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Star Wars do Pior ao Melhor | Ranqueamos TODOS os Filmes da Franquia

Ninguém imaginava, nem mesmo o criador George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi para a época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multimilionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem ao novo e polêmico (como não podia deixar de ser) episódio da maior franquia do cinema, o CinePOP resolveu criar uma nova lista do zero, ranqueando do pior ao melhor todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

 

A Ameaça Fantasma (1999)

Não tem jeito, entra ano e sai ano, mesmo os especialistas revisitando a obra, este segue como o pior filme da franquia, com a média tirada entre as opiniões de crítica e público. Curiosamente, com 11 filmes lançados e a poeira baixada, A Ameaça Fantasma não se encontra mais sozinho nesta. Na opinião do grande público, por exemplo, o que inclui os fãs, ele está empatado com O Ataque dos Clones no fundo do poço (vencendo por número de votos). E para os críticos, um certo filme recente da franquia é que pega o posto antes ocupado por este que deveria ser o retorno triunfal da saga no cinema.

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha -, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente, vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então por que este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou para toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

A Ascensão Skywalker (2019)

Como dito acima, um filme recente da franquia roubou o posto como o pior na opinião dos críticos: e este filme é A Ascensão Skywalker. Na avaliação do grande público e fãs, o mais recente longa também não chega atrás, e se formos levar em conta que A Ameaça Fantasma e O Ataque dos Clones estão empatados tecnicamente no fundo da lista para eles, este encerramento da última trilogia é o segundo pior na opinião deles. Pessoalmente fico em dúvida, pois não sou o maior entusiasta da segunda trilogia. Os filmes da segunda trilogia são, em grande parte, descartáveis (blockbusters desalmados e sem muitos elementos de conexão humana). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J. J. Abrams havia começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Algo digno realmente de um folhetim. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou não saber escrever diálogos, então o flerte entre os personagens de Natalie Portman e Hayden Christensen fica soando como papo de adolescente tímido em seu primeiro encontro. O que foi aquela conversa sobre odiar areia? As frases de efeito usadas como sedução causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o ator que mais rápido caiu em desgraça atualmente em Hollywood. O que não melhora o caso para sua atuação no filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital saltitante, que mais ficou parecendo um miquinho agitado. Lucas parece desaprender o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de mais produtos (bonecos e games) para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais para a geração que cresceu com os filmes da década de 1980. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos bem confeccionados envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou ao menos seu pai Jango Fett – que, mesmo subconscientemente, ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não gostemos destes filmes, precisamos admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, temos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice em certas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um misto entre animação e live action do que com os filmes originais. Pegando por comparação, J. J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento raso como um pires.

Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito? Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas decisões apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou jogando um balde de água fria em grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan e Yoda. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, “fãs”. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, e mesmo os detratores precisam admitir. Ame ou odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudirem.

Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem muitos apelos cômicos ou humor, marca registrada do universo – a fim de deixar a trágica trama assumir protagonismo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figuraça K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

 

O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância, e na de muitos, era o preferido. A cena do resgate de Han Solo no palácio de Jabba é um prato cheio para crianças de todas as gerações. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos para esta trama quanto os detratores fazem parecer. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. O trecho no qual confundem C3PO com um Deus é muito resumo do que foi os anos 1980 e o cinema desta época. Pura nostalgia. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a que mais decepcionou. E a Vingança dos Sith, a que mais quis forçar um clima sombrio. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. E não sou eu ou o CinePOP que dizemos, mas sim os críticos e o grande público. Para os fãs, ele só perde para a trilogia original. E para os críticos, chega exatamente na posição que está nesta lista. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de vermos Star Wars sendo feito de maneira certa, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração ansiosa e repleta de sentimentos conflitantes. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

Guerra nas Estrelas (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Para o bem ou para o mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados. Na opinião dos fãs é o segundo favorito da franquia e para os críticos também, porém empatado com O Despertar da Força. Fora isso, é o filme de número 25 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público.

O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar. Não tem jeito, assim como A Ameaça Fantasma não consegue tirar o gosto amargo da boca dos fãs, O Império Contra-Ataca é sua antítese: o grande favorito imutável de crítica e público. Fora isso, essa obra-prima da sétima arte, que completou 40 anos de lançamento em 2020, é o filme de número 15 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos em que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes pérolas do cinema. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One ou A Vingança dos Sith), vale dizer somente: parem. Apenas parem.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Agora não mais inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas:

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de pequenos irmãos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizer de dois? Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Já pensou? Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo, é claro, produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985–1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares?

Droids (1985–1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

Caros e Trintões! Conheça os filmes MAIS CAROS do cinema que estão completando 30 anos…

Nessa matéria iremos voltar 30 anos no passado, para uma de nossas décadas preferidas do cinema (e também da vida): os anos 90. Pode parecer clichê, mas era uma época mais simples, mais real. A prova disso é que não tínhamos sequer internet ainda. Pelo menos não da maneira que temos hoje. Este fato ainda forçava uma vivência mais harmoniosa entre as pessoas, que realmente conversavam e interagiam, sem a existência das redes sociais, por exemplo.

No cinema, o que vigora ainda eram as histórias mais humanas, mesmo em filmes de teor mais fantástico. O CGI, por exemplo, e a artificialidade que viria a tomar conta de Hollywood, com telas verde e cenários virtuais, não existia. Quer dizer, ele ainda engatinhava. Os orçamentos também não eram exorbitantes como os de hoje. Há 30 anos, se o orçamento de um filme chegasse a US$100 milhões, era considerado bastante inflado e fora de controle. Hoje, esse valor é considerado normal para produções medianas. Abaixo daremos uma olhada nos 10 filmes mais caros do cinema que estão completando três décadas de sua estreia. Vale frisar que os mais caros não são os que você está pensando – e teremos muitas surpresas na lista. Confira.

Bônus: antes de começarmos a lista do top 10 oficial, precisamos apontar duas menções honrosas, que por muito pouco não entraram. A primeira é a superprodução de Tim Burton, ‘Marte Ataca!’ (você lembra dele?). Baseado numa linha de figurinhas clássicas sobre a invasão de marcianos na Terra, o longa contou com um dos maiores elencos da época, de nomes como Jack Nicholson, Glenn Close e Pierce Brosnan, por exemplo. O valor da produção foi de US$70 milhões.

Outro que por pouco não entrou foi o bem mais obscuro ‘O Último Matador’, filme de máfia e tiroteio da New Line Cinema, estrelado por Bruce Willis e Christopher Walken, que não deu certo e se tornou no máximo cult. O filme teve um orçamento de US$67 milhões. Ambos entrariam no top 12, mas não no top 10.

10) 101 Dálmatas

Considerado um dos primeiros live-action de um clássico animado da Disney, por falar na veterana Glenn Close, por anos ela foi lembrada como a versão de carne e osso da vilã Cruella DeVil. A atriz ficou perfeita em sua encarnação da personagem, dando tudo de si e se jogando de cabeça na performance. Mas a versão em live-action de ‘101 Dálmatas’ não foi barata, pelo contrário. A produção custou US$75 milhões aos estúdios Disney, mas se tornou a pedida ideal para os feriados de fim de ano, se tornando um enorme sucesso. Tanto que terminou gerando uma sequência quatro anos depois.

09) A Rocha

Antes de ‘Transformers’ e antes mesmo de ‘Armageddon’, o diretor Michael Bay, conhecido por sua megalomania explosiva e orçamentos gigantescos, já dava sinais de produções caras. Sua estreia no cinema foi até modesta com ‘Os Bad Boys’ (1995), mas logo no ano seguinte, um filme seu estava entre os mais caros do ano. Falo de ‘A Rocha’, filme de ação que muitos consideram o melhor trabalho de sua carreira. Aqui, ele comanda o eterno James Bond, Sean Connery, como um espião aposentado e aprisionado por décadas. Ele é solto para ajudar em uma missão secreta. Assim, ele formará uma improvável dupla com um químico, papel de Nicolas Cage – que após esse filme se tornou um herói de ação, com longas como ‘Con Air’, ‘A Outra Face’ e ’60 Segundos’. Este aqui também custou US$75 milhões aos cofres da mesma Disney – através da subsidiária Hollywood Pictures.

08) Independence Day

Se perguntássemos para qualquer cinéfilo, qual o filme mais caro de 30 anos atrás no cinema, a grande maioria certamente responderia ‘Independence Day’. Isso porque o fenômeno de ação e ficção científica sobre uma invasão alienígena em larga escala no cinema, nunca vista anteriormente de maneira tão realista, pode ser comparada à febre que foi ‘Jurassic Park’ em sua época. Se o primeiro filme jurássico de Steven Spielberg trouxe a “dinomania” graças aos efeitos revolucionários, podemos dizer que ‘Independence Day’ fez o mesmo com as invasões alienígenas no cinema.

Hoje, isso pode até ser lugar comum, mas só estando vivo na época para presenciar o que foi a comoção em torno deste filme. Não se falava em outra coisa em 1996. Justamente por isso, causa espanto sabermos que ele não foi o filme mais caro de seu respectivo ano. O fato exige ainda mais respeito pelo que o diretor Roland Emmerich foi capaz de fazer com um orçamento que não foi o maior do ano. Não entenda mal, o blockbuster ainda contou com um orçamento inchado, um dos maiores do ano, mas é que o resultado ficou com cara de “o filme mais caro da época”. O valor da produção de ‘Independence Day’ foi o mesmo de ‘101 Dálmatas’ e ‘A Rocha’, ou seja, US$75 milhões. Impressionante.

07) Space Jam – O Jogo do Século

Agora subimos mais cinco milhões de dólares em nosso orçamento, e chegamos até o valor de US$80 milhões. Serão quatro produções na lista que custaram essa quantia, e começaremos com ‘Space Jam’. É difícil de acreditar que esse misto de live-action e animação custou mais do que ‘Independence Day’. Mas para entender precisamos olhar por outro lado. Primeiro, ‘Independence Day’ à época não tinha nomes muito famosos na frente e nem atrás das câmeras. Will Smith se transformou em astro com o filme, e o diretor Emmerich tinha apenas filmes cult no currículo.

Assim, o filme é mais centrado em seus efeitos. Já ‘Space Jam’, para começar, contou com um dos maiores nomes do esporte de todos os tempos, Michael Jordan, que certamente não pediu um cachê barato para topar essa empreitada, em seu primeiro e único filme. Segundo, o filme contou com simplesmente toda a biblioteca de personagens dos Looney Tunes. E para finalizar, o longa precisou criar efeitos que mesclassem com perfeição atores reais e desenhos animados, como ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’ havia feito nos anos 80. Aliás, ‘Space Jam’ é o Roger Rabbit dos anos 90 – e merece ser reverenciado como tal.

06) O Preço de um Resgate

O quê, um filme de suspense e drama na lista dos filmes mais caros de 30 anos atrás? Sim, querido leitor. Mas é preciso ter em mente que estes eram os anos 90, época em que o cinema de Hollywood ainda era regido pelo nome de seus astros estampando um filme. Tudo o que era preciso na maioria das vezes era ter um ator famoso estrelando, que o sucesso era garantido. Assim, os anos 90 geraram os infames salários de dois dígitos de milhões – chegando muitas vezes aos US$20 milhões, o caso de alguns nomes badalados da época, vide Jim Carrey, Sylvester Stallone, etc.

Mel Gibson, um dos astros mais populares do período (hoje caído em desgraça), também fazia parte deste timaço, e ‘O Preço de um Resgate’ talvez tenha sido o auge de seu estrelato. Pense por esse lado, um orçamento de US$80 milhões, em que US$20 milhões, ou seja, 25% do valor, vai parar direto no bolso do protagonista. Levando em conta todos os outros pagamentos que precisam ser feitos, como o do diretor da obra (Ron Howard), e as locações, entendemos um pouco melhor como pode ter custado tanto. Esse privilégio não veio à toa. E não veio pela popularidade do astro em franquias como ‘Mad Max’ e ‘Máquina Mortífera’. Acontece que no ano anterior, Gibson havia papado o Oscar de melhor filme e diretor pelo épico ‘Coração Valente’. Ou seja, sua estrela não podia estar brilhando mais forte do que isso.

05) Daylight

Você lembra de ‘Daylight’? Se você pertence a uma geração mais nova, talvez nunca tenha ouvido falar. Mas se você é fã do astro Sylvester Stallone, então nunca irá esquecer deste que é, infelizmente, um dos filmes mais subestimados da carreira do ator. Essa era uma época em que Stallone tentava se afastar um pouco dos heróis de ação e escolhia papeis com apelo mais dramático. Foi nessa época que ele entregou uma de suas melhores atuações em ‘Cop Land’, por exemplo.

Antes disso, no entanto, o astro apostava no gênero do cinema catástrofe, no qual não existe realmente um vilão (como de costume nos filmes do ator), e sim os personagens precisam se unir para superar um grande desafio. Aqui, a colisão de um túnel em Nova York. Stallone também se encaixa entre os astros que ganhavam US$20 milhões nesta época – sendo assim, como no caso acima, o ator ficou com 25% do orçamento de US$80 milhões do filme. No entanto, este ainda é um filme de ação, repleto de efeitos especiais práticos.

04) Missão: Impossível

Tudo começou aqui. O astro Tom Cruise, que estava no topo do mundo na época, havia acabado de sair dos sucessos de ‘A Firma’ e ‘Entrevista com o Vampiro’. Sua empreitada seguinte foi transformar o seriado de espionagem dos anos 60 (revivido nos anos 80), ‘Missão: Impossível’, em um dos maiores blockbusters de 30 anos atrás. Para isso, Cruise resolveu se tornar pela primeira vez, passando para trás das câmeras com um envolvimento maior, deixando as coisas do seu jeito. O primeiro passo foi escalar do diretor Brian De Palma para mesclar suspense digno dos maiores thrillers de espionagem, com momentos de ação de tirar o fôlego. Nascia assim um clássico.

Ninguém nessa imaginava, no entanto, que o longa se transformaria em uma franquia de 8 filmes. Aqui o esquema era o mesmo, o longa custou US$80 milhões e Cruise abocanhou uma porcentagem disso. Porém, como era também o produtor, ainda recebeu uma parte dos lucros – segundo fontes, ficando com algo em torno de US$70 milhões. Por outro lado, sentimos cada centavo na tela, já que esta é uma produção riquíssima em cada detalhe grandioso.

03) Twister

E qual filme pode ter sido mais caro que ‘Missão: Impossível’ e ‘Independence Day’ há 30 anos no cinema? Bem, outro que ficou conhecido como uma das maiores bilheterias da época. Falamos de ‘Twister’, blockbuster produzido por Steven Spielberg que seguia evoluindo na década de 90 o que conhecemos hoje como CGI, ou seja, efeitos especiais gerados através de computadores. Spielberg havia criado dinossauros bastante realistas três anos antes com ‘Jurassic Park’, uma verdadeira revolução para a tecnologia. E ele seguiu investindo com ‘Twister’, onde pôde criar tornados muito realistas, entregando um dos filmes de ação mais repletos de adrenalina do período. No elenco não tínhamos nomes muito famosos, o que deixou espaço para o orçamento de US$92 milhões ficar quase todo voltado para os efeitos revolucionários da produção. ‘Twister’ marcou época.

02) Queima de Arquivo

Independence Day’, ‘Twister’, ‘Missão: Impossível’, ‘A Rocha’; de todos os blockbusters lançados há 30 anos no cinema, ninguém diria que os mais caros foram um filme menor de Arnold Schwarzenegger e uma animação tradicional da Disney. Vamos começar pelo primeiro. Sim, Arnold era o maior astro da época. E sim, alguns de seus filmes correspondiam a este fato com enorme grandiosidade, como ‘O Exterminador do Futuro 2’, ‘True Lies’ e ‘O Vingador do Futuro’. Nestes casos podemos entender a estrutura por trás de blockbusters que parecem realmente caríssimos. Mas este não é bem o caso com ‘Queima de Arquivo’, um blockbuster mediado do astro, que rapidamente foi esquecido.

Este foi o filme que Arnold fez depois do fantástico ‘True Lies’ – e dá para ver que a intenção era repetir o sucesso. É verdade que temos boas cenas de ação aqui, como quando o protagonista cai do avião sem paraquedas, a cena do zoológico com um crocodilo de CGI e o final com as armas de assalto eletromagnéticas, conhecidas com EMR. Mas se compararmos ‘Queima de Arquivo’ com ‘True Lies’, o primeiro sai perdendo muito. No entanto, ele foi o filme mais caro de 30 anos atrás no cinema, custando a bagatela de US$100 milhões para a Warner. Com certeza uma parte do valor foi parar no bolso do ator.

01) O Corcunda de Notre Dame

Finalizando a matéria, temos o grande campeão dos filmes mais caros de 30 anos atrás no cinema. E pensar que uma adaptação em live-action como ‘101 Dálmatas’ iria exigir uma produção maior e mais cara. Porém, é reportado que a animação ‘O Corcunda de Notre Dame’, ainda criada da forma tradicional, ou seja, desenhada à mão, foi o filme mais caro daquela época, empatado com ‘Queima de Arquivo’, com US$100 milhões de orçamento. Pelo visto a produção do desenho exigiu muito do estúdio, que já fazia suas animações em 3D geradas por computadores, com o primeiro ‘Toy Story’ sendo lançado no ano anterior. Para termos uma ideia, sucessos de anos anteriores, como ‘A Bela e a Fera’ e ‘Aladdin’ custaram respectivamente US$25 e US$28 milhões.

Já ‘O Rei Leão’ e ‘Pocahontas’ pularam seu orçamento para US$45 e US$55 milhões respectivamente. Mas nada chegaria perto do que foi o valor de ‘O Corcunda de Notre Dame’, que aprimorou ainda mais os efeitos, e contou com a voz de Demi Moore como a cigana Esmeralda. Após isso, os valores das animações da Disney escalaram sem retorno, com ‘Hércules’ e ‘Mulan’ custando respectivamente US$85 e US$90 milhões. Mas ‘O Corcunda de Notre Dame’ foi o segundo mais caro do período, perdendo apenas para ‘Tarzan’, de 1999, que custou US$130 milhões aos cofres do estúdio.

‘O Homem de Lugar Nenhum’: Criador de ‘John Wick’ vai dirigir remake de filme de ação coreano

De acordo com o Deadline, Derek Kolstad, criador de ‘John Wick‘, irá dirigir um remake de ‘O Homem de Lugar Nenhum‘, filme de ação coreano lançado em 2010.

New Line está desenvolvendo o projeto.

Na trama do filme original, “A única ligação de um ex-agente especial do CHA, Tae-shik, com o resto do mundo é uma menina, So-mi, que mora nas proximidades. Sua mãe, Hyo-Jeong, contrabandeia drogas de uma organização de tráfico de drogas e confia Tae-shik, com o produto, sem deixá-lo saber. Os traficantes descobrem sobre o contrabando e sequestram Hyo-Jeong e So-mi. A gangue promete libertá-los se Tae-shik, fazer uma entrega para eles, no entanto, o que eles realmente planejam é um grande complô para eliminar um líder rival de drogas. Quando o corpo de Hyo-Jeon, é descoberto, Tae-shik, percebe que a vida de So-mi, também pode estar em perigo. Tae-shik, fica furioso com a perspectiva de que So-mi, pode já estar morta e se prepara para uma batalha, pondo sua própria vida em risco.”

Na Coreia do Sul, o filme foi um grande sucesso, arrecadando US$ 42 milhões apenas no país.

Novos detalhes devem ser divulgados em breve.

Bad Boys Para Sempre

(Bad Boys For Life)

 

Elenco:

Will Smith

Martin Lawrence

Vanessa Hudgens

Alexander Ludwig

 

Direção: Adil El Arbi, Bilall Fallah

Gênero: Ação

Duração: 153 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 120 milhões

Estreia: 30 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Bad Boys Para Sempre‘ é focado na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas (Scipio), chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith). Nuñez assumirá o papel de Rite, psicóloga criminal durona e engraçada que é recém-nomeada chefe da AMMO e é ex-namorada de Mike.

Crítica | Bad Boys para Sempre – Michael Bay sai e a qualidade melhora (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» O último filme da franquia foi lançado há mais de 15 anos, com uma arrecadação mundial de US$ 273.3 milhões;

» Adi El Arbi e Bilall Fallah , que tem no currículo os elogiados ‘Black‘ (2015) e ‘Gangsta‘ (2018), dirigem.

» Will Smith e Martin Lawrence retornam, e o elenco também conta com Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Jacob Scipio e Paola Nunez.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Kristofer Hivju, de ‘Game of Thrones’, confirma estar com o Coronavírus

Através de seu Instagram, o ator Kristofer Hivju (‘Game of Thrones‘) confirmou que está com coronavírus.

O ator informou aos seguidores que irá se isolar com a família pelo tempo que for necessário.

Confira a declaração completa:

“Saudações da Noruega! Lamento dizer que hoje testei positivo para o COVID19, o coronavirus. Minha família e eu iremos nos isolar em casa o tempo que for necessário. Estamos com boa saúde, só tenho sintomas leves de resfriado. Há pessoas em maior risco cujo o vírus possa ser um diagnóstico devastador, por isso peço a todos que sejam extremamente cuidadosos; lave as mãos, mantenha 1,5 metros de distância dos outros, entre em quarentena; faça tudo o que puder para impedir que o vírus se espalhe. Juntos, podemos combater esse vírus e evitar uma crise em nossos hospitais. Cuide-se, mantenha distância e mantenha-se saudável! Visite o site do Centro de Controle de Doenças do seu país e siga as normas para manter a segurança e proteger não apenas a si mesmos, mas toda a nossa comunidade e, especialmente, aqueles em risco, como idosos e pessoas com condições pré-existentes.”

Vale lembrar que o ator recentemente entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘The Witcher‘, e irá interpretar Nivellen, um personagem que inicialmente parece ser um monstro, mas não é.

‘The Crown’: Novo vídeo destaca os belíssimos figurinos da 4ª temporada; Assista!

Para promover o lançamento da 4ª temporada da aclamada série ‘The Crown‘, a Netflix divulgou um novo vídeo destacando o belíssimo figurino do novo ciclo.

Confira:

No Rotten Tomatoes, os novos episódios conquistaram 96% de aprovação (a maior porcentagem até agora), com nota 8.64/10 baseada em 55 reviews. Segundo o consenso geral, “quaisquer que sejam as liberdades histórias que ‘The Crown’ leva para a quarta temporada, elas são rapidamente perdoadas graças ao poder de seus performers – particularmente Gillian Anderson como [Margaret Thatcher] e Emma Corrin como a Princesa Diana”.

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Nove Desconhecidos’: Série com Nicole Kidman ganha trailer DUBLADO; Assista!

A Amazon Prime divulgou o trailer completo da série ‘Nove Desconhecidos‘ (Nine Perfect Strangers), estrelada pela Nicole Kidman (‘Big Little Lies’).

Confira, dublado e legendado:

No Brasil, a produção irá estrear no dia 20 de agosto – dois dias após o lançamento nos Estados Unidos.

A série é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (‘Big Little Lies’)

David E. Kelley e John Henry Butterworth são os showrunners e assinam o roteiro ao lado de Samantha Strauss.

Frustrados com suas vidas, nove estranhos embarcam em um programa de relaxamento e espiritualidade criado por um SPA de luxo liderado por Marsha (Kidman), mas ao longo dos dias eles percebem que a experiência pode acabar colocando suas vidas e sanidade em perigo.

O elenco ainda conta com Melissa McCarthy, Samara Weaving, Luke Evans, Regina Hall e Michael Shannon.

‘After 4’: Último filme da franquia ganha teaser INTENSO; Confira dublado e legendado!

A Diamond Films divulgou o primeiro teaser da sequência ‘After – Depois da Promessa‘ (After Ever Happy), quarto e ÚLTIMO filme da franquia.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de agosto.

Dirigido por Castille Landon, o longa é baseado na popular saga de livros de Anna Todd.

No filme, o casal “Hessa” está crescendo e pode nunca mais ser o mesmo. Embora já tenham encarado inúmeras adversidades, o capítulo final trará um desfecho de conto de fadas ou destruirá o relacionamento apaixonado e tóxico? Tessa não é mais a garota doce e ingênua de antes. Ela entende todas as emoções que estão se formando em Hardin e sabe que é a única que pode acalmá-lo quando ele explode. Ele precisa dela, mas ela precisa dele?

Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin retornam. O elenco ainda conta com Louise Lombard, Kiana Madeira, Rob Estes, Carter Jenkins e Chance Perdomo.

Segredos de Guerra

(Firebird)

 

Elenco:

Tom Prior
Oleg Zagorodnii
Diana Pozharskaya

 

Direção: Peeter Rebane

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 05 de Janeiro de 2023

Sinopse: 

Um jovem soldado embarca em um caso sexual clandestino com um piloto de caça em uma base da força aérea soviética no auge do regime comunista dos anos 1970.

Curiosidades: 

» O longa é baseado nas memórias de Sergey Fetisov (1952-2017), ‘A Tale About Roman‘ (1996);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Novo terror da Blumhouse com diretor de ‘Verdade ou Desafio’ é ADIADO para março de 2024

Inicialmente previsto para fevereiro, o novo terror da Blumhouse, intitulado ‘Imaginary‘, foi adiado em um mês pelo estúdio.

Agora, a produção está programada para estrear no dia 8 de março de 2024.

Jeff Wadlow (‘Cry Wolf: O Jogo da Mentira’) será responsável pela direção.

O cineasta já havia colaborado com a Blumhouse, tendo comandado ‘Verdade ou Desafio‘ e o reboot ‘A Ilha da Fantasia‘.

Na trama…

Uma jovem retorna para sua casa de infância apenas para descobrir que o amigo imaginário que ela deixou para trás era real… e quer vingança por ter sido abandonado.

O roteiro foi assinado por Wadlow, Greg Erb, Jason Oremland e Bryce McGuire.

O projeto marcará a primeira parceria entre a produtora do Jason Blum e a Lionsgate.

Vale lembrar que ‘Verdade e Desafio‘ foi um grande sucesso nos cinemas, tendo arrecadado globalmente US$ 95.3 milhões – a partir de um orçamento de apenas US$ 3.5 milhões. Já o reboot de ‘A Ilha da Fantasia‘, que contou com o dobro do orçamento, rendeu US$ 49.4 milhões mundialmente.

Ambos projetos foram massacrados pelos críticos, tendo conquistado míseros 15% e 8% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente.

‘Longlegs’ deve ultrapassar ‘Parasita’ e se tornar a MAIOR arrecadação da história da NEON

Sucesso! Após ultrapassar a marca dos US$ 50 milhões nas bilheterias norte-americanas, o aclamado terror psicológico ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘ deve quebrar um novo recorde histórico.

O longa está prestes a superar a arrecadação do aclamado ‘Parasita‘ nos EUA, e se tornar a maior bilheteria da história da NEON no país. Atualmente, o terror se encontra com US$ 51.8 milhões arrecadados contra US$ 53.3 milhões da produção coreana.

Com orçamento estimado em menos de US$ 10 milhões, o longa já arrecadou mais de cinco vezes o valor de seu custo de produção.

Vale lembrar que o filme superou todas as expectativas e fechou o seu primeiro final de semana nos EUA com impressionantes US$ 22.6 milhões. O valor representa o dobro das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 10-15 milhões.

Além de ter se tornado a maior estreia da história da produtora NEON – facilmente superando o lançamento de ‘Imaculada‘ (US$5.3) –, o longa também registrou a maior abertura do ano para um terror original no território norte-americano.

Para Nicolas Cage, este é o seu primeiro live-action a ter uma estreia maior que US$ 20 milhões desde o lançamento de ‘Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança‘, em 2011.

Aclamado entre os críticos e considerado “um dos melhores filmes de terror dos últimos anos”, ‘Longlegs‘ alcançou sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de Agosto.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

O elenco ainda contará com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

 

Sarah Michelle Gellar é CONFIRMADA na sequência ‘Casamento Sangrento 2’

A lendária Sarah Michelle Gellar (‘O Grito’) foi confirmada no elenco da aguardada sequência de ‘Casamentos Sangrento‘, oficialmente intitulada ‘Ready Or Not: Here I Come‘.

Além dela, Shawn HatosyNéstor CarbonellDavid CronenbergElijah Wood também foram anunciados na produção.

Eles se juntam às atrizes Samara Weaving e Kathryn Newton.

Confira o vídeo do anúncio:

Horas após o casamento dos seus sonhos, Grace retorna à casa de campo do novo marido para passar a noite com seus novos sogros. Mas isso não é lua de mel, e Grace logo se vê em uma luta sangrenta pela sobrevivência.

WeavingAdam BrodyMark O’BrienHenry CzernyAndie MacDowell fizeram parte do elenco.

Tyler GillettMatt Bettinelli-Olpin comandaram o projeto e voltam para o segundo filme.

Remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Em menos de três semanas, o remake do clássico ‘O Morro dos Ventos Uivantes‘ (Wuthering Heights) já conseguiu arrecadar US$ 192 milhões nas bilheterias mundiais.

A quantia representa mais que o dobro do valor que a Warner Bros. desembolsou para adquirir os direitos da adaptação (US$80M).

Após três finais de semana, a produção segue no TOP 3 dos filmes mais assistidos nos cinemas dos EUA – sofrendo uma queda recente de apenas -50% em comparação ao final de semana anterior.

Nos EUA, o longa soma US$ 72.3 milhões. Internacionalmente, foram US$ 119.7 milhões através de 77 mercados.

Vale lembrar que a nova versão, estrelada por Jacob Elordi (‘Frankenstein’) e Margot Robbie (‘Barbie’), abriu com US$ 83 milhões em sua estreia global.

Com 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore.

O Morro dos Ventos Uivantes‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.

Baseado no romance clássico de Emily Brontë, o longa acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.

Crítica 3 | Guardiões da Galáxia Vol. 2 – Excelente para Gregos e Troianos

Guardiões da Galáxia’ pegou todos desprevenidos e talvez tenha sido a surpresa mais gostosa nos cinemas em 2014. Com uma atmosfera setentista e oitentista que permeia toda a produção com uma trilha sonora clássica, o longa iniciou uma quase subdivisão de gênero dentro da Marvel Studios. Nela, o blockbuster encontra a audiência mais madura, com piadas revigorantes que trazem uma dualidade em forma de duplo sentido e é capaz de agradar públicos distintos sem fazer o uso da conclamada classificação R-rated.

Na sequência, o estilo que consagrou os famigerados underdogs como heróis de alto escalão se repete, utilizando a fórmula não intencional do primeiro, propositalmente no segundo, sem pesar a mão. Com humor juvenil e adulto simultaneamente, ‘Guardiões da Galáxia Vol 2’ é o equilíbrio perfeito entre um hibridismo muito raro de encontrarmos nas adaptações de quadrinhos.


James Gunn usou sua exímia habilidade garantida no primeiro filme para ditar o ritmo de seu sucessor. Evitando os rótulos da classificação indicativa que atualmente dividem os filmes do gênero entre padrão ‘Logan’ e ‘Deadpool’ ou padrão ‘Vingadores’, que afetam diretamente no índice de violência ou teor da linguagem, o roteirista e diretor permaneceu na tênue linha existente entre ambos os exemplos, trazendo diálogos que denunciam uma certa vulgaridade, mas que não afetam de forma alguma as audiências mais novas.

Na busca por uma sensatez que satisfaça os famosos gregos e troianos, a sequência tem seu doce e leve toque familiar, com uma narrativa que é em sua grande parte uma simbólica ode aos princípios morais e ao amor sacrificial, com fragmentos satíricos que saltam os olhos e apenas complementam a sensibilidade imprensa por Gunn.

Ao desenvolver os protagonistas através de suas respectivas personalidades, a trama não perde tempo com apresentações aprofundadas sobre as motivações para cada caráter. Como personagens previa e ligeiramente conhecidos do público, aqui aperfeiçoamos nossa compreensão sobre cada herói, exatamente como fazemos em relação às pessoas no dia-a-dia. Por mostrarem quem são através de suas posturas e atitudes, vemos a trama se desenrolar a partir deles. O enredo reside intimamente nos traços típicos de cada um e ainda que sejamos contemplados com uma história simples, seu realismo relacional a torna muito mais humana que heroica.

Guardiões da Galáxia Vol. 2’ acerta também em seu timing. As piadas possuem seus momentos estratégicos e quando invadem a sensibilidade da trama não quebram o teor emocional que a cena em questão exige. Um dos personagens que mais guia essa perspectiva é Drax (Dave Bautista). Roubando o filme para si, assim como faz o adorável Baby Groot (Vin Diesel), seu lirismo e literatismo afloram um humor exageradamente franco. Desconstruindo o sentido figurado, suas piadas são as mais ácidas, justamente por serem as mais honestas e despidas de preciosismos.

Com efeitos especiais de primeira linha e aparições que acrescentam um charme a mais à sequência, o segundo volume renova sua trilha sonora, com canções que se encaixam na trama como uma espécie de extensão dos diálogos não verbalizados. Trazendo um final sublime e honroso, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ é uma adaptação de quadrinhos que se encaixa bem no hiato que insiste em questionar se é possível fazer boas produções maduras com classificação livre. Reunindo o melhor dos dois mundos, a mais recente obra da Marvel encerra a discussão, solidificando a máxima de que filmes bem escritos jamais terão limitações. Independente de qual seja sua classificação.

Crítica | Guardiões da Galáxia Vol. 2 – tão bom quanto e mais engraçado

Crítica 2 | Guardiões da Galáxia Vol. 2 é um filme do cacete 

5ª temporada de ‘Silicon Valley’ ganha novo trailer; Confira!

A quinta temporada de ‘Silicon Valley’ ganhou um novo trailer.

Confira:

A produção original da HBO retorna em 25 de março.

O elenco de ‘Silicon Valley‘ é composto por  Josh BrennerThomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods, Martin Starr e Amanda Crew no elenco.


‘Capitã Marvel’: Nova imagem detalha figurino da heroína; Confira!

O CinePOP traz imagens inéditas do uniforme oficial da heroína ‘Capitã Marvel‘, usado pela atriz Brie Larson. É possível ver os detalhes precisos do figurino da personagem.

Confira:

O trailer de ‘Vingadores 4’ também ganhou data para lançamento – Confira!

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘The Witcher’: Fã faz remix de ‘Toss a Coin to Your Witcher’ e resultado é surpreendente; Confira!

Um habilidoso fã da série ‘The Witcher‘ decidiu dar uma nova roupagem à canção “Toss a Coin to Your Witcher’, fazendo um remix bem contemporâneo do antigo cântico da produção.

Criado pelo usuário do Twitter @kyle_reclaim, a versão ficou realmente surpreendente e deu à canção uma roupagem diferenciada.

Ouça:

Lembrando que todos os episódios de ‘The Witcher‘ já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘WandaVision’: Tudo está fora de ordem no novo comercial de TV na aguardada série; Assista!

Uma das séries mais aguardadas de 2021, a produção original do Disney+, intitulada ‘WandaVision‘, ganhou mais um novo comercial de TV.

O vídeo traz em destaque uma realidade totalmente fora de ordem e coloca os nossos heróis diante de uma inesperada e grandiosa missão.

Assista:

Recentemente, o Disney+ Brasil também divulgou um teaser nacional da produção.

Confira:

A série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

‘The Dropout’: Amanda Seyfried é empresária golpista nas primeiras imagens da minissérie biográfica

A vindoura minissérie biográfica ‘The Dropout‘, que acompanha a ascensão e queda de Elizabeth Holmes, uma da maiores golpistas da indústria biotecnológica, ganhou suas primeiras imagens oficiais.

No material em questão, Amanda Seyfried dá vida à dona da empresa Theranos, responsável por alterar e manipular exames de sangue – causando uma caótica fraude no sistema laboratorial e médico dos Estados Unidos.

Confira:

The Dropout — Money. Romance. Tragedy. Deception. Hulu’s limited series “The Dropout,” the story of Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried) and Theranos is an unbelievable tale of ambition and fame gone terribly wrong. How did the world’s youngest self-made female billionaire lose it all in the blink of an eye? Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried), shown. (Photo by: Beth Dubber/Hulu)

The Dropout — Money. Romance. Tragedy. Deception. Hulu’s limited series “The Dropout,” the story of Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried) and Theranos is an unbelievable tale of ambition and fame gone terribly wrong. How did the world’s youngest self-made female billionaire lose it all in the blink of an eye? Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried), shown. (Photo by: Beth Dubber/Hulu)

The Dropout — Money. Romance. Tragedy. Deception. Hulu’s limited series “The Dropout,” the story of Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried) and Theranos is an unbelievable tale of ambition and fame gone terribly wrong. How did the world’s youngest self-made female billionaire lose it all in the blink of an eye? Sunny Balwani (Naveen Andrews) and Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried), shown. (Photo by: Beth Dubber/Hulu)

The Dropout — Money. Romance. Tragedy. Deception. Hulu’s limited series “The Dropout,” the story of Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried) and Theranos is an unbelievable tale of ambition and fame gone terribly wrong. How did the world’s youngest self-made female billionaire lose it all in the blink of an eye? Sunny Balwani (Naveen Andrews) and Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried), shown. (Photo by: Beth Dubber/Hulu)

Na trama, conheça a história de Elizabeth Holmes, a enigmática desistente de Stanford que fundou a empresa de exames médicos Theranos. Considerada a Steve Jobs da próxima geração da tecnologia e que já valeu bilhões de dólares, o mito desmoronou quando foi revelado que nenhuma das tecnologias realmente funcionava, colocando a saúde de milhares de pessoas em grave perigo.

Liz Meriwether é a showrunner e produtora executiva da minissérie, que será lançada pela plataforma Hulu.

Brooke Becker, Anne Archer, Michael Ironside, Kevin Sussman, Ebon Moss-Bachrach, Naveen Andrews e Kurtwood Smith também estrelam a minissérie.

The Dropout‘ contará com oito episódios e estreia em 03 de março de 2022 na Hulu.

Emma Thompson revela que Donald Trump a convidou para um encontro: “Eu poderia ter mudado o curso da história americana!”

Durante sua participação no Festival de Locarno, a vencedora do Oscar Emma Thompson surpreendeu o público ao contar uma história inusitada: anos atrás, Donald Trump a convidou para sair.

“Um telefone tocou no meu trailer, e era o Donald Trump. Achei que fosse uma piada. Ele disse: ‘Oi, aqui é o Donald Trump’. Eu respondi: ‘Como posso ajudá-lo?’. Pensei que ele precisasse de direções. Mas ele disse: ‘Eu adoraria que você ficasse em um dos meus belos lugares e talvez pudéssemos jantar'”, relembrou a atriz.

Thompson contou que o convite aconteceu no mesmo dia em que seu divórcio havia sido finalizado. “Aposto que ele tinha pessoas procurando por divorciadas adequadas para sair… Ele até encontrou o número do meu trailer! Isso é perseguição! Então sim, eu poderia ter saído com Donald Trump. Eu poderia ter mudado o curso da história americana!”, brincou.

Conhecida por seu humor político desde o início da carreira, Thompson relembrou piadas que fez sobre Margaret Thatcher, comparando-a com herpes — “ambos muito difíceis de se livrar”.

Ela também falou sobre seu início como roteirista, revelando que um de seus esquetes de comédia chamou a atenção do produtor de ‘Razão e Sensibilidade‘, que acabou confiando a ela a adaptação do clássico de Jane Austen.

Embora no começo não quisesse seguir a carreira de atriz — cogitando até trabalhar como administradora hospitalar — Thompson acabou se tornando uma das intérpretes mais respeitadas de sua geração, com papéis marcantes em ‘Retorno a Howards End’ e ‘Vestígios do Dia‘.

Ao falar sobre Miss Kenton, de ‘Vestígios do Dia‘, a atriz revelou que se inspirou na história de sua avó, que foi vítima de abuso aos 13 anos e viveu marcada pelo trauma.

Thompson também comentou sobre trabalhar em Hollywood, lembrando que ‘Primary Colors‘, de Mike Nichols, foi filmado em meio ao escândalo Monica Lewinsky.

Ela fez ainda comparações entre experiências em projetos como ‘Harry Potter‘ — que descreveu como “não exatamente um desafio artístico” — e Nanny McPhee, filme que escreveu e estrelou.

“Não escrevi para crianças, escrevi para todos. É sobre luto, e eu perdi meu pai muito jovem. Ela é uma personagem muito importante para mim e me conecta a todas as gerações.”

‘Uma Dobra no Tempo’: Fantasia e aventura no novo trailer legendado

‘Uma Dobra no Tempo’, novo filme de fantasia da Disney, ganhou um novo trailer legendado recheado de cenas inéditas. Assista, com um vídeo dos bastidores:

A direção é de Ava DuVernay (‘Selma’), que com essa produção se tornou a terceira mulher a dirigir um projeto cinematográfico com orçamento acima dos US$ 100 milhões (a primeira foi a diretora de ‘Frozen‘ e a segunda foi a diretora de ‘Mulher-Maravilha‘)

A história gira em torno da família Murry, mostrando o patriarca da família (Chris Pine) e suas pesquisas sobre viagens no tempo, até que ele desaparece misteriosamente. Com isso, Meg (Storm Reid) e companhia, partem em uma grande aventura para procurar seu pai.

O filme mostrará diversas criaturas sobrenaturais e uma delas será interpretada pela apresentadora Oprah Winfrey.

O elenco ainda conta com Reese Witherspoon. A estreia acontece dia 29 de março de 2018.

‘Westworld’: ‘Ainda levará um tempo até a 3ª temporada’, diz cocriador da série

A segunda temporada acabou de ter seu último episódio exibido, mas a HBO já confirmou oficialmente a renovação de sua série ‘Westworld‘. Apesar disso, ainda não se sabe quando a 3ª temporada estreará, considerando o hiatus de mais de um ano entre as duas primeiras temporadas, especula-se que a terceira temporada estreará só em 2020.

Agora, durante uma nova entrevista Entertainment Weekly, o cocriador Jonathan Nolan contou que o retorno da série pode demorar mais do que o esperado.

“Tivemos conversas interessantes. É um elenco enorme e infelizmente estamos dando adeus a alguns personagens no final dessa temporada. Mas como sempre acontece nessa série, brincar sobre quem permanece ou não é sempre divertido. Ainda levará algum tempo até a 3ª temporada, mas queremos surpreender as pessoas, vamos esperar”

Além disso, a atriz Thandie Newton passará a ganhar o mesmo que os seus colegas de trabalho na 3ª temporada.

A 2ª temporada registrou uma média de 0.81 na demo, e um total de 1.9 milhões de espectadores.

 

Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.

Criado por Jonathan Nolan e Lisa JoyO elenco conta com Ben Barnes (Logan), Ingrid Bolsø Berdal (Armistice), Ed Harris (Homem de Preto), Luke Hemsworth (Stubbs), James Marsden(Teddy), Thandie Newton (Maeve), Simon Quarterman (Lee Sizemore), Rodrigo Santoro (Hector), Angela Sarafyan (Clementine), Jimmi Simpson (William), Tessa Thompson (Charlotte), Evan Rachel Wood (Dolores), Shannon Woodward (Elsie) e Jeffrey Wright (Bernard/Arnold).

Crítica ‘Sequestrando Stella’ | ‘Ruim’ é elogio para suspense fraquíssimo da Netflix

Nos últimos dias, Sequestrando Stella ficou entre os filmes mais comentados da Netflix. A princípio, achei que fosse mais um lançamento desconhecido do catálogo. Porém, trata-se de suposto suspense alemão que já está no catálogo há um tempo e foi “redescoberto” recentemente.

Remake de um suspense britânico, a versão alemã conta a história de dois sequestradores que raptam Stella (Jella Haase) na rua e a levam para um cativeiro à prova de som. O objetivo desse crime é extorquir o pai da vítima e conseguir um resgate milionário. O problema é que um dos sequestradores conhece a vítima e começa aí uma Síndrome de Estocolmo invertida.

Dividido entre conseguir o dinheiro e cuidar da vítima, o criminoso começa a ser manipulado por Stella que está desesperada para tentar fugir do cativeiro. Isso causa uma série de confusões e intrigas entre os dois bandidos, que não levam a lugar nenhum, porque o comparsa não descobre a relação entre criminoso e vítima até os 45 do segundo tempo, quando o que já era clichê consegue ficar ainda mais clichê.

Dirigida por Thomas Sieben, o filme até tem uma premissa interessante, mas é tão mal executada que não consegue causar desconforto ou aquela sensação de urgência no público. Isso porque os vilões da trama são tão burros, mas tão burros, que fazem os invasores de Esqueceram de Mim parecem gênios do crime. E olha que eles apanharam duas vezes de uma criança.

Se o filme não tentasse se levar tanto a sério, talvez desse pra comprar como uma comédia tensa, mas nem isso acontecesse. É irritante, porque o longa faz de tudo para ser “pé no chão”, trazendo algumas cenas típicas de filmes de assalto, só que a situação é tão absurda que há momentos dignos de risada. Porém, para ser justo com o filme, há apenas uma sequência que realmente justifica terem encaixado esse longa no gênero “suspense”, que é um momento de tortura gravada no qual um membro da Stella pode ou não ser decepado. A construção da tensão em cima dessa dúvida é muito boa, mas não faz valer a outra 1h20 de filme. A introdução também é interessante, mas dura 5 minutos e provavelmente é o único momento em que os criminosos não são burros. Complicado.

Enfim, com um roteiro fraco, suspense digno de um episódio de Casos de Família e atuações irrelevantes, Sequestrando Stella é bobo e não vale o pouco tempo de tela. Chega a ser quase injustificável como esse filme voltou a ser comentado recentemente.

 

 

 

Crítica | First Cow: A Primeira Vaca da América – Um olhar sensibilizado sobre a corrida pelo ouro nos EUA

As histórias de faroeste e sobre a corrida pelo ouro na América do Norte permearam a fundação do cinema estadunidense, que por décadas se dedicou a produzir filmes cujas histórias focavam nos homens brancos desbravando as terras ainda inexploradas do oeste daquele país, quase sempre subjugando os indígenas através de uma narrativa romantizada que sempre os colocava como heróis. Com uma proposta completamente diferente disso tudo chega agora aos cinemas brasileiros o aclamado ‘First Cow: A Primeira Vaca da América’.

Cookie (John Magaro) é um homem que faz parte de uma campanha pela região de Nevada junto com uma companhia de homens brutos e grosseiros. Cookie, ao contrário, é mais empático, além de ser o responsável pela alimentação do grupo – e, portanto, tem que procurar suprimentos na floresta. É em uma dessas incursões que ele conhece o chinês King-Lu (Orion Lee), um fugitivo que está sendo caçado pelos russos. Cookie decide ajudar o homem e, anos depois, seus destinos voltam a se cruzar e os dois decidem empreender um negócio juntos, na feitura de bolinhos fritos para vender na cidade portuária da campanha após a chegada da primeira vaca no território.

O conceito de ‘First Cow: A Primeira Vaca da América’ é no mínimo inusitado, e faz a gente refletir como às vezes pequenas coisas impactam enormemente na dinâmica de uma comunidade. A simples chegada de uma vaca – um animal não americano, trazido da Europa pelos primeiros colonizadores – em uma região bruta e isolada desequilibra e gera ambição nos homens daquela localidade, e toda uma história é construída em torno da chegada desse animal.

Baseado no livro de Jonathan Raymond – que escreveu o roteiro junto com Kelly Reichardt –, o longa parte do momento presente para voltar ao passado e contar a história por trás de dois esqueletos encontrados aleatoriamente por uma moça. A partir daí, o roteiro se desenrola primeiramente apresentando o tímido personagem Cookie e como ele e King-Lu se conhecem, para depois mostrar como uma boa ação do passado tem retorno na vida – e como, com o passar do tempo, as pessoas vão mostrando suas verdadeiras intenções.

A sensibilidade e a empatia com que a diretora Kelly Reichardt costura seu ‘First Cow: A Primeira Vaca da América’ justifica a razão pelo qual o filme foi indicado e recebeu tantos prêmios em festivais do mundo inteiro. Entretanto, o acanhamento do personagem principal torna o longa simplesmente comum, sem proporcionar o crescimento ou a volta por cima de seu protagonista. A produção ainda conta com a participação especial de Toby Jones no papel do chefe, emprestando ao longa sua experiência dramatúrgica.

First Cow: A Primeira Vaca da América’ é um filme peculiar que oferece um novo e sensível olhar sobre um período já bastante explorada por Hollywood cem anos atrás, mas que retorna agora através de uma narrativa mais humanizada sobre outros tipos de homens que também participaram da corrida pelo ouro.

Terrence Howard, de ‘Empire’, defende Jussie Smollett

Jussie Smollett foi demitido e removido da quinta e última temporada de ‘Empire’, devido aos recentes acontecimentos e polêmicas, incluindo sua prisão no dia 21.

Basicamente, no mundo do entretenimento televisivo, não se fala em outro assunto. Hoje, 24, quem saiu em defesa ao ator foi o astro da série ‘Empire’, Terrence Howard.

Em seu Instagram, o ator postou um vídeo de Jussie com seu filho mais novo e escreveu a seguinte declaração: “Nós estamos com você. Nós te amamos, irmão”.

A declaração não caiu nada bem com os seguidores do ator, já que o caso envolve uma farsa extremamente danosa e complicada.

Recentemente, o TV Line afirmou nesta sexta-feira (22) que os produtores da série cogitam contratar um novo ator para substituir Smollett na série, mantendo o personagem de Jamal.

Ainda não há atores cotados para o papel, mas isso deve mudar em breve.

“Os eventos das últimas semanas têm sido muito conturbados para todos nós”, Lee Daniels, Danny StrongBrett MahoneyBrian GrazerSanaa HamriFrancie Calfo Dennis Hammer, produtores executivos da série da Fox, disseram em uma declaração oficial. “Jussie foi um membro muito importante da nossa família ‘Empire’ pelos últimos cinco anos e temos grande carinho por ele. E visto a gravidade dessas alegações, estamos colocando toda nossa confiança no sistema legal, conforme o processo se desenrola”.

“Também estamos cientes dos efeitos desse processo no elenco e na equipe que trabalham duro em nosso show e, para evitar qualquer outra ruptura nos sets, decidimos remover o papel de ‘Jamal’ dos últimos dois episódios da temporada”.

A Fox previamente havia lançado múltiplas declarações em apoio a Smollett, referindo-se a ele como um “profissional consumado” durante seu tempo no show. O tom mudou, entretanto, após o ator ser preso devido à falta denúncia de agressão física e má conduta.

‘Halo’: Showtime anuncia elenco completo de sua nova série

Showtime anunciou hoje (02) o elenco completo de sua mais nova série, a adaptação televisiva da icônica franquia de games ‘Halo’.

Natascha McElhone dará vida a um papel duplo na produção: ela será a Dra. Catherine Halsey, bem como a máquina de inteligência artifical mais avançada da história humana, Cortana. Bokeem Woodbine dará vida ao soldado Soren-066 que entra em conflito com os espartanos e com seu antigo amigo, Master Chefe.

Shabana Azmi será a Almirante Margaret Parangosky, presidente da Inteligência Naval.

Bentley KaluNatasha CulzacKate Kennedy também foram elencados. O grupo se junta ao previamente anunciado Pablo Schreiber (‘American Gods’), que será o protagonista.

Além disso, a novata Yerin Ha dará vida a Quan Ah, descrita como uma audaciosa jovem de dezesseis anos das Colônias Externas que cruza caminhos com o Master Chefe.

As gravações começaram no dia 17 de junho em Budapeste, Hungria. O diretor Otto Bathurst, responsável por diversos episódios da série antológica ‘Black Mirror’, encabeça o vindouro projeto, entrando como produtor executivo ao lado do roteirista e showrunner Kyle Killen.

Esta será a primeira produção grandiosa da Showtime desde ‘Homeland’‘Penny Dreadful’. Recentemente, a emissora ganhou vários prêmios por sua minissérie ‘Escape at Dannemora’.

Ainda não há data prevista para a estreia de ‘Halo’.

‘The Flash’: Amunet está de volta nas imagens do novo episódio

The CW divulgou as imagens oficiais do novo episódio de ‘Flash’“Love is a Battlefield”.

O 11º episódio da sexta temporada será transmitido no dia 11 de fevereiro.

Confira:

Assista ao trailer:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, a série faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Friends’: Revival da série deve ser rodado em agosto, diz David Schwimmer

Uma das principais novidades que a HBO Max anunciou para sua plataforma de streaming foi o revival da famosa e premiada comédia ‘Friends’.

O evento será uma reunião com os seus membros principais para resgatar os clássicos episódios transmitidos entre 1994 e 2004, mas foi adiado devido à pandemia do coronavírus.

Agora, segundo David Schwimmer, que viveu Ross Geller na sitcom, as gravações devem retornar em agosto deste ano.

“Temos esperança de gravar, se tudo der certo em agosto e, é claro, se for seguro”, ele disse em entrevista ao The AP“Parte do plano sempre foi ter o público ao vivo como componente do show. E, por falar nisso, será sem roteiro, não vamos interpretar nossos personagens. É basicamente uma entrevista com todos nós, nos reunindo pela primeira vez em provavelmente dez anos”.

Durante uma entrevista para a radio SiriusXM, o ator David Arquette falou sobre sua carreira e relembrou sua participação na amada série como intérprete de Malcolm, um Stalker que vivia atrás de Ursula, a irmã gêmea de Phoebe (Lisa Kudrow)

Ao longo da entrevista, o ex-marido de Courteney Cox (Monica Geller) revelou que teve um grande papel ao incentivar o elenco a se reunir novamente para a gravação do revival.

“Foi tudo ideia de Courteney, sabe? Ela que pensou em reunir o elenco e falar sobre isso [o revival], mas ninguém levou a sério, na época. Quando eu soube disso, eu fiz de tudo para convencer cada um deles do quão incrível seria uma reunião. Sabe aquele cara chato que liga para todo mundo insistindo numa coisa que não sai da sua cabeça. Eu fui esse cara por um bom tempo! Mal acreditei quando a ideia foi aprovada.”

Anteriormente, Bob Greenblatt, presidente da companhia, confirmou à Variety que a ideia de gravar o especial partiu da própria Courteney Cox.

Greenblatt disse que a estrela reuniu o elenco para um jantar no início do ano passado e sugeriu que levassem a ideia aos executivos da Warner Media.

“Eu fiquei sabendo que Courteney convenceu os amigos sobre a ideia. Parecia emocionante, então todo o elenco estava tentando nos convencer. Mas nós [da Warner Media] sabíamos que não poderíamos dar uma reposta sem planejar tudo com calma… Foi um momento muito difícil porque precisávamos tomar uma decisão rápida.”

Após meses de negociações, Greenblatt disse que o acordo foi fechado e ideia finalmente foi aprovada.

“Para mim, ainda é chocante imaginar que as coisas estão saindo do papel.”, brincou Greenblatt.

Os astros Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornarão para a reunião.

O episódio custará cerca de US$ 20 milhões e será “não roteirizado”. Ou seja, provavelmente teremos todo o elenco relembrando os momentos mais icônicos da série.

Além disso, o streaming conseguiu os direitos exclusivos de exibição dos episódios antigos, que eram da Netflix.

‘Aquaman 2’ contrata figurinista de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

Segundo o Discussing Film, a vindoura sequência de ‘Aquaman’ contratou um novo para integrar sua equipe artística.

As informações indicam que Louise Frogley irá substituir Kym Barrett como a figurinista do longa-metragem. Seus créditos incluem ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’‘Homem-Formiga e a Vespa’‘Homem de Ferro 3’.

Recentemente, a atriz Amber Heard garantiu ao Entertainment Weekly que vai retornar como Mera na continuação, após um abaixo-assinado viralizar pedindo a saída da atriz do elenco.

“Estou super animada com a quantidade de amor dos fãs e a quantidade de apreciação dos fãs que Aquaman adquiriu e que gerou tanta empolgação para Aquaman e Mera. Isso significa que significa que voltaremos. Estou tão animada para filmar a sequência.”, disse a atriz.

Heard acrescentou que a produção espera começar em 2021.

Amber não parece preocupada. Há alguns meses, a atriz debochou dos fãs de Depp ao compartilhar uma foto com a seguinte legenda:

“Tanto shade, tão pouco tempo…”

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

So much shade, so little time……

Uma publicação compartilhada por Amber Heard (@amberheard) em

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.  

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

‘Mank’: Vídeo de bastidores explora os efeitos visuais do recente filme de David Fincher; Confira!

‘Mank’ marcou o retorno de David Fincher ao cenário cinematográfico e, recentemente, a página ILMVFX divulgou um vídeo de bastidores que explora os efeitos visuais por trás do longa-metragem.

Confira:

Lembrando que a produção tornou-se a maior indicada do Oscar 2021, conquistando dez nomeações.

O longa foi relembrado nas categorias de Melhor FilmeMelhor Direção para David FincherMelhor Ator para Gary OldmanMelhor Atriz Coadjuvante para Amanda SeyfriedMelhor FigurinoMelhor Design de ProduçãoMelhor FotografiaMelhor Maquiagem & CabeloMelhor SomMelhor Trilha Sonora.

Os vencedores serão revelados no dia 25 de abril.

O elenco conta com Gary Oldman, Amanda Seyfried, Tuppence Middleton, Lily Collins, Tom Burke e Tom Pelphrey.

Acompanhe esta jornada pela Hollywood da década de 1930 através dos olhos do roteirista alcoólatra e crítico social Herman J. Mankiewicz (Oldman), enquanto ele corre contra o tempo para terminar o roteiro de Cidadão Kane para Orson Wells (Burke).

‘Um Ninho para Dois’: Drama com Melissa McCarthy ganha trailer oficial; Confira!

‘Um Ninho para Dois’ (The Starling), estrelado por Melissa McCarthy, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme estreia no dai 24 de setembro.

A narrativa gira em torno de um casal (vivido por McCarthy e Chris O’Dowd) que sofre uma tragédia inexplicável. O personagem de O’Dowd sai de casa para lidar com o luto, enquanto a de McCarthy fica para trás, buscando conforto em seu jardim. Então, um gigante estorninho (que empresta seu nome ao título do filme) começa a atacá-la e a destruir o jardim. Para determinar a fonte desse estranho pássaro e como pará-lo de uma forma humana, ela se junta a um veterinário e psiquiatra (Kevin Kline) para ajudá-la.

Timothy OlyphantSkyler GisondoRosalind ChaoKimberly QuinnDaveed DiggsLaura Harrier e Loretta Devine completam o elenco.

Esse é o retorno de McCarthy para o gênero do drama. Sua última incursão foi o aclamado ‘Poderia Me Perdoar?’, cuja performance lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

O longa é dirigido por Theodore Melfi (‘Estrelas Além do Tempo’) e assinado por Matt Harris.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens fazem batalha de lip sync ao som de Alicia Keys; Confira!

Cuidado: spoilers à frente.

A VH1 divulgou um novo teaser promocional do 2º da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, que apresentou as sete novas queens do ciclo.

O vídeo em questão mostra a batalha de lip sync realizada entre as duas piores competidoras da semana, Deja SkyeDaya Betty, ao som da icônica “Fallin'”, de Alicia Keys.

Confira:

O próximo episódio será exibido no dia 21 de janeiro.

O novo ciclo contará com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as outras confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayAva MaxDove CameronTS Madison e várias outras.

Avril Lavigne lança versão comemorativa de 20 anos de ‘Let Go’, seu primeiro álbum de estúdio

Avril Lavigne lançou nos últimos dias uma versão comemorativa de vinte anos de ‘Let Go’, seu primeiro álbum de estúdio.

A produção original comemorou duas décadas ontem, 04 de junho, se tornou um dos discos mais bem-sucedidos do século XXI e abriu portas para a presença feminina no pop-punk.

Além de ter vendido 16 milhões de cópias mundialmente, o álbum gerou diversos singles promocionais, incluindo as icônicas faixas “Complicated”“Sk8er Boi”“I’m with You”.

A obra também catapultou Lavigne ao estrelato e rendeu à cantora e compositora 8 indicações ao Grammy Awards, incluindo Artista Revelação.

Confira uma prévia da versão comemorativa abaixo:

Lembrando que o último lançamento de originais de Lavigne ocorreu este ano com ‘Love Sux’, disponível nas principais plataformas de streaming.