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‘All Quiet on the Western Front’: Daniel Brühl, o Barão Zemo, em fotos do novo filme da Netflix

O novo drama de guerra da Netflix, intitulado ‘All Quiet on the Western Front‘, ganhou suas primeiras imagens oficiais.

A produção é de origem alemã e traz o astro Daniel Brül (‘Falcão e o Soldado Invernal‘) como o grande protagonista.

As fotos, feitas em preto e branco, destacam os bastidores das gravações e foram compartilhadas pela conta oficial da plataforma de streaming.

Confira:

“All Quiet on the Western Front começou a ser rodado, inspirado no best-seller homônimo de Erich Maria Remarque, de 1928. Entre outros, estarão presentes Felix Kammerer, Albrecht Schuch, Aaron Hilmer, Edin Hasanovic, Daniel Brühl e Devid Striesow“.

O longa, baseado na Primeira Guerra Mundial, é uma adaptação do romance ‘Sem Novidade no Front‘, escrito por Erich Maria Remarque e lançado em 1928.

A produção já é dita como um dos filmes de maior orçamento da história da Alemanha.

Após perder o Oscar, Demi Moore encerra a noite de forma inusitada

Talvez a noite do Oscar 2025 não tenha se saído como a atriz Demi Moore esperava, mas nem a derrota na categoria de Melhor Atriz diminuiu o peso de todo seu esforço e mérito ao longo da temporada de premiações.

Após conquistar as estatuetas do Critics’ Choice Awards, SAG Awards e Globo de Ouro, Moore era considerada a grande favorita ao prêmio, disputando em pé de igualdade com a brasileira Fernanda Torres. No entanto, Mikey Madison – de ‘Anora‘ – surpreendeu a todos, arrebatando a categoria e ajudando a consolidar a comédia dramática como a grande vencedora do ano.

Independente disso, Moore encerrou a noite em meio a sorrisos e a uma celebração familiar, que fora registrada por uma de suas filhas, Tallulah Willis. A foto em questão traz a indicada ao Oscar ao lado de sua cachorrinha, Pilaf, cercada por duas enormes travessas de batata fritas. Na legenda da pulbicação, a veterana atriz ainda é homenageada ao ser chamada de “minha vencedora’.

Confira:

Ovacionado pelos críticos – com 90% de aprovação de Rotten Tomatoes –, ‘A Substância‘ acabou se tornando o maior sucesso da Demi Moore como protagonista nos cinemas desde ‘Striptease‘ (US$113M), lançado em 1996.

Após ser demitida da TV por ser considerada “velha demais” para ser atriz, Elisabeth Sparkle (Demi Moore) recorre a um sinistro programa de aprimoramento corporal. A substância milagrosa promete rejuvenescê-la, mas resulta em uma transformação ainda mais radical. Ela agora precisa dividir seu corpo com Sue (Margaret Qualley), sua versão jovem e melhorada, e, aos poucos, começa a perder completamente o controle da própria vida. Em um pesadelo surreal sobre a busca incessante pela juventude, A Substância revela o preço oculto da perfeição.

Coralie Fargeat é responsável pela direção e roteiro.

Dennis QuaidHugo Diego GarciaPhillip SchurerJoseph Balderrama também fazem parte do elenco.

Crítica | Extermínio: O Templo dos Ossos faz do horror um exercício de empatia

Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple) representa um salto expressivo de qualidade dentro do universo inaugurado por Extermínio (2002). Se Extermínio: A Evolução, lançado no ano passado, chamou atenção do público, também tropeçou em uma narrativa fragmentada, em personagens pouco integrados e em ideias de roteiro que não encontravam plena organicidade. Ainda assim, havia ali um núcleo genuinamente comovente: a jornada de uma mãe e seu filho em busca de cura, marcada por dor física e emocional.

Agora, sob a direção de Nia DaCosta (Hedda), a franquia encontra uma forma mais segura, coesa e emocionalmente incisiva. Produzido por Danny Boyle, O Templo dos Ossos não se limita a apresentar um mundo pós-apocalíptico — ele lança o espectador dentro dele. A narrativa é sólida e confiante, e suas escolhas dramáticas respeitam tanto a inteligência do público quanto a lógica interna desse universo brutal. Não há decisões arbitrárias ou conveniências fáceis: cada gesto parece consequência direta da sobrevivência.

O filme atua em múltiplas frentes. Há horror visceral, gore e violência crua, mas também — e sobretudo — drama, luto, amizade e uma frágil esperança. A violência não surge como espetáculo vazio, mas como exigência desse mundo em colapso, onde a brutalidade é regra, não exceção.

No centro da trama estão duas trajetórias que avançam em direções opostas até colidirem de forma explosiva. De um lado, Ian (Ralph Fiennes), médico marcado pela exaustão moral; de outro, Spike (Alfie Williams), um adolescente que tenta desesperadamente pertencer a algo. Quando esses caminhos se cruzam, o filme alcança um clímax ao mesmo tempo delirante e profundamente humano.

Spike se vê enredado por um bando de carniceiros psicopatas liderados por Sir Jimmy Crystal (Jack O’Connell). Seu percurso é atravessado pela tentativa de se integrar a um grupo que contradiz sua essência e sua criação. Spike encarna uma das perguntas centrais do filme: até que ponto é preciso deixar de ser quem se é para sobreviver? O longa não oferece respostas fáceis, apenas expõe feridas abertas.

O verdadeiro coração de Extermínio: O Templo dos Ossos, porém, reside na improvável relação de Ian com Sanson (Chi Lewis-Parry), um zumbi “alpha” gigantesco. Sedado pela morfina, aliviado da dor, o zumbi passa de uma ameaça física constante para o epicentro de uma ideia perturbadora: e se a droga não apenas retardasse o vírus, mas abrisse espaço para algo próximo de um tratamento? Mais do que um experimento médico, essa relação sugere que a possibilidade de cura passa também pela empatia. Não se trata apenas do corpo, mas da mente devastada.

Nesse sentido, o filme desloca o horror do corpo em decomposição para o território psíquico. O que apavora não é apenas a carne que apodrece, mas a subjetividade em ruínas. É nesse espaço que a conexão entre Ian e Sanson ganha força simbólica, transformando o monstro em espelho da dor humana.

Há ainda uma cena arrebatadora embalada por The Number of the Beast, do Iron Maiden, em que Ralph Fiennes se entrega por completo. O momento é catártico, quase espiritual — como assistir a alguém que passou tempo demais sobrevivendo sem jamais extravasar. A sequência sintetiza este capítulo da franquia: memória, dor e resistência.

O longa também se destaca pela densidade de seus diálogos, que orbitam temas como alianças, crenças e pertencimento, e pela coragem de encerrar a narrativa em aberto. Embora prepare terreno para uma possível continuação, Extermínio: O Templo dos Ossos soa surpreendentemente completo, como se o coração criativo do filme tivesse sido plenamente exposto.

Nia DaCosta demonstra controle absoluto da linguagem cinematográfica. A câmera jamais é neutra: oscila entre lucidez e delírio, refletindo mentes fragmentadas pelo vírus. Esse movimento dialoga com o estilo que Danny Boyle explorou nos primeiros filmes da franquia, mas aqui ganha maturidade e precisão.

Ao transformar empatia em gesto radical dentro de um mundo que só reconhece a força, Extermínio: O Templo dos Ossos desloca o horror para além do corpo infectado. O filme inscreve no gênero uma pergunta incômoda: quem merece ser escutado quando a sobrevivência não tolera escolhas morais?

Trailer de ‘Os Crimes de Grindelwald’ revelou SPOILER ENORME do filme

Após a divulgação do primeiro trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’, alguns internautas notaram um detalhe muito importante sobre o passado do personagem Credence Barebone (Ezra Miller).

[CUIDADO COM SPOILERS]

Em uma determinada cena rápida do trailer, vemos um homem (possivelmente o jovem Dumbledor) investigando um mural cheio de letras e símbolos, até aí tudo certo, porém o desenho, na verdade, se trata de uma árvore genealógica da família Lestrange (lembra da Bellatrix?)

Nessa árvore vemos os nomes de Leta Lestrange (Zoë Kravitz), amiga de infância de Newt Scamander e atual esposa do irmão dele, Theseus (Callum Turner), e também podemos ver o nome de Credence Barebone descendendo de Corvus Lestrange. Seria Credence, portanto, um Lestrange?

Vale lembrar que vemos no primeiro filme que a mãe biológica de Credence está morta e ele foi adotado por Mary Lou Barebone.

Enquanto esperamos o lançamento do filme, encontramos todos os easter eggs e segredos do trailer. Confira a nossa matéria: Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Assista ao trailer, junto com o novo pôster:

Uma nova sinopse de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ foi liberada pela Warner Bros. Brasil, que lançará o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine Waterston, Eddie Redmayne, Alison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

‘A Origem’: Michael Caine finalmente explica final ambíguo do filme

Cerca de 8 anos depois do lançamento nos cinemas, o ator Michael Caine finalmente falou sobre o ambíguo final de ‘A Origem’, de Christopher Nolan, que deixou em aberto o que realmente pode ter acontecido na cena.

Segundo informações do jornal The Independent, em uma sessão especial do filme em Londres, o ator comentou que também se questionava o que seria ou não sonho nas cenas:

“Quando recebi o roteiro de ‘A Origem’, fiquei meio perdido, e falei para Nolan, ‘eu não sei quando é sonho e quando é realidade’. Ele me respondeu ‘Bom, se você está em uma cena, é realidade’. Então é isso. Se estou na cena, é real. Se eu não estou, é apenas um sonho”

Ou seja, como o personagem vivido por Caine está na cena final junto com Leonardo DiCaprio, então o momento faz parte da realidade, o que esclarece uma dúvida permanente na cabeça dos fãs desde 2010.

10 curiosidades de ‘Mulher-Maravilha’, um dos melhores filmes da DC

Lançado em 2017, Mulher-Maravilha foi um fenômeno cultural. Sendo o primeiro live action da história com orçamento superior a US$ 100 milhões a ser dirigido por uma mulher, o filme conquistou críticas muito positivas, diferentemente das produções dirigidas por Snyder, e arrecadou mais de US$ 820 milhões em bilheteria.

Mais do que isso, em um momento em que o Universo DC passava por uma grave crise de identidade, o filme da Amazona chegou para trazer um pouco de esperança para os fãs e para o estúdio de que aquele universo compartilhado poderia dar certo. Pensando nisso, o CinePOP separou dez curiosidades sobre essa aventura fantástica que trouxe a Mulher-Maravilha de volta para a prateleira mais alta da Cultura Pop. Confira!

Sonho de vida

A diretora Patty Jenkins estava escalada para dirigir o filme da Mulher-Maravilha que seria lançado em 2005, mas que acabou nunca vendo a luz do dia. Na época, ela teve que deixar o projeto porque descobriu que estava grávida e tiraria um tempo para se dedicar à maternidade. Então, quando a convidaram para entrar no projeto mais de uma década depois, ela aceitou sem hesitar, chegando a dizer que esperou sua vida inteira por aquele momento.

 

Amazonas

Durante a cena de abertura, quando a pequena Diana assiste o treinamento das Amazonas comandadas por Antíope, é possível ver que elas usam uma tira de couro na mesma cor de suas peles na região peitoral, fazendo parecer que elas não têm seios. É uma referência aos relatos das Amazonas da mitologia grega, que supostamente removiam ou queimavam seus seios para não terem desvantagens no combate.

 

Temiscira

Para conseguir recriar as paisagens fantásticas, cheias de relevo e com um marzão de fundo que sempre caracterizaram a lendária Ilha Paraíso de Temiscira, a produção recorreu a uma locação no mundo real. Dessa forma, eles gravaram as cenas na Costa Amalfitana, na Itália. Segundo membros da produção, além do visual ser perfeitamente paradisíaco, o clima da região era ideal para longas filmagens a céu aberto.

 

Polêmica

Após a direção de Zack Snyder ser bastante criticada por trazer ângulos sexualizados da Mulher-Maravilha em Batman Vs. Superman: A Origem da Justiça (2016), Patty Jenkins participou ativamente do design de produção do filme, opinando sobre como fazer trajes e armaduras para as amazonas que demonstrassem poder e praticidade para as guerreiras batalharem e parecerem legais em cena. Da mesma forma, sendo mulher, ela teve toda uma preocupação em gravar a Gal em poses que remetessem a poder, não a desejo.

 

Shape

Quando foi anunciada como a nova Mulher-Maravilha dos cinemas, a atriz Gal Gadot foi duramente criticada na internet por ser considerada “muito magra” para o papel da guerreira amazona. Para entrar na forma de Diana Prince, Gal passou por nada menos que nove meses de treinamento e dieta especiais até ganhar 17kg de pura massa muscular, calando os críticos com seu físico e carisma de super-heroína.

 

Diana Prince

Nos quadrinhos, Diana cria sua identidade secreta e surge como a Mulher-Maravilha no contexto da Segunda Guerra Mundial. Ela pega o sobrenome “Prince” de uma enfermeira do exército norte-americano e passa a usá-lo como se fosse seu. No filme, porém, ela tem seu primeiro contato com a humanidade durante a Primeira Guerra Mundial. Segundo a direção, essa escolha foi feita porque era uma época mais definidora da sociedade, em que a tecnologia ainda avançava vagarosamente e o preconceito contra as mulheres era ainda maior, abrindo mais possibilidades de debater temas polêmicos. E no fim das contas, o filme mostra que o sobrenome “Prince” é uma abreviação de “Diana, Princesa de Temiscira”, fazendo uma piada com o tempo demorada pela super-heroína na hora de se apresentar para os outros.

 

Relógio

Um dos itens críticos de Steve Trevor (Chris Pine) é o seu relógio. Se prestar bem atenção, vai ver que ele é um relógio de bolso adaptado com uma tira de couro para amarrá-lo ao pulso. Além de dar mais personalidade a Steve, isso é faz menção a uma das grandes mudanças que a Primeira Guerra Mundial trouxe para a moda. Na época, a tendência masculina era portar os relógios de bolso no interior de seus ternos. Só que ter acesso a hora certa de maneira rápida era fundamental para estratégias de guerra, então os militares começaram a adaptá-los para versões de pulso. Com o fim do confronto, a moda pegou e os relógios de pulso se tornaram um dos acessórios mais populares nos anos seguintes.

 

Homenagem

Inicialmente, Patty Jenkins queria prestar uma homenagem singela para a grande super-heroína de sua infância, Lynda Carter, que interpretou a Mulher-Maravilha na lendária série de TV dos anos 70, dando a ela uma participação especial no filme. Infelizmente, a atriz teve um conflito de agenda e não pôde fazer uma participação especial, como sonhava a diretora. Mas Patty não desistiu e conseguiu trazer Lynda para fazer uma pontinha na sequência, Mulher-Maravilha 1984 (2020).

 

Proibido

Mulher-Maravilha foi banido pelo governo de Líbano, Turquia e Qatar e nunca estreou nesses países. Isso porque o filme é protagonizado por Gal Gadot, que não apenas é de Israel, como também serviu por dois anos nas Forças de Defesa Israelenses, atuando como instrutora de combate para outras militares. Acontece que esses países são adeptos da causa Palestina. E como Gal servia como garota-propaganda sionista, elogiando o governo israelense em algumas entrevistas, as autoridades desses países optaram por vetar a exibição por lá.

 

Era pra ser

A Rainha Hipólita, líder das Amazonas e mãe de Diana, quase foi interpretada pela Nicole Kidman. Só que ela precisou recusar o convite devido a conflitos de agenda com as filmagens da série Big Little Lies, da HBO. Com isso, o papel foi conquistado pela dinamarquesa Connie Nielsen. Mas essa não foi a única chance dada a Kidman de entrar no Universo DC. Por isso, quando surgiu um novo convite, agora para interpretar a Rainha Atlanna, mãe do Aquaman, ela não pensou duas vezes e embarcou no projeto. Quando o destino quer que você seja a mãe de um personagem DC, nada é capaz de te impedir.

Mulher-Maravilha está disponível no HBO Max.

 

Crise de Identidade, Bullying e Medo são alguns dos temas abordados em ‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’

Não é exagero dizer que boa parte dos brasileiros passaram suas infâncias e adolescências lendo aos gibis da Turma da Mônica. Para além do entretenimento, as histórias em quadrinho de Mauricio de Sousa ajudaram a criar o hábito de leitura em boa parte da população, e também ajudaram a trabalhar temas que, em muitos aspectos, ajudaram pais e professores a conseguir conversar sobre eles nas escolas e dentro de casa. Nas adaptações audiovisuais, isso não seria diferente, afinal, dialogar com o mundo juvenil sempre esteve no cerne da Mauricio de Sousa Produções. Para ajudar nossos leitores do Cinepop a observarem quais os temas abordados, ‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’, levantamos aqui os principais pontos do novo filme (mas cuidado, contém spoilers!).

Crise de identidade

Durante o desenvolvimento do caráter próprio, é natural que o jovem questione muitas coisas sobre si mesmo, principalmente quando recebe uma crítica forte ou quando sofre bullying, como ocorre com a Mônica no filme (que, a partir desses dois elementos, passa a desejar ser diferente, como todas as outras pessoas). Por ser o ponto principal, é ele que conduz todas as ações dos personagens e também dá a resolução da trama.

Foto: Divulgação/ Laura Campanella

Separação

Ter amigos do coração é algo que marca a vida dos jovens para sempre. Mas… a primeira separação é terrível. Pode ser por pouco tempo, ou por muito tempo (afinal, o tempo, na época da juventude, passa de maneira diferente e potencializa todos os eventos), mas fato é que viver experiências longe dos melhores amigos ou imaginar que eles estão se divertindo sem a gente (ou, pior ainda, imaginar que as coisas podem mudar se nos afastarmos um tempo) pode ser muito doloroso na vida de um jovem, como ocorre com a Mônica e seus amigos. O importante, sempre, é entender que os amigos estarão sempre conosco, mesmo que nem sempre estejam perto de nós.

Bullying

O bullying é um dos temas mais recorrentes no mundo juvenil, pois em menor ou maior escala boa parte da garotada diz já ter sofrido algum tipo de bullying. No filme, isso também acontece com a Mônica (que é acusada por Carmen Fru Fru de violência física), por ela e pelo Cebola (chamados pelos apelidos provocativos de suas infâncias), o que engatilha reações impensadas em ambos.

Medo

O tema está até no título do filme, mas por ser algo complexo, acaba sendo transposto na telona em muitas camadas: o medo do Cascão com relação a um personagem ameaçador de sua infância (cujas histórias foram contadas pelo seu tio) e o medo dele de nunca mais encontrar o tio; o medo de Magali de não ser boa o suficiente para ser aceita na Ordem; o medo de não ser amado pelos próprios pais, como ocorre com Carmen Fru Fru; o medo de Mônica de que a amizade entre eles mude caso eles se afastem; de revelar os sentimentos a quem se ama, como acontece com o Cebola.

Lutar pelo que se acredita

Embora não seja algo diretamente ligado ao universo jovem, a especulação imobiliária presente no filme contribui de maneira clara no desencadeamento dos eventos, uma vez que as dívidas imobiliárias de Licurgo com o prédio do Museu faz com que este seja leiloado privativamente, o que impulsiona o protesto da garotada. Com a luta como causa comum entre todos, os alunos se juntam para lutar pelo bem maior, que é o patrimônio do museu.

Primeiro amor

De duas maneiras diferentes o amor é trabalhado no novo filme. Entre Denise e Jerê, que se encontram escondidos (e o motivo pode ser debatido, afinal, não é evidenciado) e entre Mônica e Cebola (como já mencionado, o medo de revelar sentimentos, o medo de sentir o sentimento, o medo de perder a quem se ama). O primeiro amor é o mais intenso e o mais inesquecível, e também o mais trabalhoso de se entender na cabecinha de um jovem.

Abandono parental

Carmen Fru Fru não é apenas uma patricinha metida. No fundo, parte do seu jeitinho mandão tem a ver com o rancor que sente dos próprios pais, que estão sempre ausentes de sua vida. No fundo, ela só queria ser amada, e essa ausência dos pais está moldando seu caráter de maneira bastante sombria. Assim, o abandono parental também está presente no longa, pois tudo que Carmen queria era voltar a tomar café da manhã com sua própria mãe.

Chefe da Warner diz que próximos filmes da DC não serão mais tão conectados

No geral, o universo estendido da DC foi um fracasso. Apesar de inúmeros debates entre os fãs existirem, é um fato dizer que os longas individuais e suas relações com outras entradas do panteão não alcançaram os resultados desejados, ao menos de um ponto de vista mercadológico e cinematográfico.

‘Homem de Aço’ não se tornou o reboot que a Warner Bros. queria para o Superman, ‘Batman vs. Superman: A Origem da Justiça’ não arrecadou o suficiente para oficialmente dar início ao univero compartilhado, e ‘Liga da Justiça’ tornou-se o maior fracasso da DC em termos financeiros.

Entretanto, não podemos tirar mérito de algumas conquistas dos estúdios em questão: Ben Affleck ganhou aclame por sua performance como Batman, ‘Esquadrão Suicida’ foi um sucesso comercial apesar das críticas negativas, e ‘Mulher-Maravilha’‘Aquaman’ conquistaram genuinamente o público e a crítica. Porém, quando falamos do universo estendido em si, a Warner decidiu voltar atrás com sua ideia original e declarou que não irá mais realizar longas-metragens interconectados.

Em entrevista ao LA Times, o chefe-executivo da Warner Bros., Kevin Tsujihara, disse que a próxima leva de filmes baseados nos quadrinhos da DC não terá muita conexão com o panteão compartilhado.

Os novos filmes, ‘Shazam!’‘Coringa’‘Mulher-Maravilha 1984’‘Aves de Rapina’, parecem nos levar para o lugar certo. Temos um pessoal competente trabalhando nisso.

O universo não será tão conectado como as iterações de cinco anos atrás. Teremos muito mais foco em experiências individuais dos persoangens. Mas isso não quer dizer que, em determinado momento, não teremos a noção do universo que conhecemos.

De fato, ‘Shazam!’ trará personagens nunca antes vistos, enquanto ‘Coringa’ reelenca o personagem-título com Joaquin Phoenix ao invés de trazer Jared Leto para o papel.

‘Shazam!’ estreia no dia 05 de abril de 2019, seguido por ‘Coringa’ em 04 de outubro. Em 2020, ‘Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’ tem lançamento marcado para 07 de fevereiro. Logo depois, ‘Mulher-Maravilha 1984’ chega aos cinemas, no dia 05 de junho.

Diretor de ‘Venom’ diz que cross-over com ‘Homem-Aranha’ é a ideia principal

Em entrevista ao site Fandom, o diretor Ruben Fleischer, que atualmente está promovendo a aguardada sequência ‘Zumbilândia 2’, comentou sobre o destino de outra franquia na qual também trabalhou: ‘Venom’.

Já sabemos que ‘Venom 2’ não terá o retorno de Fleischer na direção, que cede a cadeira para Andy Serkis, mas isso não o impediu de fornecer um panorama interessante do futuro da saga – e como ela irá se conectar com ‘Homem-Aranha’. De fato, o cineasta disse que a ideia é unir os dois personagens em um filme cross-over.

“É nisso que tudo vai culminar”, Fleischer comentou. “E isso é o que é interessante, porque nós mudamos a origem de Venom… Nos quadrinhos, ele evolui do Homem-Aranha, mas por conta do acordo entre MarvelSony, não podemos mais fazer isso. Então a ideia é construir [uma narrativa] em direção a isso, e será incrível de ver o momento em que eles irão se confrontar”.

Por enquanto a ideia dos dois personagens de unirem ainda permanece no campo das ideias. Enquanto isso, as filmagens de ‘Venom 2’ começam no dia 25 de novembro deste ano.

Tom HardyMichelle Williams reprisarão seus papéis como Eddie Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente.

Kelly Marcel também retorna para escrever o roteiro, mas desta vez será auxiliada por Hardy.

Apesar das críticas negativas, o primeiro filme teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a ideia para uma sequência.

A sequência deve chegar aos cinemas em 2020.

‘Westworld’: Próximos episódios da 3ª temporada ganham título e sinopse oficiais; Confira!

A HBO divulgou os títulos e as sinopses oficiais dos próximos episódios da 3ª temporada de ‘Westworld’.

Confira:

Temporada 3, Episódio 5: “Genre”
Data: 12 de abril
Sinopse: “Apenas diga não”.
Escrito por Karrie Crouse & Jonathan Nolan; dirigido por Anna Foerster.

Temporada 3, Episódio 6: “Decoherence”
Data: 19 de abril
Sinopse: “Muitas pessoas dizem que você precisa de terapia?”.
Escrito por Suzanne Wrubel & Lisa Joy; dirigido por Jennifer Getzinger.

Temporada 3, Episódio 7: “Passed Pawn”
Data: 26 de abril
Sinopse: “Um amigo verdadeiro é aquele que chega quando o resto do mundo vai embora”.
Escrito por Gina Atwater; dirigido por Helen Shaver.

Temporada 3, Episódio 8: “Crisis Theory”
Data: 03 de maio
Sinopse: “É hora de enfrentar a música”.
Escrito por Denise Thé & Jonathan Nolan; dirigido por Jennifer Getzinger.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘The 100’: Natureza e ser humano se enfrentam na promo do episódio 07×13; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Blood Giant”, décimo terceiro episódio da 7ª e última temporada de ‘The 100’.

Confira:

O capítulo em questão vai ao ar no dia 26 de agosto.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘Lupin’: Série de mistério com Omar Sy já está disponível na Netflix!

‘Lupin’ é a mais nova série original francesa da Netflix e traz ninguém menos que o aclamado ator Omar Sy para o centro dos holofotes. A produção, inclusive, já está disponível no catálogo da plataforma de streaming.

A primeira temporada estreou hoje, 08 de janeiro, no serviço.

Confira o trailer:

A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.

Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.

Ludivine SagnierClotilde HesmeNicole GarciaHervé PierreSoufiane GuerrabAntoine GouyFargass Assandé e outros completam o elenco.

‘Legends of Tomorrow’: Astra tenta se adaptar à vida mortal na promo oficial do episódio 06×05; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 5º episódio da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘, que vai ao ar em 06 de junho.

Intitulado ‘The Satanist’s Apprentice‘, o episódio vai acompanhar Astra (Olivia Swann) se adaptando e enfrentando as dificuldade da vida mortal como mortal sem a orientação de Constantine (Matt Ryan). Frustrada e solitária, ela faz uma nova amiga que promete ajudá-la, mas sua ânsia pela saída mais fácil pode ter repercussões perversas para os mais próximos a ela. Enquanto isso, Sara (Caity Lotz) descobre o responsável por seu sequestro e tenta convencer outras pessoas a ajudá-la a escapar.

O episódio foi dirigido por Lotz, a partir do roteiro de Keto Shimizu e Ray Utarnachitt.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Patrulha do Destino’ é renovada para a 4ª temporada!

Ótimas notícias para os fãs de ‘Patrulha do Destino’!

Durante a última edição da DC FanDome, foi revelado que a aclamada série ganhou sinal verde para a 4ª temporada. Acredita-se que os novos episódios sejam lançados no ano que vem.

Lembrando que a 3ª temporada já está disponível na HBO Max, com episódios lançados semanalmente.

Criada por Jeremy Carver (‘Being Human’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

Rock in Rio 2022 | Megan Thee Stallion, Rita Ora, Liniker e mais são confirmadas no line-up!

Rock in Rio anunciou hoje (08) vários novos nomes para o line-up de sua próxima edição.

Acompanhados da hashtag #DiaDelasnoRockinRio, a produção do evento confirmou um time de peso de artistas femininas que irão iluminar os palcos da Cidade do Rock.

No dia 11 de setembro, a rapper vencedora do Grammy Megan Thee Stallion e a cantora britânica Rita Ora irão se apresentar no Palco Mundo, enquanto LinikerLuedji Luna estão no Palco Sunset.

Como se não bastasse, a lendária Elza Soares, que faleceu no começo deste ano, ganhará uma homenagem nas vozes de AlcioneMajurAnges NunesCaio PradoMart’NáliaGaby AmarantosLarissa Luz no Palco Sunset.

Lembrando que o Rock in Rio acontecerá nos dias 02, 03, 04, 08, 09, 10 e 11 de setembro de 2022, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

Confira o cronograma de atrações já confirmadas abaixo:

PALCO MUNDO

02/09

  • Iron Maiden
  • Dream Theater
  • Megadeth
  • Sepultura + Orquestra Sinfônica Brasileira

03/09

  • Post Malone
  • Marshmello
  • Jason Derulo
  • Alok

04/09

  • Justin Bieber
  • Demi Lovato
  • Iza
  • Migos

08/09

  • Guns N’ Roses
  • Måneskin
  • The Offspring
  • CPM 22

09/09

  • Green Day
  • Fall Out Boy
  • Billy Idol
  • Capital Inicial

10/09

  • Coldplay
  • Camila Cabello
  • Bastille
  • Djavan

11/09

  • Dua Lipa
  • Ivete Sangalo
  • Megan Thee Stallion
  • Rita Ora

PALCO SUNSET

02/09

  • Bullet for My Valentine
  • Living Colour feat. Steve Vai
  • Metal Allegiance
  • Black Pantera convida Devotos

03/09

  • Racionais
  • Criolo convida Mayra Andrade
  • Xamã convida Brô Mc’s
  • Papatinho + L7ennon convidam Mc Hariel e Mc Carol

08/09

  • Joss Stone
  • Corinne Bailey Rae
  • Gloria Groove
  • Duda Beat

09/09

  • Avril Lavigne

10/09

  • Ceelo Green

11/09

  • Ludmilla
  • Macy Gray
  • Liniker convida Luedji Luna
  • Especial: POWER! Elza vive show em homenagem a Elza Soares

Para mais informações, clique aqui!

‘Barba, Cabelo & Bigode’: Comédia com Lucas Penteado já está disponível na Netflix!

A comédia ‘Barba, Cabelo & Bigode‘, novo longa cômico estrelado por Lucas Penteado, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada no último dia 28 de julho na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Na trama, Richardsson (Lucas) luta para salvar o salão de sua mãe, que está prestes a falir. Em busca de dinheiro para quitar as dívidas, ele embarca numa aventura e descobre seu dom inato de fazer cortes estilizados atraindo clientes de toda a periferia carioca.

Além de Penteado, no elenco estão também Solange Couto, Juliana Alves, Rebecca, MV Bill, MC Carol e Sérgio Loroza.

Barba, Cabelo & Bigode‘ conta com a direção de Rodrigo França e Letícia Prisco.

‘Wendell & Wild’: Vídeo nos leva aos bastidores da animação do diretor de ‘Coraline’; Confira!

Wendell & Wild‘, animação em stop-motion dirigida por Henry Selick (‘Coraline e o Mundo Secreto’), já está disponível na Netflix e, agora, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo nos levando aos bastidores da produção.

Confira:

A trama segue dois irmãos, os ardilosos demônios Wendell e Wild, que pedem a ajuda de Kat Elliot – uma adolescente cheia de culpa – para invocá-los à Terra dos Vivos. Porém, o que Kat exige em troca os leva a uma aventura bizarra e cômica como nenhuma outra em uma fantasia animada que desafia a lei da vida e da morte.

Relembre o trailer:

Keegan-Michael Key e Jordan Peele irão estrelar a produção, que ainda contará com as vozes de Lyric RossAngela Bassett, James HongTamara SmartNatalie MartinezTantoo CardinalGabrielle DennisIgal NaorDavid HarewoodMaxine PeakeRamona Young, Sam ZelayaSeema VirdiGary Gatewood e Ving Rhames.

Além de dirigir, Henry Selick também escreveu o roteiro ao lado de Jordan Peele.

‘Flamin’ Hot’: Comédia sobre a criação dos Cheetos Picante ganha novo teaser OFICIAL; Confira!

Hulu divulgou um novo teaser oficial de ‘Flamin’ Hot’, filme que conta a inusitada história sobre a criação dos Cheetos Picante.

O longa será lançado no dia 9 de junho no Star+, mesmo dia de estreia nos Estados Unidos.

Confira, junto ao trailer completo:

Após a repercussão sobre o filme, a história de Montanez gerou uma controvérsia no ano passado, quando uma denúncia sugeriu que as alegações do trabalhador não passavam de uma estratégia de marketing para promover a Cheetos entre a comunidade latina.

No entanto, a PepsiCo emitiu um comunicado apoiando Montanez, afirmando que ele fazia parte da equipe por trás da criação do salgadinho.

Em parte do texto, eles reforçaram que mantém uma ótima relação com Montanez e que ele foi um membro valioso da empresa.

“Muito tem sido discutido sobre a origem do Cheetos Picante. As informações que compartilhamos com a mídia foram mal interpretadas por alguns, o que resultou em confusão sobre a origem do salgadinho e gerou uma onda de críticas aos nossos funcionários e uma forte pressão sobre nossa valiosa amizade com Richard Montanez e a comunidade latina. A verdade sincera é que, na PepsiCo, acreditamos na força e no poder das equipes, e atribuímos o lançamento e o sucesso do Cheetos Picante e outros produtos a várias pessoas que trabalharam na PepsiCo, incluindo Richard Montanez.”

Inspirado por sua ascendência mexicana, Montanez apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.

Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.

O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.

‘Assassinato no Fim do Mundo’: Série de SUSPENSE com Emma Corrin estreia no Star+!

Assassinato no Fim do Mundo‘ (A Murder at the End of the World), série de suspense estrelada por Emma Corrin (‘The Crown’), já está disponível no Star+.

Os dois primeiros episódios foram lançadod hoje, dia 14 de novembro, na plataforma de streaming.

Na trama, Corrin dá vida a Darby Hart, uma detetive amadora da Geração Z, que tenta resolver um assassinato em um retiro isolado.

Relembre o trailer:

Brit Marling (‘The OA’) também participará o elenco, além de ser responsável pelo roteiro e direção da produção ao lado de Zal Batmanglij.

Na trama…

“Darby e 11 outros hóspedes são convidados por um bilionário recluso para participar de um jogo. Quando um dos convidados é encontrado morto, Darby deve lutar para provar que se trata de um assassinato antes que o assassino ataque novamente.”

O elenco ainda conta com Harris Dickinson, Alice Braga, Joan Chen, Raúl Esparza, Jermaine Fowler, Ryan J. Haddad, Pegah Ferydoni, Javed Khan, Louis Cancelmi, Edoardo Ballerini, Britian Seibert, Christopher Gurr, Kellan Tetlow, Daniel Olson e Neal Huff.

Bette Midler vive uma NOIVA na primeira imagem oficial da comédia ‘The Fabulous Four’; Confira!

People divulgou, com exclusividade, a primeira imagem oficial de ‘The Fabulous Four’, comédia estrelada por Bette Midler (‘Abracadabra’), Susan Sarandon (‘Besouro Azul’), Megan Mullally (‘Percy Jackson e os Olimpianos’) e Sheryl Lee Ralph (‘Abbott Elementary’).

A foto dá destaque ao elenco protagonista e mostra Midler em um vestido de noiva.

Confira:

O filme é dirigido por Jocelyn Moorhouse, com roteiro assinado por Ann Marie AllisonJenna Milly.

O filme acompanha três amigas de longa data enquanto elas viajam para Key West, Flórida, para serem damas de honra no casamento surpresa de sua amiga de faculdade, Marilyn (Midler). Com a celebração se aproximando, o vínculo fraternal se torna ainda mais forte à medida que fazem brindes, refletem sobre o passado que compartilham e vivenciam o romance durante a viagem.

Bruce GreenwoodTimothy V. Murphy também fazem parte do elenco.

‘The Fabulous Four’ estreia nos cinemas norte-americanos em 26 de julho, ainda sem confirmação de chegada no Brasil.

Aldis Hodge é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Detetive Alex Cross’, nova série de SUSPENSE do Prime Video

Prime Video divulgou imagens inéditas de ‘Detetive Alex Cross‘, série baseada na icônica saga de romances ‘Alex Cross‘, de James Patterson.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Homem acendendo velas em ambiente religioso.
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Homens trabalhando em escritório iluminado por lâmpadas.
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Pai e filho conversando em escritório.
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A produção estreará oficialmente no dia 14 de novembro.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: o Código Hays e a censura

Entre os anos de 1930 e 1968, vigorou em Hollywood uma espécie de tabuleta de regras a serem seguidas que censuravam diversas incursões narrativas e imagéticas com o objetivo de restaurar a imagem pública do maior antro artístico do planeta. Tais regras ficaram conhecidas como o Código Hays.

O nome dado às restrições em questão veio como uma espécie de homenagem a Will H. Hays, advogado e político presbiteriano e presidente da Associação de Produtores e Distribuidores de Filmes da América, entre 1922 e 1945, e que listava uma série de proibições a longas-metragens – como nudez, desrespeito à religião e à fé, referências à homossexualidade, referências positivas a atos criminosos e vários outros.

O Código em questão, após o final dos anos 1960, foi obliterado em meio a protestos e a inúmeras questões levantadas, sendo substituído pelo sistema de classificação como o conhecemos hoje. Todavia, foram essas regras que começaram a levantar questionamentos sobre a representatividade da mulher em Hollywood e de que forma personagens femininas estavam submetidas a um controle total de como seriam retratadas.

Porém, antes de partirmos para a análise desse Código, é sempre bom entender o que acontecia antes.

A ERA PRÉ-CÓDIGO

No curto período de tempo entre 1927 e 1934, os filmes hollywoodianos retrataram a vida americana como nunca visto pensado. As mulheres podiam ser indivíduos completos, não apenas virgens divinizadas ou vamps destruidoras; a ação podia ser ambígua, ou seja, não havia padronizações do “bom” e do “ruim”, mas sim um arco de complexidade que permeava ambos extremos. Problemas políticos e sociais eram discutidos; o sexo, a sedução e a luxúria não eram mais considerados tabus 

No meio da pior crise econômica mundial, com mais de 30% da população estadunidense desempregada, as grandes salas de cinema ainda atraíam milhões de espectadores, os quais ficavam fascinados com as imagens das grandes estrelas de Hollywood – como Greta Garbo, Mae West, Norma Shearer, Barbara Stanwyck e Gloria Swanson. Essas atrizes eram reconhecidas pelo seu talento e idolatradas pela sua beleza; sua imagem era sinônimo de glamour, e Hollywood se encarregava do resto para construir, sobre cada uma dessa mulheres, um mito.  

Entretanto, em julho de 1934, o Motion Picture Production Code (Código de Produção Cinematográfica) foi outorgado, levando um dos períodos mais interessantes da história do cinema ao fim. A moral cristã prevaleceu sobre o liberalismo em Hollywood e logo os espectadores esqueceram da era de ouro e das histórias outrora retratadas, e os críticos relevaram a instauração do código supracitado. 

A década de 1920 configurou-se como a era do cinema mudo e do surgimento dos grandes estúdios e primeiros grandes astros: Charlie Chaplin, Mary Pickford, Lilianh Gish, Rudolph Valentino e Douglas Fairbanks. Já nessa época as atrizes eram classificadas em duas categorias: a ingênua ou a vamp. Poucas atrizes conseguiam quebrar o molde pré-estabelecido, já que os produtores não aceitavam outra representação da figura feminina. 

Mary Pickford, assim como outras atrizes da época, integrou-se como parte da categoria “ingênua”. Ela era jovem, bonita e branca e, assim, continuou a interpretar pobres e indefesas adolescentes até os trinta anos de idade em filmes como ‘Pollyana’ (1920) e ‘Little Lord Fauntleroy’ (1921). Porém, essas personagens femininas idealizadas, por assim dizer, não refletiam as mudanças sociais e culturais da sociedade estadunidense da época. 

Os “loucos anos 20” trouxeram uma nova sensação de liberdade para o jovem americano de classe média que estava inserido dentro dos grandes centros urbanos. A expansão do consumo permitiu o desenvolvimento de novas tecnologias, que tinham o objetivo de facilitar todos os aspectos da vida social. A primeira metade do século XX também foi marcada pela “Primeira Onda Feminista” com a conquista do direito do voto em 1919. 

A geração “flapper” – termo usado na época para descrever as mulheres modernas – que surgiu com o final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) – também marcou o fim da Era Vitoriana e dos ideais religiosos que permeavam a vida social e política. Porém, as únicas mulheres que mostravam autonomia sexual – e social – na tela do cinema eram as personagens denominadas vamps – caracterizadas como predadoras sexuais que seduziam homens e que deixavam um caminho de destruição moral. E devido à sua “habilidade”, o arco narrativo terminava com sua própria morte ou punição severa.  

Esse cenário começou a mudar a partir de 1926, quando uma das atrizes mais populares em Hollywood, Greta Garbo, foi colocada em suspensão por se recusar a interpretar uma vamp – cujo papel já havia feito em filmes como ‘Flesh and the Devil’ (1926) e ‘The Torrent’ (1926). Oito meses depois, o estúdio MGM cedeu às demandas da atriz e, a partir desse momento, nasceu um novo tipo de personagem: a mulher sexualmente livre, complexa, emotiva e real 

Em seis de outubro de 1927, o primeiro filme sonoro é lançado: ‘O Cantor de Jazz’ (1927) – e a primeira frase falada do cinema, na voz de Al Jolson -, “You ain’t heard nothing yet” (Vocês ainda não escutaram nada) -, se tornou um ícone e um presságio para a nova fase e o consequente futuro do cinema americano. E foi no cinema falado que a mulher encontrou sua voz. 

Porém, em outubro de 1929, o entusiasmo econômico e social deu lugar a uma das piores crises econômicas da história, com a quebra da bolsa de valores de Nova York. Nessa mesma época, mais de um terço dos cinemas americanos fecharam as portas; o público semanal passou de um milhão para 60 mil espectadores – e nem a maior indústria americana saiu ilesa do que ficou conhecido como A Grande Depressão. 

Com o começo do cinema falado, cujos filmes eram conhecidos na época como “talkies”, os estúdios tiveram total liberdade de criação, assumindo riscos que custariam anos mais tarde sua censura, com a criação do Código Hays.  Em filmes como ‘Anna Christie’ (1930), o primeiro longa falado de Garbo, encontramos a atriz, conhecida pelos papéis glamorosos de vamps, interpretando uma imigrante recém-chegada em Nova York, depois de trabalhar em um bordel por dois anos. A primeira fala de Garbo releva o tom do filme – levando em consideração que a Lei Seca ainda estava em vigor no Estado americano: “Give me a whiskey. Ginger ale on the side. And don’t be stingy, baby” (me dê um whiskey, acompanhado de um ginger ale. E não seja mesquinho, querido).

‘Anna Christie’ foi um sucesso de crítica e público, tornando Garbo uma estrela do cinema falado e garantindo-a, além disso, uma nomeação para o Oscar de melhor atriz em 1931. 

No mesmo ano, a MGM também lançou o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz para Norma Shearer‘A Divorciada’ (1930). Conhecida pelos papeis idealizados no cinema mudo, Shearer deu voz a personagens que desafiavam o status quo, e o mais importante, que não eram punidas ou julgadas por isso. 

Em ‘A Divorciada’, Shearer interpreta uma mulher cujo marido mantém relações fora do casamento. Caso dentro dos padrões cinematográficos de alguns anos antes, a personagem sofreria calada e, no final, o marido, em um ato nobre, voltaria para os braços de sua verdadeira amada. Porém, no longa em questão, Jerry (Shearer) responde à traição do marido com a mesma moeda. Nesse momento, a indústria cinematográfica percebe que o sexo, mesmo em uma situação de crise financeira, ainda era lucrativo. E pela primeira vez, as heroínas da silverscreen refletiam o espírito da jovem americana que rejeitava os tabus da Era Vitoriana e estava disposta a explorar o seu poder sexual. Apesar da preocupação do estúdio, o filme foi um sucesso, estabelecendo o domínio feminino entre os atores mais bem pagos de Hollywood. 

Shearer e Garbo não estavam sozinhas. Barbara Stanwyck, em ‘Serpente de Luxo’ (1933), também trouxe um novo retrato da juventude americana, que buscava independência, ao mesmo tempo que enfrentava as dificuldades da crise econômica. 

O filme, analisado pelo grupo, conta a história de Lily, uma jovem que vive explorada pelo pai, dono de um speakeasy – bares onde as bebidas eram vendidas ilegalmente durante a Lei Seca – e que cuja morte a faz tentar a sorte em Nova York. Baseado na filosofia de Nietzsche, a personagem reprime os seus sentimentos para focar apenas no seu objetivo principal – tornar-se rica. Dessa forma, ela usa os homens, assim como os eles a tinham “usado” durante toda sua vida. É importante ressaltar que o simples fato de usar um filosofo como um traço marcante de Lily demonstra uma construção profunda da personagem, recurso que é negligenciado por consequência do Código.  

O filme está carregado de críticas sociais, revelando de forma bruta a situação do operário americano, que se via desamparado pelo governo durante os primeiros anos da crise. Nessa linha, o filme coloca em discussão a corrupção e o caos social gerado pela pobreza – tópicos que anos mais tarde seriam considerados subversivos. 

Nas primeiras cenas do longa, vemos o pai de Lily negociando com um político que protege o seu estabelecimento ilegal em troca de favores. O público é levado a concluir, pelo quadro seguinte, a verdadeira intenção do homem. Lily é deixada sozinha com o político corrupto e recusa os seus avanços, até que ele se torna violento e, como ponto de virada, ela o ataca com uma garrafa de vidro. A cena se encerra com o homem saindo do bar, ensanguentado. Agora, a mulher não só tinha liberdade e desejos sexuais, mas também o direito de escolher, como bem entender, seu parceiro ou sua parceira.

Lily usa da suposta “fraqueza” masculina para ascender profissionalmente, sem nenhuma vergonha de explorar a sua sexualidade para alcançar os seus objetivos pessoais. Essa também era uma característica muito explorada durante esse período do cinema americano, além de outros aspectos de natureza dúbia, principalmente em relação ao caráter das personagens – resultando, assim, em criações tridimensionais. 

Ainda em 1929, Shearer causou um choque na estreia do filme ‘The Trial of Mary Dugan’. Aqui, a atriz interpreta uma dançarina da Broadway, cortejada por vários homens, acusada de homicídio. Mesmo assim, o filme espera que o público se identifique com a personagem, usando de recursos básicos da narrativa para que todos possam torcer pela vida de Mary (Shearer). Assim como outros filmes dessa era, ‘The Trial of Mary Dugan’ ousou desafiar a cultura americana, principalmente em relação ao papel social dos gêneros. Ao invés de refletir a moral pregada pela sociedade, esses filmes incitavam o público a repensar os valores sociais e políticos – e a moral pré-direcionada do que era considerado “bom” ou “ruim”. 

Segundo o livro Complicated Women: Sex and Power in Pre-Code Hollywood’ (2001), antes do Código, as mulheres tinham amantes, filhos antes do casamento, abandonavam os maridos infiéis, exploravam sua sexualidade e mantinham posições profissionais sem se desculparem pela sua independência, ou seja, agiam de um jeito que, segundo o imaginário coletivo de atualmente, só seria possível depois dos anos de 1960. 

A ERA DO CÓDIGO

O cinema foi concebido, inicialmente, como um lugar escuro, onde a espionagem para com o outro era permitida e a pulsão do olhar encontrava um terreno propicio para manifestação. O “pecado” do voyeurismo está na base do próprio dispositivo técnico do cinema – máquinas, o “ver” através dos buracos da fechadura, ou seja, lugares onde se pode ver sem ser visto. Dessa forma, até hoje, o prazer do filme não pode ser dissociado do olhar como objeto de desejo.  

Os filmes que antecederem o Código tendiam a explorar justamente o prazer do olhar e usavam o corpo feminino como a forma mais óbvia e apelativa em uma sociedade ocidental em crise, regrada, de certa forma, pela ideologia cristã e pelas regras do patriarcado. A objetificação da mulher é, também, uma consequência de uma indústria formada em sua grande maioria por homens, em todos os níveis de produção e direção. Ou seja, os valores e atitudes reafirmados nos produtos da indústria cultual são dessa classe dominante, dona dos meios de comunicação. 

Em filmes como ‘Cavadoras de Ouro’ (1933), um musical pré-código dirigido por Mervyn LeRoy e pelo renomado coreógrafo Busby Berkeley, a mulher, apesar de assumir o papel de protagonista no longa, ainda é colocada, muitas vezes, literalmente, como um objeto de cena. Como na primeira sequência do musical, onde todas as mulheres enquadradas nos primeiros minutos aparecem vestidas como moedas, por vezes a fantasia esconde o rosto das dançarinas, que cantam a música “We’re in the Money”. A perda da individualidade e humanidade das showgirls recai, também, sobre a falta de diversidade entre as dançarinas, pois todas as mulheres em cena são fisicamente similares, ao mesmo tempo em que sua identidade está sendo consumida pela grandiosidade do cenário e do espetáculo.

Segundo o linguista e filósofo Ferdinand de Saussere, o processo de criação de sentido não é neutro. Dessa forma, se levarmos o contexto econômico em consideração, o corpo feminino é relacionado diretamente ao “objeto” de desejo mais relevante durante os anos da recessão americana, o dinheiro. O próprio diretor, conhecido por projetar as mais belas coreografias do cinema, descrevia “suas garotas” (as dançarinas) como “perolas idênticas em um fio de nylon”.  A mulher, passiva e objetificada, funciona como um objeto de fetiche, enquanto o homem assume o seu papel de voyeur.   

Moralistas cristãos, especialmente católicos, sempre tiveram uma posição muito clara em relação a “indecência” em Hollywood. Em 1922, os estúdios se uniram para criar o MPPDA (Motion Picture Producers and Distributors of America) e indicar Hays para ser o presidente dessa organização, com o objetivo de limpar a indústria cinematográfica de todos os males. 

Com a popularização do cinema americano, Hollywood, se tornou a terra do pecado e do sucesso, atraindo artistas, investidores e, principalmente, escândalos. Preocupados com possíveis intervenções do Estado, os estúdios se uniram, novamente, em 1930, para criar o Motion Picture Production Code. O objetivo inicial, desse código, era evitar a censura, criando um guia para auxiliar os estúdios durante a produção audiovisual. 

Porém, em 1934, Joseph Breen, um católico fervoroso, assumiu a presidência do MPPDA, e, no dia 1° de julho de 1934, instituiu o Código Hays. A partir de então, as peças audiovisuais só poderiam ser exibidas nas telas de cinemas americanas, ou até mesmo entrar em produção, depois de receberem o selo de aprovação do Código.  

O Motion Picture Production Code durou mais de 34 anos, até 1968, construindo, dessa forma, no imaginário coletivo, uma américa idealizada, a terra da liberdade, com príncipes de terno e gravata e princesas virginais. Esses filmes calcaram, durante anos, barreiras de gênero e raça, que ainda são visíveis na produção cinematográfica atual, e fizeram parte do consumo cultural, que formou os inúmeros profissionais, que hoje, atuam em importantes cargos da indústria do cinema em todo o mundo.

Sob as limitações do Código, a sétima arte entrava em um novo período. Os filmes não só estavam proibidos de exibir nudez ou qualquer linguagem obscena, a partir de agora, os estúdios deveriam seguir uma extensa lista de do’s and don’ts/be careful (faça e não faça/tenha cuidado). Dessa forma, mais uma vez, a mulher seria submetida a posições secundarias; o sexo antes do casamento, o adultério e o divórcio estão proibidos – e caso a personagem cometa qualquer um desses “pecados”, mesmo em nome do enredo, ela deve sofrer as consequências do seu ato.

NÃO FAÇA 

TENHA CUIDADO 

Escravidão branca Violências, roubos e furtos 
Miscigenação (relações afetivas ou sexuais entre negros e brancos) Simpatia com criminosos 
Nudez Pessoas e instituições públicas 
Ofender, ridicularizar ou profanar crenças religiosas (mais especificamente as católicas, cristãs e protestantes) Homem e mulher deitados na mesma cama e cenas de beijos excessivos 
Gestos e posturas vulgares Estupro 
Tornar vícios atraentes (jogos de azar, bebidas alcoólicas e drogas ilícitas) Crueldade com crianças e animais 
Referências a perversões sexuais e doenças sexualmente transmissíveis Sedução deliberada 

 

Essa lista, apesar de diminuir o papel da mulher como objeto sexual, diminuía sua representação em geral, tornando-as, em todos os filmes, personagens rasas resumidas a “boas” ou “más”. 

Antes da instalação das regras, as mulheres podiam enganar os homens, os fazer de bobos, roubar, matar, trair e isso não significava que estas iriam se dar mal no fim, o que contrasta com os filmes feitos durante o código, onde as personagens “impuras” deveriam morrer, serem presas, ou algo do gênero. 

Os atores e principalmente as atrizes que alcançaram o sucesso durante os anos pré-Código, interpretando personagens complexos e misteriosos, de repente estavam enfrentando dificuldades com péssimos roteiros e com personagens fracos. Algumas estrelas de Hollywood conseguiram sobreviver a transição: Shearer e Stanwyck, por exemplo, mantiveram sua popularidade. Porém, algumas lendas do cinema americano, como Garbo, Marlene Dietrich e Mae West, começaram a perder público poucos anos após a aprovação do Código. Indefesa e frágil, a mulher do cinema, já não representava a mulher atuante na sociedade, que enfrentou os anos difíceis da Depressão e estavam prestes a encarrar a Segunda Guerra Mundial. 

Mick LaSalle escreveu em ‘Complicated Women’ que o Código “[…] foi designado para colocar o gênio de volta na garrafa – e a mulher de volta na cozinha”. O papel da mulher, mais uma vez, estará restrito aos moldes do cinema mudo – a ingênua ou a vamp (que agora será chamada de femme fatale, reforçando o seu papel de vilã) voltam as telas de cinema do mundo todo. 

Em 1939, Dietrich, famosa pelos seus grandes papeis durante o cinema pré-Código, volta as telas depois de dois anos sem atuar, com o aclamado western, ‘Destry Rides Again’ (1939). O filme conta a história do jovem xerife Destry Jr. (James Stewart), que chega na pequena cidade de Bottleneck para acabar com o crime organizado. Dietrich interpreta Frenchy, uma cantora e dançarina do bar local, namorada e cúmplice do chefe da organização criminosa.  

Frenchy, a nova femme fatale do cinema americano, é uma personagem provocativa – suas roupas são curtas e a maquiagem é carregada – uma perfeita atriz de cabaré, a personagem canta músicas provocativas e recebe atenção de todos os homens da cidade. Porém, qualquer semelhança com as mulheres independes do cinema que antecedeu o Código, acaba por aqui. Frenchy se apaixona por Destry, que não se entrega ao “pecado da carne” e, no final da trama, a dançarina morre em seus braços depois da batalha final entre o bem e o mal – com a vitória do jovem xerife, que se torna o herói da cidade. 

A cena final do filme ilustra o significado do Código para o papel feminino. Frenchy, para os padrões do Código Hays, é uma mulher “má”, pois a personagem não é casada, mantém um relacionamento com um bandido e vive em um ambiente hostil. De acordo com a censura, sua única saída é sofrer “a punição”, que nesse caso vem com a sua morte, no último ato do longa.

O Caminho para El Dorado | 25 anos da SUBESTIMADA animação da DreamWorks

O cenário da animação nos anos 1990 era apenas um: a total hegemonia criativa da Walt Disney Studios era inegável, ainda mais após a Renascença experenciada pela Casa Mouse com o lançamento de ‘A Pequena Sereia’. Apenas à época, títulos como ‘Aladdin’, ‘O Rei Leão’ e ‘Mulan’ encantaram os críticos e o público ao redor do planeta, consolidando o conglomerado como um importante polo criativo, artístico e financeiro. E é claro que a companhia expandiria seu impacto pelos anos 2000, ofuscando produções igualmente bem projetadas de outros estúdios, como a DreamWorks – que eventualmente ganharia prestígio ao conquistar o primeiro Oscar de Animação da história com ‘Shrek’.

Todavia, antes das peripécias do ogro mais amado do cinema, uma singela e subestimada aventura foi lançada nos cinemas: ‘O Caminho para El Dorado’. Explorando um dos mitos mais populares da América Latina e do imaginário popular, a trama nos transporta para a competitiva cultura ultramarina do século XVI e acompanha Miguel (Kenneth Branagh) e Túlio (Kevin Kline), melhores amigos golpistas que colocam as mãos em um mapa cuja rota está traçada para a lendária cidade de El Dorado. A lenda diz que o local foi construído em ouro maciço, chamando a atenção da cobiçosa dupla – mas Miguel e Túlio precisam dar um jeito de driblar a fúria das vítimas que enganaram com seus truques e botar as mãos em uma embarcação.

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Inadvertidamente, os dois vão parar no navio do impiedoso Hernán Cortés (Jim Cummings), um conquistador espanhol que não gosta de forasteiros e prende os amigos, que serão vendidos como escravos para as plantações de açúcar em Cuba. Porém, Miguel e Túlio conseguem escapar com a ajuda de um maltratado cavalo que apelidam de Altivo – e, seguindo o mapa, encontram a entrada para El Dorado, onde são recepcionados pelo fanático alto-sacerdote Tzekel-Kan (Armand Assante) e o Chefe Tannabok (Edward James Olmos) e confundidos com deuses de profecias milenares que retornaram para reclamar o trono da imponente cidade. Os dois, então, percebem que podem se aproveitar da ingenuidade dos nativos para levarem o ouro de volta para a Espanha e viverem em mordomia – isto é, até a jovem Chel (Rosie Perez) descobrir sobre o golpe e firmar parceria com eles.

Dirigido por Eric “Bibo” Bergeron e Don Paul, a animação foi um fracasso crítico e comercial à época de seu lançamento, dividindo a crítica com meros 50% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$76,4 milhões nas bilheterias (contra um alto orçamento de US$95 milhões). E um dos fatos que justifica esses baixos números provêm da já mencionada hegemonia da Disney com animações que não apenas revolucionaram o gênero, como foram abraçadas por inúmeros realizadores nas décadas subsequentes; em outras palavras, ‘O Caminho para El Dorado’ soou um tanto quanto emulativo quando comparado com produções similares.

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A verdade é que, vinte e cinco anos depois de sua estreia nas telonas, a produção da DreamWorks permanece tão honesta e inofensiva quanto antes – e esse é o aspecto de maior sucesso do longa-metragem. Através de breves noventa minutos que recriam uma espécie de Jornada do Herói bem-humorada e bem-apessoada, o enredo assinado por Ted Elliott e Tery Rossio constrói dois simples e controversos personagens que se tornam heróis improváveis de um povo subjugado ao fanatismo religioso e ao medo constante, esbarrando aqui e ali na síndrome do “salvador branco”, mas que deve ser lida com os olhos da época. Afinal, a ideia aqui é apenas entreter – e é interessante ver como a obra começou a viralizar nas redes sociais, caminhando para se tornar um clássico cult.

É claro que alguns temas abordados pelo filme pecam pelos estereótipos forçados e por tropos que, com certeza, seriam deixados de lado no dia de hoje. Entretanto, a ideia aqui é contar as aventuras de dois amigos que se lançam mar adentro para encontrar um tesouro escondido – resgatando os elementos clássicos de filmes de aventura que se popularizaram nos anos 1980 e alcançaram seu ápice na década seguinte. E, através de uma colorida e teatral construção cênica, o resultado é bem mais positivo do que o esperado e, ainda que não seja uma obra-prima, tem seus méritos por não se levar a sério e por ter ciência dos próprios limites.

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Vale lembrar que o filme está disponível no catálogo da Netflix.

‘The Off Weeks’: Astro de ‘Succession’ entra para a nova minissérie do direto de ‘Uma Ideia de Você’

Segundo o DeadlineArian Moayed (‘A Fonte da Juventude’, ‘Succession’) foi escalado na nova série limitada ‘The Off Weeks’, da Apple TV.

O astro se junta aos previamente confirmados Jessica Chastain (‘George & Tammy’) e Ben Stiller (‘Ruptura’), que também assumem o cargo de produtores executivos.

A produção contará com oito episódios.

Michael Showalter (‘Uma Ideia de Você’) irá dirigir os capítulos e assume a cadeira de produtor executivo ao lado de Alissa Nutting (‘Made For Love).

Nutting também entra como showrunner.

O projeto acompanha o professor de escrita criativa Gus Adler, cujo divórcio transformou sua vida em um caos. Ele luta para manter a calma durante as “semanas boas”, quando tem a custódia dos filhos. Mas nas “semanas ruins”, ele se apaixona perigosamente por Stella West, uma mulher misteriosa cuja chegada coloca as obrigações da semana boa e as ambições da semana ruim de Gus em rota de colisão fatal.

Jordana MollickPaul LeeGabriel FisherPeter PrincipatoAllen FischerBrian SteinbergDean Bakopoulos completam o time de produtores executivos.

Mais detalhes não foram divulgados.

Ranqueamos TODOS os álbuns de vencedora do Grammy Olivia Rodrigo

Nos últimos dias, Olivia Rodrigo voltou ao mundo da música com seu já aclamado terceiro álbum de estúdio, ‘you seem pretty sad for a girl so in love’.

Apresentando um forte amadurecimento quando em comparação com seus dois primeiros álbuns de estúdio, a vencedora do Grammy encontrou sólida recepção crítica, conquistando impressionantes 89 pontos no agregador de reviews Metacritic, além de caminhar para uma impressionante estreia nas paradas de todo o mundo – com o #1 na Billboard 200 praticamente cravado a esse ponto.

Continuando uma gloriosa e expressiva carreira como um dos principais nomes da atual geração da música, Rodrigo resolveu explorar temas românticos sob uma ótica diferenciada e dividida em dois momentos – ‘girl so in love’ e ‘you seem pretty sad’, navegando pelos altos e baixos do amor com uma profundidade apaixonante, dilacerante e memorável, que conta com os singles “drop dead”, “the cure” e “stupid song” e que já entra para a lista dos melhores discos do ano.

Enquanto ‘you seem pretty sad for a girl so in love’ se sagra um dos frontrunners para conquistar a cobiçada estatueta de Álbum do Ano na próxima cerimônia do Grammy, é sempre interessante revisitar a carreira de um dos maiores nomes da atualidade.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando os três álbuns de estúdio de Olivia Rodrigo – que você confere abaixo.

3. SOUR (2021)

Depois de ter estrelado as séries ‘Bizaardvark’ e ‘High School Musical: A Série: O Musical’, Rodrigo resolveu explorar mais sua paixão pela música e conquistou o mundo com o lançamento de “drivers license”, seu primeiro single oficial que serviria de carro-chefe para o elogiado ‘SOUR’. Alcançando sucesso crítico e comercial, o compilado de originais se transformou em um emblemático estandarte para a Gen-Z, remando contra o cenário mainstream ao abrir portas para o bedroom pop e para canções mais intimistas e que refletiam a angústia dos jovens em uma sociedade em constante mudança.

Travando uma guerra interna consigo mesma e com as frustrações que uma vida fora do normal lhe trouxe, Olivia demonstrou uma habilidade única de transformar temas universais em particulares e vice-versa, oferecendo belíssimas e pungentes baladas como a faixa supracitada e “deja vu”, bem como irônicos versos que ganharam forma em tracks como “good 4 u” e “jealousy, jealousy”. Não é surpresa que o impacto do álbum tenha lhe rendido três estatuetas do Grammy Awards, incluindo uma merecida vitória na categoria de Artista Revelação.

2. GUTS (2023)

Dois anos depois de uma célebre e invejável estreia no cenário fonográfico, Olivia explorou outros estilos que sempre tomou como inspiração, como o rock, o pop-punk e o punk-rock. Em 2023, ela se aliou novamente ao produtor Dan Nigro para um segundo álbum que daria continuidade a uma carreira que ainda tem muito a nos contar – e que ganhou o nome de ‘GUTS’. Aqui, apesar de se manter firme às análises sobre angústias internas e sobre se sentir deslocada no mundo, a artista remodelou seu modo de enxergar seu cotidiano ao brincar com os próprios temores e ao se deixar levar pela dor de amadurecer.

O irretocável disco teve como lead single a semi-balada “vampire”, que conquistou três indicações ao Grammy, sendo seguido da ótima “bad idea right?” e da divertida e despojada “get him back”, permitindo que Olivia navegasse por uma multiplicidade efervescente de gêneros que prestou homenagens a nomes como Avril Lavigne, blink-182 e Paramore. E, como se não bastasse, o compilado integrou algumas das baladas mais poderosas e dolorosas da performer, incluindo “the grudge” e “making the bed”.

1. YOU SEEM PRETTY SAD FOR A GIRL SO IN LOVE (2026)

O álbum mais recente de Olivia é uma conquista não só para a própria carreira da cantora e compositora, mas para a própria música, afastando-se por completo das pulsões mainstream à medida que encontra uma identidade única e automaticamente relacionável que nos leva numa viagem frenética e bastante contundente pelos altos e baixos do amor. ‘you seem pretty sad for a girl so in love’, lançado no último dia 12 de junho nas plataformas de streaming, não poderia ocupar nenhum lugar além do primeiro na nossa lista – e a lista de motivos é interminável.

Ao dividir seu mais novo compilado de originais em duas partes, Rodrigo nos convida por uma montanha-russa de sentimentos que inclui o lado bom e ruim de se apaixonar, e o lado bom e ruim de quando um relacionamento chega ao fim – singrando por faixas como “drop dead” e “stupid song” para demonstrar seu amor infinito por alguém, e embarcando em um processo de cura que se estende para canções como “the cure”, “less” e “cigarrette smoke”. E, como podemos imaginar, ela não deixaria de fora sardônicas construções que vão ao encontro de sua vibrante personalidade – como as ótimas “my way” e “expectations”.

‘Velozes e Furiosos 9’: Brian e Mia O’Conner terão grande importância na trama do filme

Após os rumores do retorno de Brian O’Conner em ‘Velozes e Furiosos 9‘, o Fandom Wire confirmou que o personagem irá mesmo retornar para a sequência, sendo interpretado pelos irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb.

E, de acordo com o We Got This Covered, O’Conner não fará apenas uma participação especial, mas terá grande importância na trama, ao contrário do que os fãs esperavam.

Foi dito apenas que Brian e sua esposa Mia (Jordana Brewster) irão se juntar à equipe novamente para ajudar numa missão contra um gangster latino conectado a Cipher (Charlize Theron).

A informação veio da mesma fonte que divulgou as negociações de Ryan Reynolds e Kevin Hart para uma participação especial em ‘Hobbs & Shaw‘.

Mesmo assim, vale lembrar que nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.

Há alguns meses Vin Diesel publicou uma imagem do set de ‘Velozes e Furiosos 9‘ ao lado de Cody, irmão de Paul, sugerindo o retorno de Brian O’Conner.

Para quem não sabe, após a morte de Paul, Cody e Caleb tornaram-se grandes amigos do elenco quando ajudaram como dublês de corpo nas gravações de ‘Velozes e Furiosos 7′.

Na legenda, Diesel escreveu:

“Há algo especial que acontece toda vez que Cody vem visitar a produção… Sempre deixando Pablo orgulhoso! Todo amor sempre.”

Confira:

Lembrando que o ‘Velozes e Furiosos 9‘ estreia em maio de 2020.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett, e Michael Rooker.

É FAKE! Episódio de ‘Os Simpsons’ não previu explosão na capital do Líbano

Além de suas sátiras ao mundo real, ‘Os Simpsons’ se tornou bastante conhecida por conta de suas assustadoras previsões ao longo dos anos.

Entre tantas coincidências, os principais acontecimentos de 2020 já foram prenunciados na animação, como o Coronavírus, as vespas assassinas, e as notas de R$ 200.

Nos últimos dias, diversos internautas compartilharam a cena de um suposto episódio que previu a explosão numa loja de fogos, como aconteceu em Beirute, capital Líbano.

No entanto, a cena foi forjada e é uma FAKE NEWS!

Acontece que o vídeo foi editado, incluindo cenas distintas de dois episódios, que não possuem nenhuma relação com a catástrofe no Oriente Médio.

Um dos trechos foi retirado do 25º episódio da 7ª temporada, intitulado ‘Summer of 4 Ft. 2′, quando Homer compra explosivos ilegais na loja de um personagem de origem islâmica.

A cena da explosão foi retirada do 1° episódio da 16ª temporada, intitulado ‘Treehouse of Horror XV‘, quando Homer acidentalmente aciona um botão de autodestruição da usina de Springfield, destruindo a cidade. Mesmo assim, não há nenhuma ligação ao Beirute ou ao Líbano no episódio.

Confira o trecho editado e as cenas na íntegra:

Ainda assim, a produção é conhecida por ter acertado diversas “previsões” dos últimos anos. Além de ter premeditado a candidatura e eventual vitória de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos, a animação também previu que a popstar Lady Gaga se apresentaria no SuperBowl, o atentado às Torres Gêmeas e, mais recentemente, a epidemia do COVID-19 e o bar clandestino da cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Durante uma entrevista para a Entertainment Tonight, o showrunner Al Jean foi questionado sobre como os roteiristas “conseguem acertar o futuro”.

Em resposta, Jean levou tudo na brincadeira, dizendo:

“Eu também gostaria de saber. O que eu mais ouço são pessoas me dizendo: ‘Comecem a prever coisas boas, por favor’. Algumas previsões são realmente bizarras, mas não fazemos nada de propósito, as conexões com o mundo real são assustadoras, mas são apenas isso: coincidências. Não há nada de sobrenatural.”

Nancy Cartwright, que dá voz ao Bart, também acredita que as previsões não passam de coincidência e disse que “o público é que aumenta o mito em torno das semelhanças.”

No início do ano, o roteirista Bill Oakley disse ao The Hollywood Reporter que as previsões são apenas teorias da conspiração replicadas por pessoas de mal gosto.

“Eu detesto quando usam essas coincidências de forma nefasta. Agora que o Coronavírus virou notícia, as pessoas estão resgatando um episódio que fala de uma gripe asiática só para atacar a China. Parece que estão tentando culpar a Ásia como criadora de um vírus mortal e isso é de muito mal gosto. O objetivo d’Os Simpsons‘ é fazer paródias com fatos que já aconteceram.”

O roteirista se refere ao fato de que o episódio estava fazendo paródia com outras epidemias asiáticas, como a Síndrome da Gripe Aviária, e não prevendo a chegada do Coronavírus.

Mesmo assim, não deixa de ser um fato curioso e assustador.

Assista abaixo alguns dos eventos profetizados na série:

‘Wrath of Man’: Trailer para maiores mostra Jason Statham mais perigoso do que nunca; Assista!

Em seu perfil do Twitter, o diretor Guy Ritchie divulgou o tenso trailer para maiores de  ‘Wrath of Man‘, novo filme de ação estrelado por Jason Statham (‘Velozes e Furiosos: Robbs & Shaw’).

Lembrando que, o longa marca a segunda colaboração entre os artistas desde 2005, quando trabalharam juntos em ‘Revólver’.

Confira o trailer:

Inicialmente previsto para o dia 23 de abril, o filme foi adiado para o dia 07 de maio – data que pertencia ao lançamento de ‘Viúva Negra‘ antes do longa da Marvel ter sido adiado para 09 de julho.

Para quem não sabe, ‘Wrath of Man‘ é um remake de ‘Assalto ao Carro Forte‘, filme francês lançado em 2004.

A trama segue H, um homem misterioso que consegue um trabalho em uma empresa de caminhões blindados responsável por movimentar milhões de dólares todas as semanas. Mas, ao contrário do que se pode esperar, ele tem um motivo secreto por para aceitar esse emprego, o que o levará em uma jornada perigosa e emocionante.

O elenco ainda conta com Jeffrey Donovan, Josh Hartnett, Scott Eastwood e Holt McCallany.

Confira o cartaz:

James Gunn está trabalhando em MAIS UMA série da DC além de ‘Pacificador’

No ano passado, o diretor James Gunn já havia dito que gostaria de explorar mais a fundo a história dos personagens de ‘O Esquadrão Suicida’.

Depois disso, foi anunciada a série do ‘Pacificador‘, que estreia em 13 de janeiro.

E parece que o cineasta vai continuar bastante envolvido com os projetos da DC daqui para a frente.

Em entrevista para o Collider, Gunn confirmou que está trabalhando em mais uma série de TV baseada nos quadrinhos da editora.

“Nós [da Warner], estamos dando um passo à frente. AS conversas continua acontecendo e acontecendo. Vamos ver o que está acontecendo, e eu poderei informar o que está acontecendo muito em breve. Eu falei com eles sobre isso ontem à noite e esta manhã.”

Questionado se é um filme ou uma série de TV, Gunn confirmou:

“É uma nova série de TV. Pronto.”

Apesar de não ter revelado do que se trata a série, alguns fãs estão apostando que seja sobre outro personagem de ‘O Esquadrão Suicida’.

Agora só nos resta aguardar pelas atualizações.

Enquanto isso, vale lembrar que  ‘Pacificador’ recebeu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7.40/10 baseada em 20 reviews, até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram o tom paródico da série e a performance do elenco, apesar de terem apontado algumas falhas.

Confira os principais comentários abaixo:

“Uma obra-prima sangrenta e violenta que permanece na atmosfera de ‘O Esquadrão Suicida’” – Mama’s Geeky.

“Uma indesculpável paródia de séries de super-heróis que também é um ótimo show de super-heróis” – Rolling Stone.

‘Pacificador’ traz bastante da diversão de James Gunn” – TV Line.

‘Pacificador’ prova um ponto essencial sobre o DCEU – que, quando você mostra as margens mais estranhas de um universo ficcional, ajuda todo esse universo a se tornar maior e mais completo” – ComicBook.com.

‘Pacificador’ não exatamente erra, mas também não acha completamente seu alvo” – CNN.com.

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘Adão Negro’: Dwayne Johnson anuncia turnê MUNDIAL para promover a adaptação

Falta menos de um mês para a estreia de ‘Adão Negro‘ e o protagonista Dwayne Johnson anunciou que estará em turnê mundial para promover a adaptação inspirada nos quadrinhos da DC.

De acordo com o Comic Book, o astro que vai visitar diversas cidades, como a Cidade do México, Nova York, Toronto, Atlanta, Miami, Londres, Madri e Los Angeles entre os dias 03 e 20 de outubro.

Confira o anúncio:

“Animado para anunciar que a nossa tour mundial de ‘Adão Negro vai começar. Este tem sido o meu projeto de paixão por mais de 10 anos e não há melhor maneira de lançá-lo para o mundo do que fazendo essa a turnê. Muito obrigado a todos pelo entusiasmo inicial. Hora de entregar. Até breve! Cidade do México, você está em primeiro lugar!”

 

De acordo com o Box Office Pro, ‘Adão Negro‘ deve arrecadar entre US$ 55 – 70 milhões no primeiro fim de semana de estreia nos EUA e no Canadá.

O portal menciona que um dos pontos positivos é que há uma grande expectativa para a estreia de Johnson nas adaptações de quadrinhos de super-heróis.

O valor é similar à abertura de ‘Aquaman’, que ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Além disso, o próprio astro vem fazendo um ótimo trabalho de divulgação através de sua ampla base de fãs nas redes sociais.

Por outro lado, o ponto negativo é que as reações aos trailers de ‘Adão Negro’ foram inconsistentes ao longo do ano, com números de visualizações abaixo do esperado para um filme dessa magnitude.

O primeiro trailer do longa teve apenas 8 milhões de visualizações após 24 horas (via Reddit), enquanto o trailer de ‘Batman‘ alcançou 31 milhões de views no mesmo período (via Film Updates).

Além disso, ‘Adão Negro‘ irá enfrentar a concorrência de ‘Ingresso para o Paraíso‘.

Apesar de já ter sido lançada, a comédia romântica ainda deve permanecer em cartaz semanas após a chegada de ‘Adão Negro‘, e os protagonistas George Clooney e Julia Roberts estão sendo bastante atrativos até o momento.

Por fim, ‘Adão Negro‘ deve encerrar a corrida no mercado interno com uma bilheteria em torno de US$ 135 – 175 milhões.

Lembrando que o filme será lançado no dia 20 de outubro nos cinemas.

Você está na expectativa?

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘Breaking Bad’: Bryan Cranston diz que NÃO sente falta de interpretar Walter White

Atualmente, Bryan Cranston está no elenco de ‘Asteroid City’, o novo filme do diretor Wes Anderson (‘O Grande Hotel Budapeste’).

No entanto, ele é mais conhecido como Walter White/Heisenberg, seu icônico personagem na premiada série ‘Breaking Bad’.

A série durou cinco temporadas, exibidas entre 2008 e 2013, e o astro reprisou o papel no filme ‘El Camino‘ e na série derivada ‘Better Call Saul‘.

Em entrevista à GQ, ele foi questionado se sente falta de interpretar o personagem, ao que ele respondeu:

“Muitas vezes, me perguntam se eu sinto falta de interpretá-lo, e eu realmente não sinto. Vince Gilligan escreveu um belo começo, meio e final dessa franquia. Então, eu senti que precisava de mais. E então, de repente, ele me ligou e disse: ‘Estamos fazendo um filme, El Camino, é a conclusão da histíra de Jesse. Você quer aparecer?’ E eu disse: ‘Absolutamente. Farei o que você quiser’. Então Walter White aparece lá. Depois me convidaram para ‘Better Call Saul‘, então me tornei Walter White de novo recentemente. Também fizemos um comercial de pipoca para o Superbowl, e voltei a interpretá-lo. Então, mesmo que eu não sinta falta dele, não tenho a chance de sentir falta dele. Ele continua voltando na minha vida.”

Por fim, ele disse que:

“Esse personagem se tornou tão maravilhosamente e estranhamente icônico e surpreendente para mim, que ele meio que se separou do resto das coisas que eu faço. Então me sinto bem com isso. Assumir esse papel foi uma das mais importantes viradas na minha carreira. Isso mudou a trajetória da minha carreira, com certeza.”

Lembrando que ‘Asteroid City‘ chega ao Brasil no dia 10 de agosto.

O longa é descrito como uma meditação poética do significado da vida. A história gira em torno de uma deserta cidade estadunidense em meados de 1950 e foca em uma convenção chamada Junior Stargazer, que reúne estudantes e pais ao redor do pais para uma competição escolar.

O estelar elenco é formado por Jason Schwartzman, Scarlett Johansson, Tom Hanks, Jeffrey Wright, Tilda Swinton, Bryan Cranston, Ed Norton, Adrien Brody, Liev Schreiber, Hope Davis, Stephen Park, Rupert Friend, Maya Hawke, Steve Carell, Matt Dillon, Hong Chau, Willem Dafoe, Margot Robbie, Tony Revolori, Jake Ryan, Grace Edwards, Aristou Meehan, Sophia Lillis, Ethan Lee, Jeff Goldblum e Rita Wilson.

O filme recebeu a classificação Rated-R nos EUA, o que significa que somente poderá ser visto por maiores de 17 anos. O detalhamento da restrição indica apenas “Breve nudez gráfica”. O diretor, os produtores e a distribuidora do filme devem recorrer para tentarem abaixar a alta classificação visando uma melhor bilheteria.

O longa é baseado em uma história criada por Anderson e Roman Coppola.

‘Fallout’: Adaptação dos games está CONQUISTANDO os assinantes da Prime Video; Confira as reações!

Lançada há apenas uma semana na Prime Video, a adaptação dos games ‘Fallout’ está fazendo o maior sucesso entre os assinantes da plataforma de streaming.

Assim como nos jogos, a trama é ambientada em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres enquanto tentam procriar para que uma nova geração possa recolonizar o mundo da superfície.

Além de conquistar 93% de aprovação dos críticos, a atração vem recebendo diversos elogios do público devido à fidelidade do estilo futurista, do humor negro, da violência extrema e da caracterização dos personagens.

Inclusive, alguns disseram que é a melhor adaptação de um game para a TV nos últimos anos.

Confira as reações:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.

Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa JoyAthena Wickham, Todd HowardJames Altman.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

Egito PROCESSA Netflix por representar Cleópatra como mulher negra em minissérie

Após o lançamento do trailer da minissérie ‘Rainha Cleópatra‘, que retrata a famosa rainha como uma mulher negra, um advogado egípcio entrou com um processo na Procuradoria Pública do país para suspender a plataforma de streaming Netflix no território local.

O advogado Mahmoud al-Semary acusou os produtores do docudrama e a diretoria do Netflix por sua participação, alegando que a série promove o “afrocentrismo” e distorce a história e a identidade egípcia.

Al-Semary afirmou que a maioria dos produtos exibidos pela plataforma Netflix não está em conformidade com os valores e princípios islâmicos e sociais, sobretudo egípcios.

Por outro lado, a série recebeu o apoio da egiptóloga Sally-Ann Ashton, que comentou:

“Cleópatra governou o Egito muito antes do assentamento árabe no Norte da África. Se considerarmos que o lado materno de sua família era composto por mulheres indígenas, isto é, africanas, temos de refletir tais características em suas representações”.

No entanto, o arqueólogo egípcio e ex-ministro de Antiguidades, Zahi Hawass, criticou a série, ao corroborar a tese de “falsificação dos fatos”.

“Isso é completamente falso. Cleópatra era grega, o que significa que ela era provavelmente loira, não negra”, objetou Hawass. “O Netflix busca confundir o público e difundir informações falsas de que a origem da civilização egípcia é essencialmente negra”.

A minissérie ‘Rainha Cleopátra‘ faz parte da série ‘African Queens‘ da Netflix, co-produzida pela atriz e apresentadora Jada Pinkett Smith, esposa do ator Will Smith.

A atriz Adele James interpreta a personagem título. O trailer foi visto por milhões de espectadores em todo o mundo e gerou controvérsias sobre a representação histórica da rainha Cleópatra.

Lembrando que a produção chegará ao catálogo da plataforma de streaming no dia 10 de maio.

Confira:

A trama é centrada em Cleópatra, a mulher mais famosa, poderosa e incompreendida do mundo – uma rainha ousada cuja beleza e romances ofuscaram uma habilidade ímpar: seu intelecto. A herança de Cleópatra tem sido assunto de vários debates acadêmicos, ignorado constantemente por Hollywood. Agora, a série redescobre esse fascinante capítulo de sua história.