A série ‘Quando Chama o Coração’ (When Calls the Heart), um dos maiores sucessos da Hallmark Media, foi oficialmente renovada para sua 13ª temporada, estabelecendo um novo recorde para o canal.
Segundo o Deadline, o anúncio foi feito durante o final da 12ª temporada. Vale lembrar que a série já é a produção mais longa da história da Hallmark Channel.
A nova temporada está prevista para estrear em 2026.
“Os Hearties são muito mais do que um fã-clube — eles são uma comunidade conectada, tão leal e solidária quanto os personagens de Hope Valley”, declarou Samantha DiPippo, Vice-presidente Sênior de Programação da Hallmark Media, em um comunicado. “É uma honra contar histórias de esperança, resiliência, humor e romance que continuam a ressoar com milhões de telespectadores por doze temporadas e além.”
Na trama, Elizabeth Thatcher, uma culta e jovem professora em 1910, teme deixar seu mundo confortável na cidade. Mas quando ela aceita um cargo de professora em uma cidade na fronteira, ela descobre novos propósitos, esperanças e amor.
A BBC anunciou recentemente um spin-off da animação da Aardman, ‘A Sabiá Sabiazinha’, indicada ao Oscar. O novo projeto, intitulado ‘The Adventures of Robin Robin’, será uma série em CGI com 52 episódios de 7 minutos cada, voltada para crianças de 3 a 5 anos e seus pais, conforme o Deadline.
A chefe do setor infantil da emissora, Patricia Hidalgo, está buscando parceiros de coprodução para viabilizar a produção durante o Cartoon Forum, evento que acontece esta semana.
Projetos de animação infantil de alta qualidade, hoje, dependem de financiamento externo. Hidalgo explicou que a BBC só consegue financiar entre 25% e 40% de uma série animada de alto padrão.
“Quando entrei, minha estratégia era aumentar o valor de produção do que fazíamos, mas a BBC não teve aumento na taxa de licença nos últimos anos. Com a inflação, nosso poder de compra caiu”, explicou Hidalgo. “Ainda precisamos entregar muitas horas de conteúdo, então temos que encontrar formas de manter a produção e apoiar a indústria mesmo com menos recursos, enquanto o público espera mais”.
Chris Cocks, CEO da Hasbro, manifestou-se recentemente sobre as controvérsias envolvendo a autora J.K. Rowling. O posicionamento ocorre em um momento estratégico: a gigante da indústria de brinquedos acaba de firmar uma grande parceria para produzir licenciados da franquia ‘Harry Potter’.
Em entrevista repercutida pelo SffGazette, Cocks abordou como as falas da autora têm impactado o público. Ao ser questionado sobre como gerenciar uma propriedade cuja criadora “está ativamente reduzindo o fandom”, o executivo enfatizou a estratégia de separar a obra de sua criadora.
“Para mim, trata-se de separar a arte do artista e focar no que os fãs realmente querem”, afirmou Cocks. “Não vou entrar na política em torno disso, além de dizer que apoiamos fortemente a diversidade e a inclusão dentro da Hasbro. Temos orgulho disso e da diversidade de opiniões entre nossos funcionários. Harry Potter é uma franquia maravilhosa que levou alegria ao mundo”.
A Hasbro assumirá como a principal licenciada global de brinquedos da franquia em 2027, em um contrato plurianual com a Warner Bros. Discovery. O acordo abrange desde os filmes originais e a saga ‘Animais Fantásticos’ até a futura série de TV da HBO. Estão previstos lançamentos de bonecos, itens de role-play, colecionáveis e jogos de tabuleiro.
Apesar dos debates fervorosos sobre as posições de Rowling em relação à comunidade trans, o impacto comercial parece limitado. O exemplo mais notável é o jogo “Hogwarts Legacy” (2023), que, apesar das campanhas de boicote, superou a marca de dezenas de milhões de cópias vendidas, demonstrando a resiliência da marca no mercado global.
O Hulk, um dos heróis mais famosos da Marvel, nem sempre foi como o conhecemos hoje. No passado, o personagem já teve uma cor diferente do verde.
Em 2006, Stan Lee, co-criador do Gigante Esmeralda, falou sobre a mudança de cor do personagem, que ocorreu devido a um problema técnico.
Inicialmente, Hulk foi concebido com pele cinza. No entanto, após falhas de impressão resultarem em variações estranhas de tonalidade, Stan Lee decidiu alterar a cor do personagem na segunda edição.
Stan Lee contou que acreditava que Hulk seria mais assustador com a pele cinza. No entanto, a troca para o verde se tornou uma solução prática quando Lee percebeu que o cinza havia ficado com um tom diferente em cada página.
“Eu não pensei em verde originalmente; fiz cinza na primeira edição. Achei que seria assustador, um cara com pele cinza. Mas, infelizmente, quando o livro saiu, o cinza tinha um tom diferente em cada página. Em uma página, era cinza claro, em outra era cinza escuro, em outra ele parecia preto, e em outra parecia branco. E percebi que a gráfica estava tendo problemas com a cor cinza. Então, quando você é um editor e escritor de quadrinhos, é como se fosse Deus, você pode fazer qualquer coisa. Eu disse: ‘Vou mudar a cor da pele dele’. Então, na edição seguinte, fiz a pele dele verde.”
Stan Lee também contou que escolheu dar uma cor diferente para o Hulk devido ao fato de o personagem não se encaixar em uma fantasia, assim como outros heróis.
“Agora, como as crianças pareciam gostar de fantasias, eu não conseguia pensar em uma desculpa para colocar um monstro em uma fantasia, então pensei em fazer a próxima melhor coisa: mudar a cor da pele dele.”
Com as decisões de Stan Lee, o personagem acabou se tornando único e, com o tempo, se consolidou como uma das figuras mais icônicas das histórias da Marvel.
‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Segundo informações reveladas pela própria Netflix, nesta terça-feira (19), a gigante do streaming perdeu mais de 200 mil assinantes no primeiro trimestre de 2022, sendo o primeiro número negativo na plataforma desde outubro de 2011.
O serviço conta agora com 221,64 milhões de membros. Através de uma reunião de resultados, a Netflix relatou que está ainda mais pessimista em relação ao segundo trimestre deste ano, esperando outra perda de 2 milhões de assinantes.
O curioso é que a expectativa inicial da empresa era ganhar 2,5 milhões de membros no começo de 2022, contudo a empresa informou que a guerra entre Rússia e Ucrânia, a força do dólar e o aumento de preço na assinatura foram os principais motivos desse resultado.
Ainda assim, a Netflix registou um aumento de 10% na sua receita em comparação ao mesmo período de 2021, alcançando o total de US$ 7,87 bilhões, abaixo da expectativa de US$ 7,93 bilhões feita pelo Wall Street.
Já a plataforma da Warner Media, HBO Max, terminou o ano de 2021 com 73,8 milhões de usuários globais, um aumento em 13.1 milhões de usuários em relação ao mesmo período em 2020. O total de receita aumentou em 15.4% no trimestre e ficou na casa dos US$9.9 bilhões.
Enquanto o streaming da Walt Disney Company, o Disney+, fechou o ano de 2021 superando as previsões de crescimento para o serviço. A plataforma encerrou o último ano com um total de 129,8 milhões de assinantes pagantes em todo o mundo. Ou seja, essa é mesmo a guerra dos streamings!
‘Terrifier 2’ finalmente estreou nos cinemas nacionais após diversas polêmicas sobre pessoas que passaram mal assistindo ao terror. Por trazer cenas explícitas de mortes e sangramentos graficamente chocantes, o filme fiz vários espectadores norte-americanos desmaiarem nas salas de cinema, com alguns precisando ser entendido por unidades médicas por lá mesmo.
E pegando carona no lançamento, separamos aqui 10 (dez) filmes que também causaram reações tão pesadas ou mais intensas quanto essas de ‘Terrifier 2’.
Lembrando que focamos basicamente em filmes que se enquadram dentro do terror, pois títulos de outros estilos também conseguiram gerar esses desconfortos. Claro, também vamos contar onde vocês podem assistir as obras citadas.
Pessoas ficarem aterrorizadas nos cinemas a ponto de passar mal não casos que não começaram há pouco tempo, pois lá na década de 1960, o mestre Alfred Hitchcock fez com que muita gente gelasse a espinha com o maior clássico do suspense, ‘Psicose’. Jornais da época relataram que, a conhecida cena do chuveiro, do qual Marion Crane (Janet Leigh) é assassinada por Norman Bates (Anthony Perkins), gerou tamanho desconforto que pessoas desmaiaram e saíram correndo das salas após conferir o horror passado em tela.
Outro clássico do gênero, ‘O Exorcista’, foi um dos filmes percursores do estilo a trazer efeitos especiais mega realistas. Além de alguns acreditarem que tudo aquilo que foi filmado era verdade, existem diversos relatos que falaram de espectadores passando mal durante as primeiras exibições do longa, ali na década de 1970. Eram ouvidos choros, gritos e alguns chegavam até a desmaiar. Ainda hoje, a obra-prima de William Friedkin segue aterrorizante.
Também apostando na ideia de que as filmagens se tratavam de casos reais, porém usando isso como meio de marketing, onde fitas haviam sido achadas com jovens que desapareceram em uma floresta, ‘A Bruxa de Blair’ aterrorizou por muitos anos os sonhos de quem conferiu o longa na época.
Por trazer o artifício do estilo found footage, onde não a plasticidade não é preocupação, dando assim um ar documental, tudo que era visto no longa parecia realmente ter acontecido e deixava o público impressionado. Avisos de que os espectadores que fossem ver o filme poderiam passar mal, acabaram servindo como chamariz para atrair plateias no mundo todo.
Foi relatado por veículos de imprensa, como o Dailymail, que durante a exibição de ‘V/H/S’, no festival de Sundance de 2012, ambulâncias foram chamadas para atender algumas pessoas que passaram mal devido as imagens vistas no filme. A produção é na verdade um juntado de curtas, com contos que variam entre aparições demoníacas, criaturas mitológicas como vampiros e casos de espírito. Na sessão, um homem passou mal durante e sofreu ataques epiléticos, como diz um dos autores do título, Simon Barrett.
‘Boa Noite, Mamãe’ ganhou recentemente uma refilmagem americana com Naomi Watts, e não por acaso, pois o filme austríaco de 2017, onde dois irmãos gêmeos não reconhecem a mãe após ela passar por uma cirurgia de reconstrução facial, deixou as pessoas que viram muito chocadas. Na trama, as crianças passam a ter atitudes extremamente violentas contra a mulher, o que fez até duas pessoas desmaiarem em uma sessão, segundo fala o próprio diretor do longa, Severin Fiala: “Esse é o melhor elogio que recebemos até agora”. E aí, tem coragem de conferir?
Após sofrer bullying na faculdade, com os alunos colocando fígado de coelho para comer, uma garota que era vegetariana se torna uma canibal e passa cometer horríveis atrocidades, revelando assim um segredo familiar que era mantido a sete chaves. O longa escrito e dirigido pela francesa Julia Ducournau foi exibido no Festival de Toronto e fez diversas pessoas passarem realmente mal durante a sessão. O filme traz lasceração explicita, membros decepados e muito, muito sangue! O que fez algumas pessoas não aguentarem e paramédicos serem chamados às pressas.
Desespero (2011)
Novamente no Festival de Toronto, o longa ‘Desespero’ foi exibido, este que apresenta três cozinheiros que ficam presos em um manicômio durante uma tempestade e são atacados pelas pessoas internadas, vivendo um verdadeiro pandemônio, com sujeitos pra lá de bizarros. A experiência fez duas pessoas desmaiarem, com uma cena em que mostram os cozinheiros sendo presos em um fogão e depois queimados ainda vivos, causando um desconforto impressionante. Quem se habilita a ver?
A franquia ‘Jogos Mortais‘ sempre foi conhecida por ter muito gore, violência gráfica extrema e até é acusada de apelar com isso. Quando o terceiro filme da série foi lançado em 2006, algumas pessoas nem sequer conseguiram terminar de ver o longa, abandonando assim as salas de cinema.
O chefe do serviço de emergência britânico chegou a pedir que as pessoas avaliassem se realmente seriam capazes de assistir ao filme, já que, em apenas um dia, três ambulâncias foram chamadas para socorrer alguns espectadores que acabaram desmaiando ou sentindo náuseas durante a sessão. Provavelmente, esse é o filme mais chocante da franquia, que deve ganhar em breve o seu décimo capítulo.
Obviamente, James Wan não poderia ficar de fora da lista, já que algumas das franquias que ele criou gerou filmes que já foram citados aqui, como ‘Jogos Mortais‘ e ‘Anabelle‘. No segundo longa da sua franquia de terro de maior sucesso, ‘Invocação do Mal 2‘, em uma sessão na Índia um sujeito morreu na cidade de Tiruvannamalai. Na situação específica, ele passou mal após tomar um susto e faleceu antes mesmo da ambulância chegar no cinema. Até o momento, este deve ser o caso mais extremos, pois provavelmente o indiano deveria ter problemas cardíacos.
Annabelle 2 (2017) – HBO Max
Esse caso é um dos melhores, pois, em uma sessão de ‘Annabelle 2‘ no Piauí, aqui no Brasil em 2017, uma mulher se disse possuída após assistir ao segundo filme da boneca mais assustadora do cinema. Ela começou a passar mal, se jogar no chão e começar a gritar. Nos EUA, também houve relato de que muitas pessoas passaram a apresentar comportamentos fora do comum, chegando ao ponto de serem socorridas para o hospital, após desmaios repentinos. O segundo filme conseguiu apagar o fraquíssimo longa original e hoje a franquia continua viva.
Do mesmo estúdio de DUELO DE TITÃS e DESAFIO NO GELO chega ARREMESSO DE OURO – uma verdadeira história inspiradora de autodescoberta, segundas chances e triunfo pessoal em face da adversidade. Em um último esforço para salvar sua carreira, o agente esportivo JB Bernstein (Jon Hamm) sonha alto em encontrar o próximo grande lançador da Liga de Beisebol dentro de um grupo de jogadores de críquete na Índia. Ele logo descobre dois jovens que podem lançar uma bola rápida, mas não sabem nada sobre o jogo de beisebol. Uma incrível e emocionante viagem que mudará todos – especialmente JB, que aprende valiosas lições sobre o trabalho em equipe, comprometimento e família.
Curiosidades:
» A direção é de Craig Gillespie (‘A Hora do Espanto’). Thomas McCarthy (‘O Visitante’, ‘Up: Altas Aventuras’) roteiriza.
» Drama esportivo estrelado por Jon Hamm (o protagonista da série ‘Mad Men’).
O especial de Natal da série ‘Sherlock’ ganhou seu trailer completo.
O episódio se chamará ‘Sherlock: The Abominable Bride’ (Sherlock: A Noiva Abominável) terá exibição em alguns cinemas pelo mundo todo, assim como aconteceu com ‘The Day of the Doctor‘, no aniversário de 50 anos de ‘Doctor Who‘.
Se você também ficou “Whaaaaaaat?” por conta da novidade, bem-vindo ao clube.
O produtor Pat Crowley revelou que cerca de 65% de ‘Assassin’s Creed‘ será ambientado no presente, enquanto apenas 35% se passará no passado.
Tudo bem que o game é majoritariamente ambientado nas relações dos antepassados, mas até que seria muito legal conferir o Século 15 um pouco mais.
Por fim, Michael Fassbender também entrou na conversa e disse que ‘Assassin’s Creed’ é um longa, e não um novo game, por isso que as mudanças foram realizadas firmemente para criar uma completa distinção entre os produtos.
Assista ao trailer:
Por meio de uma tecnologia revolucionária que destrava suas memórias genéticas, Callum Lynch (Michael Fassbender) experimenta as aventuras de seu ancestral, Aguilar, na Espanha do século XV. Callum descobre que é descendente de uma misteriosa sociedade secreta, os Assassinos, e acumula conhecimentos e habilidades incríveis para enfrentar a organização opressiva e poderosa dos Templários nos dias de hoje.
A Fox agendou a estreia de ‘Assassin’s Creed – O Filme‘ para 21 de dezembro de 2016.
Marion Cotillard também está no elenco. Justin Kurzel dirige. Ele já trabalhou com Fassbender em ‘Macbeth‘.
O roteiro ficou por conta da dupla Adam Cooper e Bill Collage, que roteirizou o inédito ‘Exodus‘, dirigido por Ridley Scott e estrelado por Christian Bale.
Segundo o THR, a Warner Bros. repetiu o mesmo erro de ‘Batman vs Superman‘ ao escolher lançar uma versão mais light de ‘Esquadrão Suicida‘ para lançar nos cinemas
O site afirma que o estúdio tinha duas versões do filme, que tiveram exibições-testes em maio. Ambas as versões dividiram o público, e o estúdio deu preferência ao corte de Michael Tronick, que é mais leve e tem mais humor.
Essa versão traz mais personagens sendo introduzidos no início do filme, e gráficos mais coloridos e alegres.
A outra versão é a do diretor David Ayer e do editor John Gilroy, muito mais sombria e com várias cenas extras do Coringa.
Será que teremos uma versão Ultimate para maiores de 18 anos como aconteceu com ‘Batman vs Superman‘? Era só o que faltava…
Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais. Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.
‘Esquadrão Suicida‘ tem Cara Delevingne como Magia; Viola Davis como Amanda Waller; Gary Sinise (‘CSI: NY’) como o General Eiling, Raymond Olubowale como o Tubarão-Rei; Scott Eastwoodcomo Steve Trevor; e Alex Meraz (‘A Saga Crepúsculo’) em papel desconhecido. Jesse Eisenbergdeve retornar como Lex Luthor, reprisando o seu papel em ‘Batman V Superman’. Do lado dos antagonistas, integram o time: Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Pensador (Jackie Earle Haley), Exterminador (Jim Parrack) e Antiphon, líder da organização terrorista Onslaught (que pode ser vivido por Ed Harris).
Dirigido por David Ayer, o filme tem lançamento marcado para 4 de agosto de 2016.
‘Aniquilação‘ (Annihilation), adaptação do primeiro livro da trilogia Comando Sul (The Southern Reach Trilogy), de autor Jeff Vandermeer, teve suas filmagens encerradas e irá estrear em 2017.
A misteriosa trama acompanha um biólogo que aceita ir a uma expedição secreta e perigosa, em que as leis da natureza não se aplicam. Isaac e Portman serão marido e mulher.
O roteiro e a direção fica por conta de Alex Garland (roteirista de ‘Extermínio’, ‘Sunshine – Alerta Solar’ e ‘Dredd’), que comandou o sucesso de ‘Ex-Machina‘ – ficção científica que ele roteirizou e dirigiu.
Com dois episódios exibidos semanalmente, um no domingo e outro na segunda-feira, a HBO liberou a prévia do mais novo capítulo da aclamada ‘The Young Pope‘.
Assista:
‘The Young Pope’ havia sido produzida pela HBO Europa para exibição somente na Itália, afinal, o criador do TV show é ninguém menos que Paolo Sorrentino (‘A Grande Beleza’).
No entanto, depois da aclamação no Festival de Veneza e da impressionante audiência no Velho Continente, a HBO resolveu trazer a série para o outro lado do oceano.
O que também não é para menos, com Jude Law e Diane Keaton no elenco, essa série realmente precisava ir para a principal casa do canal.
E numa estratégia bem interessante, dos 10 episódios produzidos, dois serão exibidos a cada semana. Um no domingo e outro na segunda-feira.
Dirigida e criada pelo vencedor do Oscar Paolo Sorrentino (‘A Grande Beleza’), The Young Pope conta a história de Lenny Belardo, também conhecido como Pio XIII, o primeiro Papa americano da história. Jovem e encantador, sua eleição parece ser o resultado de uma simples estratégia da mídia, mas eficiente, por parte do Colégio de Cardeais.
Mas as aparências podem ser enganosas – sobretudo, no lugar onde as pessoas escolheram o grande mistério de Deus como a bússola que orienta sua existência. Esse lugar é o Vaticano e essas pessoas são os líderes da igreja. E Pio XIII prova ser o mais misterioso e contraditório de todos eles. Astuto e ingênuo, irônico e pedante, primitivo e avançado, duvidoso e resoluto, melancólico e implacável, Pio XIII tenta atravessar o interminável rio da solidão humana para encontrar um Deus que ele possa dar à humanidade.
O TV Line confirmou nesse fim de semana que o maior destaque dessa temporada, o ‘Motoqueiro Fantasma’, interpretado por Gabriel Luna, retornará a ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’ para o season finale da quarta temporada. Sua última aparição tinha sido no episódio 8, ainda em 2016.
A expectativa é que nas próximas semanas algum vídeo traga o retorno do anti-herói ao TV Show.
O season finale de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’ está agendado para 16 de maio.
‘God Particle‘, novo projeto deJ.J. Abrams como produtor, e que na prática funciona como ‘Cloverfield 3’, teve sua data de estreia alterada de 27 de outubro para 2 de fevereiro de 2018.
Décadas de trabalho e mais de US$ 10 bilhões foram gastos na busca por uma partícula subatômica denominada bóson de Higgs, também conhecida como “partícula de Deus“. Como resultado, os cientistas criaram um acelerador de partículas na tentativa de encontrá-la.
No filme, a estação espacial norte-americana descobre que o Planeta Terra desapareceu após um acidente com o acelerador de partículas, e eles precisam lutar pela sobrevivência quando outra estação espacial se aproxima com segundas intenções.
Doug Jung (‘Star Trek: Sem Fronteiras’) roteiriza e o estreante Julius Onah dirige.
O novo ‘Halloween‘ será uma sequência direta do filme original, revelou o criador da série John Carpenter.
Em uma entrevista ao Stereo Gum, Carpenter disse que o novo ‘Halloween‘ vai fingir que as sete sequências nunca existiram.
“O diretor convenceu Jamie Lee Curtis a voltar. Sua parte foi escrita no roteiro e eles tiveram essa ideia – é um tipo de… Não sei como descrevê-lo. É quase uma realidade alternativa. Ele pega após o primeiro e finge que nenhum dos outros foi feito. Vai ser divertido. Há um diretor muito talentoso e um roteiro bem escrito. Estou impressionado.”
A versão estendida de ‘Deadpool 2‘ ganhou um clipe bizarro com o mercenário tocando ao lado da Super Duper Band.
Assista:
A Fox confirmou que a ‘Edição do *&#@$%@‘ chegará às plataformas digitais brasileiras no dia 23 de agosto, trazendo 15 minutos de cenas inéditas, novas piadas – selecionadas com muito amor e carinho – além de easter eggs, cenas excluídas, comentários de Ryan Reynolds e da sua equipe de produção.
A versão estará disponível para compra nos principais serviços de streaming (iTunes, NOW, Google Play Store, entre outras).
Mas antes disso, os fãs têm a oportunidade de conferir uma hora de piadas sujas, quebras de paradigmas e talvez uma performática aparição do herói com unicórnios*, na Comic-Con de San Diego, no dia 21 de julho.
*O painel talvez não tenha criaturas míticas 😊
A sequência do primeiro filme! (Isso é apenas uma forma preguiçosa de escrever…)
Confira abaixo mais detalhes sobre as novidades do lançamento:
EXTRAS • Erros de gravação • Cenas estentedidas/ excluídas • Até que sua cara doa: tomadas alternativas • Os lábios de Deadpool estão selados: segredos e easter eggs • O membro mais importante da X-Force • Valores da família Deadpool: elenco de personagens • David Leitch, não Lynch: a direção de Deadpool 2 • Role com os socos: ação e proezas • O experimento Deadpool na prisão • Chadrez • Bombado e sexy • Monólogo de 3 minutos • Comentário de Ryan Reynolds, David Leitch, Rhett Reese e Paul Wernick • Saco de risada de Deadpool 2 • Fotografias
Vale lembrar que ‘Deadpool 2‘ chegou aos US$ 722 milhões em todo o mundo (US$ 313 milhões nos EUA e US$ 410 milhões no resto do mundo), se tornando a terceira maior bilheteria da história para um filme Rated-R.
O filme ultrapassou a bilheteria de ‘It – A Coisa‘, e agora figura atrás do primeiro ‘Deadpool‘ e ‘Matrix Reloaded‘.
Nos EUA, o filme também já ultrapassou o faturamento de ‘Logan‘, que finalizou seu período nos cinemas norte-americanos abocanhando US$ 226 milhões.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas revelou no começo da semana que quatro categorias do Oscar serão apresentados durante os intervalos comerciais.
Os prêmios serão: Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Curta-Metragem e Maquiagem e Penteado. Os discursos vencedores serão editados em um pacote para ser exibido mais tarde na transmissão.
Várias pessoas acharam um desrespeito com os profissionais envolvidos, e um fã criou um abaixo-assinado pedindo que a Academia exiba na íntegra todas as categorias e seus vencedores.
“Nós solicitamos fortemente à Academia que encontre outra coisa para transmitir durante os intervalos comerciais. Seguimentos como “in memoriam”, a montagem, os clipes e os vestidos das celebridades não são os elementos essenciais do cinema – enquanto os prêmios de Fotografia e Edição são.”, alega o abaixo-assinado.
A Academia quer reduzir a duração da cerimônia, e se comprometeu com um show de três horas este ano. No almoço anual dos nomeados na semana passada, este ponto foi martelado pelos produtores Glenn Weiss e Donna Gigliotti.
“Quando você vai para o palco, mova-se rapidamente. Mostre-nos como você está ansioso para chegar até lá ”, disseram, observando que os vencedores terão 90 segundos a partir do momento em que seu nome é chamado para chegar ao palco e completar seu discurso.
O line up de apresentadores trará os mais recentes vencedores da premiação estarão de volta aos palcos, para apresentar as versões opostas de suas respectivas categorias, dando continuidade a uma tradição da premiação.
Isso significa que Frances McDormand, Gary Oldman, Allison Janney e Sam Rockwell estarão na lista de apresentadores de 2019. A notícia, anunciada na última quarta-feira (06), vem dias após uma série de especulações sugerirem que a tradição dos anos anteriores estaria perto de seu fim.
Ao longo dos anos, a Academia estabeleceu uma tradição em que os atores vencedores do ano anterior premiam os novos contemplados. As personalidades que conquistam as categorias de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante entregam, respectivamente, a estatueta aos atores contemplados nas mesmas indicações – e vice-versa.
O evento ficará sem apresentador pela primeira vez em sua história.
A cerimônia do Oscar acontece dia 24 de fevereiro de 2019.
Zack Snyder continua divulgando sua versão de ‘Liga da Justiça‘, mesmo após a Warner Bros. demonstrar que não tem interesse em lançar sua versão nos cinemas ou no HBO Max.
Em suas redes sociais, o diretor postou fotos de novas cenas inéditas: a trindade reunida, Willem Dafoe como Vulko e Amber Heard como Mera.
Confira:
Durante uma entrevista para o site JOE, Danny Elfman, compositor de ‘Liga da Justiça‘ falou pela primeira vez sobre o que acha da campanha #releasethesnydercut, que promove o lançamento da versão idealizada por Zack Snyder.
Ao contrário de muitos fãs e artistas, Elfman parece descrente sobre o lançamento, dizendo que Snyder não havia concluído as filmagens da adaptação.
“Ele não foi demitido, sabe? Ele deixou a produção no meio do caminho. Então não acredito que há uma versão do diretor, no caso de Snyder, já que Joss [Whedon] veio e completou o que faltava.”
Elfman continuou:
“O problema é que ele não conseguiu finalizar o filme. Então, eu não tenho ideia de como eles fariam esse lançamento. Uma tragédia familiar o forçou a se afastar da produção… Desde então, tudo se tornou uma grande confusão. Tem tanta gente querendo ver o que Snyder pretendia contar, e isso está fugindo de controle.”
Apesar da declaração do compositor, o próprio Snyder já aderiu ao pedido dos fãs e vem provocando o público com informações sobre sua versão, como partes do roteiro e cenas não utilizadas.
Em seu perfil no Vero, Snyder já mostrou uma cena na qual Victor Stone (Ray Fisher) seria visitado por seu pais em uma ilusão após o herói tentar abrir a Caixa Materna.
O filme teria a presença de Kiersey Clemons como intérprete de Iris West, além de uma cena com Diana Prince (Gal Gadot) indo atrás de pistas sobre a origem de Darkseid e seus planos de invadir a Terra com o exército de Apokolips.
Confira:
De qualquer forma, parece que tanto os fãs quanto o diretor não vão desistir de ver a versão original do longa.
Vale lembrar que os membros do grupo #ReleaseTheSnyderCut continuam com sua campanha pedindo o lançamento da versão idealizada por Snyder.
E aí, será que o movimento ganha força para pressionar o estúdio?
Através das lentes de uma mulher branca e que vem de uma situação financeira estável, presa injustamente em um lugar em que não deveria estar, olhamos com outros olhos para o sistema prisional, os processos burocráticos e os sonhos interrompidos nos centros de detenção de imigrantes ilegais. Será que é tão inovador e potente assim? Esta poderia ser a sua descrição banal de alguma temporada de ‘Orange Is the New Black’, mas aqui nossa atenção está voltada para outros lugares, outro país, outro continente. É na Austrália que ‘Estado Zero’ busca uma nova maneira de falar sobre a situação de refugiados e a batalha por uma nova esperança. Ela nem sempre acerte em cheio no ângulo correto da história — ou, às vezes, não identifica com clareza onde está o real protagonismo da trama — mas traz uma mensagem poderosa sobre a banalidade da tragédia.
Inspirada na história da australiana Cornelia Rau, a série parte do ponto de vista de Sofie Werner (Yvonne Strahovski), uma comissária de bordo que, de saco cheio da própria vida, pede demissão e acaba sendo atraída por uma espécie de culto de auto-ajuda chamado GOPA, onde rapidamente cai nas graças dos líderes, a carismática Pat (Cate Blanchett) e seu companheiro, Gordon (Dominic West). Quando Sofie imagina ter confiança o bastante para deixar sua vulnerabilidade à solta, descobre motivos mais sombrios por trás dos risos e passos de dança, e é isso que a faz fugir de tudo, inclusive de sua própria identidade, em busca de refúgio.
Assim, Sofie se transforma em Eva Hoffman, uma mochileira alemã não-documentada que vai parar no Centro de Detenção de Baxter. Tudo o que ela quer é ser deportada para a Alemanha, mas precisa aguardar julgamento neste limbo por não poder comprovar a suposta identidade.
A instabilidade psíquica e emocional de Sofie se apresenta desde o início como a força-motriz desta minissérie de 6 episódios, que em nenhum momento se contenta com uma narrativa linear tradicional e se ancora em flashbacks para comparar o estado emocional da protagonista antes, durante e depois de sua passagem pelo culto. Ao mesmo tempo, ‘Estado Zero’ ganha tração quando apresenta os demais protagonistas e faz suas histórias se cruzarem em um emaranhado de decisões complexas que assolam cada um deles. Ameer (Fayssal Bazzi) é um pai de família do Afeganistão que se encontra separado da esposa e das filhas após sair em busca de refúgio e um futuro melhor. Cam Sandford (Jai Courtney) é um pai de três crianças que consegue um emprego como guarda em Baxter e logo descobre que vai enfrentar um desafio tentando manter sua essência íntegra enquanto lida com o ciclo de violência e banalidade dos colegas. A burocrata Claire (Asher Keddie) é enviada para lidar com as controvérsias e a imagem negativa da prisão junto à imprensa, e eventualmente também se descobre exausta frente a um sistema desenhado para esconder a sujeira sob o tapete.
Enquanto essas histórias se entrecruzam e aqueles que deveriam garantir a lei são colocados no holofote em óticas negativas e violentas, ‘Stateless’ reúne os elementos necessários para uma trama atraente, mas muitas vezes parece tentar dizer tantas coisas ao mesmo tempo que o resultado soa disperso ou exagerado. A ânsia em voltar para a história de Sofie parece se ancorar mais no star-power da excelente Strahovski do que no quanto aquela história tem a oferecer — que não é muito, apesar de não ser nenhum sacrifício ver a atriz exercitando seus talentos de forma tão sutil após três temporadas no arco circular de Serena Joy em ‘The Handmaid’s Tale’.
Dessa forma, o maior equívoco da produção está na teimosia em não enxergar que o epicentro emocional está na banalidade da história de Ameer e sua família. Bazzi entrega uma performance muito delicada, que foge de grandes gestos dramáticos para contar nos detalhes o conflito interno e a dor daquele pai tão desesperado. O fato de aquela ser a história de centenas de famílias que fazem a mesma escolha desafiadora com resultados igualmente sofridos faz desta uma narrativa ainda mais pertinente, que poderia ter sido melhor iluminada se a série não estivesse tentando dar um passo maior que a perna.
Mesmo assim, muitas vezes uma versão mais sofisticada de ‘Stateless’ consegue se destacar, sobretudo quando não coloca os oficiais — vistos sobretudo através de Cam e Claire — como cegos cumpridores da lei sem alma ou instinto moral e ético. O gradual mas certeiro declínio do personagem de Courtney é visto através da relação com a família, e é provavelmente uma das suas melhores atuações — uma que não se ancora no reforço da imagem máscula e permite ao público que se aproxime e se afaste dele ao longo dos episódios de acordo com as decisões contraditórias, mas bem arquitetadas e apresentadas, que ele toma.
Muito dessa sofisticação vem graças à direção colaborativa entre Emma Freeman e Jocelyn Moorhouse, que se alternam no posto a partir dos roteiros assinados por Tony Ayres, Blanchett, Elise McCredie e Belinda Chayko. A composição do cenário faz questão de destacar a solidão de cada um dos confinados, com espaços vazios e repetições, sempre com a sensibilidade de olhar para o feminino através de um sofrimento que jamais é condescendente. Essa é a fortaleza da série: a mensagem é dura, mas o olhar não é para entristecer.
Paralelamente a tudo isso, o que não funciona muito bem na produção cabe à sua indecisão entre ser a história de Sofie com os demais protagonistas circulando ao redor ou se deseja dar a todas as histórias a mesma quantidade de atenção. Quando tenta a primeira opção, deixa visível que sua exploração do estado psicológico da personagem fica no superficial — Blanchett e West aparecem apenas de forma esporádica, embora deixem sua marca na memória. Quando tenta a segunda, consegue investigar um pouco melhor o quanto os processos afetam o emocional de cada um dos envolvidos, sem medir a crueldade para qualquer um dos lado. Mas deixa faltar no que diz respeito a criar um laço entre eles que dê à audiência motivos para se importar com eles como um todo, e não apenas individualmente.
De qualquer forma, ‘Estado Zero’ traz à luz um assunto relevante com personagens complexos e bem atuados o bastante para fazer dela uma série com a qual é possível criar empatia, por mais rígida que possa ser nas bordas. O que está no centro da história, e no centro da sociedade globalizada do Século 21 de tantas formas, é o sentimento contra imigrantes. Ao colocar a audiência em um lugar em que ninguém quer estar, ela põe um dedo na ferida. Faltou apertar um pouco mais para causar o impacto que gostaria, mas está ali tentando.
O Snyder Cutde ‘Liga da Justiça‘ finalmente ganhou sua data de estreia no serviço de streaming da HBO Max.
O filme será adicionado no catálogo no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.
Além disso, foi divulgado um belo cartaz que traz o logotipo da equipe totalmente destruído.
Confira:
Recentemente, um fã perguntou ao Snyder se sua versão irá explorar as cenas do pesadelo de Bruce Wayne (Ben Affleck) em ‘Batman vs Superman‘.
Em reposta, Snyder foi direto e disse que sim. A conversa aconteceu no perfil do cineasta no Vero.
A confirmação faz todo sentido, porque Snyder já havia dito que o pesadelo teria uma grande importância na sequência de ‘Liga da Justiça‘.
Para quem não se lembra, o Flash aparece no pesadelo de Bruce e a cena indica que o velocista voltou no tempo para alertar o bilionário sobre uma possível ameaça, mas isso nunca foi explicado.
“Aquela cena teria uma explicação lógica… No futuro, a Liga da Justiça já estaria formada, e o Flash seria enviado ao passado para alertar Bruce sobre a queda do Superman, que acabaria sendo controlado por Darkseid através da equação anti-vida… Havia duas possibilidades, numa delas, o Flash é enviado cedo demais [como vimos em ‘Batman v Superman‘], na outra, ele seria enviado ao momento certo.”
O cineasta também explicou o significado da frase do Flash, que menciona Lois Lane como uma espécie de ‘chave’…
“Quando o Flash é enviado para essa nova linha do tempo, ele vai para um momento mais próximo do futuro que ele estava tentando impedir… Nesse futuro, Lois Lane é morta, e ela era a única capaz de recuperar a natureza humana do Superman. Com Lois a salvo, o grupo teria uma chance de reverter o domínio de Darkseid sobre o Superman.”
Agora a aparição do Flash em ‘Batman vs Superman‘ faz mais sentido, não é?
Snyder deixou claro que aquilo era apenas uma referência e a confusão seria toda explicada em ‘Liga da justiça 2‘.
Agora resta aguardar para saber se o sucesso do Snyder Cut irá convencer a Warner Bros em investir numa sequência.
Enquanto isso, confira as imagens promocionais do Snyder Cut:
Após o processo protocolado por Scarlett Johansson, a Walt Disney divulgou em meio ao processo judicial que arrecadou apenas US$ 125 milhões nas vendas do Première Access do Disney+ no mundo todo.
Johansson processou a Disney alegando que a empresa violou o contrato ao oferecer o filme simultaneamente no streaming e nos cinemas…
A Disney atacou a decisão da atriz de levar o caso à justiça:
“Não há mérito algum neste processo. Esse processo é uma decisão triste e angustiante por seu desrespeito implacável pelos horríveis e prolongados efeitos globais causados pela pandemia do Coronavírus. A Disney cumpriu totalmente com o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ na Disney+ com o Premier Access rendeu a ela uma compensação adicional significativa além dos US$ 20 milhões que ela recebeu até agora.”
A equipe jurídica de Scarlett Johansson respondeu à declaração da Disney sobre seu processo e acusou o estúdio de misoginia e insinuou que a corporação tem algo a esconder.
Em resposta à tentativa da Disney de tentar correr o processo em sigilo, a equipe de Johansson divulgou um comunicado sugerindo que a empresa controladora da Marvel Studios está tentando encobrir seu mau comportamento ao lidar com a situação.
“Depois de inicialmente responder a este litígio com um ataque misógino contra Scarlett Johansson, a Disney está agora, previsivelmente, tentando esconder sua má conduta em uma arbitragem confidencial. Por que a Disney tem tanto medo de litigar este caso em público? Porque sabe que as promessas da Marvel de dar à Viúva Negra um típico lançamento nos cinemas ‘como seus outros filmes’ tinham tudo a ver com garantir que a Disney não canibalizaria as receitas de bilheteria para aumentar as assinaturas Disney +. No entanto, foi exatamente isso o que aconteceu – e estamos ansiosos para apresentar a evidência esmagadora que prova isso.”, disse John Berlinski, advogado de Johansson.
Segundo o ScreenRant, a atriz perdeu em torno de US$ 30 milhões com a decisão do estúdio de lançar o filme também no streaming.
O site afirma que a Disney é “notoriamente difícil de lidar” e que Scarlett Johansson tem muito apoio de outros atores e pessoas do ramo, pois seus colegas criativos estão esperando que alguém se pronuncie sobre o assunto, que é não se espera que se acalme tão cedo.
Mais novidades sobre o processo devem surgir nos próximos dias.
Em seu Twitter, ele compartilhou sua crítica ao filme:
“Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo – Eu Amei. E acredito que “Nada Importa”, portanto, tudo importa. E a noção de Dor e Preconceito sendo herdada de geração em geração, a menos que nos examinemos. Hábil, inteligente, lindamente filmado e profundamente comovente.”, afirmou.
Everything Everywhere All at Once – I loved it. And I believe that "Nothing Matters" therefore everything does. And the notion of Pain and Prejudice being inherited from generation to generation unless we examine ourselves. Skillful, smart, beautifully shot and profoundly moving. pic.twitter.com/ftRyLgM9vp
O editor-chefe Renato Marafon já assistiu ao filme e traz a crítica em vídeo. Cheio de ação, com um roteiro brilhante e um humor hilário, o filme ainda consegue te fazer chorar e pensar na vida. Uma obra-prima.
Assista a crítica:
Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.
O filme, que recebeu ótimos 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, tem estreia prevista para o dia 23 de Junho de 2022 no Brasil.
Antes de Andy Muschietti (‘It – A Coisa’) assumir a direção de ‘The Flash’, a adaptação estrelada por Ezra Miller passou pelas mãos de Rick Famuyiwa (‘O Mandaloriano’) e da dupla Jonathan GoldsteineJohn Francis Daley (‘Férias Frustradas’).
E, enquanto promoviam ‘Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes’, Goldstein e Daley comentaram porque abandonaram ‘The Flash‘.
Em entrevista para a Variety, a dupla revelou que sua saída simplesmente se resumiu a diferenças criativas.
“Foram várias diferenças criativas que nos levaram a um certo ponto, então decidimos que era hora de partir”, explicou Daley.
Goldstein acrescentou:
“Se sentirmos que os poderosos não estão empolgados em fazer o mesmo filme que nós, não vamos vencer essa batalha. E então, é melhor cortar o mal pela raiz e seguir em frente.”
Daley argumentou que eles tinham um filme muito menor em mente, enquanto a Warner Bros queria fazer um filme-evento e significativamente diferente.
“Apresentamos a ideia de um super-herói a nível moderado, nada que lidasse com o fim do mundo. Ele estaria apenas aprendendo a usar seus poderes e também a lidar com sua vida pessoal que era um tanto disfuncional. Quanto mais imperfeito pudermos tornar um super-herói, melhor, porque esse é o desafio inerente a ele: como você dá imperfeição a alguém que é, você sabe, fisicamente perfeito?”
Apesar da versão de Muschietti ser muito maior em escala, ele e a roteirista Christina Hodson mantiveram muito do DNA da versão de Goldstein e Daley.
“Eles pegaram o que começamos e realmente trabalharam com isso e fizeram um filme muito divertido e emocionante”, disse Goldstein. “Estamos muito felizes com a forma como tudo acabou.”
Lembrando que o filme estreia dia 15 de junho nos cinemas nacionais.
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
As emoções já conhecidas pelo público como Alegria (voz em inglês de Amy Poehler), Raiva (voz em inglês deLewis Black), Tristeza (voz em inglês de Phyllis Smith), Medo (voz em inglês de Tony Hale) e Nojinho (voz em inglês de Liza Lapira) dão espaço para um novo grupo perfeitamente adequado para os anos da adolescência.
Confira abaixo:
• Maya Hawke dá a voz em inglês da Ansiedade, que já tinha sido anunciada anteriormente, e que irá abalar tudo na Sede e além dela. Um pacotinho de energia frenética, Ansiedade garante com entusiasmo que Riley esteja preparada para todos os resultados negativos possíveis.
• Inveja, voz em inglês de Ayo Edebiri, pode ser pequena, mas com certeza sabe o que quer e está sempre com ciúmes de tudo o que os outros têm, além de não ter medo de desejá-las.
• Tédio, voz em inglês de Adèle Exarchopoulos, não dá a mínima para as coisas. Entediada e letárgica, com um revirar de olhos bem praticado, Tédio traz a quantidade perfeita de apatia adolescente à personalidade de Riley, quando ela tem vontade de fazer isso.
• Vergonha, voz em inglês de Paul Walter Hauser, gosta de ficar na dele, o que não é fácil para uma criatura grande e com uma pele rosa brilhante.
Além disso, Kensington Tallman empresta sua voz para Riley Andersen, que está prestes a começar o ensino médio. Lilimar foi chamada para dar voz à Valentina “Val” Ortiz, uma jogadora de hóquei do ensino médio que todos, incluindo Riley e suas amigas, admiram. Diane Lane e Kyle MacLachlan voltam para dar voz a mãe e ao pai de Riley; Sumayyah Nuriddin-Green e Grace Lu dão as vozes às melhores amigas de Riley; e Yvette Nicole Brown é a voz da Treinadora Roberts, que dirige um acampamento de verão de hóquei. O elenco de voz em inglês também conta com Sarayu Blue, Flea, Ron Funches, Dave Goelz, James Austin Johnson, Bobby Moynihan, Frank Oz, Paula Pell, Paula Poundstone, John Ratzenberger, Kendall Coyne Schofield, June Squibb, Kirk Thatcher e Yong Yea.
O filme chega aos cinemas nacionais no dia 20 de Junho de 2024, uma semana após a estreia nos EUA (13 de Junho).
Na sequência, Riley agora é uma adolescente e terá que lidar personificações da Ansiedade, Vergonha, Tédio e Inveja…
Nas redes sociais, os fãs estão adorando conhecer cada uma delas, principalmente a ansiedade, que promete roubar as cenas da sequência e causar grandes estragos por conta de seu jeitinho paranoico.
é muito louco pensar que quando o primeiro filme foi lançado eu tinha 10 anos e agora com 18 anos, um teaser de Divertida Mente 2 está sendo lançado (e com novas emoções), não só pra mim, mas para muitos que assistiram o 1º filme qnd criança e agora são jovens/adultos+ pic.twitter.com/9l3xGSb40E
— this is Junin trying | Ouvindo 1989 TV ✨ (@ninhooojuuu) November 9, 2023
Então esse é o fdp que vive acabando cmg, se eu ver na rua vou meter a porrada e se falar que só tá fazendo o papel no elenco de Divertida Mente 2 vou meter mais porrada ainda https://t.co/EOTv1yhbDd
As olheiras, ela carregando as malinhas (tudo as paranóias que ela mesma criou), ela chegando mais cedo que as outras emoções, ligadona no 220v. Tudo impecável #DivertidaMente2pic.twitter.com/sOo3lQFBM2
“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.”
Melissa Barrera disse em uma entrevista ao The Independent que “houve momentos em que senti que minha vida havia acabado” depois que ela foi demitida da franquia ‘Pânico‘ há um ano.
A atriz foi demitida devido a postagens nas redes sociais sobre a Palestina que a Spyglass, o estúdio por trás da franquia de terror, considerou antissemitas.
“Tudo ficou quieto por, tipo, 10 meses”, disse Barrera. “Eu ainda estava recebendo ofertas para pequenas coisas aqui e ali – não vou mentir e dizer que não havia nada – mas [a mensagem] era, tipo, ‘Oh, ela provavelmente não tem trabalho, ela vai dizer sim para qualquer coisa.’”, ela afirmou.
Após a demissão de Barrera, Jenna Ortega também saiu do filme.
A Spyglass decidiu continuar com o filme e chamou o elenco original.Neve Campbell volta com Sidney Prescott e Courteney Cox como Gale Weathers.
Além delas, a atriz ‘Isabel May’, conhecida por interpretar Elsa Dutton em ‘1883‘ e ‘1923’, foi escalada para viver a filha de Sidney.
Vale lembrar que vazamentos indicam que ‘Pânico 7′ poderá apresentar um novo tipo de estrutura na franquia, abordando duas histórias principais ao mesmo tempo.
As filmagens devem começar em janeiro e se estendem até abril de 2025 em Atlanta. Inicialmente, o filme começaria a ser filmado no final desse ano.
O filme chega aos cinemas dia 27 de fevereiro de 2026.
A adaptação de ‘Se Não Fosse Você‘ (Regretting You) estreou em primeiro lugar como o filme mais alugado no catálogo do Prime Video.
Em ‘Se Não Fosse Você‘, acompanhamos a história de um casal que vê sua relação ser colocada à prova após um acontecimento inesperado mudar completamente o rumo de suas vidas. Entre escolhas difíceis, segredos do passado e decisões que não podem ser desfeitas, os dois são forçados a confrontar sentimentos mal resolvidos e a imaginar como tudo poderia ter sido diferente caso tivessem feito outras escolhas.
Misturando drama e romance, o filme explora temas como destino, arrependimento, amor e segundas chances, mostrando como pequenos acontecimentos podem alterar profundamente o futuro de uma relação. Ao alternar momentos emocionais intensos com reflexões íntimas, a produção convida o público a pensar até que ponto nossas vidas são moldadas por decisões individuais — e pelo impacto das pessoas que cruzam nosso caminho.
Enquanto parte do público pode ficar cansado com a alta dose de momentos açucarados e melodramáticos, a adaptação de ‘Se Não Fosse Você’ cumpre com o esperado e se vale bastante do talento do elenco para alcançar um objetivo muito claro – entreter e levar os espectadores a refletir sobre a efemeridade da vida e sobre a busca da felicidade mesmo nas horas mais sombrias – Leia a nossa crítica completa!
O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 70 milhões nas bilheterias mundiais. O valor representa mais do que o dobro do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 30 milhões.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 38.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 32.4 milhões através de 57 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 71 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$5.5M), Alemanha (US$3.3M), Austrália (US$2.9M), Brasil (US$1.5M) e México (US$1.5M).
Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – alcançando míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o romance recebeu uma nota B do público no CinemaScore.
Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) fica responsável pela direção. Ele também assina o roteiro a partir de um rascunho prévio escrito por Susan McMartin (‘After’).
Dave Franco (‘Truque de Mestre’), Allison Williams (‘M3GAN’), Mckenna Grace (‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’), Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’) e Mason Thames (‘O Telefone Preto’), Scott Eastwood (‘Infiltrado’), Sam Morelos (‘That ’90s Show’), Clancy Brown (‘John Wick 4: Baba Yaga’) e Ethan Samuel Costanilla (‘Oh. What. Fun.’) estrelam.
A força sem inteligência é como o movimento sem direção. Baseado no livro Hidden Figures, de Margot Lee Shetterly, Estrelas Além do Tempofala sobre o preconceito na época da corrida espacial, com o foco em três grandes mulheres negras que ajudaram a mudar o rumo das descobertas norte americanas nesse período.
Com ótimas atuações e uma trilha sonora assinada pelo craque Pharrell Williams, o longa metragem dirigido pelo cineasta Theodore Melfi (Um Santo Vizinho) é um daqueles belos filmes, nessa época corrida de muitos lançamentos de prováveis indicados ao Oscar, que você não pode perder.
Na trama, conhecemos três mulheres fortes e determinadas que trabalham em um departamento específico de matemática dentro da toda poderosa Nasa. A matemática brilhante e mãe de três filhas Katherine G. Johnson (Taraji P. Henson, em mais uma bela atuação), a engenheira e dona de duas graduações na área das exatas Mary Jackson (Janelle Monáe) e a primeira supervisora mulher e negra da história da Nasa Dorothy Vaughan (Octavia Spencer, em mais um grande trabalho no cinema).
Cada uma na sua área de atuação, mas todas dentro do mesmo departamento, com um foco maior em Katherine, vamos descobrindo ao longo dos 127 minutos de projeção todo o preconceito e obstáculos que as jovens precisam enfrentar para poder ajudar seu país em uma importante disputa com a Rússia no domínio das navegações espaciais.
O filme começa com um belo arco inicial, focando no cotidiano profissional das três amigas e toda a luta para conquistarem seus reconhecimentos. Tendo que viver com uma segregação racial absurda, onde até os banheiros e refeitórios da Nasa eram divididos pela cor das pessoas, as três brilhantes em suas carreiras profissionais precisam ser valentes e lutarem por seus merecidos direitos a todo instante.
O filme retrata bem essa época e faz uma grande reflexão também com os dias atuais e a merecida valorização da mulher no mercado de trabalho. A matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o universo, as leis dos senos e cossenos, além de diversas fórmulas complexas, que ajudam as três protagonistas a encontrem seu espaço em um planeta que sofre até hoje com atitudes preconceituosas.
No segundo arco, o filme ganha contornos matemáticos profundos, com introdução de uma das personagens a famosa linguagem de programação Fortran (já que uma das jovens precisa entender a programar um enorme computador da ainda pouco conhecida, naquela época, IBM), tentativas de cálculos para levar um norte americano a dar sete voltas completas pela órbita da Terra. Também, nesse segundo arco, um embate jurídico para conseguir frequentar uma faculdade que só entravam brancos por uma das jovens que sonhava em ser engenheira contratada da Nasa.
A história é muito bem contada, tem a força de sua leveza com os arranjos cinematográficos que ficam encaixados matematicamente perfeitos no grande carisma que as personagens possuem.
Dirigido por Buket Alakus e Ngo The Chau, a nova comédia romântica turca/alemã Ela Disse Talvez apresenta sua narrativa de forma simples e objetiva, sem pretensões maiores. Isso não é um problema, longe disso. A questão é que logo percebemos paralelos com uma mistura de outros filmes previsíveis – naquele ritmo e direção que não conseguem se aprofundar em nenhum dos temas que propõem.
Uma jovem arquiteta criada na Alemanha está em um momento radiante de sua vida. Encontrou o amor de seus sonhos – um advogado em crescimento na carreira – e segue em busca dos seus sonhos. Porém, durante uma viagem de férias para a Turquia, descobre segredos do seu passado: ela é filha de um herdeiro de uma família nobre. A partir dessa revelação, ela precisa entender essa situação através de desenrolares que a farão refletir sobre a vida.
Percorrendo lindas cidades e a rica cultura turca – seus costumes e tradições – o pano de fundo dessa obra é arrebatador. Pena que o roteiro insiste em simplificar alguns temas que poderiam ser mais relevantes. A partir de uma protagonista que enfrenta uma crise existencial após uma notícia surpreendente, embarcamos em um história de amor insossa, tomada por clichês, que tem seu respiro apenas no conflito cultural.
Alguns dos méritos de uma obra audiovisual aparecem quando situações despertam a reflexões em quem assiste. Mas, quando chegamos aos créditos finais e não conseguimos pensar em praticamente nada sobre o que vimos, tem algo que não funcionou. Com o ritmo acelerado – fruto de uma edição que se mostra presente -, e personagens simpáticos, porém longe de serem carismáticos, a maior fragilidade desta obra é o conteúdo e o que se busca transmitir.
Como o foco apontado para a jornada mirabolante da protagonista – única e exclusivamente -, chegamos em choques culturais, problemas no relacionamento, tradições e rupturas. Um grave problema é que não há um bom desenvolvimento desse conjunto de elementos ligados aos conflitos existenciais, frustrando o público que busca mais do que uma história de amor previsível.
Desfilando no TOP 10 logo na semana de estreia, no maior streaming do planeta (é impressionante como as produções turcas são sinônimo de sucesso em nosso país), Ela Disse Talvez é aquele entretenimento rápido, igual a tantos outros por aí. Mas veja, vai que você gosta!
Ah, os anos 80! A década que a cultura pop não deixa morrer está sempre em voga em nossos corações. Esta época é tão especial que até mesmo os que não viveram nela a celebram como se pertencentes, tendo a memória reativada através de programas de TV, filmes, peças de merchandising e as mais variadas mídias. É por essas e outras que os anos 80 são agora! Não foram embora e jamais irão. Entre inúmeras outras coisas, porque para a cultura pop foi a consolidação dos blockbusters e dos produtos de entretenimento que transcendiam as telas para o nosso dia a dia.
Os filmes mais queridos quando falamos da mais pura diversão saíram desta década. Mas os anos 80 não marcaram apenas no cinema. E a Televisão também atingia picos de popularidade, com programas eternos que jamais esqueceremos. Para mergulhar fundo de cabeça nesta nostalgia, vamos lembrar agora com você as séries de ação mais queridas da década de 80. Confira abaixo.
A Supermáquina
O ator alemão (!?) David Hasselhoff ganhou seu famoso status galhofeiro graças ao seriado S.O.S. Malibu(Baywatch), no qual interpretava o líder dos salva-vidas heroicos. Bem antes disso, no entanto, ele já marcava seu nome nos anais da TV americana e mundial no programa A Supermáquina. A série fez um enorme sucesso por aqui graças às reprises na TV aberta, mas não ficou no ar por tanto tempo assim. Estreando em 1982, o programa durou “apenas” 4 temporadas, até 1986. Criado por Glen A. Larson (o mesmo de Magnum – que veremos mais adiante na lista), o seriado trazia Hasselhoff contracenando… com um carro! Mas não era um veículo qualquer, a “supermáquina” do título era um equipamento de última geração com direito a inteligência artificial (já naquela época) e até sintetizador de voz, chamado K.I.T.T. – um automóvel da marca Pontiac Firebird Trans Am preto.
Na trama, Hasselhoff era um policial terrivelmente ferido, ficando à beira da morte. Dado como morto, ele na verdade era salvo por um misterioso milionário, que muda seu rosto e sua identidade, agora se tornando Michael Knight. Agora ele passa a trabalhar para seu benfeitor secreto, encarando missões que a justiça não consegue. Ah sim, e KITT é um “presentinho” para ajudá-lo. Alguns anos após o final da série, em 1991, um filme produzido para a TV foi lançado, com o título A Super Máquina 2000, novamente protagonizado por Hasselhoff, mas o carro agora era um Dodge Stealth 1990 vermelho. Um reboot do programa ainda seria tentado em 2008, com A Nova Super Máquina. Aqui, o filho de Michael Knight (papel de Justin Bruening) era o novo protagonista e KITT assumia as formas de um Ford Mustang Shelby GT500KR preto. Duas curiosidades aqui. A primeira é que Hasselhoff retornava para uma participação como Michael, e a outra é que Val Kilmer emprestou a voz para KITT de forma não creditada. O novo programa durou apenas uma temporada.
Esse é inesquecível! Até hoje o termo “MacGyver” é utilizado para se referir a alguém muito safo, que sabe se virar e fazer de tudo um pouco. A grande brincadeira e que de fato acontecia em alguns episódios é que MacGyver criava os artefatos mais elaborados com muito pouco, e assim se livrava das situações mais sem saída. Seu conhecimento científico era sua maior arma. Angus MacGyver, que marcaria para sempre a carreira do ator Richard Dean Anderson, era um agente secreto envolvido nas missões mais mirabolantes. Curiosamente, a fama do ator na época escalou para ele se tornar um símbolo sexual para as mulheres, e toda vez que um interesse amoroso para o protagonista era introduzido no seriado, o canal recebia cartas de fãs reclamando, o que causava a saída da pretendente do programa.
Mais bem sucedido que o item acima, Profissão Perigo (como ficou conhecido no Brasil) teve nada menos que 7 Temporadas, de 1985 a 1992 – quem viveu na época lembra das exibições da Globo aos domingos à tarde. Dois anos após o término da série, em 1994, foram produzidos dois filmes para a TV – MacGyver: Tesouro Perdido de Atlântida e MacGyver: Julgamento Final. Também ao contrário do item acima, a série ganhou um reboot bem sucedido em 2016, que já dura 5 temporadas e tem mais uma garantida para este ano. Quem protagoniza agora é Lucas Till e a produção ficou a cargo de ninguém menos que o mestre James Wan.
Outro que deixou sua marca bem impressa nos anos 80 foi este seriado sobre uma dupla de policiais disfarçados da divisão de narcóticos operando com o belo cenário de Miami como pano de fundo. Igualmente satirizado (como na comédia Friends), homenageado e reconhecido por seus atributos, Miami Vicetalvez seja a série que melhor define a década de 1980. Até mesmo sua sinopse faz questão de frisar que o programa “resplandece com a música, a moda e a vibe dos 80’s”. Don Johnson brilhou e foi alçado ao estrelato na pele do detetive cool James ‘Sonny’ Crockett, que morava num barco vigiado por seu “bichinho de estimação”, o jacaré Elvis. Seu parceiro, o detetive negro Ricardo Tubbs (Philip Michael Thomas), vindo de Nova York, caçava o assassino do irmão. O programa durou 5 Temporadas, de 1984 a 1989. Em 2006, o diretor Michael Mann, um dos produtores do programa televisivo, levou a história para as telonas na forma de uma superprodução mais séria e tensa, onde os protagonistas Crockett e Tubbs eram vividos por Colin Farrell e Jamie Foxx respectivamente.
Um dos chamarizes desse programa que emplacou fortemente com as crianças da época era a presença do truculento Mr. T e seu indefectível corte de cabelo moicano. Saído do universo das lutas livres (Wrestling), tendo trabalhado como guarda-costas e leão de chácara, o grandalhão se tornaria uma das personalidades mais curiosas e famosas da década. Sempre utilizando de seu bordão “fool”, chamando todos de tolo, ela acabava de sair do sucesso Rocky III – O Desafio Supremo (1982), onde interpretou o antagonista Clubber Lang. Aqui, ao contrário ele era o herói, o brucutu B.A. (Bad Attitude) Baracus. Criado por Stephen J. Cannell (Super-herói Americano) e Frank Lupo (Tiro Certo), o seriado apresentava quatro veteranos da guerra do Vietnã, acusados de um crime que não cometeram. Assim, eles decidem agir por debaixo dos panos como mercenários, protegendo inocentes enquanto fogem dos militares.
O que chamava atenção aqui verdadeiramente era a química de quatro personagens bem diferentes membros deste Esquadrão: John ‘Hannibal’ Smith (George Peppard, de Bonequinha de Luxo) era o líder, o experiente veterano; Templeton ‘Faceman’ Peck (Dirk Benedict) – ou Cara de Pau, como diz o nome no Brasil, era o mulherengo que usava seu charme como arma; ‘Howling Mad’ Murdock (Dwight Schultz) – Louco Furioso no Brasil -, era o piloto de aviões e helicópteros da equipe, e o desequilibrado de plantão, também o alívio cômico. Com B.A. (Mr. T) eles formavam o quarteto de renegados. O programa ficou no ar por 5 Temporadas, de 1983 a 1987. Esta foi outra série que rendeu um filme para o cinema. Em 2010, Liam Neeson, Bradley Cooper, Sharlto Copley e Rampage Jackson foram as novas caras dos personagens numa superprodução.
Conhecida como Magnum P.I. (Private Investigator, ou investigador particular) em seu título original, esta é uma das séries de ação mais bem sucedidas dos anos 1980. O programa ficou no ar nada menos que 8 temporadas, durante praticamente toda a década de 80, de 1980 a 1988. E isso foi tanto uma benção quanto uma maldição para o protagonista bigodudo Tom Selleck. Explico. Ficando marcado para sempre na pele do personagem, um detetive particular com base no Havaí – daí seu figurino repleto de camisas floridas -, o ator ficou impossibilidade de assumir o que seria sem dúvidas um grande passo em sua carreira: Indiana Jones.
Selleck havia sido selecionado por ambos Steven Spielberg e George Lucas para viver o arqueólogo aventureiro no primeiro filme da franquia, Os Caçadores da Arca Perdida (1981), mas os produtores do programa televisivo, que havia acabado de estrear e estava de vento em popa, não abriram mão do ator fazendo valer seu contrato. Assim, Harrison Ford assumiu e o resto é história. Uma curiosidade é que os criadores do desenho animado Tico e Teco – Defensores da Lei (que foi ao ar de 1988 a 1990), da Disney, resolveram brincar homenageando o ocorrido. Assim, os esquilinhos ganharam vestimentas a la Indiana Jones e Magnum. É só conferir abaixo. Magnum é outra série revitalizada para os tempos atuais. Protagonizado por Jay Hernandez, o novo programa estreou em 2018 e já tem 3 temporadas.
As aventuras de Tico e Teco nos anos 80 foram aos moldes de Indiana Jones e Magnum.
O título original aqui é 21 Jump Street, que era o endereço de uma igreja abandonada que servia como base das operações de uma divisão muito peculiar da polícia. E sim, estamos falando do programa que revelou para o mundo o astro Johnny Depp, então um “menino” de 24 anos. Criado pelo mesmo Stephen J. Cannell de Esquadrão Classe A, a trama aqui concentrava em jovens policiais infiltrados em colégios e faculdades para lidar com problemas ligados a este universo estudantil, principalmente tráfico de drogas. A sacada era que estes agentes da lei eram escolhidos justamente por sua aparência muito jovial, o que lhes proporcionava a infiltração perfeita no meio de estudantes. O programa fez um enorme sucesso com o público mais novo pela proximidade do tema, durando 5 temporadas, de 1987 a 1991. Ah sim, a série ganhou uma das investidas cinematográficas mais bem sucedidas, com dois filmes protagonizados por Channing Tatum e Jonah Hill, em 2012 e 2014, que não se levam nem um pouco a sério, escrachando a trama absurda do seriado.
Bônus: Dama de Ouro
Essa é só para quem cresceu na época. O programa foi feito famoso por aqui devido às inúmeras reprises na Globo, que marcaram os anos 80. Porém, em seu país de origem, os EUA, não fez sucesso, rendendo apenas uma temporada de 14 episódios. Mas os que viveram o período jamais esquecerão da policial ruivinha Katy Mahoney. Protagonizado pela bela Jamie Rose e seus cachinhos vermelhos, a série era planejada como uma versão feminina de Dirty Harry, e trazia a policial em casos pela violenta cidade de Chicago, usando de métodos nada ortodoxos no combate ao crime e sempre com seu trabuco, uma Magnum 357 em punho. Danny Aiello interpretava seu chefe na força. O programa foi ao ar em 1985. Seria muito legal tirar a detetive dos anos 80 para os novos tempos. Será que cabe?
Como seria a policial Katy Mahoney nos dias de hoje?
Duas novas séries estrearam na TV americana na última terça (13), ‘Rise‘, da NBC, e ‘For the People‘, da ABC. Ambas competiram diretamente uma contra a outra, uma vez que foram exibidas no mesmo horário.
‘Rise‘ facilmente levou a melhor, garantindo 1.2 na demo, o que são números razoáveis para tv atual. Já ‘For the People‘, produzido pela Shonda, não teve tanta sorte. Colocada no que é conhecido como o “timeslot da morte” da emissora – um horário e dia que nenhum outro show consegue sobreviver –, a série só conseguiu 0.8 em sua estreia, o que já a coloca em risco de cancelamento.
Deve-se levar em consideração também que ‘Rise‘ teve o lead-in do maior sucesso da NBC, ‘This is Us‘, enquanto ‘For the People‘ não contou com muita ajuda, o que indica que a emissora não estava confiante na série.
Como de costume, os números após uma Series Premiere tendem a cair, e será a porcentagem dessa queda que determinada se algum desses shows viverá mais um ano.
O Hulu divulgou o trailer do terceiro episódio da série antológica de terror ‘Into the Dark‘, produzida em parceria com a Blumhouse, intitulado ‘Pooka‘.
No episódio, um ator em dificuldades ganha um emprego na temporada de férias como um personagem de Natal em um terno de pelúcia para promover o brinquedo mais requisitado do ano, Pooka. No começo, é uma distração divertida e amigável, mas ele desenvolve lentamente duas personalidades: uma quando ele está no terno e uma que está fora – enquanto Pooka lentamente começa a tomar posse dele.
A trama acompanha a trajetória do jovem Ez Reyes (Pardo), cujo potencial foi podado quando ele foi preso precocemente. De volta às ruas, ele entra em uma rota de ascensão no clube. Lidando com seu desejo por vingança contra o cartel, ele busca o respeito das mulheres que ama enquanto tenta se estabelecer dentro dos Mayans.
O terror chinês ‘Killer Bee Invasion‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa é dirigido pela dupla Liu Song e Xu Liang.
Uma equipe de pesquisa conduziu um experimento na ilha da morte. Durante o processo, dezenas de milhares de abelhas assassinas escaparam do laboratório e atacaram cientistas e funcionários em um frenesi. Após o acidente, Qin Tian, líder da equipe de segurança chinesa em patrulha, rapidamente levou a equipe de resgate ao laboratório para resgate. Ao mesmo tempo, as abelhas assassinas estão se reproduzindo descontroladamente, e toda a ilha se tornou infestada de abelhas; e essa “crise bioquímica” se espalhou rapidamente para outras regiões. Mas o que é ainda mais aterrorizante é que, além de abelhas assassinas na ilha, há uma tribo misteriosa os observando, e uma criatura sanguinária desconhecida está atacando todos.
O elenco conta com Zhang Yaqi Yu Xinyan, Wen Zexuan, Hong Fang You Fei, Su Gang, Diego Dati e Warwick Gilles.
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