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‘Animais Fantásticos 2’ será mais sombrio que o anterior, afirma Eddie Redmayne

O ator Eddie Redmayne explicou, em uma nova entrevista à Entertainment Weekly, que a sequência ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ é mais sombria do que o primeiro longa.

“Esse filme é mais sombrio e rigoroso. Quando comecei a ler o roteiro, percebi alguns elementos que faziam parecer uma espécie de thriller, é assustador”

Além disso, o site revelou algumas novas imagens do filme. Confira:

Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Assista ao trailer, junto com o novo pôster:

Uma nova sinopse de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ foi liberada pela Warner Bros. Brasil, que lançará o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine Waterston, Eddie Redmayne, Alison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

Zé Carioca 80 anos | Cinco curiosidades sobre o brasileiro mais amado da Disney

O dia 24 de agosto marca uma data muito especial para a Disney: é o aniversário do Zé Carioca, o primeiro personagem 100% brasileiro da casa. Idealizado por Walt Disney durante sua viagem ao Rio de Janeiro, em 1941, o personagem começou como coadjuvante, mas logo conquistou os fãs brasileiros, principalmente nas histórias em quadrinhos. Em comemoração aos 80 anos do papagaio mais famoso do mundo, o CinePOP separou cinco curiosidades sobre ele. Confira!

 

Ferramenta política

Não é mistério para ninguém que a criação do Zé Carioca se deu em um contexto político muito distinto. Na época, querendo vender seu estilo de vida para formar alianças com a América Latina – espalhando suas crenças e ideologia -, os Estados Unidos começaram a “Política da Boa Vizinhança”. E assim, a equipe de Walt Disney, junto ao próprio desenhista, veio para o Rio de Janeiro para o lançamento de Fantasia. O evento foi grandioso, com direito à presença do presidente do Brasil, Getúlio Vargas, que trocou ideias com Disney. Na viagem, Walt conheceu mais da Cidade Maravilhosa e recebeu de presente uma ilustração do cartunista J. Carlos, que mostrava o Pato Donald recebendo um caloroso abraço de um papagaio. Fazendo sua estreia em Alô, Amigos, que estreou no Brasil em 24 de agosto de 1942, o Zé Carioca conquistou o público brasileiro, além de conseguir uma ótima fama internacionalmente. Politicamente falando, ele se mostra fã do Pato Donald, formando uma grande amizade e levando camarada norte-americano para conhecer as belezas do Rio. Ou seja, boa vizinhança.

Fuleco?

Pois é, se a figura do Papagaio ficou eternamente associada ao Brasil, deve-se muito ao cartum feito por J. Carlos e dado de presente ao Walt Disney, porque antes de se encantar com a ave verde e falante, Disney estava confabulando do Zé Carioca ser nada menos que um Tatu-Bola. Várias décadas depois, o Tatu voltou a ser associado ao Brasil com o mascote da Copa do Mundo de 2014, o simpático Fuleco. Mas fica aí a dúvida: será que o Zé Carioca teria sido esse sucesso todo com as habilidades de um Tatu-Bola? Nunca saberemos. Sobre a ilustração do cartunista brasileiro, ninguém sabe onde ela foi parar. Alguns dizem que o desenho recebido por Disney já mostrava praticamente o Zé Carioca como o conhecemos, tendo que adicionar apenas uns detalhes, como o charuto e o terninho, mas como ninguém sabe o paradeiro da arte, fica aí mais um mistério para o cânone do personagem.

Zé Paulista

Fora da parte visual, a personalidade do Zé Carioca foi baseada no músico José do Patrocínio Oliveira, o Zezinho. Ele fez muito sucesso nas turnês de Carmen Miranda e virou uma figura famosa nos EUA. Quando conheceu Walt Disney, o Zezinho tentou falar inglês apagando seu sotaque brasileiro. Isso deixou Disney desconfortável, chegando ao ponto do desenhista ter pedido para que ele falasse o “mais brasileiro possível”. E quando se soltou, Zezinho deixou fluir toda sua ginga e sotaque tipicamente carioca. Só tinha um problema: ele era paulista. Mas isso pouco importou, já que Walt Disney se apaixonou pelo que viu e ouviu, puxando toda a personalidade do Zé Carioca do músico. Sua admiração foi tão grande, que o lendário desenhista convidou o brasileiro para interpretar o Zé Carioca em Alô, Amigos. O resultado foi tão positivo que, em suas idas à Disney, Zezinho era cumprimentado e apresentado a todos como o próprio Zé Carioca.

Sucesso nos quadrinhos

Apesar do sucesso inicial de ter um personagem brasileiro vivendo no mesmo mundo dos personagens da Disney, o Zé Carioca só veio explodir mesmo depois de um tempo perambulando nos quadrinhos. Seu primeiro gibi chegou ao Brasil em 1943, mas veio produzido por roteiristas norte-americanos. O resultado não era nada espetacular, já que trazia um personagem comum vivendo naquelas cidades genéricas da Disney. Então, quando as histórias passaram a ser escritas e ilustradas por artistas brasileiros, o Zé passou a fazer coisas tipicamente nacionais, como explorar a cidade do Rio de Janeiro, frequentar escolas de samba, jogar futebol com seus amigos. Ou seja, ele ganhou uma alma própria, se tornando, assim, um sucesso colossal de vendas.

É um super-herói

Um ponto muito interessante do personagem é que ele também é um super-herói: o Morcego Verde. Claramente inspirado no Batman, o Morcego Verde tem uma grande diferença do morcegão original: em vez de ser um bilionário, ele é caloteiro. Não à toa, sua alcunha é “O Cavaleiro das Dívidas”, um herói que persegue os cobradores de contas atrasadas. Mas o auge dessa paródia se dá em 1995, quando a Disney lança o clássico A Piada Sem Sal, uma sátira de A Piada Mortal. A história gira em torno da origem do Moringa, o principal cobrador do Zé Carioca, que ficou louco depois do papagaio ter pago todas as suas dívidas de uma vez só (foi com dinheiro de mentira? Foi, mas isso não vem ao caso). A história é sensacional, porque encontra formas de transformar toda a dramaticidade da trama original em piadas sobre calote.

Quem quiser assistir a mais um pouco do Zé Carioca, os filmes Alô, Amigos e Você Já Foi à Bahia? estão disponíveis no Disney+.

Crítica | Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída – Clássico que CHOCOU os Anos 80 Volta aos Cinemas e se mostra Atemporal

Os anos 1980 foram marcados por um intenso mergulho da juventude na cena do rock, perdendo o colorido hippie dos anos 1960 e 70 para ganhar o monocromatismo do preto – nas roupas, nas maquiagens, no estado de espírito. Foi também quando houve a difusão das drogas sintéticas, que ganharam terreno especialmente nas grandes metrópoles do mundo, nas ruelas dos centros urbanos, nas mãos dos jovens. Como um retrato da ascensão desse cenário sombrio, surgiu o dramaEu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída’, em 1981, que, a partir dessa semana será relançado nas salas de cinema brasileiras para celebrar os quarenta anos de sua estreia no circuito.

Christiane (Natja Brunckhorst) é uma garota de classe média que, aos treze anos, vê sua irmã sair de casa para ir morar com o pai. Ao mesmo tempo, sua mãe tem um novo namorado, de quem ela não gosta muito. Sentindo a ebulição dos hormônios adolescentes aflorando e super fã do cantor David Bowie, Christiane quer demarcar sua independência saindo com amigos para boates nos subterfúgios de Berlim, onde conhece o submundo das drogas, que começa a tomar conta dos locais frequentados pelos jovens. Ao ver os amigos – principalmente o garoto de quem gosta, Detlev (Thomas Haustein), e sua melhor amiga, Babsi (Christiane Lechle) – experimentando cada vez mais tipos de drogas mais pesadas, Christiane aos poucos começa a perceber que para se manter a par com o resto da turma precisa também acompanhar a evolução no consumo das drogas – só que, aos poucos, isso vai significar ter que se submeter a situações cada vez piores.

Quando lançado pela primeira vez, ‘Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída’ chocou o mundo por conta das cenas bastante gráficas, em close up, não só do consumo das drogas – maconha, cocaína, heroína, bala – mas também do impacto desta no corpo humano. Baseado no livro homônimo de Horst Rieck e Kai Hermann, o roteiro de Herman Weigel constrói de maneira bem imersiva a ascensão e queda da protagonista, mergulhando-a no mundo das drogas até que a jovem perca absolutamente tudo que socialmente é importante. De certo modo, o longa se apresenta como um retrato da juventude dos anos 1980, que popularizou as drogas sintéticas a pessoas menores de idade, muito impactadas com o estilo de vida das bandas de rock que, por sua vez, esbanjavam o consumo de drogas, álcool e cigarros como algo empoderador – no filme alegoricamente representado por David Bowie, que aparece no longa. Os fãs, por suas vezes, espelhavam esse comportamento, tal como Christiane.

Ainda que o roteiro seja impactante, o que torna a história mais pesada é a condução de câmera do diretor alemão Uli Edel, com excesso de close em seringas e veias, quase como um manual de como fazer. À época do lançamento, foram essas cenas, juntamente com o zumbizismo oriundo do consumo das drogas e o título, que abalaram tanto a crítica quanto o público, e igualmente irão impactar o público e a crítica de hoje, quarenta anos depois. É esse choque que transformou ‘Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída’ de um filme indie a um clássico do cinema underground mundial, e, hoje, se tornou também um retrato-testemunho da trajetória desastrosa das drogas nas gerações que vieram depois. Um filme-porrada, que gera debates, e importante para quem estuda cinema.

Crítica | O Traidor – Filme pré-indicado ao Oscar retrata julgamento da máfia italiana

Cultuado diretor de Vencer, Sangue do Meu Sangue e Belos Sonhos, o italiano Marco Bellocchio escolheu a máfia italiana como tema de seu mais novo filme, O Traidor. Na verdade, o foco está nos processos judiciais que prenderam centenas de mafiosos nos anos 80 e 90, após delações de importantes nomes da organização criminosa. 

Coprodução entre Itália, Brasil, França e Alemanha, o longa conta a história real de Tommaso Buscetta (Pierfrancesco Favino), importante mafioso que foge para o Brasil diante de uma disputa entre duas famílias na Itália. No país, ganha muito dinheiro com o tráfico de drogas até que é preso e deportado. De volta à terra natal e motivado pelo assassinato de várias pessoas próximas, ele é convencido pelo juiz Giovanni Falcone (Fausto Russo Alesi) a colaborar com a justiça.

Desde o início, Bellocchio toma a decisão de humanizar Buscetta. Na verdade, ele vai além, colocando-o muitas vezes como vítima na tentativa de fazer o público ficar ao seu lado. Logo de cara, o vemos como um sujeito preocupado com o filho, que se envolve com drogas, e que sofre com os abusos da polícia brasileira. Por outro lado, seus crimes não são muito explorados. Sua relação com o tráfico e a origem da fortuna no Brasil é algo apenas sugerido, e mesmo os crimes mais graves na Itália são deixados de lado, ou tratados pelo viés mais humano, como sua recusa em matar um pai na companhia de seu filho.

Apesar de maniqueísta, não dá para dizer que o diretor errou em sua opção, afinal o público acaba se envolvendo com o carisma do personagem e passa até a torcer para ele. Além do que, no ato final, a produção passa a dar um tom mais melancólico a Buscetta e mostra alguns de seus atos brutais como integrante do crime.

Embora derrape nas cenas mais intimistas, e invista em flashbacks e sonhos de forma errática, O Traidor ganha muita força nas cenas de tribunal. Ali, Bellocchio cria uma verdadeira ópera e se assume como regente clássico. As sequências ajudam a desconstruir um pouco o glamour recorrente por trás da máfia, além de oferecerem um tom humorístico interessante ao longa. Estamos diante de um verdadeiro circo judicial e o cineasta mostra isso com precisão. Neste sentido, cabe valorizar ainda os trabalhos de design de produção e direção de arte.

A fotografia do filme, de responsabilidade de Vladan Radovic, captura bem o cenário cinzento da Itália e o “paraíso” de fuga que é o Brasil. Por sua vez, o roteiro peca em alguns momentos deixando a trama confusa, e não é ajudado pela montagem. Em alguns momentos, o filme conta com informações demais na tela. Temos cartelas na abertura e no final, e temos até uma cena com uma contagem, que busca retratar o número de assassinatos cometidos pela máfia, embora isso não esteja muito claro. Em outros, temos uma total falta de informação. Uma cena de tortura nos anos 70, no Brasil, é retratada logo após a prisão do mesmo personagem nos anos 80, dando a clara impressão de continuidade. 

A brasileira Maria Fernanda Cândido vive Maria Cristina, esposa de Tommaso Buscetta. A atriz é a figura feminina principal em cena, mas quase sempre é deixada em segundo plano diante dos homens. É natural se pensarmos que o foco está na máfia e no sistema político e judicial dos anos 70 e 80, mas ao mesmo tempo o filme parece passar oportunidades de estabelecer a força da personagem, mesmo quando menciona que ela está sustentando a casa em um momento.

Il Traditore (no original) é uma obra interessante e envolvente, mas irregular. O espectador acompanha a trama de forma atenta e curiosa, mas os 145 minutos de duração parecem exagerados. Marco Bellocchio conseguiu fazer um grande filme de tribunal. Pena que o tribunal só ocupa 50% do tempo.

Filme visto durante o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

‘Fargo’: Uzo Aduba entra para o elenco da 4ª temporada

Segundo a VarietyUzo Aduba foi elencada na 4ª temporada da aclamada série ‘Fargo’. Seu papel ainda não foi revelado.

A atriz é conhecida por seu papel como Suzanne “Crazy Eyes” Warren na produção ‘Orange Is the New Black’. Por sua performance, levou para casa duas estatuetas do Emmy.

Aduba se junta aos previamente anunciados Chris Rock, Ben Whishaw, Jessie BuckleyJack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri Crutchfield e Amber Midthunder.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

As gravações da 4ª temporada de ‘Fargo’ estão agendadas para setembro deste ano e a previsão de lançamento é somente para 2020.

‘The Nightingale’: Dakota e Elle Fanning vão estrelar drama sobre a 2ª Guerra Mundial

Segundo o Deadline, as irmãs Dakota Elle Fanning irão atuar juntas no novo drama de guerra ‘The Nightingale’, filme da diretora Mélanie Laurent.

Originalmente programado para ser comandado por Michelle MacLaren (‘Breaking Bad’), o longa será baseado no romance homônimo best-seller de Kristin Hannah.

A narrativa gira em torno de “duas irmãs, separadas por anos e experiências, por ideais, paixões e circunstâncias, que embarcam em suas próprias jornadas para sobreviveram em uma França ocupada pelos alemães e dividida pela guerra”. As informações também indicam que a história foi inspirada pelas “corajosas mulheres da resistência francesa que ajudaram os aliados a escaparem dos nazistas e a esconder crianças judias”.

A obra sofreu diversos adiamentos, tendo a data de lançamento alterada de agosto de 2018 para janeiro de 2019. Agora, ‘The Nightingale’ chegará aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2020 e irá competir com filmes como ‘Amor, Sublime Amor’ ‘Duna’.

Dana Stevens assina o roteiro.

‘O Grande Ivan’: Elenco animal estampa nova imagem oficial do longa; Confira!

Walt Disney divulgou em seu Twitter oficial uma nova imagem de ‘O Grande Ivan’ (The One and Only Ivan), adaptação do livro best-seller infantil assinado por Katherine Applegate.

O filme será lançado diretamente no Disney+ no dia 14 de agosto, nos EUA.

Confira:

Thea Sharrock comanda o projeto.

Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.

O longa apresenta as vozes de: Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez, Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.

‘Snake Eyes’: Henry Golding fala sobre sua relação com o personagem em novo vídeo

Durante o painel da Paramount Pictures na CCXP Worlds, os astros de ‘Snake Eyes’ Henry Golding e Samara Weaving conversaram sobre a vindoura adaptação.

Weaving perguntou a Golding se ele já conhecia a franqui antes de ser chamado para o papel e, como resposta, o ator revelou sua profunda relação com o personagem titular.

Confira:

Lembrando que o derivado será lançado em 22 de outubro de 2021, um ano após a data original.

Confira a primeira imagem oficial:

Golding estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes‘ é dirigido por Robert Schwentke, diretor dos dois últimos filmes da série ‘Divergente‘, com um roteiro de Evan Spiliotopoulos, de ‘A Bela e a Fera‘.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

‘Howard’s Mill’: Trailer do documentário investiga o estranho desaparecimento de pessoas

Hideout Pictures e a Strike Back Studios divulgaram recentemente o trailer oficial de ‘Howard’s Mil’, uma espécie de filme documentário que traz uma mistura de crimes verdadeiros, suspense e terror.

Confira:

O filme é dirigido por Kaiser WhitmireShannon Houchins.

Um pedaço de terra abandonado na zona rural do Tennessee pode ser a chave para o desaparecimento de múltiplas pessoas ao longo de quarenta anos.

A produção já está disponível para aluguel em VOD e não tem previsão de chegada aos cinemas brasileiros.

50 Músicas Essenciais para Conhecer Madonna

Madonna completou 62 anos no dia 16 de Agosto e seu legado continua mais vivo que nunca. Depois de atravessarmos sua jornada musical, está na hora de reapresentá-la ao mundo que ou não conhece essa lendária cantora e compositora ou conhece apenas suas músicas mais famosas.

Separamos uma extensa lista com 50 canções essenciais para se familiarizar ou relembrar os clássicos da rainha do pop – incluindo não apenas a discografia principal, mas suas incursões cinematográficas e algumas músicas que marcaram época e revolucionaram o cenário mainstream.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

EVERYBODY

Lançamento como single: 06 de outubro de 1982

Álbum: Madonna

O primeiro single da lendária performer enfrentou um grande problema quando foi lançado: afinal, Madonna não tinha referências do pop, visto que o mundo era dominado pelas reminiscências da discoteca. Dessa forma, coube a ela misturar um pouco dos dois mundos, convidando o público a dançar em uma reverberação sintética que não teve uma recepção tão sólida da crítica – a qual disse que a música era repetitiva demais.

HOLIDAY 

Lançamento como single: 07 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

“Holiday” é, sem sombra de dúvida, uma das músicas mais famosas de Madonna. Apesar de um instrumental repetitivo e cansativo, a canção viralizou em diversos países, com renomados historiadores e críticos chamando-a de “infecciosa”. De fato, não houve uma pessoa que não ouviu a canção e automaticamente sentiu uma vontade incontrolável de se jogar nas pistas de dança.

LUCKY STAR

Lançamento como single: 08 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

Apesar de divertida, “Lucky Star” não teve o mesmo sucesso que sua predecessora, sendo chamada pelos críticos de “esquecível”. Com o passar dos anos, a canção adquiriu um status cult e foi redescoberta, principalmente por sua influência disco e por seu icônico videoclipe

BORDERLINE 

Lançamento: 15 de fevereiro de 1984

Álbum: Madonna

Facilmente um das melhores produções de Madonna, “Borderline” foi a primeira forte separação da artista do disco e, ao lado de ‘Holiday”, a peça principal que calcou sua carreira em ascensão e a colocava no centro dos holofotes. Não é surpresa que tenha se tornando o primeiro Top 10 da Billboard e tenha sido elogiada por sua intrincada, envolvente e complexa construção sonora.

LIKE A VIRGIN

Lançamento como single: 31 de outubro de 1984

Álbum: Like a Virgin

O primeiro single de ‘Like a Virgin’ foi sua música epônima, orientada pelo dance e por uma da batidas mais instantaneamente reconhecíveis de todos os tempos. Liricamente contando sobre a primeira vez de uma garota, que é encarnada por Madonna, a música se tornou o primeiro #1 de Madonna na Billboard e uma de suas produções definitivas..

MATERIAL GIRL

Lançamento como single: 23 de janeiro de 1985

Álbum: Like a Virgin

Madonna voltou a explorar o soubrette com “Material Girl”, encarnando Marilyn Monroe em ‘Os Homens Preferem as Loiras’. Com lírica sobre materialismo e joias e tudo que possa cintilar, o arranjo se rende aos sintetizadores com força incrível e colocando tanto a música quanto o videoclipe como um dos maiores influenciadores do século passado.

INTO THE GROOVE

Lançamento como single: 15 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Into the Groove” integrou o clássico longa-metragem ‘Procura-se Susan Desesperadamente’ e, por mais que a obra cinematográfica não tenha feito tanto sucesso, a canção ganhou lugar especial entre o público e a crítica. Voltando a incorporar elementos do synth-pop, madonna começava a se sentir mais confortável com sua fama e percebia que convidar seus fãs para se jogar nos night clubs era a receita certa para o sucesso.

DRESS YOU UP

Lançamento como single: 24 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Dress You Up” foi lançado como o single final de ‘Like a Virgin’ e traz inúmeros elementos que se fundem numa coesa redição: coro, guitarras e vocais divertidos – sso sem mencionar a parceria infalível com o icônico Nile Rodgers. A letra, por sua vez, é uma metáfora inteligente para luxúria e fashion, comparando o ato de se vestir com paixão.

LIVE TO TELL

Lançamento como single: 26 de março de 1986

Álbum: True Blue

Madonna deu vida a uma onírica e emocionante balada com Live to Tell”, primeiro single oficial de ‘True Blue’, um de seus melhores álbuns. A artista alcança seu primeiro espasmo de amadurecimento ao falar de traumas e infância através de sintetizadores ecoantes. Eventualmente, a canção teve aclamação pela crítica especializada e debutou em primeiro lugar na Hot 100.

PAPA DON’T PREACH

Lançamento como single: 11 de junho de 1986

Álbum: True Blue

“Papa Don’t Preach” tem uma poderosa letra que conta a história de uma jovem garota que engravidou e, com medo da reação do pai, decidiu que irá criar o filho independente do que ele pensa. A música causou certa comoção negativa por parte de entidades parentais, as quais diziam que encorajava gravidez na adolescência – mas controvérsias à parte, Madonna conseguiu seu quarto #1 na Billboard.

TRUE BLUE

Lançamento como single: 29 de setembro de 1986

Álbum: True Blue

Buscando um look diferente daqueles que já havia utilizado, a música homônima de ‘True Blue’ tornou-se um sucesso de crítica e de paradas, garantindo mais uma canção no Top 10 da Billboard consecutiva para a rainha do pop. Com uma atmosfera retrô, intimista e reconfortante, a artista se inspirou no clássico grupo dos anos 1960 Motown para dar vida à faixa.

OPEN YOUR HEART

Lançamento como single: 19 de novembro de 1986

Álbum: True Blue

Elogiada por sua simplicidade, “Open Your Heart” é uma simples narrativa romântica que também serve como metáfora para o ato de ser vulnerável, expandindo-se para o relacionamento íntimo. O conceito principal coloca seu eu-lírico como uma vítima do amor e, seguindo os passos dos singles predecessores, tornou-se um sucesso comercial mundial e ganhou reconhecimento por suas homenagens a Liza MinnelliMarlene Dietrich.

LA ISLA BONITA

Lançamento como single: 25 de fevereiro de 1987

Álbum: True Blue

“La Isla Bonita” é uma dançante construção latino-sintética que mistura inúmeros gêneros e mostra a paixão de Madonna por conhecer outras culturas e incorporá-las no cenário mainstream. Suas performances foram inclusive comparadas à da icônica Carmen Miranda, além de ter sido bem recebida pelos especialistas internacionais.

WHO’S THAT GIRL

Lançamento como single: 23 de junho de 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

Trazendo instrumentais como bateria, baixo e instrumentos de corda, “Who’s That Girl” continuou mostrando a fascinação de Madonna pela cultura hispânica, permitindo que ela até mesmo trouxesse versos em espanhol e utilizasse o efeito de vocais duplos. Apesar da recepção mista por parte da crítica, alcançou o topo das paradas e foi indicada ao Grammy de Melhor Canção em Filme e ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

CAUSING A COMMOTION

Lançamento como single: 25 de agosto 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

“Causing a Commotion” também fez parte da trilha sonora de ‘Quem é Essa Garota?’ e, assim como a música supracitada, não teve uma recepção solidamente favorável por parte da crítica. Usando elementos do dance, a canção foi inspirada pelo relacionamento com Sean Penn e sua natureza abusiva e violenta.

LIKE A PRAYER

Lançamento como single: 03 de março de 1989

Álbum: Like a Prayer

Em 1989, Madonna lançava um dos álbuns mais aclamados e mais importantes da história da música, ‘Like a Prayer’. E, assim como produções anteriores, a produção veio acompanhada da faixa titular que misturava diversos elementos elegíacos e poéticos, incluindo um coro gospel e um impactante pop-rock. A canção permanece até hoje na lista das 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stone.

EXPRESS YOURSELF

Lançamento como single: 09 de maio de 1989

Álbum: Like a Prayer

A evocativa “Express Yourself” é uma construção que amalgama dance-pop e deep-funk em um hino feminista bastante dançante, além de ser acompanhado pelas notas do saxofone e de uma percussão irretocável. Falando sobre aceitação e sobre empoderamento, a canção foi elogiada pela crítica por suas mensagens de igualdade de gênero e, mais tarde, servindo como um dos grandes anthems LGBTQ+.

VOGUE

Lançamento como single: 27 de março de 1990

Álbum: I’m Breathless

“Vogue” não é apenas uma das canções mais conhecidas de Madonna, mas também uma das mais famosas de todos os tempos. Colocando o estilo de dança criado pela comunidade LGBTQ+ nos anos 1970 no cenário mainstream e com um videoclipe dirigido por David Fincher, a canção fez parte da trilha sonora ‘I’m Breathless’ e ganhou aclame mundial. A faixa foi inspirada no dance-pop e no house, que definiu as tendências dos anos 1990.

SOONER OR LATER

Lançamento como single: 21 de maio de 1990

Álbum: I’m Breathless

Também parte de ‘I’m Breathless’, a música foi composta pelo lendário liricista Stephen Sondheim como forma de evocar a natureza teatral e o estilo do filme. A balada retomar o jazz dos anos 1930, criando uma atmosfera que nos recorda dos nightclubs da época. Eventualmente, a música levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original.

JUSTIFY MY LOVE

Lançamento como single: 06 de novembro de 1990

Álbum: The Immaculate Collection

No mesmo ano que lançou várias produções icônicas, Madonna também aproveitou o momento para lançar seu primeiro compilado de hits – usando o álbum especial para trazer aos fãs a canção inédita “Justify My Love”, um trip-hop que fala sobre romance e sexo. A iteração teve recepção mista por parte da crítica, mas alcançou o #1 na Billboard (a nona música da artista a chegar ao topo das paradas).

EROTICA

Lançamento como single: 13 de outubro de 1992

Álbum: Erotica

Se Madonna havia revolucionado a música em 1989, ela faria a mesma coisa poucos anos depois com o revolucionário, controverso e blasfemo ‘Erotica’. A faixa-título, o primeiro single de uma era esteticamente perfeita, é uma ode ao BDSM e a primeira encarnação da artista como Dita (em homenagem a Dita Parlo), um de seus vários pseudônimos. Através de vocais falados, a performer convida seu amante para se submeter às suas vontades e explorar os limites entre o prazer e a dor.

DEEPER AND DEEPER

Lançamento como single: 08 de dezembro de 1992

Álbum: Erotica

“Deeper and Deeper” é uma mimética produção que une, em um mesmo lugar, as vertentes do disco e do dance em uma explosiva e ao mesmo tempo íntima construção. Trazendo à tona alguns dos melhores vocais de Madonna, a canção também é dona de um dos bridges mais famosos e mais relembrados da história do pop, o qual serviu de inspiração para várias progressões na atualidade.

RAIN

Lançamento como single: 05 de agosto de 1993

Álbum: Erotica

Com resposta bastante positiva por parte da crítica e uma estreia sólida nos charts mundiais, “Rain” é uma balada de grande calibre que quebra os tabus explorados por Madonna em ‘Erotica’. A música traz espectros do R&B e do trip-hop, que voltariam em sua próxima era, para o comando de um pop comedido e envolvente.

SECRET

Lançamento como single: 27 de setembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

Depois de chocar o mundo com ‘Erotica’, Madonna resolveu dar um passo para trás e “pedir desculpas” à conservadora sociedade que claramente não estava preparada para suas músicas. Com “Secret”, a artista dava origem a ‘Bedtime Stories’ – e a sagaz canção é memorável em cada incursão instrumental, apresentando uma nova camada cada vez que a ouvimos de novo.

TAKE A BOW

Lançamento como single: 06 de dezembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

“Take a Bow” permitiu que Madonna quebrasse o recorde de Carole King cmoa artista com mais #1 nos charts da Billboard – permanecendo nada menos que sete semanas no topo das paradas. Guiado por um pano de fundo orquestral e por elementos da cultura asiática, a canção foi elogiada por sua poética romântica e pela trágica narrativa.

HUMAN NATURE

Lançamento como single: 06 de junho de 1995

Álbum: Bedtime Stories

“Human Nature” de fato merecia um lugar na nossa lista – e não é por menos: a faixa, lançada em meados de 1995, mostra que Madonna, na verdade, é uma mulher que fala o que pensa e que usa de ironias ácidas para rebater as críticas que havia recebido com ‘Erotica’. Recheada de pungentes versos, a artista se alia ao produtor Dave Hall para uma inflexão R&B cheia de referências.

YOU’LL SEE

Lançamento como single: 30 de outubro de 1995

Álbum: Something to Remember

“You’ll See” fez parte do grande compilado de baladas de Madonna, com o intuito de atenuar a imagem da artista que vinha constantemente sofrendo ataques e críticas injustificáveis. Funcionando como uma construção acústica pop, a canção traz instrumentais que variam da percussão ao violão e ao piano.

DON’T CRY FOR ME ARGENTINA

Lançamento como single: 04 de feereiro de 1997

Álbum: Evita (OST)

Para a personagem titular em ‘Evita’, Madonna passou por um intenso treinamento vocal para honrar a originalidade elegíaca de Julie Covington em 1976. O resultado foi bastante positivo e rendeu à rainha do pop não apenas uma atuação sólida, mas também uma das rendições mais operísticas e teatrais de sua carreira.

FROZEN

Lançamento como single: 23 de fevereiro de 1998

Álbum: Ray of Light

‘Ray of Light’ tornou-se um dos, senão o mais importante disco da carreira de Madonna. Representando o grande amadurecimento artístico da cantora e compositora, o álbum veio acompanhado de singles espetaculares, incluindo a cinemática obra-prima “Frozen”, pincelada com cordas e sintetizadores arrepiantes.

RAY OF LIGHT

Lançamento como single: 06 de maio de 1998

Álbum: Ray of Light

A música epônima dessa nova era levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards e também foi indicada à categoria de Música do Ano – e não é por menos: a competente produção, supervisionada por William Orbit, fundiu em um mesmo escopo sonoro as tendências do electrodance, do Europop e do techno, arquitetando uma narrativa que compara a vastidão do universo com a pequenez do ser humano.

BEAUTIFUL STRANGER

Lançamento como single: 19 de maio de 1999

Álbum: Austin Power: O Agente Bond Cama (OST)

“Beautiful Stranger” foi uma das músicas mais aguardadas de Madonna e, sendo bem recebida pela crítica especializada, misturou incursões do pop psicodélico e do disco, trazendo reverberações de guitarras elétricas e loopings sonoros para falar sobre uma história de amor.

AMERICAN PIE

Lançamento como single: 03 de março de 2000

Álbum: Sobrou pra Você (OST)

A versão de Madonna para o clássico “American Pie”, de Don McLean, falhou em resgatar o teor crítico e teve recepção relativamente negativa por parte da crítica. Transformando um impactante folk-rock em um dance-pop esquecível, a única coisa que realmente salva é o videoclipe dirigido por Philipp Stölz.

MUSIC

Lançamento como single: 21 de agosto de 2000

Álbum: Music

Afastando-se completamente da sinestesia intimista de ‘Ray of Light’, Madonna retornou às pistas de dança no começo do novo século com ‘Music’. A música-título, primeiro single do álbum, trouxe influências do funk e do dance-pop, liricamente erguendo-se como um hino disco com uma infecciosa e dançante progressão.

DON’T TELL ME

Lançamento como single: 14 de novembro de 2000

Álbum: Music

“Don’t Tell Me”, em comparação com o single analisado acima, é mais uma ótima adição ao catálogo de sucessos de Madonna; entretanto, diferente das distorções apresentadas em “Music”, a peça em questão opta pelo folk e pelo electro-country, experimentando certas dissonâncias interessantes e bem-vindas.

AMERICAN LIFE

Lançamento como single: 08 de abril de 2003

Álbum: American Life

‘American Life’ é uma das produções mais polêmicas de Madonna – ainda mais porque a artista ousa criticar o sonho americano e o militarismo desenfreado de sua pátria. A música-título é uma representação interessante das mensagens que a artista pretende mostrar para o mundo, mas a gestação do single transforma uma crítica social de suma importância em uma egolatria oscilante.

HUNG UP

Lançamento como single: 17 de outubro de 2005

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

SORRY

Lançamento como single: 07 de fevereiro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna explora seu cansaço físico e mental quanto a um relacionamento abusivo com a vibrante “Sorry”. O frenético hino dance estende suas raízes para a nostalgia do nu-disco e foi considerada como uma das faixas mais fortes do 10º álbum de estúdio de Madonna.

GET TOGETHER

Lançamento como single: 06 de junho de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Inspirada pelo grupo francês Stardust, “Get Together” pode ter caído no esquecimento, mas certamente merece nossa atenção. A amálgama perfeita entre trance, techno e dance serve de base para uma narrativa prática, ainda que formulaica, para o pop : a possibilidade de encontrar amor nas pistas de dança.

JUMP

Lançamento como single: 31 de outubro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

“Jump” é uma estonteante e coesa produção que, mesmo com uma lírica unidimensional e clichê, ganha nossos corações por uma atmosfera envolvente ao extremo – ainda mais por ser inspirada pelas incursões oitentistas do synth-pop, do disco e do techno.

4 MINUTES

Lançamento como single: 17 de março de 2008

Álbum: Hard Candy

“4 Minutes”, primeiro single do álbum ‘Hard Candy’, é uma das parcerias de maior sucesso crítico e comercial de Madonna. Batalhando contra o fim do mundo ao lado de Justin Timberlake, o dance-pop ganhou o mundo e, integrada a um CD oscilante e apático, é um dos pontos altos sem sombra de dúvida

GIVE IT 2 ME

Lançamento como single: 24 de junho de 2008

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna apostou em si mesma na construção de “Give It 2 Me”. Mais uma vez retomando as incursões do dance-pop, a performer buscou dar vida a uma profusão perfeita de sintetizadores gritantes e de percussões do oeste africano.

GIRL GONE WILD

Lançamento como single: 02 de março de 2012

Álbum: MDNA

“Girl Gone Wild” é uma profusa canção que integra o 12º álbum de Madonna, ‘MDNA’. Movida pelas incessantes inflexões do electropop e do Euro Disco, a faixa resgata “Act of Contrition”, de ‘Like a Prayer’, para dar vida a uma narrativa indesculpavelmente blasfema, mesmo com seus erros, tornou-se bastante conhecida.

MASTERPIECE

Lançamento como single: 02 de abril de 2012

Álbum: MDNA

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem produzidas de ‘MDNA’ e fez parte do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit. Eventualmente, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

LIVING FOR LOVE

Lançamento como single: 20 de dezembro de 2014

Álbum: Rebel Heart

‘Rebel Heart’ é um subestimado álbum de Madonna que, apesar do número exorbitante de produtores, culminou em uma coesa joia que merecia mais atenção. No topo desse convidativo CD, há o single “Living for Love”, que explora EDM e diva house com perfeição, aliando a pontual presença do piano de Alicia Keys com um coral gospel de arrepiar.

REBEL HEART

Lançamento: 06 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

Por incrível que pareça, a faixa-título do álbum foi acrescentada apenas à sua versão deluxe e descartada como um dos singles principais – um erro incorrigível da rainha do pop. Relacionando-se com a própria história de Madonna, a mensagem altiva da canção é incorporado ao teor acústico de sua produção aplaudível.

GHOSTTOWN

Lançamento como single: 13 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

“Ghosttown” é uma daquelas músicas que merecia muito mais reconhecimento do que realmente tem. Acompanhada de um videoclipe cinemático irretocável, a balada traz os elementos do órgão e da matéria para construir uma história introspectiva que vai para além de um mero conto romântico, atingindo um âmbito metafórico que conversa com a própria vida da artista.

BITCH I’M MADONNA

Lançamento como single: 15 de junho de 2015

Álbum: Rebel Heart

A parceria de Madonna com Nicki Minaj é um afastamento brusco de qualquer coisa que já nos tenha sido apresentado. Produzida por Diplo, a mistura de EDM e dubstep é consideravelmente coesa nos atos principais, falhando com um prólogo desnecessário e pedante e fechando uma história sobre se jogar na pista de dança não importa o que aconteça.

MEDELLÍN

Lançamento como single: 17 de abril de 2019

Álbum: Madame X

Quatro anos depois de sua última investida musical, Madonna resolveu mergulhar de cabeça no experimentalismo – e, depois de ser introduzida à cultura fonográfica portuguesa, deu origem a ‘Madame X’. O 14º álbum teve início com o lançamento de “Medellín”, trazendo a cantora refletindo sobre traumas passados e uma coesão sonora bastante sólida.

DARK BALLET

Lançamento como single: 07 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“Dark Ballet” é a música mais experimental da carreira de Madonna: aliando-se a uma imagética que retoma a mitológica figura de Joana D’Arc e introduzindo incursões de Tchaikovsky para uma ambientação electro-gospel, a canção merece reconhecimento por sua ousadia reverberante, ainda que o resultado não seja tão memorável quanto poderia.

GOD CONTROL

Lançamento como single: 14 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“God Control” é facilmente uma das melhores faixas de ‘Madame X’ e, com mais força que suas conterrâneas, traz o retorno de Madonna para a crítica social. Introduzindo o hi-NRG em sua carreira e revisitando o disco que outrora a colocou no topo do mundo, a música é uma pungente declamação acerca da política de controle armamentista nos Estados Unidos – além de fazer menção ao tiroteio da balada Pulse, em Orlando, no ano de 2016.

I RISE

Lançamento como single: 04 de outubro de 2019

Álbum: Madame X

Provavelmente tendo passado longe do radar, “I Rise” é uma nostálgica performance de Madonna para ‘Madame X’ e uma das únicas inflexões que realmente se encaixam no comodismo do pop. Construindo-se através do mid tempo, os versos delineiam mais uma crítica da cantora para a violência e o porte de armas dos Estados Unidos, além de usar o poderoso discurso da ativista Emma González para guiá-los.

‘Pânico’: Primeiras reações rasgam ELOGIOS à sequência e dizem que Wes Craven ficaria orgulhoso

Depois de 11 anos que o 4º filme foi lançado, a franquia ‘Pânico’ está pronta para renascer com um “reboot-sequência” – que não apenas traz o elenco protagonista de volta, mas apresenta uma nova geração ao público atual.

E, ao que tudo indica, a espera valeu a pena: nas redes sociais, as primeiras reações ao longa-metragem começaram a ser postadas.

Os jornalistas que já assistiram à produção rasgaram elogios para o teor nostálgico, brutal e impiedoso da narrativa, com alguns dizendo que o filme é o melhor desde o primeiro capítulo, de 1996, e que faz um ótimo trabalho em reviver a saga.

Confira alguns dos comentários abaixo:

“Os fãs irão adorar o novo ‘Pânico’. Ghostface está brutal e impiedoso. [Os diretores] Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem o suspense, as risadas e um emocionante retorno para Neve CampbellCourteney CoxDavid Arquette“.

‘Pânico’ é incrível! É um exemplo clássico de como reviver e revigorar uma franquia – e como fazer isso num estilo matador. Brutalmente genial, [o filme] tem a sagacidade das melhores entradas da franquia, com um terceiro ato que acerta em cheio”.

“Finalmente assisti a ‘Pânico’ e [o filme] entrega… E muito mais. Se a franquia significa algo para você […], você sairá satisfeito, emocionado e querendo mais. Ah, sim, é assustador e divertido pra caramba”.

“Sou um grande fã da franquia. Tudo o que posso dizer é ‘UAU’ e ‘ÉPICO’. Wes [Craven] ficaria orgulhoso”.

“O novo ‘Pânico’ é pura diversão e o meu favorito desde o original. Há uma escrita sagaz aqui – um balanço ótimo de sustos bem construídos e comentários divertidos sobre o terror moderno. Além disso, faz piadas consigo mesmo, enquanto permanece como uma aventura sangrenta”.

De acordo com o Indiewire, o próximo filme da franquia ‘Pânico‘ deve ser tornar um sucesso nas bilheterias norte-americanas, com projeções indicando uma estreia em torno de US$ 35-40 milhões no país.

“O primeiro filme da franquia desde 2011 deve ter um retorno lucrativo no final de semana estendido. Apesar do fechamento de alguns cinemas no Canadá, o impacto da variante Omicron do COVID deve ser baixo. ‘Pânico‘ deve acumular mais de US$ 80 milhões até o fim do mês,” afirma o site.

Caso as projeções se concretizem, o novo filme deve conquistar a MAIOR estreia da franquia nas bilheterias dos EUA, ultrapassando o lançamento de ‘Pânico 3‘, que arrecadou US$ 34.7 milhões em seu primeiro final de semana no país.

O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Internautas estão IMPLORANDO para que os fãs não deem spoilers da 4ª temporada de ‘Stranger Things’; Confira!

Depois de três anos esperando, a Netflix finalmente liberou a primeira leva de episódios da 4ª temporada de ‘Stranger Things’.

A primeira parte do novo ciclo foi lançada hoje, 27 de maio, na plataforma de streaming – e, considerando que faz poucas horas desde seu lançamento, vários internautas ainda não conseguiram assistir. Não é surpresa, então, que o público já se manifestou nas redes sociais implorando para que quem já conferiu os episódios não solte spoilers e não estregue a experiência dos outros.

Confira:

 

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Segredos e feitiços no novo teaser OFICIAL de ‘As Bruxas Mayfair’; Confira!

A AMC divulgou um novo teaser oficial da adaptação de ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches), série baseada na saga homônima de Anne Rice.

O show tem estreia marcada para o dia 05 de janeiro de 2023.

Confira, junto ao trailer completo:

A série é estrelada por Alexandra Daddario, que interpretará Rowan Mayfair, uma médica brilhante que luta com seu destino como herdeira de uma família de bruxas poderosas.

O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Vale lembrar que o canal também deu sinal verde para outra adaptação de Anne Rice, ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire), estrelada por Sam Reid como o vampiro Lestat.

‘Tetris’: Filme com Taron Egerton sobre clássico jogo dos anos 80 estreia na Apple TV+!

Tetris‘, filme que conta a história por trás da luta pelos direitos do clássico jogo de videogame lançado na década de 1980, já está disponível na Apple TV+.

A produção foi lançada hoje, 31 de março, na plataforma de streaming.

A trama nos leva de volta à era da Guerra Fria para narrar como se desenrolou a verdadeira história da batalha legal de alto risco para garantir os direitos de propriedade intelectual do Tetris.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido por Jon S. Baird, com roteiro assinado por Noah Pink.

Taron Egerton estrela. Toby JonesNikita YefremovRoger AllamAnthony BoyleTogo IgawaKen YamamuraBen MilesMatthew MarshRick Yune completam o elenco.

Tetris é um videogame de quebra-cabeças criado pelo engenheiro de software soviético Alexey Pajitnov, em 1984. Com mais de 202 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, o jogo se tornou um dos mais vendidos de todos os tempos, estando disponível em mais de 65 plataformas, além de ter influenciado diversos âmbitos da arte – incluindo arquitetura, música e cosplay – e servido como base de diversos estudos que analisam sua complexidade teorética e seus efeitos no cérebro humano (como, por exemplo, o Efeito Tetris).

O Clube dos Leitores Assassinos | Quem é o serial killer mascarado? [SPOILERS]

Cuidado: spoilers à frente.

Recentemente, a Netflix lançou em seu catálogo o slasher espanhol ‘O Clube dos Leitores Assassinos’ – que dividiu tanto o público quanto a crítica especializada (amargando apenas 13% de aprovação no Rotten Tomatoes).

A trama acompanha um grupo de jovens que estudam escrita criativa e participam de um clube de leitura. Após um dos professores do curso abusar de uma garota e ameaçá-la caso ela contasse para alguém, os amigos unem forças para assustá-lo com uma brincadeira viral em que vestem máscaras de palhaço e o perseguem pelos corredores da instituição. Entretanto, o professor acaba morrendo durante essa vendeta e, pouco depois, eles são ameaçados por um serial killer mascarado que publica histórias detalhando como irá matá-los.

Apesar das boas intenções, o resultado do filme é apenas um rip-off de baixo orçamento de ‘Pânico’, movido por clichês e por um roteiro pífio que nos deixa frustrados com o andamento da história e até mesmo com a revelação dos assassinos.

Mas quem está por trás dessa caçada pelo grupo?

Primeiro, precisamos nos lembrar de certos aspectos da história: a protagonista, Ángela (Veki Velilla), é uma aspirante à escritora que está há seis anos em bloqueio criativo, apesar de ter publicado um conto de terror baseado na conturbada vida de uma amiga virtual, Alice. Após uma tragédia culminar tanto na morte da amiga quanto da mãe, Ángela resolveu esquecer esses eventos fatídicos e enterrar os fantasmas do passado – apenas para ser assombrada por um pecado que se materializa na forma de um palhaço assassino. E, quanto mais as investigações continuam, mais ela percebe que o serial killer pode, na verdade, estar querendo se vingar do que aconteceu.

A verdade é que, diferente do que Ángela imaginava, Alice não morreu. Ela, na verdade, adotou o alter-ego de Virgínia (Priscilla Delgado), um dos membros do clube de leitura que, ao que tudo indicava, havia sido a primeira vítima do homicida. Todavia, ela arquitetou um diabólico e complexo plano com o namorado, Sebas (Álvaro Mel), líder do clube), para fazer com que Ángela pagasse pelo que havia feito. Sebas inclusive revela que enviou um e-mail para o professor deles, Cerrado (Daniel Grao), levando-o a abusar de Ángela e, consequentemente, garantir que Ángela aceitasse o plano de assustá-lo – e, no final das contas, matá-lo.

Pouco depois, Sebas conquista a confiança de Ángela, colocando-a contra os amigos e contra o próprio namorado, Nando (Iván Pellice), a fim de atraí-la a uma armadilha final e imortalizar um grande conto de terror, assim como Ángela havia feito às custas dos outros.

E é claro que, como podíamos imaginar, as coisas não saem como o planejado e ambos morrem – deixando Ángela e Nando, os únicos sobreviventes dos ataques, em paz para reconstruírem sua vida.

Lembrando que o filme está disponível na Netflix.

Prêmio CinePOP 2024 | Cillian Murphy é votado como Ator Favorito por ‘Oppenheimer’

O aclamado sucesso de Christopher Nolan, ‘Oppenheimer’, fez um grande sucesso na temporada da premiações – e, agora, parece ter se tornado uma das produções mais elogiadas por parte dos leitores do CinePOP.

O público escolheu Cillian Murphy como Ator Favorito no Prêmio CinePOP 2024, com 48% dos votos. Além disso, Robert Downey Jr. foi votado como Ator Coadjuvante Favorito, enquanto Emily Blunt foi escolhida como Atriz Coadjuvante Favorita.

‘Oppenheimer’ apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

‘Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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Prime Video divulga cenas INÉDITAS da 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’

A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ chega este mês ao catálogo do Prime Video e, agora foram divulgadas cenas inéditas da próxima iteração.

O novo ciclo tem lançamento agendado para o próximo dia 29 de agosto na plataforma de streaming.

Confira, a partir de 00:00:

Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.

“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunner Patrick McKay“O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.

Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.

“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.

“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber“Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘Tubarão’, ‘The Rocky Horror Picture Show’ e outros CLÁSSICOS que fazem 50 anos em 2025

A relação entre o público e o cinema é única – e o laço que se cria entre espectadores e produções da sétima arte parece inquebrável, mesmo tantos anos depois do lançamento de algum filme.

Há cinco décadas, inúmeras incursões cinematográficas ganhavam espaço nas telonas e calcavam um legado inesquecível. Tivemos, por exemplo, a estreia do primeiro blockbuster da história, ‘Tubarão’, que também se sagrou o primeiro grande trabalho do lendário cineasta Steven Spielberg; ou o clássico cult ‘The Rocky Horror Picture Show’, que se transformou em um emblema do Dia das Bruxas e angariou uma legião de fãs com o passar dos anos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista separando icônicos longas-metragens que completam 50 anos em 2025.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

TUBARÃO

Em 1975, o termo blockbuster era oficialmente cunhado com o lançamento de ‘Tubarão’. Comandado por Steven Spielberg, o longa-metragem se tornou o primeiro a cruzar a marca de US$100 milhões arrecadados nas bilheterias e estipulava regras e trejeitos que seriam emulados nas décadas posteriores – além de colocar o nome do cineasta no centro dos holofotes como um artesão fílmico.

Na trama, um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

THE ROCKY HORROR PICTURE SHOW 

À época de seu lançamento, ‘The Rocky Horror Picture Show’ foi massacrado pelos críticos; décadas depois, a icônica produção é considerada por inúmeros especialistas como um dos maiores musicais de todos os tempos. E não apenas isso: o crescente sucesso do filme construiu um evento parassocial nos Estados Unidos, em que fãs se reuniam noite após noite para assistir à produção na virada da meia-noite e em uma espécie de postura rebelde à par da atmosfera da obra.

Na trama, os namorados Brad e Janet têm um pneu furado durante uma tempestade e descobrem a misteriosa mansão do louco cientista Dr. Frank-N-Furter. Eles encontram uma casa cheia de personagens selvagens, incluindo um motociclista e um mordomo assustador. Através de danças sistemáticas e canções de rock, Frank-N-Furter revela sua mais recente criação: um homem musculoso chamado Rocky.

UM ESTRANHO NO NINHO

um estranho no ninho

Dirigido por Milos Forman e estrelado por Jack Nicholson‘Um Estranho no Ninho’ permanece na memória popular como um dos maiores filmes do século passado. Inspirado no romance homônimo de Ken Kesey, a trama é centrada em Randall McMurphy, um homem que acaba em uma clínica psiquiátrica depois de fugir da prisão. Lá, ele lidera os pacientes em uma rebelião contra a equipe de enfermagem.

Além de contar com performances incríveis e apresentar ao público uma das maiores vilãs da sétima arte, a Enfermeira Ratched, o longa se tornou o segundo a conquistar todos os cinco principais prêmios do Oscar (Melhor FilmeMelhor AtorMelhor AtrizMelhor DireçãoMelhor Roteiro). Como se não bastasse o aclame crítico e a sólida bilheteria, a obra foi homenageada de diversas maneiras com o passar dos tempos – tendo sido citada ou remodelada em produções como ‘Ratched’‘Once Upon a Time’.

MONTY PYTHON E O CÁLICE SAGRADO

monty python e o cálice sagrado

Em ‘Monty Python e o Cálice Sagrado’, o Rei Artur sai à procura de cavaleiros que o acompanhem em uma jornada histórica: a busca do Santo Graal. Aparecem então Sir Lancelot, o Bravo; Sir Robin, o Não-Tão-Bravo-Quanto-Sir-Lancelot; Sir Galahad, o Puro, entre outros personagens surreais. Escrita pelo genial grupo de comédia britânico Monty Python, a trama do longa satiriza diversos eventos históricos ocorridos na Idade Média.

Contando com nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa é considerado uma das maiores produções cômicas de todos os tempos e serve de inspiração para diversos comediantes ao redor do mundo – incluindo os pertencentes ao Teatro do Improviso no Brasil. Como se não bastasse, o filme ajudou a eternizar o talento inegável de nomes como Graham ChapmanJohn CleeseTerry GilliamEric IdleTerry JonesMichael Palin.

BARRY LYNDON

barry lyndon

‘Barry Lyndon’ faz parte do extenso grupo de produções cinematográficas que, à época de seu lançamento, não foram compreendidas pelo público ou pelos especialistas. Dirigido, escrito e produzido por ninguém menos que Stanley Kubrick, o filme teve uma modesta bilheteria e recepção mista por parte da crítica – apenas para ser revisitado décadas depois como uma das obras mais originais e envolventes do cineasta.

A trama nos leva de volta para o século XVIII e segue o aventureiro irlandês Redmond Barry, que transgride a lei e é obrigado a deixar sua cidade. Ele junta-se ao exército para logo em seguida tornar-se espião e traidor. Seu principal objetivo é chegar até a aristocracia através do casamento. Ele consegue casar-se com a milionária Lady Lyndon, mas após um breve período de felicidade, um triste destino o aguarda.

‘The Lost Bus’: Drama de SOBREVIVÊNCIA estrelado por Matthew McConaughey ganha teaser; Assista!

Apple TV+ divulgou o teaser trailer oficial de ‘The Lost Bus’, drama de sobrevivência estrelado pelo vencedor do Oscar Matthew McConaughey (‘Clube de Compras Dallas’).

O longa chega em breve ao catálogo da plataforma de streaming, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Paul Greengrass assume a cadeira de direção. Ele também fica responsável pelo roteiro ao lado de Brad Ingelsby.

A trama acompanha um motorista de ônibus que é obrigado a conduzir um ônibus cheio de crianças para um local seguro durante o incêndio Camp Fire de 2018, que se tornou o incêndio mais mortal da história da Califórnia ao queimar mais de 150 mil acres e causar 86 fatalidades.

America FerreraYul VazquezAshlie AtkinsonSpencer WatsonDanny McCarthy completam o elenco.

O longa é baseado no romance de não-ficção ‘Paradise: One Town’s Struggle to Survive an American Wildfire’, de Lizzie Johnson.

Crítica | ‘The Witcher’ retorna com uma 4ª temporada desequilibrada, mas satisfatória

Cuidado: muitos spoilers à frente.

‘The Witcher’ tornou-se uma das séries mais populares do extenso catálogo da Netflix – apresentando um trio de protagonistas carismáticos o bastante para nos guiar pelas perigosas terras do Continente. Inspirada na saga de romances homônima de Andrzej Sapkowski, a atração criada por Lauren Schmidt Hissrich começou com o pé esquerdo, mas encontrou um ritmo sólido que foi mantido nas temporadas seguintes. Agora, está na hora de retornar a esse violento mundo com o aguardado de uma quarta temporada marcada por mudanças drásticas nos bastidores e altas expectativas por parte do público.

Como bem sabemos, Henry Cavill havia deixado o elenco principal da atração, passando o manto do bruxo Geralt de Rivia para Liam Hemsworth. E, tendo início logo após os drásticos eventos do ciclo anterior, Geralt está acompanhado de seus aliados mais próximos, incluindo o bardo Jaskier (Joey Batey), a habilidosa arqueira Milva (Meng’er Zhang) e, mais tarde, o anão guerreiro Zoltan (Danny Woodburn) e a inesperada presença de um de seus antigos inimigos que se torna um improvável aliado – o impetuoso Cahir (Eamon Farren), que abandonou sua condenável vida para adentrar um caminho de redenção. Cruzando campos de batalha, inimigos impiedosos e criaturas mortais, o grupo está em busca da Princesa Cirilla de Cintra (Freya Allan), que enfrentou o temível Vilgefortz (Mahesh Jadu) em uma poderosa batalha, culminando em seu desaparecimento.

A verdade é que Ciri foi teletransportada para um lugar longínquo do Continente, adotando a persona de Falka e juntando-se a um grupo de rebeldes dissidentes e anárquicos conhecidos como os Ratos. Acreditando ter encontrado uma nova família e um certo conforto em tempos incertos, Ciri é caçada pelo Imperador Emhyr (Bart Edwards) após descobrir que a suposta filha que ocupa o trono ao seu lado é falsa; por Vilgefortz e sua horda de seguidores que desejam destruir as bruxas e dar início a uma nova era; e, é claro, torna-se prioridade para Yennefer (Anya Chalotra), que está reunindo um exército para enfrentar Vilgefortz e garantir que o mundo esteja seguro para quando Ciri for encontrada.

Como podemos perceber, o ciclo é recheado de tramas e subtramas que se solidificam episódio a episódio: Hissrich, aliando-se a um time de roteiristas e diretores, consegue singrar por um ritmo dinâmico que não torna a experiência turbulenta ou monótona, apoiando-se em uma espécie de estética à la ‘Dungeons & Dragons’ para construir um role-play game em live-action. É claro que algumas escolhas narrativas não fazem muito sentido dentro do que esperaríamos para a temporada – como o fato do imensurável poder de Ciri não ser explorado como deveria e alguns ganchos que não fluem como deveriam. E, enquanto os deslizes existem, o comprometimento dos atores e as impecáveis sequências de luta são o suficiente para nos proporcionar um bom entretenimento.

É inegável dizer que Cavill eternizou Geralt da mesma maneira que o fez com Superman. Dessa forma, Hemsworth teria um trabalho árduo pela frente, principalmente para manter o carisma do personagem e sua personalidade sisuda e quase inabalável. Felizmente, o astro, que ganhou notoriedade por seu trabalho na franquia ‘Jogos Vorazes’, entrega-se de corpo e alma para uma nova versão de Geralt que marcha ao próprio passo à medida que homenageia as incursões de Cavill. Dividindo um dos três núcleos principais ao lado de Chalotra e Allan, Hemsworth fornece a química necessária para que compremos o que ele nos oferta – mas a decisão de separá-los pela maior parte do tempo foi inteligente para lhes dar mais protagonismo.

Outros membros do elenco brilham em meio a ótimos arcos, com destaque a Batey como Jaskier – cuja bravura e cuja imposição estão mais em voga no novo ciclo -, Zhang como Milva, e a deleitosa presença de Laurence Fishburne como o polido e sábio vampiro Emiel Regis, que se torna membro da “companhia” de Geralt em determinado episódio. E, mais do que nunca, percebemos como os atores se divertem em meio a roteiros que, vez ou outra, soam exagerados ou ambiciosos demais para serem levados a sério, mas nos divertem em incursões regadas a despretensão e a bastante sangue. Talvez o deslize mais chamativo seja o episódio de encerramento, que deixa em aberto muitas questões e finaliza com um tom melancólico e desconfortável.

Mesmo não livre de claros equívocos, ‘The Witcher’ retorna com uma quarta temporada satisfatória, que escorrega em alguns pontos-chave, mas nunca deixa a sua maior qualidade de lado ao focar no mais puro divertimento. Acertando onde é necessário e nos instigando a devorar os episódios, os novos episódios pavimentam um terreno firme o bastante para a já confirmada quinta e última iteração.

PRIMEIRA MÃO: ‘Toy Story 5’ ganha novas artes INCRÍVEIS na CinemaCon 2026; Confira!

CinePOP está participando in loco da CinemaCon 2026 e, agora, nosso editor-chefe Renato Marafon traz em primeira mão os novos banners e cartazes da aguardada sequência ‘Toy Story 5’.

Confira, junto ao trailer dublado, e siga o CinePOP no Youtube:

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

Desta vez, a aventura coloca Woody, Buzz e companhia diante de um desafio bastante atual, competir com celulares, tablets e dispositivos eletrônicos pela atenção das crianças.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Com nova sequência, ‘Thor’ é oficialmente a franquia mais longa do MCU

Agora que mais uma sequência de ‘Thor’ está a caminho, a franquia do Deus do Trovão alcançou um grande marco e é oficialmente a franquia solo mais longa do Universo Cinematográfico da Marvel.

Ainda que o personagem de Chris Hemsworth não seja tão onipresente quanto Tony Stark ou Nick Fury, Thor é o primeiro herói da Marvel a estrelar um quarto filme solo, escapando das tradicionais trilogias do estúdio.

Além disso, o asgardiano será o último herói protagonista da fase 1 a permanecer nos próximos filmes.

lembrando que o final de ‘Vingadores: Ultimato‘ ainda deixou em aberto sua possível aparição em ‘Guardiões da galáxia Vol. 3‘, então o futuro do personagem ainda pode guardar muitas surpresas.

‘Thor 4’ será escrito e dirigido por Taika Waititi, responsável pelo filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente!

Chris Hemsworth e a atriz Tessa Thompson também retornam para a sequência.

Além disso, o We Got This Covered informara que Amora, a Feiticeira, provavelmente será a principal vilã do filme.

Amora, a Feiticeira

Ainda assim, não é seguro afirmar com certeza essa possibilidade, já que o filme ainda é uma hipótese, mas as fontes do site dizem que Amora é a melhor escolha para o filme.

Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

Quanto ao enredo, rumores indicam que será baseado no arco de Siege, envolvendo uma guerra entre os humanos e os novos asgardianos.

Incrível fan pôster reúne todas as encarnações do Batman, incluindo Robert Pattinson; Confira!

Um usuário do Twitter publicou um incrível fan pôster em homenagem ao legado do Batman, reunindo todas as encarnações do personagem.

A imagem mostra um cenário sombrio e traz o Homem-Morcego de Adam West, Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale, Ben Affleck, e até mesmo Robert Pattinson.

Confira:

“Os Cavaleiros das Trevas. Deu trabalho fazer essa arte.”

O Batman já foi adaptado para o cinema diversas vezes e agora o diretor Matt Reeves tem a difícil missão de renovar a imagem do personagem e trazer uma história inovadora para as telonas.

Durante uma entrevista para o Nerdist, Reeves tocou no assunto e falou sobre seu amor pelos filmes do herói, revelando quais deles são os seus preferidos.

“O Batman já apareceu em filmes fantásticos e confesso que a pressão é enorme, porque eu não quero ser ‘o cara que fez mais um filme do Batman’. Eu espero que minha adaptação esteja entre as melhores. Cada filme teve um aspecto novo, sabe? Foram realmente distintos um do outro… Mas acho que Tim Burton e Christopher Nolan conseguiram capturar a alma do personagem.”

Ele continuou:

“Eu adoro ‘Batman: O Retorno‘. Michelle Pfeiffer está incrível como Mulher-Gato. O filme é muito bonito e apavorante ao mesmo tempo. Adoro aquela cena do Pinguim quando ele está caminhando pelos esgotos de Gotham. Burton conseguiu fazer tudo isso da melhor maneira possível.”

Por fim, o cineasta falou sobre sua admiração por ‘O Cavaleiro das Trevas‘.

“‘O Cavaleiro das Trevas‘ é um clássico! A atuação de Heath Ledger é magnífica e chega a ser assustadora de tão incrível. A trama tem todo um debate psicológico… Por mais que o Batman tente derrotar o Coringa, ele pode acabar se afastando do heroísmo no processo. É isso que o vilão quer, é uma uma noção assustadora sobre a natureza humana e eu achei tudo isso muito profundo.”

Embora a estreia de ‘The Batman‘ esteja programada apenas para 2021, o atual quadro mundial pode acabar afetando a data de lançamento da produção.

A informação foi compartilhada pela revista Variety. Segundo a publicação, quando a reclusão social foi imposta em virtude do coronavírus, as filmagens do longa já estavam acontecendo há quase sete semanas.

A interrupção do cronograma de gravações pode impactar o andamento das produção a longo prazo, principalmente considerando as previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), cujas expectativas indicam que a pandemia deve durar por mais alguns meses, até que a população mundial possa retornar às suas rotinas como habitualmente.

Além de ‘The Batman‘, a Variety ainda aponta que o mesmo pode acontecer com os filmes ‘Red Notice‘, da Netflix, e ‘Matrix 4‘.

Ainda é incerto mensurar a dimensão do impacto do coronavírus no cronograma das produções que estavam em andamento, mas continue acompanhando o CinePOP, para manter-se atualizado!

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Batman vs Superman’: Gal Gadot compartilha foto do 1º teste com o traje da Mulher-Maravilha; Confira!

Em 2013, Zack Snyder escalou Gal Gadot como Diana Prince para uma participação especial em ‘Batman vs Superman‘, marcando a estreia da heroína no DCEU.

Em seu perfil no Twitter, Gadot relembrou a época das gravações e compartilhou uma fotos dos primeiros testes de traje para compor o visual da ‘Mulher-Maravilha‘.

Na legenda, ela descreveu sua nostalgia:

“Encontrei este pequeno lembrete de uma dos meus primeiros testes [de traje]. Parece que foi há muito tempo, mas ao mesmo tempo é como se fosse ontem, sabe como é?”

Anteriormente, Snyder comemorou a chegada de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e homenageou a estrela divulgando uma imagem da 1ª vez em que a viu nos bastidores como visual completo.

Confira:

“O primeiro dia de Gal fantasiada nos bastidores de ‘Batman vs Superman‘ em julho de 2014, fotografada com o meu iPhone 6. Quando eu a escolhi em 2013, eu sabia que ela não era apenas a Mulher-Maravilha que eu escolhi, mas que o mundo escolheu. Estou tão orgulhoso de como ela encarnou essa personagem com amor e graça.”

Lembrando que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ que já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘O Mandaloriano’: Giancarlo Esposito fala sobre o retorno do Moff Gideon no futuro da série

Ao final da 2ª temporada de ‘O mandaloriano‘, o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) finalmente foi derrotado por Din Djarin (Pedro Pascal) e, provavelmente, deve permanecer aprisionado pela Nova República por um bom tempo.

No entanto, ainda não há como saber se o personagem irá retornar em algum momento ou se a série irá se dedicar a novos vilões.

Enquanto participava do tapete vermelho do Emmy 2021, Esposito conversou com a Variety e confessou seu desejo de reprisar o papel.

“Bem, não posso falar pelo estúdio, mas sei que eu tenho desejo de retornar. Acho que precisamos ver como irá continuar a história de Moff Gideon e ver como pensa um grande cérebro como o dele. Então, eu gostaria de garantir [que ele vai voltar], mas você sabe, nunca há uma garantia.”

Ele continuou, falando com carinho sobre o personagem, que lhe rendeu uma indicação ao prêmio de Melhor Ator em Série Dramática: 

“Quero dizer, o fato de eu estar aqui nesta noite, indicado pelo papel de Moff Gideon, só posso agradecer a Jon Favreau, Dave Filoni, à Disney e Kathleen Kennedy por tudo. Essa série foi uma verdadeira loucura para os fãs. É possível sentir todo o carinho.”

Confira a entrevista:

Lembrando que o próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

4ª temporada de ‘Stranger Things’ supera audiência de ‘Obi-Wan Kenobi’

Os novos episódios de ‘Stranger Things‘ chegaram com tudo na Netflix, e a amada série conquistou rapidamente o topo das paradas nas disputas de streaming.

De acordo com a Nielsen (via Comic Book), a 4ª temporada da atração foi transmitida por impressionantes 5,1 bilhões de minutos nos primeiros três dias após a estreia.

Um número que deixou para trás até mesmo a aguardada série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi’.

Apesar de ter sido a maior estreia da história da Disney+, a série estrelada por Ewan McGregor foi transmitida por 1 bilhão de minutos, bem abaixo da produção da Netflix.

Por outro lado, vale ressaltar que ‘Obi-Wan Kenobi’ estreou com apenas dois episódios de menos de uma hora, enquanto ‘Stranger Things’ 4 contou com sete episódios, e um deles teve mais de uma hora de duração.

Caso ambas as produções tivessem o mesmo número de episódios, essa lacuna poderia ter sido um pouco menor.

E aí, qual das duas você mais gostou?

Lembrando que os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Efeitos de ‘Homem-Formiga 3’ ficaram precários por culpa de outro filme da Marvel; Confira!

Uma das críticas mais comentadas sobre ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ é a decepção em relação aos efeitos visuais da sequência.

Como boa parte do filme se passa no Reino Quântico, o público esperava que a Marvel entregasse cenários digitais mais caprichados, mas era perceptível a falta de qualidade em diversas cenas.

E, de acordo com a Vulture, uma fonte ligada à produção disse que o CGI (imagens geradas por computador) do filme foi negligenciado por que os editores foram ordenados a darem mais foco na pós-produção de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

“Os editores estavam basicamente tirando uma soneca em suas mesas, porque não havia tempo suficiente entre os turnos para irem para casa e depois voltarem ao trabalho. para casa e depois voltar”, disse um funcionário anônimo da equipe de VFX. “Agora, toda a indústria que foi tocada pela Marvel está permanentemente queimada, e é isso que está causando o maior esgotamento.”

Apesar de não mencionar ‘Pantera Negra 2‘ como a causa do efeitos ruins de ‘Homem-Formiga 3‘, o funcionário disse que:

“Nossos esforços foram direcionados para o filme que foi lançado anteriormente no MCU, pois era uma prioridade, apesar de nossa equipe já estar trabalhando em ‘Quantumania‘.” 

Assista nossas entrevistas com o elenco de ‘Homem-Formiga 3‘ e siga o CinePOP no YouTube:

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

‘Os Vingadores’: Kevin Feige finalmente revela se Tony Stark vai VOLTAR ao MCU

Rumores já indicaram que ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ será um mega evento multiversal, com diversas variantes de praticamente todos os principais heróis e vilões da Marvel entrando em ação.

Isso abre espaço para o retorno de grandes astros que já passaram pelo MCU, como o próprio Robert Downey Jr, que se despediu do personagem Tony Stark em ‘Vingadores: Ultimato’.

No entanto, durante uma entrevista para a Vanity Fair, o chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, decidiu acabar de uma vez por todas com os rumores ao reforçar que Tony Stark está morto.

Emsua declaração, o cineasa disse o seguinte:

“Vamos manter esse momento [o sacrifício de Tony Stark] e não tocá-lo novamente. Todos nós trabalhamos duro por muitos anos para chegar a isso, e nunca iríamos querer desfazer esse momento mágico de forma alguma.”

O co-diretor de ‘Vingadores: Ultimato’, Joe Russo, também participou da conversa e acrescentou:

“Já havíamos nos despedido com lágrimas nos olhos no último dia de filmagem. Todos seguiram em frente emocionalmente. Prometemos a ele que seria a última vez que o obrigaríamos a fazer isso.”

Por falar em retornos, um rumor indica que o renomado ator Patrick Stewart está possivelmente pronto para reprisar o icônico papel de Charles Xavier no filme.

A informação foi trazida à tona pelo conhecido insider MyTimeToShineHello, que compartilhou a notícia através de sua conta no Twitter.

Segundo o insider, Stewart estaria confirmado no elenco do filme, contanto que ele esteja disponível e em condições de participar da produção.

Lembrando que o ator já havia reprisado seu papel como o personagem recentemente, em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Apesar de não haver nada confirmado até o momento, o perfil vem ganhando bastante seguidores por publicar furos de bastidores que se comprovaram verdadeiros.

Além disso, relatórios anteriores indicaram que ‘Guerras Secretas‘ será um mega evento multiversal, com diversas variantes de praticamente todos os principais heróis e vilões da Marvel entrando em ação.

Avatar | A Lenda de Korra – A animação e o mundo pós guerra

Assim como seu antecessor, a saga da nova Avatar tem ligações muito próximas com a realidade

Já está disponível no catálogo da Netflix a animação A Lenda de Korra, uma história que continua as aventuras apresentadas em A Lenda de Aang – ambas fazendo parte da série Avatar. Tendo a primeira temporada lançada em 2012 pela Nickelodeon a obra contou com a participação da dupla de criadores originais e com um nível de animação de qualidade considerável, continuando com o mesmo estilo de mescla entre traços orientais e ocidentais que seu antecessor apresentou. Acompanhado disso veio uma trilha sonora envolvente e uma nova história.

Muita da fama conquistada pela predecessora A Lenda de Aang foi pela forma inteligente com que sua ambientação foi construída, de modo que mesmo tendo um público-alvo claramente infanto-juvenil, uma parcela adulta também pode apreciar o produto, visto que temas sérios como guerra, imperialismo e perda compõem o mote da história. Portanto, quando A Lenda de Korra se inicia uma rápida introdução estabelece que alguns anos se passaram entre o fim da guerra dos cem anos e o tempo presente.

Nesse meio tempo o mundo passou por uma reconstrução; a antiga tecnologia à vapor que era exclusiva da Nação do Fogo para fins bélicos se modernizou para algo mais elétrico e de uso cotidiano, automóveis fortemente inspirados no antigo Ford Modelo T se popularizaram, meios de comunicação em massa (representados pelo rádio) surgiram e a gigantesca Cidade República (inspirada aos moldes de Nova York da década de 30) é visualmente o maior exemplo dessa evolução.

O mundo de Avatar passou por grandes mudanças após o fim da guerra

É nesse cenário que a protagonista Korra precisa encontrar o seu lugar e até responder uma pergunta pessoal: que lugar tem uma figura ancestral e mística como o Avatar em um mundo de maravilhas modernas e que vive em tempos de paz? Seu antecessor, Aang, foi um herói certo no momento em que o mundo estava em guerra, mas como ela pode se destacar quando os problemas não precisam ser resolvidos em um confronto direto com um tirano?

A guerra dos cem anos que foi o mote central da trama em A Lenda de Aang evoca claramente comparações com guerras típicas do início do século XX mais do que em qualquer outro período. Isso devido ao uso de tecnologias autônomas e modernas com fins de extermínio do inimigo; nesse quesito um exemplo identificável de imediato é a primeira guerra mundial que inovou em armamentos automáticos e em batalhas aéreas.

O mundo, portanto, que surge em A Lenda de Korra está reconstruído, com novas entidades políticas internacionais consolidadas e uma integração nova entre os povos dobradores dos três elementos (uma vez que os nômades do ar ainda são poucos). No artigo Reconstruction and World War I: Internationalism and the Idea of the Expert, a autora Leslie Deborah Slavitt aborda a visão que o planejador urbano Patrick Geddes tinha para o mundo pós-Primeira Guerra.

Cidade República, palco principal da aventura, é um exemplo do planejamento urbano de Geddes para o pós-Guerra

 “…Ele advogou um cuidadoso e descentralizado internacionalismo que poria um fim no imperialismo desenfreado que causou a Primeira Guerra. Isso era, Geddes sentiu, importante para interromper o ‘sacrifício da vida pelas coisas’ e para começar a enfatizar a importância da vida humana no pós-Guerra”.

Assim como no fim da primeira Guerra a política internacional se rearranjou com novos mecanismos de diplomacia, como a Liga das Nações, em A Lenda de Korra foi montado dois organismos de governança mundial. O primeiro é uma força de defesa internacional que aparenta ser similar ao modelo da OTAN chamada de Forças Unidas; essa que é uma enorme coalizão militar com dobradores de três dos quatro elementos e de também não dobradores. Sua função é a de manter a segurança e de impedir o surgimento de uma nova força ameaçadora.

Já o segundo é o conselho que administra a Cidade República; a República Unida das Nações. Esta que funciona nos moldes tanto da antiga Liga das Nações quanto da atual ONU no qual prioriza uma formação etnicamente variada e tem suas decisões debatidas por um conselho composto por representantes de cada país daquele mundo. 

O modelo de governo da República Unida das Nações em muito se assemelha com o adotado por órgãos internacionais

Nesse sentido a animação faz um trabalho inteligente em mostrar resumidamente as virtudes e defeitos do modelo multilateralista (quando a relação entre países é intermediada por um terceiro envolvido), no qual há uma representatividade de diferentes culturas contendo direito a voz mas ao mesmo tempo a tomada de uma decisão pode ser demorada e bastante burocrática. 

Por mais que a guerra dos cem anos guarde similaridades com a Primeira Guerra, os efeitos pós-conflito se assemelham muito mais aos vistos depois da Segunda Guerra por uma razão. No mundo real, 1918 marcou o início de vários momentos de instabilidade econômica, social e política pelo mundo. Em A Lenda de Korra o mundo aparenta estar muito mais estabilizado e progressivo do que aquele entre 1918 e 1939.

A animação então busca simbolizar a prosperidade daquele mundo através de certos personagens que são economicamente ricos e detém recursos que eventualmente servem como elemento de progressão da história. Em especial é introduzida as Indústrias Futuro, que é responsável pela produção dos automóveis e está ligada a uma das integrantes do time Avatar. Esse núcleo tem uma função interessante para a ambientação em mostrar que as questões a serem resolvidas agora nada mais tem a ver com a guerra.

Prosperidade industrial do pós-Guerra move a trama de “A Lenda de Korra”

No capítulo II do relatório World Economy and Social Survey 2017, encomendado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, é discutido o quão rápido e intenso foi o processo de reconstrução mundial pós-Segunda Guerra. “Os anos imediatamente após a Segunda Guerra Mundial por uma velocidade na recuperação econômica sem precedentes do mais devastador conflito da história humana, combinada com uma igualmente impressionante intensidade e cooperação internacional nunca antes vista”.

A tecnologia, aliás, não possuiu apenas uma função de progresso aqui. Mais especificamente na primeira temporada são apresentados os igualitários, uma facção formada por não dominadores (pessoas normais) que decidem realizar um levante contra a classe social oposta a eles. Para tanto eles se utilizam de equipamentos elétricos e táticas de guerrilha para praticar atos de terrorismo.

Esse é um problema comum do mundo real pós-Guerra. Com economias e estilos de vida mais integrados, juntou-se também o lado negativo da coisa: constantes crises econômicas, inflação desenfreada (principalmente em países subdesenvolvidos), choque entre culturas milenares e progressistas. Dessa forma, a ameaça de terrorismo praticado por estados ou grupos menores se torna a nova ameaça à segurança.

O vilão Amon, assim como seus igualitários, é o primeiro grande desafio de Korra

No capítulo O Terror do livro Globalização, Democracia e Terrorismo, o historiador Eric Hobsbawm argumenta qual o principal motivador de atos violentos e, acidentalmente ou não, disseca a motivação dos igualitários. “Existe, no entanto, um fator mais perigoso na geração da violência sem limites. É a convicção ideológica, que desde 1914 domina tanto os conflitos internos quanto os internacionais, de que a causa que se defende é tão justa, e a do adversário é tão terrível, que todos os meios para conquistar a vitória e evitar a derrota não são só válidos como necessários”.

Por fim, as aventuras da Avatar Korra se diferenciam de seu antecessor por uma questão de contexto; ainda é o mesmo mundo fantástico com a inclinação à magia das dobras elementares, mas ele evoluiu. Da mesma forma que em A Lenda de Aang a inspiração surgiu da irracionalidade real que foi a Primeira Guerra Mundial, de modo que assim a bondade do protagonista pudesse ser reforçada, com Korra essa inspiração vem de um mundo que vive em um tempo de paz.

Da mesma forma que na realidade, o termo “tempo de paz” não implica em uma ausência total de conflitos em andamento, mas sim na escala deles. Desse jeito, os desafios que Korra precisa se submeter são outros: lidar com a política, mídia, facções extremistas e por aí vai. Esse caminho apenas reforça a grande virtude da série Avatar, que é saber como traduzir as complexidades do mundo para um público jovem sem jamais subestimá-lo. 

 

‘Andor’: Série buscou INSPIRAÇÕES em filmes de James Bond, afirma supervisor de efeitos especiais

A aguardada série ‘Andor‘, que explora as origens do personagem Cassian Andor do universo ‘Star Wars‘, buscou inspiração em ninguém menos que o icônico espião britânico James Bond para desenvolver o design de um elemento especial da trama.

Em uma entrevista à Variety, Mohen Leo, supervisor de efeitos visuais da série, compartilhou detalhes sobre a inspiração por trás da nave espacial de Luthen, um elemento chave na narrativa da produção.

“Uma das inspirações que discutimos com Tony [Gilroy] foi que a nave de Luthen é para Cassian Andor o que o icônico Aston Martin é para James Bond. Assim como o carro de Bond, a nave de Luthen possui armas e aparelhos secretos, permitindo que ela passe despercebida como uma nave de carga comum”, explicou Leo.

Segundo o Deadline, a série do Disney+ ainda está rodando novos episódios e está trabalhando mesmo com a ausência dos membros do elenco que são parte da associação. As informações indicam que é possível dar continuidade ao show, visto que as gravações estão acontecendo no Reino Unido, com boa parte dos atores trabalhando sob um acordo diferente e sendo representados por outra organização.

Todavia, o astro Diego Luna, que interpreta o personagem titular, faz parte do SAG-AFTRA, o que significa que as filmagens serão seguidas sem ele.

Anteriormente, o criador da série, Tony Gilroy, disse à Empire que a 2ª temporada da série será ambientada três dias antes dos eventos de ‘Rogue One‘, filme que deu origem à atração.

Ao fim da primeira temporada, Andor (Diego Luna) já estava flertando com os ideais da Aliança Rebelde contra as forças imperiais.

Ao que tudo indica, esses três dias serão extremamente essenciais para transformá-lo naquele personagem que o público conheceu no filme dirigido por Gareth Edwards em 2016.

Vale lembrar que os novos episódios serão lançados no Disney+ apenas em agosto de 2024, ainda sem dia oficial confirmado.

Relembre o trailer da 1ª temporada:

A primeira temporada conta com 12 episódios, que são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘The Good Doctor’ ABALA os fãs com a morte de personagem querido

‘The Good Doctor’ impactou profundamente seu público no mais recente episódio ao apresentar a morte de um dos personagens mais queridos pelos telespectadores.

Na trama da última temporada, a série tem explorado tramas de despedidas dos personagens, e no episódio que foi ao ar na terça-feira, 2 de abril, nos EUA, o Dr. Asher Wolke, interpretado por Noah Galvin, perdeu a vida após ser vítima de um ataque antissemita.

Asher foi introduzido na quarta temporada, quando Galvin entrou para o elenco de ‘The Good Doctor’ como personagem recorrente. Ele foi promovido a personagem regular da série no final da temporada.

O episódio foi descrito como “imperdível”, apresentando um momento “de cortar o coração”. Na trama, após auxiliar no casamento de um paciente, Asher acompanha um rabino até sua casa, onde encontram dois criminosos vandalizando a sinagoga.

Asher confronta os agressores pedindo que eles que fossem embora para não terem problemas.

O primeiro agressor então responde: “O que isso lhe importa?”

“Ele também é judeu”, disse o segundo agressor.

Asher acrescenta: “Eu sou judeu. Gay, na verdade, e estou chamando a polícia”.

Após acreditar que tudo havia sido resolvido e que não haveria problemas, os dois bandidos voltaram e golpearam a cabeça de Asher, deixando-o para morrer.

O momento foi contraposto com o namorado de Asher, Jerome (Giacomo Baessato), esperando por ele em um restaurante próximo para pedi-lo em casamento como uma surpresa no segundo aniversário de namoro.

O desfecho do episódio reverberou nas redes sociais, com alguns fãs lamentando a perda do amado personagem, enquanto outros expressaram criticas a representação de personagens LGBTQ+.

“É incomum para mim expressar críticas dessa natureza, mas a decisão de ‘The Good Doctor’ de matar Asher é extremamente perturbadora. Estou verdadeiramente chocado com a escolha de abordar o enredo da morte de um personagem gay, especialmente considerando a reconciliação de suas visões religiosas. É frustrante ver que essa ainda é a narrativa predominante para personagens LGBTQ+. É desanimador”.

“Meu personagem favorito em ‘The Good Doctor’ acabou de morrer… Esta é a segunda vez que isso acontece, estou profundamente incomodado”.

“Oh meu Deus. ‘The Good Doctor’. Eu não estava preparado para isso”.

“É lamentável ver ‘The Good Doctor’ optar por esse enredo. É tão cansativo, às vezes, ser uma pessoa queer”.

“Estou incrivelmente triste por ver Asher morrer em ‘The Good Doctor'”.

“SPOILER PARA ‘THE GOOD DOCTOR’ Embora eu entenda a intenção por trás do enredo, a violência contra personagens gays é algo que ocorre com frequência demais na TV. E piora ainda mais ao ver que na próxima semana a série abordará um evento de vítimas em massa, sem dar tempo para justiça pela morte de Asher. Não é ideal”.

“Este último episódio de ‘The Good Doctor’ me deixou em lágrimas. Sem Asher”.

Lembrando que esta é a última temporada da série, com a decisão de encerrar a produção anunciada pela ABC, tornando ‘The Good Doctor’ o segundo drama de longa duração do canal a chegar ao fim nesta temporada, juntando-se a ‘Station 19’, derivada de ‘Grey’s Anatomy’.

‘The Good Doctor’ está disponível no Globoplay.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por David Shore (‘Dr. House’).

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee, Christina Chang, Paige Spara, Noah Galvin, Bria Samoné Henderson, Osvaldo Benavides, Hill Harper e Richard Schiff.

‘Mufasa: O Rei Leão’: Diretor revela que não quer mais trabalhar com CGI; “Não é a Minha Praia”

Barry Jenkins, cineasta premiado por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’, falou recentemente sobre os desafios enfrentados ao dirigir ‘Mufasa: O Rei Leão’, a animação fotorealista que serve como prequela do clássico da Disney.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Jenkins reconheceu que sua escolha para a direção foi inesperada.

“Em que planeta eu, Mr. Moonlight, faria uma prequel de O Rei Leão? Eu não posso nem twittar sobre o Super Bowl sem que alguém me lembre que estou fazendo esse maldito filme. Eu não posso!”, brincou o cineasta.

Jenkins também revelou que teve duvidas sobre aceitar dirigir o filme: “Quando aceitei esse trabalho, a ideia era: ‘O que Barry Jenkins sabe sobre efeitos visuais? Por que diabos ele faria esse filme?’ E ainda ‘Por que ele estaria fazendo O Rei Leão?'”.

Ele acrescentou: “Acho que parte disso eu achei muito revigorante. As pessoas fazem essas coisas, você sabe, com computadores. Então, qualquer um deveria ser capaz de fazer isso. Qualquer um, certo? Não há nada fisicamente que diga que sou incapaz de fazer isso”.

Quanto a futuros projetos com CGI, Jenkins foi direto: “Não é a minha praia”.

Ele explicou: “Não é a minha praia. Eu quero trabalhar de outra maneira, onde eu queira fisicamente colocar tudo ali. Sempre acredito que o que está aqui é o suficiente, e só preciso descobrir qual é a química para fazer a alquimia”.

Apesar disso, Jenkins ainda compartilhou uma ideia que já teve em mente: “Você sabe, um filme dos Muppets feito nesse estilo seria incrível. Incrível. Da mesma forma que geramos nossa versão PlayStation de uma cena, você poderia ter um cenário apenas com os fantoches reais, e os Muppets bloqueando a cena, mas só em uma caixa preta, sabe?”.

Ele acrescentou: “Ou, vamos dizer, uma caixa verde. Você está capturando as performances deles e depois colocando tudo em cenários virtuais. Eu consigo ver como isso poderia funcionar”.

‘Mufasa: O Rei Leão’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.

“‘Mufasa: O Rei Leão’ convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

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Seth Rogen revela audição “horrível” para ‘Contato de Risco’ que poderia ter “acabado com sua carreira”

Seth Rogen, conhecido por seu trabalho em comédias como ‘Vizinhos’ e ‘É o Fim’, comentou recentemente sobre um teste de elenco do início de sua carreira que, segundo ele, foi tão desastroso que, se viesse à tona hoje, poderia “acabar com sua carreira”.

Conforme à Variety, o ator revelou que fez uma audição no início dos anos 2000 para o filme ‘Contato de Risco’ (Gigli), protagonizado por Ben Affleck e Jennifer Lopez.

“Faz muito tempo”, disse Rogen. “E graças a Deus que, naquela época, a maioria dos testes era gravada em fitas VHS. Porque, olhando em retrospecto, as coisas para as quais eu fiz audição… se estivessem disponíveis por aí, acabariam com minha carreira muito rapidamente, eu acredito”.

Rogen revelou que fez teste para o papel de um jovem com deficiência cognitiva, papel que acabou indo para Justin Bartha.

“Não acho que fui ao teste usando capacete, mas isso estava implícito”, contou Rogen, com constrangimento, admitindo que o roteiro da época não apresentava o personagem da forma mais sensível, especialmente pelos padrões atuais.

“Estou tentado a imitar o que fiz na audição, mas não consigo. Não dá. Foi tão ruim. Eu não ouso repetir o que fiz. Porque eu fui com tudo. Eu me vi no Oscar…”, acrescentou.

Ele fez um apelo bem-humorado, mas sério: “Sinceramente, se essa fita aparecesse hoje no mundo, essa seria a última entrevista que você me veria dar. A não ser, talvez, durante minha turnê de desculpas. Por favor, se alguém tiver essa fita: queime-a. Ou então me venda. Eu compro”.

‘Contato de Risco’, dirigido por Martin Brest (‘Um Tira da Pesada’), narra a história de Ben Affleck como um mafioso de baixo escalão encarregado de sequestrar o irmão de um promotor federal, um jovem com deficiência intelectual.

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