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15 Filmes Vencedores do Oscar que Tiveram Continuação

O Oscar está logo ali na porta. No dia 9 de fevereiro vai ao ar a 92ª edição dos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em Los Angeles, Califórnia. Cerimônia esta que você, é claro, irá conferir através de nossa live no CinePOP.

O assunto, no entanto, mesmo se tratando de Oscar, é outro. Aqui, iremos matar sua curiosidade e revelar que nem todo vencedor do prêmio está livre de se transformar em uma franquia – ou ao menos render uma continuação. E sim, na história do Oscar tivemos diversos vencedores nas categorias principais cujas histórias renderam sequência nas telonas (e até mesmo nas telinhas). Vem saber.

Ps. Na lista não incluiremos produções pensadas como um único filme e divididas em  partes, ou gravadas em sequência – vide O Senhor dos Anéis (2001, 2002 e 2003).

Rocky – Um Lutador (1976)

Começaremos a lista com o filme que rendeu mais frutos e cujo mais recente derivado, Creed II, chegou ano passado aos cinemas. O mais desavisado pode não saber, mas o primeiro Rocky venceu o Oscar de melhor filme – e merecidamente! Além do prêmio principal (e de estar na lista dos melhores de todos os tempos no Imdb), o filme levou os prêmios de melhor diretor (John G. Avildsen) e edição, e foi indicado para melhor ator (Stallone), atriz (Talia Shire), coadjuvantes (Burgess Meredith e Burt Young), roteiro, som e trilha sonora. Rocky, como todos sabem, teve cinco continuações e dois derivados: Rocky II – A Revanche (1979), Rocky III – O Desafio Supremo (1982), Rocky IV (1985), Rocky V (1990), Rocky Balboa (2006), Creed – Nascido para Lutar (2015) e Creed II (2018).

O Silêncio dos Inocentes (1991)

Baseado no livro do romancista Thomas Harris, O Silêncio dos Inocentes foi o último filme de suspense (ou terror) a levar o prêmio máximo no Oscar. Fora isso, também foi o último longa a vencer o chamado big Five – os prêmios de melhor filme, ator, atriz, roteiro e direção. De certa forma, O Silêncio dos Inocentes era uma continuação não declarada de Caçador de Assassinos (Manhunter, 1986), de Michael Mann, primeira adaptação de um livro do autor para o cinema. Mas O Silêncio dos Inocentes se mantém por si só, como filme próprio. A produção levou os cinco Oscar citados do big Five (ator para Anthony Hopkins, atriz para Jodie Foster e direção para o saudoso Jonathan Demme), e recebeu ainda indicações de edição e som. Mas se Caçador de Assassinos não tem muitos laços com O Silêncio dos Inocentes, Hannibal (2001) e Dragão Vermelho (2002), sua continuação e pré-sequência, possuem todos os laços possíveis. O filme, obviamente, está na lista dos melhores de todos os tempos do Imdb.

O Poderoso Chefão (1972)

Essa também é batata! Considerado o melhor filme de todos os tempos por grande parte dos cinéfilos e fãs de cinema, o épico de máfia de Francis Ford Coppola levou para casa apenas três Oscar (melhor filme, roteiro e ator para Marlon Brando) e consta como número 2 de todos os tempos no Imdb. No entanto, recebeu mais oito indicações: diretor (Coppola), atores coadjuvantes (Al Pacino, James Caan e Robert Duvall), figurino, som, edição e trilha sonora. É claro que o filme gerou uma continuação imediata – O Poderoso Chefão, Parte 2 (1974), indicado para 11 Oscar e vencedor de 6, incluindo melhor filme e diretor; e uma continuação tardia – O Poderoso Chefão, Parte 3 (1990), indicado para sete Oscar, incluindo melhor filme e diretor.

Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança (1977)

Antes de ter este título enorme, o filme de George Lucas foi conhecido no Brasil simplesmente como Guerra nas Estrelas. Bem melhor, né? Antes da polêmica da categoria de filme popular, da vaga para dez filmes e de blockbusters entre os indicados a melhor filme, superproduções já faziam parte dos filmes selecionados pelos votantes da Academia – e numa época na qual apenas cinco filmes entravam. Portanto, podemos notar que isto não é novidade. Aqui, temos o segundo blockbuster da história entre os indicados na categoria de melhor filme. Star Wars perdeu para Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, de Woody Allen, mas levou sete prêmios (todos técnicos) dos onze aos quais estava indicado (incluindo diretor para Lucas, roteiro também de Lucas e ator coadjuvante para o grande Sir Alec Guinness – que no filme interpreta Obi Wan Kenobi). Bem, você conhece de cor as continuações desta saga: O Império Contra-ataca (1980), O Retorno de Jedi (1983), A Ameaça Fantasma (1999), O Ataque dos Clones (2002), A Vingança dos Sith (2005), O Despertar da Força (2015), Os Últimos Jedi (2017) e o recente, e polêmico, A Ascensão Skywalker (2019).

Star Wars é o filme de número 22 na lista dos melhores do Imdb.

Tubarão (1975)

Voltando um pouco mais no tempo, passamos do segundo blockbuster da história para o primeiro. Tubarão, de Steven Spielberg, foi o primeiro filme “sensação” de todos os tempos, que fazia literalmente as pessoas darem voltas no quarteirão e saírem da sessão para o fim da fila a fim de assistir de novo. Ele foi o primeiro filme da história a ultrapassar a marca de US$100 milhões em bilheteria. Tubarão também está na lista dos melhores do Imdb, mas o que muita gente também não sabe é que o longa foi indicado para 4 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme – o único que ele não venceu. As continuações não demoraram e Tubarão 2 (1978), Tubarão 3 (1983) e Tubarão 4: A Vingança (1987) – todos bem abaixo do original – foram lançados nos anos seguintes.

Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Outro filme responsável por consolidar a era dos Blockbusters dirigido por Steven Spielberg. Parte da lista dos melhores filmes de todos os tempos do Imdb, Os Caçadores da Arca Perdida venceu 5 Oscar, todos técnicos, dos 9 aos quais estava indicado – incluindo melhor filme e diretor para Spielberg. As sequências também são muito conhecidas: Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984), Indiana Jones e A Última Cruzada (1989) e Indiana Jones e O Reino da Caveira de Cristal (2008). Um novo longa sobre o personagem é planejado.

Chinatown (1974)

Do cinema blockbuster, passamos para o cinema noir de detetives – e um dirigido por ninguém menos que o mestre Roman Polanski. O filme sobre o investigador J.J. Gittes, vivido por Jack Nicholson, venceu apenas o Oscar de roteiro. Mas estava indicado para melhor filme, diretor para Polanski, ator para Nicholson, atriz para Faye Dunaway, fotografia, direção de arte, figurino, som, edição e trilha sonora. Além, é claro, de estar entre os melhores filmes de todos os tempos no Imdb. Mas o que muita gente pode não saber é que o longa imortal teve uma continuação bem, digamos, esquecível. Lançado em 1990, A Chave do Enigma é uma continuação direta de Chinatown, protagonizada e dirigida por Jack Nicholson. O filme continua as aventuras investigativas de Gittes, quase vinte anos depois, e marcou a última tentativa do astro em dirigir um filme.

Golpe de Mestre (1973)

Se você não assistiu a este clássico, pare tudo o que está fazendo e corra – para não continuar a fazer errado! Este é um dos grandes filmes sobre golpes da história do cinema. E é claro que está na lista dos melhores segundo o Imdb. Fora isso, levou 7 Oscar, incluindo melhor filme e diretor (George Roy Hill), dos 10 aos quais estava indicado. Aqui, os lendários Robert Redford e Paul Newman reprisavam sua parceria de Butch Cassidy (1969), na pele de dois especialistas em fraudes. Mas o que muita gente talvez não saiba, é que esta obra-prima teve uma sequência, e uma bem capenga. Dez anos depois, a deslavada continuação Golpe de Mestre II era lançada. Desta vez, nada dos atores principais e nem o diretor. Tudo aqui nesta sequência grita continuação caça-níquel inferior, mesmo assim o longa recebeu uma indicação ao Oscar de trilha sonora.

Mary Poppins (1964)

Outro clássico imortal, esta querida produção da Disney em live action, que fala sobre uma babá mágica e voadora, recebeu 5 Oscar, incluindo melhor atriz para a protagonista Julie Andrews. Mary Poppins foi indicado para outros 8 prêmios, incluindo melhor filme e diretor para Robert Stevenson. E como todos vocês sabem, ou deveriam saber, Mary Poppins voltou aos cinemas recentemente, no fim de 2018, nas formas de Emily Blunt em O Retorno de Mary Poppins. A continuação não teve o mesmo prestígio, mesmo assim recebeu 4 indicações ao Oscar – todas técnicas.

O Fugitivo (1993)

Essa promete explodir mentes. Mas sim, o longa protagonizado por Harrison Ford na pele do médico Dr. Richard Kimble, foi indicado ao Oscar de melhor filme em 1994. Aposto que quase ninguém lembrava. Além da principal, foram mais 5 indicações e a vitória de Tommy Lee Jones na categoria de coadjuvante pelo papel do implacável Sam Gerad, o agente federal que persegue o médico. Baseado numa famosa série de TV, O Fugitivo traz um dos primeiros trabalhos de Julianne Moore no cinema. Mais surpreendente ainda é que O Fugitivo teve uma continuação – o que menos gente ainda deve lembrar. U.S. Marshals – Os Federais foi lançado em 1998, e trouxe a volta de Jones e seu personagem vencedor do Oscar, Gerard, na cola de outro foragido da lei, interpretado por Wesley Snipes. O elenco principal é completado por um Robert Downey Jr. dez anos antes de se tornar o Homem de Ferro.

Operação França (1971)

E por falar em O Fugitivo, aqui seguimos com outro thriller de ação. Operação França é até hoje conhecido por suas eletrizantes cenas de perseguição de carros. Na trama, o grande Gene Hackman interpreta o policial durão Jimmy ‘Popeye’ Doyle. O longa de William Friedkin (O Exorcista) levou 5 Oscar para casa, incluindo melhor filme, diretor e ator para Hackman. Além disso, recebeu outras 3 indicações. Assim, em 1975, pelas mãos de outro mestre da ação – John Frankenheimer – o detetive Doyle retornava ao cinema na pele de Hackman, em Operação França II. Desta vez, sua missão o leva para a Europa.

Bravura Indômita (1969)

Este faroeste famoso tem a bagagem de ter dado o único Oscar da carreira do icônico John Wayne, uma lenda do gênero. O longa também estava indicado para melhor canção. Em 2010, o filme recebeu um remake pelas mãos de ninguém menos do que os consagrados irmãos Coen. O filme dos Coen foi ainda mais longe e recebeu dez indicações, incluindo melhor filme, diretor, roteiro, ator para Jeff Bridges (reprisando o papel de Wayne) e coadjuvante para a menina Hailee Steinfeld, em seu primeiro trabalho nas telas; mesmo que tenha saído de mãos abanando. A curiosidade, porém, é saber que Wayne voltaria ao personagem em Justiceiro Implacável (Rooster Cogburn, 1975), no qual contracenou com Katharine Hepburn. Bem que os Coen podiam se animar e produzir esta sequência também.

No Calor da Noite (1967)

Para muitos, a edição do Oscar 1968 foi uma das melhores de todos os tempos. Entre os indicados a melhor filme estava este fervoroso drama racial, disfarçado de thriller policial. Na trama do filme de Norman Jewison, um policial negro (vivido por Sidney Poitier) passa o pão que o diabo amassou para fazer seu trabalho numa hostil cidade sulista dos EUA. O longa recebeu 5 Oscar, entre eles melhor filme, e foi indicado para mais dois (incluindo melhor diretor). A surpresa é saber que a melhor frase do filme se tornaria o título de sua sequência. They Call me Mister Tibbs trouxe a volta de Poitier ao papel, levando o policial agora para San Francisco. No Brasil, o filme ficou conhecido como Noite Sem Fim (1970).

Wall Street – Poder e Cobiça (1987)

A única indicação que este suspense dramático sobre os escusos bastidores de empresários da bolsa de valores recebeu foi a de melhor ator coadjuvante para Michael Douglas – nomeação pela qual o ator saiu vitorioso. Na pele do megalomaníaco Gordon Gekko, Douglas exibiu sua melhor forma. Em 2010, o mesmo Oliver Stone orquestrou uma tardia sequência para o longa, trazendo o “vilão” de volta aos holofotes, depois que deixa a cadeia. Desta vez, Charlie Sheen, o protagonista original, faz só uma ponta, e quem ganha toda a atenção é Shia LaBeouf, que interpreta o genro de Gekko. Carey Mullingan e Josh Brolin completam o elenco principal. Douglas foi indicado novamente pelo papel, mas desta vez apenas no Globo de Ouro.

Laços de Ternura (1983)

Um dos longas mais lacrimosos da década de 1980, Laços de Ternura apresenta um conturbado relacionamento entre mãe e filha, interpretadas respectivamente por Shirley MacLaine e Debra Winger. De gaiato, Jack Nicholson rouba todas as cenas na pele de um bon vivant. O filme do diretor James L. Brooks foi indicado para nada menos do que 11 Oscar, incluindo coadjuvantes para Debra Winger e John Lithgow. E venceu 5 Oscar, incluindo melhor filme, diretor para Brooks, atriz para MacLaine e coadjuvante para Nicholson. Mais de dez anos depois, MacLaine e Nicholson retornam a seus papeis em O Entardecer de uma Estrela (1996) – filme que contou ainda com as presenças de Juliette Lewis e Bill Paxton no elenco.

Bônus:

Babe – O Porquinho Atrapalhado (1995)

Calma, querido leitor. Não estamos ficando loucos. O filme infantil agradável sobre um porquinho fofo falante de uma fazenda, cujo sonho era ser pastor de ovelhas, recebeu 7 indicações ao Oscar em 1996 – entre elas a de melhor filme e melhor diretor para Chris Noonan, e saiu vitorioso na categoria de efeitos visuais (os animais falando realmente impressiona). É claro que houve protesto na época para as nomeações do longa, mas a verdade é que Babe encantou plateias pelo mundo em seu lançamento, mesmo que hoje não seja um filme tão comentado. Três anos depois, e o porquinho Babe retornou aos cinemas na aventura Babe – O Porquinho Atrapalhado na Cidade e desta vez dirigido por ninguém menos que George Miller (o criador de Mad Max), substituindo Chris Noonan. Menos prestigiado, o segundo Babe recebeu apenas indicação de canção original no Oscar.

…E o Vento Levou (1939)

Por mais ultrajante que seja ver este filme na lista dos clássicos que tiveram continuação, mas sim, é verdade. E o Vento Levou teve uma sequência! O icônico longa de 4 horas de projeção sobre a Guerra Civil americana, imortalizado por Clark Gable e Vivien Leigh resistiu ao teste do tempo e ainda se encontra entre os filmes favoritos do grande público. Fora isso, levou 8 Oscar (e dois honorários) dos 13 aos quais estava indicado, incluindo filme, diretor (Victor Fleming), atriz (Vivien Leigh) e coadjuvante (Hattie McDaniel, a primeira atriz negra da história a ganhar um Oscar). Uma obra como esta parece intocável, certo? Errado. Porque Hollywood desconhece esta palavra. Sendo assim, em 1994, uma minissérie dividida em 4 episódios – intitulada Scarlett (…E o Vento Levou 2, no Brasil) foi ao ar. Assim, Timothy Dalton e Joanne Whalley entraram em cena como Rhett Butler e Scarlett O´Hara, respectivamente, já que seus intérpretes originais faleceram ainda na década de 1960. O roteiro é levemente baseado no livro de Alexandra Ripley, de 1991, que serviu de continuação para a obra de Margaret Mitchell, …E o Vento Levou (1936). A minissérie foi indicada para 3 prêmios Emmy e levou 2.

Oscar | Confira todos os filmes com Heróis já indicados

O Oscar está batendo à porta e, na edição 2020, temos Coringa como um dos grandes favoritos. Baseado no personagem da DC Comics, a origem do Príncipe Palhaço do Crime é o 29º filme com heróis a ser indicado ao principal prêmio de Hollywood. Como o longa deve ter um baita desempenho, separamos todos os filmes com heróis que já foram indicados. Confiram!

Superman (1941)A primeira indicação de um herói ao Oscar veio no ápice da Era de Ouro dos quadrinhos, justamente com o maior super-herói de todos: O Superman. Produzido por Max Fleischer, a animação de 1941 foi distribuída pela Paramount e conseguiu uma indicação na categoria Melhor Curta de Animação na edição de 1942 do Oscar. O curta, porém, perdeu para o candidato da Disney, “Me Dê Uma Pata”, que contava a história do cachorrinho Pluto, que, após salvar um gatinho do afogamento, vê que Mickey Mouse (Walt Disney) decidiu adotar o felino e precisa aprender a lidar com seu anjinho e diabinho interior.

Superman: O Filme (1978)37 após a indicação para Curta Animado, coube ao Último Filho de Krypton usar seus poderes para voltar a conseguir indicações ao Oscar. Dirigido por Richard Donner e estrelado pelo eterno Christopher Reeve, Superman: O Filme conta a história de origem do Azulão da DC. O filme é uma obra de arte.
Ele venceu o Oscar de Melhores Efeitos Especiais – por fazer toda uma geração acreditar que era possível um homem voar – ainda recebeu mais três indicações por Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora e Melhor Mixagem de Som, mas foi derrotado nas três.

Batman (1989)Dirigido por Tim Burton, ‘Batman’ trouxe para as telonas uma versão mais escura e gótica do Homem Morcego para as telonas. Marcado pela atuação brilhante de Jack Nicholson no papel do Coringa, o filme foi indicado e venceu o Oscar de Melhor Direção de Arte.

Batman: O Retorno (1992)A sequência do sucesso de 89 veio com tudo ao trazer a Mulher Gato de Michelle Pfeiffer para fazer um contraponto ao frio Bruce Wayne de Michael Keaton. O filme também trouxe Danny DeVito para interpretar o vilão Pinguim.
Ele foi indicado aos Oscars de Melhores Efeitos Visuais e de Melhor Maquiagem, mas não levou nenhum.

Batman Eternamente (1995)Dirigido pelo controverso Joel Schumacher, Batman Eternamente é o primeiro filme com heróis legitimamente ruim a ser indicado ao Oscar. Mesmo tendo péssimas avaliações críticas – e de público -, a galhofa em forma de filme do Batman foi indicada em três categorias: Som, Melhor Fotografia e Melhores Efeitos Visuais. Perdeu a primeira categoria para Apollo 13 e as outras duas estatuetas para Coração Valente.

Homem-Aranha (2002)As primeiras indicações da Casa das Ideias vieram com um dos personagens mais populares de todos os tempos: o Homem Aranha. Distribuído pela Sony Pictures, dirigido pelo expoente do terror trash, Sam Raimi, e estrelado por uma até então desconhecido Tobey Maguire, o longa foi um verdadeiro sucesso de crítica e bilheteria, sendo indicado para as categorias Som e Melhores Efeitos Visuais, mas perdeu para Chicago e O Senhor dos Anéis – As Duas Torres, respectivamente.

Homem-Aranha 2 (2004)
Tido por muita gente como um dos melhores filmes com super-heróis já feitos, Homem-Aranha 2 marcou o primeiro Oscar que um personagem da Marvel levou. A trama continuava a desenvolver o drama de Peter Parker (Tobey Maguire), enquanto ele tinha de enfrentar o terrível Doutor Octopus (o lendário Alfred Molina).
O longa foi indicado para Melhor Edição de Som e também para a categoria de Melhores Efeitos Visuais, da qual saiu vencedor.

Os Incríveis (2004)
Dirigido por Brad Bird, ‘Os Incríveis’ foi um fenômeno que marcou uma geração inteira ao retratar uma família de super-heróis aposentados tentando viver em meio as pessoas normais. Inspirado nas graphic novels dos anos 80, o longa da Disney/Pixar conquistou quatro indicações, tendo perdido em Melhor Roteiro Original e Melhor Mixagem de Som, e vencendo os prêmios de Melhor Animação e Melhor Edição de Som.

Batman Begins (2005)O primeiro capítulo de uma das trilogias mais bem sucedidas da história do cinema começou de forma tímida na principal premiação de Hollywood. Conseguiu uma indicação em Melhor Fotografia, mas foi derrotado pelo excelente Memórias de Uma Gueixa. Porém, sua continuação viria a fazer um sucesso absurdo apenas três anos depois.

Superman: O Retorno (2006)Concebido como uma continuação da quadrilogia de Christopher Reeve, ‘Superman: O Retorno’ foi dirigido por Bryan Singer e estrelado por Brandon Routh. O filme deu prejuízo nas bilheterias mundiais, muito por conta de sua longa duração e ritmo morno, mas ainda assim conseguiu beliscar uma indicaçãozinha a Melhores Efeitos Visuais, categoria em que perdeu para Piratas do Caribe: O Baú da Morte.

Hellboy II: O Exército Dourado (2008)A obra de Guillermo Del Toro encantou muitos fãs de HQs ao entregar um filme realmente fantástico, tanto narrativa quanto visualmente. Ele foi indicado na categoria de Melhor Maquiagem, mas perdeu para um dos Papa-Títulos da edição de 2009: O Curioso Caso de Benjamin Button.

Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008)Um dos grandes favoritos do Oscar de 2009, o segundo capítulo da trilogia do Batman de Christopher Nolan bateu um bilhão em bilheteria e foi indicado a nada menos que OITO estatuetas do Oscar. O longa venceu em Melhor Mixagem de Som e o Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante, pela brilhante atuação do Coringa de Heath Ledger. As outras seis indicações foram em: Direção de Arte, Fotografia, Maquiagem, Edição, Edição de Som e Efeitos Visuais).

Homem de Ferro (2008)O início do MCU veio com o ousado filme do Homem de Ferro. Estrelado por – à época – um contestado Robert Downey Jr, ‘Homem de Ferro’ contava a história do bilionário armamentista Tony Stark, que sofria um atentado terrorista e se via obrigado a usar um reator nuclear no peito para sobreviver. Aliado a seu poderio financeiro, o rapaz criava uma armadura high tech para ajudar a salvar o mundo. Sucesso de crítica e bilheteria, o longa conseguiu duas indicações, a melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais, perdendo para Batman – O Cavaleiro das Trevas e O Curioso Caso de Benjamin Button, respectivamente.

Homem de Ferro 2 (2010)Com desempenho de crítica mais morno que o original, o segundo capítulo da saga do Homem de Ferro ainda assim conseguiu beliscar uma indicaçãozinha ao prêmio de Melhores Efeitos Visuais, mas acabou perdendo para A Origem, um dos fenômenos daquele ano.

Os Vingadores (2012)O filme que marcou a reunião dos Heróis Mais Poderosos da Terra nas telonas foi um estouro! Bateu 1,5 bilhão em bilheteria e foi um dos assuntos mais comentados de 2012. Foi um verdadeiro marco nos filmes com heróis, sendo indicado por Melhores Efeitos Visuais, categoria na qual terminou derrotado por As Aventuras de Pi, que foi praticamente todo feito por CGI e efeitos práticos.

Homem de Ferro 3 (2013)Considerado o mais fraco dentre os três filmes da saga, a terceira aventura solo do Homem de Ferro foi campeã de bilheteria, fazendo mais de um bilhão ao redor do mundo, e foi indicado por Melhores Efeitos Visuais, mas acabou perdendo para o Papa-Títulos do Oscar de 2014: Gravidade. Com essa indicação, a trilogia ‘Homem de Ferro’ foi a única no mundo dos heróis a conseguir indicações nos três filmes.

X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido (2014)Sequência de X-Men: Primeira Classe (2011), que foi um sucesso de crítica, ‘Dias de Um Futuro Esquecido’ conseguiu a primeira indicação dos mutantes da Marvel/FOX no Oscar. Wolverine e Cia concorreram ao prêmio de Melhores Efeitos Visuais, mas foram derrotados pelo fenômeno espacial de Christopher Nolan, Interestelar.

Capitão América: Soldado Invernal (2014)Tido por muitos como um dos melhores filmes do MCU, Capitão América 2 foi ao Oscar com a missão de ganhar na categoria de Melhores Efeitos Visuais, mas, assim como seus coirmãos mutantes, o Supersoldado da Marvel perdeu para ‘Interestelar’.

Guardiões da Galáxia (2014)2014 foi um dos anos mais brilhantes da Marvel nos cinemas. Emplacando a ação frenética de Capitão América, uma equipe pouco conhecida das HQs chegou às telonas na Space Opera de James Gunn: Guardiões da Galáxia. O longa foi indicado para duas categorias: Melhor Maquiagem e Melhores Efeitos Visuais.

Operação Big Hero (2014)A primeira animação baseada em uma HQ da Marvel conta a história de um grupo de amigos que vive na fictícia San Fransokyo, que mistura São Francisco com elementos culturais do Japão. A trama conta a história do jovem Hiro e seu Robô cuidador, o fofo Baymax, em uma aventura recheada de ação e tecnologia. O filme foi indicado e venceu a categoria de Melhor Animação, mas sua vitória foi contestada por muitos, já que os concorrentes eram mais diferentes do padrão que o Oscar costuma premiar.

Doutor Estranho (2016)Mantendo a tradição dos heróis no Oscar, ‘Doutor Estranho’ tinha como principal chamariz um visual psicodélico de viagens interdimensionais e reinos e criaturas fantásticas. Principal candidato a vencer o Oscar de Melhores Efeitos Visuais, o longa até foi indicado, mas perdeu para Mogli: O Menino Lobo, que tinha animais e florestas ultrarrealistas.

Esquadrão Suicida (2016)Considerado um azarão, muito por conta do filme ser fraquíssimo, o infame Esquadrão Suicida não apenas foi indicado, como também ganhou o Oscar de Melhor Maquiagem, sendo o primeiro e único filme do Universo compartilhado DC a ter uma estatueta em casa.

Logan (2017)Aclamadíssimo por público e crítica, a despedida de Hugh Jackman do principal papel de sua carreira, o Wolverine, estava cotado para ser indicado a Melhor Filme e Melhor ator, mas acabou que a Academia só indicou o longa na categoria de Melhor Roteiro Adaptado, sendo o primeiro filme com heróis a conseguir essa indicação, mas perdeu para Me Chame Pelo Seu Nome.

Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017)A continuação da família espacial disfuncional de James Gunn foi um tiro certeiro no coração dos fãs. O filme conseguia fazer rir e chorar, proporcionando um dos momentos mais tristes de todo o MCU. O longa também apresentou a maior criatura já construída em CGI na história do cinema: o planeta Ego, que tinha mais de um trilhão de pontos animados. O longa foi indicado por melhores Efeitos Visuais, mas perdeu para Blade Runner 2049, que tinha efeitos mais sóbrios.

Vingadores: Guerra Infinita (2018)Um dos maiores eventos cinematográficos da última década, ‘Guerra Infinita’ surpreendeu a todos com um Thanos (Josh Brolin) perfeitamente construído com CGI foi indicado na categoria de Melhores Efeitos Visuais, mas esbarrou em O Primeiro Homem.

Os Incríveis 2 (2018)Lançado 14 anos após o original, ‘Os Incríveis 2‘ era um desejo antigo dos fãs. O diretor Brad Bird esperou ter uma história boa o suficiente para não fazer uma sequência descartável. Com a melhora da tecnologia, o longa foi um sucesso e foi indicado a melhor animação, mas perdeu para um concorrente muito honrado.

Homem-Aranha no Aranhaverso (2018)Lançado pela Sony Animation, o primeiro filme animado do Homem-Aranha foi louvado pelos fãs do Cabeça de Teia como um dos melhores longas do herói. O estilo da animação misturava 2D com 3D, homenageando os quadrinhos, mangás e cartoons. Além de uma trilha sonora maravilhosa.
O longa foi indicado e levou o prêmio de Melhor Animação, batendo ‘Incríveis 2’.

Pantera Negra (2018)O MCU demorou a ganhar um Oscar, mas quando conseguiu também… Passou o rodo. O filme que tinha o elenco composto majoritariamente por atores negros se tornou um marco cultural na história do entretenimento. O longa foi indicado em SETE categorias e levou três estatuetas para casa, as de Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Design de Produção. Além das indicações a Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som, Melhor Canção Original e Melhor Filme, sendo o primeiro filme com heróis a conseguir uma indicação à principal categoria da premiação.

Vingadores: Ultimato (2019)A conclusão épica do MCU fez campanha para ser indicado em quase todas as categorias, mas acabou com uma mísera indicação a Melhores Efeitos Visuais. Há quem acredite que o longa leve a estatueta, mas vendo o recente histórico da Academia com os Heróis Mais Poderosos da Terra, não apostaria nisso.

Coringa (2019)O filme estrelado por Joaquin Phoenix fez história ao ser o primeiro longa com heróis (ou vilões rs) a conseguir 11 indicações no Oscar, sendo o grande favorito da premiação de 2020. Dado o grande número de categorias a que foi indicado e o histórico do filme nas últimas premiações, é muito pouco provável que saia do Oscar de mãos vazias.
Coringa foi indicado a: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Joaquin Phoenix, Roteiro Adaptado, Fotografia, Edição, Cabelo e Maquiagem, Figurino, Trilha Sonora, Edição de Som e Mixagem de Som.

O Oscar acontece em 9 de fevereiro de 2020. Quais suas apostas?

A trajetória de sucesso da Netflix na rota do Oscar

Tem sido uma jornada morro acima, mas a Netflix enfim está alcançando seu lugar ao sol na cobiçada Temporada de Premiações. Quando a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou a lista de indicados ao Oscar 2020, no último dia 13 de janeiro, a liderança da Netflix em número de indicações disputou lugar entre os assuntos mais comentados das redes sociais com a esnobada de Jennifer Lopez e a ausência de mulheres na categoria de direção. Foram ao todo 24 nomeações, e esta ascensão da Netflix é veloz até mesmo para os padrões hollywoodianos. Afinal de contas, foi apenas em 2014  que a gigante do streaming conseguiu a sua primeira indicação ao Oscar (com o documentário The Square), e foi em 2015 que lançou seu primeiro longa de ficção original, Beasts of no Nation. Se durante grande parte desse tempo a Netflix foi a rejeitada das premiações, o que aconteceu para tudo mudar tão rapidamente?

A forma mais simples, porém incompleta, de se responder a esta pergunta é com O Irlandês. O custoso longa de Martin Scorsese protagonizado por Al Pacino, Robert De Niro e Joe Pesci acumula, sozinho, 10 indicações, depois de ter figurado no topo de dezenas de renomadas listas de melhores filmes de 2019. Outras seis das 24 indicações são responsabilidade de História de um Casamento, de Noah Baumbach. Juntos, os títulos são os carros-chefe da Netflix na temporada 2020, e são parte do resultado de um investimento que não começou ontem. Na verdade, um investimento que começou a dar certo em 2017.

Esta guinada para cima na trajetória da Netflix tem nome e sobrenome: Scott Stuber, chefe de filmes originais da plataforma. No ano em que Stuber assumiu o posto, depois de duas décadas trabalhando na Universal Pictures, a gigante do streaming ganhou o seu primeiro Oscar, pelo curta-documentário Os Capacetes Brancos — um mérito que, a bem verdade, é anterior ao trabalho dele. Mas em 2018 veio o primeiro Oscar por um longa-metragem, o documentário Ícaro. No ano seguinte, foram 15 indicações (incluindo uma na categoria de melhor filme) e quatro vitórias: três para Roma e uma para Absorvendo o Tabu. A conclusão você já entendeu: alguma coisa na estratégia de Stuber deu muito certo.

Seu trabalho, aliás, é autorizar e supervisionar projetos que vão de explosivos blockbusters a filmes independentes ignorados pelos grandes estúdios. Isso também envolve enxergar quais são os que têm potencial para chegarem longe na temporada de premiações, e é neste campo que Stuber se agiganta. “Acho que o mercado do cinema vai passar por um renascimento, como aconteceu na década de 1970”, opinou em entrevista ao Wall Street Journal. “Filmes interessantes e provocadores serão feitos porque este modelo de negócios fornece apoio para isso.”

No sentido de investir de forma estratégica em filmes que têm o perfil do prêmio máximo da Academia, o método da Netflix acaba sendo o de vencer pelo cansaço. A confiança em Roma, o intimista e autoral projeto vitorioso de Alfonso Cuarón, fez com que a plataforma gastasse entre US$ 25 e US$ 30 milhões somente na campanha do filme para o Oscar, em 2019. O resultado foi a coroação como melhor filme estrangeiro, melhor diretor e melhor fotografia, embora tenha perdido o prêmio principal para Green Book – O Guia. Isso depois de ter saído do renomado Festival de Veneza com o Leão de Ouro de melhor filme, na contramão de todas as restrições impostas pelo Festival de Cannes à gigante do streaming. Sinal de que já estavam no caminho certo.

Desta forma, ao bancar projetos rejeitados pelos grandes estúdios — o que aconteceu inclusive com O Irlandês devido aos altos custos com o rejuvenescimento digital — e abraçados pela crítica, a Netflix rompe a barreira imposta sobre ela pelo tradicionalismo de Hollywood, ou no mínimo tenta. Ela faz com que seja quase impossível seus filmes serem ignorados, seja porque tem dinheiro para fazer isso ou porque vende a tão idealizada “liberdade criativa” para os realizadores. As recém anunciadas compras de dois clássicos cinemas norte-americanos — o Egyptian Theatre em Los Angeles e o Paris Theater em Nova York — apenas contribuem para o cenário: a Netflix terá suas próprias salas para fazer circularem seus originais que almejam ao circuito de arte, cumprindo as regras da Academia facilmente. Qualquer rejeição do circuito exibidor eventualmente deixará também de ser um problema.

Não apenas isso, mas a simples presença de Stuber à frente dos projetos da Netflix fez com que as produções do streaming passassem a ser mais aceitas na indústria. Além dos grandes projetos que ele vem encabeçando, seus contatos facilitaram a construção de um relacionamento entre a Netflix e as redes de cinema, algo essencial para um filme que  tente pleitear uma vaga no Oscar. Segundo o Business Insider, Stuber passou grande parte de 2017 se aproximando dos maiores complexos para que estes aceitassem exibir filmes da Netflix. E conseguiu. 

Mas apesar de liderar em número, de ter dois indicados em melhor filme (O Irlandês e História de um Casamento) e dois em melhor documentário (Indústria Americana e o brasileiro Democracia em Vertigem), os especialistas apontam que não há grandes perspectivas de vitória para os filmes da Netflix no Oscar 2020. No Globo de Ouro, apesar das 17 indicações nas categorias de cinema, a única vitória foi para Laura Dern por melhor atriz coadjuvante. Ou seja, o caminho até é certo, mas é tortuoso.

Ainda assim, a quantidade de indicações é o símbolo de uma conquista. A própria Disney, após a fusão com a Fox, ficou atrás com 23, e a tendência é a Netflix seguir crescendo. O grande trunfo da gigante do streaming, neste sentido, é o fato de não ocupar apenas uma fatia do mercado, mas ter se consolidado com êxito justamente aproveitando os nichos deixados em aberto pelos grandes estúdios — foi assim com as comédias românticas e está sendo assim na busca pelo almejado careca dourado.

No fim da história, nem a concorrência dos demais serviços de streaming, nem as restrições impostas por grandes festivais serão capazes de impedir a rota astronômica da Netflix. Pode ser que ainda demore um pouco mais, mas chegará o dia em que a companhia vencerá o prêmio máximo da Academia, seja na insistência ou no merecimento. E os estúdios que reaprendam a jogar o próprio jogo.

Os filmes Indicados ao Oscar que Completam 30 anos em 2020

O Oscar está se aproximando. A maior festa do cinema mundial ocorre no dia 9 de fevereiro, quando serão revelados os vencedores de sua 92ª edição. Antes disso, no entanto, fazendo valer a máxima de que recordar é viver, o CinePOP resolve realizar mais uma volta no tempo, trinta anos no passado, para homenagear estas produções aniversariantes.

Voltando para a 63ª edição, temos Kevin Costner sentado no topo do mundo como maior astro de Hollywood na época; além dos nomes de gente como Martin Scorsese, Robert De Niro, Julia Roberts, Whoopi Goldberg, Al Pacino e Kathy Bates – que também marcavam presença. Assim, podemos perceber muitas semelhanças com alguns  dos indicados atuais, e personalidades que seguem relevantes até hoje.

Sem mais delongas, vamos lembrar o que estava bombando há trinta anos e não esqueça de conferir a matéria dos filmes indicados ao Oscar que completam quarenta anos, clicando no link.

Dança com Lobos

O épico de três horas de duração, baseado no livro de Michael Blake (com roteiro adaptado pelo próprio), foi o grande vencedor da noite, levando para casa a estatueta de melhor filme e mais seis, das doze às quais estava indicado. Produzido, estrelado e dirigido (em sua estreia na função) por Kevin Costner, Dança com Lobos revitalizou os westerns, humanizando como nunca anteriormente os nativo-americanos – constantemente apresentados como vilões deste tipo de produção.

Na trama, John Dumbar (Costner), um tenente designado a um forte no Oeste americano pós-Guerra Civil, vai contra seus colegas e superiores militares ao fazer amizade com índios. O longa saiu vencedor nas categorias de melhor filme, diretor, roteiro adaptado, fotografia, som, edição e trilha sonora, e ainda recebeu indicações para melhor ator Costner, ator coadjuvante Graham Greene (o líder dos índios), atriz coadjuvante Mary McDonnell (a branca criada pelos índios), direção de arte e figurino.

Os Bons Companheiros

Um novo Scorsese injustiçado pela Academia a cada edição do Oscar. De todos os filmes da lista na categoria principal, apenas Os Bons Companheiros se encontra dentre os 250 melhores de todos os tempos na opinião do grande público – e em 17ª posição! Assim como já havia ocorrido há 40 anos com Touro Indomável, a história se repete aqui com outra grande produção do diretor esnobada pelos votantes da Academia. Os Bons Companheiros é listado por muitos (ou quem sabe a maioria) dos cinéfilos como “o melhor filme” da carreira de Martin Scorsese. Além, é claro, de um dos melhores de todos os tempos.

Entretanto, o filme recebeu “apenas” seis indicações ao Oscar, e levou somente uma estatueta para casa. Baseada no livro de Nicholas Pileggi (que igualmente assinou o roteiro), a obra narra a jornada de Henry Hill (Ray Liotta) e seus laços com a máfia, desde a infância até a vida adulta. Os usuais companheiros do diretor, Robert De Niro e Joe Pesci, também retornam. A obra recebeu as indicações de melhor filme, melhor diretor para Scorsese, melhor atriz coadjuvante para Lorraine Bracco (que vive a esposa do protagonista), melhor roteiro adaptado (para Pileggi e o próprio diretor) e edição (para a lendária Thelma Schoonmaker). Joe Pesci, que interpretou o esquentadinho Tommy DeVito, e tem algumas das melhores cenas do filme, levou para casa o Oscar de melhor coadjuvante pelo papel.

O Poderoso Chefão III

Mesmo os mais ardorosos fãs do cinema de máfia e da trilogia de Mario Puzzo e Francis Ford Coppola reconhecem que a terceira e tardia parte da saga da família Corleone é a mais fraca das três. Mas isso não quer dizer que seja ruim, afinal os outros dois estão entre os três melhores filmes de todos os tempos na opinião do grande público. E assim, O Poderoso Chefão III, lançado quase duas décadas depois dos anteriores, foi reconhecido com uma indicação ao Oscar de melhor filme, e mais seis outras – mas no fim das contas, saiu de mãos completamente vazias da noite.

O desfecho da jornada dos Corleone no cinema possui gosto agridoce, com Michael (Al Pacino) assumindo o posto que foi de Marlon Brando no filme original – agora com idade e realmente portando a aparência do “Poderoso Chefão”. Robert Duvall não aceitou voltar (seu personagem foi “morto” off-screen) e Winona Ryder, planejada como a Mary Corleone original (filha do protagonista) não pôde aceitar o papel por motivos de agenda. Numa manobra polêmica, o diretor resolveu escalar sua própria filha, Sofia Coppola (hoje uma diretora prestigiada), para a personagem – que instantaneamente se tornou o elo fraco desta engrenagem, ganhando a antipatia de críticos e público. Tanto que recebeu a indicação como pior estreante e pior atriz no Framboesa de Ouro.

O Poderoso Chefão III foi indicado para melhor filme, melhor diretor Francis Ford Coppola, melhor ator coadjuvante Andy Garcia (que vive o sobrinho do protagonista), fotografia, direção de arte, edição e canção para “Promise me You’ll Remember”.

Ghost – Do Outro Lado da Vida

Único roteiro original da lista, Ghost é um romance sobrenatural, com doses de suspense, comédia (e até terror), e que fala sobre a vida após a morte. O saudoso Patrick Swayze vive um homem assassinado, cujo espírito permanece em nosso mundo para avisar sua jovem esposa (papel de Demi Moore) sobre os reais motivos por trás de sua morte. Para isso, ele recorre a uma vigarista, que realmente possui dons mediúnicos, papel de uma Whoopi Goldberg em estado de graça – que não por menos levou para casa o Oscar de melhor coadjuvante. Mas, principalmente, Ghost é um belo drama, que aborda questões espirituais e tenta esclarecer (para algumas religiões que acreditam no tema) o que de fato ocorre conosco depois da morte.

Ghost conquistou o mundo com seu clima leve e romântico, suas cenas icônicas (e muito repetidas) e seus efeitos revolucionários para a época. O longa levou para casa, além do prêmio de coadjuvante, o de roteiro original, e as indicações de melhor filme, edição e trilha sonora. Ghost tem direção de Jerry Zucker, anteriormente conhecido por comédias escrachadas como Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu (1980) e Top Secret! Superconfidencial (1984); o que faz dele uma espécie de Peter Farrelly, e Ghost, o Green Book da época.

Tempo de Despertar

O filme menos popular da lista principal desta edição do Oscar, é novamente baseado em um livro – desta vez, do médico Oliver Sacks. Ao contrário dos temas de máfia e faroeste histórico, Tempo de Despertar tem mais em comum com Ghost, ao tratar do assunto de vida e morte. Este, no entanto, é um longa mais dramático, sem os alívios da obra sobrenatural acima. O filme narra as descobertas reais e avanços no terreno da medicina em relação a uma rara doença que faz de seus portadores catatônicos. Através de novos medicamentos, tais doentes foram capazes de retornar do estado vegetativo para uma nova vida. Robert De Niro (ele de novo!) vive um paciente recuperado, e o saudoso Robin Williams, em trabalho totalmente dramático, interpreta o médico responsável pela descoberta.

O filme foi dirigido pela cineasta Penny Marshall, que não recebeu uma indicação por seus esforços – nesta época, apenas uma mulher havia sido indicada na categoria: a italiana Lina Wertmüller, pelo filme Pasqualino Sete Belezas (1976). Hoje, pouca coisa mudou, com apenas cinco mulheres na lista da categoria: Jane Campion (O Piano), Sofia Coppola (Encontros e Desencontros) – toma essa O Poderoso Chefão III -, Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror) – a única a vencedora – e Greta Gerwig (Lady Bird).

Voltando para Tempo de Despertar, o filme recebeu três indicações ao Oscar, se tornando assim o indicado na categoria principal com menos nomeações desta edição e um dos menos indicados da história. Foram elas: melhor filme, roteiro adaptado e ator para Robert De Niro (que foi lembrado aqui e não em Os Bons Companheiros).

Filmes Populares

Alguns filmes de prestígio em épocas de premiações terminam apagados anos depois, sem que as pessoas lembrem deles, ou até mesmo podem perder sua relevância com o revisionismo. Outros, no entanto, marcam seu lugar na história, continuando com sua popularidade. E alguns sequer precisariam do Oscar para isso. Nesta categoria se encaixa Uma Linda Mulher, afinal quem poderia esquecer deste conto de fadas subversivo, que ainda ressoa como uma das melhores comédias românticas de todos os tempos. Apesar de seus predicados, o filme que traz a musa Julia Roberts como uma prostituta de bom coração (e serviu para transformá-la numa estrela) só recebeu uma indicação ao Oscar: de melhor atriz para Roberts – que já havia sido indicada como coadjuvante no ano anterior, pelo filme Flores de Aço.

E quem tirou o prêmio das mãos de Julia Roberts, você pergunta? Foi a ótima Kathy Bates, no papel da enfermeira desequilibrada Annie Wilkes de Louca Obsessão, filmaço de suspense baseado no livro de Stephen King. Outro que causou estardalhaço foi Dick Tracy, adaptação dos famosos quadrinhos criados por Chester Gould, considerado a resposta da Disney para Batman (1989), da Warner. Levando em conta que Batman recebeu apenas a indicação de direção de arte (a qual levou), e Dick Tracy levou 3 Oscar, além de outras 4 indicações, pelo menos com a Academia o filme do policial esteve melhor na fita. Dirigido, produzido e protagonizado por Warren Beatty, Dick Tracy foi nomeado para ator coadjuvante Al Pacino (na pele do vilão Big Boy Caprice), fotografia, figurino e som; e levou para casa as estatuetas de melhor direção de arte, maquiagem e canção por “Sooner or Later”, cantada por Madonna (que no filme vive a femme fatale Breathless Mahoney).

David Lynch, sucesso no Oscar de 40 anos atrás com O Homem Elefante, volta a dar as caras dez anos depois de forma mais modesta. Aqui, o filme do diretor, Coração Selvagem, só foi lembrado para a indicação de melhor coadjuvante para Diane Ladd. Quem apareceu de forma pontual também foi Woody Allen, outro cineasta de bastante renome. Seu Simplesmente Alice (uma das últimas parcerias com a esposa traída Mia Farrow) foi indicado para melhor roteiro original, coisa que Allen sabe fazer bem. O italiano Franco Zeffirelli, falecido ano passado, emplacou sua versão de Hamlet, protagonizada por Mel Gibson, em duas categorias, com indicações a melhor direção de arte e figurino.

Sucesso mesmo fez o cult Os Imorais, do diretor Stephen Frears, sobre um trio de golpistas: um homem (John Cusack), sua mãe (Anjelica Huston) e sua namorada (Annette Bening, revelada pelo filme). O longa obteve 4 indicações importantes: diretor para Frears, atriz para Huston, coadjuvante para Bening e roteiro adaptado. E não seria uma edição do Oscar sem Meryl Streep, certo? A deusa apareceu com uma indicação na categoria de atriz principal pelo filme Lembranças de Hollywood. Dirigido por Mike Nichols, o filme é baseado no livro de memórias de Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia) e suas experiências com a mãe Debbie Reynolds – no filme Streep é a persona de Fisher, e a veterana Shirley MacLaine faz as vezes de Reynolds.

E se há 40 anos, O Império Contra-Ataca recebia um Oscar especial por suas conquistas no terreno técnico (uma prévia dos melhores efeitos visuais), tal honraria recaiu para a ficção O Vingador do Futuro, dirigida por Paul Verhoeven e protagonizada por Arnold Schwarzenegger, dez anos depois. Além do prêmio especial, o filme também foi indicado para melhor som e efeitos sonoros. Outros blockbusters indicados ao Oscar foram: Esqueceram de Mim (indicado para melhor trilha sonora e canção por “Somewhere in My Memory”), Edward Mãos de Tesoura (indicado para melhor maquiagem), Linha Mortal (indicado para melhor edição de som) e Caçada ao Outubro Vermelho (indicado para edição e som, e vencedor de edição sonora).

Oscar 2020: Indicados a Melhor Filme ganham incríveis cartazes feitos por fãs; Confira!

Amanhã acontece a tão aguardada cerimônia do Oscar 2020 e os fãs usaram a criatividade para homenagear seu favoritos à estatueta de Melhor Filme com incríveis cartazes.

As artes foram divulgadas pelo JoBlo e mostram o surpreendente trabalho de alguns artistas espalhados pela internet.

Lembrando que os candidatos ao prêmio são ‘O Irlandês’, ‘Adoráveis Mulheres’, ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, ‘Parasita’, ‘História de um Casamento’, ‘1917’, ‘Coringa’, ‘Ford vs Ferrari’, e ‘Jojo Rabbit.’

Confira as imagens:

Confira abaixo os indicados:

Melhor Filme
O Irlandês
Adoráveis Mulheres
Era Uma Vez em… Hollywood
Parasita
História de um Casamento
1917
Coringa
Ford vs Ferrari
Jojo Rabbit

Melhor Diretor
Bong Joon-Ho – Parasita
Martin Scorsese – O Irlandês
Sam Mendes – 1917
Todd PhillipsCoringa
Quentin Tarantino – Era Uma Vez em… Hollywood

Melhor Ator
Antonio Banderas – Dor e Glória
Leonardo DiCaprio – Era Uma Vez em… Hollywood
Adam Driver – História de um Casamento
Joaquin PhoenixCoringa
Jonathan Pryce – Dois Papas

Melhor Atriz
Saoirse Ronan – Adoráveis Mulheres
Charlize Theron – O Escândalo
Scarlett Johansson – História de um Casamento
Renée Zellweger – Judy – Muito além do Arco-Íris
Cynthia Erivo – Harriet

Melhor Ator Coadjuvante
Brad Pitt – Era Uma Vez em… Hollywood
Joe Pesci – O Irlandês
Al Pacino – O Irlandês
Anthony Hopkins – Dois Papas
Tom Hanks – Um Lindo Dia na Vizinhança

Melhor Atriz Coadjuvante
Kathy Bates – O Caso Richard Jewell
Laura Dern – História de um Casamento
Scarlett Johansson – Jojo Rabbit
Florence Pugh – Adoráveis Mulheres
Margot Robbie – O Escândalo

Melhor Roteiro adaptado
O Irlandês
Jojo Rabbit
Coringa
Adoráveis Mulheres
Dois Papas

Melhor Roteiro original
Entre Facas e Segredos
História de um Casamento
1917
Era Uma Vez em… Hollywood
Parasita

Melhor filme internacional
Corpus Christi (Polônia)
Honeyland (Macedônia do Norte)
Os Miseráveis (França)
Dor e Glória (Espanha)
Parasita (Coreia do Sul)

Melhor Animação
Como Treinar o Seu Dragão 3
Perdi Meu Corpo
Klaus
Link Perdido
Toy Story 4

Fotografia
1917
O Irlandês
O Farol
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood

Figurino
O Irlandês
Jojo Rabbit
Adoráveis Mulheres
Era Uma Vez em… Hollywood
Coringa

Trilha Sonora Original
Coringa
Adoráveis Mulheres
História de Um Casamento
1917
Star Wars: A Ascensão Skywalker

Efeitos Visuais
Vingadores: Ultimato
O Irlandês
O Rei Leão
1917
Star Wars: A Ascensão Skywalker

Documentário
Indústria Americana
The Cave
Democracia em Vertigem
Honeyland
For Sama

Montagem
Ford vs Ferrari
O Irlandês
Jojo Rabbit
Coringa
Parasita

Melhor Canção Original
I Can’t Let You Throw Yourself Away – Toy Story 4
(I’m Gonna) Love Me Again – Rocketman
Into The Unknown – Frozen 2
I’m Standing With You – Superação – O Milagre da Fé
Stand Up – Harriet

Direção de arte
1917
O Irlandês
Jojo Rabbit
Parasita
Era Uma Vez em… Hollywood

Mixagem de Som
Ad Astra
Ford Vs Ferrari
Coringa
1917
Era Uma Vez em… Hollywood

Edição de som
1917
Coringa
Star Wars: A Ascensão Skywalker
Era Uma Vez em… Hollywood
Ford Vs Ferrari

Maquiagem e Penteado
Malévola: Dona do Mal
1917
O Escândalo
Coringa
Judy: Muito Além do Arco-Íris

Curta-Metragem
Brotherhood
Nefta Footbal Club
The Neighbors’ Window
Saria
A Sister

Animação em Curta-Metragem
Dcera (Daughter)
Hair Love
Kitbull
Memorable
Sister

Documentário de Curta-Metragem
In the Absence
Learning to Skateboard in a Warzone (If You’re a Girl)
Lifeovertakesme
St. Louis Superman
Walk Run Cha-Cha

 

 

‘9-1-1: Lone Star’: Natalie Zea entra para o elenco da série derivada

De acordo com o TVLine, Natalie Zea (‘The Following‘) entrou para o elenco da série derivada ‘9-1-1: Lone Star‘.

A atriz vai interpretar a Zoe, um potencial interesse amoroso do personagem do Rob Lowe. A personagem será uma professora de psicologia na Universidade de Texas, que conhece o Owen em uma loja e eles imediatamente sentem uma conexão.

Criada por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear, a série é um spin-off de ‘9-1-1‘.

A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.

O elenco conta com Rob Lowe, Liv Tyler, Ronen Rubinstein, Sierra McClain e Jim Parrack.

‘The Witcher’: Showrunner revela qual foi sua maior inspiração dos jogos para a série

Em entrevista ao Writer Experience, a showrunner Lauren Hissrich revelou qual o maior elementos dos jogos que a inspirou no desenvolvimento da adaptação de ‘The Witcher‘ para a Netflix.

“Eu não costumo jogar videogames, mas quando eu assumi o projeto, encontrei um amigo meu, Matt Owens, e eu basicamente insisti que ele me deixasse jogar. Eu fiquei observando ele jogar enquanto bebia algumas algumas cervejas. E fiquei contemplando o visual daquele universo. Isso é provavelmente uma das coisas que mais me influenciaram dos jogos.”

Ela continua, “As pessoas pensam na fantasia como algo áspero e escuro. E a verdade é que ‘The Witcher’ tem muita cor, tem muita vida, tem tudo um pouco. Isso é algo que eu vi no jogo, vi o quão bonito esse mundo poderia ser.”

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Aves de Rapina’: Diretora quer a vilã Hera Venenosa na sequência

Em entrevista ao TheWrap, a diretora Cathy Yan revelou que adoraria ver a vilã Hera Venenosa na sequência de ‘Aves de Rapina‘.

“Eu adoraria ver a hEra Venenosa [na sequência]. Eu adoraria ver a relação entre a Arlequina e a hEra Venenosa.”

Sobre novos filmes com a Arlequina, a diretora acredita que há mais histórias para sempre contadas: “Acho que as pessoas ainda querem ver mais da Arlequina. E eu também acho que a Margot Robbie ainda não terminou com a personagem.”

Vale lembrar que ‘Aves de Rapina‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Com 17 críticas publicadas no Rotten Tomatoes, o filme recebeu 82% de aprovação.

Foram 14 críticas positivas, 3 negativas e uma nota média de 6.9/10.

Confira, junto com as primeiras reações:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

“O embargo das Aves de Rapina caiu, agora eu posso gritar sobre o quão absurdamente divertido é e a maneira como lavou completamente o gosto ruim que ‘Esquadrão Suicida’ deixou na minha boca. Meninas e gays, esse filme é para nós”, KEATON KILDE, VOGUE.

Aves de Rapina é deliciosamente despretensioso e despreocupado com seu lugar em um contexto maior. É uma comédia de crimes não tão sérios e um verdadeiro filme de festa. Todo mundo está se divertindo, mas a Mary Elizabeth Winstead interpreta a Caçadora como uma personagem coadjuvante de THE TICK. Ela arrasa.”, SCOTT MENDELSON, FORBES 

Aves de Rapina: personagens vencedores, ação acima da média e uma trilha sonora arrasadora, dificultada pelo tom e ritmo irregulares. As meninas estão na melhor forma possível, mas não estão juntas o suficiente. A Caçadora de Mary Elizabeth Winstead é a melhor. 💕”, ANGIE HAN, MASHABLE.

“Acabei de ver Aves de Rapina e fico feliz em informar que este é o meu filme recente favorito da DC ainda. Como Shazam, ele cria seu próprio caminho com estética, ação e tom totalmente únicos. Margot, Ewan e todo o resto do elenco são 100% fantabulosos. Por que não há mais cenas de ação de patins?”, MIKE ROUGEAU, GAMESPOT.

Aves de Rapina é muito divertido e violento pra caramba. As Aves são tão divertidas e diferentes uma da outra. Ewan McGregor é tão sinistro e muitas vezes hilário.”, BRANDON DAVIS, COMICBOOK.COM.

Aves de Rapina é tão divertido que chega a ser ridículo – mulheres esquisitas e elegantes quebrando a canela de homens e se elogiando agressivamente !! Sim, por favor e obrigado!!!”, CLARISSE LOUGHREY, THE INDEPENDENT.

Aves de Rapina, de Cathy Yan, é uma celebração criminalmente divertida da sororidade, com algumas das minhas cenas de luta favoritas na memória recente. Eu estava sorrindo de orelha a orelha durante o filme inteiro”, MILLICENT THOMAS.

Aves de Rapina é um tumulto – cheio de atitude e com algumas das sequências de luta mais inventivas e esmagadoras de ossos do gênero dos super-heróis até hoje. Entrei com baixas expectativas e fiquei agradavelmente surpreendido com o quanto me diverti. Não reinventa a roda, mas tem estilo de sobra.”, LAURA PRUDOM, IGN.

“Eu não me divirto com um filme assim faz tempo Não deixe ninguém lhe dizer para não assistir a este filme, porque eles não querem que você viva SUA MELHOR EXPERIÊNCIA e quem precisa dessa negatividade em 2020?”, BATMAN STORY.

Aves de Rapina tem uma ação incrível, humor e alguns dos personagens mais memoráveis ​​que já vimos em um filme da DC, mas o maior destaque é Margot Robbie. Ela é fantástica como Harley, ao mesmo tempo em que prova que, às vezes, nossos relacionamentos mais valiosos são os que temos com boa comida”, ERIK DAVIS, FANDANGO.

“É como se John Wick fosse executado em um filtro louco de um parque de diversões cheio de glitter. É tudo o que você poderia querer de #HarleyQuinn e sua gangue de garotas duronas. Sensacional”, ALISHA GRAUSO, ATOM TICKETS. 

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

 

Sandra Bullock vai estrelar novo suspense da Netflix

De acordo com o Variety, Sandra Bullock (‘Bird Box‘) vai estrelar um novo filme de suspense da Netflix, ainda sem título.

O elenco ainda conta com Richard Thomas, Jon Bernthal, Vincent D’Onofrio, Linda Emond, Emma Nelson e Viola Davis.

Na trama, a personagem da Sandra Bullock sairá da cadeia após ter sido condenada por um crime violento. Sua reentrada na sociedade atinge alguns obstáculos, pois ela acha que o perdão pode ser difícil de encontrar. Ex-amigos e colegas não têm nada além de julgamento por ela. A única opção que resta é restabelecer um relacionamento com sua irmã mais nova, mas já faz anos que eles não se conhecem.

O longa será dirigido por Graham King, e terá o roteiro escrito por Christopher McQuarrie (‘Missão Impossível: Efeito Fallout‘).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Os Novos Mutantes’: Anya Taylor-Joy e Maisie Williams nas novas imagens do longa

Os Novos Mutantes ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

Lembrando que ‘Os Novos Mutantes‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de abril de 2020.

Confira o trailer:

Para quem não conhece, ‘Os Novos Mutantes‘ acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘DMZ’: Benjamin Bratt entra para a nova série de Ava DuVernay

Segundo o DeadlineBenjamin Bratt foi elencado na nova série da HBO MaxDMZ, baseada nos quadrinhos homônimos de Brian Wood. Bratt dará vida ao poderoso líder Parco Delgado.

O ator não é estranho ao gênero, visto que já interpretou Jonathan Pangborn em Doutor Estranho. Seus outros créditos incluem ‘Viva – A Vida É uma Festa’Law & Order.

Bratt se junta a Rosario Dawson, que será a protagonista Alma Ortego.

A história é ambientada num futuro não tão distante no qual uma guerra civil transformou a cidade de Manhattan em uma zona desmilitarizada que se isolou do resto do mundo. Nesse cenário, uma médica está desesperadamente procurando por seu filho enquanto lida com gangues, milícias e lordes do crime.

As gravações do episódio piloto começam nos primeiros meses de 2020.

Robert Patino entra como produtor executivo e showrunner. Ele é conhecido por seu trabalho nas séries WestworldSons of Anarchy.

Ava DuVernay comanda o projeto. Ela recentemente comandou a aclamada minissérie ‘Olhos que Condenam’ para a Netflix. Seus outros créditos incluem o drama indicado ao Oscar Selma, a adaptação cinematográfica de Uma Dobra no Tempo e o documentário 13th.

A série ainda não tem previsão de estreia.

Rian Johnson revela detalhes da sequência de ‘Entre Facas e Segredos’

‘Entre Facas e Segredos’ tornou-se um grande sucesso comercial e de crítica no ano passado e colocou o diretor Rian Johnson no centro dos holofotes mais uma vez – e não demorou muito para que a produção ganhasse uma espécia de sequência.

Em entrevista ao SiriusXM, Johnson revelou alguns detalhes sobre a próxima aventura do detetive Benoit Blanc e o que pretende trazer para a continuação.

“Na minha cabeça, não penso em termos de uma sequência… Desde quando começamos a trabalhar nisso, eu pensava que poderíamos seguir o mesmo caminho de Agatha Christie com seus romances sobre [Hercule] Poirot. Quero dizer, fazer isso com Blanc e criar mais mistérios. Elenco totalmente diferente, novo cenário, novo mistério. É apenas mais um mistério de Benoit Blanc”.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou quase US$300 milhões mundialmente.

O sucesso da produção foi tamanho que, alguns meses atrás, Johnson adiantou que estava trabalhando uma sequência para as próximas aventuras do detetive Benoit Blanc (interpretado por Daniel Craig).

Craig revelou à Entertainment Weekly que está tão animado quando o diretor para voltar para o universo criminal.

“Eu ficaria nos céus [em reprisar meu papel]. Quero dizer, eu faria qualquer coisa por Rian. Se ele escrever alguma coisa, eu farei. Claro que farei. Por que não? Eu me diverti muito [em ‘Entre Facas e Segredos’]. Você busca isso toda vez, você busca por algo que funcione. Raramente, raramento funciona, mas funcionou no filme”.

A sequência ainda não possui data de estreia.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Christopher Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco também conta com Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford e Jaeden Lieberher.

‘The Witcher’: Showrunner revela cenas deletadas da 1ª temporada

Em entrevista ao Pure Fandom, a showrunner Lauren S. Hissrich revelou ao público que várias cenas da 1ª temporada de The Witcher foram suprimidas do corte final.

“Há várias cenas que tiveram de ser cortadas também, por causa da maldição da televisão. Teríamos uma cena adorável no episódio 1×03 na qual Yennefer, Fringilla e Sabrina discutiam sobre suas transformações e seus passados, que eu queria ter mantido. […] Também rodamos uma cena em que Yen conhece uma versão bem mais jovem de Triss, que acabou de chegar em Aretuza, criando um senso de orientação entre as duas feiticeiras”.

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na plataforma.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

A série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Star Wars’: CEO da Disney diz que o estúdio está apenas começando a investir na franquia

Apesar das decepções com Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, os fãs estão muito satisfeitos com ‘O Mandaloriano’, que já se tornou um tremendo sucesso da Disney+.

E, durante uma entrevista para o Comic Book, o presidente da Disney, Bob Iger, disse que “o estúdio está apenas começando” a se aprofundar no universo de ‘Star Wars‘.

“Concluir a [atual] trilogia foi uma jornada gratificante e emocionante, mas, na verdade, estamos apenas começando a explorar o universo de ‘Star Wars‘. Conseguimos muito com os filmes da saga e com a abertura do parque Galaxy’s Edge aqui na Califórnia e na Flórida. Estamos preparando mais alguns filmes e séries de TV. Mas parece que estamos apenas começando a explorar todo o potencial do que é e o que pode ser ‘Star Wars‘.”

Iger continuou, indicando que os filmes da saga serão os pilares do estúdio pelos próximos anos.

“A Lucasfilm se tornou parte essencial da Disney e começamos a pensar em satisfazer o interesse dos fãs não apenas de forma imediata, mas a longo prazo, o que certamente pode acontecer. Tenho uma sensação que o futuro é muito mais vasto do que esperávamos e há muita coisa pela frente.”

Anteriormente, o executivo conversou com a Variety e foi questionado sobre a possibilidade de focarem em filmes derivados, como ‘Rogue One‘, ao que ele respondeu:

“Eu ainda não sei. Conversei com Kathleen Kenndy [presidente da Lucasfilm] e concordamos que fazer trilogias é um processo muito difícil. Estamos pensando em fazer histórias independentes, talvez com uma sequência ou outra.”

Iger se refere à entrevista de Kennedy para a LA Times, quando a executiva disse que as próximas produções da Lucasfilm não serão focadas em trilogias, mesmo sendo uma tradição no universo de ‘Star Wars‘.

“Conversamos muito sobre a transição da franquia após ‘A Ascensão Skywalker‘. Estivemos concentrados nesta trilogia nos últimos seis ou sete anos e está na hora de concluir a história dos Skywalker. Estamos abertos a novas ideias e não vamos nos prender em contar histórias dividas em três sequências como sempre foi… Mas temos tempo para pensar, vamos deixar o tempo ditar nossos planos.”

Kennedy foi questionada se a decisão surgiu após as reclamações de que a franquia estava saturada, mas ela foi evasiva, dizendo:

“Não estamos preocupados com isso, na verdade. Acho que fomos surpreendidos, mas também surpreendemos com as produções da Disney+. Nunca tínhamos feito Star Wars‘ para a TV, mas parece que ‘O Mandaloriano‘ está fazendo sucesso e isso vai ajudar no clima de ‘A Ascensão Skywalker’. Acho que estamos aprendendo a trabalhar com cinema e TV para enriquecer a saga.”

Vale lembrar que ela revelou ao The Hollywood Reporter que o estúdio já contratou o diretor do próximo longa baseado na saga, e o anúncio oficial será feito em janeiro de 2020. O filme, por sua vez, tem estreia prevista para 2022.

Star Wars: A Ascensão Skywalker’ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Locke & Key’: Showrunner fala sobre as semelhanças com ‘A Maldição da Residência Hill’

Locke & Key‘ mal estreou na Netflix e alguns fãs já estão fazendo inúmeras comparações com ‘A Maldição da Resdiência Hill‘ por causa das ‘mansões assombradas’ em ambas as séries.

Durante uma entrevista para o Digital Spy, Meredith Averill, showrunner de ‘Locke & Key foi questionada sobre a situação.

Para quem não sabe, ela também é produtora executiva de ‘A Maldição da Residência Hill‘ e defendeu seu ponto de vista sobre as produções.

“A principal semelhança entre as séries é que ambas apresentam uma mansão que interage com os personagens. A Residência Hill é uma personagem que abriga uma família que tenta lidar com sua culpa e tristeza. Mas as semelhanças param por aí, ‘Locke & Key‘ é uma narrativa fantástica e bem mais leve, com tons mais juvenis. Bom, espero que o público goste dela tanto quanto gostaram de ‘A Maldição da Residência Hill‘.”

Lembrando que ‘Locke & Key‘ conquistou 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral afirma que “apesar de se esforçar às vezes para alcançar um tom consistente, [a série] captura o suficiente da essência do material original para proporcionar um momento assustador e divertido o bastante”.

Confira algumas das críticas abaixo:

“A investida televisiva de Locke & Key parece uma amálgama de ideias que ficariam melhores em outro lugar” – Rolling Stone.

“O assustador é algo grande no serviço de streaming, bem como dramas de colégio. Coloque os dois juntos e então verá a mágica de verdade” – Pittsburgh Post Gazette.

“Como um todo, a temporada inaugural de Locke & Key funciona melhor para os espectadores que não estão familiarizados com o material original, apesar de vários pontos da narrativa aderirem bastante aos quadrinhos” – Bloody Disgusting.

“Talvez o histórico complicado de desenvolvimento do show explica o porquê da encarnação dessa série parece jogar no seguro o tempo todo” – TV Guide.

“Há um pouco para cada um nesse show. Apenas dê tempo no começo de ser envolvido, e terá uma aventura selvagem” – TV Fanatic.

Os quadrinhos de ‘Locke & Key‘ foram publicados pela primeira vez em 2008 por Joe Hill, e acompanham uma família cujos membros são os guardiões de uma série de chaves místicas, tentando mantê-las protegidas das forças malignas do vilão Caravaggio.

De acordo com o Deadline, a série trará Connor Jessup e Jackson Robert Scott como protagonistas, interpretando os irmãos Tyler e Bode Locke, respectivamente. 

Griffin Gluck (‘American Vandal’) e Steven Williams (‘The Leftovers’) também fazem parte do elenco. Gluck será Gabe, um estudante que vai para a Academia Matheson – a mesma escola de Kinsey Locke (Emilia Jones); Williams, por sua vez, será Joe Ridgeway, um professor da mesma instituição.

Além deles, Coby Bird dará vida à Rufus Whedon, um personagem neurodivergente que se torna uma peça essencial na missão de Bode e Tyler Locke. 

 Carlton Cuse entra como showrunner da série ao lado de HillAndre Muschietti, responsável pelo remake de ‘It – A Coisa’, havia sido cotado para dirigir os episódios, mas saiu do projeto.

‘Billions’: 5ª temporada ganha suas primeiras imagens; Confira!

A 5ª temporada de Billionsestreia no dia 03 de maio e o novo ciclo ganhou suas primeiras imagens.

Confira, com o trailer:

A 4ª temporada registrou uma média de 0.16 na demo, e um total de 770 mil espectadores. Em comparação ao ano anterior, há uma queda de aproximadamente 30% na audiência.

Na quarta temporada, “Chuck e Axe, inimigos jurados, parecem ter colocado suas diferenças de lado e se tornado melhores amigos, focando suas vinganças em outro lugar. Para Axe, o alvo é sua mentora Taylor, que o esfaqueou pelas costas e iniciou uma outra firma.”

O elenco inclui Toby Leonard Moore, Daniel K. Isaac, Paul Giamatti, Damian Lewis, Maggie Siff, Malin Akerman, David Costabile e Condola Rashad.

‘Watchmen’: Regina King comenta sua aclamada personagem em novo vídeo; Assista!

Watchmen‘ foi eleita uma das melhores séries de 2019 e embora sua jornada tenha se encerrado, a produção continua sendo uma das mais comentadas da atualidade.

E em um novo vídeo divulgado pela HBO, a atriz vencedora do Oscar, Regina King, comenta sobre sua aclamada personagem e seu impacto na narrativa.

Confira:

Recentemente, o executivo da emissora, Casey Bloys, deu esperança sobre novas temporadas, mas revelou que só seguiria em frente com a participação do Lindelof.

Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a suposta partida do Dr. Manhattan para Marte.

Assista ao trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

‘Lucifer’: Eva está de volta à última temporada em imagem sedutora; Confira!

Lucifer

A personagem Eva, vivida pela atriz Inbar Lavi, está de volta à última temporada de ‘Lucifer‘ em sua primeira e sedutora imagem.

O material foi divulgado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

A temporada final de ‘Lucifer‘ irá estrear em 2020, e será dividida em duas partes, cada qual com oito episódios. Além disso, foi confirmado que o último ano terá um episódio musical.

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta também com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

Framboesa de Ouro 2020: Confira a lista de indicados ao prêmio mais temido do cinema

A aguardada cerimônia do Oscar 2020 acontece em fevereiro, mas a temporada de premiações também conta com o temido Framboesa de Ouro (The Razzie), que elege os piores filmes, atores e diretores de 2019.

Na edição deste ano, a lista de indicados surpreendeu ao revelar James Franco (‘Zeroville‘) e Annhe Hathaway (‘As trapaceiras’ e ‘Calmaria‘) entre os candidatos à estatueta de Pior Ator e Atriz.

Além disso, Tom Hooper também concorre ao prêmio como Pior Diretor por conta de seu trabalho em ‘Cats‘, que aparece na lista de Pior Filme. Nem a consagrada Judi Dench ficou de fora das indicações, tornando-se candidata a Pior Atriz Coadjuvante por seu papel na adaptação.

Lembrando que a 40ª cerimônia do Framboesa de Ouro acontece hoje (08), na noite anterior ao Oscar 2020.

Confira a lista completa de indicados:

PIOR FILME
Cats
The Haunting of Sharon Tate
Um Funeral em Família
Rambo: Até o Fim
The Fanatic

PIOR ATOR
Matthew Mcconaughey (Calmaria)
Sylvester Stallone (Rambo: Até o Fim)
John Travolta (The Fanatic)
James Franco (Zeroville)
David Harbour (Hellboy)

PIOR ATRIZ
Anne Hathaway (As trapaceiras e Calmaria)
Hilary Duff (The Haunting of Sharon Tate)
Francesca Hayward (Cats)
Tyler Perry como Medea (Um Funeral em Família)
Rebel Wilson (As Trapaceiras)

PIOR ATOR COADJUVANTE
James Corden (Cats)
Tyler Perry como Heathrow (Um Funeral em família)
Tyler Perry como Joe (Um Funeral em família)
Seth Rogen (Zeroville)
Bruce Willis (Vidro)

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Jessica Chastain (X-Men: Fênix Negra)
Cassi Davis (Um Funeral em família)
Judi Dench (Cats)
Fenessa Pineda (Rambo: Até o fim)
Rebel Wilson (Cats)

PIOR DIRETOR
Adrian grünberg (Rambo: Até o fim)
Fred Durst (The Fanatic)
Neil Marshall (Hellboy)
James Franco (Zeroville)
Tom Hooper (Cats)

PIOR ROTEIRO
Cats
The Haunting of the Sharon Tate
Um Funeral em família
Rambo: Até o fim
Hellboy

PIOR REMAKE OU SEQUÊNCIA
X-Men: Fênix Negra
Um Funeral em família
Rambo: Até o fim
Godzilla: Rei dos Monstros
Hellboy

PIOR DESAVISADO
Dragged Across Concrete
The Haunting of Sharon Tate
Hellboy
Joker
Rambo: Last Blood

PRÊMIO DE REDENÇÃO
Eddie Murphy (Meu Nome é Dolemite)
Keanu Reeves (John Wick 3 e Toy Story 4)
Adam Sandler (Joias Brutas)
Jennifer Lopez ( As Trapaceiras)
Will Smith (Aladdin)

‘Mulher-Maravilha 1984’: Vaza suposta imagem de Kristen Wiig como Cheetah; Confira!

Mulher-Maravilha: 1984‘ estreia em 04 de junho e parece que a primeira imagem da Kristen Wiig como a vilã Cheetah vazou na internet.

A imagem foi compartilhada por uma conta do Twitter dedicada aos filmes e séries da DC, intitulada Universo DC Comics.

Confira:

Confira nossas entrevistas com Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins, que vieram ao Brasil no último dia 08 de dezembro para divulgar o longa-metragem:

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.