A nossa jornalista Rafa Gomes já assistiu aos cinco primeiros episódios da série remake da Netflix, ‘Perdidos no Espaço‘, e te traz SEM SPOILERS, suas primeiras impressões.
Assista:
Leia as primeiras impressões de ‘Perdidos no Espaço’
A nossa jornalista Rafa Gomes já assistiu aos cinco primeiros episódios da série remake da Netflix, ‘Perdidos no Espaço‘, e te traz SEM SPOILERS, suas primeiras impressões.
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Leia as primeiras impressões de ‘Perdidos no Espaço’
Uma das grandes expectativas em relação ao Festival de Sundance é justamente saber quais filmes terão vida longa em 2019, pós evento. Em anos anteriores, Me Chame Pelo Seu Nome, Whiplash: Em Busca da Perfeição e Corra! se perpetuaram, conquistando estatuetas nas principais premiações como o Oscar.
E como de costume, o IMDBPro fez sua mais nova lista dos 10 Filmes Mais Aguardados que terão estreia mundial nesta edição, baseado nas expectativas dos usuários da plataforma.
Entre as principais apostas está a biografia de Shia LaBeouf, roteirizada por ele, intitulada Honey Boy. O topo da lista ficou com o novo longa de Joe Berlinger, estrelado por Zack Efron e Lily Collins, Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, que conta a história do serial killer Ted Bundy.
Confira a lista completa:

Direção: Joe Berlinger:
Elenco: Zack Efron, Lily Collins
A história de Ted Bundy é contada a partir da perspectiva de sua namorada, Elizabeth Kloepfer, que lutou para aceitar a realidade da natureza do namorado.

Direção: Dan Gilroy
Elenco: Jake Gyllenhaal, Toni Collette
A trama é ambientada no mundo da arte contemporânea de Los Angeles, onde artistas de elite e megacolecionadores pagam um preço alto quando o artístico e o comercial colidem.

Director: Laure de Clermont-Tonnerre
Elenco: Connie Britton, Mathias Schoenaerts
A trama conta a história de Roman Coleman, um violento detento que consegue uma nova chance para participar em um programa de reabilitação terapêutico, que envolve o treinamento de cavalos.

Direção: Alma Har’el
Elenco: Shia LaBeouf, Lucas Hedges, Maika Monroe
Cinebiografia do astro Shia LaBeouf, roterizada pelo próprio ator. A produção acompanha o sucesso meteórico de uma estrela de TV teen e seu conturbado relacionamento com seu pai.

Direção: Jason Orley
Elenco: Pete Davidson, Griffin Gluck, Jon Cryer
É engraçado: os humanos têm crescido há muito tempo, mas de alguma forma ainda somos péssimos nisso. Basta olhar para Mo (Griffin Gluck), de dezesseis anos de idade. Ele é brilhante o suficiente e vem de uma boa família, mas seu melhor amigo é … Zeke (Pete Davidson). Sim, aquele Zeke – o cara que abandonou a faculdade, agressivamente desmotivado, que costumava sair com a irmã mais velha de Mo. O pai bem-intencionado de Mo (Jon Cryer) está menos entusiasmado com esse estado de coisas.

Direção: Scott Z. Burns
Elenco: Jon Hamm, Annette Bening, Adam Driver
O funcionário do Senado, Daniel Jones, recebe a difícil tarefa de liderar uma investigação sobre o Programa de Detenção e Interrogatório da CIA. Depois de analisar provas extensas, ele aprende sobre suas “técnicas de interrogatório aprimoradas” – provadas ser brutais, imorais e ineficazes – , que a CIA adotou após o 11 de setembro. Quando Jones e o Comitê de Inteligência do Senado tentam divulgar os resultados de sua investigação, no entanto, a CIA e a Casa Branca fazem grandes esforços para impedir que a verdade seja divulgada.

Direção: Alice Waddington
Elenco: Emma Roberts, Awkwafina, Milla Jovovich
Quando Uma acorda sozinha em uma estranha ilha chamada Paraíso, ela instantaneamente suspeita que seja tudo menos isso. Dirigida pela Duquesa (Milla Jovovich), a Paradise Hills é um centro de cura emocional que, em sua essência, serve como um internato reformatório para mulheres jovens privilegiadas. No entanto, por trás dos caminhos cobertos de rosas e da decoração de conto de fadas, Uma e suas amigas aprendem que algo mais sinistro está em ação.

Direção: Rashid Johnson
Elenco: Ashton Sanders, Margaret Qualley, Nick Robinson
Bigger “Big” Thomas, um jovem afro-americano, vive com sua mãe e irmãos em Chicago. Meio indeciso envolvido com uma namorada, ele usa cabelos verdes e uma jaqueta de punk, fuma maconha e carrega uma pistola – mas rejeita o esquema de “dinheiro fácil” de seu amigo para derrubar uma loja da esquina. Cheio de autodeterminação, Big aceita um emprego como motorista da família do rico empresário Will Dalton. Mudando-se para a mansão deles, ele começa a dirigir a filha veemente progressista de Dalton, Mary. Mas seu envolvimento em uma morte acidental coloca Big em rota de colisão com as poderosas forças sociais colocadas contra ele.

Direção: Britt Poulton
Elenco: Olivia Colman, Kaitlyn Dever, Alice Englert, Jim Gaffigan
No deserto dos Apalaches, os membros de uma comunidade isolada de manipuladores de serpentes pentecostais, liderados pelo pastor Lemuel (Walton Goggins), arriscam suas vidas para se certificar diante de Deus. A filha de Lemuel, Mara (Alice Englert), se prepara para seu casamento com a jovem que seu pai escolheu para ela sob o olhar atento de Hope (Olivia Colman), enquanto tenta esconder um segredo que tem o potencial de levar a igreja de seu pai para ruína.

Direção: Abe Forsythe
Elenco: Lupita Nyong’o, Alexander England, Josh Gad
Depois de um breve rompimento, Dave (Alexander England), sem rumo, vai para a casa de sua irmã e passa seus dias expandindo o vocabulário questionável de seu sobrinho. Quando surge a oportunidade de acompanhar uma próxima excursão escolar ao lado da encantadora e enigmática professora Miss Caroline (Lupita Nyong’O), Dave aproveita a oportunidade para impressioná-la. O que ele não previa era Teddy McGiggle (Josh Gad), uma personalidade de televisão infantil desagradável que molda as atividades da excursão. O que ele esperava menos ainda era uma invasão de zumbis, que se desenrola depois que um experimento em uma base militar próxima deu errado.
Em Aprendiz de Espiã, que estreia na próxima quinta-feira, 12 de março, Dave Bautista interpreta JJ, um agente durão da CIA designado a vigiar uma família. Quando a pequena Sophie (Chloe Coleman) descobre a operação de vigilância em seu apartamento, usa seu poder de persuasão para convencer JJ a ensiná-la a ser uma espiã, em troca de não entregar seu disfarce. Relutante a princípio, ele descobre que não é páreo para o charme e a inteligência da menina.
E em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro deu detalhes a respeito do longa, comentou sobre sua mudança de carreira e ainda compartilhou como é trabalhar com Chloe, bem como e com o Universo da Marvel.
CinePOP: Este filme é sobre alguém que sai de um ambiente muito masculino e vai para outro que requer, talvez, um pouco mais de sutileza. Isso tem alguma semelhança com a sua passagem do mundo da luta livre para o cinema? Seria uma transição parecida?
Bautista: Foi uma transição no que diz respeito ao ambiente. Não foi uma transição tão pessoal para mim, mas há paralelos, sim. O ambiente das lutas é muito competitivo, cruel e movido a testosterona. É hostil, às vezes. É realmente difícil. Eu não compreendi o alívio que senti até realmente ter parado com as competições. É fácil você se tornar a pior versão de si mesmo naquele ambiente, quando parece que você está constantemente na defensiva, e você se defende tanto que começa a ser tornar ofensivo. E para mim, chegou um ponto na minha carreira, cerca de um ano antes de eu sair, em que eu literalmente me isolava de todos, porque eu só não queria mais estar ali, naquele ambiente em que você luta basicamente para sobreviver. Então, eu saí para tentar a carreira de ator, mas eu realmente queria sair, não é um ambiente dos mais fáceis para se trabalhar ou se prosperar.
CinePOP: Você descarta, então, qualquer possibilidade de voltar para as arenas?
Bautista: Sim, essa fase acabou. O negócio é o seguinte, era uma relação de amor e ódio, eu amo o fato de que eles me deram uma chance de me profissionalizar e ver o mundo, mas era um ambiente muito difícil no qual você vale o quanto pesa, e pesa muito. Então, eu saí na hora certa, e voltei, porque eu queria encerrar minha carreira da maneira certa. Mas tudo se repetiu, eu bati cabeça com eles novamente pelas mesmas razões. Então, eu saí de novo. Mas nunca me senti contente com a forma como terminei minha carreira, então voltei no ano passado e terminei do jeito certo, do jeito que eu queria, mas voltei nas minhas condições. Voltei e finalizei minha carreira nas lutas definitivamente. Estou aposentado, e agora eu vou estar no Hall da Fama no próximo ano.
CinePOP: Quão gratificante será isso, estar no Hall da Fama?
Bautista: Sabe, é estranho, e eu quase me sinto mal dizendo isso, mas bem, na verdade não é. Minha última luta significou mais para mim do que entrar para o Hall da Fama, porque eu nunca almejei, eu não preciso de louros, sabe? Não sou esse tipo de pessoa. Não preciso desse selo de aprovação do Hall da Fama. Sinto-me realizado com minha carreira, contente com a forma que eu a encerrei naquela noite. Saber que ofereci um bom entretenimento para pessoas em todo o mundo significa mais para mim do que ter o ‘Hall da Fama’ associado ao meu nome. Eu, sinceramente, não preciso desses louros, mas estou honrado por chegar lá, ainda que essa conquista não signifique tanto para mim como meu último combate. Esse, sim, significou tudo para mim.
CinePOP: Então, ao vê-lo neste filme, eu ficava pensando em atores como Schwarzenegger, John Cena, Dwayne Johnson, e em como essa transição leva sempre a um jogo entre risos e músculos.
Bautista: Acho que minha transição foi feita bem antes deste filme. Eu não acho – eu não diria que minha transição dependia deste filme. Acho que minha transição como produtor é definitivamente mais palpável neste filme, mas eu não penso como um entertainer. É algo que eu nunca me propus a ser. Nunca me propus a ser Dwayne Johnson. Eu certamente nunca me propus a ser John Cena. Não, eu só queria ser ator. Eu queria ser ator. Foi por isso que me apaixonei, foi para isso que eu trabalhei. Mas para conseguir o que eu queria, para obter esse tipo de respeito, eu tive que seguir por um caminho diferente do típico cara de ação, estereotipado.
CinePOP: Mas como produtor, parece que, com a sua experiência, é como se as escolhas para atuar acabam nos filmes de ação e comédia, do contrário você estaria num drama independente.
Bautista: Exatamente, por isso mesmo eu tive que desistir de vários papéis para conseguir os papéis que eu queria, que eu acreditava que me levariam a crescer como ator, a dividir a cena com atores respeitados, a ser dirigido por diretores respeitados. Tive que deixar passar muitos desses papéis mais típicos, o que significava que eu tinha que passar fome. Sabe, por três anos, eu mal trabalhei.
CinePOP: E, obviamente, você atuou em Guardiões. Você foi bastante franco em seu apoio em relação às denúncias contra o diretor James Gunn. Você sente que é algo que poucos fariam?
Bautista: Não posso falar pelos outros, mas talvez eu ache óbvio que seria uma atitude esperada. Eu não pensei muito nisso, eu simplesmente comecei a defender meu amigo. Eu segui o meu instinto, fui fiel a mim mesmo e ao meu amigo. É por causa de James que eu estou trabalhando e fui capaz de seguir em frente como ator, então eu devia a ele pelo menos isso. Mas é algo que naturalmente eu faria, porque eu sou aquele cara que defende seus amigos.
CinePOP: O que você aprendeu com a Chloe, em Aprendiz de Espiã?
Bautista: Ela é sempre gentil com todo mundo. Acho que ela não aprendeu isso comigo. Ela só tem um coração gentil. Mas eu acho que o que mais me impressionou nela desde o primeiro dia das filmagens foi o quão profissional ela era, toda organizada, como ela estava bem preparada. Porque eu nunca sou assim, e eu gosto de pensar que aprendi um pouco disso. Mas eu ainda luto com isso, porque não é da minha natureza. Eu tenho o espírito um pouco mais livre, me preparo menos, sou mais impulsivo, é o meu estilo de atuar. É difícil para mim ficar no roteiro, eu tenho que me encontrar dentro dele, encontrar o meu swing. Normalmente não estou tão preparado, mas encontrei uma maneira de fazer isso funcionar para mim.
CinePOP: Foi difícil ficar sério durante algumas cenas do filme?
Bautista: Sim. Para mim, foi. Nós tivemos bem mais do que alguns momentos em que foi muito difícil ficar sério. Com Ken Jeong era muito difícil ficar sério, mas também com Kristen Schaal, porque ela é tão engraçada, faz umas expressões, umas caretas. Foi muito, muito difícil.
CinePOP: E a dança, Dave. Quão fácil foi para você dançar?
Bautista: Ah, foi horrível. Sabe, é engraçado, porque eu gosto de dançar, eu sou aquele grande pateta que vai passar a noite dançando, sem parar. Eu realmente não tenho esse medo de passar vergonha. Eu percebi que não sou bom, mas eu também gosto de me divertir, e trabalhei em boates por 13 anos, então é como se fosse natural para mim. Mas foi divertido, embora um pouco embaraçoso ter que fazer todas aquelas danças em frente de todas aquelas pessoas. Até porque não seria o tipo de dança que eu normalmente faria. Foi um pouco estranho, mas eu não me importo de me divertir, e foi divertido.
CinePOP: Você e Chloe viveram várias situações bem legais como espiões no filme. Se por acaso tiver uma sequência, que tipo de ação de espião que seria assim, tipo, ‘cara, eu não vejo a hora de fazer isso’?
Bautista: Tem uma, que estava originalmente no roteiro, uma cena no carro, em que eu deveria estar Chloe a dirigir. Nós íamos ter bastante ação, dirigir como espiões, e JJ., claro, ia ficar enjoado com a maneira que ela dirige. Podemos fazer coisas muitos legais ainda com isso, mas já fizemos muitas no filme.
CinePOP: Você fez suas próprias cenas de ação nesse filme?
Bautista: Não, de jeito nenhum. Eu gosto de fazer muitas das minhas próprias cenas de lutas, mas acrobacias e coisas assim, eu não tenho vontade de fazer, nem sou qualificado para isso. Eu não me considero um dublê. Paguei minhas dívidas com luta livre profissional, fui muito mais do que espancado, e não tenho nada para provar a ninguém. Então, eu realmente tenho um dublê muito competente, desde o primeiro filme dos Guardiões da Galáxia, pra ser sincero. Se é algo que é meio perigoso, estou mais do que feliz em dizer: ‘Ei, Rob, você se importa?’ E ele está mais do que feliz em dizer: ‘Não, deixe-me fazer isso’.
CinePOP: É muito bacana estar no filme de maior bilheteria de todos os tempos.
Bautista: Sim, mas você sabe, eu não tenho qualquer responsabilidade por isso, eu mal estou nele, mas sim, ainda assim é legal estar envolvido. Na verdade – eu sinto que fiz parte de Guerra Infinita, porque eu acredito que contribuí mais para esse filme, nem tanto para Ultimato. Mas eu estava lá. Tipo, eu assisti como um fã, e é assim que eu me relaciono com o filme, como um fã.
CinePOP: Você chorou?
Bautista: Claro que chorei.
CinePOP: O que você tem pela frente, quais são seus próximos projetos?
Bautista: Bem, é algo que eu não posso falar ainda. É um programa de televisão, que eu provavelmente vou fazer no próximo ano. E, obviamente, continuar meu relacionamento com a Marvel. Mas eu tenho alguns projetos previstos para serem lançados no próximo ano. Acabei de sair das filmagens de Army of the Dead, com Zach Snyder, para a Netflix. Tem também Duna. E claro, Aprendiz de Espiã.
Confira o trailer legendado:
No filme, após uma missão dar muito errado, o agente da CIA JJ (Bautista) é rebaixado para a função de vigilância. Em serviço, ele acaba sendo descoberto pela menina Sophie (Chloe Coleman). Chantageado pela garota, ele se vê forçado a ensiná-la todas as técnicas para ser uma espiã.
A direção é de Peter Segal (‘Agente 86’) e o roteiro é assinado por Jon e Erich Hoeber, ambos de ‘RED: Aposentados e Perigosos’.

A versão live-action de ‘Tom & Jerry‘ chega aos cinemas nesta próxima quinta-feira (11) e vai levar o populares personagens das telinhas em uma grandiosa aventura na cidade de Nova York.
Mas a jornada dos personagens pode seguir para novos territórios, caso a produção conquiste um sequência. Segundo o diretor do longa, Tim Story, existe a possibilidade de trazer a popular dupla para o Brasil. A informação foi revelada durante uma entrevista ao editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon.
Na ocasião, ele ponderou com bom humor sobre a ideia de uma continuação nas terras brasileiras, mas esclareceu que ainda não há planos determinados para um vindouro capítulo na saga dos bichanos:
“Olha só, que ideia incrível seria! Se isso for um convite, eu diria sim! Porque não o Brasil? Eu amo esse país. Eu não faço ideia a respeito de uma sequência, mas trazer esses personagens de volta seria um sonho realizado e uma coisa que eu te garanto é que viajaremos para algum lugar, talvez o Brasil”.
Ao longo do bate papo, Story ainda ponderou sobre a escolha de desenvolver o filme como um híbrido entre live-action e animação em 2D, afirmando que o objetivo era preservar a essência dos amados personagens, a fim de manter um vínculo com o público mais velho, que cresceu com a produção.
“Nós sempre tivemos essa ideia de fazer uma versão híbrida. Esse hibridismo sempre consistiu em trazer os animais em animação, o que eu achei incrível desde o começo. Uma coisa que nós queríamos muito fazer era garantir que traríamos algo que fosse o mais próximo daquilo que você se lembra sobre o desenho quando era criança. E um das maneiras de fazer isso era mantê-los em animação 2D, sendo de acordo com a animação com a qual você cresceu, e não tornando-os mais humanos, como alguns filmes fizeram no passado. Nós queríamos dizer: ‘Não, esses personagens são animados, se você cortá-los ao meio, eles voltam à sua forma original, eles não morrem’. E isso foi muito divertido, porque nos deu uma tela ilimitada para trazer varias coisas que os tornam divertidos para dentro das telas”.
Confira o trailer do longa:
O elenco é formado por Michael Peña, Chloë Grace-Moretz, Ken Jeong, Rob Delaney, Jordan Bolger e Pallavi Sharda.
Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.
‘Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

A aclamada minissérie original da Star+, ‘Pam & Tommy‘, segue a todo vapor e seu 5º episódio, intitulado “Uncle Jim and Aunt Susie in Duluth“, ganhou uma intensa promo oficial.
No teaser, Pamela Anderson (Lily James) e Tommy Lee (Sebastian Stan) terão que lidar com as consequências do vazamento de sua fita íntima e o relacionamento do casal começa a fugir de controle.
Assista:
Ambientada nos primórdios da internet, Pam & Tommy é baseada na incrível história real por trás da primeira sex tape que viralizou protagonizada por Pamela Anderson e Tommy Lee. O vídeo, roubado da casa do casal por um eletricista insatisfeito, passou da curiosidade clandestina do VHS para tornar-se uma sensação mundial quando chegou à web em 1997.
E abrindo com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu diversos elogios pelas poderosas performances de ambos os atores. Além disso, a crítica especializada ponderou sobre abordagem dada à atriz e modelo Pamela Anderson, que aqui é trazida como uma mulher “totalmente realizada”.
E segundo o consenso geral, “Pam & Tommy às vezes enfraquece sua própria crítica ao voyeurismo cultural com uma estilização lúgubre, mas a performance de Lily James dá a essa sórdida obra um coração inegável”.
Assista ao trailer:
Confira alguma imagens da série:
Sebastian Stan como Tommy Lee. Esse é o tweet. #PamAndTommy, disponível em 02 de fevereiro, só no #StarPlusBR.
Não recomendada para menores de 18 anos. pic.twitter.com/hjQrjRmKV8
— Star+ Brasil (@StarPlusBR) January 25, 2022
Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.

Assistir a um filme de Lars Von Trier e esperar leveza é uma das coisas mais contraditórias deste planeta. Já é de entendimento universal que o diretor e roteirista aprecia provocar as pessoas com a sua arte. Para o bem ou para o mal, o cineasta instiga a imoralidade dos seres humanos e destaca o seu pior. Se apreciamos as suas obras Ninfomaníaca Vol.1 e 2 (2013), O Anticristo (2009), Dogville (2003) e Dançando no Escuro (2000), A Casa que Jack Construiu (The House That Jack Built) se distancia de pontos críticos e arroja-se na perversão disparatada.
Como em outros filmes do autor, a perturbação mental é o ponto de partida da narrativa, que se constrói por meio da conversa entre o protagonista e uma voz que o interpela. Este outro, por vezes, faz o papel do público, questionando características pouco críveis da história e, em outros momentos, soa como sua própria consciência. Dividido em cinco incidentes, Jack (Matt Dillon) narra episódios sórdidos da sua vida ao seu interlocutor em uma descarga de misoginia, estupidez, perversidade e jocosidade do seu transtorno obsessivo compulsivo.

Ao decorrer dos assassinatos cometidos, Jack explica os seus atos como arte por meio de como ele armazena os corpos em um frigorífico num minucioso trabalho de artesanato e fotografia. As referências artísticas surgem na tela em pinturas cubistas, surrealistas, expressionistas como um repertório a ser alcançado a cada tentativa de homicídio.
Se andarmos sobre a racionalidade dos fatos, o filme torna-se intragável, afinal a sordidez nunca foi um espetáculo apreciável. As histórias de serial killer, no entanto, chamam a atenção e atraem o público, as pessoas têm uma espécie de curiosidade e catarse no processo de estudar o comportamento do outro, mas esse outro precisa adequar-se a determinadas regras, mesmo que o seu principal fundamento seja desviá-las.
O seriado Dexter (2006-2013), da Showtime, por exemplo, tinha um protagonista nessa proporção, mas ele tinha princípios – só matava outros assassinos – e, desse modo, era aceito pelo público. Ao decodificar esse mítico relacionamento entre a plateia e o caniceiro, Lars Von Trier torna-se obsceno. A obscenidade, no entanto, faz parte da sua trajetória no cinema e de tantos outros cineastas sem causar estranhamento.

Se o perturbador Encaixotando Helena (1993), de Jennifer Lynch, mostra o terror da mente masculina inconformada por meio da mutilação física, Jack segue o mesmo desprezo pelas mulheres e, apesar de não apenas matar pessoas do sexo feminino, são elas que personificam os seus relatos, salientando situações obtusas e satirizando a violência pelo grau de estupidez.
É grotesca a representação feminina no filme, tanto que o narrador é questionado pelo seu interlocutor sobre os motivos dessa depreciação feminina. Por sua vez, Jack despeja um discurso mais tenebroso sobre o homem ser sempre o criminoso e a mulher, a vítima. Enquanto isso, as suas palavras são ilustradas por obras barrocas, demonstrando o suplício feminino através do tempo. Nesses embates mentais, o narrador palestra sobre arquitetura, engenharia, catedrais e até sobre o processo de decomposição da uva para torna-se um doce vinho. Isso tudo em uma tentativa de explicar-se.
O filme é todo sob a visão de Jack, portanto, ninguém consegue entendê-lo, superá-lo, ou mesmo ousar um movimento de maior capacidade. Assim, todos são covardemente açoitados, manipulados e displicentes a sua mercê. Em determinado momento, a voz de Jack se confunde com a do próprio diretor em uma sequência de imagens de guerras, genocídio, Hitler, Mussolini e os próprios filmes de Lars Von Trier, enquanto ele fala de si mesmo.

Em seu último relato, Jack está em busca de realizar um experimento o qual prova uma das ações do exército nazista para matar muitos gastando pouca munição. A cena remete ao repugnante A Centopeia Humana (2009), de Tom Six, que flertava com as histórias de experimentos desumanos conduzidos durante a Segunda Guerra Mundial. Por outro lado, por conta de um erro na compra da bala necessária para o feito, Jack se atrapalha, mata mais gente no caminho e torna-se uma lembrança de Fargo (1996), em que a banalidade da violência gera o escárnio, uma grande característica dos irmãos Coen.
Após os cinco episódios e duas horas de projeção, o serial killer dá-se conta que não terminou de construir sua casa, pois ele sempre derrubava os pilares em busca do material perfeito. Contudo, seu material favorito sempre esteve no seu frigorífico: os corpos gelados preservados da decomposição. Ao usá-los para construir suas estruturas, ele finalmente consegue atravessar a porta da sua verdadeira moradia.
No epílogo deste percurso macabro, Lars Von Trier mergulha no surrealismo e a voz do interlocutor ganha um rosto (Bruno Ganz) e nome. A partir de então, alguns diálogos são retomados como se o caminho feito por Jack ganhasse, por fim, um rumo. Em uma alegoria das etapas do inferno, em analogia ao livro A Divina Comédia (1320), os dois visitam lugares nas profundezas em busca de uma resposta.
Em A Casa que Jack Construiu, Lars Von Trier fala de si mesmo e seu complicado relacionamento com a arte e o sadismo, algo que por mais que se explique não faz sentido aos olhares alheios, pois o entendimento de um não perpassa a intenções internas do outro. Enfim, o sortilégio encontra uma saída, mas não uma punição. Ele desaparece na escuridão ao som de Hit the road Jack, de Ray Charles, para encerrar com uma última piada.
(Every Day)
Elenco:
Angourie Rice
Justice Smith
Debby Ryan
Maria Bello
Jacob Batalon
Direção: Michael Sucsy
Gênero: Romance / Drama
Duração: 95 min.
Distribuidora: Paris Filmes
Orçamento: — milhões
Estreia: 26 de Julho de 2018
Sinopse:
‘Todo Dia‘ conta a história de Rhiannon, uma garota de 16 anos que se apaixona por uma alma misteriosa chamada “A” que habita um corpo diferente todos os dias. Sentindo uma conexão incomparável, Rhiannon e A trabalham todos os dias para encontrar um ao outro, sem saber o que ou quem o próximo dia irá reservar. Quanto mais os dois se apaixonam, mais as realidades de amar alguém que é uma pessoa diferente a cada 24 horas afeta eles, levando o casal a enfrentar a decisão mais difícil que eles já tiveram que tomar.
Crítica | Todo Dia – O amor nasce e cresce a partir de quem somos (Nota: 9.0)
Curiosidades:
» O longa é baseado no best-seller de David Levithan;
Trailer:
Cartazes:


Fotos:

Lá na época de ‘Batman vs Superman – A Origem da Justiça’, o herói Aquaman havia ganhado um cartaz revelando que Jason Mamoa seria o personagem nos próximos filmes da DC, porém, a arte trazia uma frase: “Unite The Seven” (algo como “Unir os Sete”, em tradução livre).
Na época, haviam especulações de que a frase teria alguma relação com ‘Liga da Justiça’, o que acabou não se comprovando. E agora, finalmente, foi revelado que a frase faz parte da trama do filme solo do herói.
De acordo com o Collider, se trata do plano de Orm (Patrick Wilson) para se tornar o Mestre do Oceano, unindo os sete reinos para iniciar uma guerra contra a superfície. No filme, é mostrado que temos o Reino das Criaturas do Fosso, O Reino Brine, O Reino de Xebel, O Reino Fisherman, O Reino Perdido, e o Reino de Atlântida.
Confira o cartaz:

Pela manhã, o diretor James Wan revelou uma imagem do trailer. O vídeo será exibido durante a San Diego Comic-Con, que acontece de 19 a 22 de Julho.
A apresentação da Warner acontece sempre no terceiro dia do evento, ou seja, o trailer provavelmente estará disponível dia 21 de Julho.
Confira:
O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.
‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens
‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa
O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.









A tão aguardada série do Jedi Obi-Wan Kenobi enfim chegou ao Disney+. Nos primeiros dois episódios lançados nesta sexta-feira, 27, a produção já disse a que veio e deixou os fãs de Star Wars doidinhos pelo próximo capítulo. Em meio a muitos mais altos do que baixo, esses primeiros episódios já foram o suficiente para criar uma expectativa no fandom sobre o que esperar da série.
Atenção: SPOILERS a seguir.
Uma das poucas unanimidades positivas da trilogia prequel foi a escalação de Ewan McGregor como Obi-Wan Kenobi. Sua versão mais jovial e esperançosa do personagem cativou os fãs com impressionante rapidez, elevando o ator ao status de queridinho da franquia. Isso porque, diferentemente de Alec Guinness – o primeiro a dar vida ao personagem -, McGregor era fanático pela saga e seus heróis.
Então, ao trazer de volta o ator para dar vida ao personagem dez anos após a execução da Ordem 66, a produção permite que todo aquele otimismo do jovem Jedi dê espaço a um pouco mais de medo e amargura. É interessante ver aquele garoto envelhecido e conformado com sua vida solitária e de cativeiro em Tatooine, contrastando com o que já havíamos visto previamente dele com este ator.
E a atuação de Ewan McGregor nestes primeiros episódios é muito convincente.
Além disso, o roteiro o coloca na posição de protagonista, mas divide bem o tempo de tela para que os coadjuvantes brilhem tanto quanto ou até mais do que ele. Outro ponto que chama atenção da trama é como eles exploram outros planetas, novos ou já conhecidos, misturando a estética clássica de Star Wars com as maravilhas tecnológicas do presente.
Em tempos em que o CGI parece cada vez mais primitivo, é bom ver a mistura perfeita de efeitos práticos e computação gráfica na medida.
O ponto mais fraco, porém, desse início da série são os vilões. Os Inquisidores tinham tudo para ser incríveis, mas a mistura de um visual que não funcionou bem em tela com a falta de apelo deles é meio frustrante.
Historicamente, os vilões de Star Wars costumam ter um visual incrível e/ ou presença em tela. Até os vilões de quem quase não se lembra. No entanto, o Grande Inquisidor foi adaptado de forma estranha para a tela, com uma maquiagem que ficou mais esquisita do que ameaçadora. Para piorar, ele fica segurando a Terceira Irmã, a Reva, que demonstrou ter presença, de atingir seu potencial maléfico. Ela é boa, muito boa nas maldades, mas ele atrapalha. Fica a expectativa para que isso se resolva da melhor forma até o fim.
Ainda mais com o final do segundo episódio. Sabemos que não dá para competir com o Darth Vader, tanto que uma cena dele fora da armadura respirando em uma câmara d’água já foi o bastante para arrepiar. Mas seria legal se ela pudesse se consolidar como uma grande vilã e não apenas como uma correspondente do Vader.
Por fim, a pequena Leia Organa foi a alma desse início do show. É assustador como acertaram na escolha da atriz e como trabalharam bem a personalidade infantil de um dos maiores ícones da Cultura Pop, fazendo com que enxergássemos a eterna personagem da Carrie Fisher na pequena atriz em poucos minutos de tela. Tomara que vejamos muito ainda da interação entre ela e o Obi-Wan.
Dosando com maestria a inserção de novos elementos com a famosa nostalgia, que virou a muleta número 1 de Hollywood neste século, Obi-Wan Kenobi parece caminhar para se tornar uma das melhores produções no universo Star Wars desde que a franquia foi comprada pela Disney. Vamos ver como virão os próximos episódios.
O universo viking anda em alta em Hollywood e na indústria cinematográfica nortenha. E o mais novo representante dessa categoria é o longa épico de terror ‘O Homem do Norte’, estrelado pelo bonitão Alexander Skarsgård, e dirigido pelo premiado Robert Eggers. Como sabemos que nossos leitores do Cinepop adoram esse universo de Valhala, separamos aqui 10 curiosidades sobre o filme:
10 – O longo plano-sequência favorito
Quando você for assistir ‘O Homem do Norte’, perceba logo no início da jornada de Amleth há uma cena de plano-sequência de batalha em que a câmera acompanha a carnificina que ele e seu grupo estabelecem em uma vila. Essa cena é a favorita de Alexander Skarsgård, no filme, e o ator contou que para gravá-la o elenco teve que se preparar durante meses! Foram muitas as tentativas para chegar à cena perfeita, e, quando finalmente conseguiram acertar, o clima de celebração no set era como se tivessem ganhado o SuperBowl.

9 – Björk
Outro ponto que nossos leitores devem perceber é a presença da cantora Björk no longa. Ela aparece em apenas uma (incrível) cena, caracterizada como uma bruxa da floresta. Björk, que é da Islândia, no longa profetiza o destino do protagonista em ir para as terras islandesas atrás de sua vingança. De todo o elenco contratado, a cantora era a pessoa que Alexander Skarsgård, mais queria conhecer.
8 – Língua nórdica antiga
Muito das línguas nórdicas antigas conseguiu ser preservado e chegar até nós. Isso possibilitou que o longa tivesse diversos diálogos realizados nesses idiomas. O ator Alexander Skarsgård explicou que chegou a aprender algumas coisas, que foram mostradas mais na parte final do longa, e também o mantra do destino de Amleth “eu vou vingá-lo pai, eu vou salvá-la mãe, eu vou matá-lo Fjölnir“, embora hoje já não se lembre de mais nada.

7 – Tempo histórico
O longa se passa em 914 AD (Anno Domini, que significa “no ano do Senhor”), época do início da formação da Islândia, também conhecido como o período das disputas de terras (“landnámsöld).
6 – Estrutura do filme
O longa é dividido em quatro partes, que podem ser chamadas de atos cênicos ou de arcos, e recuperam a estrutura dos cantos das aventuras épicas como ‘Odisseia’. Cada ato avança um pouco no tempo em direção ao destino do herói/protagonista, e todos eles têm um título, escrito em runas antigas, que dão a localização do herói.

5 – O mito de Odin
Em determinada cena, Amleth se encontra com um feiticeiro no meio da floresta, que está segurando uma cabeça decapitada porém extremamente preservada (Willem Dafoe) de um outro bruxo, que fala através dele. Segundo a mitologia, há uma história de que Odin era discípulo de Mimir, e quando este fora decapitado pelos deuses inimigos de Odin, o aprendiz aprendeu a reanimar a cabeça através de mágica, para que Mimir continuasse a ensiná-lo.
4 – Amleth, o herói real
Embora não oficialmente, ‘O Homem do Norte’ se inspira levemente na história de Amleth, herói que aparece na Gesta Danorum (“Saxo Grammaticus: The History of the Danes”, em outras palavras, a história dos dinamarqueses). Este livro é uma coleção de histórias orais antigas datadas do século XII. Amleth inspirou, entre outros, o personagem Hamlet, de Shakespeare.

3 – Valkiria
Há duas cenas em que aparece uma Valkiria na trama. Percebam que ela, além de usar aparelho dentário, também utiliza um capacete que simboliza um cisne. De acordo com a Mitologia Nórdica, as valkírias assumiam o formato de cisnes.
2 – Locações
O longa foi rodado em três locações: Escócia, Ucrânia e Islândia. Entretanto, o segundo ato inicialmente estava planejado para ser gravado em terras britânicas, porém, graças a intervenção de Alexander Skarsgård (que é sueco), o segundo ato foi movido para ser rodado em terras mais nórdicas.

1 – Presentinhos
Após o fim das gravações, o elenco principal recebeu presentinhos da produção. Nicole Kidman ganhou uma espada, Willem Dafoe ganhou um barco inteiro de madeira, Björk levou três cavalos e Alexander Skarsgård ganhou uma prótese de língua ensanguentada que ele teve que usar por uma semana para gravar a cena final, em que aparece em apenas um frame.
Como de costume, a temporada de premiações chegou ao fim com a realização do Oscar 2019, que consagrou Green Book – O Guia com a estatueta de Melhor Filme e ainda concedeu inúmeros troféus para Bohemian Rhapsody, Pantera Negra e Roma. Agora, a atenção se volta para o que vem por aí.
Com a indicação de ‘A Vida Invisível‘, com Fernanda Montenegro, para representar o Brasil na categoria Melhor Filme Estrangeiro, preparamos para vocês uma lista de apostas muito (mas bota muito nisso) prematuras do Oscar 2020. Selecionamos dez filmes que têm tudo para fazer muito barulho na próxima temporada de prêmios. É importante lembrar que escolhemos obras que podem concorrer na categoria Melhor Filme. Assim, longas como Toy Story 4, Vingadores: Ultimato e O Rei Leão ficaram de fora, mesmo sendo apostas certas para categorias como Melhor Animação e Melhores Efeitos Especiais, dentre outras.
A Netflix bateu na trave com Roma na categoria principal, mas voltará com carga total no próximo ano. A empresa é responsável pela produção de O Irlandês, mais novo filme do cultuado diretor Martin Scorsese. No elenco, nomes como Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Anna Paquin, Ray Romano, Bobby Cannavale e Jesse Plemons. O roteiro é de Steven Zaillian (A Lista de Schindler). Lembrando que Scorsese possui nada menos que 12 indicações ao Oscar. Apostar contra seria um erro insano. Ainda mais num filme de máfia. A data de estreia ainda não está marcada e não há notícias sobre o modelo de distribuição.
Mais um diretor queridinho de Hollywood chega com grande projeto este ano: Quentin Tarantino. O diretor vencedor do Oscar por Django Livre e Pulp Fiction irá lançar Once Upon a Time in Hollywood. O filme segue um dublê em busca da fama na Los Angeles de 1969, atormentada pelos ataques do culto de Charles Manson. Leonardo DiCaprio, Brad Pitt, Al Pacino, Kurt Russell e Dakota Fanning formam o elenco, que traz ainda Margot Robbie na pele da icônica atriz Sharon Tate, assassinada pela Família Manson. O lançamento nos cinemas brasileiros está agendado para 15 de agosto de 2019. A expectativa é que o filme seja exibido no Festival de Cannes.
Clássico literário de Louisa May Alcott, Adoráveis Mulheres não é apenas o livro favorito de Rachel Green, mas também já ganhou inúmeras adaptações para o cinema e para a TV. E vem mais uma aí. Little Women é o mais novo filme dirigido por Greta Gerwig (Lady Bird) e conta com um elenco realmente especial: Florence Pugh, Timothée Chalamet, Saoirse Ronan, Emma Watson, Meryl Streep, Bob Odenkirk e Laura Dern. Difícil não imaginar múltiplas indicações para o longa. A estreia no Brasil está prevista para 13 de fevereiro de 2020. Nos Estados Unidos, o lançamento acontece no dia 25 de dezembro de 2019.
Apostar em um filme de terror/suspense para o Oscar é algo ousado, não? Então… não quando se trata do novo trabalho do diretor de Corra, que recebeu várias indicações e uma estatueta de Melhor Roteiro Original. Nós conta com roteiro e direção de Jordan Peele, um dos novos queridinhos de Hollywood. No elenco estão Lupita Nyong’o, Elisabeth Moss, Winston Duke e Yahya Abdul-Mateen II. O filme será exibido em primeira mão no SXSW e chega aos cinemas brasileiros no dia 21 de março de 2019.
Após o sucesso de Bohemian Rhapsody, será a vez de Rocketman apostar em contar a história de uma lenda da música para fazer sucesso nos cinemas. O longa é uma cinebiografia de Elton John, com Taron Egerton na pele no artista. O ator, inclusive, diferentemente de Rami Malek, optou por cantar com a própria voz no filme. O elenco traz ainda os nomes de Bryce Dallas Howard, Richard Madden, Jamie Bell e Tate Donovan. A direção é de Dexter Fletcher (Voando Alto) e a estreia está prevista para 30 de maio de 2019.
Um dos maiores sucessos da história da Broadway, Cats chegará aos cinemas no dia 26 de dezembro de 2019 sob direção de Tom Hooper. Todos os últimos trabalhos do cineasta (A Garota Dinamarquesa, Os Miseráveis e O Discurso do Rei) estiveram presentes no Oscar e com o musical inspirado na obra de Andrew Loyd Webber não deve ser diferente. No elenco, nomes como Taylor Swift, Idris Elba, Judi Dench, Ian McKellen, Rebel Wilson, James Corden e Jennifer Hudson.
Após dirigir Poderia Me Perdoar?, com três indicações ao Oscar 2019, Marielle Heller pode voltar a se destacar na próxima temporada de premiações. A cineasta é responsável por A Beautiful Day in the Neighborhood, cinebiografia do apresentador, artista e educador Fred Rogers, conhecido internacionalmente como Mister Rogers. Duas vezes vencedor do Oscar, Tom Hanks interpreta Rogers, enquanto que Matthew Rhys, Susan Kelechi Watson e Chris Cooper completam o elenco principal. A previsão de lançamento no Brasil é para o dia 23 de janeiro de 2020.
Após o sucesso com Brooklyn, que recebeu três indicações ao Oscar, o diretor John Crowley chega em breve com um novo drama. O Pintassilgo é adaptação de livro homônimo de Donna Tartt, que recebeu o prêmio Pulitzer pelo trabalho. A trama acompanha um jovem garoto que perde a mãe em um atentado terrorista e passa a viver com uma família rica de Nova York. Ansel Elgort, Nicole Kidman, Luke Wilson, Finn Wolfhard, Sarah Paulson e Jeffrey Wright atuam na produção que tem estreia prevista para o dia 24 de outubro de 2019.
Queen & Slim é um filme que promete chegar sem fazer muito barulho, mas que pode ter destaque importante na temporada de premiações. O longa reúne a diretora Melina Matsoukas, sucesso no mundo da TV (Insecure e Master of None) e da música (comandou clipes de Beyoncé e Rihanna, incluindo o especial Lemonade), com a primeira roteirista negra a conquistar o Emmy, Lena Waithe (Master of None e The Chi). Destaque de Corra e Pantera Negra, Daniel Kaluuya é o protagonista ao lado de Jodie Turner-Smith (Lemon). A estreia brasileira está marcada para 30 de janeiro de 2020.
Drama de Steven Soderbergh estrelado por Gary Oldman e Meryl Streep. Precisa falar mais alguma coisa para concluirmos que tem chances de aparecer no Oscar? Acho que não, mas tem mais! O longa é inspirado no caso real dos “papéis do Panamá”, escândalo internacional de lavagem de dinheiro que atingiu, inclusive, nomes famosos de Hollywood e da política mundial. O elenco traz ainda nomes como Melissa Rauch, Alex Pettyfer, David Schwimmer, James Cromwell, Matthias Schoenaerts, Antonio Banderas e Jeffrey Wright. Com distribuição da Netflix, o filme ainda não possui data de estreia.
‘Doutor Sono‘, a sequência da clássica adaptação ‘O Iluminado‘, ganhou um angustiante teaser antecipando o lançamento do trailer final neste domingo, 08 de setembro.
Confira:
The world will shine again. Final trailer coming Sunday. #DoctorSleepMovie pic.twitter.com/pxtAs7OWXo
— Doctor Sleep (@DoctorSleepFilm) 5 de setembro de 2019

Dirigido por Mike Flanagan (‘Jogo Perigoso‘ e ‘A Maldição da Residência Hill‘), o longa é baseado no livro homônimo de Stephen King, além de ser uma sequência direta do filme ‘O Iluminado‘.
Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.
O elenco inclui Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Jocelin Donahue, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind e Jacob Tremblay.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.

Ainda que a carreira de Lady Gaga seja marcada por altos e baixos, é inegável dizer que a popstar atingiu um nível quase lendário em seus pouco mais de dez anos de música.
Com o lançamento de ‘The Fame’, ‘The Fame Monster’ e ‘Born This Way’, Gaga calcou seu nome na indústria fonográfica, revivendo, mesclando, desconstruindo e reerguendo gêneros de modo interessante, memorável e dançante – além de delinear letras e canções que até hoje carregam um legado considerável. Mesmo com o subestimado ‘Artpop’, a drástica mudança de ‘Cheek to Cheek’ e o cândido amadurecimento de ‘Joanne’, a performer provou para todos que segue suas próprias regras e que é dotada de uma versatilidade invejável, própria de artistas que não temem críticas ferrenhas e o abandono de parte de “fãs” que obrigam suas divas a se confinarem em caixinhas rotulados.
Recuperando a “esquecida” glória com ‘Nasce Uma Estrela’, Gaga fez história novamente e trouxe à tona uma incerteza sobre seu futuro: será que ela voltaria para o início de sua carreira com o próximo álbum solo? Ou será que ela aproveitaria sua icônica expressividade artística para explorar outros suis-generis?
Eis que, quatro anos depois de seu último lançamento, Stefani Joanne Angelina Germanotta anunciou o aguardado comeback “Stupid Love”, primeiro single de seu novo álbum, ‘Chromatica’. E, entregando basicamente tudo que prometeu a seus fãs, Gaga retornou às origens de sua estreia oficial no mundo da música com um borbulhante e saudosista pop que nutre de inúmeras referências.
A track, regada pelo electro e pelo synth-pop já cultivado em iterações predecessoras, inicia com impactantes e dissonantes voltas que logo se transformam em poderosos sintetizadores – guiados pela voz única da artista. Mais do que isso, ela faz questão de referenciar clássicas produções dos anos 1980, alavancando diálogos que vão desde as incursões menos conhecidas de Diana Ross até as prolíficas rendições modernizadas de Robyn (especificamente a infusão melodramática de “Dancing on My Own”).
Em meio às raízes quase deixadas de lado em ‘Joanne’ e ‘Cheek to Cheek’, é notável como Gaga abraçou com vontade sua nova era, resgatando o estilo camp-kitsch em seus figurinos e em sua atuação mostrados na última cerimônia do MET Gala.
Criando uma atemporalidade muito bem-vinda que se situa na oscilante transição dos anos 80 para os 90, Daniel Askill é uma adição perfeita com seu estilo visceral (puxado do aclamado curta surrealista ‘We Have Decided Not To Die’) às construções sci-fi, às decisões visuais conflitantes e à utilização de sequências que mergulham no trash e insurgem numa zona propositalmente desconfortável. Tudo isso movido pela energia ao mesmo tempo familiar e inovadora da cantora.
Ouça a música e assista ao videoclipe:
A fantasia sombria ‘Noitários de Arrepiar‘ (Nightbooks), estrelado por Krysten Ritter (‘Jessica Jones’), já está disponível na Netflix.
O longa foi lançado hoje, 15 de setembro, na plataforma de streaming.
Assista ao trailer:
Na trama, Alex (Winslow Fegley) é um garoto obcecado por histórias de terror que se vê aprisionado por uma jovem bruxa malvada (Ritter) em um apartamento em Nova York. Com isso, ele acaba conhecendo Yasmin (Lydia Jewett), que também está presa, e descobre que precisa contar uma nova história assustadora a cada noite para salvar sua vida.
Dirigido por David Yarovesky (‘Brightburn – Filho das Trevas’), o longa é produzido por Sam Raimi e baseado no livro de J.A. White.

‘Belfast’ é o mais novo e aclamado drama do diretor Kenneth Branagh (‘Assassinato no Expresso do Oriente’) e, depois de faturar alguns prêmios no Globo de Ouro, está pronto para conquistar mais estatuetas no BAFTA 2022.
Durante a revelação dos indicados, o longa-metragem conquistou seis nomeações, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Britânico, Melhor Roteiro Original para Branagh e Melhor Atriz Coadjuvante para Caitríona Balfe.
Os vencedores serão anunciados no dia 13 de março.
O filme é produzido por Laura Berwick, Becca Kovacik e Tamar Thomas.
‘Belfast’ é uma história pessoal e alegre sobre o poder da memória, ambientada no final dos anos 1960 na Irlanda do Norte. No centro do filme está Buddy, um menino à beira da adolescência, cuja vida é repleta de amor familiar, diversões de infância e um romance florescente. No entanto, com sua amada cidade natal envolvida em turbulências crescentes, sua família enfrenta uma escolha importante: esperar que o conflito passe ou deixe tudo o que conhecem para trás por uma nova vida.
Jamie Dornan, Judi Dench, Ciarán Hinds e Jude Hill também estrelam.

A HBO Max divulgou recentemente o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Pico da Neblina’, drama brasileiro que imagina um cenário em que a maconha foi legalizada no país.
Além disso, foi revelado que os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 03 de julho.
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A série é comandada por Quico Meirelles, Fernando Meirelles, Luis Carone e Rodrigo Pesavento.
Com a maconha recentemente legalizada no Brasil, Biriba deixa de lado o mundo do crime para se manter no ramo. No entanto, enquanto tenta se reinventar e conseguir vender suas mercadorias dentro da lei, o ex-traficante precisa lidar com alguns fantasmas do passado, assim como com seus sócios pouco experientes.
Luis Navarro, Henrique Santana, Teca Pereira, Daniel Furlan, Maria Zilda Bethlem, Leilah Moreno, Dexter e outros fazem parte do elenco.
Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na HBO Max.
A série de comédia ‘Reboot’ finalmente chegou ao Star+ e, recentemente, tivemos o prazer de conversar com os astros Paul Reiser e Rachel Bloom.
Durante a entrevista, a dupla comentou sobre a produção, além de falar sobre o motivo de Hollywood ser tão apaixonada por reboots e remakes.
Confira:
A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 02 de novembro.
A trama companha um elenco disfuncional de uma sitcom dos anos 2000, ‘Step Right Up’, que deve enfrentar seus problemas não resolvidos e navegar pela cultura do cancelamento nas redes sociais quando uma jovem roteirista cria um reboot do show.
Relembre o trailer:
Uma sitcom que fala sobre uma sitcom que terminou há 20 anos, mas agora eles querem fazer uma sitcom novamente que continue essa sitcAAAAAAAAAAAAHHHH… Alguém que explique mais fácil, por favor? #Reboot, em breve. só no #StarPlusBR pic.twitter.com/jLqrcaCSqQ
— Star+ Brasil (@StarPlusBR) September 2, 2022
A série foi criada por Steven Levitan (‘Modern Family’).
Keegan-Michael Key, Johnny Knoxville, Judy Greer, Rachel Bloom, Paul Reiser, Krista Marie Yu, Calum Worthy e Kristian Flores estrelam.

‘Kung Fu Panda 3’, elogiado terceiro filme da franquia animada da DreamWorks, reestreou no catálogo da Netflix.
O título relançado na plataforma de streaming no último dia 01 de maio.
Desta vez, Mestre Shifu tem como principal ensinamento fazer com que Po aprenda a técnica de dominação do Chi, uma espécie de “energia vital”. Porém, o atrapalhado panda acaba se desconcentrando com a chegada do pai de sangue, o panda Li, que o carrega para a vila secreta dos pandas – aguçando o ciúme do Sr Ping, o “pai” ganso de Po. Em paralelo, o poderoso touro Kai, O Coletor, um centenário inimigo do Mestre Oogway, reúne forças para voltar para o mundo dos vivos e tomar o que ele acha que é dele por direito. Caberá a Po e seus amigos impedir o maléfico plano do vilão.
Relembre o trailer:
O filme foi dirigido por Jennifer Yuh Nelson e Alessandro Carloni.
Jack Black, Dustin Hoffman, Angelina Jolie, Lucy Liu, Seth Rogen, David Cross, James Hong, Jacke Chan, Bryan Cranston, J.K. Simmons e Kate Hudson estrelaram.
O Paramount+ anunciou recentemente o cancelamento do revival de ‘iCarly‘ após três temporadas.
A triste notícia causou grande comoção nos fãs e nos membros do elenco – incluindo Nathan Kress, que agradeceu ao apoio do público e expressou sua decepção com a decisão da plataforma de streaming.
Através do Twitter, o astro, que interpretou Freddie Benson, escreveu: “obrigado a todos pelo carinho, pelo amor e pelo apoio incrível por essas últimas três temporadas. Estou muito grato que tivemos a oportunidade de trazer a vocês essa história… E especialmente quero agradecer à nossa equipe, nossos roteiristas e meus colegas de elenco pelos melhores lugar de trabalho e ambiente criativo que poderia pedir”.
Ele continua: “estou muito orgulhoso do que alcançamos juntos. Freddie estará para sempre no meu coração e estou honrado que consegui vestir a mante de novo, ainda que por apenas mais alguns anos. Obviamente, as coisas doem um pouco… Tínhamos muita história a contar e estávamos animados em dar a vocês o final que mereciam. Ninguém queria isso acabando com um gancho. Talvez, de alguma forma, algum dia, descobriremos como a história termina”.
Thank you all for your kindness, love, and undying support for these past 3 seasons. I’m so grateful that we were given an opportunity to bring you this story… and I especially want to thank our amazing crew, writers, and my castmates for the greatest workplace and creative…
— Nathan Kress (@NathanKress) October 4, 2023
Dan Schneider, criador da série original, também fica responsável pelo revival.
A produção se passa 10 anos após o término da série original e acompanha Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.
O elenco conta com o retorno de Miranda Cosgrove (Carly Shay), Nathan Kress (Freddie Benson) e Jerry Trainor (Spencer Shay), além de introduzir Laci Mosley, como a melhor amiga da Carly, e Jaidyn Triplett, como a enteada do Freddie.

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser oficial da 3ª temporada de ‘Mayor of Kingstown‘, série estrelada por Jeremy Renner.
Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 02 de junho.
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Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão ddisponíveis na plataforma de streaming.
O aclamado cineasta Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que ainda conta com Taylor Sheridan como co-criador ao lado de Hugh Dillon.
A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.
Dianne West, Kyle Chandler, Dillon, Taylor Handley, Emma Laird e Tobi Bamtefa completam o elenco.
Tem alguns filmes que grudam nos nossos corações de uma forma que é bem difícil de esquecer, volta e meia estamos sempre lembrando deles. Um baita documentário, filmes de pequenos orçamentos, projetos frutos do cinema independente norte-americano, um forte e profundo drama francês, separamos abaixo uma espetacular lista com 10 ótimos filmes que ficarão na sua memória por muitos anos!
7 Caixas
Em 7 Caixas, somos apresentados a Víctor (Celso Franco), um carreteiro de 17 anos, que trabalha dia e noite em um famoso mercado no centro de Assunção (Paraguai) sonhando em algum dia ser famoso e aparecer nas telinhas das televisões que lotam as lojas do grande mercado. Certo dia, recebe uma proposta diferente e misteriosa, transportar 7 caixas de madeira até um lugar, cujo conteúdo ele desconhece, em troca de uma nota rasgada ao meio de 100 dólares. Assim, ao lado de sua amiga Liz (Lali Gonzalez) precisa chegar até o seu destino fugindo de todos que não querem que isso aconteça.
Short Term 12
Na trama, conhecemos um abrigo para jovens com problemas familiares graves. A instituição é um porto seguro contra todas as maldades que o mundo exterior fez a cada um dos participantes do programa de recuperação. O novo lar desses jovens é liderado por Grace (Brie Larson), uma atenciosa assistente social que precisa, em meio a crises emocionais constantes de suas crianças, superar uma gravidez inesperada, um momento difícil com o namorado de longa data e a saída da prisão de seu pai que a abusou quando mais jovem.
Deixe a Luz Acesa
Na trama, acompanhamos o cineasta Erik (Thure Lindhardt), um documentarista morador de Manhattan, homossexual, que gosta de conhecer pessoas pelo telefone. Em uma dessas ligações, conhece o enrustido advogado Paul. O relacionamento dos dois se torna cada vez mais excessivo, alimentado por altos e baixos e comportamentos fora do normal. A luta de ambos é na verdade uma grande negociação dos limites que ambos ultrapassam a cada nova ação inconsequente.
Stan & Ollie – O Gordo e o Magro
Na trama, começamos essa jornada nos anos dourados da dupla ‘O Gordo e o Magro’ quando após anos de sucesso nos Estados Unidos, embarcam em sua turnê pelo Reino Unido em 1953, buscando colocar suas carreiras novamente nos holofotes apesar dos efeitos da Segunda Guerra Mundial. O sonho deles, além de continuarem brilhando no teatro, é cada vez mais estarem fazendo filmes, grande prazer da dupla. Mas a jornada acaba sendo uma grande despedida pois Babe, como Laurel carinhosamente chamava Hardy, começa a ter a saúde bastante debilitada.
Meu Rei
Na trama, acompanhamos a trajetória de Tony (Emmanuelle Bercot) e Giorgio (Vincent Cassel), um casal que briga mais do que faz amor, muito por conta do jeito possessivo de ser do segundo. O filme traça e mostra um paralelo sempre na visão de Tony, onde no primeiro andamento está se recuperando de uma grave lesão ortopédica e paralelamente vamos conhecer sua história e todo o começo da relação conturbada com o futuro marido. O público acompanha de perto todo o trajeto dessa história que emociona e toca profundamente nossos corações.
Moonlight: Sob a Luz do Luar
As mais belas descobertas ocorrem quando as mesmas coisas são vistas com um novo olhar. Filme sensação do Festival Internacional de Cinema de Toronto anos atrás, esse baita filme Moonlight: Sob a Luz do Luar é uma pérola que precisa ser descoberta por todos que amam cinema. Dirigido pelo cineasta norte-americano Barry Jenkins, com roteiro baseado na peça In Moonlight Black Boys Look Blue, de Tarell McCraney, o filme fala sobre a vida de um garoto de origem humilde que precisa enfrentar os absurdos feitos pela mãe e acreditar nas suas escolhas num mundo tão insensível em que vivemos.
Elvis
Não consigo evitar me apaixonar. Um dos filmes mais aguardados de 2022 finalmente chegou as salas de cinema de todo o Brasil meses atrás, Elvis, novo blockbuster do experiente cineasta australiano de 59 anos Baz Luhrmann é uma jornada por muitas fases da vida do inesquecível cantor e por muitas estradas onde sua trajetória e conflitos encontra a do controverso empresário coronel Tom Parker. Ao longo de impactantes 169 minutos de projeção vamos acompanhando desde a infância, suas referências, seus amores, seus dramas e a carreira meteórica marcada por recordes nunca mais alcançados. No papel título, o ator californiano Austin Butler marca de vez sua carreira com uma interpretação de tirar o fôlego.
Meu Pai
Na trama, conhecemos Anthony (Anthony Hopkins), um homem já no terço final de sua vida, perto dos 80 anos, que vive seus dias em um apartamento confortável em Londres onde recebe a visita constante de sua filha Anne (Olivia Colman). Quando essa última conta para ele que está indo morar em Paris, situações diferentes começam a aparecer nos seus dias, até mesmo personagens diferentes mas que significam algo ao redor da vida dele, e assim conflitos familiares são trazidos à tona. Alucinações? Lembranças? Quais peças não estão lugar?
O Sal da Terra
Nesse impactante documentário, somos teletransportados para as lentes de um dos maiores fotógrafos do planeta, o brasileiro Sebastião Salgado. Ao longo dos últimos anos, Salgado viajou o mundo registrando dramas, emoções e apresentando para quem quisesse ver muitos problemas ao redor da Terra. Por meio de fotos instigantes, somos testemunhas de um registro único de um ser humano pra lá de especial. Sua história, começou em uma cidade do interior do Brasil chamada Aimorés, único irmão entre sete irmãs, Tião, como carinhosamente é mencionado vários vezes no filme pelo seu pai, mostra ao público como a fotografia é explicada como um alguém que escreve em luz.
Living
É preciso saber viver… Adaptação britânica de um filme chamado Viver do genial cineasta japonês Akira Kurosawa, Living é um emocionante drama que nos mostra o recorte final de uma estrada dentro de um universo de possibilidades que se abrem, quando enxergar-se outros sentidos para vida, na trajetória de um burocrata que busca servir de exemplo, sem tempo para raivas ou arrependimentos. O cineasta sul-africano Oliver Hermanus consegue chegar à sua obra-prima da carreira, emocionando o público ao longo de inesquecíveis 102 minutos de projeção. As atuações de Bill Nighy e Aimee Lou Wood (a Aimee de Sex Education) são estupendas! Living pode ser a grande surpresa do próximo Oscar!
Estreando antes no Brasil em relação aos EUA, As Aventuras de Peabody & Sherman (Mr. Peabody & Sherman) é baseado em um icônico desenho animado da década de 1960, conhecido como Peabody´s Improbable History. O segmento fazia parte da série animada The Rocky and Bullwinkle Show (no Brasil, Alceu e Dentinho). Os donos do programa ganharam um filme próprio em 2000, igualmente intitulado As Aventuras de Alceu e Dentinho, que misturava live action com animação e contava com a presença do monstro Robert De Niro na pele (e osso) do vilão Fearless Leader.
O filme não fez o barulho esperado. Talvez a produtora Tiffany Ward, filha do criador dos cartuns Jay Ward, tenha aprendido com a experiência. Desta vez ela resolve criar uma obra totalmente em animação, com um apelo muito maior para o seu verdadeiro público-alvo: as crianças e adolescentes. Enquanto o filme de Alceu e Dentinho tentava ser esperto demais e atrair também o público mais velho e nostálgico, Peabody & Sherman consegue uma maior honestidade ao se manter fiel à essência do programa. Desta forma, igualmente captura novos fãs e não desaponta os pais que forem levar os filhos ao cinema, eventualmente lembrando sua própria infância.
Na trama, um cachorro muito inteligente recusa-se a fazer os mesmos truques de todos ao redor e como consequência se torna o único filhote de seu canil a não ser adotado. Crescido, ele opta pelo oposto e decide ele mesmo adotar um menino humano. Criando o pequeno Sherman como seu próprio filho, Mr. Peabody o ensina a ser uma pessoa evoluída, educada e culta. Parte disso vem da invenção mais proeminente do cientista canino, uma máquina do tempo na forma de uma grande esfera. Já deu para perceber que um dos fortes temas desta animação é aceitar o diferente, não se contentar em ser igual a todos (tema presente também em Uma Aventura Lego, outra animação acima da média).
Mas como Peabody pode ensinar Sherman a ser um humano melhor, já que ele mesmo não é humano. O forte teor implícito de humanidade e aceitação vem em uma época ideal, pretendendo educar também os pequeninos com uma mensagem de grande valor e importância. Além da questão social, As Aventuras de Peabody & Sherman presta outro serviço ao seu público-alvo: ser uma aula de história divertida e sem que eles percebam. A dupla inusitada viaja inicialmente para a época da Revolução Francesa, em 1799 e encontram uma rechonchuda Maria Antonieta dando conta de todos os doces que vê pela frente.
Com a explosão da Revolução, os membros da realeza são caçados. O fato desencadeia a primeira grande sequência de aventura e ação envolvendo a dupla. Tudo é muito rápido e mesclado com tiradas espertas. A animação é extremamente bem realizada no quesito técnico. É algo belo de se ver. A imersão no 3D é algo fantástico. Poucos filmes recentes do gênero nos dão a sensação tão plena de participar junto da jornada. A sensação de espaço é muito bem administrada pelo diretor Rob Minkoff (O Rei Leão, 1994), um especialista no gênero. Seja no apartamento dos protagonistas, em algum lugar da história mundial ou em uma perseguição aérea (que toma conta do terceiro ato), a dimensão do que se vê na tela é algo brilhante.
A dupla ainda transita por outros momentos da história, como no Egito antigo, a Renascença na Itália (com um divertido Da Vinci) e até mesmo na Guerra de Troia. Todas as subtramas são devidamente exploradas pelo roteiro de Craig Wright e tais segmentos dão origem a seus próprios pequenos filmes. Igualmente satisfatórios. Uma nova aventura é somada a outra e com este material fonte, muitas outras novas poderão surgir pela frente. Tudo irá depender do maior desafio desta simpática dupla, o resultado de sua obra nas bilheterias. Coisa que tenho certeza, Peabody & Sherman tirarão de letra.
A CW confirmou a renovação da série ‘iZombie‘ para a 5ª temporada.
A série gira em torno de Liv Moore, uma legista morta-viva que ajuda o departamento de polícia a resolver homicídios ao comer o cérebro dos mortos, e tendo visões de seus momentos finais.
Rose McIver, David Anders, Robert Buckley, Malcolm Goodwin, Rahul Kohli e Aly Michalka estrelam.
A 4ª temporada registrou uma média de 0.25 na demo.
A Netflix divulgou o trailer de seu novo documentário, ‘Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy‘.
Confira:
“Não sou um animal e não sou maluco… Sou apenas um indivíduo normal.” — Ted Bundy
Entre na mente perturbada do assassino serial mais notório dos EUA por meio de suas próprias palavras.
O documentário será lançado na plataforma no dia 24 de janeiro.
O app Snapchat está pronto para lançar sua primeira série original, intitulada ‘Dead of Night‘.
Toda a produção é acompanhada a partir do ponto de vista da tela de um celular.
Confira o trailer:
A série irá lançada no Snapchat no dia 14 de setembro.
A trama segue uma adolescente enquanto ela tenta escapar de uma cidade em quarentena cheia de zumbis, com a ajuda apenas de seu celular.
Timur Bekmambetov (‘Buscando…‘) é o produtor.
De acordo com o Bloody Disgusting, o terror coreano ‘Gonjiam: Haunted Asylum‘ ganhará um remake hollywoodiano.
Detalhes sobre a nova versão ainda não foram revelados, mas o projeto está sendo desenvolvido pela produtoras Black Box Management e BH Entertainment.
“Estamos gratos que nossos amigos da Showbox por ter fé em nosso trabalho para trazer essa história para o público americano. A Coreia se tornou um segundo lar para nós e estamos ansiosos para compartilhar a cultura e entretenimento que cativou a atenção do mundo,” declararam os produtores Mike Dill e Lowell Shapiro.
Confira o trailer do longa original:
Dirigido por Jung Bum-shik, a trama original girava em torno de um reality online que mostrava um grupo de pessoas explorando um hospital psiquiátrico abandonado.
De acordo com o TVLine, a CW encomendou oficialmente o reboot da série ‘The 4400‘, sem necessidade de aprovação do episódio piloto.
A nova versão já está em desenvolvimento há mais de dois anos (originalmente com uma outra equipe criativa).
Ariana Jackson será responsável pela produção.
A trama segue 4400 pessoas que desaparecem sem deixar rastros nos últimos cem anos e todos retornam em um instante, sem terem envelhecido e sem memórias sobre o que aconteceu com eles. Enquanto o governo se apressa em analisar potenciais ameaçadas e conter a história, os 4400 devem lidar com o fato de que eles retornaram com algumas… atualizações. E com a crescente certeza que eles voltaram por uma razão específica.
A série original foi exibida pelo USA Network e durou por quatro temporadas. Na trama:
“No último século, milhares de pessoas desapareceram absolutamente do nada e o paradeiro delas continua a ser um mistério, até que, de repente e inexplicavelmente as 4.400 pessoas desaparecidas, algumas há meses, outras há mais de 50 anos voltam ao mesmo tempo, e nenhuma envelheceu sequer um dia, nem se recorda do que aconteceu. Todos os que retornaram ficam em quarentena, recebem uma pulseira de identificação e, gradativamente, voltam a suas famílias. Sem clareza do que esse acontecimento significa, o governo investiga as 4.400 pessoas, tentando descobrir onde estiveram e por que voltaram. Logo fica evidente que a presença deles vai mudar a raça humana de uma forma que ninguém jamais previu.”
Vale lembrar que esse já é o quinto reboot na grade da CW, incluindo ‘Dynasty‘, ‘Charmed‘, ‘Walker‘ e ‘Roswell New Mexico‘.
A Amazon Prime renovou oficialmente a série ‘Jack Ryan‘ para a 4ª temporada.
De acordo com o Variety, Michael Peña (‘Narcos: México’) se juntará ao elenco do quarto ciclo. Detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Vale lembrar que as filmagens da terceira temporada foram finalizadas recentemente. O novo ciclo, ainda sem data de estreia, acompanhará “Jack em fuga e correndo contra o tempo”.
O protagonista será considerado culpado por uma grande conspiração. Sendo caçado pela CIA e uma facção internacional, Jack terá que descobrir o mistério por trás do caso para limpar o seu nome, permanecer vivo e evitar um massivo conflito global.
Criada por Carlton Cuse e Graham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.
Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.
O elenco ainda inclui Wendell Pierce, John Hoogenakker, Abbie Cornish, Ali Suli, Dina Shih e Haaz Sleiman.
