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‘Vingadores: Ultimato’: [SPOILER] sobreviveu, confirma novo cartaz!

[CUIDADO COM SPOILERS]

Vingadores: Guerra Infinita‘ deixou muitos fãs se perguntando sobre o paradeiro de Valquíria após os eventos de ‘Thor: Ragnarok’. Será que ela sobreviveu ao ataque de Thanos?

Agora, a Marvel divulgou uma nova leva de cartazes com os personagens que morreram e os que estão vivos, e Valquíria surge no grupo colorido.

Confira:

Em seu Twitter, a atriz Tessa Thompson já havia adiantado o que aconteceu com sua personagem!

“Ela sobreviveu, está inteira e PROSPERANDO”, afirmou.

Recentemente, Joe Russo também revelou o paradeiro da personagem durante uma sessão de perguntas dos fãs.

Valquíria (Tessa Thompson) não aprece mais após os eventos de ‘Ragnarok’ e o início de ‘Guerra Infinita’, porém existe uma passagem de tempo, e nesse tempo, Valquíria consegue sobreviver ao ataque de Thanos. Segundo Russo, ela também conseguiu salvar parte dos Asgardianos em capsulas de fuga antes do massacre na nave, evitando assim que seu povo beirasse a extinção.

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores: Ultimato‘ chega aos cinemas em 25 de Abril de 2019. A direção é de Joe e Anthony Russo.

‘A Caçada’: Conheça o terror com Emma Roberts que nunca chegou aos cinemas…

Já faz meses desde que o terror ‘A Caçada‘ teve sua estreia cancelada nos EUA. O motivo? Sua trama política, envolvendo um genocídio entre democratas e republicanos nos EUA.

Para quem não sabe, após atentados terroristas de supremacia branca no início de agosto e discursos políticos culpando a mídia pela violência, a Universal Pictures e a Blumhouse decidiram cancelar o filme.

Em um comunicado, o estúdio revelou o cancelamento em respeito às vítimas dos atentados.

“Após cuidadosa consideração, o estúdio decidiu cancelar os planos de lançamento do filme. Nós apoiamos nossos cineastas, e continuaremos a lançar filmes em parceria com diretores visionários, como os que estão associados a esse thriller de sátira social. Porém, entendemos que essa não é a hora certa de lançar esse projeto.”, diz o comunicado.

O filme, que chegaria aos cinemas em Setembro do ano passado, sequer tem previsão de estreia em Home Vídeo. Está em um eterno limbo.

Em entrevista com a Variety, o diretor Craig Zobel falou pela primeira vez sobre o ocorrido e esclareceu sua intenção com a trama do filme, dizendo:

“Nossa ambição era cutucar os dois lados igualmente. Procuramos nos entreter e unificar, não enfurecer e dividir. Cabe aos telespectadores decidir qual será a visão deles. Eu queria fazer um suspense de ação divertido para satirizar esse momento em nossa cultura – onde julgamos as crenças de alguém por causa do partido que achamos que defendem… E depois começamos a gritar com eles. Essa pressa em julgar é um dos problemas mais relevantes da nossa época.”

O diretor agradeceu a Universal pelo interesse em assumir um risco e pela liberdade criativa que o estúdio permitiu à equipe de produção.

‘A Caçada’ acompanha 12 estranhos que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por liberais. Betty Gilpin e a vencedora do Oscar, Hilary Swank, interpretam mulheres em lados opostos do espectro político, conservador e liberal, que têm como alvo um ao outro.

O elenco inclui Hilary Swank, Emma Roberts, Justin Hartley, Betty GilpinGlenn HowertonJim KlockCharli SlaughterDean West.

“A caça está liberada. Apenas as pessoas designadas podem ser caçadas na mansão”, diz o slogan do filme.

‘Star Trek: Discovery’: 3ª temporada ganha data de estreia e novo teaser

A 3ª temporada de ‘Star Trek: Discovery’ ganhou data de estreia: dia 15 de Outubro.

Além disso, foi revelado um novo teaser:

Confira:

 

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

‘Superman’: Fãs reagem ao reboot, pedem retorno de Henry Cavill e filme com Superman negro

O The Hollywood Reporter anunciou hoje que ‘Superman‘ vai ganhar um reboot nos cinemas, que será produzido por JJ Abrams e deve apresentar a história do Superman Negro.

No Twitter, os fãs comemoraram a novidade e pediram DOIS filmes, um com o retorno do Henry Cavill:

Há anos a Warner vem conversando com o ator Michael B. Jordan (‘Creed’) para que ele assuma o traje que será deixado por Henry Cavill.

“Há uma história nova, poderosa e comovente do Superman ainda a ser contada. Não poderíamos estar mais entusiasmados em trabalhar com o brilhante roteirista Ta-Nehisi Coates para ajudar a levar essa história para a tela grande e estamos muito gratos à equipe da Warner Bros. pela oportunidade ”, disse JJ Abrams.

O projeto terá como roteirista o conceituado Ta-Nehisi Coates – que roteirizou HQs do ‘Pantera Negra‘ e do ‘Capitão América‘ para a Marvel.

“Ser convidado para o DC Extended Universe pela Warner Bros., DC Films e Bad Robot é uma honra”, disse Coates em um comunicado ao site Shadow and Act , um site dedicado à diáspora africana nas artes. “Estou ansioso para adicionar de forma significativa ao legado do herói mítico mais icônico da América.”

Apesar das negociações, o ator avisou ao estúdio que ele só toparia se comprometer ao papel de Superman caso ele percebesse o real comprometimento do próprio estúdio ao personagem.

Em entrevista à apresentadora Oprah Winfrey, Jordan revelou qual versão do Homem de Aço gostaria de viver nos cinemas.

Ele disse que preferiria dar vida a Calvin Ellis (o Superman da Terra-23) a interpretar Clark Kent:

“É complicado. Eu odeio ser um empresário e entender ambos os lados da situação. Há uma enorme vantagem dentro disso, mas estar sob esse microscópio e ser comparado com tantas versões diferentes do Superman… Eu gostaria de fazer algo original. Eu seria Calvin Ellis. Há outro Superman da Terra-23. Uma versão […] em outra dimensão que é negro nos quadrinhos… Isso existe.”

‘Escape Room 3’: Diretor revela ideias bem interessantes para o 3º filme e uma pré-sequência [EXCLUSIVO]

O diretor Adam Robitel conversou com o Renato Marafon sobre ‘Escape Room 2: Tensão Máxima‘, que estreia no Brasil nesta quinta-feira, 16.

Adam revelou suas ideias para um possível 3º filme, além de planos para uma pré-sequência.

“Gostaria de continuar manipulando a realidade. Brincar com a ideia sobre estarmos em uma matrix. Tudo isso é uma simulação? Há muitas coisas que podemos fazer. Podemos ultrapassar os limites e introduzir elementos de ficção científica. A Zoey e o Ben realmente estão no mundo real?”, revelou.

O diretor ainda revelou várias outras ideias que gostaria de explorar:

“Há muitas direções que podemos seguir. Podemos criar salas ainda mais insanas. Eu queria fazer uma sala com gravidade invertida, com os personagens em trajes de astronautas, flutuando até o teto. Há muitas ideias e coisas que podemos fazer.”, disse.

Robitel também gostaria de contar a origem de tudo e explicar as motivações do vilão:

“Eu também gostaria de fazer uma história de origem do vilão, para mostrar quem é o mestre por trás dos jogos que criou essas salas, sabe? Gosto da ideia de mostrar as pessoas que assistem esses jogos sendo forçadas a jogá-lo. As pessoas horríveis que estão pagando e apostando nos participantes. Imagine se elas fossem obrigadas a participarem do jogo? Essa vingança seria divertida para o público.”, concluiu.

Assista a entrevista:

Sucesso nos cinemas, ‘Escape Room 2: Tensão Máxima‘ já arrecadou US$ 44.8 milhões mundialmente.

No novo filme, seis pessoas se encontram presas em uma nova série de escape rooms, buscando o que elas têm em comum para sobreviver… e descobrindo que todos já jogaram esse jogo antes. Trata-se de um torneio para aqueles que já sobreviveram a outros jogos mortais.

Logan MillerTaylor Russell retornam para o novo filme. O elenco ainda conta com Isabelle Fuhrman (‘A Órfã’), Holland Roden (‘Teen Wolf’), Indya Moore (‘Pose’), Thomas Cocquerel (‘The 100’) e Carlito Olivero (‘A Casa do Medo’).

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 155.7 milhões mundialmente.


 

Primeiras Impressões | Thor: Amor e Trovão mistura drama e humor na medida certa no MELHOR FILME do herói

O editor-chefe Renato Marafon já assistiu ‘Thor: Amor e Trovão‘ e traz as primeiras impressões em vídeo.

Misturando drama e humor na medida certa, o filme finalmente encontra o tom do personagem no cinema e traz várias surpresas e um vilão realmente impactante.

Assista as PRIMEIRAS IMPRESSÕES e siga o CinePOP no YouTube:

 

Lembrando que o filme chega no dia 7 de julho aos cinemas nacionais.

E aí, você está animado para a estreia?

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Boogeyman’: Terror sobre o BICHO-PAPÃO conquista 67% de APROVAÇÃO no RT; Confira as críticas!

As primeiras críticas do terror ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘ já estão sendo publicadas na internet e o filme foi bastante elogiado. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o terror conquistou 67% de aprovação por parte da crítica.

Com 33 reviews publicados, a nota média ficou em 6,5 de 10.

O consenso indica as sólidas performances do longa – com destaque para a atuação da Sophie Thatcher –, além elogiarem as cenas de terror da produção, que são descritas como tensas e bem construídas.

Confira algumas avaliações:

» Crítica | Boogeyman: Seu Medo é Real – TERROR sobre o Bicho-Papão capricha nos Jumpscares

“Uma história de fantasmas envolvente e nada complicada, com ameaças e caos perfeitamente construídos.” Empire

“Por mais emocionante que o horror possa ser, a história simplificada não oferece muito além do tecido conjuntivo para os sustos.”Bloody Disgusting

“O subgênero da casa mal-assombrada recebe uma nova camada de sangue e horror com esta viagem emocionante e arrepiante impulsionada pela dor, raiva e medo.” – Mashable

“Funciona na maior parte, graças à atmosfera habilmente calibrada, um estilo visual memorável e as atuações comprometidas de um elenco muito talentoso.”The Hollywood Reporter.

“Uma vez que ‘Boogeyman’ se torna apenas um filme de criatura assustadora, a maioria de seus méritos é reduzido ao esquecimento.” – IndieWare.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.

Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.

Dirigido por Rob Savage, o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.

O elenco conta com Sophie ThatcherChris Messina, David DastmalchianMarin IrelandVivien Lyra BlairMadison Hu.

O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) e Akela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).

‘Venom 3’ tem data de estreia ALTERADA por conta das eleições nos EUA

Venom: A Última Dança‘ (Venom: The Last Dance) teve sua data de estreia alterada nos EUA por causa da votação para eleição do novo presidente, que acontece dia 5 de Novembro.

A sequência estava programada para 8 de novembro, mas a Sony recentemente adiantou seu lançamento para 25 de outubro.  

“Será um momento tranquilo em termos de lançamento de novo material. Você será abafado pelo barulho e as pessoas não prestarão atenção. Qualquer coisa que abra a semana da eleição, boa sorte. Será difícil ser bem sucedido.”, afirma o executivo do estúdio. 

Em novembro do ano passado, o astro da franquia Tom Hardy já havia usado “The Last Dance” em uma de suas legendas nas redes sociais sobre a produção do filme.

Recentemente, ele também compartilhou uma nova foto dos bastidores sugerindo uma possível conexão do filme com ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

Nas imagens divulgadas por Tom Hardy, o ator é visto no set de filmagem ao lado da diretora Kelly Marcel, do CEO da Sony, Tom Rothman, e do Presidente da Sony Pictures, Sanford Panitch.

Embora à primeira vista pareça uma cena simples, os fãs notaram um detalhe marcante: o ator está vestido exatamente como na cena pós-créditos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, levantando especulações sobre uma possível conexão entre os dois filmes.

Tom Hardy retorna para o novo filme, que ainda contará com Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho’) e Juno Temple (‘Ted Lasso’).

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção.

Venom 3‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro. A trama de ‘Venom 3’ ainda não foi divulgada, mas os fãs especulam que o filme explorará as viagens multiversais de Eddie, considerando as cenas pós-créditos de ‘Venom: Tempo de Carnificina’ e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

Rumores também tem surgido na internet sobre a participação do astro Andrew Garfield como Peter Parker/Homem-Aranha.

Confira nossa crítica sobre ‘Venom: Tempo de Carnificina’ em vídeo:

Ashton Kutcher DEFENDE uso da inteligência artificial no cinema: “Por que você assistiria ao meu filme se pode assistir ao seu próprio filme?”

O ator Ashton Kutcher se mostrou entusiasmado com o potencial da inteligência artificial (IA) na produção cinematográfica, especialmente com a ferramenta de vídeo generativo da OpenAI, chamada Sora.

Em entrevista à Variety, Kutcher afirmou que o Sora representa o futuro da indústria cinematográfica, com o potencial de tornar a produção de filmes mais barata e acessível a todos.

“Eu tenho uma versão beta do Sora e é incrível”, disse Kutcher. “Você pode gerar qualquer tipo de imagem que desejar, até mesmo vídeos curtos de 10 a 15 segundos que parecem muito reais. Ainda há erros, como a física não ser totalmente compreendida, mas o progresso em um ano é notável. Na verdade, há imagens que poderiam ser facilmente usadas em um grande filme ou programa de televisão”.

Kutcher acredita que a IA pode revolucionar a indústria cinematográfica, reduzindo significativamente os custos de produção. “Por que sair para filmar uma cena externa de uma casa em um programa de televisão quando você pode simplesmente criá-la por US$100? Sair para filmar custaria milhares de dólares. Cenas de ação em que eu pulo deste prédio, você não precisa de um dublê para fazer isso, você poderia simplesmente fazer com IA”.

Kutcher também mencionou um novo processador da Nvidia que é 30 vezes mais eficiente que o software existente, o que pode levar a um salto ainda maior na capacidade das plataformas de geração de vídeo como o Sora. “Eu não precisei contratar um departamento de CGI para fazer isso. Em cinco minutos, renderizei um vídeo de um ultramaratonista correndo pelo deserto sendo perseguido por uma tempestade de areia. E parece exatamente assim”.

O ator imagina um futuro onde cada pessoa poderá criar seus próprios filmes, sem a necessidade de grandes orçamentos ou equipes de produção. “Você será capaz de renderizar um filme inteiro. Você só precisa ter uma ideia para um filme, então ele vai escrever o roteiro, depois você insere o roteiro no gerador de vídeo e ele gera o filme. Em vez de assistir a algum filme que outra pessoa criou, eu posso simplesmente criar e depois assistir ao meu próprio filme”.

Ele continuou:

“O que vai acontecer é que haverá mais conteúdo do que olhos no planeta possa consumi-lo. Então, qualquer peça de conteúdo só será tão valiosa quanto as pessoas que a consomem. E assim, a versão ‘ponto de encontro’ catalisadora de algo ser bom, o padrão vai ter que subir muito, por que você assistiria ao meu filme se pode assistir ao seu próprio filme?”

Apesar do entusiasmo de Kutcher, nem todos estão otimistas sobre o impacto da IA na indústria cinematográfica.

Tyler Perry, por exemplo, interrompeu um projeto de expansão de estúdio de US$800 milhões em Atlanta após ver o que o Sora poderia fazer.

“Tem que haver algum tipo de regulamentação para nos proteger”, disse Perry. “Se não, simplesmente não vejo como sobreviveremos”.

Perry teme que a IA leve a uma perda massiva de empregos na indústria cinematográfica e pede por compaixão com os trabalhadores. “Espero apenas que, à medida que as pessoas estão abraçando essa tecnologia e as empresas estão se movendo para reduzir custos e salvar a linha de fundo, haja algum tipo de pensamento e compaixão pela humanidade e pelas pessoas que trabalharam nesta indústria e construíram carreiras e vidas, que haja algum tipo de consideração para eles”.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘PÂNICO’ – Incluindo o 7º filme, segundo o RT

Pânico 7‘ finalmente chegou aos cinemas e está polarizando opiniões, com pessoas amando ou odiando. É o cinema em sua melhor forma, afinal, gosto é relativo e se baseia em expectativas – gerando debates por vezes acalorados.

Quem acessa o CinePOP sabe que o site nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a um dos melhores slashers já produzidos, Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje.

Com a estreia do sétimo filme, decidimos mostrar o ranking da franquia tomando como base o agregador de críticas Rotten Tomatoes. Não é o ranking desse que vos escreve, mas sim baseado no compilado geral dos críticos. Mesmo porque, eu AMO ‘Pânico 3‘! E ele não merece estar na lanterninha…

Vamos lá?

 

7. Pânico 7

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 35%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 77%

Pânico 7‘ vai polarizar opiniões. Quem embarcou na franquia na era das irmãs Carpenter vai estranhar o novo filme trazendo de volta o humor pra saga, e, claro, voltar a focar na Sidney Prescott (Neve Campbell). É um filme que aposta na metalinguagem para apresentar um novo cenário para a franquia. Agora, Sidney é mãe. E que mãe.

Com uma cena inicial que investe na metalinguagem, o filme relembra as clássicas franquias de terror, como ‘A Hora do Pesadelo‘, ‘Sexta-Feira 13‘ e até mesmo a fictícia franquia ‘A Punhalada‘ (Stab), fazendo um bem bolado para celebrar tudo que a saga nos entregou até o momento. Uma abertura bastante instigante que celebra o legado da franquia e já descontrói algo que parecia sagrado: a casa do Stu Macher (Matthew Lillard), aonde tudo começou (ou terminou). Achei brilhante a escrita do Guy Busick, James Vanderbilt e Kevin Williamson em fazer esse aceno aos fãs que acompanham a saga desde 1996. Sagaz, irônico, satírico. Vamos queimar tudo. E queimou mesmo.

Com o novo filme se ambientando em Pine Groove, a história recomeça mostrando a vida de Sidney Prescott – com uma paleta de cores que lembra muito o ‘Halloween‘ de David Gordon Green. À partir daí o filme engata um ritmo frenético que te leva para essa jornada sem se importar em dar muitas explicações ou desenvolver bem os novos personagens, afinal, eles provavelmente vão morrer. Para abordar essa dinâmica familiar, o filme sacrifica delongas para trabalhar melhor os personagens extras e isso pode parecer meio corrido para o público em geral, enquanto o roteiro insere a cada momento acenos ao passado da saga, seja pela trilha sonora espetacular e nostálgica do Marco Beltrami ou pela fotografia, que também capta a energia do finado mestre Wes Craven.

Neve Campbell está em uma das suas melhores atuações, no nível do terceiro filme, e Courteney Cox é um acontecimento como Gale Weathers. É incrível como a atriz criou a personagem “escrota” mais querida do cinema, com o público aplaudindo quando ela aparece pela primeira vez. E merecidamente. Courteney é um ícone e entrou para o Guiness Book por viver a mesma personagem em sete filmes consecutivos de terror. Ah, como eu queria um filme protagonizado por ela.

Isabel May está bem como Tatum, a filha da Sidney, mas não acredito que ela consiga carregar a franquia nas costas no futuro. Mas se você lembrar o salto na qualidade de atuação da Melissa Barrera entre ‘Pânico 5 e 6‘, você lembra que a vida é cheia de surpresas.

É um filme para os fãs da franquia, que se abraçarem a história vão se divertir e se deliciar. Eu gosto muito como o humor e o terror voltaram para a franquia após o sexto filme, que tinha muita ação e poucos sustos. Aqui, Kevin prepara uns sustos geniais e algumas cenas de mortes bem sangrentas. O conceito é diferente dos anteriores, e isso é perceptível, mas é um filme que sabe construir o suspense e a tensão. Ele segue aquela velha fórmula e faz isso muito bem, com algumas surpresas, mas sem muitos riscos.

Pânico 7‘ consegue capturar a essência da franquia, acenando para o passado o tempo todo e mandando um beijo para o futuro. A nostalgia nunca esteve tão em alta, mas pode parecer cafona para quem não viveu.

6. Pânico 3

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 41%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 38%

Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 38%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

5. Pânico 4

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 60%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 57%

Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, mas é o meu preferido. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Sem contar que a revelação e motivação da assassina são brilhantes: “Eu não preciso de amigos, preciso de fãs”.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica atrás do terceiro, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

4. Pânico (2022)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 76%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 82%

Pânico‘, de 2022, é recheado de ação, mortes chocantes, um humor peculiar e reviravoltas de cair o queixo. Fiquei um pouco decepcionado com a grande revelação final, que poderia ter sido melhor trabalhada e com um ritmo mais compreensível, mas isso não afeta o resultado da produção. É o filme que a franquia precisava para ressuscitar a franquia.

Logo na cena inicial percebemos que o tom da franquia será o mesmo da obra original, muito mais assustador e realista e com menos humor. A metalinguagem continua presente, de uma maneira mais séria e bem escrita que das sequências anteriores. ‘Pânico‘ continua reconhecendo seu legado, mas entende que o cinema mudou nos últimos anos – e sabe brincar com isso de maneira genial. As piadas envolvendo o chamado “terror pós-moderno” de filmes como ‘Babadook‘ e ‘Hereditário‘ são hilárias e certeiras.

As cenas de morte são muito mais brutais e gore, agora com um Ghostface ainda mais sanguinário que deixará um rastro de tripas e desespero pelo seu caminho, de uma maneira muito mais aterrorizante que os seus antecessores. Esse filme é uma carta de amor para a franquia, para Wes Craven e para os fãs dos longas e do gênero terror.

Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem a sagacidade, o suspense e o humor de maneira mais rebuscado para nos lembrar como a saga ainda tem fôlego para nos assustar – e conseguiram convencer Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette a retornarem mais uma vez. Sidney está mais bad-ass do que nunca, Gale está contida em uma jornada para ser uma pessoa melhor e Dewey entrega uma das cenas MAIS DESTRUIDORAS de toda a franquia.

 

3. Pânico (1996)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 80%

Obviamente eu não concordo com o primeiro filme estar em terceiro lugar na lista. Apesar das sequências serem maravilhosas, nenhuma conseguiu realmente ser melhor que o original. Mas, segundo os críticos, duas sequências foram melhores. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo.

 

 

2. Pânico 6

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 91%

Acho muito legal que os críticos prestigiaram o sexto filme da franquia, mesmo eu particularmente achando o mais fraco de todos.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett retornam para a cadeira de direção e continuam a provar que são uma das duplas mais interessantes do cenário contemporâneo do terror. Afinal, eles emprestaram suas habilidades para projetos como ‘V/H/S/’ e ‘Casamento Sangrento’ – trazendo um filme que se enverga mais para a ação do que para o terror.  Aqui, os realizadores sabem como conduzir a narrativa de formas subversivas, nos jogando em caminhos diversos e levando-nos a tentar imaginar quem é o culpado sem fornecer muitas pistas e garantindo que tanto os fãs de longa data quanto os novatos possam se divertir. Como se não bastasse, o classicismo dos jump-scares é deixado de lado para um mistério de suspense muito prático e que nos deixa vidrados na tela do começo ao fim.

Há um gigantesco quebra-cabeças a ser resolvido e, talvez mais do que nunca, a audiência é parte ativa do desenrolar da trama. A principal ideia é fomentar uma mitologia atemporal que é querida por todos: o mote do “legado” é ímpar para os diretores e estende-se a níveis estratosféricos, como quando os protagonistas descobrem um santuário que engloba cada um dos homicidas que já vestiram a máscara do Ghostface. Não é surpresa, pois, que também tenhamos a presença ilustre de Courteney Cox como Gale Weathers (que, apesar de ter menos tempo de cena que os capítulos predecessores, ainda causa grande comoção por seu lendário status) e o retorno mais que merecido de Hayden Panettiere como Kirby Reed, que sobreviveu ao ataque de Jill Roberts (Emma Roberts) e Charlie Walker (Rory Culkin) e agora trabalha para o FBI como uma poderosa agente.

‘Pânico VI’ é um bom filme, mas não tomou riscos. Ninguém importante morreu. Mesmo assim, é um dos filmes mais sangrentos e ambiciosos da franquia, tendo Nova York como pano de fundo. Eu esperava mais, principalmente por que em nenhum momento o filme parece realmente aproveitar Nova York (salvo a cena do metrô), e a revelação dos assassinos é broxante. Na minha lista pessoal, esse fica em sexto lugar.

1. Pânico 2

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 82%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 58%

Eu particularmente não acho o melhor filme da franquia, mas que é uma baita sequência, é. Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

Sinceramente, escolher o melhor Pânico é uma tarefa difícil. É como escolher um filho preferido. Cada um tem o seu charme e potencial.

 

Bônus: Pânico – A Série de TV

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 61%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 59%

Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira e última  temporada de Pânico. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma.

10 ÓTIMAS Dicas de Filmes dos anos 2000 para você assistir nos streamings

Um leque de filmes super interessantes foram lançados nos anos 2000, alguns inclusive bons de rever pois as reflexões mudam constantemente com o avanço da nossa sociedade. Pensando em emblemáticos projetos da época, até como oportunidade para conferir novamente, segue abaixo uma lista muito legal com 10 ótimos filmes dos anos 2000 disponíveis pelos streamings:

 

Revelação (Star Plus)

Protagonizado por Michelle Pfeiffer e Harrison Ford, dirigido pelo craque Robert Zemeckis, em Revelação acompanhamos uma mulher que pensava ter a vida perfeita até descobrir segredos do próprio marido.

 

Homens de Honra (Star Plus)

Dirigido por George Tillman, Jr., esse emocionante filme nos mostra a história de um jovem que entra na academia naval nos anos 50. Por ser negro, sofre preconceito por todos os lados mas nunca deixa de demonstrar sua coragem para todos.

 

Amores Brutos (Netflix)

Um dos grandes trabalhos do cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu no universo do cinema, em Amores Brutos conhecemos a história de três pessoas que se entrelaçam ao longo de quase três horas de duração.

 

O Segredo dos seus Olhos (Star Plus)

Um olhar vale mais que mil palavras e as facetas do ser humano são indecifráveis. No ano de 2009, chegou as telas de cinema de todo o planeta um filme argentino que fiaria marcado para sempre no coração de todos aqueles que gostam de uma boa história, repleta de suspense e com final surpreendente. O Segredos dos Seus Olhos na verdade é a junção de histórias com o mesmo personagem que possuem interseção, andam juntas, com seus paralelos alinhado as facetas misteriosas da emoção humana. Ganhador do Oscar de Melhor filme Estrangeiro e dirigido pelo genial cineasta Juan José Campanella, esse filme tem como protagonistas os excepcionais Soledad Villamil e Ricardo Darín.

 

Sangue Negro (Netflix)

Filmaço que voltou recentemente ao catálogo da Netflix, dirigido pelo gênio Paul Thomas Anderson, em Sangue Negro acompanhamos um homem que encontra um poço de petróleo só que ao mesmo tempo se envolve em diversos conflitos. O filme é baseado no romance Oil!, de Upton Sinclair.

 

A Corrente do Bem (HBO Max)

Emocionante filme nos mostra a história de um jovem aluno que após uma tarefa de um professor acaba fazendo a diferença na vida de muitas outras pessoas.

 

O Patriota (Star Plus)

Disponível no cada vez melhor catálogo da Star Plus, O Patriota, protagonizado por Mel Gibson, nos mostra a história de um homem que abandonou os tempos de guerras mas acaba sendo colocado de volta a esse mundo, já no epicentro da Guerra de Independência dos Estados Unidos.

 

Os Infiltrados (HBO Max)

Já nos anos 2000, Scorsese finalmente foi premiado pela Academia, com a direção interessante (mas longe de ser a melhor de sua carreira) de Os Infiltrados, com um roteiro baseado no filme chinês Conflitos Internos. Jack Nicholson (o papel foi feito pro Robert De Niro, que não pode aceitar) interpreta um chefão da criminalidade no filme que conta também com Matt Damon e Leonardo Di Caprio. É um longa policial com muitas pitadas de suspense e ação.

 

Duelo de Titãs (Disney Plus)

Disponível lá no streaming da Disney Plus, ambientado nos Estados Unidos na década de 70, em Duelo de Titãs vemos a chegada de um novo treinador em meio a tensões e conflitos raciais em um time de futebol americano. O filme, estrelado por Denzel Washington é baseado em fatos reais.

 

Zodíaco (HBO Max)

No sexto longa-metragem da carreira de David Fincher, vemos uma trama baseada em uma investigação real sobre um serial killer que agiu nos EUA durante o final da década de 1960. Fincher dirigiu nesse filme bons nomes do cinema americano, como: Robert Downey Jr., Jake Gyllenhaal e Mark Ruffalo. É um dos filmes mais elogiados da filmografia de Fincher.

 

Cinema será matéria escolar na Argentina

Em uma iniciativa realizada em parceria com a França, que já utiliza o modelo através do programa ‘Collège au Cinema’, a Argentina irá adotar Cinema como matéria escolar de primário.

O cinema argentino é sem dúvida atualmente um dos melhores do mundo, e a paixão dos hermanos pela arte é conhecida. Com tal implementação, os argentinos irão desde cedo criar novos apreciadores e pensadores, que poderão através da arte adquirir uma nova visão de mundo.

A proposta está em avaliação desde agosto, mas a ideia foi bem recebida. O Escola vai ao Cinema, o programa em questão, tem o aval do Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais da Argentina (INCAA) e da agência do cinema francês CNC.

A iniciativa já foi implementada em sete das vinte e quatro províncias argentinas, fazendo do país um dos primeiros do mundo a adicionar a sétima arte como parte do currículo escolar infantil.

De ‘Battleship’ a ‘Crepúsculo’ | Os Filmes Indicados ao FRAMBOESA DE OURO que Completam 11 Anos em 2023

O inimigo público número 1 da indústria do cinema, também conhecido como o “Anti-Oscar”, o “prêmio” Framboesa de Ouro segue incomodando muita gente, e fazendo outros tantos darem boas risadas. A cerimônia é uma grande brincadeira com filmes que foram execrados pela crítica, que grande parte do público torceu o nariz, mas que ninguém tem coragem de gritar aos quatro ventos o quão desagradáveis foram. Bem, não tinha.

Numa época em que o politicamente correto impera, quem sabe algum dia o Framboesa de Ouro possa vir a ser extinto. Mas enquanto isso, continuamos celebrando estes filmes ruins que todos nós adoramos.

É claro que como toda premiação que se preze, o Framboesa de Ouro já errou muito, e terminou indicado filmes bons de verdade. Ah, a ironia das coisas. Na maioria das vezes, acerta em cheio ao lembrar-nos de produções que nem as mães dos envolvidos teriam coragem de defender, vide A Reconquista (2000), com John Travolta, e Mulher-Gato (2004), com Halle Berry. Os indicados deste ano já foram revelados, mas enquanto o prêmio para eles não sai – em geral ocorrem na véspera do Oscar – propomos algo diferente. O Framboesa está firme e forte até hoje, tendo iniciado seus trabalhos em 1981, bem a tempo para indicar a primeira leva de filmes dos anos 80. E a brincadeira não poderia ter começado em época melhor, senão a fanfarrona década de 80.

Aqui, porém, sairemos dos anos 80 e pularemos alguns anos no futuro do Framboesa de Ouro, para relembrar com você quais os filmes que completam 11 anos em 2023 estiveram indicados ou venceram o prêmio. Você lembra de todos? Confira abaixo.

A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2

Não podia ser outro! A chamada “Saga Crepúsculo” é definitivamente uma das superproduções de sucesso mais odiadas pelos críticos e por grande parte do público. Ao contrário de franquias como Harry Potter e Jogos Vorazes, Crepúsculo falhou em estourar sua bolha de fãs e penetrar no imaginário coletivo de pessoas que não conheciam seu material fonte, ou seja, os livros nos quais são baseados. Crepúsculo é recomendado quase que exclusivamente para seu nicho. Todos os demais, em especial os adultos, possuem muito pouca estima pelos longas que apenas brincam com a mitologia de seres sobrenaturais mais associados ao terror, vide vampiros e lobisomens. Tudo aqui, é claro, voltado a um teor de romance adolescente. No entanto, grande parte das reclamações acusavam o texto pobre da autora Stephanie Meyer – de difícil desassociação do melodrama barato.

Os livros eram apenas quatro, mas no cinema ganhamos cinco filmes – a fim de gerar o dobro do lucro. Deu certo. O último exemplar não deixou de ser alvo de críticas e zoeiras. No Framboesa de Ouro levou o “prêmio” de pior filme do ano, pior continuação, pior atriz para Kristen Stewart (que também levou por Branca de Neve e o Caçador), pior ator coadjuvante para Taylor Lautner, pior diretor para Bill Condon, pior elenco e pior casal (Lautner e a pequena Mackenzie Foy) – além de receber indicações para pior ator (Robert Pattinson), pior atriz coadjuvante (Ashley Greene), pior roteiro e outro pior casal (Pattinson e Stewart). Como o mundo dá voltas, hoje Kristen Stewart está indicada ao Oscar por Spencer, e Robert Pattinson recebe muito elogios como o novo Batman do cinema.

 

Este é o Meu Garoto

Não seria uma premiação do Framboesa de Ouro sem um filme de Adam Sandler. Outro que é “grande favorito” da zoeira festa do cinema, o comediante sempre arruma um jeito de figurar entre os indicados. O que podemos dizer é que mesmo os fãs do humorista precisam reconhecer que com Este é o Meu Garoto, Sandler chegou a um novo ponto baixo em sua carreira. Até então os filmes do ator pareciam ser à prova de críticos, sempre se tornando sucesso de bilheteria apesar das críticas negativas. Com este filme, as coisas mudarem neste sentido, concretizando um dos primeiros grandes fiascos da carreira de Adam Sandler – no Brasil se tornando a primeira produção não lançada nos cinemas após o estrelato do ator. Nesta obra ultrajante, Sandler interpreta um menino sendo abusado por sua professora.

O abuso infantil de professores é um tema delicado, mas Sandler resolve escrachar e usar como alvo de suas piadas incorretas – bom gosto nunca foi o forte do comediante. A mulher, é claro, vai presa, e Sandler se torna o pior pai do mundo, por ser muito jovem. Quem interpreta o filho é o comediante Andy Samberg. A única coisa boa no filme, se isso, é ver Susan Sarandon e Eva Amurri, mãe e filha na vida real, dividindo a mesma personagem. Não por menos, Este é o Meu Garoto levou os Framboesa de pior ator para Sandler (que já havia recebido no ano anterior por Cada um tem a Gêmea que Merece) e pior roteiro, sendo indicado também para pior diretor (Sean Anders), pior filme, piores atores coadjuvantes (Vanilla Ice e Nick Swardson), pior elenco e pior dupla (Sandler e Samberg).

 

Battleship – A Batalha dos Mares

Baseado não em um videogame, mas em um jogo de tabuleiro muito famoso (no Brasil conhecido como Batalha Naval), Battleship mirou em Transformers e acertou na água (para usar um bordão do jogo). Depois que o filme dos carros que viram robôs mostrou para Hollywood que brinquedos poderiam ser uma fonte rentável de superproduções, a Universal Pictures tratou de correr atrás dos direitos de outra propriedade da Hasbro mirada aos pequenos. Porém, ao contrário dos Transformers (que dentro do possível foram fiéis e respeitaram o conceito), Battleship não quis tomar partido ao representar em tela uma guerra entre duas nações – as quais precisaria nomear ou ao menos aludir – e trouxe algo que os jogos não possuíam, ou seja, uma guerra entre a marinha dos EUA e uma ameaça alienígena.

De fato, Battleship não é sequer o primeiro jogo de tabuleiro levado aos cinemas – com o cult Os Sete Suspeitos (1985), baseado no jogo Detetive (Clue), que receberá nova roupagem com Ryan Reynolds – o precedendo. No elenco, o azarado Taylor Kitsch protagoniza, tendo como coadjuvantes Liam Neeson, Alexander Skarsgard, Brooklyn Decker e a estreia com pé esquerdo de Rihanna como atriz. Com tentativas de piadas totalmente sem noção – como confundir deficientes com alienígenas – Battleship levou o Framboesa de pior coadjuvante para Rihanna, e foi indicado para pior filme, pior roteiro, pior elenco, pior diretor (Peter Berg), pior ator coadjuvante (Liam Neeson – também indicado por Fúria de Titãs 2) e uma segunda pior atriz coadjuvante (Brooklyn Decker – também indicada por O Que Esperar Quando Você Está Esperando).

 

As Mil Palavras

Existem alguns atores que são “perseguidos” pelo Framboesa de Ouro. Mas isso se deve pela má recepção geral de seus filmes junto às bilheterias e aos críticos. Já é de se esperar que os trabalhos de gente como Sylvester Stallone e Adam Sandler estejam sempre no radar do “pior do cinema”. Outro grande favorito do Framboesa é Eddie Murphy. Desde a estreia da “premiação”, o comediante que nos anos 80 era o rei de Hollywood viu nada menos do que oito produções suas receberem indicações nas mais variadas categorias do Framboesa – todos com Murphy envolvido em alguma capacidade. É bem verdade que o ator, desde os anos 90, conhece como poucos os altos e baixos de uma carreira, se erguendo com algum grande sucesso apenas para cair de novo com um fiasco retumbante.

Ou seja, para cada Um Príncipe em Nova York, O Professor Aloprado, Os Picaretas e Dreamgirls, Murphy tratava de tropeçar de novo com Os Donos da Noite, Santo Homem, O Professor Aloprado 2 e Norbit, respectivamente. Esta, no entanto, era uma época em que o humorista andava muito em baixa, apostando em um filme infantil esquecível atrás do outro. As Mil Palavras traz o comediante como um agente que sempre usou as palavras a seu favor para mentir e enganar. Quando descobre em seu grande jardim uma árvore, um guru o explica que cada folha dela representa uma palavra sua, para que as use com sabedoria. As Mil Palavras recebeu indicações de pior filme, ator para Murphy e roteiro. Murphy recentemente deu a volta por cima e recebeu do Framboesa um prêmio de melhor redenção por Meu Nome é Dolemite (2019).

Os Oogieloves e a Aventura no Grande Balão

Sim, o Framboesa de Ouro não perdoa ninguém, o que inclui produções infantis e inofensivas. Em especial as que são bizarras como esta. A verdade é que os Oogieloves pode até soar como a adaptação para o cinema de um programa infantil dos EUA, mas não é bem assim. O desejo era por um produto mirado a crianças bem pequenas, isso é óbvio. Tudo surgiu da mente do produtor Kenn Viselman – que também é o criador das criaturinhas. Ele é o produtor da versão americana dos Teletubbies, e seu desejo era levar os personagens coloridos para as telonas. Porém, quando o criador Andrew Davenport se recusou, Viselman resolveu criar sua própria versão dos Teletubbies, mas “fazer diferente”.

E assim nasceram os Oogieloves – que consistia igualmente em atores fantasiados de criaturas coloridas, mas ao invés de quatro, aqui tínhamos somente três (tá vendo como é diferente?). Mas não para por aí, o produtor tinha dois objetivos com o filme. O primeiro é que o seu sucesso servisse para lançar a série infantil dos Oogieloves na TV. E segundo, ele desejava criar um filme interativo para os pequenos no cinema, incentivando as crianças a cantarem e a dançarem nas salas de exibição em momentos específicos do filme. Podemos dizer que nenhum de seus desejos se realizou. O fracasso foi tanto que Os Oogieloves se tornou o filme recordista com a pior estreia nos EUA para um longa ocupando mais de duas mil salas de cinema. No Framboesa foi indicado para pior filme e para pior elenco que, acredite, conta com nomes como Christopher Lloyd, Cloris Leachman, Chazz Palminteri, Jamie Pressly, Cary Elwes e a cantora Toni Braxton.

OUTRAS INDICAÇÕES

O grande Nicolas Cage também não saiu ileso de indicações ao pior do cinema há dez anos. Cage foi indicado para pior ator no Framboesa duplamente – pelos filmes Motoqueiro Fantasma: Espírito da Vingança (também indicado para pior continuação) e O Pacto.

Outro “menino de ouro” do Framboesa é o ator, produtor, diretor e roteirista Tyler Perry, que até tem seu público cativo nos EUA, mas não é muito enaltecido pelos críticos por sua qualidade dramatúrgica. Perry estava à toda há 11 anos no cinema e o Framboesa não perdoou. Na época, Perry dirigiu dois filmes: o “drama” Uma Boa Ação e a “comédia” As Testemunhas de Madea. Pelo primeiro, recebeu as indicações de pior ator e pior diretor, e pelo segundo recebeu indicações como pior diretor, pior “atriz” (já que interpreta a idosa Madea), pior elenco, pior dupla (Perry e sua fantasia de Madea) e pior continuação. Mas não parou por aí, Perry também foi indicado como pior ator em sua tentativa de seriedade no thriller A Sombra do Inimigo, onde substituiu o veterano Morgan Freeman no papel do investigador Alex Cross.

Na categoria de piores atrizes, já sabemos que a vitória foi da atual indicada ao Oscar Kristen Stewart pelo último Crepúsculo, e também da indicação de Tyler Perry como Madea. Completando as cinco nomeadas, sobrou para Milla Jovovich no quinto Resident Evil, Katherine Heigl pela pseudo comédia romântica Como Agarrar Meu Ex-Namorado, e até mesmo para a veterana Oscarizada Barbra Streisand no road movie com Seth Rogen, Minha Mãe é uma Viagem.

Já em matéria dos coadjuvantes, foram “homenageados” Jennifer Lopez (O Que Esperar Quando Você Está Esperando), Jessica Biel (por ambos o remake de O Vingador do Futuro e a comédia Um Bom Partido) e o meme ambulante David Hasselhoff como ele mesmo por “terrir” Piranha 2.

Finalizando os indicados do pior do cinema que completam 11 anos em 2023, tivemos menções desonrosas para o remake do oitentista Amanhecer Violento, com Chris Hemsworth (pior… bem, refilmagem); Os Três Patetas, a comédia dos irmãos Farrelly que deveria ter sido muito boa, mas foi bem ruim (indicado a pior dupla – para os integrantes do reality Jersey Shore) e a adaptação do livro polêmico que coloca o capitalismo num pedestal, A Revolta de Atlas – Parte 2 (Atlas Shrugeed), de Ayn Rand (com indicações para pior diretor John Putch e pior roteiro).

‘Jurassic World 3’: Fãs fazem petição para diretor ser demitido

Segundo o Screen Rant, fãs lançaram uma petição para remover Colin Treverrow da direção de ‘Jurassic World 3‘. O motivo? Eles querem que J.A. Bayona, que assumiu ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘, retorne à cadeira de diretor.

O último filme dirigido por Treverrow foi detonado pela crítica, e ele também foi demitido do cargo em ‘Star Wars IX‘, o que foi suficiente para os fãs ficarem com o pé atrás. Em contrapartida, a direção de Bayona foi muito elogiada, ressaltando o clima sombrio criado por ele na sequência.

Apesar da petição, Treverrow segue firme e forte na direção do último filme da trilogia, e recentemente contou à revista Empire que ‘Reino Ameaçado’ levou a franquia à caminhos que nunca vimos antes.

“Eu só queria que o final de ‘Reino Ameaçado’ mostrasse que o equilíbrio mudou para os personagens e para o mundo. Que nada será o mesmo que era no início do filme. Fomos capazes de levar essas histórias para lugares que nunca vimos antes e assim continuará. Eu tenho um filme de dinossauro que sempre quis ver nos cinemas e foram necessários dois filmes para chegar até ele”

Vale lembrar que ‘Jurassic World 3’ estreia nos cinemas em 11 de junho de 2021.

Reino Ameaçado‘ já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão mundialmente.

[SPOILERS] O que acontece na cena pós-créditos de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ 

Ficou curioso? A nossa crítica já está disponível: Crítica | Jurassic World: Reino Ameaçado – O filme mais assustador da franquia

‘O Homem Invisível’: Elisabeth Moss está em negociações para estrelar o remake da Blumhouse

De acordo com o Variety, Elisabeth Moss (‘The Handmaid’s Tale‘) está em negociações iniciais para estrelar o remake de ‘O Homem Invisível‘, que terá produção da Blumhouse.

A nova versão será escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘).

O longa terá baixo orçamento e seu tom está sendo descrito como “assustador”.

Antes do Dark Universe da Universal Pictures entrar em colapso, Johnny Depp iria protagonizar o remake, mas se afastou do projeto devido as mudanças criativas.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

A estreia é prevista para 2020.

‘The Walking Dead’: Scott Gimple revela que os filmes serão diferentes da série

Em entrevista ao Marketplace, Scott Gimple, diretor de conteúdo do universo ‘The Walking Dead‘, revelou que os filmes estrelados por Andrew Lincoln serão completamente diferentes das séries.

“Nós temos que assumir riscos. E é preciso agradar o público, se você quiser assumir riscos. Nós estamos trabalhando duro para tentar fazer com que essas produções sejam o mais diferentes possíveis. Vamos tentar fazer os filmes serem diferentes das séries? Estamos dando ao público uma razão para a criação de um universo, com histórias variadas?”

Anteriormente, Gimple já havia revelado esperar que espectadores não familiarizados com o universo ‘The Walking Dead‘ acompanhassem os filmes, incluindo públicos mais jovens que ainda não viram sequer um episódio da série.

“Ao fazer isso, é uma espécie de diretiva principal, não vou citar Star Trek… mas você precisa fazer valer a pena que um novo público participe. Para isso, quero oferecer a eles um entretenimento completo que use essa tela gigante, mas que também os acerte no coração, para que você saia do cinema com um sorriso no rosto, talvez com o coração acelerado um pouco”.

Situada algum tempo após o desaparecimento de Rick da Virgínia, que iniciou um salto de seis anos na série principal, a trilogia planejada mostrar Rick sequestrado pelas mãos de uma organização sombria que tem planos de reconstruir o mundo quase uma década no apocalipse zumbi.

“É uma coisa diferente, e acho que, de certa forma, é sobre a completude da história, cumprindo o personagem de Rick Grimes e levando as pessoas a um passeio emocionante. É um formato diferente, você sabe, filmes não são televisão. Tem havido muita conversa sobre programas de TV serem como um filme longo. Há uma arte real em fazer esse entretenimento de 90 minutos e 120 minutos – as luzes se apagam, você é levado para outro lugar, as luzes se acendem e você esqueceu que estava fora. É um tipo diferente de desafio, e estou adorando enfrentá-lo. ”

O elenco conta da série com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

Amigo imaginário sinistro no trailer DUBLADO do terror ‘Amizade Maldita’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado do terror ‘Amizade Maldita‘.

Confira:

O longa é dirigido por Brandon Christensen (‘Still/Born‘).

Kevin e Beth notam que seu filho de oito anos, Josh, tem passado bastante tempo brincando com um novo amigo imaginário, chamado Z. O que a princípio parece uma relação inofensiva, rapidamente se transforma em algo destrutivo e perigoso. É quando Beth começa a desvendar o seu próprio passado, que ela descobre que Z pode não estar apenas na imaginação do filho.

O elenco conta com Keegan Connor TracySean RogersonJett Klyne.

O terror ainda não possui data de estreia.

‘The Circle’: Trailer da 2ª temporada apresenta os novos participantes do reality; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada do reality show ‘The Circle‘.

Confira:

O próximo ciclo do programa será lançado no dia 14 de abril.

O conceito do reality é um grupo de pessoas interagindo on-line e ganhando popularidade entre os participantes, seja através de verdades… ou mentiras.

Michelle Buteau apresenta a versão original.

‘Dollface’: Elenco se reúne na primeira imagem oficial da 2ª temporada; Confira!

O TVLine divulgou a primeira imagem oficial da 2ª temporada da comédia ‘Dollface‘.

Confira:

Todos os episódios do novo ciclo serão lançados no dia 11 de fevereiro de 2022.

A segunda temporada mostrará Jules e suas melhores amigas após a pandemia e prestes a fazerem 30 anos. Depois de se reencontrarem, Jules deverá manter o equilíbrio do grupo enquanto elas trabalham, amam e aprofundam suas próprias relações.

A série foi criada por Jordan Weiss.

A trama segue uma jovem que, depois de ser dispensada pelo seu namorado de longa data, deve lidar com sua própria imaginação para poder reentrar literal e metaforicamente no mundo das mulheres, e refazer as amizades com suas amigas que ela deixou para trás.

O elenco ainda conta com Beth Grant, Shay Mitchell, Esther Povitsky e Brenda Song.

‘Trem-Bala’: Filme de ação com Brad Pitt ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O filme de ação ‘Trem-Bala‘, estrelado pelo astro Brad Pitt (‘Era uma Vez em…Hollywood’), conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Com US$ 13.4 milhões arrecadados durante o segundo final de semana nos EUA – o que representa uma queda de 55% em comparação à estreia –, o longa conseguiu se manter no topo das bilheterias do país novamente.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 54.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 60 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 114.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa estreou internacionalmente com US$ 32.4 milhões através de 57 mercados – o que representa a melhor estreia internacional para um filme original desde ‘TENET‘.

“Ao contrário de muitos dos filmes recentes sobre assassinos e piadistas, ‘Trem-Bala‘ reconhece sua estranheza desde o início e ainda consegue conectar tantos pontos de forma criativa e com humor.” – Chicago Sun-Times.

“‘Trem-Bala‘ é confuso e repetitivo. É apenas um desastre de trem em movimento. O filme tem muitas estrelas famosas, mas no fim das contas tem pouca substância ou imaginação para uma comédia de ação.” – Culture Mix.

“Esta locomotiva desajeitada prova não ser nem hilariamente amoral nem violentamente agressiva. Ela faz uma grande comoção, em certos momentos mas na maioria das vezes apenas gira suas rodas.” – Screen International.

“A maior arma de ‘Trem-Bala‘ está na forma esculpida do astro Brad Pitt, que mais uma vez prova que ele é tão charmoso como um deus do cinema quanto um ator de comédia irônico e auto-depreciativo numa variedade de cenas engraçadas.” – Globe and Mail.

“Esse é mais um daqueles filmes que você assiste quando não tem nada melhor para fazer. Sabe quando os primeiros filmes de Tarantino encorajaram muitos cineastas a pensar que eles também poderiam fazer uma comédia rápida com sangue explícito, referências pop e uma maleta cheia de dinheiro? Então…” – The Wrap.

“A ação é de primeira classe, e Brad Pitt e Aaron Taylor-Johnson estão se divertindo como nunca – e com todo aquele estilo hiperativo e violência caricata, você estará pronto para desembarcar em seu destino final.” – Empire.

“‘Trem-Bala’ é mistura caótica de referências japonesas e americanas misturas num tumulto exagerado, violento pra caramba e muito divertido.” – Punch Drunk Critics.

Baseada no livro Maria Beetle de Kotaro Isaka, a trama acompanha “cinco assassinos que se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco também conta com Sandra Bullock, Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-Johnson, Hiroyuki Sanada, Sandra Bullock e o cantor Bad Bunny.

‘Velozes e Furiosos 10’ arrecada US$ 319 milhões e se torna a 2ª MAIOR estreia global do ano

Sucesso! A sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘ arrecadou impressionantes US$ 319 milhões durante o primeiro final de semana nas bilheterias mundiais – tornando-se a segunda maior estreia global do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘.

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 251.4 milhões através de 84 mercados. Os números representam a maior estreia internacional do ano, além de ser a segunda melhor da franquia – ficando atrás apenas de ‘Velozes e Furiosos 8‘.

Em geral, ‘Velozes e Furiosos 10‘ alcançou o terceiro maior lançamento da franquia. Para termos de comparação, a nova sequência registrou um desempenho 77% acima de ‘Velozes e Furiosos 9‘, 36% acima do spin-off ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘, e 13% e 17% abaixo de ‘Velozes e Furiosos 8‘ e ‘Velozes e Furiosos 7‘, respectivamente.

O filme também surpreendeu na China – um mercado que, apesar de gigantesco, tem sido extremamente apático com produções americanas. Com arrecadação de US$ 78.3 milhões, o longa se tornou a maior estreia do ano para uma produção hollywoodiana no país.

Também vale destacar que ‘Velozes e Furiosos 10‘ registrou a segunda maior estreia global, para um filme sem super-heróis, desde 2019 – atrás apenas de ‘Avatar: O Caminho da Água‘.

Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.

A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com 57% de aprovação, com 47 reviews publicadas até o momento.

O consenso de quem já conferiu o longa é que há grandes cenas ações, algumas até mesmo absurdas, e que o vilão interpretado por Jason Momoa é um grande destaque.

Lembrando que o filme estreia hoje, 18 de maio, nos cinemas.

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Diretor explica por que Charlize Theron NÃO retorna em ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’

Em entrevista ao Collider, o diretor George Miller explicou por que a atriz Charlize Theron não retornará como a Imperatriz Furiosa no aguardado ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max‘, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.

A estrelada será substituída pela Anya Taylor-Joy (‘O Menu’), que irá incorporar uma versão mais jovem da personagem.

“Eu comecei pensando na possibilidade de rejuvenescê-la [com CGI]. Então eu assisti mestres cineastas como Ang Lee e Martin Scorsese fazendo filmes como ‘Projeto Gemini’ e ‘O Irlandês’, e percebi que não daria certo. Tudo o que você consegue pensar é na tecnologia sendo utilizada. Isso quebra a imersão.”

O diretor também não perdeu a oportunidade de aclamar a performance de Anya Taylor-Joy: “Ela é uma estrela. É uma pessoa muito determinada e rigorosa. Ela tem um ar de mistério, e treinou balé desde criança. Charlize também havia treinado balé. Há uma precisão no movimento delas que é necessária para o papel.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

Relembre o trailer:

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke. 

O filme tem direção de George Miller, que comandou o filme anterior.

Mr. Beast no trailer de ‘Beast Games’, novo reality competitivo do Prime Video

O Prime Video divulgou o trailer completo de ‘Beast Games‘, novo reality competitivo comandado pelo Mr. Beast.

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 19 de dezembro.

O programa contará com 2000 participantes competindo pelo prêmio de $5 milhões de dólares. Os concorrentes serão divididos em seis equipes – cada equipe consistindo de 400 concorrentes.

A Amazon Prime alegadamente deu US$ 100 milhões ao Youtuber para a produção deste game show.

Jennifer Lawrence e Robert Pattinson no teaser do SUSPENSE psicológico ‘Morra, Amor’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o primeiro teaser de ‘Morra, Amor‘ (Die, My Love), suspense psicológico estrelado por Jennifer Lawrence (‘Jogos Vorazes’) e Robert Pattinson (‘Batman’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de novembro.

Ambientada na área rural remota e esquecida, a trama segue uma jovem mãe que luta para manter sua sanidade enquanto enfrenta os desafios da psicose.

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Lynne Ramsay é responsável pela direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Enda Walsh.

O elenco ainda conta com LaKeith Stanfield, Nick Nolte, Gabrielle Rose, Sissy Spacek, Sarah Lind, Luke Camilleri e Debs Howard.

TENSO! Trailer da sequência ‘A Queda 2’ promete novo pesadelo nas ALTURAS; Confira!

A Lionsgate divulgou o primeiro trailer da sequência ‘A Queda 2‘ (Fall 2: Deadpoint).

O novo filme chegará aos cinemas nacionais no dia 6 de agosto, pela Paris Filmes.

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Na trama…

“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para superarem o luto, elas planejam fazer uma escalada no Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino as deixa presas a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar a solução.”

Harriet Slater (‘O Tarô da Morte’), Arsema Thomas (‘Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton’) e Tom Brittney (‘De Volta à Ação’) estrelam a produção.

Michael e Peter Sprierig (‘Jogos Mortais: Jigsaw’) são responsáveis pela direção.

Scott Mann vai roteirizar o segundo filme ao lado de Jonathan Frank.

Através de um comunicado, Christian Mercuri, CEO da Capstone, disse que:

“Essas duas novas sequências são oportunidades maravilhosas para expandir o original. Queremos agora levar a franquia ainda mais longe enquanto reunimos a melhor equipe e ideias para garantir que o próximo filme seja de arrepiar os cabelos, desafiar a morte e acelerar o coração do público global.”

Mann também se pronunciou, comemorando a parceria.

“Estou emocionado por continuar a jornada de ‘A Queda‘ e levar a franquia para o próximo nível. Temos uma experiência cinematográfica realmente especial planejada e estou imensamente grato aos meus colegas produtores por apoiarem essa visão. Também estou animado por trabalhar com novos colaboradores, bem como por me reunir com a turma original, e obviamente mal posso esperar para voltar a filmar a milhares de metros de altura.”

Porque ‘Watchmen’ não teve sequências? Ator responde!

Apesar de ‘Watchmen’ dividir opiniões entre os fãs dos quadrinhos, a adaptação dirigida por Zack Snyder teria sequências, conforme pontuou o ator Jackie Earle Haley.

No entanto, problemas relacionados a direitos de propriedade entre a Warner Bros. e a Paramount impediram que novas produções seguissem a adaptação lançada em 2009.

Durante uma entrevista ao site CinemaBlend, Haley comentou a situação:

“Eu queria muito que eles tivessem dado a aprovação para novas sequências. E sabe, eu realmente acho que eles teriam seguido por esse caminho, desenvolvendo mais filmes à partir de ‘Watchmen’ e até mesmo versões diferentes da obra. Eu digo isso porque penso que a produção atingiu o sucesso necessário para que a narrativa continuasse caminhando. Mas creio que o que realmente impediu que isso tudo desse certo foi o fato de haver uma contenção de propriedade entre a Warner Bros. e a Paramount”.

Vale lembrar queWatchmen’ vai virar série de TV na HBO!

‘Mulher-Maravilha 2’: Fã cria arte retrô com referências dos anos 80; Confira!

Após o anúncio de que ‘Mulher-Maravilha’ vai se passar nos anos 80, o artista conceitual, BossLogic, decidiu criar uma arte com a heroína vivida por Gal Gadot, unindo algumas das referências mais populares da década.

Confira o resultado:

Já entre os destaques dos possíveis títulos estão: ‘Wonder Woman Returns’, ‘Wonder Woman Lives’, ‘Wonder Woman Part II’ e ‘Wonder Woman Rises’. As informações são do CBR.

Recentemente, durante a apresentação da Warner Bros. na Licensing Expo, em Las Vegas, também foi confirmado que a heroína ganhará um novo uniforme, que será usado para combate. Até mesmo a tiara foi modificada para parecer mais com um elmo.

Além disso, o filme ganhou também um novo logo, diferente do primeiro filme. Confira:

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e deve trazer os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

A ficha também indica o retorno de Zack Snyder como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns. Confira:

Recentemente, após a atriz Kristen Wiig (‘Caça-Fantasmas’) ter sido oficializada como a vilã Mulher-Leopardo na sequência, foi revelada uma breve descrição da personagem pelo Omega Underground.

E, de acordo com a descrição, é provável que ela seja introduzida como amiga de Diana Prince antes de passar por sua transformação e se tornar a famosa vilã:

“Dra. Barbara Ann Minerva, uma arqueóloga britânica que descobre a cidade perdida de Urzkartaga e, quando se depara com um antigo ritual, se torna hospedeira da poderosa deusa Cheetah”

O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.

Enquanto isso, segundo o Heroic HollywoodGeoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

‘Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

‘A Viagem do Dr. Dolittle’: Filme com Robert Downey Jr. passa por refilmagens

O longa ‘A Viagem do Dr. Dolittle‘ voltou para o site para 21 dias de refilmagens. A informação foi revelada pelo Collider.

Segundo a publicação, quando os produtores Joe Roth, Jeff Kirschenbaum e Susan Downey assistiram um corte inicial do filme, perceberam que haviam alguns problemas com os efeitos visuais e com o tom da comédia.

Para evitar que o resultado final do filme não seja satisfatório, ele optaram por renovar, trazendo alguns novos nomes a bordo. Chris McKay (novo ‘Batman‘) foi contratado para “salvar” o filme, sendo responsável por escrever novos materiais, além de supervisionar as refilmagens.

McKay ainda recomentou a contratação do diretor Jonathan Liebesman, mais conhecido por seu trabalho em ‘As Tartarugas Ninja‘. O cineasta vai assumir a direção dessas cenas extras.

Vale ressaltar que Stephen Gaghan continua como o diretor real oficial de ‘A Viagem do Dr. Dolittle‘ e ele também acompanhará o trabalho da equipe de efeitos visuais.

Após duas alterações na sua data de estreia, o filme chega aos cinemas em 17 de janeiro de 2020.

 

Confira as primeiras imagens dos bastidores, que trazem um Robert Downey Jr. irreconhecível:

‘The Voyage of Doctor Dolittle’ contará com: Emma Thompson, Selena Gomez, Kumail Nanjiani, John Cena, Ralph Fiennes, Octavia Spencer, Rami Malek, Craig Robinson, Carmen Ejogo, Tom Holland, Marion Cotillard e Frances de la Tour.

O filme será baseado no livro ‘The Voyages of Doctor Dolittle’, de Hugh Lofting.

A Universal também evidenciou em outra ocasião que o ator Robert Downey Jr. trará uma nova assinatura ao personagem.

Quem assume a direção é o cineasta Stephen Gaghan (‘Syriana – A Indústria do Petróleo‘), que também escreveu o mais recente rascunho do roteiro, baseado em um script anterior de Tom Shepherd.

‘Ball and Chain’: Emily Blunt e Dwayne Johnson vão estrelar adaptação de quadrinhos

Os astros Emily Blunt e Dwayne Johnson vão estrelar mais um novo projeto juntos. Segundo o portal ComicBook, a dupla vai protagonizar a adaptação dos quadrinhos de ‘Ball and Chain‘.

Os quadrinhos, que contam com quatro partes, são de autoria de Scott Lobdell, Ale Garza e Richard Bennett.

A trama acompanha Edgar e Mallory Bulson, um casal que decidiu se divorciar em virtude de suas diferenças conjugais. No entanto, eles acabam sendo atingidos por um meteoro, recebendo energias extraterrestres que lhes garantirão super poderes, que só funcionam quando ambos aprendem a colocar suas dificuldades de relacionamento de lado para trabalharem juntos. Mas será que essas novas habilidades serão os bastante para fazer esse casamento funcionar?

O roteiro será assinado pela indicada ao Oscar, Emily V. Gordon, responsável pelo roteiro de ‘Doentes de Amor‘.

De acordo com o site, Kevin Misher vai produzir o projeto com Seven Bucks.

Ball and Chain‘ ainda não possui produtora, mas relatos indicam que vários estúdios, como a própria Netflix, estão interessados.

 

 

‘Cruel Summer’: Série de suspense teen conquista 90% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A nova série de suspense teen da emissora Freeform, intitulada ‘Cruel Summer‘, mal teve sua estreia na TV norte-americana e parece já ter conquistado tanto o público, bem como a crítica.

Com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, por parte da imprensa especializada e da audiência, o thriller recebeu diversos elogios pela excepcional performance de seus protagonistas, assim como pela qualidade técnica da produção.

Explorando temática importantes, como as pressões sociais impostas às jovens garotas, a série ainda foi aclamada por saber desenvolver o seu roteiro de forma intrigante, motivando o entusiasmo da audiência.

Confira as principais avaliações do momento:

“A atuação de Holt e Aurelia mantém as coisas em movimento, assim como a produção técnica da série. Esta é uma deliciosa fatia de diversão semelhante a uma ótima leitura na praia”. – Kristen Lopez, indieWire

“Uma última coisa que é bom saber: Moderação em todas as coisas. Mas moderação não é o objetivo de um programa como ‘Cruel Summer'”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic.

“É certamente um conceito inteligente e tentador para construir ao redor de uma série. Mas, como acontece com um Tamagotchi, você sempre sente que deveria se divertir mais do que realmente está se divertindo”. – Inkoo Kang, Hollywood Reporter.

“Cruel Summer consegue superar sua narrativa complicada, porque encontra maneiras interessantes e fundamentadas de explorar o impacto das expectativas da sociedade sobre essas meninas, e como sua cidade e suas próprias famílias contribuem para a pressão que enfrentam”. – Saloni Gajjar, AV Club.

“‘Cruel Summer’ é inteligente, original e suculenta o suficiente para dar textura à história. É a construção excessivamente ansiosa que o impede de ser algo verdadeiramente especial” – Andy Crump, The Playlist.

Lembrando que a produção será lançada no Brasil pela Amazon Prime Video, ainda neste semestre.

Confira a promo:

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

A trama se passa no decorrer de três verões – 1993 até 1995 -, em uma cidade pequena do Texas, quando uma adolescente popular, Kate, é sequestrada e, aparentemente sem relação, uma garota desajustada, Jeanette, se torna a jovem mais popular da cidade. E, em 1995, ela se torna a pessoa mais desprezada da América.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

EXCLUSIVO! Eddie Redmayne fala sobre “O Dia do Chacal”, série de ação que bateu RECORDE de audiência

A série de espionagem e thriller político, ‘O Dia do Chacal‘ (The Day of the Jackal), já está disponível no Disney+ e alcançou o topo das produções mais assistidas da semana no serviço de streaming – entrando para o TOP 5 no território norte-americano durante o final de semana de abertura.

Quebrando recordes de audiência para a Sky, registrando três milhões de visualizações em apenas sete dias, a produção se tornou um sucesso grandioso e em menos de três semanas de estreia já foi renovada para sua segunda temporada.

E o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o astro Eddie Redmayne, que deu detalhes sobre a nova versão da clássica saga literária de Frederick Forsyth. Ao longo do bate-papo, o vencedor do Oscar comentou sobre seu primeiro papel protagonista em uma produção do gênero de ação e revelou os bastidores de sua incrível transformação para dar vida ao implacável assassino de aluguel.

Assista:

Na trama, um assassino implacável, conhecido como Chacal (Redmayne), vive de realizar assassinatos por altíssimas taxas. Após sua última missão, ele se depara com uma astuta oficial de inteligência britânica (Lynch), que começa a rastreá-lo em uma emocionante perseguição de gato e rato pela Europa, deixando destruição por onde passa”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ronan Bennett, a série é baseada no romance homônimo de Frederick Forsyth.

Brian Kirk (‘Game of Thrones’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Úrsula Corberó, Charles Dance, Richard Dormer, Chukwudi Iwuji, Lia Williams, Khalid Abdalla, Eleanor Matsuura, Jonjo O’Neill e Ben Hall.

Cartaz do filme O Dia do Chacal, 2024.

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Em Morra, Amor (Die, My Love), Lynne Ramsay retorna à zona de desconforto onde seu cinema mais brilha. Conhecida por filmes que transformam o trauma em matéria estética, como Precisamos Falar Sobre Kevin (2011) e Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017), a cineasta escocesa adapta com brutal intensidade o romance homônimo da argentina Ariana Harwicz, mergulhando no delírio febril de uma jovem à beira da implosão emocional. 

Com Jennifer Lawrence no papel de Grace, uma mulher afundada na depressão pós-parto, o filme constrói uma experiência sensorialmente sufocante — marcada por um som ambiente invadido por zumbidos de moscas e cercada por um cenário de lixo, decadência e isolamento. J. Law, grávida de seu segundo filho durante as filmagens, entrega uma performance em estado bruto, mas ainda assim não consegue alcançar a repugnância quase animalesca da narradora do livro. 

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Há algo de inevitavelmente glamoroso em sua presença — um obstáculo que Lynne Ramsay tenta contornar com violência estética e caos emocional. Grace não funciona mais no papel da mulher romântica: a maternidade, longe de iluminá-la, aciona nela um disjuntor sombrio, substituindo empatia por desejo, doçura por raiva, humanidade por uma lasciva autopercepção.

A relação conjugal com Jackson (Robert Pattinson, eficiente mas em segundo plano) se dilui num ciclo de atração e repulsa, e o sexo, antes constante, se torna uma moeda de troca, um pedido desesperado por controle. Grace exige prazer como quem exige oxigênio — ou como quem se recusa a se tornar apenas “mãe”. A performance de Lawrence é hipnótica, errática e sempre à beira do colapso. Em determinados momentos lembra sua interpretação desesperada no caótico e menospresado Mãe! (2017), de Darren Aronofsky

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A ambientação é bucólica, mas não acolhedora — uma casa herdada do tio do marido, que se matou ali mesmo, como uma maldição não dita. O que poderia ser um retiro rural se transforma em uma prisão psíquica, um purgatório com cheiro de leite azedo e moscas. Nesse cenário, a sogra (Sissy Spacek, em uma performance que combina fragilidade e ameaça) adiciona tensão à dinâmica doméstica, numa troca de farpas e carinhos. Spacek vagueia como um fantasma entre a negação e o colapso, cuidando do marido com demência (Nick Nolte), enquanto dorme armada e ri às gargalhadas no meio da noite.

LaKeith Stanfield surge como uma miragem de desejo, um vizinho quase onírico que representa a fantasia sexual e a fuga — uma presença pouco desenvolvida, mas simbólica, como o motoqueiro que vem do bosque carregando a possibilidade do outro, do escape, da dor transformada em febre erótica. Esses escapez do cotidiano trazem uma poética para uma narrativa que forja uma realidade bruta e destoa do resto do enredo em busca de uma evasão do cotidiano. 

Ramsay e sua co-roteirista Enda Walsh evitam a sutileza. Morra, Amor é um filme em estado de choque, onde a dor é amplificada em melodrama autoimolador. A trama não se curva à lógica terapêutica. Mesmo quando Grace é internada para tratar de um transtorno bipolar, a volta ao lar não traz cura — apenas mais consciência do abismo. Como em Babysitter, da canadense Monia Chokri, longa sobre um período nebuloso pós-parto, aqui há a sugestão de que a maternidade transforma a mulher em funcionária da sobrevivência familiar, mas enquanto Chokri lança um olhar mais cínico, Ramsay mergulha no pesadelo como única linguagem possível.

A ideia de redenção aqui é um insulto. Morra, Amor não apresenta resoluções para os problemas da sua protagonista, como se ela não fosse salvável, não porque não queira ser, mas porque está dilacerada por dentro — por um trauma talvez familiar, mas certamente não nomeado. Fiel ao espírito do romance original, Lynne Ramsay nos lembra que há dores que não se transformam em poesia nem em superação. Elas apenas existem, pulsantes, ensanguentadas, como a experiência de Grace em busca de si mesma, e talvez ainda mais viva por isso.

‘Tomb Raider: A Origem’ conquista 48% de aprovação no Rotten Tomatoes

Um dos principais lançamentos do ano, ‘Tomb Raider: A Origem’, conquistou (até agora!) 48% de aprovação no Rotten TomatoesA nova adaptação dos jogos está dividindo a opinião dos críticos.

A porcentagem baseada em 99 avaliações computadas, sendo 48 positivas e 51 negativas. A nota média no famoso agregador é de 5.2, enquanto no Metacritic, outro conceituado site norte-americano, aparece com 47/100.

Confira a crítica em vídeo feita pelo redator-chefe Renato Marafon:

E confira também algumas reações dos críticos internacionais:

Rohan Naahar, do Hindustan Times:

“A ação é editada e picotada, e depende excessivamente do CGI para partes mais ambiciosas de qualquer tipo de ameaça”.

Rashid Irani, Hindustan Times:

“Angelina Jolie deve estar com um pouco de inveja da Lara Croft da Alicia Vikander. Dito isto, o filme parece um aperto de mão precoce quando deveria ser um caloroso abraço.”.

James Marsh, South China Morning Post:

“A pegada mais realista de Vikander até que é boa, mas é rasa e traz a cansativa relação pai e filha”.

Devesh Sharm, Filmfare:

“Vikander é realmente uma sucessora digna de Jolie. Vamos esperar que a franquia aproveite ao máximo os talentos dramáticos e atléticos da atriz no futuro.”

Neil Soans, The Times of India:

“Repleto de perseguições, acrobacias e efeitos caseiros e totalmente desprovido de intensidade”.

Vale lembrar que Tomb RaiderA Origem‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.