A Netflix anunciou a produção de ‘Just Picture It‘, comédia romântica de premissa sci-fi que reúne Millie Bobby Brown (Stranger Things, Enola Holmes) e Gabriel LaBelle (Os Fabelmans, Saturday Night). A novidade foi divulgada pela Variety.
Na trama, dois universitários — que ainda nem se conhecem — veem seus celulares bugar e começar a exibir fotos de 10 anos no futuro, onde eles aparecem casados e com filhos. O destino está trollando ou mandando um recado?
O filme marca a primeira incursão de Millie Bobby Brown no gênero de comédia romântica e dá sequência à sua parceria estreita com a Netflix após franquias como ‘Enola Holmes‘. Gabriel LaBelle chega embalado pelo prestígio de ter interpretado o alter ego jovem de Steven Spielberg em ‘Os Fabelmans‘ e, mais recentemente, Lorne Michaels no longa ‘Saturday Night‘.
A direção fica por conta de Lee Toland Krieger (The Age of Adaline, episódios de You e Dead Boy Detectives), a partir de um roteiro assinado por Jesse Lasky.
A produção reforça a aposta da Netflix em rom-coms de alto conceito — aquelas que misturam coração, humor e uma regrinha fantástica que vira motor dramático (pense ‘De Repente 30‘ encontra um glitch de multiverso de bolso).
Brown também assina a produção por sua empresa PCMA Productions, ao lado de Robert Brown. O time de produtores inclui ainda Joe Roth e Jeff Kirschenbaum (RKFilms). Entre os produtores executivos estão Jake Bongiovi e Isobel Roberts (PCMA), Alyssa Altman (RK), e David Kern.
O anúncio chega enquanto Brown se prepara para a despedida de Eleven na temporada final de ‘Stranger Things‘ (prevista para este ano) e após encerrar as filmagens de ‘Enola Holmes 3‘, mantendo um ritmo intenso de projetos com o streamer.
Ainda não há cronograma público de filmagens ou data de estreia, mas com elenco jovem de peso, pedigree de produção e um conceito pronto para viralizar em rede social, ‘Just Picture It‘ já se posiciona para ser o próximo queridinho romântico da plataforma.
O site IGN fez uma entrevista com o ator Michael Pena, que atualmente está divulgando o longa ’12 Heróis’, com Chris Hemsworth, sobre se os dois já conversaram sobre os filmes da Marvel no set. Em sua resposta, o ator confirmou que ‘Homem-Formiga’ terá um terceiro filme.
“Sim, nós conversamos sobre [a Marvel] no primeiro dia. É um clube diferente para se fazer parte, o universo da Marvel nos cinemas. Não sei se eles vão me usar para o terceiro filme. Realmente não sei. Mas é muito legal deixar sua marca nesse universo, porque é um clube legal, eles têm um estúdio realmente legal”
O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.
Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.
A cinebiografia que conta a história de Neil Armstrong, intitulada ‘First Man‘, com Ryan Gosling como protagonista, ganhou seu primeiro pôster. Confira:
Segundo o co-roteirista da produção, Josh Singer, a produção será de fato um filme de ação, focando mais nos aspectos “viscerais” que cercam a trajetória do astronauta.
Em entrevista ao The Boston Globe, Singer ainda salientou que a trama será 100% “um filme sobre missão”. O roteirista ainda pontuou que cinco peças já foram filmadas e que Chazelle queria estar “apavorado o tempo”. Ele ainda disse que a narrativa enfatizará nos atributos de sobrevivência da própria história, ao invés de se concentrar apenas na experiência de Neil ter aterrizado na lua.
Com esses detalhes, é provável que ‘The First Man‘ tenha os mesmos aspectos angustiantes que outro recente clássico amado, ‘Gravidade‘.
Jon Bernthal, de ‘O Justiceiro’, será Dave Scott, um dos 12 homens a pisarem na Lua. A produção trará Ryan Gosling como o Neil Armstrong.
‘First Man‘ é a segunda dobradinha entre Ryan e Damien Chazelle, que trabalharam juntos em ‘La La Land – Cantando Estações‘.
Há casos muito famosos de séries que não vão bem nos EUA, mas acabam estourando aqui no Brasil. Todo Mundo Odeia o Chris, que fez 15 anos em 2020, e Eu, a Patroa e as Crianças são dois exemplos clássicos disso. Enquanto a série baseada na infância de Chris Rock teve um desempenho morno lá fora, a história dos Kyle fez feio e foi encerrada antes da hora. No entanto, se dependesse do público brasileiro, ela teria durado bem mais.
Arnold fez sucesso no SBT no início dos anos 2010, mesmo sendo um clássico dos anos 1980, nos EUA.
Ao mesmo tempo em que outras séries de comédia sobre famílias negras, como Um Maluco no Pedaço e Kenan & Kel, fazem muito sucesso aqui, séries com a mesma temática, mas protagonizada por famílias brancas, como Os Goldbergs, não costumam estourar por aqui. Além da exibição delas na TV aberta, coisa que só acontece pelas séries serem abraçadas pela audiência, isso é um indicativo de duas coisas: representatividade e identificação.
Kenan & Kel trazia a aventura de dois amigos, mas sempre envolvia a família de Kenan nas tramas.
Como assim?
Bom, respondendo à questão da representatividade, é bem simples de entender. De acordo com dados de 2019 recolhidos pelo IBGE, 56,10% da população brasileira se declara negra. Inversamente proporcional a esse número, somos bombardeados com elencos majoritariamente brancos em filmes, séries e novela. Então, séries com atores negros ocupando papéis de protagonista causam maior identificação. Além disso, grande parte dessas séries – com exceção de Todo Mundo Odeia o Chris, que fala de uma família humilde – traz pessoas negras em posição de destaque, com carreiras bem-sucedidas ou habitando a classe média. Em um país no qual 75,5% das vítimas de homicídios – dados retirados do Ministério da Saúde – e 75% dos brasileiros em estado de extrema pobreza – dados do IBGE – são pessoas de pele negra, você ter uma família que ascendeu social e economicamente sendo retratada em tela é uma forma de passar uma mensagem, uma inspiração para muita gente.
Os Kyle são uma família bem-sucedida nos negócios e na vida.
Além disso, tem um ponto narrativo que ajuda muito na identificação geral, que é o pé no chão. Mesmo as séries que forçam um pouco mais nas situações absurdas, as tramas partem sempre de um problema cotidiano, como receber uma multa, brigar na escola, matar aula, problemas no emprego, ter um primeiro encontro… Enfim, essas séries protagonizadas por famílias negras podem até descambar para uma situação surreal, mas sempre começa em algo simples e mundano, que qualquer pessoa no planeta já viveu. Enquanto isso, as séries protagonizadas por famílias brancas, como Os Goldbergs e até mesmo Drake & Josh, que foi um sucesso, envolvem situações como invadir um estúdio de TV, devolver um orangotango sequestrado, entrar em guerra com o vizinho de cinco anos… Umas bizarrices que podem até funcionar, mas que acabam perdendo esse núcleo familiar e até mesmo humano. Eu lembro nitidamente do meu professor de sociologia da escola – um homem branco – dizendo que ele gostava de Todo Mundo Odeia o Chris por conseguir enxergar momentos bons e ruins da infância dele sendo representados em tela.
Como se não fosse o bastante, as séries de famílias negras trazem à tona momentos de reflexão social, abordando assuntos como o racismo, a desigualdade, o bullying e problemas comuns a todos de forma que não parece forçado. Eles mostram situações que acontecem diariamente nesse país e no mundo. Dessa forma, a identificação é praticamente imediata. Enquanto isso, as séries com famílias brancas ficam se abraçando ao nonsense ou trazendo problemas comuns apenas aos norte-americanos.
Os Banks são um sucesso até hoje dada a atualidade dos temas abordados.
As produções do gênero terror estão vivendo um novo momento no Brasil. Depois dos mestres Zé do Caixão e Walter Hugo Khouri, que contribuíram tão significativamente para que tivéssemos opções de terror e horror por aqui, na última década o cinema nacional vem alargando seus horizontes, apostando em expandir o gênero para múltiplas abordagens e produzindo filmes dos mais variados subgêneros. É nessa trajetória que chega à Amazon Prime o longa independente ‘A Gruta’.
Jesus (Arthur Vinciprova) é o único sobrevivente de um desabamento ocorrido numa gruta, onde estava com a esposa, Ana (Nayara Justino), a guia de turismo (Luciene Martes) e um casal de amigos, Laura (Jhenifer Emerick) e Caio (Fábio Soares). Mas Jesus é encontrado em estado de alucinação, e, por isso, a policial Marina (Monica Izidoro) pede ajuda à irmã Helena (Carolina Ferraz), pois Jesus balbucia coisas sobre maldições e possessão. Porém, o que Helena não imaginava era que o que assombrou os jovens naquela gruta iria persegui-la também.
Quando tem pouca colaboração externa uma história corre o risco de ter seu entendimento restrito a apenas o imaginário de seu criador. E ‘A Gruta’ foi escrito, dirigido e estrelado por Arthur Vinciprova, de modo que o contexto geral passa ao espectador a sensação de que há algo mais na história que não está sendo dito ali – e não é dito mesmo. A subjetividade da trama impede a fácil compreensão do enredo, que se alterna entre o núcleo do passado (o que aconteceu na gruta) e o presente (com a tentativa de ajuda e investigação da irmã Helena); esses núcleos, por suas vezes, também intercalam momentos de lucidez e de alucinação, e tal mistura proporciona uma experiência truncada para o espectador.
Apesar da história pouco elucidativa, tem destaque as atuações de Jhenifer Emerick, cuja tensão na tal gruta é convincente, e Carolina Ferraz, desprendendo-se das Helenas televisivas e entregando uma freira cuja própria fé encontra-se vulnerável. Ver Carolina Ferraz se propor a um papel tão diferente ao que o grande público está acostumado a vê-la fazer (um desafio que ela começou a se propor em ‘A Glória e a Graça’, de 2017) é o ponto mais atrativo nesse ‘A Gruta’.
Assim, em ‘A Gruta’ temos dois planos fundamentais: o dos personagens da atualidade e os da dita assombração do passado – e, neste plano, há uma intenção de jogar luz sobre as injustiças raciais cometidas anteriormente nas quais os então personagens buscam revanche. Só que isso gera a problemática de tentar entrelaçar esses dois mundos com uma motivação plausível – que, cercada pela baixa captação do áudio, a falta de iluminação dentro do ambiente cavernoso e uma insegura construção do suspense, não alcança a expectativa do fã de filmes de terror.
Hoje, com as redes sociais e a tecnologia, os cinéfilos têm a oportunidade de acompanhar o início e a maturação da carreira de muitos cineastas brasileiros e, para vê-los melhorarem e prosperarem, é preciso darmos hoje uma oportunidade ao que eles e elas estão produzindo. ‘A Gruta’ é um terrorzinho experimental de baixo orçamento com uma boa intenção e pouco susto, mas vale para ficar de olho nos passos do elenco promissor, que tem potencial para ser lapidado para o futuro.
Hoje foi um dia de novidades para a DC. Oficializando diversas informações sobre produções futuras, tivemos o veredito concreto sobre a situação de ‘The Batman‘.
A Warner confirmou via THR que Ben Affleck abandonou o papel abrindo uma nova geração para o herói. Além disso, o filme ganhou uma data de estreia definitiva: 25 de junho de 2021.
Pelo visto, o próprio Ben Affleck está encarando essa novidade de modo cortês, se despedindo do papel sem grandes polêmicas. No Twitter, o ator escreveu que “está empolgado por ‘The Batman‘ e para a visão de Matt Reeves”.
O diretor Matt Reeves revelou várias novidades sobre ‘The Batman‘ em entrevista ao Hollywood Reporter:
“No momento, o projeto chama-se The Batman”, diz Reeves.
“Ano Um é uma das muitas histórias em quadrinhos que eu amo. Nós definitivamente não estamos refazendo essa história, mas estamos nos baseando em trechos dela. É emocionante estar focado muito especificamente em um conto que é definidor e muito pessoal. Obviamente, não estamos fazendo um conto de origem ou algo assim. Estamos fazendo uma história que é definitivamente Batman, e tentando contar uma história que é emocional e ainda assim é sobre ele ser o maior detetive do mundo e todas as coisas que me fizeram amar o Batman quando criança. “
‘Batman: Ano Um‘ é um arco de história em quadrinhos americanos escrito por Frank Miller. Depois de 12 anos estudando e treinando no exterior artes marciais e ciências, o bilionário herdeiro órfão Bruce Wayne retorna à Gotham City no mesmo dia em que o tenente James Gordon se mudava com a esposa grávida, Bárbara, vindo de Chicago. Bruce tem a inspiração de se vestir de morcego e se tornar o Batman e se alia ao procurador Harvey Dent, que lhe fornece pistas sobre os chefões do crime organizado.
‘American Horror Story’ retorna em apenas alguns meses para sua nona e penúltima temporada e, apesar dos detalhes ainda estarem às escondidas, seu elenco continua a crescer: Ryan Murphy confirmou em seu Instagram que Angelica Ross entrou para o show em um papel não revelado, porém “inesquecível”, de acordo o próprio showrunner.
Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em
Essa é a segunda colaboração entre Ross e Murphy, que trabalharam juntos na aclamada ‘Pose’. A atriz deu vida à transexual Candy Abundance Ferocity na série e, assim como o restante do elenco, foi aplaudida por sua incrível performance.
A NBC Peacock divulgou a primeira imagem oficial de sua nova série, ‘Admirável Mundo Novo’, baseada no lendário romance homônimo publicado por Aldous Huxley em 1932.
Confira:
Escrita por David Wiener, Grant Morrison e Brian Taylor, a série gira em torno de uma sociedade utópica que alcançou a paz e a estabilidade através da proibição da monogamia, privacidade, dinheiro, família e da História em si.
Como cidadãos da Nova Londres, Bernard Marx e Lenina Crown conhecem apenas uma rígida ordem social que tem o nome de Soma, além de uma cultura de instantânea gratificação e a onipresença do sexo. Curiosos para explorar a vida para além dos limites de sua sociedade, os dois embarcam em uma jornada para as Terras Selvagens, onde tomam ciência de uma crescente e violenta rebelião. Bernard e Lenina, então, são resgatados por John, o Selvagem, que escapa com eles de volta para Nova Londres.
Depois do trailer oficial, a Netflix divulgou o belíssimo cartaz da animação ‘A Caminho da Lua’, que irá chegará ao catálogo ainda em 2020.
Confira:
Baseado num clássico conto chinês, ‘A Caminho da Lua’ acompanha a história de Fei Fei, uma jovem determinada, brilhante, e apaixonada pela ciência. Depois de construir um foguete para provar a existência de uma lendária Deusa que vive na Lua, ela acaba se aventurando em uma missão inesperada e descobre uma terra repleta de criaturas fantásticas.
O longa é dirigido por Glen Keane, lendário animador daDisney e responsável pela criação de personagens como Ariel (‘A Pequena Sereia‘), a Fera (‘A Bela e a Fera‘) e Aladdin.
Segundo o The Hollywood Reporter, a icônica atriz Nicole Kidman vai se reunir pela terceira vez com a Amazon Studios para a série ‘Things I Know to Be True’, baseada na peça homônima de Andrew Bovell.
A história é centrad em um casal formado por Bob e Fran Prince, os quais observam seus filhos adultos fazerem escolhas chocantes que irão mudar o curso de suas vidas e que exploram a resiliência e quão duradouro um casamento pode ser.
Kidman dará vida a Fran e também entra como produtora executiva. Bovell ficará responsável pela adaptação de usa própria obra e supervisionária o projeto.
“Está é uma história sobre família, aquela coisa da qual você fica a vida inteira tentando escapar para perceber que não pode perdê-la. Estou animado que uma atriz com o calibre de Nicole Kidman irá liderar a série como Fran Prince”, Bovell disse em uma declaração oficial.
Este é o terceiro projeto que Kidman assina com a plataforma de streaming ao lado das séries ‘The Expatriates’, que já recebeu sinal verde, e da ainda em produção ‘Pretty Things’. Kidman também é conhecida por seu trabalho em outras construções televisivas, incluindo ‘Big Little Lies’ (que lhe rendeu um Emmy de Melhor Atriz em Minissérie) e o recente suspense criminal ‘The Undoing’.
A Netflix divulgou uma nova cena oficial do musical adolescente ‘A Semana da Minha Vida‘ (A Week Away), apresentando a canção “Good Enough”.
Confira:
O longa é dirigido por Roman White, que comandou diversos videoclipes da Taylor Swift, incluindo Mine, You Belong with Me e Fifteen.
Will Hawkins é um adolescente rebelde que desafia a lei e precisa fazer uma escolha: ir para a detenção juvenil ou para um acampamento cristão. Um peixe fora d’água no início, ele acaba se soltando e encontrando o amor em uma jovem que frequenta o acampamento. Pela primeira vez e onde jamais poderia imaginar, Will sente que encontrou seu lugar no mundo.
Kevin Quinn (‘O Halloween do Hubie’) e Bailee Madison (‘The Fosters’) estrelam a produção.
A produção será lançada na plataforma no dia 26 de março.
Segundo a Variety, a dupla formada por Nora e Lilla Zuckerman, cujos créditos incluem ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’ e ‘Prodigal Son’, foram contratadas como showrunners da nova série da Peacock, ‘Poker Face’.
A produção de mistério será dirigida por Rian Johnson, mente por trás de sucessos como ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’, ‘Looper’ e ‘Entre Facas e Segredos‘.
Natasha Lyonne, co-criadora e estrela da série ‘Boneca Russa‘, daNetflix, será a protagonista.
Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, previsão de estreia e nem outros nomes no elenco.
Além de dirigir, Johnson também será o principal roteirista da vindoura atração, que terá 10 episódios em sua 1ª temporada.
Em entrevista ao portal, ele declarou:
“Estou muito animado para explorar este tipo de atração que acompanha um personagem investigando os ‘casos da semana’ repletos de mistério, coisas que cresci assistindo. É meu lugar de felicidade. Ter Natasha como parceira no crime é um sonho, e nós achamos um lar perfeito na Peacock.”
Lisa Katz, presidente de conteúdo NBCUniversal também comemorou a parceria, dizendo:
“A sensibilidade e o talento distinto de Rian Johnson para construir histórias misteriosas são um grande presente para a Peacock, e mal podemos esperar que o público se aprofunde em cada caso. Emparelhada com a brilhante atuação de Natasha Lyonne, esta série será divertida e viciante.”
Como o projeto ainda está nos primeiros iniciais, as atualizações devem ser divulgadas assim que a produção for iniciada.
Em uma recente entrevista ao Collider, o produtor Hiram Garcia aumentou nossas expectativas para a terceira sequência de ‘Jumanji’ e aproveitou o hype para revelar que novo longa-metragem será bastante ambicioso.
“Vai acontecer. Vai acontecer, com certeza. Temos uma grande visão para o terceiro filme de ‘Jumanji’“, ele contou. “Estávamos discutindo a ideia outro dia. Levaremos para a Sony Pictures em bree. Mas o filme irá acontecer. Acontecerá depois [do filme de ação] ‘Red One’, mas o momento funciona muito bem com todos os atores, de qualquer forma. Como vocês podem imaginar, Kevin [Hart] está muito ocupado trabalhando em um milhão de coisas, bem como Dwayne Johnson. Todos os atores estão bem ocupados. Mas o timing vai funcionar muito bem, e temos uma ideia muito boa para o filme que levaremos ao estúdio, provavelmente ele ganhará um roteiro em breve”.
Ele continua: “nós amamos isso, e amamos a família ‘Jumanji’. O elenco, o grupo de realizadores, é uma das nossas experiências favoritas. Amo o time inteiro, Matt Tolmach, Jake Kasdan. Mas então, quando você tem Jack [Black] e Karen [Gillan] e Kevin, novamente, outro desses filmes onde temos uma quantidade enorme de atores mega talentosos – e é incrível”.
No quarto filme, o videogame será levado para o mundo real, e os personagens do jogo poderão ser eles mesmos, interagindo com o elenco mais jovem – ao invés de serem controlados.
A sátira social ‘Triangle of Sadness’, do diretor Ruber Östlund, fez sua estreia oficial no último sábado (21) no Festival de Cannes e teve uma recepção extremamente favorável pelos espectadores (via THR).
Na trama, Dickinson e Dean estrelam como um casal de influenciadores e modelos que, depois de um desastre em um cruzeiro de luxo, são deixado em uma ilha deserta com um grupo de bilionários e uma faxineira. Para sobreviverem, hierarquias sociais e financeiras viram de ponta da cabeça.
Harrelson interpreta o capitão do navio. Östlund também assina o roteiro.
‘Triangle of Sadness’ concorre à Palma de Ouro na 75ª edição do festival e disputa pelo prêmio ao lado de outros vinte títulos, além de ter quase esgotado os ingressos na Europa antes do início do evento.
Lembrando que, em 2017, Östlund conquistou a cobiçada estatueta com o elogiado ‘The Square – A Arte da Discórdia’.
Dramas históricos são sempre passíveis de adoração e, na maioria dos casos, configuram-se como um dos gêneros preferidos do público aficionado por séries e filmes. Nos últimos anos, esse tipo de narrativa ganhou uma popularidade imensa e tal aceitação não-premeditada permitiu que a televisão contemporânea ganhasse pérolas como ‘Downton Abbey’, ambientada no começo do século XX, ‘Penny Dreadful’, recriando uma Londres sobrenatural do final do século XIX, e ‘The Crown’, uma joia a ser apreciada com a maior cautela, recontando o conturbado reinado da Rainha Elizabeth II.
De todos os elementos ovacionáveis dentro das tramas supracitadas, a recriação verossímil da atmosfera condizente com a época é um dos mais perceptíveis por parte dos fãs. E, seguindo o alto padrão de shows similares, ‘Alias Grace’ encontra um espaço no coração desse público ao surpreender e atingir as expectativas esperadas, principalmente em se tratando de um romance assinado por Margaret Atwood (autora do grande sucesso literário e televisivo ‘The Handmaid’s Tale’). Em contrapartida de sua obra mais famosa, a qual é centrada num futuro distópico e teocêntrico, a série em questão é ambientada no conflituoso período canadense em que o território era “invadido” constantemente por imigrantes irlandeses e escoceses – mais precisamente em meados do século XIX. A trama principal gira em torno da personagem-título Grace Marks (Sarah Gadon), cujo nome pode ser encarado como uma ironia (grace significa graça, no inglês), visto que sua vida foi marcada por uma constante tempestade de tragédias.
Logo no primeiro capítulo, perscrutado por uma montagem não-linear que nos relembra das transgressões narrativas da vanguarda surrealista no começo do século passado, descobrimos que a jovem garota foi acusada de assassinar seus patrões, aliciando-se ao faz-tudo James McDermott (Kerr Logan) para concretizar seu plano demoníaco. Entretanto, diferentemente de seu parceiro, que foi condenado à forca, Grace permaneceu quase intocada por forças maiores, sendo respaldada por inúmeros nomes e classes sociais de respeito, as quais declaravam repetitivamente que ela apenas funcionou como um pião influenciável nos planos arquitetados pelo conturbado homem.
Isso já nos leva a perceber um padrão de incompreensão por parte da personalidade da protagonista – e ela faz questão de nos lembrar disso numa constância interessante, em um voz over tão enigmático quanto suas próprias palavras. Ela é tachada de louca, ignorante, assassina, amante, prostituta, ingênua e inúmeros outros adjetivos que a transformam em uma construção social muito superficial para a profundidade psicológica que carrega – e, como se não bastasse, os diálogos são marcados por uma poética própria da mitologia nórdica (uma mistura equilibrada de cores e substantivos comuns que entram como metáforas para a vida cotidiana).
Grace não compreende a si mesma. E não poderia, visto que sua pouca experiência em vida foi marcada, como supracitado, por eventos desafortunados que começaram quando era apenas uma adolescente. Durante suas sessões com o psicólogo Simon Jordan (Edward Holcroft), ela discorre sobre sua infância, seus momentos mortais numa embarcação ao estilo navio negreiro da Irlanda para a América, e como ela sobreviveu à perda de entes muito queridos. As sequências ambientadas no navio não são apenas cruas em essência, mas são dotadas de uma sensorialidade inebriante que nos impede de tirar os olhos da tela, mesmo com a explicitação própria das obras de Atwood: a mudança de planos mais fechados para mais abertos contribui para o sentimento enervante que se apossa dos personagens, os quais passaram oito semanas em condições degradantes para conseguir realizar um sonho há muito querido.
As coisas não melhoram muito quando chegam ao destino: a mãe de Grace morre durante a viagem, e o infame pai é o típico macho-alfa de um família extremamente tradicional que usa e abusa de seu título patriarcal para submeter as mulheres da família a um patamar inferiorizado. Claro que isso é típico da sociedade da época, cujo semblante é estampado com alguns toques contemporâneos justamente para propor uma discussão mais aprofundada; logo, não é nenhuma surpresa que a garota saia de casa na primeira oportunidade, ainda que tenha que deixar seus quatro irmãos para trás como forma de começar uma nova vida – e é nesse exato momento que uma tour de force bem delineada começa a dar às caras.
Ao longo da narrativa, Grace acaba por encontrar inúmeros arquétipos da jornada do herói. A figura do guardião emerge na breve aparição de Rebecca Liddiard como Mary Whitney, empregada da família Parkinson que imediatamente consegue cativar o público. Sua personalidade rebelde e revolucionária – que conversa com os crescentes movimentos sociais do Canadá na época – é um dos principais fatores que consegue impactar na quietude serena e quase assustadora de Grace. Inclusive, a química entre Liddiard e Gadon é de uma pureza envolvente e que nos leva a imaginar se alguma centelha de amor pode surgir entre as duas. Entretanto, os laços entre elas se tornam mais fortes à medida em que os meses passam, tornando-se melhores amigas, confidentes e, eventualmente, invertendo os papéis quando essa guardiã e protetora encontra uma trágica ruína, decorrente até mesmo de sua condição como subordinada.
É inegável dizer que a protagonista passou por inúmeras perdas – e, no momento em que perde sua amiga para um ato de autossalvação, ela desenvolve alguns transtornos psíquicos que são justificados por uma fé avassaladora. Afinal, Grace vem de uma criação religiosa que não apenas resgata elementos católicos, mas estende sua abertura para a mitologia céltica (principalmente escocesa) para lhe dar um pouco de conforto. Tal ideal parte da premissa de que a intangibilidade da fé é um dos motivos que reafirmam a lucidez humana – entrando em conflito com si mesma pelo tratamento que recebe dentro da série.
O escape cômico emerge no convidativo e misterioso rosto de Jeremiah Pontelli (Zachary Levi), um místico vendedor ambulante que utiliza de sua “formação cigana” para proteger aqueles de que gosta e lhes fornecer um pouco de clareza para o futuro. Em seu primeiro encontro com Grace, o charmoso rapaz lê a sua mão e diz basicamente que “depois da tempestade, vem a calmaria”. E, bom, ele não poderia estar mais correto, levando em consideração que as reviravoltas em sua vida atingiram ápices tenebrosos antes de finalmente encontrar a merecida paz em um arco de “redenção obrigatória” do qual ela não deveria ter participado para início de conversa.
Os eventos que se sucedem em ‘Alias Grace’ são imprescindíveis para uma mudança radical no rumo da história – e aqui, a concepção narrativa e imagética é de uma controvérsia gigantesca ao trazer elementos bíblicos para a tela. Em determinado momento após a morte de Mary, Grace é convidada pela aparentemente gentil e maternal Nancy Montgomery (Anna Paquin), governanta de Thomas Kinnear (Paul Gross), a qual a convida para ajudá-la nos serviços domésticos. É inegável dizer que a paz no rosto de Nancy é extremamente convidativo – suas roupas e até mesmo a paleta de cores que a envolve é adornada com cores leves, como rosa-claro e azul-bebê, transformando-a em um pedaço do paraíso que anda no mundo dos vivos. A metáfora para o evangelho católico vem justamente aí: por trás de uma máscara de gentileza, se esconde a real serpente – e a governanta não mede esforços para demonstrar seu arrependimento em contratar Grace para ajudá-la.
Afinal, Nancy e Thomas têm um caso, e a personalidade ciumenta da mulher é algo desprezível e que não nos causa nada além de asco. E seus distúrbios são expressados na forma de tarefas degradantes da jovem garota, a qual, em determinada sequência, deixa seus sentimentos internalizados explodirem para uma das poucas cenas de embate entre posições sociais. E as coisas ficam ainda mais angustiantes quando sua atitude muda para uma docilidade medonhamente comovente.
A série em momento algum é panfletária; ela analisa a ascensão e a queda de uma mulher – seguindo os passos de ‘Jackie’, cinebiografia sobre Jacqueline Kennedy lançada em 2016 -, com uma identidade imagética que preza pelo todo e pelo particular. Em outras palavras, o enquadramento das cenas dialoga paralelamente ao sentimento que deseja passar – a grandiloquência e a majestuosidade dos governantes e famílias abastadas é retificada com planos gerais e simétricos que revelam estabilidade financeira, enquanto momentos mais íntimos prezam pelo close, com enfoque no brilho e no misticismo dos olhos. E isso não apenas serve para a conexão do público com personagens tão bem criados, mas também de forma condescendente de retratação da personagem encarnada por Gadon – a qual vimos em uma interessante performance em ‘A Nona Vida de Louis Drax’, mas que se afasta completamente de sua zona de conforto aqui. Sua caracterização é misteriosa, indecifrável e oblíqua, com certos trejeitos adoráveis como o franzir da testa.
É claro que o show não abriria mão de uma saída sobrenatural – e ela vem no final da temporada. Já digo que a conclusão não será engolida por todos do público, mas é até compreensível de considerarmos duas coisas principais: primeiro, a questão espiritual sempre esteve em pauta dentre as damas mais ricas da sociedade, buscando proveito nas sessões religiosas que realizavam em suas próprias casas para encontrar clareza; segundo, a “encarnação” do espírito de Mary, responsável por levar Grace a cometer tais atrocidades, se inclina para os crescentes estudos de dupla personalidade da época, predecessoras para a metapsicologia do início do século XX.
‘Alias Grace’ é um grande acerto da Netflix e merecia mais atenção do que tem, principalmente às vésperas de seu quinto aniversário – e sua narrativa não apenas dá uma perspectiva original e interessante para os dramas de época, como reafirma o império literário e televisivo de Margaret Atwood, uma das melhores autoras de sua geração e que ficará marcada definitivamente na história.
A The CW divulgou a prévia oficial do 15º episódio da 3ª temporada de ‘Walker‘, série estrelada por Jared Padalecki.
Intitulado “False Flag, Part Two”, o capítulo vai ao ar no dia 30 de março.
Na trama, “os guardas do Texas e a família Walker devem enfrentar os planos de Grey Flag e uma verdade: que tudo era mentira”.
Confira:
Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).
A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.
Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.
‘Birth/Rebirth’, terror psicológico estrelado por Judy Reyes (‘Succession’) e Marin Ireland (‘Y: The Last Man’), estreou recentemente nos Estados Unidos e já se tornou um dos grandes sucessos do ano.
No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 95% de aprovação, com nota 7.50/10 baseada em 80 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “‘Birth/Rebirth’ usa uma estrutura familiar para provocar medos fundamentais de um ângulo assustadoramente identificável”.No Metacritic, o longa conquistou sólidos 77 pontos.
Confira os principais comentários:
“É incrível o quão longe o ‘Birth/Rebirth’ vai nesse território amoral” – RogerEbert.com.
“Nenhum seguro premium pode cobrir o que essa médica maluca está oferecendo” – The Messenger.
“Uma amálgama diabólica e atmosférica sobre lendas clássicas de monstros e uma adição bem-vinda a um certo subgênero de terror impulsionado por mães fortes, mas sobrecarregadas” – Harper’s Bazaar.
“[O filme] me horrorizou porque senti empatia por todos: com a média, com a enfermeira, até com o monstro” – Film Freak Central.
“Se você é fã de filmes de terror que desafiam as normas e te deixam inquieto, [‘Birth/Rebirth’] é imperdível” – Bust Magazine.
O filme ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
O filme é dirigido por Laura Moss, que também assina o roteiro (inspirado em ‘Frankenstein’, de Mary Shelley) ao lado de Brendan J. O’Brien.
Uma técnica de necrotério reanima com sucesso o corpo de uma menina, mas para mantê-la respirando, ela precisará colher materiais biológicos de mulheres grávidas. Quando a mãe da menina, uma enfermeira, descobre que seu bebê está vivo, elas fazem um acordo que as obriga a seguir um caminho sombrio sem volta.
A.J. Lister, Breeda Wool e LaChanze também estrelam.
Os vencedores da 51ª edição dos Annie Awards foram anunciados recentemente – e várias produções adoradas pelo público foram relembradas.
Confira a lista de ganhadores abaixo:
MELHOR ANIMAÇÃO Nimona O Menino e a Garça Suzume Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (VENCEDORA) As Tartarugas Ninja: Caos Mutante
MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE A Viagem de Ernesto e Celestine Four Souls of Coyote Meu Amigo Robô (VENCEDORA) The Inventor White Plastic Sky
MELHOR PRODUÇÃO ESPECIAL Invencível: Atom Eve Shape Island: The Winter Blues Snoopy Apresenta: A Inigualável Marcie (VENCEDORA) The Smeds and The Smoos O Coelho de Veludo
MELHOR EFEITOS DE ANIMAÇÃO EM TV Samurai de Olhos Azuis (VENCEDOR) Kizazi Moto: Geração Fogo Star Wars: Visions Os Caras Malvados: Um Natal do Mal What If…?
MELHORES EFEITOS DE ANIMAÇÃO A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets Elementos Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (VENCEDOR) Suzume The Peasants
MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM TV Hora de Aventura com Fionna e Cake Samurai de Olhos Azuis (VENCEDOR) Kizazi Moto: Geração Fogo Star Wars: Visions O Incrível Circo Digital
MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM FILME DE ANIMAÇÃO Elementos Nimona Ruby Marinho: Monstro Adolescente Suzume O Menino e a Garça(VENCEDOR)
MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM PRODUÇÃO LIVE-ACTION Ahsoka O Urso do Pó Branco Guardiões da Galáxia Vol. 3 (VENCEDOR) A Pequena Sereia Transformers: O Despertar das Feras
MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM VIDEOGAME Atomic Heart Hogwarts Legacy Let’s! Revolution! Marvel’s Spider-Man 2 (VENCEDOR) Teslagrad 2
MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM TV Projeto Clonagem Jessica’s Big Little World Kizazi Moto: Geração Fogo Garota da Lua e o Dinossauro Demônio (VENCEDOR) Guardiões da Floresta
MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM FILME ANIMADO Elementos O Natal do Pequeno Batman Nimona Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (VENCEDOR) Meu Amigo Robô
MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE Kizazi Moto: Geração Fogo O Meu Pai é um Caçador de Recompensas! Pokémon Concierge Planeta dos Abutres Star Wars: Visions (VENCEDORA)
MELHOR DIREÇÃO EM FILME Nimona Meu Amigo Robô Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (VENCEDORA) O Menino e a Garça As Tartarugas Ninja: Caos Mutante
MELHOR TRILHA SONORA EM SÉRIE Animaniacs Babylon 5: The Road Home Pacemaker Star Wars: Visions (VENCEDORA) The Smeds and The Smoos
MELHOR TRILHA SONORA EM FILME Elementos Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (VENCEDORA) Suzume As Tartarugas Ninja: Caos Mutante O Menino e a Garça
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM SÉRIE Samurai de Olhos Azuis (VENCEDOR) Planeta dos Abutres Star Wars: Visions What If…?
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM FILME Elementos Nimona Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (VENCEDOR) As Tartarugas Ninja: Caos Mutante O Menino e a Garça
MELHOR STORYBOARDING EM TV O Início Do Mundo De Greg Fright Krewe Gremlins: Segredos dos Mogwai Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão Garota da Lua e o Dinossauro Demônio (VENCEDORA)
MELHOR STORYBOARDING EM FILME Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets Nimona Meu Amigo Robô Suzume O Menino e a Garça(VENCEDORA)
MELHOR ATUAÇÃO DE VOZ EM SÉRIE
Aisha Tyler, Archer
Vico Ortiz , O Início Do Mundo De Greg Diamond White, Garota da Lua e o Dinossauro Demônio (VENCEDORA)
Dan Stevens, Solar Opposites
Alex Lawther, O Coelho de Veludo
MELHOR ATUAÇÃO DE VOZ EM FILME
David Hornsby, O Natal do Pequeno Batman
Tresi Gazal, Illumination Chloë Grace Moretz, Nimona(VENCEDORA)
Hokuto Matsumura, Suzume
Jack Black, Super Mario Bros.: O Filme
MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE Samurai de Olhos Azuis (VENCEDOR) Only You: An Animated Shorts Collection Rock Paper Scissors Rosie’s Rules Planeta dos Abutres
MELHOR ROTEIRO EM FILME Nimona(VENCEDOR) Meu Amigo Robô Suzume As Tartarugas Ninja: Caos Mutante O Menino e a Garça
‘Silo’ se tornou uma das produções mais aclamadas da Apple TV+ e, em entrevista ao Collider, a atriz Rebecca Ferguson comentou sobre o futuro da série, especificamente sobre como a narrativa deve terminar e que as prováveis 3ª e 4ª temporadas devem ser rodadas juntas.
Ela também confirmou que as filmagens do segundo ciclo, que haviam sido adiadas em virtude da greve dos atores e de roteiristas do ano passado, foram concluídas.
“Eu acredito que o show tem um final, e eu sei quando isso acontecerá”, ela explicou.
“Então, essa é a resposta. Vocês vão descobrir quando a série terminar. Para ser honesta, não acredito que isso seja um segredo. Os livros são os livros. São três romances, e esses três volumes são divididos entre quatro temporadas. Então, acredito que, a não ser que a Apple resolva se apressar, digo que estamos absolutamente bem com a 1ª temporada. A 2ª já foi rodada e prestes a sair, e agora estamos esperando o sinal verde da 3ª e da 4ª. E acho que iremos rodá-las juntos, e esse será o fim”.
A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.
A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
Os novos episódios serão lançados na plataforma de streaming no dia 16 de janeiro de 2025.
Relembre o trailer:
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Lembrando que Audrey Huyhn, Sasha Bhasin e Joshua Lee foram contratados para os novos episódios, dando vida a Stella, Praveena e Jin, respectivamente.
Mais detalhes sobre seus papéis não foram revelados.
A série acompanha a adolescente – uma autodeclarada expert no amor – que acaba viajando para fora do país para reencontrar o seu amado. No entanto, quando ela se muda para o outro lado do mundo para se reunir com seu namorado de longa distância, ela logo perceberá que os relacionamentos são muito mais complicados quando o seu próprio coração está em jogo.
Jenny Han, autora da saga literária que inspirou os filmes, entra como co-showrunner ao lado de Sacha Rothchild, cujos créditos profissionais incluem as séries ‘GLOW‘ e ‘O Clube das Babás‘.
Lawson dará vida a Sarah Silver, a obstinada e decisiva superintendente do Departamento de Polícia de Boston e meia-irmã da Detetive Lena Silver (Sonequa Martin-Green). Sarah tem plena noção da corda-bamba em que caminha entre seu trabalho e sua família.
A produção derivada, que traz Donnie Wahlbergde volta como o detetive Danny Reagan, estreia entre setembro e novembro de 2025 – ainda sem data definida – e também conta com Ernie Hudson no elenco.
Na trama, o detetive Danny Reagan do Departamento de Polícia de Nova York assume uma posição no Boston PD. Uma vez em Boston, ele é pareado com a detetive Lena Peters, a filha mais velha de uma importante família de policiais.
‘Alien: Earth’ se tornou uma das séries mais populares do Disney+ esse ano e, enquanto esperamos a confirmação de uma segunda temporada, o criador e showrunnerNoah Hawley (‘Legion’, ‘Fargo’) já tem ideias do que explorar nos próximos episódios.
O episódio final do ciclo de estreia, “The Real Monsters”, concluiu com Wendy, Hermit e os outros híbridos – juntamente com um par de xenomorfos – assumindo o controle do centro de pesquisa Prodigy e aprisionando Boy Kavalier, Kirsh, Dame Sylvia, Atom Eins e Morrow. Uma vitória, é claro, mas possivelmente de curta duração.
“Aquele momento de ‘agora nós mandamos’ é muito emocionante para o público. E aí a pergunta é… Bem, foi um momento emocionante quando Dustin Hoffman saiu correndo da igreja e eles entraram no ônibus [em ‘A Primeira Noite de um Homem’]. Mas o que vem depois?”, Hawley disse em entrevista à Empire.“As naves [Weyland-Yutani] estão chegando e tudo o que eles têm são problemas”.
Além de se concentrar nas consequências imediatas do golpe dos híbridos, Hawley espera poder explorar mais do planeta governado por corporações.
“Estou interessado em explorar a política corporativa disso”, ele acrescenta. “Como vimos, há uma atração gravitacional irresistível em direção ao monopólio que as corporações e os bilionários exercem. Há um pouco de ‘Game of Thrones’ no mundo corporativo que me parece interessante. Acho que essa história da autonomia dessas crianças continua sendo o cerne da série, mas ‘Alien’ é sempre sobre níveis de contenção”.
Hawley conclui:
“A ilha é um nível de contenção, e o que acontece quando você expande além desse nível? No fim das contas, a série se chama ‘Alien: Earth’. Sei que, dado o cânone, não posso explodir a Terra, mas acho que essa contenção será muito difícil de manter.
Por ser uma história sobre a humanidade presa entre a natureza que está tentando nos matar e a tecnologia que criamos, que também parece estar tentando nos matar, isso se parece muito com o mundo em que vivo – e então sinto que há muito com o que realmente lidar”.
Lembrando que a 1ª temporada completa já está disponível no Disney+.
A produção é ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
‘Duna: Parte 3’, terceiro capítulo da aclamada saga sci-fi dirigida por Denis Villeneuve, ganhou um novo teaser épico e cheio de ação.
Na trama…
Paul Atreides governou como Imperador por 12 anos. Ao aceitar o papel de messias para os Fremen, ele desencadeou uma jihad que conquistou a maior parte do universo, mas é impotente para deter os excessos letais movimento religioso que ele criou.
Confira:
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O próximo capítulo adaptará o romance ‘Duna: Messias’, de Frank Herbert, trazendo Timothée Chalamet de volta como Paul Atreides e Denis Villeneuve como diretor e produtor.
Os fãs de ‘The Walking Dead‘ não veem Jadis/Anne desde que ela resgatou, ou sequestrou, Rick Grimes na primeira metade da nona temporada.
Sabendo que Grimes terá sua própria trilogia de filmes, será que a personagem de Pollyanna McIntosh terá alguma participação nos longas?
Durante um bate-papo com os fãs no Reddit, McIntosh foi questionada sobre o assunto e deixou pistas se estará ou não ao lado de Andrew Lincoln no cinema.
“Agora ela está com o Rick. Se eles permanecem úteis uns aos outros ou não, vocês terão que assistir.”
Um fã a pressionou, perguntando diretamente se ela retornaria, ao que ela respondeu:
“Espero que sim!”
As misteriosas respostas da atriz podem fazer com que o público mantenha esperanças em revê-la. E faz todo sentido mostrar a relação entre sua personagem e Rick para esclarecer como ambos sobreviveram após sua última aparição.
Até o momento, não há muitos detalhes sobre os filmes e a previsão de estreia é a partir de 2020.
Lembrando que a série da AMC retorna para sua 10ª temporada em outubro.
Como diversos cinemas pelo mundo foram fechados por tempo indeterminado devido ao surto de Coronavírus, a indústria cinematográfica terá que se adaptar à situação.
Pensando nisso, a Disney pretende lançar algumas de suas produções direto em sua plataforma de streaming, a Disney+.
Durante uma entrevista para o Barron’s, Bob Iger, presidente executivo do estúdio disse que a estratégia vai ajudar a companhia a se manter forte nos tempos de crise.
“Há alguns dias, decidimos usar a Disney+ para lançar novas produções que estavam planejadas para o cinema. Já anunciamos ‘Artemis Fowl‘ e adicionamos ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘. É claro que alguns foram apenas adiados, como ‘Mulan‘ e ‘Viúva Negra‘, mas estamos pensando na possibilidade de trazer mais filmes para a Disney+ depois da estreia de ‘Artemis Fowl‘, queremos ter certeza que a estratégia vai funcionar.”
Infelizmente, Iger não mencionou quais produções devem chegar à Disney+, mas ‘Mulan’ e ‘Viúva Negra‘ certamente não estarão entre eles, já que a companhia perderia milhões de dólares dessa forma.
Lembrando que a Disney não divulgou a data de estreia de ‘Artemis Fowl‘, mas é de se esperar que o filme seja adicionado ao catálogo ainda este ano.
‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto‘ traz as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos, incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico.
Dirigido por Kenneth Branagh, o longa é estrelado pelo novato Ferdia Shaw.Josh Gad vive Mulch Diggums, um anão leal apenas a ele mesmo. Judi Dench será a comandante Root, que lidera a força policial das fadas. Lara McDonnell será a Capitã Holly Short, uma heroína entre os elfos. Por fim, Nonso Anozie será o guarda-costas de Artemis, Butler.
A franquia conta com 8 livros e foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.
Confira abaixo o novo calendário de estreias da Disney:
Originalmente programado para chegar aos cinemas no final de março, a aventura em live-action da guerreira Mulan foi um dos primeiros a sofrer com a pandemia e a ter sua première cancelada. Em uma jogada bastante otimista, a Walt Disney decidiu movê-lo para julho, ocupando o espaço outrora destinado a ‘Jungle Cruise’.
A aventura com Emily Blunt e Dwayne Johnson está programado para chegar aos cinemas há bastante tempo e, devido aos novos obstáculos, foi adiado em quase um ano para a temporada das férias de verão norte-americanas.
A comédia da 20th Century Studios com Ryan Reynolds também foi movida para o final do ano e irá competir com grandes bilheterias da temporada de premiações, incluindo o remake de ‘Amor, Sublime Amor’ e ‘The Last Duel’.
BOB’S BURGERS
Lançamento: 09 de abril de 2021
O longa baseado na icônica animação ‘Bob’s Burgers’ seguiu os passos de ‘Jungle Cruise’ e foi adiado em mais de um ano. O filme deveria chegar aos cinemas no dia 17 de julho de 2020, mas os planos mudaram drasticamente.
Nem mesmo Wes Anderson conseguiu prever os eventos deste ano e foi obrigado a mudar a data de lançamento de seu aguardado filme ‘The French Dispatch’. O retorno do aclamado diretor para as telonas saiu de sua estreia em julho e foi ajustado um pouco mais perto da temporada de premiações.
O problemático e vindouro ‘Indiana Jones 5’ já foi adiado diversas vezes e, levando em consideração o exorbitante número de estreias da Casa Mouse, era de se esperar que a próxima aventura do personagem titular também fosse empurrada no cronograma. O longa, ainda sem título oficial, foi adiado em mais de um ano e chegará aos cinemas apenas em 2022.
Apesar do otimismo dos fãs e da própria Marvel, era só uma questão de tempo até que a Marvel decidisse adiar ‘Viúva Negra’ para uma data mais comercial. O filme abriria de modo glorioso a Fase 4 do MCU e a mudança em questão criou um efeito dominó em todas as produções da companhia.
O público vai ter que esperar um pouco mais para ver a estreia de Angelina Jolie no panteão super-heroico. ‘Os Eternos’ foi adiado em apenas alguns meses, mas chegará às telonas apenas em 2021.
SHANG-CHI E A LENDA DOS DEZ ANÉIS
Lançamento: 07 de maio de 2021
O anúncio de ‘Shang-Chi’ durante a mais recente D23 agradou a muitos fãs dos quadrinhos que não viam a hora do primeiro herói nipo-americano ser levado para os cinemas – mas a produção também caiu no efeito dominó e foi adiada de fevereiro para maio de 2021.
DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA
Lançamento: 05 de novembro de 2021
O primeiro filme confirmado de terror do MCU trará as aventuras do Dr. Stephen Strange ao lado da poderosa Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate – e vários boatos sobre o plot já viralizaram na internet. O longa, entretanto, foi adiado em vários meses e estreia, agora, no final do ano que vem.
THOR: AMOR E TROVÃO
Lançamento: 18 de fevereiro de 2022
É chegada a hora de Thor passar o martelo para Jane Foster, e de Chris Hemsworth deixar Natalie Portman brilhar mais uma vez no panteão Marvel. Mas, devido à pandemia e ao efeito dominó iniciado com ‘Viúva Negra’, a nova saga asgardiana chegará aos cinemas em fevereiro de 2022.
Uma boa notícia para os fãs: a aguardada sequência de ‘Pantera Negra’, que tornou-se o primeiro filme de herói a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, não teve seu lançamento alterado e permanece fixado em maio de 2022. Detalhes sobre a narrativa não foram divulgados ainda.
Mais uma boa notícia: ‘Capitã Marvel 2’ também teve sua data alterada, mas, ao contrário do que os fãs podem pensar, o longa chegará duas semanas mais cedo aos cinemas. Brie Larson retorna para o papel titular.
Algumas produções ainda permanecem sem novas datas, como ‘Espírito Obscuros’ e ‘Os Novos Mutantes’. Novas informações devem ser anunciadas logo.
Vale lembrar que os porta-vozes da Disney pedem para lembrar que, devido à constante incerteza da pandemia, todas as novas datas podem ser alteradas mais uma vez.
A Disney+ divulgou uma nova imagem promocional de ‘WandaVision‘, mostrando o casal vivido por Elizabeth OlsenePaul Bettany em clima apaixonado na década de 1960.
Lembrando que a série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.
‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.
A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth Olsen, Paul Bettany e Teyonah Parris.
Ontem foi realizada a cerimônia do Emmy 2021, ondeEwan McGregor ganhou o prêmio de Melhor Ator Principal em Série Limitada ou Antologia ou Filme por sua atuação em ‘Halston‘.
E, durante o evento, ele conversou com a imprensa sobre seu próximo trabalho, a minissérie daDisney+ focada em ‘Obi-Wan Kenobi‘.
Além de confirmar que as gravações já foram encerradas, o astro garantiu que os fãs não vão ficar decepcionados com a atração.
“Já terminamos de filmar nossa série e foi muito, muito divertido. Eu realmente gostei de trabalhar com [a diretora-produtora executiva] Deborah Chow, e acho que os fãs não vão ficar decepcionados”, disse McGregor, segundo o Deadline.
Ele continuou, dizendo que participar da série foi uma experiência bem diferente de atuar na trilogia de ‘Star Wars‘ lançada entre 1999 e 2005.
“A nova tecnologia que empregamos durante as gravações é insana de tão legal e foi uma experiência diferente dos três filmes originais que fiz como Obi-Wan Kenobi.”
Lembrando que o elenco também conta com Sung Kang (‘F9’), O’Shea Jackson Jr. (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Moses Ingram (‘O Gambito da Rainha’) Kumail Nanjiani (‘Os Eternos’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).
Vale ressaltar que Hayden Christensen retorna como Anakin Skywalker, junto com Joel Edgertone Bonnie Piesse, como Owen e Beru Lars, tios de Luke Skywalker.
Anteriormente, a presidente da Lucasfilm,Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:
“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.
Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.
Por enquanto, a previsão de estreia é apenas para 2022.
De acordo com o CBM, a HBO anunciou que James Marsden (‘Sonic – O Filme’) está retornando ao elenco de ‘Westworld’ na 4ª temporada.
No entanto, o astro terá um novo papel em vez de retornar como Teddy Flood, que acabou cometendo suicídio na 2ª temporada depois de perceber que Dolores (Evan Rachel Wood) havia alterado sua programação.
Mais tarde, sua mente consciente foi posteriormente carregada no The Sublime, um mundo virtual criado para que os androides que assim o escolherem vivam livremente longe dos humanos.
Os detalhes sobre o novo personagem permanecem em segredo, mas seu envolvimento na trama será recorrente.
Lembrando que os novos episódios estreiam em 26 de junho, na HBO Max.
Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.
A Disney agendou a estreia da série live-action dedicada à Ahsoka Tano para este ano, mas ainda não há data definida.
No entanto, a protagonista Rosario Dwason revelou que a atração chegará ao catálogo da plataforma entre setembro e novembro.
Ao participar do programa TODAY with Hoda & Jenna, a estrela foi questionada sobre o assunto e respondeu:
“‘Ahsoka’ provavelmente vai sair no outono [que acontece entre setembro e novembro no hemisfério norte]. Primeiro, teremos ‘Mansão Mal-Assombrada‘, que sai em agosto.”
Vale lembrar que ‘Mansão Mal-Assombrada‘ foi adiantada para julho, mas Dawson não sabia disso na ocasião.
Anteriormente, o Sci-fi & Fantasy Gazette revelou que ‘Ahsoka‘ não será uma minissérie, pois deve contar com mais de uma temporada.
A informação foi divulgada quando a Disney publicou seu relatório de projeções de ganhos do primeiro trimestre de 2023 e anunciou as estreias para o ano.
Entre as atrações, foi dito que “a 1ª temporada de ‘Ahsoka’ estará disponível em 2023”, enquanto títulos como ‘Invasão Secreta‘ não receberam o mesmo tratamento, o que leva a acreditar que a produção da Marvel seja uma minissérie.
Isso não é uma surpresa, considerando a popularidade da personagem interpretada por Rosario Dawson.
No entanto, nenhuma decisão deve ser tomada até que Lucasfilm e aDisney+ vejam as críticas e os números de audiência da atração.
Com uma carreira brilhante, Sarandon se envolveu em uma polêmica recentemente após fazer declarações pró-palestinas, que a levaram ser dispensada pela UTA – agência de talentos que por décadas cuidou da carreira da atriz.
Segundo o Deadline, a atriz participou de diversos comícios pró-palestinos na cidade de Nova York, aonde fez a seguinte declaração:
“Há muitas pessoas com medo de serem judias neste momento e estão experimentando o que é ser muçulmano neste país.”
Após a polêmica, Sarandon pediu desculpas por seus recentes comentários através de uma publicação em seu perfil do Inatagram, dizendo:
“Recentemente, participei de um comício ao lado de um grupo diversificado de ativistas que buscavam destacar a urgente crise humanitária em Gaza e pedir um cessar-fogo. Eu não tinha planejado falar, mas fui convidada a subir ao palco e dizer algumas palavras.”
A publicação continua:
“Com a intenção de comunicar a minha preocupação com o aumento dos crimes de ódio, eu disse que os judeus americanos, como alvos do crescente ódio antissemita, ‘estão tendo uma amostra de como é ser muçulmano neste país, tantas vezes sujeito à violência’. Esta formulação foi um erro terrível, pois implica que até recentemente os judeus eram alheios à perseguição, quando o oposto é verdadeiro. Como todos sabemos, desde séculos de opressão e genocídio na Europa, até ao tiroteio na Árvore da Vida em Pittsburgh, PA, os judeus estão há muito familiarizados com a discriminação e a perseguição religiosa que continuam até hoje. Lamento profundamente ter diminuído esta realidade e magoado as pessoas com este comentário. A minha intenção era mostrar solidariedade na luta contra a intolerância de todos os tipos, e lamento não ter conseguido fazer isso com clareza.”
Ela concluiu: “Continuarei meu compromisso com a paz, a verdade, a justiça e a compaixão por todas as pessoas. Espero que possamos nos encontrar com amor e disposição para dialogar, especialmente com aqueles de quem discordamos.”
A saída da atriz da UTA é mais um exemplo recente de agências de talento tomando decisões difíceis diante de clientes ou agentes que fazem declarações públicas sobre o conflito em Israel.
No mês passado, Maha Dakhil, co-chefe de Cinema da CAA, renunciou ao conselho da agência depois de compartilhar uma história no Instagram que dizia: “Atualmente, você está descobrindo quem apoia o genocídio.”
Além disso, rumores apontam que Melissa Barrera foi demitida de ‘Pânico 7‘ por também fazer declarações pró-palestina.
Número cada vez maior de artistas consagrados no cinema tem se aventurado em produções gamers
Faltando pouco mais de algumas semanas para o lançamento de Cyberpunk 2077, a desenvolvedora CD Projekt Red anunciou que o ator Keanu Reeves, além de já ter um papel no futuro jogo como Johnny Silverhand, também existirá no universo do “futuro sombrio” como si mesmo. É uma constatação que pode causar estranhamento a princípio mas só reforça o peso que o ator tem para todo o projeto.
Aliás, essa é uma tendência que tem se tornado bastante recorrente nos projetos de jogos, principalmente nos chamados triple AAA (que são os jogos de grande orçamento, praticamente os blockbusters dessa indústria). É cada vez mais comum as empresas chamarem nomes do cinema para atuarem na tecnologia de captura de movimento; essa decisão confere não só uma qualidade diferenciada nas atuações dos personagens como potencializa o marketing do projeto.
A seguir temos alguns exemplos de jogos que contaram com nomes famosos em sua equipe. Importante ressaltar, no entanto, que as produções baseadas em filmes estão fora da lista. De fato, atores que participam de filmes geralmente interpretam por meio de voz seus personagens nas adaptações eletrônicas. Porém, serão abordados apenas jogos originais.
Foi em 2013 que a desenvolvedora francesa Quantic Dreams (mesma de Heavy Rain e Detroit: Become Human), lançou seu mais ambicioso projeto até então. Beyond: Two Souls conta a história de uma jovem (Elliot Page) que desde criança se vê ligada a uma entidade. O jogador é posto em diversas situações ao longo do crescimento dessa jovem, vendo como seus pais tinham medo dela e como ela tinha extrema dificuldade de formar laços de amizade justamente por essa entidade ser extremamente protetora para com ela.
Quantic Dreams possui um papel importante na evolução da tecnologia de captura facial
Logo de cara o nome e a presença do ator canadense Elliot Page, famoso por seus trabalhos em Juno e The Umbrella Academy, chama atenção. Ele é o principal nome do projeto e a avançada tecnologia, para a época, de captura facial usada pela Quantic Dreams auxiliou em muito para que todo o trabalho de expressão feito por ele pudesse ser aproveitado ao máximo. Outro nome que o jogo também possui, além de ter um papel essencial no enredo, é o de Willem Dafoe; dono de uma vasta filmografia, com alguns dos mais famosos sendo seu papel como Duende Verde em Homem Aranha, Projeto Flórida e O Farol.
A série Arkham ainda detém até hoje o posto de melhor adaptação para videogame do universo de quadrinhos, mais especificamente do Batman. Desenvolvidos pela Rocksteady a série conta com Arkham Asylum, Arkham City e Arkham Knight; excluindo a prequel produzida pela WB Montreal Arkham Origins. O grande diferencial dos jogos foi terem trazido a experiência inédita de imersão na qual as mecânicas oferecidas faziam o jogador pensar e bolar estratégias pelas quais o próprio Cavaleiro das Trevas é conhecido em suas histórias. Isso somado a um mapa de mundo aberto e enredos primorosos.
Mark Hamill é a voz (e risada) definitiva do Coringa
Em todos os jogos o Batman, como não poderia deixar de ser, ele é a figura constante e central. Porém, onde há o Cavaleiro há também o palhaço príncipe do crime; sendo assim o Coringa detém ao longo da franquia o papel de vilão maior a atormentar os jogadores. Na trilogia da Rocksteady sua dublagem ficou a cargo de Mark Hamill, eternamente famoso por sua interpretação como Luke Skywalker em Star Wars. O ator e dublador também é conhecido por sua ligação com o vilão, sendo sua voz “oficial” desde a clássica série animada de 1992. Ele também já dublou o Coringa em filmes como A Máscara do Fantasma, Batman do Futuro: O Retorno do Coringa e Piada Mortal.
A franquia Crackdown já está por aí há certo tempo, mais exatamente desde 2007. Exclusiva de Xbox sistema operacional Windows, a franquia sempre se destacou por ser um shooter (jogo de tiro) em terceira pessoa bastante competente e, por seu elemento maior e mais famoso, a destruição de cenários. Essa mecânica em específico sempre foi bastante elogiada e comparada com sistemas similares em jogos como Black e Battlefield, o que não é pouca coisa. A saga, porém, sempre sofreu com críticas a respeito da falta de um enredo envolvente.
Muito do marketing do jogo girou em torno da figura do carismático ator
Não à toa, quando o terceiro título da franquia foi lançado, todos os holofotes do projeto se voltaram para dois elementos: o anúncio de que o jogo teria um multiplayer voltado para um cenário que teria destruição em tempo real utilizando tecnologia de armazenamento na nuvem, e pela presença do ator Terry Crews, que realizou captura de movimento e dublagem em determinado personagem; ele inclusive é o destaque da cinemática de abertura do jogo.
Considerada uma das grandes franquias de RPG nos games e a mais importante do gênero sci-fi, Mass Effect se notabilizou pela variação de escolhas que o jogador poderia seguir e pela fluidez com que o protagonista Shepard (podendo ser homem ou mulher) poderia ser gerado. O enredo da saga claramente aproveita o que produções como Star Trek tem de melhor, ou seja, um futuro utópico em que humanos e alienígenas convivem pacificamente; não focando em guerras, mas sim na exploração espacial.
Confiança não é algo inspirado pela presença do Illusive Man de Martin Sheen
Eis que chega o segundo capítulo, amplamente tido como o auge da franquia. Depois de passar por um ataque a capitã Shepard (versão escolhida pelo autor) precisa recrutar uma nova tripulação para deter uma onda de desaparecimentos que tem abatido as colônias humanas na “periferia” da galáxia. O responsável pela volta de Shepard é um homem conhecido como Illusive Man cuja a voz é concedida pelo ator Martin Sheen. O pai dos atores Emilio Estevez e Charlie Sheen é conhecido por sua participação em clássicos dos anos 70 e 80 como Apocalypse Now e a crítica ao modelo predatório do mercado de ações Wall Street: Poder e Cobiça.
O lançamento de GTA III em 2001 foi revolucionário, não há muito mais o que falar. O jogo estabeleceu como viável o padrão de mundo aberto 3D com câmera em terceira pessoa. Não surpreendente o jogo também estabeleceu uma dinastia sucedida por Vice City e San Andreas. O segundo se tornou um ícone do Playstation 2 trazendo a cidade Los Santos (baseada em Los Angeles) em plenos anos 90, com a violência entre gangues dos subúrbios no auge e a ação da polícia era pautada por medidas controversas nessas áreas.
O corrupto policial de Los Santos foi motivo de raiva para muitos jogadores
Samuel L. Jackson, o eterno Nick Fury e Jules de Pulp Fiction,dá a vida ao corrupto oficial Frank Tenpenny. Figura odiada por todos os jogadores, o policial constantemente aparecia junto de seus capangas para cobrar subornos do protagonista CJ, tendo inclusive ações decisivas nas reviravoltas da vida do herói.
O mais recente projeto de Hideo Kojima após sua polêmica saída da Konami e fim da saga Metal Gear Solid gerou muitas dúvidas antes de seu lançamento; trailers misteriosos, imagens de divulgação confusas, demora do realizador em anunciar como seria a história e um elenco estelar. Muito provavelmente nenhum jogo até hoje viu tamanha comunhão de grandes nomes de Hollywood atuando juntos no mesmo projeto.
A começar por Norman Reedusconhecido pelo seu trabalho na série The Walking Dead que assume o protagonismo do projeto. Em seguida vem Léa Seydoux (007 Spectre, Azul é a Cor mais Quente)como a misteriosa Fragile, Guillermo del Toro (diretor vencedor do Oscar por A Forma da Água) como Deadman, Mads Mikkelsen(007 Cassino Royale, Hannibal) como o implacável Cliff, Margaret Qualley (The Leftovers, Era uma vez em Hollywood) como Mama.
Com a tão aguardada estreia de ‘As Marvels‘ nos cinemas, os fervorosos fãs do universo Marvel terão a oportunidade de conhecer uma nova antagonista: Dar-Benn, a guerreira do Império Kree que promete trazer uma dimensão a mais ao enredo.
Interpretada pela atriz Zawe Ashton, Dar-Benn é descrita como uma personagem cuja postura e motivações são profundamente influenciadas pelo confronto da Capitã Marvel (Brie Larson) com o Império Kree.
Mary Livanos, produtora do filme, compartilhou detalhes sobre a vilã em uma entrevista à Total Film, revelando a conexão intrincada entre Dar-Benn e o passado do Império Kree.
“Dar-Benn personifica uma nova era para o Império Kree após um encontro de proporções cataclísmicas com a Capitã Marvel em tempos passados. Das cinzas do Império Kree, emerge a ressurreição de Dar-Benn”, afirmou a produtora.
Confira o trailer:
Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
Segundo o The Hollywood Reporter, a Amazon MGM Studios terá o direito de primeira escolha sobre os filmes narrativos que a Nine Stories, produtora de Gyllenhaal, planeja produzir, tanto para as telonas quanto para o streaming.
Em seu comunicado, Gyllenhaal expressou sua satisfação com a parceria: “Trabalhei com a Amazon MGM em dois filmes no ano passado, e eles foram um parceiro maravilhoso em ambas as ocasiões. Sua dedicação à sétima arte é contagiante, e admiro profundamente seu compromisso com os fãs ao redor do mundo. Estou animado em formalizar uma colaboração já tão bem-sucedida — especialmente após a excelente estreia de ‘Matador de Aluguel'”.
Julie Rapaport, chefe de produção e desenvolvimento de filmes da Amazon MGM Studios, elogiou as habilidades de Gyllenhaal: “Jake é um talento singular, cuja paixão e visão para o cinema o tornam um poderoso contador de histórias, tanto diante quanto atrás das câmeras. Após o recorde de sucesso de ‘Matador de Aluguel’, não poderíamos imaginar um momento mais oportuno para oficializar nossa parceria.”
Na trama, Gyllenhaal estrela como um ex-lutador do UFC que consegue um emprego como segurança em uma taberna em Florida Keys, apenas para descobrir que este paraíso não é tudo o que parece.
A produção conquistou 62% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes.
Confira as principais reações:
“Talvez o maior crime do filme seja a falta de luta”, Little White Lies
“Não é um filme tão ruim quanto, mas um exemplo inexplicável de uma franquia que não merece ser revisitada. Por que você iria querer refazer e modernizar um filme tão incorporado em seu tempo e estética específicos?”, Jason Bailey
“Carece de personalidade e apelo sexual, exatamente o que um remake de um clássico de Patrick Swayze não deveria fazer.”, Matthew Pejkovic
“Muito bem conduzido pelo diretorDoug Liman, com um roteiro inteligente e ostentando uma visão maravilhosamente original do arquétipo do herói de ação, este novo ‘Matador de Aluguel’ é um tumulto total… No bom sentido do termo.” – Empire
“Jake Gyllenhaal oferece uma atuação divertida que vai do charmoso ao ameaçador, mas mesmo isso se perde no caos de um filme que precisava ser suado, fundamentado e urgente para funcionar, mas que se torna cada vez mais parecido com algo que você assistiria no sábado de manhã.” – RogerEbert.com
“Embora ‘Matador de Aluguel‘ provavelmente seja medido pela intensidade de suas lutas, a trama consegue moldar um retrato surpreendentemente fundamentado do cotidiano da Florida.” – The Hollywood Reporter
“O novo ‘Matador de Aluguel‘ é uma atualização adequada ao legado de seu antecessor. Não porque seja melhor, ou mesmo porque seja tão parecido, mas porque se move com a mesma estupidez inconsciente que alimentou tantos sucessos de bilheteria dos anos 80 dos quais nos lembramos com tanto carinho.” – IndieWire
“Esta versão provavelmente não terá a reputação duradoura que a versão dos anos 80 teve. É divertido o suficiente para passar o tempo, mas falta aquele brilho que tem no clássico. – Next Best Picture
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