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‘Astroworld: Concert From Hell’: Hulu remove documentário sobre massacre em show de Travis Scott após críticas dos usuários

A plataforma de streaming Hulu removeu o seu mais novo documentário ‘Astroworld: Concert From Hell‘, horas depois de seu lançamento na plataforma de streaming. A decisão veio em virtude de uma série de críticas feitas por usuários do serviço.

O especial documental aborda o recente e terrível massacre ocorrido durante o festival de música Astroworld. O evento se tornou mortal durante a apresentação de Travis Scott, quando a multidão de 50.000 pessoas entrou em desespero e tumulto, causando uma debandada do local, que não continha saídas de emergência apropriadas. O caos resultou na morte de 10 pessoas, deixando ainda muitos outros feridos.

O documentário foi produzido pela KTRK, uma emissora local da ABC em Houston.

Um porta-voz do Hulu disse em um comunicado à EW o especial fora removido para evitar futuros problemas.

“Este foi um noticiário local investigativo da ABC13/KTRK-TV em Houston, que foi ao ar originalmente em 20 de novembro. Isso não era um documentário do Hulu e desde então foi removido para evitar confusão”. 

Segundo a descrição oficial do documentário, “o Festival Astroworld de Travis Scott era para ser o show de uma vida, mas se transformou em um pesadelo trágico. Uma perspectiva minuciosa sobre o que aconteceu na multidão, sobre as jovens vítimas que foram mortas e o sobre o que está por vir”. 

Dean Cain abre o jogo: apoio a Trump, críticas ao “Superman woke” e bastidores de sua trajetória como o Homem de Aço

Com a estreia do novo filme ‘Superman‘, dirigido por James Gunn, reacendendo discussões sobre a representação do herói nos tempos atuais, o nome de Dean Cain volta aos holofotes. Famoso por interpretar Clark Kent em ‘Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman‘ (1993–1997), o ator concedeu uma entrevista à Variety onde fala sem filtros sobre política, Hollywood e sua vivência nos bastidores da cultura pop.

Hoje com 58 anos, Cain vive em Las Vegas, longe da agitação de Los Angeles. Após vender sua casa em Malibu, ele construiu uma vida com menos tapetes vermelhos e mais espaço para projetos autorais — muitos deles com temáticas cristãs e conservadoras. Além de atuar, ele dirige e escreve seus próprios filmes, como o recente Little Angels e o futuro ‘Holy One‘, que será filmado em Vegas ao lado de Kevin Sorbo.

Mas apesar de estar distante dos grandes estúdios, Cain segue sendo uma voz presente no debate cultural, especialmente por seu apoio público ao ex-presidente Donald Trump e suas críticas à “agenda woke” de Hollywood. Ele, inclusive, participou do programa Piers Morgan Uncensored para opinar sobre o novo ‘Superman‘ da Warner Bros., mesmo sem ter assistido ao filme.

“Viu o Krypto no trailer? Me deu arrepios. Ele salva uma garota. Ele salva um esquilo. Eu respeito isso”, comentou Cain, destacando um lado mais emocional e nostálgico do personagem.

Ao comentar o novo longa de James Gunn, Cain não economizou críticas:

“Não tentem transformar tudo em algo woke e maluco”, disse durante o programa de Piers Morgan, se referindo à ambientação mais politizada do novo filme, que alguns conservadores consideram uma crítica velada a estados republicanos ou até a Israel, com a criação do país fictício Boravia.

Apesar de não ter visto o filme, Cain acredita que a indústria tem promovido mudanças forçadas em ícones da cultura pop:

“Hollywood está tentando moldar tudo para uma única visão política”, criticou.

Entre super-herói e pai solo
Cain também falou sobre o lado pessoal de sua trajetória. No auge da fama com ‘Lois & Clark‘, chegou a ser um dos atores mais bem pagos da televisão. Mas decidiu se afastar do circuito tradicional para criar sozinho seu filho, hoje com 25 anos.

“Essa foi a decisão mais importante da minha vida. Se isso me custou papeis em grandes estúdios, não me arrependo.”

Mesmo com um histórico conservador, o ator também teve seus momentos progressistas. Foi dirigido por Greg Berlanti em ‘O Clube dos Corações Partidos‘, interpretando um personagem gay com naturalidade — experiência que ele lembra com carinho:

“Ele abraçou o papel, o processo e todo o elenco, sem preconceitos”, lembrou Berlanti.

Fora do set, Cain exibe um perfil multifacetado: é formado em História por Princeton, amigo de líderes internacionais como o rei Abdullah II da Jordânia e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, e já visitou 56 países.

Mesmo assim, ainda é alvo de críticas por seu posicionamento político — algo que, segundo ele, nunca o impediu de seguir trabalhando.

“Meu pai me disse para não expor minhas opiniões políticas… acho que não escutei”, brinca.

Um legado contraditório
Dean Cain pode não ser unanimidade em Hollywood, mas continua sendo uma figura importante na história do Superman. É até hoje o único ator não branco a viver o herói em produções live-action — embora essa característica raramente seja destacada. Também foi o mais “romântico” Superman da TV, protagonizando cenas ousadas com Teri Hatcher, sua Lois Lane.

“Teri e eu vivíamos nos beijando, meio vestidos, meio despidos…”, lembra, sobre o tom mais ousado da série nos anos 90.

Seja como defensor de valores conservadores, pai dedicado ou eterno Clark Kent da TV, Dean Cain permanece no imaginário cultural — e, ao que tudo indica, não pretende abandonar o papel de voz crítica no multiverso dos super-heróis.

Lembrando que o novo ‘Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Academia Umbrella’: Começam as filmagens da adaptação da HQ pela Netflix

Começaram as filmagens da série ‘Umbrella Academy’, baseada na HQ do quadrinista Gabriel Bá com o ex-vocalista da banda de rock My Chemical Romance, Gerard Way.

O quadrinista postou uma foto em seu facebook ao lado Gerard Way no set da série da Netflix. A legenda diz: “Luzes! Câmera! AÇÃO! Isso oficialmente começou”:

No elenco já conta Ellen Page e Tom Hopper.

Na trama, Page viverá Vanya, considerada a ovelha negra da família. Ela é a única filha adotiva de Reginald Hargreaves que na verdade não possui nenhum poder ou habilidade sobrenatural. Insegura e muito tímida, ela luta para encontrar seu lugar mundo, à medida que se envolve cada vez mais com a música.

A primeira temporada da produção vai contar com 10 episódios.

A trama conta a história de sete crianças adotadas pelo milionário Reginald Hargreeves, que passaram toda sua juventude lutando contra o crime. Com a estranha morte do pai, o grupo de irmãos decide dar continuidade nesta missão e está prestes a enfrentar uma grande ameaça.

Com o episódio piloto assinado por Jeremy Slater (‘O Exorcista’), ‘The Umbrella Academy’ será conduzida sob a liderança de Steve Blackman (‘Fargo’) e traz o criador da HQ como produtor-executivo.

A série chega à plataforma de streaming ainda em 2018.

Confira o primeiro cartaz promocional:

Rei

(Rey)

 

Elenco:

Rodrigo Lisboa

Claudio Riveros

Direção: Niles Atallah

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Descoloniza Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 21 de Junho de 2018

Sinopse:

Em 1860, um aventureiro francês partiu para Araucania, uma região inóspita no sul do Chile, para fundar um reino. Ele partiu com o aval do chefe indígena da região, mas quando chega no local descobre que o homem morreu. Agora, tem que justificar sua viagem ao governo para não ser preso e exilado.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Pelé | 10 jogadores brasileiros que mereciam uma adaptação da Netflix

Pelé chega hoje ao catálogo da Netflix buscando atingir um público não tão familiarizado com a história do maior jogador de todos os tempos. A produção é interessante e tem um trabalho bem legal de trazer imagens restauradas e depoimentos de ex-jogadores, familiares e pessoas influentes ligadas ao eterno camisa 10. No entanto, por ser um dos homens mais famosos do mundo, Pelé já ganhou outras adaptações para cinema e TV, tanto em documentário quanto em filme biográfico.

E como o Brasil é um verdadeiro celeiro de craques históricos, não dá para ficar se prendendo a apenas um jogador para sempre. Por isso, o CinePOP separou 10 jogadores cujas vidas mereciam uma adaptação da Netflix, seja em documentário ou filme. Confira!


Barbosa

Foto: Reprodução.

Imagine ser um dos maiores jogadores do século XX, ter diversos títulos em uma carreira vitoriosa, incluindo com a Seleção Brasileira, onde foi considerado titular intocável, além de ser o primeiro goleiro da história a ser campeão continental de clubes? Este é Moacir Barbosa, um goleirão forte e de reflexos rápidos, cujo maior sonho acabou se tornando uma maldição eterna em sua vida. Ídolo do Vasco da Gama, onde foi hexacampeão carioca, campeão invicto do Sul-Americano de 1948 – defendendo pênalti na final contra o River Plate -, e vencedor do Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer, em 1953, Barbosa era o melhor goleiro do Brasil na década de cinquenta. Porém, sua vida acabou ficando marcada pela covardia do racismo na nossa sociedade. Na tão sonhada Copa do Mundo de 1950, disputada no nosso país, Moacir Barbosa foi o goleiro de uma das maiores seleções que o mundo já viu. Só que, como vocês já sabem, a nossa Seleção perdeu pro Uruguai e amargou o vice-campeonato mundial. Barbosa era um dos três jogadores negros do elenco e foi tratado pela imprensa e pelo povo como um grande vilão. Para onde ele ia, as pessoas o xingavam, ameaçavam e humilhavam. E assim foi até o dia de sua morte, em 2000. Em 1993, antes do jogo da Seleção Brasileira contra o Uruguai, que decidiria se o Brasil iria ou não para a Copa de 94, Barbosa foi visitar os jogadores na concentração para desejar sorte, mas foi impedido de entrar para evitar uma possível “zika” ao elenco. Pouco tempo antes de morrer, ele deu uma entrevista na qual declarou: “No Brasil, a pena máxima é de 30 anos, mas pago há 40 por um crime que não cometi“. Essa história de glórias e humilhações infundadas renderia um documentário de mão cheia ou até mesmo um grande drama digno de premiações.


Zagallo

Foto: Reprodução.

Ninguém no planeta Terra tem mais medalhas de campeão de Copa do Mundo do que Mário Jorge Lobo Zagallo. Somando sua carreira como jogador, técnico e auxiliar, o Velho Lobo chegou a nada menos que cinco finais de Copa, saindo vencedor de quatro delas, em 1958, 1962 (jogador), 1970 (técnico) e 1994 (auxiliar). Fascinado pelo número 13, superstição adquirida da esposa – uma fiel devota de Santo Antônio, santo cuja data se comemora em 13 de junho – esse grande personagem do futebol brasileiro acumula ainda passagens vitoriosas por Botafogo e Flamengo, além de diversas histórias de bastidores, controvérsias, polêmicas, momentos simplesmente inesquecíveis, como o clássico “Vocês vão ter que me engolir!” e a misteriosa final da Copa de 1998, na qual o Brasil perdeu para a França. Seja como jogador ou treinador, Zagallo é um ícone do futebol mundial, dono de um conhecimento de técnica e tática como pouquíssimos no planeta e, sem dúvidas, merecia um documentário riquíssimo em detalhes, curiosidades e informações. E a melhor parte disso tudo é que essa lenda está viva até hoje. Ou seja, poderia dar entrevistas e depoimentos contando histórias e casos inéditos. Quem sabe até mesmo um longa com uma visão mais romântica… Enfim, o que não falta é história.


Sócrates

Foto: Reprodução.

Tido por muitos corintianos como ídolo máximo, o Doutor Sócrates foi o rosto da Democracia Corintiana. Idolatrado também na Inglaterra, o camisa 8 foi eleito um dos seis atletas mais inteligentes da história pelo jornal The Guardian. Filho de um pai fascinado pela literatura, Sócrates teve boa educação e ingressou na faculdade de medicina, que foi concluída enquanto ele já se destacava como jogador de futebol. Além de seu desempenho genial dentro de campo, o que o levou a ser titular incontestável da Seleção Brasileira dos anos 1980, ele se destacou por ser politicamente ativo. Sua militância teve início em 1964, quando o então garoto de apenas dez anos de idade, viu seu pai frustrado queimar sua maior paixão, seus livros, por conta do golpe militar. Ele foi um dos “cabeças” por trás da Democracia Corintiana – movimento que visava maior participação dos jogadores em questões administrativas do Corinthians -, e foi voz ativa nas Diretas Já!. Sua voz política foi tão importante, que ele chegou a ser fichado pelos militares. Após o fim de carreira, ele atuou em filmes, novelas, foi comentarista, treinador – chegando até mesmo a receber um convite para treinar a Seleção Cubana em 2011 -, mas nunca deixou de ser ídolo do alvinegro paulista. Sua relação com o clube era tão intensa, que ele disse uma vez desejar falecer em um domingo tranquilo, com o Corinthians campeão. Sócrates morreu num domingo, em 2011, na última rodada do Campeonato Brasileiro que terminou com o pentacampeonato do Corinthians. Tem como essa vida não render um documentário importantíssimo ainda mais para os dias de hoje?


Ademir de Menezes

Foto: Reprodução.

Considerado o primeiro “astro” do futebol brasileiro, Ademir de Menezes foi um revolucionário. Ídolo eterno de Sport e Vasco, o “Queixada”, como era apelidado, revolucionou o ataque, praticamente inventando a famosa posição do “ponta de lança”. Ele era mais veloz que qualquer outro atacante da década de 1950 e tinha um chute ridiculamente potente. Com essas características e um físico avantajado, ele era imparável. Contemporâneo do goleiro Barbosa, ele venceu praticamente os mesmos títulos do companheiro de time. Porém, seu status de artilheiro matador o levou ao Fluminense em 1946, após o técnico tricolor, Gentil Cardoso, soltar a famosa frase: “Deem-me Ademir que eu lhes darei o campeonato“. A diretoria foi atrás, trouxe o Queixada, e ele foi artilheiro do campeonato vencido pelo próprio Fluminense. No entanto, a passagem pelas Laranjeiras não durou muito e seu amor pelo Vasco o levou “de volta para casa”, onde foi campeão muitas vezes mais e se tornou o maior artilheiro do clube, com 301 gols, até ser ultrapassado por Roberto Dinamite. Tal qual Barbosa, Ademir foi para a Copa de 50 com status de astro. Seu rosto estampava diversos comerciais em revistas e jornais e havia muita expectativa quanto ao seu desempenho no torneio. Ele não decepcionou, marcando 9 gols em uma única edição de Copa do Mundo, coisa que nenhum outro brasileiro foi capaz de fazer – Ronaldo Fenômeno chegou perto em 2002, quando marcou 8 gols. Mas é aquela história, faltou o gol no jogo contra o Uruguai, o que resultou no vice-campeonato brasileiro e ficou eternamente registrado nas lágrimas de um inconsolável Ademir no final da partida. A verdade é que a geração de 50 inteira merecia um filme, mas a dupla Ademir e Barbosa, por tudo o que eles representavam… Documentário ou drama seriam excelentes oportunidades.


Adriano Imperador

Foto: Reprodução.

Carrasco da Argentina, ídolo do Flamengo e da Inter de Milão, apaixonado pela família e pela Vila Cruzeiro, Adriano Imperador foi um atacante histórico que protagonizou jogos eternos pela Seleção Brasileira, pelo Flamengo, pela Inter e pelo Corinthians, sendo ele um dos coringas do título brasileiro de 2011. Tido como o sucessor natural de Ronaldo Fenômeno na vasta linhagem de atacantes matadores no futebol brasileiro. Com as lesões do Fenômeno nos anos 2000, coube ao “Didico” chamar a responsabilidade e se tornar o artilheiro da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005. Dono de muita força física e uma canhota invejável, Adriano foi para a Seleção com apenas 18 anos de vida. E depois de muitos anos acumulando títulos e jogadas magistrais, veio o grande baque de sua vida: a morte do pai, em 2006. Isso afetou sua mente, o que, por consequência, afetou seu corpo e seu futebol. Afetado por uma depressão pesada, o jogador afirmou que teria perdido “a alegria de jogar futebol”, engordou e acumulou passagens polêmicas pelo futebol mundial, muito abaixo daquele Adriano que encantara o mundo anos antes. Ele queria ficar perto da família, ter sua vida na Vila Cruzeiro de novo. Em 2009, com o retorno ao clube do coração, ele recuperou o gosto por jogar bola e conduziu o Flamengo rumo ao campeonato brasileiro daquele ano. Porém, mesmo com essa retomada na carreira, ele não deixou de acumular polêmicas, como as festas e o alcoolismo. Depois de sair do Rubro-negro carioca, ele virou um andarilho do futebol, mas ainda deu tempo de se tornar ídolo do Corinthians, onde ele fez gols importantes para a campanha do penta em 2011. Um filme sobre a vida de Adriano estava sendo produzido há algum tempo, só que nunca mais tivemos notícias sobre ele. A história de vida dele tem tudo que um filmaço de drama ou ação procuram, além, claro de ter bastante material para um documentário.


Garrincha

Foto: Reprodução.

Maior ídolo da história do Botafogo, Garrincha é um daqueles casos que realmente não fazem sentido, mas que deram muitíssimo certo. Principal nome da Seleção no bicampeonato da Copa do Mundo em 1962, quando ele assumiu o protagonismo após a lesão de Pelé, Mané Garrincha tinha seis centímetro de diferença de uma perna para a outra e ambas eram curvadas para a esquerda – daí o apelido “Anjo das Pernas Tortas”, era estrábico, tinha desequilíbrio na pelve, problema nos dois joelhos, passou por uma poliomelite e sofria com o alcoolismo. Pela lógica, este cidadão jamais deveria passar perto de um esporte de alto rendimento, como o futebol. No entanto, ele desafiou todas as estatísticas e se transformou no maior driblador de todos os tempos. Rápido como uma bala, “liso” como sabão e com um chute único, o craque da estrela solitária se mostrou um dos maiores jogadores de todos os tempos. Sua carreira no futebol começou jogando por uma fábrica têxtil, mas foi no Botafogo que ele atingiu sua glória, onde foi tricampeão carioca e venceu diversos torneios internacionais. Sua estreia em Copas do Mundo foi em 1958, junto a Pelé, no jogo contra a União Soviética. Aliás, juntos, Garrincha e Pelé nunca perderam um jogo sequer pela Seleção Brasileira. Se dentro de campo ele era genial, fora dele… A vida pessoal de Mané ficou marcada por polêmicas, como bebedeiras, traições, agressões, 14 filhos – sendo um deles sueco – e o conturbado relacionamento com Elza Soares, naquele que já foi o casal mais famoso do Brasil. É verdade que Garrincha já teve um filme, mas é um trabalho tão ruim, tão podre, que ele merecia tanto um documentário quanto uma história contada nas telas de forma decente, sem poupar as polêmicas e as glórias.


Romário

Romário após marcar o milésimo gol, contra o Sport. Foto: Reprodução.

Único jogador além de Pelé a ultrapassar a marca de mil gols – reconhecidos pela FIFA -, Romário é o ídolo de uma geração inteira de torcedores brasileiros. Revelado pelo Vasco nos anos 1980, ele começou jogando mais pela parte esquerda do campo até se consagrar como o Rei da Pequena Área. Considerado por muitos como o último centroavante clássico, o Baixinho teve anos e anos de brilhantismo, e conseguiu algo dificílimo no mundo da bola, que é ser ídolo de duas torcidas de maior rivalidade do país: Vasco e Flamengo. Seus números e títulos não mentem sobre o gigantismo do eterno camisa 11. Dizem que apenas três jogadores foram capazes de “ganhar uma Copa do Mundo sozinhos”: Garrincha, Maradona e Romário. Isso porque o Baixinho jogou MUITA bola nas eliminatórias para a Copa de 1994, e foi O Cara da campanha do Tetra. Além disso, ele tem média de gols superior a Pelé pela Seleção, apesar de ter marcado menos que o Camisa 10. O faro de gols do artilheiro o levou ao Barcelona, onde também virou ídolo, e alcançou o posto de melhor jogador do mundo. Seus números são absurdos, ostentando 326 gols pelo Vasco, 204 pelo Flamengo, 165 pelo PSV, 55 pela Seleção e 53 pelo Barcelona, fora 32 títulos na carreira. Tendo passado por uma infância difícil no Jacarezinho, Romário lutou muito para chegar ao futebol profissional e logo viu sua marra crescer proporcionalmente ao seu talento. Além das vitórias e conquistas, esse estilo marrento de que “não precisava treinar” para resolver dentro de campo criaram várias histórias que o tornaram uma verdadeira lenda do futebol mundial. Suas rusgas com o rival/ companheiro de clube, Edmundo, renderam momentos antológicos de puro futebol brasileiros dos anos 1990. Sua história é tão fantástica que ele serviu de inspiração para o jogador Carlos Santana, do anime Super Campeões. No mangá, ele é um filho do Deus do Futebol que é enviado para o estádio de São Januário, onde começa no futebol, mas após uma briga com um dirigente gorducho, ele se transfere para o rival. Em outras palavras: urge a necessidade de uma série, filme ou documentário sobre o Baixinho.


Manga

Foto: Reprodução.

Multicampeão, o goleiro Manga tem um história gloriosa no futebol e triste no lado pessoal. Ídolo do Botafogo, Internacional, Nacional do Uruguai e Barcelona de Guayaquil, o brasileiro foi campeão da Taça Brasil de 1968 com o Botafogo, bicampeão brasileiro com o Inter em 1975 e 1976, campeão equatoriano com o Barcelona e tetracampeão consecutivo (1969 a 1972) com o Nacional do Uruguai, clube pelo qual também foi campeão da Libertadores e do Mundial. Após dez anos operando verdadeiros milagres pelo alvinegro carioca, Manga foi para o Uruguai contra sua vontade, mas acabou se tornando um dos maiores ídolos da história da torcida do Nacional, onde foi campeão de tudo. Ele também foi um dos poucos a jogar bem e ser querido pelas torcidas de Internacional e Grêmio. Após o fim de sua carreira, ele passou a morar no Equador, mas entrou em falência e foi diagnosticado com problemas gravíssimos nos rins e com uma forte anemia. Como o sistema de saúde equatoriano passava por dificuldades, Manga não conseguia atendimento. Então, um cônsul uruguaio soube da situação do jogador e, em 2019, acionou um grupo de torcedores do Nacional para ajudá-lo a se transferir para o Uuguai. Com a mobilização da torcida e do clube uruguaio, o ídolo brasileiro passou a receber uma pensão, um auxílio moradia e um auxílio saúde. Com a saúde mais estável, ele veio para o Brasil em 2020, onde vive até hoje no Retiro dos Artistas, localizado na zona oeste do Rio de Janeiro. Caso a história nos gramados não fosse o suficiente para um documentário sobre o goleiro da Seleção Brasileira da Copa de 1966, o amor e a idolatria que Manga foi capaz de despertar em pessoas de tantos países diferentes merecia ser retratado em tela.


Ronaldinho Gaúcho

Foto: Reprodução.

Poucas pessoas no planeta podem dizer que são tão amadas quanto Ronaldinho Gaúcho. O homem que é ídolo de ídolos como Maradona e Lionel Messi. Dono de um carisma inigualável e único jogador da história a ter vencido a Libertadores, a Champions League, a Copa do Mundo e o prêmio de Melhor Jogador do Mundo, Ronaldinho perdeu o pai com apenas oito anos, precisando ajudar a mãe e o irmão a manterem a casa enquanto ainda era criança. Desde pequeno, sua maior alegria era jogar futebol. Ele surgiu no Grêmio, onde surpreendeu a torcida e a imprensa com seu jeito ousado de jogar e driblar. Mas foi mesmo na Copa América de 1999, contra a Venezuela, que Ronaldinho chamou atenção do mundo. Sua carreira decolaria de vez, colocando-o na prateleira dos imortais do futebol, com a camisa do Barcelona, onde exibiu um futebol arte pouquíssimas vezes visto em jogos normais. Ele fez o impossível ser possível, presenteando o mundo com alguns dos lances plásticos mais espetaculares da história. Como se isso não fosse o bastante, ainda foi o mentor de ninguém menos que Lionel Messi. No Atlético Mineiro, ele foi parte fundamental da campanha mais vitoriosa da história do clube e se tornou um ídolo instantâneo. Por muitos anos, Ronaldinho foi sinônimo de futebol. Atualmente, porém, ele é conhecido por seus rolés aleatórios. Foi uma boa saída para contornar as polêmicas de sua badalada vida noturna, que tantas vezes foi manchete nos jornais esportivos. Nunca se sabe o que esperar de Ronaldinho. Um dia ele pode estar gravando uma música com Weslley Safadão, no outro pode estar tirando foto com um barquinho no Peru, então ele aparece na Índia gravando um filme no qual ele é um policial, tudo isso para aparecer amanhã dando uma volta com o Will Smith ou vencendo o torneio de presidiários do Paraguai, cujo prêmio era uma leitoa de 16kg. Fato é que a vida do eterno craque do Barcelona renderia uma série espetacular de sucesso global e já deveria estar sendo feita. Acorda, @Netflix! Vai deixar essa passar?


Carlos Kaiser

Foto: Reprodução.

Ok, seria simplesmente criminoso terminar essa matéria sem falar da história mais fantástica do mundo da bola. Carlos Kaiser, também apelidado de Forrest Gump do Futebol, é o maior mentiroso que já vestiu as camisas de América, Bangu, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama, Puebla do MéxicoEl Paso Patriots, Louletano, e Ajaccio da França. Tudo isso sem saber jogar futebol de verdade. Isso porque ele odiava futebol, mas tinha porte de jogador e se amarrava na vida de bebedeira e sexo desenfreado dos jogadores dos anos 1980. Como ele tinha um físico muito bom e conseguiu amizade com alguns atletas famosos da época, como Renato Gaúcho e Ricardo Rocha, ele chegava com facilidade aos clubes e usava sua lábia para negociar contratos e se manter como jogador das equipes. Ele carregava um celular de brinquedo, com o qual fingia estar recebendo ligações sobre propostas para ele mudar de time. Esperto, ele só atendia as “ligações” na frente dos dirigentes, o que os obrigava a tentar mantê-lo no elenco. Mas como alguém consegue jogar em clubes tão grandes sem jogar? Bem, ele treinava normalmente com os jogadores, fazia amizade com eles, guardava segredos, ajudava a resolver problemas e, na hora do jogo, Carlos sempre se “lesionava” e arrumava uma desculpa ou um atestado falso para evitar que fosse mandado para dentro de campo. Minha história favorita dele é a de quando ele estava no Bangu do contraventor Castor de Andrade e foi mandado a campo por ordem do bicheiro. Não dava para ir contra a maior “força alternativa” do Rio de Janeiro, então, enquanto se aquecia pra entrar, ele arrumou uma briga com a torcida do Bangu e foi expulso. No vestiário, ele explicou ao Castor que o enxergava como um pai e, por isso, não aceitaria que os torcedores proferissem xingamentos a ele. O suposto ato de lealdade – ele inventou a parte dos xingamentos – rendeu a ele um forte abraço e uma renovação de contrato feita por Castor de Andrade. Carlos já foi tema de um documentário britânico divertidíssimo que ainda não foi disponibilizado no Brasil. Seria fantástico se a Netflix adquirisse os direitos de exibição ou investisse em um filme ao melhor estilo Prenda-Me Se For Capaz.

Qual jogador brasileiro você gostaria de ver na Netflix? Diga nos comentários!

Pelé está disponível na Netflix.

Crítica | Dia do Sim – Jennifer Garner brilha em comédia ‘Sessão da Tarde’ para ver com a família

Criar os filhos não é fácil para ninguém. Mesmo os papais e as mamães mais experientes podem acabar enfrentando situações desafiadoras que manual nenhum antecipa. E, diante das muitas demandas do cotidiano e do trabalho, acaba faltando tempo e energia para passar algum tempo de qualidade com os pimpolhos. É exatamente nesse ponto que entra o filme ‘Dia do Sim’, a nova aposta de filme infantil que estreia hoje na Netflix.

Allison (Jennifer Garner) e Carlos (Édgar Ramírez) sempre foram muito descolados. Topavam todo tipo de aventura, diziam sim para tudo…até que nasceram os filhos. Quatorze anos se passaram e o casal, antes tão boa onda, agora são uma mãe e um pai que vivem dizendo não para tudo que os filhos pedem, e isso acabou construindo uma imagem de tiranos no imaginário dos pequenos – especialmente com relação com a Allison, que passa mais tempo com eles. Então, em uma reunião com os professores, eles descobrem sobre o tal ‘Dia do Sim’, um dia inteirinho em que deve ser dito sim para tudo que os filhos pede para, assim, melhorar o relacionamento familiar. Dispostos a provar que são legais, Allison e Carlos decidem propor o ‘Dia do Sim’ para os pimpolhos, só que eles não esperavam é que os três tinham planos bem malucos para a data.

Baseado no livro de Amy Krouse Rosenthal e Tom Lichtenheld, o filme de uma hora e meia é dividido em basicamente dois momentos: a construção do monstro que é a mãe e o núcleo da diversão no ‘Dia do Sim’. Esse primeiro momento do roteiro de Justin Malen é bem triste, pois realça o quanto há um desequilíbrio na divisão das funções domésticas e parentais, recaindo sobre as mamães o injusto papel da vilã, enquanto os papais, segundo o próprio personagem Carlos, “já têm que dizer muitos nãos no trabalho, e devem aproveitar os sorrisos de seus filhos quando chegam à casa”. Embora o filme busque uma solução para esse problema no terceiro arco, ela não é lá muito satisfatória.

Mas o foco de o ‘Dia do Sim’ não é propor reflexão crítica, e sim demonstrar o quanto é possível se divertir em família se ao menos todos separarem um tempinho para isso e participarem das atividades com todo o coração. Em tempos de pandemia e confinamento, isso é uma proposta bem legal. As cenas das aventuras em família são bem divertidas sob a direção de Miguel Arteta. Dão a impressão de que todo mundo riu muito sem esforço na hora de gravar as cenas, e elas animam o espectador por serem ideias genuinamente infantis.

O ‘Dia do Sim’ é um filme bacaninha pra ver juntinho no sofá, mas traz uma péssima ótima ideia pra pimpolhada: já pensou se essa moda de ‘Dia do Sim’ pega? Vai ter muita gente descobrindo novas aventuras dentro de casa, correndo o risco de se divertir em família.

Co-criador do Deadpool desaprova Daniel Radcliffe como Wolverine

Rob Liefeld, co-criador de Deadpool, botou a boca no trombone para tentar conter o rumor (já desmentido) do momento: Daniel Radcliffe como favorito para viver a nova versão do Wolverine.

Através do twitter, o quadrinista se revoltou com a situação e foi direto na reclamação:

“Daniel Radcliffe como Wolverine? Zac Efron? Vocês perderam o juízo? Jackman era um desconhecido!”

Daniel Radcliffe as Wolverine?? Zack Efron???? Y’all lost your marbles?? Jackman was an unknown!!

Recentemente, houve muitas conversas sobre a ideia de Daniel Radcliffe substituindo Hugh Jackman como o próximo Wolverine e, visto que vários fãs encararam isso como uma possibilidade genuína mais do que uma piada, o astro de ‘Harry Potter’ achou melhor deixar claro que não está cotado para o papel.

O ator acidentalmente ouviu certas pessoas falarem sobre isso alguns dias atrás e, em entrevista a IGN, resolveu colocar um ponto final nesses rumores.

É isso o que acontece quando você faz piadas. Não seria ótimo se você simplesmente pudesse se elencar nas coisas apenas por dizê-las nas entrevistas? Então, acho que as pessoas vêm perguntando algo sobre mim e Wolverine, e eu fiz uma piada falando que seria ele nos próximos filmes, e então a Internet parece ter ido à loucura”.

O ator acrescentou que “não há verdade” quanto aos boatos.

‘Coringa’: Filme com Joaquin Phoenix será exibido no Festival de Toronto

De acordo com o site The Wrap, o vindouro filme-solo ‘Coringa’ será transmitido no Festival de Cinema de Toronto, que ocorre entre os dias 05 e 15 de setembro de 2019.

Ainda não se sabe em que dia o longa será exibido.

Recentemente, o diretor Todd Phillips confirmou que o filme não é baseado nos quadrinhos!

A trama de ‘Coringa’ deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

AA estreia está marcada para o dia 3 de outubro de 2019.

Patrick Stewart embarca numa perigosa missão no novo teaser de ‘Star Trek: Picard’

CBS All Access divulgou recentemente um novo teaser trailer da 1ª temporada de ‘Star Trek: Picard’, que mostra o que o público poderá esperar dos próximos episódios.

Confira:

Vale lembrar que a série já foi renovada para sua 2ª temporada!

Michael Chabon foi contratado para supervisionar a equipe como showrunner.

A série terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com ‘Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (‘The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful’) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

‘Beautiful Ruins’: Diretora de ‘Mulan’ vai comandar nova sátira romântica hollywoodiana

Segundo o ColliderNiki Caro, conhecida por comandar o remake em live-action de ‘Mulan’, vai dirigir um novo projeto intitulado ‘Beautiful Ruins’ para a Amblin Partners e a Neal Street, produtoras supervisionadas por Sam MendesSteven Spielberg.

O filme é baseado no romance homônimo de Jess Walter e será adaptado pelos roteiristas Mark HammerChiara AtikMicah Fitzerman-BlueNoah Harpster escreveram o primeiro rascunho da narrativa.

Descrito como um romântica sátira social sobre a cultura hollywoodiana, o livro é ambientado em um vilarejo litorâneo na Itália em 1962, onde um jovem é dono de um hotel que há muito não recebe visitantes – isso, até a lendária atriz Elizabeth Taylor sair de suas gravações para o filme ‘Cleópatra’ e chegar lá para roubar seu coração. Cinco décadas mais tarde, uma assistente de um outrora poderoso produtor se apaixona pela história e decide dar um final feliz para o conto.

Ainda não se sabe quando as filmagens começam.

Enquanto isso, ‘Mulan’ foi adiado mais uma vez em virtude da pandemia do coronavírus e deve chegar aos cinemas norte-americanos em 21 de agosto. No Brasil, o longa deve chegar um dia antes.

Por meio de um comunicado oficial, o executivo e Chefe do Gabinete Criativo da Walt Disney Studios, Alan Horn, reiterou a importância de lançar o remake nos cinemas, considerando também toda a flexibilização necessária em meio ao novo contexto mundial.

“Embora a pandemia tenha mudado nossos planos de lançamento para ‘Mulan’ e nós continuaremos a ser flexíveis conforme as condições assim nos exigirem, nossa crença no poder deste filme e em sua mensagem de esperança e perseverança ainda não mudou. A diretora Niki Caro, nosso elenco e equipe apoio criaram um belo filme, épico e comovente, que é tudo o que a experiência cinematográfica deve ser e é ali que acreditamos que o filme pertence: No palco do mundo e nas telonas, para o público ao redor do globo desfrutar junto”.

SOBRE O REMAKE

Em uma recente entrevista para o Digital Spy, a diretora Nikki Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

Por falar em realismo, Caro aproveitou par esclarecer porque não incluiu o dragão Mushu na adaptação.

“Mushu faz sentido na animação… Mas nesta versão há um representante da criatura, meio que uma representação espiritual dos ancestrais de Mulan, o que reforça o relacionamento dela com o pai. Foi assim que representamos a ideia de Mushu no live action.”

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

‘Trolls’: Série animada ganha colorido cartaz oficial; Confira!

Depois do trailer, Universal Pictures divulgou o cartaz oficial de ‘Trolls: TrollsTopia’, série animada baseada na franquia homônima.

A produção estreia na plataforma do Hulu no dia 19 de novembro.

Confira:

‘Trolls: TrollsTopia’ é o próximo capítulo nas aventuras das adoráveis criaturinhas Durante a sequência ‘Trolls 2’, tudo vira de ponta cabeça quando Poppy descobre outras cinco tribos de trolls musicais espalhadas pela floresta. Agora, armada com sua positividade inigualável, ela decide trazer as delegações do Country Western, do Clássico, do Funk, do Techno e do Hard Rock para viverem juntas em sua vila, formando uma nova cidade e promover amizade e harmonia num grande experimento que ela chama de… TrollsTopia!

Os delegados das outras vilas não serão reis ou rainhas; em vez disso, vamos conhecer novos personagens originais que representam a diversão por trás de cada uma das tribos.

50 Músicas Essenciais para Conhecer Lady Gaga

Lady Gaga é um raro fenômeno artístico que, em menos de quinze anos de carreira, dominou o mundo com seu som ao mesmo tempo original e saudosista, e letras que celebram a vida, o empoderamento feminino, a comunidade LGBTQ+ e a libertação de quaisquer rótulos.

No dia de hoje, 28 de março, Gaga completa 35 anos de idade e, para celebrar um dos mais importantes nomes da indústria do entretenimento, o CinePOP preparou uma lista especial com 50 músicas essenciais para conhecê-la.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua música favorita:

“JUST DANCE”, feat. Colby O’Donis

Álbum: The Fame

O single de estreia de Lady Gaga continua como um dos mais bem-sucedidos não apenas de sua carreira, mas também da história. Escrita em apenas dez minutos, a canção foi bem recebida pelo público por sua produção nostálgica e reminiscente do clubbing electro-pop dos anos 1980 e 1990, além de ter conquistado uma indicação ao Grammy de Melhor Gravação Dance.

“POKER FACE”

Álbum: The Fame

Com vendas que ultrapassam as vinte milhões de cópias puras, “Poker Face” é uma das assinaturas da Mother Monster, ganhando as rádios e as playlists do mundo inteiro por suas mensagens subliminares e por seu robótico synth-pop. Além do sucesso comercial, a canção também levou para casa diversos prêmios, incluindo uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance.

“EH, EH (NOTHING ELSE I CAN SAY)”

Álbum: The Fame

Há um certo teor agridoce sobre “Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)”, um dos singles promocionais de ‘The Fame’ que não teve o mesmo sucesso que seus predecessores e que dividiu tanto a crítica quanto o público. O motivo? A produção respaldada no bubblegum pop e os versos totalmente opostos que falam sobre um término de relacionamento.

“LOVEGAME”

Álbum: The Fame

Gaga sempre foi apaixonada pelo cenário underground de Nova York, principalmente por ter se apresentando em diversos bares da cidade antes de ascender à fama. “LoveGame”, uma de suas canções mais famosas, é uma genuína homenagem às raízes da popstar, falando sobre fama, amor e sexualidade da forma mais natural e sensual possível.

“PAPARAZZI”

Álbum: The Fame

“Paparazzi” é uma das construções mais pessoais e escandalosas de Gaga e integra com perfeição as mensagens de ‘The Fame’. Aclamado pela crítica especializada, a lírica denuncia a ação predatória dos paparazzi ao criar uma história de um relacionamento tóxico que acaba em tragédia – além de ter arrancado uma das performances mais memoráveis da história do VMA da cantora.

“BEAUTIFUL, DIRTY, RICH”

Álbum: The Fame

Apesar de não ser considerado um single do álbum de estreia de Gaga, “Beautiful, Dirty, Rich” resume com solidez bastante clara o que a artista queria nos entregar quando surgiu no cenário fonográfico há mais de uma década. A mistura de techno e dance-pop é cativante o suficiente para nos levar às pistas de dança – em todo seu exagero e sua estética kitsch.

“THE FAME”

Álbum: The Fame

Assim como “Beautiful, Dirty, Rich”, a música-titular de ‘The Fame’ passou longe do radar mainstream, mas continua como uma das melhores produções de Gaga. Aliando-se a Martin Kierszenbaum, a faixa é infundida com synth-pop e fala sobre todas as ambições que uma artista estreante poderia ter após encontrar sucesso absoluto.

“BAD ROMANCE”

Álbum: The Fame Monster

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário ‘The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000.

“TELEPHONE”, feat. Beyoncé

Álbum: The Fame Monster

Facilmente uma das colaborações femininas que marcaram época, “Telephone” uniu duas forças magistrais em uma luta por independência e uma matança inesperada: aqui, Gaga e Beyoncé proferiram seus melhores vocais em um dueto apaixonante, dançante e aclamado que ainda invade as pistas de dança do mundo inteiro.

“ALEJANDRO”

Álbum: The Fame Monster

O blasfemo single “Alejandro” chocou o planeta – e, principalmente, a igreja católica -, pela estética fosseana e pela potente lírica sobre o medo dos homens e sobre abuso de poder dentro de um relacionamento, familiar ou romântico. No videoclipe, Gaga aparece utilizando roupas de látex e instrumentos de BDSM – enquanto posa como uma freira e engole um rosário.

“DANCE IN THE DARK”

Álbum: The Fame Monster

Gaga contrariou o desejo dos fãs e parece ter se esquecido de transformar “Dance in the Dark”, uma das melhores incursões de sua prolífica carreira, em um single promocional. A amálgama de Europop, new wave e retro-pop traz análises sobre a falta de aceitação corporal, além de apostar algumas fichas em relacionamentos tóxicos, além de honrar nomes lendários da cultura popular, como Judy Garland, Marilyn Monroe e Sylvia Plath.

“SPEECHLESS”

Álbum: The Fame Monster

“Speechless”, escrita inteiramente e apenas pela performer, é um dos primeiros grandes contatos com o electro-rock e com a sutileza romântica da guitarra e do piano. A power ballad é inspirada pelas incursões setentistas, incluindo da banda Queen, e foi injustamente criticada por ser “uma fraude” – algo se provaria mentira pela densidade de canções futuras.

“BORN THIS WAY”

Álbum: Born This Way

Pouco tempo depois de ter estourado com “Just Dance” e “Poker Face”, Gaga estava pronta para dar mais um passo em sua carreira e, homenageando a comunidade LGBTQ+, lançou a aclamada track “Born This Way”. A faixa-título de seu terceiro álbum foi a primeira a falar diretamente com a liberdade queer e feminina, abrindo portas para discussões de empoderamento, respeito e luta.

“JUDAS”

Álbum: Born This Way

Voltando a cutucar a hipocrisia da igreja católica, Gaga lançou “Judas” em plena Sexta-Feira Santa e destruiu quaisquer barreiras existentes entre religiões antigas e modernas. Encarnando Maria Madalena em uma narrativa bastante contemporânea, a cantora e compositora aliou-se a Nadir Khayat para a construção de uma história que unia o bem e o mal em um ponto em comum.

“THE EDGE OF GLORY”

Álbum: Born This Way

Aclamada pelo público e pela crítica – além de ter tido uma performance espetacular nos charts mundiais -, “The Edge of Glory” apresentou ao mundo novas nuances do disco através de um enredo que fala sobre os últimos momentos da vida. Como se não bastasse, o icônico bridge trouxe as habilidades do saxofonista Clarence Clamons e uma indicação à Música do Ano no People’s Choice Awards.

“YOU AND I”

Álbum: Born This Way

Antes de ‘Joanne’, Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “You And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de ‘Born This Way’, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

“MARRY THE NIGHT”

Álbum: Born This Way

Além de ter dirigido o magnífico curta-metragem de “Marry the Night”, Gaga aproveitou para resgatar as raízes do electro-pop e do synth-pop para uma jornada epopeica através de sua própria vida, analisando os altos e baixos e de que forma superou os diversos obstáculos – fundindo densidade e exaltação em um mesmo lugar.

“HAIR”

Álbum: Born This Way

Retomando a colaboração com Clemons, “Hair” é uma daquelas músicas que nos fazem sentir bem pela natureza empoderadora e desafiadora da lírica. “Eu me cansei, esse é o meu cabelo” é o mote para aqueles que desejam ser o que bem entenderem e que não devem ouvir outras pessoas que querem moldá-los.

“BLOODY MARY”

Álbum: Born This Way

Gaga já falou em diversas entrevistas que a canção que mais gosta é “Bloody Mary” e, de fato, ela resume (até então) a carreira que teve desde a estupenda estreia em 2008. Mais uma vez abrindo portas para metáforas religiosas, dessa vez em relação ao momento da crucificação de Jesus Cristo na mitologia católica, ela se respalda com força no synth-pop e no electro-rock com irreverência envolvente.

“ELECTRIC CHAPEL”

Álbum: Born This Way

Em “Electric Chapel”, Gaga parece fazer uma espécie de “Act of Contrition” visto em ‘Like a Prayer’, de Madonna, retomando temáticas e versos já mencionados em músicas anteriores – mas fugindo da obviedade. As ressonantes guitarras dialogam com o glam metal dos anos 1970 e 1980, enquanto transformam a pista de dança em um templo religioso movido pelos sinos e pela rouquidão vocal da lead singer.

“THE LADY IS A TRAMP”, com Tony Bennett

Álbum: Duets II

Enquanto promovia ‘Born This Way’, Gaga chamou a atenção de uma lenda da música, Tony Bennett. Um dos ícones do jazz, Bennett convidou nossa Mother Monster para uma versão contemporânea do clássico “The Lady Is a Tramp”, que demonstrou mais uma vez a versatilidade artística da performer e que, no final das contas, ganhou aclame pela crítica internacional em virtude da simplicidade e da honestidade da dupla.

“APPLAUSE”

Álbum: ARTPOP

‘ARTPOP’ pode não ter feito o estrondoso sucesso dos álbuns anteriores de Gaga e, anos depois de ser duramente criticado, foi compreendido como um state-of-art da música pop. O lead single, “Applause”, trouxe o Eurodance de volta ao cenário mainstream e falou sobre fama e sobre o que lhe dá vida: aplausos.

“ARTPOP”

Álbum: ARTPOP

A faixa-título do quarto álbum de Gaga é uma jornada sinestésica e diferente de tudo que já havia nos mostrado. Investindo esforços principalmente no techno e no Euro disco, “Artpop” traz instrumentalizações distorcidas do piano e da guitarra enquanto insurge como a espinha dorsal dessa jornada à la Andy Warhol.

“VENUS”

Álbum: ARTPOP

À época de seu lançamento, “Venus” não teve recepção consideravelmente favorável por parte da crítica; de qualquer forma, caiu no gosto popular e ascendeu à fama como uma das faixas mais populares e apreciadas da artista; inspirada pelo synth-pop dos anos 1980, os versos falam sobre libertação e empoderamento sexual, fazendo inúmeras alusões à mitologia greco-romana.

“G.U.Y.”

Álbum: ARTPOP

O hino power-bottom “G.U.Y.” sofreu do mesmo mal que as canções conterrâneas de ‘ARTPOP’ e veio a ganhar reconhecimento muitos anos depois de lançada. A ode EDM, que também fala abertamente sobre sexo e sobre autoafirmação, seja corporal ou artística, contém elementos do R&B contemporâneo, do house e até mesmo do industrial pop.

“MANICURE”

Álbum: ARTPOP

Assim como outras faixas, “MANiCURE” não teve o reconhecimento que merecia – mas entrou para nossa lista por mérito próprio. Abrindo portas para o electro-rock, a dinâmica e vibrante faixa brinca com as palavras “man” e “cure” ao mesmo tempo que cria uma simples e divertida narrativa sobre sair e se divertir com amigos.

“DO WHAT U WANT”, com Christina Aguilera

Álbum: ARTPOP

Esqueça a colaboração com R. Kelly; “Do What U Want” é infinitamente melhor performada ao lado de Christina Aguilera. Após atribulações no começo dos anos 2010, as lendárias cantoras apresentaram durante o The Voice uma rendição espetacular da música, unindo forças para fazer críticas sobre imagem corporal e saúde mental.

“ANYTHING GOES”, com Tony Bennett

Álbum: Cheek to Cheek

O jazz de fato é um dos gêneros mais difíceis de serem cantados, principalmente por ter um fraseamento e um ritmo próprios. Mas isso não impediu Gaga e Bennett de se reunirem mais uma vez para ‘Cheek to Cheek’, cujo lead single insurgiu com a modernizada e dócil versão de “Anything Goes”.

“IT DON’T MEAN A THING (IF IT AIN’T GOT THAT SWING)”, com Tony Bennett

Álbum: Cheek to Cheek

Apesar de não ser conhecida por boa parte dos fãs, “It Don’t Mean a Thing (If It Ain’t Got That Swing)” coloca em voga o lado mais teatral e jazzy de Gaga e Bennett, em um complicado e estonteante ritmo que honra em todos os aspectos a canção original composta por Duke Ellington e Irving Mills.

“I CAN’T GIVE YOU ANYTHING BUT LOVE”, com Tony Bennett

Álbum: Cheek to Cheek

A nova versão do clássico composto por Jimmy McHugh e Adelaide Hall recebeu grandes elogios por parte da crítica, pela ousadia de certas alterações nos versos originais e pela química desfrutada entre os dois cantores. Além disso, a rendição trouxe Gaga mais perto de uma atemporalidade concisa que a colocava para além das incursões mainstream.

“BANG BANG (MY BABY SHOT ME DOWN)”

Álbum: Cheek to Cheek LIVE

Gaga é considerada por inúmeros especialistas e estudiosos como uma das maiores cantoras de todos os tempos – e sua versão de “Bang Bang (My Baby Shot Me Down)” na turnê Cheek to Cheek Live prova isso de uma vez por todas. A dramática interpretação da artista foi comentada com elogios pela lendária Cher, que canta a original, além de ter arrancado ovações pela construção em jazz e blues em vez do folk rock.

“TIL IT HAPPENS TO YOU”

Álbum: The Hunting Ground (OST)

Enquanto haters ao redor do mundo falavam que a carreira de Gaga já tinha acabado, a titã da música trabalhava arduamente em uma das melhores faixas de sua carreira: “Til It Happens to You”. Colocando-se como protagonista de uma narrativa que fala sobre abuso sexual, a canção foi escrita ao lado de Diane Warren para o documentário ‘The Hunting Ground’ – e recebeu indicações ao Oscar, ao Globo de Ouro e ao Grammy.

“PERFECT ILLUSION”

Álbum: Joanne

Três anos depois de seu último álbum de estúdio solo, Gaga anunciou um comeback diferente do esperado: ‘Joanne’. Revivendo a era vocalista da música com uma produção voltada para o country-rock, o álbum ganhou vida através do lead single “Perfect Illusion”, que faz alusões ao icônico Bruce Springsteen e seu conhecido dance-rock.

“MILLION REASONS”

Álbum: Joanne

A poderosa balada pop-country “Million Reasons” dominou as paradas e as rádios estadunidenses por um tempo consideravelmente longo, além de ter mostrado um lado bem mais íntimo e pessoal de Gaga. Alcançando o quarto lugar da Hot 100 da Billboard, a iteração foi escrita ao lado de Mark Ronson e Hillary Lindsey, abarcando uma indicação ao Grammy de Melhor Performance Pop Solo.

“JOANNE”

Álbum: Joanne

A música-título de ‘Joanne’ causou uma comoção pela natureza biográfica e pela cândida homenagem que Gaga fez à sua falecida tia, Joanne Germanotta. Elogiada pela crítica e mostrando as aptidões vocais da performer ao country, a versão em piano levou para casa um Grammy em 2019.

“JOHN WAYNE”

Álbum: Joanne

Apesar de não ter entrado para a lista de singles oficiais de ‘Joanne’, “John Wayne” forneceu um claro vislumbre da excentricidade de Gaga pela qual nos apaixonamos ainda em ‘The Fame’. Com um colorido e frenético videoclipe dirigido por Jonas Akerlund, a canção se inclina tanto para o country quanto para o disco e o funk, além de reapresentar o icônico ator titular ao mundo.

“A-YO”

Álbum: Joanne

O country-pop “A-Yo” é uma resposta sutil e cheia de metáforas para os haters que tentaram, em vão, atacar o que Gaga representa para o cenário artístico. Novamente, a música não foi bem aproveitada, apesar de ter sido performada inúmeras vezes ao vivo, mas colocou em voga vocais incríveis que, quando comparados a 2008, haviam envelhecido de modo excepcional.

“DANCIN’ IN CIRCLES”

Álbum: Joanne

O retro-country-funk “Dancin’ In Circles” tinha potencial de sobra para se tornar uma das músicas promocionais de ‘Joanne’, mas ficou à sombra de outras escolhas da produtora. De qualquer forma, a faixa caiu no gosto popular pela sensual rendição de Gaga e por uma lírica pungente e explícita – do jeito que os fãs adoram.

“THE CURE”

É um fato dizer que várias pessoas ficaram bastante eufóricas com o lançamento surpresa de “The Cure”. Gaga apresentou o single solto em suas apresentações no Festival Coachella e teve uma resposta bem calorosa por parte do público e dos fãs. Enquanto vários acreditavam ser o começo de uma nova era, a canção, na verdade, era um pretexto para a futura divulgação de ‘Nasce Uma Estrela’, que viria a emprestar o som pop-soul a faixas como “Heal Me” e “Hair Body Face”.

“YOUR SONG”

Álbum: Revamp

Gaga e Elton John sempre foram melhores amigos – e John a chamou inclusive para ser madrinha de seus dois filhos. Depois de inúmeras performances juntos, ela participou de uma homenagem ao lendário musicista no álbum tributo ‘Revamp’, ficando a encargo da famosa “Your Song” e entregando algo simplesmente fantástico.

“SHALLOW”, com Bradley Cooper

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

Migrando para o cenário cinematográfico, Gaga conseguiu o papel principal do remake de ‘Nasce Uma Estrela’, anunciando que trabalharia em uma trilha sonora original. “Shallow”, carro-chefe do álbum, tornou-se um sucesso imenso ao redor do mundo e, pouco tempo depois de dominar as paradas nacionais e internacionais, tornou-se a canção mais premiada da história, rendendo à artista dúzias de prêmios.

“ALWAYS REMEMBER US THIS WAY”

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

A balada romântica “Always Remember Us This Way” foi recebida com aclame universal por parte da crítica e conquistou uma indicação de Música do Ano no Grammy Awards. Elogiada pela densidade da produção e dos versos, a faixa voltou a exibir as habilidades instrumentais de Gaga e encontrou sucesso em meio ao cenário mainstream.

“IS THAT ALRIGHT?”

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

Resgatando suas raízes teatrais, Gaga deu vida à fantástica “Is That Alright?”, uma das muitas tracks de ‘Nasce Uma Estrela’. Roubando os holofotes assim como fez durante o longa-metragem inteiro, sua performance estupenda e irretocável foi destinada aos créditos finais do filme, destilando emoção a cada verso proferido.

“I’LL NEVER LOVE AGAIN”

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

Fechando com chave de ouro uma das melhores trilhas sonoras do século, “I’ll Never Love Again” arrancou lágrimas até dos mais céticos. Falando sobrea a perda da pessoa amada, a iteração conquistou a estatueta de Melhor Música Escrita para Mídia Visual no Grammy e demonstrou o alcance vocal de uma das artistas mais completas da atualidade.

“STUPID LOVE”

Álbum: Chromatica

Sete anos depois de sua última aventura no mundo pop, Gaga voltou com o lançamento de “Stupid Love”. O lead single do aclamado ‘Chromatica’ trouxe os retumbantes elementos do dance-pop e do house para uma colorida, vibrante e envolvente jornada musical que quebrou recordes e que reacendeu o fogo de suas obras anteriores.

“RAIN ON ME”, com Ariana Grande

Álbum: Chromatica

“Rain On Me” foi considerado a melhor música de 2020 por inúmeras razões: além da colaboração aplaudível entre Gaga e Ariana Grande, a faixa se tornou a música mais premiada do ano passado, além de ter sido a primeira colaboração feminina tanto a debutar em #1 na Hot 100 quanto a levar para casa o Grammy de Melhor Performance Pop Duo/Grupo. Chove em mim!

“CHROMATICA II + 911”

Álbum: Chromatica

Estendendo suas referências a Daft Punk e a Giorgio Moroder, a combinação etérea de “Chromatica II” e “911” não pode ser desassociada em nenhum momento. A cinemática apresentação do interlúdio é apenas pretexto para a explosão robótica do hino EDM, com toda a construção upbeat corroborando para as mensagens de saúde mental e para a conciliação de Gaga com seus demônios interiores.

“ALICE”

Álbum: Chromatica

A faixa de abertura de ‘Chromatica’ é inspirado pelo clássico romance ‘Alice no País das Maravilhas’. Movido pelo melhor do house e por beat drops incríveis, “Alice” é uma emocionante aventura muito mais profunda do que aparenta – e recheada de pequenos detalhes que podem passar despercebidos quando ouvidos pela primeira vez.

“SOUR CANDY”, com BLACKPINK

Álbum: Chromatica

Gaga não é conhecida por trazer inúmeras colaborações aos seus álbuns, mas ‘Chromatica’ mostrou-se um lugar propício para “atirar para todos os lados”. Em “Sour Candy”, o deep house ganha vida com a junção épica ao grupo de K-pop BLACKPINK, além de levar para casa inúmeras honrarias.

“BABYLON”

Álbum: Chromatica

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o último álbum lançado por Gaga. A impecável conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.

BÔNUS: “I WANT YOUR LOVE”

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Em 2016, Gaga foi convidada pessoalmente pelo lendário diretor, produtor, estilista e roteirista Tom Ford para cantar uma nova versão de “I Want Your Love”, clássica canção disco do grupo Le Chic. Sua versão foi aclamada pelo público e pela crítica especializada, sendo elogiada por uma abordagem mais contemporânea, mas sem perder a elegância da original.

‘Rick e Morty’: Último episódio da 5ª temporada ganha novo trailer divertido; Confira!

Adult Swim divulgou o trailer estendido do último episódio da 5ª temporada de ‘Rick e Morty’.

Compilando dois capítulos em um só, o especial de uma hora será composto pelos títulos “Forgetting Sarick Mortshall”“Rickmurai Jack”, com exibição marcada para 05 de setembro.

Confira:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Morre Bob Saget, lendário comediante da sitcom ‘Três É Demais’, aos 65 anos

10 clássicos filmes de fantasia dos anos 80 para você conferir nos streamings

O gênero fantástico é um dos mais explorados dentro das múltiplas incursões artísticas da humanidade, desde a literatura e a pintura até o cinema e a televisão. E, dentro desse escopo, os anos 1980 representaram uma grande época para filmes desse estilo.

Desde a clássica aventura ‘Os Caçadores da Arca Perdida’, que trouxe Harrison Ford na pele de Indiana Jones, até a singela e arrepiante jornada de ‘A História Sem Fim’, foram vários os títulos que povoaram o imaginário popular nessa década tão vibrante para o entretenimento – e que, com o advento das plataformas virtuais, podem ser reassistidos ou redescobertos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez longas-metragens fantásticos dos anos 1980 para você conferir nos streamings.

Veja abaixo as nossas escolhas:

EXCALIBUR (1981)

Onde assistir: YouTube

O mago Merlin (Nicol Williamson) dá ao rei Uther Pendragon (Gabriel Byrne) a mística Excalibur, a espada do poder. Durante uma emboscada Uther é ferido mortalmente e, pouco antes de morrer, enterra a espada em uma pedra. Fica então decidido que o cavaleiro que puder retirá-la da pedra será o novo rei, mas ninguém consegue. Anos depois o país estava divido em guerra entre os senhores feudais e Arthur (Nigel Terry), um jovem escudeiro, retira facilmente a espada da pedra. Alguns nobres juram fidelidade ao novo rei e Merlin relata que Arthur é um filho bastardo de Uther, mas alguns nobres não aceitam sua autoridade. No entanto o tempo faz todos se curvarem ao sábio rei, mas o tempo vai mostrar que o fator de desagregação do reino está na atração que Lancelot (Nicholas Clay), o campeão do rei, sente por Guinevere (Cherie Lunghi), a rainha. E, somando-se a isto, Morgana (Helen Mirren), a meia-irmã de Arthur, decide que Mordred (Robert Addie), o filho que ela teve com Arthur, deve ocupar o trono.

OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (1981)

Onde assistir: Apple TV+

Em 1936, o arqueólogo Indiana Jones (Harrison Ford) é contratado para encontrar a Arca da Aliança, que segundo as escrituras bíblicas conteria “Os Dez Mandamentos” que Deus revelou a Moisés no Monte Horeb. Mas como a lenda diz que o exército que a possuir será invencível, Indiana Jones terá um adversário de peso na busca pela arca perdida: o próprio Adolf Hitler.

O CRISTAL ENCANTADO (1982)

Onde assistir: Apple TV+

Em outro planeta, em um passado distante, o Cristal Encantado foi danificado e deu-se início a uma era de caos. Jen, uma órfã que foi criada pela pacífica raça de magos conhecida como Mystics, embarca em uma jornada para encontrar o pedaço desaparecido do Cristal e trazer de volta equilíbrio para o universo.

A HISTÓRIA SEM FIM (1984)

Onde assistir: HBO Max

Bastian (Barret Oliver) é um garoto que usa sua imaginação como refúgio dos problemas do dia a dia, como as provas do colégio, as brigas na escola e a perda de sua mãe. Um dia, após se livrar de alguns garotos que insistem em atormentá-lo, ele entra em uma livraria. Lá o proprietário mostra um antigo livro, chamado A História Sem Fim, o qual classifica como perigoso. O alerta atiça a curiosidade de Bastian, que pega o livro emprestado sem ser percebido. A leitura o transporta para o mundo de Fantasia, um lugar que espera desesperadamente a chegada de um herói. A imperatriz local (Tami Stronach) está morrendo e, junto com ela, o mundo em que vive é aos poucos devorado pelo feroz Nada. A única esperança é Atreyu (Noah Hathaway), que busca a cura para a doença da imperatriz com a ajuda de Bastian.

O FEITIÇO DE ÁQUILA (1985)

Europa, século XII. O Bispo de Áquila (John Wood) toma consciência que sua amada, a bela Isabeau (Michelle Pfeiffer), está apaixonada por Etienne Navarre (Rutger Hauer), um cavaleiro. Áquila fica possuído de raiva e ciúme e lança uma maldição sobre o casal: de dia ela sempre será um falcão e de noite Navarre toma a forma de um lobo, sendo que desta forma fica o casal impedido de se entregar um ao outro. Eles têm como único aliado Phillipe Gaston (Matthew Broderick), mais conhecido como Rato, que é o único prisioneiro que escapou das muralhas de Áquila.

LABIRINTO (1986)

Onde assistir: HBO Max

Labirinto acompanha a adolescente Sarah (Jennifer Connelly) que, graças a sua imaginação fértil, acaba dando vida aos duendes do seu livro favorito – Labirinto – para que eles sumam com o irmão caçula. Mas quando o pequeno Toby realmente desaparece, Sarah precisa ir atrás dele neste mundo de conto de fadas e tentar resgatá-lo das mãos do maldoso Rei dos Duendes (David Bowie). Protegendo o castelo, encontra-se o labirinto – um emaranhado de armadilhas repleto de estranhos personagens e perigos desconhecidos. Com o intuito de salvar Toby a tempo, Sarah terá que enganar o rei ficando amiga dos duendes que o protegem, na esperança de que a fidelidade deles não passe apenas de uma ilusão num lugar em que nada parece ser o que é.

AS BRUXAS DE EASTWICK (1987)

Onde assistir: Apple TV+

Alex Medford (Cher), Jane Spofford (Susan Sarandon) e Sukie Ridgemont (Michelle Pfeiffer) moram em Eastwick e estão infelizes. Solitárias, carentes e sexualmente reprimidas, elas imaginam o homem ideal e são surpreendidas pela chegada do sedutor e misterioso Daryl Van Horne (Jack Nicholson) na cidade.

A PRINCESA PROMETIDA (1987)

Onde assistir: Netflix

Um avô lê um conto de fadas ao seu neto, com direito a uma linda princesa, lutas de esgrima e gigantes. A história do livro se baseia na vida da princesa Buttercup (Robin Wright), que é apaixonada por um jovem camponês. Após fazerem com que acredite que ele morreu, ela decide se casar com um príncipe, que logo se mostra malvado. No dia do casamento uma gangue a rapta e ela descobre que dentre seus sequestradores está o camponês. A partir daí os dois terão que enfrentar muitas coisas para finalmente ficarem juntos.

WILLOW – NA TERRA DA MAGIA (1988)

Onde assistir: Disney+

Lançado em 1988, ‘Willow’ gira em torno de Willow Ufgood, um anão e aprendiz de mágico que conta com a ajuda de Madmartigan, um exímio espadachim, numa guerra contra feiticeiros e monstros. Juntos eles terão de vencer todos esses seres para salvar um bebê (que mais tarde será princesa) das mãos de uma terrível rainha, Bavmorda. Bavmorda usa de magia negra para controlar o reino e teme a criança, pois uma profecia diz que será o motivo de sua derrota.

OS FANTASMAS SE DIVERTEM (1988)

Onde assistir: HBO Max

Após morrerem quando o carro deles cai em um rio, Barbara Maitland (Geena Davis) e Adam Maitland (Alec Baldwin) se veem como fantasmas que não podem sair da sua casa de campo na Nova Inglaterra, pois antes que possam ganhar suas asas têm que ocupar a casa como fantasmas pelos próximos cinquenta anos. A paz é rompida quando Charles (Jeffrey Jones) e Delia Deitz (Catherine O’Hara), um casal de novos-ricos, compra a casa. Mas os Maitland são inofensivos como fantasmas e os esforços para espantar os compradores acaba em fracasso. E se o casal não fica apavorado, Lydia Deitz (Winona Ryder), a excêntrica e dark filha deles, pode ver e falar com Barbara e Adam, que contratam os serviços de um Beetlejuice (Michael Keaton), um “bioexorcista”, para apavorar os moradores, apesar de sentirem simpatia por Lydia. Mas logo a situação foge do controle.

‘O Príncipe Dragão’: História de Aaravos é destaque no novo clipe da 4ª temporada; Confira!

Netflix divulgou mais um clipe oficial da 4ª temporada da aclamada animação ‘O Príncipe Dragão’, subtitulada ‘Mistério de Aaravos’.

Confira:

Os próximos episódios serão titulados:

Capítulo 1: Rebirthday
Capítulo 2: Fallen Stars
Capítulo 3: Breathtaking
Capítulo 4: Through the Looking Glass
Capítulo 5: The Great Gates
Capítulo 6: The Drakewood
Capítulo 7: Beneath the Surface
Capítulo 8: Rex Igneous
Capítulo 9: Escape from Umber Tor

Os novos capítulos chegam à plataforma de streaming no dia 03 de novembro.

Em entrevista ao ComicBook.com no ano passado, os criadores Aaron EhaszJustin Richmond falaram sobre o que podemos esperar da próxima temporada.

“Direi isso: não seria ótimo se retornar um ovo para uma mãe que perdeu o ovo ou retornar um bebê dragão trouxesse paz mundial? Não seria ótimo? Bom, é um passo na direção certa, mas os conflitos e as complicações de Xadia são progundas, e acho que podemos especular sobre personagens diferentes que têm níveis diferentes de idealismo e acreditam que a mudança deve aparecer rapidamente”, disse Ehasz.

Ele continuou: “e acredito que os temas são os mesmos. Acho que as esperanças e os sonhos de nossos personagens são os mesmos, mas o mundo vai se revelar mais complicado do que se mostrou nas primeiras três temporadas”.

Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada.

‘O Príncipe Dragão’ foi criado por Aaron Ehasz‎ e Justin Richmond, roteiristas de ‘Avatar: A Lenda de Aang’.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporadas já estão disponíveis no serviço de streaming!

‘Barry’: O fim está próximo no novo cartaz OFICIAL da última temporada; Confira!

A HBO divulgou o cartaz oficial da 4ª (e última) temporada de ‘Barry‘, aclamada comédia criada e estrelada por Bill Hader.

Confira, junto ao trailer legendado:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 16 de abril.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

Na série, Hader vive um ex-combatente da Marinha norte-americana que passa a levar seus dias como um assassino de aluguel no meio oeste do país. Desesperado, ela aceita um emprego em Los Angeles, onde ele descobre um inesperado interesse pelas artes cênicas, que se torna sua grande aspiração profissional.

A série foi cocriada por Hader ao lado de Alec Berg.

O elenco ainda conta com Henry Winkler, Stephen Root, Sarah Goldberg, Anthony Carrigan e Glenn Fleshler.

‘Toy Story 5’: Rumores revelam detalhes IMPORTANTES sobre a trama da sequência; Confira!

A Disney pegou os fãs de surpresa quando anunciou que está desenvolvendo ‘Toy Story 5′ e, agora, o site The DisInsider apresentou alguns rumores do que podemos esperar da sequência.

As informações indicam que o longa-metragem tem uma janela de lançamento almejada para junho de 2025, ainda sem dia confirmado.

Além disso, alguns detalhes da trama foram discriminados: o Sr. e a Sra. Cabeça de Batata irão retornar. Entretanto, como os dubladores Don RicklesEstelle Harris faleceram nos últimos anos, ambos os personagens serão reelencados para a nova sequência. Além disso, Andy irá retornar como adulta, com sua família sendo parte importante da trama; e Randy Newman deve reprisar seu papel como compositor.

Além disso, o diretor criativo da Pixar, Pete Docter, confirmou à Variety que o filme terá o retorno de Woody e Buzz Lightyear.

“Temos outro Toy Story a caminho, então Woody e Buzz vão voltar”, afirmou. 

Tim Allen, que dublou o patrulheiro espacial Buzz Lightyear nos quatro primeiros filmes da franquia, confirmou que vai reprisar o papel na sequência.

Na publicação, ele escreveu:

“Vejo você em breve, Woody, você é um homenzinho triste e estranho e sinto pena de você. E lá vamos nós para o número 5! Ao infinito e além!”

Confira:

Por enquanto, ainda não há maiores detalhes sobre a sequência, como uma previsão de estreia.

Mas, considerando a publicação de Allen, Tom Hanks também deve retornar como o Xerife Woody.

Até lá, vale lembrar que todos os filmes da franquia estão disponíveis na Disney+!

SAG Awards 2024 | Robert Downey Jr. conquista o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por ‘Oppenheimer’

O aclamado sucesso de Christopher Nolan, ‘Oppenheimer’, fez bonito durante o anúncio de vencedores do SAG Awards 2024

Robert Downey Jr. levou para casa o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por seu aplaudido trabalho na produção. Ele também já levou o Critics Choice Award, o Globo de Ouro e o BAFTA na mesma categoria, tornando-se o favorito para conquistar o Oscar.

‘Oppenheimer’ apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Cillian Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

‘Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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‘Solar Opposites’: 5ª temporada da aclamada animação ganha mais um trailer HILÁRIO; Confira!

Hulu divulgou mais um trailer oficial da 5ª temporada de ‘Solar Opposites’, aclamada animação adulta do mesmo criador de ‘Rick e Morty’.

Lembrando que a nova iteração tem lançamento marcado para o dia 12 de agosto. No Brasil, a série está disponível no Disney+.

Confira:

Justin Roiland (‘Rick and Morty’) e Mike McMahan são os criadores da atração.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

A produção conta com as vozes de Roiland, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.

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BAFTA 2025 | ‘Emilia Pérez’, ‘Ainda Estou Aqui’ e mais na lista de indicados à premiação!

Foram anunciados hoje, 15 de janeiro, os indicados à 78ª edição do BAFTA, um dos principais termômetros do Oscar.

Os vencedores serão revelados em 16 de fevereiro.

Confira a lista completa abaixo:

MELHOR FILME
Anora
O Brutalista
Um Completo Desconhecido
Conclave
Emilia Pérez

MELHOR FILME BRITÂNICO
Bird
Blitz
Conclave
Gladiador II
Hard Truths
Kneecap
Lee
Love Lies Bleeding – O Amor Sangra
The Outrun
Wallace & Gromit: Avengança

MELHOR ESTREIA DE UM ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO
Luna Carmoon, Hoard
Rich Peppiatt, Kneecap
Dev Patel, Fúria Primitiva
Sandhya Suri, James Bowsher, Balthazar de Ganay, Santosh
Karan Kandhari, Sister Midnight

MELHOR FILME DE LÍNGUA NÃO-INGLESA
Tudo que Imaginamos como Luz
Emilia Pérez
Ainda Estou Aqui
Kneecap
A Semente da Árvore Sagrada

MELHOR DOCUMENTÁRIO
20 Dias em Mariupol
American Symphony
Beyond Utopia
Still: A Michael J. Fox Movie
Wham!

MELHOR FILME ANIMADO
Flow
Divertida Mente 2
Wallace & Gromit: Avengança
Robô Selvagem

MELHOR FILME INFANTIL E PARA A FAMÍLIA
Flow
Kensuke’s Kingdom
Wallace & Gromit: Avengança
Robô Selvagem

MELHOR DIREÇÃO
Sean Baker, Anora
Brady Corbet, O Brutalista
Edward Berger, Conclave
Denis Villeneuve, Duna: Parte 2
Jacques Audiard, Emilia Pérez
Coralie Fargeat, A Substância

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Sean Baker, Anora
Brady Corbet & Mona Fastvold, O Brutalista
Rich Peppiatt, Kneecap
Jesse Eisenberg, A Verdadeira Dor
Coralie Fargeat, A Substância

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
James Mangold e Jay Cocks, Um Completo Desconhecido
Peter Straughan, Conclave
Jacques Audiard, Emilia Pérez
Ramell Ross e Joslyn Barnes, Nickel Boys</em
Clint Bentley e Greg Kwedar, Sing Sing

MELHOR ATRIZ
Cythia Erivo, Wicked
Karla Sofía Gascón, Emilia Pérez
Marianne Jean-Baptista, Hard Truths
Mikey Madison, Anora
Demi Moore, A Substância
Saoirse Ronan, The Outrun

MELHOR ATOR
Adrien Brody, O Brutalista
Timothée Chalamet, Um Completo Desconhecido
Colman Domingo, Sing Sing
Ralph Fiennes, Conclave
Hugh Grant, Herege
Sebastian Stan, O Aprendiz

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Selena Gomez, Emilia Pérez
Ariana Grande, Wicked
Felicity Jones, O Brutalista
Jamie Lee Curtis, The Last Showgirl
Isabella Rossellini, Conclave
Zoe Saldaña, Emilia Pérez

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Yura Borisov, Anora
Kieran Culkin, A Verdadeira Dor
Clarence Maclin, Sing Sing
Edward Norton, Um Completo Desconhecido
Guy Pearce, O Brutalista
Jeremy Strong, O Aprendiz

MELHOR ELENCO
Anora
O Aprendiz
Um Completo Desconhecido
Conclave
Kneecap

MELHOR FOTOGRAFIA
O Brutalista 
Conclave
Duna: Parte 2
Emilia Pérez
Nosferatu

MELHOR MONTAGEM
Anora
Conclave
Duna: Parte 2
Emilia Pérez
Kneecap

MELHOR FIGURINO
Blitz
Um Completo Desconhecido
Conclave
Nosferatu
Wicked

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
Duna: Parte 2
Emilia Pérez
Nosferatu
A Substância
Wicked

MELHOR TRILHA SONORA
O Brutalista
Conclave
Emilia Pérez
Nosferatu
Robô Selvagem

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
O Brutalista
Conclave
Duna: Parte 2
Nosferatu
Wicked

MELHOR SOM
Blitz
Duna: Parte 2
Gladiador II
A Substância
Wicked

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Better Man
Duna: Parte 2
Gladiador II
Planeta dos Macacos: O Reinado
Wicked

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO BRITÂNICO
Adiós
Mog’s Christmas
Wander to Wonder

MELHOR CURTA BRITÂNICO
The Flowers Stand Silently, Witnessing
Marion
Milk
Rock, Paper, Scissors
Stomach Bug

EE ESTRELA EM ASCENSÃO (votado pelo público)
Marisa Abela
Jharrel Jerome
David Jonsson
Mikey Madison
Nabhaan Rizwan

Crítica | Rodrigo Aragão nos convida aos labirínticos corredores do Edifício Magdalena com o terror ‘Prédio Vazio’

Em ‘Prédio Vazio’, o cineasta Rodrigo Aragão nos convida para acompanhar a insana jornada de Luna (Lorena Corrêa), uma jovem que, após receber uma ligação estranha da mãe (Rejane Arruda), resolve partir de Belo Horizonte para a idílica cidade de Guarapari para entender o que está acontecendo e, ao que tudo indica, salvá-la de algum problema em que tenha se metido. Porém, ao chegar lá, Luna percebe que as coisas são muito piores do que imagina – e que, talvez, ela não consiga sair de um labiríntico e antigo edifício à beira da praia com vida.

O longa de terror funciona como uma espécie de celebração da própria vida do diretor, que nasceu na cidade em questão e tem um apreço significativo em colocar suas histórias ambientadas na terra natal. Aqui, ele constrói uma ambiciosa mitologia que bebe dos clássicos contos de fantasmas e que nos leva ao Edifício Magdalena, palco de uma narrativa sangrenta e recheada de traumas que acompanha não só Luna, mas cada uma das infelizes almas que adentrou o claustrofóbico prédio e se viu frente a uma derradeira ruína – não é surpresa, pois, que Aragão nos bombardeie com inúmeras sequências que detalham a morte de algumas das vítimas.

O problema maior do projeto é não saber exatamente o que se fazer ao longo de quase uma hora e meia de duração: de um lado, temos cenas fragmentadas que, a priori, deveriam servir como base para fomentar essa mitologia defendida por Aragão (responsável, também, pelo roteiro), mas soam como pedaços de curtas-metragens cujo único objetivo é preencher buracos; de outro, a incansável jornada de Luna em busca da mãe soa como uma motivação falsa, visto que ela deixa a entender que não tem uma relação muito próxima da mãe (“Nossa, minha filha me ligou. Agora meu dia ficou melhor”, diz a personagem de Arruda logo no primeiro ato) e, mesmo assim, é taxada com uma irrefreável obsessão por ajudá-la (como aponta Caio Macedo, intérprete do namorado de Luna).

Há várias incongruências que mancham a estrutura do filme, e não me refiro apenas aos furos no roteiro, e sim a outros aspectos: honestamente, senti-me assistindo a um projeto de faculdade de baixo orçamento e com atores improvisados, que não se sentem bem ao interpretar os personagens que lhe foram destinados. A química entre Corrêa e Macedo é inexistente, e ambos se esquecem da primeira regra da atuação – a ação e a reação. Em incontáveis momentos, há uma longa pausa entre as falas de ambos que causa desconforto constante no público, como se tivessem dificuldade para se recordarem das falas; enclausurados em performances monotônicas e quase risíveis, ao menos Corrêa consegue se desvencilhar da completa apatia conforme entre no ato final e tem mais cenas ao lado de Arruda (que faz o melhor que pode dado as circunstâncias).

Gilda Nomacce, que interpreta a psicótica zeladora Dora, é um ponto de frescor em meio a tantos equívocos enfrentados pelo filme – mas, mesmo assim, é mal aproveitada e retirada do brilho que traz às telonas por uma fraca montagem de Thiago Amaral. Por vezes, a edição e a direção tomam rumos surrealistas e fabulescos, nos convidando para uma história fora do espaço e do tempo e que bebe de clássicos filmes-B de terror dos anos 1980. Todavia, Aragão e sua equipe não abraçam o non-sense por completo, singrando em uma corda-bamba perigosa que não tem qualquer propósito – e que, indiretamente, impactam no desenvolvimento do arco de Dora e de sua inebriante vilania de serial killer.

Ao menos a identidade artística sabe como se portar, prestando homenagens a nomes como George A. Romero através de efeitos práticos e próteses assustadoras destinadas aos mortos que assombram o Edifício Magdalena, e a Dario Argento com uma exagerada e fervilhante paleta de cores – que mescla cores opostas em um vibrante jogo de gato e rato. Em outras palavras, o diretor de fotografia Alexandre Barcelos e a diretora de arte Priscilla Huapaya unem forças para claras homenagens a títulos ‘Suspiria’, ‘Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio’ e ‘Despertar dos Mortos’, apostando fichas em um escape visual que tenta, cena a cena, nos desviar do cansativo e inexplicável enredo que se desenrola.

‘Prédio Vazio’ tem uma clara ideia para apresentar ao público e procura trazer elementos novos a um gênero que ainda não é tão explorado como poderia no cenário audiovisual nacional. Entretanto, as boas intenções “saem pela culatra” ao, eventualmente, emergir como uma grande festividade de vários nadas que se completam em um vazio impalpável e um gosto de frustração que nos acompanha por bastante tempo depois de termos deixado a sala de cinema.

Brendan Fraser e Rachel Weisz estão em negociações para novo filme da franquia ‘A Múmia’, revela site

Segundo o Deadline, a Universal Pictures está retornando para uma de suas franquias de aventura mais adoradas, ‘A Múmia’ – e parece que os astros Brendan FraserRachel Weisz estão em negociações para reprisarem seus papéis como Rick e Evelyn O’Connell.

De acordo com múltiplas fontes que conversaram com o consórcio de imprensa, acredita-se que Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett (‘Casamento Sangrento’, ‘Pânico’) assumirão a cadeira de diretores, enquanto David Coggeshall (‘Plano em Família’) ficará responsável pelo roteiro.

Sean Daniel, que já trabalhou nos outros filmes da franquia, está atado como produtor ao lado de William SherakJames Vanderbilt e Paul Neinstein.

Mais detalhes não foram divulgados.

Lançado em 1999, ‘A Múmia’ nos levou de volta para a década de 1920 e acompanhou uma aspirante à arqueóloga e seu irmão que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro. Entretanto, nessa viagem milenar, o trio acaba ressuscitando uma múmia diabólica e vingativa que deseja transformar o planeta em um cenário de guerra.

Apesar das críticas mistas à época do lançamento, o filme dirigido por Stephen Sommers transformou-se em um clássico cult que foi redescoberto e elogiado pela trama despojada e pelo trabalho do elenco – que incluiu Rachel WeiszArnold VoslooJohn HannahOded Fehr. Arrecadando US$422,5 milhões ao redor do mundo, o sucesso financeiro deu origem a duas sequências diretas – ‘O Retorno da Múmia’‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ – e uma pré-sequência intitulada ‘O Escorpião Rei’.

O filme está disponível no Prime Video.

Amanhecer na Colheita | Análise do trailer e o que esperar do novo capítulo da saga ‘Jogos Vorazes’

‘Jogos Vorazes’ se tornou uma das franquias multimidiáticas mais populares e elogiadas do século. Tendo início com a saga de romances assinada por Suzanne Collins, a imediata aceitação da crítica e do público permitiu que a literatura distópica jovem-adulta sofresse um boom ao redor do planeta ao nos levar para um futuro não muito distante em que a América do Norte foi destruída após uma sangrenta Guerra Civil. Assim que a guerra terminou, fundou-se a Capital, lar dos vitoriosos, e doze Distritos subjugados à sede de poder e de vingança de seus algozes.

Para punir os dissidentes e reafirmar o império aparentemente impenetrável da Capital, criou-se um evento controverso conhecido como Jogos Vorazes, em que adolescentes dos Distritos seriam escolhidos aleatoriamente para competirem em uma espécie de arena de gladiadores até restar apenas um – e essa vitória garantiria ao competidor louros, comida e uma vida muito melhor em comparação aos outros. E, caminhando para sua 74ª edição, Collins nos convida a acompanhar a jornada de Katniss Everdeen, uma jovem do Distrito 12 que, durante a Colheita, voluntaria-se como tributo para impedir que a irmã mais nova seja selecionada.

A partir daí, a romancista constrói um denso microcosmos político-social inspirado em diversas teorias filosóficas e sociológicas que servem como reflexo de uma sociedade movida pela desigualdade social e pela supressão dos direitos. Não é surpresa que os três volumes da saga original foram adaptados em uma quadrilogia cinematográfica estrelada por Jennifer Lawrence – e que encontrou um forte sucesso crítico e comercial.

Dessa forma, Collins e a Lionsgate, produtora responsável pelas adaptações fílmicas, deram continuidade a essa irruptiva distopia com a pré-sequência ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, que nos levou mais de seis décadas antes de Katniss para narrar a história de Coriolanus Snow, que se tornaria o temível e autoritário presidente de Panem, e de Lucy Gray Baird, a primeira vitoriosa do Distrito 12 nos Jogos Vorazes. Pouco depois, Collins nos presenteou com mais um spin-off‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, que delineia as origens de ninguém menos que Haymitch Abernathy.

Haymitch foi selecionado para a 50ª edição dos Jogos, conhecido também como o 2º Massacre Quaternário – um evento que ocorre a cada um quarto de século e que conta com uma mudança determinada pelo próprio Snow. Naquele ano, os Jogos colheriam o dobro de tributos, significando que cada Distrito deveria entregar quatro de seus jovens para competir em um sangrento massacre. Como bem sabemos, Haymitch saiu vitorioso e se tornou mentor de Katniss anos mais tarde, além de apoiá-la incondicionalmente na revolução contra a Capital.

Agora, o mais recente volume de ‘Jogos Vorazes’ ganhará uma merecida releitura para os cinemas que chega ao Brasil em 19 de novembro – e que, no dia de hoje (13), ganhou um trailer incrível e que já nos leva de volta a Panem para mais um confronto entre aqueles que estão no poder e aqueles que são obrigados a servi-los.

Para aqueles que não tiveram a oportunidade de ler o livro, a história talvez seja a mais trágica de todo o panteão criado por Collins, ao menos até agora e inclusive quando nos lembramos da personalidade duvidosa com que Haymitch é-nos apresentado pela primeira vez – um bêbado errante e desiludido que parece ter perdido a vontade de viver.

No trailer, vemos que o protagonista, interpretado por Joseph Zada, nutre de um amor poderoso pela jovem Lenore Dove (Whitney Peak) – que, para aqueles que não se recordam, é descendente de Lucy Gray Baird. Porém, o mundo do casal vira de cabeça para baixo quando Haymitch é selecionado para o 2º Massacre Quaternário e é enviado ao lado de outros três tributos à Capital: Maysilee Donner (Mckenna Grace), Wyatt Callow (Ben Wang) e Louella McCoy (Molly McCann), todos ganhando destaque no trailer em uma montagem que inclui o famoso programa de televisão apresentado por Caesar Flickerman (Kieran Culkin).

Haymitch é pintado como alguém propenso à rebeldia, o que chama a atenção imediata do Presidente Snow (Ralph Fiennes). O governante, ciente de que os sentimentos que o jovem tem por Lenore podem ser transformados em arma, afirma em uma sutileza assustadora que não pensará duas vezes antes de usá-la contra Haymitch caso ele “saia da linha”: “agora, você está sozinho”, Fiennes diz em uma sombria interpretação de Snow.

Porém, como podemos ver no decorrer do vídeo, os personagens envolvidos na trama já partem de uma ideia revolucionária que encontra em Haymitch uma centelha de esperança, ainda mais considerando os ideais totalmente contrários a Snow que fomenta desde quando mais jovem. Ainda que tema pela família e pelo grande amor de sua vida, ele sabe que precisa fazer alguma coisa para quebrar a engrenagem da Capital por dentro (“Não somos animais a serem abatidos para a diversão deles”, Zada diz nos momentos finais do vídeo).

O trailer também mostra os aliados de Haymitch: além de Maysilee e dos outros tributos, o protagonista é acompanhado por duas vitoriosas que já conhecemos. A primeira delas é Wiress, vencedora da 49ª edição dos Jogos e que, aqui, é vivida pela incrível Maya Hawke; a segunda é Mags Flanagan, vencedora da 11ª edição dos Jogos e que é encarnada em sua versão mais jovem por Lili Taylor. Ambas são escaladas como mentoras do Distrito 12, acompanhadas de perto por Beetee Latier (Kelvin Harrison Jr.), vencedor da 34ª edição dos Jogos que tentou se levantar contra Snow e teve seu filho selecionado para participar do Massacre Quaternário como punição.

‘Amanhecer na Colheita’ conta com uma diferença estética significativa dos outros capítulos da franquia e utiliza isso a seu favor: aqui, é perceptível como a paleta de cores e o tratamento imagético das belíssimas e quase idílicas sequências servem como fachada para a brutalidade da Capital para com os Distritos, mas mostrando que a fútil celebração do espetáculo mascara o início de um levante dentro da supostamente impenetrável fortaleza de Snow. Em outras palavras, o filme parte da perspectiva da Capital como veneno de seu próprio organismo e nos envolve em uma ambiguidade cênica angustiante e inebriante.

O vídeo dá destaque a duas das personagens mais excêntricas do universo ‘Jogos Vorazes’: a odiosa Drusilla Sickle, uma das acompanhantes dos tributos do Distrito 12 que é vivida pela icônica Glenn Close; e a adorada Effie Trinket, estilista selecionada para cuidar das vestes de Haymitch e dos outros e que, representando mais um marco em sua carreira, é encarnada pela recém-indicada ao Oscar Elle Fanning. Effie, inclusive, já demonstra uma certa empatia pelos tributos, começando a questionar o que, de fato, a Capital está tentando provar com tanta barbaridade (“Vá até lá e faça com que se lembrem de você”, Fanning diz a Zada em um dos melhores momentos do material).

Contando com várias cenas de ação que nos preparam para esse aguardado filme, o destaque também vai à Cornucópia, o centro das Arenas dos Jogos em que os tributos se posicionam para o início dos combates, que nutre da mesma vibrante e enganosa paleta do restante do vídeo – e, chegando ao final, Fiennes nos arrepia com o início da famosa máxima “e que a sorte esteja…” antes de soltar um riso de desdém para Zada em um tom extremamente mortal.

Lembrando que ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ chega aos cinemas nacionais em 19 de novembro.

‘Thor 4’: Valquíria será a primeira heroína gay do MCU na sequência

De acordo com o We Got This Covered, foi revelado na San Diego Comic Con que a Valquíria (Tessa Thompson) será a primeira heroína gay do MCU.

Kevin Fiege confirmou a notícia e disse que a representatividade irá se expandir em outros filmes da Marvel:

“A resposta é sim”, disse ele. “Como isso afeta a história [de ‘Thor 4′] é que esse nível de representação irá se expandir nos próximos filmes, não apenas em ‘Thor 4‘”.

Alguns fãs já apostavam na decisão e uma cena mostrando a bissexualidade da asgardiana já estava planejada em ‘Thor: Ragnarok‘, mas acabou sendo cortada da versão final.

Agora resta saber como a será a narrativa de ‘Thor: Amor e Trovão’, que chega aos cinemas no dia 5 de novembro de 2021.

O elenco conta com Chris Hemsworth, Tessa Thompson e Natalie Portman. A direção é de Taika Waititi .

Além disso, foi revelado que Natalie Portman será a versão feminina do Thor nos cinemas.

Confira o logo:

Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente!

Além disso, o We Got This Covered informar que Amora, a Feiticeira, provavelmente será a principal vilã do filme.

Amora, a Feiticeira

Ainda assim, não é seguro afirmar com certeza essa possibilidade, já que o filme ainda é uma hipótese, mas as fontes do site dizem que Amora é a melhor escolha para o filme. Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

‘One World: Together At Home’: Globo vai exibir festival com Elton John, Billie Eilish e Lady Gaga

De acordo com a Veja, a Globo vai transmitir o evento ‘One World: Together At Home‘ à partir das 16h do próximo sábado (18), e a Globoplay estará com sinal aberto para quem não é assinante.

O Multishow também terá transmissão simultânea nas TVs por assinatura e em seu canal do YouTube.

Com o objetivo de arrecadar fundos para combate ao Coronavírus, o evento também serve para conscientizar a população sobre a importância das prevenções e do isolamento como forma de evitar novos contágios.

Além disso, os destaques da programação serão as apresentações de diversos artistas em homenagem aos profissionais da saúde que estão lutando contra a doença.

Entre os principais convidados estão Lady Gaga, Alicia Keys, Taylor Swift, Paul McCartney, Stevie Wonder, Billie Eilish, Celine Dion, Elton John, Michael Bublé, John Legend, Jessie J, e Anitta, a única brasileira convidada para a atração.

A curadoria fica a cargo de Gaga, que se juntou à OMS e arrecadou mais de US$35 milhões para incentivar pesquisas sobre o COVID-19 e auxiliar as pessoas que estão sofrendo com a pandemia.

A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a ONG Global Citizen, e os valores arrecadados serão revertidos em equipamentos de saúde e kits de diagnóstico da doença.

Ao todo, 39 países da África serão beneficiados com a ajuda, além de 20 na Europa e mais 29 no continente Americano.

Lembrando que o ‘One World: Together at Home‘ também estará disponível na Amazon Prime Video, Facebook, Instagram, Twitch TV, Yahoo, e YouTube.

No Brasil, os canais MTV, Comedy Central, e Paramount irão exibir as apresentações ao vivo a partir das 21h.

Ray Fisher critica a renovação de contrato do presidente da DC Films; Entenda!

Na noite de ontem (05), foi anunciado que Walter Hamada renovou seu contrato como presidente da DC Films, e vai permanecer no cargo até 2023.

No entanto, Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça‘ criticou a decisão em seu perfil do Twitter, sugerindo que Hamada deveria estar sob investigação por conta de comportamentos abusivos nos bastidores do filme.

Na publicação, o astro ressalta que Hamada também estava trabalhando com Geoff Johns, produtor que encontra-se sob investigação interna da Warner pelo mesmo motivo.

Fisher parecia irritado ao afirmar que a Warner “esqueceu de mencionar que Hamada estava trabalhando com Johns no mesmo período das refilmagens de ‘Liga da Justiça‘, quando os episódios de abusos foram denunciados.

Ele ainda deixou claro que deve contar mais sobre o assunto futuramente.

Confira:

“É estranho como esses anúncios reacionários da Warner Bros sempre esquecem de mencionar que Walter Hamada estava trabalhando diretamente com Geoff Johns e Toby Emmerich (em ‘Shazam!‘) DURANTE as refilmagens de ‘Liga da Justiça‘. Mais em breve.”

Anteriormente, Fisher disse que nunca mais vai trabalhar com Hamada devido às suas mentiras.

“Walter Hamada é o tipo mais perigoso que existe de mentiroso. Suas mentiras e o contato de 4 de setembro da assessoria de imprensa da Warner Bros pretendiam prejudicar as questões reais por trás da investigação sobre Liga da Justiça. Não participarei de nenhum filme produzido por ele”, afirmou.

Entenda o caso

O ator Ray Fisher fez sérias acusações contra o diretor Joss Whedon, alegando que os produtores-executivos Geoff Johns e Jon Berg permitiram um comportamento “nojento e abusivo” durante as filmagens de ‘Liga da Justiça‘.

“O tratamento de Joss Whedon no set com o elenco e na equipe da ‘Liga da Justiça’ foi nojento, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Isso foi permitido, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade> Entretenimento”, afirmou.

Pouco depois, o diretor Kevin Smith apoiou o ator Ray Fisher e revelou mais detalhes sobre o comportamento de Joss Whedon no set de ‘Liga da Justiça‘.

Segundo ele, já existiam histórias nos bastidores de que Joss Whedon estava “desmerecendo” o trabalho do Zack Snyder.

No episódio mais recente do podcast Fatman Beyond, Kevin Smith endorsou os comentários de Fisher:

“Um dia eu visitei o set de A Ascensão Skywalker, e fiquei conversando com pessoas que tinham trabalhado nas duas versões de Liga da Justiça. O pessoal dos efeitos especiais disse que Joss tinha o hábito de falar mal da versão de Zack [Snyder]. Ele cortava, descartava e era negativo quanto à versão de Zack, que ele havia assistido e que todas aquelas pessoas haviam feito juntas. Eles disseram que o set ficou bem tóxico”, afirmou. 

O ator que viveu o Ciborgue chegou até a alegar que o produtor-executivo Geoff Johns chegou a ameaçar sua carreira.  Após a denúncia, a Warner Bros. começou uma investigação para descobrir a verdade por trás das alegações.

Whedon e Johns permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher em julho.

Porém, recentemente a Warner Bros. afirmou que o ator não está colaborando com as investigações.

Leia a declaração completa da Warner Bros.:

Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue em Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça. Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista / diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos. Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que elevaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação.

Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ele também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, que até agora o Sr. Fisher não forneceu.

Vale lembrar que o papel do Ciborgue foi drasticamente reduzido nas refilmagens de Whedon, mas Zack Snyder prometeu que dará ao personagem o destaque merecido no novo corte do filme, que tem previsão de estreia para 2021 na HBO Max

Confira as imagens promocionais:

‘Pantera Negra 2’: Andy Serkis fala sobre o futuro da franquia sem Chadwick Boseman

Apesar de Ulysses Klaue ter sido assassinado pelo Killmonger (Michel B. Jordan) em ‘Pantera Negra‘, o vilão interpretado por Andy Serkis retorna na animação ‘What If…?‘.

Durante uma entrevista para o io9, Serkis comentou sobre a animação e foi questionado sobre o que espera da franquia ‘Pantera Negra’ sem a presença de Chadwick Boseman.

“Reprisar esse papel em forma animada foi um baita presente. Quando você acha que não há mais chance de voltar, eles vão lá e fazem uma animação. Isso não é incrível? Eu adorei que me chamaram para uma nova aventura no mundo de Wakanda.”

Ele continuou, falando sobre os filmes live-action do Pantera:

“Wakanda como mundo, como lugar e como filosofia é algo extraordinário. Estou muito animado para ver como essa franquia vai evolui. Obviamente, é muito, muito triste depois da partida de Chad, mas tenho certeza de que a história servirá para lembrar o legado dele como ator e como a pessoa incrível que ele era. Eu acredito que ainda há muito o que contar.”

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Lembremos que o ator mexicano Tenoch Huerta será o Namor.

O filme tem estreia marcada no Brasil para o dia 07 de julho de 2022.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Thor: Amor e Trovão’: Incríveis cartazes individuais trazem novos vislumbres de Gorr e Zeus; Confira!

O Comic Book divulgou os primeiros cartazes individuais de ‘Thor: Amor e Trovão‘, que traz novos vislumbres dos principais personagens da sequência.

Além de dois excêntricos bodes alienígenas, as imagens destacam o vilão Gorr (Christian Bale), Thor (Christian Bale), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e Zeus (Russell Crowe).

Arraste para o lado:

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘The Great’: 3ª temporada ganha imagem inédita e data estreia; Confira!

De acordo com o Comic Book, o Hulu anunciou que a 3ª temporada da comédia histórica ‘The Great‘ irá estrear em 12 de maio.

O próximo ciclo contará com 10 novos episódios, que serão disponibilizados de uma só vez.

Além do anúncio, a plataforma de streaming também compartilhou uma imagem inédita, destacando Catarina, a Grande (Elle Fanning) e Peter (Nicholas Hoult).

Confira:

Criada por Tony McNamara, a série foca na ascensão ao poder de Catarina II da Rússia e o seu relacionamento conturbado com o seu marido Peter, o imperador da Rússia.

Elle Fanning e Nicholas Hoult estrelam a produção. O elenco ainda conta com Phoebe FoxAdam GodleyGwilym LeeCharity WakefieldDouglas Hodge e Sacha Dhawan.

‘Eco’: Divulgadas supostas durações dos primeiros episódios da derivada de ‘Gavião Arqueiro’; Confira!

Através do Twitter, uma página dedicada a novidades sobre o universo do ‘Demolidor‘ divulgou uma suposta duração dos primeiros três episódios de ‘Eco‘, série derivada de ‘Gavião Arqueiro‘.

Ao que parece, o primeiro terá 49 minutos, já o segundo, 39, enquanto o terceiro conta com 42 minutos.

Apesar de não haver como confirmar a veracidade da informação, a publicação diz que as durações foram obtidas depois que a Disney liberou screeners para a imprensa.

Além disso, a página é bastante respeitada e vem acumulando bastante seguidores por seus vazamentos acertivos.

Confira a publicação:

“As durações dos três primeiros episódios de ‘Eco’, da Marvel Studios, foram revelados após a divulgação de screeners.”

Episódio 1 – 49 minutos
Episódio 2 – 39 minutos
Episódio 3 – 42 minutos

De acordo com o Deadline, a aguardada série será lançada sob um novo selo na Marvel Studios.

As informações indicam que a produção fará parte de uma subcategoria chamada Marvel Spotlight, que conta com uma introdução inédita composta pelo vencedor do Oscar Michael Giacchino. A marca apostará fichas em narrativas solo, ou seja, que não estejam totalmente conectadas com a cronologia do Universo Cinemático Marvel.

Essas séries não terão importância na continuidade do MCU.

O nome da subcategoria vem de uma antologia de quadrinhos introduzida na Marvel em 1971, que trouxe personagens novos que não participariam de números seriados e que não precisariam de um comprometimento total por parte dos leitores.

Lembrando que todos os episódios de ‘Eco’ serão lançados em 10 de janeiro no Disney+.

Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.

Senhor Destino | Conheça o personagem do ator Pierce Brosnan no filme da DC ADÃO NEGRO

Personagem é figurinha recorrente no universo da DC Comics mas ainda é pouco conhecido do público

A ala de personagens mágicos da DC é muito ampla e tem bases bem fincadas, ainda assim ela tradicionalmente tende a não ser tão explorada quanto os grupos que orbitam a Liga da Justiça; no entanto isso pode estar para mudar. Recentemente Pierce Brosnam foi confirmado como o Senhor Destino em Adão Negro, futuro filme a ser protagonizado por Dwayne Johnson.

Mesmo que o nome do ex-007 para o papel do feiticeiro tenha sido uma surpresa, positiva diga-se de passagem, a noção de que o personagem estaria na obra não foi; isso porque, em 2020, durante o evento da DC Fandome foram reveladas artes conceituais para Adão Negro. Em uma delas é possível ver os membros da Sociedade da Justiça da América, sendo um deles o Senhor Destino.

Isso por si só é muito interessante, pois a Sociedade da Justiça foi o primeiro grupo de fato dos quadrinhos lançado em 1940. Criada pelo Gardner Fox o grupo não só introduziu o conceito do crossover como se conhece hoje mas também foi responsável por criar dois dos membros do super grupo: o Gavião Negro e o Senhor Destino.

Enquanto que o primeiro tem suas origens muito fincadas no antigo Egito, o segundo já é um pouco diferente. Senhor Destino foi criado também em 1940 durante a revista Fun Comics #61, integrando assim o período da Era de Ouro dos quadrinhos. Sua origem remonta a uma exploração conduzida pelo arqueólogo Sven Nelson junto a seu filho Kent que acaba por descobrir a tumba do deus sumério Nabu, senhor do conhecimento.

Senhor Destino marcou presença durante a Era de Ouro dos quadrinhos

Nesse local a dupla encontra um sarcófago que, ao interagir com os visitantes, libera um gás venenoso que mata Sven. O desolado Kent então se vê frente a frente com o próprio Nabu que se apieda do jovem e lhe concede seu elmo, que por sua vez é a fonte do seu poder. De cara é possível conferir que a origem dele, segundo Fox, compartilha dos elementos que muito faziam sucesso com outras origens de heróis da época: a morte de um ente querido, o chamado inesperado para o heroísmo, uso aberto de elementos fantásticos.

O diferencial para histórias como as do Superman é que o Senhor Destino tinha seu pé fincado em elementos abertamente mágicos e bem estruturados em termos de regra e mitologia própria. Prova disso era que, por mais simples que pudesse soar, o personagem estava inserido em um grupo maior conhecido como Lordes da Ordem cuja responsabilidade era justamente manter a ordem no universo enquanto que oposto a eles haviam os Lordes do Caos. Mostrando que desde cedo já havia um sistema simples mas eficiente de dualidade como regra.

Essa questão de dualidade também é muito interessante e enriquece o herói no sentido de que ela está diretamente ligada a fonte dos seus poderes. O assim chamado Elmo do Destino (ou Elmo de Nabu) ao ser colocado pelo indivíduo concede os poderes místicos do deus sumério porém ele também desencadeia a possessão do hospedeiro pela própria divindade cujo objetivo é manter a ordem no universo.

Mesmo que essa não seja uma ideia que remonta ao material original e só foi introduzida em histórias posteriores, a questão do conflito pessoal eterno entre o que o portador quer e o que o elmo deseja abre margens para tratar o Senhor Destino não como mais um super herói pura e simplesmente mas como um ser muito poderoso que deseja manter a ordem mas que internamente vive em conflito.

A dualidade promovida pelo Elmo de Nabu torna o personagem bem interessante

Além dos quadrinhos, o personagem já fez participações especiais em outras mídias sendo a mais famosa no clássico desenho da Liga da Justiça de 2001. Suas participações geralmente abriam o leque para que outros integrantes da ala mágica da editora também pudessem participar tais como a feiticeira Zatanna, o demônio Etrigan além dos vilões Morgana Le Fay e seu filho Mordred.

Logo, a presença confirmada de Kent Nelson em Adão Negro pode indicar sim uma ambição da Warner em começar a introduzir o lado do ocultismo tão forte na DC Comics; além do que em um futuro próximo o projeto da Liga da Justiça Sombria (equipe que reúne os principais ocultistas) deve vir a ser realizada após diversos adiamentos. 

 

Artista PROCESSA Disney por acidente no set de ‘A Pequena Sereia’

A Disney, está enfrentando uma ação judicial no valor de US$ 190 mil após um incidente durante as filmagens do live-action de ‘A Pequena Sereia‘. Um membro da equipe de produção sofreu uma lesão grave enquanto trabalhava nos bastidores do filme.

De acordo com relatos da Variety, Christine Overs, uma artista de design de produção, fraturou o pulso em um trágico acidente que ocorreu enquanto ela esculpia uma peça fundamental para o filme.

O incidente ocorreu quando Overs perdeu o equilíbrio em um degrau e caiu sobre um piso de concreto, causando a quebra de seu pulso. O acidente teve um impacto significativo em sua vida, levando a complicações médicas e desafios diários.

A alegação central de Christine Overs é que a Disney não tomou as medidas adequadas para garantir a segurança no set de filmagem. Ela afirma que a empresa não providenciou as proteções necessárias para os membros da equipe que trabalhavam nos bastidores do longa-metragem. Após a cirurgia no braço, a artista tem enfrentado dificuldades simples do dia a dia, como fechar botões e zíperes.

A Disney, embora tenha assumido a responsabilidade pelo incidente, está contestando o montante solicitado por Overs na ação judicial.

Fontes confiáveis afirmam que um julgamento para determinar a compensação financeira devida devido ao acidente está agendado para ocorrer nos próximos dias.

Apesar das polêmicas e boicotes, o live-action de ‘A Pequena Sereia‘ arrecadou US$ 564 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 297 milhões, enquanto no mercado internacional, foram US$ 267 milhões.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) vive o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw é a rainha Athena.