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John Lithgow quebra recorde HISTÓRICO com vitória no Tony Awards 2026

John Lithgow é um dos atores mais aclamados de todos os tempos e, ao longo de sua carreira, encarnou diversos personagens que lhe renderam destaque no cinema e na televisão, incluindo o ex-primeiro-ministro da Inglaterra Winston Churchill em ‘The Crown’ e o Cardeal Joseph Tremblay no aclamado thriller religioso ‘Conclave’.

Agora, Lithgow reiterou sua versatilidade ao fazer história da 79ª edição do Tony Awards.

Ao levar para casa o prêmio de Melhor Ator em Peça por Giant, o ator se tornou o homem mais velho a conquistar uma estatueta por atuação em categoria competitiva, aos 80 anos de idade.

O recorde anterior pertencia a Roy Dotrice, aos 77 anos, que saiu vitorioso na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Peça por ‘A Moon for the Misbegotten’ em 2000, seguido de perto por dois veteranos dos palcos. O falecido Dick Latessa ganhou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Musical por ‘Hairspray’ em 2003, aos 73 anos, enquanto André De Shields alcançou o mesmo feito em 2019 por ‘Hadestown. De Shields, que completou oitenta anos em 2026, foi novamente indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Musical por sua atuação como o Velho Deutoronômio na remontagem de Cats: The Jellicle Ball’, mas perdeu para Ali Louis Bourzgui por ‘The Lost Boys’.

Em Giant, um drama sobre o antissemitismo do escritor Roald Dahl, Lithgow também estabeleceu o maior intervalo entre vitórias no Tony de atuação competitiva na história da premiação, com 53 anos. Sua primeira vitória veio em 1973, como ator coadjuvante em uma peça em ‘The Changing Room’ – e esse intervalo supera o recorde anterior, que pertencia a Angela Lansbury (43 anos).

Vale lembrar que o próximo projeto de Lithgow é a vindoura série em live-action de ‘Harry Potter’, em que dará vida ao famoso diretor de Hogwarts, Alvo Dumbledore.

‘Schmigadoon!’ conquista QUATRO estatuetas do Tony Awards 2026, incluindo Melhor Musical

A série ‘Schmigadoon!’, que foi cancelada pelo Apple TV em janeiro do ano passado, ganhou um aclamado musical que estreou na Broadway que se tornou um sucesso de público e de crítica – e que foi um dos grandes vencedores do Tony Awards 2026.

A produção levou para casa nada menos que quatro estatuetasMelhor MusicalMelhor Livro de MusicalMelhor Trilha Sonora para MusicalMelhor Orquestração.

Vale lembrar que a temporada da atração foi estendida em nada menos que 17 semanas na Broadway, do dia 6 de setembro de 2026 para 3 de janeiro de 2027 (via Deadline).

Lorne Michaels (‘Saturday Night Live’) assumiu o cargo de produtor ao lado da No Guarantees Productions.

A trama é a mesma da série original e acompanha Josh e Melissa, um casal lutando contra seus problemas e tendo se entender, que descobrem uma cidade mágica onde todos cantam e seguem períodos específicos de musicais clássicos.

Cinco Paul (‘Meu Malvado Favorito’) assina o livro do musical e fica responsável pela trilha sonora.

Lembrando que as duas temporadas de ‘Schmigadoon!’ estão disponíveis na plataforma de streaming.

Tony Awards 2026 | ‘Schmigadoon!’, John Lithgow e MAIS na lista de vencedores da premiação!

Os vencedores da 79ª edição do Tony Awards, considerado o Oscar do teatro, foram revelados neste último dia 7 de junho.

A cerimônia aconteceu no Radio City Music Hall, em Nova York, no dia 7 de junho. A transmissão aconteceu simultaneamente na CBS e na Paramount+.

A vencedora do Grammy Pink foi a anfitriã.

Confira os ganhadores abaixo:

MELHOR PEÇA
“The Balusters”, David Lindsay-Abaire
“Giant”, Mark Rosenblatt
“Liberation”, Bess Wohl (VENCEDORA)
“Little Bear Ridge Road”, Samuel D. Hunter

MELHOR MUSICAL
“The Lost Boys”
“Schmigadoon!” (VENCEDOR)
“Titanique”
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”

MELHOR REVIVAL DE PEÇA
“Becky Shaw”, Gina Gionfriddo
“A Morte de um Caixeiro Viajante”, Arthur Miller (VENCEDORA)
“Every Brilliant Thing”, Duncan Macmillan e Jonny Donahoe
“Fallen Angels”, Noël Coward
“Oedipus”, Robert Icke

MELHOR REVIVAL DE MUSICAL
“Cats: The Jellicle Ball”
“Ragtime” (VENCEDOR)
“Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”

MELHOR ATOR EM PEÇA
Will Harrison, “Punch”
Nathan Lane, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
John Lithgow, “Giant” (VENCEDOR)
Daniel Radcliffe, “Every Brilliant Thing”
Mark Strong, “Oedipus”

MELHOR ATRIZ EM PEÇA
Rose Byrne, “Fallen Angels”
Carrie Coon, “Bug”
Susannah Flood, “Liberation”
Lesley Manville, “Oedipus” (VENCEDORA)
Kelli O’Hara, “Fallen Angels”

MELHOR ATOR EM MUSICAL
Nicholas Christopher, “Chess”
Luke Evans, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Joshua Henry, “Ragtime” (VENCEDOR)
Sam Tutty, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Brandon Uranowitz, “Ragtime”

MELHOR ATRIZ EM MUSICAL
Sara Chase, “Schmigadoon!”
Stephanie Hsu, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Caissie Levy, “Ragtime” (VENCEDORA)
Marla Mindelle, “Titaníque”
Christiani Pitts, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA
Christopher Abbott, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
Danny Burstein, “Marjorie Prime”
Brandon J. Dirden, “Waiting for Godot”
Alden Ehrenreich, “Becky Shaw” (VENCEDOR)
Ruben Santiago-Hudson, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Richard Thomas, “The Balusters”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA
Betsy Aidem, “Liberation”
Marylouise Burke, “The Balusters”
Aya Cash, “Giant”
Laurie Metcalf, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDORA)
June Squibb, “Marjorie Prime”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAL
Ali Louis Bourzgui, “The Lost Boys” (VENCEDOR)
André De Shields, “Cats: The Jellicle Ball”
Bryce Pinkham, “Chess”
Ben Levi Ross, “Ragtime”
Layton Williams, “Titaníque”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAL
Shoshana Bean, “The Lost Boys” (VENCEDORA)
Hannah Cruz, “Chess”
Rachel Dratch, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Ana Gasteyer, “Schmigadoon!”
Nichelle Lewis, “Ragtime”

MELHOR LIVRO DE MUSICAL
“The Lost Boys”, David Hornsby and Chris Hoch
“Schmigadoon!”, Cinco Paul (VENCEDOR)
“Titanique”, Marla Mindelle, Constantine Rousouli, Tye Blue
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”, Jim Barne and Kit Buchan

MELHOR TRILHA SONORA (MÚSICA E/OU LETRA) PARA TEATRO
“A Morte de um Caixeiro Viajante”, Caroline Shaw
“August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”, Steve Bargonetti
“The Lost Boys”, The Rescues
“Schmigadoon!”, Cinco Paul (VENCEDOR)
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”, Jim Barne e Kit Buchan

MELHOR DESIGN CÊNICO EM PEÇA
Hildegard Bechtler, “Oedipus”
Takeshi Kata, “Bug”
Chloe Lamford, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDORA)
David Korins, “Dog Day Afternoon”
David Rockwell, “Fallen Angels”

MELHOR DESIGN CÊNICO EM MUSICAL
dots, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Soutra Gilmour, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Rachel Hauck, “Cats: The Jellicle Ball”
Dane Laffrey, “The Lost Boys” (VENCEDOR)
Scott Pask, “Schmigadoon!”

MELHOR FIGURINO EM PEÇA
Brenda Abbandandolo, “Dog Day Afternoon”
Qween Jean, “Liberation”
Jeff Mahshie, “Fallen Angels” (VENCEDOR)
Emilio Sosa, “The Balusters”
Paul Tazewell, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”

MELHOR FIGURINO EM MUSICAL
Linda Cho, “Ragtime”
Linda Cho, “Schmigadoon!”
Qween Jean, “Cats: The Jellicle Ball” (VENCEDORA)
Ryan Park, “The Lost Boys”
David I. Reynoso, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”

MELHOR DESIGN DE LUZ EM PEÇA
Isabella Byrd, “Dog Day Afternoon”
Natasha Chivers, “Oedipus”
Stacey Derosier, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Heather Gilbert, “Bug”
Heather Gilbert, “The Fear of 13”
Jack Knowles, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDOR)

MELHOR DESIGN DE LUZ EM MUSICAL
Kevin Adams, “Chess”
Jane Cox, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Donald Holder, “Schmigadoon!”
Adam Honoré, “Cats: The Jellicle Ball”
Adam Honoré e Donald Holder (Design de Luz) e 59 Studio (Design de Projeção), “Ragtime”
Jen Schriever e Michael Arden, “The Lost Boys” (VENCEDORES)

MELHOR DESIGN DE SOM EM PEÇA
Justin Ellington, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Tom Gibbons, “Oedipus”
Lee Kinney, “The Fear of 13”
Josh Schmidt, “Bug”
Mikaal Sulaiman, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDOR)

MELHOR DESIGN DE SOM EM MUSICAL
Kai Harada, “Cats: The Jellicle Ball”
Kai Harada, “Ragtime” (VENCEDOR)
Adam Fisher, “The Lost Boys”
Brian Ronan, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Walter Trarbach, “Schmigadoon!”

MELHOR DIREÇÃO EM PEÇA
Nicholas Hytner, “Giant”
Robert Icke, “Oedipus”
Kenny Leon, “The Balusters”
Joe Mantello, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDOR)
Whitney White, “Liberation”

MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAL
Michael Arden, “The Lost Boys”
Lear deBessonet, “Ragtime”
Christopher Gattelli, “Schmigadoon!”
Tim Jackson, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Zhailon Levingston e Bill Rauch, “Cats: The Jellicle Ball” (VENCEDORES)

MELHOR COREOGRAFIA
Christopher Gattelli, “Schmigadoon!”
Ellenore Scott, “Ragtime”
Ani Taj, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Omari Wiles e Arturo Lyons, “Cats: The Jellicle Ball” (VENCEDORES)
Lauren Yalango-Grant e Christopher Cree Grant, “The Lost Boys”

MELHOR ORQUESTRAÇÃO
Doug Besterman e Mike Morris, “Schmigadoon!” (VENCEDORES)
Ethan Popp, Kyler England, Adrianne “AG” Gonzalez e Gabriel Mann, “The Lost Boys”
Lux Pyramid, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Brian Usifer, “Chess”
Andrew Lloyd Webber, David Wilson, Trevor Holder e Doug Schadt, “Cats: The Jellicle Ball”

Conheça a nova ROM-COM com Jennifer Lopez e Brett Goldstein que chegou ao streaming!

Paixão de Escritório (‘Office Romance’), nova comédia romântica estrelada pela atriz e cantora Jennifer Lopez (‘As Golpistas’) e Brett Goldstein (‘Ted Lasso’), já está disponível no streaming.

O longa-metragem chegou ao catálogo da Netflix no último dia 5 de junho, trazendo Ol Parker (‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’) na direção.

Goldstein assina o roteiro ao lado de Joe Kelly.

Na trama…

Os viciados em trabalho Jackie Cruz (Lopez) — uma CEO perfeccionista, cujos funcionários têm medo até de respirar perto dela — e Daniel Blanchflower (Goldstein) — o ambicioso novo advogado da empresa — se apaixonam perdidamente um pelo outro e, apesar da química insaciável, tentam manter o relacionamento o mais profissional possível. Mas os olhares intensos na sala de reuniões logo se transformam em aventuras picantes em uma ilha paradisíaca — e Jackie corre o risco de perder a empresa.

Betty GilpinEdward James OlmosBradley WhitfordAmy Sedaris, Tony Hale, Rick HoffmanJodie Whittaker e outros integram o elenco.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Taylor Swift volta às raízes do country com a apaixonante sutileza de “I Knew It, I Knew You”

Taylor Swift é uma das artistas mais populares não apenas da atualidade, mas de todos os tempos – e seu status como zeitgeist cultural pode ser explicado de diversas maneiras. Seja em seu apelo comercial único que a faz quebrar os próprios recordes lançamento a lançamento, seja em seu sucesso absoluto em diversos gêneros musicais (desde o country até o folk), Swift tem uma capacidade inabalável de sempre ressoar, nos mais diversos âmbitos, com seu público e até mesmo com aqueles que irão descobri-la pela primeira vez.

Porém, uma das características que mais nos chama a atenção em sua gloriosa carreira no cenário fonográfico é a composição – e sabemos que a criatividade e a paixão líricas de Swift é uma dádiva inestimável que a sagra uma das maiores compositoras do século XXI. E, enquanto suas divertidas e cativantes metáforas aparecem em suas múltiplas incursões pop, é inegável dizer que sua genialidade e sua vulnerabilidade transparecem com mais fervor e honestidade quando ela se volta para gêneros mais introspectivos e reflexivos – como o country de ‘Fearless’ e ‘Speak Now’, ou o folk e o americana de ‘Folklore’ e ‘Evermore’.

Depois de ter mergulhado no synth-pop e do soft rock com ‘The Life of a Showgirl’, Swift resolveu regressar às próprias raízes ao oferecer uma música inédita para a trilha sonora do aguardado Toy Story 5’, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 18 de junho. Assinando os versos de um delicioso country-pop que apenas Taylor poderia nos entregar, o single conhecido como “I Knew It, I Knew You” é uma adição perfeita para o icônico universo da Disney/Pixar, principalmente ao ser destinada para a adorada vaqueira Jessie, encarnada por Joan Cusack na versão original.

Jessie nos foi introduzida em Toy Story 2’ e carrega consigo uma trágica história em que foi abandonada pela sua primeira dona, Emily, antes de cruzar caminho com Woody, Buzz e os outros brinquedos, encontrando uma nova família. Agora pertencendo à jovem Bonnie, Jessie torna-se o centro das nossas atenções ao assumir as rédeas da narrativa em uma jornada ao passado – algo que Swift consegue traduzir com esmero e com paixão fervorosas através de breves três minutos de sua mais pura essência. Iniciando-se com as saudosistas notas da gaita, a estrutura da faixa dá espaço ao violão e à bateria que não só dialogam com a personalidade de Jessie, mas trazem uma jovem Taylor de volta à vida em uma emocionante e despojada reflexão.

Seja com seus sutis, seja com a pungente e apaixonante narrativa que explora um amor que atravessa os obstáculos do tempo, provavelmente referindo-se aos laços entre Jessie e Emily, Swift está em uma zona criativa que conhece com os olhos fechados e que, trazendo homenagens ao icônico Randy Newman, emerge como uma das melhores entradas musicais do ano e uma adição mais que bem-vinda ao universo Toy Story.

Lembrando que “I Knew It, I Knew You” está disponível nas plataformas de streaming.

Crítica | Madonna acerta mais uma vez com a efervescência do house e do nu-disco de “Love Sensation”

É quase inexplicável explicar a sensação de viver na mesma época em que a eterna rainha do pop Madonna continua na ativa: caminhando para seu aguardado décimo quinto álbum de estúdio com um vigor inestimável retomando suas raízes no disco e no electro-dance para um novo capítulo que já se tornou um dos lançamentos mais aguardados de 2026.

Intitulado Confessions II, o compilado de originais tem lançamento agendado para o dia 3 de julho, mas vem recebendo forte promoção por parte da cantora, compositora e produtora. O primeiro gostinho do aguardado álbum veio com “I Feel So Free”, um deep-house que resgatou a sonoridade do primeiro capítulo dessa inesperada duologia, o aclamado Confessions on a Dance Floor, em uma união testamentária entre presente e passado. Pouco depois, Madonna nos presenteou com uma colaboração com uma das vozes mais expressivas da nova geração da música, Sabrina Carpenter, unindo forças para o lead single oficial “Bring Me Love”, que se apoiou nas conhecidas batidas do club house.

À medida que nos aproximamos do lançamento do disco, as expectativas crescem – e, em parceria com a plataforma Grindr, aproveitou sua apresentação na Times Square, em Nova York, para divulgar mais uma faixa do compilado. “Love Sensation”, como é conhecida a terceira faixa promocional de Confessions II, é mais uma entrada bem-vinda e nostálgica ao que pode se tornar um dos projetos mais aclamados da rainha do pop, trazendo uma sonoridade novamente escapista que mistura todos os conhecidos elementos do house e do nu-disco para nos convidar às pistas de dança em uma interminável jornada de libertação e de felicidade.

Já ficou muito claro que a ideia de Madonna é construir uma ambientação totalmente movida pelo prazer – algo que fez em 2005 com o álbum original e que resgata para uma jornada que se afasta do denso conceitualismo de ‘Madame X’ e que finca os dentes num expressivo e vibrante hedonismo. Com “Love Sensation”, a artista eleva essa ideia à enésima potência ao mergulhar de cabeça no four-on-the-floor do Chicago house e na clássica efervescência do diva-house, prestando homenagens a Loleatta Holloway com o mote “love sensation, good vibration”, Donna Summer e Giorgio Moroder, construindo uma ponte entre aqueles que pavimentaram o cenário da música eletrônica e como a década de 80 e de 90 segue viva nos dias atuais.

A canção é uma celebração da vida e do amor da melhor maneira possível, e de forma que apenas Madonna poderia encabeçar. Mais uma vez, a performer se alia a Stuart Price na composição e na produção do single promocional, mostrando que a duradoura parceria entre os dois nomes ainda tem muito a nos contar.

Lembrando que “Love Sensation” está disponível nas plataformas de streaming.

‘Obsessão’ supera ‘Pânico 7’ e se torna o MAIOR filme de terror do ano

Sucesso! O aclamado terror ‘Obsessão‘ (Obsession) conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 220 milhões nas bilheterias mundiais.

Além de ter se tornado a maior arrecadação global da história da Focus Features, o longa de também desbancou ‘Pânico 7‘ (US$207.9M), tornando-se a maior bilheteria do gênero em 2026.

Fenômeno nas telonas, o filme de Curry Barker sofreu uma queda de apenas -6% em seu quarto final de semana no território norte-americano, acrescentando incríveis US$ 25.6 milhões. O terror já soma impressionantes US$ 152.1 milhões no país.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 72.6 milhões através de 57 territórios.

Os números representam quase 300 vezes o valor do seu orçamento – que girou em torno de US$ 750 mil –, consolidando a produção como um dos filmes mais lucrativos da história do cinema, ao lado de ‘A Bruxa de Blair‘ e ‘Atividade Paranormal‘.

Anteriormente, o diretor Curry Barker já havia compartilhado seus planos para uma possível sequência: “Eu obviamente tenho alguns projetos que estou ansioso para tirar do papel, mas acredito que ‘Obsessão 2’ é possível. Talvez. O que realmente me deixa animado é a possibilidade de fazer uma série antológica, com cada episódio focando em um desejo diferente que sai completamente do controle. Talvez eu pudesse dirigir o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia. Então, outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões [nos episódios seguintes].”

Além de ter alcançado 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores – recebendo uma rara nota A- para o gênero no CinemaScore –, o que deve ajudar na estabilidade da produção nas próximas semanas nas telonas.

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker, que já foi confirmado na direção do próximo filme ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

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‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

Cinebiografia do Michael Jackson já arrecadou quase US$ 900 milhões mundialmente

Sucesso! A cinebiografia ‘MICHAEL‘ já arrecadou quase US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais.

Além de representar a segunda maior arrecadação do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$1B) –, o longa também se tornou a maior arrecadação global da história da Lionsgate, superando sucessos como ‘Crepúsculo‘ e ‘Jogos Vorazes‘.

Nos EUA, o longa soma US$ 354.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 543.6 milhões através de 83 territórios – totalizando uma arrecadação global de US$ 897.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a Reino Unido (US$68.1M), França (US$54.5M), Alemanha (US$34.3M), Brasil (US$32.2M) e México (US$30.7M).

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 39% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a cinebiografia conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore e alcançando impressionantes 97% de aprovação do público no RT.

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

IMPACTO! Brasil tem a 5ª MAIOR estreia mundial de ‘Todo Mundo em Pânico 6’

O sexto capítulo da franquia Todo Mundo em Pânico já chegou aos cinemas de todo o mundo – e o impacto da icônica saga satírica dos Irmãos Wayans continua vivo com expressivos números nas bilheterias mundiais.

O longa arrecadou impressionantes US$ 105.5 milhões ao redor do planeta em seu primeiro final de semana de exibição.

Internacionalmente (ou seja, excluindo-se o mercado dos EUA), o longa abriu com US$ 50,5 milhões através de 53 territórios – registrando um desempenho 75% acima do terceiro filme neste mesmo período, que mantenha o recorde da franquia.

ranking de maiores mercados internacionais, inclusive, conta com o Brasil em quarto lugar, com US$5,1 milhões (se tornando a maior estreia da Paramount Pictures no país).

Confira o TOP 5 (via Exhibitor Relations Co.):

1º lugar: México (US$6,7M)
2º lugar: Reino Unido (US$5,5M)
3º lugar: Alemanha (US$5,5M)
4º lugar: Brasil (US$5,1M)
5º lugar: França (US$3,2M)

Além disso, o filme abriu com US$55,5 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia da história da franquia no país, superando ‘Todo Mundo em Pânico 4‘ (US$49.7M). Esse é um excelente desempenho para um filme orçado em apenas US$ 30 milhões.

Crítica | Sexto capítulo da franquia ‘Todo Mundo em Pânico 6’ é uma TRESLOUCADA aventura que não deixa ninguém a salvo

Com apenas 26% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo capítulo também parece ter dividido a opinião dos espectadores com uma nota C+ no CinemaScore. Para termos de comparação, esta é a segunda pior avaliação da saga, atrás apenas do quinto filme (C-).

O segundo e terceiro filme seguem empatados com a melhor recepção (B), seguidos de perto pelo longa original (B-).

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

O 6º filme da franquia tira sarro de filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

CinemaCon: Teaser de ‘Sonic 4’ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal’, ‘Todo Mundo em Pânico 6’; Assista aos comentários do painel!

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) é responsável pela direção.

FENÔMENO! Brasil teve a 2ª MAIOR bilheteria mundial de ‘Mestres do Universo’

O live-action de Mestres do Universo, estrelado por Nicholas Galitzine (‘Uma Ideia de Você’) e Camila Mendes (‘Riverdale’), já chegou aos cinemas de todo o mundo – e os números oficiais de bilheteria já estão começando a tomar as manchetes, com o Brasil em destaque internacional.

O longa abriu em segundo lugar na arrecadação doméstica (Estados Unidos), com US$29,3 milhões, ficando atrás do sexto capítulo da franquia ‘Todo Mundo em Pânico’ (US$56 milhões). Nos mercados estrangeiros, o filme alcançou mais US$25 milhões através de 86 territórios, atingindo o montante de US$54 milhões.

A popularidade do live-action, inclusive, ganha destaque em território nacional: segundo o Exhibitor Relations Co., o Brasil fica em primeiro lugar nos mercados internacionais – isto é, fora dos EUA (com US$4,5 milhões) – e em segundo lugar no ranking geral.

Veja abaixo:

Crítica | ‘Mestres do Universo’ é um dos MELHORES live-actions já feitos…

Com orçamento em torno de US$ 200 milhões (sem incluir os gastos com materiais promocionais), o longa terá que manter uma ótima estabilidade nas telonas para justificar seu considerável custo de produção.

Com 66% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a recepção do novo filme tem sido melhor do que o live-action de 1987, estrelado pelo astro Dolph Lundgren.

‘Mestres do Universo’ abre ATRÁS de ‘Todo Mundo em Pânico 6’ nas bilheterias nacionais

Mestres do Universo‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, após 15 anos separados, o herói é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Mendes) e Duncan / Mentor (Idris Elba).

‘Mestres do Universo’: Camila Mendes fala em PORTUGUÊS e conta que não tinha nascido nos anos 80 [EXCLUSIVO]

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Nicholas Galitzine (Príncipe Adam/He-Man), Camila Mendes (Teela), Morena Baccarin (Feiticeira), Jared Leto (Esqueleto), Alison Brie (Maligna/Evil-Lyn), Idris Elba (Mentor/Man-At-Arms) e Kristen Wiig (Voz de Roboto) estrelam.

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

‘Cabo do Medo’ | Javier Bardem, Amy Adams e Patrick Wilson revelam os segredos sombrios do thriller PERTURBADOR da Apple TV

O universo do suspense psicológico ganha um novo e intenso capítulo com a estreia de ‘Cabo do Medo‘ na Apple TV. A aguardada série, que já teve seus dois primeiros episódios lançados, promete mergulhar os espectadores em uma trama de vingança e dilemas morais, com novos capítulos sendo disponibilizados semanalmente, sempre às sextas-feiras. Esta releitura contemporânea de um clássico literário e cinematográfico traz um elenco estelar para desvendar as complexidades da mente humana sob pressão.

E durante uma coletiva de imprensa, na qual o CinePOP esteve presente, os astros Javier Bardem, Amy Adams e Patrick Wilson mergulharam nas profundezas de seus personagens e na atmosfera de suspense que promete prender o público. A nova produção da Apple TV revisita a clássica história de John D. MacDonald sob uma abordagem mais contemporânea, explorando a ambiguidade moral e as consequências de um passado sombrio que se recusa a ser esquecido.

Amy Adams, intérprete de Anna Bowden, destacou a complexidade que a série traz para a narrativa e como isso afeta todos os protagonistas dessa rica família, transformando a vingança em um intrincado jogo psicológico:

“Bem, acho que a ambiguidade entre o aspecto de vítima e vilão com Max e a forma como retratamos isso nesta versão é realmente maravilhosa e gera muita conversa. Mas isso também permite que você foque nos outros personagens, em Anna e Tom, e na própria ambiguidade moral deles. O que eles fizeram? O que eles sabem? O quanto eles estão comprometidos? Eles tiveram algum papel no que aconteceu com Max? Então é muito divertido ver não apenas os personagens mergulhando no que isso cria para eles com a culpa e a vergonha, mas como isso afeta as pessoas ao redor deles e como isso eleva os riscos a um nível tão alto, à medida que eles trabalham para proteger seus segredos.”

Essa declaração de Adams sublinha o cerne da série, que é transformar um thriller de vingança em um aprofundado estudo sobre a psique humana e as escolhas que moldam o destino. Diante desse conflituoso cenário, a dinâmica entre os personagens promete ser um dos pontos altos, com cada um carregando seus próprios segredos e dilemas morais, mergulhando o público em um verdadeiro labirinto.

E para reger a orquestra familiar de Bowden rumo ao abismo do caos está Javier Bardem, que assume o icônico papel de Max Cady. Durante a coletiva, o astro espanhol refletiu sobre o desafio de interpretar um personagem já eternizado por Robert Mitchum e Robert De Niro e enfatizou a necessidade de uma abordagem original para um vilão tão marcante:

“São dois intérpretes gigantescos e atuações icônicas, então não quero chegar perto disso. Quero dizer, seria ridículo até ousar comparar a minha versão com as deles. Então, o que tenho que fazer ou o que eu tentei fazer é seguir o meu próprio caminho. E para isso, preciso de um material novo, um material distante o suficiente desses intérpretes, no caso de Max Cady, que me permita fazer isso. E quando encontrei isso no roteiro, fiquei aliviado, pois sabia que eles iam me pedir para fazer a minha própria versão. Mas em ambas as atuações, acho que há uma ironia, um senso de humor e uma falta de gravidade, um modo lúdico de assustar e manipular a mente das pessoas que eu achei que deveria ser seguido nesta atuação, é claro.”

Bardem ainda revelou que sua interpretação de Cady busca manter a ironia e o humor sombrio que caracterizam o personagem, adicionando camadas de manipulação psicológica que prometem uma performance memorável e aterrorizante. A série também aborda questões de justiça social, um tema que Bardem fez questão de ressaltar, elevando a narrativa para além do mero entretenimento:

“É verdade que nos momentos em que entramos na prisão e ouvimos os detentos falando com suas famílias, a maior parte é em espanhol — o som de fundo é em espanhol latino. E há os casos de dois homens exonerados, injustamente condenados, e pelo menos um deles é latino. E isso diz muito sobre o que está acontecendo no sistema de justiça dos Estados Unidos hoje, nas ruas com o ICE. E está presente. Está acontecendo. Não é uma opinião, é um fato. E isso também está na série e a trama também abre muitas perguntas sobre quem são essas pessoas injustamente condenadas por crimes que não cometeram e como esse trauma pode mudar suas vidas para sempre.”

Essa dimensão de crítica social traz uma profundidade distinta à narrativa, transformando a nova versão de ‘Cabo do Medo’ em algo maior do que um thriller criminal. Convidando a audiência para uma reflexão sobre as falhas do sistema judiciário e o impacto duradouro do trauma, a original Apple TV criada pelo cineasta Nick Antosca envolve o público em um jogo de gato e rato, em que a obsessão de um homem será capaz de arruinar toda uma família a partir de suas próprias falhas.

Patrick Wilson, que interpreta o patriarca da família Bowden, trouxe uma perspectiva fundamental sobre como o suspense se infiltra na dinâmica familiar e como a série se distancia das versões anteriores ao focar na desintegração interna dos personagens diante da ameaça de Cady. Para Wilson, o verdadeiro horror reside naquilo que não é dito e nas rachaduras que já existiam na estrutura familiar antes mesmo do vilão aparecer. A tensão não vem apenas da presença física de Cady, mas da maneira como ele manipula as inseguranças e os pecados ocultos de cada membro da família, forçando-os a confrontar suas próprias verdades em um ambiente de paranoia constante:

“O que é fascinante nesta versão é que Max Cady não cria o caos do nada; ele simplesmente encontra as rachaduras que já estavam lá. Para mim, o suspense mais aterrorizante é aquele que se infiltra no silêncio da mesa de jantar. Meu personagem, Tom, tenta desesperadamente manter as aparências de uma família perfeita, mas a presença de Max força cada um de nós a olhar no espelho e encarar o que tentamos esconder por anos. É sobre a desintegração de uma estrutura que achávamos sólida, mas que se revela frágil sob a pressão de uma obsessão tão visceral.”

Essa fragilidade emocional e o desmoronamento das certezas domésticas são os fios condutores que transformam a série em uma experiência quase hipnótica. Ao unir o drama familiar ao terror psicológico, a produção busca não apenas chocar, mas envolver o espectador em um questionamento contínuo sobre justiça e sobrevivência. É dentro desse contexto de imersão total que Javier Bardem vislumbra o impacto da obra, expressando o desejo de que o público se sinta parte integrante dessa tensão crescente:

“Não, eu só quero que eles… acho que todos nós queremos que eles se divirtam aproveitando a série, ficando na ponta da cadeira, tentando entender o que vai acontecer a seguir, porque acho que é muito bem construída no sentido de que são 10 episódios […] e eles são cheios de riqueza. Há riqueza em cada uma das dimensões e histórias de background dos personagens. Então acho que a série em si é rica o suficiente para os novos membros da audiência que não conhecem o filme do Scorsese ou muito menos o filme original, para entender o poder que ‘Cabo do Medo’ possui.”

Com 10 episódios, a série ‘Cabo do Medo’ se posiciona como um dos lançamentos mais intrigantes do ano, convidando o público a desvendar seus mistérios e a se digladiar com questões morais densas e complexas. Prometendo ser uma jornada intensa e inesquecível, mantendo os espectadores aflitos do início ao fim, a nova versão se propõe a explorar os recantos mais sombrios da mente humana e as consequências devastadoras da vingança.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Novo trailer VAZA e confirma retorno de [SPOILER] e os poderes do grande VILÃO da sequência

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega aos cinemas de todo o mundo em julho deste ano e promete ser uma das produções mais bem-sucedidas de 2026 – e, após uma série de possíveis vazamentos sobre o conteúdo do longa-metragem, o áudio do próximo trailer ganhou espaço nas redes sociais.

O material foi divulgado pouco depois de um trailer em baixa resolução e, ao que tudo indica, confirma que o vilão principal usa controle da mente contra seus inimigos – e que o antagonista é responsável por controlar Bruce Banner (Mark Ruffalo), transformando-o em um Hulk descontrolado, mais do que capaz de lidar com o Homem-Aranha (Tom Holland). Ele também usa uma pessoa comum para ameaçar MJ (Zendaya), deixando claro que esse personagem está realmente na mente de Peter Parker.

O áudio vai ao encontro de uma recente teoria que a grande vilã de Um Novo Dia’ é a mutante Jean Grey, interpretada por Sadie Sink. Apresentá-la sob uma luz vilanesca como essa é certamente uma escolha singular da Marvel Studios, mas também abre caminho para que o estúdio utilize seus poderes psíquicos para ajudar o mundo a se lembrar de Peter, desfazendo parcialmente o final trágico de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

No material, é possível também ouvir a voz de Tia May, indicando que talvez Marisa Tomei reprise seu papel, ainda que não esteja claro de que maneira (para aqueles que não se recordam, Tia May faleceu em ‘Sem Volta para Casa’ em uma das cenas mais chocantes e tocantes da franquia).

Confira o áudio vazado abaixo:

O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa’.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Saiba mais >>>>>>> Homem-Aranha: Um Novo Dia

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

Documentário da Netflix sobre Michael Jackson é ELOGIADO pela crítica, mas MASSACRADO pelo público

O complexo e controverso legado de Michael Jackson ganhou um novo e detalhado capítulo nas telas.

A Netflix lançou recentemente em sua grade de programação o documentário Michael Jackson: O Veredito’, que disseca os bastidores do histórico julgamento de 2005, no qual o astro enfrentou graves acusações de abuso sexual infantil.

Desde sua estreia no último dia 3 de junho, o título teve uma recepção bastante contraditória entre a crítica e o público no Rotten Tomatoes, com 75% de aprovação por parte dos especialistas e meros 8% de aprovação por parte dos espectadores.

Enquanto os críticos elogiaram a abordagem honesta da produção, os fãs do eterno rei do pop afirmaram que a jogada da Netflix foi uma tentativa desesperada de manchar o legado do artista em meio ao lançamento da cinebiografia ‘MICHAEL’, que vem quebrando recordes de bilheteria.

Confira os comentários da crítica:

“O documentário ‘O Veredito’ conduz o espectador pelos meandros do processo judicial de Jackson com firmeza e clareza, tornando-se essencial para qualquer pessoa curiosa sobre o que Michael omitiu” – Slate.

“No fim das contas, Michael Jackson: O Veredito’ é uma denúncia de uma sociedade comprometida com a narrativa que lhe parecia mais conveniente. Duas décadas após o término do julgamento, os únicos inocentes em toda essa história eram as crianças” – Variety.

“Mas, independentemente de Jackson ser culpado ou inocente, a única coisa que essa minissérie em três partes realmente prova é que a indústria de Michael Jackson é um poço sem fundo de conteúdo” – Daily Telegraph.

“O diretor Nick Green adotou uma abordagem responsável. Ele apresenta uma narrativa equilibrada do julgamento e da tempestade cultural em torno de Jackson, principalmente filtrando as acusações através das lembranças de pessoas que participaram do julgamento” – Original Cin.

‘O Veredito’ não encerra o debate. Mas certamente torna muito mais difícil ignorá-lo” – The National.

Confira os comentários do público:

“Não perca seu tempo com isso” – Geoff C.

“Tentando manchar a imagem de Michael enquanto a cinebiografia está batendo recordes. Por que não lançar isso antes? Uma investigação que durou dez anos sem encontrar nenhuma prova de culpa. Horrível” – Kenny A.

“Para mim, é um grande não. Ele é inocente. Que jogada para ganhar dinheiro fácil. Não vou assistir” – Ray M.

“Vocês não têm vergonha na cara. Deixem o homem em paz” – Ed N.

“Não recomendo assistir. São as mesmas mentiras requentadas; nenhuma evidência nova. É uma tentativa de ganhar dinheiro fácil e uma completa perda de tempo!” – Dutchess D.

Dividido em três partes, o projeto conta com a direção de Nick Green e adota uma abordagem investigativa. A narrativa é conduzida por meio do relato de figuras-chave que estiveram diretamente envolvidas no tribunal, oferecendo uma análise profunda tanto do processo judicial quanto do impacto cultural e social de longo prazo deixado pelo veredito do artista.

A produção do documentário ficou a cargo da Candle True Stories. A equipe de bastidores traz nomes de peso da indústria de não-ficção, contando com a produção executiva de Fiona Stourton e James Goldston, além de David Herman, que também assume a função de showrunner do projeto.

Em um dos trechos de destaque do trailer, a magnitude do caso é resumida de forma direta por um dos entrevistados: “Ele é o homem mais famoso do mundo sendo acusado do crime mais hediondo do mundo.”

O julgamento criminal, realizado na Califórnia em 2005, centrou-se nas denúncias de que o cantor teria abusado sexualmente de um jovem menor de idade dentro de sua famosa e polêmica propriedade, o Rancho Neverland.

A produção não deve se esquivar das diferentes e polarizadas perspectivas que cercam o caso até hoje. No trailer oficial, um profissional diretamente ligado à acusação na época reflete a frustração da promotoria com o desfecho: “Nós acreditávamos que ele era um criminoso e que conseguiu escapar por causa de sua fama e celebridade”.

Ao fim do exaustivo processo em 2005, Michael Jackson foi considerado inocente de todas as 10 acusações criminais apresentadas pela promotoria. Para esclarecer os bastidores dessa decisão, a produção da Netflix trará depoimentos inéditos e exclusivos dos próprios membros do júri do julgamento.

‘Todo Mundo em Pânico 6’ arrecada US$ 105.5 milhões em estreia GLOBAL

Sucesso! A sequência ‘Todo Mundo em Pânico 6‘ arrecadou impressionantes US$ 105.5 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Internacionalmente, o longa abriu com US$ 50.5 milhões através de 53 territórios – registrando um desempenho +75% acima do terceiro filme neste mesmo período, que mantenha o recorde da franquia.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$6.7M; maior estreia da história para uma comédia da Paramount), Reino Unido (US$5.5M), Alemanha (US$5.5M), Brasil (US$5.1M; maior estreia da história da Paramount) e França (US$3.2M).

Vale lembrar que o filme abriu com US$ 55 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia da história da franquia no país, superando ‘Todo Mundo em Pânico 4‘ (US$49.7M).

Crítica | Sexto capítulo da franquia ‘Todo Mundo em Pânico 6’ é uma TRESLOUCADA aventura que não deixa ninguém a salvo

É um excelente desempenho para um filme orçado em apenas US$ 30 milhões.

Com apenas 26% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo capítulo também parece ter dividido a opinião dos espectadores com uma nota C+ no CinemaScore. Para termos de comparação, esta é a segunda pior avaliação da saga, atrás apenas do quinto filme (C-).

O segundo e terceiro filme seguem empatados com a melhor recepção (B), seguidos de perto pelo longa original (B-).

Todo Mundo em Pânico 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

O 6º filme da franquia tira sarro de filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

CinemaCon: Teaser de ‘Sonic 4’ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal’, ‘Todo Mundo em Pânico 6’; Assista aos comentários do painel!

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) é responsável pela direção.

Crítica | Olhe Para Mim – Fantasia alagoana ambiciosa revela um diretor promissor, mas tropeça no ritmo [Olhar de Cinema]

O cinema brasileiro raramente se aventura pelo território da fantasia de forma tão aberta quanto em ‘Olhe Para Mim. Exibido na mostra competitiva do Olhar de Cinema 2026, o longa dirigido por Rafhael Barbosa é uma obra que merece reconhecimento pela coragem de suas ambições. Em vez de seguir caminhos mais seguros do drama realista, o cineasta aposta em uma narrativa que mistura luto, sobrenatural e existencialismo para contar a história de um jovem perdido entre o mundo dos vivos e dos mortos.

A trama acompanha Marcelo, cuja vida foi marcada pelo desaparecimento da mãe quando ele tinha apenas dez anos. Incapaz de lidar com essa ausência, ele cresce refugiando-se em lembranças inventadas e vagando por cemitérios, preso a um passado que nunca conseguiu compreender completamente. Quando dois seres misteriosos surgem em seu caminho, ele embarca em uma jornada que atravessa dimensões e coloca em xeque sua relação com a memória, a perda e a própria realidade.

Desde os primeiros minutos, fica evidente que Rafhael Barbosa não está interessado em entregar uma narrativa convencional. Há uma clara intenção de construir um universo próprio, carregado de simbolismos e elementos fantásticos que remetem tanto ao realismo mágico quanto ao cinema autoral contemporâneo. É justamente essa ousadia que transforma ‘Olhe Para Mim‘ em uma experiência interessante, mesmo quando o resultado não alcança plenamente tudo aquilo que se propõe.

O maior mérito do filme está na sua identidade visual. A fotografia de Roberto Iuri é um dos grandes destaques da produção, criando imagens que transitam entre o belo e o melancólico. Cemitérios, estradas vazias e paisagens naturais ganham uma atmosfera quase onírica, reforçando a sensação de que Marcelo habita um espaço suspenso entre diferentes realidades. É um trabalho visual que frequentemente comunica mais do que os diálogos.

Outro aspecto digno de elogios é a maquiagem. Fundamental para a construção dos elementos fantásticos da narrativa, ela contribui para tornar críveis as figuras misteriosas que conduzem a jornada do protagonista. Sem recorrer a excessos, o trabalho ajuda a consolidar a estética peculiar do longa e demonstra um cuidado técnico que nem sempre é encontrado em produções independentes de baixo orçamento.

O elenco também sustenta boa parte do envolvimento emocional da história. Rejane Faria é o principal destaque do filme, entregando uma atuação carregada de presença e humanidade. Mesmo nos momentos em que o roteiro se torna mais abstrato, a atriz consegue manter o espectador conectado às emoções da narrativa. Ulisses Arthur e Luciano Pedro Jr. também contribuem para dar consistência ao universo criado pelo diretor.

Infelizmente, o filme encontra suas maiores dificuldades justamente no roteiro. Assinado por Rafhael Barbosa, Jasmelino De Paiva e Nivaldo Vasconcelos, o texto possui ideias interessantes e temas relevantes, mas nem sempre encontra a melhor forma de desenvolvê-los. Em diversos momentos, a narrativa se alonga além do necessário, repetindo conceitos e situações que já foram compreendidos pelo público. O resultado é um ritmo irregular que acaba comprometendo parte da experiência.

Há sequências contemplativas que funcionam muito bem dentro da proposta sensorial do longa, mas outras acabam tornando a jornada excessivamente arrastada. Em alguns momentos, a sensação é de que o filme está mais interessado em preservar seus mistérios do que em fazer sua história avançar. Isso faz com que a experiência oscile entre momentos de fascínio visual e trechos que testam a paciência do espectador.

Ainda assim, seria injusto ignorar o valor de uma produção como ‘Olhe Para Mim‘. Mesmo com suas imperfeições, trata-se de um filme que busca caminhos próprios e demonstra uma vontade genuína de expandir os horizontes do cinema brasileiro de gênero. É uma obra autoral, ambiciosa e carregada de personalidade, qualidades cada vez mais raras em um mercado frequentemente dominado por fórmulas.

Mais do que um filme completamente bem-sucedido, ‘Olhe Para Mim‘ funciona como uma vitrine para o talento de Rafhael Barbosa. Seu olhar visual, sua coragem criativa e sua disposição para assumir riscos apontam para um cineasta com enorme potencial de crescimento. Se o roteiro ainda carece de maior controle narrativo, a direção demonstra que existe ali uma voz artística que merece atenção.

Ao final, ‘Olhe Para Mim‘ é uma experiência irregular, mas inegavelmente interessante. Um filme que talvez não alcance toda a força emocional e narrativa que busca, mas que revela um diretor disposto a sonhar grande e a explorar territórios pouco frequentados pelo cinema nacional.

Crítica | Telúrica, a Íntima Utopia – Documentário COMOVENTE sobre como a arte salva e une [Olhar de cinema]

Há documentários que observam seus personagens à distância. Outros escolhem caminhar ao lado deles. ‘Telúrica, a Íntima Utopia‘, novo longa-metragem de Mariana Lacerda, pertence à segunda categoria e faz isso com uma sensibilidade rara. Exibido na mostra competitiva da 15ª edição do Olhar de Cinema, em Curitiba, o filme se revela uma experiência profundamente humana, capaz de emocionar não por recorrer a artifícios sentimentais, mas justamente por confiar na potência das pessoas que coloca diante da câmera.

Acompanhando o processo criativo da Companhia Teatral Ueinzz, grupo formado por atores que vivem em sofrimento psíquico, o documentário mergulha nos bastidores da criação de um espetáculo que discute a extinção da Terra, a sobrevivência da humanidade e o desejo persistente de continuar existindo. Embora o ponto de partida seja teatral, o que surge na tela é muito maior do que um registro artístico. É uma reflexão sobre comunidade, acolhimento, afeto e resistência.

Mariana Lacerda demonstra um domínio admirável da linguagem documental. Sua direção nunca tenta controlar ou enquadrar excessivamente os personagens. Pelo contrário: ela abre espaço para que cada voz encontre seu lugar. O resultado é um filme que constrói uma intimidade genuína com seus protagonistas, permitindo que o público compreenda seus medos, desejos, fragilidades e sonhos. Em poucos minutos, a barreira entre espectador e personagem desaparece completamente.

O maior mérito do longa está justamente nessa capacidade de gerar empatia. Os integrantes da Ueinzz não são tratados como objetos de observação nem como símbolos abstratos de superação. São pessoas complexas, cheias de humor, criatividade, inquietações e contradições. O filme lhes concede algo que nem sempre o cinema oferece: espaço para existir em toda a sua singularidade.

Ao longo de seus 104 minutos, ‘Telúrica, a Íntima Utopia‘ também levanta questões profundas sobre o papel da arte na vida de indivíduos frequentemente marginalizados pela sociedade. O documentário mostra como a criação artística funciona como instrumento de expressão, pertencimento e transformação. Mais do que um exercício estético, o teatro surge como uma ferramenta de sobrevivência emocional. Em diversos momentos, fica evidente como a arte se torna um abrigo, uma linguagem possível e, em muitos casos, uma forma de salvação.

Essa discussão nunca soa didática ou forçada. Ela emerge naturalmente das conversas, dos ensaios e dos encontros registrados pela câmera. É justamente nessa organicidade que o filme encontra sua força. Ao observar o grupo construindo uma obra sobre o fim do mundo, Mariana Lacerda acaba realizando um filme sobre aquilo que nos mantém vivos quando tudo parece ruir: a conexão com o outro.

A realização técnica acompanha o elevado nível da proposta. A montagem merece destaque especial por encontrar um equilíbrio delicado entre observação, contemplação e ritmo narrativo. O filme flui com naturalidade, costurando reflexões filosóficas e instantes de profunda emoção sem jamais perder sua unidade.

Visualmente, a diretora também demonstra enorme sensibilidade na composição dos enquadramentos. Existe uma beleza discreta em cada cena, construída sem exibicionismo. A câmera observa, escuta e acolhe. Esse olhar cuidadoso reforça a atmosfera de intimidade que permeia toda a obra e transforma o documentário em uma experiência quase meditativa sobre a condição humana.

Mais do que um filme sobre teatro, é um documentário sobre a necessidade de pertencermos a algo maior do que nós mesmos. É uma celebração das formas frágeis, mas profundamente poderosas, de existir. Um retrato emocionante sobre pessoas que encontram na arte uma maneira de resistir ao isolamento, ao sofrimento e às limitações impostas pelo mundo.

Mariana Lacerda entrega um dos documentários brasileiros mais sensíveis e humanistas dos últimos tempos. Sua direção segura, aliada a uma montagem primorosa e a personagens inesquecíveis, resulta numa obra que toca o coração e permanece na memória muito depois dos créditos finais.

Milly Alcock QUEBRA TUDO no teaser inédito de ‘Supergirl’; Confira!

Supergirl, novo filme do DCU, ganhou um novo teaser que traz Kara (Milly Alcock) enfrentando vários vilões.

Assista:

Vale lembrar que a campanha promocional do longa apenas começou, com a venda de ingressos tendo sido iniciada também nesta semana.

Segundo projeções, o filme deve arrecadar US$55 milhões em sua estreia em 26 de junho (via Deadline).

O conhecimento espontâneo — categoria de pesquisa em que os institutos de pesquisa citam o conhecimento sobre um filme sem que haja qualquer incentivo — está bastante equilibrado entre homens e mulheres com menos e mais de 25 anos. No geral, essa categoria é maior do que o de ‘O Mandaloriano e Grogu’ (US$ 81,6 milhões na estreia nos EUA), Thunderbolts*’ (US$ 74,3 milhões na estreia nos EUA) e Shazam!’ (US$ 53,5 milhões). Vale comentar que as projeções ainda não contabilizaram totalmente as pré-vendas.

Estrelado por Alcock, o filme mostra o que acontece quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar uma perigosa batalha, e a Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.

O filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Estrelando Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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David Corenswet e Nicholas Hoult se ENFRENTAM nas novas imagens de bastidores de ‘Superman: Homem do Amanhã’; Confira!

As filmagens de Superman: Homem do Amanhã’, sequência do longa de 2025, estão a todo vapor – e, agora, novas imagens de bastidores ganharam as redes sociais.

Como divulgado pelo JustJared.com, as fotos em questão dão destaque a David Corenswet como Clark Kent/Superman, enfrentando o perigoso e psicótico Lex Luthor – vivido por Nicholas Hoult. As imagens também dão destaque à incrível armadura do antagonista.

Confira:

‘Homem do Amanhã’: James Gunn revela o LOGOTIPO da sequência de ‘Superman’; Confira!

James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.

A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.

O elenco conta com David Corenswet como o Homem de Aço, Nicholas Hoult como Lex Luthor, Lars Eidinger como Brainiac, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Guy Gardner e Edi Gathegi como Senhor Incrível. Adria ArjonaAaron PierreMatthew Lillard também fazem parte do elenco.

ASSUSTADOR! Confira um clipe inédito de ‘A Morte do Demônio: Em Chamas’, novo capítulo da icônica franquia de terror

IGN divulgou, com exclusividade, um clipe inédito de A Morte do Demônio: Em Chamas’ (‘Evil Dead Burn’), novo capítulo da icônica e amada franquia de terror.

O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho – duas semanas antes da estreia no território norte-americano.

Confira, junto ao trailer completo, e siga o CinePOP no Youtube:

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

O elenco conta com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Paramount+ libera primeiro episódio de ‘Among Us’ GRATUITAMENTE no YouTube; Assista!

De surpresa e sem qualquer aviso prévio, a Paramount+ lançou em seu catálogo a aguardada série animada baseada no jogoAmong Us nesta sexta-feira (5 de junho).

A plataforma pegou os assinantes de surpresa ao disponibilizar, de uma só vez, todos os 10 episódios da primeira temporada, que possuem aproximadamente 13 minutos de duração cada.

Agora, o streaming divulgou o primeiro episódio na íntegra e gratuitamente em seu canal do YouTube.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

O projeto havia sido anunciado originalmente em 2023, mas recebeu pouquíssimas atualizações e nenhuma campanha de divulgação recente, o que tornou o lançamento um verdadeiro “ataque surpresa” para os fãs.

Fiel à premissa do jogo original desenvolvido pela Innersloth, a narrativa acompanha a tensa rotina de uma tripulação espacial:

“Na trama, membros de uma tripulação foram substituídos por alienígenas metamorfos com a intenção de causar confusão, sabotagem na nave e matar todos a bordo. Encontre o ‘impostor’ ou seja vítima de suas enganações mortais”, diz a sinopse.

Lançado originalmente em 2018, o jogo eletrônico Among Us transformou-se em um fenômeno cultural global durante o período da pandemia, consolidando-se como um dos títulos multiplayer mais populares e jogados dos últimos anos.

Apesar do lançamento silencioso, a animação conta com um elenco de dublagem repleto de grandes nomes de Hollywood:

Randall Park (‘Homem-Formiga e a Vespa’), Ashley Johnson (‘The Last of Us’), Yvette Nicole Brown (‘Community’) e Elijah Wood (‘O Senhor dos Anéis’).

Os bastidores também trazem nomes de peso no cenário da animação. O comando do projeto está nas mãos de Owen Dennis, aclamado criador da série ‘Trem Infinito’ (Infinity Train). A produção é uma parceria entre a CBS Eye Animation Productions e a própria Innersloth, enquanto os trabalhos de animação ficaram a cargo do renomado estúdio Titmouse (Big Mouth).

A equipe de produtores executivos é composta pelo próprio Owen Dennis, ao lado de Forest Willard, Marcus Bromander, Carl Neisser, Chris Prynoski, Shannon Prynoski, Antonio Canobbio e Ben Kalina.