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Crítica | Além do Homem – viagem psicodélica pelos clichês

Existem obras cinematográficas nas quais nos sentimos em uma espécie de viagem psicodélica, astral, como se nos entranhássemos na mente do protagonista e partíssemos com ele por um passeio além. Contudo, ao mesmo tempo em que isto pode ser algo positivo para a produção, pode também ser uma verdadeira armadilha.

O filme dirigido por Willy Biondani (Sertão: Veredas) conta a história de um escritor brasileiro chamado Alberto Luppo (Sergio Guizé) que vive em Paris há muitos anos. Entretanto, com a morte de um famoso antropólogo francês chamado Marcel Lefavre (Pierre Richard), supostamente devorado por canibais no interior do Brasil, ele se vê obrigado a retornar à terra natal para investigar o mistério e transformar tal história em um livro.

Além do Homem possui um roteiro rico em clichês. A narrativa se propõe numa mistura de ditados que toda avó diz, adaptados para o cotidiano, e diálogos sem construção de sentido. Por diversos momentos, o espectador se vê perdido mediante as mudanças de cenários, de situações e até mesmo do humor do protagonista, que pode variar de 8 a 80 em curto tempo. A dinâmica da história não funciona e só a deixa mais confusa em momentos diferentes.

A direção cinematográfica de Biondani funcionaria melhor em um longa-metragem com qualidade de escrita. Em cenários cheios de natureza e beleza a história se constrói. O diretor tira proveito disso e até proporciona qualidade neste sentido, sendo possível afirmar que é o que o filme tem de melhor. Entretanto, a arte prejudica ao trabalhar com paletas de cores distintas que confundem a criação de identidade do espectador para com a obra. É como se não soubessem ao certo escolher entre algo quente ou frio, e até mesmo se fundem em diferentes momentos, o que só aumenta a estranheza de quem assiste.

Os atores fazem o melhor com o roteiro que possuem: Sergio Guizé, inclusive, que dá vida ao protagonista, como dito anteriormente, faz um trabalho muito bom. Enquanto Débora Nascimento, que vive Bethânia, o interesse amoroso do jovem brasileiro, parece mal aproveitada em cena, como se estivesse ali apenas para seduzir e nada além. Tião (Fabrício Boliveira), assim como os demais do elenco, são personagens absurdamente caricatos. É como se estivesse abrindo um livro folclórico, misturado com os estereótipos de “brasileiros”, já vistos em diversos filmes, livros e até séries diferentes.

O espectador, portanto, embarca numa viagem já vivida em algum lugar anteriormente, com o elemento novo da confusão, de não saber em que época, em que momento, em que cena ou local realmente tudo aquilo se passa. O teor sexual do longa-metragem é exaustivo, trazendo à tona o velho papo de que tudo que se refere à cultura brasileira está intrínseco ao sexo e mulheres voluptuosas. Como dito anteriormente, clichê em cima de clichê.

Além do Homem é um filme que não traz nada de novo, nem mesmo a psicodélica aventura ambígua em que o público embarca para o nada.

Octavia Spencer bancará sessões de ‘Pantera Negra’ para crianças carentes

A atriz de A Forma da ÁguaOctavia Spencer, escreveu em seu Instagram que bancará sessões de Pantera Negra para crianças negras carentes do no Mississipi:

“Eu estarei no Mississipi quando este filme estrear. Acho que vou comprar um cinema lá para as comunidades carentes para me certificar que nossas crianças negras possam se ver como super-heróis. Informarei quando souber quando e onde em Mississipi. Fiquem ligados”

Enquanto isso, ‘Pantera Negra’ está cada vez mais próximo e com a liberação do embargo para comentários nas redes sociais, as primeiras reações da produção começaram a emergir. Com o CinePOP não seria diferente, já assistimos ao novo filme da Marvel e o editor-chefe, Renato Marafon, fez um vídeo com as primeiras impressões do filme. Confira:

A crítica completa vai ao ar no dia 06 de fevereiro, às 15h!

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

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‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

Ansioso para ‘Homem-Formiga e a Vespa’? Confira a entrevista EXCLUSIVA com Michelle Pfeiffer

A aguardada nova superprodução do Marvel Studios,Homem-Formiga e a Vespa, chega esta semana aos cinemas e como sabemos que os leitores do CinePOP estão ansiosos para ver a sequência, conseguimos uma entrevista EXCLUSIVA com a atriz Michelle Pfeiffer, a Vespa Original, contando todos os segredos do filme.

Saindo do mundo da DC, como você conheceu a Marvel?

Pfeiffer: Acho que foi com o primeiro ‘Homem-Aranha’ e depois com ‘Homem de Ferro’, esses dois eu amava. Descobri a Marvel através dos meus filhos, e quando vi ‘Homem-Formiga’, realmente amei a história, mesmo não estando familiarizada com os quadrinhos dele. No começo, quando entrei, estava um pouquinho cética, confesso, mas fiquei agradavelmente surpresa, sou uma fã de Paul Rudd, e o filme foi realmente inteligente e muito engraçado, diferente de muitos filmes de super-heróis que já tinha visto.

Nos conte mais sobre sua personagem em ‘Homem-Formiga e a Vespa

Pfeiffer: No começo, não estava familiarizada com Janet van Dyne, mas adorava o fato de que ela é uma personagem tão essencial nos quadrinhos da Marvel e que era um dos membros fundadores dos Vingadores, ou seja, uma heroína de muita importância.

Além disso, estou adorando interpretar uma super-heroína nessa fase da vida que estou. É incrível a mensagem que ela envia para as mulheres de todas as idades. Somos fortes, ferozes, independentes e estamos quebrando tudo por aí. Quero poder mandar essa mensagem para todo o Universo.

Sabemos que você é fã dele, então, o que Paul Rudd agrega ao Homem-Formiga?

Pfeiffer: Olha, acho que quebraram o molde depois que fizeram Paul Rudd. Ele é único. Ele tem um senso de humor muito seco, doce e perverso por trás dessa cara de menino.

Como o diretor Peyton Reed te guiou sobre sua personagem?

Pfeiffer: Tivemos muitas conversas no início. Reed me disse que Janet era uma guerreira e que ela é uma cientista muito importante e brilhante. Ela não estava apenas definhando no Reino Quântico, mas sim trabalhando e descobrindo coisas interessantes enquanto fica presa por lá. Definitivamente, ela é muito mais feroz do que o conceito original, foi emocionante.

Sobre a vilã Fantasma/Ava, como ela é vista como uma ameaça?

Pfeiffer: Ela é muito perigosa. Hank e Hope estão lutando contra o tempo para encontrar Janet no Reino Quântico, e Ava também quer encontrar Janet, mas por uma razão muito diferente. Parte da esperança e da jornada de Hank é impedir que ela chegue a Janet primeiro. Seus poderes podem causar grandes tragédias. E causam! Acho que o público vai ficar horrorizado e aterrorizado por ela, mas também entender o seu desespero. E é realmente esse desespero que a leva às ações que ela toma.

Como foi trabalhar com o talentoso Michael Douglas?

Pfeiffer: Michael é muito charmoso e espirituoso. Ele tem um senso de humor perfeito e transpira inteligência. Consegue trazer a arrogância de Hank Pym, mas também mostra seu lado simpático e amoroso. É uma linha muito difícil de andar como um ator. E neste filme, vocês verão mais vulnerabilidade que antes.

Evangeline Lilly é uma grande fã sua, como foi trabalhar com ela?

Pfeiffer: Que fofa! Ela é muito inteligente, divertida e tem um lado profudamente emocional. Evangeline tem uma tremenda quantidade de energia e entusiasmo dentro de si. E todas essas coisas são importantes para o filme e para fazer a Vespa ser inesquecível. Ela é muito comprometida.

Para finalizar, o que mais te surpreendeu no set de filmagem?

Pfeiffer: O laboratório foi algo realmente espetacular. É muito futurista e realista. Os fãs vão adorar.

Ficou ansioso? Homem-Formiga e a Vespachega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 05.

Crítica | Homem-Formiga e a Vespa – Divertida comédia ‘Sessão da Tarde’ cheia de ação

Evangeline Lilly conta todos os segredos de ‘Homem-Formiga e a Vespa’ em entrevista EXCLUSIVA!

‘Chucky’ | Conheça as histórias que inspiraram o ‘Boneco Assassino’

Astro da mais nova série do Star+, Chucky, o Boneco Assassino, é um dos grandes ícones do terror Hollywoodiano. Criado em 1988 por Don Mancini, ele estreou no mesmo ano no filme Brinquedo Assassino. Na trama, o menino Andy (Alex Vincent) é filho de uma viúva que compra um boneco da linha Good Guys para o pequeno. O que ela não sabe é que o tal brinquedo estava possuído pelo espírito de um assassino em série que transferiu sua alma para o corpo de plástico em um ritual vodu. Assim, o Chucky (Brad Dourif) desperta sedento por sangue e vingança.

A morte de Charles Lee Ray acontece em uma loja de brinquedos, em Chicago, onde o assassino é traído por seu comparsa, Eddie Caputo (Neil Giuntoli), que foge desesperado sem ele, e acaba sendo baleado pelo Detetive Mike Norris (Chris Sarandon). Ao perceber que estava morrendo em decorrência dos tiros, possesso de raiva, Charles, na ausência de outras pessoas por perto, puxa um dos bonecos da linha Good Guys e começa o experimental ritual vodu de transferência de almas para que ele possa viver no corpinho de plástico do brinquedo, podendo assim continuar seu legado de mortes e concluir sua vingança contra o capanga traidor e o policial que o vitimou.

O criador do personagem, Don Mancini, revelou que a história do boneco foi baseada em um caso real que aconteceu na Flórida. Além disso, o próprio Charles Lee Ray foi inspirado em três assassinos famosos da história americana.

A inspiração do nome do serial killer é a seguinte: “Charles” é uma referência a Charles Manson, o famoso assassino e líder de seita que aterrorizou os Estados Unidos na década de 1960. Seus seguidores cometeram furtos, assaltos e assassinatos que deveriam iniciar um guerra no país. A morte mais famosa foi a da atriz Sharon Tate.

O serial killer Charles Manson foi a inspiração principal para o nome da “alma por trás do boneco”.

O nome do meio, “Lee”, vem de Lee Harvey Oswald, um fuzileiro naval americano que se refugiou na União Soviética e retornou para os EUA nos anos 60, quando, segundo as investigações, planejou e executou o disparo que assassinou o presidente John F. Kennedy, rendendo um dos momentos históricos mais retratados nos filmes de Hollywood.

Apesar de ter negado o envolvimento no assassinato, Lee Harvey Oswald foi considerado culpado pelos investigadores.

E o “Ray” vem de James Earl Ray, o homem que atirou em Martin Luther King Jr., resultando na morte do pastor, ativista político, vencedor do Nobel da Paz e líder do movimento racial sem violência nos EUA. O assassino conseguiu evitar a cadeira elétrica, mas foi condenado a 99 anos de prisão, tendo morrido em 1998.

Apesar de ter confessado o crime, Ray passou anos na prisão alegando inocência.

Já a história do boneco em si é ainda mais macabra por ter sido inspirada em Robert, The Doll, um boneco de pano que tinha o tamanho de uma criança, feito pela Steiff Company, e vestia com as roupas de seu dono, o excêntrico artista plástico Robert Eugene Otto, que ganhou o boneco como presente de aniversário em 1904. Diz a história que ‘Gene’ e Robert eram inseparáveis, com o menino carregando o brinquedo para todo canto. Entretanto, os pais ouviam o menino conversando com a figura com duas vozes diferentes. Eles acreditavam ser o próprio Eugene atuando. Porém, o menino passou a ter pesadelos e sempre culpava o boneco quando alguns de seus pertences eram encontrados jogados pelo chão da casa.

Quando cresceu, Otto casou e herdou a antiga Artist House, na Flórida. Como tinha medo do boneco, a esposa pediu que o marido o guardasse em um cômodo separado. Então, começaram a surgir as histórias de crianças que viam o boneco andando sozinho pela casa e fazendo caras estranhas para elas pela janela. Em 1974, Otto faleceu. Dois anos depois foi a vez de sua esposa, fazendo com que a casa fosse comprada por Myrtle Reuter, que viveu lá por 20 anos. Nesse tempo, a mulher trancou o boneco no sótão, mas relatou ouvir passos e risos estranhos pela casa. Ela também afirmou que teria visto o brinquedo fazer cara de raiva quando falou mal do falecido Otto.

Em 1994, após afirmar que o boneco teria perseguido sua filha e torturado a própria Myrtle, a mulher o doou para o museu East Martello, alegando que o boneco era mal-assombrado e deveria ser guardado de uma forma que não conseguisse escapar. O museu não comprou muito a história, mas guardou a doação em um porão até conseguir expô-lo em uma caixa de vidro. Então, os visitantes da instituição passaram a visitá-lo com frequência. Anualmente, o museu recebe centenas de cartas com pedidos de desculpas ao boneco de turistas que afirmam terem sofrido acidentes de carro e assombrações nos pesadelos após tirarem sarro ou desrespeitarem o boneco. Além disso, o próprio museu passou a sugerir que os interessados devem se apresentar e pedir respeitosamente ao próprio brinquedo a permissão para tirar fotos.

Com o passar dos anos, as histórias acerca de Robert cresceram e ganharam várias versões. Algumas diziam que ele teria sido amaldiçoado com um tipo de vodu das Bahamas e que teria sido dado de presente a Otto por um menino que teria sido destratado por ele, enquanto outras dizem que além das aparições e risadas sinistras, Robert teria causado acidentes e infortúnios para quem cruzou seu caminho. Fato é que sua história rende frutos até hoje e agora o público pode ver seu “filho” mais notório, o Chucky, tocando o terror na série do Star+.

Os novos episódios de Chucky estreiam toda quarta-feira no Star+.

Crítica | De Volta à Itália – Liam Neeson estrela filme visualmente bonito, mas vazio…

Liam Neeson tem uma carreira bem curiosa. Tendo atingido o estrelado em 1993, ao interpretar um empresário nazista que via nos judeus uma mão de obra gratuita para a sua empresa no premiado ‘A Lista de Schindler’, passou quase que os vinte e poucos anos seguintes a este longa estrelando basicamente filmes de ação, nos quais interpreta quase que invariavelmente um pai e/ou marido que tem sua família arrancada do seu convívio e, por isso, precisa buscar fazer justiça com as próprias mãos. Aí eis que, do nada, ele volta aos cinemas com um longa lançado em 2020 – uma comédia romântica dramática intitulada ‘De Volta à Itália’, que chegou às salas brasileiras essa semana.

Jack (Micheál Richardson) é curador de galeria de arte e está se separando da esposa, Ruth (Yolanda Kettle), que é dona do espaço. Durante a inauguração de uma exposição Ruth se aproxima e diz que sua família irá vender a galeria, e que Jack tem um mês para desocupar o espaço. Desesperado ao ver que todo o trabalho de sua vida será arrancado de suas mãos, o rapaz decide tentar resolver a questão voltando ao seu passado, entrando em contato com o pai – o artista Robert (Liam Neeson), com quem não fala há tempos – para que juntos eles vendam a casa que herdaram da falecida mãe de Jack, onde ele passara sua infância, e, assim, com o dinheiro, ele consiga comprar a galeria de sua ex-esposa.

Escrito e dirigido por James D’Arcy (o padre Francis de ‘O Exorcista: O Início’) e uma hora e meia de duração, ‘De Volta à Itália’ propõe ser uma comédia romântica dramática, mas é, na real, um drama com toques mais leves. Ao centrar a história no filho ambicioso e afastado do pai, a história acaba girando em torno das questões pessoais deste protagonista que é, em si, desinteressante e com questões com as quais o espectador pouco se conecta. Toda a questão mal resolvida da morte da mãe, por exemplo, não é trabalhada, apenas mencionada, para então, de repente, virar o centro das resoluções.

O fato de o longa se localizar na Toscana, na Itália, e trazer uma estética romântica ao seu primeiro arco propõe trazer a sensação ao espectador de que será um filme deste gênero; porém, as sequentes subtramas que não se desenvolvem, a infantilidade do protagonista em querer fazer as coisas sem contar a ninguém seus motivos e a atuação de Liam Neeson – visivelmente desconfortável em cena, mesmo interpretando um bon vivant bebum – deixa não só a coisa toda perdida, mas o próprio espectador desconfortável com o que vê.

As belas paisagens da Toscana em ‘De Volta à Itália’ deslumbram, mas não são o suficiente para prender nosso interesse pelo filme. Com um elenco sem química e uma trama sem costura, o filme surpreende por trazer Liam Neeson em um gênero do qual frequentemente se mantém afastado. Entretanto, é um filme com um profunda raiz italiana, retratando com gosto toda a sua gastronomia, sua alegria e modo de viver, que faz a gente ter vontade de largar tudo e ir viver em uma cidadezinha no interior da Itália, tal como os personagens.

‘Doutor Destino’: Roteirista de ‘Fargo’ diz que Marvel não aprovou o derivado

O roteiro de Doutor Destino‘ estava em desenvolvimento, mas com a fusão da Disney com a Fox, não há mais como saber se o projeto será levado adiante.

Em entrevista para o The Hollywood Reporter durante o South By Southwest, Noah Hawley revelou que se encontrou com Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, para discutir sobre o projeto, mas acabou não conseguindo conquistar o interesse do produtor-chefe do estúdio.

Logo, é improvável que o filme seja realizado. Por conta disso, ele revelou sobre o que seria o filme envolvendo o Doutor Destino colocando um domo ao redor da Latvéria, para isolá-la do mundo. O vilão então contrataria uma jornalista para ser sua voz para o restante do mundo, concentrando-se nesta personagem.

Vale lembrar que a 20th Century Fox agendou a data de estreia de seis filmes misteriosos sobre super-heróis, e aumentaram os rumores de que o estúdio estaria trabalhando em um filme derivado de ‘Quarteto Fantástico‘. Mas novamente, não se sabe se ainda vão acontecer.

Segundo o Bleeding Cool, o estúdio também planeja um filme focado nos filhos de Reed Richards e Sue Storm, os jovens Franklin e Valeria.

‘Arrow’: [SPOILER!] também irá retornar para 8ª e última temporada

Durante uma recente aparição na Fan Expo Boston, o astro Stephen Amell confirmou que John Barrowman irá voltar para a oitava e última temporada da série Arrow.

Barrowman fez sua estreia na produção como Malcolm Merlyn, no quarto episódio do primeiro ano. Ele também apareceu em outros shows do Arrowverse, incluindo The FlashLegends of Tomorrow. Malcolm foi morto na quinta temporada, então não se sabe de que forma ele voltará para as telinhas.

Além disso, Amell confirmou durante outra entrevista que Katana (Rila Fukushima) terá uma importante presença no segundo episódio do próximo ciclo. Esta será a primeira vez que a atriz retorna à série após sua breve aparição na 5ª temporada. Antes, sua personagem teve um papel regular na 3ª temporada.

Lembrando que a oitava temporada deve servir como um prelúdio para ‘Crise nas Infinitas Terras‘, então o público deve esperar que rostos conhecidos possam aparecer mais uma vez, garantindo que a série seja exibida em grande estilo.

Assista ao trailer:

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

Arrowestreia no dia 15 de outubro e terá apenas 10 episódios.

‘Gangs of London’: Nova série de Gareth Evans ganha trailer oficial; Confira!

Gangs of London, nova série de Gareth Evans (Operação Invasão), ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

Evans dirige cinco dos dez episódios da produção.

Quando o chefe de uma organização criminosa é assassinado, o poder súbito que se esvai com sua morte cria ameaças que fragilizam a paz entre a intrincada rede de gangues que opera nas ruas de londres. Agora, o volátil e impulsivo Sean Wallace tenta restaurar o controle e encontrar os responsáveis por matar seu pai.

Colm MeaneyJoe Cole, Sope DirisuLucian MsamatiMichelle FarleyMark Lewis Jones e Valene Kane fazem parte do elenco.

‘X-Men’: Lady Gaga vira a Fênix Branca em INCRÍVEL arte de fã; Confira!

Os X-Men irão ganhar um reboot agora que fazem parte do Universo Cinemático Marvel – e um dos rumores que vem rondando o reinício da franquia é que a lendária popstar Lady Gaga pode participar de algum dos filmes.

Depois de ser alvo de boatos de que interpretaria Emma Frost nos longas-metragens, Gaga agora tornou-se foco de uma outra personagem: a Fênix Branca.

Em seu Twitter oficial, o artista Carlos Gzz reimaginou a cantora e compositora como a personagem – e o resultado ficou incrível.

Confira:

A personagem foi criada pela primeira vez quando Jean Grey e a Força Fênix se fundiram em um único ser – permitindo que essa Força finalmente tivesse um avatar terráqueo ou uma encarnação física.

Em seu Twitter oficial, o insider Brandon Davis, conhecido por acertar diversos rumores sobre o Universo Cinemático Marvel, fez uma críptica postagem falando sobre a artista, dizendo que Lady Gaga está incrível em Nasce Uma Estrela. É tudo o que tenho para dizer por enquanto”.

Confira:

post veio poucos meses depois de diversos rumores sobre a escalação da cantora e compositora em algum futuro filme da franquia X-Men, mais precisamente sobre negociações para viver Cristal.

Para aqueles que não a conhecem, a heroína foi introduzida em Uncanny X-Men #130, durante ‘A Saga da Fênix Negra’. Sendo caracterizada como a Rainha da Discoteca e se transformando em regular nos quadrinhos, Cristal é uma talentosa atriz, dançarina, patinadora e cantora; mais do que isso, tem a habilidade de transformar som em luzes fortíssimas que podem deixar o inimigo em estado catatônico, além de conseguir gerar rajadas psiônicas e voar.

Gaga ganhou fama na indústria cinematográfica após estrelar o remake de Nasce Uma Estrela, filme pelo qual foi indicada ao Oscar em duas categorias – levando a estatueta de Melhor Canção Original. Ela recentemente lançou Chromatica, seu sexto álbum de estúdio, que se tornou a maior estreia feminina de 2020.

‘Por Dentro da Pixar’: Série do Disney+ sobre os bastidores das animações ganha trailer LEGENDADO

Os bastidores das grandiosas e aclamadas animações da Pixar ganharão vida diante dos olhos da audiência, na nova série documental da plataforma Disney+, intitulada ‘Por Dentro da Pixar.

Agora, a produção ganhou seu primeiro trailer LEGENDADO e estará disponível no dia 25 de dezembro no catálogo nacional.

Confira:

Vale lembrar que a próxima animação da Disney/Pixar, intitulada ‘Soul’, também estreia no Natal na plataforma de streaming.

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Nós’, ‘Lovecraft Country’ e ‘Corra!’: O Terror como Denúncia do Preconceito Racial

Quando pensamos em terror, inúmeras produções vêm imediatamente à nossa mente. Afinal, o apreço de cineastas e realizadores cinematográficos por narrativas desse tipo vem de muito tempo atrás, com ênfase em inúmeras investidas produzidas por George Mélies no nascimento da indústria audiovisual. O lendário diretor, antes mesmo do clássico Viagem à Lua, trabalhara em dois curtas-metragens de pouco mais de dois minutos e meio intitulado ‘Le Manoir du Diable’ (1896), traduzido comumente como ‘O Castelo Assombrado’ ou A Casa do Diabo. Não é surpresa que, no escopo histórico, a obra seja creditada como o primeiro do gênero em questão.

Desde então, enredos fantasmagóricos, satânicos e fantásticos – e todas as subtramas que delas conseguimos puxar -, ganharam um espaço especial entre o público, por mais que tenha passado por altos e baixos e tenha sido depreciado diversas vezes pelos especialistas internacionais. Desde as inflexões expressionistas do começo do século XX, como ‘O Gabinete do Doutor Caligari’, Nosferatu e Fausto, passando pelo apogeu slasher de A Hora do Pesadelo e Sexta-Feira 13, e chegando aos dias atuais, com a franquia Invocação do Mal e o espectro psicológico de A Bruxa e Hereditário, o terror estende-se nas mais variadas ramificações, mostrando-se como uma linha metamórfica e que sempre terá algo a mais para contar.

É claro que tais filmes também vêm acompanhados de um panorama bastante verossímil. Com a chegada dos anos 2010, uma onda de críticas político-sociais começaria a acompanhar os longas e alavancaria uma determinação bem-vinda e chocante ao mainstream: o terror como denúncia do preconceito racial.

E, nesse suis-generis que vem reunindo forças ano após ano, faz-se necessário citar um nome de extrema importância – o de Jordan Peele. Após abandonar a atuação, Peele voltou-se para detrás das câmeras com o aclamado Corra!’, uma desconstrução de todos os clichês já vistos no cinema e um apelo nada panfletário sobre o racismo enfrentado, mesmo no século XXI, pela comunidade afro-descendente. A história é centrada em Chris Washington (interpretado com exímia crueza por Daniel Kaluuya), um jovem negro que namora Rose (Allison Williams), uma garota branca que quer levá-lo para conhecer a família. A princípio, tudo ocorre bem: os pais de Rose são bem receptivos e já o tratam como membro da família. Mais as coisas começam a tomar uma dimensão assustadora e Chris percebe que está no centro de uma seita psicótica que atrai pessoas negras para realizar transplantes de consciência de membros do “clã”, para que consigam características físicas específicas e um tipo de imortalidade distorcida.

Feito a partir de um baixíssimo orçamento de US$4,5 milhões, Corra!’ foi considerado um dos melhores filmes não apenas do ano, mas da década, além de ter causado um estrondo na bilheteria ao arrecadar mais de US$250 milhões. E qual o motivo? O aguardado protagonismo negro nas telonas, fora dos estereótipos de raça e de gênero que vinham acompanhando a indústria desde… Bem, sempre.

Peele, facilmente um dos mais espetaculares e únicos realizadores da atualidade, foi sagaz o suficiente para manter a essência do terror psicológico à medida que explorava o racismo enraizado – e muitas vezes não percebido – na mentalidade branca. Não estamos falando de um supremacismo racial, mas sim de membros da classe média, como Rose e sua família, que podem, a princípio, parecer aliados da luta negra – quando, na verdade, transformam suas vidas em algo insuportável e subordinado ao que bem entendem. Mais do que isso, o filme expõe uma ideologia liberal que tropeça constantemente nas próprias brechas e que não ousa encarar os próprios erros. Até mesmo Jim Hudson (Stephen Root), que “está longe de ser racista”, como comentou Peele à Rolling Stone, “ainda tem papel sólido no sistema racista. E o modo como se manifesta é uma pessoa que acredita que o olho de um artista melhor, um artista negro, é o que o separa de ser um sucesso ou um fracasso”.

Não é surpresa, pelos fatos apresentados, que o filme tenha levado o Oscar de de Melhor Roteiro Original, tornando Peele o primeiro vencedor negro da história da premiação – isso sem comentar o fato de inúmeros membros do júri (conservadores antigos da Academia) terem escolhido não assistir à obra, o mesmo tipo de boicote que Ava Duvernay sofrera anos antes com Selma. Tudo fica ainda mais intrincado e chocante quando nos lembramos de que a produção foi indicada à categoria de Melhor Filme – Musical ou Comédia na 75ª cerimônia do Globo de Ouro, não deixando dúvidas acerca de sua importância temática e do fato de que a militância negra, muitas vezes, é rejeitada e diminuída por aqueles que estão no poder.

Vale ressaltar que, enquanto Peele entrou como instrutor principal para a nova geração de cinéfilos de que a igualdade, tanto defendida pelos liberalistas, ainda estava longe de ser algo realmente concreto, inúmeros nomes importantes do terror já haviam colocado suas próprias perspectivas no gênero. Em 1968, por exemplo, o lendário George A. Romero havia trazido às telonas um dos poucos heróis negros não estereotipados da época através de Ben (Duane Jones) em A Noite dos Mortos-Vivos – o único sobrevivente que é brutalmente assassinado por uma milícia branca nos momentos finais. Em 1992, tivemos o sofisticado exame de raça, história e amor com A Lenda de Candyman, de Bernard Rose, um horror elevado que parte tanto do princípio de que o antagonista é o espírito de um artista e filho de um escravo que foi morto no século XIX, quanto do fato de Helen (Virginia Madsen) ter receio de entrar para a comunidade predominantemente negra do Cabrini-Green, em Chicago, por ser caucasiana.

Colocando seu próprio twist nos precursores que fez questão de homenagear, Peele voltaria a fazer a mesma coisa com Nós, trazendo a xenofobia à tona e, novamente, colocando uma família negra como centro de uma angustiante narrativa sobre identidade. No ano passado, seria a vez de Misha Green mergulhar de cabeça na aclamada série Lovecraft Country, baseado no romance homônimo de Matt Ruff. O romance e a adaptação também partiram de um princípio similar, levando o enredo principal para um Estados Unidos dos anos 1950 bombardeado por leis segregacionistas, linchamento negro e as consequências da Era Jim Crow, que dava aval aos brancos a tratarem a comunidade afrodescendente como inferior e passível de abusos psicológicos e físicos. Mais do que isso, cada um dos episódios emergiu como uma releitura crítica dos escritos de H.P. Lovecraft, mestre do terror cosmológico, que era assumidamente racista e antissemita e exaltava a superioridade branca.

Em 2021, Little Marvin forneceria seu próprio resgate à década de 1950 com a antologia Them, aliando-se principalmente a Lena Waithe na supervisão do roteiro, para chocar o público com um retrato controverso e pungente dos sofrimentos que os negros sofriam quando confrontados por vizinhos brancos e por uma sociedade extremamente preconceituosa – beirando o sadismo e sendo criticada inúmeras vezes pela construção demasiadamente explícita das mensagens que procurava entregar.

O terror ainda tem muito a ser explorado e vem ganhando dimensões diversas à medida que a inclusão racial encontra espaço numa esfera outrora dominada por brancos. E, conforme as coisas vão mudando, mesmo que a passos curtos, percebemos que a inclusão de temas de preconceito a um gênero estagnado há algum tempo é, de fato, a essência mais pura e real do medo.

‘Missa da Meia-Noite’: Nova série do criador de ‘A Maldição da Mansão Bly’ ganha belíssimo pôster oficial; Confira!

Através do Twitter, o aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Mansão Bly’) divulgou o pôster oficial de sua nova série de terror, intitulada Missa da Meia-Noite(‘Midnight Mass’).

O trailer completo da produção será lançado no dia 09 de setembro.

Confira:

A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth Gish fazem parte do elenco, mas detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Missa da Meia-Noite tem estreia agendada para 24 de setembro.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

Artigo | Lançar filmes no streaming no mesmo dia que nos cinemas se provou um FRACASSO comercial

A pandemia de COVID-19 promoveu uma gigantesca mudança na dinâmica cinematográfica contemporânea e fez com que os grandes estúdios lançassem seus maiores títulos simultaneamente nas salas de cinema (que, após um tempo, começaram a reabrir) e nas plataformas de streaming (que se tornaram aliadas dos internautas quando confinados ao lockdown e às medidas de distanciamento defendidas pela Organização Mundial da Saúde e pelos especialistas da área).

Um dos principais estúdios a adotar essa medida foi a Warner BrosEm 2020, a companhia resolveu apressar o lançamento da aguardada sequência Mulher-Maravilha 1984, dirigida por Patty Jenkins e estrelada por Gal Gadot, apenas para enfrentar as consequências de uma frenética e impensada campanha de marketing que não apenas sofreu com as críticas mistas (com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas que também teve uma performance decepcionante nas bilheterias mundiais (estacionando em meros US$166,5 milhões contra US$200 milhões).

Segundo especialistas, uma das principais causas dessa perda de receita foi o lançamento simultâneo do longa-metragem nos cinemas e na plataforma de streaming da HBO Max – e o motivo estende-se para diversas problemáticas dos próprios serviços virtuais. De um lado, o medo causado pelo Coronavírus implicou em uma restrição a participar de eventos em lugares fechados e com pouca ventilação – motivo pelo qual a arrecadaçao de Mulher-Maravilha 1984’ sofreu uma brusca queda de 67% em sua segunda semana, e outros 45% na terceira; de outro, as plataformas aumentaram exponencialmente os casos de pirataria de blockbusters.

Outro título a sentir o impacto do lançamento simultâneo cinema-streaming foi Viúva Negra. De acordo com um novo artigo publicado pelo Deadline, o longa estrelado por Scarlett Johansson foi exibido ilegalmente nada menos que 20 milhões de vezes, causando prejuízo de US$600 milhões para o Disney+ e servindo como reflexo da dependência gigantesca dos grandes estúdios pelas plataformas.

BLACK WIDOW, Scarlett Johansson as Black Widow, 2021. ph: Jay Maidment /© Walt Disney Studios Motion Pictures / © Marvel Studios / Courtesy Everett Collection

Adotando uma perspectiva diferenciada para explicar a decisão do lançamento nos streamings e nas telonas ao mesmo tempo é o caso que acometeu o ambicioso sci-fi ‘TENET’, de Christopher Nolan. O longa se tornou o primeiro a reabrir os cinemas na era pandêmica, a pedidos desesperados de Nolan, que havia gastado um montante considerável de US$150 milhões para produzi-lo. O resultado não poderia ser diferente: anteriormente projetado para ultrapassar a marca de US$800 milhões, o longa falhou em cumprir com as expectativas e arrecadou pouco mais de US$360 milhões, levando inúmeros estúdios a repensar estratégias para lançamentos futuros.

À época, o analista Eric Handler, em entrevista ao New York Post, disse que os obstáculos enfrentados por ‘TENET’ impulsionaram as companhias a buscarem por outros meios de divulgarem seus títulos mais promissores – prevendo os streamings como “válvulas de escape” para fracos desempenhos em potencial nos cinemas:

“Os estúdios estão tomando decisões com base no que está acontecendo com ‘Tenet’. Acho que vai ser comum ver que mais filmes serão adiados até que os principais mercados sejam reabertos novamente. Quando isso vai acontecer? Mês que vem? No próximo semestre? Ninguém sabe até que haja uma reposta definitiva contra a pandemia. Na semana passada, a Warner Bros. adiou a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ de outubro para dezembro… E o filme deveria chegar originalmente em junho. A Universal adiaou ‘A Lenda de Candyman‘ por tempo indeterminado, e ‘Viúva Negra’ e ‘Soul‘ [marcados para novembro] podem seguir o mesmo rumo”, ele havia comentado.

A pesquisa realizada pelo Deadline traz exemplos variados de como essa controversa dinâmica, ainda que prática de certas maneiras, lançou um modelo a ser seguido de forma mandatória e inconsciente pelos lançamentos – explanando que, em uma normalidade assustadora, os longas-metragens sofreram queda média de arrecadação de bilheteria em 58% da primeira para a segunda semana. Cruella, por exemplo, teve um desempenho 49% menor e faturou US$11 milhões na 2ª semana; Viúva Negra teve queda de 68%, passando de US$80,4 na arrecadação doméstica para US$25,8 milhões (marcando o maior declínio de faturamento do Universo Cinemático Marvel desde Homem-Formiga e a Vespa, com 62%). Obras que tiveram uma diminuição significativa também foram Duna (62%), Matrix Resurrections (64%) Space Jam: Um Novo Legado (69%), ‘Os Muitos Santos de Newark’ (70%), ‘Halloween Kills – O Terror Continua’ (71%), ‘O Esquadrão Suicida’ (72%) e Mortal Kombat (73%).

Ainda que o prospecto dos meses anteriores não pareceu muito promissor, alguns títulos começaram a reavivar as bilheterias e indicar que 2022 é o ano em que os grandes estúdios devem repensar novamente as estratégias de lançamento – e apostar no gradual retorno às salas de cinema em contraposição à supracitada divulgação simultânea.

Encanto, recente animação da Casa Mouse, trilhava um caminho semelhante e chegou aos cinemas estadunidenses e canadenses em 24 de novembro de 2021, estendendo-se por trinta dias de exibição em resposta à pandemia do COVID-19 e, pouco depois, migrando para o Disney+, ocasionando uma queda brutal na arrecadação (mesmo cruzando a marca de US$206 milhões). Casa Gucci, cinebiografia criminal estrelado por Lady GagaAdam Driver, remou contra a maré e, já tendo faturado mais de US$126 milhões, se tornou o drama adulto de maior abertura desde Adoráveis Mulheres, em 2019. A própria Forbes comentou que o filme ascendeu ao patamar do “mais ‘bem-sucedido’ drama adulto de não-ação da era pandêmica”.

Mas nada poderia nos preparar para a massiva arrecadação que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa teve em pouquíssimas semanas de lançamento. O título, antecipado desde o anúncio do projeto em 2019, chegou aos cinemas no dia 17 de dezembro de 2021 e, em apenas um dia, arrecadou US$121,85 milhões apenas nos Estados Unidos e no Canadá (a segunda maior abertura de todos os tempos, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato’). Em menos de três semanas, o terceiro filme da franquia estrelada por Tom Holland ultrapassou a marca de US$1,3 bilhão, quebrando diversos recordes de bilheteria e já reclamando a 12ª posição das produções mais bem-sucedidas de todos os tempos (além de sólidos 94% de aprovação no Rotten Tomatoes).

O sucesso surpreendente é explicado pela ótima campanha de marketing construída pela Sony Pictures e pela Marvel Studios, além da crescente segurança que os espectadores passaram a ter com o avanço significativo da vacinação contra o Coronavírus. É claro que a insurgência da variante Ômicron pode representar um novo obstáculo para os grandes estúdios; mas se há algo que ‘Sem Volta Para Casa’ provou é que o cinema não está morto – e que a dependência dos streamings, tão complicada nos anos anteriores, deve ser reconfigurada como via alternativa pelas companhias.

‘Thor: Amor e Trovão’ ganha mais um cartaz VIBRANTE; Confira!

O ScreenX divulgou com exclusividade um novo cartaz belíssimo de Thor: Amor e Trovão’, reunindo o elenco protagonista.

Confira:

Segundo uma nova listagem da AMC e do Cineworld, o quarto filme da franquia estrelada por Chris Hemsworth terá, na verdade, 119 minutos (isto é, 1 horas e 59 minutos) de duração.

Dessa forma, o filme se consagra como um dos mais curtos da Marvel Studios, à frente apenas de ‘Homem-Formiga e a Vespa’ (118 minutos), ‘Homem-Formiga’ (117 minutos), ‘Doutor Estranho’ (115 minutos), Thor: O Mundo Sombrio’ (112 minutos) e ‘O Incrível Hulk’ (112 minutos).

Lembrando que o filme chega no dia 07 de julho aos cinemas nacionais.

Assista ao mais recente trailer:

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘1923’: Helen Mirren e Harrison Ford são destaque nas imagens oficiais da série derivada de ‘Yellowstone’

Vanity Fair divulgou com exclusividade as primeiras imagens oficiais de ‘1923‘, nova série derivada da aclamada ‘Yellowstone‘.

O spin-off tem estreia marcada para o dia dia 18 de dezembro na Paramount+.

Helen Mirren e Harrison Ford serão os protagonistas da produção.

Confira:

O elenco ainda contará com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Originalmente, a produção era intitulada ‘1932‘. Segundo a Paramount+, a mudança se deu por que a série irá “incorporar o final de Primeira Guerra Mundial e o começo da Lei Seca”.

A nova série irá explorar as atribulações e os obstáculos enfrentados pela família Dutton, dessa vez focando em eventos explosivos da história dos Estados Unidos, incluindo a expansão para o Oeste, a Lei Seca (também conhecida como a Proibição) e a Grande Depressão (ou seja, a Queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929).

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

Confira as datas de estreia de TODOS os spin-offs de ‘The Walking Dead’

The Walking Dead pode ter chegado ao fim há algum tempo, mas o universo da série continua mais vivo do que nunca – com diversas séries derivadas já confirmadas pela AMC.

Abaixo, você confere as datas de estreia de todos os spin-off, desde o retorno de Fear the Walking Dead com sua 8ª e última temporada até a aguardada iteração focada em Michonne (Danai Gurira) e Rick Grimes (Andrew Lincoln):

FEAR THE WALKING DEAD – 8ª TEMPORADA

Data de estreia: A 8ª temporada de Fear the Walking Dead é dividida em dois blocos de seis episódios cada. A primeira parte tem estreia marcada para o dia 14 de maio, enquanto a segunda deve ser exibida no final de 2023.

Sinopse: A oitava temporada de Fear the Walking Deadcomeça após a conclusão da 7ª, quando as esperanças de Morgan (Lennie James) e Madison (Kim Dickens) de resgatar Mo do PADRE não saíram como planejado. Agora, Morgan, Madison e os outros que eles trouxeram para a ilha estão vivendo sob o domínio cínico da organização. Com nossos personagens desmoralizados e desanimados, a tarefa de reacender a crença em um mundo melhor cabe à pessoa que Morgan e Madison decidiram resgatar em primeiro lugar: Mo.

THE WALKING DEAD: DEAD CITY – 1ª TEMPORADA

Data de estreia: A primeira temporada de ‘Dead City’, composta por seis episódios, tem estreia marcada para a sexta-feira, 18 de junho. Depois de sua première, os capítulos restantes serão exibidos todo domingo, a partir do dia 25 de junho.

Sinopse: Anos se passaram desde a última vez que vimos Maggie e Negan, eles agora devem formar uma aliança tênue para completar uma missão perigosa. Eles vão à ilha de Manhattan, que desenvolveu as ameaças únicas ao se manter isolada desde o início do apocalipse dos caminhantes. Na cidade, Maggie e Negan encontram moradores de Nova York, fogem de um delegado com passado conturbado e caçam um famoso assassino. Mas à medida que a dupla se aprofunda na cidade infestada de zumbis, torna-se evidente que os traumas de seu passado tumultuado podem ser uma ameaça tão grande quanto os perigos do presente.

THE WALKING DEAD: DARYL DIXON – 1ª TEMPORADA

Data de estreia: Também composta por seis episódios, a temporada de estreia de ‘Daryl Dixon’ estreia ainda em 2023, mas sem dia confirmado.

Sinopse: Daryl desembarca na França e luta para entender como chegou lá e por quê. A série acompanha sua jornada por uma França quebrada, mas resiliente, enquanto ele espera encontrar um caminho de volta para casa. Enquanto faz a jornada, porém, as conexões que forma ao longo do caminho complicam seu plano final.

THE WALKING DEAD: RICK & MICHONNE – 1ª TEMPORADA

Data de estreia: Originalmente programado para 2023, o spin-off The Walking Dead: Rick & Michonne’ foi adiado para 2024. A primeira temporada, composta por seis capítulos, ainda não tem data de estreia confirmada.

Sinopse: Andrew Lincoln e Danai Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?

Kelsey Grammer está de volta no trailer LEGENDADO do revival de ‘Frasier’; Confira!

A Paramount+ Brasil divulgou o trailer oficial e legendado do revival da aclamada sitcom Frasier, que traz Kelsey Grammer de volta como o personagem titular.

A produção estreia na plataforma de streaming. em 13 de outubro.

Confira:

Bebe Neuwirth também retorna como Lilith Sternin. Esta notícia vem porque já foi confirmado que o filho de Lilith e Frasier aparecerá na nova série, interpretado por Jack Cutmore-Scott.

Os novos membros do elenco da série incluem Nicholas Lyndhurst como Alan, Toks Olagundoye como Olivia, Jess Salgueiro como Eve e Anders Keith como David. Por meio de um comunicado oficial, Grammer comemorou o retorno da produção, que contou com 11 temporadas e chegou a conquistar 39 estatuetas do Emmy Awards:

“Tendo passado mais de 20 anos de minha vida criativa no lote da Paramount, produzindo séries e atuando em várias delas, e eu gostaria de parabenizar a Paramount+  por sua entrada no mundo dos streamings. Estou ansioso para compartilhar o próximo capítulo da contínua jornada do Dr. Frasier Crane.”

Um revival de Frasier tem sido alvo de conversas e negociações há anos. Em 2019, Grammer chegou a comentar em uma entrevista que o projeto estava ganhando forma, com previsão de lançamento para 2020. No entanto, o retorno da série não fora formalizado na época, com a novidade apenas se confirmando genuinamente agora.

Frasier‘ acompanha um psiquiatra que apresenta um programa de rádio e transmite sagacidade e sabedoria aos ouvintes. No entanto, ele tem muitas dificuldades de lidar com seus próprios problemas: um irmão pretensioso, seus amigos e colegas de trabalho.

No Brasil, a série foi exibida pelo canal Sony.

‘Pedido Irlandês’: Rom-com com Lindsay Lohan estreia AMANHÃ na Netflix!

‘Pedido Irlandês’, comédia romântica estrelada por ninguém menos que a icônica Lindsay Lohan, está prestes a chegar ao catálogo da Netflix.

O longa-metragem será disponibilizado na plataforma de streaming amanhã, 15 de março.

Na trama, o homem dos sonhos de Maddie (Lohan) e a melhor amiga dela estão prestes a se casar, mas tudo muda quando ela faz um desejo em uma pedra irlandesa e acorda no papel da noiva.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Maddie tem um grande amor, mas acabou de receber a notícia de que essa pessoa vai se casar com a sua melhor amiga. Ela vai ter que guardar esses sentimentos numa caixinha para ser uma das madrinhas do casamento, que vai acontecer na Irlanda.

Tudo vai bem até que, um pouco antes do grande dia, Maddie faz um desejo meio espontâneo pedindo para viver um amor verdadeiro e acorda no lugar da noiva. Agora que seus sonhos finalmente parecem ter virado realidade, ela vai descobrir que a metade da sua laranja na verdade é uma outra pessoa.

Janeen Damian dirige. O elenco ainda conta com Ed Speleers, Alexander Vlahos, Ayesha Curry, Elizabeth Tan e Jacinta Mulcahy.

‘Beast In Me’: Matthew Rhys é escalado para a nova minissérie de SUSPENSE da Netflix

Netflix revelou hoje (22) que Matthew Rhys, conhecido por seu trabalho na elogiada série ‘Perry Mason’, foi escalado para a nova minissérie The Beast In Me.

Com poucas informações reveladas, Rhys se junta à previamente confirmada Claire Danes, que será a protagonista.

Confira o anúncio:

A produção foi escrita por Gabe Rotter, enquanto Howard Gordon entra como showrunner.

Desde a trágica morte do seu filho, a aclamada autora Aggie Wiggs (Danes) afastou-se da vida pública, incapaz de escrever, como um fantasma do seu antigo eu. Mas ela encontra um tema improvável para um novo livro quando a casa ao lado é comprada por Nile Sheldon, um famoso e formidável magnata do mercado imobiliário que já foi o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa. Ao mesmo tempo horrorizada e fascinada por este homem, Aggie se vê caçando compulsivamente a verdade – perseguindo seus demônios enquanto foge dos seus próprios – em um jogo de gato e rato que pode se tornar mortal.

Vale lembrar que Gordon e Danes já trabalharam juntos no drama ‘Homeland’.

Mais informações não foram reveladas.

‘Wicked’: Assista a TODAS as cenas deletadas da primeira parte da adaptação!

A adaptação musical ‘Wicked‘ se tornou uma das produções mais aclamadas do ano – e, agora que já pode ser assistida do conforto de sua casa, ganhou um vídeo promocional inédito.

O material, divulgado pela Universal Pictures, compila todas as cenas deletadas da versão final exibida nos cinemas.

Confira:

Romance best-seller ‘Park Avenue’ vai ganhar adaptação seriada

Segundo o Deadline, o romance best-seller ‘Park Avenue’, de Renee Ahdieh, vai ganhar uma adaptação seriada pela MGM Television.

Publicado neste último dia 3 de junho nos Estados Unidos, a trama acompanha uma advogada e mediadora hiperambiciosa, Jia Song, que se vê envolvida na gestão de uma crise com um dos maiores e mais imprevisíveis clientes de seu escritório, a famosa família Park, cuja marca de beleza coreana Mirae vale um bilhão de dólares.

Ela rapidamente se envolve nas políticas familiares traiçoeiras e no mundo exagerado e luxuoso dos irmãos. Enquanto Jia se debruça sobre mentiras e subterfúgios, buscando a verdade pelo mundo afora em jatos particulares, ela começa a desenterrar e desvendar segredos da família Park e descobre onde os corpos estão literalmente enterrados.

Johanna Lee (‘Duna’, ‘Scandal’) foi contratada para assinar o roteiro da adaptação, além de entrar como produtora executiva.

O leilão de ‘Park Avenue’ foi realizado em meados do ano passado, com a MGM Television arrematando o livro em uma situação bastante competitiva, em meio a diversos estúdios dando lances.

O projeto foi colocado em desenvolvimento interno e o roteiro finalizado deverá ser entregue aos compradores em breve.

Mais informações não foram reveladas.

Crítica | Coletivo da Ponte retorna com uma ambiciosa e espetacular releitura de ‘Barrela’, de Plínio Marcos

Barrela talvez seja uma das peças literárias e artísticas de maior significado da memória nacional, e não apenas por ter partido de uma das mentes mais brilhantes do cenário dramatúrgico, Plínio Marcos, mas por permanecer dentro de um espectro assustadoramente atual mesmo décadas desde seu lançamento. Ao denunciar a falência do sistema carcerário e funcionar como uma poderosa análise da condição humana, a peça é um arauto crítico sobre a sociedade brasileira e inclusive foi censurada durante a Ditadura Militar – ganhando espaço para ser reencenada após a queda do governo golpista e a retomada de poder por parte dos agentes democráticos.

Agora, o Coletivo da Ponte se lança a mais uma adaptação do projeto, apresentando-se na FUNARTE em cinco apresentações que se estendem até o dia 14 de dezembro – e oferecendo uma perspectiva diferente, original e pungente que não deve nada às outras incontáveis versões que a narrativa ganhou para os palcos. Apoiando-se nas experimentações artísticas de Bertolt Brecht, a produção sagra-se uma das melhores do ano ao não poupar esforços para esquadrinhar as mínimas incursões imortalizadas por Marcos em uma jornada que navega pela opressão, pelo isolamento e pela falta de prospecto através de personagens complexos que discutem sobre a diferença entre a sobrevivência mandatória e a destituição do que, de fato, significa existir.

A trama se passa em uma cela de prisão e gira em torno de seis detentos: Bahia (Ivan Teixeira), Fumaça (Mariana Nolla), Tirica (Daya Cristine), Bereco (Gabriela Bonavita), Portuga (Rafa Oliveira) e o Louco (Rony Fou). Em uma determinada noite, Portuga acorda os outros presos após ter um pesadelo com o fantasma da ex-mulher – dando início a um jogo de gato e rato marcado por alfinetadas que escalam a níveis perigosos e catastróficos, colocando-os em um beco sem saída que culmina em desentendimentos, ressentimentos, traumas e morte. Logo de cara, Portuga demonstra ter uma inimizade com Tirica, ambos sendo alvos de comentários zombeteiros que trazem à tona o que uma pessoa é forçada a fazer para sobreviver dia após dia – alimentando uma rixa que se espalha para os outros detentos: Bereco, o líder da gangue; Fumaça e Bahia, que insurgem como os escapes cômicos da narrativa; e o Louco, que vive à mercê de Bereco e que enxerga o restrito mundo em que está da maneira que pode.

Enquanto o Coletivo já havia apresentado a peça outras vezes, essa, talvez, seja a mais ambiciosa – e a que mais encontra sucesso. O diretor Gustavo Nolla, aliando-se à assistente e à preparadora corporal Claudia Nolla, se esquiva dos convencionalismos do gênero explorado para construir uma experiência sinestésica e sistemática que não só estende suas influências para Brecht, como supracitado, mas transforma a cela de prisão em uma jaula animalesca que esquadrinha conceitos como naturalismo e determinismo. As referências a técnicas calcadas por Rudolf Laban e a presença inesperada dos conceitos de viewpoints transformam o drama em uma experimentação antropozoomórfica que arremessa os protagonistas em um relento esquecido, um ermo onde o comportamento bárbaro e impulsivo é regente – e os presos são isolados em uma desumanização compulsória que é própria do falido sistema carcerário.

Cada movimento é pensado com cautela e detalhe, seja nos movimentos títeres que reiteram a condição dos presos ao espaço, ao tempo e à circunstância em que estão, procurando o mínimo de hierarquia em meio à selvageria. Bereco, nesse quesito, é construído em meio a uma frágil sensação de imponência que mascara uma melancolia inescapável e a certeza de que, como ele mesmo diz, passará o resto dos seus dias encarcerado – e cada um dos outros detentos é forçado a enfrentar demônios internos que se exteriorizam em pulsões que nos envolvem ao longo de breves sessenta minutos de espetáculo.

O trabalho de elenco é rigoroso e primoroso, garantindo um máximo aproveitamento de atores cujo trabalho já tive a oportunidade de acompanhar e que, para essa nova temporada de Barrela, alcançam um amadurecimento fabuloso – seja com o retorno de rostos familiares, seja com a presença de Teixeira como um ótimo Bahia e com Gian Vitor fazendo sua estreia como o ingênuo Garoto, que fica preso durante uma noite na mesma cela que os protagonistas (tornando-se um bode expiatório em uma das sequências mais chocantes e bem construídas da peça). E, compondo a estética dessa instalação experimental, temos o uso de objetos metálicos, grades de arame farpado e um conceito mais minimalista do que maximizado que dialoga com a repetitiva e angustiante sonoplastia de Diana Leocata e a iluminação industrial e quase distópica de Henrique Balleiras.

Apesar dos momentâneos deslizes, a nova versão de Barrela apresentada pelo Coletivo da Ponte é uma conquista teatral e um suprassumo cênico que transforma o clássico de Plínio Marcos em uma epopeia dramática de tirar o fôlego – e que faz um ótimo uso do lúdico para garantir que cada aspecto e cada incursão seja absorvida ao máximo pelo público.

Filha de Val Kilmer defende uso de IA para trazê-lo “de volta à vida” em ‘As Deep as the Grave’

Cinco anos antes de falecer em 2025, o popular astro de filmes de ação Val Kilmer (‘Top Gun’, ‘Fogo Contra Fogo’) havia sido escalado para viver o Padre Fintan, espiritualista nativo-americano e padre católico, no drama As Deep as the Grave.

Porém, em virtude de sua contínua batalha contra um câncer de garganta, o ator estava muito doente para sequer aparecer no set de filmagens. Entretanto, ainda que não tenha participado ativamente das gravações do projeto, Kilmer foi “trazido de volta à vida” através de um programa de última geração de inteligência artificial, permitindo a Voorhees a concretizar sua visão cinematográfica.

O cineasta, inclusive, teve a ajuda da atriz Mercedes Kilmer, filha do saudoso astro, além de ter recebido apoio de Jack Kilmer para alcançar seu objetivo.

Agora, em uma recente aparição ao Today Show (via Variety), Mercedes deu uma entrevista comentando sobre a reação mistas dos fãs de seu pai sobre a decisão de empregar IA para garantir participação do astro no filme, defendendo a decisão.

“Começou como uma forma de superar as limitações da doença dele, mas depois evoluiu para algo que ele realmente pensou: ‘espere aí. Tenho a chance de criar um precedente’”, disse ela. “A questão se dividiu em dois grupos. Pessoas que talvez tenham uma posição mais precária na indústria e estejam preocupadas e vejam a IA como uma ameaça — o que é absolutamente válido — e pessoas mais jovens, atores e músicos mais jovens. Sou musicista e muitas pessoas que conheço têm muito medo dessa tecnologia”.

Ela acrescentou: “ao mesmo tempo, recebi muitas respostas positivas de pessoas — pessoas mais velhas, pessoas talvez mais estabelecidas na indústria — que veem isso como uma forma de proteger a propriedade intelectual dos atores. Temos que lidar com essa tecnologia de uma forma ou de outra. E evitá-la não é necessariamente o caminho. É muito mais fácil estruturar os direitos se você licenciar algo proativamente”.

“A família dele não parava de dizer o quanto achava o filme importante e que o Val realmente queria fazer parte disso”, contou Voorhees em uma declaração prévia. “Ele realmente achava que era uma história importante e queria ter o seu nome associado a ela. Foi esse apoio que me deu a confiança para dizer: ‘ok, vamos fazer isso’. Apesar de algumas pessoas poderem considerar isso controverso, era o que o Val queria”.

As Deep as the Grave, anteriormente intituldo ‘Canyon of the Dead’, narra a história real dos arqueólogos Ann e Earl Morris, discorrendo sobre suas escavações no Cânion de Chelly, no Arizona, a fim de traçar a história da tribo Navajo.

A produção traz Abigail Lawrie (‘Tin Star’) e Tom Felton (‘Eles Vão Te Matar’) como protagonistas, acompanhados de Wes StudiAbigail Breslin.

A versão em IA de Kilmer aparecerá em “boa parte” do corte final. O projeto utilizou imagens mais jovens do ator, providas pela família, e gravações de seus anos finais para mostrar o personagem em vários estágios da vida. O áudio utiliza a voz de Kilmer que, antes do falecimento, estava danificada por causa de procedimentos médicos na traqueia.

“O personagem do filme também sofre de tuberculose”, diz John Voorhees, produtor do longa e irmão de Coerte. “Mais uma vez, esse personagem histórico refletia a condição real de Val quando ele sofria de câncer de garganta. E, portanto, no que diz respeito à voz, esta é uma oportunidade realmente única para o personagem refletir a condição que o ator de fato enfrentava, criando assim uma espécie de ponte”.

‘Matrix’: Esposa de Will Smith tentou convencê-lo a interpretar Neo

Antes de Keanu Reeves fazer sucesso como Neo em ‘Matrix‘, o papel foi oferecido a Will Smith, mas ele recusou a oferta para atuar em ‘As Loucas Aventuras de James West’.

Em uma entrevista para a Entertainment Weekly, Jada Pinkett Smith, intérprete de Niobe, disse que fez de tudo para convencer o marido a protagonizar o filme das irmãs Wachowski.

“Eu sabia que seria revolucionário. Eu estava tipo: ‘Will, você tem que fazer esse filme!’ Ele não entendeu [a grandiosidade do roteiro], mas eu, sim.”, disse ela.

Originalmente, Jada fez o teste para interpretar Trinity, mas o papel acabou indo para Carrie-Anne Moss.

“Eu percebi que Carrie-Anne era a Trinity perfeita, e não havia como eu fazer o que ela fez”, admitiu a atriz. “E essa foi a única vez que eu aceitei perder um papel na minha carreira.”

E, após tantos rumores, a Warner Bros. confirmou o desenvolvimento de um 4ª Matrix‘ com a diretora Lana Wachowski ao lado de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss, protagonistas da trilogia.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

O ator tem uma exigência:

“Temos que criar uma história para fazer jus àqueles filmes. Será estranho voltar, mas porque não? As pessoas morrem, as histórias não”, concluiu.

Lana Wachowski, uma das irmãs criadoras do original, retorna coma diretora e roteirista.

“Não poderíamos estar mais felizes em podermos retornar a esse universo com a Lana, uma diretora visionária, criativa e única. Estamos empolgados que ela está escrevendo, dirigindo e produzindo esse novo capítulo da franquia Matrix”, afirmou Toby Emmerich, presidente da Warner.

As filmagens do novo projeto devem ser iniciadas em 2020, em Chicago, sob o título de produção ‘Project Ice Cream‘. Michael B. Jordan Também deve estrelar.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo ao uso de efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo. Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003. Além disso, os filmes também geraram videogames e livros de sucesso. Ainda não está claro se um quarto filme ‘Matrix’ seria ou não uma prequela, embora esse tenha sido o rumor original.

Vale lembrar que a trilogia ‘Matrix‘ arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Missão Madrinha de Casamento 2’ vai acontecer? Diretor responde!

A comédia ‘Missão Madrinha de Casamento‘ foi lançada em 2011 e se tornou um enorme sucesso, arrecadando US$ 287 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 32 milhões.

Ao longo dos anos, alguns fãs imaginara que a história poderia render uma sequência, mas parece que as roteiristas Kristen Wiig e Annie Mumolo não tiveram interesse em seguir com a história.

Além disso, o diretor Paul Feig disse ao Collider que não há razão para novos filmes, já que o original concluiu a história de Annie Walker, vivida pela própria Wiig.

No início do filme, a vida de Annie desmorona depois que sua padaria é fechada, então ela se apega à ideia de ajudar a melhor amiga, Lilian (Maya Rudolph), nos preparativos de seu casamento tentando ser uma ótima madrinha.

No entanto, ela percebe que Helen (Rose Byrne) tenta tomar seu posto como a melhor amiga de Lillian. Então as duas passam o filme disputando a amizade de Lillian e o papel como a a melhor madrinha.

Todo o filme é construído em cima dessa disputa para mostrar como a vida de Annie era patética, de forma cômica, mas quando ela cumpre seu objetivo, a história é finalizada.

“Para fazer uma sequência, acho que teríamos que mostrar um casamento tão engraçado quanto os preparativos e a rivalidade entre Annie e Helen. Sinceramente, eu já vi vários desses filmes, alguns funcionam, outro não. Acho melhor ficarmos apenas com o original, mas tudo depende de Kristen, ela é quem manda. Acho que só funcionaria de o público se envolvesse emocionalmente com a história. Não seria legal apenas ver o casamento louco de Megan nas Bahamas. Pode até ser engraçado, mas seria difícil sair do papel.”, disse Feig.

Lembrando que Wiig e Mumolo trabalharam juntas no roteiro de ‘Barb and Star Go to Vista Del Mar‘, comédia dirigida por Josh Greenbaum (‘Fresh Off the Boat’) e prevista para 2021.

Além de assinarem o roteiro, ambas estrelam a produção, que também conta com Jamie Dornam, Wendi McLendon Covey e Damon Wayans Jr.

 

‘Esquadrão Suicida’: Jared Leto desmente que presenteou Margot Robbie com um rato morto

Agora que Jared Leto vai reprisar seu papel como Coringa na nova versão de ‘Liga da Justiça, diversos boatos sobre os bastidores de ‘Esquadrão Suicida‘ voltaram a circular na internet.

Na época, foi dito que o astro estava enviando cartas ameaçando o resto do elenco e que até entregou a Margot Robbie (Harley Quinn) um rato morto embrulhado em papel de presente.

Durante uma entrevista para a GQ, o astro foi questionado sobre esses estranhos comportamentos e desmentiu os rumores.

“Nunca dei nenhum rato morto a ela [Margot Robbie]. Sei que surgiram um monte de notícias sobre meus comportamentos e não me preocupei em comentar cada um deles. Tenho ótimas lembranças das gravações com ela, até lhe dei alguns pães com canela em um café em Toronto. Passamos bons tempos juntos”, concluiu o astro.

Provavelmente, o restante dos boatos também deve ser invenção. O que você acha?

Agora que a história está esclarecida, vale lembrar que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ terá 4 horas de duração e estará disponível na HBO Max em dia 18 de Março.

Confira o trailer:

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘Homem-Aranha 3’: Doutor Estranho vai assumir o lugar de Tony Stark como mentor do herói?

Uma das maiores reclamações sobre o Homem-Aranha de Tom Holland era sua dependência de um mentor, figura representada por Tony Stark (Robert Downey Jr.) antes de se sacrificar em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Agora que Stark morreu, muitos fãs estão receosos que o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) possa assumir esse posto, impedindo a evolução de Peter Parker como herói.

No entanto, Cumberbatch disse à Empire que Estranho não está nem um pouco preocupado em desempenhar o mesmo papel de Stark na vida do amigão da vizinhança.

“Não há dúvida que ainda existe uma sombra do relacionamento entre Peter e Stark… Mas, para começar, a relação de Strange com o garoto nem é tão íntima. Strange sabe o quão experiente ele é como super-herói e não que ensiná-lo como fazer seu trabalho. Eu definira a dinâmica entre eles como algo que vai do paternal ao fraternal.”

Anteriormente, Cumberbatch já havia adiantado ao The Hollywood Reporter que a dupla terá uma relação de amizade, e não de hierarquia.

“Eu diria que há uma proximidade entre eles depois que passaram por algumas aventuras juntos, agora eles compartilham histórias, sabe? No caso, Peter vem até mim para pedir para ajuda. Acho que posso dizer isso. Estamos tão próximos que eu poderia preencher suas declarações de impostos”, brincou ele. “O que eu posso dizer é que eles realmente se tornaram amigos.”

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Atriz de ‘Harry Potter’ diz que Arnold Schwarzenegger peidou na cara dela: “Nunca vou perdoar”

Conhecida por seu papel como a professora Pomona Sprout em ‘Harry Potter e a Câmara Secreta, a atriz Miriam Margolyes admitiu que não gosta de Arnold Schwarzenegger.

E o motivo é bem inusitado…

Durante sua participação no podcast ‘I’Ve Got News for You‘ (via The Independent), Margolyes afirmou que o astro peidou na cara dela durante as gravações de ‘Fim dos Dias‘, suspense bíblico lançado em 1999.

Questionada se já teve alguma experiência desagradável em seus trabalhos, a atriz de 81 anos respondeu:

“Já, com Arnold Schwarzenegger. Ele é um pouco cheio de si e vaidoso, mas não me importo com isso. O que me fez não gostar dele é porque ele peidou na minha cara. Todo mundo peida, eu também peido, mas não na cara das pessoas.”

Ela continuou, explicando como aconteceu o ato constrangedor:

“Ele fez isso de propósito, bem na minha cara. Eu estava interpretando a irmã de Satanás em ‘Fim dos Dias‘ e há uma cena em que ele estava me matando, então ele me colocou deitava no chão, em uma posição que eu não podia escapar e simplesmente peidou. Não estávamos filmando, estávamos numa pausa e nunca o perdoei por isso.”

No ano passado, Margolyes conversou com o This Morning sobre seus futuros projetos e sobre seus trabalhos mais famosos.

Na ocasião, ela já havia criticado a falta de educação de Schwarzenegger e seu comportamento rude.

“Não gosto dele! E não tenho problema em dizer isso porque sei que ele também não gosta de mim. Embora ele fosse relativamente profissional comigo, ele era terrivelmente assediador com as mulheres que ele estava interessado. Ah, e que homem porco!”, disse ela.

Em ‘Fim dos Dias’, Schwarzenegger interpreta um ex-policial que agora trabalha em uma agência de segurança e precisa impedir Satanás (Gabriel Byrne) de conceber o Anticristo com uma jovem (Robin Tunney) nos momentos finais do milênio.

Dirigido por Peter Hyams (‘Aliança Mortal’), o longa recebeu apenas 11% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Além disso, também fracassou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 212 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 100 milhões.

‘A Pequena Sereia’: Ariel faz um pacto com Úrsula em comercial com cenas inéditas; Confira!

Através do Twitter, a página oficial de ‘A Pequena Sereia‘ divulgou um comercial com cenas inéditas, mostrando Ariel (Halle Bailey) nadando até as profundezas mais escuras do oceano, onde ela faz um pacto com a malvada bruxa do mar, Úrsula (Melissa McCarthy).

Confira:

Lembrando que o remake estreia em 25 de maio.

Durante uma entrevista para a Edition, Bailey comentou m pouco sobre o processo de gravação e revelou que passava 13 horas por dia na água para trazer mais realismo às cenas aquáticas.

“Eu me esforcei ao máximo que pude. Acho que este trabalho representa o meu maior esforço na vida, incluindo ficar na água por 13 horas ao longo do dia. E eu sinto que a mensagem da Ariel era despertar em mim e nas outras pessoas essa coisa de saber que ‘você é capaz’, que sempre teve isso [o esforço] dentro de você.”

E todo esse esforço valeu a pena, já que o trailer do remake quebrou um recorde para a Walt Disney Studios.

Segundo o THR, a prévia garantiu mais de 108 milhões de visualizações apenas nas primeiras 24 horas, tornando-se uma das mais assistidos para qualquer live-action da Casa Mouse e a maior desde ‘O Rei Leão’, em 2019.

A encargo de comparação, ‘O Rei Leão’ teve por volta de 130 milhões de visualizações no mesmo período de tempo. A Pequena Sereia, por sua vez, ultrapassou os números de ‘Aladdin’‘Malévola: Dona do Mal’‘Mulan’‘Cruella’.

Confira a prévia:

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Michael Jackson ensaia famoso passo na 1ª imagem oficial da cinebiografia; Confira!

O The Hollywood Handle divulgou a primeira imagem oficial da cinebiografia inspira na carreira e na vida pessoal de Michael Jackson.

Na trama, o Rei do Pop, será vivido por seu sobrinho Jaafar, filho de Jermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.

A imagem mostra Jaafar ensaiando um dos famosos passos do tio.

Confira:

“Primeiro vislumbre de Jaafar Jackson como Michael Jackson em ‘MICHAEL’, cinebiografia que estreia em 18 de abril de 2025.”

Anteriormente, o Deadline divulgou que Julian Krue Valdi foi contratado para interpretar a versão infantil de Michael na produção, que está desenvolvida pela Lionsgate.

O ator viverá o popstar na fase em que ele ascendeu à fama com Jackson 5, lançando sucessos como I Want You Back, ABC e I’ll Be There.

“Quando o Michael era muito jovem – com onze anos –, ele surpreendeu o mundo com seu espírito e talentoso espetacular. Ele realmente tinha uma alma adulta. Ele e o Juliano têm isso em comum,” declarou o produtor Graham King. “Além de ser um jovem talentoso, Juliano se inspirou profundamente pelo cantor e sua música, e conseguiu traduzir essa inspiração em sua performance que captura a essência mágica do jovem Michael Jackson.”

 

A direção fica a cargo de Antoine Fuqua (‘O Protetor’).

A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”

Através do Twitter, um perfil dedicado ao rei do pop compartilhou um vídeo dos bastidores no qual Jaafar aparece ensaiando os movimentos de seu tio, além de ostentar o penteado de Michael na era das canções ‘Thriller’, ‘Billie Jean’ e ‘Beat It’.

Confira:

“Filmagem de Jaafar Jackson atuando como seu tio Michael! As filmagens do filme biográfico de Michael Jackson começaram hoje em Los Angeles!”

A produção é escrita por John Logan, responsável por grandes sucessos, como ‘O Aviador‘ e ‘007 – Operação Skyfall‘.

Já o cargo de produtor fica com Graham King, de ‘Bohemian Rhapsody‘, representando a Lionsgate.

A GK Films ao lado dos co-executores do espólio de Jackson, John Branca e John McClain, também estão envolvidos.

“Os primeiros filmes da minha carreira foram videoclipes, e ainda sinto que combinar cinema e música é uma parte profunda de quem eu sou”, disse o diretor.

“Para mim, não há artista com o poder, o carisma e o genialidade musical de Michael Jackson. Fui influenciado a dirigir videoclipes assistindo ao trabalho dele – o primeiro artista negro a ficar em alta na MTV. Sua música e essas imagens fazem parte da minha visão de mundo, e a chance de contar sua história na tela ao lado de sua música foi irresistível”, conclui.

Segundo o que foi descrito, o filme pretende ser um retrato aprofundado da complicada vida e legado do Rei do Pop, considerado o maior artista da música durante décadas, enquanto as acusações de abuso sexual o assombraram pelo resto de sua vida.

Resta saber como o filme trata do assunto delicado, embora o envolvimento da família provavelmente signifique que o filme não vai abordar o músico sob uma luz esmagadoramente negativa.

Enquanto isso, confira alguns sucessos de Michael ao longo de sua carreira:

‘Candy Cane Lane’: Três novos atores se juntam a Eddie Murphy em comédia natalina do Prime Video

O Deadline reportou mais três atores que vão se juntar a Eddie Murphy em ‘Candy Cane Lane‘, nova comédia natalina para o Amazon Prime Video.

Ken Marino (‘A Babá: Rainha da Morte’), Anjelah Johnson-Reyes (‘Superstore’), e D.C. Young Fly (‘American Soul’) são as novas adições do elenco.

Além de Eddie Murphy, o filme também conta com Tracee Ellis Ross (‘Black-ish’), Jillian Bell (‘Anjos da Lei 2’) , Genneya Walton (‘Darby: A Jovem Sensitiva’), Madison Thomas (‘911’), Thaddeus J. Mixson (‘Creed III’), Robin Thede (‘Insecure’), Chris Redd (‘Big Mouth’) e Danielle Pinnock (‘Jovem Sheldon’).

Reginald Hudlin (‘O Príncipe das Mulheres’) será o diretor.

A Imagine Entertainment e Eddie Murphy Productions irão produzir, a partir do roteiro escrito por Kelly Younger, inspirado em suas experiências de férias da infância.

Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo e a produção começou a ser rodada no final do ano passado.

Candy Cane Lane‘, que chegará ao Prime Video em mais de 240 países, é o primeiro de três títulos que fazem parte do acordo entre Murphy e a Amazon Studios.

Fique ligado para mais informações!

Warner Bros. está EMPENHADA em encerrar as greves “o quanto antes”, afirma executivo

O diretor financeiro da Warner Bros. Discovery, Gunnar Wiedenfels, declarou que a empresa está empenhada em encerrar as greves dos roteiristas e dos atores o mais rápido possível.

Segundo o executivo, o estúdio busca um acordo que assegure que “todos se sintam respeitados e recompensados de forma justa”.

Durante uma palestra na Bank of America Media, Communications and Entertainment Conference, Wiedenfels reconheceu que atualmente há “pouquíssima produção de conteúdo acontecendo no momento” devido às greves.

No entanto, ele expressou otimismo de que, assim que as greves forem encerradas, a indústria poderá retornar à sua cadência normal de produção.

A declaração de Wiedenfels vem dias após a Warner Bros. Discovery anunciar um prejuízo estimado em até US$500 milhões devido à paralisação da indústria.

“Embora a WBD esteja esperançosa pela resolução rápida da situação, não podemos prever quanto as greves vão de fato atrasar. Com os dois sindicatos ainda em greve neste momento, a WBD espera sentir o impacto financeiro das paralisações ao menos até o fim de 2023.”

Anteriormente, o The Hollywood Reporter divulgou que os estúdios estão dispostos a negociar os salários de roteiristas e atores, mas não estão dispostos a discutir sobre as regras de não utilização de inteligência artificial.

“Estão dispostos a aumentar a oferta em alguns mínimos de TV específicos para roteiristas – mas não estão dispostos a falar sobre IA e pagamentos residuais”. 

A greve dos roteiristas começou oficialmente em 2 de maio, com a categoria reivindicando remuneração justa no contexto do streaming, regulamentação de inteligências artificiais e outras demandas relacionadas ao setor.

A paralisação do sindicato dos atores (SAG) também começou em 14 de julho, com atores buscando condições de trabalho mais dignas.

Vale lembrar que ainda não há previsão de um acordo entre os sindicatos de atores e roteiristas e a Alliance of Motion Picture and Television Producers, que representa os estúdios.

Em 63 anos, é a primeira vez que ambas as categorias se juntam em uma paralisação.

Os roteiristas se queixam dos vencimentos corroídos pela inflação e também pedem proteção contra a concorrência crescente da inteligência artificial.

Os atores também reivindicam a regulamentação da IA e pedem um aumento nos chamados ganhos residuais, decorrentes de suas participações em filmes antigos e séries disponíveis nas plataformas digitais.

‘Jardim dos Desejos’: Novo filme de Paul Schrader ganha trailer e data de estreia no Brasil!

O novo filme do aclamado diretor Paul Schrader (Taxi Driver), Jardim dos Desejos, finalmente chega ao Brasil!

O longa, que teve sua estreia mundial no 79º Festival Internacional de Cinema de Veneza, será distribuído no Brasil pela Pandora Filmes e chega aos cinemas no dia 06 de junho.

O longa é estrelado por Joel Edgerton, Sigourney Weaver e Quintessa Swindell.

“Narvel Roth (Joel Edgerton) é o meticuloso horticultor dos Jardins Gracewood. Ele é tão dedicado em cuidar dos terrenos desta bela e histórica propriedade quanto em agradar sua empregadora, a rica viúva Sra. Haverhill (Sigourney Weaver). No entanto, o caos invade a existência espartana de Narvel quando a Sra. Haverhill exige que ele aceite sua problemática e conturbada sobrinha-neta Maya (Quintessa Swindell) como nova aprendiz, desvendando segredos sombrios de um passado violento enterrado que ameaçam a todos eles”.

Paul Schrader, conhecido por sua filmografia densa e reflexiva, assina direção e roteiro de Jardim dos Desejos.

“A jardinagem é uma metáfora particularmente rica, tanto positiva quanto negativamente. Comecei a perguntar a razão desse jardineiro ser tão recluso. A partir daí, pensei no Programa de Proteção a Testemunhas, e novamente você se pergunta, ‘por que ele está no programa?’ Isso evoluiu para a ideia de que ele era um matador de aluguel”, afirma o cineasta.

Jardim dos Desejos estreia no dia 06 de junho nos cinemas nacionais.