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Os Filmes de Terror mais Aguardados de 2021 e 2022

Sim, meus amigos. A COVID parou o mundo, e com os cinemas não seria diferente. Enquanto alguns países ensaiam um retorno às salas e às telonas – com Tenet, de Christopher Nolan, sendo o carro-chefe desta empreitada -, os grandes estúdios ainda planejam algumas (poucas) estreias para o fim de 2020. Levando em conta que nos encontramos no fim de agosto. A maioria, porém, já foi devidamente adiada para o próximo ano.

Pensando nisso, no “ano que não aconteceu”, visando 2021, 2022 e nosso amor por cinema, em especial os filmes de terror, o CinePOP resolve aqui em sua nova matéria colocar você a par dos próximos lançamentos de nosso gênero preferido. Vem com a gente saber o que estreia em quesito de terror nos próximos meses, e não esqueça de anotar no seu caderninho e comentar abaixo. Vem conhecer.

A Lenda de Candyman

Candyman Cinepop

O icônico vilão Candyman está programado para a estreia nos EUA em 2021, após ser adiado por conta do COVID-19. Este é um dos filmes de terror que mais nos deixa ansiosos e esperamos poder assisti-lo em breve – de preferência numa sala de cinema. Lançamento da Universal Pictures, trata-se de uma “sequência espiritual” da franquia iniciada em 1992 sobre uma assombração vingativa. Com forte carga racial, o novo longa tem produção de Jordan Peele e direção da jovem Nia DaCosta – confirmada como diretora do blockbuster Capitã Marvel 2.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio

Conjuring Cinepop

A franquia Invocação do Mal se tornou um baita sucesso e gerou alguns derivados – como os filmes da boneca Annabelle e A Freira. Mas o que todos querem ver mesmo são os assustadores casos do casal Warren, vivido por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Seu último filme foi há quatro anos (não estamos contando com Annabelle 3) e seu tão aguardado retorno era programado para este ano. Mais assustador que as assombrações do casal, a COVID empurrou o longa para o ano que vem, onde tem estreia programada para o dia 4 de junho de 2021 nos EUA.

Um Lugar Silencioso 2

Quiet Cinepop

Tão popular quanto a citada franquia da Warner acima, Um Lugar Silencioso marcou um golaço para a Paramount, se tornando um dos sucessos surpresa de 2018. Naturalmente um sinal verde foi dado para uma nova investida neste universo pós-apocalíptico onde o silêncio é o melhor aliado dos humanos contra seres verdadeiramente monstruosos. Um filme feito em família, a continuação traz novamente Emily Blunt protagonizando, e seu marido John Krasinski na direção. No entanto, esta sequência estava prestes a estrear quando explodiu a pandemia – tendo inclusive realizado exibições de imprensa, pré-estreia nos EUA, divulgação e entrevistas. Tudo, é claro, precisou ser engavetado, e a nova data agora é no dia 23 de abril de 2021 nos EUA.

Last Night in Soho

Soho Cinepop

Outro que pulou fora de 2020 rumo a 2021 (23 de abril nos EUA), esta produção é uma das que mais chama nossa atenção dentre os próximos lançamentos do gênero. A causa disso são duas palavras: Edgar Wright – diretor da chamada trilogia do Cornetto. O jovem cineasta é um de nossos favoritos e aqui resolve investir em seu primeiro filme de terror declarado, sem qualquer menção à comédia, o que nos deixa animadíssimos. Para termos uma ideia, o sujeito pulou fora de Homem-Formiga (2015) porque a Marvel queria podá-lo, ou seja, vem filme autoral aí – esse é o melhor tipo! A trama, mostra uma apaixonada por moda viajando no tempo de volta para os anos 1960, tendo a chance de conhecer seu ídolo. No entanto, toda ação gera uma reação…

A Escolhida

Antebellum Cinepop

Com um pegada totalmente Corra! (2017), Janelle Monaè é a protagonista deste longa que aborda o terror na forma do racismo. Esta igualmente era uma das produções em vias de estrear quando se abateu a pandemia. Nos EUA, sua estreia foi relocada para os streamings e a data agora é para o dia 18 de setembro deste ano. No Brasil, porém, a Paris Filmes pretende garantir uma estreia nos cinemas. Na trama, Monaè vive uma autora de muito sucesso, uma verdadeira mulher empoderada. Aparentemente, de forma inexplicável, ela se vê de volta ao passado, numa era de escravidão, onde se encontra numa plantação sem muito poder dizer ou fazer. Puro enigma.

Pânico 5

Scream5 Cinepop

Ao contrário de muitos nesta lista, o quinto filme da franquia Pânico foi oficializado recentemente, com a data prevista para 14 de Janeiro de 2022. O que sabemos é que a distribuição agora é da Paramount, e que já foram confirmados no elenco o trio principal: Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette – reprisando seus papeis de Sidney, Gale e Dewey respectivamente. A direção é da dupla responsável pelo sucesso recente Casamento Sangrento, já que o veterano saudoso Wes Craven nos deixou em 2015 – fazendo de Pânico 5 o primeiro na franquia sem sua direção. Kevin Williamson também não volta no roteiro, trabalhando apenas como produtor aqui. Há rumores da participação de Selena Gomez. Veremos. [OBS] Antes do lançamento desta matéria, Pânico 5 teve sua estreia adiada para janeiro de 2022 nos EUA.

Filme de M. Night Shyamalan

Shyamalan Cinepop

Ainda sem título ou sinopse divulgados, tudo que sabemos do novo filme de terror do mestre do plot twist M. Night Shymalan é que será bancado novamente pela Universal. Ah sim, a data foi confirmada para 23 de julho de 2021, em pleno verão norte-americano – época dos maiores lançamentos do ano, o que demonstra confiança do estúdio. O elenco é de peso e conta com nomes como Gael García Bernal (Wasp Network), Alex Wolff (Hereditário), Eliza Scanlen (Adoráveis Mulheres), Thomasin McKenzie (Jojo Rabbit), Vicky Krieps (Trama Fantasma) e Abbey Lee (Mad Max: Estrada da Fúria).

Halloween Kills – O Terror Continua

Halloweenkills Cinepop

Sequência de Halloween (2018), este é o segundo capítulo de uma planejada trilogia, toda dirigida por David Gordon Green. O filme anterior serviu de homenagem e reboot para a série, eliminando todos os filmes da franquia após o primeiro. Mesmo que nem tudo tenha funcionado e o longa tenha desapontado alguns fãs, como este que vos fala, seu sucesso para a Blumhouse foi inegável. Assim uma continuação seria lançada logo este ano, espantada pelo COVID. Uma coisa é certa, a data do dia das bruxas não poderia ser evitada. Assim, Halloween Kills tem estreia planejada para o dia 15 de outubro de 2021 nos EUA – é claro, com o retorno de Jamie Lee Curtis como Laurie, sua filha e sua neta, a fim de destruir a masculinidade tóxica de Michael Myers.

Espíritos Obscuros

Antlers Cinepop

Apesar de não muito conhecido, este “Antlers” (no título original) é uma das produções mais interessantes da lista. Mais um terror que pulou fora do “falido” ano de 2020, sua nova vaga ficou para o dia 19 de fevereiro nos EUA – o que pode favorecê-lo já que trata-se de uma produção mais intimista. No entanto, dois fatores chamam atenção acima de quaisquer outros aqui. O primeiro é a produção do veterano Guillermo del Toro, especialista no gênero. O segundo é a direção de Scott Cooper, acostumado a filmes maiores voltados ao drama e ao grande público, vide Coração Louco (que deu o Oscar para Jeff Bridges) e Aliança do Crime (que traz Johnny Depp como um mafioso, irreconhecível). Esta é a primeira investida do cineasta no terror, e conta a história de uma professora (Keri Russell) às voltas com um estranho aluno e uma lenda local em sua pequena cidade.

Invasão Zumbi 2

Peninsula Cinepop

Sim, sabemos que estava faltando um bom filme de zumbis na lista. E que tal um com sabor bem internacional. Vindo da Coreia do Sul, o primeiro Invasão Zumbi se tornou um enorme sucesso mundial, inclusive em nosso país, sendo enaltecido como um dos melhores exemplares dentro do subgênero em anos. E se no filme original tivemos o início da contaminação num filme mais contido (basicamente ocorrendo dentro de um trem), quatro anos depois a sequência encontra um mundo devastado, numa realidade mais comum aos filmes do tipo. Dirigido pelo mesmo Yeon Sang-ho do original, Península (como também é conhecido) estreou este mês nos EUA, e é prometido para o dia 12 de novembro ainda este ano no Brasil.

Espiral – O Legado de Jogos Mortais

Spiral Cinepop

Por mais que achemos que uma franquia ou uma ideia já foi usada à exaustão, sempre pode existir um sopro de ar fresco com a criatividade e os envolvidos certos. É claro que isso nem sempre pode ser garantia de sucesso também, mas ao menos desperta a curiosidade para um produto já muito batido. É o caso com o novo Jogos Mortais – sim, nada menos que o nono filme da franquia desde 2004 (este, o primeiro derivado). O que causaria repulsa imediata para os não aficionados, se transforma em atrativo ao sabermos os nomes de alguns envolvidos. A começar pelo produtor e protagonista Chris Rock, mais associado a comédias, cujo envolvimento pode trazer um sabor especial – assim esperamos. O ator trouxe consigo para o elenco o colega Samuel L. Jackson. Fora isso, os nomes de Leigh Whannell (O Homem Invisível) e James Wan na produção são chamarizes extras. Espiral foi outro que deixou o barco afundado de 2020 e partiu para o dia 21 de maio de 2021, enfrentando a concorrência do verão norte-americano.

Estou Pensando em Acabar com Tudo

Ending Cinepop1

Esse chega em breve, como um lançamento Netflix. A estreia já é agora, dia 4 de setembro. O que chama atenção dos cinéfilos nesse terror pra lá de esquisito – é só dar uma olhada no trailer – é a direção de Charlie Kaufman, especialista em obras bizarras, abstratas, mas completamente profundas, vide Quero Ser John Malkovich, Brilho Eterno de uma Mente sem lembranças e Anomalisa. Aqui, ele se embrenha pelo terror, numa obra igualmente complexa. A premissa básica mostra uma jovem viajando para conhecer os pais de seu namorado. Bem, como nada nos filmes de Kaufman é simples, essa visita trará reflexões assombrosas na cabeça da moça.

Fuja

Run Cinepop

Existem os filmes que bateram o pé e vão encarar uma estreia nos cinemas ainda para 2020, e existem aqueles que foram adiados para 2021. No meio desta confusão, existem os que tiveram lançamento alterado para vídeo (streaming) e o pior dos casos: os que ficaram perdidos no limbo das estreias – simplesmente sumindo de qualquer cronograma. O caso mais notório é este Fuja (Run), protagonizado pela talentosa Sarah Paulson – que vinha gerando expectativa em sua estreia ainda para 2020. A trama, aparentemente traz a atriz no papel de uma mãe excessivamente zelosa. Sua filha, criada em reclusão em casa, começa a suspeitar das intenções da mulher. Seja lá por qual motivo, o filme foi “eliminado” da grade de lançamento e deverá encontrar uma estreia em vídeo nos EUA. No Brasil, no entanto, a Paris Filmes bancou seu lançamento nos cinemas ainda para esse ano, no dia 26 de novembro. Justamente devido à sua trama, o longa era anteriormente conhecido por aqui como ‘Mamãe’.

Dark Harvest

Darkharvest Cinepop

Baseado num livro, este é o novo filme do diretor David Slade, do terror de vampiros 30 Dias de Noite. Pouco se sabe sobre o longa até este momento, apenas que a trama é centrada num bizarro e aterrorizante ritual de iniciação para jovens rapazes numa cidadezinha americana. A estreia é prometida para o dia 24 de setembro de 2021. Ou seja, até lá muito ainda irá rolar em relação à esta produção.

Uma Noite de Crime 5

Purge Cinepop

Sabe aquela história das ideias exaustivas? Pois é, esta franquia facilmente poderia se encaixar. No entanto, continua fazendo sucesso e atraindo o público. Nascido de uma trama criativa, sobre uma noite na qual todo e qualquer tipo de crime é permitido, a franquia foi se expandindo a cada nova sequência, gerou uma prequel e até uma série de TV – além de alguns curtas sobre o tema. E no dia 21 de julho de 2021 lançará um quinto filme, encarando o competitivo verão norte-americano. Desta vez as vítimas da “noite do expurgo” serão Josh Lucas, Will Patton, Ana de la Reguera e Leven Rambin. O roteiro segue com James DeMonaco.

A Babá: Rainha da Morte

Babysitter2 Cinepop

Divertido prazer culposo da Netflix, A Babá é um slasher “terrir”, que pega muito emprestado da cartilha de Pânico – ou seja, um terror adolescente espertinho, repleto de tiradas de humor. A surpresa aqui foi a direção de McG, cineasta acostumado com superproduções, vide As Panteras e O Exterminador do Futuro: Salvação. Na trama, um menino tem a babá dos sonhos, na pele da bela Samara Weaving. O que ele não contava é que ela e seus amigos adolescentes iriam usar sua casa numa noite para um ritual satânico, onde ele seria a principal oferenda. Na sequência, prometida para o dia 10 de setembro na plataforma de streaming, todo o elenco retorna, assim como o diretor McG, e a temática segue num clima demoníaco, desta vez com doses sobrenaturais.

Escape Room 2

Escaperoom2 Cinepop1

Como dito, acima da qualidade, o cinema como um negócio sempre analisa seus números. Se deu resultado na bilheteria pode ficar seguro de que irá gerar uma sequência. Afinal, hoje todos os grandes estúdios procuram uma franquia para chamar de sua – embora muitos pensem ou queiram acreditar, a indústria do cinema não funciona unicamente de sonhos, é preciso dinheiro também. A esperança é sempre que a nova investida desperte interesse de criatividade da parte dos realizadores. Assim chegamos até este Escape Room, terror da Sony que investe nas infames “salas de fuga” interativas como temática de sua obra. O primeiro foi um sucesso e no dia 1º de janeiro de 2021, o segundo é esperado. A novidade no elenco é a atriz Isabelle Fuhrman, a Órfã (2009) em pessoa.

A Ilha da Fantasia

Island Cinepop

Esse foi lançado um pouco antes da pandemia nos EUA, no dia 14 de fevereiro, e tinha data próxima para o lançamento no Brasil também. O adiamento fez o longa da Sony quase ser lançado direto em vídeo por aqui, caminho que pode muito bem ainda percorrer. Enquanto nada é definido sobre sua estreia – ainda sem data definida -, só resta aos fãs aguardarem para poder conferir esta que é a adaptação da Blumhouse para a série clássica dos anos 1970, sobre uma ilha misteriosa e seus enigmáticos anfitriões capazes de realizar os desejos de seus visitantes. Aqui, a nova roupagem a transforma num filme de terror. O elenco é encabeçado pela jovem Lucy Hale e por Michael Peña, na pele do icônico Sr. Roarke – imortalizado por Ricardo Montalban.

Morbius

Morbius Cinepop

Tudo bem, muitos podem achar que Morbius não é exatamente um filme de terror, já que é baseado no personagem saído dos quadrinhos do universo do Homem-Aranha. Mas o fato é que o subgênero dos super-heróis tem investido nesta mistura, como Os Novos Mutantes, e a Sony já prometeu mais intensidade também para Venom: Tempo de Carnificina, sequência do filme de 2018. Aqui temos um médico testando um novo experimento em si mesmo, e se transformando num vampiro genético. Jared Leto é quem compra o barulho na pele do anti-herói, e Daniel Espinosa (Vida) é quem comanda na direção. Ah sim, Michael Keaton retornará a seu personagem de Homem-Aranha: De volta ao lar (2017), fazendo assim a primeira ponte entre os filmes da Sony e o Universo da Marvel na Disney. A estreia é prometida para março de 2021 no Brasil.

Novo Atividade Paranormal

Paranormal Activity Cinepop

Esse ainda é uma grande incógnita. Inclusive sobre sua contagem de sequências, já que enquanto a maioria dos veículos o consideram o sétimo da franquia, o IMDB o cataloga como o oitavo filme! O que acontece é que o famoso banco de dados deve estar contando com o derivado Atividade Paranormal Tóquio, lançado em 2010. Depois disso, no entanto, tivemos outros dois filmes, os quais mais ou menos também se comportam como derivados: Atividade Paranormal – Marcados pelo Mal (2014) e Dimensão Fantasma (2015). Agora chega o novo filme, confirmado e prontamente adiado de 2021 para 2022. Tudo o que sabemos é que o roteiro será de Christopher Landon, diretor de Marcados pelo Mal e da franquia divertida A Morte te dá Parabéns (2017 e 2019).

Medo Profundo 2

Black Water Abyss Cinepop

Existem os filmes gêmeos e os filmes de títulos gêmeos. Esse item se encaixa no segundo exemplar. Pode causar muita confusão aos fãs do gênero, mas este longa nada tem a ver com a franquia de tubarões (2017 e 2019) cujo título original é 47 Meters Down. Essa trata-se de uma franquia mais obscura, sobre crocodilos, cujo primeiro filme foi lançado, vejam só, em 2007! Treze anos depois e a Paris Filmes se prontificou a lançar o filme nos cinemas, que promete surgir para agradar os fãs de thrillers sobre ataques de crocodilos gigantes. A estreia é programada para fevereiro de 2021 no Brasil.

The Owners

Owners Cinepop

A jovem Maise Williams (Game of Thrones) parece ser uma querida, mas não costuma dar muita sorte no cinema, com a maioria dos filmes estrelados por ela amargando estreia direto em vídeo. Sua grande chance no cinema, Os Novos Mutantes, foi lançado debaixo de críticas duríssimas e a própria até mesmo tirou sarro com a situação. Mas aqui a carismática atriz tenta de novo com este thriller/terror, que usa como clara inspiração o sucesso O Homem nas Trevas (2016). No filme, Williams faz parte de um grupo de delinquentes que invadem uma casa a fim de roubar o cofre nela contido. No entanto, quando os idosos donos retornam, a mesa vira e as vítimas se tornam predadores dos criminosos. O filme tem estreia prometida para 4 de setembro de 2020 nos EUA.

Wrong TurnPânico na Floresta

Wrongturn Cinepop

Franquia Slasher bagaceira, recomendada apenas para os aficionados ou fanáticos pelo subgênero. Apenas o filme original, Pânico na Floresta (2003), foi lançado nos cinemas brasileiros, e este amigo que vos fala o conferiu na telona. Bem, acho que posso me encaixar na definição acima. Seja como for, suas continuações, 5 ao total, foram todas lançadas em vídeo no Brasil. Esse, no entanto, se trata de um reboot da franquia, que irá zerar todas as sequências e promete começar de novo. E para a empreitada, as presenças de Matthew Modine (Nascido para Matar) e Emma Dumont (The Gifted) no elenco. O filme ainda não possui data de estreia definida.

Morre Ruth Bader Ginsburg, juíza que lutou pelos Direitos das Mulheres; Conheça sua cinebiografia!

Nem todo mundo já ouviu falar do nome Ruth Bader Ginsburg, porém, definitivamente este é um dos principais nomes para os estudantes de Direito, especialmente nos Estados Unidos. Mais ainda: é um nome de extrema relevância para as estudantes mulheres, pois Ruth foi juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos, indicada ao cargo pelo então presidente Bill Clinton.

Bader Ginsburg morreu hoje (18), aos 87 anos, por complicações de um câncer no pâncreas, informou a corte em um comunicado.

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A história de Ruth Bader, mais conhecida como RBG, chegou primeiramente aos cinemas em 2019, com o filme ‘Suprema’, com Felicity Jones no papel principal. Em seguida, o documentárioA Juíza’ trouxe a luta da estadunidense para os cinema do Brasil, e sessões nos primeiros quatro dias foram exibidas gratuitamente. Atualmente o documentário está disponível no NOW.

Em pouco mais de uma hora, as diretoras Julie Cohen e Betsy West conduzem com competência o espectador por toda a vida desta que se tornou uma das maiores militantes pela igualdade de gêneros. As diretoras optam por intercalar depoimentos de pessoas que conviveram com Ruth de todas as maneiras, incluindo familiares e os primeiros pleiteantes dos casos que a então jovem advogada assumira. O trabalho arqueológico de resgate da memória do que um dia já foi lei naquele país é um dos pontos fortes do filme, que recebeu duas indicações ao Oscar 2019: de Melhor Documentário e Melhor Canção Original (que poderia ter ganhado, se Lady Gaga não estivesse no páreo).

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O roteiro foi cuidadosamente elaborado, e não tem um tom doutrinador. O ritmo mantém a atenção do espectador porque intercala cenas da atual Ruth – vejam só, aos 86 anos de idade e fazendo malhação três vezes na semana! – com histórias do passado, seja em fotos ou em imagens recuperadas da TV. O discurso de posse da Juíza Associada da Suprema Corte dos Estados Unidos está todo lá, e é curioso (para não dizer engraçado) a cara blasé com que a maioria branca e masculina da corte fica olhando para ela – dentre os quais, George Bush Filho.

A Notória Ruth, como também é chamada, chegou a cursar um ano de Direito na faculdade de Harvard, numa época em que apenas 2% dos alunos eram mulheres (até 1950 só havia homens), antes de se mudar para Nova York, onde se formou em Columbia. É reconfortante ver a neta de Ruth mostrando uma foto a ela, de sua própria formatura, falando que no aniversário de 200 anos de Harvard, pela primeira vez na história da instituição houve 50% de alunas mulheres. Ou seja, foram necessários 200 anos, mas finalmente a igualdade foi atingida naquela faculdade.

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Dentre os depoimentos, um dos mais emocionantes é o da ativista e feminista Gloria Steinem, que apontou o quanto o trabalho de Ruth ajudou as mulheres a entenderem que elas não eram malucas, e sim o sistema que era. Por ter traduzido a biografia de Gloria Steinem no Brasil, é, para mim, difícil ser imparcial com este filme, cuja exibição nos cinemas é tão urgente, uma vez que somos o país com uma das maiores taxas de feminicídio no mundo.

É claro que os depoimentos da própria Ruth são os mais inspiradores, por exemplo, quando ela fala que em 1957, quando estudava e era a única mulher da turma, ela se sentia constantemente observada e na obrigação de vencer, pois, caso falhasse, ela falharia com todas as mulheres. Ou quando conta sobre o jantar com o Reitor de Harvard, onde ela e as outras pouquíssimas alunas se reuniram e o Reitor lhes perguntou (e elas tiveram que responder individualmente) por quê estavam ocupando o lugar na faculdade que deveria ser de um homem. Ou, ainda, quando ela conta o que sentiu enquanto fazia seu primeiro discurso na Suprema Corte, quando defendia o caso (quase perdido) de uma moça que trabalhava para a Força Aérea Americana, mas que não recebia os mesmos benefícios que os colegas homens, pelo simples fato de ser mulher. Ruth conta que, enquanto se dirigia àqueles juízes, se perguntava se eles estavam apenas tolerando que ela falasse ou se ela realmente estava dizendo algo que eles nunca tinham ouvido antes.

Apesar da história ser sobre uma juíza dos EUA, o que importa aqui é a trajetória de luta, de dar exemplo às jovens mulheres que ainda hoje estão buscando seus direitos ao redor do mundo. Embora muita coisa tenha mudado, ainda é muito pouco diante de como deveria ser, e documentários como este ‘A Juíza’ ajudam não só a levantar o debate, mas também a jogar luz na própria constituição brasileira, obscurecida por tanta corrupção.

 

De X-Men a Os Novos Mutantes | Ranqueamos TODOS os filmes da franquia

Há 20 anos, o primeiro filme dos X-Men chegava aos cinemas para causar uma verdadeira revolução no mundo do entretenimento.

Tudo começou no já longínquo ano de 2000 quando um diretor ainda novato chamado ‘Bryan Singer’ foi escalado para trazer à telona um dos grupos de super-heróis mais famosos dos quadrinhos: os X-Men. Mesmo quem não leu os gibis deve ter se familiarizado com os personagens graças ao excelente desenho animado da década de 90 que fez muito sucesso na televisão brasileira e retratou a “Era Jim Lee” dos mutantes. Eu sou um grande fã dos X-Men e acompanhei justamente esta era fantástica deles nos quadrinhos e na TV.

Apesar dos personagens serem propriedade da Marvel, os direitos para seus filmes estão com a Fox. Nesses anos desde que debutaram no cinema, existiram altos e baixos. Ainda assim, diferente do que fez com outros heróis cujos direitos detém (como o Quarteto Fantástico, por exemplo), a Fox não decepcionou e no geral os filmes do X-Men mantiveram uma boa qualidade e alcançaram o sucesso de bilheteria que garantiu sua continuidade. Os últimos, inclusive, foram sucesso de crítica e público imensos.

Como estamos falando do “universo X-Men”, é bom deixar claro que farão parte da lista todos os filmes que foram estrelados por mutantes e não só os do grupo principal, ou seja, foram incluídos os filmes solo do ‘Wolverine’ e ‘Deadpool’. Contando com o último filme, isto nos dá um total de 14 longas para serem ranqueados. Sem mais delongas, vamos à lista! Por favor compartilhe a sua opinião e o seu ranking pessoal na seção de comentários!

Os Melhores e Piores Filmes dos ‘X-Men’:

14. Os Novos Mutantes (2020)

Apesar de não fazer parte do cânone oficial, decidimos adicionar o filme na lista. Adiado diversas vezes, o longa já chega datado.

Dividido em basicamente três partes, “Novos Mutantes” tem seu pior momento nos 20 minutos iniciais. Atuações ruins e fora de tom, correria ao apresentar os personagens e um clima de mistério que não engana ninguém. O meio do filme é sua melhor parte. Com uma vibe Clube dos Cinco, é o momento que realmente passamos a nos importar com algumas das histórias, os relacionamentos entre os mutantes, sua visão do mundo e que entendemos as dores de cada um dos cinco jovens aos lidar com seus poderes. Já os 20 minutos finais trazem o esperado de qualquer filme de ação e que o último trailer, lançado na San Diego Comic-Con, revela quase por completo.

Aliás, “Novos Mutantes” está muito mais para uma “Malhação” com poderes especiais do que para a ideia de filme de terror, que o primeiro trailer e o diretor Josh Boone venderam. Não há nada de terror. Não há sustos e sempre que o filme ameaça mostrar algo mais pesado, rapidamente a cena acaba. A cena do Mancha Solar na piscina e da Lupina com uma ilusão no chuveiro são clichês, mas tinham muito potencial de realmente trazer algo mais forte e impactante. Tudo fica pelo caminho.

13. X-Men Origens: Wolverine (2009)

Não há dúvidas de que um dos maiores responsáveis pelo sucesso dos filmes dos X-Men foi o Wolverine interpretado por Hugh Jackman. Sendo assim, e considerando também todo o legado do personagem nos quadrinhos, nada mais natural do que ele ganhar seu filme solo. Após a primeira trilogia do grupo de mutantes, foi a vez de Wolverine brilhar em carreira solo. A expectativa era enorme, principalmente pela questão da história de origem que traria as “garras de osso” e pela oportunidade de vermos um “Dentes-de-Sabre”, um dos maiores vilões dele nos quadrinhos, feito da forma correta. No entanto, o resultado final foi muito decepcionante, principalmente no terceiro ato que ficou marcado pela transformação de Deadpool em um misto de “Baraka” e “Ciclope” com a boca costurada. Nem mesmo as aparições de Gambit e de um Ciclope adolescente ajudaram a diminuir o estrago. Para completar a bagunça, o filme vazou meses antes de ter seus efeitos finalizados e uma versão com efeitos toscos e fios aparecendo foi assistida por muitos, o que acabou piorando a recepção.

 

12. X-Men: Apocalipse (2016)

Já na cena pós-créditos do filme anterior ficou claro que o próximo filme dos X-Men iria explorar um dos vilões mais famosos dos quadrinhos: Apocalipse. A expectativa era enorme, mas logo depois dos primeiros trailers algumas pessoas já começaram a torcer o nariz para o que parecia ser uma tradução muito literal do gibi. Na minha opinião, o filme inseriu esse “mutante Deus” no universo dos X-Men da melhor forma possível, mas infelizmente isso não quer dizer que o filme seja perfeito. Muito pelo contrário. Um mutante que é praticamente um Deus, com poucas expressões humanas e poderes ilimitados, dificilmente causará uma empatia com o público. Considerando tudo isso, até que Bryan Singer conseguiu superar minhas expectativas e dar alguns traços humanos ao vilão, mas suas motivações e personalidade ainda continuaram esvaziadas e genéricas. Outro problema enfrentado pelo filme é ter que lidar com muitas novidades ao mesmo tempo. As “estreias” de mutantes nesta linha de tempo são numerosas e infelizmente não há tempo de desenvolver todos da forma necessária. Personagens interessantes como Tempestade, Psylocke e Anjo tem pouquíssimas falas e são relegados a capangas acéfalos. O excesso de conteúdo também retirou tempo para a evolução de relacionamentos pré-existentes como o de Xavier com Magneto e dos dois com a Mística. Problemas à parte, é inegável o fato deste filme ser o mais ambicioso da franquia em termos de escala e de cenas de ação. E, neste quesito, o filme não decepciona. Temos batalhas épicas individuais e grupais que elevam alguns desses mutantes ao status de deuses e um desfecho que irá arrancar gritos dos mais empolgados e deixar os fãs com água na boca. Tanto que, quando os créditos rolaram, eu pensei: “espere, eu quero ver esse filme aí!”. No final das contas, para mim ficou a lição de que nem tudo que dá certo nos quadrinhos necessariamente irá funcionar também no cinema. Eu só espero que o pessoal da Marvel também tenha visto isso e nos poupe de cometer os mesmos erros com a próxima saga da “Guerra Infinita” que está sendo preparada e que trará outro “supervilão” com Thanos.

 

11. X-Men: Fênix Negra (2019)

Fênix Negra‘ é um filme que adapta uma das maiores e mais importantes – senão A Mais Importante – saga dos X-Men nos quadrinhos. E como adaptação, não dá para cobrar algo que não seja minimante grandioso ou impactante. Apesar de Sophie Turner se esforçar para entregar uma boa Jean Grey, o arco dramático da personagem simplesmente não funciona e tudo parece superficial. A história é séria, mas por não ser mais aprofundada, acaba sendo direcionada para um segundo ato bastante arrastado. Sem contar que os vilões não ajudam a criar um contraponto interessante. Nem mesmo a presença da incrível Jessica Chastain é capaz de trazer algo de interessante. E desperdiçar uma atriz do seu calibre em um papel genérico desses é um pecado enorme.

X-MenFênix Negra‘ é um filme cansativo que tem a responsabilidade de encerrar uma franquia cheia de altos e baixos. Com jeitão de filme de domingo, o longa é bem intencionado, mas não passa disso. Uma produção de potencial desperdiçado, que não fossem os problemas de bastidores, talvez conseguisse um trabalho mais inovador ou marcante.

 

10. Wolverine: Imortal (2013)

O fato do segundo filme solo do Wolverine ter sido bem melhor do que o primeiro não diz muita coisa e a verdade é que a Fox ainda está nos devendo um filme digno do talento de Hugh Jackman e da importância do personagem. A ideia de usar a história de Logan no Japão foi bem interessante, mas a execução dela foi fraca. Mais uma vez se perdeu a oportunidade de explorar mais a fundo os conflitos psicológicos de Logan e o roteiro nos deu um vilão clichê, isso sem falar da atrocidade de transformar o “Samurai de Prata” em um robô. Hugh Jackman já disse que o próximo filme solo de Wolverine será seu último na pele do mutante canadense e estou torcendo para que ela possa se despedir de forma magistral.

 

9. Era uma Vez um Deadpool (2018)

Na era dos reboots e remakes –  a famosa reciclagem de histórias –  não é de se admirar que alguém poderia surgir com a ideia de reeditar o próprio filme para transforma-lo em algo apropriado, em tese, para os pais assistirem com seus filhos mais novos – estes os quais não possuem idade suficiente para o original. Era Uma Vez um Deadpool traz essa premissa em sua base e como diz a própria sinopse, “(…) volta aos cinemas em sua versão conto de fadas (…) o público de quase todas as idades poderá desfrutar o Mercenário Boca Suja repaginado através do prisma da inocência infantil.” Se você, caro telespectador, está esperando uma história com diferentes inserts, cenas novas e situações não vistas anteriormente, meu conselho é nem comparecer ao cinema. O longa-metragem em questão é exatamente o mesmo filme que teve estreia no mês de maio só que alguns cortes, uns dois momentos inseridos e é, claro, toda a narração de Wade Wilson (Ryan Reynolds) dos acontecimentos para Fred Savage (The Wonder Years). No geral, Era Uma Vez um Deadpool seria melhor se tivesse sido lançado em home vídeo invés de nos cinemas. É, de fato, uma reedição do longa-metragem original, com alguns poucos cortes aqui e ali, umas poucas cenas preguiçosamente colocadas que ganha seu público muito mais pelas cenas pós-créditos, em especial, a homenagem ao mestre Stan Lee. No final só fica a sensação de que a história de Wade Wilson não funciona quando censurada.

 

8. X-Men: O Confronto Final (2006)

Após ter alcançado enorme sucesso dirigindo os dois primeiros filmes dos X-Men e ter elevado seu nome ao status de um dos diretores mais promissores do cinema, Bryan Singer decidiu “mudar de lado” e foi comandar o novo filme do Superman. Desta forma, a Fox o substituiu por Brett Ratner e seguiu em frente com sua franquia de mutantes. O terceiro filme da série veio e, para a tristeza de muitos, foi muito inferior aos dois primeiros. Apesar de contar com os mesmos atores principais já apresentados antes e com algumas adições interessantes (como a Kitty Pride de Ellen Page), o filme padeceu de uma trama muita rasa e genérica e que significou um retrocesso para os filmes de super-heróis em geral com sua pegada excessivamente leve. A forma como foi tratada a “Saga da Fênix” também não agradou os fãs, tanto que o penúltimo filme dos X-Men aproveitou o conceito de viagem no tempo para apagar este terrível erro do passado da franquia.

 

7. X-Men: O Filme (2000)

Para entender a importância deste filme é preciso voltar a um tempo onde os filmes de super-heróis ainda eram tratados como entretenimento bobo e juvenil. Seguindo o embalo do excelente “Blade”, de 1998, que marcou o ressurgimento dos heróis da Marvel nos cinemas, o diretor Bryan Singer conseguiu superar a enorme desconfiança sobre o projeto e nos presentear com uma versão realista desse universo que revolucionou a forma de se fazer filmes do gênero e formou a base para esta franquia de sucesso. A própria escalação de Hugh Jackman para o papel de Wolverine foi algo polêmico devido à clara diferença de estatura entre ele e o personagem nos quadrinhos, mas nos primeiros segundos em cena o ator australiano conquistou os fãs e provou que Singer estava certo. Claro que existem defeitos no filme, como por exemplo a transformação de “Dentes-de-Sabre” em um monstro acéfalo e sem nenhuma relação com Wolverine, mas sem dúvidas os pontos positivos se sobressaem e o resultado é um filme que soube explorar bem o tema de discriminação e que se mantém atual até hoje.

 

6. Deadpool (2016)

Quem conhece o personagem Deadpool nos quadrinhos sabe que a sua versão que foi retratada no primeiro filme solo do Wolverine é totalmente absurda e ofensiva aos fãs. O único acerto foi escalar Ryan Reynolds para o papel, uma vez que ele sempre confessou ser fã do personagem. Porém, após aquele desastre, foram preciso anos de insistência e muito trabalho da parte dele e do diretor Tim Miller para convencer a Fox a fazer um filme solo do mercenário falastrão. Felizmente para nós, o filme foi feito com a devida censura de 18 anos e pudemos ver na telona o verdadeiro Deadpool que conversa com o espectador e o quão criminoso foi “costurar sua boca” no filme de 2009. O filme fez tanto sucesso que parece ter disparado uma onda de “filmes de super-heróis para adultos” com essa classificação prometida para o próximo filme do Wolverine e uma “versão adulta” do recente “Batman vs Superman”. A parte do humor e da ação são representados de forma perfeita e este filme só não está mais acima na lista devido à sua trama genérica que acabou cedendo a muitos clichês do gênero tão criticados em muitas falas do protagonista.

 

5. Deadpool 2 (2018)

Dois anos depois do lançamento de ‘Deadpool’, eis que a sequência chega aos cinemas com um orçamento muito mais robusto (especula-se que na casa dos US$ 120 milhões), e sem medo de arriscar. A brilhante dupla de roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick (‘Zumbilândia’) conseguiu pegar tudo que funcionou no primeiro filme e repetir em uma dose ainda maior: piadas de cunho sexual, metalinguagem abusiva, linguagem nerd e referências a milhares de outros produtos pop – passando pelo tenebroso ‘Lanterna Verde‘, os filmes da franquia ‘X-Men‘, as produções da Marvel Studios e até o obscuro Universo Cinematográfico da DC. Irreverência é a palavra da ordem aqui. Todos os possíveis rumos que você acredita que o roteiro possa tomar, ele vai totalmente ao contrário entregando um filme repleto de reviravoltas chocantes, e algumas até dramáticas e mortais. Se você nunca imaginou chorar em um filme do Deadpool, você definitivamente pode se surpreender. ‘Deadpool 2’ consegue a difícil proeza de ser ainda melhor que o filme original. Apesar de se levar um pouco mais a sério, o filme não perde seu característico humor irreverente e usa seu orçamento maior para adicionar mais ação, efeitos especiais, explosões e participações de outros X-Men – afinal, agora sobrou uma graninha para pagar o cachê do resto dos alunos do Professor X.

 

4. X-Men: Primeira Classe (2011)

Depois da fraca recepção de ‘X-Men: O Confronto Final‘, ficou claro que os X-Men precisavam se reinventar e foi exatamente isso que aconteceu com este filme de 2011. O roteiro é muito bem escrito e, além de desenvolver bem os personagens, ele insere de forma muito inteligente a temática mutante em um dos incidentes mais tensos da guerra fria: a crise dos mísseis em Cuba. Mesmo um excelente roteiro não poderia obter sucesso sem bons atores para trazê-lo à vida e podemos dizer que o filme é extremamente afortunado neste quesito. Se aproveitando bem da ousadia de atores promissores e em ascensão (algo que parece ser uma das marcas dos filmes da equipe mutante, como diziam Halle Berry e Hugh Jackman), os produtores e o diretor conseguiram montar um elenco de luxo. Quem não ficaria empolgado para assistir a um filme que reúne James McAvoy, Michael Fassbender e Jennifer Lawrence? Com este elenco estelar e uma direção excepcional de Matthew Vaughn, realmente eu colocaria esta película no hall dos filmes de super-heróis que transcendem este universo e conseguem agradar a um público mais tradicional, assim como a trilogia do Cavaleiro das Trevas de Nolan.

 

3. X-Men 2 (2003)

Depois do inesperado sucesso da estreia dos mutantes no cinema, era só uma questão de tempo até que tivéssemos uma continuação. A diferença é que a cobrança e a expectativa eram bem maiores, mas Bryan Singer não decepcionou e conseguiu entregar um filme bem superior e que desenvolveu de forma ainda melhor seus personagens. Ele fez isso se aprofundando na questão da intolerância ao “fenômeno mutante” e no impacto que isso teria no governo e na sociedade. Além disso, ele elevou o nível das cenas de ação e nos mostrou o quão intenso poderia ser um filme de super-heróis em uma época ainda anterior aos filmes de Nolan e do universo cinematográfico da Marvel. Para fechar o pacote, ainda tivemos um excelente gancho para a ‘Saga da Fênix Negra” que prometia muitas emoções. Infelizmente, “tiraram o doce da nossa boca” no filme seguinte, mas como esse erro já foi “apagado” ainda há esperança de vermos essa saga aparecer nas telonas da forma que merece.

 

2. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014)

Aproveitando uma saga famosa dos quadrinhos, “Dias de um Futuro Esquecido”, surgiu a ideia de juntar as “duas fases” dos X-Men nas telonas. Mesmo modificando a história original dos quadrinhos, isto é feito de forma inteligente para adequar ao que já havia sido feito no cinema nos filmes anteriores. Ainda assim, alguns acontecimentos são ignorados, principalmente do fiasco ‘X-Men: O Confronto Final’, mas isso não prejudicou em nada a experiência, muito pelo contrário, serviu para dar novo sopro de vida à franquia nos cinemas. Além da união de atores da primeira trilogia e de Primeira Classe para formar os protagonistas, temos participações especiais de praticamente todos os atores dos filmes da franquia. É preciso destacar a forma magistral como o diretor conseguiu homenagear o elenco antigo e criar uma consistência de todo o legado já estabelecido anteriormente. Mais uma vez, os atores de Primeira Classe roubam a cena e esbanjam talento, com destaque para James MacAvoy e Jennifer Lawrence. Isso sem falar da fantástica cena do Mercúrio que, por si só, já valeria o ingresso, ou da aguardada aparição das sentinelas. Em minha modesta opinião, não há dúvidas que este foi o ponto mais alto dos mutantes no cinema que aperfeiçoou a fórmula definida antes e nos deu um dos melhores filmes de super-heróis recentes.

 

1. Logan (2017)

Logan‘ é ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘ da franquia ‘X-Men‘, um filme sério, brutal e dramático – que deixa o “fator” super-herói de lado para mostrar o lado humano desses personagens… A alta classificação indicativa (17 anos) dá liberdade para que o diretor James Mangold adicione cenas de violência extremas das quais os fãs dos quadrinhos estavam ávidos para conferir nos cinemas desde que Hugh Jackman deu vida ao personagem pela primeira vez. As cenas de violência são gráficas e podemos ver Wolvie destruindo o crânio e a jugular de seus inimigos enquanto o sangue jorra para todos os lados – algo NUNCA visto antes nos filmes dos mutantes. É o fim de uma era, e isso fica bastante explícito no derradeiro capítulo final da trilogia Wolverine. Em sua despedida, Jackman nos brinda com o melhor filme do personagem e o melhor da franquia ‘X-Men.

 

‘A Casa de Cera’ completa 15 ANOS; Separamos 10 curiosidades sobre o filme!

2020 é um ano bastante interessante para o cinema: apesar da pandemia sem precedentes do novo coronavírus ter colocado em suspensão diversas produções e adiado inúmeros títulos bastante aguardados pelos cinéfilos, vários longas-metragens que influenciaram gerações fazem bodas neste ano, incluindo o controverso e fan-favorite A Casa de Cera, que chegaria aos cinemas há quinze anos.

Diferente do que muitos pensam, a obra dirigida pelo espanhol Jaume Collet-Serra não é um remake ou uma espécia de sequência da lançada em 1953, ainda mais levando em conta que a história de ambas é muito diferente entre si. O filme de 2005 gira em torno de um grupo de jovens a caminho de um jogo de futebol que é obrigado a pedir ajuda em uma estranha e arrepiante cidade fantasma.Estranhamente o único lugar aberto é o museu de cera local, que logo atrai a atenção dos protagonistas pela perfeição das esculturas. Porém, a verdade logo vêm à tona: as figuras expostas, na verdade, são humanos cujos corpos foram cobertos com cera.

Apesar de não ter sido bem recebido pela crítica especializada à época do lançamento, o longa ganhou uma legião de fãs e um semi-status de cult. Além de ter arrecadado mais de US$70 milhões nas bilheterias mundiais (uma das maiores para o gênero slasher), a obra ajudou a lançar a carreira de nomes proeminentes no cenário jovem, ainda mais por trazer nomes como Jared Padalecki (como Wade), Elisha Cuthbert (Carly), Brian Van Holt (Bo e Vincent) e Paris Hilton (Paige).

E, em homenagem ao longa, o CinePOP preparou uma lista com dez curiosidades sobre a produção que você provavelmente não sabia.

Confira:

1. PARTE DO ELENCO JÁ HAVIA TRABALHADO JUNTO ANTES

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Essa não foi a primeira vez que alguns membros do elenco trabalharam juntos. Na verdade, Padalecki e Chad Michael Murray, que interpretou Nick, estrelaram a série Gilmore Girls nos anos 2000. Além disso, Padalecki e Hilton voltariam a colaborar em um episódio de Supernatural no mesmo ano de estreia do filme – que inclusive faz menção ao terror.

2. PARIS HILTON NÃO FOI A PRIMEIRA ESCOLHA PARA VIVER PAIGE

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Antes de Hilton ser elencada como Paige Edwards, a Warner Bros. tinha outros nomes em mente para viver a personagem, incluindo Jennifer Connelly (‘Réquiem para um Sonho’) e Kate Winslet (Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças). O bordão “that’s hot”, inclusive, é dita por vários personagens por essa razão. Vale lembrar que Hilton foi a primeira a ser escalada para o longa.

3. A ESTREIA NO TERROR DE VÁRIOS ATORES

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A Casa de Cera foi um marco bem importante na carreira de alguns membros do elenco, por ser o primeiro filme de terror em que participavam – nesse caso, de Padalecki e Cuthbert.

4. PAPEL DUPLO

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Van Holt interpreta o papel duplo de Bo e Vincent Sinclair. O motivo pela grande diferença estética entre ambos os personagens foi o resultado de uma extensa transformação promovida pelo departamento de cabelo e maquiagem.

5. TREINAMENTO INTENSIVO

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Nos extras do DVD, Hilton revela que, antes da cena de perseguição envolvendo Paige e o assassino, Vincent, ela subiu e desceu uma escada várias vezes para simular alguém ofegante.

6. ESTREIA NA DIREÇÃO

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Poucos devem saber disso, mas A Casa de Cera foi a estreia diretorial de Jaume Collet-Serra. O cineasta também é conhecido por outras obras do gênero bastante subversivas, como ‘A Órfã’ (2009) e, mais recentemente, o clamado ‘Águas Rasas’ (2016). Seus próximos projetos incluem Jungle CruiseAdão Negro, ambos com previsão de estreia em 2021.

7. PROCESSO MILIONÁRIO

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Em 2004, durante as filmagens do longa, os estúdios Warner Bros. da Austrália, onde o filme foi rodado, pegou fogo e destruiu uma das atrações da companhia. Um processo de 7 milhões de dólares foi aberto contra o expert em efeitos especiais por negligência. O motivo: uma vela acesa deixada em ambiente perigoso.

8. NEM TUDO ERA FEITO DE CERA

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Apesar do realismo gráfico, o longa foi construído com uma mistura de pasta de amendoim e cera para a cena que trazia a cama de cera derretendo. Na sequência, Carly e Nick tentam escapar do serial killer. Nos especiais de bastidores, Cuthbert e Murray lamentaram sobre como era difícil se levantar da cama, gravando várias vezes uma única cena.

9. O FANTASMA DE CERA

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No filme, o antagonista Vincent usa uma máscara feita de cera para esconder uma terrível desfiguração causada pelo pai quando era criança. Durante o clímax, a máscara cai (literalmente), revelando suas feições verdadeiras. Pouco depois, o filme corta para um lustre no museu que cai do teto – cuja construção traçou inúmeras comparações com o O Fantasma da Ópera (2004).

10. O QUE TERIA ACONTECIDO A BABY JANE?

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Nas primeiras cenas de A Casa de Cera, Carly sai para explorar a bizarra cidade de Ambrose e acaba entrando no cinema local. Lá dentro, o clássico ‘O Que Teria Acontecido a Baby Jane?’, única produção da história estrelada por Bette DavisJoan Crawford em conjunto, é transmissão. A escolha da exibição não é ao acaso: tanto o filme de 1962 quanto o de 2005 tratam sobre irmãos disfuncionais e seus relacionamentos de dominação e submissão.

‘Falcão e Soldado Invernal’: Fã aprimora imagem do Falcão e destaca detalhes do sue uniforme; Confira!

Para comemorar o retorno das filmagens de ‘Falcão e Soldado Invernal‘, o astro Anthony Mackie compartilhou uma imagem sua nos bastidores das gravações.

No entanto, como a foto em questão estava em preto e branco, não é possível identificar os detalhes do seu figurino com maior precisão. E para resolver isso, um habilidoso fã decidiu colorir a imagem, a fim de evidenciar as características do figurino do herói.

Confira e compare o resultado:

Confira a imagem original:

“Os garotos estão de volta à cidade! Me divertindo enquanto pratico o distanciamento social…”

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

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‘Duna’: Diretor critica o trailer da adaptação: ‘Tudo é previsível e já foi feito antes’

Em entrevista ao Le Point, o diretor Alejandro Jodorowsky, que quase dirigiu uma adaptação de ‘Duna‘ nos anos 70, criticou o trailer da versão comandada por Denis Villenueve, afirmando que o resultado ficou “muito previsível”.

“Eu desejo que a adaptação de ‘Duna’ seja um grande sucesso, pois Denis Villenueve é um bom diretor. Várias pessoas já me falaram muito bem sobre ele. Eu vi o trailer do filme. É muito bem feito. Dá para vermos que eles colocaram muito dinheiro no projeto. Mas, eis o problema: não há surpresas. O formato é idêntico a tudo o que já foi feito antes; a iluminação, a atuação, tudo é previsível.”

Ele continua, “Cinema industrial é incompatível com cinema pessoal. O cinema industrial promove o entretenimento. É um espetáculo que não tem intenção de mudar a humanidade ou sociedade.”

A adaptação de Jodorowsky alegadamente não saiu do papel por causa de conflitos envolvendo o orçamento da produção.

Confira o trailer:

Lembrando que o longa permanece com previsão de estreia para 18 de dezembro de 2020

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Além de Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) no papel principal, o elenco conta com Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier BardemCharlotte Rampling e Josh Brolin completam o elenco.

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Ministério de Damares quer que Netflix REMOVA o polêmico ‘Mignonnes’ por conteúdo pornogr*fico

O secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maurício José da Silva Cunha, do ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, comandado por Damares Alves, pediu para a coordenadora da Comissão Permanente da Infância e Juventude, Denise Villela, que entre com medidas judiciais para proibir a Netflix Brasil de exibir o drama francês Mignonnes(Cuties).

A pasta pede apuração de responsabilidade pela oferta e distribuição de conteúdo pornogr*fico envolvendo crianças sendo sexualizadas.

O drama continua gerando repercussão negativa.

Crítica | Mignonnes – O filme MAIS POLÊMICO do ano que causou cancelamentos da Netflix

Após o lançamento, os usuários do Twitter viralizaram a hashtag #CancelNetflix (Cancelem a Netflix) acusando o filme de sexualizar as atrizes do longa, todas menores de idade, e romantizar a pedofilia.

Confira as reações:

O streaming duras críticas sobre o filme após lançar o filme.

A polêmica ganhou as redes sociais e levou diversos internautas a participarem de uma petição no site Change.org para remover o título da plataforma.

Com mais de 300 mil assinaturas, o abaixo-assinado vem acompanhado do seguinte texto: “este filme/show é nojento e sexualiza uma menina de ONZE anos para o prazer de pedófilos, além de influenciar negativamente nossas crianças! Não há necessidade para esse tipo de conteúdo com grupos dessa idade, especialmente quando tráfico sexual e pedofilia estão desenfreados. Não há desculpas, esse é um conteúdo perigoso”.

Nas redes sociais, a Netflix se desculpou:

“Lamentamos profundamente a arte inadequada que usamos para Lindinhas. Não estava bem, nem representava esse filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Agora, atualizamos as fotos e a descrição.”

Confira a arte e o trailer:

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A obra francesa, que gira em torno de uma jovem menina de 11 anos que se rebela contra o conservadorismo de sua família e se torna uma incrível dançarina, veio acompanhada de um pôster promocional que trazia o elenco-mirim em poses controversas, emulando mulheres adultas.

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Fracasso de ‘Tenet’ nas bilheterias força estúdios a adiarem seus filmes por tempo indeterminado

Orçado em US$ 200 milhões, o novo longa de ficção científica de Christopher Nolan, ‘Tenet’, foi projetado para arrecadar pelo menos US$ 800 milhões, mas acumulou apenas US$ 207 milhões.

Em exibição desde 03 de setembro nos EUA, a produção faturou apenas US$ 29 milhões no mercado interno e continua se arrastando com US$ 178 milhões nas demais regiões em que foi lançado.

O fracasso nas bilheterias não é bem uma surpresa, considerando que a maioria das salas de cinema espalhadas pelo mundo continuam fechadas por conta da pandemia do Coronavírus.

Por conta disso, diversos estúdios estão repensando sus estratégias para os próximos meses.

Em entrevista para o NY Post, Eric Handler, analista de parcerias da MKM disse que:

“Os estúdios estão tomando decisões com base no que está acontecendo com ‘Tenet’. Acho que vai ser comum ver que mais filmes serão adiados até que os principais mercados sejam reabertos novamente. Quando isso vai acontecer? Mês que vem? No próximo semestre? Ninguém sabe até que haja uma reposta definitiva contra a pandemia. Na semana passada, a Warner Bros. adiou a estreia de ‘Mulher Maravilha 1984‘ de outubro para dezembro… E o filme deveria chegar originalmente em junho. A Universal adiaou ‘A Lenda de Candyman‘ por tempo indeterminado, e ‘Viúva Negra’ e ‘Soul‘ [marcados para novembro] podem seguir o mesmo rumo.

Handler reforçou que não há uma grande estreia nas telonas desde o início da pandemia, e os representantes da indústria cinematográfica estavam apostando em ‘Tenet‘ como um possível divisor de águas.

E parece que o problema vai se acentuar cada vez mais, já que os clientes não se sentem incentivados a correr o risco de irem ao cinema se não houver bons lançamentos.

“Se ‘Viúva Negra’ for mesmo adiado, a esperança reside em ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, ‘Dune’ e ‘Mulher-Maravilha 1984’… Esses são os únicos títulos capazes de salvar o cinema em 2020.”, continuou Handler.

Vale lembrar que ‘Tenet‘ tem estreia prevista para 15 de Outubro no Brasil.

Crítica | Tenet é TUDO que se espera de um filme do Christopher Nolan

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

Jake Gyllenhaal, Christian Bale, Adam Sandler e os Atores que se Transformaram para um Papel

Há certo tempo, escrevi uma matéria (que acaba de ser relançada) sobre doze atrizes que se transformaram – ou costumam se transformar – para seus papeis no cinema. E o esforço dá certo, já que na maioria das vezes tais intérpretes são lembradas para nomeações por seus desempenhos nestas produções. É claro que só a mudança física de nada serviria se elas não viessem acompanhadas de uma performance igualmente poderosa – coisa que todas as artistas citadas na lista são conhecidas por entregar. Você pode conferir a lista no link abaixo.

12 Atrizes que se Transformaram para um Papel

Agora, chegou a vez dos homens. E para a lista dos atores pensamos em algo diferente. Iremos nos concentrar em trabalhos mais recentes, mesmo que de atores que costumam sempre modificar sua aparência por toda a filmografia. A ideia se deve porque certas transformações são mais batidas e foram muito comentadas ao longo dos anos por todos os especialistas, sejam as dos anos 1980 – como Robert De Niro em Touro Indomável –, dos anos 1990 – como Jim Carrey em O Mundo de Andy – ou até mesmo da década de 2000 – vide Tom Hanks em Náufrago. Assim, optamos por nos concentrar em transformações ocorridas de 2010 para cá. Vamos a elas.

Christian Bale

Christian Bale Cinepop

Um dos atores mais camaleônicos que o cinema já viu, Bale intercala seus filmes com performances em que está com sua própria aparência e os que não pode ser reconhecido. Não bastasse a notória (e perigosa) mudança de peso radical, passando do esquelético em O Operário (2004) para a montanha de músculos que sequer coube no figurino de Batman Begins (2005), Bale segue em trabalhos recentes se mostrando um dos artistas mais versáteis, não apenas de sua geração, mas do cinema em geral.

Sua primeira indicação ao Oscar seguida de vitória surgiu justamente de uma destas grandes transformações recentes. Continuando o modo de O Operário, Bale emagreceu bastante e apresentou um visual precário para interpretar um ex-boxeador viciado em crack na biografia O Vencedor (2010), de David O. Russell. A segunda indicação veio servida por outra grande metamorfose, e novamente num filme de Russell. Em Trapaça (2013), Bale engordou e exibiu um penteado bizarro para interpretar um vigarista de primeira. Sua quarta e mais recente indicação veio com o retrato do controverso político americano Dick Cheney em Vice (2018), onde mais uma vez engordou e fez uso de uma maquiagem que o envelheceu, tornando-o irreconhecível ao grande público.

Joaquin Phoenix

Joaquin Phoenix Cinepop

Não podemos falar de transformações sem falar de Joaquin Phoenix. Há debate inclusive se ele não deveria ter sido o primeiro item da lista. Antes de mais nada, precisamos falar de seu insano desempenho como o palhaço Coringa, que lhe rendeu o Oscar de melhor ator este ano. Phoenix emagreceu, e contorceu seu corpo ficando corcunda para o retrato do sofrido personagem, dono de um dos psicológicos mais abalados do cinema. O ator já havia ensaiado uma performance parecida em O Mestre (2012), de Paul Thomas Anderson. Outras de suas metamorfoses podem ser vistas em trabalhos como Ela (2013), Vício Inerente (2014), Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017), A Pé Ele Não Vai Longe (2018) e Maria Madalena (2018), onde interpretou Jesus Cristo.

Gary Oldman

Gary Oldman Cinepop

Outro grande cameleão do cinema, Gary Oldman foi o ator que mais tempo eu levei para reconhecer de trabalho para trabalho. Afinal, dificilmente víamos seu rosto “destransformado” em filmes como Drácula de Bram Stoker (1992), Amor à Queima-Roupa (1993), O Profissional (1994) e O Quinto Elemento (1997). Em Hannibal (2001), por exemplo, sua atuação não creditada fez com que o público demorasse a descobrir que se tratava do ator no papel do farrapo humano Mason Verger, tamanho o brilhantismo da maquiagem. Diabos, Oldman fez até o papel de um deficiente físico de baixa estatura no pouco visto Na Ponta dos Pés (2003), e num filme no qual tínhamos um anão de verdade, o ator Peter Dinklage.

Mas é claro que aqui o foco é em seu desempenho vencedor do Oscar na pele de Winston Churchill em O Destino de uma Nação (2017). O vigor de sua atuação mereceu o prêmio incontestavelmente, mas se não soubéssemos, quem de fato reconheceria o ator no papel?

Jim Carrey

Jim Carrey Cinepop

Como citamos acima, seu fenomenal desempenho em O Mundo de Andy (1999) é muito comentado. Assim como seu trabalho em O Máskara (1994), na transição de um personagem introspectivo para outro que é a definição do sem-vergonha. Mas na última década, Carrey igualmente coleciona trabalhos onde as pessoas muitas vezes têm dificuldade de reconhecê-lo. O escolhido aqui na lista é um desempenho não creditado do ator, que certamente passou em branco pelo grande público – assim como o próprio filme em que se encontra. Amores Canibais (2016), da cineasta Ana Lily Amirpour, traz Carrey na pele de um ermitão, um sem-teto que vaga pelo deserto, portando barba e cabelos longos, dentes apodrecidos e um óculos modernoso, já que este é um filme pós-apocalíptico. Ah sim, o ator também se transformou comicamente para viver o vilão no recente Sonic – O Filme.

Eddie Redmayne

Eddie Redmayne Cinepop

Aqui temos outro ator que adora desafios. A cada nova performance, um estilo diferente, mais puxado para o humor ou o drama. Para uma atuação contida ou um exagero. Eddie Redmayene rapidamente se tornou um grande intérprete e o trabalho que serviu como divisor de águas em sua carreira foi o papel do astrofísico Stephen Hawking em A Teoria de Tudo (2014), atuação que lhe rendeu o Oscar de melhor ator. Mas nossa escolha foi um trabalho ainda mais complexo, que veio no ano seguinte. Em A Garota Dinamarquesa (2015), Redmayne entrega um estupendo desempenho, repleto de puro brilhantismo ao viver o primeiro homem da história a realizar a mudança de sexo para se tornar uma mulher. Sentimos a transformação do personagem, provida pelo ator, mesmo antes de começar de fato a incorporar a nova persona feminina. Resultado, nova indicação ao Oscar.

Matthew McConaughey

Mcconaughey Cinepop

A Academia adora transformações físicas, isto é fato. E aqui temos outro ator cujo prêmio foi recebido justamente por um trabalho assim. McConaughey ressurgiu das sombras e o epicentro de tal renovação foi Clube de Comprar Dallas (2013), onde viveu um malandro que se descobre com AIDS e começa a contrabandear os remédios que fazem parte do coquetel para conter a doença – ajudando inúmeros portadores. Para o papel, McConaughey emagreceu absurdamente, além de portar um “bigodon”, cabelos mais escuros e longos.

Jared Leto

Jared Leto Cinepop

Por falar em Clube de Compras Dallas (2013), longa de Jean-Marc Vallée, o filme não foi bom apenas para Matthew McConaughey, e o excêntrico Jared Leto igualmente saiu com uma estatueta do Oscar da premiação. Seu personagem é um transexual portador do vírus da AIDS, e Leto consegue emocionar no papel. O ator também perdeu bastante peso, e a equipe de maquiagem fez algo sensacional ao transformar o artista na trans Rayon. No entanto, um papel destes interpretado por um ator hétero, nos tempos politicamente corretos de hoje, possivelmente seria visto com maus olhos.

Javier Bardem

Javier Bardem Cinepop

O ator espanhol igualmente levou um Oscar por um desempenho irreconhecível, na pele do matador sem remorso Anton Chigurh na obra-prima dos irmãos Coen, Onde os Fracos Não Tem Vez (2007). Poderíamos citar também seu recente trabalho em Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar (2017), onde interpretou o personagem título, fazendo uso de muita maquiagem pesada e efeitos visuais. Mas o escolhido para esta lista foi outro vilão, de outra franquia bilionária. Na pele de Silva em 007 Operação Skyfall (2012), Bardem optou por um visual mais clean (dentro do possível), com um penteado rico em volume, cabelos loiros platinados e uma arcada dental digna de Jaws.

Jamie Foxx

Jamie Foxx Cinepop

O versátil Jamie Foxx é outro intérprete que já pode descansar sossegado, sendo dono de uma estatueta da Academia. A vitória veio por Ray (2004), onde interpretou o músico icônico Ray Charles. Em 2009, participou ao lado de Robert Downey Jr. de O Solista, uma obra que tem muito a ver com música também, na qual ele viveu um homem sem-teto e para isso seu visual precisou corresponder. Mas a transformação que iremos mencionar aqui é a de um filme “maldito”, que desagradou mais do que agradou. Falamos do filme de super-herói O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014), longa que pôs um fim nas investidas do cineasta Marc Webb no personagem, mas que trouxe um Foxx irreconhecível na pele de Max Dillon, vulgo Electro. Tanto sua caracterização humana – de óculos, pouco cabelo e dentes separados – quanto sua versão vilanesca (parecendo um membro do blue man group) apresentam um exímio trabalho de maquiagem.

Brad Pitt

Brad Pitt Cinepop

O veterano Pitt é outro que desde cedo pegou o gostinho por mudanças no seu visual galã nas telonas. Tanto que já em 1995, quando atuou em 12 Macacos, o ator fez questão de apresentar uma caracterização, digamos, peculiar para seu personagem. Assim seguiram obras como O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) e Bastados Inglórios (2009), por exemplo, que pouco lembram o Pitt que conhecemos na vida real. Aqui dois trabalhos poderiam ser citados. Primeiro, em A Grande Aposta (2015), filme indicado ao Oscar, produzido por Pitt, no qual ele faz uma participação na pele de um economista estilo nerd, mais rechonchudo, de barba e mais desleixado. Mas a que escolhemos é sua “imitação” do amigo George Clooney, de cabelos grisalhos platinados, fazendo caras e bocas como um atrapalhado general na sátira militar da Netflix, Máquina de Guerra (2017).

Adam Sandler

Adam Sandler Cinepop

Adam Sandler, ame-o ou odeie-o. Famoso humorista, Sandler já viveu tipos de caracterizações pra lá de estranhas em suas comédias, vide um filho de diabo com problema de fala e cabelo emo em Little Nicky (2000), e se travestiu para viver a irmã gêmea de seu personagem em Cada um tem a Gêmea que Merece (2011). Mas aqui, iremos nos concentrar em suas obras mais sérias e dramáticas. O simples fato de Sandler evitar seus maneirismos, vozes caricatas e atuação exagerada já faz pensarmos estar diante de outra pessoa. Mas na pele do enrolador negociante de diamantes Howard Ratner no injustiçado Joias Brutas, Sandler entrega um dos melhores desempenhos de sua carreira – pelo qual muitos acreditam que o ator deveria ter recebido uma indicação ao Oscar. De óculos, cordões, anéis e uma prótese nos dentes, Sandler constrói seu personagem tipicamente judeu, que só pensa em dinheiro e mantém um caso extraconjugal.

Jake Gyllenhaal

Jake Gyllenhaal Cinepop

De ator adolescente, Jake Gyllenhaal se tornou um ator favorito para muitos no início da última década. Mais precisamente quando protagonizou O Abutre (2014), o jovem foi celebrado e sua atuação elogiada ao ponto de ser considerado injustiçado sem uma menção ao Oscar daquele ano. Um dos melhores trabalhos, e um dos melhores filmes de sua carreira, o ator emagreceu e ficou com a aparência cadavérica do sociopata Louis Bloom, cuja ambição desenfreada o afastou totalmente dos elementos humanos que nos compõem, como a apatia. No ano anterior, Gyllenhaal já havia chamado atenção na pele do policial obcecado em desvendar seus casos, e o ator cria tiques específicos para ele, como piscar constantemente, no filme Os Suspeitos (2013). Mas o que lhe rendeu o título de ator sanfona, foi seguir de perto os colegas Robert De Niro, Tom Hanks e Christian Bale, que iam do ponto A do sobrepeso à magreza extrema em pouquíssimo tempo. Depois de perder muito peso, ele o encontrou todo de volta ao viver um boxeador musculoso em Nocaute (2015).

12 Blockbusters recentes para você rever no Telecine

O CinePOP resolveu formular uma série de matérias com dicas de filmes disponíveis nos canais Telecine e na sua plataforma digital, o Telecine Play – onde você pode encontrar produções de diversos gêneros, muitas que acabaram de sair dos cinemas (ou sequer passaram por eles) inclusive. Seja para rever ou assistir pela primeira vez, começamos com a lista de superproduções, com alguns dos mais recentes sucessos do cinema. Portanto, programe-se.

Missão: Impossível – Efeito Fallout

Fallout Cinepop

Com dois novos episódios desta franquia incrivelmente rentável já confirmados para 2021 e 2022, esta é a oportunidade perfeita para você rever ou quem sabe assistir pela primeira vez a este sexto capítulo. Considerado o melhor filme da série (algo difícil de ser conquistado), Efeito Fallout acerta na mistura de cenas de ação de tirar o fôlego, uma trama complexa e interessante, e personagens cativantes. Uma curiosidade para além da qualidade do longa, foi a polêmica que gerou em torno do infame bigode do personagem de Henry Cavill – uma das adições ao elenco. Devido às gravações deste filme, o ator não pôde raspar seu bigode para as refilmagens de Liga da Justiça (2017), no qual interpretou o Superman, e o bigode precisou ser digitalmente removido de seu rosto, resultando em efeitos canhestros.

Alita – Anjo de Combate

Alita Cinepop

Sucesso surpresa do ano passado, Alita é baseado na famosa graphic novel japonesa. Uma ficção científica ambientada num futuro distópico, a história narra a jornada de autodescoberta de uma menina ciborgue, no melhor estilo Pinóquio dos novos tempos. Além da trama edificante, o filme conta com efeitos de cair o queixo, em especial o que transforma a protagonista Rosa Salazar na “boneca virtual” do título – bem no estilo Avatar (2009). Não por menos, Alita tem total envolvimento do diretor James Cameron, que aqui produz e assina o roteiro. No comando da obra, o igualmente celebrado Robert Rodriguez (Sin City – A Cidade do Pecado).

Bumblebee

Bumblebee Cinepop

Existe um filme bom na franquia Transformers? Sim, mesmo que seja um derivado, e ele atende pelo título Bumblebee. O mais carismático dos robôs gigantes que se transformam em carros e veículos – apesar de não falar – Bumblebee volta ao seu formato original de fusca para seu primeiro filme solo. Para isso os produtores realizam um filme mais juvenil e tiram Michael Bay de jogada do comando. Quem assume é Travis Knight, especialista em animação dos estúdios Laika. Na trama, uma amizade nasce entre uma adolescente, papel da menina indicada ao Oscar Hailee Steinfeld, e seu fusquinha amarelo que é na verdade um robô alienígena.

Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw

Hobbs Shaw Cinepop

Velozes e Furiosos 9 foi um dos blockbusters que sofreu com o coronavírus, tendo sua estreia adiada para 2021. Então, este é o momento ideal para não apenas maratonar os oito episódios anteriores, como também conferir este primeiro derivado da franquia – o mais novo lançamento da rede Telecine. Desta vez, o foco é em dois personagens rouba-cenas da série: o policial montanha de músculos Luke Hobbs (papel de Dwayne Johnson), e o mestre em artes marciais Deckard Shaw (vivido por Jason Statham). O encontro destas duas lendas do cinema de ação precisava de um desafio à altura, assim entra em cena o vilão vivido por Idris Elba –  um super-homem negro (como diz o próprio), modificado geneticamente num laboratório.

Creed II

Creed2 Cinepop

Depois da franquia Rocky – que durou seis filmes – Sylvester Stallone saiu dos holofotes, se tornando coadjuvante no derivado Creed – Nascido para Lutar (2015). O filme do talentosíssimo Ryan Coogler (Pantera Negra) fez de maneira certa o que Rocky V (1990) havia tentado: colocar o ex-lutador no papel de treinador de um novo talento. Rocky e seu pupilo retornam nesta sequência para enfrentar um grande fantasma do passado para ambos, o maior adversário do pugilista, o russo Ivan Drago (Dolph Lundgren). E não apenas isso, Drago foi responsável por matar Apollo Creed (Carl Weathers), pai de Adonis Creed (Michael B. Jordan), no ringue. Creed III já está em fase de pré-produção, então este é o momento perfeito para conferir os dois primeiros filmes do derivado.

Deadpool 2

Deadpool2 Cinepop

Deadpool (2016) não foi apenas um dos grandes sucessos inesperados do gênero em anos recentes, como é também um dos mais revolucionários e influentes. O primeiro filme de super-heróis com censura alta desta nova geração, o longa se mostrou também um enorme sucesso, mostrando que o modelo podia dar muito certo para o grande público. Assim, uma continuação não demorou a sair do papel e, adivinhe, foi ainda melhor. Mais engraçado e ainda mais autoconsciente, é preciso assistir ao filme mais de uma vez para pegar tudo que atiram na gente – então esta é a oportunidade ideal. Grande parte da graça do filme é trazida por dois personagens, adições perfeitas ao elenco. A primeira é a motivação do roteiro, e um dos personagens preferidos dos fãs do universo X – o ciborgue viajante do tempo Cable – papel de um Josh Brolin inspirado. E segundo, a reformulação mais que apropriada de Domino nas formas da ótima Zazie Beetz. Só queremos estes personagens e seus intérpretes no MCU, Marvel nunca te pedimos nada.

Jurassic World: Reino Ameaçado

Fallen Kingdom Cinepop

Outra franquia que possui mais um filme engatilhado para o ano que vem. A deixa perfeita para você conferir esse e todos os longas da série jurássica das telonas mais uma vez. Neste quinto exemplar, o diretor J.A. Bayona, oriundo do cinema de terror, consegue injetar elementos de tal gênero na proposta – com uma subtrama envolvendo experiências genéticas realizadas nos subterrâneos de uma grande mansão, onde ocorre também o clímax do filme. A grandiosidade dos filmes anteriores dá espaço para uma obra mais minimalista, que aposta em elementos de puro terror e suspense, tentando voltar às origens de Jurassic Park.

O Predador

Predator Cinepop

Aqui está um item da lista que talvez tenha passado despercebido por muitos. Então, esta é a hora para se inteirar do novo filme de ação do alienígena caçador de homens. Escrito e dirigido por Shane Black (que esteve no elenco do original de 1987), esta espécie de reboot apresenta uma nova equipe de militares armados até os dentes enfrentando a criatura com cara de crustáceo. A diferença desta vez é que os protagonistas são um grupo de desajustados em reabilitação no exército por má conduta. Aqui encontramos também diversas referências aos filmes anteriores. Para quem gosta dos anos 80, um atrativo é a presença de Fred Dekker no roteiro, diretor de clássicos da época como Noite de Arrepios (1986) e Deu a Louca nos Monstros (1987).

Vingadores: Guerra Infinita

Infinity War Cinepop

Bem, este apenas quem esteve debaixo de uma rocha nos últimos anos deixou passar. Mesmo assim, os que já assistiram podem seguir demonstrando seu amor pelo MCU em novas visitas – afinal, o terceiro Vingadores é tão bom que vale diversas investidas, e a cada uma delas conseguimos descobrir novos elementos. A genialidade dos envolvidos não tem limite. Ah sim, vale lembrar também que este ano teremos duas novas produções da casa, Viúva Negra e Os Eternos, então esta é a oportunidade de conferir novamente este que foi o início do fim, para o recomeço que teremos este ano. Tudo irá mudar a partir desta nova fase.

Pantera Negra

Black Panther Cinepop

E por falar em Marvel, não podíamos deixar passar um de seus filmes mais prestigiados no cinema – ou quem sabe “o” mais prestigiado. Afinal, quantos filmes do MCU podem dizer que foram indicados ao Oscar na categoria principal? Pantera Negra é não apenas um dos filmes de super-heróis mais importantes de todos os tempos, como também é uma das produções mais necessárias da história do cinema por sua representatividade racial. Certamente você já ouviu falar muito sobre isso, mas realmente não podemos frisar o suficiente. Esta é a primeira superprodução do cinema com um elenco majoritariamente negro, e uma que foca e impulsiona a cultura africana de forma adequada para as grandes massas. A obra recebeu sete indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, e levou os de trilha sonora, figurino e direção de arte.

Tomb Raider: A Origem

Tomb Raider Cinepop

Sei que muitos ainda têm Angelina Jolie como a Lara Croft definitiva do cinema, mas que tal dar mais uma chance para esta outra vencedora do Oscar? Esta é a ocasião perfeita para isso – levando em conta que uma continuação do filme está atualmente em desenvolvimento. Alicia Vikander cria uma versão mais jovem da aventureira bilionária e um retrato mais realista da personagem saída dos games. Jolie era a Lara Croft perfeita, pois parecia ter saído dos jogos diretamente para o nosso mundo, porém, seus filmes tinham todo o clima cartunesco de uma adaptação leve. Aqui, a opção foi por um teor mais cru e um pouco mais sombrio. Merece uma segunda chance.

Han Solo: Uma História Star Wars

Solo Cinepop

Que tal viajar por uma galáxia muito, muito distante ao lado do charmoso pirata espacial Han Solo (Alden Ehrenreich) e a bordo da Millenium Falcon, a espaçonave mais famosa da sétima arte? Este é o convite que Han Solo: Uma História Star Wars faz, num filme de origem para um dos personagens mais carismáticos do mundo do cinema. Este derivado nos mostra como foi o início de uma das amizades mais queridas de nossa infância, com o peludo Chewbacca. Além disso, o filme mostra como Han conheceu outro famoso trapaceiro das galáxias, Lando Calrissian – vivido aqui pelo celebrado Donald Glover. Para todos os fãs da maior franquia das telonas, este é um prato cheio para esta época de reclusão social.

Mais de 200 “categorias secretas” para você descobrir filmes ESCONDIDOS na Netflix; Veja a lista!

A Netflix possui um catálogo de programação muito vasto, mas na maioria das vezes, os filmes e séries que aparecem exemplificados nas categorias presentes na tela principal são sempre os mesmos.

Outro aspecto que não contribui tanto assim na hora de buscar uma produção para assistir é a inteligência artificial por trás da pré-seleção de títulos que aparece para você. O sistema da Netflix consiste em um algoritmo que leva em consideração o que acabamos de ver, o que acaba de ser lançado pela plataforma e os que as pessoas estão mais assistindo.

Mas uma nova ferramenta desenvolvida pela própria empresa pode te possibilitar ter acesso à produções que você nem sabia que estavam presentes no catálogo. Com códigos específicos para cada categoria de filmes e séries existentes no serviço de streaming, esse instrumento de busca vai te levar para uma espécie de submundo da Netflix, onde uma grade de programação muito mais ampla e rica se encontra à sua espera.

Para acessar estes títulos pouco buscados, é necessário que você entre no serviço através da web. Digite http://www.netflix.com/browse/genre/[NÚMERODACATEGORIA] e, com sua própria senha de acesso à plataforma, inclua o código correspondente ao gênero que deseja.

A partir disso, basta você adicionar os títulos desejados na sua lista, que eles estarão à mostra quando você entrar em sua conta novamente, seja pelo tablet, smartphone ou smartv.

Por exemplo, para ação e aventura o código é https://www.netflix.com/browse/genre/46576

Vale ressaltar que, pelo fato dos códigos serem globais, voltados para todas as versões da Netflix presentes ao redor do mundo, algumas categorias podem apresentar poucos filmes ou até mesmo nenhum.

Independente disso, a busca é sempre válida e vai te permitir conhecer produções incomuns, além de clássicos do cinema.

CONFIRA AS CATEGORIAS e OS LINKS:

Ação e Aventura Clássicas
https://www.netflix.com/browse/genre/46576

Comédias de ação
https://www.netflix.com/browse/genre/43040

Suspenses de ação
https://www.netflix.com/browse/genre/43048

Aventuras
https://www.netflix.com/browse/genre/7442

Filmes de quadrinhos e super-heróis
https://www.netflix.com/browse/genre/10118

Westerns
https://www.netflix.com/browse/genre/7700

Ação e aventura com espiões
https://www.netflix.com/browse/genre/10702

Ação e aventura sobre crimes
https://www.netflix.com/browse/genre/9584

Ação e aventura estrangeira
https://www.netflix.com/browse/genre/11828

Filmes de artes marciais
https://www.netflix.com/browse/genre/8985

Ação e aventura militar
https://www.netflix.com/browse/genre/2125

Anime
https://www.netflix.com/browse/genre/7424

Animação para Adultos
https://www.netflix.com/browse/genre/11881

Ação de Anime
https://www.netflix.com/browse/genre/2653

Comédias de anime
https://www.netflix.com/browse/genre/9302

Dramas de Anime
https://www.netflix.com/browse/genre/452

Recursos de Anime
https://www.netflix.com/browse/genre/3063

Ficção científica de anime
https://www.netflix.com/browse/genre/2729

Anime Terror
https://www.netflix.com/browse/genre/10695

Anime Fantasia
https://www.netflix.com/browse/genre/11146

Séries Anime
https://www.netflix.com/browse/genre/6721

Filmes para Crianças e Família
https://www.netflix.com/browse/genre/783

Filmes para idades de 0 a 2
https://www.netflix.com/browse/genre/6796

Filmes para idades de 2 a 4
https://www.netflix.com/browse/genre/6218

Filmes para idades entre 5 e 7
https://www.netflix.com/browse/genre/5455

Filmes para idades entre 8 e 10
https://www.netflix.com/browse/genre/561

Filmes para idades de 11 a 12
https://www.netflix.com/browse/genre/6962

Educação para Crianças
https://www.netflix.com/browse/genre/10659

Disney
https://www.netflix.com/browse/genre/67673

Filmes baseados em livros infantis
https://www.netflix.com/browse/genre/10056

Recursos da família
https://www.netflix.com/browse/genre/51056

TV Cartoons
https://www.netflix.com/browse/genre/11177

TV infantil
https://www.netflix.com/browse/genre/27346

Música para Crianças
https://www.netflix.com/browse/genre/52843

Animal Tales
https://www.netflix.com/browse/genre/5507

Filmes clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/31574

Comédias clássicas
https://www.netflix.com/browse/genre/31694

Dramas Clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/29809

Ficção científica e fantasia clássica
https://www.netflix.com/browse/genre/47147

Suspenses clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/46588

Filme negro
https://www.netflix.com/browse/genre/7687

Filmes clássicos de guerra
https://www.netflix.com/browse/genre/48744

Epopeias
https://www.netflix.com/browse/genre/52858

Filmes estrangeiros clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/32473

Filmes mudos
https://www.netflix.com/browse/genre/53310

Westerns clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/47465

Comédias
https://www.netflix.com/browse/genre/6548

Comédias escuras
https://www.netflix.com/browse/genre/869

Comédias estrangeiras
https://www.netflix.com/browse/genre/4426

Comédias tardias
https://www.netflix.com/browse/genre/1402

Mockumentaries
https://www.netflix.com/browse/genre/26

Comédias políticas
https://www.netflix.com/browse/genre/2700

Comédias de Screwball
https://www.netflix.com/browse/genre/9702

Comédias esportivas
https://www.netflix.com/browse/genre/5286

Comédia stand-up
https://www.netflix.com/browse/genre/11559

Comédias para adolescentes
https://www.netflix.com/browse/genre/3519

Sátiras
https://www.netflix.com/browse/genre/4922

Comédias românticas
https://www.netflix.com/browse/genre/5475

Comédias palhaçadas
https://www.netflix.com/browse/genre/10256

Filmes cult
https://www.netflix.com/browse/genre/7627

Filmes de terror B
https://www.netflix.com/browse/genre/8195

Campy Filmes
https://www.netflix.com/browse/genre/1252

Filmes de terror cult
https://www.netflix.com/browse/genre/10944

Ficção científica e fantasia
https://www.netflix.com/browse/genre/4734

Comédias de culto
https://www.netflix.com/browse/genre/9434

Documentários
https://www.netflix.com/browse/genre/6839

Documentários biográficos
https://www.netflix.com/browse/genre/3652

Documentários sobre crimes
https://www.netflix.com/browse/genre/9875

Documentários estrangeiros
https://www.netflix.com/browse/genre/5161

Documentários históricos
https://www.netflix.com/browse/genre/5349

Documentários militares
https://www.netflix.com/browse/genre/4006

Documentários sobre esportes
https://www.netflix.com/browse/genre/180

Documentários de música e concertos
https://www.netflix.com/browse/genre/90361

Documentários de viagens e aventura
https://www.netflix.com/browse/genre/1159

Documentários políticos
https://www.netflix.com/browse/genre/7018

Documentários religiosos
https://www.netflix.com/browse/genre/10005

Documentários sobre ciência e natureza
https://www.netflix.com/browse/genre/2595

Documentários sociais e culturais
https://www.netflix.com/browse/genre/3675

Dramas
https://www.netflix.com/browse/genre/5763

Dramas Biográficos
https://www.netflix.com/browse/genre/3179

Dramas Clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/29809

Dramas da sala de audiências
https://www.netflix.com/browse/genre/528582748

Dramas sobre crimes
https://www.netflix.com/browse/genre/6889

Dramas baseados em livros
https://www.netflix.com/browse/genre/4961

Dramas baseados na vida real
https://www.netflix.com/browse/genre/3653

Dramas estrangeiros
https://www.netflix.com/browse/genre/2150

Dramas esportivos
https://www.netflix.com/browse/genre/7243

Dramas gays e lésbicas
https://www.netflix.com/browse/genre/500

Dramas Independentes
https://www.netflix.com/browse/genre/384

Dramas Para Adolescentes
https://www.netflix.com/browse/genre/9299

Dramas Militares
https://www.netflix.com/browse/genre/11

Peças de período
https://www.netflix.com/browse/genre/12123

Dramas políticos
https://www.netflix.com/browse/genre/6616

Dramas Românticos
https://www.netflix.com/browse/genre/1255

Dramas do Showbiz
https://www.netflix.com/browse/genre/5012

Dramas de edições sociais
https://www.netflix.com/browse/genre/3947

Fé e espiritualidade
https://www.netflix.com/browse/genre/26835

Filmes de fé e espiritualidade
https://www.netflix.com/browse/genre/52804

Documentários espirituais
https://www.netflix.com/browse/genre/2760

Crianças, fé e espiritualidade
https://www.netflix.com/browse/genre/751423

Filmes estrangeiros
https://www.netflix.com/browse/genre/7462

Filmes de arte
https://www.netflix.com/browse/genre/29764

Ação e aventura estrangeira
https://www.netflix.com/browse/genre/11828

Filmes estrangeiros clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/32473

Comédias estrangeiras
https://www.netflix.com/browse/genre/4426

Documentários estrangeiros
https://www.netflix.com/browse/genre/5161

Dramas estrangeiros
https://www.netflix.com/browse/genre/2150

Filmes estrangeiros para gays e lésbicas
https://www.netflix.com/browse/genre/8243

Filmes de terror estrangeiros
https://www.netflix.com/browse/genre/8654

Ficção científica e fantasia estrangeira
https://www.netflix.com/browse/genre/6485

Suspenses estrangeiros
https://www.netflix.com/browse/genre/10306

Filmes estrangeiros românticos
https://www.netflix.com/browse/genre/7153

Filmes africanos
https://www.netflix.com/browse/genre/3761

Filmes australianos
https://www.netflix.com/browse/genre/5230

Filmes belgas
https://www.netflix.com/browse/genre/262

Filmes coreanos
https://www.netflix.com/browse/genre/5685

Filmes latino-americanos
https://www.netflix.com/browse/genre/1613

Filmes do Oriente Médio
https://www.netflix.com/browse/genre/5875

Filmes da Nova Zelândia
https://www.netflix.com/browse/genre/63782

Russo
https://www.netflix.com/browse/genre/11567

Filmes escandinavos
https://www.netflix.com/browse/genre/9292

Filmes do sudeste asiático
https://www.netflix.com/browse/genre/9196

Filmes espanhóis
https://www.netflix.com/browse/genre/58741

Filmes gregos
https://www.netflix.com/browse/genre/61115

Filmes alemães
https://www.netflix.com/browse/genre/58886

Filmes franceses
https://www.netflix.com/browse/genre/58807

Filmes do Leste Europeu
https://www.netflix.com/browse/genre/5254

Filmes holandeses
https://www.netflix.com/browse/genre/10606

Filmes irlandeses
https://www.netflix.com/browse/genre/58750

Filmes japoneses
https://www.netflix.com/browse/genre/10398

Filmes italianos
https://www.netflix.com/browse/genre/8221

Filmes indianos
https://www.netflix.com/browse/genre/10463

Filmes chineses
https://www.netflix.com/browse/genre/3960

Filmes britânicos
https://www.netflix.com/browse/genre/10757

Filmes gays e lésbicas
https://www.netflix.com/browse/genre/5977

Comédias gays e lésbicas
https://www.netflix.com/browse/genre/7120

Dramas gays e lésbicas
https://www.netflix.com/browse/genre/500

Filmes românticos para gays e lésbicas
https://www.netflix.com/browse/genre/3329

Filmes estrangeiros para gays e lésbicas
https://www.netflix.com/browse/genre/8243

Documentários para gays e lésbicas
https://www.netflix.com/browse/genre/4720

Programas de TV para gays e lésbicas
https://www.netflix.com/browse/genre/65263

Filmes de terror
https://www.netflix.com/browse/genre/8711

Filmes de terror B
https://www.netflix.com/browse/genre/8195

Recursos de criatura
https://www.netflix.com/browse/genre/6895

Filmes de terror cult
https://www.netflix.com/browse/genre/10944

Filmes de terror em alto mar
https://www.netflix.com/browse/genre/45028

Filmes de terror estrangeiros
https://www.netflix.com/browse/genre/8654

Comédia de terror
https://www.netflix.com/browse/genre/89585

Filmes de monstro
https://www.netflix.com/browse/genre/947

Filmes de terror e serial killers
https://www.netflix.com/browse/genre/8646

Filmes de terror sobrenaturais
https://www.netflix.com/browse/genre/42023

Gritos de jovens
https://www.netflix.com/browse/genre/52147

Filmes de terror sobre vampiros
https://www.netflix.com/browse/genre/75804

Filmes de terror de lobisomem
https://www.netflix.com/browse/genre/75930

Filmes de terror zumbi
https://www.netflix.com/browse/genre/75405

Histórias satânicas
https://www.netflix.com/browse/genre/6998

Filmes independentes
https://www.netflix.com/browse/genre/7077

Filmes experimentais
https://www.netflix.com/browse/genre/11079

Ação e aventura independentes
https://www.netflix.com/browse/genre/11804

Suspenses independentes
https://www.netflix.com/browse/genre/3269

Filmes independentes românticos
https://www.netflix.com/browse/genre/9916

Comédias independentes
https://www.netflix.com/browse/genre/4195

Dramas Independentes
https://www.netflix.com/browse/genre/384

Música
https://www.netflix.com/browse/genre/1701

Música para Crianças
https://www.netflix.com/browse/genre/52843

País e Ocidental / Folk
https://www.netflix.com/browse/genre/1105

Jazz & Audição fácil
https://www.netflix.com/browse/genre/10271

Música Latina
https://www.netflix.com/browse/genre/10741

Concertos urbanos e de dança
https://www.netflix.com/browse/genre/9472

Concertos de Música Mundial
https://www.netflix.com/browse/genre/2856

Concertos de rock e pop
https://www.netflix.com/browse/genre/3278

Musicais
https://www.netflix.com/browse/genre/13335

Musicais Clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/32392

Disney Musicals
https://www.netflix.com/browse/genre/59433

Musicais do Showbiz
https://www.netflix.com/browse/genre/13573

Musicais de palco
https://www.netflix.com/browse/genre/55774

Filmes românticos
https://www.netflix.com/browse/genre/8883

Favoritos românticos
https://www.netflix.com/browse/genre/502675

Romance peculiar
https://www.netflix.com/browse/genre/36103

Filmes independentes românticos
https://www.netflix.com/browse/genre/9916

Filmes estrangeiros românticos
https://www.netflix.com/browse/genre/7153

Dramas Românticos
https://www.netflix.com/browse/genre/1255

Filmes românticos quentes
https://www.netflix.com/browse/genre/35800

Filmes românticos clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/31273

Comédias românticas
https://www.netflix.com/browse/genre/5475

Ficção científica e fantasia
https://www.netflix.com/browse/genre/1492

Ação Ficção científica e fantasia
https://www.netflix.com/browse/genre/1568

Ficção Científica Alienígena
https://www.netflix.com/browse/genre/3327

Ficção científica e fantasia clássica
https://www.netflix.com/browse/genre/47147

Ficção científica e fantasia
https://www.netflix.com/browse/genre/4734

Filmes de fantasia
https://www.netflix.com/browse/genre/9744

Aventura de ficção científica
https://www.netflix.com/browse/genre/6926

Dramas de ficção científica
https://www.netflix.com/browse/genre/3916

Filmes de terror de ficção científica
https://www.netflix.com/browse/genre/1694

Thrillers de ficção científica
https://www.netflix.com/browse/genre/11014

Ficção científica e fantasia estrangeira
https://www.netflix.com/browse/genre/6485

Filmes de esportes
https://www.netflix.com/browse/genre/4370

Comédias esportivas
https://www.netflix.com/browse/genre/5286

Documentários sobre esportes
https://www.netflix.com/browse/genre/180

Dramas esportivos
https://www.netflix.com/browse/genre/7243

Filmes de beisebol
https://www.netflix.com/browse/genre/12339

Filmes de futebol
https://www.netflix.com/browse/genre/12803

Boxe M10499ovies
https://www.netflix.com/browse/genre/12443

Filmes de futebol
https://www.netflix.com/browse/genre/12549

Artes Marciais, Boxe e Luta Livre
https://www.netflix.com/browse/genre/6695

Filmes de basquete
https://www.netflix.com/browse/genre/12762

Esportes e Fitness
https://www.netflix.com/browse/genre/9327

Suspenses
https://www.netflix.com/browse/genre/8933

Suspenses de ação
https://www.netflix.com/browse/genre/43048

Suspenses clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/46588

Suspenses sobre crimes
https://www.netflix.com/browse/genre/10499

Suspenses estrangeiros
https://www.netflix.com/browse/genre/10306

Suspenses independentes
https://www.netflix.com/browse/genre/3269

Filmes de bandidos
https://www.netflix.com/browse/genre/31851

Suspenses psicológicos
https://www.netflix.com/browse/genre/5505

Suspenses políticos
https://www.netflix.com/browse/genre/10504

Mistérios
https://www.netflix.com/browse/genre/9994

Thrillers de ficção científica
https://www.netflix.com/browse/genre/11014

Suspenses de espionagem
https://www.netflix.com/browse/genre/9147

Suspenses a vapor
https://www.netflix.com/browse/genre/972

Suspenses sobrenaturais
https://www.netflix.com/browse/genre/11140

TV Shows
https://www.netflix.com/browse/genre/83

British TV Shows
https://www.netflix.com/browse/genre/52117

Programas de TV clássicos
https://www.netflix.com/browse/genre/46553

Crime TV Shows
https://www.netflix.com/browse/genre/26146

Cult TV Shows
https://www.netflix.com/browse/genre/74652

TV de gastronomia e viagens
https://www.netflix.com/browse/genre/72436

TV infantil
https://www.netflix.com/browse/genre/27346

Korean TV Shows
https://www.netflix.com/browse/genre/67879

Minissérie
https://www.netflix.com/browse/genre/4814

Programas de TV militares
https://www.netflix.com/browse/genre/25804

TV Ciência e Natureza
https://www.netflix.com/browse/genre/52780

Ação e aventura para TV
https://www.netflix.com/browse/genre/10673

TV Comedies
https://www.netflix.com/browse/genre/10375

TV Documentaries
https://www.netflix.com/browse/genre/10105

Dramas de TV
https://www.netflix.com/browse/genre/11714

TV Horror
https://www.netflix.com/browse/genre/83059

Mistérios da TV
https://www.netflix.com/browse/genre/4366

Ficção científica e fantasia de TV
https://www.netflix.com/browse/genre/1372

Reality TV
https://www.netflix.com/browse/genre/9833

Programas de TV para adolescentes
https://www.netflix.com/browse/genre/60951

Filmes de ação asiáticos
https://www.netflix.com/browse/genre/77232

‘Mulher-Maravilha 1984’ ganha trailer japonês repleto de cenas INÉDITAS

A aguardada sequência ‘Mulher-Maravilha 1984‘ ganhou um trailer japonês REPLETO de cenas inéditas.

Assista:

O longa passou por diversos adiamentos ao longo dos últimos meses, o que tem deixado os fãs cada vez mais angustiados.

E desta vez, a produção teve sua estreia remarcada para uma data bem peculiar, chegando aos cinéfilos exatamente no dia de Natal, 25 de dezembro.

E após o anúncio da inesperada data, a diretora Patty Jenkins falou sobre os contratempos enfrentados, encorajando os fãs a permanecerem esperançosos e pacientes quanto ao lançamento do filme.

Em um comunicado oficial à revista Variety, Jenkins ponderou:

‘Em primeiro lugar, deixe-me dizer o quanto Gal e eu amamos todos os nossos devotos fãs da Mulher Maravilha ao redor do mundo, e sua empolgação por ‘MM84’ não poderia nos deixar mais felizes ou mais ansiosos para que vocêS assistam ao filme. Porque eu sei como é importante trazer este filme para vocês em uma tela grande, quando todos nós pudermos compartilhar a experiência juntos, espero que vocês não se importem de esperar um pouco mais. Com a nova data no dia de Natal, mal podemos esperar para passar o feriado com vocês!”

O filme chega por aqui no Brasil na véspera de Natal, dia 24 de Dezembro.

O presidente da WB, Toby Emmerich, diz:

“Patty é uma cineasta excepcional e, com Mulher-Maravilha em 1984, ela apresentou um filme incrivelmente dinâmico que os espectadores de todas as idades irão adorar. Estamos muito orgulhosos do filme e esperamos apresentá-lo ao público nas férias.” 

Com os cinemas de Nova York, Los Angeles e São Francisco ainda fechados, o estúdio estava receoso em lançar o filme e fracassar nas bilheterias.

Tenet‘ é outra razão pela qual a ‘Mulher Maravilha 1984‘ foi adiado. O filme de Nolan ainda não abriu em diversos cinemas, e não pode enfrentar concorrência nos próximos meses, principalmente de um grande filme do mesmo estúdio.

Confira a sinopse oficial:

“Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?” 

Gal Gadot retorna como a heroína. Chris PineKristen WiigPedro Pascal completam o elenco.

Patty Jenkins entra novamente como diretora e roteirista.

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Crítica | Mignonnes – O filme MAIS POLÊMICO do ano que causou cancelamentos da Netflix

Envolto numa polêmica que diz mais sobre as pessoas que a levantaram que sobre o filme, Cuties — ou Mignonnes, no original — é muito menos uma história sobre amadurecimento e mais sobre as pressões sociais exercidas sobre crianças e adolescentes em fase de transição, que se intensificam ainda mais com as redes sociais. O filme da roteirista e diretora franco-senegalesa Maïmouna Doucouré parte da perspectiva da jovem Amy (Fathia Youssouf) para contar uma história sobre identidades mistas e o conflito de gerações que se apresenta na interseção entre preservar o tradicionalismo (ora pautado no sexismo) da cultura familiar e a incessante vontade de descobrir o mundo que atinge qualquer pessoa em fase de amadurecimento. A interseção entre a adolescência e a juventude aos 11 anos de idade. 

‘Mignonnes’: Brasileiros estão REVOLTADOS com filme da Netflix acusado de romantizar pedofilia; Confira!

O resultado, complexo em sua natureza e mais preocupado em dar voz à protagonista de forma não-apologética, às vezes ignora o fato de ela ser muito nova para este tal olhar não-apologético, e se isso causa um olhar dúbio, dá material tanto para os seus defensores quanto para os seus detratores.

A controvérsia do filme vem de um lugar honesto, mas corre o risco de acabar com qualquer tipo de debate ou relativização justamente proposta pela obra. Se as escolhas feitas pelo marketing da Netflix não foram as melhores, cabe dizer também que talvez tenha faltado ao filme ser mais enfático no estudo das suas personagens e todas as suas complexidades e contradições.

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Na história, Amy é uma garota de 11 anos de origem senegalesa e família muçulmana que se encanta com um grupo de dança de seu colégio, formado por outras quatro meninas da mesma idade que ela. Amy se dedica então a ficar cada vez mais parecida com elas para ser aceita dentro do grupo — roupas justas, exposição nas redes sociais e passos de dança nada apropriados para a idade, então, passam a fazer parte desta jornada de Amy e de suas novas amigas. Paralelamente, a garota vive em casa cercada pela tradição religiosa e vendo a poligamia do pai ser um sofrimento silencioso para a mãe. A ideia de rompimento vem a partir da exposição destes dois ângulos opostos da realidade da criança.

Vencedor do prêmio de melhor direção na seção de Drama do Cinema Mundial do Festival de Sundance, o longa foi adquirido pela Netflix para distribuição global e a primeira grande mudança veio no material de divulgação. Enquanto o cartaz que divulga o longa na França, onde foi lançado nos cinemas, traz as garotas em um clima de brincadeira e inocência pelas ruas, o material escolhido pela gigante do streaming mostra o grupo de protagonistas em uma apresentação de dança, que está em um dos momentos finais do filme, e todas usam roupas curtas feitas justamente para a apresentação e estão em poses supostamente sexualizadas. 

A comoção que passou a pedir que a Netflix cancelasse o lançamento do filme tomou proporções gigantescas, e arrecadou milhares de assinaturas em petições antes mesmo de alguém poder assistir à obra. As acusações foram de sexualização de menores a um olhar predatório da direção que estaria despreocupada com as repercussões para as jovens atrizes que participaram do filme, e embora nenhuma dessas acusações deva ser feita ou olhada de forma leviana, corremos o perigo aqui de estar diante de um olhar intransigente através do qual falar sobre um assunto é sinônimo imediato de compactuar com ele.

Por um lado, Doucoré constrói uma obra deliberadamente indigesta, a partir das próprias experiências e da observação de seus arredores. O filme contrasta os lampejos de infantilidade das protagonistas — brincadeiras, a inocência e as explosões de risadas que denunciam a imaturidade esperada para a idade — com cenas que obrigam o espectador a confrontar seus corpos e uma ‘adultização’ precoce buscada por elas. Exposta para nos incomodar e determinar que estamos diante de uma mistura de idades, de fases e de influências ao mesmo tempo perigosa e delicada, é a exposição demorada sobre os corpos das crianças, em close-ups e ângulos pouco sutis, que acendeu certos alertas. A composição dos contrastes nas entrelinhas às vezes parece não ser o suficiente para transmitir o recado de forma efetiva, embora a indigestão volta e meia reapareça com toda força. É como se o filme estivesse ao mesmo tempo tentando caminhar pegando a audiência pela mão para se certificar de que o recado será entendido, e justamente por isso isso, às vezes, se torna exaustivo e literal demais. 

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Mesmo assim, a confluência de estímulos a que Amy e suas colegas estão expostas no filme existe de forma questionadora, um cabo de guerra que termina quando a garota escolhe um dos lados. Nas redes sociais, as crianças publicam registros próprios carregados de filtros que as fazem parecer muito mais velhas do que realmente são, e enquanto o mundo junto aos colegas é de cada um descobrindo e entendendo melhor o próprio corpo, em casa elas são parte de manter e passar adiante tradições familiares que vêm de gerações e que, talvez, elas sejam um pouco novas para entenderem a importância. Não precisar escolher um lado é um conceito que talvez Amy seja muito nova para entender, mas isso não significa que o filme não saiba disso. 

A ideia de abrir o debate e falar abertamente sobre os problemas da superexposição e sexualização infantil é tanto a ideia do filme quanto a de seus opositores, embora estes últimos partam de uma ideia que tenta podar qualquer conversa que possa partir da obra. Doucouré usa suas próprias experiências crescendo entre duas culturas e também a sua observação dos seus arredores em Paris, além de entrevistas com centenas de crianças e adolescentes que contaram histórias que entraram para o filme ou não — algumas ela sequer teve coragem de abordar tamanha a delicadeza.

É uma confluência de ideias que se torna leve quando acompanhamos as brincadeiras das crianças — em uma das cenas mais cômicas, uma delas tem a língua lavada com sabão após brincar com uma camisinha no parque, achando que era um simples balão. Mas se torna pesada quando toda a forma como a sexualização dessas meninas é posta em tela sob uma perspectiva que deixa claro justamente o quanto aquilo é confuso para elas. Em algumas cenas, elas estão obcecadas com alguns rapazes, que se afastam ao descobrirem que elas têm apenas 11 anos. Em outra cena, as poses de dança que são terrivelmente chocantes para quem olha são, para elas apenas bobas e inocentes. 

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O que revela uma certa displicência no filme é a forma como ele não se preocupa com resultados, e parece se apressar para um final com poucas resoluções e ainda menos consequências. O resultado é uma mensagem cheia de ruídos, que esconde a potencial beleza e o carisma construído com cuidado e carinho na primeira metade do filme. Se costurasse melhor as causas e consequências das ações de Amy, poderia ter um resultado mais unânime e potente, ainda que não seja lá tão difícil entender certas coisas se você um dia já foi uma garota de 11 anos de idade.

Tendo como ponto de partida o choque da adultização precoce destas garotas, ‘Lindinhas’ é um retrato provocador do trauma, que busca acender um debate sobre a forma como os estímulos e as percepções sociais recaem sobre uma idade em que você se acha adulta demais para ser criança mas é criança demais para ser uma jovem. O filme se constrói sobre a ideia de uma escolha cruel, e em sua execução errática por vezes se esquece que essa já é uma idade difícil o suficiente sem as explosões a que recorre no final. Mas, se o seu objetivo era gerar um debate, pode ter certeza que isso ele conseguiu. 

‘The Boys’: Capitão Pátria reage às críticas ruins da 2ª temporada em novo vídeo; Confira!

A 2ª temporada de ‘The Boys‘ veio acompanhada de uma nova polêmica, ao ser anunciada pela Amazon que dessa vez os seus episódios seriam lançados semanalmente na sua plataforma de streaming.

Essa mudança de estratégia acabou acarretando em uma série de avaliações ruins por parte dos fãs. E como uma resposta indireta a isso, a Amazon divulgou um novo vídeo, que traz o Capitão Pátria reagindo às críticas ruins feitas à nova temporada da série.

O vídeo é uma remontagem de uma cena do novo ciclo, em que Pátria reage a diversos memes a seu respeito.

Confira:

A nova temporada ganhou um novo curta-metragem, intitulado ‘Butcher: A Short Film‘, que explica o que Billy Bruto estava fazendo durante o seu sumiço no começo da segunda temporada.

Assista:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Amazon The Boys

‘Mignonnes’: Brasileiros estão REVOLTADOS com filme da Netflix acusado de romantizar pedofilia; Confira!

O drama francês Mignonnes’  (Cuties) já está disponível na plataforma de streaming da Netflix, mas continua gerando repercussão negativa.

Após o lançamento, os usuários do Twitter viralizaram a hashtag #CancelNetflix (Cancelem a Netflix) acusando o filme de sexualizar as atrizes do longa, todas menores de idade, e romantizar a pedofilia.

Confira as reações:

O streaming duras críticas sobre o filme após lançar o filme.

A polêmica ganhou as redes sociais e levou diversos internautas a participarem de uma petição no site Change.org para remover o título da plataforma.

Com mais de 300 mil assinaturas, o abaixo-assinado vem acompanhado do seguinte texto: “este filme/show é nojento e sexualiza uma menina de ONZE anos para o prazer de pedófilos, além de influenciar negativamente nossas crianças! Não há necessidade para esse tipo de conteúdo com grupos dessa idade, especialmente quando tráfico sexual e pedofilia estão desenfreados. Não há desculpas, esse é um conteúdo perigoso”.

Nas redes sociais, a Netflix se desculpou:

“Lamentamos profundamente a arte inadequada que usamos para Lindinhas. Não estava bem, nem representava esse filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Agora, atualizamos as fotos e a descrição.”

Confira a arte e o trailer:

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A obra francesa, que gira em torno de uma jovem menina de 11 anos que se rebela contra o conservadorismo de sua família e se torna uma incrível dançarina, veio acompanhada de um pôster promocional que trazia o elenco-mirim em poses controversas, emulando mulheres adultas.

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Machismo? ‘Mulan’ recebe a nota mais BAIXA da história dos live-actions da Disney em site

remake em live-action de Mulan pode até ter agradado à crítica, mas definitivamente passou longe de fazer um estrondo entre o público: no IMDb.

A nova versão se tornou a menos bem avaliada pelos internautas, com nota 5.4 – ficando atrás até mesmo da versão de ‘101 Dálmatas’ estrelada por Glenn Close (5.7).

Mais do que isso, é notável a disparidade entre a versão em live-action e a animação original, com 2.2 pontos de diferença.

Nos últimos anos, o IMDb tem sido alvo de machistas que se reúnem para dar nota negativa para filmes estrelados e protagonizados com mulheres, como aconteceu recentemente com ‘Aves de Rapina‘.

A tática se chama “review bombing”: grupos se organizam para deixar avaliações negativas sobre um filme, série ou jogo.

Capitã Marvel‘ sofreu do mesmo problema após alguns fãs ficarem irritadas com uma declaração da atriz Brie Larson, e invadiram o Rotten Tomatoes para baixar a Audience Score do filme para apenas 54%.

Esse mesmo grupo se reúne para dar dislikes em trailers como o de ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

Confira:

Mulan 3

O filme foi ovacionado pelos críticos, e abriu com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7.08/10 baseada em 120 reviews (até o momento).

Elogiado pela direção e pelos incríveis cenários, a adaptação “poderia ter contado a clássica história com maior profundidade”, mas eventualmente é um “espetáculo visual que serve como uma atualização envolvente de seu predecessor”.

Sem Mushu e músicas, ‘Mulan’ é um espetáculo visual com roteiro pouco inspirado  

Confira as reações dos críticos ao Live-Action:

Rotten Tomatoes

Elogiado pela direção e pelos incríveis cenários, a adaptação “poderia ter contado a clássica história com maior profundidade”, mas eventualmente é um “espetáculo visual que serve como uma atualização envolvente de seu predecessor”.

James Berardinelli | ReelViews:

“Uma aventura envolvente e envolvente que representa não apenas uma recontagem eficaz do filme de 1998, mas indiscutivelmente a melhor das reconstruções de animação live-action do estúdio.” 

Johnny Oleksinski | New York Post

“Sim, o filme perdeu a música cativante da animação de 1998 e os animais falantes – Eddie Murphy como um dragão brincalhão chamado Mushu pode ser difícil de agradar em 2020 – mas fiquei encantado pelos cenários chineses de tirar o fôlego e pelas batalhas de alto risco.” 

Kate Erbland | indieWire

“Em ‘Mulan’, de Niki Caro, a história avança com elegância e energia, uma mensagem atemporal feita para agora.” 

Travis Hopson | Punch Drunk Critics

“Um conto de fadas transformador com toda a esgrima de um épico chinês.” 

Joanna Langfield | Movie Minute

“Agora, este é meu tipo de filme de super-herói. O remake live-action da Disney é mais do que um filme da Marvel, é arrebatador, inspirador e lindamente feito, que qualquer família pode e deve desfrutar.”

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione ao catálogo em 2021.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

Crítica | Pets Unidos! – Bichinhos e Robôs em Filme Infantil da Netflix é Prato Cheio Pra Garotada

Manter a garotada entretida em casa tem sido um dos maiores desafios para mães e pais nos últimos seis meses. Muito embora os pequenos gostem de ficar vendo os mesmos filmes repetidas vezes, é sempre bom poder oferecer algo novo para a galerinha cheia de energia – até para o papai e a mamãe poderem assistir um filme diferente de vez em quando, né. E como uma boa opção, estreou agora ‘Pets Unidos!’, longa-metragem de animação disponível para os assinantes da Netflix.

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Roger (Patrick Roche) é um doguinho de rua, acostumado a se virar para sobreviver em Robocity – uma cidade na qual humanos e robôs convivem numa relação harmônica e serviçal. Certa noite, ele invade a casa de Belle (Natalie Dormer), uma gatinha sofisticada que fica em pânico ao ver um vira-lata em seu apê. Só que ela não sabia que Frank Stone (Eddie Marsan), prefeito de Robocity, iria expulsar os humanos da cidade e o destino de Belle e Roger se uniriam em prol da sobrevivência na cidade fantasma, junto com o poodle Ronaldo (Jeff Burrell), o pug Walter (Harvey Friedman) e a porquinha Sophie (Marty Sander), com a inusitada companhia de Bob (Felix Auer), um robô afetivo bem estilo Baymax de ‘Operação Big Hero’, que fora descartado pelo governo.

Baseado na história de Oliver Huzly e Reinhard Kloos – com o roteiro do próprio Reinhard Kloos – o enredo de ‘Pets Unidos!’ é simples, para atrair a molecada, mas possui uma camadinha profunda com uma boa mensagem, ainda que não explicitamente trabalhada. As crianças vão focar na aventura dos bichinhos com os robôs – tal como em ‘Pets: A Vida Secreta dos Bichos’, filme da Illumination; a estética dos animais é bastante atraente, cheia de curvas e elementos visuais identificáveis para o universo jovem (por exemplo, dois pets gostam de dançar Pump it, aquelas máquinas de dança coreografada em dupla) e personagens carismáticos, com características culturais distintas, o que também facilita na identificação bom mocinho e do vilão.

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Os adultos que acompanharem as crianças a assistir esse filme – ou até mesmo as crianças maiorzinhas – poderão observar também, na camada mais profunda de ‘Pets Unidos!’ um retrato, ainda que pouco dramático, da situação do abandono de animais nas ruas, especialmente após grandes desastres ambientais, como tornados e terremotos, quando os humanos fogem e deixam para trás seus pets. É de partir o coração pensar nessa perspectiva…

Com a direção de Reinhard Kloos, ‘Pets Unidos!’ busca seguir uma cartilhinha das boas maneiras, sem ousar em nenhum aspecto e se inspirando em animações de sucesso – e, por vezes, resvala no estereótipo. Reinhard Kloos poderia ter se afastado um pouco da produção e olhar de longe o conjunto de sua obra – se o fizesse, talvez visse alguns elementos que, do jeito que entraram na história, ficaram meio deslocados – como, por exemplo, a definição e a justificativa do vilão da trama.

Pets Unidos!’ é uma aventurinha colorida e simpática, que mistura bichinhos e robôs – dois elementos que não têm erro com a criançada. É uma boa opção de entretenimento para os pequenos e pode ser colocado no modo repeat sem medo.

Jennifer Aniston e Brad Pitt “flertam” durante live e levam os fãs à LOUCURA; Veja!

Nesta última quinta-feira (17), Jennifer AnistonBrad Pitt, que já foram casados, se reuniram em um evento on-line para uma leitura do roteiro da comédia Picardias Estudantis, filme de 1982 dirigido por Amy Heckerling.

Reunindo-se com nomes como Dane CookSean PennMorgan FreemanMatthew McConaugheyJimmy KimmelJulia Roberts, a dupla certamente roubou o foco após representar uma das sequências mais famosas do filme, em que Linda (Phoebe Cates) flagra Brad (Judge Reinhold) se masturbando ao imaginá-la sem a parte de cima da roupa.

Confira, a partir do minuto 37:16:

O “embaraçoso” momento não apenas gerou reações icônicas dos membros do evento virtual (como Roberts e McConaughey), mas também levou os fãs de Pitt e Aniston à loucura pela química quase inexplicável que compartilharam na leitura.

Confira as reações:

“A Julia Roberts assistindo à cena de Jennifer Aniston e Brad Pitt é impagável”.

“Gritando. Alguém pode dar o Oscar à Jen por ter feito isso com seu ex?”.

Vale lembrar que a live foi realizada por Penn com o objetivo de angariar fundos para a organização não-governamental Core Response, que é responsável para trazer alívio financeiro e social a comunidades que sofreram com desastres tanto humanos quanto naturais.

Abaixo-assinado pedindo que Netflix delete filme acusado de sexualizar crianças chega a 750 mil assinaturas

A Netflix continua sofrendo ataques por causa do filme francês ‘Mignonnes‘ (Cuties, 2020), que já está disponível no catálogo.

A polêmica ganhou as redes sociais e levou diversos internautas a participarem de uma petição no site Change.org para remover o título da plataforma.

Com mais de 750 mil assinaturas, o abaixo-assinado vem acompanhado do seguinte texto: “este filme/show é nojento e sexualiza uma menina de ONZE anos para o prazer de pedófilos, além de influenciar negativamente nossas crianças! Não há necessidade para esse tipo de conteúdo com grupos dessa idade, especialmente quando tráfico sexual e pedofilia estão desenfreados. Não há desculpas, esse é um conteúdo perigoso”.
Após o lançamento, os usuários do Twitter viralizaram a hashtag #CancelNetflix (Cancelem a Netflix) acusando o filme de sexualizar as atrizes do longa, todas menores de idade, e romantizar a pedofilia.

Confira as reações:

Estou Pensando em Acabar com Tudo | Confira bate-papo revelador entre Charlie Kaufman e Iain Reid

Lançado no início de setembro na Netflix, Estou Pensando em Acabar com Tudo (I’m Thinking of Ending Things) tem levado os espectadores a várias interrogações após assisti-lo. Estrelado por Jesse Plemons (Noite de Jogo) e Jessie Buckley (Wild Rose), o filme apresenta a jornada de um jovem casal em viagem para visitar os pais numa fazenda. O percurso é realizado durante uma tempestade de neve e as situações são bastantes estranhas à primeira vista. 

Como um bom jogo de detetive, a adaptação de Charlie Kaufman para o romance de estreia do canadense Iain Reid, publicado em 2016,  instiga o público a prestar atenção nos detalhes. Após o metalinguístico Adaptação (2002), no qual o cineasta trouxe às telas a história de não-ficção The Orchid Thief, de Susan Orlean, ele volta ao árduo trabalho de dar vida a uma obra literária. 

Conhecido por seus roteiros originais Quero Ser John Malkovich (1999) e Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004), Charlie Kaufman encontrou-se com Iain Reid por meio do Zoom para comentar a estreia do longa na plataforma de streaming. O bate-papo foi mediado e transcrito pelo jornalista Ben Barna para o site Interview Magazine, sob o título de A Aterrorizante Arte da Adaptação, e o CinePOP traz a versão em português na íntegra para vocês. 

Quer saber como esses dois brilhantes autores se encontram para produzir um dos filmes mais impactantes de 2020? Confira abaixo e compartilhe a sua opinião.

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Iain Reid: Bem, Charlie, acho que a primeira coisa que lhe pergunto é: você se lembra quando e como encontrou o livro?

Charlie Kaufman: Acho que foi recomendado para mim na Amazon, com base em coisas que comprei ou olhei. Lembro de ter lido a sinopse e me pareceu realmente intrigante e misterioso, meio sonhador, que é o tipo de coisa que eu gosto.

Iain Reid: Então, o algoritmo estava certo neste caso.

Charlie Kaufman: Sim, ele tem acertado bastante na minha vida.

 Iain Reid: Em seguida, você perguntou se os direitos ainda estavam disponíveis?

Charlie Kaufman: Quando encontro algo que eu gosto, eu costumo ligar para o meu agente e pergunto se o livro foi comprado ou se é propriedade de alguém, [Estou Pensando em Acabar com Tudo] não era naquele momento. Continuamos conversando sobre isso e, mais adiante, falei com Anthony Bregman, o qual acabou sendo o produtor, e ele disse que a Netflix estaria interessada. Então, fomos à Netflix e tivemos uma reunião em termos um tanto vagos sobre o que seria o filme, porque eu realmente não sabia. Enfim, eles concordaram em financiá-lo.

Esse livro me atraiu por causa de sua natureza irracional e surreal.

Iain Reid: Você achou o fato de o livro ser curto potencialmente atraente?

Charlie Kaufman: Bem, eu não estava apenas procurando algo para ler. Eu buscava algo que eu pudesse transformar em um filme. Esse livro me atraiu por causa de sua natureza irracional e surreal. Mas, também, era curto. Era contido. [A história] acontecia em um carro e uma casa de fazenda, mais ou menos. Então eu pensei: “Isso não me custaria muito dinheiro”. Naquele momento, eu não estava em posição de conseguir um grande orçamento para nada. Há anos que tento obter um orçamento moderado, mas não tenho tido sucesso. Além disso, gostei que a natureza confinada da história me apresentava um desafio.

Iain Reid: Você quer dizer confinado em relação às configurações ou algo mais interno?

Charlie Kaufman: Ambos. Contudo, o que eu quis dizer especificamente foi que a maior parte acontece dentro de um carro. Em relação ao cinema, isso parece ser pobre. No entanto, este aspecto me atraiu ao desafio de tentar descobrir como torná-lo atraente, porque o livro faz isso com sucesso.

Iain Reid: Então, foi o inerente desafio de quão interno algo pode ser que chamou a sua atenção.

Charlie Kaufman: Está na cabeça de alguém, mas não necessariamente na cabeça que você pensa que está, foi o que me atraiu como conceito.

Iain Reid: Quando cheguei ao local das filmagens pela primeira vez, foi assustadora a semelhança entre o espaço e o que eu tinha em mente quando estava escrevendo o livro.

Charlie Kaufman:  Fico feliz em ouvir isso. Foi difícil encontrarmos esse lugar. Nossa intenção era construir uma casa de fazenda, porém não podíamos pagar. O pensamento era: “temos que encontrar um lugar e de alguma forma decorá-lo”. Esse era o nosso orçamento. Assim, surgiu a ideia dos papéis de parede variados, as incompatibilidades, entre outras coisas. Tentávamos criar ambientes diferentes em um espaço muito pequeno. Se fôssemos construir uma casa de fazenda, poderíamos construí-la tão grande quanto quiséssemos e fazê-la parecer tão pequena quanto quiséssemos. A intenção era fazer com que parecesse diferente na memória do que na realidade. Queríamos que fosse muito vazio e solitário, mas muito exuberante na memória, da mesma maneira quando você se lembra de algo da sua infância, você se lembra de cada detalhe.

Iain Reid: Até mesmo a cor. 

Charlie Kaufman:  A cor, tudo. Você o estuda e o conhece, é o seu mundo. No entanto, conforme você envelhece, pelo menos para mim, não tenho mais a mesma relação com os lugares em que moro. Eu não os conheço tão bem. Embora eu tenha vivido em alguns desses lugares por muito mais tempo do que na minha casa de infância. Quando criança, eu conhecia as manchas no tapete.

Iain Reid: Quando cheguei no set, meu sentimento foi: “Eu simplesmente não quero atrapalhar ninguém.” […] Acho que foi minha primeira vez em um set de filmagem, e o que realmente me lembro é de quantas pessoas estão lá, a quantidade de colaboradores e o número de tarefas que existem, desde o pessoal do som até as pessoas que fazem comida e os atores… A grande lição foi notar como é diferente de escrever um romance, o que você também sabe como é. Quando começamos a nos falar, estávamos enviando um monte de sugestão de elenco. Lembro-me de enviar a você atores diferentes, e de você me enviar uma variedade de pessoas, tanto pessoas de quem eu tinha ouvido falar, quanto pessoas de quem nunca tinha ouvido falar.

Charlie Kaufman: Todos estavam no nosso mapa, especificamente para o papel da jovem namorada. Olhamos atrizes de diferentes países, questionamos se ela poderia ou não ser alemã, porque não havia nenhuma atriz alemã que gostássemos para o papel. Foi divertido. 

Iain Reid: Foi muito divertido. Para mim, é quase como quando você está começando um romance, mas ainda não tomou forma. Você ainda não sabe o que vai acontecer. Acho que você e eu somos muito semelhantes na maneira como trabalhamos, no sentido de que não planejamos as coisas de antemão, o que eu acho raro.

Charlie Kaufman: Quando pensamos em uma pessoa de uma origem diferente, isso contribuiria para a história, porque no final das contas ele não a conhecia. Em sua mente, ela poderia ter um sotaque.

Iain Reid: Exatamente. 

Charlie Kaufman: Acho que até discutimos como seria legal se em algumas variações ela tivesse sotaque e depois não. Isso leva a outras possibilidades, o que é sempre divertido.

Ben Barna: Que tipo de conteúdo vocês têm consumido na quarentena?

Iain Reid: Bem, uma coisa que li foi o livro de Charlie [Antkind, lançado dia 7 de julho de 2020 nos EUA, com 720 páginas]. Eu realmente gostei. Eu estava ansioso para lê-lo porque eu sabia que ele estava trabalhando no livro há um tempo. Adoro encontrar livros longos, mas sinto que não existem tantos como antes. Tenho ouvido muita música, mas só porque tenho feito caminhadas. Não há muitas mais a fazer do que me exercitar, então tenho caminhado quase todos os dias. Tenho ouvido a banda Metz, da qual um amigo faz parte. […] Eu não tenho assistido nada recentemente. Eu sei que muitas pessoas têm visto vários filmes e séries durante a pandemia e os entendo. Enfim, isso não é muito interessante, mas também tenho sentado e observado os pássaros, além de plantar no meu jardim. E você, Charlie?

Charlie Kaufman: Estou lendo um pouco, mas estou tendo dificuldade para me concentrar. Eu também caminho, mas não ouço música enquanto caminho porque eu uso o meu tempo enquanto vou andando para o trabalho.

Iain Reid: Você realmente toma notas ou apenas pensa enquanto caminha?

Charlie Kaufman: Eu faço ambos. Tenho um caderno comigo e penso, porque minha memória não é boa o suficiente para que eu me lembre no que estava pensando, portanto, faço anotações copiosamente. O que mais? Eu tenho alguns trabalhos que estou fazendo.

Iain Reid: E você está em Nova York agora, certo?

Charlie Kaufman: Estou em Nova York.

Ben Barna: Como você acha que está a cidade e quais as suas perspectivas à medida que a pandemia avança?

Charlie Kaufman: Não sei qual é a resposta ou o que vai acontecer, mas acho que é possível que a cidade volte a ser o que deveria ser há muito tempo, um lugar onde as pessoas podem pagar para viver e trabalhar. Ou seja, um local onde não há apenas pessoas ricas comprando tudo e deixando os outros no frio. Se os ricos estão saindo, o que parece ser o caso, e as grandes franquias estão abrindo, o que parece ser verdade, isso pode e vai causar uma espécie de devastação no início, mas talvez a cidade passe a ser um lugar mais vibrante e menos corporativo. Estou esperando. Acho que essa seria a melhor versão do que pode acontecer.

Ben Barna: O que você acha do seu filme ser lançado diretamente na Netflix e o público perder a oportunidade de vê-lo no cinema? Você fica louco de pensar que algumas pessoas inevitavelmente assistirão ao filme em seus telefones, em várias partes?

Charlie Kaufman: O que você acabou de descrever não é o ideal. Eu gostaria que eles assistissem em uma tela de TV maior e espero que eles assistam até o fim. Antes da pandemia, a Netflix faria um lançamento nos cinemas, mas obviamente não pode, o que é completamente compreensível. Gosto do fato de que vai ser visto por mais pessoas em teoria do que se fosse um lançamento nos cinemas e duas semanas depois saísse de cartaz, o que era a minha expectativa. Então é isso. Estará na Netflix provavelmente para sempre e estará disponível para milhões e milhões de pessoas imediatamente. Então, essa é uma nova experiência para mim. O filme foi lindamente rodado por Lukasz Zal, então, obviamente, o ideal é estar em uma tela maior do que a de um Apple Watch [Relógio da Apple].

Um benefício da Netflix é a possibilidade das pessoas assistirem novamente. Se você estiver curioso, ainda estiver pensando sobre o assunto ou tiver dúvidas, poderá assistir novamente quase imediatamente ou quantas vezes quiser.

Iain Reid: Um benefício da Netflix é a possibilidade das pessoas assistirem novamente. Se você estiver curioso, ainda estiver pensando sobre o assunto ou tiver dúvidas, poderá assistir novamente quase imediatamente ou quantas vezes quiser. Eu esperava a mesma coisa com o livro, que você pudesse lê-lo duas vezes e seria muito diferente nas duas.

Charlie Kaufman: Eu concordo. 

Ben Barna: Como a escolha de Jesse Plemons e Jessie Buckley combinou com a maneira como vocês dois imaginaram seus personagens quando estavam escrevendo o romance e o roteiro, respectivamente? 

Iain Reid: Eu diria que eles absolutamente revelaram novos elementos aos personagens. Isso é algo que eu experimentei pela primeira vez quando o romance começou a se transformar no roteiro de Charlie, e transformou-se novamente quando os atores estavam envolvidos. Não pude acreditar na minha sorte quando vi o elenco. Após vê-los pessoalmente durante as filmagens e depois o produto final, fiquei maravilhado. O trabalho deles é surpreendente e, claro, me fez ver os personagens do livro de maneira diferente.

Charlie Kaufman: Quando você pensa sobre o livro agora, você imagina os personagens como os imaginou quando o estava escrevendo ou como eles aparecem no filme?

Iain Reid: Não reli o livro porque sempre tenho dificuldade em reler algo que escrevi depois de um tempo. Porém a pergunta é interessante. Eu realmente não tenho uma imagem particular dos personagens na cabeça quando estou escrevendo.

Charlie Kaufman: Você tinha questões físicas? Altura e esse tipo de coisa?

Iain Reid: No livro, realmente não há muita descrição física. Para você, como eu, o mundo interno é mais interessante, então eu realmente não tinha uma visão definida para nenhum dos personagens. O que está no livro é realmente tudo que eu tinha. Eu tinha Jake como sendo um pouco mais alto e meio desengonçado, já sua namorada sendo um pouco mais baixa. Portanto, as pessoas ao lerem podem fazer suas próprias descrições. Há algo sobre Jessie [Buckley] e Jesse [Plemons] juntos, a química é realmente incrível. Acho que as pessoas vão realmente apreciar isso quando assistirem.

Charlie Kaufman: A razão pela qual fiz essa pergunta é porque, quando penso nos roteiros originais que escrevi, as pessoas indagam: “Você pensou em Jim Carrey e Kate Winslet quando escreveu Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças?” E a resposta é obviamente não, porque eles não foram escalados naquele momento, mas é quem eu imagino como Joel e Clementine agora. Eu realmente não consigo me lembrar como eu os imaginei de antemão. Se eu me esforçasse, poderia voltar a isso e perceber: “ok, essa pessoa foi baseada nesta pessoa.” Mas eu não imagino mais essas pessoas.

Iain Reid: Eu acho que o único que você imaginou antes foi John Malkovich quando você estava escrevendo Quero Ser John Malkovich.

Charlie Kaufman: Na verdade, imaginei Craig [interpretado por John Cusack em Quero Ser John Malkovich] como alguém muito pequeno. Eu imaginei alguém como eu.