O site especializado em filmes de terror, Bloody Disgusting, utilizou dados de streaming da empresa Edelman para descobrir quais filmes do gênero do catálogo da Netflix são tão assustadores que acabam sendo abandonados pela metade pelo espectador.
Com esse resultado, o site criou a lista: “Filmes assustadores demais para terminar”. Vale lembrar que alguns dos filmes estão disponíveis somente no catálogo americano. Confira a lista completa:
Como sabemos, Heimdall, personagem de Idris Elba, foi um dos primeiros a ser derrotados pelos poderes de Thanos em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, porém, como há chances de diversos personagens mortos retornarem com a ajuda de viagem no tempo, há também possibilidades de Heimdall voltar.
E foi sobre isso que Elba conversou com o jornal Metro, onde explicou que não tem certeza se vai voltar aos filmes do estúdio futuramente.
“Sinceramente, eu ainda não sei. É um show sobre heróis e armas. Quem sabe? Tem sido fantástico participar da família Marvel. Tenho certeza que eles decidiram se livrar de vários personagens porque era o caminho mais natural possível. Amei interpretá-lo, era tipo o meu cara”
[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS]
Se você ainda não assistiu o quarto episódio da segunda temporada de What If…?, evite esta matéria, pois ela contém revelações sobre a trama.
Tem duas coisas na Cultura Pop que sempre causam encantamento nos fãs, independentemente de qual franquia seja. A produção pode ser a pior possível, mas basta inserir ao menos uma dessas duas coisas para elas roubarem completamente a atenção e render até mesmo alguns elogios. São elas: dragões e corridas automobilísticas.
E o quarto episódio, que supostamente foi feito para explicar a origem da Gamorados Guardiões do Multiverso, insere ninguém menos que Tony Stark, o Homem de Ferro, para estrelar mais uma corrida memorável doMCU. A trama gira em torno de um Tony que não retornou para a Terra após derrotar os Chitauri. Perdido no espaço, ele vai parar em Sakaar, o planeta-lixão apresentado emThor: Ragnarok (2017). Por lá, o gênio, playboy, bilionário e filantropo toma conhecimento dos abusos do Grão-Mestre (Jeff Goldblum) e decide colocar o destino do planeta em uma corrida ao melhor estiloMad Max. Ah sim, no meio disso entra a Gamora, mas ela tá lá só porque lembraram que ela não tinha uma história de origem na primeira temporada. Pois bem, extremamente compromissado com o entretenimento, o manda-chuva de Sakaar topa o desafio e dá início a uma corrida maluca cheia de trapaças e vigarices.
Como eu disse antes, é realmente muito difícil você fracassar usando o trunfo da corrida. Por mais simples que seja o episódio, é muito divertido ver os carros exóticos, as armas que cada um traz, o reflexo das personalidades dos pilotos nas máquinas. Enfim, é entretenimento puro. E com o capítulo sendo protagonizado pelo Stark (Mick Wingert) e pelo Grão-Mestre, tudo fica ainda melhor. Sério, eles conseguiram convencer o Jeff Goldblum a reprisar o papel, então é meia hora dele falando todo tipo de groselha, mas em versão animada. É fantástico. Junto a eles, Taika Waititi retorna como Korg e segue com suas ações e piadas sem-noção.
E o mais interessante disso tudo é que houve uma época em que os boatos eram de que o final de Homem de Ferro 3 (2013) mostraria o Tony indo para o espaço pra introduzir os Guardiões da Galáxia. Como todos sabemos, não foi assim que as coisas rolaram no MCU, então esse episódio vem pra dar um gostinho do caos que poderia ter sido caso os rumores fossem verdade.
Em meio a tantos episódios diferentões, esse aqui é de longe o mais honesto deles. É muito divertido, entretém bem demais e expande um universo bastante criativo, que é a arena de sacrifícios de Sakaar. O trunfo da corrida de carros… Ele é imbatível.
Vale lembrar também que a Lego lançou imagens prévias do brinquedo inspirado neste episódio. Na época, o pessoal não conseguiu visualizar bem, mas é sensacional. O funcionamento do automóvel e da nova armadura na série são bem de acordo com o que se vê no capítulo e deixa aquela vontade de ver algo desse tipo algum dia também nos cinemas. Esse Multiverso Marvel é riquíssimo e seria perfeito se as telonas aproveitassem mais desses momentos aleatórios.
A Lego vazou o modelo de carro que Tony Stark usa na corrida espacial valendo o futuro do planeta-lixão Sakaar.
Os episódios da segunda temporada de What If…? estreiam diariamente até o dia 30 de dezembro, somente no Disney+.
Os anos 90 foram extremamente significativos para a televisão brasileira. Dentre muitos programas, os de humor fizeram muito, mas muito sucesso, rendendo por anos ao longo da década, tais como ‘A Escolinha do Professor Raimundo’, com Chico Anysio, e ‘Os Trapalhões’. O que ambos os programas tinham em comum? A presença do comediante Mussum no elenco, cuja meteórica carreira chega em novembro aos cinemas brasileiros retratada no filme ‘Mussum: O Filmis’, que teve sessão antecipada durante oFestival do Rio2023 e foi o grande vencedor do Festival de Gramado2023.
Carlinhos (Thawan Lucas) tinha o sonho de ser jogador de futebol, mas, casualmente, um dia descobriu o samba. Acontece que sua mãe (Cacau Protásio) quer que ele seja moço direito, com carreira e estudo. Quando cresce, Antônio Carlos, ou Carlinhos (Yuri Marçal), entra para a aeronáutica, para o orgulho de sua mãe, mas, escondidamente, à noite se apresenta nas melhores casas de shows do Rio de Janeiro com seu grupo, Os Originais do Samba. Entre um show e outro o grupo acaba participando de um programa de televisão, onde, um dia, pedem que Carlinhos participe de um programa de humor com Grande Otelo. É a partir desse encontro que Carlinhos passa a ser chamado em rede nacional de Mussum (Ailton Graça), e tem início a carreira de sucesso de um dos maiores humoristas brasileiros de todos os tempos.
‘Mussum: O Filmis’ pode ser resumido em duas intenções: fazer a cinebiografia de um artista de renome e, também, fazer da vida desse artista um exemplo no qual milhares de pessoas – especialmente pessoas pretas – podem se espelhar como um nome a seguir. Essas duas frentes ilustram a intenção do diretor Silvio Guindane em fazer da arte produto de entretenimento e também de instrução ao povo. Mussum teria ficado feliz com isso.
O elenco entrosadíssimo chama a atenção pelo grau de entrega que cada um dos atores deu para fazer o coletivo funcionar. Os três atores (Aílton Graça, Yuri Marçal e Thawan Lucas) que dividem o protagonismo do biografado encantam, cada um a seu modo, conferindo particularidades das atuações de cada um, e, ao mesmo tempo, se assemelhando assustadoramente com como Mussum costumava ser para os espectadores. O longa ainda traz Ícaro Silva como Cartola e Serjão Loroza como um grande sambista.
Paulo Cursino apresenta um roteiro que delineia muitas camadas da história do biografado, desde a sua infância pobre, inserida num núcleo amoroso, ao sucesso posterior, intercalado por diálogos profundos que provocam a reflexão e a emoção no espectador. Mesmo se tratando de um comediante, a emoção bate forte. Não se surpreenda se lágrimas escorrerem ao longo do filme, especialmente na interação do protagonista com sua mãe e na cena final do longa.
Nostálgico, engraçado, profundo e do povo. ‘Mussum: O Filmis’ é a história de um cara comum que teve oportunidades de escolher e que abriu caminhos para outros artistas pretos na TV e fora dela. É a história de um homem que abraçou as chances que teve na vida e mergulhou nelas com toda a sua dedicação. Para além do cara engraçado que sempre era retratado em papéis não muito favoráveis, é um filme que mostra a história de um vencedor: o homem preto que, na ausência de outros, se tornou herói da própria história.
Em entrevista à revista Empire, Zachary Levicompartilhou junto ao astro de ‘Aquaman’, Jason Momoa, que tem esperança de ver Shazam se unir à ‘Liga da Justiça‘, ainda que não haja nenhum plano de sequência para o filme de 2017.
“Espero me tornar parte do grupo. Em San Diego, Jason Momoa praticamente me colocou debaixo de sua asa, colocou os braços em volta de mim e disse, ‘Bem-vindo à família'”.
“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”
Um dos maiores e mais chocantes anúncios do ano veio há algumas semanas quando a Universal Pictures confirmou o retorno de Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum para a terceira iteração da franquia ‘Jurassic World’, reprisando seus papéis do primeiro filme da saga.
Agora, segundo o site ET, Joseph Mazzelloe Ariana Richards também desejam voltar para a franquia. Para aqueles que não se recordam, Joseph deu vida a Tim e Ariana interpretou Lex, as duas crianças do ‘Jurassic Park’ original.
O artigo diz que “os dois protagonistas estão abertos à ideia [de retornar]”; porém, ainda não há negociações para que a dupla retorne para o universo jurássico.
O longa chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.
Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está coescrevendo o roteiro junto comColin Trevorrow, este retornando na cadeira de direção.
O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já teve sua produção iniciada. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, o diretor Colin Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.
“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”
Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:
“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.
O Collider divulgou uma hilária cena deletada de ‘Sonic – O Filme’ que mostra Rachel, a divertida (e assustadora) irmã de Maddie (Tika Sumpton) em sua ira mais plena.
Confira:
Vale lembrar que a produção já está disponível em VOD. O longa se tornou um sucesso nos cinemas e já arrecadou mais de US$ 300 milhões mundialmente.
Além disso, o longa se tornou a maior adaptação de videogame da história nas bilheterias dos EUA, superando a arrecadação doméstica de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 144.1m).
O ranking geral das adaptações de videogame ainda conta com ‘Tomb Raider: A Origem‘ (US$ 131.2m), ‘Angry Birds‘ (US$ 107.5m) e ‘Rampage: Destruição Total‘ (US$ 101m).
Confira nossa entrevista:
A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.
Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim Carrey, Adam PallyNeal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.
Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
Em entrevista ao Daily News, David Arquette, que interpretou Dewey na adorada franquia slasher‘Pânico’, revelou qual o seu filme menos favorito da saga – e a surpresa pode não vir com tanta surpresa: ‘Pânico 3’.
“Tivemos que jogar o roteiro fora no começo. Eles estavam reescrevendo o tempo todo. Ganhávamos páginas novas todo dia. Era uma bagunça total. É interessante e é engraçado, mas é um tom diferente do restante”.
Ele também revelou qual a sua entrada favorita: “Meu filme favorito é o primeiro, porque foi onde tudo começou e foi uma surpresa quando o público amou. E trabalhar com [o diretor] Wes [Craven] pela primeira vez foi um sonho se realizando”.
Muitos fãs e críticos consideram ‘Pânico 3‘ como o pior filme da franquia, o que lhe rendeu apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Acontece que a culpa pode ter sido do roteirista Ehren Kruger, que não estava familiarizado com a temática após assumir o cargo de Kevin Williamson.
Durante uma entrevista para o Bloody Disgusting, Williamson disse que não retornou à franquia porque estava ocupado desenvolvendo a série baseada no jogo ‘Wasteland‘.
Questionado sobre o que ele teria planejado para a sequência, o cineasta respondeu:
“No rascunho que estava desenvolvendo para ‘Pânico 3′, os assassinos eram basicamente um fã-clube de adolescentes de Woodsboro que se reuniram por causa dos filmes ‘A Punhalada’. A grande surpresa aconteceria quando Sidney entra numa casa depois que o Ghostface matou todos que estavam lá… E todos eles se levantam porque tudo não passava de uma brincadeira planejada pelas crianças.”
Ele continuou:
“Os garotos estavam planejando tudo isso para ganhar fama, porque queriam se tornar as celebridades de Woodsbro, mas não esperavam que isso iria traumatizar Sidney ainda mais. Eu acabei usando parte dessa ideia em ‘Pânico 4‘ e [na série] ‘The Following‘.”
E aí, você acha que a história faria sucesso ou prefere a versão oficial de ‘Pânico 3‘?
Lembrando que Williamson será o produtor executivo de ‘Pânico 5‘, e recebeu elogios dos diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt.
“É impossível expressar totalmente o quanto o trabalho do Wes Craven e os filmes da franquia significam para nós, tendo grande impacto em nós como roteiristas. As histórias incríveis do Kevin Williamson nos inspiram há décadas e estamos honrados por ter a oportunidade de fazer parte desse universo que o Wes e o Kevin construíram juntos. O roteiro do Jamie [Vanderbilt] e o Guy [Busick] é incrível e faz justiça ao legado da saga. Estamos animados para trazer a vocês esse novo capítulo da franquia.”
Recentemente, foi confirmado que o ator David Arquette irá reprisar seu papel como Dewey Riley na nova sequência.
Através de um comunicado, o astro disse:
“Estou emocionado por interpretar Dewey novamente e me juntar aos antigos e novos membros da família ‘Pânico‘. Essa franquia tem sido uma grande parte da minha vida e, para mim e para os fãs, espero honrar o legado de Wes Craven.”
Neve Campbell, intérprete de Sidney Prescott, revelou ao Collider que está em negociações para participar do novo filme, que será uma sequência, e não um reboot.
Na trama, veremos Sidney Prescott no século 21.
“Acho que você sempre pode contar mais com essas histórias, e são filmes divertidos. Obviamente, há um grande público para eles, e o público quer ver mais deles. Você sempre pode ir além com a jornada. Certamente, com Sidney, ela chega a uma nova mudança em sua vida, em uma nova era”
Olpin e Gillertt (‘Casamento Sangrento‘) convenceram a atriz que a sequência será uma homenagem ao finado diretorWes Craven.
“Bem, eu não estou 100% em Pânico 5, mas para ser honesta, os dois diretores (Bettinelli-Olpin e Gillett) fizeram um ótimo trabalho. Eu assisti os filmes deles, e eles são realmente talentosos. Eles escreveram uma carta para mim, expressando que grandes fãs do trabalho de Wes são e como estão honrados por terem a chance de fazer Pânico 5, porque a franquia Pânico é a razão de serem diretores agora. Então, isso foi muito fofo. Eles realmente querem honrar o estilo de trabalho de Wes e honrar os filmes. Foi uma coisa adorável de se ouvir. Então, vamos ver. Felizmente, todos nós podemos olhar nos olhos em tudo e queremos fazer algo ótimo, mas é um processo.”, afirmou.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Depois do lançamento de ‘Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015.
A HBO divulgou novas imagens oficiais e individuais do reboot de ‘Gossip Girl’, estampando o elenco protagonista.
Confira:
Karena Evans, aclamada realizadora conhecida por seu trabalho nas séries ‘Snowfall’ e ‘P-Valley’, é a responsável pelos dois primeiros episódios da produção.
Kristen Bell (‘The Good Place‘) voltará a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão de ‘Gossip Girl‘. A primeira temporada da nova versão terá 10 episódios.
‘The Me You Can’t See’ explora saúde mental e bem-estar emocional com histórias de pessoas ao redor do mundo. Com narrativas em seu âmago, essa série atemporal dá voz a histórias que buscam pela verdade, pela compreensão e pela compaixão.
O aguardado ‘Mulher-Maravilha: 1984‘ ganhou seu primeiro trailer completo.
Confira:
Vale lembrar que a sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 4 de junho de 2020.
Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.
Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução deKristen Wiig como a vilã Cheetah.
A produção mostrará o trio de heroínas com vinte de poucos anos, que agora se arrepende de ter passado sua infância lutando contra criminosos. A questão é se elas irão engolir seu ressentimento para se unirem e salvarem o mundo quando ele mais precisar.
Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden serão os produtores executivos.
Novas informações devem sair em breve.
Criada por Craig McCracken, a animação original seguia três estudantes criadas pelo Professor Utônio quando ele acidentalmente misturou açúcar, tempero e tudo que há de bom com o elemento X.
Exibida entre 1998 e 2005, a série original rendeu 7 temporadas e 78 episódios ao total. Em 2016, um reboot animado foi criado, introduzindo uma quarta menina superpoderosa ao grupo, que durou por três temporadas.
“Havia um acordo… A MGM controlava os direitos… e eles foram para o SyFy. Eles fizeram um reboot de ‘Criaturas’, e vocês viram como ficou o resultado. Eles queriam fazer um filme da franquia ‘Palhaços Assassinos do Espaço Sideral’ por US$ 2 milhões. E nós não queríamos fazer isso… nós gastamos dois milhões lá nos anos 80. Até mesmo a MGM não queria fazer isso… Eles disseram que a franquia era mais valiosa do que apenas assinar um acordo por tão pouco dinheiro.”
Sobre uma sequência desenvolvida pela MGM, Chiodo explica que a mudança de poder nos bastidores do estúdio pode ter matado o interesse na franquia: “Nós tentamos fazer uma sequência logo após o primeiro filme. De fato, nós tínhamos um acordo para a televisão. Mas nada deu certo. Nós estamos tentando fazer uma sequência desde 1988, mas o original não foi muito bem nas bilheterias. E, quando o assunto é uma sequência, a bilheteria é a primeira coisa que o estúdio olha. Eles não consideram filmes cult como um bom investimento.”
Sobre os planos para o futuro da franquia, ele continua: “Nós temos uma trilogia planejada – uma trilogia em quatro partes porque contamos com o filme original. A ideia é seguir as aventuras de todos esses personagens enquanto eles vivem suas vidas abalados após a primeira invasão. Daria uma ótima minissérie. Então, estamos constantemente vendendo a ideia para pessoas que possam estar interessadas.”
Na trama original, Mike e Debbie namoram no banco de trás do carro, quando vêem uma forte luz que rasga o céu e cai numa clareira. Partem para lá e encontram uma brilhante tenda de circo. São os palhaços assassinos que chegaram do outro mundo.
Grant Cramer, Suzanne Snyder e John Allen Nelson estrelam a produção.
Scott Jeffreye Rebecca J Matthews são responsáveis pela direção.
“A trama segue um padre durão que o Vaticano costuma chamar para fazer seu trabalho sujo. Quando uma família rica é aterrorizada por uma força demoníaca, o padre é chamado pelo Bispo Canelo para expurgar o mal, mas ele logo percebe que a solução para o mistério está ligado ao seu próprio passado. Ele deve descobrir o assassino e impedir o diabo de destruir a família antes que seja tarde demais.”
A revista THR divulgou belíssimas imagens promocionais da dupla Sandra Oh e Andy Samberg, que serão os apresentadores da próxima edição do Globo de Ouro.
Confira:
A próxima edição prestará honras ao vencedor do Oscar,Jeff Bridges, com o prestigiado Cecil B. DeMille Award.
Bridges possui um vasto currículo e é um nome comum entre os indicados ao Globo de Ouro. Ao longo de sua trajetória, ele recebeu indicações por ‘Pescador de Ilusões‘, ‘Starman – O Homem das Estrelas‘ e ‘A Qualquer Custo‘. Em 2010, ele levou para casa uma estatueta pela categoria de Melhor Ator em Drama, por sua atuação em ‘Coração Louco‘, filme que também lhe redeu um Oscar no mesmo ano.
A 76ª edição da premiação será exibida no dia 6 de janeiro.
A trama acompanhará o ponto de vista de três personagens diferentes, Doni, Nando e Rita, que cresceram juntos na mesma favela, sob a influência do funk, das drogas e da igreja. Porém, conforme o tempo passa, eles transformam suas experiências na infância e seguem caminhos bem diferentes.
O ator revelou durante uma entrevista recente que seu comportamento nas filmagens chegaram a colocar em risco sua permanência no elenco.
De acordo com ele:
“Para mim, um relacionamento adolescente realmente intenso é aquele em que casal quase não conversa, mal consegue se tocar e tudo é muito sério o tempo todo. Mas para os demais, nós dois tínhamos que estar felizes sempre e nos divertindo muito. Era isso que as pessoas queriam. Mas eu continuei fazendo do meu jeito e estava tranquilo, não pensei que pudesse estar correndo perigo. Até que os produtores me abordaram e foram bem claros ao dizer: ‘Você tem que fazer totalmente o oposto do que está fazendo ou será demitido ainda hoje”.
A sequência de ‘Detona Ralph‘, intitulada ‘WiFi Ralph‘, ganhou um novo cartaz que antecede o trailer do filme – que será lançado amanhã, dia 4 de Junho!
Confira:
A animação estreia no Brasil em 3 de janeiro de 2019.
‘WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.
A abertura de ‘Game of Thrones’ é conhecida por ser um espetáculo a parte e a cada semana acompanha o desenrolar da narrativa.
E com a chegada de uma nova temporada, o primeiro capítulo da série também ganhou uma nova abertura, destacando o gelo, que gradativamente vai tomando os sete reinos de Westeros.
E alguns fãs da produção levantaram uma teoria, afirmando que a medida que o Rei da Noite avança pelo mapa de Westeros, o gelo apresentado na abertura seguirá o mesmo ritmo. Isso significaria que a cada desenrolar da trama, a intro mostraria a exata localização da criatura nefasta.
A teoria faz muito sentido, principalmente se considerarmos as temporadas anteriores e a abertura do último domingo (14), em que foi exibido o episódio “Winterfell”. Nessa intro, o mapa mostrava o gelo avançando até o castelo de Last Hearth, que já foi destruído pelo Rei da Noite.
E aí, você concorda com a teoria?
Assista a mais nova abertura:
A HBO disponibilizou um vídeo dos bastidores do primeiro episódio da temporada final.
Assista:
Segundo o agregador de reviews Rotten Tomatoes, o primeiro episódio da oitava temporada, intitulado ‘Winterfell’, foi aclamado pela crítica especializada e abarcou 94% de aprovação, com nota 7.62/10 baseada em 63 comentários.
O consenso é de que, “apesar da falta de sanguinolência, reuniões inesperadas, surpresas de arrepiar e um surpreendente humor ajudam ‘Winterfell’ a preparar o terreno para o que pode vir a ser uma épica temporada final”.
O próximo episódio, que será transmitido no domingo que vem, já ganhou seu teaser oficial, mostrando Winterfell totalmente cercada.
Assista:
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.
Em virtude do coronavírus, os dois últimos episódios da 6ª temporada de ‘The Flash‘ acabaram ficando de fora e não puderam ser gravados.
E isso impactará diretamente no encerramento do ciclo atual, deixando muitos assuntos pendentes para os fãs
Segundo o astro Grant Gustin, algumas coisas só poderão ser resolvidas no próximo ciclo, cujas filmagens ainda não têm nada para começar.
Em entrevista ao ET, o intérprete do herói homônimo comentou sobre o capítulo será:
“Sim, esse ano não teremos aquele laço vermelho em volta do episódio final. Normalmente nós estamos acostumados a encerrar a temporada com um pouquinho de… sabe, nós gostamos daquele elemento surpresa para finalizar o ano e manter todos ansiosos durante o período de hiato, mas muito mais do que o habitual ficou incompleto. Não é, necessariamente, uma reconciliação com muitas das coisas que estavam acontecendo com o Time Flash, a separação de Barry e Iris e o espelho-verso. Então sim, há muitos assuntos pendentes e inacabados”.
O último episódio da 6ª temporada de ‘Flash’ vai ao ar na próxima terça-feira.
E para você não perder nada de novo que chega ao longo dos próximos dias, separamos a agenda completa de estreias. Confira!
27/04
Go! Go! Cory Carson: Temporada 4
Cory está sempre pronto para ajudar as pessoas, fazer amigos com a irmãzinha Chrissy e viver novas aventuras.
28/04
Apaixonados na Cidade
Depois de viver um romance na praia, um arquiteto tenta encontrar a mulher que fisgou seu coração nas ruas de Seul, na Coreia do Sul.
Sexify
Para criar um aplicativo de sexo, uma jovem e suas amigas decidem explorar o mundo da intimidade e acabam descobrindo muito sobre elas mesmas.
Headspace – Guia para Dormir Melhor
A série explica noções básicas sobre o sono, incluindo insônia, sonhos e como dormimos. Cada episódio termina com uma meditação relaxante.
29/04
O Informante
Depois de uma missão fracassada, um informante do FBI é obrigado a continuar trabalhando infiltrado para desmantelar uma quadrilha, só que agora dentro da prisão.
Vozes e Vultos
Um casal se muda da cidade grande para um pequeno vilarejo e acaba descobrindo o lado sombrio do casamento — e a história sinistra do novo lar.
Yasuke
Ele veio da África para lutar ao lado de um poderoso senhor feudal no violento Japão do século 16 – e se tornou uma lenda.
30/04
O Inocente
Um crime acidental enche a vida de um homem de intrigas e assassinatos nesta série espanhola. Quando finalmente ele encontra o amor e a liberdade, uma ligação traz esse pesadelo de volta.
Pet Stars
Com a ajuda de empresários ambiciosos, esses pets mimados (e seus donos) ganham fama nas redes sociais — e pilhas de dinheiro.
Um Mágico Nada Incrível: Temporada 2
Os Morales e os Orduz nunca imaginaram que teriam que dividir o mesmo teto. Mas não importa onde se escondam, o capitão González está determinado a encontrá-los nesta série colombiana.
Adentrando os bastidores da indústria fonográfica, a partir da tumultuada vida da cantora Skye Riley, Sorria 2 está em exibição nos cinemas com uma proposta bem diferente de seu antecessor. Saindo das quatro paredes de um atendimento psiquiátrico, a sequência migra para os holofotes dos palcos, sob a promessa de entregar uma trama ainda mais assustadora e ousada.
E dessa vez, Naomi Scott assume o protagonismo, encarando a persona dessa mega popstar que enfrenta um momento bem delicado em sua vida pessoal e profissional. E em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz e cantora revelou detalhes da aguardada continuação e contou como sua parceria com o cineasta Parker Finn nasceu de uma antiga admiração por um de seus curtas.
“Eu já era fã do original e meu relacionamento com Sorria vem de anos atrás, logo quando assisti ao curta-metragem de Parker, ‘Laura Hasn’t Slept’, de 2020. Eu simplesmente fiquei impressionada com essa ideia, que ninguém havia pensado antes. Pra mim, havia alguma coisa fascinante no vilão ser o sorriso. Eu achei isso tão bom! Desde a minha infância meu irmão tentava me assustar me encarando com esse amplo sorriso no rosto, então pensei que a proposta incrível. Fora isso, também o trabalho de direção é muito belo e bem executado”.
E para encarar Skye Riley, Scott se inspirou até mesmo no próprio cenário artístico do qual faz parte. Buscando referências de diversos lugares, a atriz observou os meandros de Hollywood, os vícios e demais particularidades que norteiam tal contexto, à medida em que também se concentrou em criar uma protagonista que fosse identificável. De acordo com a atriz, era importante também trazer um olhar mais clínico sobre a fama e todos os altos e baixos que a englobam:
“Particularmente, eu peguei partes diferentes de coisas diferentes que observei ao longo da minha vida profissional e realmente senti que essa personagem é alguém que eu entendia. Não necessariamente por ter vivido experiências semelhantes, mas por ter crescido nesse ramo, vendo o quanto a fama isola as pessoas e as deixa ainda mais solitárias e receosas. É difícil de explicar o meu processo, mas foi muito divertido interpretar alguém que tem tantos dilemas internos. Ela está sempre presa na sua própria mente e não se preocupa com aqueles que a cercam. Foi legal encarar isso nas telas”, ponderou.
E parte da complexidade de Skye reside justamente na sua vida profissional e no insano universo que a cerca, sempre a levando ao limite. Para trazer ainda mais realismo para essa construção, o diretor e roteirista Parker Finn reiterou o quão importante era garantir que a protagonista não fosse apenas uma cantora, mas que sua carreira impactasse diretamente no terror e no desenvolvimento da trama.
Isso implicava em tornar a persona de Skye Riley extremamente viva e palpável para audiência e é aí que o talento musical de Naomi Scott entrou em cena. Além de cantar, a atriz também compôs duas canções originais para a artista, conforme revelou:
“Foi bem divertido. Quando entrei nesse processo, já haviam três canções escritas para Skye, duas de autoria da produtora Ida Rose. Alexis foi a artista que compôs. Sua voz está na demo e realmente nos ajudou a criar o esqueleto do que seria a sonoridade da personagem. Isso também me ajudou a criá-la, porque óbvio, eu estou cantando aqui como Skye Riley, não como eu mesma. Então nós conseguimos encontrar a voz dessa protagonista e desenvolvê-la em tela. E eu ainda escrevi duas músicas para o filme, então foi bem legal me envolver diretamente nessa parte”.
O novo filme conta com 2 horas e 12 minutos de duração (2h1min + créditos).
Na trama…
Prestes a embarcar em uma turnê mundial, a cantora pop Skye Riley começa a viver experiências aterrorizantes e inexplicáveis. Tomada pelo horror e pela pressão da fama, Skye é forçada a confrontar seu passado para retomar o controle de sua vida antes que seja tarde demais.
Kyle Gallner é o único que reprisa o papel do primeiro filme. O elenco ainda contará com Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘La La Land: Cantando Estações’) e Peter Jacobson (‘Dr. House’).
O que acontece quando morremos? Inúmeras narrativas cinematográficas tentam responder a essa pergunta — ou, ao menos, nos conectar com o sentimento de luto. Em seu segundo longa, a alemã Mascha Schilinski nos absorve pela perspectiva de quatro narradoras, em diferentes épocas, famílias e vivências, tendo como interseção o território domiciliar. Sound of Falling é uma fábula de experiências femininas em torno de sentimentos dolorosos e do fim.
Através do olhar e da voz em off — como nas páginas de um diário íntimo, Alma, Erika, Angelika e Lenka apresentam, ao longo dos anos, suas vivências no mesmo ambiente e suas transformações — passando de um espaço completamente rural, com trabalho braçal, empregadas domésticas e casamentos arranjados, para um meio urbano, com comunicação por celulares — permeado pelos mesmos sentimentos e elos que marcam a vida dessas meninas.
Logo de cara, Sound of Falling nos encanta por sua construção cênica, como se cada sequência fosse uma pintura emoldurada. O uso do som, por vezes estéreo e aberto aos ruídos do ambiente, é um de seus pontos mais marcantes, conseguindo explorar uma atmosfera sensorial e introspectiva de aproximação com cada personagem. Apesar de visualmente cativantes, as quatro narrativas fragmentadas tornam a experiência menos fluida e mais difícil de absorver por completo.
Em momentos em que nos interessamos por uma narrativa, ela é interrompida para dar lugar a outro tempo naquele mesmo espaço. Do mesmo modo em que a estrutura remete a um diário íntimo, as narradoras não são tão claras ou evidentes. Uma das meninas — a mais nova, e a mais fácil de nos afeiçoarmos, pelo delicioso sabor da descoberta do mundo por uma criança — é muito mais envolvente do que as outras, já na pré-adolescência ou encaminhando-se para a fase adulta. Ainda assim, o filme é esteticamente impecável — e usa a fotografia como um vislumbre poético da perenidade da existência..
Dessa forma,Sound of Falling promove momentos de grande deleite — e outros de aflição — ao apontar a câmera em plano-detalhe para partes do corpo, como uma gota de suor que desce pelo torso nu e repousa no umbigo, formando uma poça. Uma das meninas, entre a travessura e o gesto sensual, toca essa poça com o dedo e a leva à boca. A exploração do corpo também é um dos méritos da cineasta: ela consegue nos aproximar dessas meninas, mas, ao mesmo tempo, as envolve em uma nuvem de mistérios quanto às suas reais sensações e conhecimentos.
Uma delas diz, em certo momento, que quando repetimos muitas vezes uma ideia, ela ganha sentido — ou, como conhecemos popularmente, torna-se uma verdade. Ao conhecermos, na primeira cena, um dos membros da família com a perna amputada, nos deparamos com perguntas sobre a trajetória até aquele homem na cama e todas as histórias que orbitam aquela família. Todas as meninas conseguem adicionar novas camadas de reflexão, seja pelo receio do abandono, seja pelo despertar da vida sexual. Em mais de uma ocasião, ouvimos a descrição de uma delas sobre os olhos sob seus corpos.
Pense em As Virgens Suicidas (1999), de Sofia Coppola — cada uma com sua angústia sufocada, buscando respirar da melhor forma possível, mas sem nunca realmente nos dizer às claras. Marsha, junto com a corroteirista Louise Peter, criou esse mistério: o que essas meninas realmente desejam não é deixado claro nos poucos momentos que compartilhamos com elas, mas temos uma sensação de mergulho em certos momentos. Como em Sombras da Vida(2017), de David Lowery, em que os que se foram parecem permanecer aprisionados nas paredes outrora habitadas, podemos pensar neste filme como uma mescla dos dois — e sobre os espíritos dessas meninas — sem precisar traçar relações diretas entre elas.
Por conta desses relatos minuciosamente construídos, sentimos as curiosidades, vergonhas e sentimentos de culpa dessas meninas surgirem de forma entrecortada. Sound of Fallingexaure, ainda que seja imageticamente belo. A relação entre as meninas no tempo presente — talvez a menos fascinante — carrega uma angústia silenciosa entre irmãs e um luto profundo provocado pela vizinha recém-órfã de mãe.
Se o texto parece se dispersar ao tentar organizar essas experiências de modo linear, é porque o filme se entende como um ciclo, sem princípio nem fim definidos. E talvez seja justamente aí que se insinua sua resposta mais potente: o que se passa quando morremos continua ecoando nos espaços, nos corpos e nas memórias que deixamos para trás.
O diretor Spike Lee (‘Oldboy: Dias de Vingança’) finalmente fechou contrato para assumir o comando de um filme sobre o herói Nightwatch, que faz parte do universo do Homem-Aranha.
Nightwatch é descrito como “versão de ‘Spawn: O Soldado do Inferno’ da Marvel” e é o alter-ego do médico Kevin Trench, que presencia a morte de um homem mascarado após uma luta com terroristas, logo mais descobre que tal pessoa é, na verdade, uma versão sua do futuro.
De acordo com novas informações do That Hashtag Show, Lee vai comandar o roteiro escrito por Cheo Hodari Coker, showrunner de ‘Luke Cage’, daNetflix.
O longa deve aproveitar as portas que ‘Pantera Negra’ abriu e será focado num cientista afro-americano, mostrando questões políticas e sociais.
A Sony Pictures ainda não se pronunciou sobre o projeto, que também não possui data de estreia definida.
Atualmente, Spike Lee faz uma parceria com Jordan Peele para desenvolver o suspense ‘Black Klansman’.
O terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’ já está em exibição nos cinemas dos EUA e, claro, não poderiam faltar aquelas famosas “pegadinhas” de mal gosto nas salas de cinema.
Segundo relatos de uma sessão do terror, um adolescente caracterizado como o vilão Slender Man entrou em uma das salas que estavam exibindo o filme e ficou parado no fundo, próximo a tela, no escuro.
A brincadeira acabou assustando duas mulheres, que saíram em desespero da sala e alertaram a gerência do cinema. Porém, nenhuma punição ou ação foi tomada pelos funcionários, que chegaram a dar risada das pessoas apavoradas.
As polêmicas envolvendo o filme não param por aí. Segundo o ComicBook, uma rede de cinemas dos EUA decidiu por não exibir o terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, que estreia por lá na próxima sexta (10).
O site afirma que todas as salas da rede Marcus Theatre, em Winsconsin, não exibirão o novo filme da Sony para não remeter aos eventos trágicos no qual o longa é levemente inspirado.
Vale lembrar que duas garotas de 12 anos mataram uma colega da escola e culparam a lenda urbana da internet como “mandante” do assassinato.
A Sony Pictures divulgou um novo trailer perturbador do terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, além disso, o filme ganhou uma nova data de estreia no Brasil: 23 de Agosto.
O ano de 2023 trouxe uma série de filmes com super-heróis para os cinemas do Brasil e do mundo. No entanto, após mais de uma década dominando as críticas e bilheterias, pouquíssimos foram os longas desse subgênero que se salvaram. Em meio a debates se os heróis saturaram ou se o problema está na qualidade desses projetos, essa temporada acabou marcando o fim do Universo Estendido DCe saída de James Gunn do Universo Cinematográfico Marvel.
James Gunn foi o personagem central do mundo das adaptações de quadrinhos em 2023.
Em um ano tão agitado como esse, é claro que o CinePOP não deixaria passar a oportunidade de fazer um ranking do pior para o melhor ‘filme com super-heróis’ de 2023, não é mesmo? Confira!
Lançado em meio às polêmicas envolvendo o ator Ezra Miller, que de uma hora para outra começou a percorrer o mundo numa ‘World Tour’ de bizarrices e supostos crimes, o longa despertava a curiosidade por adaptar vagamente a saga Flashpoint Paradox e por trazer de volta oBatmandeMichael Keaton para as telonas. Infelizmente, o filme é tenebroso. Em momento algum ele consegue empolgar ou divertir, o CGI dessa produção é digno deO Escorpião Rei (2002) e a trama sai de nada para lugar nenhum. E o maior pecado de todos: os caras encerraram a passagem do Batman mais icônico das telonas com uma despedida insossa e zero emocionante. Um pecado! No fim da sessão, a sensação que ficou foi de ter perdido mais de duas preciosas horas de vida que jamais irei recuperar.
A decisão mais difícil dessa lista foi a de pior filme, porque o baixíssimo nível de The Flash e Quantumania é muito próximo. Entretanto, dei um pontinho a mais para o herói diminuto pelo simples fato de seu filme ter um visual decente e não parecer que foi abandonado na sala de pós-produção, que nem o do Velocista Escarlate. Mas não pense que esse pontinho é capaz de salvar essa bomba que começou a afundar a passagem do Kangde Jonathan Majors antes mesmo de surgirem as denúncias de agressão. É inexplicável como a Marvel achou que seria uma boa ideia colocar o principal vilão da sua fase atual, o cara que iria reunir os novos Vingadores para enfrentá-lo, para fazer sua estreia nos cinemas em uma aventura sem emoção, cujo ápice seria ele sendo derrotado pelo Paul Rudd. Como que vai levar um cara desses a sério? Sinceramente, se fosse só esse o problema, até que passava. Só que a direção se perdeu completamente e trabalhou num filme que abriu mão de sua personalidade para se apoiar em um projeto de épico completamente genérico. Os momentos em que o Scott Lang é mostrado tentando conciliar a vida de herói quase famoso com as responsabilidades de pai são muito divertidos e bons. Mas os caras decidiram largar mão disso para jogar a família formiga inteira num reino insuportavelmente chato, só para resolver a situação com formigas gigantes e um M.O.D.O.K. vira-casaca. A sensação que ficou é que podiam morrer os personagens todos do filme que ainda assim ninguém se importaria com tudo que aconteceu. Por mais irônico que parece, essa ideia megalomaníaca de transformar tudo em ‘evento’ jogou pelo ralo o que poderia ser um bom filme, contanto que fizessem uma história de menor escala.
Confesso que esse aqui chegou a me divertir um pouco na cabine, mas quando voltei para ver pela segunda vez, fiquei extremamente entediado. Essa história de fim do universo claramente impactou na produção do longa, que tentou criar um clima de despedida, mas não foi totalmente nessa. O diretor quis inserir o máximo de criaturas possíveis, porque já sabia que não teria outra oportunidade, e socaram umas piadocas bem abaixo do primeiro filme, que tinha uma certa inocência infantil representada no fascínio das crianças descobrindo um novo mundo por meio do poder de virar adulto. Na sequência, houve uma diferença gritante entre os dois atores que interpretam o protagonista, criando uma incompatibilidade que me impediu de comprar a história. Enquanto Asher Angel interpretou um Billy Batson mais triste e focado em seus dramas pessoais, quando o garoto virava o Shazam, Zachary Levi, perdidinho no pagode, virava um palhaço de rodeio, fazendo as piores piadas possíveis, ignorando completamente o arco dramático do Billy. Para piorar as coisas, o arco das vilãs é insuportavelmente besta, trazendo uma virada imbecil e esperada no final. Triste mesmo que essa franquia tenha terminado assim. O primeiro filme é fantástico.
Sei que vocês estavam sentindo falta desse aqui na lista. O filme que já era odiado antes mesmo de seu lançamento chegou aos cinemas e conseguiu o que parecia impossível: teve um resultado pior que o de O Incrível Hulk (2008). Sério, é necessário muito esforço para isso. Particularmente, esse filme reúne tudo que tem de problemático no atual momento do MCU. Duas de suas protagonistas foram apresentadas em séries do Disney+. Ao mesmo tempo, o filme ignora completamente o que aconteceu nas séries em questão. Ou seja, se você não assistiu essas produções, talvez não surja o interesse de ver o filme. Ao mesmo tempo, se você viu as séries, os filmes fazem questão de esfregar na sua cara que seu tempo só serviu para você entender uma ou duas piadas na trama. É uma covardia que faz de otário tanto quem assiste as séries quanto quem não assiste elas. Mas o grande problema daqui é a história. Ela não chega a ser tão confusa, mas é tão interessante quanto uma corrida de submarinos. E depois que surgiram as notícias de que a própria Iman Vellani, que faz a Ms. Marvel, começou a questionar o roteiro do filme durante as filmagens, qualquer tipo de defesa foi por água abaixo. Mesmo com isso tudo, o filme ainda tem seus momentos, consegue uma ou outra sequência mais diferentona e não chega a ser uma completa bomba. É uma aventurinha bobinha que talvez agrade a quem não curte muito esse mundo dos super-heróis, principalmente as crianças bem pequenininhas. Infelizmente, no geral, não foi um bom filme.
A partir daqui a lista deixa de falar dos filmes que achamos ruins. A segunda aventura do Rei dos Mares, único longa do falecido DCEUque fez mais de US$ 1 bilhão em bilheteria, passou por diversos atrasos e muitos sequer acharam que ele seria lançado, já que esse universo estava chegando ao fim. Porém, ele estreou e… Bem, não dá para dizer que ele se distanciou do que foi apresentado no projeto anterior. A diferença é que, dessa vez, James Wan parecia estar completamente de saco cheio do trabalho e fez qualquer coisa mais genérica só para entregar para o estúdio e dizer que terminou o trabalho. Quem nunca, não é mesmo? No fim das contas, Aquaman 2 parece um remake mais grandioso do primeiro filme, mas com apenas 1% da inspiração do original. Tudo aqui quer ser maior, mas esbarra na falta de novidades. É um grande “eu já vi isso antes”. E teve também toda a polêmica envolvendo aAmber Heard, que foi contornada de uma forma bastante incômoda, que foi mantendo a personagem bastante presente no filme, só que dando umas três falas, no máximo, para ela. De qualquer maneira, mesmo com essas polêmicas, o longa é uma aventura divertida comandada pelo carisma fora de série de Jason Momoa. O típico filme que vai estar passando na TV aberta numa tarde de domingo, daqui a uns dois ou três anos, que você vai assistir, dar umas risadas e se empolgar muito mais com o Santos x Avaí que vai passar em seguida, na hora do futebol.
O melhor filme da DC nos cinemas de 2023 também dividiu opiniões. Teve quem amou e teve quem odiou. A estreia de Bruna Marquezine em Hollywood, inclusive, causou um debate mais intenso nas redes sociais do que o próprio filme em si. No entanto, estou no grupo dos que amou o projeto. Não tem jeito, o núcleo do Besouro Azul não é o mais popular dos fãs de quadrinhos, mas para quem conhece, o filme foi um prato cheio de referências e promessas para uma possível franquia no futuroUniverso DC. Xolo Maridueña é carisma purinho e seu núcleo familiar, fortemente inspirado pelo cotidiano latino é divertido demais. E o mais interessante desse filme é que o pessoal que detestou, apontou que o longa estereotipa demais o povo latino. Enquanto o pessoal que amou, se identificou absurdamente com os costumes e situações mostrados pela família Reyes. Por aqui, a identificação foi imediata. Houve momentos em que parecia ouvir a voz de meu avô dizendo frases do filme. Além do mais, o visual e a forma como Jayme usa os poderes de sua armadura simbiôntica alienígena foram incríveis.
3. Homem-Aranha: Através do Aranhaverso
Ok, sei que essa aqui é polêmica, principalmente por conta do segundo colocado da lista. Provável vencedora do Oscar de Melhor Longa Animado da temporada, a aventura de Miles Morales pelo multiverso aracnídeo foi sucesso total e deve estar na lista de ‘melhores do ano’ de muitos leitores. Com uma trama mais madura, o longa mostrou o garoto tendo de lidar com preconceito e com os dilemas da vida adulta e das escolhas complexas do caminho de um super-herói. Ainda assim, o garoto se mantém firme a suas convicções e se mostra pronto para enfrentar todas as versões existentes do Homem-Aranha, se necessário for, para salvar quem ama. É realmente espetacular o que foi feito, tendo aprimorado ainda mais a técnica de animação característica da franquia. Entretanto, há momentos em que o filme se estende por demais, dando uma quebrada pesada no ritmo, deixando parte da história um pouco cansativa. Além do mais, o gancho para a continuação sem efetivamente resolver a trama desse filme foi frustrante. Nada contra longas divididos em duas partes, contanto que eles se sustentem como filmes solo, e aqui ficou devendo um pouquinho.
Esse talvez seja o maior ponto de discordância de vocês da lista, mas é muito raro ver um filme que comete tantas mudanças em pontos ‘canônicos’ de heróis consagrados ser tão fascinante e interessante quanto esse. Conforme contei na crítica, o universo das Tartarugas Ninja é uma paixão que nutro desde a infância, o que me deixou tão ansioso quanto preocupado para esse projeto. Porém, o que Seth Rogen, Evan Goldberg e Jeff Rowe fizeram com esse filme foi um espetáculo. Não há outra palavra para definir essa animação que não “espetacular”. A trama é redondinha, a direção conseguiu evitar a armadilha de eventualmente transformar o Michelângelo no protagonista, todos os irmãos têm suas questões internas e personalidades bem trabalhadas e a escalação do elenco é simplesmente perfeita. A escolha por colocar atores crianças, tanto no original quanto na versão brasileira, foi fantástica e a técnica de animação utilizada foi deslumbrante. Havia momentos em que sentia estar assistindo a um stop motion, para logo em seguida ver um monte de rabiscos abstratos representando emoções e golpes. É o tipo de filme que você termina já querendo assisti-lo novamente. E não vejo a hora da sequência e da série animada, ambas já confirmadas pelo estúdio, serem lançadas.
1. Guardiões da Galáxia Vol.3
No alto do pódio, não poderia haver outro filme. Independentemente se você é mais fã da Marvel ou da DC, a aventura final dos anti-heróis espaciais do MCU foi a despedida perfeita para os excluídos que aprendemos a amar na última década, além do próprio James Gunn, que cravou seu nome nas entranhas da indústria ao transformar esse bando de perdedores em ícones da Cultura Pop. A ideia de transformar Rocket Raccoon(Bradley Cooper) no protagonista de uma história na qual ele passa 80% do tempo numa maca, à beira da morte, foi sensacional. Gunn deu mais peso a uma possível morte de um guaxinim de computação gráfica do que outros diretores deram a possível morte do Batman mais icônico dos cinemas, por exemplo. Nessa história sobre família e amigos, James Gunn fez o que quis, e executou suas ideias com maestria, resolvendo as pontas soltas de cada um de seus amados personagens, dando a eles destinos dignos e de acordo com suas jornadas nos cinemas. Mais do que isso, sua concepção de Multiverso, por mais simples que seja, deu um banho em qualquer outra abordagem confusa e mirabolante do MCU. Foi uma experiência fantástica poder ter visto e sentido esse filme no cinema.
Qual seu filme com super-heróis favorito de 2023? Diga nos comentários!
Há mais de 500 anos a luta dos povos indígenas no território chamado de Américas tem sido uma atividade diária. Anteriormente, a luta era contra a colonização e o avanço dos madeireiros e seringueiros que queriam destruir a floresta para fazer comércio; hoje, a luta é contra os fazendeiros e os mineradores, que destroem a floresta para fazer pasto e contaminam os rios com mercúrio. Nesse universo de luta, há pessoas que se tornam aliadas à causa mesmo não sendo originariamente indígenas, e, desses encontros, surgem amizades e apoios que conseguem reverberar as reivindicações. Ainda nos anos 1970, um belga se embrenhou pelo território nativo ainda não tanto degradado do centro do Brasil, e travou contato com uma aldeia indígena Kayapó. Desse encontro surgiu, primeiramente, em 1978, o longa ‘Raoni’, que agora, 45 anos depois de seu lançamento, é repaginado e analisado pelos seus realizadores e foi apresentado no Festival do Rio2023 sob o nome ‘Raoni: Uma Amizade Improvável’.
Mesclando imagens do documentário anterior com gravações mais atuais, o filme de Jean-Pierre Dutilleux traça um panorama da amizade de um então diretor de cinema belga sem nenhuma experiência com uma liderança indígena cuja força estava sendo desperta, para, quase 50 anos depois, refilmar esse encontro entre os dois, ambos hoje grandes nomes em suas áreas de atuação. Nesse passar de tempo o espectador pode observar não só as mudanças físicas que ocorrem nos dois, mas, acima de tudo, na forma como o mundo recepciona as questões indígenas e o pouco avanço que as pautas, no geral, conseguem obter diante do mundo capitalista.
Ao fazer uma reflexão sobre seu primeiro filme, o realizador fulano reconstrói a trajetória de seu primeiro encontro com o Cacique Raoni, quando ele mesmo se encanta pela cultura Kayapó e, num ato de desespero, leva o Cacique para São Paulo sem autorização (uma vez que o país ainda estava sob a ditadura militar) e, dali, o leva para a Europa, onde reverberam a urgência de uma união internacional pela proteção dos povos indígenas. Independentemente do método, fica claro que a repercussão que a visita de Raoni fez às lideranças europeias na época foi crucial para, após o seu retorno, finalmente o povo Kayapó conseguir que seu território fosse demarcado. Isso porque no meio da jornada os dois puderam contar com o apoio crucial do cantor Sting, que se debruçou de corpo e alma à causa e financiou viagens do grupo para que as pautas amazônicas fossem ouvidas pela primeira vez pelas lideranças europeias.
Assim, ‘Raoni: Uma Amizade Improvável’ propõe o reencontro entre esses dois amigos, hoje ambos já idosos mas ainda na luta. Não que os dois não tenham se encontrado nesse tempo todo, porém, o reencontro dessa vez parte de um momento pós pandemia, depois que o Cacique Raoni conseguiu sobreviver ao contágio do covid por duas vezes. Uma vez a shawarma controlada, os amigos se sentam para refletir sobre o tempo, as lutas, as conquistas e as perdas.
A amizade entre o indigenista Jean-Pierre Dutilleux e o Cacique Raoni fez com que o território Kayapó fosse protegido pelos holofotes da mídia durante décadas. A história dessa luta e dessa amizade foi belamente retratada pelo seu realizador e exibida sob forte emoção durante o Festival do Rio2023.
Sansa (Sophie Turner) vai ganhar algumas mudanças para a oitava e última temporada da aclamada série da HBO, ‘Game of Thrones’.
De acordo com a própria atriz, em entrevista a Entertainment Weekly, sua personagem vai, pela primeira vez, ganhar uma armadura feita de couro preto ou algum material similar.
“Tínhamos a ideia de transformar [a armadura] em algo com bastante proteção e fácil para colocar. Queria que [Sansa] tivesse algo para se parecer mais com uma guerreira. Ela é como um soldado de Winterfell.”
O design oficial da armadura ainda não foi revelado, mas uma coisa é certa: não podemos esperar para ver Sansa Stark se preparar para a batalha.
Recentemente, a HBO divulgou as primeiras imagens oficiais da 8ª (e última) temporada de ‘Game of Thrones‘.
Confira:
A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.
De acordo com a revista francesa Premiere, os dois primeiros episódios da oitava temporada de Game of Thrones terão duração de 60 minutos. Já os quatro últimos (essa temporada terá apenas seis episódios) terão duração de 80 minutos cada.
As especulações estão de acordo com o chefe da HBO, Richard Piepler, que anteriormente já havia dito que muito possivelmente os episódios dessa temporada seriam maiores como de costume.
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, que tem no elenco nomes como Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.
Segundo a Variety, o ator Daveed Diggs está em negociações para viver o icônico caranguejo Sebastião no remake em live-action de ‘A Pequena Sereia’.
Diggs é conhecido por seu papel como Marquês de Lafayette e Thomas Jefferson no sucesso musical da Broadway ‘Hamilton’. Por sua performance na pela, ele levou para casa o prêmio Tony de Melhor Ator Coadjuvante.
Timothée Chalamet e Jordan Fisher também estão na corrida para interpretar o Príncipe Eric na releitura.
Lembrando que o longa será estrelado por Halle Bailey como Ariel.
O vencedor do OscarJavier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão.
O filme ainda não tem data de lançamento, mas a Walt Disney Studios já começou a pré-produção e contratou Rob Marshall, de ‘O Retorno de Mary Poppins’, para comandar o projeto.
Quando Gary é caracolstrado, Bob e Patrick embarcam em uma épica aventura para a Cidade Perdida de Atlantic City, com o objetivo de trazer ele para casa. A dupla vai encarar perigos e diversões hilárias nessa missão de resgate, e Bob e seus amigos terão que provar que nada é mais forte do que o poder da amizade.
A Walt Disney divulgou um novo teaser oficial de ‘Phineas e Ferb: O Filme’, baseado na icônica série animada do Disney Channel.
O vídeo anuncia uma nova música original, intitulada “We’re Back”.
Confira:
O longa tem estreia marcada para o dia 28 de agosto, no Disney+.
Produzido pelos criadores do show original, Dan Povenmire e Jeff Marsh, a aventura gira em torno dos meio-irmãos Phineas e Ferb, que saem pela galáxia para resgatar sua irmã mais velha, Candace, que foi abduzida por alienígenas.
Ao longo dos oito episódios da Parte 4, os Terrores do Sobrenatural descerão sobre Greendale. O coven deve lutar contra cada ameaça aterrorizante (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), tudo levando até O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas travam uma guerra, com a ajuda do Clube do Medo, Nick começa a ganhar lentamente o seu caminho de volta ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?
Segundo novas informações do The Illuminerdi, o principal vilão da aguardada sequência ‘Doutor Estranho no Multivero da Loucura’ finalmente foi revelado: Shuma-Gorath.
De acordo com o site, o plano de Shuma-Gorath é, na verdade, capturar America Chavez (Xochitl Gomez) e tentar se aproveitar de seus poderes para abrir e viajar pelo multiverso.
Desde a primeira vez que foi introduzido, Shuma-Gorath foi descrito como um monstro à la H.P. Lovecraft nas páginas dos quadrinhos da Marvel Comics. Tipicamente caracterizado como um amontoado de tentáculos e olhos, ainda não se sabe quem irá dublar o personagem no filme.
Shuma-Gorath
Marcado para 25 de março de 2022, o longa traz Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno’) assumindo a direção.
“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”
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