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HORRIVEL! Filme de terror com 0% de aprovação faz sucesso na Netflix

Nos últimos meses, a Netflix tem adicionado vários filmes de terror massacrados pelos críticos e pelo público em seu catálogo. Mas dessa vez o streaming caprichou… negativamente.

Um novo filme de terror foi adicionado ao catálogo e já entrou para o TOP 10 de mais vistos do streaming.

No Rotten Tomatoes, o filme foi detonado com 0% de aprovação dos críticos, e nova média 3.2 de 10.

Intitulado ‘The Devil Below‘, o longa é dirigido por Bradley Parker (‘Chernobyl: Sinta a Radiação’) e se parece com ‘Abismo do Medo‘.

“Há um local abandonado situado no interior dos Apalaches, onde minas de carvão subterrâneas estão em chamas há décadas. Quando uma equipe de pesquisadores tenta descobrir como os incêndios começaram, eles logo descobrem algo mais surpreendente do que o mistério que os levou até lá: eles não estão sozinhos.”

Confira o trailer:

O elenco conta com Alicia Sanz, Adan Canto, Zach Avery, Chinaza Uche, Jesse Latourette, Jonathan Sadowski e Will Patton.

Eric Scherbarth e Stefan Jaworski são responsáveis pelo roteiro.

Demônio toca o terror em cena EXCLUSIVA de ‘Exorcismo Sagrado’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe legendado do terror ‘Exorcismo Sagrado‘.

O filme é estrelado por Will Beinbrink (‘IT: A Coisa’) e já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Alejandro Hidalgo.

Um padre americano que vive no México desafia ordens de seus superiores para realizar um ritual de exorcismo. No entanto, o demônio é forte demais para ser derrotado e consegue levar o padre a cometer um terrível sacrilégio. Dezoito anos depois, as consequências desse pecado voltam a assombrar Peter diariamente. Para salvar sua vida, ele vai precisar enfrentar novamente o demônio que conhece tão bem suas fraquezas em uma batalha ainda maior entre o bem e o mal.

Joseph MarcellMaría Gabriela de FaríaHector KotsifakisRaquel RojasAlfredo HerreraEloisa MaturenJuan Ignacio ArandaChristian Rummel completam o elenco.

‘The Last of Us’: Audiência do 3º episódio aumenta 56% em relação ao piloto

The Last of Us‘ continua atraindo mais audiência a cada episódio.

Segundo o medidor Nielsen, o terceiro episódio da série registrou um aumento de audiência de 12% em relação ao segundo.

4.7 milhões de pessoas assistiram ao 3º episódio somente nos Estados Unidos, um aumento de 56% em relação ao piloto.

A trama do episódio é focada na crescente relação amorosa entre Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett), dois homens de meia idade que encontram paixão em meio ao apocalipse e, percebendo que não podem viver um sem o outro, dão adeus à vida em um trágico estilo shakespeariano.

Em entrevista ao Yahoo!, o cocriador Craig Mazin, que desenvolveu o show ao lado de Neil Druckmann, revelou o que o fez abordar o enredo de maneira tão cândida e humanizada: “eu queria explorar o tema do amor e também dos diferentes tipos de amor”.

Mazin também contou que quis explorar mais a narrativa apresentada nos games originais, permitindo que tanto os fãs dos jogos quanto os novatos ao mundo de The Last of Us pudessem se conectar aos personagens.

“Nós queríamos dar às pessoas mais, se elas tiverem jogado o jogo, e, se não tivessem, queríamos que elas sentissem que isso era algo natural de ocorrer”, ele explica. “Há esses momentos no jogo que Neil e eu pensamos: ‘ah, é aqui que nós nos aventuramos, exploramos e nos divertimos'”.

E você? Gostou do episódio?

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 05 de fevereiro.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção conquistou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 187 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre os especialistas internacionais é de que que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

“Essa galera que critica é BURRA”, fala Luísa Sonza sobre sua série na Netflix

Luísa Sonza rebateu AS críticas sobre sua série documental ‘Se Eu Fosse Luísa Sonza’, que foi lançada pela Netflix.

Em entrevista à revista Billboard Brasil, ela disse:

“Sabe quando Caetano fala em Vox Populi: ‘Você é burra, eu não consigo nem gravar o que você está falando’? Essa galera que critica é burra, e eu não consigo entender exatamente o que eles falam. Eu não vou responder, é de tamanha burrice que eu prefiro não revidar. Não tem como conversar de igual para igual”, disse ela. 

Ao longo de apenas 1h49, E se Eu Fosse Luísa Sonza é divido em três episódios: O mundo é um moinho, Eu sou Minha Pior Hater e Escândalo Íntimo. A escolha episódica, ao em vez de capítulos de um documentário, tenta ou conversar direto com o público mais jovem da cantora de 25 anos, ou escalar uma projeção maior do que as pernas da carreira de Luísa Sonza como diva pop brasileira. 

Dirigido por Isabel Nascimento Silva, adepta dos formatos de programas televisivos para GNT e HBO Max, o documentário — vestido de série documental — acompanha um ano na vida de Luísa Gerloff Sonza, tendo bastante tempo de choro e de entrevista confessional, a fim de analisar seu próprio percurso até o ano de 2023. 

Contando com a participação dos pais e do ex-marido Whindersson Nunes, o primeiro episódio busca apresentar as origens da jovem loira de olhos claros vinda da cidade de 7 mil habitantes de Tuparendi. Com o discurso de origem de mulheres batalhadoras, o documentário não entra em detalhes familiares, mas apresenta Luísa desde pequena soltando a voz em várias apresentações na sua cidade natal. 

Assim como toda história de início da fama, se a pessoa não é filha, sobrinha, afilhada de gente famosa, é necessário uma dose de investimento e interesse de produtores para construir uma carreira musical. Assim como milhares de brasileiras e brasileiros, Luísa Sonza fazia cover de canções e os subia no YouTube. Até que um dia um dos vídeos viralizou e Whindersson Nunes entrou em contato com ela pelas redes sociais. Os dois começaram um relacionamento, vivido e exposto com  intensidade nas redes sociais. 

Caso semelhante ocorreu com a cantora Mallu Magalhães, descoberta no MySpace aos 15 anos, que sofre até hoje com os haters de sua música e do seu relacionamento com Marcelo Camelo, ex-Los Hermanos, 14 anos mais velho. Este parêntese comparativo é apenas para dizer: o “showbusiness” tem muitas dessas coisas. Já Wanessa Camargo penou com a desconfiança da mídia por ser filha de cantor sertanejo em uma época sem Instagram e TikTok; e ainda hoje a baiana Claudia Leitte luta contra o estigma de “inimiga sem talento” de Ivete Sangalo.

Com o objetivo de limpar as polêmicas da artista gaúcha, o segundo episódio mescla as respostas de Luísa aos ataques vividos após o rompimento do casamento com Whindersson e os desdobramentos exacerbados dos “fãs”(???) do comediante com o triste destino do seu filho prematuro. A preparação do lançamento do álbum Doce 22 e a produção de Escândalo Íntimo são pano de fundo, as câmeras são mais incisivas nos problemas de acne da cantora, perda de cabelo, consumo de rivotril e medo de perder a voz. 

Leia também: Crítica | ‘Doce 22’ marca o amadurecimento sem remorsos de Luísa Sonza

Cuidado redobrado com a voz, quatro úlceras e quase uma operação na garganta aos 25 anos, E se Eu Fosse  Luísa Sonza deixa de fora a quantidade enorme de problemas mentais e abuso de substâncias realizadas pela jovem nesse último ano. Por mais que os pais apareçam na produção, a importância dada aos haters da internet na vida dela representa uma real carência de afeto e de acompanhamento de amigos e profissionais. Possivelmente, Luísa Sonza não estava bem nem para fazer este documentário. 

Vale a pena a comparação com as duas temporadas, de seis episódios cada, de Anitta na própria Netflix. Neles, vemos realmente bastidores e detalhes de realizações alcançadas pela artista e poucos posicionamento sobre polêmicas. Já nesta produção parece que Luísa Sonza não estava tão disponível, ou mesmo disposta, a ter uma câmera no seu dia a dia. 

Veja mais: Crítica Netflix | Anitta Made in Honório é o Furacão PopFunk Brasileiro na Intimidade e na Irreverência

Como declarado na minissérie, ela sente-se melhor ao se expressar nas letras de suas músicas. O álbum Doce 22 realmente apresenta uma artista com vigor criativo e voz de soprano altiva. Na produção, porém, a jovem parece já bastante debilitada para a pouca idade. O seriado toca bastante nas dores e nas fofocas da sua carreira, mas deixa o cotidiano da jovem apenas para as imagens de arquivo familiares. 

Quem é Luísa Sonza para você? Por mais que E se Fosse Luisa Sonza tente uma aproximação com o grande público e identificação, a cantora continua numa bolha distante e desprotegida de discursos de ódio. As pessoas ao redor da cantora deveriam protegê-la dessa exposição. Até o caso de injúria racial respondida pela cantora nas redes sociais recebe destaque, mas sem contextualização atual.   

Catuxa tenta CONVENCER Marlene Mattos a participar de ‘Pra Sempre Paquitas’ em áudio VAZADO; Confira!

O documentário Pra Sempre Paquitas já está disponível no GloboPlay tem dado o que falar.

A coluna Fábia Oliveira divulgou uma conversa entre Ana Paula Guimarães, a Catuxa,  e Marlene.

Ana Paula Guimarães dirige o documentário e tentou convencer Marlene Mattos a dar entrevistas se defendendo das acusações..

Em áudio, Catuxa disse que o documentário tinha o objetivo de traçar um paralelo entre a década de 1980, 1990 e os tempos atuais.

“Oi Marlene, como é que você está? Aqui é Catu, Ana Paula… Queria saber como é que você está, queria falar com você. Você deve saber porquê. Gostaria muito que você participasse do nosso documentário. Já gravei com quase todas as Paquitas e, diferente do doc [documentário] da Xuxa, esse que a gente tá fazendo é mais pra traçar um paralelo de toda a década de 80, 90, com os dias de hoje, formatos do programa, pensamentos”, disse Catuxa.

A ex-paquita continuou: “Queremos trazer muita alegria, muita magia, que era como você construía o programa. Enfim, seria incrível ter você com a gente! E queria que você pensasse com carinho, queria falar com você ou, enfim, se você quiser eu te ligo, mas é muito importante pra gente ter você, te escutar, pro público também poder te escutar, ver a sua visão dessa história toda, de como foi toda essa criação, como é que foi surgindo e crescendo esse fenômeno que foi o grupo. É lógico que o grande fenômeno foi a Xuxa, mas enfim, foi um grupo forte e a gente queria escutar você”. 

“Então, queria que você pensasse com carinho e, quando quiser e se quiser, eu te ligo. Está bom? Obrigada por tudo e tenho grandes histórias aqui sendo contadas, muita gratidão. Todo mundo lembrando de como aprendeu com você. Lógico que lembra das broncas também, mas de como aprendeu com você é sempre mais forte… Essa questão da disciplina, do cuidado… Enfim, é isso! Está aí meu recadinho pra você e espero que você escute com carinho. Um beijo grande”, encerrou a ex-paquita.

Marlene Mattos respondeu ao áudio com uma mensagem escrita, no dia 4 de março de 2024.

“Oi Ana Paula, escutei tua mensagem e teu convite para participar do doc que vai contar a história do grupo Paquitas. Te agradeço, mas não tenho interesse em participar. Vou ficar na torcida para que vocês tenham o sucesso que desejam. Que o sonho, a fantasia, as broncas, o aprendizado, a verdade e as realizações pessoais e em grupo sejam a pauta do conteúdo do doc. Fica bem e muita inspiração. MM”, escreveu Marlene.

O doc tem gerado grande repercussão ao expor relatos de abusos e assédio sofridos pelas ex-assistentes de palco de Xuxa Meneghel.

Em um dos episódios, as ex-Paquitas revelam que eram frequentemente chamadas de nomes ofensivos por Marlene Mattos e forçadas a enfrentar situações constrangedoras, como tirar a roupa.

A atriz Bianca Rinaldi compartilhou que se sentiu profundamente humilhada em uma dessas ocasiões, enquanto Priscilla Couto, a Catuxita, destacou as humilhações que sofreu devido à sua aparência física.

Ana Paula Guimarães, a Catu e diretora do documentário, emocionou-se ao discutir a normalização do abuso entre as meninas. Roberta Cipriani, a Xiquitita, expressou seu desconforto ao presenciar o que suas colegas enfrentavam.

Juliana Baroni, por sua vez, afirmou que se recusou a tirar a roupa, mas se sentiu mal ao ver suas amigas passando por essa situação.

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A série é composta por cinco episódios que traçam uma conexão entre o passado e o presente, refletindo sobre a evolução da sociedade desde as gerações de 1980 e 2000.

Os temas abordados incluem questões de gênero na TV, pressão estética, representatividade, competitividade, infância e juventude, assédio e outros assuntos que ressoam com os jovens de hoje.

Relembre o anúncio do projeto:

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‘Sexta-Feira 13’: Jason Voorhees está de volta em teaser SANGRENTO dirigido por Mike P. Nelson

O icônico vilão de ‘Sexta-Feira 13‘ está pronto para mais um banho de sangue — desta vez em um curta inédito chamado ‘Sweet Revenge‘, dirigido por Mike P. Nelson, de ‘Silent Night, Deadly Night‘ e ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘.

O curta ganhou um teaser inédito na SDCC.

Assista:

Produzido pela Horror, Inc. — detentora da franquia — o projeto é o grande destaque da campanha de 45 anos da série, e promete uma experiência nostálgica e brutal.

A descrição oficial diz que os fãs serão “imersos em um fim de semana arrepiante nas florestas, repleto de surpresas ensanguentadas que só Jason pode entregar”.

Sweet Revenge‘ será lançado em breve no canal oficial Jason Universe no YouTube e também no site da Angry Orchard Hard Cider, que está patrocinando o projeto como parte de uma colaboração com a franquia.

A produção do curta começou neste mês e contará com um novo design de Jason Voorhees criado pelo lendário artista de efeitos especiais Greg Nicotero (‘The Walking Dead’, ‘Creepshow‘). Esse novo visual também fará parte da atração de Halloween Horror Nights da Universal, marcando o retorno de Jason ao evento depois de quase uma década.

Mike P. Nelson celebrou a oportunidade com entusiasmo:

“Há 30 anos eu tentava assistir esses filmes escondido em VHS. Ter a chance de escrever e dirigir uma história do Jason é surreal. ‘Sweet Revenge‘ é um abraço sangrento e reconfortante que nos lembra por que nos apaixonamos por esses filmes”, declarou.

O projeto faz parte de uma grande movimentação em torno da franquia, que inclui também o desenvolvimento contínuo da série ‘Crystal Lake‘, produzida pela A24, e novos produtos licenciados para celebrar o legado do personagem.

Um novo filme e um curta

Sheri Conn, diretora de marketing da Horror, Inc., reforça:

“Mesmo em um curta, Nelson conseguiu capturar com maestria nossa visão — honrando o legado da franquia enquanto entrega algo novo e empolgante para uma nova geração.”

Crítica | Mapas para as Estrelas

A decadência da fama, as fortunas ganhas, o status que cada vez mais se torna transparente e uma eterna ponte para realização pessoal de alguns artistas. Como se estivesse com uma poderosa marreta nas mãos, o cineasta canadense David Cronenberg derruba a porta da mesmice e realiza um projeto que foge de qualquer conceito de normalidade. Contando com um ótimo elenco, com destaques para os ótimos Julianne Moore e John Cusack, o famoso diretor realiza uma crítica afiada e cheia de verdades sobre a atual indústria cinematográfica hollywoodiana.

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Na trama, conhecemos diversos personagens que por conta de um destino extremamente fictício, em meio ao modelo de família hollywoodiana, se interligam de maneira extrema. Tem a atriz jogada para escanteio pela indústria cinematográfica, um psicólogo que fez fortuna com livros de auto ajuda, um jovem astro infantil que adora se meter em uma polêmica e uma jovem com sérios problemas que acaba de ser liberada de um sanatório. Tem de tudo nesse filme: Dramas familiares, obsessões de todos os tipos, surtos psicóticos.

A construção de grande parte dos personagens é interessante. Dissimulados, excêntricos, desesperados, alucinados, tem de tudo um pouco. O elo de interseção de todas essas figuras cênicas é o intrigante mundo das celebridades. Esse projeto, às vezes, dá a impressão de ser um thriller sobrenatural psicótico, tamanha as cenas esquisitas que somos testemunhas. Os diálogos também merecem uma pequena referência: São sarcásticos e impressionam pela transparência de cada verdade mencionada e jogada no colo do espectador.

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Julianne Moore interpreta de forma fantástica sua complexa personagem Havana Segrand. Cheia de problemas de auto estima e inseguranças diversas, uma das protagonistas é uma das maiores criações de Moore nos últimos anos. Merecidamente, essa excelente atriz já levou neste ano o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes e já se coloca com grandes possibilidades de concorrer a uma vaga no próximo Oscar. O ponto negativo vem para Mia Wasikowska com sua Agatha Weiss e para Robert Pattinson e seu Jerome Fontana, ambos totalmente perdidos em algumas cenas. Parece que não conseguiram encontrar seus personagens dentro desse mapa para as estrelas.

Com muitas citações a artistas conhecidos do grande público e algumas situações que de fato aconteceram na realidade, Cronenberg utiliza a troca de perspectivas, entendemos os fatos relatados através dos olhos de vários personagens, o que resulta em um filme um tanto quanto complexo. É como se olhássemos pelo buraquinho da fechadura e enxergássemos um mundo nebulosamente fora de qualquer realidade conhecida onde todos buscam a sua própria liberdade.

 

 

Crítica | ‘O Último Respiro’ – Chegou no Prime Video uma narrativa intensa e carregada de tensão!

Baseado em uma história real que envolve uma das profissões mais perigosas do mundo, o longa-metragem O Último Respiro vai direto ao ponto, sem rodeios, ao reconstituir um resgate inacreditável – e até hoje considerado inexplicável – ocorrido a centenas de metros de profundidade no Mar do Norte. Sob a direção de Alex Parkinson, o filme conduz o espectador por uma narrativa intensa e cheia de tensão, onde o foco e a precisão exigidos pelo ofício se chocam com variáveis incontroláveis da natureza.

Ao longo de 93 minutos, acompanhamos a trajetória de Chris (Finn Cole), um mergulhador especializado em grandes profundidades, que é escalado para uma missão de manutenção em oleodutos submarinos, ao lado de Duncan (Woody Harrelson) e Dave (Simu Liu). Quando o navio que os leva começa a sofrer com o tempo ruim, Chris acaba ficando para trás com apenas 10 minutos de oxigênio emergencial restante. Correndo contra o tempo, Duncan, Dave e toda a equipe de comando no navio buscam soluções para trazê-lo de volta.

São 30 mil quilômetros de oleodutos – tubulações subaquáticas responsáveis pelo transporte de petróleo – cuja manutenção depende exclusivamente de mergulhadores de saturação, profissionais que passam longos períodos em grandes profundidades. Partindo desse cenário arriscado, o roteiro escolhe um recorte específico: uma intensa história de sobrevivência, que concentra seu foco no clímax e nas decisões cruciais de toda uma equipe, sem se aprofundar em muitas camadas narrativas.

Movimentando-se entre thriller e drama, uma fórmula eficiente acaba sendo imposta, indo direto ao centro de suas questões, algo que se difere de muitos outros filmes que retratam resgate e mostram o sopro da tentativa de sobrevivência. Soma-se a isso uma ótima direção e competentes atuações. O projeto, com cenas de tirar o fôlego, teve locações em Aberdeen (Escócia) e em Malta, tendo o auxílio do documentário Last Breath como referência – também dirigido por Parkinson (ao lado de Richard da Costa).

Essa história é algo até hoje sem muitas explicações científicas. A água fria e a mistura de gases com alta pressão parcial de oxigênio pode ser algo que explique o retorno intacto do mergulhador. Mas até os dias atuais esse resgate bem-sucedido é um dos grandes mistérios do mundo e aqui nessa obra, que chegou na Prime Video em 2025, vemos com real impacto todo o mix de emoções que trabalhadores numa das mais arriscadas profissões do mundo podem passar a qualquer momento do seu perigoso ofício.

Creepshow | Conheça os Filmes clássicos de terror dos anos 80

Com uma série que se encaminha para sua segunda temporada e um especial animado de Halloween recente, a marca Creepshow está mais viva do que nunca na mente dos fãs de terror. Mas você sabia que tudo começou lá atrás no longínquo ano de 1982, com uma ideia original saída de duas mentes geniais do gênero: Stephen King e George Romero?

Pois bem, nesta nova matéria, resolvemos nos embrenhar pelo universo de Creepshow, que voltou com tudo no auge de sua popularidade, e apresentar para você, querido leitor mais jovem, de onde nasceu o conceito para esta coletânea de contos de horror barra pesada no áudio visual. Vem com a gente desvendar as origens de Creepshow abaixo.

Duas mentes assustadoras

O escritor Stephen King e o cineasta George Romero (A Noite dos Mortos-Vivos) compartilhavam o gosto refinado pelo macabro, sendo assim obviamente se tornaram bons amigos de longa data. A esta altura, King já havia visto seus livros Carrie – A Estranha e O Iluminado se transformarem em filmes de sucesso em 1976 e 1980 respectivamente. O próximo passo para o autor era encontrar um projeto no qual pudesse trabalhar com o “compadre” Romero. Bem, ao menos de forma mais criativa, já que King havia estreado nas telas como ator no filme de Romero, Cavaleiros de Aço (1981).

Curiosamente, não foi um livro de King que uniu a dupla nas telonas, mas sim uma grande homenagem a uma forma de arte desacreditada no passado, com a qual os dois cresceram em suas infâncias: os quadrinhos de horror. E quando falamos neste tópico, imediatamente uma editora vem à cabeça, a EC Comics, responsável pelos sustos de meninos e meninas desde a década de 1950, em títulos como Tales from the Crypt (propriedade que rende por si só uma matéria no audiovisual também), The Vault of Horror e The Haunt of Fear.

Muitos podem não saber, mas Creepshow não existia realmente na forma de quadrinhos. O que King e Romero fizeram foi, na forma de uma brincadeira, homenagear o estilo de tais revistinhas ao criarem a sua própria fictícia para um filme. Tanto que a dupla de realizadores insistiu para que a equipe dos setores de fotografia, direção de arte e efeitos formulassem a estética de tais fotogramas impressos, como se ganhassem vida. Assim surgiu Creepshow, produção inteiramente escrita pelo mestre Stephen King e dirigida pelo grande e saudoso George Romero.

A primeira decisão criativa era imprescindível. Creepshow precisava ser uma coletânea de histórias (hoje conhecida pelo termo antologia). Assim, contando com cinco histórias de arrepiar e com um prólogo e um epílogo, estreava no Festival de Cannes (isso mesmo, pasmem), em 20 de maio de 1982, essa obra colaborativa. Nos EUA, o longa fez seu debute no dia 12 de novembro do mesmo ano. Intitulado Creepshow: Arrepio do Medo por aqui, chegava ao Brasil no dia 25 de dezembro de 1982.

Com um orçamento de US$8 milhões, o filme fez bonito para a Warner, arrecadando em bilheteria algo em torno de US$21 milhões somente nos EUA – passando por cima de “rivais” (como Halloween III: Season of the Witch) como um rolo compressor.

Os Contos

A seleção de contos para preencher o filme era de quase todos inéditos, marcando assim a estreia de King como roteirista para um filme. Somente dois eram reformulações de contos prévios do autor. Pegando carona na proibição de tais revistas no auge do conservadorismo americano nos anos 50, a trama abre com um prólogo sobre um menino (vivido pelo filho de King na vida real, Joe Hill, que seguindo os passos do pai se tornou também um autor de terror bem sucedido) levando um “esculacho” do pai (papel do veterano Tom Atkins) justamente por ler tais histórias de horror. Seu pai sem titubear joga os quadrinhos do filho no lixo. Logo depois o menino recebe uma visita de outro mundo e pensa numa forma de vingança contra seu progenitor abusivo.

Assim abrimos oficialmente as histórias com “O Dia dos Pais”, que fala sobre uma herança maldita e uma linhagem familiar amaldiçoada. A fortuna da família Grantham foi feita através de todo tipo de infração, desde fraude até assassinato. Naturalmente, os membros desta família estão mais que acostumados com toda e qualquer contravenção, e é isto que leva Bedelia (Viveca Lindfors) a matar o próprio pai, o poderoso patriarca Nathan (Jon Lormer). Muitos anos depois, com a família tendo crescido, e Bedelia já idosa, após uma visita ao cemitério bêbada, ela termina por invocar do túmulo o cadáver de seu falecido pai. O morto-vivo agora segue rumo à sua antiga mansão, onde irá encontrar sua neta e seus interesseiros bisnetos para uma reunião familiar inesquecível. Um dos chamarizes deste primeiro conto é a presença de Ed Harris como o marido da bisneta do vovô zumbi.

O segundo, “The Lonesome Death of Jordy Verrill”, é baseado em “Weeds”, conto do próprio King. Ele igualmente estrela como protagonista vivendo o personagem título, um caipira cartunesco dono de pouca inteligência. A reviravolta ocorre com a queda de um meteorito em sua propriedade rural, o qual o protagonista imagina que seja o fim de seus problemas financeiros. Porém, se torna um problema ainda maior, uma vez que ele o toca e se inicia uma mutação em sua pele, o transformando, e em tudo que ele toca, em vegetação alienígena.

A terceira narrativa é intitulada “Something to Tide You Over”, outra história original de King. Aqui temos a presença ilustre de Leslie Nielsen, famoso humorista da franquia Corra que a Polícia Vem Aí num papel nada engraçado. Aqui ele vive um vingativo e cruel marido, que decide punir sua esposa infiel e o amante dela. Nos sets de filmagem, porém, foram reportadas as brincadeiras e o bom humor do ator bonachão, sempre fazendo o elenco rir durante as tomadas. Outro humorista parte desta terceira trama é Ted Danson (Três Solteirões e um Bebê) no papel do amante. O homem traído prepara uma armadilha para a esposa e o “outro” e os enterra na areia da praia até o pescoço, enquanto assiste de sua mansão a maré subir. Mas assim como o mar, tudo que vai volta, e logo o sujeito receberá visitas inusitadas igualmente atrás de sua própria justiça.

The Crate”, baseado no conto homônimo de King, é um prato cheio para quem curte histórias de monstros. Como de costume no longa, aqui temos outra subtrama envolvendo vingança. O grande Hal Halbrook estrela como um professor universitário que fica sabendo sobre um monstro no porão do prédio da faculdade, que está se alimentado secretamente das pessoas. É então que o sujeito tem a “brilhante” ideia de atrair sua insuportável esposa, a quem ele odeia (papel de Adrienne Barbeau), para uma “palavrinha” com a criatura.

Encerrando os cinco contos, “They’re Creeping On You” quase ficou de fora do filme, por se mostrar o mais difícil de ser realizado. De fato, King tinha até uma nova história de plano B caso precisasse realmente deixa-lo de fora – essa tal história terminou entrando na continuação. Aqui, um empresário sem escrúpulos vive em um apartamento altamente tecnológico e extremamente sanitário, já que o sujeito é um recluso e com TOC de limpeza. Interpretado por E. G. Marshall (num papel que quase foi de Max von Sydow), o protagonista coleciona inimizades devido a forma como faz negócios. Assim, é claro que um destino amargo se abateria sobre ele, já que muito da proposta de Creepshow é ser a punição definitiva para pessoas ruins. E aqui, o castigo do protagonista vem servido por uma infestação… de baratas!

Antes de se encerrarem os créditos ainda ganhamos a conclusão da história do menino e seu pai abusivo, com o epílogo trazendo a vingança do garoto.

As Continuações

É natural em Hollywood que tudo que faça sucesso gere continuações. E com Creepshow não foi diferente. A criação de King e Romero foi recebida com tanto entusiasmo que logo os produtores decidiram levar a ideia para a TV na forma de uma série. No entanto, com envolvimento de um grande estúdio como a Warner, além da produtora Laurel Entertainment, a questão sobre os direitos autorais terminam virando uma teia de tão emaranhado. Assim, mantendo o espírito do projeto, a opção foi por mudar apenas o título da empreitada, constando os mesmos realizadores e equipe técnica, e tendo inclusive Romero e King supervisionando e assinando o roteiro de alguns episódios. Assim nascia Tales from the Darkside – no Brasil conhecido como Galeria do Terror -, programa que ficou no ar de 1983 até 1988, se mostrando igualmente um sucesso.

Ironicamente, no penúltimo ano do programa, as duas partes se entenderam novamente, e trabalharam juntas para confeccionar Creepshow 2 (subtitulado Show de Horrores no Brasil), a tão aguardada sequência do sucesso de 1982. Esta é a resposta para os que se perguntam por que um filme de sucesso demorou 5 anos para dar continuidade e voltar a gerar lucro. Em 1987 finalmente estreava Creepshow 2, que desta vez contava com Romero apenas assinando o roteiro ao lado de King, deixando a direção para Michael Gornick, diretor de fotografia do primeiro Creepshow e usual colaborador do cineasta. Desta forma era como se os fãs tivessem dois Creepshow rolando ao mesmo tempo: um indo ao ar na TV e outro em cartaz nas salas de cinema.

Devido a estas questões de direitos, o segundo longa contou com um orçamento menor, de US$3.5 milhões, e fez menos bilheteria também para a Warner, arrecadando nos EUA algo em torno de US$14 milhões. O corte orçamentário também atingiu o roteiro, que viu as histórias diminuírem de cinco para apenas três. Dois outros contos chegaram a ser planejados e escritos para compor o projeto – um deles inclusive migrou para outra produção, que será comentada mais abaixo.

Desta vez o prólogo e o epílogo, além das histórias principais em si, ficaram maiores para encorpar o tempo de duração de 1 hora e 30 minutos. A história de apresentação agora também entrecorta as subtramas, mostrando um novo menino ávido pelos contos da revista Creepshow, com o que vemos em tela sendo as histórias lidas pelo garoto nos quadrinhos. Neste prólogo Billy (Domenick John) sofre com os valentões do colégio, até conseguir atraí-los para uma armadilha contendo suas amigas: plantas carnívoras.

A primeira história é intitulada “Old Chief Wood’nhead” e mostra um casal de idosos donos de uma loja de conveniência sofrendo com a criminalidade em sua cidadezinha. Bandidos armados roubam o local e terminam por assassinar o casal. No papel do marido, o vencedor do Oscar George Kennedy é o rosto mais conhecido. No local, os velhinhos guardavam uma estátua de um índio de madeira, que ganha vida devido a artefatos dados por um índio de verdade, e parte numa revanche sangrenta contra os criminosos.

Na sequência, “The Raft” ou “A Jangada” é uma homenagem aos filmes de terror adolescente, misturando A Bolha Assassina na receita. Dois casais de jovens param num lago para nadar e chegam até uma grande estrutura de madeira flutuante. No local, se encontra também uma criatura viscosa, muito parecia com uma mancha de óleo, que começa a devorá-los um a um, fazendo os que restam lutar por sobrevivência.

Finalizando, “The Hitchhiker” ou “o caronista” faz alusão de forma interessante a questões sociais delicadas. O trecho mostra uma dondoca infiel (papel de Lois Chiles) traindo seu marido sem que ele saiba e precisando voltar rapidamente para casa antes dele. No trajeto, ela atropela um homem sem teto que pedia carona e foge sem dar assistência. Não tendo sido vista, ela acredita que nada irá lhe acontecer. No entanto, o sujeito simplesmente não a deixará em paz. Essa era a história que King tinha na manga caso precisasse de um substituto para o último conto do primeiro filme.

Creepshow 2 foi lançado, mas a série Galeria do Terror só chegaria ao fim no ano seguinte. Aproveitando a popularidade do novo produto que tinham em mãos, King e Romero não perderam tempo e logo firmaram um acordo cinematográfico, desta vez com a Paramount. Assim, em 1990, três anos após Creepshow 2, a dupla levava para os cinemas Tales from the Darkside: The Movie, a versão para as telonas do seriado de sucesso. No Brasil, com o título Contos da Escuridão.

Com um orçamento de US$3.5 milhões, Contos da Escuridão obteve mais sucesso com o público do que Creepshow 2, retornando em bilheteria US$16.3 milhões. De fato, grande parte dos fãs considera este um “terceiro episódio não oficial” da franquia Creepshow, já que funciona de forma muito similar.

Mais três histórias são apresentadas em Contos da Escuridão, desta vez narrados pelo menino Timmy (Matthew Lawrence), capturado e prestes a ser comido por uma bruxa, papel da ‘Blondie’ Debbie Harry.

Na primeira, o elenco conta com Steve Buscemi e Christian Slater, marcando a estreia da musa Julianne Moore nas telonas. “Lot 249” é uma adaptação de Sir Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. Depois que o personagem de Buscemi é trapaceado para perder uma bolsa de estudos na universidade por Moore e um colega, ele invoca uma Múmia, dando vida à criatura para que cometa sua vingança.

Depois, em “Cat From Hell”, baseado num conto de King, os realizadores reciclam a história que faria parte de Creepshow 2. Nela, um gato preto é alvo de um milionário que acredita que o animal está exercendo uma vingança cósmica contra os donos de uma empresa que utiliza gatos em suas pesquisas e foi responsável pela morte de milhares dos bichanos. O próprio é o próxima da lista animal.

Na última história, “Lover’s Vow”, um conto folclórico japonês é o tema, adaptado para a cultura norte-americana. A trama fala sobre um sujeito presenciando uma estátua monstruosa ganhando vida e matando seu melhor amigo. Um pacto é feito entre ele e a criatura para que nunca conte sobre o ocorrido. Na mesma noite ele conhece uma bela mulher, papel da sumida Rae Dawn Chong. Os dois iniciam um relacionamento, se casam e têm filhos. Mas quando o protagonista resolve quebrar a promessa e contar para a esposa sobre o que viu na fatídica noite, traz para si e sua família uma triste tragédia.

Existia planos para uma sequência de Contos da Escuridão, que infelizmente não foram concretizados. Um Creepshow 3 chegou a ser lançado em 2006 direto no mercado de vídeo, com o subtítulo Forças do Mal no Brasil. Mas sem o envolvimento de Stephen King e George Romero, se tornou uma produção obscura e esquecível, que pouco vale ser mencionada.

Em 2019, novamente com envolvimento de King e de seu filho Joe Hill, além de artistas ligados ao original (como a atriz Adrienne Barbeau), finalmente Creepshow ganhou sua tão aguardada série de TV – um presente do streaming Shudder para os fãs. Com seis episódios, cada um dividido em duas histórias, foi ao ar a primeira temporada no fim de setembro de 2019, propiciamente chegando até o dia das bruxas em 31 de outubro. A segunda temporada já foi confirmada e começa a tomar forma, preparando seu lançamento em breve.

Crítica 6 | Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros

Em Jurassic World, nos sentimos numa mistura entre um parque de diversões da Disney e uma selva fechada; numa epopeia fantástica e bela, mas aterrorizante também. E embora o filme tenha uma estratégia óbvia, não nos sentimos entediados durante a projeção, justamente, por trata-se de um longa que consegue ser divertido e dinâmico. Bem executado, cumpre seu trabalho como um bom filme de franquia, mas embora ative as mais profundas nostalgias de quem foi criança em 93, não passa disso.

Definitivamente, quem assistir este filme no cinema terá uma boa experiência. Como não? Uma viagem por um parque de diversões infestado de dinossauros dos mais variados tipos, em que se pode vê-los, aproximar-se e, em alguns casos, até toca-los. A situação e os personagens se repetem, o que resta são as perseguições e novos dinossauros, que são filmados de maneira eficiente e, de fato, fazem com que fiquemos na ponta da cadeira durante a maioria do filme. Exclui-se ai, é claro, o péssimo 3D, que é apenas mais um caça níquéis, como de praxe dos blockbusters hollywoodianos.

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Embora Colin Trevorrow demonstre estilo em alguns momentos do longa, com um realismo interessante que é representado por zooms rápidos e lentes sujas, o peso recai nos ombros de Spielberg. Mesmo que o diretor não tenha pisado no set, um dia sequer, sua influência visual é presente. Em mais de uma ocasião vemos o Indominus rex se aproximando lentamente, bem como o jeito de filmar os Velociraptors e Brachiosauros (pescoçudo).

É engraçado como Trevorrow passa do início a metade do filme mostrando as atrações do parque Jurassic World. Acompanhamos os dois irmãos Gray (Ty Simpskins) e Zach (Nick Robinson) enquanto desfrutam as atrações do parque, o que é belo, já que vemos aquele parque nos olhos de pessoas que estão conhecendo-o pela primeira vez. Ampliado pelas doses de nostalgia, da trilha de John Willians, nos sentimos como crianças novamente, enquanto passamos um dia no parque com aqueles garotos. E ai, o filme se torna metalinguístico, de uma maneira, já que não só o conceito do parque dos dinossauros, mas o cinema, em si, envolve a fantasia, a mágica e o deslumbramento que toda criança tem ao contemplar algo dessa magnitude.

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Perto do clímax, o longa começa a perder força, principalmente, pelo descuido no roteiro. Adotando a estratégia do “e” (x acontece e y acontece e w acontece e…) que inclui lutas homéricas entre dinossauros e uma inexplicável aliança com os humanos. Em um momento um personagem dispara: “Parece que não aprendemos nada!”. E não poderia estar mais correto. Esta frase sintetiza o filme. Não espere nada de diferente, apenas uma boa diversão repleta de dinossauros.

‘A Princesa e a Plebeia’: Nova comédia da Netflix, estrelada por Vanessa Hudgens, ganha trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de sua nova comédia, ‘A Princesa e a Plebeia‘ (The Princess Switch), estrelada por Vanessa Hudgens.

Confira:

Dirigido por Mike Rohl, o filme será lançado na plataforma no dia 16 de novembro.

Na trama, Hudgens interpreta duas personagens: Margaret, a Duquesa de Montenaro, e Stacy, uma plebeia bem comum. De maneira mágica, ambas acabam trocando de lugar, uma semana antes do Natal. E graças à uma mãozinha de um ajudante do Papai Noel, Margaret se apaixona pelo colega de trabalho de Stacy (Sam Palladio), enquanto sua sósia se apaixona pelo noivo da princesa, que por sinal é um príncipe.

‘Turma da Mônica – Laços’: Música de Tiago Iorc ganha clipe com cenas do filme

A Paris Filmes divulgou um novo vídeo do filme ‘Turma da Mônica: Laços‘, que traz a música-tema cantada por Tiago Iorc.

Confira:

Crítica | Turma da Mônica: Laços – Live-action PERFEITO para todas as gerações! 

Dirigido por Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs‘), o longa é baseado nos clássicos quadrinhos criados pelo cartunista Mauricio de Sousa.

Após o sumiço do Floquinho, Cebolinha vai precisar da ajuda de seus inseparáveis amigos Mônica, Cascão e Magali para bolar um de seus planos infalíveis e recuperar seu cãozinho, dando origem a uma aventura que reacende os laços que unem a Turma da Mônica há mais de 50 anos.

O elenco conta com Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali) e Monica Iozzi.

O filme se passará nos anos 80 e seguirá a linha dos clássicos norte-americanos ‘Os Batutinhas‘, ‘Os Goonies‘ e ‘Conta Comigo‘.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Indira Varma, de ‘Game of Thrones’, confirma estar com Coronavírus

O atriz Indira Varma, da popular série ‘Game of Thrones‘, confirmou ter testado positivo para o COVID-19.

“É muito triste que o nosso e vários outros programas tenham sido afetados pela pandemia de Coronavírus. Esperamos voltar em breve. Eu estou de cama e não tem sido legal. Fiquem seguros e saudáveis e sejam gentis,” afirmou a atriz em uma declaração.

A atriz atualmente estava filmando a série ‘For Life‘.

Lembrando que o universo de ‘Game of Thrones vai continuar através de ‘House of the Dragon’, série baseada no romance ‘Fogo & Sangue’, também assinado pelo criador da franquia original George R.R. Martin.

A história se passa trezentos anos antes dos eventos da série principal e gira em torno da Casa Targaryen.

Confira o anúncio oficial da HBO:

Miguel Sapochnik comandará o episódio piloto e alguns capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga Game of Thrones, visto que já dirigiu episódios como ‘Battle of the Bastards’ e ‘The Long Night’.

Ryan Condal (‘Colony’) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Five Nights at Freddy’s’: Criador do jogo revela quando as filmagens da adaptação irão começar

Através do Reddit, Scott Cawthon, criador do popular jogo de terror ‘Five Nights at Freddy’s‘, revelou quando as filmagens da adaptação, que está sendo desenvolvida pela Blumhouse, irão começar.

“As filmagens irão começar durante a primavera [norte-americana]. O roteiro traz as melhores partes das versões anteriores. Todos os personagens certos, todas as motivações certas e todos os riscos certos.”

Ele continua, “Será divertido, assustado e terá uma ótima história central.”

Recentemente, o produtor Jason Blum havia falado sobre a adaptação:

“A história é um grande desafio. Sabe, ‘Five Nights at Freddy’s’ deveria ter sido mais fácil, porque há livros, há um cânone gigante e bastante narrativa. Para um videograme, creio que tem mais história que qualquer outro. Mas ainda assim, a história pode cair em vários buracos de coelho. Pode funcionar de diversas maneiras. É grande. Escolher qual parte contar primeiro tem sido desafiador”.

Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador da saga Scott Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”Chris Columbus também estava atado como diretor, mas toda a ideia primária foi descartada.

Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.

‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.

Aranha gigante ataca no trailer do terror ‘Spider in the Attic’; Assista!

O terror ‘Spider in the Attic‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi dirigido por Scott Jeffrey, que coescreveu o roteiro ao lado de Rhys Waterfield.

Um ninho mortal de aranhas se esconde no sótão – e ele está prestes a ser perturbado por uma repórter e seus colegas.

O elenco conta com Nicola Wright, Sarah Alexandra Marks, Chelsea Greenwood, Kate Sandison, Danielle Scott, Clint Gordon, Chris Cordell e Kate Milner Evans.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Glamorous’: Netflix dá sinal verde para série LGBTQ+ REJEITADA pela CW

De acordo com o TVLine, a Netflix deu sinal verde para a série ‘Glamorous‘, que teve o piloto desenvolvido pela CW em 2019, mas acabou sendo descartada pela emissora.

O serviço de streaming encomendou 10 episódios para a produção.

Na trama…

Marco Mejia (Miss Benny) é um jovem queer cuja vida parece estar parada até que ele consegue um emprego para trabalhar com Madolyn Addison, uma lendária magnata do mundo da maquiagem. É a primeira chance de Marco descobrir o que ele quer da vida, quem ele é e o que realmente significa para ser queer.

Jordon Nardino (‘Smash’) servirá como roteirista e produtor executivo.

Damon Wayans Jr. também servirá como produtor executivo do projeto.

Glamorous‘ não é a primeira série rejeitada da CW que a Netflix passou a desenvolver. A comédia ‘Insatiable‘ também havia sido engavetada pela emissora antes do serviço de streaming dar sinal verde para a produção – que acabou sendo cancelada após duas temporadas.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Remake de ‘Resident Evil 4’ irá manter parte DIVISIVA do jogo original

Apesar de alguns fãs temerem que o remake de ‘Resident Evil 4‘ excluísse algumas partes do jogo original, a Capcom confirmou que a recriação será “mais fiel” do que os remakes anteriores da franquia.

E isso inclui a parte da ilha, que é considerada por muitos fãs como o segmento mais fraco do jogo original.

“Para todos que teme que a parte da Ilha seja cortada do remake de ‘Resident Evil 4’, os desenvolvedores declararam ao Edge Magazine que a equipe foi dividida em três partes para trabalhar separadamente no núcleo da Vila, Castelo e Ilha. Após finalizarem suas seções, os devs se reuniram e revisaram os seus trabalhos. Eles mencionaram que a parte da Ilha terá ‘muito mais coisas’ que o jogo original, mas não esclareceram o assunto.”

Resident Evil 4 Remake‘ chegará ao PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X | S e PC no dia 24 de março de 2023. Vale destacar que a Capcom revelou que os donos da versão digital de PS4 receberão a versão de PS5 sem custo adicional.

Adaptação de ‘Ghost of Tsushima’ está muito perto de “sair do papel”, afirma o diretor

De acordo com o Screen Rant, o diretor Chad Stahelski (‘John Wick’) deu uma atualização animadora sobre a adaptação de ‘Ghost of Tsushima‘.

O cineasta revelou que o roteiro já está finalizado, e o projeto está muito próximo de sair do papel.

“Nós temos um roteiro, e estamos muito próximos de tirá-lo do papel. Desenvolvimento é sempre complicado, seja por causa dos estúdios, das greves ou disponibilidades. Você precisa fazer as coisas acontecerem. Acredito que os dois projetos que estou mais interessado são ‘Highlander’ e ‘Ghost of Tsushima’. Ambos são incríveis, e a história de Ghost é uma das minhas favoritas de todos os tempos.”

Anteriormente, Stahelski já havia comentado sobre o que podemos esperar da adaptação: “Se nós fizermos essa adaptação do jeito certo, será visualmente impressionante. É uma história focada nos personagens e há muitas oportunidades para cenas de ação. Nós tentamos nos manter fieis aos personagens, com o elenco inteiro japonês e com a língua japonesa. A Sony Pictures apoiou nossa decisão. Eu tenho viajado ao Japão desde que tinha 16 anos. Eu amo esse país, amo as pessoas e amo a linguagem.”

Sobre a barreira linguística ser um problema quando a adaptação for lançado no território norte-americano, ele declara: “As pessoas vão aparecer nos cinemas para essa adaptação? Acredito que sim. A única coisa que realmente pode prejudicar o filme seria um visual ruim, ação mediana ou uma história complicada. Se nos acertarmos todos esses elementos, acredito que podemos inspirar as pessoas a irem aos cinemas conferirem.”

Takashi Doscher (‘Procurada’) assina o roteiro da adaptação.

“A trama vai girar torno do guerreiro samurai Jin Sakai, o último membro sobrevivente de seu clã, que deve deixar de lado as tradições que o moldaram como guerreiro para travar uma guerra não convencional pela liberdade de Tsushima.”

O jogo recentemente cruzou um marco enorme de venda de mais de 6,5 milhões de cópias desde sua estreia em julho de 2020.

Peter Kang está supervisionando o projeto em nome do estúdio.

“Estamos entusiasmados com a parceria com Chad e 87Eleven Entertainment, para trazer sua visão da história de Jin para a tela grande. Adoramos trabalhar com parceiros criativos como Chad, que tem paixão por nossos jogos, garantindo que possamos criar adaptações ricas que irão entusiasmar nossos fãs e novos públicos.”, disse Asad Qizilbash, chefe da PlayStation Productions.

Ghost of Tsushima‘ vendeu mais de 2,4 milhões de unidades em todo o mundo nos primeiros 3 dias. O jogo foi um dos principais indicados para o Game Awards 2020 com várias indicações, incluindo Jogo do Ano, Melhor Direção de Jogo, Melhor Narrativa e Melhor Performer para Daisuke Tsuji.

Diretora confirma que o 2º filme será CÂNON no novo ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’

Um rumor recente apontou que o próximo filme da franquia ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ serviria como uma continuidade direta do longa original, ignorando as sequências.

No entanto, a diretora Jennifer Kaytin Robinson (‘Justiceiras’) desmentiu o boato e confirmou que o próximo capítulo da saga irá considerar os eventos de ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, o que aumenta a chance de um possível retorno da Karla (Brandy) – melhor amiga da Julie James.

“Não é verdade. ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ ainda é cânon. Espero que isso ajude,” declarou a cineasta.

As gravações do novo filme estão programadas para agosto, em Los Angeles, Califórnia. O novo longa deve seguir a mesma fórmula de ‘Pânico‘ (2022), trazendo o retorno dos sobreviventes originais e apresentando um novo grupo de jovens e potenciais vítimas.

Jennifer Love HewittFreddie Prinze Jr. estão em negociações para retornarem ao reboot.

Camila Mendes (‘Riverdale’), Sarah Pidgeon (‘The Wilds’), Madelyn Cline (‘Outer Banks’), Tyriq Withers (‘Atlanta’) e Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) foram confirmados no elenco.

O terror estreará nos cinemas nacionais no dia 17 de julho de 2025 – um dia antes do lançamento no território norte-americano.

Anteriormente, Hewitt havia revelado uma condição para reprisar o seu papel no novo filme: “Eu não interpreto a Julie James morta. Eu já havia dito isso quando tinha 18 anos, e digo novamente aos 45 anos. Não irá acontecer.”

“Acho que o próximo filme deveria ser intitulado ‘Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram Naquele Verão’. Só posso dizer que o novo filme está em desenvolvimento. Eu já tive algumas discussões sobre isso no telefone, mas é muito legal ver que as pessoas estão animadas com a possibilidade do meu retorno. Se tudo der certo, eu não sei como vou me sentir; provavelmente sobrecarregada e grata.”

Ela completa, “Honestamente, estou aterrorizada porque já faz 26 anos [desde o filme original]. Há poder em estar mais velha. Depois de ter três filhos, tenho a sensação de que posso fazer qualquer coisa atualmente. A vulnerabilidade da Julie James, presente nos dois primeiros filmes, definitivamente não existe mais. Estou animada em mostrar uma versão mais madura da personagem.”

Jennifer Kaytin Robinson (‘Justiceiras’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick (‘M.F.A.’).

Escrito por Kevin Williamson (franquia ‘Pânico’) e dirigido por Jim Gillespie, o filme de 1997 acompanha quatro adolescentes – vividos por Jennifer Love HewittSarah Michelle GellarRyan Phillippe e Freddie Prinze Jr., até então atores desconhecidos – e um assassinato que muda a vida de todos.

Eles atropelaram e supostamente mataram um desconhecido. Com medo das consequências, o quarteto decide se livrar do corpo e o joga no mar. Um ano depois, eles se reencontram na mesma cidade e uma das jovens recebe um bilhete dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”. A partir deste momento, um por um começa a pagar caro pelo que fez.

Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em home vídeo em 2006.

Relembre o trailer:

Jovem enfrenta maldição ancestral no trailer DUBLADO do terror ‘Rosario’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado do terror ‘Rosario‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de junho.

Rosario Fuentes retorna ao apartamento da avó após sua morte repentina. Enquanto vasculha seus pertences da avó, ela descobre um segredo assustador: uma câmara escondida repleta de artefatos ocultos ligados a rituais obscuros de gerações. Enquanto ocorrências sobrenaturais a atormentam, Rosario precisa confrontar os segredos enterrados de sua família e encarar a verdade sobre os sacrifícios e escolhas que fizeram.

Felipe Vargas é responsável pela direção.

O elenco conta com Emeraude Toubia, José Zúñiga, David Dastmalchian, Paul Ben-Victor, Diana Lein, Emilia Faucher, Nick Ballard, Guillermo Garcia e Constanza Gutierrez.

5ª temporada de ‘For All Mankind’ ganha teaser e data de estreia; Confira!

A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser da 5ª temporada de ‘For All Mankind‘.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no dia 27 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a Apple TV+ deu sinal verde para um spin-off da série. Intitulado ‘Star City‘, o derivado está sendo descrito como “uma expansão do universo”.

Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.

Joel KinnamanShantel VanSantenSarah JonesJodi BalfourWrenn SchmidtMichael Dorman e outros estrelam.

Vazam artes conceituais de ‘Deadpool 2’ que trazem Brad Pitt como Cable; Confira!

Artes conceituais de ‘Deadpool 2‘ vazaram na internet. Divulgadas no site Reddit, o material traz o visual de Deadpool, além de trazer a personagem Dominó e uma surpresa: Brad Pitt como o vilão Cable.

Duas da imagens do veterano chegaram a ser divulgadas pelo Twitter BossLogic, no entanto as fotos tiveram que ser removidas à pedido do proprietário (não revelado), alegando infração de direitos autorais.

Segundo o Collider, Pitt realmente chegou a negociar para o papel mas teve que declinar a proposta por conflitos de agenda. Porém, o estúdio ainda tem esperanças de contratá-lo.

Confira:

 

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Zazie Beetz, conhecida por seu papel na série ‘Atlanta‘, viverá a Dominó.

Deadpool 2‘ atualmente está sendo reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds. Eles trabalham em cima do roteiro escrito por Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas do primeiro filme.

As filmagens começam no dia 1º de maio de 2017, em Vancouver.

Segundo o IMDb, o longa chega aos cinemas no dia 2 de Março de 2018.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ será David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool 

Joseph Gordon-Levitt vira ‘Asa Noturna’ em trailer feito por fã; Assista!

Joseph Gordon-Levitt é o novo ‘Asa Noturna’ em um trailer feito por um fã.

O material, que reúne filmagens de diversos filmes da saga de Batman, faz uma montagem bem feitinha, que traz Bane de volta e apresenta o Homem-Morcego como alguém que já está completamente distante da sua exaustiva vida como vigilante.

Confira:

Ator de ‘Stranger Things’ sugere que fará parte de ‘Asa Noturna’; Confira!

 

Primeiras Impressões | O Mundo Sombrio de Sabrina: Uma releitura obscura e madura para os amantes do terror

Sabrina, Aprendiz de Feiticeira foi um clássico capaz de se imortalizar entre os fãs que cresceram nos anos 90 e 2000, ao som das inúmeras séries do catálogo da Nickelodeon. E 22 anos após sua estreia, a amada bruxa retorna para as TVs, em uma releitura que se esquiva da versão original estrelada por Melissa Joan Hart, entregando uma perspectiva mais sombria, obscura e madura. O Mundo Sombrio de Sabrina ignora o cômico e peculiar passado e faz das histórias em quadrinhos homônima sua bússola norteadora para o que promete ser uma sucessão de boas aventuras adolescentes sinistras, que é menos teen do que você esperaria.

O investimento da Netflix em séries originais é surpreendente e se solidifica a cada nova estreia. Com qualidade fílmica, escolha certeira do elenco e um roteiro bem desenvolvido, as produções que recebem sua assinatura cativam por unir – com maestria – o POP com o substancial, inerente ao gênero cult. E em O Mundo Sombrio, vemos essa bela combinação, em uma trama bem amarrada e enxuta – pelo menos em seus primeiros episódios, que une os aspectos de uma produção coming of age, abordando a transição da adolescência de uma jovem garota com sangue bruxo, cercada pelos temores e sagacidade do submundo do ocultismo e pelas durezas da vida real de uma adolescente que vive seu primeiro amor.

E pela perspectiva da talentosa Kiernan Shipka, Sabrina ganha uma versão mais delicada e sensível. Construindo um equilíbrio excepcional entre a inocência da idade e a destreza de alguém que é perspicaz, a jovem atriz que – genuinamente – iniciou sua carreira em uma das melhores séries existentes, Mad Men, prova seu valor, a partir de uma caracterização grandiosa de um clássico bem conhecido pelos fãs noventistas. Assumindo a identidade de uma figura que, teoricamente, tem o “melhor” de dois mundos completamente adversos, ela imprime a insegurança conflituosa de fazer uma única escolha para o resto de sua vida, pressão que confundiria qualquer um, seja adolescente ou não.

Com a maturidade de também perceber o contexto social que nos cerca, O Mundo Sombrio de Sabrina é contemporânea ao seu tempo, fazendo da representatividade e dos diálogos sobre assédio sexual, misoginia e machismo um dos nortes para o desenrolar de seus episódios. Construindo personagens que são reflexos destes tempos modernos em que vivemos, as discussões que permeiam as rodas de conversas, talk shows, telejornais e núcleos familiares são exploradas no roteiro, desde à consolidação da trama, passando pela linguagem corporal de cada qual e por seus próprios posicionamentos. Emponderada e decidida, Sabrina vai além de um simples rostinho bonito e cria ao redor de suas macabras aventuras desdobramentos sócio culturais importantes para os dias atuais.

Com uma trama bem trabalhada em seu início, a série original da Netflix não é maçante, tão pouco prolixa. Mostrando a que veio logo na primeira meia hora de seu episódio inaugural, O Mundo Sombrio não tem medo do gore, seguindo o próprio mote da personagem título, “quanto mais sangue, melhor”. Com características cults que se apresentam em um trilha sonora bem oldschool, no clássico A Noite dos Mortos-Vivos e em conversas quase maduras demais sobre a essência do cinema de horror, a produção ainda conta com uma estética underground. Ao fazer pouco uso da luz natural, o sol parece não brilhar na pequena cidade de Greendale, principalmente com uma direção que manipula as sombras, em uma paleta de tons escuros. O design de produção segue o mesmo direcionamento, flertando com o arcaico e o barroco.

Ainda é muito cedo dizer quanto a todos os demais episódios não vistos, mas para início de conversa, O Mundo Sombrio de Sabrina cativa de primeira, faz um contraste realista de como o “Senhor das Trevas” (leia-se Diabo) opera e ludibria, à medida que constrói um terror consistente. Prendendo a audiência com uma morte inesperada logo em seu primeiro capítulo, a tensão não perde tempo em aparecer e começa a estabelecer o que parece ser mais uma excelente promessa do catálogo de originais Netflix.

‘Falcão e Soldado Invernal’: Chris Evans deve aparecer como o Capitão América idoso

Os fãs de ‘Vingadores: Ultimato‘ ficaram órfãos ao final da produção, quando o intérprete do Capitão América, Steve Rogers, retornou em sua forma idosa após uma rápida viagem no tempo, aposentando o seu escudo, entregando-o para o seu companheiro Falcão.

Mas talvez essa não seja a última aparição de Chris Evans como o herói da nação. Segundo o We Got This Covered, o astro deve fazer uma breve aparição na série ‘Falcão e Soldado Invernal‘ como o Old Cap, a versão idosa do Capitão América.

A informação foi revelada por fontes internas seguras, as mesmas que revelaram que Wiccan fará sua estreia em WandaVision e que o Treinador será vilão de ‘Viúva Negra‘, esta última confirmada pela Marvel Studios.

Ainda não se sabe como seria essa possível aparição, mas a expectativa é de que seja um rápido momento simbólico, com a premissa de oficialmente “passar a tocha” adiante para o Falcão.

O que você acha dessa ideia? Compartilhe nos comentários!

 

A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: Lashana Lynch confirma ser o novo [SPOILER] do filme

[SPOILER]

O novo filme ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ deve surpreender os fãs, ao trazendo o espião James Bond abrindo mão da sua identidade de agente 007 e passando ela para uma nova colega de trabalho, vivida aqui pela atriz Lashana Lynch. A informação foi confirmada por ela mesma, durante uma entrevista à revista Haper’s Bazaar.

Com essa mudança, Lynch se tornará a primeira mulher e pessoa negra a receber o título de agente 007 na franquia de James Bond. A novidade, que havia sido alvo de especulações no passado, já fica como um marco histórico emblemático na indústria cinematográfica.

E durante a entrevista, Lynch comentou sobre a novidade e sobre o impacto que quer trazer como uma pioneira na aclamada saga do espião. Ela ainda refletiu sobre os ataques racistas que já recebeu durante as especulações da sua personagem e que ainda deve receber, em meio à divulgação oficial da novidade:

“Eu não queria perder uma oportunidade quando se tratava do que Nomi poderia representar. Eu procurei pelo menos um momento no roteiro em que os membros da audiência preta acenariam com a cabeça, reclamando da realidade, mas felizes em vê-la representada. Em cada projeto do qual faço parte, não importa o orçamento ou gênero, a experiência preta que estou apresentando precisa ser 100% autêntica. Eu sou uma mulher preta – se fosse outra mulher preta escalada para o papel, teria sido a mesma conversa, ela teria os mesmos ataques, o mesmo abuso. Só preciso me lembrar de que a conversa está acontecendo e que sou parte de algo que será muito, muito revolucionário”. 

Dirigido por Cary Fukunaga, o longa tem 163 minutos (2 horas e 43 minutos) e tem previsão de lançamento para abril de 2021.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Cidade de Mentiras’: Thriller criminal com Johnny Depp e Forest Whitaker já está disponível na HBO Max

O thriller criminal ‘Cidade de Mentiras‘, estrelado por Johnny Depp e Forest Whitaker, já está disponível na HBO Max. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação.

Na trama, Russell Poole é um detetive da polícia de Los Angeles incumbido de resolver um dos casos mais emblemáticos de violência dos Estados Unidos: a morte dos famosos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur. Em meio às investigações, ele terá de lidar ainda com toda a antiga rivalidade entre a Costa Oeste e a Costa Leste em relação ao gênero musical.

Shea Whigham, Dayton Callie e Toby Huss completam o elenco.

Brad Furman assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Christian Contreras.

Assista ao trailer:

‘Matador de Aluguel 2’: Guy Ritchie DEIXA a direção de sequência da Amazon MGM

Guy Ritchie não estará mais à frente da direção de ‘Matador de Aluguel 2‘, sequência do sucesso estrelado por Jake Gyllenhaal lançado em 2024 pela Amazon MGM Studios. A informação foi confirmada por fontes próximas à produção, embora os motivos para a saída do cineasta britânico não tenham sido divulgados oficialmente.

O primeiro filme, que reimaginou o clássico dos anos 1980, foi um dos maiores sucessos da Prime Video em 2024, acumulando mais de 50 milhões de visualizações logo após sua estreia. Em oito semanas, esse número chegou à impressionante marca de 80 milhões, consolidando ‘Matador de Aluguel‘ como uma das produções mais assistidas do serviço de streaming.

Apesar da saída de Ritchie, a Amazon MGM Studios mantém a sequência como uma prioridade. O cronograma de filmagens segue planejado para começar ainda neste outono (no hemisfério norte) e a busca por um novo diretor já está em andamento. O processo de escalação de elenco também continua.

Jake Gyllenhaal retorna ao papel de Dalton, o ex-lutador do UFC que se envolve em confrontos intensos em um ambiente marcado por violência e redenção.

O roteiro da sequência é assinado por Will Beall (Bad Boys: Ride or Die), com produção da Atlas Entertainment (Charles Roven e Alex Gartner), além da Nine Stories Productions de Gyllenhaal. Josh McLaughlin e Ivan Atkinson também atuam como produtores executivos.

Matador de Aluguelestá disponível na Amazon Prime Video.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) assinou a direção do primeiro filme.

A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.

O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.

Ridley Scott acredita que a franquia ‘Alien’ deveria ser tão famosa quanto ‘Star Wars’

Em uma entrevista ao Toronto Sun, o diretor Ridley Scott afirmou que acredita que a franquia ‘Alien’ deveria ser tão grande e famosa quanto outras de ficção científica, como Star WarseStar Trek.

“Não existe uma razão para Alien não estar no mesmo nível de Star Wars e Star Trek para os fãs. Acho que a próxima questão é para onde nós vamos, vamos sustentar a franquia com a evolução da criatura ou iremos reinventar algo totalmente novo? Acho que precisamos ter uma evolução desta criatura, até porque, esse é o melhor monstro de todos, é sério!”

Em outra polêmica recente, em entrevista à Vulture, Scott foi questionado sobre se consideraria dirigir um filme da franquia. O cineasta respondeu: “Não. Eu sou perigoso demais para isso”. E completou:

“Eu sei o que estou fazendo. Eu sinto que eles gostam de ter o total controle, e eu gosto de ter o controle para mim também. Quando você pega uma pessoa que só dirigiu filmes de baixo orçamento e de repente dá na mão dele US$ 180 milhões de dólares, é estúpido pra cacete. Você tem noção de quanto custam as refilmagens? Milhões! Você pode me contratar pelo meu preço, que é pesado, mas eu gastarei menos e entregarei no prazo. É aí que a experiência importa, é simples assim. Pode te fazer entediante como uma máquina de lavar louça, mas se você tem experiência e sabe o que faz, isso é essencial. Cresça devagar. Comece com pouco orçamento, e vá crescendo aos poucos, e quem sabe depois de US$ 20 milhões você pode chegar aos US$ 80 milhões. Mas não vá direto ao $160”

Ridley Scott afirmou que a sequência de Alien: Covenant começaria a ser produzida em 2018, apesar de rumores de que a franquia havia sido cancelada pela Fox, mas não há detalhes sobre o projeto.

SAIU! ‘Bumblebee’: Derivado de ‘Transformers’ ganha primeiro trailer; Confira!

O primeiro trailer oficial deBumblebee, derivado da franquia Transformers, já está disponível. Assista:

Hailee Steinfeld (indicada ao Oscar por Bravura Indômita) viverá uma garota esperta que trabalha como mecânica quando não está na escola, e assim se envolve com Bumblebee.

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de ‘M.A.S.K’ para o universo expansivo de ‘Transformers’.

O elenco ainda conta com John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel Crow (do filme da Netflix ‘Deidra and Laney Rob a Train‘), Stephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

Travis Knight, CEO dos estúdios Laika, especializado em animação de stop-motion, é quem irá dirigir o filme, marcando assim sua estreia em longas de live action.

Recentemente, Bumblebee’ ganhou uma nova data de lançamento no Brasil, 25 de dezembro de 2018.

Sessão Nostalgia | Uma viagem no tempo pelos streamings

A geração dos anos 1990 viveu tempos maravilhosos com a televisão aberta. Do final da década até a metade dos anos 2000, o conteúdo voltado para crianças e adolescentes era bem mais amplos do que os atuais. Com a popularização das TVs por assinatura e a mudança de postura dos canais abertos, essa programação foi praticamente extinta. No entanto, as plataformas de streaming estão cada vez mais fortes no país e acumulam alguns desses conteúdos em seus catálogos. Por isso, garimpamos algumas das séries que fizeram sucesso no passado e agora podem ser conferidas nas plataformas. Confira!

Três é Demais 

Sucesso dos anos 80, Três é Demais fez bastante sucesso no Brasil sendo exibida pelo SBT. A série, que lançou as irmãs Olsen rumo ao estrelato, mostrava o dia a dia de Danny Tanner (Bob Saget), que convoca o cunhado, Jesse (John Stamos) e o melhor amigo, Joey (Dave Coulier), para ajudá-lo a criar suas filhas, após ele se tornar viúvo. Repleta de momentos fofos e divertidos, a série pode ser conferida na Netflix, que resgatou a série e deu uma continuação chamada Fuller House.

 

Um Maluco no Pedaço

Quem nunca se pegou tentando cantarolar a música de abertura de Um Maluco no Pedaço e falhando miseravelmente? A série foi o pontapé inicial da brilhante carreira de Will Smith e divertiu milhões de crianças e adultos com suas piadas escrachadas e um elenco repleto de carisma. Além do humor, o seriado também trouxe diversas críticas à sociedade americana, como o racismo, o abandono parental e o preconceito. Quem quiser relembrar esse clássico encontrará episódios na Netflix e no Amazon Prime Video.

 

Todo Mundo Odeia o Chris

Clássico dos finais de tarde da Record, Todo Mundo Odeia o Chris é um seriado de humor que adapta as desventuras da adolescência de Chris Rock nos anos 1980. Repleta de situações absurdas, referências à Cultura Pop e críticas ao racismo, a série é muito bem dirigida e conta com uma trilha sonora espetacular. Ela está disponível no Globoplay.

 

Sobrenatural

Exibida tarde da noite, a série sobre os Irmãos Winchester fez sucesso na tela do SBT. A dupla de caçadores de criaturas sobrenaturais está com todas as temporadas disponíveis no Amazon Prime Video.

 

A Grande Família

A história de Agostinho Carrara (Pedro Cardoso) vivendo com Bebel (Guta Stresser) e sua família rendeu casos hilários e prendeu as famílias brasileiras na frente da televisão por vários anos. Todas as temporadas podem ser conferidas no Globoplay.

 

Chapolin Colorado

“Não contavam com minha astúcia!”. O herói mexicano criado e vivido por Roberto Bolaños marcou gerações. Com seu humor inteligente e simples, o seriado não é exibido na TV aberta há um bom tempo, mas pode ser conferido no Amazon Prime Video.

 

Smallville

Quando “somebody saaaaaaaaave me” começava a tocar nas manhãs de domingo, metade dos jovens brasileiros paravam para assistir às aventuras da adolescência de Clark Kent (Tom Welling), enquanto ele descobria seus poderes e frustrava os planos dos vilões na cidade de Smallville. A série está disponível no Globoplay.

 

Chaves

Chaves virou sinônimo de TV aberta brasileira. Trazida como “contrapeso” das novelas mexicanas para o SBT, o seriado da Televisa virou um dos maiores fenômenos da história da programação aberta nacional. Criada e estrelada por Roberto Bolaños, a série acompanha o dia a dia do órfão Chaves em uma vila simples do México. Marco do humor sul-americano, o seriado está no ar há mais de quarenta anos. As sete temporadas estão no Amazon Prime Video.

 

Séries que não estão no Streaming, mas que fazem muita falta:

 

Eu, a Patroa e as Crianças

Os Kyle são uma típica família rica americana. “Comandados” pelo patriarca Michael Kyle (Damon Wayans), a família se mete em várias confusões durante o dia a dia. A série é exibida diariamente no canal por assinatura Comedy Central.

 

Kenan & Kel

Fenômeno da Nickelodeon, a série acompanha dois amigos que estão no ensino médio e tentam se dar bem na vida.

 

Arnold

A vida do senhor Drummond (Conrad Bain) muda quando sua empregada doméstica morre e ele acolhe os filhos dele, o jovem Willis (Todd Bridges) e o pequeno e divertido Arnold Jackson (Gary Coleman). Juntos, eles precisam aprender a lidar com as diferenças e aprender a viver como uma família.

Crítica | Freaks: Um de Nós – Mais um filme de Super-Heróis lançado pela Netflix

Há alguns anos as grandes produtoras mundiais especializadas em filmes de super-heróis têm batido na tecla de mostrar ao espectador que, embora os personagens usem trajes especiais, máscara e capa, o verdadeiro herói é o cidadão comum, o pai e mãe que todos os dias saem para trabalhar e tornam a vida dos filhos incrível. Especialmente neste ano de 2020, com tudo que está acontecendo no mundo, essa ideia vem sendo reforçada com relação aos profissionais de saúde, dos mercados, dos deliveries etc, pois foi quando a ficção encontrou a realidade. Nessa pegada toda, surge ‘Freaks: Um de Nós’, novo filme alemão do gênero super-herói disponível na Netflix, mas, diferentemente de ‘Origens Secretas’, a pegada aqui é bem mais fastidioso.

Wendy (Cornelia Gröschel) é uma mãe de família comum, que trabalha numa lanchonete beira de estrada e está com vários boletos atrasados. Desde criança ela toma uma pílula especial e faz acompanhamento psicológico com uma médica do governo – é esse tratamento que permitiu que ela tivesse alguma estabilidade em sua vida. Um dia, um mendigo (Wotan Wilke Möhring) a aborda na lanchonete e fala que ela especial, que deveria parar de tomar as pílulas para habilitar seus superpoderes. Desconfiada, Wendy obedece ao homem e ganha uma super força, oriunda de sua raiva controlada por tantos anos; de quebra, ainda descobre que Elmar (Tim Oliver Schultz), seu colega de trabalho, também é especial e controla raios e energia elétrica.

A coisa toda poderia começar desse mote e seguir para algo muito mais interessante, porém, o roteiro de Marc O. Seng é suuuuper morno, focando demais no primeiro arco cotidiano do enredo em vez de desenvolver o conjunto da trama e ir logo para os heróis que o público tanto quer ver. A vida tediosa de Wendy é tão monótona, tanto no trabalho quanto na família, que faz a gente até criar uma expectativa com relação aos poderes dela, imaginando que, a partir de sua descoberta, o filme melhoria. Mas não melhora. O roteiro insere personagens sem aprofundá-los, focando em relações e diálogos que nada acrescentam à história e, ao mesmo tempo, inserindo outros tantos elementos que são pouquíssimo explorados.

Entraria aí um maior poder de argumentação do diretor Felix Binder, que deveria ter enxergado que o roteiro estava ambicioso demais para o formato de longa-metragem, e poderia ter enxugado o drama pessoal desinteressante dos personagens para focar no embate entre super-heróis X sociedade controladora, que tanto fez sucesso em ‘X-Men’, especialmente quando seus personagens tão facilmente conectam a memória do espectador a sucessos como ‘Hulk’ e ‘Shazam’. Mas a impressão geral é a de que o elenco é pouco carismático e quase tão entediado quanto seus personagens, inseridos numa trama que não consegue se decidir se pretende focar na vida mundana ou se nas maravilhacidades dos super-heróis.

Sem sal, ‘Freaks: Um de Nós’ ainda possui um título preconceituoso, reforçando a ideia de quem não se enquadra na normatividade é um ‘freak’, um anormal. E ainda vem com uma mensagenzinha cafona no fim, falando que, no final das contas, somos todos especiais, até mesmo eu e você. ‘Freaks: Um de Nós’ parece ter se esforçado bastante para criar uma atmosfera que preparasse o terreno para uma(s) possível(is) continuação (ões), mas se esqueceu do mais importante: fazer funcionar esse primeiro filme. Com um resultado tão banho-maria, é pouco provável que a franquia continue.

Shazam!’: Diretor compara filme a ‘Os Goonies’ e ‘De Volta Para o Futuro’

Após o lançamento de ‘Aquaman‘, a DC já se prepara para o grande carro-chefe do primeiro semestre com ‘Shazam!’.

Em entrevista ao Heroic Hollywood, o diretor David F. Sandberg afirmou que o filme será carregado de referências à cultura pop dos anos 1980:

“É um filme divertido, não é uma comédia pura, porque você ainda tem aqueles objetos sombrios e monstros, mas é mais comparável a filmes dos anos 80 como ‘Os Goonies’, ‘Os Caça-Fantasmas‘ e ‘De Volta Para o Futuro‘. Mais como algo de família, e não sombrio.”

Assista algumas prévias:

De acordo com o THR, o filme teve um orçamento de US$ 80 a US$ 90 milhões – um valor bastante reduzido para blockbusters.

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.