O sci-fi‘The Adam Project’, estrelado por Ryan Reynolds e Mark Ruffalo, ganhou uma nova imagem oficial, que traz a dupla de protagonistas em destaque.
O material em questão foi divulgado pelo próprio Ruffalo, por meio de sua conta oficial do Instagram. Na ocasião, o astro ainda revelou que interpreta o falecido pai do personagem de Reynolds, que viajará no tempo para reencontrá-lo.
Ainda sem muitos detalhes, sabe-se que o longa é dirigido por Shawn Levy(‘Free Guy – Assumindo o Controle’) e roteirizado por Jonathan Tropper.
Na trama, Reynolds vive um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para realizar um misterioso propósito.
A produção não possui previsão de lançamento, mas deve ser iniciada ao longo deste mês em Vancouver, no Canadá. Mas o cronograma pode ser alterado em virtude da pandemia do Coronavírus.
Lembrando que Reynolds já trabalhou com Levy em ‘Free Guy‘, que foi adiado devido ao COVID-19.
A atriz Jennifer Garner entrou para o elenco regular do revival da aclamada série cult de comédia, ‘Party Down‘.
Na trama, ela interpretará Evie, uma produtora de cinema de sucesso que decide reconsiderar suas escolhas de vida após um rompimento.
O astro James Marsden, da série ‘Westworld‘, também fará uma participação na série como um convidado recorrente. Ele dará vida a Jack Botty, o ator principal de uma popular franquia de super-heróis.
Tyrel Jackson Williams e Zoë Chao também foram confirmados no elenco da produção. O primeiro interpretará Sackson, um confiante aspirante a influencer, conhecedor de todas as coisas da Internet, mas um pouco ignorante sobre a vida.
Já Chao interpretará Lucy, uma apaixonada artista gastronômica com sonhos de se tornar uma chef famosa.
Lizzy Caplan é a única que não retorna, por ter assinado contrato com aParamount+ para estrelar a série baseada no aclamado filme ‘Atração Fatal‘.
Criada por John Enbom, Rob Thomas, Dan Etheridge e Paul Rudd, ‘Party Down‘ contou com duas temporadas, exibidas pela emissora Starz entre 2009 e 2010.
Na trama, um grupo de pessoas que sonha com a glamourosa e bem-sucedida vida em Hollywood, enquanto trabalha para uma empresa de buffet em Los Angeles, coletando gorjetas e esperando um dia receberem sua grande chance.
Além de reprisar o papel de Henry Pollard, Scott será um dos produtores executivos da minissérie, que contará contará com seis episódios.
Enbom, Thomas, Etheridge e Rudd também retornam como produtores executivos do projeto.
Quando o assunto são as produções audiovisuais é fato que as mesmas precisam acompanhar o ritmo do que acontece dentro da sociedade. Não adianta criar produtos com uma qualidade técnicas absurda, mas que estão fora do eixo no quesito roteiro. Dentro das comédias não é diferente, os scripts se atualizaram e hoje são construídas histórias que buscam fazer um humor que esteja dentro do espectro necessário.
Reunião de Família é uma produção original Netflix criada por Meg DeLoatch (Family Matters) e conta a história da família McKellan. Após um evento que reuniu toda a família, eles decidem se mudar de vez de Seattle para a Georgia, pois desta forma ficarão mais próximos. A sacada é esta transição: a estrutura do “peixe fora d´água”.
O roteiro possui uma construção com boas intenções de abordar uma comédia conscientizada, ainda mais se levarmos em conta que estamos tratando de uma família de negros e um dos temas predominantes é a luta dessas pessoas por direitos e tratamento igualitário. Ademais, a trama sempre busca trazer este cunho histórico para a tela e tratar sobre isso dosando humor e seriedade.
Entretanto, apesar de ter este propósito positivo, a produção peca na hora de passar tais aspectos para a tela, pois os personagens que compõem Reunião de Família são, em sua maioria, sem graça. Apesar de conquistarem no carisma, na hora de cumprir o propósito que é fazer rir, eles pecam sem dó nem piedade. É um caminho sem volta, só vai ladeira abaixo cada vez mais. A tentativa frustrada de fazer o público rir é a sua grande falha, ainda mais por se tratar de uma série de humor.
Os pais protagonistas, Moz (Anthony Alabi) e Cocoa McKellan (Tia Mowry-Hardrict), apesar de possuírem potencial de conquistar o espectador, são sem graça e por vezes até mesmo forçados. Enquanto a filha, Jade McKellan (Talia Jackson), só contribui nos debates que se insere dentro do ciclo escolar, pois fora disso, a jovem não possui carisma e dificilmente fará alguém rir nas cenas que participa. O traço humorístico fica por conta das crianças: Shaka (Isaiah Russell-Bailey), Mazzi (Cameron J. Wright) e Ami (Jordyn Raya James), os três conseguem cair nas graças de quem assiste, além de serem os que participam dos momentos que realmente fazem rir na produção.
Além deles, Elvis (Lance Alexander), amigo dos meninos, também arranca algumas risadas. M’Dear (Loretta Devine), a mãe de Moz e avó dos pequenos McKellan, é o verdadeiro meio termo: em algumas cenas consegue arrancar gargalhadas, em outras não passa do típico personagem que já foi visto em algum lugar. Um ponto bastante incômodo está no fato de que Richard Roundtree, que interpreta o Avô, simplesmente desaparece dos últimos episódios sem explicação alguma.
No quesito técnico, a trama faz o que pode com o roteiro que possui. Não foge do padrão sitcom com plateia e possui uma trilha sonora não muito marcante. Um detalhe intrigante é que em todo final de capítulo, eles o dedicam a alguém, mas o erro se encontra em não explicar quem são essas pessoas, afinal, nem todos possuem conhecimento sobre quem são os homenageados.
No geral, Reunião de Famíliaé uma comédia mediana com aspectos positivos que poderiam fazer da mesma algo muito maior e melhor. Apesar de possuir uma boa história, com detalhes interessantes, ela peca na hora de desenvolver personagens que realmente façam o público rir.
É impossível não rir dos famosos bordões de ‘Meninas Malvadas’, principalmente se estiver assistindo dublado. Frases como “Às quartas-feiras, usamos rosa” e “Não adianta tentar fazer o barro acontecer. Não vai acontecer” ficaram até hoje no vocabulário popular dos fãs.
E pensando nisso, a Revista W convidou a atriz e protagonista da comédia de 2004,Lindsay Lohan, para reencenar as frases mais famosas. O resultado é hilário. Assista:
Se tem alguém que ainda acredita que ‘Meninas Malvadas’ merecia ganhar um sequência direta do filme original, de 2004, esse alguém é Lohan.
Após declarar publicamente que já possui um roteiro pronto para a sequência, a atriz revelou, em entrevista ao The Wendy Williams Show, que persegue o produtor Lorne Michaels e o roteirista Steve Higgins sempre que está em Nova York:
“Eu adoraria ver ‘Meninas Malvadas 2’. Mas acho que eles realmente estão muito ocupados com o musical da Broadway atualmente. Já os incomodei tanto que virei uma stalker, sério! Sempre assisto ao Saturday Night Live quando estou em Nova York. Falo com Lorne e com Steve”
Se depender de Lohan, essa sequência já teria, até mesmo, novos atores no elenco, como Jamie Lee Curtis e Jimmy Fallon, a atriz também já convidou Emma Stone para assumir um dos papéis do roteiro.
E aí, será que vai acontecer essa desejada continuação algum dia?
Enquanto isso, ‘Meninas Malvadas‘ virou musical na Broadway e ganhou seu primeiro vídeo, que traz Regina George e suas Mean Girls te convidando para assistir à peça. A estreia acontece em 8 de abril de 2018.
Após Joaquin Phoenix finalizar seu contrato com a Warner Bros. para estrelar o filme solo do Coringa, ele deu um entrevista ao Collider, onde afirmou que o rumo do projeto será algo muito mais assustador e adulto, e que foi esse o fator determinante para assumir o papel do vilão.
“Realmente preciso de muito tempo e consideração para decidir com o que irei trabalhar. O processo é ler o roteiro e conhecer o diretor, e tive muitas reuniões e discussões com Todd. Acho que é muito impressionante e parece ter uma compreensão muito grande sobre este universo e do que está tentando expressar. Tem algo de muito atraente em trabalhar com ele neste projeto em particular. Parece único, se sustenta em seu próprio mundo e me assusta demais. Pode muito bem ser a coisa que mais vai te assustar”
Animados para esse filme?
O artista BossLogic criou uma nova arte imaginando como deve ficar o visual do ator no papel do vilão. Confira:
Segundo o Hashtag Show, a DC Films está cotando o ator Robert DeNiro para que ele apareça no filme.
Além disso, a equipe pode contar com o diretor de fotografia Lawrence Sher(‘Godzilla’, 2014), que já trabalhou anteriormente com o diretor Todd Phillips nos filmes de ‘Se Beber, Não Case!’ e ‘Cães de Guerra’.
Com o título de produção ‘Romeo‘, o filme começa suas filmagens entre setembro e novembro deste ano.
Também foi confirmado que a produção terá o designer de produção Mark Friedberg (‘Noé’) e o premiado figurinista Mark Bridges (‘Trama Fantasma’).
O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de ‘Liga da Justiça’ nas bilheterias.
O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.
A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento dos cineastas Todd Phillips e Martin Scorsese. O primeiro assumirá a cadeira de diretor, enquanto o segundo será o produtor.
“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.
Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.
Na onda do Multiverso, a FIFA apresentou o novo mascote da Copa do Mundo FIFA 2022. La’eeb é um Guthra, aquele tradicional pano branco de algodão que os árabes usam sobre a cabeça. Na cerimônia que sorteou os grupos da Copa, o simpático mascotinho foi revelado para o mundo e levou o público em uma viagem pelo “MascoteVerso”, uma realidade alternativa onde todos os mascotes da Copa, os aprovados e os reprovados, vivem antes e após o maior evento esportivo do mundo.
Imediatamente comparado ao Gasparzinho, o novo mascote fez sucesso nas redes sociais. Seu nome é uma palavra árabe que significa “jogador super-habilidoso” e sua missão é fazer com que as pessoas acreditem nelas mesmas sob o lema “Now Is All”, algo como “Agora é Pra Valer”, enquanto busca trazer ainda mais alegria para quem for assistir aos jogos. Além dele, a viagem pelo “MascoteVerso” trouxe de volta dezenas de mascotes históricos das Copas, como o Fuleco, que voltou a virar meme oito anos depois de se despedir dos estádios no Brasil.
Segundo memes nas redes sociais, Fuleco virou morador de rua.
Mas a trajetória dos mascotes na Copa do Mundo é bem mais antiga que isso. Com sua primeira edição sendo disputada em 1930, no Uruguai, a Copa do Mundo foi evoluindo ao longo dos anos, não só no formato esportivo, mas também na questão publicitária. Essa evolução natural permitiu que o torneio se tornasse o principal evento esportivo do planeta. Os mascotes, tão queridos e tradicionais hoje em dia, só estrearam na competição na edição de 1966, disputada na Inglaterra. De lá para cá, toda Copa tem um mascotinho para chamar de seu. Relembre todos eles!
Willie – 1966
Lançado para a Copa do Mundo disputada na Inglaterra, o Willie se tornou um verdadeiro fenômeno no país. Ele era um leãozinho inspirado no animal símbolo do país, cuja juba homenageava o corte de cabelo de Leo, o filho do cartunista que o criou, e vestia uma camisa com a bandeira do Reino Unido com duas versões. Enquanto o Willie ilustrado carregava o nome “Copa do Mundo” no peito, o mascote que desfilava pelos estádios e cidades inglesas ostentava seu próprio nome, Willie. Ele fez tanto sucesso entre as crianças e os adultos, que a tradição do mascote se firmou de vez nos eventos esportivos.
Juanito – 1970
Juanito ou ‘Juanito Maravilla’ é um garotinho de 11 anos que foi acostumado pelo pai a ir para o Estádio Azteca desde miudinho para torcer pela seleção mexicana. Ele é gordinho, com bochechas rosadas, um sorrisão por estar prestes a ver os maiores jogadores de futebol do mundo e um sombrero gigantesco com o logo “Mexico 70” para se proteger do sol escaldante do México. Em outras palavras, é um estereótipo em forma de mascote. Isso causou bastante polêmica, até porque ele começou como um mascote alternativo, que terminou virando o oficial.
Tip e Tap – 1974
Na Copa da Alemanha, em 1974, foi a primeira vez que a Copa teve dois mascotes oficiais: Tip e Tap, dois garotinhos alemães que eram melhores amigos e faziam tudo juntos. Eles estudavam, ajudavam a família e brincavam. Outro interesse em comum era o fascínio pelo futebol, esporte que eles praticavam todos os dias para serem os melhores jogadores do mundo algum dia. Suas roupinhas eram praticamente iguais ao uniforme alemão, com camisa branca, short preto e meiões pretos. A diferença era o logo da Copa estampado nas camisas. A dupla foi escolhida para representar a união das Alemanhas Ocidental e Oriental.
Gauchito – 1978
A polêmica Copa na Argentina, que vivia sob a ditadura militar e contou com a suspeita da idoneidade da arbitragem e combinação de resultados, contou com o simpático Gauchito como mascote. Ele é um garotinho dos pampas argentinos que sempre carrega uma bola para não ficar entediado. O gauchito carrega consigo seu tradicional lencinho amarelo, o chapéu de vaqueiro e uma chibata, além do uniforme da Argentina. Segundo a história do personagem, ele viajou até Buenos Aires a convite da FIFA para ser o grande mascote daquela Copa.
Naranjito – 1982
Traumática para os brasileiros, a Copa do Mundo de 1982, na Espanha trouxe um dos mascotes mais icônicos e meio tosquinhos da história do torneio, o Naranjito. A primeira fruta a ser mascote foi escolhida como homenagem a Andaluzia, uma região da Espanha conhecida por ter as melhores frutas cítricas do mundo. O Naranjito tinha como característica as bochechas vermelhas e o uniforme espanhol.
Pique – 1986
A segunda Copa no México seguiu a tendência da edição de 1982 e trouxe um alimento como mascote. Pique, a Pimenta, era uma pimenta Jalapeño que ostentava as cores do México, além de um bigodão e um sombrero no formato de sua cabeça, além da sempre presente bola de futebol. Ele segue trazendo estereótipos, mas conseguiu ser bem mais criativo que o Juanito.
Ciao – 1990
Quase nunca lembrado quando o assunto é mascote, Ciao – que significa Oi em italiano – quis homenagear a Itália, como dá para ver por suas cores, e sua importância na história da arte. Para isso, eles escolheram esse mascote formado por barras, seguindo a tendência da arte moderna, que formavam um jogador de futebol. Como não dava para colocar uma pessoa para representar esse mascote, fizeram ele como uma obra de arte de verdade.
Striker – 1994
O desafio de fazer uma Copa ser interessante para o público dos EUA teve um forte apelo publicitário. O simpático Striker, que significa “Atacante” em inglês, foi escolhido pela imagem do “Melhor Amigo do Homem” e a sensação de proximidade que esse conceito passava. Além disso, era fácil para os norte-americanos associarem cachorros a bolas. Junto a ele, Pelé, o Rei do Futebol, ilustrou centenas de campanhas publicitárias, promovendo o evento em diversos veículos diferentes. O resultado foi uma Copa de estádios abarrotados de gente e o Striker acabou vendendo milhões de brinquedos, camisas, canecas e chaveiros.
Footix – 1998
Icônico, o galinho Footix, da Copa da França, foi um dos mascotes mais populares de todos os tempos. Simpático e com as cores da bandeira francesa, ele estampou camisetas no mundo todo e virou símbolo desta edição. É simplesmente impossível não olhar pra ele e lembrar da Copa do Mundo de 1998. Seu nome é a junção de “Futebol” com “Asterix“, aquele personagem das histórias em quadrinhos. Ah, ele era descrito como um grande fã de Zidane, que destruiu naquela Copa. Sua popularidade é tão grande que até hoje, nos jogos da Seleção Francesa, alguns torcedores carregam bonequinhos e bandeirinhas com ele. Outra curiosidade é que ele teve uma filha, Ettie, que foi a mascote da Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2019.
Ato, Kaz & Nik – 2002
Disputada no Japão e na Coreia do Sul, a Copa de 2002 teve polêmicas de arbitragem e o primeiro – e único – pentacampeão da história do torneio, o Brasil. Seus mascotes foram os primeiros mascotes 3D da Copa e eram seres espaciais conhecidos com os Spheriks, que jogavam Atomball, e vieram para a Terra para aprender como é o clima de um estádio de futebol. Segundo a FIFA, eles representam a energia e felicidade dos torcedores durante os jogos.
Goleo VI e Pille – 2006
Primeiro mascote animatrônico da história das Copas, Goleo VI foi um leão falante e praticante do futebol criado pela The Jim Henson Company e carregava seu melhor amigo, Pille, uma bola falante. Ele usava uma camisa branca com golas pretas, tal qual a seleção anfitriã, a Alemanha, e foi duramente criticado pelos alemães, já que o leão é o mascote da Inglaterra. Goleo vem de uma família de leões futebolistas, e o nome “Pille” é uma gíria alemã para “Bola”.
Zakumi – 2010
Um dos representantes de uma das Copas mais icônicas de todos os tempos, Zakumi é um leopardo nascido em 1994, mesmo ano da libertação da África do Sul do horror do Apartheid. Seu nome combina “ZA”, a sigla de África do Sul, com “Kumi”, que significa “10” em várias línguas africanas. Seu topete verde, que fez com que ele fosse confundido com um leão, é pintado pelo próprio Zakumi, que escolheu essa cor para se disfarçar na Savana. Ele também iniciou o novo padrão FIFA de colocar seus mascotes com camisas brancas e o nome da edição estampo nela.
Zamuki, Jabulani e Shakira. Só faltaram as vuvuzelas para resumir a Copa da África do Sul.
Fuleco – 2014
Zoado desde sempre pelo seu nome, que é a junção de “Futebol” e “Ecologia”, o coitado do Fuleco foi o mascote da Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil. Ele é um tatu-bola, que foi escolhido para chamar atenção para a situação crítica de sua espécie, ameaçada de extinção, e por se transformar em uma bolinha. No entanto, ele quase não foi visto durante a própria Copa por conta de uma série de polêmicas. A começar pelo próprio nome do boneco, que virou piada entre os brasileiros por lembrar palavras de cunho negativo, como “fuleiro” e “furico”. Para piorar, a FIFA havia proposto um incentivo à preservação do Tatu-Bola, mas não honrou a proposta, o que gerou uma série de petições contra a entidade. Porém, a repercussão da aparição surpresa do Fuleco no vídeo de ontem não nega: o Brasil adora o mascotinho. Ícone injustiçado.
Zabivaka – 2018
O mascote da Copa da Rússia foi o lobo Zabivaka, que usava também óculos esportivos. Ele venceu uma votação popular que teve mais de um milhão de votos contra um gato vermelho e um tigre vestido de astronauta.
Seu nome significa “Artilheiro” e ele foi bem popular na Rússia, onde vendeu incontáveis bichinhos de pelúcia, moedas, pins, canecas e brinquedos de vinil. No Brasil, seu nome estranho também virou piada, mas o que ficou marcado mesmo foram as interações dele com o mascote da Seleção Brasileira, o Canarinho Pistola, que rendeu diversos memes sobre o temperamento irritado do passarinho.
A Copa do Mundo FIFA 2022 acontece de 21 de novembro a18 de dezembro de 2022. Essa edição será a primeira disputada no Oriente Médio e precisou ser jogada no último bimestre para aproveitar o inverno do Qatar, já que o tradicional período do meio do ano, quando as Copas costumam ser jogadas, é verão por lá, fazendo com que os termômetros alcancem temperaturas acima de 50ºC, impraticável para jogadores e torcedores.
Sim, ele está de volta novamente mais uma vez. O incansável Liam Neeson retorna aos cinemas brasileiros essa semana no filme de ação ‘Agente das Sombras’, para o deleite dos cinéfilos que adoram uma pipoquinha no escurinho do cinema enquanto acompanha as muitas estripulias do ator indicado ao Oscar em 1993. Só que dessa vez, o incansável Liam Neeson não está tão incansável assim.
Travis Block (Liam Neeson) trabalha em um emprego que não existe, e é bastante incomum: ele salva agentes infiltrados das encrencas em que se metem. E isso significa basicamente se colocar em risco o tempo todo, pois tem que resgatar agentes encurralados na linha de tiro e até mesmo cuidar da saúde mental deles depois. Um trabalho ingrato, é verdade, e isso desperta diversos gatilhos na cabeça do próprio Block, que se tornou um homem velho e paranoico-obsessivo, tendo que realizar cada tarefa três vezes para se certificar de que está tudo certinho. Porém, quando recebe a missão de livrar da prisão o agente Dusty (Taylor John Smith) após o atropelamento da candidata Sofia Flores (Mel Jarson), o rapaz decide abrir o bico para a repórter Mira (Emmy Raver-Lampman), o que complica para o seu lado. Assim, a mando de Robinson (Aidan Quinn), diretor do FBI, Block terá que consertar as coisas… até descobrir que nem tudo é o que parece ser.
Felizmente com apenas uma hora e meia de duração, ‘Agente das Sombras’ se propõe ser um filme de ação com um quê de suspense conspiratório, mas não entrega um filme à altura da expectativa. A ação, propriamente dita, é muito pouquinha: a maioria das cenas são perseguições de carros sem grandes emoções ou perseguições a pé mesmo, quase sempre sendo interrompidas pelo evidente cansaço de seu protagonista; a conspiração ocupa a maior parte do enredo, mas é tão mal trabalhada que nada convence como empecilho nem como solução na trama. De fato, só há mesmo uma cena de ação legal, já quase no fim do filme.
O roteiro de Nick May e Brandon Reavis tenta construir um grande evento conspiratório, desses capazes de destruir uma importante organização dos EUA, mas tanto o elenco quanto a história não conseguem transmitir esse impacto todo. Com um argumento batido do espião que sabia demais versus governo, ‘Agente das Sombras’ coloca de lado toda essa possível conspiração para centrar o filme na história de um sujeito com mais de sessenta anos, que desde o início do filme pede pra se aposentar, que fica correndo com dificuldades e não transparece a segurança que deveria passar. Esse ponto é um dos muitos relapsos da direção de Mark Williams, que, ao final, parece ter pressa em encerrar sua produção e envelopa tudo rapidamente para arranjar uma solução digerível.
‘Agente das Sombras’ traz novamente Liam Neeson no protagonismo de um filme de ação, mas, dessa vez, não só a história é cansativa e batida, mas a própria atuação do ator dá uma cansada em quem está assistindo. Sem nos convencer de que ele ainda é o maioral do gênero e sem a boa vontade do próprio Liam, vai ficando difícil continuar acreditando que ele ainda consegue salvar o mundo nesse tipo de filme.
A HBO divulgou um vídeo muito interessante dos bastidores da série focando totalmente no departamento de câmera. Destaque para a fotografia e também para os operadores dos equipamentos. O vídeo foca em toda a produção da série, não apenas da vindoura temporada.
Confira:
Recentemente, aHBO divulgou a duração de todos os episódios da oitava temporada de ‘Game of Thrones’.
Confira:
Episódio 1: 54 minutos – 14 de abril
Episódio 2: 58 minutos – 21 de abril
Episódio 3: 60 minutos – 28 de abril
Episódio 4: 78 minutos – 5 de maio
Episódio 5: 80 minutos – 12 de maio
Episódio 6: 80 minutos – 19 de maio
É a duração que muita gente especulava, mas pode decepcionar alguns.
A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.
Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.
Uma publicação compartilhada por Ante Dekovic (@antevfx) em
“Terminamos com ‘Star Trek: Picard’! Pelo menos a parte das filmagens. Agora tudo o falta são os meses de pós-produção”, diz a legenda. “Obrigado a todos que nos ajudaram no set com os efeitos. Mesmo assim, foi difícil imaginar ou entender as coisas que fazemos. Mal posso esperar para o mundo assistir ao show e ficar boquiaberto”.
Segundo o site Deadline, Michael Chabon foi contratado para supervisionar a equipe como showrunner.
A série terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com ‘Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.
O produtor da nova série, Alex Kurtzman, não poupou elogios à diretora:
Hanelle é uma diretora habilidosa e dinâmica, cujas escolhas cênicas são sempre enraizadas no personagem. Sou um grande fã de seu trabalho desde começou conosco em ‘Discovery’, e ela é a pessoa perfeita para reintroduzir o amado personagem Picard para os antigos e os novos fãs. Estamos muito animadas em tê-la na mais nova aventura da família Trek.
Pouco depois de divulgar o trailer completo da 3ª temporada de ‘Westworld’, a HBO lançou um breve teaser incrível com cenas inéditas do novo ciclo.
Confira, junto ao vídeo completo:
A produção estreia no dia 15 de março de 2020.
Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.
Segundo o site Heroic Hollywood, o vindouro e problemático filme ‘The Flash’ não trará um ponto bastante importante da cronologia Flashpoint.
Fontes próximas ao veículo revelaram que o longa-metragem, que será produzido por Barbara Muschietti, não trará a guerra entre os atlantes e as amazonas, um dos pontos-chaves dos quadrinhos cuja retirada deve mudar completamente a clássica narrativa das HQs.
Para aqueles que não estão familiarizados com a trama, a batalha entre os dois grupos ocorreu depois que os atlantes surgiram na superfície na Terra e começaram uma campanha militar para conquistar os países – chegando a derrotar as defesas de Aquaman e de Mulher-Maravilha. Conforme se aproximavam dos Estados Unidos, as amazonas apareceram em Washington para ajudar na guerra e, eventualmente, venceram os atlantes, que foram obrigados a voltar para o fundo do oceano.
Vale lembrar que outro grande detalhe foi alterado para a adaptação cinematográfica: alguns meses atrás, foi revelado que Thomas Wayne (Jeffrey Dean Morgan) não apareceria no filme. Em vez disso, Michael Keaton será Bruce Wayne na futura produção, reprisando o papel que viveu em 1989 em ‘Batman’, de Tim Burton. No arco dos quadrinhos, Thomas Wayne se transforma no Batman depois que Bruce morre assassinado.
Dirigido por Andy Muschietti (‘It – A Coisa: Parte 2′), o longa teve sua estreia antecipada e chegará aos cinemas em 03 de junho de 2022, em vez de 1º de julho.
A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Depois de retornar ao presente, Barry descobre que sua mãe ainda está viva… Mas o mundo virou um pesadelo. Além disso, a Liga da Justiça nunca existiu e ele precisa fazer de tudo para corrigir os defeitos causados pela viagem ao passado.
A história é centrada em Mohamedou Ould Salahi, um homem capturado pelo governo dos Estados Unidos e levado para o campo de detenção da Baía de Guantanamo sem acusações e sem julgamento. Perdendo sua esperança, Salahi encontra aliados na advogada de defesa Nancy Hollander e sua parceira, Teri Duncan. Juntos, eles enfrentam incontáveis obstáculos em uma busca desesperada por justiça.
A conhecida página @BossLogic divulgou nas redes sociais duas novas artes incríveis do adorado cross-over‘Godzilla vs. Kong’, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 29 de abril.
Confira:
Vale lembrar que ‘Godzilla vs. Kong‘ já arrecadou US$ 389.5 milhões mundialmente. Foram US$ 80 milhões nos EUA e US$ 309.5 milhões no resto do mundo, com a China insurgindo como principal mercado (US$180 milhões arrecadados).
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
A CW divulgou a sinopse oficial de “The Gauntlet”, décimo terceiro episódio da 6ª e última temporada de ‘Supergirl’.
Na trama, “Supergirl e o time correm contra Nyxly pelo controle de um totem mágico que controla a coragem. Supergirl e Nyxly lutam entre si, cada qual conseguindo uma parte do artefato – e descobrem que a primeira pessoa a passar no teste de coragem conseguirá controle da manopla. Enquanto isso, Lena ainda tenta entender seu recém-descoberto presente”.
O capítulo será exibido em 28 de setembro.
Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.
Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.
São poucos os filmes que realmente fazem parte da nossa memória, mesmo que de uma forma indireta. E por indireta, digo que alguns nomes, por mais que nunca tenham se manifestado visual e concretamente para nós, se tornam conhecidos pela popularidade e pela atemporalidade com as quais são tratadas, reafirmando inclusive a sua importância para a História das narrativas audiovisuais – e posso dizer, sem sombra de dúvida, que ‘Cantando na Chuva’ faz parte desse seleto panteão cinematográfico, ao lado de outros clássicos que soam nostálgicas para inúmeras gerações. Não é nenhuma surpresa, pois, que o musical dirigido por Stanley Donen e Gene Kelly seja reaproveitado até os dias de hoje através de singelas homenagens e readaptações que têm a clara noção que nunca chegarão aos pés desse pontapé inicial.
É até mesmo engraçado analisar a história por trás desta produção, visto que seu lançamento fez um modesto barulho em meio à crítica e ao público – sendo indicado, por exemplo, a apenas duas estatuetas do Oscar à época – e, com o passar dos anos, sendo visto e revisto pelos especialistas até chegar ao inenarrável patamar que ocupa entre os melhores longas-metragens de todos os tempos. E é mais incrível ainda prestarmos atenção a esse pano de fundo se levarmos em consideração que uma das bases narrativas do filme é justamente essas constantes contradições de Hollywood.
A trama gira em torno do famoso ator do cinema mudo Don Lockwood (Kelly), cuja ascensão ao sucesso tornou-se uma aspiração para todos, conquistando, através de seu inegável carisma, uma legião de fãs ao redor do mundo. A primeira sequência do filme já trabalha com grande maestria uma montagem que havia sido explorada primeiramente com obras-primas antecessoras, como ‘Cidadão Kane’, optando por uma investida anacrônica e não-linear para construir um cenário conciso para o espectador sem obrigá-lo a deduzir fatos e acontecimentos do nada – e é claro que nada disso seria possível sem o tato artístico do duo de cineastas. Através de um timing cômico muito bem trabalhado e que seria reutilizado e repaginado, o protagonista lembra-se de seu “glorioso passado”, sempre relembrando-se do mote que carregava: “dignidade. Sempre com dignidade”.
Esta não seria uma obra de Kelly se as ironias não existissem. Resgatando alguns elementos de ‘Sinfonia de Paris’ e ‘Um Dia em Nova York’, bem como outras produções nas quais estrelou e atuou como produtor, as quebras de expectativa dialogam diretamente com as viradas inesperadas no roteiro – e são tão bem colocadas que a inexistência dramática não é percebida. Afinal, se prestarmos bem atenção, os acontecimentos tem a sua carga trágica em comparação com o escopo maior, mas são levadas sem a seriedade compulsória que o transformaria em uma história maçante. E logo no início do primeiro ato, o arco de superação de Lockwood logo é contrastado com uma sequência dos mais bizarros trabalhos – desde artistas itinerantes até dublês de filme de ação – e não podemos deixar de gargalhar ao vermos o personagem cair de um penhasco enquanto diz com certa imponência que “havia sido escolhido para os melhores projetos possíveis”.
As coisas mudam drasticamente quando o ator amador chama a atenção de um dos maiores produtores da época, R.F. Simpson (Millard Mitchell), o qual o contrata como protagonista de seus épicos mudos, sucessos de bilheteria e de público através dos Estados Unidos e do mundo, cujas falhas definitivamente eram ofuscadas pela presença de uma trilha sonora fabulesca e pelas caixas de texto que quebravam a linearidade dos filmes – e essa atenção aos detalhes permite que a conturbada relação entre Lockwood e a queridinha da América, Lina Lamont (interpretada pela incrível Jean Hagen), cujo gênio é mantido às escuras até o momento em que abre a boca e revela uma voz estridente e insuportável – razão pela qual o time criativo a impede de fazer qualquer discurso em público e “quebrar a magia” que a audiência mantém acerca dela.
‘Cantando na Chuva’ não é apenas uma irresistível comédia sobre alguns dos personagens mais icônicos já criados, mas também uma aula de História – afinal, todas as relações mais intimistas que se desenrolam e se completam durante o filme são respaldadas por um pano de fundo verídico e que causou muita discordância na época: a transição do Cinema mudo para o Cinema falado. Tal acontecimento deu-se em meados da década de 1920 e representou uma mudança brusca no cenário mercadológico do entretenimento. Como reafirmado por Simpson e Lockwood na introdução do segundo ato, ninguém botava fé que a sincronização de imagem e som vingaria – aliás, ninguém cria que realmente era possível aquilo. E não foi até o sucesso de ‘O Cantor de Jazz’ (que é citado majestosamente durante uma das cenas) que todos perceberam que deveriam se juntar ao fluxo da modernidade.
Mais uma vez, tudo isso é explicado de forma didática e cômica pelo roteiro assinado por Betty Comden e Adolph Green – rendendo talvez um dos momentos mais plenos e icônicos de todos os tempos. Lamont e Lockwood logo passam a estrelar, ou ao menos tentar, projetos muito mais elaborados quando em comparação aos anteriores, e é claro que o resultado não poderia ser diferente. A estreia dessa nova onda de filmes seria até trágica, se não fosse hilária: pense em tudo que pode dar errado com a primeira transmissão de uma peça audiovisual, toda a tensão e a angústia que são carregadas por cada um dos componentes que uniu forças para colocar o projeto em prática, e junte esses fatores em um único lugar – é justamente isso o que acontece aqui.
A trama transita entre a veracidade e o impossível de forma tão homogênea que parece estarmos diante de uma interpretação documentária orquestrada com exímia cautela. Desde as complicadas gravações, que trouxeram à tona o enfrentamento dos diretores e técnicos sonoros e artísticos para manter os gigantescos microfones escondidos nos sets de filmagem, até os problemas de sincronização entre áudio e imagem, passando pelo pífio e superficial roteiro que agora ganhava voz, o catastrófico resultado representa a destruição da reputação do casal mais badalado de Hollywood e da credibilidade de uma das maiores produtoras do mercado – que agora devem correr para recuperar todo o prejuízo que tiveram. E, aliado à mente criativa de Lockwood, abre margens para duas coisas que definitivamente amamos: Debbie Reynolds e musicais!
Reynolds emerge na história como a aspirante à dançarina e atriz profissional Kathy Selden, a qual é cética em relação aos trabalhos no cinema e que tem um encontro não muito agradável com Don durante o segundo ato. Os dois acabam por se reencontrar e traçar uma leve insinuação romântica que ganha força com o alegre número que empresta o nome ao título do filme e alcança o ápice com “You Were Meant for Me”, uma ode ao amor e à mágica ilusão do cinema. E, enquanto ela representa o par romântico e a rebelde otimista de toda a trama, Donald O’Connor se entrega a uma performance igualmente memorável no papel do escape cômico Cosmo Brown, melhor amigo de Lockwood, que fica responsável por outro número memorável, intitulado “Make’em Laugh”.
A perfeição pode não ter um significado palpável, mas ‘Cantando na Chuva’ chega bem perto disso – não apenas por ter uma história cômica e envolvente, mas também por toda a sua desenvoltura estar presente em cada um dos elementos do filme, felizmente afastando-se da saturação excessiva para mesclar inúmeros gêneros narrativos em uma obra-prima clássica e memorável.
A The CW divulgou a promo oficial de “Negative, Part Two”, vigésimo e último episódio da 8ª temporada de ‘The Flash’.
Na trama, “com o Flash ainda tentando se recuperar de tudo o que aconteceu, o restante do time corre para apoiá-lo quando ele mais precisa”.
O capítulo vai ao ar no dia 30 de junho.
Confira:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
A produção foi lançada na plataforma de streaminghoje, dia 24 de novembro.
De volta à casa onde passou a infância, um escritor conhece uma mulher em busca de respostas. Será que um velho diário será a chance para o passado e o coração dos dois?
Relembre o trailer:
Justin Hartley stars in a new film from Charles Shyer (director of Father of the Bride) about two strangers who discover they share a past — and realize they may share a future as well.
O aguardado longa de Christopher Nolan, ‘Oppenheimer‘, chega aos cinemas nacionais em 20 de julho e, durante a CinemaCon 2023, foram reveladas cenas inéditas da produção.
Confira a descrição abaixo:
“O vídeo inédito inclui Cillian Murphy, Robert Downey Jr., Matthew Modine, Emily Blunt, Matt Damon, Josh Peck e mais do elenco do filme, que discutem sobre a ética de criar a primeira bomba atômica do mundo. As cenas oscilam entre o testa da bomba, em cores, e as reuniões feitas pelos personagens, em preto e branco. A principal motivação de Oppenheimer é vencer os nazistas na criação da arma definitiva, mas a que custo? A relação de aspecto do IMAX faz uma clara diferença na hora de contar essa história, fazendo com que até as conversas mais íntimas sejam sentidas em sua intensidade. O trabalho de som também é potente, solidificando ‘Oppenheimer’ como uma experiência cinematográfica”.
Com 180 minutos de duração, o filme é mais longo da carreira de Nolan, perdendo apenas para ‘Interestelar‘ (2014), que teve 169 minutos, ou 2h49 min.
A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.
Durante uma entrevista para a Total Film, Nolan disse que fez tudo o que pôde para tentar replicar a primeira explosão nuclear já criada.
E sem o uso de efeitos digitais.
Embora Nolan não tenha se esforçado para construir uma arma nuclear real, obviamente, o cineasta afirmou que ele e sua equipe conseguiram recriar em pequena escala o teste Trinity, o primeiro teste de armas nucleares.
“Acho que recriar o teste Trinity [a primeira detonação de uma arma nuclear, no Novo México] sem o uso de computação gráfica foi um grande desafio. Andrew Jackson, meu supervisor de efeitos visuais, estava tentando descobrir como poderíamos fazer muitos dos elementos visuais do filme de forma prática, desde a representação da dinâmica quântica e da física quântica até o próprio teste Trinity, para recriar, com exatidão, aquele teste feito no Novo México.”
Nolan acrescentou que o fato de o filme ser uma cinebiografia histórica, as gravações representaram grandes desafios logísticos.
“É uma história de com uma imensa escala e um dos projetos mais desafiadores nos quais já trabalhei em termos de encontrar a amplitude da história de Oppenheimer. Havia grandes desafios logísticos, grandes desafios práticos. Mas eu tinha uma equipe extraordinária , e eles realmente intensificaram todas as ideias que eu tive. Levará um tempo até terminarmos. Mas, certamente, enquanto vejo os resultados chegando e enquanto estou montando o filme, fico emocionado com o que conseguimos alcançar.”
Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.
Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.
Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
O longa-metragem foi lançado no catálogo da plataforma de streaminghoje,04 de outubro.
A nova versão acompanha uma mãe solteira, que se muda para uma nova casa em Nova Orleans com seu filho de nove anos. Quando ela descobre que a mansão é assombrada, Gabbie recorre à contratação de um guia turístico paranormal, uma vidente, um padre e um historiador para ajudar a exorcizar a propriedade.
Relembre o trailer:
Com um orçamento inflado em torno de US$ 150 milhões, a produção segue como um dos maiores fracassos do ano: nos EUA, o filme arrecadou US$ 67,1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 47,1 milhões.
Ao total, a produção arrecadou US$ 114,2 milhões mundialmente.
Para termos de comparação, a adaptação original de 2003, estrelada pelo astro Eddie Murphy, arrecadou US$ 182.2 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.
Sob a direção de Justin Simien, o longa busca afastar os fantasmas do fracasso de 2003, ao mesmo tempo em que utiliza o aprendizado adquirido com o filme estrelado por Eddie Murphy.
O remake de ‘Matador de Aluguel’, clássico de ação estrelado por Patrick Swayze, já está disponível no Prime Video – e, considerando o crescente sucesso do título na plataforma de streaming, é bem provável que a história ganhe uma sequência.
Agora, em entrevista ao Collider, o astro Jake Gyllenhaal, que interpreta o protagonista Elwood Dalton na produção, disse que adoraria reprisar o papel e que ama o personagem que interpretou.
“Eu adoraria [revisitar o papel]”, ele disse. “Eu amo o papel, amo o personagem. Amo o humor dele. Amo para onde ele poderia ir. A primeira coisa que li no roteiro foi a cena em que ele perguntava sobre o seguro de vida, se eles tinham seguro, se as motos estavam lá fora – e a essência do personagem está ali, e há muito mais a explorar nesse escopo. Então, sim… Eu gosto do treinamento, mas isso sou eu”.
Na trama, Gyllenhaal estrela como um ex-lutador do UFC que consegue um emprego como segurança em uma taberna em Florida Keys, apenas para descobrir que este paraíso não é tudo o que parece.
A produção conquistou 62% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes.
Confira as principais reações:
“Talvez o maior crime do filme seja a falta de luta”, Little White Lies
“Não é um filme tão ruim quanto, mas um exemplo inexplicável de uma franquia que não merece ser revisitada. Por que você iria querer refazer e modernizar um filme tão incorporado em seu tempo e estética específicos?”, Jason Bailey
“Carece de personalidade e apelo sexual, exatamente o que um remake de um clássico de Patrick Swayze não deveria fazer.”, Matthew Pejkovic
“Muito bem conduzido pelo diretorDoug Liman, com um roteiro inteligente e ostentando uma visão maravilhosamente original do arquétipo do herói de ação, este novo ‘Matador de Aluguel’ é um tumulto total… No bom sentido do termo.” – Empire
“Jake Gyllenhaal oferece uma atuação divertida que vai do charmoso ao ameaçador, mas mesmo isso se perde no caos de um filme que precisava ser suado, fundamentado e urgente para funcionar, mas que se torna cada vez mais parecido com algo que você assistiria no sábado de manhã.” – RogerEbert.com
“Embora ‘Matador de Aluguel‘ provavelmente seja medido pela intensidade de suas lutas, a trama consegue moldar um retrato surpreendentemente fundamentado do cotidiano da Florida.” – The Hollywood Reporter
“O novo ‘Matador de Aluguel‘ é uma atualização adequada ao legado de seu antecessor. Não porque seja melhor, ou mesmo porque seja tão parecido, mas porque se move com a mesma estupidez inconsciente que alimentou tantos sucessos de bilheteria dos anos 80 dos quais nos lembramos com tanto carinho.” – IndieWire
“Esta versão provavelmente não terá a reputação duradoura que a versão dos anos 80 teve. É divertido o suficiente para passar o tempo, mas falta aquele brilho que tem no clássico. – Next Best Picture
Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) será responsável pela direção.
A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.
O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.
O terceiro filme da franquia ‘Magic Mike‘, intitulado ‘Magic Mike: A Última Dança‘ (Magic Mike’s Last Dance), já está disponível no Prime Video.
O longa foi lançado no último dia 02 de setembro na plataforma de streaming.
Na trama, “Magic” Mike Lane (Channing Tatum) sobe ao palco depois de uma longa pausa, após um negócio falido que o deixa sem dinheiro e o leva a trabalhar como barman na Flórida. À procura de uma última oportunidade, Mike voa para Londres com uma celebridade rica (Salma Hayek) que, com os seus próprios objetivos, o alicia com uma oferta que não pode recusar. Quando tudo está em jogo e Mike percebe o que ela realmente planeja, será que ele – e o grupo de novos atraentes dançarinos que tem de pôr em forma – vão conseguir realizar?
‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, se tornou uma das melhores produções dos últimos anos – e fez bonito durante a cerimônia de vencedores da 30ª edição do Critics Choice Awards.
Moeka Hoshi levou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama por seu trabalho.
Lembrando que a atração já foi renovada para a 2ª e a 3ª temporadas.
‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .
A obra conquistou nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 132 críticas.
Confira os principais comentários:
“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.
“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.
“‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.
“‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.
“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.
A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.
Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.
Neil Gaiman é um dos autores mais prolíficos da contemporaneidade e já eternizou diversos clássicos – como ‘Coraline’, ‘Deuses Americanos’, ‘Os Filhos de Anansi’ e, é claro, a obra-prima ‘Sandman’. Em 2022, a Netflix lançou a ótima adaptação em live-action dos quadrinhos, recebendo elogios pela fidelidade ao material, pelas atuações do elenco protagonista e coadjuvante e pela qualidade estética e técnica da obra – o que nos deixou muito animados para a segunda temporada. Infelizmente, em meio a inúmeras polêmicas em que Gaiman se envolveu, a gigante do streaming resolveu finalizar a série com um ciclo de encerramento dividido em duas partes, cuja leva inicial chegou ao serviço hoje, 3 de julho.
E a única coisa que podemos pensar com o lançamento desses seis primeiros episódios é que sentiremos muita falta de acompanhar as perigosas e sobrenaturais aventuras de Morpheus (Tom Sturridge) quando a atração for oficialmente finalizada no final deste mês.
Enquanto a iteração inicial teve a árdua tarefa de nos apresentar ao universo criado por Gaiman, delineando incontáveis personagens para entendermos a progressão dos arcos e de que forma as reviravoltas se aglutinam em um belíssimo reflexo do ser humano em solidão e em comunidade – e de que maneira o comum se transforma em extraordinário. Trazendo elementos conhecidos de narrativas fantásticas e aventurescas, a segunda temporada abre com um pouco mais de “leveza”, por assim dizer, levando o tempo necessário para delinear as tramas que se desenrolam à nossa frente: é claro que Morpheus, também conhecido como Sonho e parte d’Os Perpétuos, é o nosso foco – e é apaixonante a maneira como o showrunnerAllan Heinberg humaniza ainda mais essa entidade impalpável e muito poderosa.
O novo ciclo se inicia com uma reunião d’Os Perpétuos, evento que impulsiona Morpheus a consertar erros crassos cometidos em um passado muito remoto – como, por exemplo, regressar ao Inferno e resgatar Nada (Deborah Oyelade), a Rainha do Primeiro Povo, que permanece como prisioneira no submundo há mais de dez mil anos, sendo constantemente torturada, pelo motivo de ter rejeitado o Rei dos Sonhos e atraído sua ira. Porém, ao confrontar Lúcifer (Gwendoline Christie), ele se vê com mais um problema em mãos: o Anjo Caído resolve abdicar do trono infernal e dá a chave de seu reino às mãos de Morpheus, que, por sua vez, é bombardeado por inúmeras criaturas que desejam o controle desse território tão temido (incluindo divindades nórdicas, seres feéricos, agentes do caos e lordes demoníacos).
Eventualmente, Morpheus consegue chegar à difícil decisão de entregar a chave do Inferno de volta aos anjos mensageiros do Paraíso – e, ao mesmo tempo, resgata Nada apenas para perceber que ela não irá perdoá-lo pela traição e que a poderosa monarca deseja conhecer o mundo dos despertos por conta própria e aproveitando de sua liberdade. E é claro que nosso protagonista não permanece muito tempo em luto e em silêncio, visto que, assim que tais problemas se dissipam, sua irmã Delírio (Esmé Creed-Miles) aparece à porta de seu suntuoso castelo implorando para que ele a ajude a encontrar Destruição (Barry Sloane), um outro Perpétuo que desbandou da família há mais de três séculos e não quer ser encontrado – e, com sorte, cruzar caminho com Nada no plano terreno.
Como podemos perceber, são inúmeras as narrativas que se desenvolvem na primeira metade da 2ª temporada. Todavia, diferente do que poderíamos imaginar, notamos uma cautela aplaudível para garantir que os arcos sejam finalizados de maneira íntegra e palpável, sem se valer de ocasionalismos cansativos e inexplicáveis e fornecendo a dose de drama, tragicomédia e suspense que esperamos de uma obra como essa. Sturridge, marcado pela conhecida expressão franzina e carrancuda, parece mais solto e menos preocupado com sua rendição como Sandman, enquanto Creed-Miles rouba nossa atenção como a desiludida Delírio, singrando entre a loucura e a sanidade com fluidez notável. E, em meio a inúmeras estreias no time de atores, Sloane e Indya Moore (esta dando vida à adorável Wanda), fazem um trabalho magnífico e digno de nota.
Uma das tramas mais singelas e tocantes envolve Morpheus e seu filho, Orfeu (Ruairi O’Connor), em uma belíssima recontagem da clássica lenda história de Orfeu e Eurídice – que traz uma revitalização e uma visão remodelada da mitologia grega e que permite que tanto Sturridge e O’Connor desfrutem de uma química apaixonante e dilacerante, principalmente pelo modo como o enredo ganha vida. E, acompanhando os dois nessa jornada de sacrifício, família e ressentimentos, temos a presença sempre certeira de Kirby Howell-Baptiste e Jenna Coleman reprisando seus papéis como Morte e Johanna Constantine, respectivamente.
A primeira parte do ciclo de encerramento de ‘Sandman’ mantém o sólido nível de qualidade da temporada de estreia e traz elementos novos que, em momento algum, soam exagerados ou condescendentes – pelo contrário, apenas auxiliam na contínua exploração desse irretocável universo cosmológico. Agora, só podemos esperar para ver o que os criadores nos reservaram para a épica conclusão (e deixar que o gostinho agridoce de adeus comece a nos tomar conta).
Os vencedores do British Independent Film Awards 2025 foram revelados neste último domingo (30) – e o drama gay BDSM ‘Pillion’, que marca a estreia do diretor Harry Lighton, dominou a edição com nada menos que quatro prêmios, incluindo Melhor Filme Britânico Independente.
O longa conta a história de um carismático motociclista que cruza caminho com um tímido jovem, desenvolvendo uma relação de dominância e submissão que foi amplamente elogiada pelos críticos. Alexander Skarsgard e Harry Mellingestrelam o longa, que também levou para casa as estatuetas de Melhor Estreia no Roteiro para Lighton, Melhor Figurino e Melhor Maquiagem e Cabelo.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de fevereiro de 2026, pela Diamond Films.
Na trama, Colin, um homem tímido, conhece Ray, um confiante líder de gangue de motoqueiros, que o inicia em um relacionamento submisso, desafiando a existência mundana de Colin e estimulando o crescimento pessoal por meio de sua dinâmica.
‘Pillion’ teve sua estreia oficial no Festival de Cannes 2025, onde foi aplaudido pelo público e conquistou raros 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – e conquistou o prêmio Un Certain Regard de Melhor Roteiro.
Através das redes sociais, foram divulgadas diversas imagens de bastidores de ‘Liminal’, novo thriller de ação sci-fi do Apple TV.
As fotos dão destaque aos protagonistas Vanessa Kirby (‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’) e Yahya Abdul-Mateen II (‘Magnum’), em visuais futuristas que já revelam um pouco do visual do projeto.
Confira:
Vanessa Kirby is seen on the set of “Liminal” in Jackson Heights, Queens on May 08, 2026 in New York City.
Embora o enredo da adaptação esteja sendo mantido em segredo, a obra original se passa em um mundo onde um décimo da população repentinamente adquire poderes telepáticos como resultado de uma perturbação eletromagnética. Em seguida, policiais de Boston, agora com poderes telepáticos, se veem enfrentando uma facção, liderada por um prisioneiro injustamente condenado, que tenta escapar de um mundo onde seus poderes os tornarão alvos.
Louis Leterrier (‘Velozes e Furiosos 10’) comanda o projeto. Justin Rhodes (‘Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’) assina o roteiro.
Antes da confirmação de Robert Pattinson como o novo Batman no filme de Matt Reeves, seu envolvimento com a produção havia sido vazado.
E, em entrevista com a Variety, o astro admitiu que estava inseguro durante a disputa pelo papel principal, com medo de que os vazamentos pudessem prejudicar suas chances de ser escolhido.
“Quando meu envolvimento vazou, eu fiquei furioso. Todos estavam chateados. Toda a equipe estava em pânico. Eu achei que os vazamentos tinham estragado tudo e isso foi aterrorizante. Eu estava tipo: ‘Que merda! Isso vai me ferrar, porque eles queriam manter em segredo.”
Pattinson também revelou que pretendia se afastar de grandes produções por um tempo, mas quando soube da adaptação deMatt Reeves, chegou a perseguir o diretor na tentativa de conseguir um teste.
“Eu fiquei com isso na cabeça, queria ser o Batman. É uma coisa tão absurda de se dizer. Eu meio que tive uma ideia para conseguir, então eu comecei a perseguindo Matt e ele estava me ignorando, fiquei tentando encontrá-lo de qualquer jeito.”, brincou ele.
Pelo visto, a estratégia deu certo.
Por enquanto, apenasRobert Pattinson foi confirmado no elenco, e rumores sugerem que o quadro de vilões do filme inclui a Mulher-Gato, o Charada, Pinguim, Vagalume, Chapeleiro Louco e Duas Caras.
‘The Batman’ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
Durante uma entrevista para a Esquire, o criador de ‘Peaky Blinders’, Steven Knight, disse que Jason Statham era seu favorito para dar vida ao protagonista Tommy Shelby.
No entanto, o astro perdeu o papel porque Cillian Murphy insistiu em mandar mensagens para Knight e acabou convencendo-o de que era a escolha adequada.
“Eu conheci os dois em Los Angeles quando nos encontramos para discutir sobre o personagem. Eu escolhi Jason de cara por ele tinha o tipo físico perfeito. Jason é o Jason, entende? Cillian era muito magrinho e não aparentava ser um valentão. Mas ele insistiu em conseguir o papel. Um dia, ele me mandou uma mensagem, dizendo: ‘cara, eu sou um ator, é isso o que eu faço de melhor’.”
Depois disso, Knight decidiu dar uma chance ao astro e ficou impressionado com sua capacidade de transformação diante das câmeras.
“Quando você conhece o Cillian, ele não é o Tommy, é um cara completamente diferente. Mas ele sabe se transformar quando quer.”
Felizmente, o cineasta mudou de ideia e ‘Peaky Blinders‘ se tornou um sucesso graças ao trabalho de Murphy ao interpretar o gângster britânico.
Lembrando que a BBC anunciou que as filmagens da 6ª temporada foram suspensas devido ao surto de Coronavírus e ainda não há previsão para o retorno da produção.
“Em virtude da expansão do Covid-19, após muita avaliação, os produtores Caryn Mandabach Productions e Tiger Aspect Productions – responsáveis pela sexta temporada ‘Peaky Blinders‘, decidiram adiar as filmagens”.
Enquanto isso, a 5ª temporada continua no catálogo da Netflix.
Assista ao trailer:
Os novos episódios se passam durante a grande crise da bolsa em 1929, um momento de glória para o personagem deSam Claflin, que vê seu crescimento no cenário político.
Se você assistiu a cena pós-créditos do mais recente episódio de ‘WandaVision‘, você ficou sabendo perfeitamente dos planos de Tyler Hayward (Josh Stamberg) e seu segredo por trás da ESPADA: o projeto Catarata.
Acontece que Hayward adora trocadilhos e Catarata está literalmente associado a ‘visão dupla’, já que há uma espécie de Visão (Paul Bettany) reanimado a partir dos restos do herói falecido em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
Na série, Hayward usa uma amostra do campo de energia da Anomalia de Westview para trazer o Visão – o Visão real – de volta à vida, mas com seus olhos e corpo agora com uma cor cinza-esbranquiçada, meio que deixando-o sem ‘alma’.
Quem já leu ‘Vingadores da Costa Oeste‘ sabe que o Visão Branco não é nada além de uma arma insensível controlada pelo governo… E se isso acontecer na série?
Na hq escrita por John Byrne, o Visão original é sequestrado e desmontado por um consórcio de espionagem do governo internacional.
A série pode não adaptar esse trecho específico do quadrinho, mas tem diversas semelhanças com ele… Primeiro porque a série também sugere que o novo Visão não passa de um computador armado, assim como na hq.
Em segundo lugar, ele está tecnicamente vivo, mas suas emoções foram apagadas. Ele não se lembra de ter se apaixonado por Wanda (Elizabeth Olsen), e nem mesmo do que significa se apaixonar.
O Visão que está prestes a sair das instalações da ESPADA não é o Visão que conhecemos em ‘Era de Ultron‘, mas uma extensão das ambições de governantes militares.
Isso não apenas indica que Wanda pode ter que enfrentar uma versão irreconhecível de seu parceiro no final da temporada de ‘WandaVision‘, mas rever seu amado daquele jeito também irá lembrá-la de como ele parecia quando Thanos (Josh Brolin) o matou, com as cores drenadas de seu corpo quando a Joia da Mente foi arrancado de sua cabeça.
Não é preciso dizer que isso pode trazer sérias consequências psicológicas para ela, não é? De qualquer forma, qualquer que seja o final da série, a trama irá moldar o futuro do MCU.
Será por conta de um trauma psicológico que Wanda vai desencadear a abertura do Multiverso e nos levar aos eventos de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura?‘
Lembrando que o último episódio vai ao ar no dia 05 de março.
O Hulk e o Wolverine já tiveram algumas batalhas bem intensas nos quadrinhos e animações daMarvel, e muitos fãs sonham em ver essa briga nas telonas.
E parece que o diretor de ‘Alerta Vermelho‘, Rawson Marshall Thurber, também está nesse time.
Durante uma entrevista para o The Playlist, o cineasta expressou seu desejo de adaptar essa história para o cinema.
“Eu amo os filmes de heróis do Universo Cinematográfico da Marvele da DC. Como muitos caras da minha idade, cresci lendo histórias em quadrinhos… Há uma história específica no universo Marvel que eu ficaria incrivelmente animado para experimentar. Quem sabe se isso vai acontecer, mas vamos ver… “
Ele continuou:
“Eu adoraria adaptar ‘Hulk vs. Wolverine‘. Eu adoro o Damon Lindelof fez em ‘Ultimate Wolverine vs. Hulk‘, sabe? Todo mundo sabe que o Wolverine foi introduzido numa história do Hulk, então eles estão diretamente ligados. Eles são Yin e Yang. Tanto Logan quanto Banner estão amaldiçoados como a imortalidade e lidam com isso de maneiras diferentes. Acho que seria muito interessante explorar esse lado mais conceitual, além da fisicalidade entre eles.”
Enquanto essa ideia não sai do papel, vale lembrar que ‘Alerta Vermelho‘ já está disponível no catálogo da Netflix.
Assista ao trailer:
No Rotten Tomatoes, a produção recebeu apenas 42% de aprovação, com nota 4.9/10 baseada em 71 reviews até o momento.
Segundo o consenso geral, “O grande orçamento e o elenco estelar somam-se a uma comédia de ação com ingredientes espalhafatosos, que só tornam os resultados medianos mais decepcionantes”.
Separamos as principais críticas:
“Eu dei ao filme toda a minha atenção, e tudo o que me devolveu foi uma dor de cabeça. No que me diz respeito, isso diz tudo.”, Sara Michelle Fetters, MovieFreak.com
“A produção original mais cara da Netflix teria se beneficiado se parte de seu orçamento de US$ 250 milhões tivesse sido gasto no desembaraço do roteiro.”, Wendy Ide – Observer
“Os três megastars carregam o filme inteiro nos ombros e acabam enterrados vivos sob o peso de tudo isso.”, Valerie Complex – Deadline Hollywood Daily
O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).
Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo.
Após a notícia, os fãs foram à loucura tentando descobrir quando os personagens iriam dar as caras na atração.
Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o co-criador Vince Gilliganconfirmou que Walter e Jesse vão retornar no episódio intitulado ‘Breaking Bad‘, que vai ao ar hoje (01/08), na AMC.
E, depois que o título foi revelado, a participação da dupla já não era bem uma surpresa, obviamente.
Mas o cineasta fez questão de atrair a audiência, dizendo:
“Alerta de spoiler para todo mundo. Ninguém mais sabe disso ainda. Na próxima segunda-feira à noite, se vocês estiverem assistindo à rede AMC, você poderão matar a saudade de Walter White e Jesse Pinkman em ‘Better Call Saul’.“
Antes desse aguardado retorno, White e Pinkman voltaram a se encontrar no filme ‘El Camino‘, ambientado após a última temporada de ‘Breaking Bad’.
E aí, você está ansioso para revê-los?
A última temporada conclui a complicada jornada e a transformação de seu herói comprometido, Jimmy McGill (Odenkirk), no advogado criminal Saul Goodman. Do cartel ao tribunal, de Albuquerque a Omaha, a 6ª temporada acompanha Jimmy, Saul e Gene, bem como o complexo relacionamento de Jimmy com Kim (Rhea Seehorn), que está em meio a uma crise existencial. Enquanto isso, Mike (Jonathan Banks), Gus (Giancarlo Esposito), Nacho (Michael Mando) e Lalo (Tony Dalton) estão presos em um jogo de gato e rato com riscos mortais.
Na semana passada, a filha do ator Jamie Foxx (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Corinne, revelou que o astro de 55 anos de idade precisou ser hospitalizado após “complicações médicas”.
Apesar de Corinne relatar que a condição de Foxx tinha sido considerada estável, a CNN divulgou que o ator está passando por vários testes para determinar o que causou a misteriosa ‘complicação médica’.
Uma fonte próxima ao ator disse ao site que:
“Os médicos estão fazendo vários testes e ainda tentando descobrir o que exatamente aconteceu.”
Embora seu estado de saúde seja delicado, foi dito que ele está consciente, mas ainda há um grande mistério por trás de sua condição… principalmente pelo fato de que ele não foi levado para o hospital em uma ambulância, mas em um veículo particular.
Na publicação de Corinne também não há detalhes sobre o que ocorreu, e ela pediu privacidade durante este momento.
Na ocasião, ela também acalmou os fãs ao deixar claro que o pai já está se recuperando.
Confira a publicação:
“Da família Foxx… Queríamos compartilhar que, meu pai, Jamie Foxx, passou por uma complicação médica ontem (11/04). Felizmente, devido à ação rápida e ao grande cuidado, ele já está se recuperando. Sabemos o quanto ele é amado e apreciamos suas orações. A família pede privacidade durante esse período. Com muito amor, a Família Foxx.”
Vale lembrar que Foxx está trabalhando em seu novo filme, intitulado ‘Back in Action‘.
Produzido pela Netflix, o longa também conta com Andrew Scott (‘Fleabag’), Cameron Diaz (‘Vanilla Sky’), Jamie Demetriou (‘Cruella’), McKenna Roberts (‘Euphoria’) e Rylan Jackson (‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’).
Este é o primeiro trabalho de Cameron Diaz desde 2014, quando se aposentou. A atriz expressou empolgação ao anunciar que estaria de volta para atuar novamente.
Cameron I hope you aren’t mad I recorded this, but no turning back now. Had to call in the GOAT to bring back another GOAT. @CameronDiaz and I are BACK IN ACTION – our new movie with @NetflixFilm. Production starting later this year!! 🦊🐐 pic.twitter.com/vyaGrUmbWb
‘Back in Action‘ será dirigido porSeth Gordon com roteiro de Brendan O’Brien, e por enquanto não foram divulgados detalhes do enredo e nem previsão de estreia.
De acordo com o Deadline, Luke Hemsworth (‘Westworld’) foi adicionado ao elenco de ‘The Terminal List: Dark Wolf‘, série pré-sequência de ‘A Lista Terminal‘.
O astro dará vida a Jules Landry, um contratado da CIA que é obcecado por si mesmo e esconde uma personalidade perigosa e volátil por baixo de deu físico musculoso.
Hemsworth se junta a Tom Hopper, conhecido por seu papel em ‘The Umbrella Academy‘, que dará vida a Raife Hastings, um membro da marinha descrito como “caçador, protetor e guardião”. Mais detalhes não foram revelados.
Ao que parece, Kitsch será o protagonista da derivada, que será gravada ainda este ano.
Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas como se trata de eventos anteriores à série principal, o foco deve estar no que aconteceu com Edwards antes de sua trágica história.
Confira o anúncio e o cartaz:
“Dos produtores de ‘A Lista Terminal’ eJack Carr, autor do best-seller do NYT, a Prime Video apresenta ‘The Terminal Lista: Dark Wolf‘, uma pré-sequência com Ben Edwards e James Reece. A produção começa no início deste ano.”
Lembrando que a série principal foi renovada para a 2ª temporada.
Baseado no romance homônimo de Jack Carr, a narrativa acompanha James Reece (Pratt) que, depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco, volta para casa com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.
No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.
O roteirista Jeff Loveness, do vindouro ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘ e também de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, concedeu uma entrevista para o Comic Book onde detalhou mais do processo de escrita de seu filme mais recente, bem como pincelou alguns detalhes para o próximo filme dos Vingadores.
Perguntado por que ele não matou personagens importantes em ‘Quantumania‘, Loveness respondeu que é um pouco “batido“ matar personagens no terceiro filme de uma saga, como acontece em ‘OSenhor dos Anéis‘ ou ‘Star Wars‘, mas ele provocou falando que isso pode acontecer em ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘. Confira:
“Mas acho que para esses fãs sedentos de sangue, há um pequeno filme chamado Vingadores: A Dinastia Kang, acho que ele vai trazer o calor que vocês querem.”
‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ registrou a maior estreia global da franquia, com US$ 225.3 milhões arrecadados mundialmente.
Nos EUA, foram arrecadados US$ 104 milhões – quase o dobro da estreia do longa original (US$ 57.2M), em 2015. No mercado internacional, foram US$ 121.3 milhões.
Domesticamente, essa é a terceira melhor estreia para o feriado do Dia do Presente da história do cinema, atrás de ‘Pantera Negra‘ (US$ 202 milhões) e ‘Deadpool‘ (US$132 milhões). No entanto, a arrecadação internacional ficou abaixo das projeções. De acordo com o Deadline, o filme teve uma performance fraca em países asiáticos como a China e a Coreia, onde elementos de ficção científica não são muito populares.
O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.
Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.
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