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Tubarão | Clássico de Steven Spielberg completa 45 Anos – Conheça Curiosidades

Tubarão (1975), de Steven Spielberg, é um dos filmes mais adorados de todos os tempos. Não importa que tipo de cinéfilo você seja, certamente já ouviu falar sobre este thriller. E caso ainda não tenha assistido, pare tudo e corra para ver!

Se mostrando mais atual do nunca, hoje conseguimos perceber as fortes conotações do texto – por estarmos de certa forma vivenciando algo parecido, de forma global. Na trama de Tubarão, uma pequena cidade é atacada por uma enorme criatura marinha, bem no auge do verão – época em que o local recebe seus turistas e tem seu ápice financeiro para o ano. Algumas pessoas começam a morrer, mas isto não é nada para os governantes e comerciantes locais, pior seria fechar as praias e arcar com o prejuízo. Assim, praias abertas e cidadãos em perigo. Soa familiar?

Em 2020, este verdadeiro clássico da sétima arte completa 45 anos de lançamento, tendo feito sua estreia mundial nos EUA no dia 20 de junho de 1975. No Brasil, o longa chegou no dia de natal (uma data nada propícia), em 25 de dezembro do mesmo ano.

Tudo e muito mais já foi dito sobre esta produção icônica, mas como toda homenagem para uma obra-prima deste nível é pouca, o CinePOP resolveu reverenciar esta lenda do cinema com algumas curiosidades sobre o filme. Vem conhecer.

Primeiro Blockbuster da História

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Hoje, o termo blockbuster é muito utilizado ao nos referirmos a superproduções do cinema. Mas o que muitos podem não saber, é que ele foi criado lá em 1975 com o filme Tubarão. Blockbuster, ou arrasa-quarteirão, foi o termo usado para o filme devido às filas quilométricas que se acumulavam em torno de quarteirões dos cinemas que exibiam o longa.

Tubarão (ou Jaws no original, “Presas”) foi o primeiro filme da história a acumular em bilheteria mais de US$100 milhões, se tornando assim o longa mais rentável de todos os tempos – recorde quebrado dois anos depois com Guerra nas Estrelas (Star Wars, 1977).

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Assim como no Brasil, a ideia original era lançar Tubarão nos cinemas em dezembro até mesmo nos EUA. Mas atrasos devido a uma produção problemática, fizeram com que o filme fosse empurrado de dezembro de 1974 para junho de 1975. Curiosamente, antes de Tubarão, o meio do ano nos EUA, época do verão norte-americano, era conhecido como o período em que os estúdios jogavam suas piores produções, já que grande parte dos americanos preferia atividades ao ar livre nesta época. O conceito mudou por causa de Tubarão e até hoje o verão dos EUA é a época dos maiores lançamentos nos cinemas.

Outro detalhe é que a Universal, estúdio produtor do filme, ficou tão feliz com o resultado de Tubarão nas bilheterias, que resolveu desembolsar mais US$700 mil somente para divulgar o filme em comerciais de televisão, algo sem precedentes.

Oscar

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Você sabia ou lembrava que Tubarão foi indicado ao Oscar de melhor filme? Pois é. Sabemos que um filme é perfeito sem defeitos, quando além de se tornar um fenômeno de bilheteria, entrando para a história pelo feito e criando até mesmo um termo para tal, ele ainda é agraciado pela maior entidade do ramo, a Academia do Oscar. Tubarão foi indicado para 4 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme (o único que não levou, perdendo para Um Estranho no Ninho). O longa foi premiado como melhor edição, som e trilha sonora – pelo icônico tema do maestro John Williams. Por falar na trilha, curiosamente, quando Spielberg a ouviu pela primeira vez não gostou e achou que Williams estava brincando.

E se falamos nas injustiças de diretores com filmes indicados ficarem de fora da categoria de direção atualmente, com 10 filmes e apenas 5 possíveis cineastas, imagina numa época em que era 5 para 5. Tubarão foi o único filme daquele ano a não ter seu diretor indicado na categoria. Ocupando a vaga de Spielberg, o lendário cineasta italiano Federico Fellini com sua comédia Amarcord.

Diretor

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Como todos sabem, Steven Spielberg iniciou bem sua carreira com o sucesso tremendo de Tubarão em seu currículo. O diretor tinha apenas 28 anos na época, e apesar do sucesso, a produção foi tão problemática que o cineasta já afirmou diversas vezes que não faria o filme se recebesse uma segunda chance. Ou quem sabe não o faria da forma que fez.

Mas o que nem todos talvez saibam, é que Spielberg não era a primeira opção para dirigir o longa. Antes dele, Dick Richards (mais conhecido como produtor de Tootsie) foi contratado, mas prontamente demitido após uma reunião com produtores e executivos da Universal. O motivo da demissão foi por Richards ter confundido baleias e tubarões – ao que os produtores afirmaram que não trabalhariam com um diretor que não soubesse esta diferença básica.

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Assim como de costume nos filmes de Hitchcock, Spielberg faz uma “participação” no filme. É sua a voz no rádio avisando que a esposa do xerife estava ligando, no final do filme a bordo do barco Orca.

Michael Winner, que acabava de marcar um golaço com o sucesso de Desejo de Matar (1974), foi outro diretor considerado para o comando de Tubarão, antes de Spielberg ser de fato contratado.

Elenco

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Para o papel principal do filme, o policial Martin Brody, atores como Robert Duvall e Gene Hackman foram considerados. O nome que chegou mais perto, no entanto, foi o de Charlton Heston (Planeta dos Macacos). Apesar de ter gostado da ideia de ter o ator no papel, Spielberg optou pela não contratação devido à persona heroica que Heston construíra em filmes catástrofe como Terremoto (1974) – imaginando que o público acharia que o tubarão não seria páreo para o ator. Heston ficou chateado com o fato e jurou nunca trabalhar com Spielberg. O papel, é claro, ficou eternizado nas formas do saudoso Roy Scheider.

Richard Dreyfuss ainda era um ator novato quando colaborou com Spielberg em Tubarão, no papel do oceanógrafo Matt Hooper. Antes da escolha do ator, o personagem foi oferecido para Jeff Bridges, Jon Voight e Dustin Hoffman. Já o papel do pescador veterano Quint, interpretado de forma tão intensa por Robert Shaw, quase teve as formas de Robert Mitchum e Oliver Reed, que recusaram a oferta.

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Nos bastidores, Robert Shaw e Richard Dreyfuss não se deram bem. Shaw constantemente hostilizava o então novato Dreyfuss, criando assim um realismo maior e tensão entre seus personagens antagonistas. Shaw tinha problema com bebida e constantemente era visto com copos de drinks pelo set entre takes. Até mesmo o cordial Scheider o definiu como “um perfeito cavalheiro sóbrio, mas só bastava um drink para ele se tornar um filho da p… competitivo”. Shaw fez a cena do monólogo sobre a Segunda Guerra bêbado, e Spielberg não conseguiu aproveitar nenhuma linha de diálogo. Envergonhado, o ator pediu mais uma chance e no dia seguinte entregou a poderosa atuação que vemos no filme.

Curiosamente, o autor do livro no qual o filme é baseado, Peter Benchley, queria como protagonistas Robert Redford, Paul Newman e Steve McQueen, apenas os três maiores astros da época – humilde o sujeito, não? Redford e Newman dividiram as telas em Butch Cassidy (1969) e Golpe de Mestre (1973), e Newman e McQueen contracenaram em Inferno na Torre (1974).

Benchley, autor do livro, participa do filme como ator em uma ponta – ele vive o apresentador/repórter que aparece noticiando sobre os eventos no local direto da praia.

Livro

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Steven Spielberg não era o maior fã do livro de Peter Benchley, e logo providenciou para que muito do texto fosse alterado para o filme. Entre as principais mudanças de livro e filme estão o caso que Hooper tem com a mulher do xerife (excluído do longa), a morte do próprio Hooper dentro da gaiola de proteção e a morte de Quint, que seria puxado para o fundo do mar pelo tubarão através de uma corda enrolada em seu pé, e não devorado como no filme.

Mas o principal incômodo do autor foi em relação ao final, quando o tubarão explode. Benchley protestou tanto que precisou ser removido do set de filmagem. Spielberg ainda afirmou que em seu desfecho original, Brody olharia após matar o tubarão e veria diversas outras barbatanas na água se aproximando. Seria um desfecho mais sombrio.

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O roteirista Carl Gottlieb, que adaptou o livro para as telonas, disse ter se inspirado em duas ficções científicas clássicas na hora de retratar o tubarão no texto. A primeira foi O Monstro do Ártico (1951), refilmado por John Carpenter como O Enigma de Outro Mundo (1982), no qual vemos o “monstro” apenas no último “rolo”, ou seja, no terceiro ato. O outro é Veio do Espaço (1953), onde, segundo o autor, o suspense era elevado por termos a criatura sempre fora de cena.

Produção

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Numa das cenas iniciais do filme, vemos o que restou do corpo da jovem banhista que é a primeira vítima do tubarão. O braço artificial criado para a produção, no entanto, não agradou, assim Spielberg enterrou de verdade uma funcionária da equipe na areia para a cena, fazendo do braço que vemos no filme mais real impossível.

O infame tubarão, um robô animatrônico criado especialmente para o filme, não funcionava direito. Esta foi a fonte dos maiores problemas de Spielberg e a da equipe de produção. Além de parecer muito falso, a criação vivia dando defeitos, pifando, afundando e fazendo tudo o que não deveria. Justamente precisando ser contornado com a criatividade narrativa do cineasta – que escondeu o “vilão” enquanto pôde. No geral, o tubarão aparece em cena somente por 4 minutos no longa. Spielberg, inclusive deu um nome para o tubarão falso: Bruce – em homenagem a seu advogado.

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Além do “boneco”, o filme também utiliza imagens reais de um tubarão – na cena em que Hooper desce na gaiola. Em outro momento, os moradores da cidade acreditam ter matado o tubarão que estava aterrorizando as praias e o exibem no porto. Esse tubarão era real, morto por pescadores na Flórida, já que onde o longa estava sendo filmado não existia um tubarão deste tamanho. O tempo que o bicho demorou para ser transportado até o set pelo mar, fez com que ele entrasse em decomposição e começasse a feder muito – dificultando o trabalho dos atores que precisavam ficar próximos a ele na cena.

A pequena cidade onde o filme se passa, Amity Island, é fictícia. O local usado como locação foi a famosa rota turística para os ricos e famosos nos EUA, onde inclusive o ex-presidente Barack Obama recentemente comprou uma mansão: Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Foi a primeira vez que o local foi utilizado como cenário para uma produção cinematográfica.

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A famosa cena de zoom no filme, quando o xerife Brody percebe que o menino está sendo atacado na água pelo tubarão, ficou conhecida como a “tomada Tubarão” por alguns professores de cinema. Esta tomada, no entanto, foi criada por Irmin Roberts para simular a desorientação devido a altura em Um Corpo que Cai (1958), de Alfred Hitchcock – na qual é utilizada o zoom para frente enquanto o trilho se afasta com o câmera no tracking. Em Tubarão o oposto ocorre, um tracking se aproximando, enquanto o zoom se afasta.

Steven Spielberg sempre considerou Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) como uma espécie de sequência para Tubarão – ao menos em espírito. Sem dúvida é bem melhor pensar assim como o diretor, do que ter que encarar as malfadadas continuações reais do filme. Curiosamente, porém, antes de se tornar um filme, Tubarão foi cogitado como uma série de TV – sendo anunciado inclusive em revistas do ramo de cinema na época, neste formato. A ideia era ter uma celebridade como convidada, sendo devorados toda semana, como numa antologia.

‘Marvel’s Avengers’ ganha trailer informativo apresentando mecanismos do jogo; Assista!

A Square Enix divulgou um novo trailer informativo do game ‘Marvel’s Avengers’, apresentando alguns dos recursos que os fãs poderão experimentar assim que o jogo chegar às lojas, em 04 de setembro.

O trailer mostra que os personagens podem ser customizados com uniformes e equipamentos diferentes, além de evoluírem ao longo da trama para conquistarem diversas combinações de habilidades e golpes.

Confira:

Previsto inicialmente para maio deste ano, o jogo foi adiado e teve que passar por algumas atualizações antes de chegar às plataformas de video game.

Ron Rosenberg, diretor da Crystal Dynamics, a desenvolvedora do jogo em parceria com a Squire Enix, disse que foi uma decisão difícil, mas necessária para garantir aos fãs a melhor experiência possível em jogabilidade.

Em uma parte do comunicado, Rosenberg diz que:

“Como fãs, é uma honra e um privilégio trabalhar com esses personagens lendários e sabemos o que eles significam para nós e para os verdadeiros fãs em todo o mundo. Quando decidimos trazer a vocês a nossa visão dos ‘Vingadores‘, nos comprometemos a oferecer uma jogabilidade original baseada nos quadrinhos, envolvendo cooperação e conteúdo atrativo. Para atingir esse fim, precisamos de tempo adicional com foco no desenvolvimento e no aprimoramento para os altos padrões que nossos fãs esperam e merecem.”

A declaração foi encerrada com um pedido de desculpas e uma garantia de que a espera irá valer à pena.

Assista ao gameplay:

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O painel da Marvel Games na SDDC acontece hoje às 13h30 no Hall H. Enquanto isso, assista ao trailer do jogo:

‘Homem-Aranha’ enfrenta o ‘Sexteto Sinistro’ em fã-pôster SENSACIONAL; Confira!

Mais cedo ou mais tarde, a Sony e a Marvel devem produzir uma adaptação do ‘Sexteto Sinistro‘ agora que novos personagens relacionados ao ‘Homem-Aranha‘ estão chegando às telonas.

Pensando nisso, um fã compartilhou no Instagram um pôster imaginando o herói enfrentando o grupo de vilões formado por Mysterio, Abutre, Carnificina, Morbius, Escorpião, e Shocker.

E o resultado ficou simplesmente incrível. Confira:

Lembrando que as gravações de ‘Homem-Aranha 3‘ estavam agendadas para o mês de julho, mas foram interrompidas devido à propagação do Coronavírus.

Maiores detalhes não foram revelados, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que a produção for retomada.

Dirigido por Jon Watts, o longa está previsto para para 2021.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Vingadores: Guerra Infinita’ tem 10 minutos de cenas cortadas do passado de Thanos

Os vilões da Marvel costumavam não ser tão profundos e aclamados, mas isso mudou com a chegada de Killmonger (Michael B Jordan), em “Pantera Negra”, e mais recentemente com Thanos (Josh Brolin), que vinha sendo introduzido nas cenas pós-créditos de alguns filmes e teve sua aguardada aparição final nos dois últimos ‘Vingadores’, o que fez dele o vilão dos vilões do MCU.

Acontece que o público poderia entender o personagem ainda melhor, já que seu passado seria mais explorado nos filmes. Em ‘Guerra infinita’, ficamos sabendo que ele perdeu seu planeta natal, Titã, por causa da falta de recursos, o que alimentou sua missão de equilibrar a balança do universo. Originalmente, no entanto, flashbacks exploravam a infância de Thanos e outros momentos importantes de seu passado.

Em entrevista ao Comic Book, o codiretor de ‘Guerra Infinita’, Joe Russo, revelou que, embora isso não tenha chegado ao corte final, ele está feliz por ter gravado as cenas de qualquer maneira, já que foram úteis para ele e seu irmão, Anthony Russo (que também dirigiu o filme), entenderem melhor quem era Thanos.

“Claro. Fizemos muitos rascunhos de ‘Guerra Infinita’ que envolviam o passado de Thanos. Nós até tivemos um rascunho com dez minutos de história, acompanhando sua infância, depois tentando convencer seu planeta de que estava condenado, e a ideia de matar aleatoriamente metade da população para salvar Titã… Então ele seria aprisionado fora do planeta e, eventualmente, o observava se destruir. Seria um outro filme inteiro, mas às vezes esse é o prêmio: escrever esse rascunho, pelo menos. Agora eu tenho isso gravado na minha mente. Eu entendo isso. Brolin pôde ouvir esse íntimo nível de detalhes para que o personagem fosse construído da melhor forma. Ele é um personagem torturado, um sociopata, mas no final é um sociopatia benevolente.”

Foi essa concepção do personagem que tornou sua história tão próxima do público, fazendo os fãs simpatizarem com alguém que não fosse o herói no final. Thanos foi a verdadeira estrela de ‘Vingadores: Guerra infinita’.

Não foi revelado se esse material será lançado futuramente em uma versão estendida.

‘Solar Opposites’: Animação do criador de ‘Rick e Morty’ novo divertido trailer; Assista!

O Hulu divulgou o novo trailer oficial da série animada Solar Opposites.

Confira:

A série irá estrear no dia 08 de maio.

A produção foi criada por Justin Roiland (Rick and Morty) e Mike McMahan.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

Roiland, Sean Giambrone e Mary Mack fazem parte do elenco de dubladores.

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‘The Walking Dead’: 9ª temporada já está disponível na Amazon Prime

Andrew Lincoln as Rick Grimes and Norman Reedus as Daryl Dixon - The Walking Dead _ Season 5, Episode 1 - Photo Credit: Gene Page/AMC

A 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘ já está disponível no catálogo da Amazon Prime Video do Brasil.

A temporada também seria disponibilizada hoje, 15, na Netflix. Porém, o streaming teve problemas com o conteúdo e não revelou quando irá lançar os episódios.

A nona temporada é ambientada um ano e meio após o fim da guerra. Agora, os sobreviventes estão tentando se reorganizar seguindo as ordens de Rick. Porém, o mundo está mudando rapidamente, alterando a paisagem e criando novos desafios.

Assista ao trailer:

A Despedida [SPOILERS]

Rick Grimes (Andrew Lincoln) não é visto em ‘The Walking Dead‘ desde a 9ª temporada, mas a história do personagem ganhará uma continuação no cinema, para o alívio dos fãs.

No entanto, o próprio elenco ficou insatisfeito com a decisão de remover Rick da trama principal, já que o personagem era um dos pilares do grupo desde o início da série.

Durante uma entrevista para o Popcorn with Peter Travers, Norman Reedus, intérprete de Daryl Dixon, disse que protestou contra a saída de Lincoln e sente muita falta do amigo.

“Lembro-me do dia em que Andy saiu. Eu estava almoçando e, quando voltei ao trailer, fiquei muito deprimido. Eu não concordei com isso, entende? Lembro de vê-lo pela última vez nos bastidores, ele sentou na cadeira que sempre sentava e estávamos rindo por um momento… Ele saiu deixando suor, sangue falso e a marca do próprio corpo na cadeira. Eu nem quis vê-lo ir embora, porque eu estava muito triste.”

Há alguns meses, Scott M. Gimple, diretor criativo da franquia, conversou com a Entertainment Weekly e deu alguns detalhes sobre o processo de produção da trilogia focada em Rick Grimes.

“Ainda estamos trabalhando no roteiro. No momento, alguns trechos estão sendo detalhados. Não quero entregar muito, mas posso dizer que está ficando incrível e queremos tornar isso muito especial para todos os envolvidos.”

Questionado sobre o início da produção, Gimple disse que nenhum diretor foi escolhido e que, por enquanto, o foco é o roteiro.

“Temos alguns planos diferentes, dependendo de alguns fatores com os quais precisamos lidar, desde o roteiro até os aspectos do produto final. Como estamos em pré-produção, estamos decididno o que precisa estar em foco.”

O cineasta também garantiu que os filmes farão jus à imagem de Rick Grimes, e que a história irá expandir os elementos criados a partir da série.

“Continuaremos contando a história de Rick e descobriremos grande parte do mundo através dessa história. Rick será desafiado de diferentes maneiras pelas quais, de alguma maneira, tudo o que ele passou foi como um preparo para o que está prester a enfrentar. É um mundo muito maior do que aquele em que ele estava na série. Estaremos apresentando um mundo completamente novo.”

Lembrando que a Universal Pictures já divulgou o teaser do primeiro filme baseado na franquia, que mostrará o que aconteceu com o personagem após seu desaparecimento.

Rick Grimes retorna”, afirma o vídeo.

Assista:

 Ainda sem sem título, o início da trilogia não tem previsão de estreia.

‘Dois Irmãos’: Ouça “Carried Me With You”, música original da animação

Walt Disney divulgou o vídeo oficial de “Carrie Me With You”, música original cantada por Brandi Carlile para a animação Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’.

Confira:

O filme já está disponível em VOD.

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

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‘Valéria’: Nova comédia da Netflix ganha trailer cheio de pegação; Assista!

A Netflix divulgou o trailer legendado da comédia ‘Valéria‘.

Confira:

A comédia será lançada na plataforma no dia 8 de maio.

Valeria é uma escritora que atingiu um beco sem saída, tanto com seu trabalho, quanto com seu marido. Ela encontra apoio em suas três amigas, Carmen, Lola e Nerea.

A série foi criada por María López Castaño.

O elenco conta com Diana Gómez, Silma López, Paula Malia e Teresa Riott.

Crítica | Sérgio: Wagner Moura em atuação sensível na cinebiografia da Netflix

Sergio - Wagner Moura, Ana de Armas - Photo Credit: Netflix

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

Independente de ideologias ou percepções políticas, é inegável e irrefutável o papel que Sérgio Vieira de Mello teve para muito além das fronteiras cariocas. Como um diplomata da ONU, ele foi responsável por um extenso trabalho na área de Direitos Humanos, ajudando a conduzir a transição de governos em regiões de conflitos armados, sendo a ponte entre os gestores e seu povo. Funcionário da organização desde 1969, seu trabalho naturalmente ganhou os holofotes, repercutiu positiva e negativamente ao redor do mundo e mais uma vez chega às telonas em Sérgio, cinebiografia homônima que novamente traz o cineasta Greg Barker de volta à temática.

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Existe uma admiração particular que exala da nova produção original da Netflix. Barker não é estranho em se tratando da narrativa que conta e em 2009, também no Festival de Sundance, lançou o documentário intitulado Sérgio. Percorrendo a jornada do diplomata até a sua inesperada morte, em virtude de um atentado à base da ONU em Bagdá, o material não ficcional é um relato categórico sobre o homem e sua imperscrutável relação com seu trabalho. E aqui, repetindo a trama que já conhece muito bem, ele faz da cinebiografia uma forma de aproximar um tipo de audiência diferente daquela apaixonada por obras documentais. Recontando os suspiros finais do personagem homônimo, a dramatização dessa figura pública traz a doçura e delicadeza de alguém que – particularmente – é apaixonado pela história que conta.

E na cinebiografia, Wagner Moura assume as feições de Sérgio. Sem os traços físicos semelhantes, ele faz da sua caracterização artística como o elo de conexão entre a audiência e a figura que ele relata. Trazendo uma atuação diferenciada de seus principais trabalhos, ele faz da cinebiografia uma nova maneira de se apresentar ao público, mostrando facetas diferenciadas, uma sutileza em seu olhar e um sorriso que cativa de forma que ainda não tínhamos visto em suas performances. Sensível e com o corpo bem mais esguio, ele tenta garantir um aspecto mais envelhecido para viver os dias finais de Vieira de Mello e ainda que fisicamente não consiga, sua emocional entrega ao personagem fazem do seu trabalho um deleite para audiência. Diante da sua visão do Sérgio, quase nos esquecemos do seu Capitão Nascimento e Pablo Escobar.

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A produção ainda ganha um fator ainda mais cativante, que se revela no baile dado por Ana de Armas em sua atuação como a esposa de Sérgio. Com os cabelos loiros e uma delicadeza natural dela mesma, a atriz não cansa de nos surpreender e rapidamente nos lembra porque não apenas fora recentemente indicada ao Globo de Ouro por Entre Facas e Segredos, mas porque também promete ser uma das grandes atrizes dos próximos anos. Vulnerável em praticamente todas as cenas, ela ainda faz um contraponto com a bravura de ser a mulher que decidiu se expor às condições mais adversas, por admiração pelo trabalho do esposo e por também amar servir algumas das regiões mais perigosas do mundo. E sua personificação de Carolina é o que nos vidra no filme, com Armas sempre roubando as atenções – mais uma vez – sem cerimônias.

Com uma direção poética que explora a percepção que Sérgio tinha sobre o mundo e os contextos que o cercavam, a cinebiografia sabe usar a luz natural a seu favor em todo tempo. Absorvendo a natureza para a sua fotografia, o filme ainda consegue promover pequenas experiências sinestésicas, ao trazer Moura desfrutando dos raios solares que atravessam as folhagens de uma mata fechada ou se banhando na Praia do Arpoador. E fazendo uma quase carta de amor ao diplomata e sua esposa, Sérgio é um longa que muitas vezes troca os diálogos por olhares mais profundos e de quebra ainda consegue deixar a audiência sem palavras.

Diretores de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ vão realizar novo remake de ‘Poltergeist’

De acordo com o Deadline, a MGM deu carta branca para os diretores Joe & Anthony Russo (‘Vingadores: Guerra Infinita‘) comandarem qualquer filme em seu catálogo, e a dupla teria escolhido realizar um novo remake de ‘Poltergeist‘.

Novas informações devem sair em breve.

Vale lembrar que ‘Poltergeist‘ já ganhou um remake em 2015. Apesar de ser sido um sucesso moderado – arrecadou US$ 95.4 milhões mundialmente –, o longa foi massacrado pelos críticos e teve uma recepção morna do público, o que inviabilizou a continuidade de uma possível franquia.

O primeiro longa, lançado em 1982, rendeu duas sequências, que tiveram um desempenho decepcionante entre os espectadores e os críticos em comparação ao original.

Nia Vardalos confirma planos para ‘Casamento Grego 3’

A roteirista e atriz Nia Vardalos revelou em entrevista à revista Closer Weekly que já está desenvolvendo ‘Casamento Grego 3’ (My Big Fat Greek Wedding 3).

“Eu não posso contar qual é a minha ideia, se não teria que te matar. Mas já estou planejando Casamento Grego 3”, brincou a atriz.

O primeiro filme estreou nos cinemas em 2002, com a produção de Tom Hanks e Rita Wilson, custou baixos US$ 5 milhões e arrecadou mais de US$ 360 milhões mundialmente.

A sequência foi lançada em 2016 e contou com o retorno do elenco original, e a então novata Elena Kampouris, interpretando a filha de Nia. O filme faturou apenas US$ 91 milhões mundialmente.

Os fãs da série podem esperar que a família Portokalos e o resto da gangue original se reúnam para a sequência. Vardalos enfatizou que ela e os outros atores da série, incluindo Lainie Kazan, John Corbett, Michael Constantine e Andrea Martin, ainda estão muito próximos e confirmaram interesse em retornar.

Mais unida do que nunca, a grande família Portokalos volta ao

Crítica | Casamento Grego 2 

 

‘Unbreakable Kimmy Schmidt’: Especial interativo ganha sinopse e teaser oficiais; Confira!

Netflix divulgou a sinopse e o primeiro teaser oficiais do especial interativo da aclamada comédia Unbreakable Kimmy Schmidt.

Confira:

Kimmy Schmidt parte na maior aventura de sua vida. Três estados! Explosões! Um hambúrguer dançante! E você, o espectador, vai decidir como a história se desenrola. Você vai seguir o plano maligno do Reverendo e obrigar Kimmy a se casar com ele? Ou vai acidentalmente causar uma guerra contra os robôs? Então pegue seu controle e uma bandea de guloseimas, porque Kimmy vai ganhar seu próprio especial interativo!

Ellie KemperTituss BurgessJane KrakowskiJon HammCarol KaneDaniel Radcliffe retornam para o episódio.

Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. The Reverend’ estreia no dia 12 de maio.

As Melhores Músicas do Ano (Até Agora)

Se 2019 provou ser um grandioso ano para a música, 2020 vem superando todas as nossas expectativas ao se transformar em uma gigantesca e quase generalizada homenagem às dançantes produções dos anos 1970, 1980 e 1990.

Desde o estrondo sonoro que Dua LipaThe Weeknd causaram com álbuns irretocáveis até o retorno de Lady Gaga ao gênero que a colocou no topo do mundo, diversas canções nos encantaram nesses breves quatro meses – e merecem nossa total atenção.

Por isso, separamos uma singela lista que traz para você as 15 melhores músicas lançadas neste ano (até o momento é claro).

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

15. “I LOVE YOU’S”, Hailee Steinfeld

Hailee Steinfeld vem nos prometendo seu álbum de estreia há alguns anos e, desde o lançamento de seu single “I Love Myself”, trilhou um delicioso caminho de amadurecimento que passou por “Back to Life”, “Afterlife” e, finalmente na incrível rendição de “I Love You’s”, que faz homenagem do melhor jeito possível à canção de Annie Lennox – sem deixar de imprimir sua identidade upbeat e seus profundos e poéticos versos.

14. “RING”, Selena Gomez

Selena Gomez é outro nome que vem ganhando mais força com o passar dos anos. Seis anos depois de lançar Revival, a artista voltou imbatível com o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua discografia – o íntimo, sexy e poderoso Rare, que conta com uma das melhores faixas de sua carreira. “Ring” é um flerte com suas raízes latinas que move-se através de uma sensual e envolvente batida (e apostas em vocais que oscilam entre o contralto e o soubrette).

13. “BY MYSELF”, Maya Hawke

Se Maya Hawke já nos encantou com sua performance como Robin na adorada série Stranger Things, é bem provável que sua cândida voz venha nos arrebatar para um mundo onírico. Investindo em sua ainda recém-nascida carreira musical, Hawke nos presenteou com o suave country-rock “By Myself”, salpicada com uma mistura perfeita de vocais dramáticos e um baixo simplesmente delicioso que nunca deixa de mostrar sua presença no cenário fonográfico.

12. “CHASING THUNDER”, Kesha

Depois de vencer a complicada batalha contra seus próprios demônios, Kesha recuperou sua alegria de viver e demonstrou que estava pronta para abraçar seu novo lado com High Road – e, quando já pensávamos que ela não poderia superar a si mesma, ela escolheu a música certa para concluir seu mais recente álbum de estúdio: o hino “Chasing Thunder”, que une elementos country-pop e do gospel com um poderoso e inesquecível liricismo.

11. “MISTAKES”, Jonas Blue & Paloma Faith

2020 vem se mostrando um ano de prosperidade para o pop – que havia, já há algum tempo, rendido-se ao trap e ao rap. E, no centro de tudo isso, temos o retorno triunfante de Paloma Faith, que desceu de seu pedestal como atriz para mergulhar no synth-pop com a minimalista “Mistakes”, composta ao lado do produtor Jonas Blue, que deixa o escopo sonoro em segundo plano e permite que a cantora renda-se a uma narcótica performance.

10. “ROSES”, Adam Lambert 

Se há alguém que sabe a importância do final do século passado para a música contemporânea, esse alguém é Adam Lambert. Ascendendo em uma carreira astronômica, o cantor e compositor conseguiu encontrar-se mais uma vez em uma zona de conforto exuberante, haute couture e sinestésica com “Roses”, a melhor faixa de Velvet – ainda mais quando percebemos que o lendário Nile Rodgers emprestou seus instrumentos e sua produção para a construção dessa track.

9. “BOSS BITCH”, Doja Cat

Aves de Rapina: O Álbum já abre do melhor jeito possível com a incrível proeminência de Doja Cat e a impecável arquitetura de “Boss Bitch”. Apesar de bastante familiar (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), a canção transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz.

8. “SILVER LANDINGS”, Mandy Moore

Mandy Moore ficou mais de uma década sem voltar ao cenário musical, tendo se isolado para uma desintoxicação em prol de saúde. E, quando menos esperávamos, a atriz e cantora retornou de modo triunfal com o álbum Silver Landings, imprimindo sagazmente um grand finale homônimo que, mesmo não caindo no gosto popular, tem uma emocionante identidade própria que trabalha com a repetição de acordes e vocais impecáveis.

7. “YOU SHOULD BE SAD”, Halsey

Em ManicHalsey abusa da essência do country-pop, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country-rock em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes – o que explica o fato da canção ser o ápice do álbum e uma das melhores de sua carreira.

6. “STUPID LOVE”, Lady Gaga

Depois de faturar praticamente todos os prêmios de música e de atuação com Nasce Uma Estrela, Lady Gaga se mostrou pronta para voltar ao pop do modo mais colorido e vibrante possível. Em “Stupid Love”, a lendária artista segue os passos de seus conterrâneos e abre as portas para uma respaldo oitentista que nos lembra desde as demarcadas produções de Robyn até os próprios discos da cantora (como Born This Waye ARTPOP).

5. “BREAK MY HEART”, Dua Lipa

Em “Break My Heart”, Dua Lipa logo de cara opta por usar seus vocais mais graves, oscilando à medida que o minimalista synth-pop transforma-se numa onírica balada antes de um incrível dropbeat que deixaria Diana Ross e Gloria Gaynor extremamente orgulhosas. Envolta pelas notas agudas dos violinos e pela retumbante bateria, ela nos apresenta uma divertida história de amor ambientada num videoclipe irretocável, cuja direção de arte oscila entre o kitsch e o camp sem perder a mão de sutilezas coloridas, vibrantes – e bastante narcóticas.

4. “CUT YOU OFF”, Selena Gomez

Selena Gomez nos causou uma comoção gigantesca em 2020 e, além de Rare (que já ganhou seu espaço especial alguns itens acima), a cantora rendeu-se à melodia sensual do R&B com “Cut You Off”. A música, apesar de nutrir de uma inesperada e chocante coincidência “Never Be The Same”, ganha vida própria com a utilização do baixo e da bateria e também com libertadores versos de amadurecimento e superação.

3. “BLINDING LIGHTS”, The Weeknd

The Weeknd manteve seu posto imperial fonográfico com o lançamento de After Hours – e, mais que isso, com a divulgação do single “Blinding Lights”. A canção presta homenagem de forma escancarada a bandas como a-ha, emprestando um sample acelerado de “Take On Me” à medida que se aproxima do new wave e, principalmente, do dream-pop que nos arremessa de volta para a techno-music dos anos 1970.

2. “ONLY THE YOUNG”, Taylor Swift

Taylor Swift é, sem sombra de dúvida, um prolífico nome da esfera musical que não tem medo de arriscar: pulando do country para o pop, de lineares letras sobre relacionamentos para ácidos hinos políticos, a habilidade da artista em compor músicas é invejável e inegável – e, com o lançamento do documentário Miss Americana, Swift aproveitaria o momento de realização do longa para lançar o pungente “Only The Young” – uma espécie de balada mid-tempo electro-pop delineada com a conhecida mão de Joel Little (“Royals”) que nutre da produção impecável de ‘1989’ e vem à tona como uma música mais que necessária para os tempos atuais.

1. “PHYSICAL”, Dua Lipa

Dua Lipa ganhou o mundo em 2017 com seu single de estreia, “New Rules” – mas não seria até 2020 que calcaria seu nome como uma das futuras A-list da música contemporânea.

Meses depois de lançar “Don’t Start Now”, ela tomaria conta de praticamente todos os aplicativos de música com a estreia de Future Nostalgia (sem sombra de dúvida, o melhor álbum do ano até o presente momento). E é claro que tamanho sucesso crítico não poderia existir sem levarmos em conta a iteração intitulada “Physical”, que exala uma mistura bastante equilibrada e enérgica das explorações de Olivia Newton-John décadas atrás e da idealização da performer em homenagear todos os nomes que a influenciaram como musicista.

Acompanhada de nada menos que dois videoclipes icônicos, Dua Lipa trabalha ao lado de Jason Evigan e Koz para dar vida a uma enfática e vigorosa track que não falha em nenhum momento – e não deixa absolutamente nenhum elemento que absorve fora dos holofotes.

10 Filmes de Drama na Netflix para quem gostou de ‘Milagre na Cela 7’

O CinePOP foi o primeiro site do Brasil a trazer a dica em vídeo para você assistir o drama ‘Milagre na Cela 7‘, lançado silenciosamente pela Netflix. Agora, o drama se tornou um fenômeno no Brasil – e as pessoas se emocionaram MUITO!

Pensando nisso, o CinePOP resolveu separar 10 filmes disponíveis no catálogo da Netflix de um gênero que, apesar do descanso em casa, promete fazer refletir e pensar: o drama. Vem conhecer e não esqueça de anotar e comentar.

Joias Brutas

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Desde que estreou em festivais pelo mundo, este drama criminal foi alvo dos mais variados elogios por parte dos críticos e do público. Tanto que muitos apostavam na indicação ao Oscar do protagonista Adam Sandler – mudando seu repertório da água pro vinho com uma boa atuação para variar. A indicação ao maior prêmio do cinema não veio, mas Sandler levou o Spirit Awards e alguns outros menores.

E os responsáveis pelo prestígio do comediante foram os irmãos Benny e Josh Safdie, diretores independentes que já haviam feito o mesmo por Robert Pattinson em Bom Comportamento (2017), se tornando uma dupla de cineastas para ficarmos de olho. No longa, Sandler vive um joalheiro de Nova York, apostando alto e se endividando num negócio que pode lhe custar muito. Joias Brutas foi lançado direto na plataforma Netflix no Brasil.

Crítica | Joias Brutas – Filme da Netflix com Adam Sandler é uma obra-prima

Amor por Direito

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Bem, se já não cabia antes, hoje temos certeza absoluta de que não existe mais lugar no mundo para intolerância contra relacionamentos do mesmo sexo e homofobia. Amor por Direito não discute tanto estas questões, mas sim um tópico que vem como o próximo passo da aceitação, o direito.

Neste filme baseado numa história real, Julianne Moore (recém-saída do Oscar por Para Sempre Alice) e Ellen Page interpretam um casal, lutando na justiça pelo direito de pensão. Tal benefício só era concedido às esposas de policiais e a personagem de Moore, sendo uma agente da polícia, briga para que sua companheira tenha os mesmos privilégios.

O Irlandês

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Novo filme do icônico Martin Scorsese, considerado por muitos o maior diretor de cinema vivo, O Irlandês é baseado no livro que relata os feitos criminosos de Frank Sheeran (papel de Robert De Niro), um sujeito que desenvolveu fortes laços com a máfia e se tornou amigo do líder sindicalista Jimmy Hoffa (papel de Al Pacino, em sua terceira colaboração com o igualmente monstruoso De Niro). Além da dupla, Scorsese tira da aposentadoria outro grande nome do gênero, Joe Pesci.

O Irlandês, no entanto, tem afastado parte do público mais jovem devido à sua extensa duração – com 3h30min de projeção (meia hora a mais do que o queridinho da garotada Vingadores: Ultimato). Tudo é questão de prioridade. De qualquer forma, após ser exibido brevemente nos cinemas de nosso país, talvez seja mais fácil de ser digerido na Netflix, onde o público pode assistir de forma moderada ao longo de um dia – ou dias.

Crítica | O Irlandês – Scorsese, De Niro e Pesci retornam ao universo da máfia com Pacino a tiracolo

História de um Casamento

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Até esta edição do Oscar, a musa Scarlett Johansson nunca havia sido sequer indicada. Eu sei, parece uma grande injustiça. Mas tudo mudou este ano, no qual Scarlett recebeu não apenas uma, mas duas indicações logo em sua estreia. A mais importante ocorreu por seu papel protagonista aqui nesta produção original da Netflix. Escrito e dirigido pelo cineasta Noah Baumbach, um especialista em histórias sobre o comportamento e relacionamento humano, o longa retrata o fim de um casamento e o doloroso processo de divórcio.

Adam Driver interpreta o companheiro da atriz principal, um diretor de teatro iniciando um embate com sua ex-esposa. No meio de tudo o filho do casal. História de um Casamento apresenta exímias performances do casal principal, extremamente reais e identificáveis. Mas quem se deu melhor foi a coadjuvante Laura Dern, que vive a advogada da protagonista no filme e levou pra casa o Oscar. O longa recebeu mais cinco indicações, incluindo melhor filme, ator para Driver e roteiro.

Crítica | História de um Casamento – Filme da Netflix com Scarlett Johansson é APAIXONANTE!

O Menino que Descobriu o Vento

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Outra produção original da Netflix, esta muito adorada e elogiada pelo público da plataforma, O Menino que Descobriu o Vento fez enorme sucesso no início do ano passado. Trata-se do primeiro esforço atrás das câmeras como diretor do ator indicado ao Oscar Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão), que também adaptou o livro de William Kamkwamba para as telas. Na trama, de forma milagrosa, um menino num pobre vilarejo africano em Malawi, inventa uma forma utilizar o vento a seu favor, salvando sua família da fome. Ejiofor também atua no papel do pai do menino.

Crítica | O Menino que Descobriu o Vento – Drama africano possui mensagem fortíssima

El Camino

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Breaking Bad é uma das séries mais elogiadas de todos os tempos. E você pode conferir todas as cinco temporadas no acervo da Netflix. Ano passado, a plataforma foi além e decidiu agraciar os fãs com uma novidade: o primeiro filme da série. Ou quase, já que El Camino é um derivado que foca no personagem coadjuvante Jesse Pinkman (novamente vivido por Aaron Paul) e lhe dá um desfecho continuando sua história depois da série.

E para tal empreitada, ninguém melhor do que o próprio criador da série, Vince Gilligan, que escreve o roteiro e dirige o longa. Antes de El Camino, Breaking Bad já havia ganho um derivado, na forma de outro programa de TV, este focado no advogado Jimmy McGill (Bob Odenkirk), Better Call Saul (que estreia este ano sua quinta temporada).

Crítica Netflix | El Camino: A redenção de Jesse Pinkman em um filme que honra sua jornada

Ted Bundy: A Face Irresistível do Mal

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Por falar em filmes sobre crimes, alguns dos mais hediondos da história recente americana foram cometidos pelo psicopata Ted Bundy na década de 1970. Bem apessoado, simpático e cheio de lábia, Bundy se tornou uma figura infame, muito comentada, preso e executado. O assassino virou tema de um novo filme que explora sua psique abalada, e dá a chance de um dos papeis mais desafiadores na carreira do jovem Zac Efron, que interpreta o assassino. A abordagem aqui é do ponto de vista de sua companheira Liz, papel de Lily Collins.

Crítica | Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal – Zac Efron não surpreende, em filme socialmente irresponsável

Dois Papas

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Voltando a falar de produções originais Netflix indicadas ao Oscar, esta é dirigida por ninguém menos que nosso conterrâneo Fernando Meirelles (Cidade de Deus), e chegou a ser exibida nos cinemas de nosso país antes de cair na plataforma. O longa reproduz o encontro fictício entre o Papa conservador Bento XVI (Anthony Hopkins) e o liberal Francisco (Jonathan Pryce), que viria a ser seu sucessor no cargo. O show de atuações dos veteranos lhes rendeu indicações ao Oscar, e o filme ainda foi lembrado na categoria de roteiro adaptado.

Crítica | Dois Papas – Fernando Meirelles encanta em comédia eclesiástica da Netflix

O Rei

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Por falar em indicações ao Oscar, o jovem Timothée Chalamet tinha apenas 23 anos quando recebeu sua indicação por Me Chame pelo seu Nome, drama gay que o colocou nos holofotes de Hollywood. Agora, o rapaz parece estar em todo lugar, inclusive na Netflix, com este filme original. Marcando o reencontro da equipe do australiano Reino Animal, temos a direção de David Michôd  e as presenças de Joel Edgerton (que também assina o roteiro ao lado do diretor) e Ben Mendelsohn. Na trama, Michôd e Edgerton dão uma de Shakespeare e desbravam a vida do príncipe Hal, que se torna o Rei Henrique V, herdando o trono da Inglaterra após a morte de seu pai.

Crítica | ‘O Rei’ é um épico de guerra que funciona melhor como drama histórico

22 de Julho

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O diretor Paul Greengrass (Voo United 93) é conhecido por seu cinema inquietante e muito desconfortável. E o cineasta segue por essa linha com 22 de Julho, retratando um dos crimes mais horripilantes de anos recentes, numa produção detalhada e minuciosa, que aborda todos os aspectos e questões envolvendo o caso. Na trama, baseada no livro One of Us, de Asne Seierstad, um retiro para jovens numa ilha da Noruega se torna o palco de um verdadeiro inferno quando um terrorista chega no local, fazendo mais de 70 vítimas. O filme aborda o ato, as consequências traumáticas para as vítimas que conseguiram sobreviver e o sistema político do país, acompanhando o julgamento do criminoso.

Crítica | 22 de Julho – Filme obrigatório da Netflix sobre atentado terrorista real

‘The Haunted’: Mulher é assombrada em hotel isolado no trailer do terror

O terror ‘The Haunted‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por David Holroyd.

Chegando em um hotel isolado para o seu primeiro turno noturno, a jovem Emily (Sophie Stevens) é deixada sozinha para lidar com um espírito vingativo.

O terror será lançado direto em VOD no dia 22 de maio.

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Peacock: Lançamento do serviço de streaming da NBC Universal não será adiado

De acordo com o Comic Book, a NBC Universal não pretende adiar o lançamento de seu serviço de streaming, o Peacock, que continua agendado para julho deste ano.

O estúdio havia escolhido o mês de julho para transmitir todos os estágios dos Jogos Olímpicos com exclusividade, mas o evento esportivo foi adiado para 2021 por conta da pandemia do Coronavírus

Ainda assim, o lançamento da plataforma seria uma forma de evitar novos prejuízos, já que os cinemas de todo o mundo permanecem fechados para evitar a propagação da doença.

Durante uma conferência com empresas parceiras, Matt Strauss, diretor da divisão digital NBC Universal disse que:

“Estamos avaliando a situação porque não haveria nenhuma vantagem em adiar o lançamento do Peacock, então nossa intenção é manter a estreia agendada para julho. Como é um serviço digital, nossos funcionários vão trabalhar no conforto de casa para entregar o melhor conteúdo para o público.”

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento da plataforma aqui no Brasil.

Lembrando que o Peacock terá mais de 15.000 horas de atrações em seu catálogo, incluindo noticiários, programas esportivos, talk shows, reality shows, e programações originais, como as séries ‘Admirável Mundo Novo, ‘Angelyne’, ‘Dr Death‘, e o reboot de ‘Battlestar Galactica’.

Outras atrações confirmadas são ‘30 Rock’, ‘Law & Order’, ‘Two and a Half Men’, e ‘The Office’.

Assim como outros serviços de streaming, o Peacock terá diversos pacotes de assinatura, que variam entre US$ 4,99 e US$ 9,99.

peacock

Crítica em Vídeo | A Máfia dos Tigres – Pérola da Netflix que vai te deixar viciado

Tiger King

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘A Máfia dos Tigres‘ (Tiger King), documentário da Netflix que já foi assistido por mais de 34.3 milhões de contas diferentes nos EUA em seus 10 primeiros dias de lançamento.

Para termos de comparação, a terceira temporada de ‘Stranger Things‘, uma das produções mais populares do serviço de streaming, teve 36.3 milhões de visualizações nesse mesmo período de tempo no país.

Assista nossa CRÍTICA EM VÍDEO:

Crítica | A Máfia dos Tigres – Conheça o novo FENÔMENO da Netflix

No mundo dos proprietários de grandes felinos, a realidade supera a ficção. E Joe Exotic, um carismático cantor country polígamo que possuía um zoológico em Oklahoma, é uma das figuras mais excêntricas desse universo. Joe e um elenco inacreditável de personagens – que inclui até chefes do tráfico e líderes de seitas – têm algo em comum: a paixão por grandes felinos e pelo status e atenção que suas coleções atraem. Mas quando seu lucrativo negócio é ameaçado por Carole Baskin, uma ativista pelos direitos dos animais e proprietária de um refúgio de grandes felinos, a situação foge ao controle. A crescente rivalidade entre eles resulta na prisão de Joe, acusado de contratar um assassino para matar Carole, e a investigação do crime acaba revelando uma história surreal na qual o animal mais selvagem é o ser humano.

‘The Flash’: Ezra Miller pode ser demitido após agredir uma mulher

A Warner continua enfrentando problemas com seu DCEU e está planejando como irá introduzir o novo Batman, vivido por Robert Pattinson, e rebootar ‘A Liga da Justiça‘.

O plano do estúdio era usar o filme do ‘Flash‘, baseado em Ponto de Ignição, para alterar diversos personagens e tramas já apresentados.

Porém, o estúdio agora enfrenta um novo e inesperado obstáculo: o ator Ezra Miller.

Após o ator ter sido filmado agredindo uma fã, o estúdio pode reescalá-lo.

Segundo o Fandom Wire, o estúdio vai seguir em frente com o projeto, com ou sem Ezra Miller no elenco. E após o incidente, seria mais vantajoso escalar um novo ator para viver o velocista escarlate.

Além disso, o site afirma que o roteiro mostrará o Flash voltando no tempo para salvar sua mãe, e criando uma nova linha temporal. Com isso, apenas Jason Momoa e Gal Gadot permaneceriam em seus papeis e os outros heróis poderiam ser reescalados.

Por enquanto, a Warner não se pronunciou. Então encare como rumor.

Na última semana, alguns fãs criaram um abaixo-assinado no Change.org pedindo que Miller seja substituído do papel como Flash no próximo filme do herói.

Numa parte do documento, o autor diz:

“Este incidente reflete mal a imagem do personagem. O Flash é meu herói preferido da ‘Liga da Justiça‘, e a péssima atitude de Ezra Miller não combina com um herói. Como a Warner Bros é responsável pelo próximo filme do Flash, os representantes do estúdio devem tomar as medidas apropriadas para substituir Miller de todos os seus projetos, incluindo ‘Animais Fantásticos 3‘. A Warner não pode defender um agressor, seja ele quem for.”

Como o documento foi criado há pouco, ainda não há assinaturas suficientes para chamar a atenção da Warner, que ainda não se pronunciou sobre a polêmica.

Confira o momento em que Miller agride a fã:

“Você quer brigar?”, diz ele.

 

Flash‘ será dirigido por Andy Muschietti (It: A Coisa), e tem estreia prevista para 1º de julho de 2022.

The Flash liga da justiça

 

Gostou de ‘Milagre na Cela 7’? Temos outra dica similar para você assistir na Netflix!

O CinePOP foi o primeiro site do Brasil a trazer a dica em vídeo para você assistir o drama ‘Milagre na Cela 7‘, lançado silenciosamente pela Netflix.

Agora, o drama se tornou um fenômeno no Brasil – e as pessoas se emocionaram MUITO!

Pensando nisso, o CinePOP traz outra dica de filme para você no mesmo estilo, QUE ACABOU DE ESTREAR NA NETFLIX.

Assista:

Uma Lição de Amor‘ relata a história de Sam Dawson (Sean Penn) um homem com atraso intelectual (tem a capacidade de uma criança de 7 anos) que cria sua filha Lucy (Dakota Fanning) com uma grande ajuda de seus amigos (que também tem deficiências). Porém, assim que faz 7 anos Lucy começa a ultrapassar intelectualmente seu pai, e esta situação chama a atenção de uma assistente social que quer Lucy internada em um orfanato. A partir de então Sam enfrenta um caso virtualmente impossível de ser vencido por ele, contando para isso com a ajuda da advogada Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), que aceita o caso como um desafio com seus colegas de profissão.

Já ‘Milagre na Cela 7‘ traz a emocionante história de um deficiente intelectual condenado à morte injustamente pelo assassinato de uma menina. Apesar de todas as dificuldades, o homem é renovado todos os dias pelo amor de sua filha, que é capaz de mudar tudo, até mesmo o sofrimento de viver em um prisão.

A versão da Netflix é de origem turca e é remake de um sucesso coreano, lançado em 2013.

Crítica em TEXTO | Milagre na Cela 7 – Filme da Netflix que vai te fazer CHORAR MUITO!

O elenco conta com Aras Bulut Iynemli, Nisa Sofiya Aksongur, Ilker Aksum e Mesut Akusta.

milagre na cela 7 pôster

‘A Lenda de Candyman’: Jordan Peele explica porque escolheu Nia DaCosta para dirigir

O reboot do clássico ‘O Mistério de Candyman‘, intitulado ‘A Lenda de Candyman‘, é uma das grandes promessas para os cinemas no segundo semestre de 2020.

Roteirizado por Jordan Peele, o terror não trará o vencedor do Oscar na direção, como inicialmente era especulado. E o cineasta justificou porque preferiu ficar de fora da respectiva função.

Em uma entrevista à revista britânica Empire, Pele admitiu que Nia DaCosta era de fato a escolha ideal para o papel de diretora, afirmando que sua visão é muito mais centrada e neutra, resultando em uma direção bela e madura.

Disse:

“Honestamente, Nia é melhor do que eu para filmar esse filme. Eu estou obsessivo demais com os contos originais na minha cabeça. Eu provavelmente não seria um bom diretor. Mas a Nia tem uma conduta estável e firme sobre si, algo que você não vê muito no meio de terror. Ela é refinada, elegante e cada tomada é linda. Esse filme é lindo, lindo mesmo. Estou tão feliz por não ter estragado isso”.

O filme agora chegará aos cinemas no dia 25 de setembro de 2020.

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O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.

Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman‘) será o vilão do novo filme. O elenco ainda conta com Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo e Teyonah Parris.

Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (‘Corra!‘) também irá coescrever o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.