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Trailer de ‘Mortal Kombat’ bate recorde de visualização

Segundo o Deadline, o trailer de ‘Mortal Kombat‘ bateu um recorde de visualizações para um trailer Red Band (para maiores).

O vídeo atingiu 116 milhões de visualizações em sua primeira semana, tornando-se a maior audiência de um trailer para maiores de todos os tempos, superando a marca dos trailers de ‘Logan‘ e ‘Deadpool 2‘.

O trailer do filme dirigido por Simon McQuoid foi uma Trending Topic em 52 mercados no YouTube e 28 mercados no Twitter.

O vídeo ainda teve 98% de aprovação do público.

Em seu Twitter oficial, o astro Ludi Lin divulgou um novo vídeo em que o elenco protagonista de ‘Mortal Kombat’ reage ao recente primeiro trailer.

Confira:

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 15 de abril.

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max um dia depois, em 16 de abril.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Pose’: 3ª e ÚLTIMA temporada da série estreia no Star+

O Star+ lançou com exclusividade a terceira e última temporada de ‘Pose‘, com os sete novos episódios já disponíveis.

Considerada uma das séries mais aclamadas dos últimos anos, ‘Pose‘ é assinada por Ryan Murphy e traz como pano de fundo a cultura de “ballroom” da comunidade LGBTQIAP+ de Nova York nos anos 80.

A última temporada da produção será ambientada em 1994. Agora, os bailes já não acontecem mais e Blanca, interpretada por MJ Rodriguez, precisa encontrar o equilíbrio entre sua vida com seu novo parceiro e também um novo emprego como enfermeira. Para a alegria dos fãs, o roteiro escrito por Murphy e Steve Canals combina emoção, drama e novas histórias para todos os personagens da série terem o final que merecem.

As duas primeiras temporadas da série também estão disponíveis no Star+.

Vale lembrar que ‘Pose’ conquistou 8 indicações ao Emmy Awards 2021Mj Rodriguez, intérprete de Blanca Evangelista na produção, faturou uma nomeação à categoria de Melhor Atriz em Série de Drama.

Além de ter feito jus a uma incrível performance na terceira e última temporada da produção, Rodriguez fez história ao se tornar a primeira mulher trans a ser indicada em uma das categorias principais. Laverne Cox foi a primeira mulher trans a ser indicada ao Emmy por seu trabalho em ‘Orange Is the New Black’, mas concorria como Melhor Atriz Convidada.

A série também concorre na categoria Melhor Drama, enquanto Billy Porter disputa pela estatueta de Melhor Ator. Os vencedores serão anunciados no dia 19 de setembro.

 

‘They/Them’: Terror slasher LGBTQIA+ com Kevin Bacon sobre terapia de conversão ganha trailer

Blumhouse e a Peacock divulgaram o trailer oficial de ‘They/Them’, novo terror slasher estrelado por Kevin Bacon.

O longa-metragem chegará à plataforma de streaming no dia 05 de agosto, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.

A história é descrita como um conto de empoderamento LGBTQIA+ de horror que gira em torno de um acampamento de terapia de conversão e trará Bacon como o diretor desse acampamento.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Bacon dá vida a Owen Whistler, diretor de um acampamento de terapia de conversão chamado Whistler Camp, que tenta ‘transformar’ adolescentes LGBTQIA+ em heterossexuais e cisgêneros. Desenrolando-se ao longo de uma semana, a narrativa é centrada em vários personagens e liderada por Jordan (Theo Germaine), uma pessoa trans e não-binária que passa por torturas psicológicas previstas na programação do acampamento. Quando um assassino anônimo começa a coletar as vítimas, os jovens devem se unir para se proteger, tanto do serial killer quanto dos funcionários do acampamento”.

John Logan, conhecido por seu trabalho em obras como ‘007 – Operação Skyfall’‘Penny Dreadful’, fará sua estreia diretorial com o longa-metragem.

Anna ChlumskyCarrie PrestonQuei TannAustin CruteMonique KimAnna LoreCooper KochDarwin del Fabro completam o elenco.

Confira as primeiras imagens abaixo:

‘Barbie’ terá músicas de Ava Max, Charli XCX, Lizzo, Nicki Minaj e… Ryan Gosling; Confira a lista completa!

A trilha sonora de ‘Barbie‘ foi divulgada, e contará com a já anunciada Dua Lipa, além de grandes nomes do meio musical.

‘Barbie: The Album’ terá músicas de Ava Max, Charli XCX, Dominic Fike, Dua Lipa, FIFTY FIFTY, GAYLE, HAIM, Ice Spice, Kali, Karol G, Khalid, Lizzo, Nicki Minaj, PinkPantheress, Ryan Gosling, Tame Impala & The Kid Laroi.

Gosling gravou uma música para o filme, após cantar em ‘La La Land‘ e ganhar o Oscar de melhor canção original por “City of Stars“.

Além disso, Dua Lipa revelou que lançará uma música original para a adaptação, “Dance the Night”, nesta sexta-feira, 26 de maio.

Confira a prévia:

Segundo o World of Reel, o longa, dirigido por Greta Gerwig, teve mais uma exibição-teste e continua a fazer sucesso entre o público.

As informações indicam que a sessão aconteceu no último dia 30 de abril e que as reações são bem similares às últimas – a maior parte positiva, mas poucas pessoas não gostaram muito das cenas no mundo real.

Todavia, um consenso entre os espectadores é que, além do trabalho espetacular de Robbie como a personagem titular, Gosling rouba a cena como Ken e tem grandes chances de ser indicado ao Oscar por sua aplaudida performance. Outros nomes citados incluem Michael CeraKate McKinnonAmerica FerreraJohn Cena (alguns também ovacionados, outros já tendo causado uma reação mista na audiência).

Lembrando que, durante a CinemaCon 2023, foi exibido um novo trailer do filme, apresentando cenas inéditas de Robbie e Gosling.

Confira a descrição:

Barbie está na praia rosa aproveitando sua vida luxuosa com Ken, dançando a noite toda. Mas o mundo fica azedo – torradas queimadas, água fria e pés planos (este último faz ela e suas amigas gritarem). A Barbie de Robbie procura a Barbie estranha, interpretada por Kate McKinnon, que é como uma boneca de pano. A Barbie estranha diz à Barbie perfeita: “Você pode voltar à sua vida normal ou pode conhecer a verdade sobre o universo”. A música “Closer to Fine” do Indigo Girls toca durante o trailer, enquanto a Barbie de Robbie embarca em uma nova jornada que a leva ao mundo real. O CEO da Mattel Toy de Will Ferrell fica sabendo disso e fica louco com as bonecas invadindo o mundo real. Há um momento em que um cara na praia dá um tapa no traseiro da Barbie e ela o nocauteia; Ken e ela são presos.

 Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de julho.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O elenco também é formado por Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) dirige e assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

Saiba QUANDO ‘Five Nights at Freddy’s 2’ chega aos cinemas

Durante o seu painel na CinemaCon, a Blumhouse confirmou que a sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2‘ será lançada oficialmente em 2025.

Sem data de estreia, o novo filme está programado para o outono norte-americano (período entre os meses de setembro e novembro).

Anteriormente, o produtor Jason Blum havia mostrado os bastidores do processo de criação dos animatrônicos da sequência.

“Jim Henson, da Creature Shop, está fazendo sua mágica novamente! Não temos certeza no que ele está trabalhando, mas sabemos que ficará ótimo,” declarou o produtor.

Confira a imagem e a publicação:

As filmagens da sequência estão alegadamente previstas para julho, com locações programadas para ocorrer em Nova Orleans e Los Angeles.

Emma Tammi retornará à cadeira de diretora para o longa.

Josh Hutcherson retorna, reprisando seu papel como Mike Schmidt.

‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’ está atualmente disponível para aluguel no Youtube Play, Google Play Filmes e TV, Apple TV e Amazon Prime Video.

Confira o trailer:

Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) foi responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Scott Cawthon Seth Cuddeback.

“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”

O elenco conta com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) e Mary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).

‘Kung Fu Panda 5’ já está em desenvolvimento e deve estrear em 2027

Com uma bilheteria de US$ 533,4 milhões, ‘Kung Fu Panda 4’ se tornou a terceira maior bilheteria do ano até o momento e consolidou seu lugar como uma das franquias de animação mais populares da atualidade.

Após o sucesso estrondoso, o diretor Mike Mitchell deve retornar para mais uma aventura de Po (Jack Black), e os fãs de longa data estão ansiosos para rever o Dragão Guerreiro demonstrando suas habilidades marciais.

De acordo com o insider Daniel Ritchman, ‘Kung Fu Panda 5‘ já está em desenvolvimento.

No entanto, o longa deve estrear apenas daqui a três anos, ou seja, em 2027.

A informação foi revelada pelo próprio Mitchell durante uma entrevista para o Comic Book.

“Apesar do avanço da tecnologia, esse tipo de produção demora cerca de três anos para ser finalizada. Talvez porque seja realmente mais difícil fazer uma continuação. Tem aquela coisa da expectativa, sabe? Agora temos que torná-la cinco vezes melhor que o anterior.”

“Ainda há muitas histórias cheias de ação para serem contadas. Tínhamos tantas outras ideias que não conseguimos encaixar no 4º filme, mas podem ser aproveitadas no futuro.”

Sean Sexton, chefe de animação da DreamWorks, também está otimista sobre o futuro da franquia. Ele destacou o potencial de Zhen, personagem introduzida em ‘Kung Fu Panda 4’ e interpretada por Awkwafina.

“Acho que conhecer Zhen e treinar Zhen, acho que há muito a ser contado lá. Acredito que poderia ser uma sequência muito divertida”.

O filme, dirigido por Mike Mitchell (‘Shrek Para Sempre’) e codirigido por Stephanie Ma Stine (‘She-Ra’), com produção de Rebecca Huntley (Os Caras Malvados), já está disponível para compra ou aluguel digital.

Na história, Po é escolhido para se tornar o Líder Espiritual e precisa encontrar um novo Dragão Guerreiro, enquanto enfrenta a vilã Camaleoa que busca o Cajado da Sabedoria.

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‘Um Conto de Natal’: Filme que traz Johnny Depp como Ebenezer Scrooge ganha data de estreia no Brasil

O astro Johnny Depp surpreendeu os fãs ao aparecer completamente transformado nas primeiras fotos do set de

A nova adaptação de ‘Um Conto de Natal’ (A Christmas Carol), estrelada por Johnny Depp, ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.

A nova adaptação do clássico de Charles Dickens estreia no Brasil pela Paramount Pictures no dia 12 de Novembro de 2026.

Depp assume o papel do icônico e ranzinza Ebenezer Scrooge.

As gravações seguem a todo vapor, e as imagens de bastidores revelam uma caracterização impressionante, marca registrada da carreira do ator.

Intitulada ‘Um Conto de Natal’, a nova adaptação do clássico será dirigida por Ti West (‘Pearl’).

A trama acompanha a jornada sobrenatural de um homem forçado a confrontar seu passado, presente e futuro, em busca de redenção e de uma segunda chance. O roteiro é assinado por Nathaniel Halpern.

O projeto será estrelado por Johnny Depp e conta ainda com Rupert Grint (‘Harry Potter’), Sam Claflin (‘Jogos Vorazes’), Daisy Ridley (‘Star Wars’), Arthur Conti (‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’) e Ellie Bamber (‘Animais Noturnos’).

Ian McKellen (‘O Senhor dos Anéis’), Andrea Riseborough (‘Possessor’) e Tramell Tillman (‘Ruptura’) completam o elenco. Os detalhes sobre os papéis ainda não foram divulgados.

Rupert Grint, Daisy Ridley e MAIS são confirmados na nova versão do clássico ‘Um Conto de Natal’

Publicado em 1843, “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens, acompanha a história de Ebenezer Scrooge, um homem avarento que, na véspera de Natal, é visitado pelo fantasma de seu antigo sócio e pelos espíritos do Natal Passado, Presente e Futuro. As visitas servem como advertências e lições que acabam transformando Scrooge em alguém mais generoso e compassivo.

Mais de DUAS décadas de ‘The Doors’, o filme que marcou a carreira de Val Kilmer

No início da década de 90, chegava aos cinemas de todo o planeta um longa-metragem pulsante que retrataria a história de uma das bandas mais influentes da década de 60 com um enorme foco no seu líder, o compositor e vocalista Jim Morrison, um astro do rock que viveu menos de 30 anos mas marcou sua história na indústria fonográfica, lembrado até hoje, com hits que ultrapassaram gerações. Dirigido por Oliver Stone, o filme The Doors marcou a carreira do ator Val Kilmer.

Na trama, ambientada na década de 60, conhecemos Jim Morrison (Val Kilmer) na fase adolescente, quase adulta, como estudante de cinema, leitor assíduo, que passava seus dias caminhando por Venice Beach na Califórnia até desenvolver uma ideia voltada à música, junto com amigos formou uma das bandas de maiores sucessos da história do Rock and Roll, o The Doors. O filme segue a trajetória de Jim desde os primeiros acordes de ‘Light my Fire’ (um dos primeiros grandes sucessos da banda) até o declínio na carreira profissional e pessoal, se entregando por completo aos seus problemas com seus vícios até seu falecimento, aos 27 anos na França.

Com vários movimentos da cultura pop surgindo a cada nascer do sol, o The Doors nasceu de forma meteórica e quase inusitada, atravessando a ponte do amadorismo até chegar a carreira profissional. Incendiando aos noites por onde passava, a banda comandada por Jim Morrison, em poucos meses, após as primeiras reuniões, já tocavam pela cidade e logo foram conquistando seu espaço na disputada cena musical da época. O trabalho de Stone busca detalhar os momentos importantes da trajetória da banda mas com um foco quase que total na figura de seu grande protagonista.

Nesse projeto acompanhamos o recorte da vida de Jim Morrison a partir de sua passagem, nos tempos de estudante de cinema, na prestigiada UCLA (onde se formou no ano de 1965), do reencontro com o ex-amigo de faculdade Ray Manzarek que após a leitura de um poema, resolveram criar a famosa banda, o longa-metragem também mostra o conturbado relacionamento com a namorada Pamela (Meg Ryan), além de expor os problemas gravíssimos com o excesso de drogas e álcool, esse último ponto o levou ao descontrole e seu iminente fim veio aos 27 anos, quando morava na França. Ele foi enterrado no Cemitério Père Lachaise em Paris.

Um dos pontos altos do polêmico projeto gira em torno da atuação impactante de Val Kilmer como Jim Morrison, realmente uma das mais marcantes da carreira do ator que ficou conhecido pelo papel durante toda sua carreira. Para quem curte saber mais sobre o início, meio e fim de figuras conhecidas e impactantes no cenário musical, esse é imperdível! O filme pintou recentemente no catálogo da Prime Video, se você ainda não viu, corre pra assistir!

Polêmica! Astros que tiveram suas carreiras afetadas por escândalos

Polêmicas e grandes escândalos podem ser muito nocivos para carreiras no mundo artístico, ainda mais numa terra que não perdoa, como Hollywood. Astros “queimados” atraem atenção negativa para estúdios e filmes, que não desejam este tipo de publicidade.

Antigamente, a coisa era varrida com mais facilidade para debaixo dos panos, mas nos tempos invasivos da notícia instantânea trazida pelas mídias sociais, esconder um grande escândalo se torna cada vez mais difícil. Recentemente, um desses escândalos veio à tona quando o astro Johnny Depp foi acusado de violência doméstica, ao ter supostamente agredido a nova esposa, a também atriz Amber Heard, 23 anos mais jovem.

Fãs ameaçam BOICOTAR ‘Animais Fantásticos’ após contratação de Johnny Depp

A carreira do astro, que já não ia bem das pernas, poderá ser afetada pela forma negativa com que todos o veem no momento. Já Heard, também acusada por Depp de tentar lucrar financeiramente em cima do ocorrido, foi abraçada por causas feministas, mas pode ter a carreira afetada igualmente. Pensando em tais situações difíceis, resolvemos formular uma lista com atores que tiveram suas carreiras momentaneamente interrompidas devido a influência de problemas pessoais.

Wesley Snipes

Snipes - CinePOP

O astro da franquia Blade foi preso em 2010, por sonegação de imposto de renda, crime levado muito a sério nos EUA. Antes disso, no entanto, Snipes já era visto como um ator problemático, fato que atingiu o ápice em 2004, durante as filmagens da terceira aventura do caçador de vampiros da Marvel.

Snipes, como reportado, se isolava no trailer durante os intervalos de gravações, fumando uma quantidade considerável de maconha. As discussões constantes com o diretor da obra, David S. Goyer, chegaram ao ponto da agressão física, quando Snipes tentou estrangular o cineasta – segundo o próprio. Hoje, Snipes, bem mais contido, tenta ensaiar um retorno após sua soltura em 2013, inclusive brincando com o fato em sua participação no blockbuster Os Mercenários 3 (2014).

Ele também estrelou a série The Player, que infelizmente foi cancelada com apenas uma temporada em 2015. O ator faz campanha também para voltar na pele de Blade, tentando chegar a um acordo com a Marvel.

Winona Ryder

Ryder- CinePOP

No final da década de 1980 e início da década de 1990, Winona Ryder era tida como a melhor atriz de sua geração. Os diretores mais prestigiados a queriam em seus elencos, como Francis Ford Coppola, que na falta de Ryder devido a conflitos de agenda, precisou usar a própria filha, Sofia, em O Poderoso Chefão 3 – o diretor viria a concretizar sua vontade de trabalhar com a atriz em Drácula de Bram Stoker (1992).

Ryder foi indicada ao Oscar duas vezes consecutivas, em 1994 (A Época da Inocência, no qual foi dirigida por Martin Scorsese), e em 1995 (Adoráveis Mulheres), na época de seu auge. Sua carreira viria a desacelerar na década seguinte, quando em 2001 foi presa sob acusação de roubar roupas em uma loja e posse de medicação sem receita.

Desde então, Ryder ficou estigmatizada por tal imagem e acusada de cleptomania. A atriz foi relegada a papeis coadjuvantes em produções inexpressivas, e nunca mais ganhou os holofotes com seu talento.  O máximo que chegou perto disso foi em Cisne Negro (2010), de Darren Aronofsky. Ano passado, fez parte do elenco da elogiada minissérie Show me a Hero, da HBO. Em breve, poderá ser vista novamente como Lydia Deetz, na continuação Beetlejuice 2, a ser dirigida novamente por Tim Burton.

Mickey Rourke

Rourke - CinePOP

Rourke é outro astro polêmico da lista. O ator era um dos nomes mais falados, e tido como um dos jovens mais promissores de sua geração. Descrito com um tempestuoso comportamento, o ator abandonou a carreira momentaneamente para ser tornar boxeador no início da década de 1990. Antes, porém, o ator celebrava um casamento turbulento com a bela Carré Otiz, com quem contracenou em Orquídea Selvagem (1989), e ficou casado até 1998.

Logo depois, Rourke passou por diversos procedimentos de cirurgias plásticas, se tornando irreconhecível e distanciando sua imagem de galã de outrora. A carreira encontrava-se em declínio, com participações, sempre em papeis de vilão, em filmes de Jean Claude Van Damme e Sylvester Stallone.

O ensaio de uma volta por cima veio de chances dadas por cineastas de prestígio, vide Robert Rodriguez (Sin City) e Darren Aronofsky, que com O Lutador deu novo fôlego para a imagem de Rourke e, como muitos apontam, entregou o melhor trabalho da carreira do ator com um papel de grande paralelo com sua vida pessoal.

Lindsay Lohan e Charlie Sheen

Lohan e Sheen

As carreiras de Lindsay Lohan e Charlie Sheen possuem muitos paralelos. Sheen veio antes e construiu mais coisas. Em 2003, teve a chance de recomeçar como o astro da TV mais bem pago da época, pelo programa Dois Homens e Meio. Já Lohan foi atriz mirim e na fase de uma jovem mulher atingiu o auge com o adorado Meninas Malvadas (2004).

O que a carreira dos dois possui em comum? A interrupção devido ao gosto pessoal por festas excessivas, drogas e muito álcool. O fato acarretava em atrasos e inclusive falta em compromissos profissionais, ao ponto de serem descritos como um pesadelo por seus empregadores.

Sheen perdeu o cargo na série, mas tentou uma volta por cima, clamando ter abandonado de vez tal estilo de vida nocivo. Recentemente, o ator revelou que contraiu o vírus da Aids. Lohan, por outro lado, não conseguiu se desassociar de tal estigma até hoje, o que faz seu trabalho como atriz cada vez mais difícil.

Hugh Grant e Eddie Murphy

Grant e Murphy

Saem drogas, bebidas e festas, e entra o gosto por profissionais do trabalho mais antigo do mundo. Ninguém poderia imaginar que figuras tão carismáticas e, de certa forma, inocentes, quanto as que Hugh Grant e Eddie Murphy portavam em seus filmes, seriam pegos no flagra, requerendo os serviços de prostitutas.

Grant, cuja imagem de galã ingênuo em filmes de romance foi conquistada ao longo da carreira, foi preso em 1996, em Los Angeles, ao ser abordado em seu carro, ao lado da prostituta Devine Brown, pela polícia. O ator foi preso pelo ato, e na época mantinha um relacionamento com a atriz Elizabeth Hurley. O casal só veio a separar de fato em 2000, quatro anos após o ocorrido.

O caso de Eddie Murphy é mais nefasto. O ator foi flagrado pela polícia com a travesti Shalomar em 1997, preso e depois liberado. Em nota para a mídia, Murphy afirma que fez seu papel de bom moço ajudando garotas de programa. Um ano depois, Shalomar caiu do terraço de seu prédio e viria a falecer. A morte foi tida como acidental. No entanto, por mais que a imagem do comediante tenha sido manchada, o que enterrou sua carreira foram mesmo escolhas ruins de projetos.

Nicolas Cage

Cage - CinePOP

Problemas financeiros também entram na lista como motivadores de uma carreira descarrilada. Cage atualmente é sinônimo de filmes ruins e motivo de piada. No entanto, o ator já esteve no topo do mundo. Sua ascensão começou em meados da década de 1990, quando venceu o Oscar de melhor ator pelo filme Despedida em Las Vegas. No fim da mesma década, Cage era um dos atores mais rentáveis de Hollywood, com produções como A Rocha, Con Air – A Rota da Fuga e A Outra Face.

Cage também quase interpretou Superman, num filme que seria dirigido por Tim Burton. Sua persona excêntrica nas telas em início de carreira, voltaria de vez quando o ator se envolveu em muitas dívidas financeiras. O resultado foi que, para sair delas, Cage deu sinal verde a todos os roteiros que vinham parar em sua mesa, trabalhando assim em produções bem duvidosas e assumindo de vez a estigma de ator de filmes B. Vez ou outra, Cage sai do molde e entrega um filme acima da média, como o caso do recente Joe (2013).

Kevin Costner

Costner - CinePOP

O ego e a teimosia podem ser elementos danosos a uma carreira cinematográfica também. Assim como Cage, Kevin Costner dominou Hollywood como o maior astro da época, no final da década de 1980 até meados da década de 1990. O pico ocorreu quando Dança Com Lobos (1990) levou sete Oscars, incluindo melhor filme e melhor diretor para Costner. Era inegável que ninguém era mais quente que o astro na época.

Depois vieram os sucessos consecutivos de Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões (1991), JFK – A Pergunta que Não Quer Calar (1991), O Guarda-Costas (1992) e Um Mundo Perfeito (1993), e não havia quem segurasse o astro. Bem, então veio Waterworld (1995). Considerado até hoje uma das produções mais problemáticas de todos os tempos, o filme trouxe da pior maneira o ego de Costner à tona, de forma incontrolável. Entre os muitos problemas, Costner brigou com o diretor Kevin Reynolds, e assumiu ele mesmo o comando da obra.

Não bastasse Waterworld ter se tornando um fracasso retumbante, Costner cometeria o mesmo erro com O Mensageiro (1997). A consequência foi a queda esperada. Aualmente, o ator volta aos holofotes aos poucos, e no discurso após a vitória no Globo de Ouro como melhor ator pela minissérie Hatfields & McCoys (2013), acusou a indústria hollywoodiana de lhe virar as costas.

Mel Gibson

Gibson - CinePOP

Talvez o maior caso de carreira interrompida tenha sido a do ex-galã e ex-astro Mel Gibson, que continua a ensaiar um retorno. Assim como Costner, Gibson esteve na crista da onda e nas décadas de 1980 e 1990 era “o astro”. Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera, Gibson arriscava ao trabalhar também em projetos mais sérios. Sua consagração veio em 1995, com Coração Valente, quando recriou os passos de Costner, levando cinco Oscars, entre eles, melhor filme e melhor diretor para o ator.

Depois de um hiato na carreira de ator em 2002, Gibson, que batalhava contra o alcoolismo, foi preso em 2006 justamente por dirigir embriagado. Durante a abordagem da polícia, o ator se encrencou ainda mais ao proferir frases racistas e antissemitas para os oficiais encarregados.  No mesmo ano, Robyn Moore, sua esposa desde 1980, com quem tem sete filhos, se separou do ator. Desde então, Gibson é tratado como um vilão em Hollywood.

Como se não bastasse, um novo escândalo, muito semelhante ao de Depp, veio à tona pouco tempo depois. Gibson começou um relacionamento com a pianista russa Oksana Grigorieva, e em 2009 fizeram sua primeira aparição pública como casal. No mesmo ano, nascia Lucia, a filha dos dois. Em 2010, Grigorieva entrou com uma ordem de restrição contra Gibson, por este ter supostamente a agredido fisicamente, em mais um caso de violência doméstica. As fitas das ligações com Gibson irado, ameaçando a mulher de morte vazaram na mídia, contribuindo ainda mais para a mancha na imagem do talentoso astro.

Relembramos os BASTIDORES de ‘Pânico 3’, problemático filme da franquia que completa 23 anos…

Pânico 3, lançado exatamente dois anos e um mês após Pânico 2, fez sua pré-estreia mundial na Califórnia, no dia 3 de fevereiro de 2000, completando assim 23 anos de lançamento. O filme estreou oficialmente nos EUA no dia seguinte, 4 de fevereiro, e no Brasil estreava no dia 7 de julho do mesmo ano.

Com o orçamento de US$40 milhões, o terceiro episódio era então o mais caro da trilogia, afinal Pânico era uma franquia extremamente lucrativa que só crescia. O quarto filme receberia o mesmo orçamento, onze anos depois. Em matéria de retorno financeiro, porém, dos três primeiros filmes, o terceiro foi o menos rentável – como dito o timing havia passado e os produtores perderam a janela. Caso fosse lançado logo em seguida, em 1998, poderia ter, além de engatado novos episódios, arrecadado mais nas bilheterias. De qualquer forma, com mais de US$161 milhões mundiais, Pânico 3 não fez feio.

Dois grandes impasses embarreiravam a produção de Pânico 3. O primeiro era a falta de vontade da atriz Neve Campbell, que interpretou a protagonista Sidney em todos os filmes da franquia, em retornar para este terceiro capítulo. Campbell, uma atriz de TV, viu sua popularidade deslanchar e estava em busca de novos desafios na carreira, não desejando ficar presa ao mesmo papel para sempre. Ela estrelou filmes como Jovens Bruxas (1996), Garotas Selvagens (1998) e Studio 54 (1998) na época. Do outro lado, o diretor da franquia declarava que sem a atriz não teria Pânico 3. Após um longo embargo, Neve Campbell retornava, mas com o contrato estipulando apenas vinte dias para as gravações – resultando no filme onde Sidney tem menos tempo em cena.

O outro impasse mencionado foi a saída da mente por trás da franquia, o roteirista sensação Kevin Williamson. O escritor viveu seu auge no período e parecia ter a mão em todas as produções do gênero na época, além de sua própria série Dawson’s Creek. A história oficial é que Williamson estava com a agenda lotada, mas será que ele recusaria um texto da franquia que o colocou no mapa? Alguns relatos afirmam que Williamson chegou a escrever um tratamento para a história do que deveria ser o terceiro filme – uma espécie de planta para o projeto. Estas ideias teriam sido totalmente descartadas pelo roteirista oficial contratado, Ehren Kruger (O Chamado, Dumbo e o vindouro Top Gun: Maverick), talvez por puro ego.

O roteiro original para esta terceira parte traria de volta o personagem Stu (Matthew Lillard), um dos psicopatas do primeiro filme, que teria sobrevivido aos graves ferimentos no final do longa. Preso, o lunático comandaria da cadeia os novos assassinos, que promoveriam outra matança em um colégio. Possivelmente no mesmo roteiro, Sidney descobriria uma casa onde um aparente massacre teria ocorrido, com diversos jovens mortos. A reviravolta viria com os jovens se mostrando na verdade vivos e sendo os responsáveis pelos crimes, todos fãs obcecados da franquia Stab. A ideia foi abandonada  devido ao massacre real de alunos na escola de Columbine, no Colorado. Assim, a trama foi transferida para Hollywood, sem personagens adolescentes, focada nos bastidores do cinema.

Apesar de suas inconsistências e furos no roteiro, Pânico 3 até funciona como sátira do mundo da sétima arte e de Hollywood, fazendo dele o diferente da franquia. O filme inclusive poderia pertencer a uma lista de longas sobre insight de fazer cinema. Pânico 3 também eleva o conceito metalinguístico, apresentado no segundo episódio, e se concentra na produção de Stab 3 (o filme dento do filme). Assim, os personagens coadjuvantes aqui são atores, diretores e produtores, todos envolvidos na confecção do terror. E todos vivendo na vida real um filme de terror igualmente. Pelo aumento da sátira, este é o mais cômico da trilogia e o que possui menos gore – elemento pelo qual o diretor Craven constantemente batia e o pé – os produtores queriam um filme ainda mais “domado”.

Em matéria de participações especiais, temos, por exemplo, as aparições de Jay e Silent Bob, personagens dos filmes de Kevin Smith, e Carrie Fisher na pele de uma secretária brincando sobre o fato de não ter sido a Princesa Leia no cinema por ter se recusado a dormir com George Lucas. O próprio Wes Craven chegou a ser cogitado para o papel de John Milton, o mega produtor com um passado negro, que terminou nas mãos do veterano Lance Henriksen.

Nesta época já existia o pavor de spoilers por parte dos cineastas, que queriam manter segredo sobra suas reviravoltas. Por isso, Craven filmou três finais diferentes e não exibiu o longa para jornalistas. Os próprios atores só viram o produto final na pré-estreia. Outra cena de abertura havia sido escrita também, mas não chegou a ser filmada. Nesta introdução bad, Sidney atira diversas vezes num sujeito vestido de Ghostface que a ataca dentro de sua casa, somente para descobrir que se tratava de um fã dos filmes Stab aplicando uma pegadinha nela.

Um dos elementos mais problemáticos do roteiro, que soa como verdadeiro coelho tirado da cartola (em inglês o termo jump the shark seria o usado aqui, que significa uma reviravolta non sense e desesperada), é a revelação do assassino e sua verdadeira identidade. Roman Bridger (Scott Foley, em sua estreia no cinema), o diretor de Stab 3, é o assassino. Até aí tudo bem, já que alguém precisava ser o culpado. Sua motivação, no entanto, é o verdadeiro momento jump the shark do filme. Ele é na verdade, vejam isto, o irmão perdido de Sidney, que ela nunca soube que existia. Reviravoltas estapafúrdias como esta são dignas das mais exageradas novelas mexicanas, porque conhecemos bem o(a) protagonista ao longo de outros filmes para saber que nada indicava isso. Quando aplicado em um personagem coadjuvante se torna mais passível. Revelações assim geralmente vêm acompanhadas de “eu estava por perto observando este tempo todo”, ou em caso de vilões, “eu estava por trás de tudo”, sem deixar qualquer rastro de sua existência até então. Soa sempre como sinônimo de roteiro preguiçoso. E o pior é quando tal elemento é utilizado em grandes produções, como o caso de 007 contra Spectre (2015) e o vindouro Velozes e Furiosos 9 (2020). O irmão perdido é um dos artifícios mais deploráveis de roteiros.

Outro item que vem incomodando os fãs da franquia desde o lançamento do terceiro filme é a teoria do segundo assassino. Oficialmente, Pânico 3 é o único filme da série que não tem dois assassinos por trás dos crimes, mas apenas um: Roman Bridger. O que é notável durante toda a projeção é o comportamento pra lá de estranho de uma das personagens: Angelina (Emily Mortimer), a atriz que interpreta Sidney em Stab 3. Na cena em que a mansão explode matando um dos atores, Angelina aparece de forma suspeita, ao que alguns personagens, como Dewey (David Arquette), a questionam, a olham de forma incriminadora e a trilha sonora ajuda a desconfiarmos da moça. Em um outro momento de tensão, Sidney a flagra pronta para vestir a roupa de Ghostface e atacá-la, mas ela de pronto inventa uma desculpa esfarrapada.

Estas pistas deixadas ao longo do filme servem para confundir o público, mostrando obviedade quanto a culpa de um personagem, para desviar nossa atenção nos fazendo acreditar que não pode ser ele(a). Assim, finalmente revelando sua autoria ou cumplicidade dos crimes. Algo como foi feito no primeiro Pânico com Billy Loomis (Skeet Ulrich), o personagem mais óbvio, que terminou realmente se mostrando o culpado – mas ele não estava sozinho. A “morte” de Angelina também é suspeita, e ocorre quase off-screen, meio de relance, vista de cima por outro personagem, com todos os indícios de ser algo orquestrado falsamente. Em uma das cenas na mansão, podemos ver Ghostface atacando Tyson (Deon Richmond) e, segundos depois, dentro de uma passagem secreta, perseguindo e matando Jennifer (Parker Posey – que rouba a cena como a atriz que interpreta Gale Weathers). Este é outro momento que deixa claro a existência de duas pessoas utilizando a fantasia do assassino.

Estas suspeitas não são por acaso. O próprio diretor Wes Craven confirmou em comentários que originalmente Angelina era uma das assassinas do filme e a namorada secreta de Roman. Ela também era uma ex-colega de colégio de Sidney, obcecada pela trágica história da protagonista (ideia reaproveitada no quarto filme). A luta e o desfecho com a morte dos vilões ficou muito parecido com o segundo filme, fazendo com que os produtores desaprovassem, descartando a ideia. O problema é que o filme já havia sido gravado com esta proposta, e a mudança deixou várias cenas soltas no ar, que apenas enfatizam o comportamento bizarro de Angelina, sem uma explicação plausível para tal.

Pânico 3, em seu fim de semana de lançamento, foi o filme a estrear em maior número de salas nos cinemas dos EUA, num total de 3.467 salas. Recorde quebrado no ano seguinte por Harry Potter a Pedra Filosofal, que estreou em 3.762 salas.

Entre os atores famosos que quase participaram do filme, Jamie Lee Curtis foi oferecida o papel que terminou com Carrie Fisher. Téa Leoni (Os Bad Boys) era uma das preferidas para o papel de Jennifer, que ficou com Parker Posey. Atrizes como Alicia Silverstone, Denise Richards, Liv Tyler, Claire Denis e o ator Ben Affleck foram considerados para alguns dos personagens do filme.

A mais curiosa, no entanto, foi Kate Hudson, contratada, mas substituída no início da fotografia principal para o filme. Na capa do filme Uma Aventura no Deserto (1998), Hudson é creditada no elenco de Pânico 3. Seu papel seria o de Christine, que ficou com Kelly Rutherford, a primeira vítima do assassino.

E você, gosta da franquia Pânico? Curte Pânico 3? Gostou das curiosidades desta matéria? Comente abaixo.

Atriz de ‘Game of Thrones’ teme não conseguir mais trabalho por causa de sua aparência

Em entrevista ao The Irish Times, a atriz Maisie Williams, a Arya Stark de ‘Game of Thrones‘, declarou que teme não conseguir mais trabalho ao fim da série por causa de sua “aparência”.

“Apenas agora eu estou começando a perceber que personagens estão ou não disponíveis para mim por causa da minha aparência. É uma indústria muito fútil. E eu não pareço com alguém que será escalada em papéis sexualizados. Não me entenda mal, eu estou completamente impressionada com as protagonistas de Hollywood. Eu amo olhar para aquelas mulher lindas, mas eu acho triste que você só vê esse tipo de beleza na tela.”

Além da série, Williams terá grande destaque no filme ‘X-MenOs Novos Mutantes‘, que estreará no dia 2 de Agosto de 2019.

Recentemente, a atriz revelou em entrevista ao Collider que o adiamento será bom para o filme.

“Tínhamos um calendário muito corrido, e estávamos correndo contra o tempo para finalizar o filme. Terminamos de filmar em setembro para uma estreia em abril. Por ser um filme sobre mutantes, tem muitos efeitos especiais e foi bom ganharmos tempo. Vocês vão entender quando virem o filme.”

Só nos resta esperar para ver o resultado.

Alice Braga será Dra. Cecilia Reyes, uma médica que possui a habilidade de gerar um campo protetor ao seu redor.

Vale lembrar que ‘X-Men: Os Novos Mutantes’ será um filme de terror, segundo o diretor.

Na trama, cinco jovens mutantes começam a descobrir melhor suas habilidades enquanto são mantidos em uma instalação secreta contra a sua vontade. Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) será a Magia; Maisie Williams (‘Game of Thrones’) viverá Lupina; Charlie Heaton será Míssil e o brasileiro Henry Zaga viverá o Mancha Solar.

Blu Hunt, que participou de alguns episódios de ‘The Originals’, será Miragem –  uma nativa americana que é capaz de criar ilusões a partir dos sonhos das outras pessoas. Ela, inclusive, é tida como uma das personagens principais da narrativa.

O filme será inspirado no arco Urso Místico das HQs – umas das primeiras histórias da equipe, que está entre a mais aclamada pelos fãs dos mutantes.

A direção é de Josh BooneSimon Kinberg e Lauren Shuler Donner, produtores dos filmes de ‘X-Men’, também cuidarão dos ‘Os Novos Mutantes‘.

‘Como Treinar o Seu Dragão 3’ deve ter a MAIOR estreia da franquia nos EUA

A animação ‘Como Treinar o Seu Dragão 3‘ irá estrear nesse final de semana nos EUA, e promete superar as expectativas dos analistas. Segundo as projeções iniciais, o longa arrecadaria em torno de US$ 40 milhões, mas deve fechar o final de semana com ótimos US$ 60 milhões – a melhor performance da franquia no país (o segundo filme estreou com US$ 49.4 milhões).

Vale lembrar que o filme já estreou no mercado internacional, onde já arrecadou quase US$ 200 milhões.

Encerrando a trilogia, a animação agradou os críticos, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Dean DeBlois dirige e roteiriza, repetindo as funções que dividiu com Chris Sanders no primeiro filme.

O terceiro filme acompanha o personagem Soluço e a realização de seu grande sonho: encontrar um lar pacífico onde os dragões possam viver em segurança. Lá, Banguela descobre uma companheira, assim como ele, mas um tanto selvagem. Mas é quando o perigo começa a rondar o lar, que a dupla Banguela e Soluço será testada e precisará tomar decisões difíceis para salvar suas espécies.

O elenco traz vozes originais de Cate Blanchett, T.J. Miller, Gerard Butler, Kristen Wiig, Jonah Hill, Kit Harington, Jay Baruchel, Djimon Hounsou e America Ferrera.

‘The Walking Dead’: Beijo entre Michonne e Ezekiel foi ideia da Danai Gurira

Em entrevista ao EW, a showrunner Angela Kang falou sobre o inesperado beijo entre a Michonne e o Ezekiel na 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘, e revelou que a cena foi ideia da atriz Danai Gurira.

“Ezekiel obviamente está passando por muitas coisas atualmente. Ele perdeu muitas coisas e esse personagem é como um tigre, sabe? Ele é otimista e realmente assumiu o papel de levantar o ânimo das pessoas. Mas nós vimos que ele também é capaz de entrar em um estado super sombrio e depressivo também. Quando ele perdeu o seu povo na guerra contra os Salvadores, ele estava em um lugar muito ruim [psicologicamente].”

Ela completa, “A cena do beijo ganhou vida de uma forma incomum. Eu estava conversando com a Danai [Gurira] e ela disse ‘Seria interessante se alguém tentasse beijar a Michonne e ela respondesse’. A Michonne tem os seus próprios dramas para lidar e não houve nenhum desenvolvimento em sua vida romântica desde a suposta morte do Rick. Então, pensamos ‘E se o Ezekiel depressivo quisesse se conectar?’. Ele se sente sozinho e triste. Ele entendeu alguns sinais errados, percebe que errou e se retrai.”

Vale lembrar que os personagens têm um relacionamento nos quadrinhos e a cena serviu como uma referência aos fãs do material de origem.

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘The Walking Dead’: Emily Kinney afirma que adoraria retornar à série

Em entrevista ao Let’s Stay Together, a atriz Emily Kinney, que interpretou a Beth Greene, foi perguntada se ela toparia um possível retorno na série ‘The Walking Dead‘, confirmando que adoraria, apesar da impossibilidade.

“Quero dizer, eu tomei um tiro na cabeça. Eu amo a série e eu amei trabalhar nela. Fico muito feliz de ter feito parte desse projeto e tenho muito orgulho. Se houvesse algum jeito [da Beth retornar], eu voltaria.”

Ela continua, “É divertido fazer parte da série de outras formas. Eu também estou feliz em seguir em frente.”

Apesar de não ter aparecido recentemente, Kinney teve uma de suas músicas incorporadas na série, em uma cena em que a Magna ouve uma gravação secreta performada pelo Beta.

O estado da Califórnia permitiu o reinício das produções de séries e filmes desde o dia 12 de junho, com novas medidas de seguranças sendo implementadas. Recentemente, a showrunner Angela Kang revelou que o último episódio da 10ª temporada está “muito próximo de ser finalizado” e que o processo restante poderia ser completado “rapidamente”.

A série é baseada nas HQs homônimas de Robert Kirkman.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan e Khary Payton.

‘Supergirl’: Melissa Benoist afirma estar satisfeita com o desfecho da série

Em entrevista ao EW, Melissa Benoist, que interpreta a personagem principal na série ‘Supergirl‘, revelou estar muito satisfeita com o desfecho da série, além de afirmar que era o momento certo para concluir a narrativa.

“Eles vieram até a mim porque queriam saber se eu tinha alguma opinião sobre como deveria ser o final da Kara na série. Eu tinha um pedido e nem era algo que eles estavam pensando em fazer. Então, eles me contaram o que estavam planejando e é realmente adorável. É um ótimo final. Me sinto fantástica sobre isso.”

Ela continua, “Todos nós sentimos que era hora de concluir a trama. Nós temos muito orgulho do que conquistamos nos últimos anos. Tem sido uma grande jornada: trocamos de emissora, trocamos as locações das filmagens e também mudamos o dia em que a série é exibida. Nós passamos por muita coisa nessa série e, criativamente, acredito que todos nós sentimos que fizemos tudo o que podíamos e era a hora certa para encerrar.”

Intitulado A Few Good Women, o próximo episódio da última temporada irá ao ar no dia 6 de abril.

Confira as imagens promocionais:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Chucky’: Episódio final terá 90 minutos de duração!

De acordo com o Bloody Disgusting, o último episódio da série ‘Chucky‘, baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, terá 90 minutos de duração.

O episódio final, intitulado An Affair to Dismember, será exibido no dia 30 de novembro.

Na trama, “as coisas serão acertadas à medida que o plano diabólico de Chucky flui em uma conclusão pública e muito perigosa”.

Confira o trailer:

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

Don Mancini, criador da franquia original, é responsável pela série.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

O elenco conta com Zackary Arthur, Teo Briones, Alyvia Alyn Lind, Bjorgvin Arnarson, Devon Sawa e Lexa Doig, além do retorno dos veteranos Jennifer Tilly, Fiona Dourif, Alex Vincent e Christine Elise.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

‘O Predador: A Caçada’ conquista 92% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as reações!

Com 142 críticas publicadas até o momento, o filme ‘O Predador: A Caçada‘ conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção é um dos filmes mais divertidos do ano, com ótimas cenas de ação e sequências tensas, conseguindo se destacar dos filmes anteriores da franquia ao invés de usá-los como elemento nostálgico.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘O Predador: A Caçada’ entrará para a história como um dos filmes mais divertidos de 2022.” (MovieFreak)

“Essa pré-sequência consegie capturar o espírito do filme original e, ao mesmo tempo, traz algo completamente novo. A produção instantaneamente conseguiu se destacar na franquia.” (Rolling Stone)

“Suas cenas intensas não se apoiam apenas no que já conhecemos da franquia. Não é um filme carregado pela nostalgia, o que é algo raro de se ver atualmente.” (Independent UK)

“‘O Predador: A Caçada’ toma muito cuidado com a autenticidade dos seus protagonistas, mas não tiveram a mesma atenção com o roteiro.” (New York Times)

“Diretor Dan Trachtenberg entrega o melhor filme de ação do ano.” (Irish Times)

“Um filme tenso e divertido que consegue trazer cenas surpreendentemente emocionais.” (RogerEbert)

Vale lembrar que o longa já está disponível no Star+!

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) é responsável pela direção.

A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.

Zoe Saldaña pensou que só participaria de DUAS cenas de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’

Em entrevista com a Marvel, Zoe Saldaña revelou acreditar que não teria muito destaque na sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ – que serve como encerramento da trilogia.

A atriz pensou que, após os trágicos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, sua personagem só apareceria brevemente na história para se despedir.

“Eu fiquei surpresa com a dimensão da participação da Gamora em ‘Guardiões da Galáxia 3’ depois do que aconteceu em ‘Vingadores: Guerra Infinita’. Pensei que só retornaria em umas duas cenas para me despedir. James Gunn é um grande roteirista porque ele consegue desenvolver conflitos genuínos, universais e emocionantes – e ele sabe como utilizá-los.”

Ela completa, “Todos nós ficamos tristes quando nos sentimos negligenciados ou rejeitados. Nós temos um grande nível de compaixão uns pelos outros, então ele criou essa história linda que evoca esses sentimentos universais, que nos emocionam profundamente. Fiquei muito surpresa por ter chorado tanto.”

Vale lembrar que o James Gunn já descartou comandar um quarto filme da franquia. Em uma sessão de perguntas e respostas no Twitter, o diretor negou a possibilidade de dirigir uma nova sequência, pelo menos não com a formação conhecida da equipe e com o envolvimento dele.

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

Confira algumas reações da crítica:

“[‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] tem cenários de ação espetaculares, é divertido, divertido e emocionante. É um encerramento perfeito e bonito para seus personagens e a saga. E é o melhor filme da Marvel desde Ultimato (e Top 3 em geral).”Valentina Morillo, do El Español.

“Posso confirmar que derramei uma lágrima durante [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’]. E que ficaria muito feliz em assistir a um filme solo de Adam Warlock. Revisão completa (e entrevistas com o elenco) em breve.”Rory Cashin, da Joe.

“Este filme… meu coração está cheio e partido ao mesmo tempo, foi MUITO para processar, uma história muito complexa, mas me deixou incrível”@ForumLily.

“‘Guardiões da Galáxia Vol 3’ é um final brilhante para uma trilogia brilhante. É muito engraçado, emocionante e todos têm seu momento de destaque. Warlock de Will Poulter é uma adição incrível, mas o foco está justamente em contar um final satisfatório para os Guardiões. Vou sentir falta deles.”Ian Sandwell, do Digital Spy.

“[‘Guardiões da Galáxia Vol.3 ‘] é provavelmente o filme mais triste e sombrio do MCU e uma conclusão maravilhosamente arredondada para a trilogia de Gunn, onde todos na luta contra um vilão malvado (mas bastante superficial) obtêm seu grande momento novamente. Tenha lenços prontos!”Markus Trutt, do FilmStarts.

“Fui com uma ideia preconcebida para [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] e James Gunn conseguiu me surpreender de vez. É mais sombrio e tem até toques de terror, mas ainda é muito engraçado e com muito de personalidade. Rocket e Nebulosa se destacam em uma despedida muito digna.”Jesús Agudo, do Ecartelera.

“‘[Guardiões da Galáxia Vol. 3’] é, mais do que nunca, Star Wars como uma comédia idiota. Estranhos adoráveis, grande ação da Marvel e piadas bobas.
Mas nada pode prepará-lo para todas as emoções. A história de origem de Rocket Raccoon é linda e comovente.”Alexander Kardelo, do Movie Zine.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Atriz fala sobre possível retorno de astros da série original no novo spin-off de ‘Suits’

Em entrevista ao site People, Lex Scott Davis (‘A Primeira Noite de Crime’) comentou sobre o possível retorno de astros da série original no novo spin-off de ‘Suits‘, que está sendo desenvolvido pela NBC.

Estrelada por Stephen Amell (‘Arrow’), a produção será o segundo derivado do universo do seriado.

“Não é impossível. Eu amaria ver o retorno [de personagens veteranos], mas ainda teremos que ver. Nunca se sabe,” revelou o atriz.

Intitulado ‘Suits: L.A.‘, o derivado focará em um novo protagonista, Ted Black (Amell), um ex-promotor federal de Nova York que “se reinventou representando os clientes mais poderosos de Los Angeles”.

Segundo a sinopse oficial,

“Para salvar sua empresa em crise, Ted Black deverá assumir um papel que desempenhou com desprezo durante toda a sua carreira. Ele estará acompanhado por um grupo estelar de pessoas que testam sua lealdade, enquanto falham em evitar misturar suas vidas pessoais e profissionais.”

Aaron Korsh, criador da série original, assinará o roteiro do piloto e servirá como produtor executivo ao lado de David Bartis, Doug Liman, Gene Klein e da diretora Victoria Mahoney.

As filmagens foram iniciadas neste mês, em Vancouver.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Wicked’ ultrapassa US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de duas semanas, a adaptação musical ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa atualmente se encontra no TOP 13 das maiores arrecadações do ano, tendo ultrapassado ‘Alien: Romulus‘ (US$350.8M), ‘É Assim que Acaba‘ (US$350M) e ‘Robô Selvagem‘ (US$321.6M).

Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 262.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 96.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 359.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$36M), Austrália (US$12.9M), Coreia (US$8.5M), México (US$6.7M) e Filipinas (US$3.5M).

Vale lembrar que ‘Wicked‘ abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 114 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana – representando mais do que o dobro do desempenho de ‘Gladiador 2‘ (US$55.5M)

Com uma estreia global de US$ 164.2 milhões, a adaptação também se tornou a maior abertura para um filme baseado em um musical da Broadway – superando ‘Os Miseráveis‘ (US$103M).

Aclamado pelos críticos – com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa agradou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore. A avaliação está dentro da média de filmes do gênero, como ‘Os Miseráveis‘ (A), ‘Chicago‘ (A-), ‘Annie‘ (A-) e ‘Mamma Mia‘ (A-).

Vale lembrar que o filme segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

‘Depois da Caçada’: Novo filme de Luca Guadagnino vai abrir o Festival do Rio 2025

Depois da Caçada‘ (After the Hunt), próximo filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’, ‘Rivais’), abrirá a 27ª edição do Festival do Rio.

A estreia brasileira do filme acontecerá no histórico Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, tradicional palco da Gala de Abertura do Festival. Neste ano, o festival dará entre os dias 2 e 12 de outubro, marcando onze dias de maratona cinéfila.

Este será o terceiro filme de Guadagnino a ser exibido no Festival do Rio, após ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘, exibido na mostra Panorama Mundial no 19° Festival do Rio (2017), e ‘100 Escovadas Antes De Dormir‘, que fez parte da mesma seleção no 8° Festival do Rio (2006).

O longa-metragem, estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa uma professora de agressão sexual.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Chloë Sevigny, Michael Stuhlbarg, Thaddea Graham, Will Price e Christine Dye.

Nora Garrett assina o roteiro.

A Vida à Parte

(La vita accanto)

 

Elenco:

Valentina Bellè
Sonia Bergamasco
Alessandro Bressanello

 

Direção: Marco Tullio Giordana

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 18 de Junho de 2026

Sinopse: 

Em A VIDA À PARTE, numa cidade italiana repleta de arte, uma família rica se vê devastada quando Rebecca nasce com uma mancha vermelha que desfigura seu rosto. A dor e o desespero tomam conta de todos, enquanto antigos segredos familiares começam a emergir. No entanto, é através de seu talento musical que Rebecca encontrará forças para superar os fantasmas do passado e reconstruir sua vida.

Crítica: 

Crítica | A Vida À Parte – Drama Familiar Italiano traz Marca Estética como Metáfora das Imperfeições Familiares

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por Mariapia Veladiano;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Stranger Things’ não terá muitas temporadas, diz criador

A popular série original da Netflix, ‘Stranger Things’, não terá muitas temporadas. A revelação partiu de um dos criadores da produção, Ross Duffer.

Em uma recente entrevista ao site Collider, ele pontuou que ainda não há um número exato de ciclos, mas garantiu que a premissa é contar a história e não estendê-la sem necessidade:

“Logo depois que a primeira temporada foi lançada, nós já havíamos começado a ter aquelas conversas bem enfáticas com a Netflix. Temos um plano bem demarcado e neste retorno da série nós já queremos pavimentar os fatos e as consequências que farão parte do arco para o resto da produção. Em se tratando de números de temporadas, nós ainda não temos certeza. Mas eu e Matt estamos decididos a nos ater à narrativa. Vamos contar a história e partir e esperamos que isso traga aquele sentimento saudoso aos fãs, querendo a série de volta. Nós queremos dar adeus dessa forma. Quanto à possibilidade de spin-off, ainda não estamos lá. Nosso foco principal é ‘Stranger Things’”.

Assista ao trailer da 2ª Temporada de Stranger Things

A 2ª Temporada de Stranger Things estreia todos os episódios no dia 27 de outubro exclusivamente na Netflix. Fique ligado para novidades.

‘Shazam!’ ganha divertido cartaz feito por fã; Confira!

A adaptação dos quadrinhos de ‘Shazam!‘ ganhou um divertido cartaz feito por fã, que traz o herói jogando uma partida de videogame ao lado de Ciborgue.

Confira:

O Instagram oficial de ‘Shazam!’ compartilhou uma imagem com o ator Zachary Levi ao lado de um banner oficial do filme, que mostra o herói caracterizado e com o raio do seu peito iluminado. Confira:

 

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary Levi, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

‘Viúva Negra’: Ator de ‘The Handmaid’s Tale’ entra para o elenco

O novo projeto da Marvel‘Viúva Negra’, está caminhando a passos largos e mais um membro de seu elenco foi anunciado.

Segundo o Deadline, o ator O-T Fagbenle é a mais recente adição à trama. Ele é mais conhecido por estrelar a aclamada série ‘The Handmaid’s Tale‘.

Os detalhes referentes ao seu personagem permanecem em sigilo, mas já se sabe que as filmagens da produção estão agendadas para começar em junho deste  ano.

A história será internacional e mostrará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente  da SHIELD e dos Vingadores.

Cate Shortland será a diretora. O filme deve mostrar a história da personagem antes de ser uma agente especial da S.H.I.E.L.D.

‘Viúva Negra’ trará Scarlett Johansson novamente em seu papel, mas ainda não ganhou uma data oficial de estreia. Antes do filme-solo, Johansson reprisa o personagem em ‘Vingadores: Ultimato’, que estreia no dia 25 de abril.

Crítica | Bela Vingança – Carey Mulligan se vinga de assediadores no envolvente thriller

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

A cultura de estupro tem tentado definir a vida de tantas mulheres ao redor do mundo. Cercadas por um contexto social enraizado em comportamentos machistas muitas vezes opressores, elas se transformam no centro de uma atração doentia e perversa, que tenta roubar o seu tempo, sua dignidade, beleza e vigor. E a trancos e barrancos, nossa sociedade cambaleia ao buscar se desenvolver a partir da desmistificação do trato dado ao sexo feminino. Mas em um mundo ensinado e acostumado a enxergar a mulher por uma aura de pura submissão e fraqueza, muito mais que tentar mudar os conceitos, é fundamental que os velhos e nocivos hábitos sejam expostos de forma tão dilacerada, a ponto de reverter a apatia ao sofrimento em repúdio por todo e qualquer tipo de abuso. E é assim que Bela Vingança (Promising Young Woman) puxa nossas entranhas com força, proporcionando uma experiência cinematográfica de embrulhar o estômago.

Não é de hoje que as universidades norte-americanas são conhecidas por serem os “territórios de caça” de jovens mulheres inconscientes e inofensivas. Aqui, entre festas regadas a muita bebida, drogas e pouco discernimento, um número grandioso delas são abusadas da pior forma possível: Por homens quase sempre caucasianos e de classe alta. E assim como o documentário indicado ao Oscar, The Hunting Ground, categorizou a maior parte desses estupros, suas consequências e a apatia e falta de responsabilização dos corpos estudantis universitários, Bela Vingança traz uma espécie de aftermath, mostrando os reflexos mais íntimos que o abuso pode promover na vida de uma vítima e na daqueles que sofrem ao seu lado. E aqui, o longa dirigido por Emerald Fennell, que já trabalhou na série The Crown, explora as mazelas, os cacos e os frangalhos desse mal ainda tão latente na sociedade mundial.

E aqui, Carey Mulligan vive uma jovem ex-estudante de Medicina que, após o suicídio de sua melhor amiga – em virtude do quase insuportável peso que o estupro lhe trouxe -, está disposta a provar por A+B o quanto a ocasião faz o ladrão. Batendo ponto em um popular bar regado por jovens, ela se veste da forma mais sedutora possível, finge estar bêbada como uma atriz excepcional e analisa que tipo de tratamento um “bom e gentil homem” que a encontra lhe dará, ao perceber que ela está quase inconsciente de tão entorpecida. E é ali que alguns dos principais comportamentos compulsivos são desmascarado e confrontados, como a ideia de que a mulher “pediu” para ser abusada, ao se expor ao risco em virtude de uns goles a mais de álcool. E como alguém que sai da posição de vítima, a atriz atrai suas presas para uma caçada às avessas, que visa encontrar abusadores em potencial e fazê-los enxergar o seu pior lado, aquele que eles juram que não existe – principalmente por serem brancos, bem instruídos e de classe média/alta.

Bela Vingança segue essa jornada de maneira escalonada e salivante. Dando um tapa na cara da audiência a cada nova cena, o thriller é soberbo e maestral em sua essência ao explorar uma temática tão delicada e dolorosa com o auxílio do humor ácido. Aqui, o roteiro de Emerald brilha diante dos nossos olhos por seu dinamismo didático. Como uma aula de vingança e de que a punição não só pode como deve ser empregada à classe alta, a produção nos entrega uma trama bem amarrada do começo ao fim, costurada com precisão e que não apenas mantém o público vidrado em seu enredo, como também desafia seu entendimento, confrontando aqueles conceitos guardados no íntimo e que muitas vezes não são ditos por uma questão de convenção social. Trazendo uma Carey Mulligan visceral, o longa produzido por Margot Robbie é uma raridade autêntica ao abordar a temática do estupro sem meias palavras, sem suavizar as cenas e sem fazer mea culpa. Buscando genuinamente fazer um exposé da dura verdade que cerca o abuso sexual, o filme alcança o seu objetivo com naturalidade e leveza, trazendo ainda uma série de atuações adjacentes que ajudam a engrossar o caldo e fortalecem a voracidade da trama.

Com um clímax revigorante e que honra as sobreviventes de estupro, o thriller de humor sombrio é uma experiência cinematográfica sinestésica e desconfortável do começo ao fim. Trazendo alguns leves e breves respiros, que servem como pequenos hiatos de calmaria que antecedem o esporro narrativo que logo virá, Bela Vingança traz uma reviravolta deliciosa de contemplar, representa de forma categórica toda e qualquer sobrevivente de abuso e se encerra como uma ópera que atinge seu ápice supremo nos momentos finais. Honroso, educativo e envolvente, a produção é uma joia primorosa que segue à risca as principais características de um clássico do Festival de Sundance e se imortaliza como aquele filme essencial para um tempo onde não há mais espaço para a objetificação feminina.

O filme estreia no Brasil em 2020.

Confira as estreias da Netflix nesta semana

O mês de abril já está em sua segunda quinzena e esta semana reserva algumas estreias inéditas para os assinantes da Netflix.

E dentre os principais lançamentos, está o aguardado suspense de ficção científica, ‘Passageiro Acidental‘, dirigido pelo brasileiro Joe Penna.

Além disso, os cinéfilos poderão conferir a estreia de ‘Sombra e Osso‘, nova série original da gigante do streaming, estrelada por Ben Barnes (‘Westworld‘).

E para você não perder nada de novo, separamos a agenda completa de lançamentos da semana!

21/04

À Espreita do Mal
Em busca de um adolescente desaparecido, o detetive de uma pequena cidade descobre que uma presença maligna perturba sua família. Estrelando Helen Hunt.

22/04

A Vida em Cores com David Attenborough
Com tecnologias revolucionárias, esta série documental investiga a natureza sob uma nova perspectiva, mostrando como os animais usam as cores para sobreviver.

Passageiro Acidental
Em uma missão para Marte, um passageiro clandestino acidentalmente causa um dano sério aos sistemas de suporte à vida da nave. Com poucos recursos e perspectivas potencialmente fatais, a tripulação é forçada a tomar uma decisão impossível.

23/04

Sombra e Ossos
Em um mundo destruído pela guerra, a órfã Alina Starkov descobre que tem poderes extraordinários e vira alvo de forças sombrias.

Diga-me Quando
Will trabalha demais, mas decide largar a monotonia da vida em Los Angeles para realizar o último desejo do avô: visitar os principais pontos turísticos da Cidade do México e se apaixonar.

 

The Acolyte é inspirada em “Tigre e o Dragão” e “Kill Bill”, revela elenco; Assista a entrevista!

Os dois primeitos episódios da aguardada série ‘Star Wars: The Acolyte‘ já estão disponíveis no Disney+ e apresentam ao fãs da franquia uma narrativa bem diferente daquilo que já fora trazido pela Lucasfilm no passado.

Com uma história mais sombria, que foca nos dilemas éticos e morais entre duas irmãs gêmeas, a nova original do universo de Star Wars vai abordar o lado negro da força por uma outra ótica, com uma trama que se passa 100 anos antes da introdução de Anakin Skywalker.

E durante uma entrevista ao CinePOP, os astros Amandla Stenberg e Manny Jacinto revelaram o que faz ‘The Acolyte‘ se destacar dentre todas as demais séries do mundo criado por George Lucas.

Na ocasião, a atriz ainda revelou que a nova iteração é inspirada em clássicos filmes de Kung Fun e que engloba um mistério de assassinato.

Assista a entrevista:

Relembre o trailer:

Na trama, uma investigação sobre uma chocante onda de crimes coloca um respeitado Mestre Jedi (Lee Jung-jae) contra uma perigosa guerreira de seu passado (Amandla Stenberg). À medida que mais pistas surgem, eles viajam por um caminho sombrio onde forças sinistras revelam que nem tudo é o que parece…

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) serve como showrunner.

A trama é ambientada 100 anos antes dos eventos do filme ‘Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma‘ (1999).

O elenco conta com Amandla Stenberg, Lee Jung-jae, Manny Jacinto, Dafne Keen, Jodie Turner-Smith, Rebecca Henderson e Charlie Barnett.

Crítica | O Bom Professor – Quando um Filme Desafia sua Percepção Sobre Denúncias de Abuso

O Bom Professor (Pas de Vagues) apresenta uma narrativa intensa e sufocante sobre o julgamento precipitado de um professor, explorando as armadilhas do sensacionalismo e da falta de preparo institucional diante de um escândalo escolar.

Baseado em uma experiência vivida pelo próprio diretor e roteirista Teddy Lussi-Modeste, co-escrito ao lado de Audrey Diwan (O Acontecimento), o filme denuncia a forma como um simples mal-entendido em sala de aula pode se transformar em uma espiral de condenação social. Ao construir esse discurso, no entanto, a obra acaba sendo contraproducente ao simplificar um debate complexo e colocar em choque a credibilidade da denúncia e a inocência do acusado.

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A interpretação de François Civil como Julien Keller é avassaladora. O personagem transmite de maneira pungente a sensação de impotência de alguém que vê sua reputação desmoronar sem defesa adequada. Sua generosidade, demonstrada ao levar alunos para comer fora da escola ou ao apoiar uma aluna tímida, a jovem Leslie (Toscane Duquesne) se volta contra ele em um contexto onde qualquer gesto pode ser distorcido. 

Dessa maneira, O Bom Professor consegue fazer com que o espectador sinta empatia pelo professor, vítima de uma escola despreparada e de uma comunidade tomada pela desconfiança e pelo medo. Essa construção dramática, entretanto, acaba obscurecendo outra vítima: a aluna. Em solidariedade a Leslie, outras estudantes e professores tornam as aulas de Julien quase inviáveis.

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O grande problema do filme é que, ao focar no sofrimento do professor, ele trata a denúncia da estudante como uma mera mentira, ignorando que o desconforto sentido por ela tem raízes reais, independentemente da intenção do docente. A narrativa falha ao não abordar a necessidade de um acompanhamento pedagógico e psicológico e transformar tudo em um julgamento público. A carta da adolescente revela que sua sensação desconforto foi genuína e, por isso, merecia uma investigação cuidadosa, sem ser prontamente descartada ou aceita sem questionamentos.

Além disso, a ocultação do relacionamento do professor com Walid (Shaïn Boumedine) adiciona outra camada de tensão. Embora essa questão não tenha relação direta com a acusação, sua decisão de esconder a verdade reflete o medo da homofobia na periferia parisiense e aumenta o mal-estar em torno de sua figura. Em paralelo, a presença do irmão da garota, Steve (Armindo Alves), que instrumentaliza a situação para ameaçar o professor de morte, adiciona um elemento de brutalidade que desvia a discussão do cerne da questão.

Ao retratar Julien enfrentando seus alunos de forma digna, mesmo sob ameaças constantes, a obra enaltece a resiliência do docente. Teddy Lussi-Modeste coloca, entretanto, o foco quase exclusivamente sobre ele, e corre o risco de descredibilizar o relato da estudante. O que se perde aqui é a noção de que, na realidade, adolescentes enfrentam muito mais abusos e negligência do que falsos julgamentos de docentes. O público é convidado a ter sempre empatia por Julien e revolta pela “mentirosa” Leslie. 

Como mulher, ao revisitar a experiência escolar, é impossível ignorar como situações de desconforto, toques inadequados e piadas de cunho sexual vindas de professores são recorrentes. Ao construir um professor injustiçado, a obra pode desincentivar jovens a relatarem suas vivências, pois impõe a dúvida sobre a veracidade de qualquer desconforto sentido. Por outro lado, a esperança é que filmes desse tipo sirvam como um alerta para os homens, demonstrando o impacto de suas ações e a importância de reconhecer como sua posição de poder em sala de aula influencia a percepção de seus alunos.

Enquanto O Bom Professor pende para uma visão binária entre vítima e acusado, o drama turco Ervas Secas (2023), de Nuri Bilge Ceylan, aborda uma situação semelhante com mais acuidade e prudência, deixando o veredicto para o espectador. Esse tipo de abordagem poderia ter enriquecido a narrativa, tornando o debate mais aberto e menos pendente a um dos lados.

O tema da influência do professor sobre seus alunos já foi explorado em diversas obras cinematográficas, cada uma abordando as complexidades desse papel de maneira singular. Em Entre os Muros da Escola (2008), de Laurent Cantet, o embate entre um professor e seus alunos reflete os desafios da educação pública na França, cuja comunicação entre docentes e estudantes pode se perder em mal-entendidos e preconceitos mútuos. Já Numa Escola de Havana (2014), de Ernesto Daranas Serrano, apresenta a relação entre um jovem professor idealista e um aluno problemático, mostrando como a escola pode ser um refúgio transformador para crianças em meio a dificuldades sociais. 

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O Bom Professor é uma obra que provoca e incomoda, mas, ao tentar denunciar um sistema falho, acaba reduzindo um tema complexo a uma oposição binária entre inocência e culpa. A realidade, como sabemos, é muito mais difícil de decifrar. O filme abre um debate necessário sobre as dificuldades enfrentadas por professores e alunos, mas peca ao não aprofundar as nuances de cada lado. Afinal, nem todos os professores são como Julien, e nem todas as alunas são como Leslie, mas cada caso merece ser tratado com a sensibilidade que o filme, infelizmente, negligencia.

Distribuido pela Mares Filmes, O Bom Professor (Pas de Vagues) estreia dia 20 de março nos cinemas brasileiros. 

Ed Westwick, de ‘Gossip Girl’, é denunciado por manter uma mulher como escrava sexual

Após ser acusado de estupro e assédio sexual recentemente, o ator Ed Westwick, da série ‘Gossip Girl’, volta à mídia com mais uma polêmica: Westwick é denunciado por manter uma mulher como escrava sexual por dois dias.

Ed Westwick, de ‘Gossip Girl’, é acusado de estupro

De acordo com informações do TMZ, a estilista Haley Camille Freedman foi mantida como refém pelo ator e transformada em sua escrava sexual durante 48 horas, em 2014.

A estilista afirmou que o ator a prendeu em sua casa, em Los Angeles, após uma festa, e a obrigou a manter relações sexuais contra a sua vontade, dopando-a. Essa não é a primeira vez que o ator é acusado de “atrair” mulheres para sua casa e estuprá-las.

Freedman deve entrar com ações judiciais contra membros da equipe do ator, que impediram a veiculação de uma matéria jornalística feita com ela na época do acontecido, onde a estilista revelaria todos os abusos que sofreu enquanto foi mantida como refém por Westwick.

Relatos como esse servem de gatilho para que novas vítimas possam tomar coragem para conseguir falar sobre o assédio que sofreram. Hollywood está passando por uma fase polêmica, em que muitos astros estão sendo expostos, como Kevin Spacey e o produtor Harvey Weinstein. 

‘Contra a Parede’: Filme com Antonio Fagundes estreia hoje na Globo

A Rede Globo lançará neste sábado (11) o primeiro filme produzido pelo ator Antonio Fagundes.

Até aí tudo bem, no entanto, o longa será lançado de forma inovadora, chegando primeiro a TV aberta, na sessão de filmes Supercine, e ao streaming Globo Play simultaneamente. Essa será a primeira vez que a emissora exibe um filme ainda inédito nos cinemas.

Com direção, roteiro e coprodução de Paulo Pons, o filme traz Fagundes como protagonista, ao lado de nomes como Caio Blat, Marcos Caruso, Edson Celulari, Caco Ciocler e Emilio de Mello.

A trama narra a história de Cacá Viana, um renomado apresentador de telejornal que, há três meses das eleições presidenciais do Brasil, enfrenta conflitos éticos no trabalho e nas relações pessoais com dois candidatos. Até que uma jovem é atropelada e morta em um acidente de trânsito, fato que muda sua vida e de seus amigos para sempre.

Confira o trailer:

 ‘Contra a Parede’ é uma coprodução de Fafilmes e Pax Filmes. O Supercine é exibido aos sábados, após o programa ‘Zero1’.

‘Luca’ | Primeira versão do filme teria cidade de monstros

Lançado em 2021, a animação Luca se tornou um fenômeno dentre as animações recentes da Pixar.  Ambientada na Riviera Italiana, o longa conta a história de um monstro marinho tímido, cujo melhor amigo o leva para explorar o mundo mágico da superfície. Por lá, a dupla conhece uma menina serelepe, que vai precisar da ajuda deles para vencer uma prova de velocidade. Popularizando frases como “Silenzio, Bruno!” e fazendo com que metade dos fãs pesquisassem o preço de uma Vespa na internet, Luca foi um verdadeiro sucesso de crítica.

Parte importante da trama é que o jovem Luca, diferentemente do amigo Alberto, nunca teve contato com a vida humana e a sociedade da superfície. Para ele, que tem contato apenas com alguns objetos que caem de barcos, tudo aquilo que aparece na cidade portuária de Portorosso é novidade, ainda que as estruturas familiares sejam muito parecidas com as do mundo submarino. Entretanto, por muito pouco, esse ‘fascínio’ do personagem não foi retratado de maneira diferente.

Como visto no mapa que está no barco dos pescadores do início do filme, a região costeira de Portorosso tem uma ilha chamada de Isola del Mare, que, em italiano, significa ‘Ilha Marinha’. No longa, ela é retratada como uma ilha mal-assombrada, que conta com um farol destruído e abandonado. Os humanos contam histórias assustadoras sobre ela, que supostamente esconde monstros marinhos que matam marinheiros. No fim das contas, ela até esconde uma criatura mítica mesmo, mas é o Alberto, que transformou as instalações abandonadas em seu esconderijo para coisas humanas que encontra.

Inspirada na Isola del Tino, que fica no Mar da Ligúria, a ilha quase teve um papel mais complexo na trama. Isso porque na primeira versão do roteiro, ela seria maior e esconderia uma cidade portuária bem parecida com a dos humanos, mas completamente habitada pelos monstros marinhos, mas de difícil acesso, já que seria cercada pelas pedras.

A ‘Isola del Mare’ foi inspirada na ‘Isola del Tino’, que fica no Mar da Ligúria

A ideia original trazia uma sentinela que tocaria um sino para avisar os moradores quando embarcações humanas se aproximassem da costa. Assim, um grupo de monstros ficaria seco, assumindo a forma humana, para cumprimentar de longe os marinheiros, evitando que eles adentrassem nos domínios da ilha. Dessa forma, quando eles se afastassem, todos tomariam ‘banhos’ para voltarem às formas de monstro, permitindo que os habitantes voltassem a sua rotina normal.

Artes conceituais chegaram a ser feitas, e o visual parecia ser incrível. Só que a equipe criativa logo percebeu que mesmo sendo fascinante, essa proposta de trabalhar com duas orlas diferentes tiraria um pouco do encanto do Luca com o mundo humano, porque seria tudo muito parecido, visualmente falando. E poderia deixar a abordagem de Portorosso redundante. Então, a cidade de Isola del Mare foi descartada, transformando o local apenas no esconderijo de Alberto.

Nas primeiras artes conceituais, vemos a cidadela na orla da Isola del Mare. Ideia, porém, acabou descartada.

Com o sucesso do filme, a questão dessa cidade dos monstros na superfície foi pouco comentada e nem fez falta. Mas quem leu o livro de artes conceituais do longa sabe como era uma ideia com potencial. Felizmente – para a Pixar, eles não precisaram animar uma vilarejo inteiro de criaturas marinhas para que o longa fosse celebrado pelo público. Então, cabe aos fãs torcerem para que uma possível continuação seja feita nos próximos anos e que explorem outros grupos de monstros do mar que talvez tenham uma cidade escondida na superfície.

Você gostaria de ver essa ideia saindo do papel? Diga nos comentários!

Luca está disponível no catálogo do Disney+.

10 Filmes Internacionais IMPERDÍVEIS no Festival do Rio 2023

Chegou o momento que os cinéfilos mais esperam o ano inteiro! O Festival do Rio 2023 começou, trazendo uma gama de filmes nacionais e internacionais para todos os gostos, imperdíveis para quem ama a sétima arte. Para lhe ajudar a montar sua programação, separamos aqui 10 filmes internacionais imperdíveis para você assistir no Festival do Rio 2023!

10 – Priscilla

Novo filme de Sofia Coppola e filme de encerramento do Festival do Rio 2023. Quando a adolescente Priscilla Beaulieu conhece Elvis Presley em uma festa, o homem que é uma estrela meteórica do rock se torna alguém totalmente inesperado em momentos íntimos: uma paixão vibrante, um aliado na solidão, um melhor amigo vulnerável. Através dos olhos de Priscilla, Sofia Coppola revela outro lado do grande mito americano no longo namoro e casamento turbulento de Elvis e Priscilla. De uma base do exército na Alemanha à propriedade dos sonhos em Graceland, um retrato profundo e encantadoramente detalhado do amor, fantasia e fama.

9 – Hit Man

Gary Johnson (Glen Powell) é o assassino profissional mais procurado de Nova Orleans. Para seus clientes, ele é o mercenário misterioso ideal. Mas se você contratá-lo para eliminar um cônjuge infiel ou um chefe abusivo, é melhor tomar cuidado — ele trabalha para a polícia. Quando quebra o protocolo para ajudar uma mulher desesperada que tenta fugir de um namorado abusivo, ele se perde no personagem, se apaixona e flerta com a possibilidade de se tornar um criminoso.

8 – Os Delinquentes

Indicação da Argentina ao Oscar. Dois bancários, Román e Morán, questionam suas rotinas e seus cotidianos tediosos em Buenos Aires. Um deles encontra uma solução: cometer um crime. Ele envolve o parceiro no projeto e, de certo modo, é bem-sucedido no plano. Isso os leva a uma grande mudança de vida, na esperança de uma existência mais satisfatória.

7 – DogMan

Novo filme de Luc Besson. A incrível história de um menino que foi ferido pela vida e que encontra a salvação através de seu amor pelos cães. Exibido no Festival de Veneza 2023.

6 – All of Us Strangers

Uma noite, em seu prédio quase vazio em Londres, Adam (Andrew Scott) tem um encontro casual com um vizinho misterioso, Harry (Paul Mescal), que perturba o ritmo de sua vida cotidiana. À medida que um relacionamento se desenvolve entre eles, Adam fica preocupado com memórias do passado e se vê atraído de volta à cidade pacata onde cresceu e à casa de sua infância onde seus pais (Claire Foy e Jamie Bell) parecem estar morando, como estavam no dia em que morreram há 30 anos.

5 – Perfect Days

Novo filme de Wim Wenders. Hirayama parece totalmente satisfeito com sua vida simples de limpador de banheiros em Tóquio. À parte de sua rotina bastante estruturada, ele dedica-se à paixão pela música e pelos livros. Também ama as árvores e sempre as fotografa. Uma sequência de encontros inesperados revela gradualmente o seu passado, nesta reflexão comovente e poética sobre encontrar a beleza no cotidiano.

4 – Segredos de um Escândalo

Vinte anos após seu romance midiático virar assunto da nação, um casal (Julianne Moore e Charles Melton) é colocado sob pressão quando uma atriz (Natalie Portman) viaja até seu lar para se preparar para um filme sobre o passado deles. Seleção oficial do Festival de Cannes de 2023. Estados Unidos.

3 – Pobres Criaturas

Novo filme de Yorgos Lanthimos. A fantástica evolução de Bella Baxter, uma jovem que é trazida de volta à vida pelo brilhante e pouco ortodoxo cientista Dr. Godwin Baxter. Sob a proteção de Baxter, Bella está ansiosa para aprender. Desejando conhecer mais sobre o mundo, Bella foge com Duncan Wedderburn, um advogado astuto e debochado, para uma aventura por vários continentes. Livre dos preconceitos de sua época, Bella se firma em seu propósito de defender a igualdade e a libertação. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza 2023

2 – The Kingdom

Novo filme de Lars von Trier. Coisas estranhas estão acontecendo nas profundezas de um hospital dinamarquês. O espírito angustiado de uma menininha pode ser ouvido chorando no poço dos elevadores, enquanto uma ambulância fantasma percorre as ruas de Copenhague todas as noites. Sociedades secretas se reúnem no porão, enquanto os funcionários se reúnem nas alas desinteressantes, tão absortos em seus próprios desgostos insignificantes que permanecem alheios ao despertar demoníaco que se prepara para abalar o edifício. A exibição tem 4h15 de duração!

1 – Monster

Novo filme de Hirokazu Kore-eda. Quando Minato começa a se comportar de maneira estranha, sua mãe sente que há algo errado com o filho. Ao descobrir que a culpa é de um professor, ela invade a escola exigindo saber o que está acontecendo. A verdade emerge gradualmente, à medida que a história se desenrola pelos pontos de vista da mãe, do professor e da criança. Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro e da Queer Palm no Festival de Cannes 2023.