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Além de filme, ‘Jogos Mortais’ ganhará série de TV

Segundo o WGTV, a Lionsgate planeja investir alto na franquia ‘Jogos Mortais‘ para os próximos anos.

Além de um reboot dirigido por Darren Lynn Bousman, que comandou Jogos Mortais 2, 3 e 4′, a franquia também vai ganhar uma série de TV.

Os detalhes sobre o projeto permanecem em segredo, então não está claro se a série terá conexão com os filmes originais, criados por James Wan e Leigh Whannell.

Além disso, parece que o estúdio não firmou contrato com nenhuma plataforma de streaming para a distribuição dos episódios, então ainda não há previsão de estreia.

Como nada foi confirmado até o momento, considere como rumor.

Lembrando que a franquia também está ganhando um reboot com um elenco formado por Chris Rock, Samuel L. Jackson, Max Minghella, e Marisol Nichols.

Ainda não se sabe se Tobin Bell irá retornar ao icônico papel do vilão Jigsaw.

O novo ‘Jogos Mortais‘ estreia dia 15 de Outubro de 2020.

A trama está sendo descrita como um “novo nível de armadilhas perigosamente traiçoeiras, pistas inteligentes e o suspense de ponta que esperam de uma das franquias de terror mais aterrorizantes do mundo”.

Mãe de Eliza Samudio não autoriza série da Globo: ‘Ninguém pensa no filho dela’

A Globo está produzindo uma nova série original baseado no ex-goleiro Bryno Fernandez de Souza, que orquestrou o assassinato de Eliza Samudio e foi preso em 2010.

Porém, a adaptação foi repudiada por Sônia Moura, a mãe da jovem assassinada.

Em uma entrevista à jornalista Márcia Goldschmidt, Sônia criticou o livro ‘Indefensável: O goleiro Bruno‘.

“O livro retrata a Eliza como uma garota de programa, uma Maria chuteira, que ela se envolveu com o Bruno pelo fato de ter uma gorda pensão”, disse.

Segundo ela, ela não deu autorização para a globo adaptar o livro em forma de série.

“Não autorizo. Ninguém tá pensando no filho dela que vai completar 10 anos. Vai ter a transição pra adolescência, que não é uma coisa fácil. A única forma que meu neto tem de ver a mãe é por fotos, porque ele não tem ela por perto. É através de foto que ele pode ver a mãe dele, porque chega aniversário dele, chega aniversário dela, que é logo depois dele, não tem a mãe. Ele não sabe como era o cheiro da mãe dele, a voz da mãe dele, ele teve muito pouco tempo de vida com a mãe dele. Aí vem a Globo fazer essa minissérie?”, concluiu.

Vanessa Giácomo (‘Amor À Vida’) dará vida a Eliza na produção.

Lucas Paraíso (‘Sob Pressão’) e Gabriela Amaral fica a encargo do roteiro, enquanto Amora Mautner comanda o show.

A história será baseada no romance de não-ficção ‘Indefensável – O Goleiro Bruno e a História da Morte de Eliza Samudio. A série não tem previsão de estreia.

Ainda em pré-produção, o anúncio do projeto foi recebido com críticas negativas por parte do público, incluindo pela aclamada teledramaturga Glória Perez. Segundo ela, a obra “só pode ser piada! E de mau gosto!”.

‘A Lenda do Tesouro Perdido 3’ é confirmado e contrata roteirista

Uma das franquias mais preciosas de Nicolas Cage é ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘, cujo terceiro filme está em desenvolvimento há mais de doze anos… e finalmente sairá do papel.

A Walt Disney contratou o roteirista Chris Bremner para trabalhar no script do terceiro filme. Seu trabalho mais recente foi o elogiado ‘Bad Boys para Sempre‘.

Segundo o Hollywood Reporter, Jerry Bruckheimer voltará como produtor.

O artigo não forneceu detalhes adicionais sobre o projeto, embora também tenha revelado que Bremner também está trabalhando no quarto filme da franquia ‘Bad Boys‘.

O diretor Jon Turteltaub, que comandou os dois primeiros ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘, revelou que a história deve abandonar os EUA e ser focada na Europa e Ásia.

Até o momento, apenas o ator Nicolas Cage está confirmado no elenco, mas tudo indica que Harvey Keitel, Diane Kruger, Justin Bartha e Jon Voight devem retornar também a nova produção.

Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (National Treasure) conta a história de um caçador de riquezas perdidas procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.

O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.

Dubladora de ‘Frozen’ morre aos 21 anos

A atriz mexicana Andrea Arruti, que dublou a Elsa em ‘Frozen‘ na versão espanhola, morreu aos 21 anos. A causa da morte não foi revelada pela família na nota oficial.

Arruti se preparava para lançar sua carreira de cantora e dublou várias séries e filmes famosos em espanhol, como ‘Little Pony‘ e ‘Phineas e Ferb‘, além das personagens Neeko (League of Legends) e Violet Evergarden, do anime ‘Neeko‘.

A conta no instagram de Arruti foi deletada pela família.

Frozen 2‘ já se tornou a animação com a MAIOR bilheteria da história do cinema, somando impressionantes US$ 1.3 bilhão mundialmente.

Durante uma entrevista à jornalista Rafa Gomes, do CinePOP, o diretor Chris Buck e o produtor Peter Del Vecho conversaram sobre a possibilidade de realizarem mais um filme da franquia.

E mediante sua grandiosa popularidade, é natural que haja uma enorme expectativa em relação à produção de mais uma sequência. Mas será que ‘Frozen 3‘ é realmente uma possibilidade?

Assista:


Vale lembrar que o longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘Frankenstein’ ganhará remake produzido por James Wan

Segundo a Variety, o aclamado diretor James Wan está desenvolvendo um remake para o clássico Frankenstein, cuja história pertence ao Universo Monstro da Universal Pictures.

Baseada no romance homônimo de Mary Shelley, a história já foi adaptada inúmeras vezes para as telonas: em 1930, Boris Karloff deu vida à infame criatura e, em 2012, o monstro ganhou uma repaginação amigável com a animação Hotel TransilvâniaJavier Bardem havia sido considerado para viver o personagem-titular no primeiro reboot planejado pela Universal, A Noiva de Frankenstein, mas o projeto não seguiu em frente.

De qualquer forma, é interessante notar que o Dark Universe finalmente está ganhando forma, ainda mais depois do fracasso comercial e crítico da primeira iteração, A Múmia, lançada em 2017. O filme, estrelado por Tom CruiseSofia Boutella, não cativou o público e nem ao menos serviu de aval para que o panteão compartilhado tomasse forma. Entretanto, no começo do mês, o vindouro O Homem Invisível ganhou seu primeiro trailer e prometeu revitalizar a franquia.

Wan é conhecido por suas investidas na saga Invocação do Mal, cujos dois principais filmes foram aclamados pela crítica e arrecadaram quase 650 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. Ele também dirigiu AquamanVelozes e Furiosos 7.

Seus próximos projetos incluem Aquaman 2’, com lançamento marcado para 2021, e ‘Malignant’, novo terror que tem previsão de estreia também em 2021. Ele também será produtor-executivo do reboot da franquia Resident Evil.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘O Massacre da Serra Elétrica’ ganhará mais um reboot

Segundo o Deadline, O Massacre da Serra Elétrica ganhará um novo reboot e já até contratou um roteirista: Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror Cobweb’.

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, será o produtor do filme. Ainda não se sabe, no entanto, se o cineasta assumirá a direção do longa.

Fontes recentes indicam que a nova iteração deve trazer uma abordagem parecida com o recente ‘Halloween‘, fazendo uma sequência direta do longa original de 1974.

Além do novo reboot, uma série de televisão baseada na franquia também está em desenvolvimento.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Grown-ish’ é renovada para a 4ª temporada

O canal Freeform renovou oficialmente a série ‘Grown-ish‘ para a 4ª temporada.

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey (Shahidi), filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

Yara Shahidi, Trevor Jackson, Francia Raisa, Emily Arlook, Jordan Buh, Chloe Bailey, Halle Bailey e Luka Sabbat estrelam.

Os Filmes Mais Girlpower de 2020

A representatividade feminina chegará forte em 2020. Cada vez mais os grandes estúdios estão percebendo que protagonistas femininas podem dar muito certo, e o número de franquias empurradas pelo carisma de suas personagens principais só aumenta. Em 2020, teremos uma quantidade significativa com algumas das superproduções mais alardeadas do ano sendo representadas com mulheres à frente do elenco de tais projetos.

Isso sem contar outros gêneros, como o terror, o suspense, filmes de diretores renomados e, é claro, produções que estão dando o que falar na época de premiação. Ah sim, e não podemos esquecer das animações, em especial Frozen II, que abriu o ano por aqui (no dia 2) trazendo de volta as desventuras das irmãs Anna e Elsa, e pelo mundo se tornou a terceira maior bilheteria de 2019 (o filme foi lançado em novembro nos EUA e em muitos países) com mais de US$1.374 bilhão.

Quem também já chegou por aqui foram os Oscarizáveis Adoráveis Mulheres e O Escândalo. O primeiro é totalmente girlpower e adapta para uma nova geração o conto clássico de Louisa May Scott, com Greta Gerwig na direção e um elenco formado por atrizes do nível de Saoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh e Laura Dern. O longa tem 6 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme. Não saindo muito atrás, O Escândalo é representado por três estrelas de suas respectivas gerações, Charlize Theron, Nicole Kidman e Margot Robbie, e aborda o polêmico tema do assédio sexual no local de trabalho. O filme-denúncia descolou três indicações ao Oscar, incluindo para atriz (Theron) e coadjuvante (Robbie). No dia 30, mas já com sessões de pré-estreia, chega Judy – Muito Além do Arco-Íris, que traz uma performance arrebatadora de Renée Zellwegger na pele da icônica Judy Garland – e muitos afirmam que será a futura vencedora na categoria de melhor atriz no Oscar.

Pulando dos filmes de prêmios para produções de entretenimento, igualmente já está em cartaz Ameaça Profunda, thriller que apresenta Kristen Stewart como uma pesquisadora numa base submarina, que precisa lutar por sobrevivência após um acidente destruir o local. Estreando neste fim de semana, Jumanji: Próxima Fase resolve dar maior destaque para a personagem Ruby Roundhouse (Karen Gillan), que rouba grande parte das cenas da aventura.

Conheça abaixo alguns dos filmes mais girlpower que chegarão ainda em 2020

Aves de Rapina

Margot Robbie volta ao papel do ícone pop Arlequina, desta vez num filme solo da personagem – ou quase. Mesmo que Esquadrão Suicida não tenha atingido seu alvo, uma coisa é inegável: a perfeição com que a atriz indicada ao Oscar deu vida à adorada antagonista do Batman. Aqui, ela busca sua emancipação ao terminar com o Coringa e tomar as rédeas da própria vida, fazendo o que sabe de melhor: criar o caos. Assim tem início uma sororidade disfuncional, quando a protagonista se une a outras mulheres, todas muito diferentes entre si, mas com um objetivo maior em comum. Entram em cena a Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell), a Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Renee Montoya (Rosie Perez) e Cassandra Cain (Ella Jay Basco). A direção é de Cathy Yan (Dead Pigs). A estreia ocorre no dia 6 de fevereiro.

Um Lugar Silencioso – Parte II

Criado como uma obra em família, Um Lugar Silencioso apresentou a primeira colaboração nas telonas do casal da vida real John Krasinski e Emily Blunt. O clima não poderia ser mais íntimo. O terror se tornou um sucesso estrondoso, recolhendo todos os elogios imagináveis da imprensa e lucrando uma bilheteria muito favorável. Justamente por isso, não demorou muito para se arquitetar uma sequência. Desta vez, no entanto, Evelyn (Blunt) é a protagonista absoluta, assumindo a narrativa numa trama onde a mulher é a “chefe” de família. Ela precisará estar sempre um passo a frente das mortais criaturas guiadas pelo barulho, para proteger seus filhos. A direção segue com o maridão Krasinski e a estreia ocorre no dia 19 de março.

Mulan

Mais uma querida animação da Disney ganhará nova roupagem. Desta vez, é Mulan (1998) que recebe uma reimaginação de carne e osso. Adorado por toda uma geração,o filme fala sobre uma jovem honrada, que se torna guerreira e se disfarça de homem para ajudar seu pai e sua família. Esta versão assume formas mais sérias e está sendo tratada como épico medieval com grandes batalhas e sem tantos elementos de fantasia – o que inicialmente causou polêmica entre os fãs. A gracinha Liu Yifei vive a protagonista e promete encantar com seu charme e carisma. Na cadeira de direção, a neozelandesa Niki Caro (Encantadora de Baleias). A estreia acontece no dia 26 de março.

Viúva Negra

A primeira “Vingadora” mulher finalmente ganha seu próprio filme. A Viúva Negra esteve na primeira formação da superequipe da Marvel como membro original, e antes disso já havia debutado com sua participação em Homem de Ferro 2 (2010). São dez anos de casa e oito participações na pele da personagem. Fora isso, Scarlett Johansson está com tudo nesta edição do Oscar com duas indicações ao maior prêmio do cinema: uma como atriz principal (História de um Casamento) e outra como coadjuvante (JoJo Rabbit). Consagrando seu ano, a espiã mais amada da Marvel estrelará seu primeiro filme solo. A trama se passará entre os eventos de Capitão América: Guerra Civil (2016) e Vingadores: Guerra Infinita (2018), quando a personagem precisou fugir e se esconder. Nesta jornada, ela retorna para a Rússia e reencontra velhos companheiros. A australiana Cate Shortland (Lore) é quem comanda na direção. A estreia é no final de abril, no dia 30.

Antebellum

Dos mesmos produtores de Corra! (2017) e Nós (2019), chega este novo terror racial. Desta vez sem a direção de Jordan Peele, substituído pela dupla Gerard Bush e Christopher Renz, diretores de videoclipes estreando no comando de longas para o cinema. A protagonista da vez é a belíssima cantora e atriz Janelle Monáe (Estrelas Além do Tempo), que vive uma autora de sucesso transportada, através de um evento sobrenatural enigmático, para a época da escravidão. Agora, ela precisa decifrar este mistério enquanto vive o pior pesadelo de sua vida. A estreia é prometida para o dia 14 de maio.

Mulher-Maravilha 1984

No início de junho, mais precisamente no dia 4, chega o que é a maior estreia de um filme protagonizado por uma mulher este ano. A Mulher-Maravilha é a maior super-heroína de todas já criadas nos quadrinhos. E seu filme merecia sucesso. Dito e feito, a produção de 2017 foi unânime e fez o público ter fé novamente nos personagens da DC Comics nos cinemas. Dois nomes são responsáveis pelo sucesso da heroína: Gal Gadot e Patty Jenkins. A primeira, uma escolha tida como controversa no início, convenceu os fãs de que esse papel era seu – mesmo tendo feito anteriormente uma aparição “morna” em Batman Vs. Superman (2016). E a segunda, a diretora que realizou o longa, excedendo as expectativas. É natural que a ansiedade atinja novos patamares para esta tão aguardada continuação, que colocará a heroína no ano de 1984, para combater dois grandes vilões: a Mulher Leopardo (Kristen Wiig) e Max Lord (Pedro Pascal). Além de ver o retorno de seu amado Steve (Chris Pine).

Monster Hunter

Ela está de volta! Milla Jovovich é provavelmente uma das maiores atrizes de ação do nosso tempo. Desde O Quinto Elemento (1997), passando por Joana D’Arc (1999) e chegando até a franquia Resident Evil, Jovovich já deu muitos sinais de que distribuir sopapos, piruetas, tiros e escapar de explosões é com ela mesmo. Não é à toa que seus dois últimos companheiros viram tal potencial na moça e ajudaram a transformá-la num ícone do gênero – primeiro Luc Besson e agora Paul W.S. Anderon. É justamente este segundo que investe em um novo projeto, recobrando a parceria de Resident Evil com sua atriz preferida (e esposa na vida real). Buscando uma nova franquia para chamar de sua, o casal adapta para as telonas outro game, este contando a história de uma equipe de militares transportados para outro mundo, precisando lidar com criaturas gigantescas e poderosas. Anderson ainda alista outra atriz durona para ajudar Jovovich nesta empreitada, a nova rainha fitness, Meagan Good (Shazam!). O filme estreia no dia 3 de setembro.

Os Eternos

A Marvel vai apostar no potencial girlpower de suas personagens em 2020. O ano abre com a Viúva Negra. A Feiticeira Escarlate ganhará sua própria série com WandaVision (ainda sem data de estreia definida na Disney+). Mas a grande superprodução do estúdio no ano será mesmo o ambicioso Os Eternos – nova investida da casa numa equipe de super-heróis. Desta vez, a empreitada é em larga escala investindo no universo cósmico de personagens que são verdadeiros Deuses. E já que o assunto é protagonismo feminino, este filme não estaria na lista se a proposta não fosse essa. Para os papeis principais destas entidades, a Marvel escalou nada menos que Angelina Jolie (uma de suas maiores estrelas até o momento), Salma Hayek e Gemma Chan (que já havia aparecido em Capitã Marvel e aqui interpreta outro papel). Fora isso, o estúdio optou por transformar o gênero masculino de vários personagens em feminino, garantindo assim uma maior representatividade no blockbuster. A direção é de Chloé Zhao e a estreia tão aguardada ocorre no dia 4 de novembro.

Harriet

Até o fechamento desta matéria, este filme indicado em duas categorias para Oscar 2020 não possuía data de estreia definida em nosso país. Esperamos que isso mude logo e que a Universal Pictures encontre um jeito de estrear o drama antes da grande noite da sétima arte. Afinal, todos querem conferir a atuação da promissora Cynthia Erivo (As Viúvas). Nesta biografia, a atriz interpreta a líder revolucionária Harriet Tubman, que escapou da escravidão e se tornou uma das heroínas da vida real mais celebradas da história norte-americana, ajudando a libertar outros escravos. Importantíssimo para nossa história como seres humanos, o filme é dirigido por Kasi Lemmons (Amores Divididos), e além da poderosa trama racial, é uma aula de empoderamento feminino.

Legalmente Loira 3

Fechamos a lista com um dos retornos mais aguardados de 2020. Reese Witherspoon, atriz vencedora do Oscar que se encontra na crista da onda de Hollywood na atualidade (principalmente por seus trabalhos na TV, como Big Little Lies e The Morning Show), revive a personagem que a transformou em uma estrela no início da década de 2000: Elle Woods. A Barbie humana mais querida do cinema (isto é, até a própria Barbie ganhar seu filme nas formas de Margot Robbie) estará de volta para mais um round este ano. A trama ainda não foi divulgada, assim como a data de estreia no Brasil. Tudo o que sabemos é que Witherspoon reprisa a personagem e o lançamento nos EUA ocorre no dia 8 de maio.

Menções Honrosas:

Maria e João – O Conto das Bruxas

A representatividade feminina chegou aos contos clássicos infantis. A lendária história de João e Maria ganha uma subversão dando protagonismo para Maria (cujo nome se destaca no título). Para tal, a menina recebe as formas da ótima Sophia Lillis (It: A Coisa). Ela e o irmão se perdem na floresta e precisam enfrentar uma bruxa, como sabemos bem, mas aqui o conto é transformado numa história de terror barra pesada. A estreia ocorre no dia 20 de fevereiro.

The Rhythm Section

Adiado do ano passado para este, devido a um acidente sofrido no set de filmagem pela protagonista Blake Lively em uma das cenas de ação do longa, The Rhythm Section é um thriller de espionagem e vingança. Na trama, Livley interpreta uma mulher atrás dos responsáveis pela queda proposital do avião que se encontrava sua família. Para isso, ela treina e se transforma numa exímia assassina. A estreia é no dia 31 de janeiro nos EUA. O filme ainda não possui lançamento no Brasil.

Promising Young Woman

Por falar em vingança, este suspense protagonizado por Carey Mulligan é um dos chamarizes do Festival de Sundance deste ano. A proposta do longa é ser um ultimato contra os assediadores, tendo uma mulher como justiceira na trilha de todos que saem da linha. Traumatizada por um evento ocorrido em sua vida, a protagonista se torna algoz de todos que passam dos limites e cruzam seu caminho. O filme é prometido para o dia 28 de maio no Brasil.

Após aquisição da Fox, Disney está removendo o nome do estúdio em suas novas produções

De acordo com a Entertainment Weekly, a Walt Disney Company está excluindo a marca Fox depois de adquirir o direito de imagem sobre as propriedades da empresa em março do ano passado.

A partir de agora, a 20th Century Fox e a Fox Searchlight Pictures serão substituídas pelas marcas 20th Century Studios e Searchlight Pictures.

Até o momento, as divisões de TV da Fox ainda permanecem intituladas como 20th Century Fox Television e Fox 21 Television Studios, mas é de se esperar que os respectivos departamentos sejam renomeados ao longo dos próximos meses.

O filme de, ‘Downhill’, estrelado por Will Ferrell e Julia Louis-Dreyfus será a primeira produção a receber o novo selo da Searchlight Pictures, e ‘Call of the Wild‘, com Harrison Ford, será o primeiro sob a marca 20th Century Studios.

Para quem não sabe, a icônica marca 20th Century Fox foi criada em 1935 a partir da fusão dos estúdios Twentieth Century Pictures e Fox Film Corporation.

Além disso, a revista Vulture já havia informado que a Disney está impedindo salas de cinemas de exibir filmes clássicos da Fox.

Inclusive espaços que disponibilizam filmes apenas como entretenimento, sem lucros, estão sem acesso a títulos agora sob o domínio da Disney.

“Nosso contato de reservas da Fox fez um pedido de desculpas muito breve por não poder mais enviar títulos para serem exibidos no nosso cinema.”, disse Joe Neff, admistrador de um cinema independente em Coumbus, Ohio.

Além disso, as produções da Fox previstas para o catálogo da Disney+ estarão disponíveis apenas por um breve período, antes de serem guardadas no ‘cofre’ da Disney.

Tudo indica que a estratégia está sendo feita para direcionar os consumidores à Disney+, que já está disponível nos EUA e em alguns países da Europa.

Lembrando que, além de produções da Marvel, Lucasfilm, e Pixar, o catálogo aa plataforma também conta com as animações clássicas da Disney e irá produzir conteúdos originais.

Confira algumas das produções:

Confira outros destaques:

Marvel Studios

‘Capitã Marvel’
‘Capitão América: Guerra Civil’
‘Capitão América: O Soldado Invernal’
‘Capitão América: O Primeiro Vingador’
‘Doutor Estranho’
‘Guardiões da Galáxia’
‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’
‘Homem de Ferro’
‘Homem de Ferro 2’
‘Homem de Ferro 3’
‘Homem-Formiga’
‘Homem-Formiga e a Vespa’
‘Os Vingadores’
‘Pantera Negra’
‘Thor’
‘Thor: O Mundo Sombrio’
‘Thor: Ragnarok’
‘Vingadores: Guerra Infinita’
‘Vingadores: Era de Ultron’

Animações da Marvel

‘Quarteto Fantástico’ (1994)
‘Quarteto Fantástico: Os Maiores Heróis da Terra’ (2006)
‘G’uardiões da Galáxia’ (2015)
‘O Incrível Hulk’
‘Homem de Ferro’ (1994)
‘Iron Man: Armored Adventures’ (2008)
‘O Surfista Prateado’ (1998)
‘Homem-Aranha’ (1981)
‘Homem-Aranha’ (1994)
‘Homem-Aranha e Seus Amigos’ (1981)
‘Homem-Aranha: Ação Sem Limites’ (1999)
‘Mulher-Aranha’ (1979)
‘Ultimate Homem-Aranha’ (2012)
‘X-Men: A Série Animada’ (1992)
‘X-Men: Evolution’ (2000)

Lucasfilm

Star Wars: A Ameaça Fantasma’
Star Wars: O Ataque dos Clones’
Star Wars: A Vingança dos Sith’
‘Solo: Uma História Star Wars
Rogue One: Uma História Star Wars
Star Wars: Uma Nova Esperança’
Star Wars: O Império Contra-Ataca’
Star Wars: O Retorno de Jedi’
Star Wars: O Despertar da Força
Star Wars: Os Últimos Jedi
Star Wars: The Clone Wars’
Star Wars: Força do Destino’
Star Wars: Rebels’
Star Wars: A Resistência’

Pixar

‘Vida de Inseto’
‘Valente’
‘Carros’
‘Carros 2’
‘Carros 3’
‘Viva: A Vida é uma Festa’
‘Procurando Nemo’
‘Procurando Dory’
‘Os Incríveis’
‘Os Incríveis 2’
‘Mostros S.A’
‘Universidade Monstros’
‘Ratatouille’
‘Toy Story’
‘Toy Story 2’
‘Toy Story 3’
‘Up: Altas Aventuras’
‘Wall-E’

Animações da Disney

‘101 Dálmatas’
‘Aladdin’
‘Alice no País das Maravilhas’
‘Bambi’
‘A Bela e a Fera’
‘Cinderela’
‘Dumbo’
‘Fantasia’
‘Hercules’
‘A Dama e o Vagabundo’
‘Mulan’
‘Peter Pan’
‘Pinóquio’
‘Pocahontas’
‘Tarzan’
‘O Rei Leão’
‘Lilo e Stitch’
‘Frozen’
‘O Estranho Mundo de Jack’
‘Detona Ralph’
‘Zootopia’
‘Moana’
‘Operação Big Hero’

Outros filmes

‘Doutor Dolittle’
‘High School Musical’
‘High School Musical 2’
‘High School Musical 3: Ano de Formatura’
‘Querida, Encolhi as Crianças’
‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola’
‘Piratas do Caribe: O Baú da Morte’
‘Piratas do Caribe: No Fim do mundo’
‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas’
‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’

Séries de TV

‘Agent Carter’
‘Agents of S.H.I.E.L.D’
‘O Mundo é dos Jovens’
‘DuckTales’ (1987)
‘DuckTales’ (2017)
‘Mano a Mana’
‘Garota Conhece o Mundo’
‘Kim Possible’
‘Phineas and Ferb’
‘As Visões da Raven’
‘Os Simpsons’
‘Zack and Cody: Gêmeos em Ação’
‘Zack e Cody: Gêmos a Bordo’
‘Os Feiticeiros de Waverly Place’

Os filmes Indicados ao Oscar que Completam 40 anos em 2020

Não existe época mais empolgante para os cinéfilos e amantes de cinema em geral do que a época de premiações. E a maior delas é o Oscar. O resto é apenas treino para esta grande noite. Digam o que quiserem os cínicos, o prêmio da Academia é o que todo profissional desta indústria no mundo almeja. Vejam, por exemplo, como estão felizes os envolvidos com a produção do sul coreana Parasita.

Pensando nisso, para entrar no clima desta grande festa, que se estende até o dia 9 de fevereiro (quando a cerimônia será transmitida mundialmente), o CinePOP resolveu voltar no tempo, 40 anos no passado, para relembrar os filmes prestigiados na 53ª Edição dos Prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Gente como Martin Scorsese, Robert De Niro, Robert Redford, Roman Polanski, David Lynch e Sissy Spacek estavam na crista da onda com seus então mais recentes trabalhos. Vem com a gente revisitar estes verdadeiros clássicos da sétima arte.

Gente Como a Gente

Este drama familiar sobre perda foi o grande vencedor da noite, levando quatro dos seis Oscar aos quais estava indicado, incluindo melhor filme. Baseado no livro de Judith Guest, a história fala sobre uma família que perde seu filho mais velho num terrível acidente e a forma com que cada um de seus membros lida com o ocorrido. O filho mais novo (papel de Timothy Hutton) se sente culpado e cai em depressão, se tornando suicida. A mãe (Mary Tyler Moore) o ressente e se torna hostil e o pai (Donald Sutherland) tenta acalmar os ânimos no meio de tudo.

O título em inglês já diz, Ordinary People – algo como “Gente comum”. O filme marcou a estreia do ator Robert Redford como cineasta (que depois viria a comandar mais 8 longas até o momento). Em seu debute, Redford abocanhou a estatueta de melhor diretor da noite. Gente Como a Gente ainda levou os prêmios de melhor ator coadjuvante para Timothy Hutton (você lembrava que ele tinha um Oscar?) e roteiro adaptado – além das indicações de atriz protagonista (Mary Tyler Moore) e mais uma de coadjuvante para Judd Hirsch (que interpreta o psicólogo do rapaz).

Touro Indomável

Curiosamente, nem sempre o filme eleito como o melhor no Oscar é o que se torna memorável e resiste ao teste do tempo. Afinal, se você for perguntar para dez diferentes cinéfilos, todos dirão que esta obra de Martin Scorsese é muito superior ao drama familiar acima. Este é a produção inesquecível e icônica desta edição do Oscar, definitivamente. Considerado por muitos uma obra-prima, Touro Indomável é a biografia do boxeador Jake LaMotta, baseado em seu próprio livro.

Vivido de forma espantosa pela grande Robert De Niro (que muda sua forma física ao longo do filme), o protagonista é um sujeito tempestuoso e violento, dentro e fora dos ringues. Todo filmado em preto e branco, o longa é um dos filmes mais queridos do grande Scorsese, enaltecido por muitos como um de seus melhores trabalhos no cinema. Touro Indomável foi indicado para oito prêmios, mas terminou levando apenas dois – demonstrando que Scorsese sempre foi um dos grandes injustiçados pela Academia de todos os tempos.

Dentre as vitórias: melhor ator para De Niro e edição para a fiel escudeira do diretor, Thelma Schoonmaker. O longa ainda obteve as indicações de filme, diretor para Scorsese, ator coadjuvante para Joe Pesci (que vive o irmão de LaMotta), atriz coadjuvante para Cathy Moriarty (a segunda mulher do protagonista no filme), fotografia e som.

O Homem Elefante

Outra produção renomada inteiramente criada em preto e branco, O Homem Elefante é o único outro filme da lista (além de Touro Indomável) a resistir ao teste do tempo, se tornando um dos filmes mais elogiados do público até hoje – ambos fazem parte da lista dos 250 melhores filmes de todos os tempos na opinião dos usuários do IMDB. Além destas semelhanças, esta também é uma biografia baseada num livro (de Frederick Treves). O assunto aqui, porém, é John Merrick, um sujeito extremamente deformado, tratado como aberração, mas descoberto como alma gentil e intelectual por um cirurgião (papel de Anthony Hopkins) na era vitoriana.

A razão por ambos Touro Indomável e O Homem Elefante sobressaírem ao teste do tempo se deve a seus diretores, mestres inquestionáveis, ainda em atividade e muito cultuados. Aqui, quem está por trás da direção é David Lynch (Twin Peaks). O Homem Elefante, por outro lado, não levou nenhum dos oito Oscar aos quais estava indicado. Eles foram o de melhor filme, diretor para Lynch, ator principal para John Hurt (que interpreta Merrick), roteiro adaptado (Lynch foi um dos roteiristas), direção de arte, figurino, edição e trilha sonora.

Uma curiosidade é que nesta edição não existia a categoria de melhor maquiagem, caso contrário, O Homem Elefante teria ao menos um Oscar em seu currículo.

Tess – Uma Lição de Vida

Roman Polanski é igualmente um diretor muito renomado e segue em atividade até hoje. No entanto, mesmo tendo sido sucesso nesta edição do Oscar, Tess não se tornou um de seus filmes mais comentados – sendo esquecido no meio de uma filmografia pra lá de memorável. Quem sabe foi por se tratar de um tema muito comum para os padrões de hoje, ou por seu tempo de projeção excessivo dentro do gênero – com quase 3 horas de duração. Este é mais um filme da lista baseado num livro, desta vez, um clássico de Thomas Hardy.

A história, um drama romântico passado na era vitoriana, apresenta uma camponesa, uma mulher forte, no meio da disputa de dois homens por seu afetado. Para o projeto, Polanski bancou a alemã Nastassja Kinski, então uma novata em início de carreira (aos 19 aninhos), e a transformou numa estrela. Tess foi indicado para melhor filme, melhor diretor para Polanski e melhor trilha sonora, mas levou para casa os Oscar técnicos de fotografia, direção de arte e figurino.

O Destino Mudou Sua Vida

Fechando a categoria principal de melhor filme, o último candidato foi mais um drama biográfico – deu para sentir uma tendência nesta edição, certo? Aqui, no entanto, um filme com um diferencial, uma pegada musical country. O longa trata da história de Loretta Lynn, humilde filha de um trabalhador de mina de carvão no Kentucky, que consegue superar a pobreza e se torna uma cantora de sucesso mundial, transformando para sempre a música country. Daí o título original “Coal Miner’s Daughter”, algo como “A filha do mineiro de carvão”.

Quem dá vida para a protagonista é a atriz Sissy Spacek, que quatro anos antes havia incorporado a personagem Carrie White, de Carrie – A Estranha (1976), baseado no livro de Stephen King, filme que rendeu sua primeira indicação ao Oscar. O Destino Mudou Sua Vida, ao contrário do filme citado acima, deu para Spacek uma vitória no Oscar de melhor atriz – a única de sua carreira no total de seis indicações.

O Destino Mudou a Sua Vida, além da vitória de Spacek como atriz principal, recebeu outras seis indicações ao Oscar: melhor filme, roteiro adaptado, fotografia, direção de arte, som e edição.

Filmes Populares

É claro que o cinema também é história. E alguns filmes ainda muito populares hoje em dia foram lembrados pela Academia nesta edição. O mais famoso de todos é O Império Contra-Ataca, o segundo filme de Star Wars a ser lançado nos cinemas e ainda hoje considerado o melhor episódio da franquia pelos fãs. No entanto, ao contrário do original, de 1977 (que foi indicado na categoria de melhor filme – acredite!), esta continuação, embora seja considerada superior, não obteve a mesma repercussão com os votantes da Academia. No entanto, um dos filmes mais adorados da história do cinema, foi indicado para três prêmios (direção de arte e trilha sonora), e levou o de som. Além disso, ganhou um Oscar especial por suas conquistas no terreno técnico – uma prévia do prêmio de efeitos visuais, que ainda não havia sido implementado.

Outros filmes populares que figuraram nesta edição do Oscar foram A Lagoa Azul (clássico da Sessão da Tarde, indicado ao prêmio de fotografia); Em Algum Lugar do Passado (drama romântico de viagem no tempo com Christopher Reeve, indicado para figurino); Como Eliminar Seu Chefe (comédia com Jane Fonda, Lily Tomlin e Dolly Parton, indicado para canção – da própria Parton); o musical Fama (indicado para melhor roteiro original, som, edição e canção por “Out Here on My Own”, e vencedor de trilha sonora e canção pela música tema “Fame”); e os cult Viagens Alucinantes (de Ken Russell, um dos melhores filmes do ano, indicado para som e trilha sonora) e O Último Metrô (thriller francês de nazismo, dirigido por François Truffaut, protagonizado por Catherine Deneuve e Gérard Depardieu, indicado para filme estrangeiro).

Prepare-se para uma aventura incrível no novo teaser de ‘Dois Irmãos’

A animação da Pixar, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘, ganhou um novo teaser oficial anunciando sua iminente estreia.

Confira:

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de março.

‘Desalma’: Série de terror da Globo terá rituais de bruxaria e possessões demoníacas

Seguindo os passos das séries de terror da Netflix, a Globo está investindo no gênero para lançar ‘Desalma‘, que estará disponível no Globoplay a partir do segundo semestre de 2020.

Escrita por Ana Paula Maia e dirigida por João Paulo Jabur e Pablo Müller, a trama sobrenatural se passa em Brígida, uma comunidade de tradições ucranianas localizada no Sul do Brasil, apresentando temas como rituais de bruxaria, terror psicológico e paganismo.

Para manter a originalidade, todas as cenas foram gravadas em colônas ucranianas no Rio Grande do Sul, nas cidades de Antonio Prado e São Francisco de Paula.

Em entrevista para o Uol, Ana Paula adiantou o que o público pode esperar da atração:

“A mitologia ucraniana é aterrorizante, gente. É um negócio muito estranho, sabe? Envolve um universo próprio, com paganismo, bruxaria e um pano de fundo muito sombrio. É o melhor lugar pra contar uma história de terror nesse momento.”

Apesar disso, ela garante que não apelou para cenas de susto desnecessárias, imagens violentas ou alusões a demônios… A tensão está concentrada nos momentos de silêncio.

A série é protagonizada por três mulheres, interpretadas por Cássia Kis, Cláudia Abreu, e Maria Ribeiro.

Kis dá vida à Haia, uma bruxa que perdeu sua filha há 30 anos, quando ela desapareceu misteriosamente durante uma festa pagã ligada a rituais de fertilidade. Depois disso, a cerimônia foi proibida em Brígida… Até que os moradores planejam reorganizar o evento. Depois do anúncio, atividades paranormais começam a assombrar a região.

Ribeiro é a intérprete de Giovana, que se muda para a cidade na esperança de aproveitar a calmaria do interior, mas logo percebe a estranheza do lugar e começa a desconfiar das anormalidades.

Abreu vive Ignes, uma mãe zelosa que acredita que sua casa está sendo assombrada e que seu filho está sendo dominado por forças malignas. Por conta de seus desequilíbrios mentais e emocionais, ela não consegue convencer ninguém sobre a gravidade da situação.

Falando sobre sua personagem, ela disse que o público vai se surpreender, porque Ignes é diferente de tudo o que ela já fez como atriz.

“A gente está em outro tom. É um turbilhão dentro de cada uma, e o silêncio tá contando tudo isso, sabe? É muito mais difícil, as histórias não são contadas necessariamente através de diálogos, mas por meio de outros recursos… Foi muito desafiador. O silêncio é quase um personagem da série”, disse ela. “E há muito mistérios… Tem mistério sobre as mortes do irmão, da melhor amiga na juventude, do marido dela… Esse mistério do filho que tá sendo assombrado. Muitos personagens guardam segredos e nem sempre são o que aparentam ser. Tudo isso cria uma atmosfera de intenção e de suspense”

Maria Ribeiro acrescentou:

“Temos uma coisa meio panela de pressão, em que você vê os personagens o tempo inteiro no limite, mas ninguém tá gritando, ninguém tá discutindo. E isso dá muito mais medo e tensão. Eu tenho muito mais medo de gente assim.”

Como fã de terror, Ana Paula Maia teve como referência aclamadas produções estrangeiras como ‘Twin Peaks‘ e ‘Dark‘, que se baseiam em experiências psicológicas e ocultismo.

“O que a gente vai ver em ‘Desalma’ é um terror sugerido. A gente não tem a música que te dá sustos, a gente ttrabalha com o silêncio e com a estranheza.”, diz Ana Paula.

Planejada para um total de três temporadas, a série já foi renovada para sua 2ª temporada, antes mesmo da estreia.

Confira o trailer e as imagens:

Festa de Ivana Kupala 1988.

‘Sex Education’: 2ª temporada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de ‘Sex Education’ já está disponível na Netflix e promete nos encantar do mesmo jeito que a iteração anterior.

Confira o trailer:

Criada por Laurie Nunn, a primeira temporada já foi assistida por quase 40 milhões de contas diferentes.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

‘Gremlins: Segredos dos Mogwai’ ganha previsão de estreia; Confira!

De acordo com o JoBlo, a franquia ‘Gremlins‘ vai ganhar uma nova adaptação em formato de série animada para a HBO Max, a plataforma de streaming da WarnerMedia.

Intitulada ‘Gremlins: Segredos de Mogwai‘, a animação é produzida pela Warner Bros. em parceria com a Amblin Television, e tem previsão de estreia para 2021.

Escrita e produzida por Tze Chun (‘GothamOnce Upon a Time), a animação trama será ambientada em Xangai, na década de 1920, e irá acompanhar a juventude do Sr. Wing, o avô chinês que aparece nos filmes originais interpretado por Keye Luke.

Na trama, Wing será um adolescente que se envolve em diversas aventuras com o amigável Mogwai Gizmo, enquanto tenta encontrar o resto de sua família para deixá-lo em segurança.

Junto com uma delinquente chamada Elle, Wing e Gizmo vão viajar pelo interior da China lutando contra monstros e espíritos conhecidos do folclore chinês.

Confira o cartaz:

Lembrando que o primeiro filme da franquia foi lançado em 1984. Dirigido por Joe Dante e escrito por Chris Columbus, a comédia-terror foi um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 150 milhões de dólares no mundo inteiro – com um orçamento de meros 11 milhões.

A sequência Gremlins 2: A Nova Turma’ chegou aos cinemas em 1990, com Dante retornando à cadeira de direção.

Relembre o trailer do original:

Animação da Netflix causa polêmica por conta de beijo gay

Os 3 Lá Embaixo: Contos de Arcádia’ é a série animada que continua a aclamada Caçadores de Trolls, criada por Guillermo del Toro para a Netflix. E, apesar de ter chegado ao fim no ano passado, a produção parece ter gerado polêmica por conta de uma cena em específico: uma cena em que duas personagens do mesmo sexo trocam um beijo.

O caso tomou proporções nacionais depois que uma mãe postou nas redes sociais que se sentiu incomodada com a sequência por estar assistindo ao lado de seu filho, de 4 anos.

Não demorou até que o Ministério da Justiça se manifestasse, informando que “a política pública da classificação indicativa foi construída, ao longo do tempo, com a adoção de critérios que não admitem qualquer juízo de valor, qualquer diferenciação entre raças, religião, posicionamento político ou orientação sexual”. O comunicado também deixou claro que a classificação etária é voltada para produções com teor sexual, nudez, violência ou uso de drogas, e que o desenho “não se enquadra nelas”.

A plataforma do streaming também emitiu uma declaração oficial, comentando que “o título está classificado de maneira apropriada e que os pais devem fazer as escolhas de entretenimento que considerarem adequadas para seus filhos”.

Todos os episódios de Os 3 Lá Embaixo estão disponíveis na Netflix.

Relembre o trailer:

‘Dolittle’ deve se tornar um completo fracasso nas bilheterias

Agora que ‘Dolittle‘ já está em exibição nos cinemas, os críticos estão massacrando a adaptação estrelada por Robert Downey Jr., que deve se tornar a primeira bomba de 2020.

De acordo com o Box Office Pro, o longa deve arrecadar em torno de US$ 17 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA, um péssimo retorno para uma produção orçada em US$ 175 milhões.

Ainda assim, o filme deve permanecer no top 3 da semana no país, atrás de ‘Bad Boys para Sempre‘, que promete faturar US$ 40 milhões, e ‘1917‘ com US$ 25 milhões, segundo as projeções.

Para não deixar o estúdio no prejuízo, o longa precisar atingir pelo US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais para cobrir os gastos de produção e publicidade.

Mas, considerando a concorrência com os próximos lançamentos, essa é uma possibilidade difícil de acontecer.

Além disso, ‘Dolittle‘ alcançou apenas 13% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, um dos maiores sites especializados em críticas.

Entre os comentários, o filme é considerado “uma comédia preguiçosa e sem graça“.

Confira os trechos de algumas críticas:

“A trama de ‘Dolittle‘ é uma completa bagunça, não há muito o que dizer. É o tipo de filme que as crianças de hoje olham com carinho, mas sabem que não é muito bom.” – Charlie Ridgely, do Comic Book.

“Eu não esperava que Dolittle‘ fosse bom, mas também não esperava que fosse tão ruim assim.” – Bilge Ebiri, do New York Magazine.

“Quando um ator se vê na tela puxando uma gaita de foles do traseiro de um dragão feito em CGI, ele deve pensar: “Ok, eu cheguei ao fundo do poço.” – Sara Stewart, do New York Post

“‘Dolittle‘ está totalmente em guerra consigo mesmo, cortado em pedaços pela edição e mastigado sem nenhuma preocupação… Pelo menos ‘Cats‘ tinha um apelo cult.” – Matt Donato, do Atom Insider

“Uma série de escolhas de atuação cada vez mais bizarras transformam ‘Dolittle‘ em um circo que não dá para assistir, definitivamente.” – Hoai-Tran Bui, do Slashfilm.

Dirigido por Stephen Gaghan, o longa é baseado no livro ‘The Voyages of Doctor Dolittle‘, de Hugh Lofting.

Assista ao trailer:

Depois de perder a esposa, sete anos antes, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso médico e veterinário na Inglaterra da Rainha Victoria, se isola atrás dos muros altos da sua mansão Dolittle, com a companhia apenas de sua coleção de animais exóticos. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Wild Rose) fica gravemente doente, Dolittle relutantemente é forçado a partir em uma aventura épica para uma ilha mítica em busca de uma cura, recuperando suas habilidades e sua coragem enquanto cruza velhos oponentes e descobre criaturas maravilhosas.

O médico é acompanhado por um jovem aprendiz auto-nomeado (Harry Collett de Dunkirk) e um grupo barulhento de amigos animais, incluindo um gorila ansioso, uma pata entusiasmada e doidinha, uma dupla briguenta de um avestruz cínico e um otimista de urso polar e um papagaio teimoso, que é o conselheiro mais confiável de Dolittle.

O grandioso elenco conta com Antonio Banderas, Michael Sheen, Jim Broadbent, Jessie Buckley, John Cena, Harry Collett, Marion Cotillard, Frances de la Tour, Carmen Ejogo, Ralph Fiennes, Selena Gomez, Tom Holland, Rami Malek, Kumail Nanjiani, Craig Robinson, Octavia Spencer e Emma Thompson.

Crítica de Álbum | ‘Manic’ representa o belo amadurecimento artístico de Halsey

Ashley Nicolette Frangipane é um poderoso nome na indústria fonográfica que não é conhecido dessa maneira, e sim por sua atribuição profissional Halsey. A artista estadunidense (envolvida mais do que o normal em declaração controversas) fez seu début com Badlands em 2015 e logo chamou a atenção por seus vocais diferenciados e por sua estética contraditoriamente minimalista e explosiva; pouco depois, colaborou com a dupla The Chainsmokers, ganhando fãs ao redor do mundo e pavimentando seu caminho até Hopeless Fountain Kingdom, amadurecendo sua arte musical. Três anos depois de se manter reclusa, ela retornou com um novo e experimental capítulo de sua carreira, Manic – cujas escolhas nada convencionais são, de fato, o que mais chamam a atenção.

Logo de cara, percebe-se que Halsey alcançou um louvável amadurecimento lírico, fruto de seu envolvimento com causas como prevenção ao suicídio e ao assédio sexual, imprimindo suas características únicas em uma coesa produção supervisionada por nomes como Jon Bellion, John Cunningham e Lido. “Ashley”, faixa que abre o terceiro álbum de estúdio, é propositalmente evocativo e nostálgico, nutrindo de uma letra saudosista sobre alguém que já não existe mais, e que, ao mesmo tempo, permanece na fluência do tempo; tudo isso à medida que desenvolve um pano de fundo abafado, inclinado para as tendências contemporâneas do trap e do R&B (porém, não da forma explícita que artistas como Ariana Grande e Lil Nas X as utilizaram em suas últimas investidas).

A performer abusa da essência do country-pop nas novas músicas, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes. Ora, até mesmo a recém-vencedora do Grammy, Kacey Musgraves, empresta parte de sua estética para as delineações oscilantes que a lead singer esquadrinha aqui.  Não é surpresa, pois, que Morissette apareça na familiar, ainda que não tão palatável “Alanis’ Interlude”, que já premedita as últimas tracks do CD.

Halsey também brinca com as concepções minimalistas que abraçava com tanta força em suas obras predecessoras: de um lado, rende-se ao seu lado mais pueril e inocente com “Forever… (Is a Long Time)”, que chama a atenção por um primeiro ato onírico e pela transição inesperada para uma apresentação puramente sintética e adulta (terminando de forma abrupta antes de dar espaço para a próxima composição); do outro, volta-se para uma declamatória e flutuante análise com “Clementine” (uma das melhores e mais pessoais músicas que a cantora nos apresenta este ano).

É interessante observar como o elemento-surpresa é a principal força-motriz do álbum. Em “I Hate Everybody”, o impactante e resumitivo título vai de encontra ao que poderíamos esperar, ao passo que dialoga com os estilos que já conhecemos da artista: é por isso que temos um pungente “pontilhismo” instrumental que respalda todo o almejo indie que, por mais que tenha deixado o principado de Halsey quando esta alcançou uma fama iminente, ainda é sutilmente cultivado para nos mostrar algo novo e que não esteja mais tanto em voga – como Kim Petras fez com o industrial pop ou Charli XCX fez com sua transgressora revitalização do PC music. Entretanto, não podemos deixar de apontar certas arquiteturas mercadológicas (que se postam com força quando ela é acompanhada de inúmeros compositores e produtores).

Enquanto poderíamos pensar que a performer trabalharia melhor por conta própria, várias faixas voltadas para a esfera mainstream são tão competentes quanto suas marcas registradas. Uma dessas primeiras aparições insurge na forma de “Graveyard”, que isola-se nos melódicos acordes do violão e no retorno para uma mescla entre a cantoria falada, o soubrette e o soprano falhado que a colocou no topo das paradas. Seguindo passos similares, temos a demarcada e trivial “Without Me”, enquanto “3 AM” se distancia da singela tecedura e acaba não funcionando tão bem quanto poderia. Em outras como “Finally // Beautiful Stranger”, Halsey nos agracia com uma memorável e narcótica apresentação que retoma aspectos de seus primeiros anos de carreira e os repagina do começo ao fim.

A cantora parece seguir sólida durante mais da metade de sua obra, mas começa a desandar conforme nos aproximamos do final. “Killing Boys” é uma monótona e esquecível investida; “Suga’s Interlude” a reúne com Suga, da boyband BTS, e se transforma em uma melancólica e inexplicável construção que varia do pop alternativo para o rap. Felizmente, “More” a coloca de volta nos trilhos através de sua atmosfera ressonante e romântica, caminhando para as duas últimas tracks, que voltam para o intimismo explorado no início do CD.

Manic ganha pontos pelo amadurecimento de Halsey em relação à sua própria estética e, ainda que repleto de pequenos deslizes e algumas escolhas que não cabem dentro da organicidade do álbum, a maior parte das canções avança em direção a um belo onirismo sensorial e autossuficiente que nos cativa desde a primeira nota.

Nota por faixa:

  • Ashley – 4/5
  • Clementine – 4,5/5
  • Graveyard – 4/5
  • You Should Be Sad – 5/5
  • Forever… (Is a Long Time) – 4,5/5
  • Dominic’s Interlude – 4/5
  • I Hate Everybody – 4/5
  • 3 AM – 2,5/5
  • Without Me – 3,5/5
  • Finally // Beautiful Stranger – 4,5/5
  • Alanis’ Interlude – 3/5
  • Killing Boys – 2,5/5
  • Suga’s Interlude – 2/5
  • More – 4/5
  • Still Learning – 3,5/5
  • 929 – 4/5

‘Sergio’: Filme da Netflix com Wagner Moura e Ana de Armas ganha sinopse oficial e trailer legendado

Sergio - Wagner Moura, Ana de Armas - Photo Credit: Netflix

O novo filme da Netflix estrelado por Wagner Moura, intitulado ‘Sergio‘, ganhou sua sinopse oficial, que veio acompanhada de um trailer legendado e um cartaz nacional.

Assista ao trailer:

Confira a sinopse:

“Carismático e complexo, Sergio Vieira de Mello (Wagner Moura) dedicou a maior parte de sua carreira como diplomata da ONU trabalhando nas regiões mais instáveis do mundo, negociando habilmente com presidentes, revolucionários e criminosos de guerra para proteger a vida de pessoas comuns. Mas, assim como ele se prepara para uma vida simples com a mulher que ama (Ana de Armas), Sergio assume uma última missão – em Bagdá, recém-mergulhada no caos após a invasão americana. A missão era para ser breve, até que a explosão de uma bomba faz com que as paredes da sede da ONU caiam literalmente sobre ele, desencadeando uma emocionante luta entre vida e morte. Inspirado em uma história real, SERGIO é um drama com foco em um homem levado aos seus limites físico e mental enquanto é forçado a confrontar suas próprias escolhas sobre ambição, família e sua capacidade de amar”.

A produção terá sua estreia no Festival de Sundance 2020.

Wagner Moura e Ana de Armas estrelam a cinebiografia. Além de estrelar, Moura também assume o papel de produtor da cinebiografia.

A produção é dirigida por Greg Barker e terá sua estreia no dia 28 de janeiro em Sundance. Sergio chega à plataforma de streaming da Netflix no dia 17 de abril.

O que esperar de 2020 nos cinemas? Teremos um ano mais original?

2019 foi um grande ano para o cinema comercial, principalmente por causa do insano resultado da Disney. O estúdio teve seis  filmes que alcançaram a marca de US$ 1 bilhão nos cinemas mundiais, incluindo a maior bilheteria da história para Vingadores: Ultimato. Dos seis maiores sucessos do ano, cinco são da Disney. E o intruso no Top 6 foi feito em parceria com o estúdio (Homem-Aranha: Longe de Casa).

Ainda como consequência do impacto da Disney e pelo modelo de negócio da empresa, temos visto o cinema se voltar cada vez mais para adaptações dos quadrinhos, refilmagens, versões live-action de animações, spin-offs, continuações e por aí vai. Parece claro que há uma evidente falta de criatividade e originalidade no mercado. Para terem uma ideia, dentre os 23 filmes que superaram a marca de US$ 100 milhões em 2019, apenas dois contam com história originais (Nós e Era uma Vez em Hollywood). 

Isso significa que 17 das maiores bilheterias do ano são variações de coisas que já vimos anos. São os casos de Ultimato (HQ), O Rei Leão (live-action*), Capitã Marvel (HQ), Toy Story 4 (continuação), Longe de Casa (HQ), Aladdin (live-action), Coringa (HQ), It: Capítulo Dois (continuação), Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw (spin-off), John Wick 3: Parabellum (continuação), Como Treinar o seu Dragão 3 (continuação), Pets: A Vida Secreta dos Bichos 2 (continuação), Pokémon: Detetive Pikachu (adaptação), Shazam! (HQ), Dumbo (live-action), Vidro (continuação), Godzilla II: Rei dos Monstros (continuação), Amigos Para Sempre (refilmagem), Uma Aventura Lego 2 (continuação) e As Golpistas (artigo de revista).

É bom deixar claro que isso não significa que filmes do tipo não devem ser realizados. Pelo contrário, afinal muitos oferecem tudo aquilo que os espectadores estão buscando. Mas também é inevitável sentir a falta de obras que trazem um algo a mais, um diferencial, que são capazes de surpreender. E Nós é um exemplo claro de como dá pra ser comercial e ainda ser criativo. E o mesmo vale para o novo filme de Quentin Tarantino, Era uma Vez em Hollywood.

Agora, como fica 2020? Vamos ver uma consolidação deste cenário ou existe a expectativa de mudança?  

Então… por mais que esteja praticamente certo que teremos um ano mais fraco da Disney, com “apenas” três grandes possíveis hits (Viúva Negra, Mulan e Os Eternos), seria otimismo demais pensar que 2020 surgirá muito mais criativo ou original do que 2019. Até porque a Warner/DC voltará com Mulher-Maravilha 1984 e Aves de Rapina para “compensar” o fato de que teremos um filme a menos da Marvel. Obviamente, não incluímos Os Novos Mutantes nesta conta, afinal nada garante que realmente será lançado nos cinemas, como é o caso de várias produções da Fox Film.

Olhando o cenário geral, é fácil perceber que as continuações continuarão na moda no próximo ano. São os casos de Bad Boys Para Sempre, Pedro Coelho 2, Godzilla vs Kong, Um Lugar Silencioso 2, King’s Man: A Origem, 007 – Sem Tempo para Morrer, Trolls 2, Legalmente Loira 3, Os Caça-Fantasmas 3, Velozes & Furiosos 9, Bob Esponja 3, Top Gun: Maverick, Escape Room 2, Minions 2, Bill & Ted 3, Morte no Nilo, Um Príncipe em Nova York 2, Sherlock Holmes 3 e Os Croods 2.

Teremos ainda algumas refilmagens/reboots (Convenção das Bruxas, Duna, Jogos Mortais e Amor, Sublime Amor) e outras adaptações dos games (Sonic: O Filme, Uncharted e Monster Hunter), da literatura (Artemis Fowl – O Mundo Secreto), das HQs (Bloodshot e Morbius) e até dos parques de diversão da Disney (Jungle Cruise).

Dentre as produções com roteiro original, as principais apostas são: Tenet, novo filme de Christopher Nolan, com Elizabeth Debicki, Robert Pattinson, Aaron Taylor-Johnson e Michael Caine; Free Guy, comédia de ação com Ryan Reynolds e Joe Keery; Underwater, thriller com Kristen Stewart sobre um desastre natural; 1917, drama de guerra de Sam Mendes; a ação Red Notice, com Dwayne Johnson, Ryan Reynolds e Gal Gadot; e a ficção científica BIOS, com Tom Hanks.

Acha que a situação é muito diferente no cinema nacional? Nem tanto. Teremos Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo e, talvez, Turma da Mônica – Lições. As apostas mais comerciais do cinema brasileiro são basicamente comédias e cinebiografias, incluindo um filme sobre a Assembléia de Deus, que promete salas vazias e ingressos esgotados. Dentre as comédias, os destaques são filmes protagonizados por Marcelo Adnet (O Pulo do Gato), Cacau Protásio (A Sogra) e Mariana Ximenes (L.O.C.A.).

É claro que o cinema independente segue repleto de produções originais, mas a falta de criatividade parece ser um caminho sem volta no cinemão comercial. Mais uma vez, não significa que não iremos nos divertir e aproveitar vários dos filmes citados na matéria. Mas uma coisa é certa, a sensação de que “nunca vi isso antes” é algo em falta em Hollywood. Infelizmente.

Deixando um pouco a discussão sobre originalidade de lado e focando nos números, também fica a impressão de que 2020 será um ano mais fraco. Como apontamos no início do texto, seis filmes já superaram a marca do bilhão em 2019 e, sendo conservador, é possível apontar que pelo menos mais três se juntam ao time até o final do ano (Coringa, Frozen 2 e Star Wars IX são minhas apostas). Já para o ano que vem, não há tanta certeza. Viúva Negra e Os Eternos são os novos filmes da Marvel. Um é um prelúdio de personagem que já morreu e o outro apresenta todo um novo grupo de personagens. Devem fazer sucesso, mas nada garante que serão recordistas de bilheteria. A mesma incerteza paira sobre Velozes & Furiosos 9. Os capítulos 7 e 8 fizeram muito sucesso, mas Hobbs & Shaw não repetiu os números e deve terminar rendendo menos que o esperado. Vamos ver se o resultado é por causa de um desgaste da franquia ou se foi apenas pelo desinteresse dos fãs em acompanhar uma trama sem Vin Diesel e companhia. É esperar pra ver.

Saiba qual será a história do novo filme da franquia ‘Jogos Vorazes’

A franquia ‘Jogos Vorazes‘ ganhará um novo livro – e filme – quatro anos após o último filme da saga, ‘Jogos Vorazes: A Esperança – O Final‘, de 2015.

Intitulado ‘The Ballad of Songbirds and Snakes‘ (Crônicas de Pássaros e Cobras), o novo livro de Suzanne Collins é descrito como o prelúdio de ‘Jogos Vorazes‘.

A Paris Filmes confirmou ao CinePOP que o novo longa tem distribuição garantida no Brasil.

A história se passará 64 anos antes dos eventos de ‘Jogos Vorazes‘, exatamente na manhã da Colheita para a décima edição dos Jogos Vorazes.

Em um comunicado oficial, a autora Suzanne Collins falou sobre o novo projeto e o que ele abordará:

“Com este livro, eu queria explorar o estado da natureza, quem somos e o que percebemos é necessário para nossa sobrevivência. O período de reconstrução dez anos após a guerra, comumente chamado de Dias Sombrios – enquanto o país de Panem se recupera – fornece terreno fértil para os personagens lidarem com essas questões e, assim, definirem suas visões da humanidade ”.

Os quatros filmes da franquia ‘Jogos Vorazes‘ acumularam o montante de US$ 2.9 bilhões ao redor do mundo.

O livro já possui data de lançamento e chega às livrarias em 19 de maio de 2020. O filme ainda não possui data de estreia.

Confira a capa:

Lembrando que um filme baseado no prelúdio já está em desenvolvimento, mas ainda não há previsão de estreia.