‘It: A Coisa‘ está cada vez mais próximo das audiências ao redor do mundo e as primeiras críticas da produção já estão entre nós.
Atingindo a surpreendente marca de 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a releitura está sendo ovacionada pela crítica especializada pelo retrato do PalhaçoPennywise e por abordar com brilhantismo a dinâmica sombria entre o grupo de amigos adolescentes.
No início da manhã, a produção chegou a alcançar 100% no RT.
E como de costume, separamos as principais avaliações no momento para te prepara para o que ‘It: A Coisa’ vai trazer ao público.
Confira e corra para os cinemas a partir desta quinta-feira (07):
“Alguns aspectos de ‘It‘ continuam queimando no seu cérebro como um flash em um rolo de filme exposto”. – Katie Rife, AV Club
“Uma vez que os personagens foram devidamente instalados, Muschietti é livre para se estender o quanto deseja em alguns atributos do cenário e o resultado é tão assustador quanto deveria ser”. – Dan Callahan, TheWrap
“O palhaço infame é bem bizarro, no entanto são os adolescentes, emanando hormônios e piadas curtas, que fazem de ‘It‘ uma das melhores adaptações de Stephen King”. – Brian Truitt, USA Today
“‘It‘ é essencialmente dois filmes. O melhor até agora (e é realmente bom) é aquele que parece uma versão sombria de ‘Conta Comigo'”. – Chris Nashawaty, Entertainment Weekly
“Mais bem-sucedido como um filme sobre a transição da infância para a juventude do que como um terror, ‘It‘ se posiciona no ranking entre as melhores adaptações de Stephen King. Sem pequenos elogios, de fato”. – John Nugent, Empire Magazine
‘A Coisa‘ mostrará o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
Bill Skarsgard (‘Divergente’) vive Pennywise, conhecido como “A Coisa” por aterrorizar crianças vestido de palhaço. Skarsgard substitui Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Família do Bagulho’), que se desligou do elenco após os diversos adiamentos da produção.
Dylan Branson (Michiel Huisman) é um homem que tem a sua vida permanentemente mudada quando uma série de eventos se repete exatamente no mesmo horário todos os dias, às 2:22 da tarde. Quando Dylan se apaixona por Sarah (Teresa Palmer), uma jovem mulher que tem sua vida ameaçada pelos eventos ocorridos, ele deve resolver o mistério que o cerca para preservar o amor que a vida lhe ofereceu como uma segunda chance.
Pois é, amiguinhos. Se eu disser que o ano já está quase acabando vocês ficariam muito tristes? Então não irei dizer. Apenas revelarei os filmes mais esperados de setembro, o nono mês do ano, que trará para a sua alegria não um, não dois, não três, mas oito filmes de terror e suspense, incluindo uma das produções mais aguardadas do ano. Como de costume também, o mês trará animações, comédias, filmes nacionais, blockbusters e muitos astros. Sem mais delongas, prepare-se para anotar no caderninho, estes são os filmes mais esperados de setembro.
O filme de terror mais esperado do ano, é a reimaginação do livro tijolo de Stephen King, que já havia sido adaptado na forma de uma minissérie em 1990. A nova versão chega com muitos elogios da imprensa e direção do argentino Andy Muschietti (Mama). Na trama, um grupo de crianças que sofrem bullying numa pequena cidade se unem para formar um clube. Os valentões, no entanto, são o menor problema dessa garotada, após a aparição do macabro Pennywise, uma entidade maligna na forma de um palhaço. Já vimos o filme e nossa crítica e vídeo saem em breve.
Polícia Federal – A Lei é para Todos
Depois de Real: O Plano por Trás da História, outro filme político e fervoroso promete abalar ainda mais os ânimos dos brasileiros. Na trama, que retrata os primórdios até as grandes consequências da operação Lava Jato, a maior orquestrada contra a corrupção em nosso país, um grupo de policiais federais e um juiz começam a cavar descobrindo algo maior do que poderiam imaginar, em questão de podridão política. Já conferimos o filme e nossa crítica está no ar. Clique neste link para ler.
Mais uma obra nacional, esta uma animação, que pretende colocar o nome do Brasil no mapa quanto ao gênero. Lino (voz de Selton Mello) é o típico perdedor, que trabalha animando festas infantis vestido de gato. Quando ao tentar dar um jeito em sua situação, ele termina piorando as coisas e se transformando num grande gato de verdade. Já conferimos o longa animado e você pode ler nossa crítica neste link.
2:22 – Encontro Marcado
Mistura de Feitiço do Tempo (1993) com Efeito Borboleta (2004), este filme traz o galã Michiel Huisman (A Incrível História de Adaline) na pele de um operador de tráfego aéreo vivendo o mesmo dia repetidas vezes. Numa das ocasiões, ele consegue impedir um grande desastre entre aeronaves, salvando assim a vida da personagem de Teresa Palmer (Quando as Luzes se Apagam). A direção é de Paul Currie, produtor de Até o Último Homem, indicado ao Oscar de melhor filme este ano. O CinePOP fará uma exibição gratuita do filme. Saiba mais aqui e participe.
Nova superprodução do astro Tom Cruise, esta com um teor mais sério. No filme baseado em fatos, Cruise interpreta Barry Seal, agente da CIA que dublava como piloto de cartéis traficando drogas. Só de ver o correto Cruise numa trama e personagens tão subversivos, este Feito na América já vale o ingresso. A direção é de Doug Liman, em cartaz nos cinemas com o ótimo suspense de guerra Na Mira do Atirador – confira nossa crítica neste link.
A bela e talentosa Halle Berry (vencedora do Oscar por A Última Ceia), que não tem tido muita sorte em suas escolhas de filme ultimamente, protagoniza este suspense que relata a pior experiência para qualquer mãe (ou pai): ter o filho sequestrado. No filme, Berry é uma garçonete com dificuldades em manter a guarda do pequeno filho. Tudo piora, quando um dia no parque se torna um pesadelo e ela precisa atravessar o estado atrás dos criminosos para recuperar a cria. Já conferimos o thriller e em breve faremos a crítica para você.
Amityville – O Despertar
Adiado constantemente, esta é a investida que pretende trazer novos ares para a franquia da casa maldita Amityville, uma das séries mais duradouras do cinema no gênero terror, dona de inúmeros filmes. Na versão moderna, quem impulsiona é Bella Thorne, musa teen, como a protagonista, jovem filha de uma família que se muda para a casa do título, a fim de tratar de seu irmão comatoso, papel de Cameron Monaghan, o Coringa da série Gotham. No elenco, Jennifer Jason Leigh (indicada ao Oscar por Os Oito Odiados) no papel da mãe, Jennifer Morrison (a Emma Swan da série Era uma Vez) e Thomas Mann (Kong:A Ilha da Caveira). O CinePOP fará uma pré-estreia exclusiva de graça para os fãs. Leia aqui, saiba mais e participe.
21/09
Mãe!
Apenas um dos filmes mais aguardados do ano, este é o novo trabalho do prestigiado diretor Darren Aronofksy (Cisne Negro). Dita como a primeira obra de terror do cineasta, o longa conta com os vencedores do Oscar Jennifer Lawrence e Javier Bardem na pele de um jovem casal que acaba de se mudar para uma nova e bela casa no campo. No local, inusitadas ocorrências iniciam, quando pessoas estranhas começam a aparecer na residência, entre elas Michelle Pfeiffer e Ed Harris. Enigmático, ninguém conseguiu ainda entender sobre o que a trama fala. E isso é o melhor.
O Assassino – O Primeiro Alvo
Desde que foi redescoberto em Birdman, filme que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, o veterano Michael Keaton abraçou novos ares em sua carreira, escolhendo um bom projeto atrás do outro. Assim vieram: Spotlight – Segredos Revelados, Fome de Podere Homem Aranha – De Volta ao Lar. Este American Assassin, no título original, é o próximo da lista, um thriller de espionagem baseado no livro de Vince Flynn. Keaton interpreta o mentor de um jovem espião, vivido por Dylan O´Brien (Maze Runner), depois que seu último pupilo, papel de Taylor Kitsch (John Carter: Entre Dois Mundos), se tornou renegado.
Comédia nacional protagonizada por Murilo Benício e Camila Morgado, na pele de um casal interiorano e rico, cuja convivência se torna tão insuportável, que passam a viver em pé de guerra. O trailer é muito bonito na parte visual, mostrando o cacife da produção. O roteiro, por outro lado, soa demais como uma recauchutagem do neoclássico A Guerra dos Roses(1989), com Michael Douglas e Kathleen Turner. No entanto, se forem refilmar esta obra cult, por que não ser aqui no Brasil? A direção é de Pedro Amorim, de Mato Sem Cachorro (2013) e Superpai(2015).
Esta é a Sua Morte – O Show
Este é um dos filmes com a temática mais bizarra do ano. A ideia aqui é criticar os reality shows que fazem tudo por audiência – embora esteja um pouco atrasado em sua proposta. Dirigido pelo ator Giancarlo Esposito, que também participa do elenco, o mote é um reality no qual as pessoas se matam ao vivo, garantindo um bom dinheiro para suas famílias. Pessoas desesperadas são as que resolvem participar desta macabra produção televisiva. Pela premissa, pode ser algo de muito mau gosto ou uma boa crítica social – assim como eu pensei de Corra! após assistir ao primeiro trailer, e o resultado foi mais que positivo. Josh Duhamel (da franquia Transformers) protagoniza na pele do relutante apresentador, e Famke Janssen (a Jean Grey da trilogia original de X-Men) e Sarah Wayne Callies (a Lori de Walking Dead) completam o elenco.
28/09
Kingsman: O Círculo Dourado
Continuação do sucesso surpresa de 2015, baseado nos quadrinhos de Mark Millar e Dave Gibbons, e novamente dirigido por Matthew Vaughn. Na história, o jovem agente secreto britânico Eggsy (Taron Egerton), agora totalmente treinado, precisa unir forças com uma agência de espionagem americana, depois que sua sede é destruída pela supervilã do momento, Julianne Moore (entrando no lugar do divertido antagonista do primeiro, Samuel L. Jackson – esperamos que a personagem de Moore seja tão boa quanto o do ator). No local, Eggsy se depara com os personagens de Channing Tatum, Halle Berry, Pedro Pascal e Jeff Bridges. Colin Firth e Mark Strong também retornam, e o cantor Elton John faz uma participação.
Enquanto todos querem uma fatia, vide Angry Birds e o recente Emoji, somente a franquia Lego parece emplacar uma atrás da outra. Depois de Uma Aventura LEGO(2014) e LEGO Batman (2017), chega a vez dos realizadores tirarem sarro com os filmes de artes marciais asiáticos, monstros e robôs gigantes. No elenco de dubladores originais, Jackie Chan, Olivia Munn, Dave Franco e Michael Peña.
Ou o filme que está disposto a provar que Reese Witherspoon se tornou uma MILF aos 41 anos. Deixando as brincadeiras de lado, a atriz interpreta uma mãe solteira, vivendo em Los Angeles, que decide abrigar três jovens em sua casa. Ao mesmo tempo em que desenvolve uma espécie de relacionamento amoroso com um deles, seu ex-marido reaparece querendo voltar. O filme até poderia ser um derivado de Big Little Lies, seriado de sucesso que a atriz protagonizou, ou um dos filmes de Nancy Meyers. De fato, a diretora é quem produz o longa.
As distribuidoras nacionais estão decidindo investir no terror e trazer para o Brasil obras independentes do gênero, o que é ótimo para os fãs. A responsável por este Morte Instantânea é a Diamond Films. Na trama, uma jovem trabalha numa casa de antiguidades e resolve pegar de lá uma máquina fotográfica antiga, do estilo Polaroid – título original da produção. Da pior maneira possível, ela e os amigos descobrem que as fotos reveladas por tal câmera são amaldiçoadas, trazendo eventos trágicos para quem aparece nas imagens. O que poucos sabem, no entanto, é que o longa é baseado no curta de mesmo nome, do mesmo Lars Klevberg – uma tendência muito atual, esticar curtas para longas.
Já este, é um lançamento da Europa Filmes (não confundir com O Sono da Morte, protagonizado por Jacob Tremblay, Kate Bosworth e Thomas Jane). Na trama, uma mulher (papel da musa dos filmes de terror independentes, Jocelin Donahue) começa a testemunhar eventos sobrenaturais bizarros quando cai no sono, como a aparição de entidades. Assim, ela busca ajuda com cientistas que estudam os distúrbios relacionados ao sono. Ao que parece esta é uma tentativa de requentar a trama de A Hora do Pesadelo (1984), com a inclusão de elementos mais “sérios”. Duas curiosidades na produção: a primeira é que Donahue, a protagonista, vive um papel duplo, interpretando gêmeas, e a segunda, é a presença da musa 1990´s Lori Petty, de Caçadores de Emoção (1991), Uma Equipe Muito Especial (1992), Free Willy (1993) e Tank Girl(1995).
Não bastasse a verdadeira panela de pressão que se encontra o cenário político brasileiro, o que reflete no cenário social, onde amigos de longa data desfazem relacionamentos devido a ideologias políticas (espelho de uma sociedade mal preparada psicologicamente para lidar com as diferenças), este ano tivemos filmes que prometeram enfatizar esta discordância. Primeiro, Real: O Plano por Trás da História, lançado em maio, e agora este Polícia Federal: A Lei é para Todos.
Tais obras, para muitos já nascem mortas, simplesmente pelo fato de teoricamente apresentar discussões ou salientar (dependendo do seu ponto de vista) certos pensamentos ideológicos, instantaneamente combatidos por todos que pensam diferente. É óbvio, desde que o mundo é mundo, que a aceitação só vem através de seus pares. A luta é pela homogeneização, desde que prevaleça o “meu” pensamento, ou o que pode servir a mim e aos meus. Isso é ser humano. Por mais altruístas que pensemos estar sendo, existirá sempre um interesse próprio escondido em algum canto da equação, não importa seu partido político, opção sexual ou vertente religiosa.
Por isso, duvide e muito de toda crítica especializada quando o assunto for uma obra deste nível, por si só incendiária em seu cerne, assim como ocorreu com Real, Aquarius (2016) e qualquer outro filme que sofreu algum tipo de boicote devido a sua temática pseudopartidária. A avaliação cinematográfica precisa vir de um lugar neutro, onde apenas os itens que constituem uma produção entrem em jogo.
As semelhanças entre este Polícia Federal e Realterminam nas acusações e boicotes, já que pouco do contido em seus roteiros e sua forma se assemelha. Enquanto Real apresentava os bastidores do plano econômico que salvou o Brasil da falência – muito mais na verve de algo criado por Aaron Sorkin, devido ao falatório afiado por trás dos panos – Polícia Federal é um relato didático e semi documental que por vezes esquece de ser um filme.
O roteiro escrito por Gustavo Lipsztein eThomas Stavros transcreve os escândalos recentes envolvendo figurões do alto escalão brasileiro, sejam políticos ou empresários, na maior operação policial contra a corrupção que o país já viu. De fato, o texto não esquece de brincar (seria engraçado se não fosse deprimente) sobre o quão entranhada está a veia corrupta em nosso DNA – desde a colonização. Como dito, a história acompanha um grupo de policiais federais, encabeçados por Ivan (Antonio Calloni), que seguindo uma pista sobre tráfico de drogas, chegam até crimes políticos muito mais escabrosos, levando até o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vivido no longa de forma imponente pelo grande Ary Fontoura – que só dá as caras no terceiro ato do longa, porém, dono de uma presença marcante.
Quem acompanha as investigações da Lava Jato, nome dado à operação policial, perceberá encenadas algumas das situações que conhece bem, repercutidas incansavelmente através dos noticiários. Essa verossimilhança televisiva é justamente o calcanhar de Aquiles de Polícia Federal, que poderia utilizar de certa romantização (ou utilizar mais) na hora de confeccionar situações ou personagens, dando a eles ares mais cinematográficos. É o que ocorre com Real, e esta é mais uma diferença entre os longas. O Gustavo Franco de Emílio Orciollo Netto transcende sua contraparte real, se tornando um personagem memorável, permitindo que o público embarque em sua psique, mesmo não concordando com o falho protagonista. Em Polícia Federal, a opção é por um ensemble, onde não há protagonistas definidos e a trama em si, e os fatos são o mais importante.
Apesar dos diálogos em sua maioria apenas cumprirem tabela, movendo a trama adiante sem prejudicar, mas igualmente não imprimindo-os em nossa mente, existem alguns momentos memoráveis no longa, que talvez sirvam para justificar sua imparcialidade. Durante um almoço de família, o policial Julio Cesar (Bruce Gomlevsky) precisa explicar para o pai que não existe perseguição partidária. No entanto, o melhor momento do longa, que joga uma luz sobre uma situação que talvez nunca mude, é a cena o bar com Antonio Calloni, quando o líder da operação se questiona sobre seu resultado.
Apesar da montagem eficiente e todos os elementos que compõem uma boa produção cinematográfica estarem no lugar, existe sim uma sensação de que algo está faltando para diferenciar o filme de um telefilme, ou um episódio de estreia de uma série de TV (tirando uma boa cena de ação) – que inclusive já consigo ver adaptado para as telinhas. A direção é de Marcelo Antunez, mais acostumado com comédias, vide Qualquer Gato Vira-Lata 2 (2015), Até que a Sorte nos Separe 3 (2015) e o bem duvidoso Um Suburbano Sortudo (2016). Este é o pulo do gato em sua carreira, seu trabalho mais arriscado e satisfatório.
Em tempo, na ausência da terceira parte de Tropa de Elite, que provavelmente jamais virá, Polícia Federal: A Lei é para Todos e Real: O Plano por Trás da História combinados podem suprir um pouco esta necessidade, de um cinema impactante, fervoroso e vendável.
Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) em
“O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.”
Aos poucos o Brasil vai conquistando cada vez mais espaço dentro do cinema de gênero. Estamos vivendo uma nova era onde cineastas jovens e ousados resolvem investir num tipo de cinema não tentado antes, mas que acompanha tendências mundiais. O Brasil agora faz filmes para o mundo e exporta talentos como nunca anteriormente. No entanto, um dos gêneros no qual nosso país ainda é muito deficiente é a animação, gênero bem específico, dominado por grandes estúdios de Hollywood, cuja concorrência se torna quase impossível.
Talvez um dos poucos países que faça frente aos colossos do segmento é o Japão, que vê no estilo de animação tradicional, potencializado pelos estúdios Ghibli, concorrente aos implacáveis blockbusters em seu próprio pais e no mundo. Fora isso, são os EUA que ditam regras e tendências, em especial a Disney /Pixar, líder do mercado. Mesmo dentro deste competitivo espaço, outros estúdios começam a levantar-se somente agora para entrar na disputa. Fox, Paramount, Universal, Warner e Sony, todos querem uma fatia e desenvolveram seus braços de animação. No Brasil, Lino beneficia-se justamente da parceria com a Fox para a distribuição nacional.
De fato, desde 2013 nosso país não criava nada do tipo, quando lançou o irregular Minhocas, dirigido por Paolo Conti e Arthur Nunes, realizado com uma mescla de stop-motion e efeitos 3D de computação. Depois disso, vieram Uma História de Amor e Fúria (2013), Até que a Sbórnia nos Separe (2013) e o prestigiado O Menino e o Mundo(2014), todas, no entanto, usando o método tradicional de animação, não menos trabalhoso.
A volta deste tipo de animação é importantíssima para o nosso mercado cinematográfico. Na trama, Lino (voz de Selton Mello) é o maior perdedor que já protagonizou uma animação. O sujeito desmotivado e acomodado chega a ter uma vida tão melancólica que quase vislumbramos um drama em live action. O trabalho que deveria ser um bico passageiro se torna o ganha-pão do sujeito há anos. Lino é animador de festas infantis, cuja fantasia (velha) é um gato roxo. O apartamento imundo e a vida social nula apenas refletem uma existência em branco.
É então que o protagonista decide fazer alguma coisa para mudar de vida, e procura um guru espiritual para acabar com sua má sorte – ele culpa o azar por todos os seus problemas. O tal guia revela-se um aprendiz de mago e através de uma fórmula e um feitiço errado, ao invés de melhorar a sorte do protagonista, o transforma em sua fantasia, um gato gigante. Não bastasse essa experiência surreal, Lino ainda é perseguido pela polícia, já que um colega de infância, agora criminoso, assalta um banco usando sua fantasia. Junte uma antiga colega de infância e paixão platônica, agora policial investigando o caso, um bebê que cai literalmente no colo de Lino e dois outros policiais com neurônios a menos, e está feita uma verdadeira salada de frutas que compõe esta inusitada narrativa.
Lino tem boa intenção, e o coração no lugar. Seu resultado, porém, soa muito ingênuo ainda e longe do teor recomendado para crianças mais velhas, pré-adolescentes, adolescentes e os papais. Não possui em seu roteiro a esperteza a qual esta geração está acostumada, ou diálogos que atinjam outro público senão os bem pequeninos, na faixa de, como citou um amigo, até sete anos de idade. No elenco de dubladores, além de Mello como o protagonista (esse é o ano do ator, em cartaz com Soundtracke O Filme da Minha Vida), temos Dira Paes no papel de Janine, a policial, ePaolla Oliveira como Patty, a namorada do bandido.
A direção é de Rafael Ribas, que antes havia comandado O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes (2009), versão longa-metragem em animação 3D do clássico desenho nacional criado na década de 1980 – justamente por isso, o diretor trata de fazer diversas inserções do personagem em Lino. A direção de Ribas é dinâmica e o filme mantém o ritmo acelerado, prometendo capturar a atenção de seu público-alvo. O conteúdo, como dito, é leve como uma pluma. No entanto, os envolvidos demonstram tanta vontade que é impossível não se sentir cativado. Assim como Emoji: O Filme, Lino é direcionado apenas para uma fatia do público, mas ao contrário do primeiro, esperamos que tenha uma aceitação maior para que Lino 2 recebe sinal verde.
‘Lino‘ é um animador de festas muito azarado que não aguenta mais seu emprego, pois precisa vestir todos os dias uma horrorosa fantasia de um gato gigante e aguentar sempre a mesma rotina de maus tratos das crianças.
Cansado de tudo e tentando se livrar da falta de sorte que o persegue, Lino resolve buscar a ajuda de Don Leon, um suposto “mago” não muito talentoso, que o transforma justamente no que ele mais queria se livrar: sua própria fantasia!
Em sua jornada para reverter o feitiço, Lino será confundido com o “maníaco da fantasia” e passa a ser procurado pela polícia, dando início a uma grande aventura. Em cenas divertidas, dinâmicas e inesperadas, Lino descobrirá um novo amor pelo seu trabalho, pelas crianças e um novo sentido para sua vida.
» Produzido pelo estúdio de animação brasileiro Start Anima em coprodução com a Fox, o filme tem distribuição da Fox Filme do Brasil e chega aos cinemas em 7 de setembro.
Dois casais se encontram em um elegante restaurante de Amsterdã. Enquanto a comida vai e vem, eles começam a conversar, passando por banalidades da vida até assuntos mais complicados. A discussão chega ao seu limite quando falam sobre seus filhos adolescentes, dois rapazes que estão envolvidos em uma complicada investigação policial.
Carla Gugino (‘Terremoto – A Falha de San Andreas’) eBruce Greenwood (‘Star Trek’) viverão os protagonistas.
Confira:
Gerald (Greenwood) é um advogado de meia idade tenta aquecer a relação com sua esposa através da realização de suas fantasias, com um par de algemas o casal redescobre uma chama há muito tempo esquecida, rapidamente se transforma em uma grande fogueira que arde calorosamente. Em um desses jogos acaba acontecendo uma tragédia, isolados na casa de campo, Gerald acaba sofrendo uma parada cardíaca.
Dirigido por Scott Cooper, o faroeste acompanha o capitão americano Blocker (Bale), um homem que possui um ódio mortal pelos nativos americanos e que recebe – a contra gosto – a missão de levar o chefe da tribo Cheyenne (interpretado por Wes Studi) e sua família de volta para as terras tribais em Montana, partindo do Novo México. Ao longo desse percurso, o grupo conhece a viúva Rosalie Quad (Rosamund Pike), cuja família foi morta nas planícies do Velho Oeste. Essa inusitada união levará a uma trama de desconfianças, uma árdua jornada em meio ao pó e a árduos desafios para chegar ao destino final.
A ABC liberou mais duas novas imagens da sétima temporada da série ‘Once Upon a Time‘.
Jennifer Morrison abandonou o elenco da série, mas retornar para o primeiro episódio para encerrar a história de Emma.
Confira:
Até agora, estão confirmadas no elenco: Gabrielle Anwar (Burn Notice), Adelaide Kane (Reign), Dania Ramirez (Devious Maids), Mekia Cox (Chicago Med) e Rose Reynolds (Poldark).
Vale lembrar que a série retirou boa parte do elenco original (Jennifer Morrison, Ginnifer Goodwin, Josh Dallas, Rebecca Mader, Emilie de Ravin), sobretudo, para que o TV Show não fosse cancelado e que, assim, os produtores tivessem ao menos uma oportunidade de fazer o programa crescer em audiência.
A AMC liberou a sinopse oficial da oitava temporada de ‘The Walking Dead’.
Confira:
Na última temporada, Rick Grimes e seu grupo de sobreviventes foram confrontados com seu desafio mais mortal. Com o conforto de Alexandria, eles abaixaram a guarda, apenas para lembrar o quão brutal o mundo em que vivem pode ser.
Sentindo-se impotente sob as regras e as exigências de Negan, Rick defendeu seu grupo. Mas, visto que Negan não poderia ser derrotado, Rick começou a reunir outras comunidades afetadas pelos Salvadores. E com o apoio de Hilltop e do Reino, eles finalmente têm poder de fogo suficiente para contestar os Salvadores.
Nesta temporada, Rick traz a guerra completa para Negan. Os Salvadores são maioria, mais bem equipados e implacáveis, mas Rick e as comunidades unificadas estão lutando pela promessa de um futuro melhor. As linhas de batalha são planejadas enquanto se lançam ofensivas dos dois lados.
Até agora, a sobrevivência tem sido o foco de Rick e do seu gupo, mas não é o suficiente. Eles têm que lutar para recuperar sua liberdade para que possam viver. Para que possam reconstruir. Como com qualquer batalha, haverá perdas. Mas com Rick liderando Alexandria, Maggie liderando Hilltop e o Rei Ezequiel liderando o Reino – e Negan no controle dos Salvadores – este mundo finalmente pode chegar ao fim.
O novo cult do aclamado cineasta Darren Aronosfky, ‘Mãe!’, já teve suas primeiras exibições para a crítica especializada ao longo do Festival de Cinema de Veneza e as principais avaliações da produção já estão entre nós.
Conquistando o coração dos críticos, a obra já atingiu a impressionante marca de 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, sendo considerado um thriller com um clímax de tirar o fôlego, perturbador e com um ar muito semelhante ao clássico ‘O Bebê de Rosemary’.
E se você está na expectativa para conferir o filme nos cinemas e quer saber o que vem por aí, selecionamos as críticas dos veículos de maior prestígio.
Confira [com SPOILERS]:
“Brigando com este clímax – submerso em sangue, simbolismo religioso, repleto de centenas de estranhos saqueadores (incluindo aKristen Wiig) e cheio de audácia – é a ida essencial ao cinema neste ano”. – Joshua Rothkopf, Time Out
“‘Mãe!’ começa como uma lenta queimada e cresce em direção a um incêndio furioso”. – Ben Croll, indieWire
“O filme tenta tão desesperadamente ser insano e perturbador que tudo o que podemos ver é o esforço feito e o dinheiro gasto. Não se admira a existência de um ponto de exclamação em seu título. Aronosfky simplesmente não sabe quando desistir”. – Stephanie Zacharek, TIME Magazine
“Um conto de terror intimista bem ‘O Bebê de Rosemary’, que definitivamente pega sua atenção e eventualmente eleva-se bem acima do topo, para fazer um posicionamento conclusivo ousado que, para alguns criadores, a arte é mais importante do que a vida”. – Todd McCarthy, Hollywood Reporter
“De qualquer forma, vá assistir ‘Mãe!’ e desfrute de seu estranho e inconstante exibicionismo. Mas tenha medo, muito medo, apenas se você estiver esperando ver um filme tão honestamente inquietante e pomposo”. – Owen Gleiberman, Variety
“Há uma pequena, ou talvez não tão pequena assim, parte deste belíssimo e espetacular ataque de um filme que quer ser vaiada, mas não significa que nós deveríamos ser ligeiros em fazer isso”. – Guy Lodge, Vanity Fair
‘Mãe!‘ estreou no Festival de Cinema de Veneza ontem com uma mistura de vaias e aplausos em sua primeira sessão, o que significa que provavelmente ele será um dos filmes mais interessantes do ano.
A próxima exibição acontecerá no Festival de Toronto, que terá uma cobertura completa do CinePOP. Ou seja, espere nossa crítica fresquinha em primeira mão.
A sequência ‘Perfeita é a Mãe! 2’ ganhou seu novo trailer.
Desta vez, as mães das protagonistas, vividas por Kathryn Hahn, Mila Kunise Kristen Bell, chegam para colocar o Natal das famílias de cabeça para baixo.
O roteiro do filme é assinado por Jon Lucas e Scott Moore, que também assumem a direção da produção.
A produção original foi realizada com US$ 20 milhões e faturou nada menos que US$ 180 milhões no mundo.
Vale lembrar que o título da cinebiografia faz referência a magnífica canção homônima, considerada uma das melhores já feitas na história da música.
Mercury foi o vocalista e líder da banda de rock britânica Queen. Compôs muitos dos sucessos da banda, como ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘We Are the Champions’. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se imagem de marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o publico no show tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970 e 80.
Lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público. Em 1991, surgiam rumores de que Mercury estava com AIDS, que se confirmaram em uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer, vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991, em sua própria casa.