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‘That 70’s Show’ completa 25 anos de sua estreia – Relembre uma das sitcoms mais divertidas dos anos 90!

“Hangin out… down the street, the same old thing… we did last week. Not a thing to do, but talk to you. We´re all alright! We’re all alright! HELLO WISCONSIN!”.

Com essa música da banda Cheap Trick começava toda semana um novo episódio da série cômica ‘That 70’s Show’. Os fãs aqui no Brasil também puderam acompanhar desde sua estreia em 1998, graças ao canal a cabo Sony – que fez a alegria de toda uma geração com as melhores sitcom na segunda metade dos anos 90. Se fosse hoje, a série certamente seria focada nos anos 80, a década de maior repercussão na cultura pop na atualidade. Mas como estreou no fim da década de 90, os anos 80 ainda estavam muito recentes para aquela geração, assim a opção foi por retratar a década de 1970 – para os saudosistas um pouco mais velhos.

A abertura de ‘That 70’s Show’ mostrava os seis adolescentes principais cantando a música tema enquanto dirigem o carro pela cidade.

Criada por Mark Brazill, Bonnie e Terry Turner, o programa tinha como objetivo uma olhada cômica na vida e costumes de jovens crescendo nos anos 70, numa cidadezinha americana fictícia, chamada Point Place, em Wisconsin.

A história acompanha um grupo de seis amigos adolescentes e suas desventuras. O protagonista, Eric, é o típico nerd boa-praça, um rapaz magrinho, filho de um pai extremamente autoritário e severo e de uma mãe que o sufoca de afeto. Ele é apaixonado pela vizinha Donna, sua melhor amiga de infância, que cresce para se tornar uma bela jovem mulher. Temos ainda Kelso, o amigo descerebrado de Eric; Hyde, o rebelde da turma; Fez, o aluno estrangeiro de intercâmbio, cujo país nunca ficamos conhecendo; e Jackie, uma patricinha namorada de Kelso.

Da esquerda para a direita: Kelso (Ashton Kutcher), Eric (Topher Grace), Hyde (Danny Masterson), Donna (Laura Prepon), Fez (Wilmer Valderrama) e Jackie (Mila Kunis).

Curiosamente, por mais perfeito que o título ’That 70’s Show’ possa parecer, ele não foi a primeira opção. Os nomes escolhidos para a série eram ‘Teenage Wasteland’ (algo como “a vida desperdiçada dos adolescentes”) e ‘The Kids are Alright’ (“está tudo bem com os garotos”). A pegadinha é que ambos os títulos fazem referência a canções da banda The Who, sendo assim, precisaram ser alterados por motivo de direitos autorais. Outra opção era ‘Feelin’ Alright’ (“sentindo-se bem”), mas esse nome não teve muitos adeptos. Até finalmente se aterem ao mais óbvio ‘That 70’s Show’ (“aquele programa dos anos 70”).

Para o papel protagonista de Eric, o ator escalado foi Topher Grace, que na década de 2000 teve bastante vitrine em Hollywood, chegando ao seu maior momento ao viver o vilão Venom, no blockbuster ‘Homem-Aranha 3’ (2007). Grace nunca havia atuado profissionalmente antes de ser escolhido para o programa, ganhando o papel após os produtores Bonnie e Terry Turner o assistirem em uma peça colegial. Acontece que eles foram assistir à peça de sua filha, e Topher estudava no mesmo colégio. O rapaz chamou atenção da dupla, que decidiu convidá-lo para o papel.

Eric Forman é o protagonista e a alma da série. Seu intérprete, Topher Grace, nunca havia atuado profissionalmente antes, e ficou famoso pelo papel.

Já o abobalhado Kelso ganhou as formas de Ashton Kutcher, talvez o membro do elenco com a maior popularidade. O ator participou de filmes como ‘O Efeito Borboleta’ e ‘De Repente é Amor’, e nos anos 2000 se tornou queridinho do público feminino. Ele se casou com a atriz Demi Moore na vida real, dezesseis anos mais velha. A união durou de 2005 a 2013. Como em uma destas coincidências de filme, a ficção guiaria a realidade, com Kutcher reencontrando sua colega de elenco Mila Kunis, que viveu Jackie, a namorada de Kelso no programa. Os dois se casaram em 2015 e têm dois filhos. Kunis também se tornou famosa no cinema, com filmes como ‘Cisne Negro’ e ‘Perfeita é a Mãe’.

A vida imita a arte. Mila Kunis e Ashton Kutcher, a Jackie e o Kelso, se casaram na vida real, dez anos após o fim da série.

A ruiva Donna, a protagonista feminina da série, ganharia as formas monumentais de Laura Prepon – que formava com Eric um dos casais mais queridos de se acompanhar na época. Isso porque a relação demorou a engrenar devido à insegurança do rapaz, e acompanhamos todos os entraves até a conquista. Prepon depois participaria da série sensação ‘Orange is the new Black’, da Netflix.

A ruivinha Donna (Laura Prepon) arrebatou os corações de todos os jovens fãs da série.

Wilmer Valderrama, de origem venezuelana e colombiana, deu vida ao estudante de intercâmbio Fez. Aliás, seu personagem é o único que não possui nome. Os colegas o chamavam de Fez por não conseguirem pronunciar seu nome, o que demonstra certa xenofobia implícita da época. Fez é um anagrama para FES, ou “Foreign Exchange Studant” – ou “Estudante Estrangeiro de Intercâmbio”.

O estudante estrangeiro Fez (Wilmer Valderrama), de um país nunca mencionado, é o personagem preferido de muitos, devido à sua inocência quase infantil.

Por último precisamos adereçar o “elefante na sala”. O sexto membro do elenco principal, Danny Masterson, que vive o rebelde de atitude rock n roll Hyde, foi acusado em 2018 de drogar e estuprar duas mulheres na época do auge de sua fama em ‘That 70’s Show’. Quando assistíamos à série nem poderíamos imaginar. Mas o caso foi a julgamento, e Masterson foi condenado, com pena de 30 anos a prisão perpétua. Masterson estava no ar com a série ‘O Rancho’ da Netflix, onde contracenava novamente com Ashton Kutcher, um de seus melhores amigos. Ele foi demitido do programa após as acusações começarem a surgir bem em meio ao movimento #metoo, que jogou luz em uma prática muito costumeira na indústria de Hollywood, o abuso de homens em posição de poder em relação às mulheres.

O ator Danny Masterson foi acusado e condenado por estupro no auge de sua popularidade no programa.

Aliás, uma coincidência infeliz se abateu em 2018 sobre três sitcom da companhia Casey-Werner, uma produtora muito famosa em Hollywood. Acontece que há cinco anos, três destas séries cômicas foram afetadas negativamente pelo comportamento errático de seus astros. Além de Danny Masterson em ‘That 70’s Show’, o veterano Bill Cosby foi condenado por estupro e preso. O ator, de 86 anos, ficou três anos pres. Solto em 2021, ele continua respondendo legalmente ao crime. Sua carreira terminou e o revival planejado pela NBC de seu famoso seriado ‘Cosby’ foi cancelado, assim como as reprises do programa clássico dos anos 80 foi retirado do ar.

Crise similar passou Roseanne Barr, estrela do seriado homônimo ‘Roseanne’, que também fez enorme sucesso nos anos 80. A série havia ganhado um revival em 2018 e estava indo muito bem. No entanto, um comentário racista da estrela veio à tona, quando ela, da maneira mais irresponsável e imbecil possível resolveu comparar Valerie Jarret, consultora do presidente Barack Obama, com um macaco. E isso nas redes sociais. Barr apagou o infeliz e criminoso comentário, mas já era tarde demais. O revival foi cancelado e a carreira de Barr chegou ao fim.

Três séries da produtora Casey-Werner foram afetadas pelo mau comportamento de seus astros em 2018: ‘That 70’s Show’, ‘Cosby’ e ‘Roseanne’.

Voltando para ‘That 70’s Show’, de todas as estreias de sitcoms do canal FOX na temporada de 98/99, este foi o único a fazer sucesso e a seguir sem ser cancelado, os demais viveram apenas uma temporada. A série estreou nos EUA no dia 23 de agosto de 1998 e durou 8 temporadas até 18 de maio de 2006.

No início do texto eu comentei sobre como se fosse nos dias de hoje, a década retratada possivelmente seria os anos 80. No entanto, enquanto ainda estava no ar, no auge de sua popularidade na quarta temporada em 2002, ‘That 70’s Show’ de fato gerou um derivado, focado justamente na década de 80. Pouca gente deve lembrar disso, apesar de a série ter igualmente sido exibida no Brasil pelo canal Sony. Acontece que ‘That 80’s Show’, dos mesmos criadores Mark Brazill e o casal Terry e Bonnie Turner, durou apenas uma temporada com 13 episódios antes de ser cancelada. O seriado contava as desventuras de jovens funcionários de uma videolocadora (lojas típicas da época) e trazia até mesmo uma punk de cabelos espetados interpretada por Chyler Leigh. O que o público da época queria mesmo era os anos 70.

‘That 80’s Show’, primeiro derivado de ‘That 70’s Show’, durou apenas 13 episódios da primeira temporada.

Na onde de revivals e continuações tardias que assola Hollywood, é claro que uma das sitcom mais queridas de todos os tempos não ficaria de fora. Assim, a Netflix tratou de orquestrar a volta de Eric e sua turma nos dias de hoje. Ou quase. Acontece que, como o título diz, ‘That 90’s Show’ se passa agora nos anos 90, outra década muito querida da cultura pop na atualidade. Acompanhamos agora os passos de Leia (Callie Haverda), adolescente que é filha de Eric e Donna, indo passar as férias de verão na casa dos avós, onde seu pai cresceu. Assim, Red e Kitty (novamente Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) precisam lidar com um novo grupo de adolescentes em seu porão.

Eric, Donna, Kelso, Jackie e Fez, todos ainda interpretados pelos atores originais, dão as caras em participações. É claro que por motivos óbvios, Hyde ficou de fora deste reencontro. Mas os astros agora são um novo grupo de adolescentes liderados por Leia. O novo programa estreou no dia 19 de janeiro de 2023, e a Netflix já deu sinal verde para a segunda temporada.

O mesmo porão, uma nova geração. Será que ‘That 90’s Show’ cairá no gosto do público assim como sua predecessora?

Winona Ryder revela que casou de verdade com Keanu Reeves em ‘Drácula’

Em entrevista ao EW, Winona Ryder e Keanu Reeves falaram sobre sua experiência durante as filmagens de ‘Drácula de Bram Stoker‘. E Ryder acabou revelando uma verdadeira bomba sobre a dedicação do diretor Francis Ford Coppola à autenticidade.

“Nós nos casamos de verdade em ‘Drácula’. Eu juro por Deus que eu acredito que nós nos casamos na vida real. Naquela cena, Francis usou um padre romeno real. Nós fizemos toda a cerimônia. Acho que somos casados.”

Os astros se reencontrarão nos cinemas com a comédia romântica ‘Destination Wedding‘, que teve seu primeiro trailer divulgado.

Assista:

A trama da comédia romântica acompanha duas pessoas infelizes que se conhecem no casamento de um amigo e acabam se interessando um pelo o outro. No entanto, iniciar um relacionamento não será uma tarefa tão simples, considerando que ambos ainda carregam passados amorosos ruins.

Destination Wedding‘ foi escrito e será dirigido por Victor Levin, mais conhecido por ter escrito alguns episódios da aclamada série ‘Mad Men‘ e da comédia ‘Mad About You‘, além de roteirizado o filme ‘Um Encontro com o Seu Ídolo!‘.

Chloe e Eva disputam atenção de ‘Lucifer’ em nova imagem promocional da 4ª temporada

A 4ª temporada de ‘Lucifer‘ ganhou uma nova imagem promocional, com o trio de protagonistas.

Confira:

Criada por Tom Kapinos, a série foi cancelada pela FOX depois de três temporadas, mas foi resgatada pela Netflix depois da forte reação dos fãs.

A trama gira em torno de Lucifer Morningstar, que está entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta com Tom Ellis, Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

A quarta temporada será lançada na plataforma no dia 8 de maio.

‘Em um Bairro em Nova York’: As ruas ganham vida no trailer LEGENDADO do musical

A Warner Bros. divulgou o trailer legendado do musical ‘Em um Bairro em Nova York‘.

Confira:

Dirigido por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos‘), o longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda.

As luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi (Anthony Ramos), que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.

O elenco também é formado por Anthony RamosLeslie GraceCorey HawkinsMelissa BarreraJimmy SmitsOlga MeredizGregory DiazNoah CatalaDaphne Rubin-VegaStephanie BeatrizDascha Polanco Marc Anthony.

O longa tem estreia marcada para o dia 26 de junho de 2020.

‘Os Novos Mutantes’ DECEPCIONA em sua estreia nas bilheterias

Apesar de representar a maior estreia desde o início da pandemia de coronavírus em março, a adaptação ‘Os Novos Mutantes‘ teve um resultado abaixo das expectativas, arrecadando apenas US$ 7 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Vale lembrar que, apesar de 60-70% dos cinemas do país estarem abertos, algumas das áreas mais populares, incluindo Los Angeles e Nova York, permanecem fechadas – o que pode ter ajudado na estreia morna do longa.

No Rotten Tomatoes, o filme abriu com míseros 25% de aprovação, com nota 4.71/10 baseada em 12 reviews até o momento. Na seção da audiência, a obra também não teve uma boa recepção – amargando 56% de aprovação com média 3.39/5.

Confira as reações abaixo:

“Poucas coisas novas aqui” – THR.

“Um filme que deveria ser esquecido por todos os envolvidos” – JoBlo.

“É difícil encontrar o momento certo onde [o diretor JoshBoone erra, porque há várias opções para escolher” – Globe and Mail.

“Um filme de uma era passada quando a Fox era sua própria companhia e que não sabe o que fazer com a saga ‘X-Men’” – Dan Murrell Reviews.

“Parece que esse filme não tem mais nenhuma carta em suas mangas” – ChrisStuckermann.com.

O filme chega aos cinemas nacionais em 10 de setembro.

Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.

A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.

O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘Velozes e Furiosos 9’: Novo vídeo destaca as poderosas mulheres da franquia; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo de ‘Velozes e Furiosos 9‘, destacando as poderosas mulheres da franquia.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de junho.

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Homem-Aranha 3’ ultrapassa ‘Pantera Negra’ e se torna a 4ª MAIOR bilheteria da história dos EUA

Apesar de ter sido destronada pelo terror ‘Pânico‘ nos cinemas norte-americanos, a sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já arrecadou impressionantes US$ 702.9 milhões nas bilheterias do país.

O longa ultrapassou a bilheteria total de ‘Pantera Negra‘ ($700.4m), tornando-se a quarta MAIOR bilheteria da história dos EUA.

Além disso, após levar mais de 15 milhões de brasileiros aos cinemas e arrecadar quase R$ 300 milhões, o filme já é a segunda MAIOR bilheteria da história do cinema nacional, ficando atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘.

Confira o TOP 10:

1. Vingadores: Ultimato – R$ 353 milhões
2. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – R$ 290 milhões
3. O Rei Leão (2019) – R$ 287 milhões
4. Vingadores: Guerra Infinita – R$ 259 milhões
5. Vingadores: Era de Ultron – R$ 187 milhões
6. Minha Mãe É uma Peça 3 – R$ 175 milhões
7. Coringa – R$ 156 milhões
8. Capitã Marvel  – R$ 153 milhões
9. Aquaman  – R$  149 milhões
10. Minions – R$  146 milhões

Assista nossa entrevista com o Tom Holland e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que ‘Homem-Aranha 3‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Abracadabra 3’: Bette Midler quer retornar para nova sequência

Em entrevista ao Entertainment Weekly, a atriz Bette Midler revelou que adoraria retornar para um terceiro filme da franquia ‘Abracadabra‘, que finalmente ganhará uma sequência após 30 anos desde o lançamento do longa original.

“Tenho inveja dos outros atores que participaram de grandes franquias enquanto eu estava esperando por uma sequência de ‘O Clube das Desquitadas’, que nunca chegou a acontecer. Após 30 anos sem uma sequência para ‘Abracadabra’, estou feliz por finalmente ter essa chance de retornar. Eu adoraria participar de uma franquia – especialmente envolvendo uma personagem que eu amo. Se eles quiserem fazer um terceiro filme, é óbvio que ele adoraria retornar. Não consigo imaginar como seria a história, mas eu amo a Winifred. E eu tenho uma ótima relação com a Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker.”

Anteriormente, Sarah Jessica Parker declarou que a franquia pode continuar através do formato de animação: “Kathy [Najimy] tem uma ótima ideia sobre o terceiro filme ser uma animação. Seria interessante. Seria divertido, interessante e inovador, como uma animação clássica. Obviamente, eu adoraria discutir sobre um terceiro filme, mas iria depender se Kathy e Bette também iriam querer.”

Abracadabra 2‘ será lançado pelo Disney+ no dia 30 de setembro.

O filme é dirigido por Anne Fletcher.

Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.

O elenco ainda contará com Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

Diretor de ‘A Freira 2’ COMPARA Valak com vilões clássicos do gênero

Em entrevista ao Total Film, Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) afirmou que considera Valak, a demoníaca freira do universo ‘Invocação do Mal‘, um vilão tão icônico quanto os monstros clássicos do gênero.

O demônio, que fez sua estreia em ‘Invocação do Mal 2‘, antes ganhar o seu próprio filme solo – tornando-se a maior arrecadação global de toda a franquia –, retornará para a sequência ‘A Freira 2‘.

“Valak me faz lembrar do Pennywise, Drácula e Nosferatu. Eu consigo ver todos os monstros clássicos do gênero quando olho para ela. Sinto que ela já está neste patamar.”

O cineasta ainda revelou novos detalhes sobre a sequência: “Maurice chegou à França e está trabalhando em uma escola como um faz-tudo. Ele faz amizade com uma das professoras e podemos ver o personagem amadurecer. É neste ponto que o encontramos no início da história. Mas, a partir do final do primeiro filme, sabemos que há algo terrível dentro dele. E isso faz a Irene retornar para enfrentar novamente sua velha amiga.”

A Freira 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de setembro.

Confira o trailer:

Storm ReidAnna PopplewellKatelyn Rose DowneyJonas Bloquet e outros também fazem parte do elenco.

Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.

1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.

Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.

‘Entrevista com o Vampiro’: 2ª temporada abre com 88% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 8 críticas publicadas até o momento, a 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, série baseada na clássica saga literária de Anne Rice, abriu com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a narrativa envolvente, os personagens complexos e o sólido desempenho de seus talentosos atores.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Os novos membros do elenco se encaixaram perfeitamente no melodrama complexo da série, onde as motivações mais mesquinhas têm consequências terríveis. Impulsionada por performances ferozes, essa é a personificação perfeita da capacidade única das histórias de vampiros em combinar desejo e horror.” (IGN Movies)

“A segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ é ambiciosa, complexa e parece nada mais do que uma extensão natural do primeiro ciclo.” (Paste Magazine)

“É frustrante ver uma história tão promissora prejudicada por problemas de ritmo, especialmente devido ao alto nível da primeira temporada. A série sempre foi lenta, mas a segunda temporada parece que perdeu força – ou pior: tem uma mordida fraca.” (Inverse)

“A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ dá continuidade ao brilho bem executado que o ciclo antecessor deixou.” (Creepy Kingdom)

“A segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ é tão sedutora e sinistra quanto a primeira, continuando sua adaptação inteligente dos amados romances de Anne Rice.” (Collider)

“‘Entrevista com o Vampiro’ sempre teve sucesso na exploração de dinâmicas complicadas, e a 2ª temporada continua a ser bem-sucedida nesta área.” (Mama’s Geeky)

“O novo ciclo de ‘Entrevista com o Vampiro’ traz uma visão íntima e comovente do amor. A temporada mais uma vez captura a beleza e a crueldade das conexões eternas pelas quais Anne Rice é conhecida, e faz isso sem esforço.” (But Why Tho? A Geeky Community)

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de maio.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na nova temporada, após os eventos sangrentos em Nova Orleans, em 1940, quando Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson) e a adolescente Claudia (Delainey Hayles) conspiraram para matar o vampiro Lestat de Lioncourt (Sam Reid), Louis passa a contar suas aventuras na Europa, em sua busca pelos Vampiros do Mundo Antigo e o Teatro dos Vampiros. Em Paris, ele conhece o vampiro Armand (Assad Zaman). O relacionamento dos dois terá consequências devastadoras no passado e no futuro, e o jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian) irá arriscar tudo para descobrir as verdades enterradas nestas memórias.

Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dará vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Ellen Ripley retornará em sequência de ‘Alien: Romulus’? Diretor responde!

Através do seu Twitter, o diretor Fede Álvarez (‘A Morte do Demônio’) esclareceu os rumores envolvendo o possível retorno da Ellen Ripley (Sigourney Weaver) na sequência de ‘Alien: Romulus‘.

O rumor foi originado pelo insider Daniel Richtman, que havia alegado que “o retorno da Ripley usando tecnologia de rejuvenescimento estava sendo considerado para o próximo filme da saga”.

O cineasta, no entanto, foi direto e apenas desmentiu a informação: “Fofoca divertida, mas não é verdade.”

Anteriormente, Álvarez havia comentado sobre suas expectativas para a possível sequência: “Rodo [Sayagues, co-roteirista] e eu estamos trabalhando nisso agora. Estamos empolgados com a direção para onde isso pode nos levar. Já exploramos quase tudo o que eu queria ver [em Romulus] e trouxemos de volta muitas coisas que há muito tempo não víamos. Agora, onde quer que vamos, podemos entrar em águas desconhecidas”.

A ideia, aparentemente, é seguir as aventuras da protagonista Rain, interpretada por Cailee Spaeny, que foi introduzida em ‘Romulus‘.

“Acho que será muito empolgante levar os personagens que você já conhece deste filme para um lugar na franquia Alien onde nunca estivemos antes e descobrir coisas que você nunca viu”, disse ele.

No entanto, uma sequência direta de ‘Romulus’ só acontecerá se Álvarez encontrar uma história realmente válida para ser contada.

“O erro comum com sequências é fazê-las simplesmente porque você pode. E, devido ao sucesso de Romulus, definitivamente podemos fazer uma sequência”, afirmou. “Mas eu não faria isso a menos que tivéssemos uma ideia realmente boa, algo que fosse digno do título”.

Lembrando que ‘Alien: Romulus’ já está disponível no Disney+.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Orçado em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ se tornou um novo sucesso da franquia ao arrecadar US$350,9 milhões ao redor do mundo.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, entra como produtor.

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‘Screamboat 2’: Sequência é CONFIRMADA e contará com a Minnie Mouse

De acordo com o Variety, uma sequência para o filme trash ‘Screamboat: Terror a Bordo‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Intitulada ‘Screamboat 2: Nothing Stays Dead‘ (Screamboat 2: Nada Permanece Morto, em tradução livre), a continuação irá introduzir a Minnie Mouse.

David Howard Thornton retornará como a versão assassina do Mickey Mouse.

Steven LaMorte, que retornará à direção, comentou sobre o que podemos esperar da sequência: “Estou animado em anunciar a sequência para nosso sangrento terror cômico. Nós nos divertimos muito criando essas versões distorcidas de personagens clássicos, e estou ansioso para retornar ao universo de ‘Screamboat’ e fazer um novo caos assassino. O novo filme continuará a história e irá expandir o desfecho do longa original – que indicou a chegada de um novo ícone assassino em domínio público: a Minnie.”

Sem previsão de estreia, a sequência deve ser lançada em 2026.

Crítica | Screamboat: Terror a Bordo – Mickey dos anos 1920 Toca o TERROR em Divertido e Criativo Filme

Um rato assassino persegue um grupo de nova-iorquinos em um passeio noturno de balsa, desencadeando uma luta pela sobrevivência e transformando seu passeio em um pesadelo. Será que a tripulação de viajantes do navio conseguirá encontrar uma maneira de deter a criatura assassina que desenvolveu um gosto por turistas?

David Howard Thornton, que interpreta o psicótico palhaço Art na franquia ‘Terrifier‘, dá vida ao Mickey Mouse.

O elenco ainda contará com Allison Pittel, Kailey Hyman, Tyler Posey, Amy SchumacherJesse PoseyJesse Kove, Rumi C Jean-Louis, Jarlath ConroyCharles Edwin Powell.

A produção será baseada no curta homônimo envolvendo o icônico personagem da Disney. Lançado originalmente em 1928, ‘O Vapor Willie‘ entrou recentemente em domínio público.

‘As Crônicas de Nárnia’: Adaptação da Netflix será lançada nos CINEMAS brasileiros; Confira a data!

Apesar de estar sendo desenvolvida pela Netflix, a nova adaptação de ‘As Crônicas de Nárnia‘ contará com um lançamento tradicional nos cinemas.

No Brasil, o filme – intitulado ‘As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago‘ – chegará às telonas pela Sony Pictures no dia 11 de fevereiro de 2027.

A produção só será lançada no serviço de streaming no dia 2 de abril de 2027 – dois meses após a abertura nos cinemas, o que torna este projeto o primeiro lançamento tradicional nos cinemas da Netflix.

Greta Gerwig (‘Barbie’) adaptará o sexto livro da saga literária, que funciona como um prelúdio. A história segue Digory e Polly, que descobrem mundos mágicos por meio de anéis encantados, presenciando o nascimento de Nárnia e o surgimento da feiticeira Jadis.

‘As Crônicas de Nárnia’: Ben Barnes, o Príncipe Caspian, opina sobre remake feito pela Netflix

Os novatos David McKenna e Beatrice Campbell estrelam ao lado de Emma Mackey, Carey Mulligan, Kobna Holdbrook-Smith, Daniel Craig e Meryl Streep.

Netflix planeja fazer OITO filmes da saga ‘As Crônicas de Nárnia’

Criador de ‘Black Mirror’ revela se episódios são conectados entre si

Um dos aspectos que mais intriga os fãs da aclamada série ‘Black Mirror‘ é justamente a existência de uma conexão entre os episódios da trama.

Embora a narrativa seja antológica, com capítulos distintos e histórias particulares, a possibilidade sempre foi um dos grandes questionamentos do público.

E recentemente, em uma entrevista ao site The Hollywood Reporter, o criador da produção, Charlie Brooker, revelou se existe ou não alguma correlação entre os episódios. Segundo ele, sua perspectiva sobre o assunto mudou e algumas tramas podem estar conectadas entre si.

Disse Brooker:

“Na verdade, minha resposta sobre essa pergunta mudou. Eu sempre costumava dizer que era um pouco pela diversão, mas acontece que em alguns casos nós realmente criamos episódios que fazem referências diretas e explícitas a outros capítulos. Acho que aqui a regra que se aplica consiste no seguinte: quando um personagem diz algo que é explicitamente ligado a outra coisa que já mostramos, então estamos dentro de um cânone. Outra coisa que costuma dizer é que todos os episódios seguem o mesmo universo do sonho. Vale ressaltar que no episódio ‘Hated in the Nation’ tem uma pessoa que se refere a um crime que aconteceu no episódio ‘White Bear'”.

 

A Netflix divulgou o primeiro teaser da quarta temporada da aclamada série ‘Black Mirror‘.

O vídeo, compartilhado através da conta do Faceboook da produção, traz uma rápida apresentação dos próximos seis episódios que estão por vir.

Confira:

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado. A nova temporada da série estreia este ano, ainda sem data definida para o lançamento. Aguarde novidades aqui no CinePOP.

‘The Gifted’ ganha imagem, cartazes e data de estreia da 2ª temporada

A 2ª temporada de ‘The Gifted’ ganhou data de estreia, uma nova imagem e cartazes.

A produção retorna em 25 de setembro nos Estados Unidos.

Confira:

Fox também anunciou um novo acréscimo ao elenco da 2ª temporada de ‘The Gifted‘. Grace Byers, que já participou da série ‘Empire‘, fará parte da trama de forma recorrente.

A atriz dará vida à Reeva, uma personagem que deve se aliar a Polaris (Emma Dumont), às irmãs Frost (Skyler Samuels) e a Andy (Percy Hynes White).

Cyberpunk 2077: Keanu Reeves terá papel em novo game; Confira o trailer!

O astro Keanu Reeves está vivendo o que talvez seja seu período de maior produtividade cinematográfica. Entre 2018 e a primeira metade de 2019, ele esteve nos filmes ‘Sibéria‘, ‘Cópias – De Volta à Vida‘, ‘Com Quem Será?‘, ‘John Wick 3: Parabellum‘, ‘Meu Eterno Talvez‘ e em breve poderá ser ouvido em ‘Toy Story 4‘, onde ele empresta sua voz para um motoqueiro acrobata.

E Reeves não parece estar disposto a reduzir seu ritmo e terá seu próprio personagem no game Cyberpunk 2077.  Interpretando o papel de Johnny Silverhand, ele não apenas emprestou sua voz para o game, como também fez toda sua captura de movimentos.

Produzido pela CD PROJEKT RED, Cyberpunk 2077 teve seu trailer anunciado no último domingo (09), durante a E3, em Los Angeles, durante a apresentação da Microsoft – na qual Reeves participou. O jogo chega às prateleiras em 16 de abril de 2020 e estará disponível para os consoles PlayStation 4, XBox One, além de PC.

Assista:

Cyberpunk 2077 é uma narrativa conduzida no estilo RPG e se passa em uma perigosa metrópole do futuro, intitulada Night City. O game acompanha a história de V, um assassino de aluguel em ascensão em um mundo de guerreiros de rua cibernéticos, netrunners conhecedores de tecnologia e hackers corporativos.

 

Disney Channel será fechada no Reino Unido e conteúdos originais migrarão para o Disney+

O canal Disney Channel do Reino Unido encerrará suas atividades em 2020 e seu conteúdo original agora migrará para a plataforma de streaming Disney+. Isso significa que todos os demais braços da emissora, DisneyXD e Disney Junior também serão finalizados. O canal será encerrado no dia 01 de outubro.

Por meio de um comunicado oficial, a empresa refletiu sobre suas motivações para a grandiosa mudança, afirmando que no mundo contemporâneo – o mercado de conteúdo on demand via streaming sofreu um crescimento significativo e muito mais lucrativo:

“O serviço direto-ao-consumidor, que conquistou mais de 54,5 milhões de assinantes em todo o mundo nos primeiros sete meses, agora estreará todos os filmes, séries e especiais mais recentes dos três canais da Disney, além de oferecer um rico e expansivo catálogo antigo dos títulos da Disney dos canais do Reino Unido, incluindo o Mickey Mouse Clubhouse, Descendentes 3 e Phineas e Ferb“.

E apesar da grande mudança de estratégia comercial, a empresa não deixou de reiterou a importância da emissora Disney Channel, salientando que sua presença ao redor do mundo ainda continuará forte:

“A Walt Disney Company continua comprometida com o negócio de canais infantis e continua a executar acordos de distribuição para os canais da Disney em muitos mercados onde o Disney+ também está disponível, com o objetivo de oferecer aos fãs vários pontos de entrada para as nossas narrativas”.

Confira as estreias da na Netflix ÚLTIMA semana do mês de junho

Junho está chegando ao fim, mas a Netflix ainda separou uma pequena leva de novas estreias que chegam ao longo dos três últimos dias do mês.

E entre os principais lançamentos estão o documentário ‘Três Estranhos Idênticos‘ e a última temporada da popular série ‘Raio Negro‘.

Confira a agenda completa:

28/06

Três estranhos idênticos
Três adolescentes se encontram por acaso e descobrem que são trigêmeos separados no nascimento. Eles adoram a notícia, até a verdade vir à tona.

The Seven Deadly Sins: Dragon’s Judgement
Meliodas absorve os mandamentos para se tornar Rei dos Demônios e salvar Elizabeth. Enquanto isso, Ban vai ao purgatório para salvar a alma do capitão.

29/06

Raio Negro: Temporada 4
Culpado, Jefferson jura deixar de ser herói. Mas as novas ameaças em Freeland acabam levando a família Pierce de volta à batalha.

30/06

America: The Motion Picture
Armado com uma motosserra, George Washington se une ao beberrão Sam Adams para derrotar os ingleses numa grande zoeira com a Revolução Americana. Estrelando Channing Tatum.

Jumanji
Quando dois irmãos descobrem um jogo de tabuleiro que é um portal para um mundo mágico, encontram um homem que está preso no jogo há anos. Estrelando Robin Williams.

Do que os Homens Gostam
Uma agente esportiva descobre que consegue ouvir os pensamentos dos homens e usa a habilidade para vencer numa empresa dominada por eles. Estrelando Taraji P. Henson.

Sophie: Assassinato em West Cork
Esta série sobre crimes reais é baseada no assassinato da francesa Sophie Toscan du Plantier, encontrada morta perto da casa onde passava férias.

‘Mountainhead’: Filme do criador de ‘Succession’, com Steve Carell, ganha primeiras imagens e data de estreia

Mountainhead‘, o primeiro filme dirigido por Jesse Armstrong (criador da serie ‘Succession‘), ganhou suas primeiras imagens oficiais, além de sua data de estreia.

A produção, estrelada por Steve Carell, estreia em 31 de maio, às 20h, no canal HBO. O longa também será lançado simultaneamente no streaming MAX.

Segundo a sinopse oficial, ‘Mountainhead‘ se passa “no contexto de uma crise internacional contínua” e segue um grupo de amigos bilionários.

Confira as primeiras imagens:

O elenco ainda conta com Jason Schwartzman, Ramy Youssef, Cory Michael Smith, Hadley Robinson, Andy Daly, Ali Kinkade, Daniel Oreskes, David Thompson, Ami MacKenzie e Ava Kostia.

Armstrong assina o roteiro e a direção do longa. Ele também é um dos produtores executivos, ao lado de Frank Rich, Lucy Prebble, Jon Brown, Tony Roche, Will Tracy e Mark Mylod – todos também produtores executivos da série ‘Succession‘.

‘O Justiceiro’: Violência “é para causar desconforto”

O ator Ben Barnes cedeu uma entrevista ao Screen Rant, em que comenta sobre o grau de violência que ‘O Justiceiro’ terá e se isso pode vir a incentivar atos violentos, já que os EUA está passando por momentos complicados.

De acordo com o ator, a violência mostrada na série foi pensada de modo a causar desconforto no espectador, e não ser glorificada.

“Sempre ficou claro para nós que a violência no nosso seriado era para causar desconforto e você deveria conseguir ver o desgaste dos personagens ao serem violentos. Ninguém, acho, é louvado na nossa série por ser violento, especialmente se estão usando armas. Então esta não é uma mensagem que estamos passando e foi algo que discutimos. Mas obviamente que a conversa ganha outras proporções quando coisas acontecem no mundo, como os trágicos eventos em Las Vegas. Mas certamente não foi tratado levianamente. A violência na nossa série nunca foi algo a ser glorificado.”

A Netflix acaba de divulgar um novo cartaz, estampado por Karen Page (Deborah Ann Woll).

Confira, com o último trailer:

Em ‘O Justiceiro‘, Frank Castle é um ex-militar assombrado e caçado após o assassinato de sua família. Tentando superar o trauma, ele se transforma em um vigilante, que busca combater a criminalidade em Nova York e atende pelo nome de “Justiceiro”. A primeira temporada do spin-off terá 13 episódios.

Deborah Ann Woll retorna ao papel de Karen Page e Ben Barnes será Billy Russo.

A série estreia na Netflix dia 17 de novembro de 2017.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

Confira o título dos episódios:

S01E01 – 3 A.M.
S01E02 – Two Dead Men
S01E03 – Kandahar
S01E04 – Resupply
S01E05 – Gunner
S01E06 – The Judas Goat
S01E07 – Crosshairs
S01E08 – Cold Steel
S01E09 – Front Toward Enemy
S01E10 – Virtue of the Vicious
S01E11 – Danger Close
S01E12 – Home
S01E13 – Memento Mori

 

Steven Spielberg quer adaptar obra de terror de Stephen King para os cinemas

Steven Spielberg está cheio de planos para os próximos anos, além de dirigir o remake de ‘Amor, Sublime Amor’, o diretor está planejando adaptar para os cinemas o livro de terror ‘O Talismã’, de Stephen King, cujos direitos pertencem a ele desde 1982.

Durante uma entrevista à Entertainment WeeklySpielberg contou que sempre desejou fazer uma parceria com King nos cinemas e que o projeto pode sair nos próximos anos.

“Eu realmente acredito que num futuro próximo essa será a nossa colaboração mais rica. A Universal Pictures comprou o livro para mim, então não foi optativo. Foi uma venda direta da obra. Tenho os direitos dela desde 1982 e tenho esperança de que farei esse filme nos próximos anos, com certeza. Não estou comprometido com o projeto como diretor, mas é algo que quero ver nos cinemas há 35 anos”

Só nos resta aguardar para ver esse projeto ganhar vida.

‘Vingadores 4’: Vídeo dos bastidores com Gamora pode reforçar importante teoria

Como já bem sabemos, existe uma forte teoria de que haverá viagem no tempo no aguardado ‘Vingadores 4’, porém, até agora só existem indícios e nada oficial foi confirmado.

No caso, a especulação de que os heróis não só viajarão pelo tempo, mas também, revisitarão importantes cenários dos dez primeiros anos de MCU.

E um vídeo que a atriz Zoe Saldana, a Gamora, publicou em seu Instagram em dezembro do ano passado, pode indicar que essa teoria está cada vez mais perto de se confirmar, afinal, a atriz aprece utilizando o uniforme que a personagem usou no primeiro ‘Guardiões da Galáxia’, e como essa cena não fez parte de ‘Guerra Infinita’, é provável que seja das gravações de ‘Vingadores 4’. Confira o vídeo:

Gamora has a cold.

Uma publicação compartilhada por Zoe Saldana (@zoesaldana) em

 

 

 

O título oficial de ‘Vingadores 4’ está sendo mantido em sigilo absoluto dentro da Marvel Studios, porém, uma nova dica dada pelos próprios diretores do filme, Joe e Anthony Russo, pode colocar os fãs no caminho certo para descobrir o que o  projeto realmente será.

Em uma postagem no Instagram, há uma imagem de um quadro que diz “Sala infinita com espelhos: Consequências da Obliteração da Eternidade“, sendo uma referência a uma famosa instalação artística criada por Yayoi Kusama, a legenda da foto diz “Revelação do título de A4 (‘Vingadores 4’) #infiniteKUSAMA“.

Imediatamente diversos fãs começaram a se perguntar se o filme não pode ser ‘Vingadores: Consequências’ (Avengers: Aftermath) ou ‘Vingadores: Eternidade’ (Avengers: Eternity).

Logo depois, eles apagaram o post.

Vale lembrar que o título ‘Vingadores: Consequências’ (Avengers: Aftermath) tem sido especulado há algum tempo…

Confira a foto:

Qual título você prefere?

‘Vingadores 4’ chega aos cinemas brasileiros em 27 de Abril de 2019.

Crítica com spoilers | ‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha’ diverte entre acertos e erros

Chegou ao fim a primeira temporada de Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha, a nova série animada original do Disney+ sobre o Cabeça de Teia. Desde que foi anunciada, a produção foi cercada de rumores. O mais famoso dizia que ela seria um tipo de prequel para o Peter Parker de Tom Holland. No entanto, com a demora na aprovação, optaram por seguir um caminho diferente, criando uma nova versão do herói para as telinhas. Com isso, além de não precisar desse cuidado para não criar inconsistências com aquilo já mostrado nos cinemas, a série poderia aproveitar novos vilões sem comprometer o futuro do Universo Cinematográfico Marvel.

Ou seja, é uma animação ambientada em um universo alternativo, ainda incluído no MCU com o atual conceito de Multiverso, e com algumas similaridades ao que já foi visto nos cinemas. Foi uma saída inteligente para evitar limitações. Só que certamente acabou decepcionando alguns que já esperavam a série integrada ao cânone regular dos filmes. De qualquer forma, a produção resgata personagens esquecidos dos quadrinhos, dá uma nova versão ao Cabeça de Teia e ao mesmo tempo que se inspira em muitas cenas já vividas pelo Holland, consegue criar uma identidade própria.

Entretanto, a série sofre com um problema grave de ritmo. E muito disso se deve a uma dificuldade em encontrar o equilíbrio entre Peter Parker e Homem-Aranha. Enquanto a abordagem relacionada a vida pessoal do menino é muito interessante, há pelo menos três dos dez episódios que tornam as cenas do herói realmente chatas. É complexo, porque a dualidade entre a vida pública e a identidade secreta sempre foi um dos fatores mais fantásticos do personagem, independentemente da mídia em que é retratado. E aqui, ao mostrar Norman Osborn descobrindo que Peter era o Aranha logo nos primeiros episódios, a produção segue por um caminho que não é lá dos mais cativantes na hora de representar o herói.

Grande parte da graça desse ícone é mostrá-lo como um menino comum que vai aprendendo a ser herói por conta das adversidades. Ele tem seus mentores e ídolos, mas sempre recorre a seu senso de responsabilidade para aprender e melhorar como pessoa e como super-herói. Ao colocar o Norman como seu novo chefe e mentor, atuando como patrocinador e ‘treinador’ do Aranha, a série abre um caminho para explorar esse embate entre os dois futuramente, mas cai no mesmo rumo que foi duramente criticado por fãs e imprensa especializada em sua abordagem nos cinemas: deixar Peter Parker dependente de outra figura paterna controversa.

O lado positivo é que essa construção de relação de mentoria leva a um momento muito interessante no final da temporada, que é quando o Peter passa a lembrar do que ensinaram a ele sobre poder e respeito, chegando muito perto de se corromper para agradar a quem ele tem como símbolo de sucesso. E isso é perfeito para resumir a temporada. Por mais que ela tenha sido inconstante, parece que muita coisa foi implantada para ser desenvolvida futuramente nas próximas duas temporadas da série. É aquilo, né? Era plenamente possível inserir essas tramas para o futuro sem comprometer o andamento do presente.

A segunda semana da série foi praticamente toda focada no garoto testando os uniformes desenvolvidos pela Oscorp para “melhorar sua imagem”. E não poderiam ter feito escolha mais chata que essa. Parece que a série simplesmente não anda entre o terceiro e o quinto episódio, sendo salva na semana seguinte com o espetacular sexto capítulo, que é focado mais nas relações pessoais do Peter do que efetivamente na vida de Homem-Aranha.

E a frustração se dá muito porque os primeiros episódios dão um gostinho daquele personagem que busca essencialmente ser uma pessoa melhor em vez de querer agradar um bilionário que apostou nele. A cena dele prendendo a moça que roubou a pizzaria e depois explicando a situação para o dono, pedindo para ele aliviar a situação porque era só uma pessoa desempregada passando por tempos difíceis foi sensacional. A impressão é que a série seguiria por esse rumo mais intimista, mas preferiu ir atrás da megalomania do dinheiro infinito da Oscorp.

No fim das contas, é frustrante porque o nome do show é ‘Seu Amigão da Vizinhança’, mas uma boa parte dos episódios é voltado para ameaças mais elaboradas. Tanto que o show se reencontra quando assume esse lado mais ‘herói urbano’ do Aranha, trazendo ele para mediar problemas de gangues e enfrentar o Escorpião, e desenvolvendo o núcleo de amizades do Peter, que trazem ele de volta para lembrar que mesmo sendo um super-herói, ele é só um adolescente.

Mas o grande destaque da série é mesmo o desenvolvimento do Lápide. As outras adaptações do vilão, que é um dos maiores gângsteres do núcleo do Homem-Aranha, já traziam ele em sua forma mafiosa, fazendo dele uma ameaça praticamente genérica. Neste show, o jovem Lonnie teve sua história contada e muito bem desenvolvida. A jornada do menino negro extremamente promissor que acabou entrando para um gangue por conta de uma grande burrada do irmão, praticamente jogando futuro no lixo seu brilhante futuro nos estudos e no esporte, é uma história assustadoramente comum nos EUA – e em grande parte do mundo também.

Colocá-lo neste núcleo das gangues e do crime organizado como resposta ao preconceito foi muito sagaz da equipe criativa. Principalmente ao mostrar a situação de forma honesta, tentando fugir dos estereótipos de que todo bandido é burro ou grosseirão. Ao mesmo tempo, existe um cuidado no show para não incentivar esse tipo de comportamento, sempre deixando claro que o rapaz está em uma situação errada e que aquele caminho não deve ser considerado, já que faz o envolvido e toda a família sofrer. No final, quando ele tem a chance de concluir a corrupção de sua alma junto a bandidagem, o bom garoto prodígio do colégio emerge e ensina ao próprio Homem-Aranha sobre não perder sua essência.

Sobre o episódio final, a escolha por transformar a origem deste Homem-Aranha em um grande paradoxo pode ter desagradado a alguns, mas certamente foi surpreendente. De alguma forma, isso tudo me remetia àquelas ideias descartadas com a franquia O Espetacular Homem-Aranha (2012 – 2014), que trazia a aranha que picou o Peter sendo cientificamente alterada para liberar os poderes exclusivamente quando encontrasse com o DNA do garoto. E se isso já remetia à franquia de Andrew Garfield, o final da série, que deixa um gancho absurdo para a próxima temporada, meio que confirmou essa aproximação.

Resgatar a trama pouco tocada sobre Richard Parker já quase foi tentado na saga de 2012. No entanto, até mesmo os acionistas da Sony acharam que não seria bom mexer nesse passado dos pais de Peter e decidiram cortar da versão final do filme. Foi surpreendente ver Richard vivo novamente e interagindo com a Tia May, agora resta saber o que o time está guardando para a próxima temporada e como vão desenvolver essa trama, que parece ser central. O Homem-Aranha dos anos 2020 parece estar sempre à procura de uma figura paterna para suprir o vazio deixado pela morte dos pais e do Tio Ben. Depois de Tony Stark e Norman Osborn, parece que chegou a vez do próprio pai do Peter assumir a figura paterna.

A integração dos outros heróis Marvel também foi positiva. Apesar de haver alguns momentos de excesso de influência deles, as participações pontuais do Doutor Estranho e do Demolidor foram excelentes. É curioso como essa questão é bem resolvida nos quadrinhos, mas geralmente enfrenta dificuldades nas adaptações. O núcleo do Homem-Aranha é tão rico e vasto que o põe em uma prateleira acima de grande grupos consagrados desse universo. Pode estar havendo um apocalipse urgente, ainda assim é mais cativante ver o Peter ajudando a recuperar a bolsa de uma velhinha ou trocar socos com um cara usando pijama de rinoceronte para roubar um banco do que vê-lo fazer de tudo para tentar se enquadrar nos Vingadores.

O Homem-Aranha não nasceu para ser coadjuvante. Ele precisa ocupar o papel de protagonista, e a série entendeu bem isso. Em momento algum ele fica ofuscado pelas participações especiais dos outros heróis. Na verdade, o único que ofusca o Aranha é o próprio Peter Parker.

Enfim, é uma série ousada, que infelizmente se perdeu por alguns episódios, mas estabeleceu um futuro promissor e bastante curioso para as próximas temporadas. Por ser apenas a primeira temporada, fica a expectativa para que corrijam algumas rotas na próxima, como o estilo da animação, por exemplo. Sabemos que a estética não será mudada, porque a produção se estabeleceu com esse estilo, mas as cenas de luta podem ser um pouco mais dinâmicas. A escolha por retratar os golpes de forma mais vagarosa acabou não sendo visualmente agradável e tirou o peso de muitas lutas. Se derem um pouco mais de velocidade, ficará bom de assistir.

O lado bom do Homem-Aranha é esse. Por ser um personagem cuja mitologia engloba quase 63 anos de história, há sempre algo inédito para ser adaptado nas telas. Mais do que isso, agora é possível criar novos capítulos para esse núcleo riquíssimo do Universo Marvel. E parece que é isso mesmo que Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha quer: inovar para manter o herói vivo para novas gerações.

A primeira temporada de Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha está disponível no Disney+.

Crítica | Entre Nós, o Amor – Delicado Drama Francês Retrata a Crise da Classe Média Empobrecida

Nas últimas décadas, a partir da virada do milênio, temos assistido à intensa globalização das sociedades, cada vez mais conectadas e sintonizadas. Se por um lado a facilidade com que as notícias e os produtos circularam, por outro as economias viveram (e vivem) oscilações muito intensas, o que fez (e ainda faz) com que as inflações sejam constantes e as crises financeiras cada vez mais presentes – e quem sofre com tudo isso, claro, é a população. Ainda que o ditado fale que dinheiro não traz felicidade, a verdade é que, sem ele, fica bem difícil conseguir as coisas e ter uma boa relação com as pessoas de seu convívio, como pode ser visto no drama ‘Entre Nós, o Amor’, filme francês.

Nicole (Valeria Bruni Tedeschi) é mãe solo e, aos 52 anos, está desempregada e com uma dívida de 40 mil euros. Por conta disso, o banco bloqueia seu cartão de crédito, seus cheques e suas possibilidades de empréstimo, deixando-a à própria sorte às vésperas do Natal. Sem dinheiro, sem emprego e muito angustiada para conseguir prover um Natal normal para seu filho Serge (Félix Lefebvre, de ‘O Professor Substituto‘), Nicole acaba pensando e agindo de forma incoerente, o que acaba exasperando seu jovem filho, que tudo que deseja era ter uma família normal, uma mãe normal. Entre brigas e sufocos, mãe e filho passam o fim de ano tentando manter alguma esperança de que dias melhores virão eventualmente em suas vidas.

Apesar do título que remete o espectador à comédia romântica, ‘Entre Nós, o Amor’ é um drama francês bem construído e sem ser melodramático. Com muita delicadeza e muita sensibilidade, o diretor e roteirista Morgan Simon tece uma relação mãe-filho bastante próxima da realidade de uma classe média empobrecida, que não consegue nem acessar as assistências governamentais, nem ter dinheiro o suficiente para programas as férias de verão anuais. A realidade aqui é mais comum: uma mãe solo, que por conta da idade não consegue se recolocar no mercado de trabalho e que ao mesmo tempo se sente injustiçada por ser obrigada a trabalhar mais anos devido às recentes mudanças nos planos de aposentadoria franceses; em oposição, temos um filho que se dedica apenas aos estudos na faculdade, que sonha em ter uma vida melhor, com um pouco mais de dignidade, mas que diariamente se frustra e se aborrece com a situação em que se encontra e, por isso, desconta suas raivas na própria mãe.

Partindo dessa relação cheia de ruídos, o filme constrói uma balança dolorida para o espectador: ao mesmo tempo em que aponta os diversos atores que agem para que as famílias contemporâneas se sintam tão financeiramente impotentes, também o faz a partir de uma protagonista que faz de tudo para proteger o filho da dureza das verdades, e, justamente por tentar florear as verdades, acaba machucando-o.

Em ‘Entre Nós, o Amor’ a história se passa com uma família no subúrbio de Paris, mas tranquilamente poderia ser na zona sul do Rio de Janeiro ou nos arredores de Buenos Aires. As semelhanças das situações financeiras nos países nos dão a ideia de que também as dores e as dificuldades foram globalizadas. Mas ainda há esperança, apesar de tudo, e ‘Entre Nós, o Amor’ nos mostra que entender o valor de sua família, ainda que ela seja desfuncional, é a primeira brecha de luz para continuar nadando entre as crises.

Diretor de ‘Vingadores: Ultimato’ diz que MCU trará super-herói abertamente LGBTQI+ muito em breve

O time dos estúdios Marvel vem dando certas indiretas para planos futuros dentro do universo super-heroico, incluindo trazer mais representatividade LGBTQI+ para o MCU. E, em meio à forte campanha para promover ‘Vingadores: Ultimato’, o diretor Joe Russo reafirmou que isso acontecerá muito em breve.

“[Isso acontecerá] cem por cento, e vocês verão um [personagem LGBTQI+] muito em breve”, ele declarou durante um evento na Índia.

É claro que, de acordo com sua fala, há diversas maneiras de introduzir tal personagem para as telonas. De um lado, o Universo Cinemático já nos trouxe ao menos um personagem da comunidade – Valkyrie. E, apesar da bissexualidade da guerreira não ter sido revelada claramente em ‘Thor: Ragnarok’, a heroína irá retornar para ‘Ultimato’. Logo depois disso, ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ trará para as telonas o ator transsexual Zach Barack em um papel ainda não revelado; ademais, ‘Os Eternos’, novo projeto confirmado dos estúdios, é uma das apostas para trazer o primeiro herói-protagonista abertamente gay (talvez no papel de Hercules).

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Entre Facas e Segredos’: Suspense ganha três novos teasers oficiais; Confira!

‘Entre Facas e Segredos’, novo filme de Rian Johnson, ganhou três novos teasers oficiais apresentando alguns dos personagens principais.

Confira:

Escrito e dirigido por Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco conta com Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford, Jaeden Lieberher e Christopher Plummer.

Entre Facas e Segredos‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de Novembro.

Crítica | Penny Dreadful: City of Angels – 01×01: Santa Muerte

Em 2014, John Logan nos fazia um convite para conhecer o macabro mundo de ‘Penny Dreadful’, série sobrenatural ambientada na Inglaterra vitoriana que unia, em um único lugar, asa clássicas histórias de terror que caíram no gosto popular e inspiraram romancistas, pintores e realizadores cinematográficos a explorar o universo de criaturas horríveis que atormentam nossos pesadelos – como o monstro de Frankenstein, o vampiro Drácula, as bruxas da Lua e até mesmo o infame Dorian Gray. Não demorou muito até que a produção conquistasse o coração do público e uma legião de fãs fervorosos que ficaram mais que frustrados ao assistir à morte de Vanessa Ives (Eva Green) e ao término prematuro de uma das melhores obras da televisão das últimas décadas.

Seis anos depois da estreia oficial, Logan voltaria com mais um convite: dessa vez, viajaríamos através dos oceanos para a exuberante cidade de Los Angeles na década de 1930, acompanhando o embate racial entre brancos e latinos infundido em um escopo tão aterrorizante quanto – apesar de ser mais metafórico quanto às tensões bélicas da época do que para o próprio cosmos que arquiteta. E foi assim que o spin-off ‘Penny Dreadful: City of Angels’ ganhou forma, dando início a uma análise cultural que estende ousadas ramificações desde a ascensão do nazifascismo alemão até as solenidades mexicanas e suas divindades (como fica bem claro no episódio piloto, que fornece uma perspectiva mais sombria para o Dia de Los Muertos). O resultado é sólido e chocante o suficiente para garantir nossa envolvência, ainda que não chegue aos pés da originalidade e da sinestesia da série predecessora.

Logo de cara, o público é apresentado a duas personagens extremamente poderosas que, como num jogo de xadrez, regem os acontecimentos das sociedades mundiais com pulso firme – e uma ambivalência demoníaca de tirar o fôlego. De um lado, temos Magda (Natalie Dormer), um poderoso ser das trevas que recita uma profecia milenar premeditando o fim do mundo, no qual nação se voltará contra nação e irmão se voltará contra irmão (o que não poderia ser mais perfeito para todo o caos que deseja causar); de outro, temos Santa Muerta (Lorenza Izzo), uma força descomunal que, por não conseguir sentir compaixão pelos humanos, resolve deixar a história seguir seu curso e coletar as almas que partem para o mundo espiritual – com exceção de um jovem garoto que tenta proteger durante um incêndio provocado por Magda. E, como podemos imaginar, esse rapaz terá grande importância para a narrativa principal.

Anos depois de perder seu pai no supracitado e desastroso acidente, Santigo “Tiago” Vega (Daniel Zovatto) torna-se o primeiro latino a integrar a polícia local de Los Angeles, eventualmente se afastando da herança mexicana para posicionar-se ao lado da lei e da justiça. Entretanto, sua fidelidade à companhia que o empregou e ao parceiro que o escolheu, Lewis (Nathan Lane), é colocada em xeque quando descobre que o governador da cidade aprovou o projeto de lei que permitia a construção de rodovias através do vilarejo onde cresceu, observando como protagonista o preço do progresso. E é nesse momento que Tiago passa por sua primeira provação, tendo que escolher um lado após perceber que conciliar os dois é impossível por inúmeras razões – que vão além de sua compreensão.

O grande problema da série, ao menos por enquanto, é a quantidade convulsionante de personagens que ganham forma logo no capítulo de estreia. Diferente da arquitetura tangente à antologia que foi adotada na produção de 2014 – destinando cada ano a uma trama diferente com as mesmas personas –, cada enredo que poderia ser explorado ao longo dos anos é canalizado para sessenta minutos extenuantes, mascarados pela performance de seu elenco protagonista. Rory Kinnear, retornando para o spin-off de modo glorioso, interpreta Peter Craft, pediatra alemão filiado ao partido nazista que almeja à construção de um “mundo ariano” para a proteção de seus filhos – enquanto emprega uma governanta latina em sua casa; Adriana Barraza encarna Maria Vega, matriarca da família que sabe que Tiago foi marcado por Santa Muerte para algo muito maior do que um simples emprego na delegacia; e a cereja do bolo: o conflito entre trabalhadores e empresários que dá forças para Magda e seu espetáculo de horrores.

A verdade é que os aspectos do gênero terror que esperávamos aparecer aqui são estranhamente pontuais e perdem brilho quando colocados lado a lado com os dramas familiares que nutrem de certas influências das narrativas novelescas. O espectro histórico e verossímil é um adendo interessante, ainda mais por dialogar com o agourento anúncio de Magda e seus múltiplos alter-egos (que tiram de Dormer uma versatilidade escondida desde seus tempos em ‘Game of Thrones’). Mas o denso teor político transforma o suspense e o horror em fragmentadas pinceladas que, assim esperamos, ganhe dimensões monumentais nas semanas futuras.

O início de ‘Penny Dreadful: City of Angels’ é aprazível em sua completude, valendo-se mais de seu finale para imprimir reviravoltas inesperadas e um ponto de inflexão coeso o bastante para preparar o terreno para os arcos dos protagonistas e coadjuvantes. Agora, precisamos esperar que as coisas se ajustem – e as pontas soltas comecem a se amarrar com o passar do tempo.

‘O Senhor dos Anéis’: Hugo Weaving revela por que não quer voltar para a série da Amazon

‘O Senhor dos Anéis’ talvez seja a maior saga de ficção fantástica de todos os tempos e, depois de duas trilogias que alavancaram diversos prêmios e coração dos fãs, a história ganhará uma versão seriada pela Amazon.

Depois de confirmar o retorno de alguns personagens clássicos da franquia original, como o icônico vilão Sauron, a poderosa elfa Galadriel, vivida por Cate Blanchett nas telonas, e Elrond, portador de um dos três Anéis e grande guerreiro da comunidade élfica, o público começou a se questionar se os atores dos longa-metragens originais estariam dispostos para mais uma empreitada.

Entretanto, Hugo Weaving, que viveu o supracitado Elrond, parece não estar disposto a reprisar seu papel. Em entrevista à Variety, o ator deixou sua posição bastante clara.

“Não. Absolutamente não. ‘Matrix’ poderia ter acontecido, mas ‘O Senhor dos Anéis’ não, nunca – não estou interessado. Veja, eu amo Nova Zelândia e amo aquelas pessoas, e seria como voltar para minha família; mas, para ser honesto, acho que todos já tiveram o bastante disso”.

O elenco da série conta com Maxim Baldry (‘Doctor Who’, ‘Uma Segunda Chance para Amar’), Robert Aramayo como o protagonista, Owain ArthurNazanin BoniadiTom BudgeMorfydd ClarkIsmael Cruz CórdovaEma HorvathMarkella KavenaghJoseph MawleSophia NomveteMegan RichardsDylan SmithCharlie VickersDaniel Weyman e a novata Tyroe Muhafidin.

A trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro escrito por J. R.R. Tolkien.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘Expresso do Amanhã’: Surge uma grande ameaça na promo do episódio 02×02; Confira!

TNT divulgou a promo oficial do 2º episódio da segunda temporada de ‘Expresso do Amanhã’.

Intitulado “Smolder to Life”, o capítulo chega ao Brasil através da Netflix no dia 02 de fevereiro (um dia depois da exibição nos Estados Unidos).

Confira:

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Crítica | ‘Love, Victor’ retorna com uma 2ª temporada surpreendente e honesta

‘Com Amor, Simon’ se tornou uma das comédias românticas mais divertidas dos últimos anos, principalmente por tratar com tanto carinho e sem quaisquer estereótipos um dos momentos mais complicados da comunidade LGBTQIA+: se assumir para a família e para os amigos.

Pouco tempo depois, o Hulu havia anunciado uma série derivada do universo criado por Becky Albertalli na forma da série ‘Love, Victor’, que conseguiu expandir a narrativa de modo mais profundo e trazendo elementos diferentes para a familiaridade estética. Na primeira temporada, Victor (Michael Cimino) se mudou do Texas para Los Angeles, lidando com todas as tribulações da adolescência enquanto lutava para entender a própria sexualidade. Apesar de ter se envolvido com a garota mais popular da escola, Mia (Rachel Hilson), Victor tinha olhos apenas para o charmoso Benji (George Sear), escondendo como se sentia para se encaixar tanto no núcleo escolar quanto no familiar – ainda mais considerando que os pais vinham de uma criação bastante conservadora e que não abria muito espaço para algo além do “normal”.

Agora, retornando para novos episódios, a obra arquitetada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger começa quando o protagonista titular conta aos pais que é gay e, esperando uma resposta turbulenta, é recebido com certo choque que rege a atmosfera de cada um dos capítulos. A ideia aqui é desconstruir até mesmo o que esperaríamos de personagens movidos por crenças tradicionalistas – motivo pelo qual o pai, Armando (James Martinez), é muito mais acolhedor por entender que o filho é daquele jeito e que está feliz. Os problemas despontam no relacionamento entre Victor e a mãe, Isabel (Ana Ortiz), cujos valores são colocados em xeque e transformam laços outrora sólidos em frágeis linhas. Centrado nessa trama em específico, ambos ganham dimensões além do esperado e navegam por mudanças profundas que levam Isabel a questionar inclusive a congregação da qual pertence e Victor a perceber que precisa se impor e deixar claro que nada daquilo é uma fase.

É notável a evolução estética e técnica da segunda temporada em comparação com a anterior. Apesar da insistência alaranjada da fotografia, que por vezes denuncia uma repetição formulaica e que já é vista em diversas produções similares, a coesão do roteiro é o que rouba nossa atenção, fazendo questão de dar enfoque em cada uma das personas. Victor rege boa parte dos eventos que se sucedem, mas entrelaçando-se àqueles que o cercam, não fazendo-os depender dele; Mia passou dez semanas como monitora de um acampamento de férias para colocar a cabeça no lugar, entendendo que não poderia ficar brava com Victor por ser quem ele é, mesmo se sentindo traída; Felix (Anthony Turpel) e Lake (Bebe Wood) se unem em um casal perfeito que, como é de esperar, também passa por inúmeras problemas até culminar em uma realização chocante.

Até mesmo Pilar (Isabella Ferreira) se afasta da pose rebelde que mostrou anteriormente para entender que as coisas são muito mais complexas do que aparentam e que ela sente orgulho do próprio irmão pela coragem de se assumir – sendo a única a sequer julgar quem Victor é. Nesse âmbito, o trabalho de condenar as atitudes de Isabel, que também enfrenta uma separação e um desejo de reconciliar o casamento com Armando, é muito difícil, visto que ela é obrigada a desconstruir o que lhe foi passado e entender que, não importa o que aconteça, ela ama o filho e só quer que ele seja feliz.

Há certas repetições que se alastram pelos episódios, como as constantes desavenças entre Victor e Benji. Após se assumirem para os colegas e perceberem que tudo irá mudar, a mentalidade de ambos entra em conflito pelo fato de não terem a mesma experiência, seja em relação a sexo, seja em relação a mostrar-se para os outros. Cimino não abandona os trejeitos mais tímidos e reservados do protagonista, mas os utiliza para mudar aspectos da própria personalidade, permitindo que ele comece a falar sobre preconceitos e aceitação. Mais do que isso, ele também percebe que existem pessoas que passam por situações piores, como é o caso de Rahim (Anthony Keyvan), amigo muçulmano de Pilar que morre de medo em se assumir para os pais e sofre dentro da própria comunidade por ser afeminado e por não seguir padrões de gênero.

Love, Victor — “The Sex Cabin” – Episode 204 — On a weekend getaway, Victor and Benji hope to take their relationship to the next level. Victor (Michael Cimino) and Benji (George Sear), shown. (Photo by: Michael Desmond/Hulu)

Enquanto o ritmo e a condução das iterações podem ser frenéticos demais, os breves trinta minutos dão conta de manter a estrutura idealizada pela maior parte do tempo – e, por se valer de uma rom-com coming-of-age, é natural que clichês existam nos diálogos e na correlação de um personagem a outro. Afinal, estamos lidando com jovens e com um entendimento de mundo que cresce dia após dia, em esferas mais interiores e exteriores ao mesmo tempo. Victor chega a servir de guia para Rahim em relação a um espectro que continua sendo difícil e passível de repulsão por quem não compreende a beleza multifacetada da vida – mesmo esbarrando na superficialidade pontual das críticas raciais.

‘Love, Victor’ retorna com uma surpreendente evolução e uma carga emocional que não se vale do melodrama, e sim de um retrato singelo do que é enfrentar a adolescência nos dias de hoje. Recheado de sutilezas e de um gancho espetacular para o próximo ciclo, os episódios nutrem do valor escapista sem perder a mão de nos levar a refletir sobre a liberdade de sermos quem somos.

‘Impeachment: American Crime Story’: Todos enfrentam as consequências na promo oficial do último episódio da 3ª temporada; Confira!

FX divulgou a promo oficial de “The Wilderness”, 10º e último episódio de ‘Impeachment: American Crime Story’, que gira em torno do escândalo envolvendo a jovem ex-estagiária da Casa Branca e o ex-presidente Bill Clinton.

Na trama, “o Relatório Starr paralisa o mundo. O Presidente sofre impeachment. Linda enfrenta as consequências de suas decisões, Paula faz escolhas desesperadas e Monica pensa como irá seguir em frente com a própria vida”.

O episódio vai ao ar no dia 09 de novembro.

Confira:

O elenco conta com Sarah Paulson como Linda Tripp; Clive Owen como Bill Clinton; Beanie Feldstein como Monica Lewinsky; Annaleigh Ashford como Paula Jones; Billy Eichner como Matt Drudge; Edie Falco como Hillary Clinton; e Cobie Smulders como Ann Coulter.

O novo ciclo é baseado no romance não-ficcional ‘A Vast Conspiracy: The Real Story of the Sex Scandal That Nearly Brought Down a President’, assinado por Jeffrey Toobin.

Sarah Burgess será a roteirista dos novos episódios e também produtora executiva ao lado do criador Ryan Murphy e de Nina JacobsonBrad SimpsonBrad Falchuk, Larry KaraszewskiScott AlexanderAlexis Martin Woodall e Paulson.

Artigo | Os 30 anos de ‘Aladdin’, a jornada mais mística dos estúdios Walt Disney

A partir de 1989, os estúdios Walt Disney entravam em sua Era de Ouro após expandirem seu panteão algumas décadas atrás com clássicos animados que até hoje são vistos e revistos pelas mais diversas gerações. Apesar de ter encontrado um espaço com incrível potencial ainda em 1937 com Branca de Neve e os Sete Anões’ e logo depois em 1951 com A Bela Adormecida’, foi com A Pequena Sereia’ que a companhia promoveu mais uma incrível e emocionante revolução na arte de contar histórias e de adaptar icônicos contos de fada para o cinema, em uma perspectiva nova, pueril, e mais profunda do que lhes damos crédito. E em 1992, um ano depois de marcarem história com A Bela e a Fera’ (a primeira animação a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar), outra joia memorável ganhava o gosto popular: Aladdin.

Baseado livremente em um dos contos do compilado conhecido por As Mil e Uma Noites, a história nos leva em uma apaixonante aventura pelas escaldantes areias da Arábia, mais precisamente para o Reino de Agrabah. Em um irreverente prólogo contado por um mercador qualquer, somos apresentados a um paradisíaco a misterioso cenário, ao som da incrível Noite na Arábia, de Alan Menken, em um trabalho simplesmente irretocável. Logo depois, nosso personagem-título (Scott Weinger) ganha vida na forma de um jovem garoto pobre que mora nos arredores do palácio e é o terror dos guardas reais, sendo tachado de ladrão e verme mais de uma vez.

Porém, as coisas mudam drasticamente quando ele cruza seu caminho com a Princesa Jasmine (Linda Larkin), que se disfarçou de camponesa para fugir de seu encarcerado cotidiano dentro dos muros do castelo para entender como o mundo lá fora funciona. Afinal, seu pai, o Sultão (Douglas Seale), já prometeu sua mão em casamento mesmo contra a vontade dela – então, nada mais justo que Jasmine dar a si mesmo um último presente. Entretanto, diferente de outros clássicos adaptados, o primeiro encontro até carrega alguns resquícios do “amor à primeira vista”, mas de uma forma dinâmica e nunca antes vista. É nesse momento que os diretores Ron Clements e John Musker mostram suas incríveis habilidades com a câmera, deslizando por entre os cuidadosamente preparados cenários em uma irreverência bastante envolvente – ainda mais se levarmos em conta que Jasmine estava prestes a perder a mão e Aladdin vai a seu socorro com um sorriso amarelo e uma chance mínima de escapar.

De qualquer forma, a comédia não é a única a dar as caras no filme. Afinal, após descobrir que a jovem é na verdade a futura sultana de Agrabah, Aladdin eventualmente se enxerga como alguém muito abaixo do que ela realmente merece – afinal, ele nem ao mesmo tem uma casa na qual morar. Porém, se há algo que a Disney nos ensinou ao longo dos anos é que o amor verdadeiro não liga para dinheiro ou aparência, mas certos obstáculos no meio do caminho provam que isso é mais complicado do que parece. Aladdin é condenado por ter raptado a Princesa e é trancado nas masmorras até conhecer um decrépito velho também acorrentado que conta a ele sobre um artefato místico escondido nas ardentes dunas do deserto, dentro de um local conhecido como Caverna das Maravilhas.

Esses talvez sejam os minutos mais dramáticos, frenéticos e angustiantes do filme inteiro, nos quais o velho revela ser o egocêntrico e ambicioso Jafar (Jonathan Freeman), que na verdade planejava deixar o garoto preso lá dentro após colocar as mãos na Lâmpada Mágica, um objeto que o deixaria mais poderoso que qualquer ser na face da Terra. Porém, as coisas não saem muito bem como o planejado e ele deixa o objeto cair junto com Aladdin dentro da “eterna recompensa” de permanecer o resto dos dias enterrado nas profundezas da Arábia. E é justamente quando tudo parece perdido que somos introduzidos ao melhor companheiro e fiel ajudante de todos os tempos: o Gênio (Robin Williams).

Williams faz um impecável trabalho encarnando o atemporal personagem, uma criatura mística azul cujos poderes transcendem qualquer conhecimento mortal. Ele, além de protagonizar algumas das icônicas sequências do longa-metragem – como a animada e dançante Príncipe Ali” e o sinfônico jazz contemporâneo Nunca Teve Um Amigo Assim” -, faz atemporais referências que vão desde John Malkovich até Jack Nicholson, elevando seu personagem a um nível anacrônico, para além do cosmos criado por Clements e Musker. E é nessa genialidade de conciliar diálogos hilários, uma performance aplaudível e detalhes narrativos e técnicos de tirar o fôlego que adiciona ainda mais complexidade para a obra.

A carga melodramática e novelesca também aparece conforme os dois personagens principais passam a se conhecer melhor e a se apaixonar, apesar do primeiro encontro nada agradável. Aladdin e Jasmine emitem entre si uma química radiante e mais uma vez mágica, reafirmada pelo passeio no tapete voador que fazem por todo o Reino e através das estrelas. Essa atmosfera onírica logo se transforma em um pesadelo quando Jafar descobre quem o garoto é, rouba a lâmpada e dá início ao seu reinado de terror até o aguardado final feliz – mas não antes de uma batalha incrivelmente bem coreografada e recheada de efeitos especiais entre o bem e o mal, culminando um clichê bastante funcional e prático (algo já próprio dentro do panteão Disney).

‘Aladdin’ mais uma vez reafirma o poder das animações em adaptar contos seculares em narrativas persuasivas, divertidas e perscrutadas com músicas que definitivamente não vão sair de sua memória. Clements e Musker criam algo maravilhoso com este filme, seja no escopo visual, seja nas mensagens que deseja passar para o público.

Lizzo lança videoclipe oficial de “2 Be Loved”, single do álbum ‘Special’; Confira!

A cantora e compositora multi-vencedora do Grammy Lizzo lançou o videoclipe oficial de “2 Be Loved (Am I Ready”single do elogiado álbum ‘Special’.

O álbum, por sua vez, conta com doze faixas, incluindo os singles “About Damn Time”“Grrrls”, e já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Confira:

Lizzo, nome artístico de Melissa Viviane Jefferson, fez sua estreia oficial no mundo da música em 2013, com o lançamento do aclamado álbum ‘Lizzobangers’. Entretanto, não seria até ‘Cuz I Love You’, que teve recepção bastante similar por parte dos críticos e do público, que ela ganharia reconhecimento mundial.

Influenciada por nomes como Missy ElliottBeyoncéDiana Ross, a performer já levou para casa três estatuetas do Grammy Awards e, como se não bastasse, também fez uma breve aparição na ovacionada dramédia criminal ‘As Golpistas’, ao lado de Jennifer LopezConstance Wu.

Em 2019, Lizzo foi condecorada como Entertainer of the Year pela revista TIME por sua contribuição à música e por sua ascensão meteórica ao estrelado. Desde o seu debute, ela se tornou porta-voz da imagem corporal positiva e quebrou tabus de imagem com performances avassaladoras e críticas explícitas em suas canções.