de 2021.

 

Shang-Chi e a Lenda dos Dez AnéisCinemas

Estrelando um elenco majoritariamente asiático, o filme vai contar a história de Shang-Chi (Simu Liu), um herói que cresceu em um templo na China, onde aprendeu a ter domínio super-humano do Chi. Além de ser um dos maiores mestres das artes marciais de todo o universo Marvel. Seu nome de herói, inclusive, é Mestre do Kung Fu. Inspirado no Bruce Lee, a versão cinematográfica do personagem será filho do verdadeiro Mandarim (Tony Leung) e vai enfrentar o próprio pai nas telonas. Boatos dizem que alguns personagens do universo do Doutor Estranho podem aparecer.

Data de estreia: 8 de Julho de 2021.

 

Os EternosCinema

Com um dos elencos mais caros e diversos da história da Marvel nos cinemas, Os Eternos é outro filme que deveria ter chegado em 2020, mas acabou sendo empurrado para 2021 por conta do Covid-19. A trama vai contar a história de um grupo de super-heróis alienígenas que foram enviados para a Terra há muito tempo. Separados, eles foram crescendo e evoluindo junto com as diferentes culturas da humanidade. Promete ser diferente de tudo que a Marvel fez até aqui.

Data de estreia: 28 de Outubro de 2021.

 

Homem-Aranha 3Cinemas

O melhor meme da última semana vai fechar o 2021 da Marvel nos cinemas. Com um monte de atores de antigas franquias sendo confirmados ao longo da última semana, diz a imprensa internacional que o filme fará uma viagem pelo Multiverso Marvel. O CEO do Marvel Studios Kevin Feige confirmou a presença do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e afirmou que ele será parte importante na trama. A expectativa do público é a aparição dos Homens-Aranha antigos, Tobey Maguire e Andrew Garfield. Porém, enquanto não temos nenhum anúncio do estúdio sobre isso, podemos confirmar apenas que o Aranha de Tom Holland estará no filme.

Data de estreia: 16 de Dezembro de 2021.

 

What If…?, Gavião-Arqueiro e Miss Marvel estão confirmados para 2021, mas sem um mês de estreia definido.

 

“‘Duna’ é o melhor filme que já fiz”, afirma Denis Villeneuve

O aguardado remake de ‘Duna‘ é uma das produções mais aguardadas de 2021 e de acordo com o aclamado cineasta Denis Villeneuve este é, de longe, o melhor trabalho de toda a sua carreira.

A informação foi divulgada por ele mesmo, em uma carta à revista Variety. Na ocasião, ele ainda refletiu sobre toda a dedicação de sua equipe de apoio e do elenco:

“‘Duna é, de longe, o melhor filme que eu já fiz. Meu time e eu nos devotamos mais de três anos das nossas vidas para fazer dele uma experiência única nas telonas. A imagem e o som do nosso filme foram projetados meticulosamente para serem vistos nas telonas”.

No mesmo documento, Villeneuve ainda ponderou sobre a emblemática decisão da Warner Bros. de lançar todos os seus filmes simultaneamente nos cinemas e nas telonas, pontuando que a estratégia teria sido uma desesperada medida de tenta reverter a astronômica dívida que o estúdio possui no momento.

“[A decisão foi tomada pela] sobrevivência de uma gigante das telecomunicações, que atualmente tem uma dívida astronômica de mais de US$ 150 milhões. Portanto, embora Duna seja sobre cinema e o público, a AT&T está pensando em sua própria sobrevivência em Wall Street. Como o lançamento do HBO Max foi um fracasso até agora, a AT&T decidiu sacrificar o calendário inteiro da Warner Bros. em 2021 em uma tentativa desesperada de conseguir a atenção do público”.

A estreia da produção foi adiada para outubro de 2021 devido às paralisações causadas pela pandemia do Coronavírus.

Confira o trailer:

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) estrela. O elenco ainda conta com Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier BardemCharlotte Rampling e Josh Brolin.

‘Thor: Amor e Trovão’: Jaimie Alexander retorna para a sequência como Lady Sif

Após sua inexplicável ausência em ‘Thor: Ragnarok‘, a atriz Jamie Alexander, intérprete da personagem Lady Sif, fará o seu retorno ao Universo da Marvel nas telonas, na sequência ‘Thor: Amor e Trovão‘. A informação foi confirmada pelo portal Deadline.

Ainda não se tem detalhes de como a personagem será re-introduzida na trama ou se sua ausência será explicada no contexto da narrativa.

Vale lembrar que na época das filmagens de ‘Ragnarok‘, Alexander estava ocupada com as gravações da série ‘Blindspot‘, da emissora NBC.

Christian Bale também estrela a sequência como o vilão Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Anteriormente previsto para fevereiro de 2022, o quarto filme da saga agora estreia em 06 de maio de 2022, o que, por consequência, adiou outras produções do MCU – incluindo Pantera Negra 2‘Capitã Marvel 2’.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme traz de volta Thor (Hemsworth), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e o Grão-Mestre (Jeff Goldblum).

Lembrando que a Marvel já havia adiado todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.

Ranqueamos TODAS as músicas de ‘Evermore’, o mais novo álbum de Taylor Swift

Taylor Swift nos surpreendeu mais uma vez esse ano com o lançamento surpresa de Evermore, álbum irmão do aclamado Folklore.

Seu nono álbum de estúdio, lançado com uma diferença de cinco meses desde a iteração predecessora, nos apresentou a um lado mais vulnerável, melancólico e ácido de Swift – algo que, ao que tudo indica, será recorrente numa artista que finalmente se encontrou e tem pleno controle de seu processo criativo.

Para celebrar a produção, ranqueamos todas as canções do CD – com exceção das duas faixas que integram a versão deluxe.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

15. “EVERMORE”, feat. Bon Iver

Que uma coisa fique bem claro: Evermore, assim como Folklore, não tem nenhuma música realmente ruim, e sim adições que, de certa forma, não combinam com o restante da estética do álbum ou não atendem às nossas expectativas. Esse é o problema de evermore. A segunda parceria com Bon Iver infelizmente surgiu nas sombras da poderosa balada “exile” – e, por mais que a lírica seja impecável, não surtiu o mesmo efeito.

14. “GOLD RUSH”

A cinemática produção de “gold rush” é saída diretamente de um conto de fadas e fala sobre a pureza do amor esbarrando em obstáculos conforme vai crescendo. O problema é que seus breves três minutos se fragmentam em três canções diferentes que, apostando numa construção original, não conseguem se unir com a fluidez necessária e são ofuscadas por outras iterações mais sólidas.

13. “HAPPINESS”

rock alternativo nunca esteve tão presente na vida de Taylor Swift – e ela canaliza isso com o minimalismos dos sintetizadores em “happiness”, uma faixa que, construída sob uma atmosfera bastante dramática, é recheada de otimistas mensagens que clamam pela calmaria depois da tormenta.

12. “TOLERATE IT”

“tolerate it” mostra com vontade ígnea que Taylor Swift tem puro controle sobre suas incursões vocais e, por mais que seu alcance não seja espetacular, ela sabe como usá-lo a seu favor. Mais do que isso, a faixa prova novamente que a performer cria mágica com a melodia do piano e que tem um apreço gigantesco por unir tendências em um único escopo sonoro.

11. “IVY”

Evocativo, elegíaco e se assimilando a um soneto shakespeariano, “ivy” é uma saudosista e mística canção ambientada no interior de uma vila marcada pelo amargor e pela perda. Os acordes do violão entram em contraste com a lírica literária que apenas Taylor consegue criar – e o verso “eu apenas sento e espero, em luto pelos vivos” é um dos mais emocionantes de sua prolífica carreira.

10. “DOROTHEA”

A fusão do piano à percussão em “dorothea” parece algo de outro mundo – e segue os mesmos passos de “betty”, uma das faixas de Folklore. A track fala candidamente sobre uma amizade de longa data que se afastou com o passar do tempo, mas que nunca deixou de existir em meio a nostalgias bucólicas e uma celebração da vida.

9. “‘TIS THE DAMN SEASON”

Apostando nos ecos dissonantes da guitarra e do baixo, “‘tis the damn season” encontra espaço de sobra para colocar certas batidas panorâmicas em uma invernal e narcótica ambientação que recorda de tempos que não vão voltar mais – mas cujas consequências sempre são sentidas em uma determinada época do ano.

8. “CLOSURE”

É sempre interessante e chamativo quando artistas se afastam das tendências mainstream – e Taylor Swift faz isso com gloriosa cautela em “closure”. A faixa mistura o dream-wave com as dissidências apaixonantes do synth e o clássico piano de cauda, salpicando uma semi-balada midtempo a uma melancolia derradeira.

7. “LONG STORY SHORT”

O mundo da folktronica e da orquestra se fundem em “long story short”, um breve conto de um relacionamento que não deu certo por inúmeros motivos. Aqui, Taylor se lembra de como estava à beira do precipício, demorando para perceber que seu amante não era a pessoa certa e que, para o bem ou para o mal, ela evoluiu a partir de experiências nada positivas.

6. “CONEY ISLAND”, feat. The National

“coney island” traz Swift em uma de suas maiores declarações intimistas desde ‘Red’, com o diferencial de que não tem medo de mostrar sua vulnerabilidade. Sentindo-se sozinha, a canção performada ao lado da banda The National é um soturno retrato de alguém que partiu – e que não voltará tão cedo assim.

5. “CHAMPAGNE PROBLEMS”

Taylor sabe exatamente de que forma decide entregar suas belíssimas canções – e “champagne problems” não é um caso à parte. Enquanto restringe-se a uma linearidade fabulesca guiada pela repetição proposital do piano, a artista brinca com certas notas, as quais, eventualmente, fornecem a profundidade requisitada para um anthem tão catártico quanto este.

4. “COWBOY LIKE ME”

Misturando múltiplas camadas vocais em uma sutil rendição sobre amor e empatia, é bem provável que “cowboy like me” passe longe do radar mainstream – mas merece esse lugar na nossa singela lista por sua perfeição estética e por um deleite sonoro incrível (isso mencionar os poéticos versos dos quais Swift se vale para dar vida a seu conto).

3. “MARJORIE”

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em Evermore, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

2. “WILLOW”

“willow” é a canção que abre a nova e inesperada era de Swift – e da melhor maneira possível. O lead single, um dos melhores das últimas décadas, se apoia no indie folk de uma maneira melódia, burlesca, incrustada com alegorias românticas e uma atemporalidade de tirar o fôlego.

1. “NO BODY, NO CRIME”, feat. HAIM

Taylor e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.

‘Ambulance’: Yahya Abdul-Mateen II entra para o novo thriller de ação de Michael Bay

Segundo o The Hollywood ReporterYahya Abdul-Mateen II foi elencado no mais novo filme de Michael BayAmbulance, remake do filme homônimo dinamarquês lançado em 2005.

O ator, que recentemente estrelou o poderoso drama Os 7 de Chicago e na série vencedora do Emmy Watchmen, se junta aos previamente anunciados Jake GyllenhaalEiza González.

A história mistura clássicos dos anos 1990 como ‘Velocidade Máxima’‘Bad Boys’ e funciona como um thriller de ação sobre ladrões que roubam uma ambulância para escaparem da cena do crime – percebendo tarde demais que há um paciente doente na parte de trás.

Abdul-Mateen II e Gyllenhaal interpretarão os antagonistas, enquanto González dará vida a uma paramédia que é arrastada nessa conturbada luta pela vida e pela morte. Não se sabe quem dará vida ao paciente.

Chris Fedak (‘Prodigal Son‘) é responsável pelo roteiro, que será inspirado em um homônimo filme dinamarquês.

As filmagens estão programas para começarem no início de 2021.

‘Flora e Ulisses’: Aclamado livro infantil vai virar filme no Disney+!

Walt Disney Studios anunciou recentemente uma nova produção original – a adaptação fílmica do aclamado livro ilustrado infantil Flora e Ulisses.

Baseado no romance homônimo de Kate Dicamillo publicado em 2014, a narrativa é centrada em uma jovem menina que se alia com um esquilo com poderes especiais, partindo em aventuras incríveis.

Lena Khan comanda a produção, a partir de um roteiro assinado por Brad Copeland.

Matilda LawlerAlyson HanniganBen SchwartzBenjamin Evan AinsworthDanny Pudi estrelam.

Flora e Ulisses tem estreia marcada para o dia 19 de fevereiro de 2021 no Disney+.

Confira a sinopse oficial do livro:

Esta história começa, como as melhores histórias de super-heróis, com um acidente trágico, de consequências inesperadas. O esquilo não viu o aspirador de pó chegar, mas Flora Belle Buckman, que descreve a si mesma como cínica e que leu todas as recomendações da publicação em quadrinhos Coisas terríveis podem acontecer a você!, é a pessoa certa para interferir e salvá-lo. O que ninguém previa é que Ulisses (o esquilo) renasceria com poderes especiais: além de uma força excepcional, adquiriu a capacidade de voar e de fazer poesia, embora com erros ortográficos. Flora também mudou ao descobrir a possibilidade de esperança e a promessa de um coração capaz de carregar muita alegria e muita tristeza.

‘Shang Chi’: Conheça o elenco completo da nova adaptação da Marvel

Os fãs Disney foram surpreendidos na última quinta-feira (10), pelo evento Investor Day, em que a Casa do Mickey divulgou uma série de novidades ligadas aos seus mais diversos projetos.

E o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, apresentou o elenco completo da aguardada adaptação ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, que será estrelada pelo já confirmado Simu Liu e que ainda vai contar com a veterana Michelle Yeoh.

Lembrando também que as filmagens da produção já foram encerradas.

Conheça o elenco completo:

‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em 09 de julho de 2021.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

‘Ark’: Popular jogo de sobrevivência vai ganhar série animada com Vin Diesel e Russell Crowe

Segundo o Collider, o popular game de sobrevivência ‘Ark: Survival Evolved’ vai ganhar uma versão animada e seriada.

Partindo do aclamado animador Jay Oliva, conhecido por seu trabalho nas animações Liga da JustiçaBatman, da DC, a adaptação tem estreia prevista para 2022.

‘Ark’ coloca os jogadores em um ambíguo mundo pré-histórico, nos levando a cultivar recursos e construira abrigos em meio a perigos mortais – incluindo dinossauros e outras criaturas gigantes.

Vin DieselRussell CroweGerard ButlerElliot PageMichelle YeohDavid TennantMalcolm McDowellJeffrey Wright e Karl Urban serão os dubladores oficiais da produção.

A série já teve nada menos que duas temporadas confirmadas, cada composta por 14 episódios de meia hora cada.

‘High School Musical’: Personagens estampam imagens promocionais do especial de Natal; Confira!

Walt Disney Studios divulgou através do Twitter várias imagens promocionais do especial natalino de High School Musical: O Musical: A Série’, estampando os personagens protagonistas.

Confira:

Ouça a trilha sonora completa do especial aqui.

O evento já está disponível no Disney+.

 

Todo o elenco retornará para performar “covers de clássicos natalinos e canções populares. Eles também contarão histórias de feriados memoráveis de sua infância, melhores (e mais constrangedores) presentes, tradições favoritas, fotos com a família e resoluções de fim de ano”.

Vale lembrar que a 2ª temporada será lançada em 2021, e terá como principal adaptação o clássico longa-metragem ‘A Bela e a Fera‘.

Confira o anúncio:

O elenco é composto por Joshua Bassett (da série A Irmã do Meio), Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee’ (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

Os protagonistas serão Ricky e Nini. O garoto é descrito como um “namorado sarcástico” e a “estrela” da série. Quando Nini decide terminar com ele, o jovem, que acredita não ser bom em nada, se candidata para estrelar a peça da escola. Tudo faz parte do seu plano para reconquistar a amada.

O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação O Touro Ferdinando, cuida do roteiro.