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‘Supergirl’: Projeções de bilheteria caem e filme deve ter abertura MENOR que ‘The Flash’

Apesar do entusiasmo inicial em torno de ‘Supergirl‘, os números mais recentes de bilheteria começam a acender um sinal de alerta para a DC Studios.

Embora as primeiras reações ao filme tenham sido amplamente positivas, com elogios ao tom da produção e à interpretação da nova versão da heroína, parte da crítica demonstrou ressalvas em relação ao roteiro e ao desenvolvimento do grande vilão da trama. Ainda assim, a confiança do estúdio parecia alta. O embargo para publicações nas redes sociais foi antecipado para acelerar o boca a boca.

Só que o movimento não parece ter surtido o efeito esperado.

As projeções para o fim de semana de estreia seguem em queda. Inicialmente, analistas apontavam uma abertura entre US$ 47 milhões e US$ 60 milhões nos EUA. Com o início da pré-venda, os números se estabilizaram próximos aos US$ 55 milhões, valor que ‘The Flash‘ abriu em 2023.

‘Supergirl’: Milly Alcock revela conexão inusitada com Christopher Reeve, o eterno Superman

Agora, segundo Matthew Belloni, do Puck, as estimativas diminuíram novamente e indicam que ‘Supergirl‘ pode estrear com cerca de US$ 51 milhões nos Estados Unidos. Caso se confirme, será um resultado considerado abaixo do esperado para o primeiro filme solo da heroína desde ‘Supergirl‘ (1984).

Parte desse cenário também pode ser explicada pela concorrência. ‘Toy Story 5‘ deve continuar dominando as bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz, reduzindo o espaço para novos lançamentos. Ainda assim, o desempenho projetado reforça uma preocupação maior: o interesse do público pelo segundo capítulo do novo universo cinematográfico da DC pode estar abaixo do que o estúdio imaginava.

A comparação com o início dessa nova fase torna o contraste ainda mais evidente. No ano passado, ‘Superman‘ abriu com expressivos US$ 125 milhões nos EUA — embora carregasse um orçamento significativamente maior. Já ‘Supergirl‘ custou aproximadamente US$ 175 milhões para ser produzida e, segundo estimativas da indústria, precisaria arrecadar algo próximo de US$ 315 milhões mundialmente apenas para atingir o ponto de equilíbrio.

O filme estreia oficialmente no Brasil no dia 25 de junho de 2026. Algumas redes de cinema também estão realizando sessões de pré-estreia um pouco antes, a partir do dia 23 de junho

Estrelado por Alcock, o filme mostra o que acontece quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar uma perigosa batalha, e a Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.

O filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que Superman, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

‘Mestres do Universo’, ‘Toy Story 5’, ‘Dia D’, ‘Supergirl’ e os Filmes Mais ESPERADOS de Junho 2026 nos CINEMAS

Saiba mais » Supergirl

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‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ ganha vídeo com cenas INÉDITAS focado no Homem-Aranha e no Justiceiro

A Sony Pictures divulgou um vídeo especial de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ focado no relacionamento entre o Homem-Aranha e o Justiceiro (Jon Bernthal), que traz algumas cenas inéditas. O vídeo é focado na química entre os astros Tom Holland e Jon Bernthal.

“Não é segredo para ninguém que eu adoro o Jon Bernthal. Quando nós chegamos ao set, Jon e eu começamos a improvisar, e acabou virando uma relação engraçada de irmão mais velho e irmão mais novo. O Destin simplesmente nos deixou à vontade.”, afirma Tom Holland no vídeo.

Pelo visto, Peter e Frank Castle terão altas aventuras em Um Novo Dia.

Assista:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de julho

O filme foi escrito pela dupla Chris McKenna e Erik Sommers, que também assinaram o roteiro de “De Volta ao Lar”, “Longe de Casa” e “Sem Volta para Casa”.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha e Bernthal, o elenco ainda conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Tom Holland NÃO virá pro Brasil divulgar ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, mas revela o que mais sente saudade do nosso país

Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) dirige, entrando no lugar de Jon Watts, que comandou os três filmes anteriores.

Saiba Mais » Homem-Aranha: Um Novo Dia

Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ é a continuação direta de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘. No filme lançado em 2021, o Peter Parker de Tom Holland se uniu às duas outras versões do Homem-Aranha, interpretadas por Tobey Maguire e Andrew Garfield, para salvar o multiverso.

Contudo, após inúmeras tentativas, a única forma de o jovem herói aracnídeo atingir esse objetivo foi por meio de um feitiço lançado pelo Doutor Estranho, que fez com que todos esquecessem a existência de Peter Parker. 

É UM NOVO DIA para Peter Parker. Combatendo o crime em tempo integral como Homem-Aranha em um mundo que não se lembra mais dele — e lidando com a pressão de ver seus antigos amigos seguirem em frente sem sua presença — Peter passa por uma mudança que talvez nem ele tenha o poder de controlar. Mas essa transformação também pode ser a única coisa capaz de deter uma surpreendente nova ameaça à cidade e às pessoas que ele ama: um poderoso vilão que ninguém sequer consegue enxergar.

O mundo pode ter se esquecido de Peter Parker, mas ele não se esqueceu do mundo.

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Filme cearense ‘Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha’ e o alagoano ‘Olhe Para Mim’ são os grandes destaques do 15º Olhar de Cinema

O Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba anunciou os premiados de sua 15ª edição.

Com 80 filmes de todo o mundo na programação, o festival reuniu estreias nacionais e mundiais em suas variadas mostras, com destaque para as Mostras Competitivas. Na Competitiva Brasileira, os longas concorrem aos prêmios de Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Atuação, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Som, Melhor Montagem e o Prêmio Olhar de Melhor Filme. Além disso, concorrem ainda ao Prêmio da Crítica Especializada, ancorado pela Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Já os curtas, concorrem no Prêmio Especial do Júri e Prêmio Olhar de Melhor Filme, assim como ao Prêmio Canal Brasil, concedido pelo principal canal de televisão por assinatura brasileiro com programação voltada para produções audiovisuais nacionais.

Na Competitiva Internacional, os longas concorreram pelo Prêmio Olhar de Melhor Filme e Prêmio Especial do Júri. E os curtas, concorrem ao Prêmio Olhar de Melhor Filme.

Sobre os jurados

O júri que avaliou os longas da Mostra Competitiva é formado pelo cineasta e roteirista Bruno Costa; pela antropóloga cultural e curadora de cinema Jacqueline NsiahDavid Montenegro, gestor cultural, curador de cinema e artista; Janaina Oliveira, pesquisadora de cinema e curadora independente; e Saravy, atriz brasileira contadora de histórias no cinema e no teatro.

Já quem avaliou os curtas-metragens da Competitiva foram Juliana Rojas, roteirista, diretora e montadora; Layla Braz, produtora e curadora de festivais de cinema; e Pablo Mazzola, programador e consultor para projetos cinematográficos. Além dos curtas, esses profissionais também são responsáveis por julgar os títulos da Mostra Novos Olhares, em que a produção ganhadora leva o Prêmio Olhar de Melhor Filme.

Confira os ganhadores da Mostra Competitiva Brasileira do 15º Olhar de Cinema: 

O longa-metragem alagoano Olhe Para Mim”, do diretor Rafhael Barbosa, levou três prêmios, sendo de Melhor Som (Lucas Coelho), Melhor Direção de Arte (Nina Magalhães) e Melhor Direção (Rafhael Barbosa). A produção é uma fantasia alegórica inspirada no imaginário popular que margeia o Rio São Francisco. No enredo, 10 anos após o desaparecimento de sua mãe durante a grande festa religiosa da cidade, Marcelo ainda lida com as consequências de sua ausência. Na véspera de mais uma festa, ele conhece dois misteriosos viajantes, Sandra e seu filho Ivan. Marcelo fica fascinado pela dupla e embarca na viagem, mas no caminho descobre que eles estão prestes a cruzar uma fronteira perigosa. O trajeto reserva encontros com seres místicos e experiências transcendentes.

Crítica | Olhe Para Mim – Fantasia alagoana ambiciosa revela um diretor promissor, mas tropeça no ritmo [Olhar de Cinema]

Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, da diretora Janaína Marques, levou dois troféus, sendo de Melhor Atuação (Verônica Cavalcanti e Luciana Souza) e o Prêmio Olhar de Melhor Filme. No longa, Rosa, cercada pelo zumbido hipnótico de uma máquina de ressonância magnética, é instruída a pensar em um momento feliz de sua vida. É dentro dessa odisseia subconsciente que ela reencontra sua mãe, Dalva, com quem inventa memórias inexistentes.

Com direção de Pedro Diógenes, “Adulto/Homem” levou o prêmio de Melhor Roteiro. O filme é um plano sequência que acompanha 20 atores que estão à espera de um teste de elenco.

“A Noite e os Dias de Miguel Burnier”, de João Dumans, recebeu o prêmio de Melhor Montagem (Affonso Uchoa) e Melhor Fotografia (João Dumans). A produção aborda um grupo de amigos, que convivendo com o tédio e a falta de oportunidades, abraçados ao álcool como único companheiro das noites e dos dias, se esforça para levar a vida adiante num pequeno distrito minerário do interior do Brasil.

O filme “Reparação“, do diretor Marcus Curvelo ainda recebeu a Menção Honrosa do Júri Oficial. O filme traz Marcus, no dia em que completa 35 anos, procurando um lugar no litoral junto com sua mãe para espalhar as cinzas do pai.

Já em relação aos curtas-metragens, o Prêmio Olhar de Melhor Filme foi para “Pirexia”, de Nico da Costa. A produção traz Baby, um rockstar em ascensão, que é atormentado por uma febre que o impede de criar músicas novas. Ao receber uma ligação de Pepeu, seu ex-companheiro musical e ex-amante, eles decidem compor uma última música juntos: uma melodia de cura e ressurreição para ser tocada em uma noite de lua de sangue.

O Prêmio Especial do Júri foi para o curta-metragem “Pinguim de Doce de Leite”, de Ana Vitória Miotto Tahan. O filme aborda futuras lembranças que vão sendo formadas em uma noite goiana qualquer. Nos fundos da casa de sua avó, Caju, uma criança de 10 anos, viverá sua primeira madrugada em claro com os amigos de seu tio Tiago, um jovem rebelde.

O curta-metragem  “Duwid Tuminkiz – Makunaima é Duwid?” , de  Gustavo Caboco Wapichana, levou o Prêmio do Público (curta-metragem). O filme instiga o público a uma reflexão sobre o famoso personagem Macunaíma de Mário de Andrade, que completará 100 anos em 2028 e suas relações com as suas raízes indígenas, em especial do Povo Wapichana.

Confira os ganhadores da Mostra Competitiva Internacional do 15º Olhar de Cinema:

O Prêmio Olhar de Melhor Filme foi para “Um Calendário Incompleto”, de Sanaz Sohrabi. A coprodução  Canadá, Irã, Turquia, Vanuatu, Venezuela tem como ponto de partida um vinil pouco conhecido da década de 1980.  “Rhymes and Songs for OPEC” é um disco especial do coro da Universidade Central da Venezuela para comemorar o 20º aniversário da Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Combinando canções e arquivos raramente vistos, o filme redefine o petróleo não como uma mercadoria, mas como uma alavanca política para as lutas de libertação na Palestina e a construção da solidariedade pan-árabe entre 1960 e 1970.

Já o Prêmio Especial do Júri foi para “Bouchra”, de Orian Barki Meriem Bennani. A animação, que é uma coprodução Itália, Marrocos, Estados Unidos, traz uma coiote marroquina de 35 anos em Nova York, que  documenta seu relacionamento à distância com a mãe, que vive em Casablanca, enquanto exploram juntas o amor, a dor e os segredos que as unem através de ligações e conversas íntimas.

O curta-metragem internacional “Dragão”, de Yashira Jordán, coprodução  Bolívia e México. O filme apresenta Dragón Rojo e Puma Punku, dois adolescentes abandonados e perdidos em uma cidade boliviana, que tornam-se viciados em um videogame retrô chamado Dragon para escapar de sua realidade monótona — trabalhando no mercado com suas tias e lutando contra o tédio.

O longa “Se Pombos Virassem Ouro”, de Pepa Lubojacki, levou o Prêmio do Público (Longa-Metragem). A coprodução República Tcheca, Eslováquia traz uma mulher qye explora a luta geracional de sua família contra o alcoolismo através de uma perspectiva profundamente pessoal, misturando imagens documentais, ritmo, texto e imagens aprimoradas por IA para criar um retrato honesto e compassivo dos impactos do vício.

Confira o ganhador da Mostra Novos Olhares:

O longa-metragem “Como Todo Mortal”, de Maria Molina Peiro, coprodução Espanha/Países Baixos, levou o Prêmio Olhar de Melhor Filme da Mostra Novos Olhares. A produção se passa em um planeta distante, em que um robô procura por sinais de vida. A anos-luz de distância, em uma das minas mais antigas do mundo, sob toneladas de resíduos de mineração, um ecossistema entre exploração e explotação se revela, uma paisagem entre Andaluzia e Marte.

Prêmio da crítica Abraccine: 

A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE), parceira histórica do festival, outorga o Prêmio Abraccine de Melhor Longa-Metragem Brasileiro para “Reparação”, de Marcus Curvelo. O filme traz Marcus, no dia em que completa 35 anos, procurando um lugar no litoral junto com sua mãe para espalhar as cinzas do pai. Quando sua mãe adoece, ele passa a sentir que o sal do mar onde o pai descansa corrói lentamente a sua vida.

O Prêmio Abraccine de Melhor Curta-Metragem ficou para “Disciplina“, de Affonso Uchôa .

Prêmio AVEC – PR

A Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC – PR, premiou o curta-metragem “Tornar-se Ciborgue no Interior”, de Louisa Sauvignon, da Mostra Mirada Paranaense Sanepar, com o Prêmio AVEC-PR – Lu Rufalco. Além do troféu, o filme ainda recebe uma premiação de R$5 mil, oferecido pela Sanepar.

A produção gira em torno de Leo e Julia, proprietários de um sítio, que querem filhos, mas estão com problemas de fertilidade. Ava e Mia, um casal lésbico, acabaram de se mudar para o sítio vizinho. A vinda das duas mulheres criará tensão com os vizinhos.

Prêmio Itaú Cultural Play: 

O curta-metragem “Estrelas Terrestres”, de Rafael Neri M. Ferreira, da Mostra Mirada Paranaense Sanepar, recebeu o Prêmio Itaú Cultural Play. O filme receberá o valor de R$ 15 mil, estando o recebimento do prêmio condicionado ao licenciamento da obra para a plataforma de streaming gratuita Itaú Cultural Play pelo período de 24 meses.

Prêmio Cardume de Curtas:

“Marimbã Está Acontecendo”, de Maryn Marynho, recebeu o Prêmio Cardume de Curtas, promovido pela plataforma de curtas Cardume, que tem o objetivo de estimular o desenvolvimento de roteiros e a produção de curtas-metragens brasileiros independentes e diversos. O prêmio consiste em um contrato de licenciamento exclusivo de um ano e o valor de R$3 mil para o melhor curta-metragem da Mostra Competitiva Brasileira – Júri Cardume.

“Marimbã Está Acontecendo” percorre o pensamento de Marimbã e seus diversos sonhos através das águas, tecendo relações de afeto para corpos dissidentes, em um vislumbre de futuro possível.

Prêmio Canal Brasil de Curtas: 

O filme “O Segredo Sagrado”, de Everlane Moraes, levou o Prêmio Canal Brasil de Curtas. A produção foi escolhida pelo júri, que neste ano foi formado pelos jornalistas Henrique Nascimento (Rolling Stone), Paulo Ernest (Adoro Cinema) e Josianne Ritz (Bem Paraná).

“O Segredo Sagrado” traz duas tribos inimigas que esperam há séculos pela grande revelação do segredo sagrado.

15º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba é um projeto realizado com recursos da Lei Rouanet, patrocínio master do Terminal de Contêineres de Paranaguá e patrocínio de Peróxidos do Brasil, Mili, Itaú, Fomento Paraná e Sanepar. Apoio da Cinemateca, Teatro da Vila, Cine Passeio, Icac, Projeto Paradiso, Uninter. Apoio cultural MON. Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná. Lei Rouanet – Incentivo a projetos culturais, Ministério da Cultura – Governo Federal – União e Reconstrução.

Suspense com Nicolas Cage que conquistou 95% de aprovação no RT vai ser REMOVIDO do Prime Video

Pig – A Vingança‘ surpreendeu a crítica especializada e traz Nicolas Cage em um dos seus melhores trabalhos. Na trama, o ator sai em busca de sua porca, após ela ter sido sequestrada.

Conquistando 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção foi ovacionada por desafiar as expectativas com uma bela odisseia de perda e amor, ancorada pela performance crua de Cage.

Na trama, um caçador de trufas que vive sozinho no deserto do Oregon deve retornar ao seu passado em Portland em busca de sua amada porca após ela ser sequestrada.

O filme atualmente é o nono mais visto do catálogo do Prime Video, e vai ser removido do catálogo no dia 30 de Junho. Corre assistir!

Confira as principais avaliações:

“Um drama inegavelmente estranho, mas surpreendentemente comovente…” – Johnny Oleksinski, New York Post

Pig é um pequeno filme com algumas grandes surpresas muito bem executadas e vale a pena ir o mais cego possível”. – Karen Han, Slate

“Não há reviravoltas na trama, no sentido tradicional, mas cada encontro sucessivo revela uma nova faceta que enriquece o conto”. – Mike D’Angelo, AV Club

“Nem todos os ingredientes fazem sentido juntos, mas o produto de sua mistura dentro do pote narrativo do cineasta torna uma mistura especial”. – Carlos Aguilar, TheWrap

“Embora seu enredo siga o mesmo esboço de tiroteiro de ‘John Wick, ‘Pig’ é na verdade uma meditação tranquila e muitas vezes melancólica sobre a perda, ancorada por um personagem que deseja poder se livrar da pessoa que ele costumava ser”. – Noel Murray, Los Angeles Times

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Michael Sarnoski, que escreveu o roteiro ao lado de Vanessa Block.

O elenco ainda conta com Alex Wolff, Adam Arkin, Nina Belforte e Dalene Young.

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‘Insaciável’: Terror sobre garota que toma pílulas com cinzas humanas para emagrecer ganha cartaz nacional

A Diamond Films divulgou o cartaz nacional do terror australiano ‘Insaciável‘ (Saccharine).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de agosto.

Confira, com o trailer:

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Natalie Erika James (‘Relíquia Macabra’) é responsável pela direção e roteiro.

A trama segue Hana, uma estudante de medicina, que se deixa consumir por uma obsessão perigosa com o próprio corpo e a perda de peso. Influenciada por uma amiga que emagreceu rapidamente, ela inicia um programa extremo de consequências irreversíveis, baseado em pílulas para emagrecer que escondem um segredo macabro: são produzidas a partir de cinzas humanas.

Midori Francis (‘Grey’s Anatomy’), Danielle Macdonald (‘Caixa de Pássaros’) e Madeleine Madden (‘A Roda do Tempo’) estrelam a produção.

O longa recebeu uma alta classificação etária (R) do MPAA por “conteúdo perturbador, imagens sinistras, sexualidade, uso de drogas, nudez gráfica e linguagem”.

Saiba mais » Insaciável

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Internautas ESTRANHAM o novo visual do Shrek e do Burro no trailer de ‘Shrek 5’: “Parece IA”

A Universal Pictures divulgou o novo teaser trailer da aguardada sequência ‘Shrek 5‘, mas a alteração no visual dos personagens continuam causando estranhamento entre o público.

Internautas reagiram às mudanças no rosto dos personagens e no estilo da animação.

Confira:

Derivado de ‘Shrek’ sobre Lord Farquaad foi ENGAVETADO pela DreamWorks

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de junho de 2027.

‘Shrek’: Eddie Murphy CONFIRMA que filme focado no Burro está em desenvolvimento

Nas últimas duas décadas, o público se encantou com as aventuras deliciosas e irreverentes de um ogro incompreendido e seu grupo caótico de personagens de contos de fadas incomuns, baseado no livro do aclamado autor William Steig. Desde 2001, com Shrek, o vencedor do primeiro Oscar de Melhor Animação, Shrek, Burro e Fiona (junto de seus amigos, familiares e algozes), tornaram-se ícones e parte indelével da cultura pop, lembrando ao público de todo o mundo que a beleza está nos olhos de quem vê.

‘Monstros S.A.’, ‘Shrek’ e outras animações que fazem 25 ANOS em 2026

Shrek 5‘ tem direção dos prestigiados cineastas e veteranos da franquia Shrek, Conrad Vernon e Walt Dohrn. Vernon foi membro da equipe de direção de ‘Shrek 2‘, indicado ao Oscar, de ‘Madagascar 3: Os Procurados‘ e ‘Monstros vs. Alienígenas‘, da DreamWorks Animation, além de também dar a voz a um dos personagens favoritos dos fãs de Shrek, Biscoito, em todos os títulos do Universo Shrek.

Dohrn foi roteirista e artista nos segundo e terceiro filmes de Shrek, e Chefe de História, além de dublar o personagem Rumpelstiltskin em Shrek Para Sempre. Dohrn foi também codiretor de Trolls e dirigiu Trolls 2: Turnê Mundial e Trolls 3: Juntos Novamente.

Fãs de ‘Shrek’ estão CHOCADOS após descobrirem piada sacana no filme 

Dia das Crianças | ‘Toy Story’, ‘Shrek’ e outros filmes para conferir com a criançada

Mike Myers (Shrek), Eddie Murphy (Burro Falante) e Cameron Diaz (Fiona) irão retornar no elenco de dublagem.

Shrek tornou-se uma das produções mais conhecidas do século e conta com quatro longas-metragens e uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Gato de Botas’. Os seis filmes desse universo cinemático arrecadaram nada menos que US$4,01 bilhões ao redor do mundo.

 

Após sucesso de ‘Obsessão’, Curry Barker fecha acordo MILIONÁRIO para fazer novo terror para Universal e Blumhouse

Curry Barker é o momento. O diretor de ‘Obsessão‘ se tornou o jovem mais cobiçado de Hollywood após o filme que custou US$ 750 mil ultrapassar US$ 290 milhões nas bilheterias.

A Universal Film Group, em parceria com a Blumhouse Atomic Monster, garantiu o primeiro projeto seguinte de Barker.

As empresas contrataram Barker roteirizar, produzir e dirigir seu terceiro filme para a Blumhouse Atomic Monster e a Universal, e o acordo foi de OITO dígitos – ou seja – mais de US$ 10 milhões.

O acordo mantém Barker na Universal, já que ‘Obsessão‘ foi lançado pela Focus Features, selo da Universal. A Focus também está por trás de seu segundo longa-metragem, ‘Anything But Ghosts‘, já filmado, que ele escreveu, dirigiu e protagonizou.

A Blumhouse Atomic Monster esteve envolvida nesses filmes, entrando no projeto de ‘Obsessão‘ após sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Toronto no ano passado, e como produtora de ‘Anything but Ghosts‘. Ela retorna em uma função semelhante para este filme.

Todos os detalhes do novo projeto estão sendo mantidos em segredo, mas ele é descrito como uma ideia original de terror de Barker.

O projeto foi adquirido a partir de uma proposta feita por Barker à alta cúpula da Universal.

Curry Barker tem uma capacidade excepcional de captar o espírito da época, combinando um instinto inato para o que ressoa com o público com uma extraordinária habilidade cinematográfica”, disse Donna Langley, presidente da NBCUniversal Entertainment, em um comunicado ao The Hollywood Reporter . “O talento de Barker está redefinindo o que é possível e estamos entusiasmados em continuar nossa parceria com ele.”

O novo longa-metragem de Barker será distribuído mundialmente pela Universal Film Group.

Desde seu lançamento em 15 de maio, ‘Obsessão‘ já arrecadou US$ 297 milhões nas bilheterias.

“Este filme é algo que estou ansioso para fazer há algum tempo, e estou muito feliz em voltar a trabalhar com a Blumhouse Atomic Monster e a Universal Film Group neste projeto”, declarou Barker sobre o novo filme. “Eles construíram o tipo de ambiente para narrativas ousadas e originais com que todo cineasta sonha, e eu não poderia imaginar colaboradores melhores para este filme.”

Em uma declaração conjunta, os sócios da Blumhouse Atomic Monster, James Wan e Jason Blum, disseram:

“Com Obsessão, Curry fez o que apenas um punhado de cineastas consegue em uma geração: criou algo totalmente original que se conectou com um público enorme, e essa conexão é o que mais nos importa. Os melhores cineastas podem trabalhar em qualquer lugar, e temos orgulho de ter uma lista crescente de projetos com Curry. Poder apresentar este projeto aos fãs que se identificam com seu trabalho é o principal motivo pelo qual fazemos isso.”

Assista nossa entrevista com o diretor e os astros de ‘Obsessão‘:

 

‘Moana’: Conheça Catherine Laga’aia, a protagonista do live-action da Disney

Catherine Laga’aia já desponta como um dos nomes mais promissores da nova geração de talentos australianos.

Nascida em Sydney, na Austrália, em 17 de dezembro de 2006, a atriz e cantora ganhou projeção internacional ao ser escolhida para viver a protagonista do aguardado live-action de ‘Moana’. A escalação marcou um momento importante para a representatividade polinésia em produções de grande alcance e colocou a jovem artista sob os holofotes do mundo inteiro.

The Rock anuncia visita ao Brasil para divulgação de ‘Moana’

De ascendência samoana e criada em uma família profundamente conectada à arte e à cultura das ilhas do Pacífico, Catherine cresceu cercada por referências criativas. Ela é filha caçula do ator Jay Laga’aia, conhecido por interpretar o Capitão Typho em ‘Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones’ e ‘Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith’.

Catherine Lagaaia
Catherine Laga’aia

Sua trajetória na atuação começou oficialmente em 2023, quando estreou na minissérie australiana ‘As Flores Perdidas de Alice Hart (The Lost Flowers of Alice Hart), adaptação do romance de Holly Ringland que está disponível no Prime Video. Na produção estrelada por Sigourney Weaver, Catherine interpretou a versão mais jovem da personagem Candy — trabalho que chamou atenção da crítica e abriu portas para projetos maiores.

O grande salto veio em junho de 2024, quando a Disney anunciou oficialmente que a atriz seria a nova intérprete de Moana na adaptação em live-action do clássico animado. Na época, Catherine tinha apenas 17 anos e rapidamente recebeu apoio dos fãs ao redor do mundo, especialmente das comunidades polinésias, que celebraram a escolha como um passo importante para uma representação mais autêntica da cultura do Pacífico.

Ao comentar sua escalação, a atriz revelou o significado especial do papel em sua vida.

Moana é uma das minhas personagens favoritas. Sinto-me honrada por ter a oportunidade de celebrar Samoa e todos os povos das ilhas do Pacífico, e de representar jovens como eu.”

O longa chega aos cinemas nacionais em 8 de julho de 2026 e contará com o retorno de Dwayne Johnson como Maui. O elenco também inclui Frankie Adams no papel de Sina, John Tui como o Chefe Tui e Rena Owen interpretando a Vovó Tala.

Além do projeto da Disney, Catherine já começa a expandir sua carreira no cinema e também foi confirmada no thriller australiano ‘Crashout’, dirigido por Nick Annas.

Com poucos trabalhos no currículo, mas uma estreia grandiosa a caminho, Catherine Laga’aia surge como uma das apostas mais interessantes da nova geração de atrizes — e tudo indica que ‘Moana’ será apenas o começo de uma trajetória internacional.

Confira, dublado e legendado, e siga o CinePOP no Youtube:

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos.

Johnson também produz o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

Tom Holland NÃO virá pro Brasil divulgar ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, mas revela o que mais sente saudade do nosso país

As especulações sobre a possível vinda de Tom Holland ao Brasil para divulgar ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ (Spider-Man: Brand New Day) foram oficialmente encerradas pelo próprio ator, que confirmou que ele e Zendaya não virão ao país.

Um boato mostrava um mapa do site SpideyTracker.com com todas as regiões que o Homem-Aranha tinha sido visto, e o Brasil estava entre eles.

De acordo com o anúncio oficial da Marvel e da Sony feito por meio do site Spidey Tracker, o cronograma completo da turnê inclui as seguintes cidades:

Europa
Madri (Espanha)
Amsterdã (Holanda)
Londres (Inglaterra)
Paris (França)
Berlim (Alemanha)
Roma (Itália)

América do Norte
Cidade do México (México)
Los Angeles (Estados Unidos)
Nova York (Estados Unidos)

Ásia
Xangai (China)

A expectativa havia crescido devido ao tamanho da turnê mundial de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘, descrita por ele como “gigantesca”, mas a agenda promocional acabou deixando o Brasil de fora.

Porém, Holland e Zendaya deram uma entrevista ao HugoGloss e revelaram do que mais sentem saudades do Brasil.

 
 
 
 
 
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Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ é uma sequência direta de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘. No filme lançado em 2021, o Peter Parker de Tom Holland se uniu às duas outras versões do Homem-Aranha, interpretadas por Tobey Maguire e Andrew Garfield, para salvar o multiverso. Contudo, após inúmeras tentativas, a única forma de o jovem herói aracnídeo atingir esse objetivo foi por meio de um feitiço lançado pelo Doutor Estranho, que fez com que todos esquecessem a existência de Peter Parker. 

É UM NOVO DIA para Peter Parker. Combatendo o crime em tempo integral como Homem-Aranha em um mundo que não se lembra mais dele — e lidando com a pressão de ver seus antigos amigos seguirem em frente sem sua presença — Peter passa por uma mudança que talvez nem ele tenha o poder de controlar. Mas essa transformação também pode ser a única coisa capaz de deter uma surpreendente nova ameaça à cidade e às pessoas que ele ama: um poderoso vilão que ninguém sequer consegue enxergar.

O mundo pode ter se esquecido de Peter Parker, mas ele não se esqueceu do mundo.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de julho

O filme foi escrito pela dupla Chris McKenna e Erik Sommers, que também assinaram o roteiro de “De Volta ao Lar”, “Longe de Casa” e “Sem Volta para Casa”.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco ainda conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) assume a direção, substituindo o Jon Watts, que comandou os três filmes anteriores.

Saiba Mais » Homem-Aranha: Um Novo Dia

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15 Astros que Foram PERFEITOS como super-heróis

Não há como negar que os filmes de super-heróis têm conquistado cada vez mais espaço nas salas de cinemas. E nos corações dos espectadores.

Sabendo da paixão do público pelo gênero, o CinePOP resolveu relembrar 15 atores que encarnaram perfeitamente super-heróis. É importante destacar que a lista engloba apenas filmes, então séries das parcerias Marvel/Netflix ou DC/Warner acabaram ficando de fora. A seleção também não conta com vilões, então não adianta reclamar da ausência de nomes como Joaquin Phoenix, Heath Ledger ou Tom Hiddleston.

Confira nossa lista completa! E corre nos comentários para fazer a sua!

15 | Michael Keaton (Batman)

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Muitos anos antes de se arriscar como o Abutre em Homem-Aranha: De Volta ao Lar, Michael Keaton interpretou o Homem-Morcego em Batman – O Filme e Batman: O Retorno, ambos dirigidos por Tim Burton. O ator, como nenhum outro depois dele, encarnou como ninguém o lado glamouroso de Bruce Wayne. Keaton acabou deixando o personagem após a saída de Burton, mas escreveu seu nome na história das adaptação de HQs.

14 | Wesley Snipes (Blade)

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É difícil Wesley Snipes entrar numa lista de “melhor qualquer coisa”. Sempre foi um ator mediano. E, nos últimos tempos, acabou preso por problemas com a justiça americana. Mas é inegável que o ator foi a escolha perfeita para o papel de Blade na trilogia formada por Blade: O Caçador de Vampiros, Blade II e Blade: Trinity. A química entre ator e personagem foi tão boa que até hoje (15 anos depois) Snipes é cotado para voltar a viver Blade.

13 | Chloë Grace Moretz (Hit Girl)

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Lançado em 2010, Kick-Ass: Quebrando Tudo é uma ótima adaptação dos quadrinhos de Mark Millar. E tem como principal destaque a presença de Chloë Grace Moretz como Hit Girl. À época, a atriz tinha apenas 13 anos. Foi insano (e brilhante) ver alguém tão jovem num papel tão violento. A personagem se destacou tanto que acabou ganhando mais espaço na continuação Kick-Ass 2. Chegou-se a falar na possibilidade de um filme-solo, mas acabou não acontecendo.

12 | Ron Perlman (Hellboy)

ron pearlman cinepop

Como falamos na abertura, temos um novo Hellboy chegando aos cinemas em 2019. Agora, interpretado por David Harbour. Por mais que haja uma curiosidade para ver o ator de Stranger Things no papel, também há uma lamentação de que Ron Perlman não está mais na pele do personagem. Ainda mais que Ron e Guillermo del Toro sempre manifestaram interesse em fazer um Hellboy 3. Eles mereciam. E a gente também. Ron tem o porte físico e o senso de humor perfeitos para o papel.

11 | Jackie Earle Haley (Rorschach)

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Jackie Earle Haley é o único caso dessa lista que interpretou o personagem apenas uma vez. E o ator conseguiu se destacar mesmo sem mostrar o rosto. Em Watchmen – O Filme, Jackie criou um Rorschach de deixar Alan Moore orgulhoso. Pode-se argumentar que o filme de Zack Snyder se preocupa mais com o estilo do que com o conteúdo. Mas este, sem dúvida, não é o caso da performance do ator.

10 | Chris Hemsworth (Thor)

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Chris Hemsworth parecia ter sido escolhido para ser apenas um rostinho (e tudo mais) bonito em Thor. Com o tempo, e o desenvolver do Universo Cinematográfico da Marvel, o ator mostrou que era muito mais que isso. Além de se dar bem nas cenas de ação, Hemsworth mostrou ter carisma e até mesmo bom humor. Ele está divertidíssimo em Thor: Ragnarok e Vingadores: Guerra Infinita. A gente quase o perdoa por não ter mirado na cabeça de Thanos.

09 | Christian Bale (Batman)

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Mais um Homem-Morcego na área. Não se preocupe, é o último – desculpa, Ben! Christian Bale deu mais profundidade ao herói na trilogia formada por Batman Begins, Batman: O Cavaleiro das Trevas e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, todos dirigidos por Christopher Nolan. O ator é charmoso, arrogante e intenso. Ou seja, um Bruce Wayne perfeito.

08 | Gal Gadot (Mulher-Maravilha)

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Mostrando que os chiliques nerds geralmente não fazem sentido, Gal Gadot provou para o mundo que é uma Mulher-Maravilha de primeira. A atriz foi a melhor coisa de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, arrasou em seu filme solo e voltou a ir bem em Liga da Justiça. Além de bonita, a atriz mostrou ter muito senso de humor e carisma na pele da heroína. Que venha Mulher-Maravilha 1984.

07 | Tom Holland (Homem-Aranha)

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Tobey Maguire, em sua fase pré Aranha-Emo, brilhou na pele do amigo da vizinhança, então a disputa de quem é o melhor intérprete do herói merece atenção. Uma coisa é clara, no entanto, nenhum dos atores anteriores incorporaram tão bem o Aranha dos quadrinhos como Tom Holland. O jovem ator revelou ter carisma, talento e muita desenvoltura para as cenas de ação, além de um senso de humor perfeito para o personagem.

06 | Samuel L. Jackson (Nick Fury)

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Sam Jackson poderia estar nessa matéria por Gelado, personagem que dublou em Os Incríveis e Os Incríveis 2. Mas sua participação como Nick Fury é ainda mais lendária, afinal ele foi o elo de ligação do Universo Cinematográfico da Marvel até chegarmos em Os Vingadores. O ator está presente em nove filmes do MCU, incluindo o ainda inédito Capitã Marvel. E sempre impondo uma presença digna de quem consegue liderar todos aqueles heróis.

05 | Patrick Stewart (Professor Xavier)

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James McAvoy fez um trabalho incrível como Professor X nos últimos filmes de X-Men, mas mesmo assim não chegou perto de marcar tanto quanto a participação de Patrick Stewart na pele do personagem. O ator de 78 anos deu legitimidade ao universo mutante e criou um Charles Xavier complexo e repleto de nuances. E ainda fez uma parceria incrível com Ian McKellen, que brilhou na pele de Magneto, e que só está fora desta matéria por ser um vilão.

04 | Ryan Reynolds (Deadpool)

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Ryan Reynolds protagonizou um caso duplo de “volta por cima”. O sucesso de Deadpool não só deu uma nova oportunidade ao ator no mundo dos super-heróis (como esquecer Lanterna Verde?), como deu nova chance ao personagem. Para quem não lembra, Ryan interpretou Deadpool pela primeira vez no trágico X-Men Origens: Wolverine. Felizmente, o ator não desistiu do personagem e, com a ajuda dos fãs, conseguiu fazer a Fox investir em Deadpool e Deadpool 2. Reynolds mostrou desenvoltura para as cenas de ação e, melhor, um humor insano completamente condizente com o personagem.

03 | Christopher Reeve (Superman)

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Henry Cavill é (ou foi) um bom Superman, mas ninguém marcou – e dificilmente marcará – tanto quanto Christopher Reeve. O astro viveu o personagem em Superman: O Filme, Superman II: A Aventura Continua, Superman III e Superman IV: Em Busca da Paz. Reeve sofreu um acidente na década de 90 e acabou tetraplégico, vindo a falecer em 2004. Ainda assim, estará sempre na memória do público como o Homem de Aço ideal, passando charme, elegância e força. Um herói na vida real.

02 | Robert Downey Jr. (Homem de Ferro)

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Foi difícil deixar Robert Downey Jr. fora da primeira posição. O ator é praticamente o grande responsável por fazer do Universo Cinematográfico da Marvel um sucesso. Ele foi quem abriu as portas com Homem de Ferro (2008) e seguiu brilhando em vários outros filmes do estúdio. Agora, rumores dão conta de que pode fazer sua despedida em Vingadores: Ultimato. Não há como se preparar para isso. A verdade é que Downey Jr. é o Tony Stark perfeito. Charmoso, arrogante e com grande senso de humor. Difícil imaginar o que seria do MCU sem ele. Mas…

01 | Hugh Jackman (Wolverine)

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Existe um motivo para Robert Downey Jr. estar com a medalha de prata e este motivo é Hugh Jackman. O astro australiano assumiu o papel de Wolverine por acaso. Escalado para o personagem, Dougray Scott viu sua agenda de filmagens em Missão Impossível 2 prejudicar a produção de X-Men: O Filme. Sem poder esperar, a Fox desiste do ator e escala Jackman. Depois disso, tudo é história. Hugh vive o personagem em oito filmes, além de ser citado/mostrado como piada nos dois longas do Deadpool. Se tivéssemos como parâmetro os cinco filmes de X-Men ou os dois primeiros de Wolverine, talvez Hugh Jackman ficasse atrás de Downey Jr. na seleção. Mas é aí que entra Logan. Em 2017, o ator se despediu do personagem de forma tocante e brutal em um dos melhores filmes de super-heróis já feitos. E, na verdade, elevou o gênero e entregou um verdadeiro drama.

É MUITO RUIM! Conheça os 40 PIORES Filmes de Terror de TODOS os Tempos…

Nada melhor  do que maratonar filmes e séries assustadores nesse friozinho.

Para evitar passar nervoso na hora de escolher um filme, trazemos a lista definitiva dos críticos “elegendo” os 40 PIORES filmes de terror de todos os tempos.

Confira:

40) Cativeiro (2007)

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A loirinha Elisha Cuthbert teve seus dias de glória no início dos anos 2000, graças à série 24 Horas e aos filmes Show de Vizinha e A Casa de Cera. Cativeiro tentou surfar nessa onda, mas terminou solenemente ignorado.

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39) Lenda Urbana 2 (2000)

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Quando os slasher adolescentes foram revividos no fim dos anos 90, quem perdia tempo para engatar sua sequência, terminava papando mosca. Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado lançaram continuações logo no ano seguinte de seus originais. Já Lenda Urbana resolveu esperar um ano, o que se mostrou fatal…

38) Quando um Estranho Chama (2006)

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Os anos 2000 viram uma verdadeira enxurrada de remakes de terror em Hollywood. Esse fala sobre uma babá sendo atormentada por ligações, que ela descobre estarem vindo de dentro da casa onde toma conta de crianças. O original é um cult de 1979, já o remake, bem menos querido, traz a filha de brasileira Camilla Belle protagonizando.

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37) No Cair da Noite (2003)

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O legal de listas assim é reencontrarmos filmes que não ouvíamos falar há muito tempo. É o caso desta produção “sem vergonha” da Sony que usa como “bicho papão” a Fada dos Dentes! É isso mesmo!

36) Slender Man – Pesadelo Sem Rosto (2018)

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Dá para pensar que tudo já foi feito quando falamos de terror e todo tipo de figura já foi usada como tentativa de emplacar um novo vilão do gênero. O que podemos dizer é que nem todos nasceram para ser Jason, Freddy ou Michael Myers. É o caso com a Fada do Dente acima e com esse “meme” da internet chamado “homem esguio”.

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35) Dominação (2000)

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Estrelado por Winona Ryder, esse terror mequetrefe surfava uma onda muito em voga no fim dos anos 90 e início de 2000 – os filmes de terror com pegada bíblica / apocalíptica. Como é de se esperar esse é um dos piores, mas não o pior. Aguarde.

34) A Ilha da Fantasia (2020)

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Creio que os fãs do seriado cult da década de 70, que de terror não tinha nada, até poderiam perdoar essa descaracterização completa caso o filme da Blumhouse fosse bom. Mas após o resultado não podemos culpa-los pelas reclamações.

33) O Chamado 3 (2017)

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Podemos dizer que O Chamado (2002) é um dos melhores, quiçá o melhor remake de uma produção asiática em Hollywood – e serviu para apresentar ao mundo o talento de Naomi Watts. O segundo filme já havia resultado em uma obra cambaleante em 2005. O que dirá uma espera de mais de dez anos? Apenas que esse navio já havia zarpado.

32) A Colheita do Mal (2007)

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As más línguas dizem que a estrela Hilary Swank quando não está ganhando Oscar, está protagonizando algum filme ruim ou de teor duvidoso, parece não haver meio termo para a atriz. Quando fez esta atrocidade para a Warner, Swank já tinha duas estatuetas enfeitando sua estante.

31) Premonições (2007)

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Mas Hilary Swank não será definitivamente a última estrela vencedora do Oscar a figurar na lista dos piores filmes de terror de todos os tempos. Quem chega agora é a musa máxima Sandra Bullock, impulsionando este thriller sobrenatural mequetrefe sobre uma mulher tendo visões da morte do marido, e tentando salva-lo do perigo iminente.

30) Um Lobisomem Americano em Paris (1997)

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Um Lobisomem Americano em Londres (1981) continua sendo um ícone do gênero e uma ótima pedida para a celebração do dia das bruxas. Já esta continuação tardia nem tanto. Esse foi um dos filmes que pegou a onda dos roteiros joviais espertinhos do pós-Pânico no fim dos anos 90.

29) Vampiros do Deserto (2001)

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Em Hollywood muitas produções são criadas tentando capitalizar em cima da figura de algum jovem astro em potencial. Mas quando suas carreiras terminam por não vingar, tais filmes saem de cena com a mesma rapidez. É o caso deste longa da Sony/Columbia que tinha como chamariz a presença de Kerr Smith – você lembra dele?

28) Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

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Com um dos títulos mais longos da história do cinema, esse slasher adolescente continua um filme que, bem, não precisava de continuação. E certamente não precisava DESTA continuação. Aqui a ação é movida para a ilha das Bahamas e a trama é tão complicada que apenas nos resta dar risada do quão ridícula é.

27) A Casa dos Sonhos (2011)

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Posso dizer que tive o “desprazer” de assistir a este longa no Festival do Rio de seu respectivo ano. Não deixa de ser um fato curioso. Mas assim como Daniel Craig e Rachel Weisz não se cansam de dizer, a única coisa positiva desse filme de assombração da Warner foi o relacionamento que surgiu entre os dois nos bastidores. Estão certíssimos.

26) Vozes do Além (2005)

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Protagonizado pelo querido e talentoso Michael Keaton quando sua carreira andava em baixa em meados dos anos 2000, a trama mostra o ator como um arquiteto tentando se comunicar com a esposa através de gravações de áudio, mas atraindo entidades malignas ao invés. Ou seja, um terror bem genérico.

25) Filha do Mal (2012)

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Lançado em janeiro nos EUA, antes historicamente conhecido como a data na qual os “filmes vão para morrer”, este found footage de teor sobrenatural é produzido pelo mesmo responsável por grandes blockbusters como Transformers e Megatubarão e tem o diretor de A Órfã 2.

24) Ouija – O Jogo dos Espíritos (2014)

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Olivia Cooke está arrancando elogios no papel da Rainha Alicent, uma das protagonistas de A Casa do Dragão, da HBO Max. Mas quase dez anos antes precisou passar pelo calvário deste terror sobre o infame tabuleiro que se comunica com os mortos.

23) A Volta dos Mortos-Vivos 2 (1988)

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Os filmes de terror dos anos 80 possuem seu valor de prazer culposo e a grande maioria entra na seleta lista das produções cult inesquecíveis. Isso é o que a década representa. E A Volta dos Mortos-Vivos (1985) é um dos grandes ícones cult da diversão e humor subversivo da época. Porém, esta continuação não conquistou os mesmos elogios.

22) Troll 2 (1990)

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Troll – O Mundo do Espanto (1986) é uma produção de terror B que ninguém dá dois centavos para, ou sequer ouviu muito falar. Curiosamente, no entanto, o filme traz no elenco Julia Louis-Dreyfus, a eterna Elaine de Seinfeld, e hoje a Condessa Valentina Allegra de Fontaine da Marvel. Já este Trolls 2 se tornou cult graças à sua estigma de ser “tão ruim que é bom”, lembrado como um dos piores filmes de todos os tempos.

21) Alucinações do Passado 2 (2019)

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Alucinações do Passado (1990) é uma produção cult com Tim Robbins que fala sobre os traumas vividos por um veterano da Guerra do Vietnã. Em 2019 tiraram um remake da cartola, protagonizado por Michael Ealy – que por alguma razão no Brasil foi considerado uma sequência e não uma refilmagem.

20) A Possessão de Mary (2019)

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Outro filme de 2019. Este eu posso dizer que tive a “honra” de assistir numa exibição para a imprensa, promovida pela Paris Filmes antes de sua estreia nos cinemas brasileiros. Sim, o filme passou por nossas salas. Protagonizado por Gary Oldman após o ator ter levado o Oscar, o filme deveria ter Nicolas Cage no papel principal – só para sentirmos o drama.

19) Identidade Paranormal (2010)

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Nem mesmo grandes atores estão livres de protagonizar verdadeiras bombas do cinema. De fato, é difícil achar um ator que já não tenha deslizado participando de um filme realmente “fedorento”. A talentosíssima Julianne Moore também tem sua cota de escorregadas, e esse terror sobre uma psiquiatra tratando de pacientes com múltiplas personalidades sem dúvida é um deles.

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18) Alucinação (2001)

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Eliza Dushku, Wes Bentley, Melissa Sagemiller, Casey Affleck e Luke Wilson são alguns dos rostos hoje conhecidos protagonizando esse terror de quinta sobre um grupo de jovens sofrendo um acidente de carro após uma noite de festas e bebedeiras, e se deparando com uma realidade repleta de assombrações.

17) A Sétima Vítima (2002)

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Quem aparece agora na lista dos piores é a vencedora do Oscar Anna Paquin, nesta produção da Dimension Films. Na história, uma família americana se muda para uma casa na Espanha, somente para descobrir que o local é assombrado. E quem disse que os espíritos malignos respeitam caixa postal.

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16) A Névoa (2005)

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Fog – A Bruma Assassina (1980), de John Carpenter, foi um fracasso em sua época de lançamento, mas depois viveu para se tornar uma das tantas obras cult do diretor. Já a refilmagem de 2005, com os astros da TV Tom Welling (Smallville) e Maggie Grace (Lost) é apenas ruim mesmo, sem ter ganhado sobrevida.

15) Além da Morte (2017)

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Outro remake de um clássico cult. Sem surpresas. Linha Mortal (1990) fez sucesso na época e trazia rostos como Julia Roberts, Kevin Bacon e Kiefer Sutherland como médicos residentes brincando de Deus, morrendo e revivendo ao bel prazer, mas trazendo algo a mais com eles. Já a refilmagem traz Diego Luna, Kiersey Clemons, Nina Dobrev e Elliot Page, ainda como Ellen Page.

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14) O Enviado (2004)

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Aqui quem paga seus pecados é o grande Robert De Niro no papel de um misterioso médico que concorda com o duvidoso procedimento de clonagem do filho de um casal desesperado após a morte do “original”. Os pais “jênios” são vividos por Greg Kinnear e Rebecca Romjin.

13) A Filha da Luz (2000)

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Como dito, Dominação não foi o último filme “bíblico/apocalíptico” da lista e também não foi o último a trazer uma estrela vencedora do Oscar pagando mico. Aqui, quem estrela é Kim Basinger, no papel de uma mulher designada a proteger uma menina que pode salvar o mundo do anticristo.

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12) A Escuridão (2016)

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O grande Kevin Bacon será o assunto do especial de Natal dos Guardiões da Galáxia, da Marvel, quando os membros da equipe decidem dá-lo de presente para Starlord como forma de anima-lo. Sendo assim podemos pensar que Bacon não erra nunca. Mas não é bem assim. É só olhar para este A Escuridão, sobre uma família e assombrações. Sim, você já viu esse filme antes.

11) A Aparição (2012)

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Comemorando seu aniversário de dez anos de estreia, chega à lista uma das produções de horror mais obscuras e esquecidas desta última década. Apesar disso temos Ashley Greene, Sebastian Stan e Tom Felton como protagonistas.

10) House of the Dead – O Filme

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O que seria de uma lista de piores filmes de terror de todos os tempos sem uma produção do alemão Uwe Boll, considerado o “Ed Wood” de nossos tempos? Traduzindo, o pior diretor de cinema em atividade. Aqui, ele adapta um videogame cult na forma de uma atrocidade da sétima arte.

09) Medo Ponto com (2002)

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Sim, verdade esse bilhete! A “criatividade” dos grandes estúdios é sempre “brilhante” quando o assunto é a moda do momento, ainda mais quando diz respeito às novas tendências tecnológicas. Aqui, o tema desse terror com Stephen Dorff, Natascha McElhone e Stephen Rea, da Sony, é um site maligno. Soa datado, e é!

 08) Jovens Malditos (2008)

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Hoje estabelecidos na carreira, Haley Bennett (Sete Homens e um Destino e A Garota no Trem) e Chace Crawford (o Profundo, de The Boys) precisaram dar seus primeiros passos em algum lugar. A opção parecia boa com este terror juvenil que mostra adolescente Molly Hartley (Bennett) atormentada pelo bully no colégio e também por assombrações.

07) Alone in the DarkO Despertar do Mal (2005)

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Mais uma adaptação de videogame presente na lista dos piores filmes de terror de todos os tempos. E mais um filme dirigido pelo audaz Uwe Boll. Aqui, com efeitos especiais de fazer inveja aos gráficos de videogames da primeira geração, Christian Slater interpreta um detetive atrás de criaturas malignas, contando com a ajuda de gente do calibre de Tara Reid e Stephen Dorff.

06) Além da Escuridão (2011)

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Tony Oller (Uma Noite de Crime) e Aimee Teergarden (Pânico 4) são quem estrelam este terror sobre adolescentes tentando desmascarar o herói da cidade como um serial killer sanguinário, antes que mais colegas terminem mortos. Mas quem se torna o chamariz do longa é o veterano Dennis Quaid.

05) Mente Obsessiva (2009)

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A atriz Mischa Barton fez muito sucesso na TV graças ao seriado teen O.C. – Um Estranho no Paraíso, que ficou no ar por 4 temporadas, de 2003 a 2007. Depois disso a carreira da moça teve uma queda vertiginosa, restando apenas produções de nível C para ela. Esta é mais uma, onde interpreta a ex-namorada ciumenta e louca de um rapaz, indo até as últimas consequências para tê-lo de volta.

04) O Quarto dos Esquecidos (2016)

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Evitando por pouco subir no pódio dos piores filmes de terror de todos os tempos, temos esta produção estrelada pela musa Kate Beckinsale, dos filmes Anjos da Noite. Com a história mais que batida da nova casa assombrada para onde uma família se muda, o filme é dirigido por D.J. Caruso, e não ficou esquecido apenas no título.

03) Cabana do Inferno (2016)

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Agora sim. Subindo ao pódio dos piores filmes de terror de todos os tempos, temos mais uma produção de 2016 – um dos piores anos recentes para o cinema. O Cabana do Inferno original, de 2002, não era nenhuma obra-prima, mas serviu para apresentar ao mundo o diretor Eli Roth, para o bem ou para o mal. Ninguém em sã consciência, no entanto, esperaria um remake do filme, ainda mais de forma tão rápida. Mas foi exatamente o que ganhamos com este longa visto por um total de zero pessoas.

02) Tubarão 4 – A Vingança (1987)

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Precisamos admitir que a segunda posição dos piores filmes de todos os tempos, segundo os críticos no Rotten Tomatoes, é uma produção que recai no quesito de tão ruim que é boa! Chega a ser hilário, mas Tubarão 4 é sempre lembrado em muitas das listas não apenas de terror, mas também dos piores filmes de todos os tempos. E pensar que a franquia começou com o excelente Tubarão (1975), de Steven Spielberg, ainda hoje considerado o oposto desse aqui, um dos melhores de todos os tempos. E deveria ter parado por aí. Michael Caine, ator consagrado e acima de qualquer suspeita, é quem protagoniza, mas afirma nunca ter assistido, apenas usufruído da casa que comprou com seu cachê.

01) Uma Chamada Perdida (2008)

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Em primeiríssima posição dentre os piores filmes de terror de todos os tempos, conquistando a medalha de ouro do fundo do poço, está esta produção da Warner Bros. de US$20 milhões de orçamento. E sim, você acertou, se trata de outra refilmagem de uma obra asiática, esta uma japonesa de 2003. A trama fala sobre pessoas recebendo chamadas em seus celulares vindas de seus “eu” futuros, avisando a data e hora de suas mortes. Guillermo del Toro foi quem se livrou de uma, já que foi convidado a dirigir, mas recusou. Sempre um sábio.

ASSUSTADOR! Novo clipe de ‘A Morte do Demônio: Em Chamas’ vai te dar PESADELOS; Confira!

O aguardado terror ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘ (Evil Dead Burn) ganhou um clipe inédito.

No vídeo, uma personagem questiona sobre possíveis monstros debaixo da cama, mas o perigo está em cima…

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O novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de julho.

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

O elenco conta com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | Buenosaires – Doc Retrata Cotidiano de Curiosa Cidade Pernambucana igual à Capital Portenha

Cada Copa do Mundo tem seus ídolos inesquecíveis – e, anos mais tarde, vemos o resultado: diversas crianças que nascem carregando o nome dos heróis do futebol da época. Assim tivemos uma onda de Romários, Ronaldos, Bebetos um tempo atrás. E isso aconteceu com muitas cidades brasileiras na época da colonização, recebendo nomes, influências e inspiração de cidades europeias como Lisboa e Paris. E acontece até hoje, como pode ser visto no documentárioBuenosaires’, que teve exibição prévia no CinePe esse ano e já está em exibição nos cinemas por todo o país.

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Zona da Mata em Pernambuco, interior do país, ao norte da capital Recife. A uma distância de aproximadamente 80km está localizado o município de nome ‘Buenosaires’, mesmo nome da capital portenha, que fica a uma distância de uns 5 mil quilômetros. Mas, tirando a localização geográfica, ambas as cidades são bem parecidas: têm pessoas que falam espanhol, tem empanadas para comer, tem um time de futebol que arrebata o coração dos moradores – o Boca Jrs. Só que essa pequena cidade pernambucana fica no Brasil, entre engenhos coloniais e a serra, com ruas mal asfaltadas, pouco investimento público e cerca de 13 mil moradores.

E é dessa ‘Buenosaires’ que o documentário de Tuca Siqueira quer falar – e conquista, no mínimo, a curiosidade do espectador. Em pouco mais de uma hora de duração o filme – narrado em castelhano, diga-se de passagem – vai apresentando essa curiosa cidade, desconhecida pela maioria da população do país, em todas as suas características – e, principalmente, em todas as suas semelhanças com a capital que margeia o rio da Prata.

Boa parte da captação das imagens ocorre durante a Copa do Mundo, de modo que o documentário se inclina boa parte sobre o impacto do futebol na rotina da pequena cidade. Para tal, somos convidados a acompanhar os preparativos de uma grande partida por vir, um clássico local: uma partida entre Boca Jrs e Penharol, só que não os times argentino e uruguaio, mas sim duas equipes locais. Mesmo assim, tanto os jogadores quanto o público assimila o acontecimento com a seriedade e o respeito tal qual uma final de Libertadores. Não fossem as imagens e apenas ouvíssemos a narração, daria até mesmo para acreditar em ser um evento oficial da Fifa.

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Tuca Siqueira faz uma boa escolha em usar o humor para permear a apresentação dos elementos em seu documentário, sem, por isso, debochar da cidade; ao contrário, é esse leve ar brincalhão que atiça a atenção do espectador e faz a gente inclusive querer visitar a cidade, ver de perto a locação cuja população opta conscientemente em torcer para a Argentina na Copa do Mundo.

Por outro lado, entretanto, ainda que faça um panorama apresentativo do município, e que o documentário seja narrado por uma voz que conta e comenta aquilo que vemos, ficou faltando um ou mais personagens que fizessem o público se apaixonar pela história da cidade. Os poucos que aparecem são interessantes, mas não são aqueles sujeitos típicos que carregam a identidade de um lugar. E alguns elementos, como a fanfarra que desfila pela cidade, são mostradas, mas sua história não é delineada ao espectador, de maneira que a câmera fica parada na rua enquanto as pessoas passam na frente dela.

Curioso, ‘Buenosaires’ desperta o interesse do público pelo absurdo que é ser uma cidade real. Mais que um documentário, é um filme que mostra que o melhor do Brasil é de fato o brasileiro, com toda a sua criatividade e irreverência para viver à sua própria maneira – e os incomodados que se incomodem.

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Namorado de Daveigh Chase fez VAQUINHA online antes da morte da atriz e ex-empresário se REVOLTA; Entenda!

A atriz Daveigh Chase, conhecida por interpretar a aterrorizante Samara no remake de ‘O Chamado‘ e dar voz à Lilo na animação original ‘Lilo & Stitch‘, morreu aos 35 anos. A artista faleceu devido a complicações da meningite, e mais informações estão sendo divulgadas.

Segundo o TMZ, a atriz contava apenas com o auxílio do seu namorado, Roy Hernandez, que antes de sua morte iniciou uma vaquinha online para que os fãs ajudassem a atriz. Ele queria alcançar a meta de US$ 5,5 mil, mas só conseguiu arrecadar cerca de 1% do valor antes da atriz ter sua morte divulgada na imprensa.

Na página da vaquinha online na plataforma Go Fund Me, Roy revelou ao público que os médicos disseram que a artista tinha pouco tempo de vida por conta do seu quadro de infecções sanguíneas e pedia ajuda:

“Minha namorada Daveigh sempre foi a luz da minha vida. Muitos a conhecem como uma atriz mirim por Lilo e Stich, A Viagem de Chihiro e Donnie Darko. Porém, por trás das câmeras, ela enfrentou mais do que dificuldades. Depois de uma infância difícil e desentendimentos com a família, Daveigh sofreu muito bullying e teve dificuldades para encontrar segurança e felicidade no centro de Los Angeles. Quando nos conhecemos, prometi que eu iria protegê-la e daria o amor e o conforto que ela merecia. Juntos, encontramos momentos de felicidade e esperança. Recentemente, tudo mudou. Daveigh foi diagnosticada com meningite e uma séria infecção no sangue. Sua condição ficou crítica e os médicos me disseram que ela talvez não teria muito tempo. Tudo o que ela queria era um local onde nós pudéssemos ter uma vida juntos, de forma segura e feliz. Neste momento, quero dar a ela esse sentimento de lar e que ela encontre paz em seus últimos dias”, afirmou.

Agora, John Ryan, ex-empresário e amigo de longa data de Daveigh Chase, contesta as alegações feitas em uma página do GoFundMe pelo namorado da falecida atriz.

Em uma longa declaração ao Deadline, Ryan pede às pessoas que não contribuam para o fundo. “O espólio de Daveigh tem recursos suficientes para pagar a cremação”, afirma Ryan.

O ex-empresário de Chase afirma ter entrado em contato com a família dela, incluindo seu pai, John Schwallier. “John é o parente mais próximo e nunca assinou nenhum documento transferindo a propriedade para esse tal namorado”, diz Ryan. 

“Essa campanha no GoFundMe não vai cobrir NENHUMA despesa com a Daveigh”, diz Ryan. “Eu, o pai dela, o tio dela e todos os nossos amigos próximos que a conhecíamos há décadas estamos incentivando as pessoas a não doarem para essa página. Esse homem que está fazendo essas alegações a levou para o hospital em estado grave e não avisou nenhum membro da família até que ela falecesse, para poder controlar a situação. A família da Daveigh está cuidando de todos os preparativos. Entramos em contato com o GoFundMe para informá-los de que esse homem criou essa página por conta própria, usando o nome da Daveigh, quando ela já estava inconsciente, e está incentivando as pessoas a denunciarem a página e não doarem.” 

Ryan continuou: “Acho repugnante que esse homem esteja se aproveitando da trágica morte da nossa amiga para ganhar dinheiro para si e para a família. Não há contas médicas nem despesas funerárias a pagar. Eu e a família estamos arcando com todos esses custos. Pelo que sei, considerando o estado em que ela chegou ao hospital, ele deveria estar na cadeia. Eu e a família estamos revoltados com a situação em que ela se encontrava antes de falecer. Esse sujeito está tentando transformar tudo em uma história de Romeu e Julieta para lucrar com a situação.”

O Deadline entrou em contato com o namorado, Roy Hernandez, através da página do GoFundMe, mas ainda não recebeu resposta. Hernandez disse ao TMZ na noite passada que é “100%” falso sugerir que a campanha no GoFundMe seja ilegítima.

A atriz começou a carreira aos 11 anos como a irmã do personagem titular de ‘Donnie Darko‘ (Jake Gyllenhaal), em 2001.

No entanto, foi no ano seguinte que ela ganhou fama como a Samara Morgan, em ‘O Chamado‘, papel que marcou sua infância e adolescência. A personagem lhe rendeu o prêmio de Melhor Vilã no MTV Movie Awards de 2003.

Em 2005, ela reprisou o papel na sequência e fez uma participação especial no 3º filme da franquia, lançado em 2017.

Mas esse não foi seu único papel de destaque, já que ela também deu voz à Lilo Pelekai na aclamada animação ‘Lilo & Sticth‘ (2002) e em seus derivados. Nos anos seguintes, ela também atuou em produções de menor destaque, como a série ‘Amor Imenso‘ (2006 – 2011) e os filmes ‘A Força de Um Sonho‘ (2012) e ‘Um Romance Americano‘ (2016), que marcou seu último trabalho como atriz.

Crítica | ‘Inapropriados Para o Trabalho’ é uma DIVERTIDA comédia corporativa sobre a Gen-Z

Mindy Kaling é um dos nomes mais prolíficos do cenário do entretenimento: conhecida por seu trabalho em produções como ‘The Office’ e ‘Projeto Mindy’, a atriz, produtora e roteirista sempre imbuiu cada um de seus projetos com experiências próprias e que, de certa maneira, dialogam com qualquer um que os assista – seja com a recente comédia adolescente ‘Eu Nunca…’, seja com a ótima dramédia ‘Late Night’ (em que inclusive protagonizou ao lado da vencedora do Oscar Emma Thompson). E, em 2026, Kaling se aliou ao seu colaborador de longa data Charlie Grandy para o que apenas podemos encarar como uma das melhores séries de comédia do ano até agora: Inapropriados para o Trabalho.

Tendo estreado recentemente no catálogo do Disney+, o projeto oferece uma perspectiva interessante sobre a Geração Z ao transferir os dilemas, os sonhos e a forma como enxergam a vida a um espectro muito envolvente e que se beneficia de um elenco de peso que nutre de uma química esplendorosa e que fisga os espectadores desde os primeiros minutos. Contando com nove breves episódios que trazem o melhor das sitcoms às telinhas, remodelando os conhecidos tropos do gênero para uma contemporaneidade frenética e em constante mudança, Kaling e Grandy unem forças para mais um ótimo trabalho – e que merece ser apreciado em sua completude.

Two women in a living room: one with long dark hair in a colorful patchwork shirt speaks, the other in a brown blazer listens nearby.

A trama bebe de outras produções clássicas do gênero, como ‘Friends’, ‘How I Met Your Mother’ e ‘The Big Bang Theory’, apostando em um conjunto de amigos improváveis que passa por problemas similares em situações exageradas e que apostam em uma análise do mundo como uma caixinha de surpresas, decepções e realizações. Logo no episódio de estreia, somos apresentados a dois núcleos distintos: o primeiro é formado por AJ Pascarelli (Ella Hunt), uma jovem recém-contratada para trabalhar como analista em uma grande empresa e que se muda para Boston para morar com a melhor amiga, Abby (Avantika), que trabalha como assistente de uma estilista de celebridades.

O segundo deles é formado por um trio de melhores amigos: Davis (Will Angus), analista na mesma empresa em que AJ passa a trabalhar e que nutre de um crescente sentimento pela nova amiga; Josh (Jack Martin), um “justiceiro social” que afirma ser sensível o suficiente para entender as problemáticas de seu privilégio, mas que vive à sombra do influente pai (que lhe consegue uma vaga numa prestigiada emissora apenas pelo peso do nome da família); e Kel (Nicholas Duvernay), um estudante de medicina que, na verdade, só busca o diploma a pedido dos pais e esconde seu verdadeiro sonho de se tornar um célebre ator.

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Cada um dos personagens não apenas enfrenta seus próprios problemas, como a necessidade constante de validação de AJ ou a completa falta de noção de Josh, mas entra em atrito em meio a personalidades tão diferentes entre si e que se entrelaçam à medida que tentam navegar pela vida adulta. E, à medida que infunde seus personagens com as angústias da Gen-Z com um mundo que constantemente nos coloca uns contra os outros, Kaling, Grandy e o competente time de diretores e roteiristas encontra particularidades em temas universais e faz questão de firmá-los em meios a erros e acertos.

Um dos aspectos de maior sucesso da série é o humor: a dupla por trás do projeto sempre soube como usar a comédia como plataforma de análise crítica das intrincadas complexidades que regem o mundo e as relações humanas como a conhecemos. Aqui, isso não seria diferente: ao se apoiar tanto na efemeridade dos laços interpessoais quanto nos embates intergeracionais, os diálogos são pautados em chistes secos e sardônicos que nos arranca risadas do começo ao fim sem deixar de lado explorações contundentes e necessárias para os dias de hoje. Em outras palavras, a “falta de filtro” e as personalidades falhas e vulneráveis dos protagonistas convergem para uma irônica e bem-vinda explosão cômica.

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Falar do trabalho do elenco parece desnecessário, considerando que cada um dos atores se joga de cabeça em personagens que se tornam relacionáveis mesmo quando agem de maneira odiosa: Hunt, recém-saída de seu trabalho na ótima série ‘Dickinson’, apresenta um novo lado de sua versatilidade performática ao transformar AJ em uma espécie de “sonhadora às avessas”, enquanto Avantika, que estrelou a recente adaptação musical de ‘Meninas Malvadas’, funciona como o escape cômico dentro do escape cômico; já o trio formado por Angus, Martin e Duvernay mergulha nos comentários incisivos sobre masculinidade tóxica e falsa militância em rendições aprazíveis.

Inapropriados para o Trabalho resgata a nostálgica estrutura das sitcoms e as remodela dentro de um escopo corporativo e predatório a fim de garantir que os protagonistas tenham arcos bem delineados e recheados de reviravoltas – algo que, aliado à distinta comédia firmada por Kaling e Grandy, faz total sentido e até mesmo nos leva a refletir sobre os obstáculos que enfrentamos dia a dia.

Lembrando que a série está disponível no Disney+.

Disney Plus SAI do ar e passa por instabilidades em meio a jogos da Copa

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O Disney+ está enfrentando instabilidades nesta quinta-feira, dia 18 de Junho.

Por horas, vários assinantes estão tentando logar no serviço e não estão conseguindo. O streaming confirmou a instabilidade.

Os jogos do Mundial estão sendo transmitidos ao vivo no Disney+, que exibe a competição através da programação dos canais ESPN e da CazéTV, e o serviço ficou indisponível durante o jogo do Canadá x Qatar – que começou as 19h.

“Olá! Lamentamos saber dessa experiência. Nossa equipe já está ciente sobre a instabilidade que está ocorrendo e está trabalhando para corrigí-la o mais breve possível. Se precisar, fale conosco (as opções estão na parte inferior da página da Central de Ajuda:…”, afirmou.

Selecionamos DEZ dicas de séries para você assistir quando o serviço voltar.

 

Desejos S.A.

A trama dessa minissérie gira em torno de seis histórias independentes que possuem um único elo: uma empresa misteriosa chamada Desejos S.A. que seduz vítimas realizando qualquer desejo por apenas 9,90 (custo da ligação que a pessoa realiza). Mas para toda ação há uma consequência, uma contrapartida indigesta que é preciso realizar para concluir a pedido. Na linha do: ‘o que você faria?’, sonhos podem se tornar verdadeiros pesadelos nessa análise profunda sobre os limites do ser humano. Algo que escancara verdades da sociedade.

 

O Faz Nada

Na trama, conhecemos Manuel (Luis Brandoni), um renomado e experiente crítico gastronômico que vive seus dias em um confortável apartamento na cidade que ama, Buenos Aires. Sua vida sempre foi uma série de dependências dos outros, seja em casa com a empregada Celsa (María Rosa Fugazot), seja na necessidade de pedir empréstimos aos amigos e comer de graça nos melhores restaurantes da cidade. Sua rotina muda drasticamente quando Celsa morre e Manuel precisa encontrar uma outra pessoa para ajudá-lo no dia a dia, assim ele chega até a imigrante paraguaia Antonia (Majo Cabrera), uma jovem que o ajudará a mudar a maneira como vive sua vida. Em paralelo a chegada de Antonia, Manuel precisa entregar seu novo livro à editora e irá pedir uma ajuda ao grande amigo Vincent Parisi (Robert De Niro).

 

Ringo: Glória e Morte

Na trama, com começo já na parte de total declínio na carreira do boxeador argentino Oscar “Ringo” Bonavena (Jerónimo Bosia) acompanhamos suas inúmeras tentativas de conseguir uma revanche contra o super campeão Muhammad Ali, fato que nunca iria acontecer. Um ping pong temporal entre Estados Unidos e Argentina nos mostra o início da sua carreira, ascensão meteórica e com algumas polêmicas, passando por importantes lutas na carreira contra o já mencionado Ali e também Joe Frazier, chegando até seu assassinato repleto de circunstâncias misteriosas até hoje. Um fato curioso é que seu apelido, Ringo, foi dado por causa da semelhança com o cabelo do mundialmente famoso baterista dos Beatles, Ringo Starr.

 

Santo Maldito

Na trama, conhecemos Reinaldo (Felipe Camargo), um estudioso professor e escritor de meia idade que bate no peito defendendo seu ateísmo para todos desde sempre. Ele vive com sua esposa, a doutoranda Maria Clara (Ana Flavia Cavalcanti) e sua filha adolescente Gabriela (Bárbara Luz) em uma casa de classe média de uma grande cidade brasileira. Certo dia, sua esposa acaba sendo atingida por uma bala perdida e entra em coma praticamente irreversível. Desesperado, e não aguentando mais aquela situação ele vai tomar uma drástica atitude quando milagrosamente sua esposa desperta. Durante essa situação chocante, ele é filmado por um enfermeiro bastante religioso e o vídeo viraliza chamando a atenção do pastor Samuel (Augusto Madeira), o líder de uma pequena igreja, que vai lhe fazer uma inusitada proposta.

 

Meu Querido Zelador

Criada pelo trio Mariano Cohn, Gastón Duprat e Martin Bustos, ao longo de onze episódios de cerca de 30 minutos de duração acompanhamos a história de Eliseo (Guillermo Francella), um quase senhor de idade, bastante ativo, que é zelador de um prédio de classe média alta numa região central de uma grande cidade na Argentina. Seus dias são intensos, com muitos afazeres e tentando agradar a todos os moradores a todo instante. Mas o protagonista tem um lado obscuro ligado ao seu egocentrismo marcante buscando levar vantagens em situações do dia a dia.  Seu controle sobre tudo acaba indo por agua abaixo quando um dos moradores, o narcisista Matías Zambrano (Gabriel Goity) resolve colocar em prática uma votação para criar uma piscina no último andar do prédio, exatamente o lugar onde Eliseo mora. Ao mesmo tempo, o projeto prevê a demissão dele. Assim, o intrigante personagem principal dessa história embarcará em uma jornada para convencer a maioria dos moradores do prédio a votarem a seu favor.

 

Reboot

Na trama, conhecemos quatro artistas que são novamente chamados para revisitar seus antigos personagens de um seriado que estreou duas décadas atrás. Tem o Reed (Keegan-Michael Key), um ator que após largar a série original acabou não tendo mais sucesso na carreira. Tem a Brie (Judy Greer), uma artista de poucos trabalhos q largou a profissão para se casar com um Duque em outro país. Tem o Clay (Johnny Knoxville) que luta contra o alcoolismo em um momento onde busca redenção para todos seus dramas do presente que são ligados ao passado. Tem o Zack (Calum Worthy), um jovem de 24 anos, que na época do seriado original era apenas uma criança, e agora busca sua identidade em uma carreira de altos e baixos. Além dos artistas, há um foco grande também nos criadores da série: Gordon (Paul Reiser) e Hannah (Rachel Bloom).

 

O Urso

Na trama, conhecemos o premiado chef de cozinha Carmen ‘Carmy’ Berzatto (Jeremy Allen White) que rodou os Estados Unidos aprendendo e aos poucos foi se tornando um renomado na sua profissão. Certo dia, ele abandona tudo (os badalados restaurantes, os melhores empregos) para assumir o restaurante do irmão que acabara de falecer e deixou o estabelecimento para ele. Buscando reerguer o lugar (chamado de the Original Beef of Chicagoland), que está de mal a pior, também entender os funcionários que tinham um cotidiano desorganizado e a maioria inexperiente, ele fará de tudo para encontrar soluções. Para isso ele contará com a ajuda da brilhante Sydney (Ayo Edebiri), a nova funcionária contratada para o lugar. Mas as dificuldades serão inúmeras dentro e fora da cozinha.

 

The Old Man

Na trama, acompanhamos a história de Don Chase (Jeff Bridges) um homem que vive solitariamente com seus dois cães em uma cidade do interior dos Estados Unidos e que teve a perda da esposa anos atrás. Durante uma invasão à sua casa, ele percebe que seu passado como agente da CIA acaba batendo novamente à sua porta. Assim, ele resolve ir atrás da resolução de um situação de algumas décadas atrás e descobre que um homem perigoso está atrás dele. Contando com a ajuda da filha Emily (Alia Shawkat), por quem só se comunica por telefones descartáveis acaba entrando em uma gangorra de emoções que tem uma outra peça importante, o ex-companheiro da CIA Harold Harper (John Lithgow).

 

Dopesick

Na trama, que possui dinâmicas passagens de tempo, acompanhamos o surgimento de um medicamento que impactaria negativamente a sociedade norte-americana (depois a mundial), o OxyContin, e toda a veia de destruição em famílias do interior dos Estados Unidos que buscando alívio para suas incansáveis dores acabam entrando em uma dependência a esse fármaco opioide analgésico potente, análogo semi-sintético da morfina (duas vezes maior que a mesma).

 

Agentes do FBI

Na trama, acompanhamos um grupo de novos recrutas que são selecionados para fazerem parte de uma nova turma do FBI que vai se formar no ano de 2009. Assim, acompanhamos alguns protagonistas e suas dificuldades no início do recrutamento, depois no presente, já com alguma experiência na nova profissão, e também no futuro, onde uma série de situações acaba culminando na chegada forte de uma inteligência artificial que passa a realizar julgamentos de futuros transformando leis em donos de destinos onde o estado democrático aos poucos de torna um perigoso autoritarismo.

Ranqueamos TODAS as músicas de Taylor Swift para o cinema e o streaming – incluindo “I Knew It, I Knew You”

Taylor Swift voltou a dar as caras no escopo da sétima arte com a inédita “I Knew It, I Knew You”, canção original que assina e performa para a aguardada sequência Toy Story 5. Escrita para a icônica vaqueira Jessie (Joan Cusack), a faixa levou Taylor de volta às suas raízes do country em uma belíssima entrada para uma das franquias mais populares do cinema – com grandes chances de ser indicada na próxima temporada de premiações.

 Entretanto, esta não é a única investida cinematográfica da titânica performer. Desde sua breve participação em Hannah Montana – O Filme’ com a faixa “Crazier” até sua teatral rendição de “Beautiful Ghosts” para Cats, são várias as canções que Swift assinou para longas-metragens, tendo eles sido lançados nas telonas ou em plataformas de streaming (como o documentário Miss Americana, da Netflix).

Pensando nisso, montamos uma lista ranqueando todas as incursões de Swift em produções audiovisuais – excluindo músicas de seus álbuns de estúdios que integram trilhas sonoras não originais.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “CRAZIER” (2009)

Filme: Hannah Montana

Enquanto milhões de pessoas já conheciam Taylor Swift de seus álbuns anteriores, a cantora ganhou mais um empurrãozinho na carreira ao ser chamada para performar em Hannah Montana: O Filme’. Taylor apresentou a balada romântica “Crazier”, misturando elementos do country-rock e do pop.

9. “TODAY WAS A FAIRYTALE” (2010)

Filme: Idas e Vindas do Amor

“Today Was a Fairytale” foi uma das primeiras incursões de Swift no cenário cinematográfico, mais precisamente para a comédia romântica Idas e Vindas do Amor. Além de viver uma das personagens no longa-metragem, ela emprestou sua voz para uma das melhores faixas da trilha sonora – e uma música perfeita para quem está apaixonado.

8. “SWEETER THAN FICTION” (2013)

Filme: One Chance

Antes de colaborar com Jack Antonoff em seus álbuns de estúdio, Swift se reuniu com o produtor e compositor para “Sweeter than Fiction”, tema do longa britânico One Chance. A faixa, que foi bem recebida pela crítica mundial, é um mergulho no bubblegum pop que contém influências do rock, do synth-pop e até mesmo do estilo new wave, cuja narrativa é contada a partir da perspectiva de um amigo de longa data que sempre acreditou nos sonhos de um artista. A música rendeu a Taylor uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

7. “I DON’T WANNA LIVE FOREVER”, feat. ZAYN (2017)

Filme: 50 Tons Mais Escuros

Com produção novamente a encargo de Antonoff, que se tornaria um frequente colaborador de Taylor, “I Don’t Wanna Live Forever” integrou a trilha sonora de 50 Tons Mais Escuros e a colocou ao lado do cantor ZAYN em uma série de flertes românticos movidos pelo electro-R&B, além de conquistar críticas positivas à época do lançamento.

6. “BEAUTIFUL GHOSTS” (2019)

Filme: Cats

Antes de continuar a promover seu sétimo álbum de estúdio, Swift deu uma pausa para trabalhar em um projeto que prometia bastante: a versão cinematográfica do aclamado musical Cats. O filme se tornou um fracasso de público e de crítica, mas ao menos arrancou um lado teatral de Taylor com a balada “Beautiful Ghosts”, que inclusive foi indicada para uma das categorias do Grammy Awards 2021.

5. “ONLY THE YOUNG” (2020)

Filme: Miss Americana

“Only The Young” veio em ótima hora e, como se não bastasse, é um dos mais poderosos hinos de empoderamento do repertório de Swift. Escrita para o documentário Miss Americana, da Netflix, a canção é uma declaração bastante política que deixa bem claro que são os jovens que têm o poder de mudar o mundo através de ideias novas, originais e que vão de encontro ao retrocesso e ao tradicionalismo.

4. “EYES OPEN” (2012)

Filme: Jogos Vorazes

Quase uma década antes de atingir seu ápice artístico com o premiado ‘Folklore’, Taylor já havia explorado gêneros diferentes do costumeiro country ao ser escalada como uma das vozes da trilha sonora de Jogos Vorazes. Uma das faixas que escreveu para o filme foi a poderosa alt-rock “Eyes Open”, que coproduziu ao lado de Nathan Chapman e que arquitetou a partir da perspectiva da protagonista Katniss Everdeen – narrando sobre resiliência em uma antêmica e evocativa ambientação instrumental.

3. “I KNEW IT, I KNEW YOU” (2026)

Filme: Toy Story 5

Seja com a sutil dramaticidade, seja com a pungente e apaixonante narrativa que explora um amor que atravessa os obstáculos do tempo, Swift voltou a uma zona criativa que conhece de olhos fechados este ano com o lançamento da inédita “I Knew It, I Knew You”. Apostando nas conhecidas notas do country e do country-pop, a performer trouxe homenagem ao icônico Randy Newman e entregou uma das melhores entradas musicais de 2026 com a nova música-tema da franquia ‘Toy Story’.

2. “SAFE & SOUND”, feat. The Civil Wars (2012)

Filme: Jogos Vorazes

Taylor viria a ser indicada para seu primeiro Globo de Ouro com a música-tema de Jogos Vorazes“Safe & Sound”. Performada e escrita ao lado do grupo The Civil Wars, a simples e arrepiante canção acabou levando o Grammy de Melhor Canção para Mídia Visual em 2013 e começou a mostrar as recém-nascidas tendências do folk na carreira da performer – ao lado da já mencionada “Eyes Open”.

1. “CAROLINA” (2022)

Filme: Um Lugar Bem Longe Daqui

Em março de 2022, Swift havia comentado que se apaixonara pelo romance Um Lugar Bem Longe Daqui e que queria honrar o impacto que o enredo causara nela para a vindoura adaptação homônima. “Eu queria criar algo impressionante e etéreo, que chegasse aos pés dessa história fascinante”, ela disse. E sabemos que, quando Taylor se empenha a fazer alguma coisa, é muito difícil que erre a mão; logo, o resultado de “Carolina”, que injustamente não conquistou uma indicação ao Oscar, não poderia ser diferente de uma belíssima e sinestésica jornada que ergue-se como uma de suas melhores incursões para o circuito fílmico.

Kieron Moore reflete sobre o POLÊMICO longa queer ‘Blue Film’: “Melhor entrar às cegas”

O ator Kieron Moore, estrela do impactante longa LGBT Blue Film, comentou recentemente sobre a sua experiência no longa-metragem. Para ele, o público conseguirá aproveitar muito mais a experiência caso assista à produção sabendo o mínimo possível sobre o enredo.

“Eu acho realmente melhor entrar ‘às cegas’”, disse o ator conforme à Variety. “Isso está ficando cada vez mais difícil, mas acho que encontramos um público inteligente, que conseguiu manter o máximo de informações longe. Mesmo quando vi pela primeira vez, pensei: ‘Uau!’. Eu tinha esquecido como isso ia ser sentido”.

Moore relembrou que recebeu o roteiro deBlue Film por meio de seu agente. Embora o tema central seja extremamente sensível e envolva o passado de um crime de pedofilia, algo que muitos agentes poderiam desencorajar, o ator sentiu imediatamente que o projeto era perfeito para ele.

“Eu não fazia ideia do que era, mas o roteiro foi um verdadeiro vira-páginas para mim. Eu fiquei tipo: ‘Uau, uau, uau’. Depois li três vezes seguidas. Pensei: ‘Isso não pode ser real’. E imediatamente me apaixonei pela ideia de interpretar ele”, acrescentou.

Logo em seguida, foi organizada uma reunião via Zoom entre Moore, o coprotagonista Reed Birney e o roteirista e diretor do filme, Elliot Tuttle.

“Foi uma leitura muito boa e nós dois acabamos chorando em uma das cenas. Reed me mandou uma mensagem linda, e duas semanas depois eu estava em Los Angeles filmando o longa”, relembra o ator.

Com pouco tempo de preparação antes do início das filmagens, Kieron Moore buscou conversar com criadores de conteúdo adulto para sanar suas dúvidas e compreender melhor o universo do personagem.

“Isso meio que quebrou minhas barreiras de vergonha e tabus. Nossas experiências são completamente humanas e normais. Acho que aprendi que nenhum fetiche é tão incomum assim. Muitos dos termos do filme eu já conhecia. Tive muita sorte de circular em espaços queer e com amigos muito abertos sobre sexualidade, então isso nunca foi um choque para mim”, destacou.

O ator ainda refletiu sobre a mensagem mais profunda que o longa transmite a respeito da repressão de desejos na sociedade:

“Um amigo meu disse depois de ver o filme: ‘Como o mundo seria melhor se fôssemos um pouco mais honestos sobre essas partes de nós mesmos, desejos, vergonha, tudo isso, porque nos sentiríamos menos estranhos e isolados’. Acho que essa foi minha maior conclusão“, explicou.

Apesar de entregar uma performance altamente convincente, especialmente na pele de um cam boy logo na sequência de abertura, Moore brincou que a exposição física não faz parte de sua natureza no dia a dia.

“Eu adoro estar vestido. Sou meio velho nisso. Mas havia algo libertador nisso… e depois que compreendi, pensei: ‘Se eu levar 5% dessa confiança comigo, isso já é muito poderoso’. Me senti muito conectado ao meu corpo, o que foi lindo. Espero levar isso para todos os papéis”, concluiu.

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Em Blue Film, Kieron Moore dá vida a Aaron Eagle, um jovem cam boy gay que aceita um encontro presencial com um cliente. Ao chegar ao local, ele descobre que o homem que o contratou é Hank Grant (interpretado por Reed Birney), um antigo professor de sua infância que acabou preso anos atrás por má conduta sexual com um aluno menor de idade.

O que se desenrola a partir desse reencontro é um tenso drama de apenas dois personagens, que oferece ao público um olhar desconfortável e, por vezes, profundamente perturbador sobre fetiches sexuais, traumas e grandes tabus sociais.

Blue Film’ já está disponível para streaming na Apple TV.

‘Tremembé’: Autor de livro polêmico usa sucesso da série para tentar reverter censura

Um dos pontos de maior curiosidade dos fãs de ‘Tremembé’ pode finalmente ser revelado ao público: o conteúdo do livro “Diário de Tremembé: O Presídio dos Famosos”. Isso porque o autor da obra, Acir Filló, está tentando usar a repercussão da série do Prime Video para derrubar a proibição judicial que pesa sobre o seu livro.

De acordo com informações da Folha de S.Paulo, o ex-presidiário entrou com uma nova ação na Justiça de São Paulo alegando que o programa de streaming utiliza histórias retratadas em sua obra em vários trechos, especialmente nos momentos que mostram sua própria passagem pelo presídio paulista. Com base nisso, o autor defende que perdeu o sentido manter a proibição de circulação do material.

Filló já tentou desbloquear as vendas da obra em três ocasiões anteriores, mas não obteve sucesso. O novo pedido ainda não tem previsão para ser apreciado pelo Judiciário.

“A própria realidade de circulação pública ampla e recente de conteúdo substantivamente sobreponível, por meio da série ‘Tremembé’, quebra a eficácia da medida que proíbe o livro”, argumentam os advogados do autor na ação judicial.

Ex-prefeito de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, Acir Filló foi condenado a quase 20 anos de prisão por fraudes e corrupção. Após cumprir quase nove anos de detenção, ele obteve a progressão para o regime aberto em 2022 e atualmente cumpre pena em liberdade.

Durante o período em que esteve na prisão, ele reuniu depoimentos de diversos detentos famosos para escrever o livro, lançado originalmente em 2019. Na ocasião, a obra acabou sendo proibida pela Justiça, um momento marcante que é inclusive retratado na própria série de TV.

‘Tremembé’ já foi renovada para a sua segunda temporada.

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‘Tremembé’: Marina Ruy Barbosa alfineta Netflix após anúncio de documentário sobre Suzane von Richthofen

O segundo ano de ‘Tremembé’ promete ampliar o escopo da narrativa ao abordar a vida dos detentos fora do ambiente prisional. A trama continuará acompanhando figuras como Marina Ruy Barbosa, no papel de Suzane von Richthofen, e Carol Dias, como Elize Matsunaga, agora sob a perspectiva da reintegração social e das consequências de seus crimes.

A nova temporada também dará maior destaque à ala masculina da penitenciária, com a introdução de personagens inspirados em casos de grande repercussão, como o empresário Thiago Brennand e o próprio Robinho.

Segundo os roteiristas, a inclusão dessas figuras busca traçar um paralelo sobre desigualdade de tratamento, manutenção de poder e privilégios de indivíduos de alta classe social dentro do sistema carcerário brasileiro.

Inspirada nos livros de Ullisses Campbell, como “Suzane: Assassina e Manipuladora” eElize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido”, a série mantém seu caráter investigativo. O roteiro é assinado pelo autor em parceria com Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio.

A direção-geral segue sob comando de Vera Egito, enquanto o elenco de apoio inclui nomes como Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo e Anselmo Vasconcelos.

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

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10 FILMES IMPERDÍVEIS para quem jurou que já tinha visto de tudo

Quando vai chegando o fim de semana, nada melhor do que já separar os filmes que você vai querer assistir na sua próxima maratona! Para você que está nessa busca, separamos abaixo uma lista com 10 filmes imperdíveis para quem jurou que já tinha visto de tudo:

 

Eles Vão te Matar (HBO MAX)

Nesse filme, que mescla ação e terror, acompanhamos uma jovem que após defender a irmã, acaba passando anos presa. Ao sair, em busca da irmã, acaba conseguindo um emprego em um lugar bem misterioso e, nesse lugar, precisará enfrentar um caótico grupo de pessoas.

 

Instinto Materno (Netflix)

Uma mentirosa compulsiva. Uma falsa gravidez. Um assassinato que levou a justiça a condenar uma das pessoas mais jovens ao corredor da morte. Este documentário chocante nos leva até uma história aterrorizante que aconteceu anos atrás nos EUA.

 

Cinema é uma Droga Pesada (Looke)

Na trama, somos apresentados a uma nova produção do cinema francês que explora a relação conflituosa entre a classe operária e seus patrões. Por trás das câmeras, acompanhamos os bastidores desse projeto sob o olhar de Simon (Denis Podalydès), um cineasta que parece ter chegado ao limite em diversos aspectos de sua vida. Consumido pela dedicação intensa ao próprio ofício, ele enfrenta problemas no relacionamento familiar e começa a perceber, aos poucos, que está perdendo o controle sobre seu novo trabalho.

 

Você é o Universo (Reserva Imovision)

Um astronauta se vê perdido pelo universo após a Terra explodir. Pensando estar sozinho, um dia, recebe uma mensagem de uma outra sobrevivente em um ponto distante. Aos poucos, vai tomando coragem para ir ao seu encontro.

 

O Grande Golpe do Leste (Filmelier Plus)

Maren (Sandra Hüller) e Robert (Max Riemelt) são um casal que vivem os tempos de incertezas após o início da reunificação da Alemanha, meses depois da queda do Muro de Berlim. Moradores de um condomínio onde outros moradores passam pelas mesmas dificuldades e sem saber o que será do futuro, um dia encontram um bunker cheio de dinheiro prestes a perder o valor. Buscando trocar esse dinheiro o mais rápido possível, a família e seus amigos embarcam numa série de aventuras para conseguir estabilidade num mundo novo que está por vir.

 

Karaoke (Reserva Imovision)

Meir (Sasson Gabay), um professor aposentado, vive um casamento morno com Tova (Rita Shukrun), em Tel Aviv. Sua vida ganha um novo impulso com a chegada de Itzik (Lior Ashkenazi), um carismático agente de artistas que agita o prédio com festas animadas. Fascinado pelo novo vizinho, Meir embarca em uma jornada de autodescoberta em busca de sentido e renovação.

 

Os Malditos (HBO MAX)

Explorando de forma contundente um mito ligado a espíritos morto-vivos da mitologia nórdica antiga, o longa-metragem europeu Os Malditos eleva a atmosfera de tensão através de uma série de elementos que atravessam o silêncio na iminência da loucura. Dirigido por Thordur Palsson e protagonizado pela atriz australiana Odessa Young, o projeto se apoia em crendices antigas sem evitar incômodos, imerso em uma narrativa que faz um voo rasante entre o terror e o suspense psicológico.

Crítica | ‘Os Malditos’ – Quando o silêncio atravessa a iminência da loucura

 

Número Desconhecido: Catfishing na Escola (Netflix)

Numa pequena cidade dos Estados Unidos, um fato chocou a população: um jovem casal de namorados começou a receber mensagens violentas durante meses. Sem soluções por parte da direção da escola, a polícia foi acionada e, após uma busca incansável, descobriu a chocante identidade da pessoa por trás das mensagens.

 

Veja como eles Correm (Disney Plus)

Na trama, ambientada em uma Londres dos anos 1950, conhecemos os bastidores da peça A Ratoeira, da famosa escritora britânica Agatha Christie. Após uma comemoração de artistas e produtores pela centésima apresentação, Leo (Adrien Brody), o futuro diretor da adaptação cinematográfica da obra, é encontrado morto. A partir desse crime, entram em cena o Inspetor Stoppard (Sam Rockwell) e a jovem policial Stalker (Saoirse Ronan), que se jogam em uma série de entrevistas para a resolução do assassinato.

 

Dinheiro Fácil (Universal Plus)

Baseada em fatos reais, a trama acompanha um jovem investidor que mobiliza uma multidão a apostar em uma empresa pouco conhecida, desencadeando um verdadeiro caos em Wall Street.