Foi divulgado o novo trailer LEGENDADO de ‘Casa Gucci’, cinebiografia estrelada pela vencedora do Oscar Lady Gaga (‘Nasce Uma Estrela’) e pelo indicado ao Oscar Adam Driver (‘História de um Casamento’).
‘Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.
Apesar das diversas polêmicas, Ezra Miller foi mantido no elenco de ‘Dalíland‘, filme sobre o pintor espanhol Salvador Dalí. a anunciando que o filme será a noite de encerramento deste ano.
Miller estampa a foto como o jovem Salvador Dalí, comBen Kingsley fazendo o surrealista mais velho.
Veja as fotos:
Segundo a Deadline, o nome de Miller foi eliminado da lista de elenco do elenco do filme, mas não foi excluído da produção, e a diretora Mary Harron diz que Miller viu o trabalho como um projeto de paixão quando eles embarcaram entre seus maiores papéis.
“Começamos a olhar para Dali na década de 1970, o Dali mais velho, com flashbacks do Dali mais jovem, que são passados como um filme antigo. Essa versão realmente me emocionou. Ezra teve três dias entre fazer ‘Animais Fantásticos’ e começar ‘The Flash’, e insistiu em vir e fazer nosso filme. A história se desenrola através desse tipo de figura de Nick Carraway, que entra na vida de Dali como assistente e vê tudo”, falou Harron.
‘Daliland‘ estreia em 17 de setembro, mas, além disso, o único outro projeto (que pode ser o último de Miller por um bom tempo) ainda está programado para ser lançado é ‘The Flash‘.
“A animação transforma esse conceito muito familiar em algo novo.” – ScreenCrush.
“‘Caos Mutante’ combina um amor hiperconsciente, mas afetuoso, do passado da franquia com o visual e a linguagem do presente.” – Independent (UK).
“Além de algumas inserções de live-action, principalmente de filmes de kung-fu, o filme é totalmente animado, mas com o tipo de rabiscos descuidados e linhas a tinta que parecem imagens desenhos tirados de um caderno escolar durante uma aula de química chata.” – Times (UK).
“Considerando a participação de Seth Rogen como roteirista e ator, é surpreendente que ‘Caos Mutante’ seja tão batido, não apenas em termos de enredo, mas no que diz respeito à comédia.” – The Daily Beast.
“É essa experiência adolescente que mantém este novo filme parecendo mais vivo e envolvente do que deveria.” – Empire Magazine.
“O coração de ‘Caos Mutante’ é puro, e o visual é alegre e único, tornando-o uma nova adição digna a uma franquia que claramente ainda tem novas histórias para contar.” –indieWare
“Em uma época em que muito do que consumimos pode parecer plástico, barato e produzido em massa, é o toque humano que desejamos – especialmente quando leva a algo tão divertido quanto esse filme.” – Consequence
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de agosto.
Na trama, acompanhamos quatro irmãos tartaruga com poderes mutantes – juntos, entre uma fatia de pizza e outra, eles enfrentam vilões poderosos em Nova York.
Seth Rogen, Evan Goldberg e James Weaver estão diretamente ligados a este novo filme da Tartarugas através da Point Gray Pictures. O produtor Jeff Rowe (‘Gravity Falls‘) é quem dirige a nova aventura. Brendan O’Brian (‘Vizinhos 2‘) é quem escreve o roteiro da animação fílmica. Obviamente, esse novo filme dasTartarugas Ninja terá como foco a comédia, muito por conta de todo cast.
John Musker, diretor de ‘Moana: Um Mar de Aventuras‘, revelou que não tem nenhuma ligação com a adaptação em live-action da animação e nem quer ter.
“Espero que seja bom, mas eu não tenho nada a ver com esse filme”, ele disse ao jornal espanhol El Pais.
Na entrevista, ele detonou os live-actions da Disney.
“As empresas ficam tipo: ‘Como podemos reduzir o nosso risco? O público gostou desse filme, né? Por que não fazemos de novo e vendemos em um formato diferente?’. Ou talvez eles pensam: ‘Bem, podemos tornar o filme melhor’. Acredito que isso é um dos problemas [do live-action de] ‘A Pequena Sereia’. [O novo filme] não se aprofundou na relação entre pai e filha, e isso representava o coração do filme original.”
O cineasta também criticou as recriações realistas dos animais animados: “Se você olhar para os animais no zoológico, eles têm mais expressão do que os animais em ‘O Rei Leão’. Essa é uma das coisas mais básicas sobre a Disney, é o seu charme. É isso o que a animação faz de melhor. Se você quer recriar algo que é animado, tire vantagem de todas as suas qualidades e imaginação.”
Thomas Kail, conhecido pelo seu trabalho em ‘Hamilton‘ (2020), vai dirigir.
Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, assumirá a tarefa de escrever o roteiro para o remake, juntamente com Dana Ledoux Miller.
Dwayne Johnson, o astro que dá voz ao semideus Maui, compartilhou um vídeo dos bastidores do live-action, mostrando-o cantando a música “You’re Welcome” (“De Nada” na versão brasileira).
Na legenda do vídeo, Johnson escreveu: “”You’re Welcome” vocais preliminares para nosso próximo filme live-action, MOANA. Dia legal de trabalho com este grupo muito talentoso de artistas e cineastas”.
Ariana Grande e Fernanda Torres estiveram no Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara, e protagonizaram um momento super fofo ao se encontrarem.
Além disso, Ariana revelou que assistiu ‘Ainda Estou Aqui‘ e elogiou Fernanda.
“Ela é linda, gentil e genial. Uma atriz incrível, com uma atuação fantástica. É um ser humano brilhante. Eu amo ela.”, ela disse.
A revista internacional Entertainment Weekly divulgou recentemente suas previsões para os vencedores do Oscar 2025.
Entre os principais destaques, a publicação apostou na vitória de ‘Ainda Estou Aqui’, longa brasileiro, em duas das três categorias em que está indicado: Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional.
A revista aposta na vitória do Brasil em Melhor Filme Internacional, desbancando o favorito ‘Emilia Pérez’, além dos concorrentes ‘A Garota com a Agulha’, ‘A Semente do Fruto Sagrado’ e ‘Flow’.
Além disso, Entertainment Weekly prevê que Fernanda Torres leve o prêmio de Melhor Atriz, superando Cynthia Erivo, de ‘Wicked’, Karla Sofía Gascón, de ‘Emilia Pérez’, Mikey Madison, de ‘Anora’, e Demi Moore, de ‘A Substância’.
A reportagem destaca que as polêmicas envolvendo Gascón podem ter prejudicado suas chances na corrida pela estatueta, enquanto o apelo do público brasileiro pelo trabalho de Fernanda Torres pode ser um fator decisivo para a escolha da atriz. Embora a atriz Demi Moore seja apontada como a maior ameaça à vitória de Torres, a publicação mantém sua aposta na atriz brasileira.
Por fim, a reportagem também sugere que ‘Ainda Estou Aqui’ pode ser derrotado na categoria de Melhor Filme, com ‘O Brutalista’ levando a estatueta para casa.
Lembrando que os vencedores do Oscar serão anunciados no dia 02 de março.
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ teve um belo cartaz divulgado em uma feira e os fãs chegaram a especular se o Hulk iria ficar cinza no filme, mas ao que parece era apenas a iluminação que dava a impressão acinzentada.
Apesar da especulação, o Hulk Cinza realmente existiu e foi a primeira versão do personagem criada por Stan Lee e Jack Kirby em 1962.
Embora tenha dado lugar ao famoso Hulk Verde por um erro de impressão nas primeiras edições, nos quadrinhos, ele representa uma das personas múltiplas de Bruce Banner, destacando-se pela sua inteligência e astúcia.
Confira:
‘ LINDO! Pôster da batalha entre o Homem-Aranha & Hulk em HD para ‘SPIDER-MAN: BRAND NEW DAY’ (2026)
— Spider-Man Brasil ️ (@SpiderManBRA) May 31, 2026
O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em ‘Sem Volta Para Casa’.
Quatro anos após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa, Peter Parker agora é um adulto que vive completamente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida — e das memórias — de todos que ama. Em uma Nova York que já não reconhece seu nome, ele se dedica integralmente ao combate ao crime, assumindo o papel de Homem-Aranha em tempo integral.
No entanto, à medida que as responsabilidades aumentam, a pressão constante desencadeia uma inesperada e perigosa evolução física, colocando sua própria existência em risco. Ao mesmo tempo, uma série de crimes com um padrão misterioso começa a emergir, dando origem a uma das ameaças mais poderosas e desafiadoras que ele já enfrentou.
Um dos transtornos de personalidade mais conhecidos é o Borderline. Ansiedade, muita instabilidade no humor, comportamento impulsivo, ataques de fúria, são alguns dos sintomas das pessoas diagnosticadas com esse transtorno. No mundo do cinema, alguns filmes tem personagens que ganham uma análise ampla dentro desse cenário. Abaixo, uma lista com alguns desses trabalhos:
Geração Prozac
Lançado 23 anos atrás e protagonizado pela ótima atriz Christina Ricci, Geração Prozac nos mostra a história de uma jovem aceita em uma das principais faculdades do mundo que precisa lidar com obstáculos ligados às suas emoções e a depressão. O elenco é fabuloso, tem nomes como: Jessica Lange, Michelle Williams, Jason Biggs, Anne Heche, Jonathan Rhys Meyers.
Eu Sinto Muito
Dirigido por Cristiano Vieira, o longa-metragem brasileiro Eu Sinto Muito conta a história de um documentarista chamado Julio (Rocco Pitanga) que está no seu presente dedicado ao seu novo projeto que gira em torno de entrevistas com pessoas diagnosticadas com Transtorno de Personalidade Borderline. Assim, vamos conhecendo recortes da vida de algumas dessas pessoas.
Garota, Interrompida
Filme que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Angelina Jolieconta a história de uma jovem diagnosticada com borderline e para o tratamento é enviada para um hospital psiquiátrico. Baseado no livro homônimo de Susanna Kaysen.
Na trama, conhecemos o casal Claire (Annabella Sciorra) e Michael (Matt McCoy), ela uma dona de casa, ele um engenheiro genético. A dupla percorre seus dias felizes e com a recente chegada do novo filho resolvem ir procurar uma babá para ajudá-los, assim encontram Peyton (Rebecca De Mornay). Só que a nova babá não é quem diz ser e aos poucos emplaca um plano de vingança. O título do filme veio inspirado em uma frase escrita pelo poeta William Ross Wallace que relaciona a maternidade com as mudanças no mundo.
Lançado em 2022 e logo se tornando um sucesso trazendo para a tela três interpretações memoráveis (Julianne Moore, Nicole Kidman e Meryl Streep), As Horas nos conta um dia na história de três mulheres em linhas temporais diferentes que de alguma forma possuem um elo através da obra Mrs. Dalloway, da escritora britânica Virginia Woolf.
Welcome to Me
Na trama, conhecemos a peculiar Alice Klieg (Kristen Wiig), uma mulher de meia idade com um transtorno de personalidade evidente, que por acaso acaba ganhando na loteria norte-americana e decide apostar todas suas fichas investindo em um programa de televisão que fala sobre sua vida, suas memórias e situações que já vivenciou. A partir dessa opção, acaba se tornando obsessiva em ser famosa e acaba se distanciando ainda mais de todos os que a cercavam.
A história gira em torno de Colin Clark (interpretado por Eddie Redmayne) e somos guiados pela narrativa dele. Simpático personagem, aspirante à diretor, que vem de uma família de pessoas bem sucedidas em outras áreas. Após lutar para entrar na indústria cinematográfica, consegue sua grande chance na carreira ao participar da produção do novo filme de Lawrence Oliver que tem, nada mais nada menos, Marilyn Monroe (a grande musa da época) como protagonista. Com o passar dos dias, nas gravações, se aproxima da atriz e começa a desenvolver uma paixão gigante pela loira dos olhos azuis, que aos 30 anos passa por uma fase conturbada em sua vida pessoal.
Na trama, conhecemos Alex (Isabelle Fuhrman), uma caloura de uma faculdade que se junta à equipe de remo da instituição. Sem ter muitos amigos e sozinha com o seu pensar em muitos momentos acaba entrando em desequilíbrio quando o exaustivo treinamento domina a vida dela que em busca de uma perfeição nos movimentos se vê em uma estrada em linha reta rumo ao desespero não sobrando espaço para mais nada.
Gia – Fama e Destruição
Protagonizado por Angelina Jolie e lançado no final da década de 90, o drama Gia – Fama e Destruição conta um recorte na vida da modelo norte-americana Gia Carangi, uma jovem que embarca para Nova York, conquista seu lugar no disputado universo da moda e logo enfrenta um enorme declínio na vida profissional e pessoal.
Dirigido pelo cineasta britânico Adrian Lyne, em Atração Fatal acompanhamos a história de um advogado casado que acaba traindo sua esposa com uma mulher. Quando resolve terminar de vez esse caso, a mulher não aceita ser rejeitada e passa a infernizar sua vida e a de sua família. O projeto é baseado no curta-metragem Diversion de James Dearden.
Vivemos uma era áurea para o audiovisual. Produções voltadas ao entretenimento são mais populares do que nunca. Parte dessa receita de sucesso vem da conversa harmoniosa que o cinema possui hoje com a TV. Antes, mídias distintas e rivais, as duas se unem com a chegada da internet, misturando tudo num caldeirão de possibilidades infinitas. A prova disso é a via de mão dupla de ideias, artistas e produções que transitam da TV para o cinema e vice versa. Seriados como Game of Thronesmostraram que a TV atual não tem nada de pequena, e pode ser inclusive muito maior do que grande parte dos filmes para o cinema.
As mídias se homenageiam, e se no passado tínhamos adaptações de famosos seriados para as telonas (segmento que continua operacional e lucrativo), agora a telinha retribui o carinho adaptando no seu formato obras cinematográficas, vide Westworld e Stranger Things (grande homenagem aos filmes dos anos 1980). Pensando nisso, baseado numa matéria de nossos colegas do Digital Spy, formulamos uma nova lista. Pegando essa ideia e mostrando que nem sempre essa junção funciona bem, reunimos algumas séries de TV baseadas em filmes cultuados, cuja vida foi tão curta que nem chegaram a ser produzidas. Muitas delas você provavelmente nem ouviu falar. Então, não anote no caderninho e tente achar essas preciosidades online (as que existirem) por sua própria conta e risco.
Um Dia a Casa Cai (The Money Pit, 1986)
Clássico da Sessão da Tarde da minha geração, este filme tem produção de ninguém menos que Steven Spielberg e sua Amblin Entertainment (produtora do diretor). Curiosamente, ninguém mais fala na comédia hoje em dia. É bem verdade que o filme não é um dos mais memoráveis nas carreiras do diretor e dos protagonistas Tom Hanks e Shelley Long (então recém-saída do sucesso televisivo Cheers – 1982 a 1993). A trama fala sobre um casal recém-casado e as desventuras que passam para reformar sua grande casa nova. Tentando dar novos ares para a ideia, a rede NBC começou a desenvolver a série baseada no longa, com roteiro escrito por Justin Spitzer (The Office) e produção da Amblin TV, do mesmo Spielberg. Um piloto estava pronto para começar a ser rodado em 2014, mas devido a problemas com o elenco, precisou ser freado. Três anos depois e a série continua estagnada.
Cult por excelência, este suspense com doses sobrenaturais dividiu público e críticos na época de seu lançamento, justamente por não se decidir entre um caminho plausível ou um terror com elementos fantásticos. Seja como for, hoje a produção é venerada como obra cult por novas gerações. Ei, temos muita coisa boa para tirar daqui. Primeiro, Al Pacino tomado na maldade e na surtação máxima. Segundo, um dos primeiros papéis de destaque da musa Charlize Theron, que já demonstrava talento. Terceiro, uma Connie Nielsen igualmente inspirada, deliciosamente sedutora e maléfica. Em 2014, a mesma NBC ordenou um piloto da série que seria baseada no filme dirigido por Taylor Hackford (Ray), e escrita por Matt Venne, roteirista de continuações de terror dispensáveis, vide Luzes do Além(2007), Espelhos do Medo 2 (2010) e A Hora do Espanto 2 (2013). As filmagens, no entanto, nem chegaram a ocorrer. Talvez tenham olhado para o roteiro. Seria o caso de contratar alguém mais talentoso.
Peraí, você diz. A série Fargo existe e é uma das grandes vencedoras de prêmios voltados para a TV (vide Globo de Ouro e Emmy) desde seu lançamento. Calma, jovem. Antes do seriado de antologia, produzido pelos próprios irmãos Coen, e lançado em 2014 (este ano está aparecendo muito por aqui, não?), um programa de TV baseado no filme indicado ao Oscar foi produzido. Ou quase. Logo no ano seguinte, em 1997, um piloto foi gravado e trazia os mesmos personagens do longa. Edie Falco (antes da estreia de Família Soprano) viveu a xerife Marge Gunderson, papel pelo qual Frances McDormand levou seu Oscar de melhor atriz, e Bruce Bohne reprisava seu papel do policial Lou. Os irmãos Coen, porém, não tiveram nada com a produção. Curiosamente, o episódio piloto teve direção da atriz vencedora do Oscar, Kathy Bates (Louca Obsessão). Assista abaixo o episódio:
Há anos menções sobre uma nova roupagem para o clássico do terror de Clive Barker enchem os corações dos fãs de empolgação. Mas o dia de reviver uma das obras mais interessantes do gênero parece nunca chegar. Em 2012, a produtora Sonar Television anunciou seus planos de levar a obra de Barker para as telinhas, com a promessa inclusive de que atores dos filmes originais iriam voltar. Hellraiseré uma franquia cujos três primeiros filmes são os únicos que verdadeiramente prestam, mesmo assim decaindo de qualidade a cada episódio da trilogia.
Depois disso, inúmeras sequências foram produzidas direto para o mercado de vídeo. Stewart Till, o presidente da Sonar Television chegou a dar declarações sobre a excelência da suposta série, alegando que o abismo entre uma grande série e uma apenas ok estava cada vez maior – obviamente, sua aspiração era pela primeira categoria. Até hoje o piloto nunca chegou a ser rodado, e Clive Barker, sabiamente, se manteve bem longe de tudo em relação a série. Barker planeja uma versão cinematográfica que esquecerá todas as continuações e seguirá de onde seu filme de 1987 parou.
Muita gente não sabe, mas o filme Um Tira da Pesadainicialmente foi pensado como um veículo de ação para o astro Sylvester Stallone. Uma vez que Sly desistiu do projeto, optando logo depois por Cobra (1986), um dos maiores prazeres culposos da VIDA, a produção recebeu tintas de comédia e sátira, caindo no colo de Eddie Murphy e se tornando o primeiro, e um dos maiores sucessos da carreira do humorista. Duas continuações depois (a segunda, bem execrada), e Axel Foley parecia aposentado de vez. Mas hei que 20 anos depois o policial engraçadinho, nas formas de Murphy, ressurge para o piloto de uma série. E esse foi o grande problema, segundo o próprio.
A série de Beverly Hills Cop, título original do filme, seria centrada no filho de Foley, Aaron, interpretado por Brandon T. Jackson (Trovão Tropical), e Murphy fez apenas uma aparição no episódio piloto. Quando os produtores assistiram ao primeiro episódio, ficaram mais do que empolgados com a aparição do veterano comediante, desejando o ator como personagem recorrente da série. Murphy cordialmente recusou, devido a sua agenda (sério mesmo? O que ele têm feito ultimamente?). Dessa forma, Um Tira da Pesada, a série, ficou só no primeiro episódio – surpreendentemente dirigido por Barry Sonnenfeld (da trilogia Homens de Preto).
Produção jovem adorada pela geração anos 1990, o que muitos não sabem provavelmente é que Segunda Intenções foi livremente inspirado no clássico da literatura Ligações Perigosas, produzido incansavelmente por diversas mídias, como filmes e teatro – sendo uma das mais conhecidas, um filme homônimo de 1988, com Michelle Pfeiffer. Apesar do status de culto, Segundas Intenções não foi, por assim dizer, um grande sucesso de público ou crítica. O longa gerou duas continuações, de 2000 e 2004, sendo a primeira dirigida pelo mesmo Roger Kumble do original e protagonizada por Amy Adams, atriz 5 vezes indicada ao Oscar.
Ano passado, uma série que iria funcionar como continuação do longa de 1999 (e não como um reboot da história) quase vingou. Um episódio piloto chegou a ser rodado, escrito e dirigido pelo próprio Kumble e com Sarah Michelle Gellar reprisando o papel da beijoqueira Kathryn Merteuil do filme, dezoito anos depois, agora com quase 40. Reese Wtiherspoon, por outro lado, se manteve distante do projeto, e sua personagem foi interpretada por Kate Levering, a Kim Kaswell da série Drop Dead Diva (2009 – 2014). A trama centraria nas manipulações da personagem de Gellar, em especial em relação ao sobrinho Bash, enquanto tentava ganhar controle da empresa da família, a Valmont International. A atriz chegou a publicar uma foto como a personagem em uma banheira, nas redes sociais – que você pode conferir abaixo. Uma pena. Mas queremos ver este piloto!
BÔNUS:
Geração X (1996)
Muito antes desta onda de produções do subgênero dos super-heróis que assola o mundo, seja na TV ou no cinema, tais ideias amargavam completo ostracismo na década de 1990. Um dos casos mais notórios ocorreu com Geração X, piloto que pretendia levar os mutantes (secundários) da Marvel para as telinhas semanalmente. Antes de X-Men (2000) dar o pontapé em um subgênero que não tem hora para acabar, personagens do time B do mesmo universo visavam um lugar ao sol.
O episódio inicial de 1h30min de duração chegou a ser lançado no Brasil e no mundo como um filme feito para a TV. Eu tive a oportunidade (e o desprazer) de assistir a esta pérola na época e compreender um pouco o motivo pelo qual os investidores pularam fora. Na trama, Emma Frost (Finola Hughes) e Banshee (Jeremy Ratchford) faziam às vezes do Professor Xavier no comando da escola e dos jovens mutantes. Entre os alunos, Jubileu (Heather McComb) era uma das protagonistas. Nada de Wolverine, Mística ou Magneto. Uma curiosidade é que a mesma locação usada para a mansão dos mutantes, depois foi reaproveitada nos longas para o cinema. E dizem que nada de bom se aproveitou de Geração X…
Mulher Maravilha (2011)
Mulher Maravilha foi um dos maiores sucessos desta primeira metade do ano e a salvação da DC no cinema. No entanto, antes do fenômeno mundial, a personagem amargava um fracasso nas telinhas. Seguindo os passos da série protagonizada pela estonteante Linda Carter (que durou de 1975 a 1979), a heroína ensaiou retorno em 2011, nas formas da azarada Adrianne Palicki (G.I. Joe – Retaliação). Usando calças, ao invés do short ou saia, o traje da heroína era pior do que um cospobre. Além disso, trazia uma versão mais descolada de Diana Prince, inserida no mundo moderno como empresária, dona de uma grande corporação. Algo parecido com o que foi conquistado em Supergirl, com Kara inserida num mercado de trabalho crível. As imagens de Palicki uniformizada estão espalhadas pela rede. Já o episódio piloto, talvez você precise de sorte para encontrar.
A era mais frutífera para monstros no cinema foi a década de 1950 – o boom da ficção científica. Tudo bem que desde a década de 1930, verdadeiras estrelas no quesito, vide Drácula, Frankenstein e o Lobisomem faziam esse gênero de filme B arrastar multidões aos cinemas para sua cota de sustos e medo. Mas inúmeros outros fatores trazidos pela época, vide a Guerra Fria e o pavor da era atômica, acrescentavam ao renegado tipo de produção, dando-lhe a força de inúmeras obras massificadas com o mote dos “estranhos invasores”, vindos do espaço, do fundo do mar ou de outras dimensões.
Assim, o subgênero foi passando pelas décadas e evoluindo, até chegar na atualidade, nesta época do mais e maior. O cinema fantástico de monstros gigantes chegava finalmente ao mainstream com Jurassic Park (1993) – e que popularidade, não existindo algo muito maior do que o filme. Inúmeras produções seguiram na esteira, e os monstros – agora confeccionados através de efeitos de computador, o que permite um realismo e credibilidade maiores – se tornaram sensação e alguns dos maiores astros da Hollywood atual.
Só este ano, tivemos Círculo de Fogo: A Revolta e Um Lugar Silencioso (ambos ainda em cartaz nos cinemas) – utilizando o tema para desenvolver obras bem diferentes – Aniquilação (lançamento da Netflix) e em breve poderemos conferir o novo exemplar de Jurassic World. Ou seja, o que não falta são monstros de todas as formas e tamanhos para os aficionados. Rampage: Destruição Total é o mais recente lançamento, que aporta neste fim de semana nas salas de cinema do país. Além de ser um filme de monstros gigantes, Rampage recai em dois outros quesitos cinematográficos: é baseado num vídeo game icônico (datando da década de 1980) e também é o novo veículo de ação, recheado de adrenalina, de Dwayne ‘The Rock’ Johnson – futuro candidato à presidência dos EUA (é sério!).
Na trama, tanto do game quanto do filme, três criaturas animalescas e monstruosas causam caos e pânico ao exalarem sua fúria (o rampage do título original) numa cidade norte-americana. Prédios são destruídos, pessoas são devoradas e o estado de sítio se instala sem que as autoridades possam fazer muito. Enquanto na versão de bytes os gigantes eram homens em mutação devido a um produto químico em suas comidas (o que explica o formato mais humanoide), no longa as contrapartes de George (o gorila albino), Ralph (o lobo) e Lizzie (o crocodilo) – os dois primeiros chegando a ser mencionados pelos nomes originais também no filme – são animais selvagens transformados em verdadeiros colossos através de um mutagênio criado por uma maligna empresa (e o que mais?).
A cena de abertura é um dos momentos mais interessantes do longa, se passa no espaço e conta com a participação especial de Marley Shelton (Sin City: A Cidade do Pecado). Neste trecho sentimos tintas de terror e muita tensão (talvez mais até do que todo Cloverfield Paradox), com a personagem tentando sobreviver à sua própria criatura – igualmente retirada do game, como um easter egg.
Na Terra, somos apresentados a mais um personagem ultra carismático de Dwayne Johnson, desta vez vivendo um especialista em primatas, que prefere a companhia dos animais à dos seres humanos (sentiram a ironia do foreshadowing vindo aí?). O ex-militar Davis Okoye (Johnson) tem um grande afeto pelo gorila albino George, o qual ajudou a resgatar de caçadores ainda na infância. A interação entre os dois chega ao ponto de emocionar – mesmo sabendo que a criatura é basicamente toda digital – o que apenas enaltece o trabalho de criação dos envolvidos. Através de linguagem de sinais – um fato sabido – os primatas demonstram suas emoções (muitas inclusive bastante similares às humanas) e se comunicam.
The Rock adotou um gorila de verdade através de uma instituição pegando carona na promoção do filme – e tal mensagem ecológica consegue ser encontrada em Rampage se você cavucar lá no fundo. No grosso, no entanto, este continua sendo um filme de monstros gigantes destruindo e brigando. No quesito o filme entrega, apesar de algumas cenas muito escuras no desfecho da grande batalha. Por outro lado, longe dos monstros o que vemos são apenas personagens genéricos numa trama rasa, que não exige muito de gente como a indicada ao Oscar Naomie Harris (Moonlight: Sob a Luz do Luar) e Jeffrey Dean Morgan, oscilando entre o embaraço de protagonizar o filme e a mínima tentativa de parecer estarem se divertindo.
Por outro lado, a bela Malin Akerman abraça sua canastrice em potência máxima, parecendo fazer parte do elenco de Paixão Obsessiva (2017), na hora de viver a indefectível vilã mais fria que um cubo de gelo Claire Wyden, a dona da empresa da bio arma, é claro. É daquela vilã caricata que torcemos para um morte horrível, e o filme não desaponta. Rampage é para os filmes de monstros gigantes, o que Terremoto: A Falha de San Andreas (2015) foi para os filmes catástrofe (não por menos o diretor de ambos é o mesmo Brad Peyton), ou seja, uma versão pasteurizada e quase artificial destes produtos, que já em sua época nasciam banalizados pela crítica especializada. E por mais que as coisas mudem, elas continuam as mesmas…
O universo compartilhado da DC Studios na Warner chega ao fim oficialmente este ano com o lançamento de ‘Aquaman 2’ em dezembro. Embora o primeiro ‘Aquaman’ tenha feito mais de US$1 bilhão em bilheterias pelo mundo, a maioria dos analistas prevê que o novo filme não chegará perto disso. Em partes graças a uma máxima que vem sendo muito proferida: “os fãs abandonaram tais filmes”. Isso explica o fracasso de seus últimos quatro blockbusters consecutivos – ‘Adão Negro’, ‘Shazam! Fúria dos Deuses’, ‘The Flash’ e ‘Besouro Azul’.
Primeiro, é preciso destruir para depois reconstruir. Isso significa que esta iteração de alguns dos maiores personagens da cultura pop, orquestrada pelo cineasta Zack Snyder, precisou ter um fim (alguns diriam uma morte horrível) para que uma luz no fim do túnel pudesse surgir. E essa luz se chama James Gunn. O “pai” dos ‘Guardiões da Galáxia’ foi captado pelo estúdio rival para organizar sua casa, com poder de decisão único – em parceria com o produtor Peter Safran. Gunn inclusive já anunciou a primeira fase desta nova DC, a começar em 2025 com ‘Superman Legacy’, um filme que, assim como ‘O Homem de Aço’ há 10 anos, tem objetivo de servir como alicerce para todo um universo.
James Gunn já anunciou inclusive os protagonistas para seu novo filme de Superman, com David Corenswet (da série ‘Hollywood’ e do terror ‘Pearl’) no papel principal, e Rachel Brosnahan, da série sensação ‘Maravilhosa Sra. Maisel’, como Lois Lane. Voltando 10 anos no passado para ‘O Homem de Aço’, Zack Snyder causava alvoroço ao anunciar Henry Cavill como Superman e Amy Adams (então indicada para nada menos que quatro Oscar – hoje a atriz tem mais duas indicações no currículo) como Lois Lane. A atriz foi uma excelente adição ao elenco, mas outras estavam na disputa pelo papel. Confira agora quais atrizes quase ficaram com a personagem da intrépida jornalista em ‘O Homem de Aço’.
Hoje, duas vezes indicada ao Oscar, quando ‘O Homem de Aço’ estreou nos cinemas, a australianaMargot Robbie ainda era uma ilustre desconhecida. Mesmo assim, ela chegou a fazer teste para o papel e ficou entre as finalistas. Muito provavelmente, a loiríssima atriz precisaria pintar suas madeixas de preto ou ao menos usar uma peruca. Mas não demoraria muito para o nome de Robbie ser escrito nas estrelas, pois no fim do mesmo ano ela lançaria ‘O Lobo de Wall Street’ e o resto é história. Ah sim, três anos depois a atriz descolaria o papel de uma certa Arlequina em ‘Esquadrão Suicida’ e nunca mais seria esquecida.
Apenas quatro anos separam Saoirse Ronan e Margot Robbie, mesmo assim, a jovem atriz irlandesa é uma destas que parecem sempre possuir uma aparência bastante juvenil. Levando em conta que há dez anos, Ronan tinha apenas 19 anos, talvez sua escolha fosse controversa e desse o que falar. Mesmo assim é reportado que a jovem estrela que possui quatro indicações ao Oscar esteve entre as finalistas para ser Lois Lane. Para termos uma ideia, no mesmo ano Ronan ainda fazia papeis adolescentes, vide ‘A Hospedeira’.
Recentemente, a atriz Mila Kunis e seu marido Ashton Kutcher se viram em maus lençóis ao tentarem defender o amigo Danny Masterson (do seriado ‘That 70’s Show’) – um estuprador condenado a 30 anos de prisão. Ainda não se tem ideia do tamanho do dano que isso poderá causar à carreira da atriz. Mas voltando 10 anos no passado, a ucraniana Kunis esteve entre os nomes mencionados para o papel de Lois Lane. A atriz é outra que parece manter sempre uma aparência de adolescente, mesmo já tendo completado 40 anos.
Por falar em Mila Kunis, a loirinha Kristen Bell já trabalhou com ela três vezes. A primeira foi em ‘Ressaca de Amor’ (2008), seguido pelos dois filmes de comédia ‘Perfeita é a Mãe’ e ‘Perfeita é a Mãe 2’. Bell também possui aparência juvenil, mas já tem 43 anos. Ela também esteve entre as finalistas para viver Lois Lane em ‘O Homem de Aço’, embora seja mais associada a filmes e séries de comédia. Não podemos esquecer que Bell foi a investigadora mirim ‘Veronica Mars’, na TV e no cinema. Seus outros trabalhos marcantes foram como a voz de Anna nas duas animações ‘Frozen’, da Disney, e na série ‘The Good Place’, da Universal Television.
A bela Jessica Biel, mais conhecida como a Sra. Justin Timberlake, certamente possui o porte físico para interpretar a maior heroína da DC, a Mulher-Maravilha. No entanto, a atriz americana de 41 anos fez teste e foi uma das finalistas consideradas para o papel da repórter Lois Lane. Biel já se aventurou no gênero dos super-heróis em 2004, antes do MCU e do DCEU – com ‘Blade: Trinity’. Na mesma época de ‘O Homem de Aço’ estrelou o remake de ‘O Vingador do Futuro’ e como Vera Miles na biografia ‘Hitchcock’.
Olivia Wilde nunca foi considerada uma grande atriz, apesar de ter participado de filmes chamativos, vide ‘Tron – O Legado’ e ‘Cowboys & Aliens’. O ponto de virada para Wilde foi se descobrir como uma diretora talentosa, estreando com o elogiado ‘Fora de Série’ (2019). Porém, talvez por ter deixado o sucesso subir à cabeça, Wilde se mostrou uma diretora problemática nos bastidores de ‘Não se Preocupe, Querida’ (2022) para a Warner, o que pode ter colocado um fim às negociações com a Sony para dirigir um filme no universo do ‘Homem-Aranha’. Wilde fez teste para ser a Lois Lane de ‘O Homem de Aço’, mas quase dez anos depois finalmente viveria a personagem, ou ao menos sua voz na animação ‘DC Liga dos Superpets’.
A talentosa e ainda subestimada Mary Elizabeth Winstead já fez de tudo um pouco. Fez terror com ‘Premonição 3’ e ‘Natal Negro’, foi a filha de Bruce Willis em ‘Duro de Matar 4’, foi dirigida por Tarantino em ‘À Prova de Morte’ e foi objeto de desejo na adaptação dos quadrinhos cômicos ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’. Mas uma coisa que ela não foi é Lois Lane no cinema, apesar de ter feito teste e ser cogitada para ‘O Homem de Aço’. Ao invés disso, sete anos depois, descolou o papel da Caçadora em ‘Aves de Rapina’, ao lado de Margot Robbie. Seu último trabalho foi como Hera Syndulla, a personagem de pele verde de ‘Ahsoka’ (2023).
O Hulu renovou oficialmente a série ‘Castle Rock‘ para a 2ª temporada. A previsão que é o próximo ano estreie em 2019.
Recentemente, o cocriador Sam Shaw revelou que cada temporada narrará uma trama diferente.
“Nosso plano é sempre abordar cada temporada como se fosse um livro original de Stephen King. Ele é o seu próprio gênero, e há sete ou oito subgêneros bem definidos. Nós sempre amamos as histórias que lidam com crime e punição, e prisões, e Stephen King conseguiu desenvolver tudo isso com monstros do mundo real – e o que fazemos com eles, onde os colocamos, como os tratamos, e se isso nos faz monstros. Essa temporada teve muita inspiração em ‘Um Sonho de Liberdade’ e ‘À Espera de um Milagre’, e histórias que lidam com prisões. Mas há vários outras histórias com monstros e histórias cósmicas sobre o bem e o mal.”
Ele continua, “Nós esperamos ter a oportunidade de retornar para futuras temporadas e contar uma ótima história de monstros ambientada em 1974, ou algum outro tipo de história sob a influência de uma trama de King.”
A primeira temporada tem 10 episódios, e trar vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.
Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.
A Netflix divulgou um novo vídeo divertido com os atores Tom Ellis, Lauren Germane Inbar Lavifalando sobre a quarta temporada de ‘Lucifer‘. Além de agradecer aos fãs, eles prometeram que a próxima temporada será bem mais picante.
Confira:
Criada por Tom Kapinos, a série foi cancelada pela FOX depois de três temporadas, mas foi resgatada pela Netflix depois da forte reação dos fãs.
A trama gira em torno de Lucifer Morningstar, que está entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.
A série de vampiros ‘Apocalipse V‘ (V-Wars), estrelada por Ian Somerhalder(‘The Vampire Diaries‘), já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.
Dr. Luther Swann entra em um mundo de horror incalculável quando uma misteriosa doença transforma seu melhor amigo, Michael Fayne, em um predador assassino que se alimenta de outros seres humanos. À medida que a doença se espalha e mais pessoas são transformadas, a sociedade se fragmenta em campos opostos que colocam pessoas normais contra o crescente número desses “vampiros”. Swann corre contra o tempo para entender o que está acontecendo, enquanto Fayne se torna o poderoso líder oculto dos vampiros.
O terror de ficção científica ‘Intersect‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa foi escrito e dirigido por Gus Holwerda.
A trama segue um grupo de jovens cientistas que inventa uma máquina do tempo, mas eles acabam descobrindo que estavam sendo manipulados por forças desconhecidas de outra dimensão.
James Morrison,Jason Spisake Richard Dawkins estrelam a produção.
O terror será lançado direto em VOD no dia 15 de setembro.
Jason Miller mergulha de cabeça em seu mais novo roteiro na tentativa de evitar lidar com uma experiência traumática. Com seu estado mental no limite, ele conhece Lisa, sua vizinha do corredor, e um relacionamento começa a se formar. À medida que ele fica mais intrigado com Lisa e Jason continua a se esforçar para terminar seu roteiro, coisas estranhas e misteriosas começam a acontecer, fazendo com que ele questione tudo. Com sua mente se desfazendo e sua vida saindo do controle, Jason luta para se agarrar à única coisa que ele mais deseja, a esperança.
De acordo com o TVLine, o revival ‘Dexter: New Blood‘ se tornou a série mais assistida da história do canal Showtime.
Incluindo o seu último episódio – que foi ao ar no último dia 9 –, os 10 episódios do revival registraram uma média semanal de mais de 8 milhões de espectadores através de todas as plataformas, batendo recordes históricos do canal.
Ao vivo, o último episódio da série foi assistido por 3 milhões de espectadores, o que representa a melhor audiência para uma finale do canal em mais de 8 anos – desde o controverso desfecho da série original ‘Dexter‘, que foi assistido por 3.3 milhões de espectadores, em 2013.
Infelizmente,Matthew Gray Gublere Daniel Henney não assinaram contrato e aparentemente não irão reprisar seus papéis como Spencer e Matt, respectivamente.
Confira as imagens oficiais:
Em ‘Criminal Minds: Evolution‘, a equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.
A produção retornará com 10 episódios inéditos, e servirá como continuação da série original. O revival está sendo tratado como uma “série limitada”, com possibilidades da produção futuramente ganhar novas temporadas.
De acordo com o ComicBook, a série ‘Duna: A Irmandade‘, spin-off de ‘Duna‘, não será afetada pela greve dos atores, e as filmagens seguirão conforme foram programadas.
Além disso, também foi reportado que outras duas séries da HBO também não serão afetadas pelo ato: ‘Industry‘ e ‘A Casa do Dragão‘.
A greve foi determinada pelo Sindicato de Atores e Federação Americana de Televisão e Rádio (SAG-AFTRA), mas ela não engloba atores do Reino Unido.
Esse grupo de artistas são representados por uma organização separada, a Equity. E, segundo as leis britânicas, estes membros não podem se juntar em solidariedade à greve do SAG-AFTRA.
O elenco de ‘Duna: A Irmandade‘ é formado quase exclusivamente por atores que seguem os parâmetros da Equity – o que viabilidade a continuidade das gravações.
Heuston será Constantine, descrito como o filho ilegítimo do Imperador (Mark Strong); Davis, por sua vez, será Harrow Harkonnen, um “político em ascensão de uma família outrora grandiosa, que tem um forte desejo de levar sua Casa à glória do passado”.
A dupla se junta aos previamente confirmadosMark Strong (‘Shazam!’), Jade Anouka (‘Fronteiras do Universo’) e Chris Mason (‘Broadchurch’).
Strong será o Imperador Javicco Corrino, “um homem de uma grande linhagem de imperadores de guerra que é chamado para governar o Imperium e lidar com uma paz frágil”; Anouka será a Irmã Theodosia, uma “talentosa e ambiciosa acólita na Irmandade que esconde um segredo perigoso sobre seu passado”; por fim, Mason será Keiran Atreides, “um espadachim cuja ambição em honrar o nome da família é colocada em xeque quando ele forma uma aliança inesperada com um membro da família real”.
Emily Watson,Indira Varma (‘Game of Thrones’), Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.
A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.
Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.
Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!
Com 41 críticas publicadas até o momento, ‘Infestação‘ (Vermin), novo terror de aranhas assassinas, alcançou impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca a direção sólida, a tensão inquietante e o uso inteligente de efeitos práticos e visuais – o filme está sendo descrito como ‘Aracnofobia‘ da nova geração.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Um clássico instantâneo extremamente divertido – este é um filme de animal assassino muito engenhoso, energético e bem-humorado.” (Variety)
“A mistura de aranhas reais e as criadas com CGI resulta em uma história de terror que vai tirar o seu fôlego, arrepiar os pelos de sua nuca e fazer você se contorcer na cadeira.” (Movies and Munchies)
“Não há ideias novas neste assustador terror francês, mas este primeiro longa dirigido por Sébastien Vanicek se desenvolve com tanta vitalidade e propósito que suas deficiências são facilmente perdoáveis.” (The New York Times)
“Esta produção francesa oferece sustos de arrepiar e uma apresentação digna que eleva seu material típico de filme B.” (Deep Focus Review)
“Aracnofóbicos, cuidado: ‘Infestação’ é o melhor filme de terror centrado em aranhas desde ‘Aracnofobia’.” (Paste Magazine)
“O diretor Sébastien Vanicek faz excelente uso de seu espaço e mostra instintos sólidos para os efeitos das criaturas – ele sabe quando ser prático, quando mostrar pouco e quando mostrar muito.” (MaddWolf)
“Sébastien Vanicek consegue deixar as aranhas assustadoras o suficiente para que até mesmo as pessoas que não sentem medo desses animais começarem a tremer. ‘Infestação’ é a ‘Aracnofobia’ dessa geração, e seus comentários políticos contundentes ajudam a elevar sua narrativa.” (THN)
O terror será lançado nos cinemas nacionais em 11 de julho, pela Paris Filmes.
Na trama, o jovem Kaleb (Théo Christine), fascinado por animais exóticos, encontra uma aranha venenosa em um bazar e a leva para seu apartamento. Quando a aranha escapa e se reproduz, o prédio é transformado em uma terrível armadilha de teias. Para evitar o contágio, a polícia isola o prédio com os moradores dentro e todos terão de ir atrás da própria sobrevivência.
Sébastien Vaniček, que comandará o próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, é responsável pela direção.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de fevereiro de 2026.
Na trama…
“Dois colegas ficam presos em uma ilha deserta (O’Brien e McAdams), sendo os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles devem superar seus problemas do força e inteligência para saírem vivos.”
Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.
Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.
Os fãs da divertida comédia familiar ‘Arrested Development’ podem ficar animados, pois a quinta temporada já está saindo do papel.
A confirmação do início das filmagens veio através do ator Tony Hale, que em sua conta do Twitter, publicou uma foto nos bastidores da produção, ao lado da veteranaJessica Walter.
Cancelada pela Fox em 2006 após três temporadas, a comédia foi revivida pelo canal de streaming em 2013, ganhando 15 novos episódios.
A atração gira em torno da família Bluth, liderada pelo patriarca George Bluth, preso por forjar a contabilidade das empresas Bluth. Seu filho, Michael, acaba tendo que cuidar de sua ex-rica família, composta também pela mãe Lucille, por seus irmãos Buster e Gob, pela irmã Lindsay e o marido Tobias, e pelo filho de Michael, George, que nutre uma estranha paixão pela prima Maeby.
Edward Norton foi o primeiro ator a dar vida ao ‘Incrível Hulk‘ nos cinemas e no último fim de semana, o astro participou do programa cômico ‘Roast of Buce Willis‘, que reuniu uma série de amigos e colegas de elenco do veterano, que tiraram um momento para ridicularizá-lo com piadas e ácidas críticas.
Na ocasião, Norton – que trabalhou com Willis em ‘Moonrise Kingdom‘ – aproveitou a oportunidade e fez duras críticas à Marvel e ao filme ‘Incrível Hulk’.
Ele pontuou que seu comportamento era difícil porque estava irritado e queria um roteiro melhor para a produção.
A Disney+ continua investido em seus conteúdos originais e o clássico desenho animado ‘Tico e Teco‘ vai ganhar uma nova versão, que será lançada especialmente na plataforma de streaming.
Segundo o Deadline, o reboot será conduzido pelo time de animação da Disney localizado em Londres, em parceria com a Xilam Animation, a mesma companhia responsável por ‘Paprika‘ e ‘Mr. Magoo‘.
A Disney+ lançará 39 episódios, com cerca de sete minutos de duração, que vão trazer os caricatos personagens em sua essência original, sem falas.
As novas aventuras levarão ‘Tico e Teco‘ para a cidade grande e o projeto será conduzido por Marc du Pontavice e por Jean Cayrol.
Uma arte conceitual inédita da aclamada série ‘Watchmen‘ foi divulgada, revelando um visual alternativo planejado para a personagem Sister Night, vivida pela vencedora do Oscar Regina King.
O material foi divulgado durante um rápido vídeo feito pela revista Variety, que traz a atriz e parte da equipe de design de figurino comentando sobre o processo criativo da produção.
No vídeo, King ainda revela que a versão alternativa do figurino foi uma das primeiras desenhadas e que ela recebera a arte acompanhada de uma carta e do roteiro. Na ocasião, ela se recorda da sensação de se ver desenhada com o poderoso figurino da heroína, algo que lhe trouxe arrepios.
Confira sua fala, acompanhada do vídeo:
“Damon e Sharon já estavam conversando antes mesmo de eu receber o roteiro. Então, quando recebi o script, havia uma carta dentro dele. Estava em uma determinada página e a carta dizia: ‘Não abra isso! Não olhe! Prometa Regina, não olhe até chegar a esta página. Então, estou lendo e estou impressionada. Chego na página da carta e mal posso esperar. Quando abro o envelope, há um design das primeiras conversas que Sharon e Damon estavam tendo sobre o visual da Sister Night com o meu rosto nele”, revelou King. “Acabei de sentir arrepios, voltando àquele momento.”
Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Mooree Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a partida do Dr. Manhattan para Marte.
Uma antiga entrevista do astro Tom Holland durante um evento ressurgiu no TikTok e está viralizando na rede social.
No vídeo em questão, Holland compartilha o seu sonho de se tornar o próximo intérprete do herói Homem-Aranha. Na ocasião, ele estava com apenas 13 anos de idade e havia conquistado o seu primeiro grande papel no drama de catástrofe ‘O Impossível‘.
Ao longo do bate papo com o jornalista, ele foi questionado a respeito de qual papel em especial ele gostaria de fazer, ao que ele respondeu:
“Há tantos papéis feitos todos os anos. É impossível dizer o que você quer fazer, mas algo que tenha um pouco de ação e comédia ou talvez algo menos sério que ‘O Impossível’. Talvez um pouco mais engraçado?”
Em sequência, o entrevistador sugeriu a ele a possibilidade de fazer um super-herói nas telonas e foi quando o astro demonstrou o seu interesse em viver o Amigo da Vizinhança.
“Que tipo de super-herói eu gostaria de interpretar? Talvez o Homem-Aranha, daqui a 10 anos!”
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
A comédia ‘Talk-Show: Reinventando a Comédia‘, indicada ao Globo de Ouro, já está disponível na Netflix. A produção, estrelada por Emma Thompson e Mindy Kailing, teve sua première mundial no Festival de Sundance 2019.
A trama conta a história de uma lendária apresentadora de talk show (Thompson), que acaba mudando os rumos de seu programa ao contratar sua primeira e única roteirista mulher (Kaling), apenas para solucionar uma preocupação de falta de representatividade. No entanto, sua decisão vai ter consequências e resultados inesperados, à medida que duas mulheres de raças, culturas e gerações distintas são unidas pelo amor aos trocadilhos e sacadinhas humorísticas.
Confira o trailer:
Além de produzir e estrelar, Mindy Kaling assina o roteiro de ‘Talk-Show: Reinventando a Comédia‘, que ainda conta com John Lithgow eReid Scott (‘Veep‘) no elenco.
Surpresa agradável da semana! A Variety confirmou que a Amazon Studios está trabalhando com a Warner Bros.Television para desenvolver uma série de TV de ‘O Senhor dos Anéis’.
O CEO da Amazon, Jeff Bezos, disse estar participando pessoalmente das negociações, que ainda estão em estágios iniciais. Nenhum acordo foi definido ainda com a Warner, que retem os direitos das obras de Tolkien.
A obra de J.R.R. Tolkien foi adaptada para os cinemas como trilogia de 2001 à 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre eles o Oscar de melhor diretor para Peter Jackson e Melhor filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um prequel com ‘O Hobbit’, também deu origem a três filmes, lançados a partir de 2012.
Fiquem ligados no CinePOP para novas informações sobre a série.
A Netflix Brasil está produzindo um documentário sobre a vida da cantora Anitta.
Segundo informações da UOL, o projeto ainda está no começo, mas contará com total participação da cantora, mostrando sua vida antes da fama e carreira internacional. Novas informações devem sair em breve.
Atualmente, Anitta estrela ‘Anitta Entrou no Grupo’, seu novo programa no canal Multishow, que contará com quatro episódios.
O diretor Andy Muschietti publicou em seu Instagram uma imagem dos bastidores de ‘IT: A Coisa – Capítulo 2’, que mostra a atriz Jessica Chastain com a cabeça toda coberta de sangue, indicando que Beverly Marsh deve ter cenas fortes no filme. Confira:
Uma publicação compartilhada por Andy Muschietti (@andy_muschietti) em
Estão circulando na internet as primeiras imagens do astro Bill Skarsgård retornando como o palhaço Pennywise no set de ‘IT: A Coisa – Capítulo 2’. Confira:
Andrés Muschietti atualmente dirige ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘, que chegará aos cinemas dia 5 de setembro de 2019.
“Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘ traz os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise.
Reprisando seus papéis como os membros originais do Clube dos Otários estão os astros do primeiro filme: Jaeden Lieberher como Bill, Wyatt Oleff como Stanley, Sophia Lillis como Beverly, Finn Wolfhard como Richie, Jeremy Ray Taylor como Ben, Chosen Jacobs como Mike e Jack Dylan Grazer como Eddie.”
A manhã deste sábado começou agitada para os fãs de super-heróis. Isso porque a artista conceitual Mushk Rizvi publicou acidentalmente artes conceituais que ela fez para a Marvel, incluindo o filme Quarteto Fantástico: Primeiros Passos e os próximos dois filmes dosVingadores.
A princípio, as artes pareciam ser referentes a Vingadores: Doomsday, mas uma arte em especial corrobora com rumores que dão a entender que possa ser já um vislumbre de Vingadores: Guerras Secretas. Prossiga por sua conta e risco.
O primeiro destaque é o novo visual de Robert Downey Jr., que será o Doutor Destino. Além de cientista genial e dominador das artes místicas, ele também é regente do país fictício da Latvéria. E outra arte já trouxe alguns detalhes de como deve ser retratada essa nação do leste europeu.
Essa arte traz as pessoas com trajes vitorianos, mostrando que sua Latvéria de outra realidade pode estar mesmo parada no tempo. Mais do que isso, já se especula que essa arte seja referente a Guerras Secretas porque traz o Doutor Estranho(Benedict Cumberbatch) e Sue Storm (Vanessa Kirby) atuando ao lado do vilão, além do pequeno Franklin Richards.
Esse núcleo em específico remete aos quadrinhos. Mais do que isso, em janeiro, o ator Benedict Cumberbatch afirmou que ele só contracenaria com Robert Downey Jr. em Guerras Secretas.
Outra imagem curiosa traz o Hulk (Mark Ruffalo) e a Mulher-Hulk (Tatiana Maslany) também em trajes medievais andando em uma terra alternativa composta por várias “pessoas Hulk”. Será essa a Latvéria? Ou seria a introdução da Ilha Monstro e talvez da Nova Mulher-Hulk?
Recentemente, os quadrinhos trouxeram o Universo 6160, no qual o Criador (versão maligna do Senhor Fantástico) invadiu uma realidade muito próxima do universo regular da Marvel e remodelou a sociedade a seu bel prazer. Nesta realidade, os EUA realizaram testes nucleares nas Ilhas Marshall, alterando geneticamente toda a população, que passou a sofrer com os diferentes efeitos da radiação, criando também a Nova Mulher-Hulk, Lejori Zakaria. Isso aqui provavelmente é só uma viagem, mas a trama de ter uma ilha de “pessoas gama” não é exatamente uma novidade na Marvel.
Na outra arte, ele aparece junto aos jovens em uma mesa de bar, dando a entender que ele será um tipo de mentor para eles. O que acaba fazendo muito sentido, já que ele tem a experiência em liderar equipes e também tem uma mentalidade mais infantil, então deve saber lidar bem com a molecada. Os membros do time são Kate Bishop(Hailee Steinfeld), Estatura (Kathryn Newton), Célere e Wiccano(Joe Locke), e a Ms. Marvel (Iman Vellani). Ao fundo, é possível ver o Doop, um dos professores da escola da Jean Grey e membro da X-Force.
Por fim, houve rumores nos últimos meses de que a Marvel faria um recast para o T’Challa, trazendo o ator Damson Idris para seu lugar. O estúdio negou prontamente os rumores, já que vem tratando o personagem eternizado pelo falecido Chadwick Boseman com muito respeito.
No entanto, essa arte conceitual traz um Pantera Negra com o rosto muito próximo ao de Damson. Isso meio que colabora com o rumor de que houve, sim, essa sondagem, podendo até mesmo trazer a escalação do ator para os próximos filmes. Porém, o nome do arquivo da arte conceitual traz T’Chanda. Ele é o avô de T’Challa. Provavelmente de outra linha do tempo.
Vingadores: Doomsday eVingadores: Guerras Secretas estão programados para estrear nos cinemas em 1º de maio de 2026 e 7 de maio de 2027, respectivamente.
Tom Hardy ficou mais conhecido pelo público nerd na última década por ter estrelado a franquia ‘Venom’, do universo da Marvel, onde interpretava um sujeito que perambulava pelas ruas falando com uma criatura alienígena que havia se hospedado em seu próprio corpo. Mesmo tendo anteriormente em sua carreira estrelado filmes de diversos gêneros – alguns até indicados ao Oscar, como ‘Dunkirk’ e ‘O Regresso’ – seu protagonismo tem tido maior abertura quando estrela papéis do sujeito que, a contragosto e sem recursos, combate o crime urbano, tal qual vimos na franquia ‘Venom’. Seguindo nessa mesma linha, chegou recentemente na Netflix (após grande demora) o filme de ação ‘Caos e Destruição’ (Havog).
Walker (Tom Hardy) é policial do departamento de homicídios, e, às vésperas do Natal, tenta comprar algum presente para sua filha de seis anos que mora com sua ex-esposa. No meio da noite em que patrulha junto com a novata Ellie (Jessie Mei Li), uma grande perseguição acontece e um de seus parceiros da polícia acaba sendo atingido por uma máquina de lavar jogada pelo caminhão. Enquanto investiga o que ocorreu, descobre que Charlie (Justin Cornwell), filho do deputado e candidato Lawrence Beaumont (Forest Whitaker) está envolvido num crime junto com Mia (Quelin Sepulveda) que atiçou a máfia chinesa, que, para revidar, foi atrás de Charlie e Mia. Numa tentativa de por fim encerrar sua lista de favores prestador ao deputado Beaumont, Walker precisa encontrar Charlie o quanto antes, mas o desafio será maior do que o previsto quando novos inimigos surgem no percurso.
Se por um lado ‘Caos e Destruição’ entrega uma história bem genérica, por outro parece que essa mesma história tem elementos demais e subtramas para todos os lados que não comportam em uma hora e quarenta e sete de duração. Escrito e dirigido por Gareth Evans, o filme começa com esse pseudo-drama familiar do protagonista – de ele não ser bem aceito pela ex-mulher, de não conseguir comprar um presente decente para a filha e de ser Natal, por exemplo – mas efetivamente nenhum desses elementos influem em qualquer situação ocorrida do enredo, estão no filme só fazendo pano de fundo.
Gareth Evans tem em seu currículo diversas produções do gênero de ação envolvendo atores e elementos asiáticos, e neste ‘Caos e Destruição’ dá para sentir a familiaridade do diretor em captar em imagens as belas coreografias entregues por uma infinidade de atores-lutadores de artes marciais em três sequências incríveis. O diretor usa e abusa do uso de chicote na câmera para acompanhar o ritmo dos chutes, dos socos, dos pulos, ao mesmo tempo em que abre a lente para dar profundidade ao tiroteio sem fim que vira sempre uma grande confusão e todo mundo parece morrer o tempo todo.
E aí podemos resumir ‘Caos e Destruição’ como um filme de ação de história beeem genérica, com um elenco diverso e caro, numa investigação de pouca credibilidade e três sequências de ação ininterruptas que fazem o espectador lembrar de porque selecionou a este filme para assistir. Tom Hardy entrega os mesmos trejeitos que vimos em ‘Venom’, só que sem a parte do humor e em locações muito parecidas com o ambiente dessa franquia da Marvel. A ver pelo sucesso que tem feito na Netflix, não seria nenhum espanto se viesse uma continuação em breve.
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