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‘Fuja’: Sarah Paulson é uma mãe obcecada no novo trailer do terror; Assista!

O Hulu divulgou o novo trailer do terror ‘Fuja‘ (Run), estrelado pela Sarah Paulson (‘American Horror Story‘).

Confira:

Nos EUA, o longa será lançado na plataforma no dia 20 de novembro.

No Brasil, o terror será lançado nos cinemas, com estreia prevista 26 de novembro. Ansiosos?

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo thriller ‘Buscando‘.

A trama acompanha uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe descobre um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

Crítica | Alguém Tem Que Morrer – Ester Expósito, de ‘Elite’, BRILHA em Minissérie Tarantinesca da Netflix

A ditadura Franco foi um dos períodos mais sombrios da história da Espanha, ocorrida entre os anos de 1936 e 1975. Inúmeras perseguições e atrocidades foram cometidas nessas quase quatro décadas de controle social, cujos reflexos ainda são sentidos pela população espanhola. É nesse contexto sócio-histórico que se passa ‘Alguém Tem Que Morrer’, nova minissérie de tensão da Netflix.

Dividida em apenas três episódios de quase cinquenta minutos de duração, em ‘Alguém Tem Que Morrer’ acompanhamos o retorno do filho pródigo, Gabino (Alejandro Speitzer), que, após uma temporada no México, retorna à Madri para conseguir um emprego e se casar. Só que, para a surpresa de sua família, Gabino traz a tiracolo um amigo, Lázaro (Isaac Hernández), o que desconserta sua avó, Amparo (Carmen Maura), sua mãe, Mina (Cecilia Suárez), e seu pai, Gregorio (Ernesto Alterio), que tinham planos para que ele se casasse com Cayetana (Ester Expósito). Toda essa situação provoca o ciúme de Alonso (Carlos Cuevas), e, por conta disso, segredos enterrados no passado virão à tona.

Apesar de curtinha, a história criada por Manolo Caro consegue dar conta de tudo que importa nesse pequeno espaço. Mais que isso, nesse compacto de três episódios o clima de tensão já surge na primeira cena, e segue em um crescente que o espectador já adivinha que “vai dar M. a qualquer momento”, a única pergunta é: quando.

Nesse viés, o roteiro de Fernando Pérez e Monika Revilla não perde tempo com nada que não tenha efetiva função na trama, já iniciando com o retorno do jovem Gabino e as consequências que isso acarreta na pequena e burguesa sociedade daquele vilarejo. Em vez de simplesmente mostrar o problema, o roteiro vai conduzindo o espectador a questionar a situação e, em seguida, adivinhá-la, para então, quando a coisa toda se realiza, a gente ficar com aquela sensação de “nossa, que droga, preferia estar errado”. Porque a realidade, quando colocada na ficção, tem o poder de nos impactar de maneira bem direta.

Uma história de qualidade não é nada se não estiver amparada por um elenco competente que consiga exprimir sensações para além do que os diálogos produzem, e nesse ponto Manolo Caro escolheu o elenco certo para o seu ‘Alguém Tem Que Morrer’. Ester Expósito brilha como uma filha mimada e atrevida incapaz de lidar com a rejeição; Cecilia Suárez está angustiante com sua capacidade de ocultar emoções, tal como as mulheres eram obrigadas a fazer naquela época; e Carmen Maura rouba a cena; dos rapazes, Alejandro Speitzer carrega uma doçura no olhar que o afasta de seu caliente Dario em ‘Desejo Sombrio’ e promete ser um desses atores que irá crescer muito na carreira ainda.

Intriga, desejo, repressões e rejeições: ‘Alguém Tem Que Morrer’ joga luz na podridão do poder social e nas tecnologias de controle que o dinheiro e o status imprimem numa sociedade. É dessas séries de ficção que parecem realidade e que cumprem com o que propõe, com um tom novelesco e pitadas de Tarantino.

Crítica | A Verdadeira História de Ned Kelly – Grande Elenco é destaque na cinebiografia do Famoso Fora da Lei

“Qual é o problema com os australianos, que ficam idolatrando um fora da lei?”. Essa pergunta é feita ao final de ‘A Verdadeira História de Ned Kelly’ e é justamente o conceito do filme: desconstruir o imaginário de idolatria de um dos maiores bandidos da Austrália, trazendo sua suposta verdadeira história.

A trama começa na infância do jovem Edward (Orlando Schwerdt) e sua família no deserto australiano no ano de 1867, focando na forma abusiva com que o sargento O’Neil (Charlie Hunnam) tratava os nativos do território, os pobres e imigrantes – como a família Kelly. Mas a chegada de Harry Power (Russell Crowe) na família muda essa dinâmica, e Edward conhece uma forma alternativa de resistência. Os anos se passam, Edward agora é Ned Kelly (George MacKay), apaixonado por Mary (Thomasin McKenzie) e, para enfrentar os abusos do oficial Fitzpatrick (Nicholas Hoult), Ned monta sua gangue com o irmão Danny (Earl Cave) e outros rapazes.

Baseado no livro de Peter Carey, a grande proposta do filme é desfazer a imagem romântica de Ned Kelly como um bandidão bacana e pintá-lo como um sujeito comum, que, de certa forma teria se tornado mau por conta do sistema opressor. Para isso, o roteiro de Shaun Grant foca bem mais na parte da infância/juventude de Ned e na sua transformação como “homem” – influenciado por um bandido que lhe mostra o que significa matar alguém e por uma prostituta com quem ele tem suas primeiras experiências sexuais com mulher. Ou seja, a tal verdadeira história foca mais no sujeito Edward, não tanto no mito Ned Kelly, pulando as partes principais, sugerindo interpretações e tecendo um novo olhar polêmico sobre o protagonista.

Portanto, o filme de Justin Kurzel enverga muito mais para o drama do que para a ação e/ou terror, com um tom muito mais biográfico-épico do que de culto ao anti-herói, e isso pode gerar frustração no espectador que pegue esse ‘A Verdadeira História de Ned Kelly’ para assistir. A bem da verdade, somente nos últimos quinze minutos do longa é que Ned mostra a que veio – e, ainda assim, meio que não convence. O projeto do filme se esforça tanto em criar uma aura de sujeito comum (mimado e inocente, até), que quando Ned começa a tocar o terror, a coisa toda parece descompassada, mesmo gerando uma bela e poética cena de luta no final.

Além da trajetória do biografado, o principal atrativo dessa produção é o grande elenco que conseguiu reunir, que entrega boas atuações, mas nada memorável. Em suma, ‘A Verdadeira História de Ned Kelly’ desfaz a imagem de anti-herói da resistência e pinta Ned como um antipatriota louco que lutou contra os soldados ingleses por motivos meramente pessoais. É uma visão interessante de uma figura pública que participa do imaginário do povo, que pode ajudar a construir a opinião do espectador sobre um dos maiores foras da lei do mundo.

[EXCLUSIVO] ‘Como Cães e Gatos 3’ pode ganhar uma nova sequência? Diretor responde!

A sequência ‘Como Cães e Gatos 3: Peludos Unidos!‘ teve sua estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (22) e marca o retorno da franquia às telonas, após 10 anos desde o lançamento de seu segundo capítulo.

Mas será que a franquia de ‘Como Cães e Gatos‘ pode crescer ainda mais, ganhando uma nova continuação? Em entrevista à jornalista Rafa Gomes, o diretor do longa, Sean McNamara, falou sobre a possibilidade, salientando o seu desejo de ver mais um capítulo da saga animal:

Eu espero que uma 4ª sequência aconteça sim! Para mim, nós deveríamos ter um filme de ‘Cães e Gatos’ todo ano, mas essa é só a minha opinião!”

Voltada para o público infantil, a franquia com bichanos falantes conquistou a sua própria audiência e traz uma versão humanizada e quase antropomórfica dos animais de estimação, os colocando como agentes secretos que visam estabelecer o equilíbrio entre os diversos tipos de bichos.

Com sua audiência já estabelecida e firmada ao longo dos últimos 20 anos, ‘Como Cães e Gatos‘ faz parte de um subgênero cinematográfico que teve o seu auge nos anos 90, com filmes como Babe – O Porquinho Atrapalhado (1995), Olha Quem Está Falando Agora (1993), A Incrível Jornada (1993), além da série infantil As Aventuras de Wishbone (1995-1997). 

E para McNamara, a perpetuidade de filmes com animais falantes se dá em virtude da popularidade desse tipo da narrativa, bem com da facilidade de identificação entre as famílias e as histórias narradas nas telas.

Como contos atemporais sobre dinâmicas familiares em meio aos bichanos domésticos, filmes como ‘Como Cães e Gatos 3‘ representam algumas particulares da rotina de quem tem um animalzinho de estimação como membro da família, conforme salienta o diretor:

“Esse tipo de produção é atemporal, com certeza. Eu acho que a ideia de animais em filmes familiares nunca envelhecerá, porque quando temos animais em casa, eles se tornam parte das nossas famílias. Nos os conhecemos como família, sabemos o que fazem, assim como eles também nos conhecem. Sabemos quando eles estão doentes, se estão felizes ou não e até sabemos quando querem passear. Então quando vemos um filme assim, somos capazes de nos relacionar a ele, porque pensamos ‘oh meu Deus, é igualzinho ao meu gatinho, é igualzinho ao meu cachorro!’. Então eu creio que há uma conexão”.

O cineasta foi ainda mais além e comentou sobre o novo leque de bichos que aparecem na narrativa, justamente a fim de ampliar a conexão do público familiar com a trama:

“Em Cães e Gatos 3 nós trouxemos outros tipos de animais, como pássaros, lagartos, sapos, tartarugas e peixe…e muitas vezes eles não são vistos como bichos de estimação, mas também são sim. Eu me lembro de quando eu era criança e tive um periquito no meu quarto. Eu tinha uma gaiola e tinha que limpá-la todos os dias… eu tinha que cuidar dele e ele tinha um nome todo especial! Enfim, todos esses bichinhos são parte da nossa família e o filme representa muito isso”.

Confira o trailer dublado da continuação:

Já se passaram 10 anos desde a criação da Grande Trégua, um elaborado sistema de vigilância conjunta de espécies projetado e monitorado por cães e gatos para manter a paz quando surgem conflitos. Mas quando um vilão tecnológico invade as redes sem fio para usar as frequências ouvidas apenas por cães e gatos, ele as manipula para o conflito, e a batalha mundial entre cães e gatos ESTÁ DE VOLTA. Agora, uma equipe de agentes inexperientes e nunca testados terá que usar seus instintos animais à moda antiga para restaurar a ordem e a paz entre cães e gatos em todos os lugares.

Cães e Gatos 3: Peludos Unidos!‘ apresenta grandes estrelas da comédia emprestando suas vozes para esta nova geração de amigos de quatro patas e duas asas, incluindo Melissa Rauch (“Big Bang: A Teoria”) como a gata Gwen, Max Greenfield (“The Neighbourhood”, “New Girl”) como o cachorro Roger, e George Lopez (Rio 2) como o papagaio Pablo.

O filme foi dirigido por Sean McNamara (Soul Surfer – Coragem de viver) e escrito por Scott Bindley (O Último Verão), baseado em personagens criados por John Requa & Glenn Ficarra.

‘Os Novos Mutantes’ | 5 motivos que o tornam o pior filme da franquia ‘X-Men’

Após ter sido chamado de “o pior de todos os filmes da franquia X-Men” pelo crítico Scott Mendelson, Os Novos Mutantes (The New Mutants) poderia estrear diretamente via on demand no Brasil, mas a Disney acaba de lançar o filme nos cinemas. Sim, depois de três anos de adiamentos, já é possível finalmente assistir a produção.

Com os brasileiros Alice Braga (Eduardo e Mônica) e Henry Zaga (da série 13 Reason Why e Trinkets) no elenco, a Fox aposta na curiosidade do público em conferir os 90 minutos insossos da produção.

Crítica | Os Novos Mutantes – Uma ‘Malhação’ com poderes especiais

Se você quer saber a razão do adjetivo anterior, o CinePOP te apresenta cinco motivos. 

Já se prepare para as decepções de um promissor elenco e até mesmo da direção do aclamado Josh Boone, responsável pelo adorável A Culpa é das Estrelas (2014). Se você achou que Fênix Negra (2019) tinha sido um equívoco, imagine cinco adolescentes trancados em um hospital abandonado sem aventura, conflito ou uma boa razão que justifique a marca X-Men relacionada ao projeto.

5. A Incompatibilidade de Gêneros 

Quando vendido para os estúdios, o projeto Os Novos Mutantes era a ideia de O Clube dos Cinco (1985), de John Hughes, dentro de uma atmosfera de horror com o chamariz de ser um spin-off da franquia X-Men. Apoiado em dois elementos bem sucedidos anteriormente, a produção prometia audiência. Primeiro, X-Men: Primeira Classe (2011) tinha sido um sucesso de público e crítica, o que levou a produção de mais três, já questionáveis, filmes. Segundo, o mesmo enredo de amadurecimento e horror tornou-se um fenômeno estrondoso com It: A Coisa (2017). 

Ou seja, o diretor e roteirista Josh Boone fez o pitch certo para os produtores, no entanto, a resultado não saiu conforme a encomenda. A Fox ficou tão descontente com o corte inicial que o estúdio discutiu uma refilmagem total. A tal fantasia sombria adolescente foi vítima também da fusão do estúdio e das incertezas sobre o que seria um filme da Disney. Com certeza, não é isso.

4. Não é Assustador 

Uma das premissas da produção era o lado sombrio com direito a pulos dos espectadores da cadeira, tal como o já mencionado, It: A Coisa (2017), de Andy Muschietti. Infelizmente, nada no filme é aterrorizante, os personagens são perseguidos por seus piores medos, isto é, seus traumas. Algo que a gente já viu em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004). No terceiro filme da saga, o Professor Lupin (David Thewlis) ensina aos alunos como enfrentar o Bicho-Papão, que, por sua vez, transforma-se no medo de quem olha para ele. 

Portanto, para acabar com o “vilão” de Os Novos Mutantes era só pegar uma varinha e gritar o feitiço Riddikulus. Brincadeiras à parte, a sensação é de que os adolescentes não correm nenhum perigo e não têm nenhum verdadeiro desafio a não ser fugir do confinamento. A Dra. Reyes (Alice Braga) é a personagem mais inócua do filme e não representa um grande obstáculo aos adolescentes tal como é pressuposto no roteiro.

3. Super-Heróis Não Existem 

Rahne Sinclair (Maisie Williams), Illyana Rasputin (Anya Taylor-Joy), Sam Guthrie (Charlie Heaton) e Roberto da Costa (Henry Zaga) são quatro adolescentes confinados em um hospital sem nenhuma atividade aparente, a não ser terapia em grupo. Isto é, não é um cenário acadêmico como o do Professor Xavier, que os próprios personagens citam no filme. Os jovens não se desafiam, não treinam e, no máximo, a novata do grupo sofre bullying de boas-vindas. 

O objetivo do confinamento é fazer com que os jovens conheçam os seus poderes e não ofereçam riscos à sociedade. Neste ambiente decadente, é inserida a jovem Danielle Moonstar (Blu Hunt), única sobrevivente de um cataclisma que destruiu toda sua comunidade. O parco mistério do filme é descobrir qual o poder da menina e o combate final é mais vergonhoso do que o de Esquadrão Suicida (2016). Sem ameaças, sem heroísmos.

2. Melodrama Adolescente fantasiado de Aventura

Como dito antes, o principal erro de lançamento desta história é a sua vinculação à saga X-Men. Jovens mutantes são vistos em outras aspirantes obras, como Mentes Sombrias (2018), Poder Sem Limites (2012) e Os Incríveis (2004). Normalmente, os protagonistas enfrentam os dilemas de lidar com os seus poderes, as responsabilidades sociais e suas consequências, contudo, essas questões são retiradas do roteiro de Josh Boone e Knate Lee para dar espaço ao passado dos personagens em razão de explicar os pesadelos de cada um deles.

Um ponto positivo do filme é o desenvolvimento romance lésbico entre Danielle e Rahne, no entanto, ele toma grande parte da trama de 1h30 e torna-se o gatilho emocional para a confusa batalha final. É a única ação que ocorre no tempo presente, porque os outros personagens parecem pouco interessados no presente ou futuro. Eles vivem com os fantasmas do passado sem saber como lidar, exceto Illyana Rasputin.

1.Personagens Pouco Empáticos, exceto Rasputin

Apesar dos atores serem conhecidos de séries e filmes famosos, os seus personagens são distantes de seres excepcionais ou, ao menos, carismáticos em Os Novos Mutantes. Podemos traçar um paralelo com o desapontamento do filme Vidro (2019), de M. Night Shyamalan, em que bons personagem no somatório de uma história sem auge deu bastante errado. A atuação de Anya Taylor-Joy em Fragmentado (2017) foi maravilhosa, contudo em Vidro, a sua personagem Cassidy soou assombrosamente deslocada.

Na produção da Fox, Anya Taylor-Joy se sobressai por apresentar uma personagem mais instigante, isto é, a única que conseguiu criar um plano de fuga para os seus temores através do seu fantoche, o qual revela-se uma boa surpresa no final. Seus poderes são mais fortes que os dos demais e a sua personalidade mais altiva. É possível que um enredo em que Illyana Rasputin fosse realmente a grande vilã seria mais interessante. Melhor nem mencionar o quanto os personagens masculinos são sonolentos. 

Scarlett Johansson quebrou o coração dos fãs de ‘Viúva Negra’ ontem à noite; Saiba por que!

Scarlett Johansson partiu o coração dos fãs da icônica heroína Viúva Negra durante o evento Voters Assemble – supervisionado por Joe Biden – na última terça-feira à noite.

Natasha Romanoff lutou por respeito e por seu lugar no Universo Cinemático Marvel durante os dez anos em que deu as caras nas telonas, gradativamente crescendo e tendo a oportunidade de mostrar suas habilidades em filmes como ‘Homem de Ferro 2’‘Capitão América: O Soldado Invernal’‘Vingadores: Guerra Infinita’.

Entretanto, para aqueles que não se recordam, a personagem se sacrificou para salvar seus amigos e o mundo em ‘Vingadores: Ultimato’, para recuperar a Joia da Alma e derrotar Thanos (Josh Brolin).

No reunião virtual em questão, o elenco da franquia ‘Vingadores’ participou de uma trívia com a candidata à vice-presidência dos Estados Unidos Kamala Harris e, durante as questões, Paul Rudd (Homem-Formiga) perguntou para quem T’Challa entregou a Manopla do Infinito em ‘Ultimato’.

Johansson, enquanto todos pensavam na resposta, comentou simplesmente que “eu não estava lá, então…”, visto que, durante a batalha final, Natasha já havia morrido.

Confira:

De qualquer forma, Johansson irá reprisar seu papel no vindouro Viúva Negra’ que, por ter sido adiado duas vezes em virtude da pandemia do COVID-19, vem sofrendo pressão da Disney para ser lançado diretamente em streaming.

Durante uma entrevista para a Variety, Dan Loeb, um bilionário investidor do estúdio, disse que lançar blockbusters no catálogo da Disney+ seria uma ótima estratégia para atrair novos assinantes.

O gerente da Third Point já investiu mais de US$ 1 bilhão na Disney, e garante que sua ideia dará frutos, começando com o lançamento de ‘Viúva Negra‘.

“Os executivos mais velhos da Disney têm medo de arriscar nessa ideia com seus grandes filmes porque eles sustentam o estúdio, é por isso que empurraram Viúva Negra‘ e outros títulos para 2021 em vez de lançarem na Disney+. Acho que eles não enxergam que trocar o valor de um ingresso por assinaturas pode gerar mais lucros. Diversas empresas estão se adequando a este modelo, da Microsoft à Amazon, é só pesquisar… Isso agrega muito valor. O mundo inteiro está se voltando para o streaming.”

Loeb disse que tem grandes planos para o futuro, e um deles é transformar a Disney+ em referência no serviço de streaming, a exemplo da Netflix.

“A Netflix tem uma imensa base de assinantes, o que lhe permite investir em uma enorme quantidade de conteúdo original e adquirir direitos de exibição. Esse capital é recuperado mais tarde com a chegada de mais assinantes. A Disney+ ainda não chegou lá, mas precisa chegar o mais rápido possível. Se não conseguirmos uma forte base de assinantes, ficaremos em constante desvantagem em relação à Netflix.”

Lembrando que a Disney+ já ultrapassou 60 milhões de assinantes desde o lançamento, em novembro de 2019.

Em agosto, o CEO da Disney, Bob Chapek, confirmou que a plataforma atingiu sua meta de cinco anos em apenas oito meses, colocando o serviço à frente de uma previsão de 200 milhões de assinantes até 2025.

Ainda assim, falta muito para a novata se aproximar dos 193 milhões de assinantes da Netflix, número que vem crescendo cada vez mais ao longo dos meses.

Enquanto isso, a estreia de Viúva Negra‘ permanece agendada para 29 de abril de 2021 nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.  

Criadora de ‘Grey’s Anatomy’ revela o POLÊMICO motivo que a fez trocar a Disney pela Netflix

Shonda Rhimes outrora foi um dos nomes mais prolíficos da ABC, mudando o cenário televisivo para sempre ao ficar responsável por três das maiores séries das últimas décadas: ‘Grey’s Anatomy’ScandalHow to Get Away with Murder.

Entretanto, Rhimes deixou a emissora há algum tempo e migrou para a Netflix em um acordo multimilionário – similar ao feito por Ryan Murphy.

Até agora, os motivos de sua repentina mudança não haviam ficado muito claros, mas em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, a produtora e roteirista revelou qual foi a gota d’água que a fez sair da ABC.

O canal em questão é uma das empresas da Walt Disney Company – e Rhimes sempre se provou uma peça valiosa, produzindo mais de 70 horas de conteúdo original (que, por sua vez, eram transmitidos em 256 territórios diferentes) e gerando bilhões de dólares para a Casa do Mickey Mouse.

Era de se esperar que Rhimes chegasse ao limite mais cedo ou mais tarde – e foi exatamente isso o que aconteceu em 2017.

Como parte do acordo entre ela e a ABC, a realizadora tinha acesso ilimitado e all-inclusive aos parques da Disney e, sem um parceiro, negociou um segundo passe para sua babá.

Em um determinado dia, ela precisava de um ingresso para a irmã, visto que ela levaria a filha adolescente de Rhimes enquanto a babá acompanharia as outras duas. Se os passes fossem intercambiáveis, ela teria entregue o seu de bom grado – afinal, com uma carga horária de trabalho como a que tinha, em que momento ela iria aos parques?

Depois de alguns obstáculos e de ouvir comentários do tipo “nós nunca faremos isso”, Rhimes conseguiu um ingresso adicional. Porém, quando suas filhas chegaram em Anaheim, apenas um deles funcionou. Rhimes ligou para um executivo da companhia, acreditando que ele resolveria tudo – mas tudo que ouviu foi: “você já não tem o bastante?”.

Pouco depois, Rhimes encerrou a ligação e contatou seu advogado, dizendo: “descubra um jeito de migrar para a Netflix ou eu vou encontrar novos representantes”.

Em agosto do mesmo ano, a produtora deixaria a ABC e seu contrato de nada menos que 15 anos para um acordo inteiramente novo com a Netflix – unindo uma gigante do streaming com uma gigante criativa. E, por enquanto, Rhimes já tem dois projetos confirmados com a plataforma: a antologia Notes on Love e a cinebiografia Inventing Anna (ambas em pré-produção).

Shonda Rhimes

‘Stranger Things’: [SPOILERS] se reencontram em novas imagens dos bastidores da 4ª temporada!

As filmagens da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ seguem a todo vapor e novas imagens dos bastidores estão circulando na internet e trazem os principais protagonistas em destaques.

Algumas das fotos mostram de Dustin (Gaten Matarazzo), Steve (Joe Keery) e Max (Sadie Sink) juntos em uma locadora de vídeos, enquanto outras destacam a atriz Maya Hawke.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ está prevista somente para o fim de 2021.

Assista à nossa crítica da temporada anterior:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

Warner considera adiar ‘Mulher-Maravilha 1984’ para 2021, afirma CEO da AMC

Adam Aron, CEO da rede de cinemas AMC, afirmou em entrevista à Variety que a Warner está considerando adiar o lançamento de Mulher-Maravilha 1984’ para 2021.

Segundo ele, o estúdio anunciará sua decisão de manter o lançamento ou não muito em breve.

“Para nós, ficou claro que os grandes estúdios estão com medo de lançar seus blockbusters enquanto os principais cinemas não estiverem funcionando normalmente”, afirmou.

Vale lembrar que os cinemas das grandes capitais Nova York e Los Angeles estão fechados por conta da COVID-19.

Nas últimas semanas, os proprietários de cinemas têm implorado aos governantes norte-americanos para permitirem que eles retomem as operações, já que restaurantes, academias e outros estabelecimentos começaram a receber de volta os clientes.

Em entrevista à Variety, a diretora Patty Jenkins já tinha adiantado que, quando o assunto é o lançamento de Mulher-Maravilha 1984’, ela não acha que se pode ter muita confiança sobre qualquer coisa nesse momento.

“Não acho que alguém consegue estar confiante agora. Nós apenas não sabemos o curso que a COVID-19 vai tomar”.

De qualquer forma, Jenkins também declarou que tem esperanças de que o aguardado longa-metragem seja chegado no Natal, deixando claro que “parece possível para mim”. 

Mulher-Maravilha 1984’ permanece agendado para 24 de dezembro.

Assista ao trailer:

“Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?” 

Gal Gadot retorna como a heroína. Chris PineKristen WiigPedro Pascal completam o elenco.

Patty Jenkins entra novamente como diretora e roteirista.

Sobrinho de Beyoncé divulga imagens da mansão de R$ 650 milhões da cantora; Confira!

Beyoncé e Jay-Z têm uma vida pessoal bastante privada e evitam qualquer tipo de exposição para não se tornarem alvo das polêmicas da mídia.

Por conta disso, muitos fãs têm curiosidade de conhecer a mansão do casal de artistas, localizada em Bel Air, na Califórnia, e cujos cômodos permanecem longe dos holofotes… Bom, até agora.

Recentemente, o sobrinho de Beyoncé, Julez Smith, passou um fim de semana no local para comemorar o aniversário de 16 anos e publicou uma série de fotos da luxuosa propriedade.

As imagens mostram a gigantesca sala de estar, uma escadaria que leva o ao quintal com piscina, academia e até alguns carros clássicos da coleção de Jay-Z.

Após a publicação das fotos, os fãs repararam que inclusive um dos carrosfoi usado na gravação do clipe ‘Formation‘, lançado em 2016.

Para quem não sabe, a mansão foi adquirida pelo casal em 2017 e custou mais de US$ 130 milhões, aproximadamente R$ 650 milhões, consideração a atual cotação do dólar.

Confira as imagens:

Por falar em Beyoncé, o novo filme dirigido pela cantora, ‘Black is King‘, estreou em julho na Disney+.

Além de ter sido aclamado pela crítica, o longa também caiu no gosto dos fãs, que se apaixonaram pelo visual e pela história da produção.

Confira as reações abaixo:

O filme é uma celebração do aniversário de um ano de The Lion King: The Gift, obra reimaginada da artista para o remake em live-action de O Rei Leão (2019).

Confira a sinopse oficial abaixo:

Esse álbum visual de Beyoncé reimagina as lições de O Rei Leão para os jovens reis e rainhas dos dias de hoje, que buscam por suas coroas. O filme esteve em produção por um ano com um elenco e uma equipe que representam diversidade e conectividade. As viagens das famílias negras através do tempo são honradas em um conto sobre um jovem rei e sua jornada transcendental através de amor, traições e autoidentidade. Seus ancestrais ajudaram-no a trilhar o caminho para seu destino e, com os ensinamentos de seu pai e de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para reclamar sua casa e seu trono.

Crítica | The Lion King: The Gift

O filme é considerado uma celebração memorialística para o mundo sobre a experiência negra e terá videoclipes para as canções “My Power”“Mood 4 Eva”“Brown Skin Girl”.

O álbum em questão traz colaborações com Childish Gambino, Kendrick Lamar, Pharrell, 070 Shake, Tierra Whack, Jay-Z, Blue Ivy Carter e Jessie Reyez, bem como os artistas africanos Wizkid, Shatta Wale, Burna Boy, Mr Eazi, Tiwa Savage, Tekno, Yemi Alade, Busiswa e Salatiel.

Como Reese Witherspoon está ajudando a mudar Hollywood para mulheres

LEGALLY BLONDE, Reese Witherspoon, Bruiser, 2001, photo: (c) MGM/courtesy Everett Collection

Na página de Reese Witherspoon no IMDb, constam 7 títulos produzidos por ela entre 2003 e 2016 — incluindo o episódio piloto de uma série que jamais chegou a ser aprovada e um spin-off, para todos os efeitos desconhecido, de Legalmente Loira. Mas de 2018 para cá, já são 8 os projetos que ela tirou do papel como produtora — entre eles, os sucessos Big Little Lies, The Morning Show, Little Fires Everywhere e até mesmo uma série de organização de casas para a Netflix (‘The Home Edit – A Arte de Organizar’). Isso tudo sem contar os outros 11 projetos entre filmes e séries em vários estágios de produção para serem lançados nos próximos anos — de Legalmente Loira 3’ a ‘White Lie’, a biografia de uma jovem negra que consegue convencer os administradores de uma escola de elite de que ela é branca para conseguir estudar lá, que terá Zendaya como protagonista. Com sua produtora Hello Sunshine, a atriz que outrora ficaria conhecida como a eterna Elle Woods mudou sua própria trajetória em Hollywood e, no caminho, está criando veículos para várias mulheres fazerem o mesmo.

Em novembro de 2019, Margot Robbie e a roteirista de Aves de RapinaChristina Hodson anunciaram a criação de um laboratório de roteiro para ajudar mulheres a “furarem a bolha” no mercado de filmes de ação. A ideia era, através do workshop, ajudar essas profissionais, já atuantes em variados níveis, a formatarem os seus projetos e conseguirem vendê-los para grandes estúdios ou distribuidoras — todas ideias originais que pudessem ser produzidas por até US$ 30 milhões. Menos de um ano depois, os seis projetos (cinco filmes e uma série de TV) já foram vendidos e estão em desenvolvimento em parceria com Universal, Blumhouse e Warner Bros., por exemplo.

Para Witherspoon, a virada de chave veio do cansaço. Ela estava cansada de sempre receber ofertas para o mesmo tipo de papel, e também observava a ausência de personagens femininas centrais em histórias complexas e com forte apelo popular no cinema e na TV. Basicamente, os papéis que ela queria não estavam sendo feitos em lugar nenhum, então a atriz decidiu criá-los ela mesma.

O que veio depois disso foi a união estratégica de um espírito desbravador de uma ávida leitora (que muito se assemelha ao de Elle Woods ou Madeline McKenzie), com uma boa rede de contatos em Hollywood. Em 2012, Witherspoon já era cocriadora da produtora Pacific Standard, através da qual surgiram projetos como Livre (2014), Garota Exemplar (2014) e Belas e Perseguidas (2015). Da separação entre Reese e sua então parceira de negócios veio o que se tornaria o império da Hello Sunshine. 

Criada em 2016, praticamente um ano antes das acusações de abuso e assédio contra Harvey Weinstein que catapultaram o movimento #MeToo, a Hello Sunshine tem como objetivo colocar mais mulheres em frente às telas, e também vozes e rostos diversos por trás delas. Reese tem um clube do livro, e é das descobertas que partem dele que surgem muitos dos projetos que ela leva para o cinema e a televisão, sempre com o viés feminino em pauta. É claro que a Hello Sunshine não é a única companhia de produção focada em conteúdo dirigido, escrito e protagonizado por mulheres, mas o objetivo de Reese vai além: ela quer construir um estúdio de cinema e TV premium independente, com conteúdo liderado por mulheres e que vai diretamente para o consumidor em múltiplas plataformas.

Hoje, há filmes, séries e até podcasts da Hello Sunshine em desenvolvimento com plataformas como Facebook, Netflix, Apple TV+, Hulu, Starz e Amazon (para citar apenas alguns), e os efeitos do quanto o investimento da produtora tem funcionado já pode ser sentido reverberando por aí. Muitos dos projetos da LuckyChap Entertainment, a produtora de Margot Robbie, têm também uma clara assinatura: colocar mulheres sob os holofotes.

Criada em 2014, a LuckyChap já colocou no ar muitos filmes protagonizados pela própria Robbie (‘Eu, Tonya’,Aves de Rapina, Terminal), mas projetos recentes como Promising Young Woman, com Carey Mulligan, a série ‘Dollface’, de Kat Dennings, e a ainda inédita Maid, da Netflix e com Margaret Qualley, mostram que ainda há mais a ser explorado pelo selo. O laboratório de roteiro citado no início deste texto é um destes exemplos, uma vitória tanto pelo fato de inserir mais mulheres em um ambiente comumente dominado por homens (o de filmes de ação) quanto por conseguir emplacar vendas de projetos num tempo tão caótico quanto o do Covid-19. 

O resultado de tudo isso é visto a longo prazo, o que é ao mesmo tempo uma bênção e uma maldição para uma Hollywood que busca resultados cada vez mais imediatos. Com tantos projetos “empoderadores” ganhando as telas pela urgência do #MeToo ou pelos debates reacendidos sobre racismo e violência policial, não é raro filmes e séries bem intencionados cujo resultado é uma bagunça de informações que não convergem — O Escândalo e Green Book são exemplos disso, guardadas as devidas proporções. O que investimentos como os projetos de Reese Witherspoon e Margot Robbie fazem é dar espaço para que os roteiros sejam construídos com cuidado e pelas mãos certas. Por isso, ainda que obras comoLittle Fires Everywhere e ‘Eu, Tonya’ tenham lá suas imperfeições, a existência delas com personagens complexas que não se contentam ao posto simplista de mocinhas ou vilãs (e a ampla aprovação que receberam junto ao público) é um passo firme no caminho de uma indústria menos desigual. 

É claro que nada disso é filantropia, e as duas empresas estão ficando mais ricas com cada um desses filmes. Mas é importante salientar que o fator lucrativo é essencial para provar o ponto: não é apenas dizer que investir em diversidade e em múltiplas vozes no cinema e na televisão é importante para o futuro, mas que existe um mercado para essas obras, e este mercado está disposto a comprar.

Crítica | Os Novos Mutantes – Uma ‘Malhação’ com poderes especiais

Os Novos Mutantes Comic-Con 2020

Existe uma data de validade para filmes que demoram a estrear? “Novos Mutantes” é a prova que sim. Marcado inicialmente para 2018, o filme sofreu com adiamentos, o processo de compra da Fox pela Disney e com o fechamento dos cinemas devido ao coronavírus. Hoje, o filme estreou nos cinemas nacionais.

Mas como a produção se comporta estreando dois anos depois do lançamento previsto?

Como um produto fora de época. O filme não serve para dar continuidade aos eventos que a Fox planejava para o mundo mutante pós “Logan” e também não se encaixa com o que esperamos de um filme dos X-Men (ou passado no mesmo ambiente) no Universo Marvel da Disney. Explico.

O filme mostra a chegada de uma jovem, Danielle, a Miragem (Blu Hunt), ao hospital que abriga quatro adolescentes mutantes e uma médica (Alice Braga). Não tarda para que conheçamos os poderes dos quatro: Roberto, o Mancha Solar (Henry Zaga), Illyana, a Magia (Anya Taylor-Joy), Rahne, a Lupina (Maisie Williams) e Sam, o Míssil (Charlie Heaton).

Já a mutação de Danielle é o grande mistério do filme. Cada um cumpre o papel de tramas adolescentes: a menina que vem de fora, o bonitão, a rebelde, a tímida e o esquisito. Williams e Heaton se destacam do resto, enquanto Taylor-Joy até tenta, mas sua personagem é muito exagerada.

Dividido em basicamente três partes, “Novos Mutantes” tem seu pior momento nos 20 minutos iniciais. Atuações ruins e fora de tom, correria ao apresentar os personagens e um clima de mistério que não engana ninguém. O meio do filme é sua melhor parte. Com uma vibe Clube dos Cinco, é o momento que realmente passamos a nos importar com algumas das histórias, os relacionamentos entre os mutantes, sua visão do mundo e que entendemos as dores de cada um dos cinco jovens aos lidar com seus poderes. Já os 20 minutos finais trazem o esperado de qualquer filme de ação e que o último trailer, lançado na San Diego Comic-Con, revela quase por completo.

Aliás, “Novos Mutantes” está muito mais para uma “Malhação” com poderes especiais do que para a ideia de filme de terror, que o primeiro trailer e o diretor Josh Boone venderam. Não há nada de terror. Não há sustos e sempre que o filme ameaça mostrar algo mais pesado, rapidamente a cena acaba. A cena do Mancha Solar na piscina e da Lupina com uma ilusão no chuveiro são clichês, mas tinham muito potencial de realmente trazer algo mais forte e impactante. Tudo fica pelo caminho.

Inclusive, há erros de montagem digno de sitcom da década de 90, com cortes de câmera com personagens olhando para lados diferentes, movimentos corporais diferentes do corte anterior. Aí sim, o verdadeiro horror.

E é nesse meio tempo do filme que temos duas referências diretas ao mundo dos mutantes que a Fox estava contando na época. Uma com ligação em “Logan” e outra com “X-Men: Apocalipse”.

O que mais decepciona em “Novos Mutantes” não é o filme ter demorado tanto para sair e ser uma completa bagunça. É o filme ter demorado para sair, ter um potencial ali, mas que ele nunca cumpre, que nunca chega a lugar algum e que já sabemos, nunca vai chegar. É um material velho, que na época das locadoras, poderia até virar aquela fita que chama a atenção da galera e cria aquela curiosidade que transformou diversos filmes em cult.

Hoje, com dezenas de novos lançamentos por mês, “Novos Mutantes” deverá ser esquecido mais rapidamente do que o tempo que levou para estrear. Uma pena. O ponto final dos Xs na Fox até que tinha potencial.

‘A Família Addams’ vai ganhar série live-action comandada por Tim Burton

Após ganhar uma animação em 2019, ‘A Família Addams‘ agora ganhará uma versão live-action na TV.

Tim Burton (‘Batman’) vai produzir e dirigir a série sobre a família excêntrica, à partir do ponto de vista da Wandinha.

Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘, serão os roteiristas.

De acordo com o Deadline, a série está sendo financiada pela MGM TV, o que faz sentido já que a MGM é a empresa que controla a marca da franquia.

Como o filme de animação de 2019, esta visão sobre a Família Addams será ambientada nos dias atuais, com Wandinha Addams atuando como personagem principal.

Havia ainda outro projeto em desenvolvimento desde 2010, uma animação em stop-motion que seria dirigida por Tim Burton. O longa, porém, foi recentemente cancelado.

A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

 

‘Uncharted’: Adaptação com Mark Wahlberg e Tom Holland ganha imagens

A Sony Pictures divulga as primeiras imagens do esperado filme ‘Uncharted‘, baseado no sucesso homônimo dos games. Estrelado por Tom Holland, que interpreta Nathan Drake, o elenco também conta com nomes como Mark Wahlberg, Antonio Banderas e Tati Gabrielle.

Na primeira foto, o Holland surge caracterizado como o protagonista. Na segunda, ele aparece ao lado de Nolan North – o dublador do aventureiro Nathan Drake na franquia de games.

Confira:

Vale lembrar que o longa tem estreia marcada para 16 de julho de 2021 – na temporada de blockbusters de verão da indústria cinematográfica norte-americana.

Dirigida por Ruben Fleischer, a adaptação da Sony será ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Drake embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor Sully (Mark Wahlberg).

Para quem não conhece, Fleischer é responsável pelo sucesso de Venom, que arrecadou mais de US$850 milhões nos cinemas, além de ter trazido às telonas a franquia Zumbilândia e o filme de ação ‘Caça aos Gangstêres’.

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

O jogo acompanha as aventuras de Nathan Drake (Holland), um caçador de tesouros que viaja ao redor do mundo para descobrir mistérios históricos. Porém, a adaptação não deve seguir nenhuma história mostrada nos games da Naughty Dog.

‘Avatar 2’: Nova HQ entrega pistas sobre o próximo filme da franquia; Confira!

A editora Dark Horse divulgou a capa de sua próxima história em quadrinhos inspirada na franquia ‘Avatar‘, criada por James Cameron em 2009.

Escrita por Jeremy Barlow (‘Star Wars: Darth Maul — Filho de Dathomir’) e ilustrada por Josh Hood (‘Liga da Justiça: Monstros Assustadores’), a HQ vai explorar eventos ambientados após o 1º filme.

Intitulada ‘Avatar: The Nex Shadow‘, a trama continua a história de Jake Sully no intervalo entre o próximo filme da franquia. Vivendo como um Na’vi Na nova série, Jake pretende travar uma guerra para proteger seus irmãos, mas ele pode manter a paz?

Dias após a destruição da árvore natal Na ‘vi, Jake se encontra mal equipado para neutralizar os conflitos internos que ameaçam separar os Omatikaya – e perigosamente despreparado para um plano traiçoeiro para removê-lo do clã para sempre!

O lançamento está marcado para janeiro de 2021 nas livrarias norte-americanas

Confira a capa:

Anteriormente, a Dark Horse já lançou os quadrinhos ‘Avatar: Brothers‘ (2017) e ‘Avatar: O Caminho de Tsu’tey‘ (2019, mas nem um dos dois têm relação direta com os filmes.

Lembrando que as filmagens da sequência ‘Avatar 2‘ foram 100% finalizadas após uma sucessão de atrasos e interrupções provocadas pelo coronavírus.

A informação foi compartilhada pelo próprio James Cameron em entrevista ao astro Arnold Schwarzenegger, por meio do Zoom.

Já em se tratando das gravações de ‘Avatar 3‘, o aclamado diretor pontuou que elas estão 95% finalizadas.

“O Covid nos atingiu como a todo mundo. Nós perdemos cerca de quatro meses e meio de produção. E como resultado disso, nós tivemos que adiar a estreia do filme em um ano, para dezembro de 2022. Mas isso não significa que temos um tempo extra para finalizar o filme, porque no dia em que entregamos ‘Avatar 2′, nós começamos a trabalhar na finalização de ‘Avatar 3′. E neste momento estamos na Nova Zelândia filmando. Estamos gravando o que falta do live-action e ainda faltam uns 10% para terminarmos. Já completamos 100% de ‘Avatar 2‘ e completamos cerca de 95% de ‘Avatar 3‘”.

A demora em torno de ‘Avatar 2‘ seria pelo fato de Cameron estar investindo em uma nova tecnologia nos cinemas.

Em uma entrevista recente ao Digital Spy, ele revelou que criou uma “tecnologia tão avançada que ninguém poderia imaginar nos dias de hoje”.

“Temos os melhores artistas e técnicos do mundo para criar um filme tão rico visualmente que vai chocar a todos. Vamos surpreender com um filme inovador em todos os sentidos”, afirmou.

Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em 2022, após quatro anos de atraso.

Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 4 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

‘The Boys’: [SPOILER!] deve retornar para a 3ª temporada

Um dos momentos mais cômicos da 2ª temporada de ‘The Boys‘ é quando Leitinho de Mamãe (Laz Alonso) é atacado pelo Linguiça do Amor (Andrew Jackson) num hospital responsável pela criação de super terroristas.

Para quem não assistiu, Leitinho acaba sufocado depois que o pênis do terrorista fica enrolado em seu pesçoco.

Nos quadrinhos, Linguiça do Amor tem a capacidade de aumentar seu pênis como se fosse um elástico e, ao longo das edições, ele se torna um aliado dos justiceiros.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o showrunner Eric Kripke revelou que o personagem ainda pode retornar na 3ª temporada da série.

“E conversei com os roteiristas e concordamos que o Linguiça do Amor ainda terá bons momentos pela frente. Definitivamente, aquela não foi a última vez que ele apareceu.”

Kripke ainda brincou, dizendo que fez questão de lembrar dessa possibilidade quando estava perto de Alonso.

“Todos prestavam atenção às reações de Laz Alonso quando eu tocava nesse assunto. Acho que ele não gosta muito da ideia.”

Anteriormente, Alonso conversou com a Entertainment Weekly e disse que só ficou sabendo do momento constrangedor porque os colegas de elenco fizeram piadas com ele.

“Quando recebemos os roteiros, eu costumo ler somente aquele que vamos gravar primeiro, então eu não sabia que haveria essa cena porque foi uma das últimas a ser gravada. Eu só fiquei sabendo quando o elenco começou a me zoar. Karl [Urban] chegou para mim e disse: ‘Você está pronto pra sentir o aperto no pescoço?’, e eu respondi: ‘Isso não vai acontecer de jeito nenhum’.”

Ele continuou:

“Tenho quase certeza que foi o Karl que veio com essa ideia para [o showrunner] [Eric] Kripke. E Kripke tem um senso de humor doentio, aposto que ele ficou tipo: ‘É ótimo! Vamos fazer isso!'”

No fim das contas, Alonso disse que entrou na brincadeira e aceitou a zoação do elenco, então não foi difícil convencê-lo de fazer a cena.

Lembrando que a 2ª temporada de ‘The Boys‘ já está disponível na Amazon Prime.

Confira nossa crítica:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Black-ish’: 7ª temporada abordará o Coronavírus e o movimento Black Lives Matter

A 7ª temporada da aclamada série de comédia ‘Black-ish‘ vai abordar alguns temas bem densos que definiram o ano de 2020, como a pandemia do Coronavírus e o movimento Black Lives Matter.

A informação foi confirmada pelo showrunner da produção, Courtney Lilly, em uma entrevista à revista EW:

“Nós somos uma série que se passa na mesma realidade da qual nós todos vivemos. Não haveria nenhuma versão da produção em que nós não abordaríamos o que está acontecendo”.

As temáticas raciais já fazem parte da essência de ‘Black-ish‘, que é extremamente elogiada por dar voz aos anseios da comunidade negra e por abordar o racismo sistêmico em seus episódios.

Mas e sem tratando de um quadro pandêmico, isso será uma novidade na trama. E para tratar o assunto respeitando o contexto da narrativa, a questão será apresentada a partir da perspectiva da matriarca da família Johnson, a médica Rainbow (Tracee Ellis Ross).

Segundo o showrunner, a pandemia será trazida às telas pela ótica de quem lidou com o vírus no pior cenário de todos, dentro de um hospital. A série mostrará como ela e outros profissionais essenciais da saúde “estão vendo uma realidade bem diferente daquela que o restante de nós estamos vendo“, concluiu Courtney Lilly.

Confira o trailer da 7ª temporada:

A nova temporada já está em exibição nos EUA.

No Brasil, as cinco primeiras temporadas estão disponíveis na Amazon Prime.

Criada por Kenya Barris, a série principal já possui dois spin-offs intitulados ‘Grown-ish‘ e ‘Mixed-Ish‘.

Na trama, um homem negro de classe média alta luta para criar seus filhos com um senso de identidade cultural, apesar de constantes contradições e obstáculos vindos de sua esposa liberal, de seu pai de valores tradicionais e de suas próprias crianças, que enxergam o mundo de outra maneira. A série problematiza relações sócio-culturais com um humor conciso.

O elenco conta com Anthony Anderson, Tracee Ellis Ross, Marcus Scribner, Miles Brown, Marsai Martin, Peter Mackenzie, Deon Cole e Jenifer Lewis.

‘De Volta para o Futuro’: Fãs comemoram o dia oficial da trilogia; Confira!

Em ‘De Volta para o Futuro 2‘, Marty McFly (Michael J. Fox) e o Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd) viajaram para 21 de outubro de 2015, o que fez diversos fãs sonharem com o futuro apresentado na trama.

Além disso, ontem (21) completaram-se 35 da estreia do primeiro filme.

Por conta disso, alguns internautas se questionaram se houve alguma interferência na linha do tempo que poderia mudar os acontecimentos históricos que conhecemos.

Mas, apesar das brincadeiras, os fãs aproveitaram a data para comemorar uma das viagens mais marcantes da trilogia e maratonar os filmes.

Confira as reações:

Mesmo que a trilogia seja perfeitamente equilibrada e conclusiva, muitos fãs ainda pedem por novas sequências e até mesmo por um reboot atualizado para os dias de hoje.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o roteirista Bob Gale foi questionado sobre o assunto e explicou porque isso nunca deveria acontecer.

E a resposta foi bem simples!

“Muitas pessoas já me disseram que eu deveria escrever uma série de viagem no tempo inspirada na trilogia, mas ‘De Volta Para o Futuro‘ não é apenas uma história sobre viagens no tempo… O que algumas pessoas nem sempre entendem é que o filme é sobre uma história de família com elementos de viagem no tempo, a ficção é apenas um artifício secundário e o que importa é o arco de McFly.”

Ele continuou:

“O que atraiu tantos fãs para a trilogia foram os personagens. Essa trama familiar nos faz pensar: ‘Meu Deus, meus pais já foram crianças também.’ Quando você tem cinco ou seis anos de idade, seus pais parecem figuras divinas e cheias de sabedoria, parece que nunca envelhecem ou que nunca foram ingênuos como você… De repente, você assiste ao filme e começa entender que seus pais passaram por coisas parecidas com o que você viveu.”

Depois dessa de declaração, já está mais do que claro que novos filmes da franquia não teriam o mesmo impacto no público como aconteceu nos filmes originais e os fãs devem ficar satisfeitos com a trilogia.

E aí, a reposta foi o suficiente para você?

Considerada um marco do cinema, a trilogia ‘De Volta para o Futuro‘ (Robert Zemeckis) permanece sendo aclamada por milhões de fãs e críticos especializados.

Ao total, os filmes conseguiram faturar US$ 965,8 milhões nas bilheterias mundiais.

Lembrando que o último filme da franquia foi lançado em 1990 e acumulou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Shazam! 2’: Adam Brody provoca os fãs sobre o que esperar da sequência

Shazam: Fúria dos Deuses‘ foi adiado para junho de 2023, mas Adam Brody decidiu provocar os fãs sobre o que esperar da sequência.

Em entrevista para o Screen Rant, o intérprete da versão adulta de Freddy Freeman disse que o longa vai se manter fiel ao original e trará muitas sequências hilárias, mas também terá um toque de tensão.

“Tenho certeza de que haverá momentos de perigo real, vocês vão ficar tensos e vão levar esses momentos a sério, mas o roteiro também vai se manter fiel ao original e inclinar-se para a comédia e estupidez… Vamos misturar tudo isso de forma natural. Vai ser uma experiência incrível.”

Recentemente, Zachary Levy compartilhou em seu perfil do Instagram o primeiro pôster da sequência.

Confira:

Em entrevista à Backstory Magazine, Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Sabe-se que as filmagens irão começar na primavera estadunidense de 2021 (período que compreende os meses de março e junho). Com essa data pré-estabelecida, o estúdio terá tempo o suficiente para finalizar o longa na pós-produção e na construção de seus efeitos visuais, para que possa ser lançado nas telonas em .

Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.

“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

[EXCLUSIVO] ‘Não Vamos Pagar Nada’: Samantha Schmütz fala sobre o filme e quer Juninho Play no cinema

Não Vamos Pagar Nada, comédia protagonizada por Samantha Schmütz (Vai que Cola) e Edmilson Filho (Cine Holliúdy), se tornou um dos primeiros grandes exemplos de produção nacional que precisou ser readaptada para o “novo normal”, trazido pela pandemia. Planejado para estrear nas telonas – os filmes de comédia são os que mais arrastam o público para as salas de cinema no Brasil -, a solução encontrada foi um lançamento direto no mercado de vídeo (streaming) em diversas plataformas digitais – incluindo no Telecine, um dos patrocinadores – no início do mês de outubro.

O filme é a adaptação da peça italiana Non Si Paga! Non Si Paga!, de 1974, escrita Dario Fo, ganhador do prêmio Nobel de Literatura. Na trama Schmütz vive Antônia, uma mulher desempregada e sem dinheiro que chega ao seu limite. Indignada pelo aumento do preço dos alimentos no mercado, ela promove que o local seja saqueado, ao lado de outras donas de casa. Após o feito, ela precisa esconder o ato e os mantimentos do marido, papel de Edmilson Filho, que apesar das dificuldades jamais concordaria com a ação da mulher.

O CinePOP visitou o set de filmagens do longa e conversou com a protagonista Samantha Schmütz nos bastidores. A entrevista foi realizada no dia 18 de março de 2019. Leia abaixo.

CinePOP: Fale um pouquinho sobre o filme e a sua personagem.

Samantha Schmütz: “Bom, o filme é uma adaptação de uma peça italiana escrita pelo Dario Fo. E por mais que a peça se passe na Itália, ela é muito universal, acho que ela poderia ser passada no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. Ela trata de um assunto que, infelizmente, é universal, que é a fome. Então essas famílias, esses dois casais, eles estão vivendo esse momento de dificuldade financeira, demissão, falta de grana para pagar luz, aluguel, e até que acaba o dinheiro para comprar comida. E nesse momento, quando o dinheiro acaba para comprar até comida, realmente o desespero é muito grande. Isso causa uma revolta na Antônia, minha personagem, que chega no supermercado e vê que os preços estão aumentando, ela começa a ficar indignada e acaba passando um pouco este sentimento, “contaminando” com este sentimento as outras pessoas que estão no mercado. Acaba rolando uma revolta, uma revolução, as mulheres começam a saquear tudo e saem sem pagar nada. Daí o título Não Vamos Pagar Nada.

A Antônia não é uma mulher que pensou em fazer isso, acho que a situação a levou a esse desespero. Ela passa o filme inteiro tentando esconder do marido as compras que ela “roubou”, porque ele é um cara todo certinho e para ele é inadmissível, ele prefere ver ela presa do que ter uma mulher que roubou comida. Uma ladra de comida. Tem até uma frase dessa no filme. Então a Antônia é uma sobrevivente.”

CinePOP: Você falou um pouco sobre a adaptação da peça. Qual liberdade vocês tiveram de adicionar também na mistura, improvisos, coisas próprias dos atores no texto?

Samantha Schmütz: “O João Fonseca (o diretor) deu muita liberdade para a gente colocar as palavras de forma confortável na nossa boca e que ficasse de maneira mais orgânica. A gente mudou poucas coisas só para adaptar mesmo. Para a coisa ficar bem verdadeira, bem realista. Por mais que a gente esteja fazendo uma farsa, a gente tem que passar muita verdade nessa loucura, nesse surrealismo que é a peça. Então a gente adaptou coisas, o João dá muita liberdade para a gente, e tenta encontrar a maneira mais confortável para nós atores, porque isso se reverbera para o público.”

CinePOP: Se você pudesse levar um dos seus personagens para o cinema, qual você levaria?

Samantha Schmütz: Um dos meus personagens pessoais? Juninho Play.

Alguém da produção chega chamando Schmütz para voltar a gravar, interrompendo a última pergunta. Mas a atriz pede mais um tempinho para que terminemos a entrevista, demonstrando grande profissionalismo e respeito com nossa equipe.

CinePOP: Para terminar, fale um pouquinho sobre seus próximos projetos.

Samantha Schmütz: “Eu vou filmar agora o Vai que Cola. O segundo. Tenho também a série do Vai que Cola. No final do ano tem o projeto de fazer um filme do Juninho Play também. E… muitos filmes. Eu estou, graças a Deus, muito feliz de ter entrado nesse mercado do cinema. Tem o Cine Holliúdy que vai estrear agora dia 21 de março (a entrevista foi realizada em 2019, três dias antes da estreia de Cine Holliúdy 2 – A Chibata Sideral). Então eu acho que o cinema me abraçou, e eu espero que vocês continuem abraçando nossos filmes, porque a gente faz com muito prazer e muita dedicação.”